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1 Friedrich Adams / Frank Schmidt (editores) O melhor de MRL-News* Novidades sobre o tema Segurança de máquinas e controles de máquinas * e outras publicações Schmersal/Elan r ein * und danach #) dams Safe solutions for your industry

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3 Responsabilidade As diretrizes e sugestões deste livro são objeto do melhor conhecimento e consciência. Contudo, elas não isentam da inspeção de responsabilidade própria e avaliação dos diferentes pontos de vista. Nós não assumimos, com a exceção de determinações legais contrárias e urgentes, a responsabilidade por quaisquer erros e ambiguidades na apresentação. Editor: Friedrich Adams, Frank Schmidt Revisor responsável pela versão brasileira desta edição: Klaus Marcel de Mendonça Duske Em nome de: K. A. Schmersal GmbH Möddinghofe 30 D Wuppertal Tel.: +49 (0) Fax: +49 (0) Internet: Responsável em relação à lei de imprensa: Friedrich Adams, K. A. Schmersal Holding GmbH & Co. KG, Möddinghofe 30, D Wuppertal Tel.: +49 (0) Set: flick-werk, Gladenbach Impressão: WD print + medien, Wetzlar ISBN: Primeira edição exemplares, Outubro de / WD / / Parte nº

4 Friedrich Adams / Frank Schmidt (editores) O melhor de MRL-News* * e outras publicações Schmersal / Elan Novidades ao Tema Segurança de Máquinas e controles de máquinas Safe solutions for your industry

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6 Índice I Prefácio 9 II Saudação dos Editores 11 Capítulo 1: Bases legais para a segurança de máquinas na Europa e em outros locais As entidades de diretrizes da União Européia (UE) A nova diretriz de máquinas CE 2006/42/CE (MRL) Informações adicionais e ajudas de interpretação da MRL 2006/42/CE Diretriz de máquinas CE Comentário (1): Comprovação de conformidade através do Sistema GQ de acordo com Anexo X de MRL 2006/42/CE Diretriz de máquinas CE Comentário (2): Palavra chave Curador CE, respectivamente Procurador da Documentação Diretriz de máquinas CE Comentário (3): Perguntas decisivas atuais e consecutivas da lei de máquinas européia e alemã [1] Alterações essenciais de máquinas Instalações de máquinas (conjunto de máquinas) Máquinas usadas Alterações futuras nas diretrizes da União Européia (EU) Na comparação: Exigências não européias quanto à segurança de máquinas [1] 65 Capítulo 2: Novas exigências feitas a partes pertinentes à segurança de controles (Substituição de EN e substituição da norma EN ISO :2006/2008) EN ISO : Nova teoria das categorias para a segurança de máquinas Novas exigências ao projeto de partes pertinentes á segurança de controles de máquinas A implementação prática de EN ISO :2008 (2006) Parte 1: Informações adicionais e suportes Parte 2: Perguntas decisivas Parte 3: Novas exigências adicionais 93 Capítulo 3: Questionamentos técnicos de segurança com significado horizontal Avaliação de risco e configuração segura de máquinas Dispositivos de segurança em máquinas Manipulação de dispositivos de segurança Risco: Partida inesperada Nova norma EN ISO : Segurança de Sistemas de Produção Integrados 157 Capítulo 4: Desenvolvimento tecnológico de componentes de segurança apresentados através do exemplo do Programa Schmersal 167 Capítulo 5: NR-12 Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos 193 III Índice de palavras chave 207

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8 Prefácio Prezado cliente, No âmbito da revista interna MRL-NEWS e outras publicações, nós lhe mantemos continuamente informado há muitos anos sobre as novidades existentes na área de segurança de máquinas e controles de máquinas, seja do ponto de vista legal, normativo ou de natureza prática. Com isto e, além disto, por exemplo, com a nova prestação de serviços da Consultoria de Segurança, o tec.nicum e ainda a Rede CE, o Grupo Schmersal deseja enfatizar a reivindicação de competência, mais do que ser apenas ainda que muito capaz fabricante de componentes de segurança. Muito mais importante é ser a sua pessoa de contato preferida no escopo de tarefas em relação ao âmbito completo da segurança de máquinas, que lhe pode fornecer também, paralelo a um programa de fornecimento atrativo, conhecimento dos fundamentos e informações adicionais, bem como dicas e consultoria individual para a solução de problemas de modo qualificado. Pois justamente em tempos mais recentes, fomos confrontados com inúmeras novidades na área da segurança de máquinas, ao pensar na nova diretriz de máquinas CE, na substituição de EN 954-1:1996 e sua substituta EN ISO :2008 (2006), bem como outras revisões de normas e ainda atuais questionamentos. Por este motivo, nós compilamos as principais mudanças e os temas atuais neste livro BEST OF... Ele se divide nos seguintes capítulos: São encontrados no livro, de forma atualizada, contribuições do MRL-News e outras publicações da Schmersal/Elan, as quais foram elaboradas por técnicos externos de renome e por nossos funcionários. Você ainda obtém uma visão geral condensada, uma atualização e esperamos sinceramente uma grande quantidade de sugestões úteis no âmbito total de seu trabalho com máquinas seguras. 5. Legislação brasileira para segurança em máquinas e equipamentos segundo Nr-12. Wuppertal/Wettenberg, em dezembro de Com cordiais saudações Philip Schmersal Presidente / Diretor Executivo K.A. Schmersal GmbH Rogério Baldauf Diretor Superintendente ACE Schmersal Eletroeletrônica Industrial Ltda. 1. Bases legais atuais da segurança de máquinas na Europa e em outros locais; 2. Novas exigências feitas à configuração de peças pertinentes à segurança de controles (substituição de EN e sua substituta EN ISO :2008 [2006]); 3. Outras tarefas e questionamentos atuais ou novos da segurança de máquinas; 4. Desenvolvimentos tecnológicos em componentes de segurança. Prefácio 9

9 10 Prefácio

10 Prefácio dos Editores Apesar da grande quantidade de disposições legais e normativas pertinente à segurança de máquinas, sobre as quais iremos relatar na presente publicação, os construtores e projetistas sempre serão confrontados com perguntas decisivas e áreas de penumbra na implementação prática. Seria útil nestes casos de dispor de uma diretriz adicional, a qual iríamos intitular, de modo irônico, com base em nossa experiência de longos anos, de Diretriz sobre a utilização do senso comum do ser humano. Ainda que não existente como lei ou como documento da norma, algo semelhante já existe desde o raciocínio humano. Na filosofia é chamada de regra dourada. A regra dourada (em latim regula aurea; em inglês golden rule), já caracteriza desde o século 17 as diretrizes mais antigas e amplamente difundidas da ética prática, que regulam o contato social de modo simples em reciprocidade e muitas vezes a um modo de formulação imperativa. Um exemplo é: trate os outros do modo através do qual gostaria de ser tratado por eles. Uma referência constante era a bíblia. Da tradução positiva de Tobias 4,15 na bíblia de Lutero de 1545 nasceu o conhecido ditado: Não faças aos outros aquilo que não gostarias que fizessem a ti Ditados semelhantes de formulação positiva ou negativa já se acham citados em textos religiosos ou filosóficos no 7º século A.C. oriundos da China, Índia, Pérsia, Egito e Grécia (Texto: WIKI PÉDIA). Em outras palavras: pergunte-se sempre em casos limite e áreas de penumbra, se você permitiria, com a consciência limpa, que o seu ente mais valioso, seja ele o seu companheiro, sejam os seus filhos, trabalhasse na máquina em questão. Caso você possa responder esta pergunta afirmativamente, não irá tomar decisões erradas com uma possibilidade que fará fronteiras com a certeza. Mas você poderá também fazer uso do imperativo categórico de Immanuel Kant ( ): Age como se a máxima de tua ação devesse tornar-se, por tua vontade, lei universal da natureza!. Fonte: Fig. 1 Mosaico da regra dourada de acordo com um quadro de Norman Rockwell, que se encontra desde 1985 na sede da ONU na cidade de Nova York. Dizeres: Do unto others as you would have them do unto you. Deste modo nós lhe desejamos uma interessante leitura. Aqui agradecemos enfaticamente a todos os colaboradores subordinados que muito colaboraram para que a publicação deste livro fosse possível. Wuppertal/Wettenberg, em dezembro de Frank Schmidt Chefe de Normas, Grêmios e Despachos K.A. Schmersal GmbH Friedrich Adams Chefe da Schmersal tec.nicum K.A. Schmersal Holding GmbH & Co. KG Prefácio 11

11 12 Prefácio

12 Capítulo 1: Bases legais para a segurança de máquinas na Europa e em outros locais 13

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14 As entidades de diretrizes da União Européia (UE) As informações a seguir servem para a melhor compreensão deste livro, em especial do artigo a seguir A nova diretriz de máquinas 2006/42/ CE. Uma diretriz é um ato legal da União Européia dirigido aos governos dos países membros da UE, obrigando-os, dentro de um determinado prazo, à implementação de uma diretriz ao direito nacional correspondente. Neste sentido, a concepção diretriz confunde um pouco, quando a considerarmos algo indefinido, não obrigatório ou opcional. Trata-se na verdade de regras legais a serem implementadas obrigatoriamente sem se ou porque. Deste modo poderíamos também falar de um tipo indireto de leis ou legislação européia (consulte também a informação de segundo plano Legislação Européia a seguir). Se imaginarmos a infinidade de temas para os quais entrementes existem diretrizes UE, chegaremos à conclusão que uma grande parte de nossa vida diária, seja a profissional ou a particular, é moldada por tais atos de direito da UE. A obrigação da implementação de diretrizes ao direito nacional é oriunda aos países membros através de tratados europeus, cuja edição mais recente é o tratado de Lisboa de novembro de Meios técnicos de trabalho Com referência aos meios técnicos de trabalho existem dois tipos de diretrizes a serem discernidas: a) as assim denominadas diretrizes do mercado interno, de acordo com o artigo 114 do Contrato de Lisboa (antigamente artigo 95) b) as assim denominadas diretrizes de segurança ocupacional, de acordo com o artigo 153 do Contrato de Lisboa (antigamente artigo 137) Ao item a): as diretrizes do mercado interno, com relação às exigências de proteção à saúde e segurança, regulamentam as exigências de qualidade (mínimas) de produtos que são colocados em circulação pela primeira vez do mercado interno europeu (independente do fato se são fabricados aqui ou não, se são vendidos, arrendados ou cedidos de outro modo, e independente do fato se são fabricados para o mercado ou com diretrizes diversas para o consumo próprio, etc.). O objetivo das diretrizes do mercado interno é uma livre circulação de mercadorias dos produtos em questão em um alto nível de segurança. As diretrizes deste tipo, às quais também pertence, por exemplo, a diretriz de máquinas, deverão ser implementadas sem alteração do teor (1 : 1) ao direito nacional dos países membros. Esta implementação na Alemanha, por exemplo, é em geral elaborada sob o âmbito da lei de segurança de instrumentos e produtos (GPSG), via o caminho do decreto (MRL 2006/42/CE que se tornará o decreto das máquinas), mas também esporadicamente no âmbito de leis individuais. Exemplos para tal é a EMVG (lei ao tema Compatibilidade Eletromagnética ) ou a MPG (Lei de produtos medicinais). Ao item b): as diretrizes de segurança ocupacional por outro lado regulamentam as relações de trabalho entre empregadores e empregados e definem padrões mínimos ao tema em questão, por exemplo, relacionados à proteção da saúde e à segurança nos locais de trabalho, ao que podem pertencer também, entre outros, as máquinas. A ênfase neste caso, contudo, se situa no local de trabalho (instrução, manutenção, inspeção, condições periféricas e ambientais, etc.). Um típico representante neste contexto é a assim denominada diretriz de utilização de meios de produção, a qual foi transformada na Alemanha através da Lei de Segurança e Saúde no Trabalho (ArbSchG) e o Decreto de Segurança Operacional (BetrSichV) em direito nacional. Em lugar do termo Diretriz de Utilização de Meios de produção encontramos também o termo Diretriz de Segurança dos Meios de Produção [1]. Ao contrário das diretrizes do mercado interno, os países membros podem, no caso de diretri- 1.1 As entidades de diretrizes da União Européia (UE) 15

15 Diretrizes do mercado interno de acordo com Art. 114 (95) do Contrato CE (Contrato de Lisboa 11/2009) Diretrizes sociais e trabalhistas conforme Art. 153 (137) do Contrato CE (Contrato de Lisboa 11/2009) Diretriz no âmbito CE Eventualmente outras Diretriz CE de Máquinas Eventualmente diretrizes Diretriz de uso de outras diretrizes meios de trabalho individuais Exigências básicas de saúde e segurança Disponibilização e uso das exigências mínimas Lei de segurança de instrumentos e produtos, Lei EMV (Compatibilidade Magnética) entre outras Fabricantes de máquinas Normas harmonizadas EN/ISO ou segurança similar de outro modo Informações ao consumidor do fabricante Documentação Técnica do Fabricante : Superestrutura legal; Normas e Regulamentos Lei de segurança e saúde no Trabalho com decretos legais Usuários de máquinas Determinações ocupacionais e de inspeção: Lei de segurança e saúde no trabalho Regras técnicas para segurança ocupacional (TRBSen) BG-liche UVVen (Regulamentos de prevenção de acidentes) Fig. 1 Bases legais européias e nacionais pertinentes às máquinas seguras zes de segurança, estabelecer exigências mínimas adicionais. Particularidade: nova abordagem, normas harmonizadas e regulamentos aplicáveis Em ambos os tipos de diretrizes é entrementes comum, que determinem suas metas de proteção de modo relativamente abstrato, bem como a interpretação e concretização das mesmas. Em outras palavras: a implementação prática detalhada é harmonizada pelas normas européias (no caso de diretrizes do mercado interno) ou compêndio de regras nacionais (no caso de diretrizes de segurança no trabalho). Este tipo de divisão de trabalho entre legisladores e determinadores de normas que existe desde 1985 é muitas vezes denominado de Nova Abordagem, e as diretrizes pertinentes como Diretrizes da Nova Abordagem. Estas normas e compêndios de regras devem ser observados no uso de diretrizes e conduz então à vantagem da assim denominada ação de suposição. Isto significa: as autoridades de inspeção, na conversão da evidência, deverão partir do pressuposto que as metas legais de proteção tenham sido corretamente implementadas. A exigência de utilização ainda não existe; ao invés disto, o retorno da evidência não é mais pertinente, isto significa que o responsável deverá poder justificar que uma solução individual das normas harmonizadas e compêndios de regras é pelo menos igualmente bom. Neste caso as normas harmonizadas e compêndios de regras servem como padrão. Se observarmos o desenvolvimento de acidentes de trabalho na área da UE, temos que As entidades de diretrizes da União Européia (UE)

16 reconhecer que as diretrizes UE sem dúvida contribuíram a uma redução significativa dos acidentes. Informação de segundo plano: Legislação Européia [2] Com a sua legislação, a UE interfere cada vez mais na vida política e econômica dos países membros e de seus cidadãos. Neste processo muitos tipos de atos legais europeus podem ser discernidos: Os regulamentos editados pela UE dispõem de validade legal e constituem lei em todos os países membros. As diretrizes UE definem metas, as quais devem ser seguidas por todos os países membros; mas os países deverão definir como implementar as diretrizes em seu sistema legal nacional. As decisões são dirigidas ao governo de um estado membro, a empresas ou pessoas particulares. E finalmente os órgãos da UE também podem prover sugestões ou opiniões sem efeito legal obrigatório. Não existe um processo uniforme para a elaboração dos atos de legislação da UE (decretos e diretrizes). Qual o percurso processual a ser percorrido e quais vozes deverão ser ouvidas no Parlamento Europeu depende da área política que estiver sob avaliação. Este processo torna a legislação européia enfadonha e não transparente. As reformas de Amsterdam e Nizza objetivaram em parte corrigir este fato: eles ampliaram Comissão Apresenta uma proposta para uma diretriz ou um regulamento Parlamento Concorda com a apresentação da comissão Conselho Exige alterações Conselho Determina um ponto de vista comum divergente* Parlamento Recusa O ato legal foi aceito O ato legal não foi aceito Concorda Aceita a apresentação com todas as alterações Exige alterações Concorda O ato legal foi aceito Conselho Recusa Comitê de Arbitragem Aceita alterações Compromisso Sem acordo * O Conselho decide por maioria qualificada; caso ele queira se estender além do voto da comissão, a unanimidade se faz necessária O ato legal foi aceito O ato legal foi aceito O ato legal não foi aceito Fig As entidades de diretrizes da União Européia (UE) 17

17 Comissão Européia A Comissão é independente dos regulamentos nacionais. Ela representa e defende os interesses da União Européia total. A Comissão elabora sugestões para novos regulamentos legais, os quais apresenta ao parlamento e ao conselho. Ela também é o órgão executivo da UE, isto significa que ela é responsável pela implementação das decisões do parlamento e do conselho. Isto significa que ela conduz os assuntos diários da União Européia: implementação das provisões políticas, elaboração dos programas e administração dos meios. A composição da nova equipe da comissão é elaborada através de um processo especial a cada cinco anos dentro de seis meses após a eleição do parlamento europeu. Conselho da União Européia O conselho da união (conselho ministerial ou conselho) é a instância superior da União Européia. Ele se situa no nível dos ministros dos países membros e assim constitui a instituição da União, na qual se acham representados os governos dos países membros. O conselho possui sede em Bruxelas, porém pode se encontrar em Luxemburgo. O conselho se reúne em diferentes composições (um total de 9) e deste modo reúne os ministros dos países membros responsáveis pelas áreas distintas. Cada país ocupa a presidência do conselho na forma de substituição por um prazo de seis meses. Parlamento Europeu No Parlamento Europeu, votado por eleições gerais e diretas desde 1979, os representantes dos 492 milhões de cidadãos europeus possuem sede e voz. O Parlamento Europeu dispõe de 785 representantes, os quais se dividem em conformidade com o número da população dos países membros. Comitê de Arbitragem No âmbito do processo de co-decisão entre o Conselho da União Européia e o Parlamento Europeu, poderá ser designado um Comitê de Arbitragem. O comitê que é composto respectivamente por cinquenta por cento de membros do conselho ou seus substitutos e por representantes do parlamento, e se encontra no nível do presidente do parlamento e do presidente do conselho. O Comitê de Arbitragem interfere quando o Conselho e o Parlamento, após a segunda leitura de uma proposta, não chegarem a um consenso. A meta é chegar a um acordo mútuo do texto que seja aceito por ambas as partes. A comissão também participa dos trabalhos do Comitê de Arbitragem, de modo a exercer influência sobre a aproximação dos pontos de vista do parlamento Europeu e do Conselho. Fig. 3 Glossário das Instituições da UE [4] o Processo da Codecisão existente dede 1993, através do qual o parlamento decide conjuntamente com o conselho, a outras áreas políticas, de modo que o parlamento decide conjuntamente com o Conselho sobre áreas políticas adicionais, através do que se aumenta a responsabilidade política do parlamento. Um ato legal passa sem problemas por este pro-cesso, caso a comissão, o conselho e o parlamen-to (consultar a figura 3) representem a maioria em suas concepções. Se o parlamento exigir altera-ções no texto apresentado pela comissão, e o conselho não quiser aceitar este fato, ele poderá, com maioria qualificada (isto significa que com 255 dos 345 votos e da maioria dos países membros) determinar a sua posição como ponto de vista comum e apresentá-la ao parlamento. Agora o parlamento poderá aceitar o ponto de vista do conselho e recusá-lo via a absoluta maioria dos delegados, ou elaborar alterações. Caso o Conse-lho não aceitar a versão alterada, deverá ser insti-tuído um comitê de arbitragem. Se o comitê chegar a uma conclusão, a lei po As entidades de diretrizes da União Européia (UE)

18 derá entrar em vigor na forma existente com o endosso final elaborado através do conselho e do parlamento. Caso, porém, a proposta apresentada não obtenha a maioria necessária no conselho ou no parlamento, o ato legal é definitivamente arquivado. No Contrato de Lisboa o processo de codecisão se acha previsto como procedimento legislativo ordinário. Sugestões para leitura e notas de rodapé: [1] Ao invés do conceito da Diretriz da Utilização de Equipamentos de Trabalho, existe atualmente também o conceito da Diretriz de Segurança de Equipamentos de Trabalho. Neste processo, o título correto da diretriz 2009/104/ CE é: Diretriz Sobre as Exigências Mínimas de Segurança e Proteção da Saúde na Utilização de Equipamento de Trabalho por Empregados Durante o Trabalho. Com relação à norma anterior 89/655/CEE e alterações posteriores, a noção Diretriz do Uso de Equipamentos de Trabalho havia se tornado comum, contudo não parece mais ser utilizada de modo consistente em relação à edição codificada 2009/104/CE. Contudo, nós mantemos a seguir a antiga abreviação. A diretriz acima é uma diretriz isolada em relação à assim denomina Diretriz de Segurança no Trabalho 89/391/CEE pertinente à elaboração de medidas para a otimização da segurança e de proteção à saúde dos trabalhadores durante as suas funções. Outras diretrizes isoladas se referem, por exemplo, aos locais de trabalho, atmosfera explosiva (1999/92/ CE), substâncias, etc. [2] Reudenbach/Hüning: Séries Sichere Maschinen in Europa ; Teil 1: Europäische und nationale Rechtsgrundlagen; Juli 2009; ISBN [3] Fonte: Zahlenbilder Die Europäische Union Entwicklung, Ziele, Institutionen im Schaubild. 3. Auflage von 2005, 64 Seiten, 61 ZAHLENBILDER, Paperback, Erich Schmidt Verlag, ISBN: [4] As explicações se referem ao status do contrato da UE antes da atualização e Lisboa. Sujeitas a alterações. 1.1 As entidades de diretrizes da União Européia (UE) 19

19 As entidades de diretrizes da União Européia (UE)

20 A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL) As versões a seguir se baseiam em palestras de Alois Hüning (perito técnico avançado da Metallund Maschinenbau-BG e Supervisor do Departamento Funcional Segurança de Máquinas ). O senhor Hünning havia colaborado anteriormente através de uma delegação do Ministério Federal do Trabalho, do lado alemão, na elaboração da nova MRL e, assim, pode introduzir profundos conhecimentos técnicos e perícia na apresentação do tema. Não se encontra inclusa na apresentação a seguir, a diversificação intermediária da MRL pertinente às máquinas de aplicação de pesticidas (Diretriz 2009/127/CE). A nova MRL 2006/42/CE [1] foi publicada no Diário Oficial da Comunidade Européia, e entrou em vigor em , isto significa que a partir desta data iniciou-se um prazo de 24 meses para a sua tradução (mais 14 dias adicionais de prazo de implementação, cujo significado só poderá ser dificilmente compreendido por terceiros, mas que pertence às regras do jogo da UE). Neste prazo os países membros individuais tiveram que adequar o teor da nova diretriz à legislação nacional [2, 3]. A isto se seguiu um prazo informativo de transição de 18 meses, o que significou que era possível se preparar à nova diretriz, mas só era possível utilizá-la a partir de [4]. Até ainda era válida a antiga versão da MRL 98/37/CE. Naquela época estava claro a todos os técnicos que com a eficácia sem prazo de transição da nova MRL ocorreriam certas dificuldades de implementação, contudo foi possível se adequar de algum modo a esta surpreendente regulamentação da data efetiva. Deste modo havia a interpretação de que o Anexo I já pudesse ser antecipadamente utilizado e que eventualmente pudessem ser elaboradas 2 declarações de conformidade CE (uma vez de acordo com a antiga, outra vez com de acordo a nova MRL), se no caso de produtos em série não pudesse ser controlado precisamente se haviam sido colocados em circulação antes ou após Fundamentos Admitindo oficialmente, a nova edição da MRL possui o assim denominado Relatório Molitor ; sob a palavra chave Lessons learned! um relatório de um grupo de peritos independentes sobre ajustes pertinentes às provisões legais e administrativas da UE. O relatório deste grupo de peritos também se tornou conhecido entre os círculos relevantes como Relatório Molitor (denominado a partir do presidente do grupo de peritos, Bernhard Molitor, previamente um funcionário de alto nível do Ministério Federal de Economia). Este grupo foi instituído pela comissão européia em setembro de 1994, para analisar os efeitos das determinações legais comuns e individuais dos países em relação a uma possível diminuição da rigidez especialmente simplificações. O grupo era composto por peritos das mais diversas áreas (entre outros da indústria, dos sindicatos e da administração pública). 1.2 A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL) 21

21 Espaço Econômico Europeu (EEE) 27 países da UE + 3 países da EFTA (Associação de livre comércio Europeu) + Suíça por tratado Entrada Diretriz 2006/42/CE Saída Sem diretrizes, mas observação das determinações nacionais do país de importação Fig. 1 UE e área econômica européia Os peritos representados por este grupo eram unanimemente da opinião que um recrudescer, respectivamente uma simplificação da diretriz (e também de outras) iria aumentar substancialmente a sua aplicabilidade. Além do exposto, isto iria acarretar um aumento adicional da segurança no local de trabalho. Área de validade espacial A nova diretriz desdobra efeitos em todos os estados membros da União Européia com 27 países (se incluirmos a entrada da Romênia e da Bulgária a partir de 2007), mas também na Suíça (através de acordos bilaterais entre a Suíça/UE), bem como na Islândia, Liechtenstein e Noruega (os assim denominados estados da EFTA. Em geral a comunidade destes 31 países europeus também é denominada de Espaço Econômico Europeu (EEE). Nesta área de validade espacial também foi recentemente incluída a Turquia, a qual a MRL também incluiu como direito nacional. Abrangência redacional Se compararmos o número de artigos e anexos de MRL antigas e novas, obtemos nominalmente uma abrangência maior. Ao invés dos 16 artigos anteriormente existentes, existirão futuramente desde 2004 desde 2007 Bélgica Polônia Romênia Dinamarca Rep. Checa Bulgária Grécia Espanha França Irlanda Itália Luxemburgo Portugal Reino Unido Finlândia Austria Suécia Países Baixos Alemanha Hungria Eslovênia Eslováquia Letônia Letônia Estônia Malta Chipre Fig. 2 Os 27 países membros da UE 29 artigos e o número de anexos aumenta de 9 para 12. Mas a maior parte destas expansões serve para o esclarecimento e a geração de novas opções. Para A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL)

22 quem quiser maiores esclarecimentos, o Anexo XII da MRL contém uma tabela de correlação. Área de validade efetiva Sob o ponto de vista da sistemática legal, doravante só existirão máquinas e máquinas incompletas e consequentemente também apenas duas explicações: a declaração de conformidade da CE de acordo com Anexo II A da MRL e a assim denominada declaração de integração de acordo com Anexo II B da MRL. Logotipo (Nome da empresa e endereço completo) Declaração de conformidade CE conforme Diretriz de Máquinas CE 2006/42/CE, Anexo II A Declaramos através do presente, que a máquina rotativa CNC (Denominação da máquina) Tipo: MRL N o de Série: 1234 Ano de fabricação: 2009 está em conformidade com as seguintes determinações relevantes: Diretriz de máquinas: (2006/42/CE) Diretriz EMV: (2004/108/CE) Fig. 3 Anexo II A da diretriz de máquinas CE Exemplo de uma declaração de conformidade (extrato) Logotipo (Nome da empresa e endereço completo) Declaração de integração conforme Diretriz de Máquinas CE 2006/42/CE, Anexo II B Declaramos através do presente, que a máquina não completa Tipo: MRL carregador de ponte de guindaste rolante No de Série: 1234 Ano de fabricação: 2009 desde que o escopo de fornecimento o permita está em conformidade com as seguintes determinações relevantes: Diretriz de máquinas: (2006/42/CE) Diretriz EMV: (2004/108/CE) Fig. 4 Anexo II B da diretriz de máquinas CE Exemplo de uma declaração de integração (extrato) Uma declaração de conformidade CE para máquinas de acordo com o Anexo II A, deverá no futuro também ser entregue para produtos os quais na linguagem coloquial não são máquinas, mas que caem na área de validade da MRL, p. ex. componentes de segurança (consulte também a análise acima). Assim, também se fala de uma máquina jurídica. A declaração de integração pertinente a máquinas incompletas de acordo com o Anexo II B substitui a declaração do fabricante (consulte também a análise acima). Caso você se surpreenda que nas duas declarações apresentadas como extrato (consulte as figuras 3 e 4) falte a diretriz de baixa tensão na referência das diretrizes utilizadas: esta diretriz não precisa mais ser citada, uma vez que as metas de proteção de uma segurança elétrica estarão futuramente contidas no anexo MRL. A declaração de conformidade pertinente ao cumprimento das exigências MRL inclui automaticamente esta meta de proteção. Máquinas de acordo com a definição abstrata Fica mantida na diretriz (consulte o Artigo 1) a definição de máquina abstrata, contudo a mobilidade de pelo menos um componente da totalidade de componentes relativa a um determinado objetivo é agora restrita à existência de um sistema de acionamento (de energia não humana ou animal). Com a escolha da terminologia sistema de acionamento se objetiva especialmente uma delimitação melhorada em relação a produtos simples (por exemplo, o caso da máquina ratoeira citado com prazer pelo autor deste artigo). Além disto, ainda são tratados dois casos especiais com relação à definição abstrata, ou seja, que uma máquina também é considerada juridicamente uma máquina, se só faltarem os componentes que serão adicionados apenas no local de utilização, ou que estes sejam ligados no local de sua utilização às fontes de energia e acionamento, ou quando forem apenas totalmente passíveis de funcionamento após a instalação em um dispositivo de transporte ou em uma estrutura. Maquinário e equipamentos permutáveis Além do exposto, ainda se inserem sob a noção de máquinas: 1.2 A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL) 23

23 Resumo (1) Máquina: uma equipada com sistema de acionamento diferente da força muscular humana ou animal utilizada ou totalidade de componentes ou dispositivos conectados entre si prevista para tal, dos quais pelo menos um seja móvel e que se achem montados para uma determinada utilização. Uma máquina de acordo com o sentido acima, que apenas não dispõe dos componentes que a conectem às fontes de energia e acionamento no local de sua utilização. Uma máquina pronta para a montagem de acordo com o sentido acima, que está apenas totalmente passível de funcionamento após a instalação em um dispositivo de transporte ou em uma estrutura. O conjunto de máquinas que são montadas como uma unidade e que ajam conjuntamente (consulte a análise acima)... Para informações adicionais ao tema Conjunto de Máquinas : consultar a página 55. e por outro produtos de construção particularmente citados (Produtos que excedam a definição abstrata MRL, respectivamente desviam desta). Aqui, por exemplo, se trata de: Dispositivos de elevação, cuja fonte de acionamento é a força muscular utilizada: Dispositivos de recepção de carga, exclusivamente dispositivos de impacto, correntes, cordas e correias destinados aos mesmos e colocados separadamente em circulação. Isto poderá ser considerado um esclarecimento, pois estes produtos já se encontram mencionadas na MRL anterior. Mas parece que esta correlação trazia frequentemente dúvidas e armadilhas do desconhecimento. Ainda assim: agora está esclarecido (definitivamente) que para estes produtos também vale o completo programa MRL, ou seja, por exemplo, que também deverá ser elaborada uma declaração de conformidade CE de acordo com o Anexo MRL II A e que deverão ser cumpridas as exigências pertinentes (componentes de proteção de acordo com Anexo MRL I, Documentação Técnica, etc.). Fig. 5 Definição de máquina de acordo com Artigo MRL 2 (1) Resumo (2) Um dispositivo de elevação, cuja fonte acionamento é a força muscular utilizada. o conjunto de máquinas (o assim denominado maquinário) que são montadas como uma unidade e que ajam conjuntamente, bem como Componentes de segurança que garantem a dispositivos permutáveis função de segurança e que sejam colocados separadamente em circulação. Dispositivo de recepção de carga. Futuramente equiparados às máquinas : Produtos com presente Posição Especial A ser identificado na declaração de conformidade CE uniforme de acordo com Anexo II A, no futuro também serão compreendidos como Máquinas produtos conforme a nova MRL que antigamente eram tratados de modo separado ou periférico ( não citados especificamente no Artigo 1). Também para estes produtos valerão no futuro, de mo-do não restrito e com todas as obrigações formais e substanciais, as determinações MRL iguais àquelas de máquinas completas. O acima abrange (consulte também a análise acima) por um lado componentes de segurança Correntes, cordas, correias para fins de içamento como parte de dispositivos de elevação e dispositivos de recepção de carga... Fig. 6 Definição de máquina de acordo com Artigo MRL 2 (2) Outras alterações no âmbito de validade Aqui se aborda: a) uma reestrutura completa do tema máquinas não completas b) a ampliação da MRL em relação a elevadores de canteiros de obra ou de materiais c) uma limitação mais precisa à diretriz de baixa voltagem A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL)

24 d) Esclarecimentos e ampliações no catálogo de exceções. Para a): Com a determinação dos regulamentos ao tema máquinas incompletas é eliminada uma frequentemente questionada falha da MRL antiga que praticamente excluiu esta temática. Consulte também a completa análise acima. Para b): Devido ao fato de que no Artigo 24 tenha sido elaborada paralelamente uma alteração do âmbito de utilização da diretriz de elevadores 95/16/CE, no futuro os elevadores de canteiros de obra se enquadram na área de utilização da diretriz de máquinas. Até então eles não eram abrangidos pela diretriz de máquinas nem pela diretriz de elevadores e, portanto, estavam exclusivamente sujeitos à legislação nacional. Fonte: Agora se acham totalmente integrados à nova diretriz de máquinas e deverão preencher todas as exigências válidas para as máquinas. Isto também tem por consequência, que todas as máquinas que preencham a mesma tarefa de elevadores de canteiros de obra, p. ex. plataformas de transporte, caem no âmbito de utilização da diretriz de máquinas. Por este motivo, no âmbito de utilização da MRL, no futuro serão também considerados os elevadores de escada ou similares (para transporte de pessoas e cargas), quando são movimentados com uma velocidade máxima de 1,6 m/min. Para c): Futuramente se excluirão da área de utilização os seguintes produtos elétricos e eletrônicos, desde que caiam sob a diretriz de baixa voltagem: Aparelhos domésticos Instrumentos de áudio e vídeo Dispositivos de informação técnica Máquinas típicas de escritório Instrumentos de ligação e controle de baixa voltagem Motores elétricos Para d): Aqui em grande parte se ficará restrito às exceções (consulte a Figura 7). Contudo, existem alguns produtos que receberam uma nova (mais precisa) terminologia no catálogo de exceções, respectivamente produtos pertinentes a regulamentos especiais. Como, porém, se trata apenas de produtos de interesse especial, se faz referência à literatura técnica para aos que estejam interessados nos mesmos. Como novo foram introduzidas máquinas para fins de pesquisa no catálogo de exceções. Aqui é importante enfatizar que tais máquinas valem por um lado o critério da utilização temporária, mas por outro lado, o quanto for possível, valem exigências técnicas de segurança conforme derivados de outras diretrizes legais. Deste modo, a vantagem de excluir máquinas para fins de pesquisa se deve mais ao fato de que as exigências MRL formais não são válidas. Excluídas da área de utilização Componentes de segurança como peças de reposição, caso fornecidas pelo fabricante original Máquinas para utilização nuclear Armas de fogo, com exceção de espingarda de repetição Tratores agrícolas ou de silvicultura e outros veículos que caem sob a 2003/37/CE Instalações marítimas e navios oceânicos Instalações de enrolamento de cabos Elevadores de plataforma para o transporte de pessoas Máquinas para fins de pesquisa e a utilização temporária em laboratórios Instrumentos de ligação e controle, transformadores para alta voltagem Dispositivos especiais para mercados anuais e parques de diversão... Fig. 7 Áreas de exclusão conforme Artigo 1 da MRL (Exemplos) 1.2 A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL) 25

25 Resumo e interfaces da Avaliação MRL Em comparação à edição MRL de 98/37/CE e seu estado de interpretação, as alterações elaboradas não representam uma novidade essencial. Mas ainda são adicionadas duas novas definições de interface: Isto é por um lado o local de montagem de uma máquina. O responsável MRL deverá, portanto, futuramente contemplar quais as interfaces que deverão ser consideradas, por exemplo, em relação aos pré-requisitos de construção para um contato seguro com a máquina, respectivamente uma operação segura da máquina. Como definição adicional de interface pode também ser observado que um produto que entre no âmbito da MRL, sempre permanecerá um produto MRL, ainda que uma utilização futura caia na área de validade de outra diretriz (Uma vez diretriz de máquinas, sempre diretriz de máquinas!). Isto, por exemplo, é pertinente para portas giratórias automáticas, para as quais futuramente serão mantidas as regras mais rígidas de MRL e que não caem mais sob a diretriz dos produtos de construção. Máquinas incompletas Com os novos regulamentos será substituído o processo anterior e não satisfatório da declaração do fabricante de acordo com MRL, artigo 4, parágrafo 2 (determinado para uma máquina na qual deverá ser montada a máquina não completa, que somente poderá ser colocada em operação quando estiver de acordo com as exigências MRL). Para tais produtos também foram utilizados na prática as terminologias máquinas parciais, máquinas não prontas para o uso (máquinas não operacionais) ou, conforme agora adotado pela nova MRL, máquinas incompletas. Aqui se abrangem tais produtos de construção de máquinas para os quais, de acordo com o tipo de contagem, três ou quatro características que definam uma máquina (consulte a análise acima) não sejam totalmente, mas apenas parcialmente pertinentes. Neste sentido, um sistema de acionamento determinado para a instalação ou um carregador de ponto, mas mesmo um robô que não disponha de grade, e que por este motivo não pode ser operado com segurança, são máquinas incompletas REIS ROBOTICS Reis GmbH & Co. KG Maschinenfabrik Fig. 8 Exemplos de máquinas incompletas Primeiramente existe uma definição muito melhor para máquinas incompletas, sendo que a nova MRL se baseia muito na definição de máquinas completas. De acordo com a definição, a máquina incompleta, diferente da máquina completa, ainda não foi montada de forma que possa desenvolver uma determinada função, ou inclusive de permitir o contato seguro com a mesma ou sua operação segura. Nestes casos se transmite à próxima instância de valor agregado, fabricar uma máquina segura que preencha todas as exigências MRL. A degradação consciente de uma máquina à uma máquina incompleta, para economizar deste modo para si os dispositivos de proteção e a técnica de segurança é, contudo, abuso de direito (consultar também MRL 2006/42/Diretriz CE). Até então era formal que o fabricante de uma máquina não completa ou seu procurador [5] estava liberado de quaisquer obrigações MRL adicionais (com exceção da elaboração da declaração do fabricante, a ser futuramente cancelada, com a restrição de colocação em operação). Agora ele terá que enfrentar obrigações concretas. Apesar de que a entrega de uma declaração do fabricante, mesmo no passado, não significava que o fabricante em questão pudesse se movimentar em uma área não legal, tudo era um tanto nebuloso. Que este novo regulamento, em casos individuais, possa significar uma substancial expansão dos custos, ele é uma consequência inevitável da nova MRL A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL)

26 Exigências a máquinas incompletas Anexo VII B Documentação técnica Desenho de perspectiva geral Diagramas de circuito Documentações para a avaliação de riscos... Anexo VI Instruções de Montagem Condições para a montagem sem danos à saúde ou a segurança Anexo II B Declaração de montagem Fabricante Identificação Referência à colocação em operação Dados da pessoa São de responsabilidade do fabricante da máquina incompleta Parte integrante da documentação técnica da máquina incompleta a ser enviada conjuntamente [6] Fig. 9 Processo para a máquina incompleta de acordo com Artigo 13 MRL Determina-se através de regulamentos individuais que uma máquina incompleta também deverá ser segura, dentro do âmbito permitido, conforme possa ser elaborado, e que também existam exigências sobre documentações e declarações para o uso do fabricante. Aqui futuramente não será mais necessário um regulamento contratual voluntário ou individual. No futuro o fabricante de uma máquina incompleta deverá: 1. disponibilizar uma documentação técnica e 2. elaborar uma instrução de montagem [6], bem como Uma totalidade que quase toda a máquina forma em relação a si mesmo, mas que não pode executar uma função específica. Um sistema de acionamento é uma máquina incompleta. Uma máquina incompleta só possui a finalidade de ser montada ou conectada a outras máquinas ou a outras máquinas incompletas, ou ainda ser integradas às mesmas, de modo a formar junto com ela uma máquina nos auspícios da presente diretriz. Fig. 10 Definição legal de máquina incompleta Partly completed machinery subject to the Machinery Directive is a product intended to form machinery that is in the scope of the Machinery Directive after incorporation. An assembly which is almost machinery means that partly completed machinery is a product that is similar to machinery in the strict sense referred in Article 1 (1) (a), that is to say, an assembly consisting of linked parts or components at least one of which moves, but which lacks some elements necessary to perform its specific application. Partly completed machinery must thus undergo further construction in order to become final machinery that can perform its specific application. Machinery that can in itself perform its specific application but which only lacks the necessary protective means or safety components is not to be considered as partly completed machinery. Since partly completed machinery is almost machinery, it is to be distinguished from machinery components that are not subject to the Machinery Directive as such. Machinery components can usually be integrated into a wide range of categories of machinery with different applications Fig. 11 Extrato de comentário do Guia à MRL 2006/42/EC ( 46) 1.2 A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL) 27

27 MRL anexo VII (documentações técnicas) A. Documentações técnicas para máquinas B. Documentações técnicas especiais para máquinas incompletas Fabricante: Avaliar Garantir Disponibilidade de documentações As documentações técnicas abrangem: Parte A Parte B Uma planta geral da máquina (incompleta), bem como os planos de controle Uma lista das exigências básicas desta diretriz das normas e das outras especificações técnicas que foram consideradas durante a construção da máquina Avaliação de risco Manual de instruções Cópia da declaração de conformidade CE Declaração da montagem e manual de instruções da montagem... Manual de instruções da montagem Fabricação em série: listagem das provi-dências internas para a garantia... Retenção das documentações por pelo menos 10 anos após a fabricação Fig. 12 Obrigação do fabricante: elaboração de documentação técnica especial para máquinas incompletas de acordo com o Anexo VII Parte B da MRL. Em comparação às exigências de máquinas completas de acordo com Parte A do Anexo VII, pode ser constatado que as exigências futuras aos fabricantes de máquinas incompletas só se diferenciam gradualmente. Consulte em especial o item Avaliação de Risco. 3. disponibilizar uma instrução de integração [6]. Uma máquina incompleta não recebe uma etiqueta CE! Para 1): O escopo e o teor das documentações técnicas a serem elaboradas, estão definidos no Anexo VII B da MRL. Na figura acima se acha apresentado o escopo destas documentações (= Parte B) também em comparação às documentações técnicas de uma máquina (= Parte A). Para as documentações técnicas de acordo com o Anexo VII B da MRL vale também que estas, exatamente como as documentações de máquinas completas, não tem de ser automaticamente fornecidas. Aqui é muito mais importante, se for desejado, elaborar um regulamento contratual individual entre o fabricante e o cliente Com o escopo da documentação a ser elaborada (avaliação de risco, observação das metas de proteção, Anexo I, etc.) fica esclarecido que para o fabricante de uma máquina incompleta valem futuramente as mesmas regras válidas para os fabricantes de máquinas completas. Quais exigências técnicas de segurança que o fabricante só poderá cumprir no todo, ou quais exigências ela só poderá cumprir parcialmente ou nem cumprir em função da natureza do assunto, certamente causarão áreas de penumbra ou problemas de interface. No tocante a este fato deverá também ser considerado que nesta área, com poucas exceções, faltam normas EN interpretativas de harmonização. Para 2): Embora o manual de montagem pertinente a uma máquina incompleta seja algo diferente do que o manual de uma máquina completa, A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL)

28 no geral ele se limita apenas em relação à fase do ciclo de vida Montagem, contudo existem alguns outros problemas. Embora na comparação com uma máquina completa possamos negligenciar um item, p. ex. o usuário inexperiente, mais importância é dada à clara descrição de interfaces e áreas de penumbra não evitáveis (consulte também a imagem 14). Além disto, o manual de montagem se diferencia do manual de instruções pelo fato de que eles não têm de ser elaborados no(s) idioma(s) do país usuário, mas apenas no idioma acordado com o cliente. Para 3): O teor e a elaboração da declaração de montagem estão determinados no Anexo II B da MRL (consulte a imagem 13). Será mantida a restrição da colação em operação, conforme se conhece da declaração atual do fabricante. ATENÇÃO: Além disto, sugere-se com ênfase, juntar à declaração do fabricante um anexo, eventualmente orientado no Anexo I da MRL, descrevendo neste os objetivos de proteção (em qual âmbito, quais interfaces, etc.) que foram consideradas na concepção e construção da máquina incompleta. Apenas com estas informações complementares é que o integrador de uma máquina incompleta receberá esclarecimentos sobre as seguranças técnicas que o seu fornecedor já levou Logotipo (Nome da empresa e endereço completo) Declaração de montagem CE conforme Diretriz de Máquinas CE 2006/42/CE, Anexo II AB Declaramos através do presente, que a máquina incompleta, Tipo: MRL carregador de ponte de guindaste rolante N o de Série.: 1234 Ano de fabricação: : 2009 até onde for possível através do escopo do fornecimento, está em conformidade com as seguintes determinações* relevantes: (* com relação às exigências cumpridas, vide Anexo) Diretriz de máquinas: (2006/42/CE) Diretriz EMV: (2004/108/CE) Declaramos ainda, que as documentações técnicas especiais para esta máquina incompleta foram fabricadas de acordo com o Anexo VII, Parte B e nos obrigamos ainda a enviar a mesma sob solicitação das autoridades de supervisão do mercado através de nosso departamento de documentação. A colocação em operação da máquina incompleta não é permitida até que esta tenha sido montada em uma má-quina e a mesma esteja em conformidade com as determinações da diretriz de máquinas CE e esteja disponível a declaração de conformidade CE, conforme Anexo II A. Procurador para a compilação dos documentos técnicos relevantes: H. Kümmerer (Diagnosticador CE) A Declaração de Montagem foi elaborada: Cidade X, (Local, Data e Assinatura) Senhor X (Diretor Executivo) (Dados do assinante) Fig. 13 Exemplo de uma declaração de montagem. Em anexo deveriam preferencialmente ser citadas as partes técnicas de risco pertinentes dos anexos em questão. 1.2 A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL) 29

29 em consideração, respectivamente até qual interface e onde que iniciam as suas obrigações adicionais. Por outro lado o fabricante da máquina incompleta também adquire segurança legal ao informar sobre seus feitos. Complementação/Divagação: Quando um fabricante produzir máquinas incompletas em série, vale adicionalmente a exigência de um sistema GQ de acordo com o Anexo VIII. Não entraremos em maiores detalhes sobre a exigência geral de um sistema GQ de acordo com o anexo VIII da MRL (consulte a imagem), uma vez que atualmente é óbvio que uma empresa que gostaria de permanecer no mercado, utilize tal sistema. Não necessariamente se faz alusão a ISO As etapas GQ dentro de uma empresa deveriam se basear na mesma e ser determinadas por escrito. Componentes de segurança Em princípio a definição de componentes de segurança é mantida tal como é, contudo em uma forma adequada ao desenvolvimento tecnológico, a qual também inclui produtos híbridos. Paralelo às outras obrigações MRL que já tinham de ser consideradas no passado, a obrigação da apresentação de um manual de instrução no(s) idioma(s) do país usuário será também válida no futuro para componentes de segurança, uma vez que na nova MRL são colocados no mesmo nível de uma máquina. Além disto, no futuro próximo, as denominadas unidades de lógica também migrarão ao Anexo L 157/70 DE Amtsblatt der Europäischen Union ANHANG VI Montageanleitung für eine unvollständige Maschine In der Montageanleitung für eine unvollständige Maschine ist anzugeben, welche Bedingungen erfüllt sein müssen, damit die unvollständige Maschine ordnungsgemäß und ohne Beeinträchtigung der Sicherheit und Gesundheit von Personen mit den anderen Teilen zur vollständigen Maschine zusammengebaut werden kann. Die Montageanleitung ist in einer Amtssprache der Europäischen Gemeinschaft abzufassen, die vom Hersteller der Maschine, in die die unvollständige Maschine eingebaut werden soll, oder von seinem Bevollmächtigten akzeptiert wird. Fig. 14 Anexo VI: Instruções de montagem para uma máquina incompleta DE Amtsblatt der Europäischen Union L 157/73 ANHANG VIII Bewertung der Konformität mit interner Fertigungskontrolle bei der Herstellung von Maschinen 1. In diesem Anhang wird das Verfahren beschrieben, nach dem der Hersteller oder sein Bevollmächtigter, der die in den Nummern 2 und 3 genannten Aufgaben ausführt, sicherstellt und erklärt, dass die betreffende Maschine die relevanten Anforderungen dieser Richtlinie erfüllt. 2. Für jedes repräsentative Baumuster der betreffenden Baureihe erstellt der Hersteller oder sein Bevollmächtigter die in Anhang VII Teil A genannten technischen Unterlagen. 3. Der Hersteller muss alle erforderlichen Maßnahmen ergreifen, damit durch den Herstellungsprozess gewährleistet ist, dass die hergestellten Maschinen mit den in Anhang VII Teil A genannten technischen Unterlagen übereinstimmen und die Anforderungen dieser Richtlinie erfüllen. Fig. 15 Anexo VIII: Avaliação da conformidade com o controle de produção interno na fabricação de máquinas e eventualmente máquinas incompletas A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL)

30 Responsáveis pela conformidade das diretrizes são: Fabricantes no sentido direto (procurador) Quem montar máquinas ou partes de máquinas Quem fabricar máquinas para consumo próprio Quem importar máquinas de estados não membros da EEE Fig. 16 Exemplos de componentes de segurança do Programa Schmersal IV para a devida garantia de funções de segurança (como controladores e controles com funções de segurança, consulte também a análise acima). Além do exposto, com relação aos componentes de segurança ainda existirá um Anexo V informativo com uma listagem de exemplos de componentes de segurança. Deste fato (do Anexo V, o qual no futuro também poderá se alterar continuamente) não resultam obrigações adicionais, contudo poderá ser surpreendente para um ou outro fabricante a constatação de tudo o que são componentes de segurança. Futuramente, por exemplo, Sistemas de descarga de carregamento eletrostático extremamente perigoso, ou Sistemas e dispositivos para a redução de vibrações e emissões de ruído também serão incluídos na terminologia dos componentes de segurança. Responsabilidades Contextualmente nada se alterou aqui. Continua a haver diferenciação entre o fabricante localizado (com sede) na UE (EEE) e o procurador com sede (sediado) na UE (EEE), por exemplo, de um fabricante de máquinas de outro país, os quais sejam responsáveis pela observação das obrigações da MRI. Adicionalmente, porém, ainda poderá ser elaborada uma declaração de conformidade ou declaração de montagem diretamente pelo fabricante, se ele não estiver sediado na UE, respectivamente na EEE [5]. Quem vender máquinas (se tornará fabricante) quando ele mesmo: reformar (alterações substanciais) montar instalações completar máquinas Quem modificar substancialmente máquinas através de adições ou alterações Quem alterar máquinas usadas substancialmente e transferir a terceiros. Fig. 17 Responsabilidades inalteradas Em casos de dúvida vale: caso um responsável jurídico não possa ser identificado, será considerado como fabricante, como até agora, em caso de dúvida e de acordo com o ditado o último será mordido pelos cachorros qualquer um que tenha colocado a máquina em circulação ou colocado a mesma em operação. Além disto, existem os conhecidos casos especiais, isto significa que futuramente também serão responsáveis MRL quem: fabricar máquinas para consumo próprio alterar máquinas substancialmente quem montar máquinas a instalações colocar em circulação máquinas usadas de terceiros estados Assim, também foram tomadas providências em relação aos momentos de surpresa que resultam da atualização da inclusão destes casos especiais na área de validade da MRL. Para informações adicionais ao tema Alterações Essenciais : consultar a página 53, respectivamente 58. Embora não muito pertinente à sistemática da apresentação, contudo pertinentes em relação à pergunta da responsabilidade, citamos aqui duas novas exigências MRL: 1.2 A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL) 31

31 Fig. 18 Visão intensificada do mercado O curador CE Futuramente deverá ser adicionalmente nomeada uma pessoa com sede na União nas declarações (na declaração de conformidade de máquinas bem como das máquinas incompletas), que será responsável pelas documentações técnicas de acordo. Nós chamamos esta pessoa de curador CE, outros o chamam de responsável pela documentação, ou similar. Finalmente, ficará a cargo de cada empresa, como irá se portar em relação ao exposto do ponto de vista organizatório e da competência. O importante é observar as implicações legais e nomear uma pessoa de contato qualificada. Para informações adicionais ao tema curador CE : favor consultar a página 32 Nada se altera também na responsabilidade total daquele que assina as declarações e do qual possa assumir o cargo de curador CE na união pessoal. Mas é enfatizado aqui, também em relação a uma futura intensificação da supervisão de mercado (consulte análise acima), que a nova MRL dá maior importância ao tema maior percepção das obrigações. Intensificação da supervisão de mercado Este tema pertinente ao desconforto (em função do pouco exercício e ação) é também abrangido pela nova MRL, sendo que ela aumenta a área de supervisão de mercado em comparação com a MRL atual, regulando de modo otimizado as tarefas constantes do artigo 4, mas principalmente aumentando a obrigação dos estados membros quanto à sua responsabilidade de criar estruturas mais fortes. Por este motivo se espera que no futuro as áreas de penumbra possuam menos chances de distor-cer a concorrência e arriscar a vida e os membros de pessoas com construções inadequadas. Obrigação de uma supervisão de mercado efetiva e eficiente Criação e nomeação de locais adequados Controle de máquinas e de máquinas incompletas Informação às comissões e estados membros com relação à organização e autorização. Fig. 19 Responsabilidades inalteradas da supervisão de mercado A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL)

32 Exemplos de diretrizes que tratam dos riscos de modo mais específico são: Diretriz 94/9/CE (Diretriz ATEX) Diretriz 2000/14/ CE (Diretriz de Outdoor) Diretriz 2004/18/ CE (Diretriz EMV) Por outro lado, outras diretrizes regulamentam melhor os grupos de produto. Neste processo também é possível que um produto sequer apresente risco, ou que o risco seja tão ínfimo que seja determinado um nível de proteção inferior para este risco. Nestes casos também seria aplicado o artigo 3 da diretriz de máquinas. O risco seria determinado com maior precisão. Exemplos de diretrizes que tratam dos riscos de modo com maior precisão : Diretriz 93/42/CEE (Diretriz dos produtos médicos) Diretriz 88/378/CEE (Diretriz e brinquedos) Diretriz 95/16/ CE (Diretriz de elevadores) Diretriz 2000/9/ CE (bondes de cabo para transporte de pessoas) Diretriz 97/23/ CE (Diretriz de equipamentos de pressão) Fig. 20 Limitação em relação a outras diretrizes (do mercado interno) Delimitação a outras diretrizes (do mercado interno) Neste contexto existe uma alteração e um esclarecimento: A diferença resulta do fato de que na nova MRL os objetivos de segurança da diretriz de baixa voltagem foram expressamente assumidos no Anexo 1 da MRL (consulte o item 1.5.1), de modo que futuramente a listagem da diretriz 206/95/CE será cancelada (poderá ser cancelada) em ambas as declarações sobre a conformidade do produto. O esclarecimento denominado exclusão (parcial) específica de riscos da MRL serve novamente à interpretação sobre a utilização alternativa ou cumulativa de outras diretrizes CE (total ou parcial), se nestas os riscos são incluídos de modo mais específico ou preciso. Neste caso a MRL não é (mais) válida. Portanto, o fabricante deverá verificar quais diretrizes são válidas para a sua máquina. Ele deverá analisar se a máquina cai na área de utilização: 1. da diretriz de máquinas, 2. de outra diretriz de acordo com o artigo 4, p. ex. produtos de construção, produtos médicos, brinquedos ou elevadores, 3. também de uma diretriz a ser usada simultaneamente em relação a riscos individuais, instrumentos de pressão, compatibilidade eletromagnética ou emissões de ruído. Processo de avaliação da conformidade Desde que os produtos não caiam sob o Anexo IV da MRL (Lista das assim denominadas máquinas perigosas ), praticamente nada se altera no processo de avaliação da conformidade (de produtos não constantes no Anexo IV). Isto significa que para aqueles que colocam produtos da MRL no mercado sob responsabilidade pessoal do fabricante, tudo permanece com antes. Contudo, agora também existe formalmente a exigência de um controle interno de produção para estes produtos pelo fabricante de acordo com o anexo VII da MRL. As exigências aqui citadas e bastante generalizadas, contudo, não contêm nada que um fabricante qualificado já não pratique (consulte a figura 15). Uma exceção para a responsabilidade individual do fabricante na colocação em circulação só se dá em relação aos componentes de segurança das assim denominadas unidades lógicas das funções de segurança, as quais no futuro também serão adicionalmente inseridas no Anexo IV da MRL. Por outro lado, a lista das máquinas citadas no Anexo IV, caso avaliemos as alterações do teor, permanece inalterada. Caso tenha sido o objetivo da delegação ale- 1.2 A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL) 33

33 Anexo IV Anexo IV Anexo IV Anexo I Normas EN Normas EN Documentação através do Fabricante Anexo VII Documentação através do Fabricante Anexo VII Documentação através do Fabricante Anexo VII Controle da fabricação através do Fabricante Anexo VIII Controle da fabricação através do Fabricante Anexo VIII Controle da fabricação através do Fabricante Anexo VIII Controle da fabricação através do Fabricante Anexo VIII Inspeção do tipo de construção Anexo IX Inspeção do tipo de construção Anexo IX Garantia de Qualidade abrangente Anexo X Garantia de Qualidade abrangente Anexo X através do fabricante através do fabricante através do fabricante através do fabricante através do fabricante através do fabricante Fig. 21 Processo da avaliação da qualidade de acordo com artigo 12 da MRL mã, ou de outras delegações da negociação, de cancelar totalmente o Anexo IV da MRL em função da dúvida quanto a exigência tratar de máquinas muito perigosas esta meta não pode ser implementada. Por outro lado, a exigência até então obrigatória da ativação de um órgão nomeado (um assim denominado organismo notificado ), respectivamente a exigência de uma inspeção do tipo de construção do produto pertinente ao Anexo IV será tratada de modo bem mais flexível. Novos processos do Anexo IV Na dependência de existir ou não uma norma harmonizada EN sob o teto da MRL (das 37 normas EN necessárias entrementes só existem 35) para o produto em questão, existem para a escolha no futuro, como alternativa à inspeção do tipo de construção CE, ainda até dois outros processos de conformidade: Opção 1: controle de fabricação interno pelo fabricante de acordo com Anexo VII da MRL, responsabilidade pessoal do fabricante (consulte a análise acima) Opção 2: garantia de qualidade abrangente pelo fabricante de acordo com o Anexo X da MRL (consulte a análise acima), ou Opção 3: (como até agora): inspeção do tipo de construção de acordo com o Anexo IX da MRL. No caso excepcional de não existir uma norma EN harmonizada para o produto em questão, as possibilidades de escolha se reduzem em relação a opção 1, isto significa que se restringem então às opções 2 e A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL)

34 Porém, por outro lado, no futuro nos produtos do Anexo IV serão canceladas as possibilidades do depósito em, ou a inspeção da documentação (especificação) através de um órgão nomeado. Ainda que em relação aos produtos do Anexo IV, desde que existam normas EN harmonizadas, possa ser feita uma escolha igual entre as três opções, na prática a pergunta da aceitação será feita especialmente no caso da opção 1 (responsabilidade pessoal do fabricante). Aqui deveremos aguardar como o mercado reagirá, especialmente em países com pronunciada afinidade pelo Anexo IV, como é o caso de alguns países europeus e asiáticos. Garantia de qualidade de acordo com o Anexo X Esta nova opção pertinente aos produtos do Anexo IV deverá trazer uma substancial simplificação para os fabricantes de produtos únicos, máquinas especiais e disposições de fornecimentos específicos aos clientes e, especialmente sob o ponto de vista time to market, também ser de relevância econômica. O sistema de GQ mencionado no Anexo X possui origem na resolução 93/465/CEE e corresponde ao assim denominado Módulo H (não H+, respectivamente H a, o qual também prevê o teste de concepção). Em termos gerais, é descrito um sistema de GQ no Anexo X, como também previsto pela série das normas ISO 9000 ff, contudo existem duas diferenças básicas. A diferença 1 se refere a uma inclusão mais forte do conceito e especificação de produção em processos relevantes de GQ. Portanto, não se refere aqui só à qualidade de fabricação, mas também à qualidade de concepção técnica de segurança. A diferença 2 é o teste do sistema CQ através do órgão de notificação (Organismo Notificado). Informação adicional ao tema NOVOS processos do Anexo IV : consultar página 45. Controle de fabricação interno de acordo com o Anexo VIII O contrário do acima citado, o processo de controle interno descrito no Anexo VII, se refere apenas à obrigação geral do fabricante em tomar todas as providências necessárias sob responsabilidade própria de modo que os produtos estejam em conformidade com as documentações técnicas e que cumpram as exigências da MRL. ANEXO I: EXIGÊNCIAS BÁSICAS DE SEGURANÇA E PROTEÇÃO À SAÚDE PARA O PROJETO E A CONSTRUÇÃO DE MÁQUINAS Este parte relevante técnica de segurança da MRL permanece em grande parte inalterada, caso nos abstivermos de uma numeração consecutiva e de alterações do teor, que signifiquem uma adequação à EN ISO [7], bem como de alterações detalhadas. Neste processo, a atualização não modificada do Anexo I é avaliada como o resultado de uma determinação básica dos princípios da política na emenda da MRL. Exigências básicas O Anexo I corresponde em sua numeração e em seu teor ao antigo Anexo I O novo Anexo I foi adequado à terminologia da DIN EN ISO A análise de perigo se transforma em avaliação de risco 1.1.6: A ergonomia também é regulamentada de modo mais preciso Os itens e foram condensados no item 1.2.1: Segurança e confiabilidade de Controles 1.4: As exigências feitas a dispositivos de proteção foram adequadas à realidade atual do ponto de vista da terminologia e teor (os tipos A e B foram cancelados 1.7 Informações: são parcialmente novas (manual de instruções, caracterização de máquinas, etc.) Fig. 22 Anexo I da Diretriz de Máquinas CE (Alterações) 1.2 A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL) 35

35 Contudo, no detalhe, existem algumas alterações e novas ênfases interessantes. Um extrato sobre as exceções à regra da atualização não modificada poderá ser deduzido da Figura 22. Resumidamente: Em primeira instância, o tema Avaliação de Risco (terminologia de EN ISO /2 e EN ISO ) obtém um peso substancialmente mais forte. Se na versão 98/3/CE até então só havia sido usada o termo Análise de Perigo (e isto em uma única frase), as exigências são agora apresentadas de modo mais abrangente e decidido. Também seria possível falar das partes essenciais da segurança da máquina. Informação adicional ao tema Avaliação de Risco: consultar página 109. Além do exposto, nos princípios básicos para a integração da segurança (item 1.1.2) é mantida a inclusão da concepção do mau uso a ser sensatamente previsto, isto significa que as máquinas deverão ser projetadas e construídas de tal forma que sob este ponto de vista nenhuma pessoa seja exposta a qualquer risco. Ainda que aqui não possa ser analisado se o mau uso a ser sensatamente previsto possa significar uma exigência mais forte do que a exigência anterior da MRL [8], sugere-se aos responsáveis pela MRL, contudo, também em relação ao desenvolvimento da jurisprudência, elaborar uma análise dos caminhos de comunicação e relatórios internos. Isto significa que deveríamos tomar providências na prática quanto a um feedback (ainda mais) intenso com o pessoal de vendas, técnicos de serviço e outros funcionários nas fronteiras, para dispor de suas informações sobre a necessidade da consideração de um mau uso sensatamente previsível, quer em relação a providências técnicas, quer via técnica de prevenção de segurança (palavra chave: manual de instruções). Foram apenas especificados os princípios ergonômicos Adequação a diferentes medidas corporais e resistência do usuário Área de movimentação suficientemente ampla para o usuário Evitação de um ritmo de trabalho pré-especificado da máquina Evitação de tarefas de monitoramento que exijam atenção contínua Bem como adequação da interface ser humano/máquina às características previsíveis do pessoal de operação Fig. 23 Anexo I da Diretriz de Máquinas CE (Ergonomia) Sob esta consideração ainda se insere eventualmente outra ênfase à nova MRL,a saber a resiliência de declarações mercadológicas, que sejam tomadas em prospectos, registros da internet, etc., mas também em discussões sobre vendas (consulte também o item ). Tão banal que isto possa parecer: nós deveríamos sempre prometer apenas aquilo que podemos realmente cumprir. Detalhamento das exigências ergonômicas Uma outra alteração no Anexo I (item 1.1.6) se refere a um detalhamento mais intenso das exigências ergonômicas feito às máquinas (consulte também a Figura 23). Com referência a isto deverá se esperar que este nova ênfase se espelhe também em exigências adicionais de futuras normas C que se refiram ao tema Ergonomia. NOVO: Legalização do tipo de operação Observação do Processo Caso possamos falar de uma alteração essencial da nova MRL, respectivamente de seu Anexo I, então isto se refere ao item (operação de máquinas com dispositivos de proteção não eficientes). Sua complementação em relação a um determinado passo se assemelha à legalização do tipo de operação não controverso observação do processo. Até então era necessário, o que foi e é defendido principalmente pelas associações profissionais alemãs, prover uma ponte jurídica em torno deste tipo de operação, que é de especial significado para determinadas utilizações de máquinas com controle NC e CNC e sistemas integrados de produção A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL)

36 Tipos de operação (observações de processo) Para poder operar uma máquina no caso de dispositivos de proteção não eficientes, deverão ser mantidas os quatro pré-requisitos determinadas na diretriz: Não são possíveis outros tipos de controle e operação (Exemplo: controle automático fechado) Operação de movimentações perigosas apenas com dispositivos de comando ativados (Exemplo: dispositivos de consentimento com reset automático) Operação de funções perigosas é apenas possível sob condições de segurança intensificadas e riscos que são oriundos das correntes de comando estão excluídos (Exemplo: velocidades reduzidas, respectivamente performances) Evitação de tarefas de monitoramento que exijam atenção contínua Bloqueio dos interruptores que possam disparar funções perigosas através de influências delibera-das ou não deliberadas (Exemplo: partida de transportadores de cavacos) Fig. 24 Anexo I da Diretriz de Máquinas CE (Item 1.2.5) Contudo, continua a valer que a operação de máquinas, no caso de dispositivos de segurança não eficientes, esteja ligada a quatro pré-requisitos de compreensão cumulativa (consulte a figura 24). Mas isto poderá ser contornado futuramente, isto significa que todos os pré-requisitos não têm de ser simultaneamente cumpridos, quando esta exigência Tipos de operação (observações de processo) Caso estes não sejam utilizáveis processualmente, e existindo a necessidade tecnológica imperativa, poderá futuramente se agir como segue: Caso estes quatro pré-requisitos não puderem ser cumpridos simultaneamente, então a chave de controle ou de escolha da operação deverá disparar outras condições de proteção, as quais sejam dispostas e criadas de forma a garantir uma área de trabalho segura. Fig. 25 Anexo I da Diretriz de Máquinas CE (Item NOVO) não puder ser operacionalmente aplicada, e existir a necessidade tecnológica imperativa de desviar deste fato. Isto significa claramente: Quando necessário, no contexto de outras providências de segurança técnica, as máquinas também poderão trabalhar com velocidades mais altas ( necessárias ao processo ) em caso do cancelamento de dispositivos de proteção na operação automática. ATENÇÃO: No futuro o tipo de operação observação do processo também permanecerá um tipo de operação excepcional, à qual são feitas exigências rígidas (inspeção individual da necessidade, medidas técnicas com PL com qualidade 3 d /SK de acordo com EN ISO :2008 (2006), de acordo com o pessoal qualificado e treinado, etc.). Ela é considerada como um compromisso para a operação especial de máquinas, quando de outra maneira se tivesse que contar com a manipulação de dispositivos de proteção para que o operador estivesse apto a desenvolver os trabalhos necessários. Outras Alterações do Anexo I O Anexo I da MRL contém ainda uma série de outras alterações menores que se referem a aspectos individuais de segurança e que não apresentam relevância distinta (com exceção do capítulo seguinte Manual de Instruções ). Alterações deste tipo, desde que contidas na parte geral do Anexo I, se apresentam listadas brevemente na página A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL) 37

37 Manual de instruções Através da definição alterada de Máquina, a área de aplicação dos produtos que futuramente também deverão dispor de um Manual de Instruções foi substancialmente aumentada. Componentes de segurança Dispositivos de recepção de carga Correntes, cordas e correias Eixos universais Fig. 26 Anexo I da Diretriz de Máquinas CE Manual de Instruções (Instruções de Operação) Sob esta palavra chave (Anexo I da MRL, item 1.7.4) existem duas inovações essenciais (uma inovação com significado geral e uma com significado parcial). É válido sob Geral/Diverso que futuramente deverão ser enviadas juntamente dois manuais de instruções. Isto é por um lado o assim denominado manual de instruções original, e por outro um exemplar traduzido ao(s) idioma(s) do país usuário, o qual também deverá ser intitulado com a observação Tradução do Manual de Instruções Original. Sob o background de que entrementes existem 23 idiomas na UE, o significado da distinção citada é uma diferenciação da responsabilidade jurídica, a qual o fabricante assume em relação ao manual de instruções. Enquanto que ela vale ilimitadamente para o manual de instruções original, ela é limitada em relação à tradução, isto significa que não se tem que assumir a responsabilidade por erros de tradução, desde que, na tradução, p. ex. na escolha do tradutor, tenha prevalecido a acurácia necessária. ATENÇÃO: esta interpretação não é controversa. Se manuais de instrução também podem ser enviados na forma de dispositivos de armazenagem eletrônica também não é determinado na nova MRL. De acordo com a interpretação atual da UE isto é possível e também permanecerá se for mantida uma interpretação atualizada. Não deverá se contar, ao contrário, de que uma possibilidade de download via internet seja considerada de igual valor. Somente para determinados fabricantes é importante que através da ampliação da terminologia Máquina no Artigo 1 da MRL (consulte a figura 26) também devam ser enviados manuais de instrução junto a componentes de máquinas. Além do exposto, as exigências ao teor de um manual de instruções foram providas com as seguintes otimizações e nas seguintes informações: Declaração de conformidade CE ou documento de teor comparável Advertências quanto a utilizações erradas conhecidas da prática Indicações a riscos residuais ainda remanescentes Instrução sobre medidas de proteção operacionais pertinentes, inclusive dos equipamentos de proteção individual a serem disponibilizados Exigências sobre a estabilidade à prova de queda da máquina em todas as fases de sua existência Informações sobre a emissão de ruídos da máquina A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL)

38 Listagem de outras alterações menores [10] Construção da máquina em relação ao manuseio É uma novidade que alterações não desejadas da posição e riscos em função de estabilidade à prova de queda deficiente devem ser excluídos, caso o manuseio ocorra de acordo com o manual de instruções Locais de operação A exigência antigamente citada apenas no parágrafo 3 (... riscos especiais em função da movimentação da máquina) agora se tornou uma exigência geral para todas as máquinas Locais Também aqui a exigência antigamente citada apenas no parágrafo 3 (... riscos especiais em função da movimentação da máquina) agora se tornou uma exigência geral para todas as máquinas Segurança e confiabilidade de controles Nova é a exigência de que controles sem cabo (controle via rádio) deverão se desligar automaticamente no caso de falhas Desligamento por motivos operacionais A Diretriz 98/37/CE exigia após um desligamento sempre a interrupção do suprimento de energia aos órgão de ativação. Caso um desligamento se torne necessário em função de motivos operacionais na manutenção do suprimento de energia aos acionamentos, esta condição deverá ser monitorada. Ao contrário do Desligamento Normal (consulte ), o suprimento de energia aos órgãos de acionamento não será interrompido no desligamento por motivos operacionais. Neste caso, porém, são necessárias providências adicionais para evitar uma ativação inesperada da máquina, p. ex. um monitoramento de parada qualificada do ponto de vista técnico de segurança Desligamento em caso de emergência De acordo com as normas internacionais, a presente designação Dispositivos de Comando de Desligamento de Emergência foi otimizada para instrumentos de comando de PARADA DE EMERGÊNCIA Construção da máquina em relação ao manuseio É uma novidade que alterações não desejadas da posição e riscos em função de estabilidade à prova de queda deficiente devem ser excluídos, caso o manuseio ocorra de acordo com o manual de instruções Partes móveis da transmissão de força Partes móveis que participam do processo de trabalho Uma parte das alterações de ambos os itens resulta ainda da alteração o item no Anexo I (consulte lá). Nova é a decisão se uma trava é necessária, através da qual deverá ser emitida uma avaliação do risco de um dispositivo de proteção. No caso de dispositivos de proteção contra riscos em função de partes no sentido do item , poderão futuramente ser tornar obrigatórias intertravamentos eletromecânicos (até então não formulado assim), enquanto eles (até então também não formulado assim) no caso de dispositivos de proteção de acordo com item eles sejam dispensáveis sob determinadas circunstâncias (isto significa que de acordo com a avaliação de risco, também podem ser utilizados dispositivos sem intertravamento Risco de movimentos não controlados Os componentes de máquinas não poderão se mover sem controle após o seu desligamento e sem ativação por meio de um atuador Dispositivos fixos de proteção de separação Adicionou-se que os dispositivos de fixação, após a retirada do dispositivo de proteção, deverão permanecer ligados a este ou à máquina Dispositivos flexíveis de proteção de separação A divisão dos dispositivos de proteção em tipo A e B é cancelada e substituída pelas exigências dos dispositivos de segurança com intertravamento que são equipados ou não com travas Ruído Adicionou-se que o nível de emissão de ruído poderá ser avaliado através da referência a dados comparativos de máquinas similares Vibrações À oferta de minimização atual, adicionou-se aqui, tal como sob o item Ruído, a indi- 1.2 A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL) 39

39 cação pertinente aos dados de emissões comparativas Risco de escorregamento, tropeço e queda Adicionou-se o fato de, que em caso de necessidade, deverão estar disponíveis dispositivos de retenção. Eles deverão ser apostos em relação ao usuário e possibilitar retenção segura Queda de raios Máquinas, as quais durante a sua utilização devam ser protegidas contra a queda de raios, deverão ser equipadas com sistema de aterramento pertinente Informações e advertências na máquina Este item foi inserido. Informações e advertências na máquina deverão ser nela fixadas de modo facilmente compreensível, de preferência através de símbolos ou pictogramas. Todas as informações por escrito, bem como pictogramas deverão ser redigidas no idioma do estado membro no qual a máquina será colocada em operação. Também é novo, que sob solicitação, estas informações deverão ser adicionalmente redigidas em todos os idiomas compreendidos pelo pessoal da operação Informações e dispositivos de informação Adicionou-se também que os dispositivos de indicação ótica ou outros meios interativos para a comunicação entre o usuário e a máquina sejam de fácil compreensão e utilização. Resumo Acima se apresentou uma visão geral das novas exigências da MRL 2006/42/CE. Entrementes existem uma série de informações adicionais ao tema, entre outros também um livro publicado por Alois Hüning [11] Referências sobre a literatura: [1] Download completo, p. ex. sob www. schmersal.com ou procurar 2006/42/EG no Google. [2] A seguir este ato legislativo de implementação nacional será deixado de lado, i. e. para simplificação será sempre feito referência direta à MRL e a implementação (jurídica) ao direito nacional [3] Na Alemanha, por exemplo, a MRL foi implementada no âmbito de um novo 9º GPSGV (9º Regulamento à Lei de Segurança de Instrumentos e Produtos). [4] Existe algumas exceções para as quais a data não é válida, por exemplo, instrumentos de proteção de pernos, tratores, entre outros. [5] O procurador com sede na UE (no EEE) (sediado), desde que o fabricante em questão não esteja sediado na área de validade, ou o procurador que age exclusivamente por ordem de um fabricante EEE será, na sequência, para a simplificação, também englobado ao termo Fabricante. [6] O envio de uma máquina incompleta através do fabricante. [7] Sob o ponto de vista da adequação a EN ISO será, por exemplo, doravante citado avaliação de risco, entre outros, ao invés de análise de perigos. [8] MRL 98/37/EG: Na avaliação razoável do uso esperado da máquina. [9] Para outras características consultar Guia para a implementação das diretrizes elaboradas de acordo com o novo conceito e o conceito total (93/465/CEE). [10] Sem reivindicação à integridade. As reivindicações adicionais para determinadas máquinas e em determinados riscos (Anexo II, Parte 2 ff.) também não foram analisador. Apresentação detalhada em Equipe de autores: A Nova Diretriz de Máquinas CE consulte a referência de literatura 11. [11] Hüning/Kirchberg/Schulze: Die neue EG-Maschinenrichtlinie. 2009, Bundesanzeiger Verlagsges. mbh, Köln. ISBN A nova diretriz de máquinas da CE 2006/42/CE (MRL)

40 ao idioma alemão se encontra em elaboração. Possibilidade de download: consulte a página 43. O guia abrange 369 páginas e se refere a parte disponível da nova MRL 2006/41/CE, bem como os Anexos I até XII. The Guide has been prepared with the help of an Editorial Group [1]. The Commission wishes to warmly thank the members of the Editorial Group both for the huge amount of work they have carried out as well as for the efficient, constructive and cooperative spirit in which the drafts have been prepared. In parallel to the work of the Editorial Group, a Machinery Core Group established by OR- GALIME, including representatives of the main sectors of machinery manufacturing, has provided invaluable input from the industry. The drafts prepared by the Editorial Group have been submitted to the Member States and stakeholders for comments. The Commission would also like to thank all those who have made comments. We have tried to take them into account as far as possible. Of course, the Commission takes full responsiblity for the content of the Guide. Readers are invited to communicate any corrections or comments on this 1 st Edition of the Guide [2] so that they can be taken into account in preparing the 2 nd Edition. Brussels, December 2009 The General Editor, Ian Fraser 1] The following people have taken part in the work of the Editorial Group: Lennart Ahnström, Emilio Borzelli, Robert Chudzik, Roberto Cianotti, Mike Dodds, Cosette Dussaugey, Marcel Dutrieux, Pascal Etienne, Ludwig Finkeldei, Tuiri Kerttula, Thomas Kraus, Partrick Kurtz, Wolfgang Lentsch, Göran Lundmark, Phil Papard, Boguslaw Piasecki, Marc Schulze, Katri Tytykoski, Gustaaf Vandegaer, Henk van Eeden, Richard Wilson, Jürg Zwicky. [2] Corrections, comments and suggestions for improvement should be addressed to: Fig. 3 O Guia à MRL 2006/42/CE O guia é elaborado de forma que os artigos, seções e subseções da diretriz (na caixa vermelha) sejam citados parte por parte, existindo então diretamente, eventualmente com referências cruzadas, os respectivos comentários (caracterizados com ) (consulte o exemplo na Figura 4). Adicionalmente são apresentados diagramas auxiliares (consulte o exemplo na Figura 5). Deste modo o guia é um livro de consulta bastante útil no caso de ambiguidades e perguntas sobre dúvidas (3) Member States are responsible for ensuring the health and safety on their territory of persons. In particular of workers and consumers and, where appropriate, of domestic animals and goods, notably in relation to the risks arising out of the use of machinery. 6 Health and safety The protection of health and safety is both a fundamental duty and a prerogative of the Member States. Since the Machinery Directive harmonises the health and safety requirements fort he design and construction of machinery at Community level, the responsibility of Member States to protect health and safety of people with regard to the risks associated with machinery implies ensuring that the requirements of the Machinery Directive are correctly applied. Fig. 4 Exemplo de um comentário no Guia à MRL 2006/42/CE Informações adicionais e ajudas de interpretação à MRL 2006/42/CE

41 O exemplo de um diagrama bastante útil no guia à MRL 2006/42/CE é o esquema a seguir sobre o necessário processo de avaliação da conformidade, na dependência de que se trate de uma máquina ou máquina incompleta, se a máquina cai sob o Anexo IV da MRL e em caso de resposta afirmativa, quais opções se acham à disposição do fabricante para cumprir as exigências adicionais. Fig. 5 Exemplo de um diagrama no Guia à MRL 2006/42/CE Caso você tenha interesse no Guide to application of Machine Directive 2006/42/EC, encontra-se à disposição uma possibilidade de download no site da Schmersal: Segurança e normas 1.3 Informações adicionais e ajudas de interpretação à MRL 2006/42/CE 43

42 Informações adicionais e ajudas de interpretação à MRL 2006/42/CE

43 Diretriz de Máquinas CE Divagação (1) Comprovação de conformidade mediante Sistema GQ de acordo com o Anexo X da MRL 2006/42/CE L 157/6 DE Amtsblatt der Europäischen Union ANHANG X Umfassende Qualitätssicherung In diesem Anhang wird beschrieben, wie die Konformität einer in Anhang IV genannten Maschine bewertet wird, bei deren Fertigung ein umfassendes Qualitätssicherungssystem zum Einsatz kommt. Beschrieben wird das Verfahren, bei dem eine benannte Stelle das Qualitätssicherungssystem bewertet und zulässt und dessen Anwendung überwacht. 1. Der Hersteller unterhält ein zugelassenes Qualitätssicherungssystem für Konstruktion, Bau, Endabnahme und Prüfung nach Nummer 2 und unterliegt der Überwachung nach Nummer 3. Enquanto que a comprovação de conformidade de novas máquinas normalmente ocorre com as exigências da MRL via responsabilidade do próprio fabricante, também existem exceções a esta regra. Neste caso se trata das máquinas do Anexo IV as quais, de acordo com a opinião do legislados, já ocultam potenciais de risco. Para este grupo de máquinas, de acordo com a antiga MRL 98/27/CE, a comprovação de conformidade ocorria em geral através de um teste de aprovação de tipo que era elaborado através de uma autoridade de inspeção (um organismo notificado, respectivamente em inglês um Notified Body). De acordo com a nova diretriz de máquinas 2006/42/CE, existe agora em relação aos produtos do Anexo IV, alternativo ao teste de aprovação de tipo CE, opcionalmente o processo da Garantia de Qualidade Abrangente de acordo com o Anexo X. Este processo também requer o acompanhamento e aprovação de um organismo notificado. A base para tal se encontra no preâmbulo da nova diretriz de máquinas, Artigo 12, parágrafo 3, item c, respectivamente Artigo 12, parágrafo 4, item b. Caso dispusesse de um controle interno de produção (um sistema de gestão de qualidade conforme a prática comercial), na teoria o fabricante também poderia colocar em circulação produtos do Anexo IV sob responsabilidade própria, se o produto em questão tiver sido projetado e construído com referência a uma norma C (uma norma se segurança de máquinas). Isto seria então uma alternativa harmonizada 3. Se não existir uma norma C, ou esta não for utilizada plenamente com todas as suas referências cruzadas, esta opção não existe. De qualquer modo já se questiona, se a alternativa 3 será aceita pelo mercado, que está acostumado à interferência de uma autoridade de inspeção para tais produtos. O futuro significado do Anexo X Deverá se esperar que se faça uso intenso do novo processo de acordo com o Anexo X da MRL 2006/42/CE, em especial quando o fabricante não oferecer, ou não oferecer apenas produtos padrão, mas diversas execuções de fornecimento específicas à utilização e ao cliente. Os pontos de vista que nestes casos endossam o processo do Anexo X são então denominados time to market e flexibilidade orientada ao cliente. Fabricantes de componentes de segurança também irão utilizar o novo processo. Provavelmente, o Grupo Schmersal será uma das primeiras empresas do ramo que dispõe deste novo sistema de garantia de qualidade, o qual já foi devidamente avaliado e aprovado pelo TÜV Rheinland. Para nós, o motivo principal para investir neste esforço adicional, foi o fato de que componentes de segurança futuramente sejam inseridos em larga escala no Anexo IV da MRL 2006/42/CE, ao contrário do até então exercitado com o Anexo IV de acordo com a antiga MRL 98/27/CE. Enquanto que a parte de máquinas do Anexo IV tenha permanecido mais ou menos inalterado, isto significa que as diferenças entre a MRL 98/27/ CE e a MRL 2006/42/CE são apenas da ordem do teor, ocorre uma ampla expansão no caso dos componentes de segurança, de modo que futuramente todas as unidades lógicas com função de segurança [1] e os regulamentos daí resultantes 1.4 Comprovação de conformidade mediante Sistema GQ de acordo com o Anexo X da MRL 2006/42/CE 45

44 Novo: Caminho para analise e certificação de acordo com artigo 12 Anexo IV Anexo IV Anexo IV Anexo I Normas EN Normas EN Documentação através do Fabricante Anexo VII Documentação através do Fabricante Anexo VII Documentação através do Fabricante Anexo VII Controle da fabricação através do Fabricante Anexo VIII Controle da fabricação através do Fabricante Anexo VIII Controle da fabricação através do Fabricante Anexo VIII Controle da fabricação através do Fabricante Anexo VIII Inspeção do tipo de construção Anexo IX Inspeção do tipo de construção Anexo IX Garantia de Qualidade abrangente Anexo X Garantia de Qualidade abrangente Anexo X através do fabricante através do fabricante através do fabricante através do fabricante através do fabricante através do fabricante Fig. 1 Processo da avaliação da conformidade de acordo com MRL 2006/42/EG para a colocação em circulação serão inseridos neste Anexo. Os componentes de segurança que já se encontravam inseridos no Anexo IV permanecerão inalterados. Exemplo: Schmersal (manuseio híbrido) No futuro nós também iremos submeter instrumentos e sistemas dirigidos à segurança (componentes de segurança a testes de aprovação de tipo. No passado, na maioria das vezes este processo era espontâneo e apenas legalmente exigido em casos excepcionais. No futuro este fato deverá ser o contrário, contudo não fará grande diferença do ponto de vista prático. Assim, esta diferença não foi a nossa motivação principal de introduzir o novo sistema de GQ de acordo com o Anexo X da MRL. Nós nos decidimos por esta opção adicional, isto significa que evitar uma conexão exclusiva ao teste de aprovação de tipo CE, de modo que esta, tal era a nossa preocupação, não fosse sustentada por uma disponibilidade de fornecimento flexível orientada ao cliente. Por outro lado, nós teríamos sempre que aguardar em primeira instância pelo documento Certificado do teste de aprovação de tipo CE antes que pudéssemos fazer a amostragem ou mesmo a venda de versões de fornecimento. O que significa um sistema de garantia de qualidade de acordo com o Anexo X? Paralela à descrição no Anexo X da própria MRL 2006/42/CE, este sistema doravante denominado QSS se encontra descrito no assim de Comprovação de conformidade mediante Sistema GQ de acordo com o Anexo X da MRL 2006/42/CE

45 nominado documento de módulos da CE como Módulo H (consulte Blue Guide: Guia para a implementação das diretrizes elaboradas de acordo com o novo conceito e o conceito total ; Editor: Comissão Européia). O Anexo X, respectivamente o Módulo H vai além da EN ISO Neste processo existem as seguintes diferenças [2]: O QSS avalia a qualidade de projeto acima da qualidade de produção. O QSS deverá garantir a conformidade das máquinas às determinações da diretriz de máquinas. O teste do QSS deverá ser elaborado através de um órgão de avaliação de conformidade ( organismo notificado ). Nas empresas isto poderá acarretar que neste âmbito deverão trabalhar conjuntamente com outro órgão certificador do que aquele utilizado na certificação de sua empresa de acordo com EN ISO ISO 9001 Substituição não completa Uma documentação de gestão de qualidade de acordo com EN ISO 9001 não é suficiente para a documentação do QSS. A documentação QSS deverá permitir a um órgão certificador, já na elaboração da petição pertinente à liberação de um QSS, poder avaliar se é adequado garantir permanentemente a conformidade da máquina fabricada com as determinações da diretriz de máquinas. Por este motivo existem as seguintes exigências adicionais: As responsabilidades e poderes da equipe gerencial em questões que se refiram à qualidade de projeto e de produção deverão estar descritas. Os processos dos testes de projeto e verificação, procedimentos e medidas sistemáticas que são utilizados na construção da máquina deverão ser descritos. As normas que são utilizadas na construção da máquina deverão ser indicadas. Deverá ser apresentada comprovação de que o produto preenche as exigências da diretriz de máquinas. Com a coordenação e o monitoramento do QSS, se transfere ao responsável pela gestão de quali- -dade uma responsabilidade ampliada de acordo com a diretriz de máquinas. Assim a sua tarefa principal, paralela à manutenção da documentação, se situará na coordenação com a gerência Relés de segurança (execuções padrão, soluções de uso e específicas aos clientes) Controles compactos passíveis de parametrização centralizada/ descentralizada SPSen de segurança AS-i Segurança no trabalho Controles específicos aos clientes/ às aplicações, p. ex. monitoramentos por robô Fig. 2 Produtos que futuramente também estarão inseridos no Anego IV (consulte o item 21): unidades de lógica com função de segurança. Esta alteração significa uma ampliação substancial da obrigatoriedade de componentes de segurança (consulte também a análise acima) da empresa de modo a manter em vigor o sistema de GQ autorizado. Caso o órgão certificador verifique que isto não foi mantido, ele deverá cancelar a autorização concedida. Deste modo a empresa não poderia mais colocar produtos da categoria de produtos em questão no mercado europeu. 1.4 Comprovação de conformidade mediante Sistema GQ de acordo com o Anexo X da MRL 2006/42/CE 47

46 Caso o processo QSS tenha sido utilizado para um produto de acordo com o Anexo X, deverá ser adicionado à identificação CE o número de identificação do órgão certificador. Quais os componentes de segurança que serão inseridos futuramente no Anexo IV? Aqui se faz referência a uma proposta do Instituto de Proteção no Trabalho IFA do Seguro Contra Acidentes Alemão com uma listagem exemplar de acordo com a Imagem 4). Unidades lógicas para funções de segurança A partir de 29 de dezembro de 2009 deverá ser utilizada a nova diretriz de máquinas 2006/42/EG [1]. As diferenças entre a antiga e a nova diretriz de máquinas serão apresentadas em algumas publicações, p. ex. em [2]. A contribuição disponível se concentra unicamente a uma alteração, a que se refere a Unidades Lógicas para Funções de Segurança. Estes produtos são agora citados no Anexo IV da nova diretriz de máquinas. Ele lista os produtos os quais, em caso de falha de função, acarretam altos riscos. Por este motivo são feitas exigências mais rígidas ao processo de avaliação da conformidade. A seguir serão citados os componentes em questão, bem como os possíveis processos de avaliação. 1 Quais produtos são Unidades lógicas para funções de segurança? Os produtos serão afetados pelo novo regulamento, quando a) se tratar de componentes de segurança (consulte abaixo) de modo que a diretriz de máquinas se refere aos mesmos e Fig. 3 Sugestão BGIA ao tema dos componentes de segurança N o Componentes Unidade de lógica para funções de segurança [3] de acordo com MRL, Anexo IV, Item 21 1 Interruptor de posição com abertura forçada não Não elabora interconexões lógicas ao controle de funções de segurança 2 Interruptor de aproximação para funções de segurança [4]; também denominados como PDF-X de acordo com DIN EN Fechamento de acordo vom DIN EN 1088/DIN EN (com função de proteção de pessoal) 4 Fechamento com função de proteção de pessoal para funções de segurança [4]; p. ex. fechamento magnético sim não sim Conduz à geração de sinal de saída de interconexões lógicas sendo objetivada a utilização em funções de segurança Não elabora interconexões lógicas ao controle de funções de segurança Elabora interconexões lógicas para geração do sinal de saída sendo objetivada a utilização em funções de segurança Fig. 4 Componentes para funções de segurança Comprovação de conformidade mediante Sistema GQ de acordo com o Anexo X da MRL 2006/42/CE

47 N o Componentes Unidade de lógica para funções de segurança [3] de acordo com MRL, Anexo IV, Item 21 5 Sistema de transferência de chave para funções de segurança [4]; somente como sistema completo, não os componentes individuais 7 Fechamento de acordo vom DIN EN 1088/DIN EN (com função de proteção de pessoal) sim sim Elabora interconexões lógicas para geração do sinal de saída sendo objetivada a utilização em funções de segurança Elabora interconexões lógicas para geração do sinal de saída sendo objetivada a utilização em funções de segurança 9 Dispositivos de proteção para a detecção indireta de pessoas, p. ex. através do uso de transponderes RFID sim Elabora interconexões lógicas para geração do sinal de saída sendo objetivada a utilização em funções de segurança 10 Dispositivos de proteção para o reconhecimento e desligamento de possíveis riscos (não meros sistemas de advertência), p. ex. para o sim Elabora interconexões lógicas para geração do sinal de saída sendo objetivada a utilização em funções de segurança reconhecimento de riscos por raios laser via parede de proteção de laser ativa 12 Instrumento de comando de parada de emergência não Não elabora interconexões lógicas ao controle de funções de segurança 13 Instrumento de comando para dispositivo de concordância (controle de liberação) não Não elabora interconexões lógicas ao controle de funções de segurança 14 Dispositivo de comando elétrico [4], p. ex. para o monitoramento da velocidade de rotação, porta de emergência, parada de emergência, interruptor sim Elabora interconexões lógicas para geração do sinal de saída sendo objetivada a utilização em funções de segurança bimanual, dispositivo de concordância; Observação: pode ser componente de estações de controle móveis 15 SPS de segurança [4] sim Elabora interconexões lógicas para geração do sinal de saída sendo objetivada a utilização em funções de segurança 16 Proteção auxiliar/relé com contatos de condução obrigatória não Não elabora interconexões lógicas ao controle de funções de segurança 17 Proteção com contatos de espelho não Não elabora interconexões lógicas ao controle de funções de segurança 18 Componente de monitoramento de segurança sim Elabora interconexões lógicas para geração do sinal de saída sendo objetivada a utilização em funções de segurança 19 Controle de acionamento com funções de segurança integradas [4] sim Elabora interconexões lógicas para geração do sinal de saída sendo objetivada a utilização em funções de segurança 20 Atraso de tempo para funções de segurança [4] sim Elabora interconexões lógicas para geração do sinal de saída sendo objetivada a utilização em funções de segurança 21 Disparo de baixa voltagem para dispositivo de separação de rede, previsto de acordo com a não Não elabora interconexões lógicas ao controle de funções de segurança determinação para o uso em funções de segurança (p. ex. proteção contra reativação no caso de retorno de tensão) 22 Instrumento de freio, p.ex. para máquinas de processamento de madeira ja Elabora interconexões lógicas para geração do sinal de saída sendo objetivada a utilização em funções de segurança Fig. 4 Componentes para funções de segurança 1.4 Comprovação de conformidade mediante Sistema GQ de acordo com o Anexo X da MRL 2006/42/CE 49

48 N o Componentes Unidade de lógica para funções de segurança [3] de acordo com MRL, Anexo IV, Item Componente para o processamento lógico de sinais relevantes de segurança para sistemas de bus de segurança [4]; excluídos são componentes para o uso no canal preto de acordo com DIN EN (canal preto: canal de comunicação sem comprovação disponível do esquema ou da validação de acordo com a série IEC Dispositivo de freio para proteção pessoal, p. ex. para a elevação de eixos onerados por peso 25 Combinação de válvula, p. ex. bloco de segurança de pressão 26 Válvula com reconhecimento adicional de falha para o controle de movimentos perigosos de máquinas 27 Dispositivo de proteção contra sobrepressão (p. ex. válvula de pressão 28 Dispositivo para a interrupção de um movimento, p. ex. válvula de retenção desligável 29 Componente para aumento de contato; complemento ao dispositivo de comando elétrico (consulte nº 14); no caso de atraso de tempo consulte nº 20 sim não não não não não não Elabora interconexões lógicas para geração do sinal de saída sendo objetivada a utilização em funções de segurança Não elabora interconexões lógicas ao controle de funções de segurança Elabora interconexões lógicas para geração do sinal de saída sendo objetivada a utilização em funções de segurança Não elabora interconexões lógicas ao controle de funções de segurança Não elabora interconexões lógicas ao controle de funções de segurança Não elabora interconexões lógicas ao controle de funções de segurança Não elabora interconexões lógicas ao controle de funções de segurança Fig. 4 Componentes para funções de segurança Referências sobre a literatura: [1] Proposta atualmente em discussão sobre definições da IFA: Unidades de lógica para funções de segurança são instrumentos modulares ou componentes determinados à utilização em partes relacionadas à segurança de controles, utilizadas apenas, ou entre outros, para a realização de funções de segurança, e as quais geram um sinal de partida com base em uma interconexão lógica com o(s) sinal(is) de entrada. [2] Citado do QZ Ano de Publicação 54 (2009) 9, Carl Hanser Verlag, München: Tobias Henke: Umfassende Qualitätssicherung mit der neuen Maschinenrichtlinie Gestiegene Anforderungen [3] A classificação de um componente como Unidade de lógica para funções de segurança é apresentada através de uma avaliação da IFA, que se encontra adequada a outros centros de teste europeus. Exclui-se responsabilidade. [4] Componentes, para os quais se indica a categoria, o nível de performance (PL), a probabilidade de falha de risco por hora (PFH) e/ou o nível de integridade de segurança (SIL), se acham basicamente previstos para a utilização em funções de segurança. Não deverá ser derivado o uso previsto no caso de componentes para os quais só existem informações sobre MTTF/MTTF d ou B 10 /B 10d Comprovação de conformidade mediante Sistema GQ de acordo com o Anexo X da MRL 2006/42/CE

49 Diretriz de Máquinas CE Comentário (2) Palavra chave Curador CE, respectivamente Procurador da Documentação Tanto na declaração de conformidade de máquinas e produtos equiparados a máquinas, como também na declaração de inserção de máquinas incompletas, deverá futuramente, de acordo com a MRL 2006/42/CE estar citado: Nome e endereço da pessoa, que possua procuração para agrupar os documentos técnicos Esta pessoa deverá estar sediada na Comunidade Européia (isto significa que se seguirmos exclusivamente o texto da MRL, na UE). Consulte aqui Declarações no Anexo II da MRL. Contudo, entrementes deverá ter sido esclarecido que a residência desta pessoa na área EEE, p. ex. na Suíça, preenche a intenção de modo correspondente. A indicação de uma pessoa é uma nova exigência da MRL 2006/42/CE visando uma supervisão de mercado mais intensa. Porém, a descrição da função desta pessoa não se encontra mais precisamente exemplificada na parte dos dispositivos ou nos anexos. A procura de comentários e interpretações é pouco produtiva, de modo que atualmente ainda existem dúvidas em relação a esta questão. Parece que entrementes se estabeleceu denominar esta pessoa de Responsável pela documentação. Mas até o momento nós denominamos esta pessoa como Curador CE, pois a terminologia responsável pela documentação passa um pouco ao largo do assunto. Em primeira instância, se nos guiarmos pelo pouco que lemos e ouvimos, defende-se a concepção de que com a indicação da pessoa não é criada uma segunda responsabilidade legal. O responsável pela conformidade com as exigências da MRL é e permanecerá o fabricante que apresentar a declaração pertinente, respectivamente seu procurador. Contudo, é possível uma união pessoal com aquele que assina. Além do exposto também deverá ser esclarecida a pergunta se no caso da pessoa deverá se tratar de uma pessoa física. Aqui no início defendeu-se amplamente a opinião, e de modo rigorosamente justificado, também através de pessoas bastante competentes, que se faz referência a uma pessoa física. No Guia à MRL 2006/42/CE (consulte também a análise acima), se faz alusão agora a uma pessoa física ou pessoa jurídica. Além do exposto também deverá existir um acordo, que a indicação exigida não significa que nas empresas deva existir uma algo semelhante a um CE personalizado ou organizado, ou ainda um responsável MRL (ou um tipo de Gerente CE ou MRL). É muito melhor que as empresas possam, no tocante à sua estrutura e processos de organização, continuar a regulamentar individualmente o procedimento de conformidade de acordo com suas próprias concepções e necessidades, naturalmente sob observação das exigências legais. Por outro lado, o procurador da documentação vamos manter esta terminologia também não deveria ser o administrador superior do arquivo de uma empresa, mas uma pessoa de contato para consultas regulatórias, etc. (consulte a análise acima: palavra chave objetivo da visão de mercado intensificada ). Por este motivo ele deverá estar bem informado sobre as práticas e responsabilidades dentro da empresa e também estar bem integrado às mesmas. O fato de existir também possibilidades de configuração textual e controle é dúbio. Possibilidades de influência sobre a integridade e plausibilidade de documentações técnicas já 1.5 Palavra chave Diagnosticador CE, respectivamente Procurador da Documentação 51

50 forneceriam um sentido. A escolha desta pessoa também poderia ter o objetivo que por via de regra uma autoridade de supervisão sempre se dirija a esta pessoa quando houver dúvidas críticas, p. ex. quando existirem dúvidas quanto à conformidade do produto. Neste contexto deverá ser observado que somente se faz alusão aos documentos citados no Anexo VII da MRL (a assim denominada documentação interna), para os quais a pessoa exercerá uma função a ela determinada [1]. Informação complementar ao Anexo VII De acordo com o produto, estas documentação se dividem em: A: DOCUMENTAÇÕES TÉCNICAS PARA MÁQUINAS B: DOCUMENTAÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS PARA MÁQUINAS INCOMPLETAS Em comparação com as exigências da MRL 98/37/CE, ocorrem na parte A apenas algumas diferenças as quais são comentadas no Relatório KAN (consulte análise acima): Deverá ser observado que a composição das documentações técnicas pertinentes a todas agora ocorre através do mesmo processo (na antiga diretriz 98/37/CE, eram válidos outros processos para as máquinas do Anexo IV com teste de aprovação de tipo). O primeiro parágrafo esclarece o motivo das documentações técnicas. Agora são exigidas todas as documentações sobre a avaliação de risco. Esta é a alteração mais essencial em relação ao teor das documentações técnicas. (A diretriz 98/37/CE somente exige a descrição das soluções que foram escolhidas para evitar riscos). Comparar o recital 23. A nova EN ISO :2007 (Revisão da antiga EN 1050:1996) e o Relatório Técnico EN ISO :2007 irão compor importantes instrumentos para a elaboração da documentação e avaliação de riscos. Para máquinas incompletas a serem montadas em máquinas será exigida a declaração de integração e instrução de montagem. Exige-se também a declaração de conformidade CE para as máquinas montadas em outras máquinas ou outros produtos ( outros produtos são produtos que caem sob outras diretrizes as quais prevêem a declaração de conformidade CE). Nova é a exigência de uma cópia da declaração de conformidade CE. Relatórios relevantes e resultados deverão agora ser inseridos nas documentações. Na parte B as exigências são em grande parte repetidas (falta apenas a referência cruzada ao manual de instruções, o qual não é exigido deste modo para máquinas incompletas. Uma comparação à MRL 98/37 CE não é pertinente, uma vez que até agora a temática das máquinas incompletas se encontrava excluída. No comentário KAN (consulte a análise acima) também está apenas citado: Estas documentações (se refere à listagem sob Parte B), denominam-se documentações técnicas especiais para evitar uma confusão com as documentações técnicas para as máquinas. As documentações deverão ser elaboradas pelo fabricante de uma máquina incompleta, quando for(em) válida(s) e tiver(em) sido cumprida(s) uma ou mais exigências de proteção a saúde e segurança. A maioria das exigências são similares àquelas pertinentes às documentações técnicas de máquinas incompletas. Nota de rodapé: [1] A pergunta muitas vezes feita neste contexto, se as documentações deverão ser fornecidas junto com a máquina, deverá a continuar a ser respondida com NÃO! Caso isto seja desejo do cliente, deverá ser elaborado um contrato individual neste sentido. Do ponto de vista legal, estas documentações permanecem com o fabricante e são apenas designadas para a inspeção e o acesso por autoridades autorizadas Palavra chave Diagnosticador CE, respectivamente Procurador da Documentação

51 Comentário (3) Perguntas decisivas atuais e consecutivas da lei de máquinas européia e alemã [1] Alterações essenciais de máquinas Instalações de máquinas (conjunto de máquinas) Máquinas usadas Para os nossos leitores fora da Alemanha: a representação a seguir se refere a interpretações do modo que são representadas na Alemanha. Elas se baseiam em parte em documentos de interpretação oficiais, os quais também estão disponíveis na Comissão UE e que foram por ela observados. Contudo, em outros estados EEE poderão existir outras percepções, uma vez que as perguntas debatidas a seguir afetam o direito nacional e também permitem outras possibilidades de configuração Alterações essenciais e máquinas Na nova MRL 2006/42/CE, este tema também não é encontrado expressis verbis, uma vez que a diretriz ainda se refere basicamente a máquinas colocadas pela primeira vez em circulação na UE (respectivamente na EEE) ou máquinas colocadas em operação, isto significa que praticamente a novas máquinas e, como caso de exceção, a máquinas usadas (consulte também a análise acima), desde que tenham origem em outros países (e desde que tenham sido colocados pela primeira vez em circulação na UE, respectivamente EEE). Mas que possam existir exceções a esta regra, será agora sugerido juntamente com os comentários do Artigo 15 da diretriz no Guia à MRL 2006/42/CE (consulte também a análise acima). Para uma melhor compreensão sobre a citação a seguir (consulte a figura 1), é mencionado antecipadamente, que na diretriz 2009/104/CE tomada por referência, não se trata da MRL, mas da assim denominada diretriz da utilização dos meios de trabalho [2], a qual é direcionada ao empregador como diretriz social. Até o momento, tais exceções já puderam ser encontradas (por exemplo) no direito alemão, no contexto da implementação da diretriz de máquinas nos auspícios da lei de segurança de instrumentos produtos (GPSG). Para tanto existia e existe a noção da assim denominada Alteração Essencial, isto significa que neste caso uma máquina colocada em circulação, ou que se encontre respectivamente em operação, de acordo Article 15 Installation and use of machinery This Directive shall not affect Member States' entitlement to lay down, in due observance of Community law, such requirements as they may deem necessary to ensure that persons, and in particular workers, are protected when using machinery, provided that this does not mean that such machinery is modified in a way not specified in this Directive. 140 National regulations on the health and safety of workers The provisions of Directive 2009/104/EC are applicable to machinery in service in workplaces. This also applies whenever machinery is modified by the user during the course of its lifetime, unless the modifications are so substantial that the modified machinery must be considered as new machinery and be subject to a new conformity assessment according to the Machine Directive. Fig. 1 Teor do Artigo 15 e Guia à MRL 2006/42/CE com a diretriz atual de máquinas, também deveria ser totalmente requalificada, incluindo os seus antigos componentes. Deste modo também se recomenda - mesmo na era da nova MRL - utilizar um esquema de 1.6 Comentário: Perguntas decisivas atuais e consecutivas da lei de máquinas européia e alemã 53

52 Sim Não Reversível (baixa) Ferimento? (Dano material?) Irreversível (alto) Probabilidade? Alta Alteração Essencial? Novo risco/ aumento do risco Sim Inseguro? É possível dispositivo simples de separação? Alteração Essencial MRL 2006/42/EG Não Não Sim Baixa Sem alteração essencial A máquina é segura Sem alteração essencial Normalizar a segurança RL 2009/104/EG (BetrSichV) Abb. 2 Wesentliche Veränderung? Ja/Nein! decisão conhecido, conforme demonstrado no diagrama de fluxo acima (com base em um documento de interpretação governamental em relação a esta questão [3], sobre o qual o governo federal alemão e os estados da união já se entenderam no ano de 2000). Deverá ser observado ao documento de interpretação e ao diagrama de fluxo que é desejo expresso não chegar como via de regra na faixa Alteração essencial: Sim! Através do exposto leva-se em consideração que todas as exigências MRL atuais no caso de alterações de máquinas, em parte sob o ponto de vista da representatividade econômica não possam ser preenchidas. Porém, isto não significa que foi tolerada uma dimensão desproporcionalmente reduzida de segurança de máquinas. Na Alemanha, ao contrário, deverá então ser usada o decreto sobre saúde e segurança industrial (BetrSichV), a implementação nacional da diretriz de utilização de meios de trabalho 2009/104/ CE. Isto significa que as alterações em si devam ser realizadas de acordo com o estado da técnica, a menos que, em caso de exceção, existam não aceitabilidades técnicas ou econômicas expressas. Somente as partes da máquina não afetadas por alterações poderão permanecer sem contemplação (desde que elas correspondam pelo menos à implementação nacional da diretriz de utilização de meios de trabalho 2009/104/ CE, isto significa na Alemanha da BetrSichV). Com relação ao diagrama de fluxo, no caso de alterações de máquinas, pode se partir de três opções: 1. Não existe novo risco, respectivamente aumento de risco, de modo que a máquina poderá continuar a ser considerada como segura. 2. Existe um novo risco, respectivamente um aumento de risco, contudo as providências técnicas de segurança existentes são suficientes, de modo que a máquina poderá continuar a ser considerada como segura. 3. Existe um novo risco, respectivamente um aumento de risco e as providências técnicas de segurança existentes não são suficientes para tal. Na concepção do 3º caso, deverá então ser primeiramente constatado se é possível tornar a máquina novamente segura com dispositivos de segurança de separação, i.e. o risco não é aumentado perante a condição inicial segura (consulte para tanto também as análises acima) Por outro lado, tomando-se por base uma avaliação de risco, são novamente possíveis 2 constelações de casos: 1. O possível dano pessoal é reversível, ou eventualmente não se conta com um alto dano material. 2. O possível dano pessoal é irreversível, ou eventualmente deverá se contar com um alto dano material. No primeiro caso a alteração não deverá ser visualizada como essencial à lei alemã. No segundo caso deverá ser em primeira instância investigada a probabilidade da ocorrência deste dano o que acarreta novamente duas constelações de casos: 1. A probabilidade da ocorrência não é alta. 2. A probabilidade da ocorrência é alta. No primeiro caso a alteração também não deverá ser visualizada como essencial à lei alemã. No se caso existe uma alteração essencial e a máquina em questão deverá ser qualificada totalmente de acordo com a MRL atual Comentário: Perguntas decisivas atuais e consecutivas da lei de máquinas européia e alemã

53 Alterações essenciais de produtos Fig. 3 Informação do certificado de teste BG Se seguirmos o esquema, deverá ser adicionalmente mencionado, que a análise (conforme o diagrama de fluxo) que se assemelha a uma avaliação de risco do ponto de vista do teor, deverá de qualquer forma perfazer um trabalho de equipe e que requer documentação; que as alterações na técnica de segurança que possuem apenas a finalidade de aumentar a segurança da máquina, jamais poderão significar uma alteração essencial. Apenas o contrário, isto significa uma minimização da técnica de segurança (uma substituição para pior) poderá ser considerada uma alteração essencial no âmbito do esquema. que no círculo de técnicos é controversamente discutido, se a cura através de dispositivos de proteção simples de separação, não pode também ser obtida pela introdução de outros dispositivos de segurança, p. ex. através da montagem de dispositivos de segurança com trava ou de atuação sem contato. A última pergunta poderia ser respondida afirmativamente (mas teríamos então que responder sob responsabilidade própria), se novas fontes de risco sejam igualmente ou ainda melhor controladas com a montagem de outros dispositivos de segurança, e que as intervenções técnicas de controle pertinentes se movimentem na superfície do controle da máquina ou a seu largo. Assim, um dispositivo de segurança com atuação sem contato só pode ser considerado quando não existir o perigo de partes esvoaçantes e que os intervalos de segurança estejam corretos, ou que exista apenas um dispositivo de intertravamento quando existirem riscos de movimentos de reação. Naturalmente isto significa que aqui também se faz necessária uma correta avaliação de risco para o caso de querermos utilizar esta reinterpretação. Para os nossos leitores fora da Alemanha: A apresentação a seguir faz referência a interpretações conforme são representadas na Alemanha. Elas se baseiam em parte em documentos de interpretação oficiais, os quais também estão disponíveis na Comissão UE e que foram por ela observados. Contudo, em outros estados EEE poderão existir outras percepções, uma vez que as perguntas debatidas a seguir afetam o direito nacional e também permitem outras possibilidades de configuração. Instalações de Máquinas (Conjunto das Máquinas) O assim denominado conjunto de máquinas (e máquinas incompletas), por exemplo, instalações de máquinas, máquinas interconectadas, sistemas de produção integrados, entre outros, permanece inalterado no âmbito de validade da nova MRL (consulte o Anexo I, item ) e, deste modo, também as perguntas práticas associadas Conjunto das Máquinas Se máquinas ou partes de máquinas possuí-rem a finalidade de agir conjuntamente, deverão ser projetadas e construídas de tal forma que os dispositivos de desligamento, inclusive dos instrumentos e comando de parada de emergência não desliguem apenas a máquina, mas também todos os dispositivos associados, se de seu funcionamento adicional puder advir um risco. Esta temática requer também, especialmente sob três pontos de vista, uma consideração especial: (1) Responsabilidade total Quem é que assumirá a responsabilidade, caso uma instalação de máquinas (um conjunto de máquinas) não se originar de um único lugar, sendo que de um único lugar também pode significar, que máquinas (independente se completas ou incompletas) de terceiros fabricantes (inclusive máquinas de fabricação própria) sejam anexadas/interligadas? 1.6 Comentário: Perguntas decisivas atuais e consecutivas da lei de máquinas européia e alemã 55

54 Aqui se faz necessária, preferencialmente de modo antecipado, a indicação de um empresário geral (um integrador de sistemas), que seja responsável pela conformidade MRL da instalação total (isto significa a capacidade de integração) além da conformidade MRL introduzida das respectivas má-quinas individuais. Caso a pergunta sobre a responsabilidade total não for regulamentada, em caso de dúvida, de acordo com a MRL, o vendedor de máquinas assumirá a responsabilidade. (2) Mixtum compositum de diferentes estados da técnica Em relação a [1] é provável que em uma nova composição de máquinas seja frequente que a mesma não seja apenas composta por máquinas novas. É bem provável que a regra seja a inclusão de máquinas ou máquinas incompletas de anos de construção mais antigos. Aqui se questiona como será avaliada a incorporação de um estado anterior da técnica (de segurança) no tocante às exigências MRL feitas a instalações de máquinas. Similar à frase sobre o fato de existir ou não uma alteração essencial em uma máquina (consulte a análise acima), esta frase também não poderá se claramente respondida. Em primeira instância vale o direito adquirido para as máquinas de conformidade CE de anos de construção mais antigos. Isto significa que as máquinas que eram consideradas seguras no momento X, de acordo com as exigências da MRL então válida, permanecem seguras. Mas o direito adquirido também vale para as clássicas máquinas antigas, para máquinas antes do período da MRL, ou seja: tais máquinas antigas poderão, por via de regra, ser integradas a novas instalações de máquinas no estado em que se encontrem. Contudo, a condição para tal é que correspondam a implementação nacional individual da diretriz 2009/104/CE, na Alemanha à BetrSichV, Anexo 1, respectivamente aos regulamentos de prevenção de acidentes de De qualquer modo, a performance de integração (a agregação) a partir da interface máquina antiga [isto significa a) Máquina antiga no sentido clássico antes da era da MRL e b) Máquinas CE, contudo fabricadas também de acordo com um estado da técnica prévio de um MRL] deverá ocorrer sob referência ao estado atual da MRL. Ou seja, o empreiteiro principal (o integrador do sistema) o qual também neste caso deverá ser indicado (antecipadamente) por razões lógicas, certifica a conformidade CE da função de integração. Talvez devessem ser citadas para máquinas antigas as exigências não realizáveis de diretrizes relevantes do mercado interno em uma folha anexa à declaração de conformidade CE. Mas também aqui existem novamente exceções à regra (consulte Guia MRL 2006/42/CE, 39): If the replacement or the addition of new constituent units has a substantial impact to the operation or the safety of the assembly as a whole or involves substantial modifications of the assembly, it may be considered as a new assembly to which the Machinery Directive must be applied. Em caso de dúvidas vale a recomendação de incluir as autoridades de supervisão ou similares na decisão. Ä (3) Instalação de Máquinas Sim!/Não! Porém, uma pergunta fundamental a qual também parece ser feita com frequência é quando a integração de máquinas forma uma instalação de máquinas (uma unidade de máquinas) e quando não. Para esta questão também já existe há algum tempo um documento de interpretação (atualmente se encontra em revisão) [4]. Neste documento se faz referência aos assim denominados riscos condicionados à conjunção. De acordo com o mesmo não existe um conjunto de máquinas em termos da MRL, quando em um complexo total composto por máquinas de funcionamento independente, estas estejam de fato ligadas de modo técnico funcional e de controle, mas que não formem uma unidade do ponto de vista técnico de segurança no sentido acima citado. Este fato ocorre, quando não ocorrerem riscos, ou apenas riscos insignificantes nas interfaces/pontos de transferência entre as máquinas individuais em função da conexão (máquinas de concatenação mínima). Contudo, se no processo forem integradas máquinas in Comentário: Perguntas decisivas atuais e consecutivas da lei de máquinas européia e alemã

55 1º passo (integração funcional existente?): A integração funcional é caracterizada pelo fato de que máquinas técnicas funcionais sejam integradas formando uma unidade técnica de produção de modo a alcançar uma meta conjunta. Caso não exista tal integração, não se trata de uma unidade de máquinas no sentido da MRL e não ocorre declaração de conformidade CE para a unidade completa, mas apenas para as máquinas individuais. 2º passo (integração técnica de controle existente?): Não havendo integração funcional do modo anteriormente descrito, deverá ser analisado se as máquinas se encontrem integradas através de um controle superior e se dispositivos de comando comuns estejam interligados entre si. Um controle superior garante o funcionamento da máquina como uma unidade. Portanto, o controle é essencial e permite a atuação conjunta das máquinas individuais e subsistemas. Caso não exista tal integração técnica de controle, não se trata de uma unidade de máquinas no sentido da MRL e não ocorre declaração de conformidade CE para a unidade completa, mas apenas para as máquinas individuais. 3º passo (integração técnica de segurança necessária?): Caso ocorra um risco na máquina, que possa causar risco a outras máquinas da instalação através da integração funcional ou técnica de controle acima descritas, não necessárias medidas técnicas de segurança relacionadas à instalação total. Neste caso fala-se de uma integração técnica de segurança. A entrega da declaração de conformidade CE deverá ser entregue para a instalação total. Caso, em função da atuação conjunta de máquinas individuais, a transferência de riscos de uma destas máquinas às outras máquinas, ou a incidência de novos riscos nestas outras máquinas não for possível, uma integração técnica de segurança não é necessária. As máquinas que se encontram interligadas deste modo poderão ser consideradas como máquinas individuais. Fig. 4 Esquema de decisão do documento de interpretação Conjunto de Máquinas completas, trata-se por via de regra de um conjunto de máquinas. Instalação M 1 + M 2 + M n As assim denominadas máquinas de interconexão marginal podem continuar a ser consideradas individuais do ponto de vista técnico de segurança. Neste caso, as medidas de segurança de acordo com a MRL serão apenas pertinentes à máquina individual. Para os outros casos (em riscos causados pela interconexão) valem as exigências conforme acima descrito sob (1) e (2). 1º passo 2 passo Disponível a integração funcional? Sim Disponível a integração técnica de controle? Não Não Declaração de conformidade e caracterização CE das máquinas individuais Para a avaliação serve o diagrama de fluxo de acordo com a Figura 5, em cujo processo é pressuposta a correlação espacial. 3 passo Sim Disponível a integração técnica de segurança? Não Informações complementares e adicional com completo do tema Conjunto de Máquinas também estão contidas no Guia à MRL 2006/42/CE, especialmente os comentários ao item do Anexo I sob os 38 e 39, que não retratamos aqui em sua totalidade em função da falta de espaço. Sim Declaração de conformidade e caracterização CE da instalação total Fig. 5 Diagrama de Fluxo para a avaliação de riscos causados pela integração consulte também a Figura Comentário: Perguntas decisivas atuais e consecutivas da lei de máquinas européia e alemã 57

56 Para os nossos leitores fora da Alemanha: A apresentação a seguir faz referência a interpretações conforme são representadas na Alemanha. Elas se baseiam em parte em documentos de interpretação oficiais, os quais também estão disponíveis na Comissão UE e que foram por ela observados. Contudo, em outros estados EEE poderão existir outras percepções, uma vez que as perguntas debatidas a seguir afetam o direito nacional e também permitem outras possibilidades de configuração. Máquinas usadas Máquinas usadas as quais já tenham sido colocadas em circulação na UE, também não estão sujeitas às exigências de acordo com a nova MRL. Atualmente (adicionalmente) não existe a intenção de tornar o tema Máquinas Usadas objeto de uma diretriz de mercado interno própria, como já havia sido discutido anteriormente há alguns anos atrás. Sob quais aspectos técnicos de segurança as máquinas usadas (UE) deverão ser consideradas é regulamentado (indiretamente) através da Diretriz CE de utilização de meios de produção 2009/104 CE, respectivamente (de modo direto) a sua implementação à legislação nacional individual dos estados membros. Isto, em se tratando de uma diretriz social, poderá extrapolar as exigências da diretriz 2009/104 CE. Na Alemanha as máquinas usadas foram primeiramente citadas (literalmente) na GPSC (Lei de segurança de instrumentos e produtos), a qual entrou em vigor em Também aqui ocorre novamente uma referência ao BetrSichV na qualidade de implementação nacional na diretriz de utilização de meios de produção. Isto significa: máquinas usadas que correspondam a esta classe, ou a estes regulamentos em preenchem as exigências necessárias. Convertido a alguns exemplos de casos, obtém-se o segundo quadro: Máquinas usadas, 1º exemplo de caso Uma máquina usada, ano de fabricação anterior a 1993 será revendida inalterada dentro da República Federal da Alemanha. Situação Legal conforme GPSG: De acordo com 4 (3) GPSG é decisiva em relação à primeira colocação em circulação na Alemanha. Exigência à aquisição: Estas máquinas dispõem da graça do nascimento prematuro. Frequentemente também é usado o termo não muito correto da preservação do status quo em relação a estas máquinas, uma vez que ainda poderão corresponder às então válidas determinações para a prevenção de acidentes, mas que devem ao menos corresponder ao Anexo I da BetrSichV, isto significa que deverão eventualmente ser reequipadas através do vendedor sob este ponto de vista. Meta de proteção legal: A máquina deverá ser segura. Uma caracterização CE não é necessária Sim 4 (1) Exemplo: máquinas de acordo com MRL Novo Abrangido pela GPSGV? Produto Produto Não 4 (2) Exemplo: máquinas de empréstimo A máquina deverá ser segura Usado Meio de produção técnico Sim Abrangido pela GPSGV? Situação legal por ocasião da primeira colocação em circulação na EEE 4 (1) Exemplo: Máquina de terceiros países (Estado de Modernização MLR) Esta lei não é válida para a colocação em operação e exposição de produtos usados, desde que o colocador em operação, informe suficientemente a outra parte sobre as condições. Não Situação legal por ocasião da primeira colocação em circulação na Alemanha 4 (2) Exemplo: Máquina EEE ( A máquina deverá ser segura ) Fig. 6 Lei de segurança de instrumentos e produtos, 4: colocação em circulação e exposição Comentário: Perguntas decisivas atuais e consecutivas da lei de máquinas européia e alemã

57 Máquinas usadas, 2º exemplo de caso Uma máquina usada, ano de fabricação anterior a 1993 será revendida inalterada de um país antigo para a República Federal da Alemanha. Situação Legal conforme GPSG: De acordo com 4 (3) GPSG é decisivo o momento da primeira colocação em circulação na Alemanha. Exigência à aquisição: A máquina deverá corresponder pelo menos ao Anexo I da BetrSichV. Meta de proteção legal: A máquina deverá ser segura. Uma identificação CE não é necessária. Máquinas usadas, 3º exemplo de caso Uma máquina usada com caracterização CE, ano de fabricação após 1993 será revendida inalterada de um país antigo para a República Federal da Alemanha. Situação Legal conforme GPSG: De acordo com 4 (3) GPSG é decisivo o momento da primeira colocação em circulação na Alemanha. Exigência à aquisição: Como a máquina já se encontra em circulação na EEE e ter sido colocada em operação, ela deverá corresponder a diretriz de máquinas 89/392/CEE (98/37/CE) válida por ocasião da primeira colocação em operação, ou futuramente 2006/42/CE. Isto de-verá ser o caso em função da identificação CE. Somente máquinas usadas que tenham sido importadas de terceiros países fora da EEE, eventualmente também sejam re-importadas, deverão ser consideradas e tratadas como máquinas novas da MRL. Máquinas usadas, 5º exemplo de caso Uma máquina usada, será introduzida sem alterações de um país não membro da EEE (p. ex. Japão, Canadá, Turquia) na República Federal da Alemanha. Neste caso o ano de fabricação não é importante. Situação Legal conforme GPSG: De acordo com 4 (3) GPSG é decisivo o momento da primeira colocação em circulação na área comercial européia. A identificação CE deverá ser considerada. Exigência à aquisição: A qualidade da máquina deverá corresponder às exigências básicas de saúde e segurança de acordo com o Anexo I da diretriz de máquinas 2006/42/CE. No investimento de tais máquinas de terceiros países o âmbito geral deverá ser bem analisado, de modo a verificar se uma necessária atualização às condições da diretriz de máquinas poderá ser justificada do ponto de vista técnico e de custos. De qualquer modo aconselha-se o seguimento das seguintes sugestões: Máquinas usadas, 4º exemplo de caso Uma máquina usada será transferida de modo inalterado de um dos novos países EEE ((Estônia, Lituânia, Malta, Polônia, Eslovênia) para a República Federal da Alemanha após Situação Legal conforme GPSG: De acordo com 4 (3) GPSG é decisivo o momento da primeira colocação em circulação na Alemanha. Exigência à aquisição: Consulte o caso nº 2. Meta de proteção legal: A máquina deverá ser segura. Uma identificação CE não é necessária Antes da compra verificar a situação técnica de segurança da máquina elaborar as modificações no vendedor, respectivamente no usuário atual, ou confirmação escrita das necessidades de aquisição para a colocação em operação Resumo Em virtude da complexidade da temática acima citada, não foi possível evitar simplificações e rusticidades, isto significa que o detalhe deverá ser eventualmente relido e reelaborado de modo a verificar como situações de conflito poderão ser implementadas legalmente na prática. A meta e o objetivo deste resumo foi buscar estímulos neste sentido. 1.6 Comentário: Perguntas decisivas atuais e consecutivas da lei de máquinas européia e alemã 59

58 Eventualmente se sugere também fazer consulta às autoridades de inspeção individuais (na Alemanha, por exemplo, com os (as) funcionários(as) de associações comerciais). Comentário: Lei de Segurança e Saúde no Trabalho A Lei de Segurança e Saúde no Trabalho (BetrSichV) é a implementação alemã da diretriz de uso de meios de trabalho 2009/104/CE e regulamenta na Alemanha a disponibilização de meios de trabalho, bem como a operação de instalações que requerem monitoramento no sentido da proteção do trabalho. Os módulos básicos deste conceito são: uma avaliação de risco uniforme dos meios de trabalho uma avaliação técnica de segurança para a operação de instalações que requerem monitoramento Estado da Arte como medida de segurança uniforme e especificado em assim denominas Regras Técnicas para a Segurança do Trabalho TRBS) Providências de proteção e inspeções adequadas Exigências mínimas para a criação de meios de trabalho (de acordo com BetrSichV, Anexo I), desde que não estejam determinadas pelas diretrizes UE de mercado interno. Úteis neste contexto também são listas de verificação para a avaliação se as máquinas correspondem às exigências mínimas, do modo como foram, por exemplo, publicadas por associações de trabalho (vide exemplo na ilustração 7 [5]): Notas de rodapé: [1] Estas observações se baseiam nas conferências de Alois Hüning (TAP da Metallund Maschinenbau-BG e Supervisor do departamento de Segurança de Máquinas ) nos eventos de conferências da Schmersal/ Elan. [2] Ao invés do conceito Diretriz da utilização de meios de trabalho ( Diretriz de meios de segurança do trabalho ) existe atualmente também o conceito Diretriz de meios de segurança do trabalho. Contudo, o título correto da diretriz 2009/104/CE é Diretriz relativa às prescrições mínimas de segurança e de saúde para a utilização pelos trabalhadores de equipamentos de trabalho no trabalho. Com relação à antecessora 89/655/CEE, bem como complementos adicionais, havia se firmado a terminologia Diretriz de uso de meios de segurança, mas parece não ser mais usada para a edição codificada 9009/104/ CE. Contudo, nós mantemos a forma reduzida anterior. A diretriz acima é uma diretriz individual no sentido da assim denominada diretriz de segurança do trabalho 89/391/ CEE sobre a elaboração de medidas pa- -ra a otimização da proteção da saúde e segurança dos empregados no trabalho. Outras diretrizes individuais se referem, por exemplo, aos locais de trabalho, atmosfera (1999/92/CE), substâncias etc. [3] Publicação da BMA de 7 de setembro de 2000 Referência IIIc Download: download/bgp_info/pdf/info13.pdf [4] Publicação da BMA de 10 de março de 2006 Referência IIIb Download: info/13_bg-pruefzert-info.pdf [5] No original do Engº Dipl. Rolf Reudenbach, Supervisor do departamento Sistemas de produção Flexíveis da Maschinenbau- und Metallberufsgenossenschaft. Download p. ex.: checkliste_arbeitsmittel.pdf Fig. 7 Exemplo de uma lista de verificação Comentário: Perguntas decisivas atuais e consecutivas da lei de máquinas européia e alemã

59 Alterações futuras nas diretrizes da União Européia (EU) Somente agora, para ser preciso: a partir de 29 de dezembro de 2009 é que a nova versão da diretriz de máquinas MRL 2006/42/CE entrou em vigor, e já se houve falar de alterações previstas. Isto não significa a inclusão de máquinas de aplicação de pesticidas na área de validade da MRL, a qual entrará em vigor através da diretriz complementar 2009/127/CE a partir de 15 de dezembro de Trata-se em primeira instância de uma adequação da MRL 2006/42/CE (e uma série de outras diretrizes de mercado interno) ao assim denominado New Legislative Framework (NLF), (Novo Quadro Legislativo) às vezes também denominado sem seriedade de New New Approach [1]. Com base neste background já se trabalha na Alemanha, entre ou-tros, em uma adequação da Lei de segurança de instrumentos e produtos GPSG, a qual é responsável pela implementação nacional da maioria das diretrizes de mercado interno UE [2]. De que se trata? No sentido amplo se trata de um regulamento unificado da comprovação de conformidade (da avaliação de conformidade) para os diversos produtos, para os quais existem normas nacionais internas na UE (p. ex. diretriz de máquinas, baixa tensão, instrumentos de pressão, ATEX ou EMV). É possível acontecer atualmente, por exemplo, que em circunstâncias comparáveis à introdução de produtos sob responsabilidade própria de fabricantes (Módulo A do documento módulo 93/465/EEC com diferentes processos de teste e certificação de produtos [3]) valham diferentes regulamentos na diretriz de baixa voltagem e na diretriz de máquinas, p. ex. quem é que pode emitir ou apor uma identificação CE. Inicialmente pensava-se em fazer a adequação do New Legislative Framework (NFL) no assim deno-minado Processo Antológico, legalmente no escopo de uma diretriz de alteração. Entrementes, conforme comunicação da ZVEI (Zentralverband Elektrotechnik- und Elektronikindustrie e.v.) o departamento jurídico da Comissão Européia emitiu parecer contrário a esta deliberação do Diretoria Geral.... As alterações da diretriz são consideradas muito sérias para elaborá-las em uma diretriz de alteração. Agora no assim denominado processo de reforma, cada diretriz recebe o seu próprio veículo (isto não significa nada além do fato de que será revisada). Portanto deveremos aguardar o que acontecerá em particular com relação a MRL 2006/42/CE; caso se torne relevante e caso se tratar apenas de alterações mais ou menos formais ou se a revisão também conduzir a alterações substanciais. A última demanda por alterações substanciais subentende-se em especial perante o background de que no documento em questão (determinação 768/2008/CE) existe um passo que diz: As exigências principais (aqui se refere às exigências básicas de saúde e segurança feitas a um produto) deverão ser feitas com tal precisão, que sejam legalmente obrigatórias. Elas deverão ser formuladas de tal forma que possa ser avaliado se foram obedecidas, ainda que faltem normas harmonizadas ou o fabricante tenha decidido não aplicar uma norma harmonizada. A extensão na qual tais exigências devam ser mantidas depende das realidades dos setores individuais. Naturalmente é possível discutir sobre este critério se analisarmos o Anexo I da MRL 2006/42/ CE. Comunicado Oficial A própria comissão UE, que iniciou o NLF apresenta a seguinte observação sobre a sua intenção: 1.7 Alterações futuras nas diretrizes da União Européia (EU) 61

60 The New Legislative Framework, the modernisation of the New Approach for marketing of products, was adopted in Council on 9 July 2008 and finally published in the Official Journal on 13 August This broad package of measures which has the objective of removing the remaining obstacles to free circulation of products represents a major boost for trade in goods between EU Member States. It will bring particular benefits for small and medium sized enterprises (SMEs), who will no longer be discouraged from doing business outside their domestic markets. Existing market surveillance systems for industrial products will be strengthened and aligned with import controls. These measures will reinforce the role and credibility of CE marking. In addition, trade in goods which do not fall under EU-legislation will be improved. From now on a Member States that intends to refuse market access will have the duty to talk to the enterprise and to give detailed objective reasons for any possible refusal, making life for companies easier. The package of measures will have an impact on a large number of industrial sectors, representing a market volume of around 1,500 billion a year. The objective of the package is to facilitate the functioning of the internal market for goods and to strengthen and modernise the conditions for placing a wide range of industrial products on the EU market. The package builds upon existing systems to introduce clear Community policies which will strengthen the application and enforcement of internal market legislation. It: Introduces better rules on market surveillance to protect both consumers and professionals from unsafe products, including imports from third countries. This particularly applies to procedures for products which can be a hazard for, health or the environment for instance, which in such a case will be withdrawn from the market; Enhances the confidence in and quality of conformity assessments of products through reinforced and clearer rules on the requirements for notification of conformity assessment bodies (testing, certification and inspection laboratories) including the increased use of accreditation; a reinforced system to ensure that these bodies provide the high quality services that manufacturers, consumers and public authorities need; Enhances the credibility and clarifies the meaning of CE marking. In addition the CE marking will be protected as a community collective trade mark, which will give authorities and competitors additional means to take legal action against manufacturers who abuse it; Establishes a common legal framework for industrial products in the form of a toolbox of measures for use in future legislation. This includes provisions to support market surveillance and application of CE marking, amongst other things and it sets out simple common definitions (of terms which are sometimes used differently) and procedures which will allow future sectoral legislation to become more consistent and easier to implement. The provisions are split for legal reasons, but must be considered in parallel, as they are fully complementary and together form the basis of consistent legal framework for the marketing of products. The provisions of the Decision will be fed into existing Directives as and when they are revised in effect, it is a basis for future regulation. The package also strengthens the internal market of a wide range of other products, which are not subject to EU harmonisation, such as various types of foodstuffs (for example bread and pasta), furniture, bicycles, ladders and precious metals, etc. Together they represent more than 15% of intra EU trade in goods. The new mutual recognition Regulation covers such products. Fig. 1 Observação da Comissão UE ao NLF Orientação antecipada Em particular, já é possível se orientar na sequên-cia sobre alguns aspectos da NLF (consulte em especial Importador e Comerciante ), sendo que nos baseamos em uma declaração da Câmara Comercial de Koblenz: Alterações futuras nas diretrizes da União Européia (EU)

61 Teores do New Legislative Framework Em relação a diretrizes futuras, respectivamente para a revisão de diretrizes existentes vale agora a resolução 768/2008/CE. Ela contém entre outros princípios comuns e determinações de VOM EUROPÄISCHEN PARLAMENT UND VOM RAT GEMEINSAM ANGENOMMENE ENTSCHEIDUNGEN UND BESCHLÜSSE amostra [4] para a utilização em todos os atos legais setoriais (p. ex. da diretriz de máquinas, BESCHLUSS Nr. 768/2008/EG DES EUROPÄISCHEN PARLAMENTS UND DES RATES vom 9. Juli 2008 diretriz de produtos médicos, entre outros). über einen gemeinsamen Rechtsrahmen für die Vermarktung von Produkten und zur Aufhebung des Beschlusses 93/465/EWG des Rates Dependendo do produto, o legislador poderá (Text von Bedeutung für den EWR) futuramente escolher os processos necessários entre os diferentes módulos pertinentes à DAS EUROPÄISCHE PARLAMENT UND DER RAT DER EURO- PÄISCHEN UNION avaliação de conformidade, que deverão em seguida ser adotados sem alterações. Esta determinação forma uma estrutura geral abrangente de de- gestützt auf den Vertrag zur Gründung der Europäischen Gemeinschaft, insbesondere auf Artikel 95, geltende Rechtsvorschriften dar. auf Vorschlag der Kommission, terminações legais para determinações legais para a harmonização do mercado interno e contém ainda diversas definições claras para determinadas noções 1 ), nach Stellungnahme des Europäischen Wirtschafts- und Sozialausschusses ( básicas. Até então as determinações legais nach Anhörung des Ausschusses der Regionen, sobre a livre circulação de mercadorias utilizavam uma série de noções, as quais em parte não estavam ou se encontravam definidas de modo diverso, de modo que não contribuíram 2 ), gemäß dem Verfahren des Artikels 251 des Vertrags ( com a clareza legal. L 218/82 DE Amtsblatt der Europäischen Union in Erwägung nachstehender Gründe: für die Überarbeitung oder Neufassung dieser Rechtsvorschriften zu bieten. Dieser Beschluss stellt somit einen allgemeinen horizontalen Rahmen für künftige Rechtsvorschriften zur Harmonisierung der Bedingungen für die Vermarktung von Produkten und einen Bezugspunkt für (3) Dieser Beschluss enthält Musterbestimmungen mit Begriffsbestimmungen und allgemeinen Verpflichtungen für die Wirtschaftsakteure und einem Spektrum von Konformitätsbewertungsverfahren, aus denen der Gesetzgeber das am besten geeignete auswählen kann. Ferner werden in ihm die Vorschriften für die CE-Kennzeichnung festgelegt. Darüber hinaus umfasst er Musterbestimmungen für die Anforderungen, die von Konformitätsbewertungsstellen zu erfüllen sind, damit sie der Kommission als für die Durchführung der jeweiligen Konformitätsbewertungsverfahren kompetent notifiziert werden können, sowie für die Notifizierungsverfahren. Zusätzlich bietet der Beschluss Musterbestimmungen für Verfahren, die im Fall gefährlicher Produkte zu befolgen sind, um die Sicherheit auf dem Markt zu gewährleisten. (1) Die Kommission veröffentlichte am 7. Mai 2003 eine O futuro papel das empresas Mitteilungan den Rat und das Europäische Parlament mit dem Titel Verbesserte Umsetzung der Richtlinien des Na resolução ainda se acham descritas obrigações gerais neuen aos Konzepts. atores In seiner Entschließung econômicos vom 10. November 2003 ( 3 ) erkannte der Rat die Bedeutung des neuen - estes são representados Konzepts als zweckmäßiges und effizientes Rechtsetzungsmodell an, determinadas das technologische Innovation ermöglicht instruções und quanto betreffen, sicherzustellen. à identificação pelos fabricantes, importadores e comerciantes bem como die Wettbewerbsfähigkeit der europäischen Industrie stärkt, und er bekräftigte zudem, dass seine Grundsätze auf weitere CE. Todos os atores econômicos integrados na cadeia de Bereiche fornecimento angewendet werden sollten, e wobei venda, er gleichzeitigdeverão tomar as medidas darauf hinwies, dass ein präziserer Rahmen für die Konformitätsbewertung, Akkreditierung und Marktüberwachung zu schaffen que sei. estejam em conformidade com as deter- cabíveis para garantir que só cheguem produtos no mercado minações legais. Espera-se tanto dos importadores quanto (2) Dieserdos Beschlusscomerciantes enthält gemeinsame Grundsätze que und observem atentamente as Musterbestimmungen, die in allen sektoralen Rechtsakten angewendet werden sollen, um eine einheitliche Grundlage exigências válidas quando colocarem produtos em circulação ou os ofereçam à venda. ( 1 ) ABl. C 120 vom , S. 1. ( 2 ) Stellungnahme des Europäischen Parlaments vom 21. Februar 2008 (noch nicht im Amtsblatt veröffentlicht) und Beschluss des Rates (4) Werden Rechtsvorschriften erstellt, die ein Produkt betreffen, das bereits anderen gemeinschaftlichen Rechtsakten unterliegt, so müssen diese berücksichtigt werden, um die Kohärenz aller Rechtsvorschriften, die dasselbe Produkt (5) Allerdings kann aufgrund besonderer Bedürfnisse eines Sektors die Wahl auch auf andere Rechtsetzungslösungen fallen. Dies ist insbesondere der Fall, wenn es in einem Sektor bereits ein spezifisches umfassendes Rechtssystem gibt, wie etwa im Bereich der Futter- und Nahrungsmittel, der Kosmetik- und Tabakprodukte, der gemeinsamen Marktorganisationen für Landwirtschaftsprodukte, der Pflanzengesundheit und des Pflanzenschutzes, des menschlichen Blutes und Gewebes, der Human- und Tierarzneimittel und Chemikalien, oder wenn die Bedürfnisse des Sektors eine spezifische Anpassung der gemeinsamen Grundsätze und Musterbestimmungen erfordern, wie etwa im Bereich von Medizinprodukten, Bauprodukten oder Schiffsausrüstungen. Diese Anpassungen können sich auch vom 23. Juni Na resolução está prevista uma clara e relativa distribuição das obrigações, que incide sobre cada ator individual de acordo com o seu papel no processo de fornecimento e venda. Como determinadas tarefas somente ( 3 ) ABl. C 282 vom , S. 3. auf die Module gemäß Anhang II beziehen. poderão ser elaboradas pelo fabricante, se diferencia claramente entre o fabricante e os atores a jusante da cadeia de vendas, como p. ex. o importador e o comerciante. Como o fabricante conhece o processo de desenvolvimento e fabricação em todas as suas particularidades, ele é a pessoal com a melhor classificação para a elaboração do completo processo de avaliação de conformidade. A avaliação da conformidade, portanto, continuará no futuro a ser exclusivamente de responsabilidade do fabricante. Caso o importador introduzir produtos de terceiros países para a UE, então ele deverá se certificar que estes produtos estão em conformidade com as exigências vigentes na UE. O importador assume a responsabilidade pelo fato de que os produtos introduzidos no mercado estão de acordo com as exigências e não apresentam risco. Ele deverá verificar se o processo de avaliação da conformidade foi elaborado, e que a identificação do produto, bem como as documentações elaboradas pelo fabricante estejam disponíveis para as autoridades de monitoramento. O importador deverá ainda indicar o seu nome e o seu endereço de contato no produto. O comerciante deverá tomar providências para que o seu manuseio com o produto não influencie negativamente a conformidade do produto, isto significa que ele não poderá efetuar quaisquer alterações no produto. Um importador, comerciante etc., que colocar em circulação um produto sob o seu próprio nome ou marca, ou que altere um produto de forma que isto exerça influência sobre a sua conformidade de acordo com as exigências vigentes, é considerado fabricante (quase fabricante), de modo que deverá assumir as obrigações do fabricante. Aliás, esta interpretação já é atualmente válida. Fig. 2 Comunicado da Câmara de Comércio Industrial de Koblenz ao NLF 1.7 Alterações futuras nas diretrizes da União Européia (EU) 63

62 Órgãos de notificação e monitoramento do mercado Paralelo à resolução acima mencionada, a qual só deverá ser introduzida em diretrizes futuras, se encontra o regulamento (CE) 765/2008 com determinações quanto ao credenciamento e monitoramento de mercado, as quais vigorarão a partir de diretamente nos estados membros. Dependendo do risco, determinados produtos deverão ser inspecionados através de um órgão independente de avaliação da conformidade, um assim denominado organismo notificado. Contatou-se, porém, que os critérios contidos nas diretrizes individuais que devem ser cumpridos pelos órgãos de conformidade, não são suficientes para garantir um alto nível de performance uniforme em toda a UE do organismo notificado. Por este motivo exigências compulsórias já deveriam ter sido feitas aos órgãos de avaliação de conformidade há muito tempo. Esta lacuna agora se fecha. Os estados membros são responsáveis por um forte e eficiente monitoramento de mercado em território soberano. As autoridades de monitoramento de mercado deverão estar providas com amplos e suficientes poderes e recursos. Por este motivo o papel do monitoramento de mercado será intensificado através do novo regulamento. Finalmente, o regulamento (CE) acima possuirá a função de proteger a identificação CE contra o mau uso. Fig. 2 Comunicado da Câmara de Comércio Industrial de Koblenz ao NLF (continuação) Notas de rodapé: [1] Com a Nova Abordagem se indica que as diretrizes de produtos oriundas desta base se limitam a exigências básicas em geral mantidas, as assim denominadas Exigências Básicas. A concretização técnica em si e interpretação dos teores se dá de acordo com a normatização européia, com a vantagem de que o usuário da norma correspondente goza da vantagem legal (de ter agido corretamente). [2] Diretrizes do mercado interno: Diretrizes CE, que regulamentam as exigências da consistência (mínima) em relação às exigências de saúde e segurança de produtos e o processo de comprovação da conformidade pertinente. [3] Consulte também (Blue) Guide to implementation of directives based on the New Approach and the Global Approach. [4] Com a determinação de amostras se faz alusão à definição uniforme das exigências mínimas amplas para todas as diretrizes deste tipo (a começar pelas determinações terminológicas sobre obrigações dos atores comerciais [fabricantes, procuradores, comerciantes, etc.] até a suposição de conformidade, e similares Alterações futuras nas diretrizes da União Européia (EU)

63 Na comparação: Exigências não européias quanto à segurança de máquinas [1] Com o objetivo da redução de barreiras comerciais da livre troca de mercadorias, as quais se distinguem no processo através de um alto nível de segurança criou-se com as diretrizes da UE no âmbito da área econômica européia (EEE) [2] um sistema único, o qual se distingue em parte significativamente de regulamentos vigentes em outros países do mundo. Fabricantes de Máquinas são obrigados A primeira diferença consiste no fato de que na Europa EEE os fabricantes de máquinas já são obrigados pelo legislador a observar determinadas exigências de segurança na construção e montagem das máquinas, enquanto que em outras regiões do mundo, por via de regra, os comerciantes de máquinas é que são responsabilizados. O fato de incluir os fabricantes de máquinas na responsabilidade deveu-se ao raciocínio de que a relação custo/eficiência da técnica de segurança de uma máquina pode ser configurada de modo muito mais favorável durante o desenvolvimento do produto do que adequá-la posteriormente e atualizá-la. A superação deste obstáculo acarreta também muitas vezes na prática, que compradores de máquinas afetados de países fora do EEE, transferem no todo ou em parte as suas obrigações no tocante ao contrato de compra já antecipadamente aos vendedores do fornecimento de máquinas. As exigências a serem observadas estão sujeitas ao direito nacional pertinentes de um estado e de acordo com a natureza se diferem tanto no âmbito formal e contextual dos pontos de vista a serem observados, como também na profundidade dos regulamentos individuais. A isto se somam sanções diferenciadas no caso da não observação de exigências ou em compromissos de responsabilidade no caso de acidentes, mas também diferenças no tratamento e intensidade do follow-up através dos órgãos estatais e autoridades de inspeção. Eventualmente poderá ainda ocorrer, que determinadas certificações de produtos deverão estar disponíveis de modo a utilizar um produto. Embora de acordo com as regras do jogo da Organização Mundial do Comércio (OMC), as certificações de produtos devam se referir aos produtos de todos os ofertadores do mercado, independente se são importados ou fabricados no próprio país, poderá ser mais difícil e finalmente também mais caro ao exportador, já por motivos de comunicação, obter uma certificação de produto. 1.8 Na comparação: Exigências não européias quanto à segurança de máquinas 65

64 Fora da Europa vale o direito nacional pertinente Caso formos obrigados pelo nosso cliente, ou por outro motivo, por exemplo, através de obrigações de certificação governamentais ou parcialmente governamentais, é tarefa do fabricante exportador da máquina elaborar o correspondente processo de liberação, e comparar as exigências das próprias provisões e normas, por exemplo, com as provisões e normas européias. Em geral estas divergem entre si, de modo que devem ser obrigatoriamente previstos custos adicionais para a elaboração e liberação. Além do exposto também deverão ser esclarecidas as provisões quanto à responsabilidade dos produtos nos países individuais, de modo a estar devidamente equipado em caso de danos. Pois finalmente são estas as informações que influenciam o sucesso de mercado e sobre o tempo de comercializar. Nova Abordagem da UE Uma segunda importante diferença em comparação com as exigências de outros lugares na área dp EEE é o sistema da Nova Abordagem [3] com o princípio da suposição de conformidade e, se ignorarmos determinadas exceções (consultar a análise acima), a declaração própria da conformidade (sob responsabilidade própria). Como representativas para as exigências da Nova Abordagem são aqui citadas as seguintes diretrizes CE relacionadas à segurança: 2006/95/CE (diretriz de baixa voltagem) 2004/108/CE (Diretriz EMV) 98/37/CE, ou sua substituta 2006/42/CE (Diretriz de Máquinas) Quando os produtos e equipamentos abrangidos pela nova concepção estiverem de acordo com as exigências básicas, de modo que tenha sido absolvido com êxito o processo de avaliação de conformidade correspondente e emitida uma declaração de conformidade CE, bem como inserida uma identificação CE, estes produtos e equipamentos poderão participar do livre trânsito no EEE. No mercado global esta circunstância poderá por vezes diferir totalmente. A identificação CE é uma exigência legal, que é apenas válida no EEE. Em outras áreas econômicas são válidos outros pré-requisitos de acesso ao mercado e outros sistemas legais. Deste modo é frequentemente utilizado o conceito Global Regulatory Product Compliance. Aqui se trata do pleno cumprimento de todas as determinações legais relevantes ao produto em questão. Neste processo as Compliance Marks também exercem um papel importante. Produtos Dispositivos TI Máquinas Instalações de rádio Telecomunicação Produtos Medicinais Eletrodomésticos Global Regulatory Compliance Inspeções de desenho voluntárias Sinais de conformidade legais Acesso de mercado Exigências básicas (dependentes do produto) Compatibilidade eletromagnética (EMV) Segurança Conformidade? Utilização de frequência Aspectos ambientais (WEEE, RoHS) Sim Obrigações de instruções Colocação em circulação Avaliação de risco Aquisição de informação, elaboração de informação, distribuição de informação Fig. 1 Global Regulatory Compliance Na comparação: Exigências não européias quanto à segurança de máquinas

65 Comentário O significado da normatização na área EEE As exigências essenciais à segurança de produtos se acham determinados nos anexos individuais das diretrizes UE (Exemplos: consulte acima) e também se acham formuladas de modo tão preciso, que na implementação ao direito nacional de estados membros, poderão originar leis vinculatórias. Caso, porém, se referir à implementação prática de cada exigência que podemos denominar como sendo descrições de metas de proteção, desejamos muitas vezes, tal qual ocorre em relação a receitas gastronômicas ou padrões de tricô, obter auxílio para a concretização e interpretação. Estes suportes são transferidos ao compêndio de diretrizes UE das normas européias harmonizadas e firmemente ancorados através do instituto com relação à assim denominada presunção de conformidade. De acordo com a presunção de conformidade, com o seguimento das normas harmonizadas, pode se partir do pressuposto que todas as exigências básicas de segurança pertinentes ao tema em questão foram cumpridas. Se não forem usadas normas harmonizadas, ocorre uma reversão do ônus da prova da conformidade da diretriz; neste caso ela cai sob a responsabilidade do fabricante. Através das organizações de normas européias (CEN e CENELEC) surgiu no decorrer dos anos, somente em relação ao tema Segurança de Máquinas, uma obra que dispõe entrementes de mais de 500 normas subdividias em normas A, B e C (consulte a imagem 3). Esta obra imponente de normas entrementes substituiu quase que de modo completo os regulamentos nacionais comuns vigentes até 1993 até a entrada em vigor da 1ª diretriz de máquinas. Fig. 2 Significado da normatização no espaço econômico europeu Estas deverão ser diferenciadas em: Marcas não obrigatória (p. ex. símbolos GS, Símbolos UL) e Marcas obrigatórias (p. ex. CE, FCC) Na Figura 1 se acham apresentadas as exigências à conformidade dos produtos. Mas frequentemente também ocorre que clientes da área fora do EEE elaboram pedidos de máquinas com conformidade CE (eventualmente Comentário O significado da normatização na área EEE Die Anforderungen der Maschinenrichtlinie werden durch die EN-Normen konkretisiert, die sich in drei hierarchisch aufgebaute Typenklassen gliedern. Normas do tipo A (normas básicas), como p. ex. EN Segurança de Máquinas Conceitos básicos, princípios gerais de projeto e EN Segurança de Máquinas Avaliação de Riscos, se referem a regulamentos básicos à segurança de máquinas. Normas do tipo B (Normas em grupo), como p. ex. ISO Componentes de segurança de sistemas de controle, tratam de um aspecto de segurança que pode ser aplicado a uma vasta área de máquinas; elas se dividem nas classes de norma B1 e B2. Normas do tipo B1 elaboram regulamentos aos aspectos de segurança, como p. ex. princípios ergonômicos de nível superior e intervalos de segurança. Normas do tipo B2 descrevem características de dispositivos de segurança, os quais podem ser utilizados em diferentes tipos de máquinas p. ex. a EN 1088 Dispositivos de intertravamento com e sem proteção Normas do tipo C (Normas de especiais ou de produto) se referem a tipos individuais de máquinas respectivamente áreas de utilização, como p. ex. máquinas de embalagem, de injeção, máquinas de formação por sopro ou máquinas de padaria. Fig. 3 Significado da normatização no espaço econômico europeu em combinação com outras características nacionais, por exemplo, da consideração de marcas de certificação. Contudo, neste caso se trata de um acerto contratual individual, mas que apesar de tudo simplifica as tarefas do fabricante de máquinas. Normas ao tema Segurança de Máquinas e seu significado internacional É digno de observação neste contexto, que entrementes a maior parte destas normas de harmonizadas são normas internacionais ISO e IEC. Uma tendência similar pode ser observada nas normas do esquema IECEx quanto ao 1.8 Na comparação: Exigências não européias quanto à segurança de máquinas 67

66 tema Proteção de Explosão. Em outras palavras: desde que estas normas possuam status reconhecido em países não europeus seja de jure ou de facto existe entrementes, a nível internacional, uma tendência a uma unificação do teor das exigências técnicas de segurança em máquinas. Aliás, não é simplesmente natural que as normas ISO e IEC sejam reconhecidas e implementadas por todas as nações: a decisão quanto a este fato é tomada a nível nacional. Mas ainda que ocorra uma aceitação, diferentes formalismos, tipos da comprovação de conformidade e preâmbulos nacionais a serem observados poderão ser regulamentados de modo diverso. Na sequência é demonstrado o quão versáteis podem ser os requisitos de entrada de mercado fora da UE. Em relação às grandes nações industriais, como EUA, Canadá, Japão, Índia, China ou Austrália, é relativamente fácil obter as informações correspondentes através da internet. Mas de qualquer modo somos obrigados a lidar com as mesmas. Em detalhe: Exigências de segurança nos EUA Como até então exercitado, os EUA é o país que é mais cético em relação à tendência da harmonização das exigências. Um grande número de produtos cai sob determinadas leis federais, os assim denominados Códigos de Regulamentos Federais (CFR) e devem ser autorizados antes da introdução no mercado. As autoridades federais responsáveis são, por exemplo, a FDA (Food and Drug Administration, Em sua página na internet podem ser encontradas determinações relevantes à importação no tocante à identificação e formulários a serem entregues. Outra autoridade é a OSHA (Occupational Health and Safety Administration, que é um órgão federal subordinado ao ministério do trabalho e emite regras legais obrigatórias comuns sobre proteção no trabalho (exigências de operadores) a todos os estados federais dos EUA. O exposto se refere, entre outros, a padrões OSHA com alguns regulamentos relevantes de máquinas: Occupational Safety and Health Standards, 29 CFR Part 1910 [4] Machinery and Machine Guarding, 29 CFR Part 1910 Subpart O Electrical, 29 CFR Part 1910 Subpart O Ao contrário das exigências à segurança de máquinas na Europa pode ser lida em uma publicação da VDMA não existem nos EUA leis federais americanas comparáveis à diretriz de máquinas CE ou outras diretrizes de mercado interno CE, que determinem a responsabilidade de um fabricante ou fornecedor. São feitas exigências de segurança de trabalho ao empregador que deverão fornecer meios de trabalho seguros e garantir a proteção de saúde no local de trabalho. Os EUA também não possuem uma Na comparação: Exigências não européias quanto à segurança de máquinas

67 legislação uniforme nesta área, pois os estados federais dos EUA, bem como as autoridades municipais dos EUA podem elaborar exigências de validade regional. E são justamente estas determinações locais que podem acarretar grandes dificuldades na colocação em circulação de uma máquina ou instalação. Assim é recomendável se informar no importador ou junto aos clientes sobre os padrões de segurança do trabalho válidos. Se pudermos afirmar com relação às exigências à segurança funcional de máquinas, que existam comparações às normas ISO, p. ex. em relação à análise de risco e providências de redução de risco, as exigências em relação à segurança elétrica (inclusive riscos de incêndio) divergem bastante. Com relação à segurança funcional aqui denominada Control reliability, vale também em geral o princípio da Tolerância de Falha Única com Detecção de Erro (consulte 29 CFR ou p. ex. AINSI B , subcapítulo 5.5): Control reliability means the device, system or interface shall be designed, constructed and installed such that a single component failure within the device, interface or system shall not prevent stopping action from taking place but shall prevent successive machine cycle (similar com a definição da categoria de controle 3, de acordo com EN 954-1:1996, respectivamente da Performance Nível d de acordo com ISO EN :2008 [2006], ou ainda SIL 2 de acordo com IEC EN :2005). Exigências diferentes também são válidas para símbolos e pictogramas da técnica de segurança indicativa. Basicamente vale que as exigências OSHA e referências OSHA possuem prioridade sobre normas nacionais, p. ex. sobre a série ANSI B11 de normas de segurança para determinados tipos de máquinas (máquinas giratórias, serras, máquinas de envergamento de canos, etc.). Com relação a máquinas que não sejam citadas em normas específicas da OSHA, sugere-se a utilização da Norma NFPA 79, uma norma que é bastante similar à IEC EN : NPFA 79 is a standard that would apply to machines not specifically covered by OSHA standards. Outras normas podem ser consultadas de modo complementar, desde que não estejam em contradição à OSHA (e outras exigências específicas). Isto pode ser elucidado através de um parecer da OSHA para a utilização de normas européias: While compliance with European Community standards may produce the level of employee protection contemplated under the OSH Act, the only way for an employer in US to be assured that it is in compliance with the OSH Act is to provide machine guarding that conforms to the provisions of relevant OSHA standards. Como auxílio à construção de máquinas e instalações, a OSHA elaborou o manual de instruções Concept and Techniques of Machine Safeguarding, o qual contém inúmeras referências à construção de uma máquina segura. Além disto, vale nos EUA, que todas as máquinas elétricas necessitem de uma autorização de montagem através de uma autoridade responsável local. Nos estados federativos individuais existem diferentes órgãos responsáveis para tal (= AHJ S: Authority Having Jurisdiction), como p. ex. a State Electrical Commissions, o State Fire Marshal ou o Department of Public Safety. Como estas entidades não inspecionam pessoalmente estes equipamentos a serem instalados, elas confiam na avaliação de third parties, como p. ex. UL. A OSHA também é responsável pelo credenciamento e reconhecimento destes National Recognized Testing Laboratories (NRTL). No setor da proteção contra incêndios deverá ser citado o National Fire Protection Association (NFPA) já fundado em Historicamente justificado, (palavra chave: Risco de incêndio de casas de madeira por instalações elétricas e equipamentos ), a NFPA elaborou o National Electrical Code (NEC) [5]. Aqui fazemos referência aos seguintes itens do NFPA 70: 90.7 Examination of Equipment for Safety. For specific items of equipment and materials referred to in this Code, examinations for safety made under standard conditions provide a basis for approval where the record is made generally available through promulgation by organizations properly equipped and qualified for experimental testing, inspections of the run of goods at factories, and servicevalue deter- 1.8 Na comparação: Exigências não européias quanto à segurança de máquinas 69

68 mination through field inspections. This avoids the necessity for repetition of examinations by different examiners, frequently with inadequate facilities for such work, and the confusion that would result from conflicting reports on the suitability of devices and materials examined for a given purpose Approval. The conductors and equipment required or permitted by this Code shall be acceptable only if approved. FPN: See 90.7, Examination of Equipment for Safety, and 110.3, Examination, Identification, Installation, and Use of Equipment. See definitions of Approved, Identified, Labeled, and Listed. Por estes motivos, na maioria dos casos se faz necessária uma inspeção do equipamento elétrico através da NRTL, caso não desejarmos correr o risco de que uma AHJ não conceda a licença de operação da máquina no contexto de um processo Red-Tag ou que sejamos envolvidos em um caso de responsabilidade de produto. Além disto, por via de regra, é improvável que um cliente, que na qualidade de operador deva satisfazer as normas OSHA, aceite tal máquina non-approved, de modo que o acesso ao mercado se torna praticamente impossível. Com base nesta breve apresentação fica claro como é importante dispor dos respectivos prérequisitos vigentes nos EUA já na fase de definição do projeto Japão Normas JIS Desde 1999 existem no Japão as Normas JIS (Japanese Industry Standards), que possuem estrutura similar às normas EN, e através das quais as normas válidas ISO e IEC são implementadas a nível nacional. As primeiras normas harmonizadas foram, por exemplo, ISO , ISO e IEC Além disto, em junho de 2007 entrou em vigor uma diretriz de segurança com base em ISO , através da qual todas as normas EN e as suas divisões em normas A, B e C quase se tornaram padrão japonês. Deste modo, o fabricante de máquinas que observe as normas européias, pode estar relativamente seguro que também satisfaz as normas de segurança japonesas. Além disto, as normas internacionais ISO e IEC se acham disponíveis no idioma japonês como Normas JIS, e já há algum tempo os grêmios normativos japoneses colaboram na elaboração das normas ISO e IEC em relação ao tema Segurança Funcional. A utilização de normas, contudo, é em geral voluntária: não existe com exceção de alguns poucos gêneros de máquinas, como p. ex. prensas instância que exija a sua aderência ou que a monitore, nem uma responsabilidade pelo produto, como nós a conhecemos, que conduza de modo indireto, sobre a questão da responsabilidade, a aderência das normas (= Estado da Técnica). Contudo, podemos afirmar que as normas em geral válidas para a segurança de máquinas são consistentemente aceitas. Paralelamente existe para os operadores de má Na comparação: Exigências não européias quanto à segurança de máquinas

69 quinas no Japão já desde 1974 uma Lei de Saúde, Segurança e Higiene no Local de Trabalho, que durante longo tempo vigorou como base das determinações gerais de segurança. Em abril de 2010 esta lei foi complementada através do parágrafo Este parágrafo estipula que o operador de máquinas e equipamentos determine as fontes e substâncias de risco e as documente de acordo. Além disto, ele deverá documentar as providências tomadas para garantir a segurança: Concretamente isto significa que: o operador deverá utilizar uma avaliação de risco metódica e comprovar a mesma. Deste modo o lado da operação também se acha bem coberto legalmente, de modo similar como elabora-do pelas diretrizes de operadores no nível da UE. Portanto, aqui vale novamente: no âmbito geral deverão ser observadas as obrigações do operador. Neste processo, os regulamentos essenciais japoneses ao nível do fabricante e operador possuem origem nos anos de 2006 e Isto significa: nos assuntos de segurança de máquinas e da segurança funcional, os fabricantes europeus puderam adquirir experiências muito antes. É por este motivo que provavelmente o padrão de segurança de máquinas européias e também de produtos e sistemas de fabricantes europeus de instrumentos de segurança sejam apreciados pela indústria japonesa. Aqui foi muito importante que a UE tenha envidado esforços precocemente no sentido de estabelecer padrões comuns pertinentes à segurança de máquinas e que também tenha implementado esta meta. CHINA: Adaptou-se partes do compêndio de normas A China elaborou um próprio compêndio de normas, o qual também se baseia em parte nas normas nacionais, respectivamente européias. Deste modo as exigências gerais pertinentes a instalações elétricas de máquinas industriais são citadas na GB/T , que corresponde à IEC Outras exigências de segurança são definidas nas normas GB/T e GB/T , as quais se baseiam fortemente nas normas européias EN e EN A ISO agora também possui uma norma correspondente: GB/T Aqui também se evidencia a tendência da internacionalização das normas. Evidentemente, através deste fato lucram os construtores europeus de máquinas e instalações que exportam para a China. Em relação ao lado dos componentes temos que adicionar de modo limitativo, que sem a menor sombra de dúvida, do ponto de vista do fabricante europeu, existem impedimentos comerciais em for-ma de aceites nacionais. Aqui deverá ser citado, por exemplo, o China Compulsory Certificate (CCC), um certificado de obrigatoriedade que é válido para diferentes grupos de produtos, em especial para produtos elétricos e eletrônicos e para produtos da área automobilística. Mas a certificação CCC é também de grande importância quando componentes ou peças de reposição tenham que ser enviadas à China. 1.8 Na comparação: Exigências não européias quanto à segurança de máquinas 71

70 Diretriz de máquinas russa Em , o presidente Putin assinou a lei da Federação Russa votada pelo parlamento russo em (Nº 184-F3) sobre os regulamentos técnicos (abreviado: TechRegG). Dentro do prazo de transição de 7 anos, os regulamentos existentes e ainda válidos pertinentes a certificações obrigatórias e liberação (Certificação GOST R) de produtos téc-nicos sofrerão nova regulamentação. As exigências de segurança legais de produtos são determinadas no assim denominado Regulamento Técnico (TR) e deverão ser adotados como lei da federação. De acordo com o artigo 9 da TechRegG, foram liberadas no decorrer do ano de Regulamentos Técnicos de grande importância: Máquinas e instalações Instrumentos de baixa voltagem Prédios e construções Elevadores Estações elétricas e redes Instalações que funcionem sob alta pressão Compatibilidade Eletromagnética (EMV) Veículos de trilhos Produtos medicinais Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Instrumentos que são ativados com combustível similar a gás Equipamentos de produção no setor da área protegida contra explosões Alguns destes Regulamentos Técnicos são elaborados de modo similar às diretrizes CE européias da nova concepção com exceção da certificação obrigatória que é exigida na Rússia de qualquer modo. Um regulamento significativo para a indústria interessada na exportação é o TR pertinente à Segurança de Máquinas e Equipamentos, o qual foi decidido em 15 de setembro de 2009 e entrou em vigor em 1 de outubro de Neste contexto se baseia ao novo conceito europeu da Nova Abordagem, diferente, por exemplo, da TR Proteção contra Incêndio que já entrou em vigor em 1 de maio de O regulamento técnico sobre a segurança de máquinas e equipamentos O governo russo considerou este regulamento como um dos mais importantes regulamentos e de liberação mais urgente. Após um grave acidente na maior usina hidrelétrica do país, ele se decidiu pela intensificação do monitoramento de estações de produção potencialmente perigosas, e de equipamentos, máquinas e instalações geradoras de energia. O TR de proteção de máquinas abrange, de modo similar à diretriz de máquinas européia 2006/42/CE, um Anexo 1 com exigências gerais de saúde e segurança, as quais infelizmente ainda se encontram distantes do grau de detalhamento da diretriz de máquinas européia. Exigências técnicas concretas são descritas no padrão GOST russo. Embora padrões eletrotécnicos IEC sejam transferidos de mo-do progressivo aos padrões GOST, isto não ocorre em todas as áreas, nem na área ISO como desejável. Isto se Na comparação: Exigências não européias quanto à segurança de máquinas

71 Processo de avaliação da conformidade (Artigo 20) Base voluntária (Artigo 20) Base obrigatória (Artigo 20) Certificação voluntária Declaração de conformidade (Artigo 24) Certificação obrigatória (Artigo 25) Fig. 4 Avaliação da conformidade deve ao fato de que a indústria russa não vê necessidade de participar ativamente do trabalho de normatização e pelo fato de ser forte-mente orientada pelo estado. Assim é possível que em casos individuais seja necessário elaborar caras traduções dos padrões GOST, ou tentar obter tais documentos através do serviço de normas do exterior (ANS) da Editora Beuth (www.beuth. de). Com o banco e dados de normas GLOBAL- NORM-professional (www.globalnorm.de) também se acha disponível uma ferramenta para a busca, monitoramento e arquivamento de textos completos. A provisão estatutária de máquinas acima se acha dividida nos seguintes itens: 1. Determinações gerais 2. Exigências de segurança para máquinas e instalações durante o planejamento, produção, transporte e armazenagem 3. Avaliação de conformidade (consulte a figura 4) 4. Monitoramento/controle estatal 5. Determinações finais e determinações transitórias. O processo de avaliação da conformidade sob bases obrigatórias (legalmente obrigatórias) oferece duas possibilidades: a declaração de conformidade, e a certificação obrigatória. Para que não exista uma falsa impressão: a declaração de conformidade não pode ser comparada com a auto-certificação (declaração própria) vigente na Europa. Além disto, a declaração de conformidade de acordo com a redação russa só possui uma validade de cinco anos. Ela deverá ainda ser registrada na Agência Federal para Regulamentação Técnica e Meios de Medição e, assim, corresponde nova-mente quase a uma certificação. Útil para o acesso ao mercado russo, contudo, é quando o colocador em circulação puder unir a comprovação de conformidade à diretriz de máquinas européia. Aliás, o órgão de certificação (só existem dois órgãos de certificação oficialmente reconhecidos com sede na Alemanha, todos os outros são intermediários!) não irá dar crédito a uma declaração de conformidade CE, se não puder ser apresentada uma documentação técnica com avaliação de risco, relatórios de teste, comprovação EMV, etc. Resumo Esta visão geral mostra que existe mundialmente uma tendência à unificação das normas. Além das normas ISO e IEC, as quais por definição valem mundialmente, alguns países individuais também adotam diretrizes e normas que apresentaram bons resultados em outros mercados, ou se baseiam nas mesmas. Aqui o compêndio de regras europeu é formador de tendência, uma vez que já foi elaborado com bastante antecedência e se comprovou como eficiente na prática. Esta realidade beneficia os fabricantes europeus de máquinas e instalações em seus negócios de exportação: eles podem partir do pressuposto, consideradas as exceções, que as normas e diretrizes da UE também são aceitas fora de sua área direta de 1.8 Na comparação: Exigências não européias quanto à segurança de máquinas 73

72 validade, como já foi mencionado com relação à China e ao Japão, mas também no Brasil, em determinadas províncias do Canadá, na Coréia, na Índia, bem como na Austrália. Naturalmente ainda existem muitas regras nacionais apesar dos esforços da internacionalização de compêndios de normas. O fabricante ou o exportador de máquinas que fornece para países que não façam parte da UE deverá, em virtude do exposto, sempre se informar sobre as exigências individualmente válidas. Notas de rodapé: [1] Esta contribuição se baseia em diferentes publicações no MRL-News e em ensaios técnicos, entre outros elaborados pelo senhor Michael Loerzer, diretor executivo da GLOBALNORM GmbH, Berlin (www.globalnorm.de), uma empresa que se especializou principalmente na pesquisa de normas internacionais [2] EEE (consulte análise acima) = 27 estados membros da UE + Islândia + Noruega + Suíça (+ Turquia) [3] Consulte Blue Guide da UE (diretriz para a implementação das diretrizes publicadas de acordo com o novo conceito e o conceito geral) [4] display_standard_group?p_toc_level=1&p_ part_number= Na comparação: Exigências não européias quanto à segurança de máquinas

73 Capítulo 2: Novas exigências feitas a partes pertinentes à segurança de controles (Substituição de EN e substituição da norma EN ISO :2006/2008) 75

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75 EN ISO : Nova teoria das categorias para a segurança de máquinas A teoria das categorias para controles relaciona-dos à segurança faz parte do passado. As categorias de controles conhecidas de EN 954-1:1996 foram substituídas pelos níveis de performance da norma EN ISO :2008 (2006) e devem caso seguirmos a situação das normas ser utilizadas no mais tardar até final de O que isto representa para os fabricantes e engenheiros de segurança? Porque esta é uma pergunta que muitos construtores e planejadores de máquinas e instalações farão necessitamos de uma nova norma ao invés das categorias de controle. O nível de segurança é tão baixo que deva ser aumentado por novas normas? Podemos responder a esta pergunta negativamente com tranquilidade. Trata-se de outros motivos que se tornaram necessários após uma revisão da EN Harmonização das normas internacionais Um aspecto propriamente formal, é o fato de que após a harmonização européia, há muito se almeja uma equiparação das normas a nível internacional, ou seja, neste caso à IEC Além disto, os grêmios de normatização da UE acordaram elaborar o ajuste contínuo das normas ao desenvolvimento técnico. Isto era adequado no caso de EN 954-1, já que esta, por exemplo, só considerou sistemas eletrônicos programáveis de modo insuficiente. Já existia uma nova norma comparável que se refere à IEC Contudo, a IEC :2003 (2008) se concentra totalmente na elétrica e na eletrônica. Por este motivo era necessária uma substituição tecnologicamente abrangente real para a EN que fosse compatível com IEC Além disto, eram sempre feitas novas críticas à EN Um ponto central de crítica era o fato de que esta norma persegue uma abordagem determinística. Isto significa: os sistemas de segurança foram avaliados como estáticos e não modificáveis. Mais orientado pela prática seria uma abordagem probabilística, a qual também considerasse a capacidade de falha dos componentes individuais e com isto do sistema total (Figura 1). Tudo isto conduziu à decisão dos grêmios de normas de substituir EN por uma nova norma, a saber, a EN ISO Pode-se afir- EN ISO EN 954-1:1996 IEC 61508: Determinística Probabilística Métodos aprovados: Funções de segurança Gráfico de risco Categorias Novos Conceitos: Quantificação: confiabilidade do componente e qualidade do teste Falhas de motivo comum Fig. 1 A nova EN ISO também inclui a probabilística. Com isto, um ponto frequente de crítica na EN 954-1, a qual só agia de modo determinísta, foi eliminado. 2.1 EN ISO : Nova teoria das categorias para a segurança de máquinas 77

76 mar sem exageros que para o fabricante de máquinas e instalações houve algumas mudanças. Primeiro passo: Levanamento de riscos potenciais Na constelação de sistemas de comutação de segurança ele deverá em primeira instância como anteriormente também detectar o potencial de risco através de um gráfico de risco modificado. Mas então vêm as diferenças: da análise de risco não se origina uma das familiarizadas categorias de controle, mas uma de cinco Níveis de Performance (PL a até e ), que refletem riscos residuais (Figura 2). Este risco residual é quantificado como valor PFH d (Probability of dangerous Failure per Hour), o qual indica a probabilidade de uma falha perigosa por hora. Aqui, portanto, a probabilística entra no jogo. O nível de performance assim obtido também é designado como PL r o r significa required (necessário) i. e. trata-se do nível de performance necessário. Assim, o fabricante sabe qual o nível de performance a ser alcançado para montar um dispositivo de proteção de acordo com as normas. Nova também é a circunstância de que os PL s (níveis de performance) abrangem muito mais características do que as categorias de controle até então existentes. Deste modo, para cada PL individual, se acham definidos os valores MTTF d (tempo médio entre falhas ou defeitos relevantes de segurança), o grau de exposição de falhas (DC) e as providências contra defeitos de origem e efeito comum (CCF = Common Cause Failure). Deste modo os fatores probabilísticos são integrados na determinação do nível de performance. Até este ponto o fabricante só está ciente sobre o nível de performance que deverá almejar. Como é que ele converte o conhecimento na prática construtiva? Para responder a esta pergunta é necessário avaliar o procedimento por outro ângulo. Os fabricantes de instrumentos de comutação de segurança e controles de segurança já se adequaram à nova situação da norma e consideraram a norma IEC na fabricação, a qual define o assim denominado Nível de Integridade de Segurança (Safety Integrity Level - SIL). Estes SIL s fornecem os dados técnicos a partir dos quais podem ser determinados os Níveis de Performance. Adicionalmente se evidencia aqui a compatibilidade do novo compêndio de normas, pois os Níveis de Integridade de Segurança se acham alocados a Níveis de Performance. SIL 2, por exemplo, corresponde a PL d. Nível baixo Nível de Performance PL r necessário P 1 a F 1 S 1 P 2 b P 1 Ponto de partida para a avaliação da redução de risco S 2 F 2 F 1 P 1 P 2 P 2 P 1 c d F 2 P 2 e Nível alto Fig. 2 Apresentação esquemática do gráfico de risco modificado. S = Severidade do acidente; F = Frequência e/ou duração da exposição de risco; P = possibilidade para evitação do risco EN ISO : Nova teoria das categorias para a segurança de máquinas

77 Avaliação de risco para a cadeia total de segurança Estes valores se acham indicados na documentação dos dispositivos de comutação de segurança, de modo que o fabricante poderá escolher os respectivos componentes. Como uma cadeia de segurança sempre é composta por diversos componentes (interruptores, controle, atuadores), ela deverá unir os valores a um PL total. Este é o PL real que deverá ser comparado com o PL necessário. Quando o PL determinado for maior ou igual ao PL r, então o círculo de segurança se acha montado de acordo com a norma. Inclusive validação Novo também é o aspecto da validação: em EN ISO se acha citado um plano de validação cujo cumprimento é sugerido na determinação do Nível de Performance. Deste modo o procedimento na escolha dos componentes e a configuração da cadeira de segurança é mais objectificável. Além disto, EN ISO também sugere que o processo seja documentado. Útil: Designated Architectures Útil na constituição do círculo de segurança são as assim denominadas Designated Architectures que devem ser usadas de acordo com a nova norma. Neste processo se trata de estruturas précalculadas das partes relacionadas à segurança de controles que já são conhecidas através do uso da EN Aliás, estes précálculos não liberam o fabricante da tarefa de integrar os citados valores dos parâmetros MTTF d, DC e CCF na determinação do nível de performance. A norma é mais complexa Isto significa: o fabricante da engenharia mecânica deverá lidar com esta norma. Para tanto, ele deverá dispor de algum tempo, pois a EN é bem mais complicada do que a EN Se a ampliação das normas para a segurança de má-quinas é um passo tendencioso na direção certa, em se considerando o alto nível de segurança no qual as máquinas atuais se encontram, com certeza ainda será discutido. Problemas transitórios não podem ser excluídos Além disto, deverão ser esperados problemas durante a utilização inicial da nova normal, uma vez que alguns fabricantes de componentes de segurança ainda não forneceram os dados necessários que os seus clientes os fabricantes de máquinas necessitam. Os passos mais complexos que agora são necessários para a escolha dos dispositivos de proteção de acordo com a norma podem causar dificuldades. Comentário: EN IEC 62061:2009 (2005) Embora nós recomendemos aos nossos clientes, por motivos práticos, usar a norma ISO como base para a configuração de peças relacionadas a segurança de sistemas de controle (SRP/CS), devemos aqui chamar a atenção para a possibilidade de também ser possível usar-se outra norma, ou seja, EN IEC :2008 (2005). Esta nova norma sob o título Segurança funcional de sistemas de controle elétricos, eletrônicos e de programação eletrônica (E/E/PES) também abrange o tema SRP/CS ; ela foi inserida no curso e também é vista como alternativa à EN-954-1, respectivamente ISO Na norma EN IEC trata-se de uma derivação direta de EN IEC , abrangendo sistemas de controle das tecnologias E/E/PES (= SRECS [1]), e os avalia com Níveis de Integridade de Segurança (SIL s), respectivamente SILCL s (SIL Claim Limits). A EN IEC também se encontra harmonizada à diretriz de máquinas CE e pode ser usada alternativamente à EN ISO O fato de haver agora duas normas pertinentes ao mesmo tema apresentam disputas adicionais entre as organizações normativas ISO (CEN) e IEC (CENELEC). Como se a nova observação da combinação da determinística e da probabilística já não significasse desafio suficiente para os usuários, os fatos aqui relatados pelo menos inicialmente ainda fornecerão mais contribuições à confusão (Confusion, but on a higher level!). EN ISO :2008 (2006) Todas as tecnologias E/E/PES [2] EN IEC :2008 (2005) 2.1 EN ISO : Nova teoria das categorias para a segurança de máquinas 79

78 Mas que perante os nossos clientes damos preferência à EN ISO se justifica através do fato de que esta norma também abrange as tecnologias Mecânica, Hidráulica e Pneumática, bem como dá mais atenção à tecnologia da Eletromecânica. Além disto, a EN ISO nos parece ser mais simples de entender e manusear. Também não haverá problemas se nos decidirmos por EN ISO , pois PL e SIL são essencialmente compatíveis entre si, sendo o pensamento que se encontra por trás em grande parte similar, Contudo poderá haver casos de aplicação, p. ex. em estruturas muito complexas ou no desenvolvimento próprio de sistemas de controle para os quais a EN IEC é mais adequada. Notas de rodapé: [1] Safety-Related Electrical Control Systems (SRECS) [2] Electrical/Electric/Programmable Electronic Systems (E/E/PES) EN ISO : Nova teoria das categorias para a segurança de máquinas

79 Somente após 2012 é que EN 954-1:1996 perderá o status especial que as autoridades de supervisão de mercado caso possuam dúvidas quanto à conformidade de uma máquina ou de um outro produto na área de validade terão que assumir em primeira instância no sentido de que em virtude da utilização de uma norma harmonizada (uma norma com suposição de conformidade) as metas de proteção legais da diretriz de máquinas CE (a partir de : 2006/42/CE) tenham sido corretamente interpretadas e concretizadas. Isto significa que no pior cenário o responsável teria até então o direito legal da reversão do ônus da prova e só o perderia após o prazo limite acima. A extensão da suposição de conformidade de EN 954-1:1996 contudo, como acima já insinuado, não foi consistentemente saudada. Ao contrário, em diversos círculos técnicos houve forte crítica à decisão de Bruxelas, atrás da qual é possível reconhecer um trabalho de lobby das associações dos fabricantes de máquinas. Argumentou-se supostamente com os custos da conversão a uma norma nos auspícios da então crise do ramo, mas também quanto ao fato de que faltavam valores numéricos por partes dos fornecedores e que também importantes questões da conversão prática ainda não haviam sido esclarecidas. E também é compreensível, que todos aqueles que apesar dos pesares envidaram os esforços necessários para elaborar a conversão de modo tempestivo se sintam ludibriados. Neste contexto também deverá ser observada uma sugestão de grupos de peritos jurídicos, que em caso de dúvida a questão do status de uma norma (harmonizada Sim/Não!) poderá ser extirpada da prioridade da diretriz de máquinas CE de sempre ter que realizar o estado da técnica pertinente (eventualmente sob pontos de vista da responsabilidade pelo produto também o estado da ciência e técnica). Aqui a EN 954-1, uma norma oriunda de 1996, certamente possui pontos fracos em algum ponto, os quais tornam recomendável migrar o mais rápido possível às novas exigências. Fig. 1 Para a extensão da suposição de conformidade de EN 954-1:1996 (continuação) bro de 2011 no qual a EN 954-1:1996 poderá continuar a ser usada (consulte a Figura 1). A EN ISO poderá ser adquirida nas editoras de normas (na alemanha: O que é Nível de Performance (PL)? Expresso de modo simplificado, no caso de um PL se trata da qualidade total dirigida á segurança (integridade) de uma parte pertinente á segurança de um controle (SRP/CS) sob consideração da arquitetura SRP/CS (avaliação determinística) e da confiabilidade SRP/CS (= avaliação probabilística). Neste processo incluem-se em geral os pontos de vista da confiabilidade técnica de segurança, resistência contra falhas e interrupções, tolerância de falhas, comportamento no caso de falhas, reconhecimento de falhas, bem como evitação de falhas sistemáticas. Neste processo, o PL necessário de uma função de segurança (PL r a... e ) da avaliação do gráfico de riscos de uma função de segurança, respectivamente da norma C respectiva. Provável do ponto de vista matemático, se en- S 1 S 2 F 1 F 2 F 1 F 2 Ponto de partida para a avaliação da redução de risco P 1 P 2 P 1 P 2 P 1 P 2 P 1 P 2 Nível baixo Nível alto Nível de performance PL r necessário S Severidade do ferimento S1 ferimento leve (normalmente reversível) S2 ferimento sério (normalmente irreversível, inclusive óbito F Frequência e/ou duração da exposição ao risco F1 rara até menos frequente e/ou o tempo de exposição é curto F2 frequente até duradouro e/ou o tempo de exposição é longo P Possibilidade da evitação do risco ou limitação do dano P1 possível sob determinadas circunstâncias P2 praticamente impossível Fig. 2 Gráfico de risco de EN ISO :2008 (2006) a b c d e Novas exigências ao projeto de partes pertinentes á segurança de controles de máquinas

80 contra por trás de um Nível de Performance PL a probabilidade média de uma falha causadora de risco por hora PFH d [3], como segue: Nível de Performance (PL) Probabilidade média de uma falha perigosa por hora (1/h) a 10 5 até < 10 4 b até < 10 5 Nível de Performance (PL) a b c d e Grau de falha máximo tolerado 1 caso perigoso por horas 1 caso perigoso por horas 1 caso perigoso por horas 1 caso perigoso por horas 1 caso perigoso por horas c 10 6 até d 10 7 até < 10 6 e 10 8 até < 10 7 Observação: paralela à probabilidade média de uma falha perigosa por hora, são necessárias outras providências para se obter o PL (consulte a análise acima) Fig. 3 Classificação do PL de uma função de segurança em dependência ao valor PFH d (probabilidade média de uma falha perigosa por hora (1/h) Para obter-se uma percepção, os valores PFH d também podem ser traduzidos conforme a figura 4. Fig. 4 Ensaio de uma interpretação prática (contudo sempre baseado a uma grande quantidade [sobre uma coletividade] de hardwares [não dever ser compreendido como relativo a um caso individual]) Aqui no mais tardar se tornará claramente visível que futuramente haverá um grupo de PL (ou EN ISO ) e Safety Integrity Level SIL (ou EN IEC e EN IEC /7) (consulte também a análise acima), ou seja, o valor PFH d. Isto significa que um PL poderá ser esquematicamente expresso como SIL e um SIL esquematicamente como PL (sendo que a conversão de SIL em PL só é possível quando a arquitetura SRP/CS corresponder a EN ISO A escala de medição comum é a probabilidade de uma falha que cause risco por hora (PFH d ), como segue: Possibilidade de um acidente perigoso por hora EN ISO PL a b c d e SIL IEC 62061:2005/ IEC 61508:2001 no special safety requirements Proteção de baixo risco Proteção de alto risco Fig. 5 Tabela de compatibilidade PL SIL Se assim o quisermos, os parâmetros explicados com maior precisão na sequência que servem para determinar um PL, não são nada mais do que grandezas de simplificação, para evitar a matemática complexa que se situa por trás de um valor PFH d. Deste modo, um PL se compõe de: Arquitetura (= SK/categoria do controle) Breve explicação: a arquitetura de SRP/CS (1 canal, 1 canal com teste, 2 canais com teste mútuo, 2 canais com auto-monitoramento) para a cadeia [I] (Input = Entradas) + [L] (Lógica = processamento do sinal) + [O] (Output = Saídas), sendo que EN ISO dá preferência a determinadas arquiteturas ou seja, as das 2.2 Novas exigências ao projeto de partes pertinentes á segurança de controles de máquinas 83

81 categorias de arquiteturas ou seja as das categorias de controle conhecidas; neste processo também com a possibilidade de poder fazer exclusões de danos em conformidade com EN ISO :2008 (2003) [4]. Outras arquiteturas também são permitidas de acordo com EN ISO , contudo não podemos utilizar para as mesmas a base de cálculo simplificada, devendo utilizar-se a matemática precisa com o esforço específico que a mesma exige. São determinados (1): Categorias de controle B... 4 (Designated Architecture/Arquiteturas Desenhada); Classificação das peças pertinentes á segurança de um controle em relação à sua resistência contra falhas e seu comportamento posterior no caso de uma falha. Exclusões de erros conforme EN : 2008 ainda são importantes, respectivamente necessárias. Categorias B e 1 I Input Signal L Categoria B Monitoring Input Signal I L Monitoring Monitoring TE Output Signal 2nd switchoff path or indication path Categorias 3 e 4 I1 I2 Input Signal Cross Monitoring Input Signal L1 L2 O Monitoring Output Signal O Monitoring Monitoring Output Signal Output Signal OTE O1 O2 de uma observação das assim denominadas (a) princípios básicos de segurança e (b) comprovados. Os princípios básicos de segurança correspondem ao estado da técnica e deverão ser categoricamente (a partir da categoria de controle B) considerados; a partir da categoria de controle 1, ainda vale a consideração dos princípios de segurança comprovados. Favor não confundir com a exigência de utilizar componentes técnicos de segurança (só vale para SK1!). O que é um e o que é o outro poderá ser constatado nos anexos A até D da ISO EN (Validação de SRP/CS). Confiabilidade do Hardware (= MTTF d / Mean Time to dangerous Failure) Breve explicação: tempo médio: expresso em anos (y) até uma falha causadora de perigo (aleatória) de um canal SRP/CS; os valores MTTF d individuais do hardware utilizado por canal deverão ser determinados, eventualmente somados (através do método Parts Count) e comparados às diretrizes da norma São determinados (2): MTTF d * por canal como soma das MTTF d s individuais de [I] + [L] + [O] e subdivididos em 3 grupos: baixo, médio e alto ; * Mean time to dangerous failure: valor médio do tempo de operação para o qual se espera que um canal individual de um sistema não apresentará uma falha causadora de perigo. Expresso mais facilmente: qualidade estatística de hardware ligada à segurança (derivada da confiabilidade) Para o cálculo de valores MTTF d é utilizado na EN ISO :2008 (2006) o assim denominado Método Parts-Count. Qualificação Baixa Média Áreas MTTF d 3 anos MTTF d < 10 anos 10 anos MTTF d < 30 anos Atenção: Alterações em SK 2! Alta 30 anos MTTF d 100 anos Fig. 6 Apresentação do princípio das arquiteturas previstas (categorias de controles) Paralela à consideração das arquiteturas de SRP/CS, pertencem às exigências feitas a uma categoria de controle também a observação N 1 1 = MTTF d S MTTF d i i = 1 Fig. 7 Confiabilidade do hardware (breve resumo) Novas exigências ao projeto de partes pertinentes á segurança de controles de máquinas

82 pertinentes a baixo, médio, e alto. Os valores MTTF d se baseiam nas indicações do fabricante ou nas indicações de obras de consulta, p. ex. SN ATENÇÃO: As informações MTTF d só apresentam uma informação estatística sobre a possibilidade de sobrevivência de uma grande quantidade de um produto (a mensagem é: neste momento sobrevivem apenas 37 %). O valor recíproco 1/MTTF d é a probabilidade de escolha por hora, que também é denominada de valor λ ou FIT (para perdas 10 9 ). A teoria probabilístico-matemática de segundo plano é a distribuição exponencial. Para hardwares que em função de sua tecnologia estão sujeitos ao desgaste, como é o caso da eletromagnética, hidráulica, mecânica ou pneumática, não se acham disponíveis valores MTTF d [5]. Aqui se faz necessária uma assim denominada avaliação de valor B 10d anterior, isto significa que o valor MTTF d é calculado de um valor B 10d sob consideração de uma quantidade estimada de ciclos de comutação e sob consideração de um fator de correção estatística de 0,1 de acordo com uma fórmula (consulte a figura 8): MTTF d = n op = B 10d 0,1 n op d op h op t cycle s h n op = número médio de ciclos de comutação por ano d op = quantidade média de dias operacionais por ano h op = quantidade média de horas operacionais por dia t cycle = exigência média da função de segurança em s (por exemplo 4 por hora = 1 por 15 min. = 900 s) Fig. 8 Conversão de um valor B 10d em um valor MTTF d Uma curva adicional em conexão com a utilização de tecnologia afetada pelo desgaste é a consideração de uma possível troca tempestiva de tais hardwares como providência de uma manutenção preventiva. Nós também denominamos isto de observação do valor T 10d : Quando 10 % do valor MTTF d calculado de acordo com a fórmula acima se situar abaixo de 20 anos (y) (= tempo de operação de uma máquina aceito de modo normativo), a norma aconselha a substituição deste componente após este tempo. Sob observação de uma valor B 10d, um instrumento poderá apresentar um valor MTTF d de 50 anos. 10 % (T 10d ) de 50 anos seriam então 5 anos, ou seja, no manual de instruções deveria ser introduzida a observação de que o instrumento deveria ser trocado após 5 anos. Grau de cobertura do diagnóstico (= DC/Diagnostic Coverage em %) Breve explicação: a medida baseada na probabilidade do diagnóstico (exposição da falha), a qual exprime a relação entre as falhas perigosas detectadas e o número total de falhas perigosas. Esta relação, contudo, ainda é avaliada adicionalmente com o valor MTTF d do componente individual. Isto significa que não necessitamos monitorar tanto componentes com alto MTTF d como é o caso daqueles com baixo MTTF d. 90 % DC, por exemplo, significa que falhas perigosas são detectadas com 90 % de probabilidade e 10 % não são detectadas (tempestivamente) (tempestivamente = descoberta antes da assim denominada probabilidade de ocorrência do segundo erro). Sugestões de avaliação de providências diferentes para [I], [L] e [O] podem ser encontradas no Anexo E de EN ISO ; através de uma determinada fórmula, é possível calcular-se caso necessário um valor médio DC avg para SRP/CS total ( avg neste sentido significa average = médio). São determinados (3): DC avg de SRP/CS total (dividido em 4 grupos: nenhum, baixo, médio e alto = resultado da eficácia dos DC s individuais [I], [L] und [O]) Expresso de modo simplificado: eficácia/confiabilidade de providências reveladores de falhas em por cento (determinação DC avg através da fórmula). Auxílio em EN ISO :2008 (2006): Lookup-tables Fig. 9 Grau de cobertura de diagnóstico (resumo com palavras chave; continua no verso) 2.2 Novas exigências ao projeto de partes pertinentes á segurança de controles de máquinas 85

83 Grau de cobertura de diagnóstico: fração da probabilidade de falhas causadoras de risco λ dd à probabilidade de todas as falhas causadoras de risco λ d. Determinação das providências em [I], [L] e [O] de acordo com a Look-up-Table (de 100 pontos a serem alcançados, só deverão ter sido alcançados a cada vez 65 pontos) Qualificação Área de valores Insuficiente DC < 60 % Baixa 60 % DC < 90 % Média 90 % DC < 99 % Alta 99 % DC DC avg = DC 1 + DC DC S MTTF d1 MTTF d2 MTTF dn MTTF d1 MTTF d2 MTTF dn DC = Σ λ dd Probability of detected dangerous failures Σ λ d Probability of total dangerous failures Fig. 9 Grau de cobertura de diagnóstico (resumo com palavras chave; continuação) Gestão de Falhas de Causas Comuns (CCF) Breve explicação: providências contra falhas de ambos os canais em SRP/CS ao mesmo tempo em função de uma causa comum, p. ex. ponte em ambos os canais devido a uma influência estranha, temperatura excessiva, excesso de voltagem, por queda de raio (impulso de sobrevoltagem) em saídas de semicondutores redundantes, óleo contaminado na hidráulica ou água em excesso no ar na pneumática. Isto é, através de um único motivo a diversidade de canais (típico a redundância) é revertida. EN contém no Anexo uma tabela com providências contra falhas de causas comuns. Cada providência possui um valor de pontos. Deverão ser realizadas providências com um valor de pontos de 65 de 100 pontos obteníveis. São determinadas (4): Providências CCF: (Detecção SIM/NÃO somente após a categoria de controle 2): falha em função de uma causa comum: falhas de diferentes unidades devido a um acontecimento único, sendo que estas falhas não apresentam consequências recíprocas. Fig. 10 Providências de Falhas de Causa Comum (resumo com palavras chave, continua da próxima coluna) N Providências contra CCC Pontos 1 Separação/Desmembramento física entre os caminhos de sinal 15 2 Diversidade Serão utilizadas tecnologias/ 20 configurações diversas ou princípios físicos. 3 Configuração/Utilização/Experiência 3.1 Proteção contra sobrevoltagem, sobre-pressão, corrente excessiva, etc Uso de componentes confiáveis 5 4 Avaliação/Análise Sind die Ergebnisse einer Ausfall- 5 Fig. 10 Providências de Falhas de Causa Comum (resumo com palavras chave, continuação) Além disto, ainda existem as providências con-tra falhas e quedas sistemáticas em SRP/ CS. Resultado Ou fazemos uso de um gráfico de resultados/ um diagrama de coluna (Figura 11), do qual o PL alcançado possa ser visualizado ou, se tiver que ser mais preciso, do Anexo K conforme EN ISO (Figura 12) do qual resulta uma alocação numérica precisa entre PFH d e os parâmetros PL. Exemplo: Se dispusermos de SRP/CS com arquitetura que corresponda à categoria de controle 3 (redundância com reconhecimento adequado de falha), a quantificação realiza e corresponde à eficácia das providências de detecção de erros em grau de cobertura de revela se foi alcançado um PL e (MTTF d = muito alto = 62 y), um PL d (MTTF d = alto), um PL c Novas exigências ao projeto de partes pertinentes á segurança de controles de máquinas

84 PFH (1/h) PL a b c d e MTTF d = baixo MTTF d = média MTTF d = alto 10 8 Categoria B Categoria 1 Categoria 2 Categoria 2 Categoria 3 Categoria 3 Categoria 4 DC avg = 0 DC avg = 0 DC avg = baixo DC avg = médio DC avg = baixo DC avg = médio DC avg = alto + CCF Fig. 11 Gráfico de resultados/diagrama de coluna Tabela K.1 Apresentação numérica da figura 5 (de EN ISO :2006 [D] Anexo K [informativo] Probabilidade média de falha perigosa por hora [1/h] e o referido nível de performance MTTF d für jeden Kanal Kat. B PL Kat. 1 PL Kat. 2 PL Kat. 2 PL Kat. 3 PL Kat. 3 PL Kat. 4 PL Jahre DC avg = kein DC avg = kein DC avg = niedrig DC avg = mittel DC avg = niedrig DC avg = mittel DC avg = hoch 3 3, a 2, a 1, a 1, a 6, b 3,3 3, a 2, a 1, a 1, a 5, b 3,6 3, a 2, a 1, a 1, a 4, b 3,9 2, a 1, a 1, a 9, b 4, b 4,3 2, a 1, a 1, a 8, b 3, b 4,7 2, a 1, a 1, a 7, b 3, b 5,1 2, a 1, a 1, a 6, b 3, b 5,6 2, a 1, a 9, b 6, b 2, c 6,2 1, a 1, a 8, b 5, b 2, c 6,8 1, a 1, a 7, b 4, b 2, c 7,5 1, a 9, b 7, b 4, b 1, c 8,2 1, a 8, b 6, b 4, b 1, c 9,1 1, a 7, b 5, b 3, b 1, c 10 1, a 7, b 5, b 3, b 1, c 11 1, a 6, b 4, b 2, c 1, c 12 9, b 5, b 4, b 2, c 1, c 13 8, b 5, b 3, b 2, c 9, d 15 7, b 4, b 3, b 1, c 7, d 16 7, b 4, b 2, c 1, c 6, d 18 6, b 3, b 2, c 1, c 5, d 20 5, b 3, b 2, c 1, c 4, d 22 5, b 2, c 1, c 1, c 4, d 24 4, b 2, c 1, c 9, d 3, d 27 4, b 2, c 1, c 8, d 3, d 30 3, b 2, c 1, c 6, d 2, d 9, e 33 3, b 1, c 1, c 5, d 2, d 8, e 36 3, b 1, c 9, d 5, d 2, d 7, e 39 2, c 1, c 8, d 4, d 1, d 7, e 43 2, c 1, c 7, d 3, d 1, d 6, e 47 2, c 1, c 6, d 3, d 1, d 5, e 51 2, c 1, c 5, d 2, d 1, d 5, e 56 2, c 1, c 5, d 2, d 1, d 4, e 62 1, c 9, d 4, d 2, d 8, e 4, e 68 1, c 8, d 3, d 1, d 7, e 3, e 75 1, c 7, d 3, d 1, d 6, e 3, e 82 1, c 6, d 3, d 1, d 5, e 3, e 91 1, c 5, d 2, d 1, d 4, e 2, e 100 1, c 5, d 2, d 1, d 4, e 2, e Fig. 12 Apresentação numérica de acordo com o Anexo K de EN ISO : Novas exigências ao projeto de partes pertinentes á segurança de controles de máquinas 87

85 (MTTF d = médio) ou um PL b (MTTF d = baixo). As estipulações CCF devem ser obrigatoriamente pre-enchidas. Estimativa PL De acordo com a norma, a avaliação deverá ocorrer preferencialmente de acordo com as especificações do cliente. Possibilidade 1 (consulte a figura 13) de uma avaliação PL se baseia no assim denominado método de bloco de acordo com o Anexo B de EN ISO e é uma avaliação de SRP/CS total. Uma avaliação total de acordo com o método de bloco, por exemplo, é o exemplo da norma que poderá ser encontrado no Anexo I de EN ISO :2008 (2006). A utilização do método de bloco é recomendada mais especificamente para SRP/CS complexos e interconectados entre si, bem como em casos especiais (como alternativa aos métodos de subsistemas). Open Close + A + SW1B + L SW2 P K1B SW1B K1B API PLC SPS SW2 PLC CC Control signal CC RS CC: Current Converter PLC: Programmable Logic Controller M: Motor RS RS: Rotation Sensor P: Switch shown in actuated position n M Fig. 13 Possibilidade 1: Avaliação total de uma função de segurança Método de bloco Exemplo da norma Possibilidade 2 (consulte a figura 14) é o método do subsistema usado para simplificação (frequentemente também chamado de avaliação Sub-PL ou método Sub-PL ), o qual para simplificação ainda ocorre adicionalmente sob referência a assim denominada tabela de combinação (Tabela 11 de EN ISO ). Neste sentido consulte também o Anexo H da norma. À divisão da função de segurança em [I], [L] e [O]: Sub-PL s (ou Sub SIL s) ainda se acha subordinada uma modularização de SRP-CS total em SRP/CS s parciais (= sistemas parciais ou subsistemas), os quais são derivados de blocos de função (tipicamente blocos de função para nível de entrada, de processamento de sinais e saída = [I] para input + [L] para lógica + [O] para output. I] para input + [L] para lógica + [O] para output). A divisão permite mais tarde como já descrito acima um cálculo simplificado dos PL s totais. Por um lado a vantagem do método de subsistemas é que encontramos instrumentos e subsistemas no mercado que já formam um subsistema, e os quais já se encontram qualificados por seus fabricantes com um Sub-PL (ou Sub-SIL) e um valor PFH d correspondente, isto significa que não temos a necessidade de fazer cálculos nestes casos. Por outro lado o cálculo é bem mais simples se nós mesmos tivermos que avaliar um Sub-PL. Com relação a valores PFH d próprios, poderemos utilizar o Anexo K da norma, respectivamente derivá-los da mesma. Se tomarmos por base o programa de fornecimento do Grupo Schmersal (e também outros programas de fornecimento), deveremos em relação a um Sub-PL, ou Sub-PIL diferenciar entre dois tipos de instrumentos, ou seja, do grupo Instrumentos individuais simples com Novas exigências ao projeto de partes pertinentes á segurança de controles de máquinas

86 Safety function B Safety function A Function block B 1 Function block B 2 Function block B 3 Sensor I Unidade de supervisão L Atuador O Function block A 1 Function block A 2 Function block A 3 oder Subsystem 1 Subsystem 2 Subsystem 3 SRECS Fig. 14 Possibilidade 2: divisão da função de segurança em [I], [L] e [O] [subsistemas típicos] Instrumentos individuais simples com função de segurança Instrumentos com funcionalidade técnica de segurança mais complexa Diferença: Diagnóstico de terceiros x diagnóstico próprio Zugeordnete Funktions- und Integritätsanforderungen Zugeordnete Funktions- und Integritätsanforderungen D D SPS in Übereinstimmung mit IEC TS 3 D Schütz TSE 4.1 Schütz TSE 4.2 TS 4 Teilsysteme (TS) implementieren Funktionsblöcke und sind Elemente in dem Entwurf der Architektur auf oberster Ebene, wobei ein Ausfall irgend eines Teilsystems zu einem Ausfall der sicherheitsbezogenen Steuerungsfunktion führt. Teilsystem-Elemente (TSE) sind Baugruppen, die die zu den Teilsystemen zugeordneten Funktionsblock-Elemente implementieren. Diagnosefunktionen (D) werden als separate Funktionen betrachtet, die eine von der sicherheitsbezogenen Steuerungsfunktion separate Struktur haben können. Sie können ausgeführt werden innerhalb des Teilsystems durch ein anderes Teilsystem des SRECS durch ein Teilsystem, das extern zum SRECS ist. Schalter Verriegelung TSE 1.1 Schalter Verriegelung TSE 1.2 TS 1 Geschwindigkeitssensor TSE 2.1 Geschwindigkeitssensor TSE 2.2 D D Schalter Verriegelung TSE 1.1 Schalter Verriegelung TSE 1.2 TS 1 Geschwindigkeitssensor TSE 2.1 Geschwindigkeitssensor TSE 2.2 TS 2 SPS in Übereinstimmung mit IEC Schütz TSE 4.1 D Schütz TSE 4.2 TS 2 TS 3 TS 4 D Teilsysteme (TS) implementieren Funktionsblöcke und sind Elemente in dem Entwurf der Architektur auf oberster Ebene, wobei ein Ausfall irgend eines Teilsystems zu einem Ausfall der sicherheitsbezogenen Steuerungsfunktion führt. Teilsystem-Elemente (TSE) sind Baugruppen, die die zu den Teilsystemen zugeordneten Funk-tionsblock-Elemente implementieren. Diagnosefunktionen (D) werden als separate Funktionen betrachtet, die eine von der sicherheitsbezogenen Steuerungsfunktion separate Struktur haben können. Sie können ausgeführt werden innerhalb des Teilsystems durch ein anderes Teilsystem des SRECS durch ein Teilsystem, das extern zum SRECS ist. Instrumentos individuais simples com função de se- Instrumentos com funcionalidade técnica de seguran- gurança (no gráfico acima também denominados de ça mais complexa já dispõem, a partir da fábrica, de elementos TSE de sistemas parciais) são caracterizados especialmente pelo fato de que não dispõe de que são necessárias para um Sub-PL (mais alto), em uma arquitetura que possui todas as características capacidades para a detecção de falhas, mas que são especial a capacidade da determinação própria de falhas (= diagnóstico próprio). Com relação ao exposto necessária outras partes de SRP/GCS para tal (diagnóstico de terceiros). Consulte aqui também a disposição separada de [D] no gráfico acima. No total (TSE acima, isto significa que TSE e [D] já formam uma uni- consulte também a disposição direta de [D] no gráfico ou TSE s + [D]) se origina então um sistema parcial dade (um sistema parcial ou subsistema por via de (um subsistema), que se adéqua a um cálculo Sub- regra com um Sub-PL mais alto) -PL (mais alto). Para PL s mais baixos é suficiente uma avaliação da confiabilidade do hard ware dos instrumentos individuais simples (TSE s) Fig. 15 Diferença de tipos de instrumentos sob o ponto de vista do cálculo PL 2.2 Novas exigências ao projeto de partes pertinentes á segurança de controles de máquinas 89

87 função de segurança e do grupo Instrumentos com funcionalidade técnica se segurança mais complexa. A diferenciação acima citada em dois grupos de instrumentos não significa uma quantificação, isto significa que ambos os grupos de instrumentos podem satisfazer satisfatoriamente seu escopo de tarefas técnicas de segurança em SRP/CS; somente a gestão de PL é diferente. A diferença essencial entre ambos os grupos se encontra na diferente arquitetura dos instrumentos. Por um lado existem arquiteturas (consulte a figura 15, à esquerda) com diagnostico de terceiros (automático) e arquiteturas (consulte a figura 15, à direita) com diagnóstico próprio (automático). Neste contexto, bem como em ambos os casos, automático significa em geral executado pelo sistema, respectivamente independente da vontade. Observação adicional ao método Sub-PL: trabalhar com Sub-PL s (de acordo com a possibilidade 2), tem em muitos casos de utilização a vantagem de que o fabricante de máquinas poderá partir de um processo simplificado para a determinação do PL total tomando por base a tabela 11 da norma a assim denominada tabela de combinação. O PL total neste processo é em geral determinado pelo Sub-PL inferior. Resumo [1] Resumindo brevemente, um Nível de Performance, tal qual exigido futuramente pela nova norma EN ISO para a configuração de SRP/CS, é uma avaliação de diversas grandezas de influência, as quais são atualmente reconhecidas mundialmente, para mensurar a segurança e a confiabilidade de sistemas de medição, controle e regulagem, isto significa que grandezas de influência as quais perfazem a integridade de segurança de um sistema. Diferente do que hoje em dia é comum na engenharia mecânica, um Nível de Performance corresponde a uma avaliação multidimensional. Ao invés de modelagens complexas, a EN ISO utiliza uma abordagem simplificada na qual deverão ser observadas quatro grandezas auxiliares. Contudo, favor observar que adicionalmente são feitas exigências essenciais a um nível de performance independente de sua altura (exigências, isto significa que providências para a evitação e controle de falhas e defeitos sistemáticos, enquanto que em uma classificação de PL (PL a... e ) se trata em geral da evitação e controle de falhas eventuais. Resumo [2] O ponto de partida de uma avaliação PL é a determinação de diversas funções de segurança de uma máquina, respectivamente do controle de uma máquina. Segue-se a determinação do Nível de Performance (PL) necessário à função de segurança em questão. Quais dos cinco níveis de performance ( a... e ) deverá ser escolhido advém da Norma C pertinente (Norma de produto) ou da avaliação do gráfico de risco. Neste processo, o Nível de Performance retrata a medida necessária de providências à redução do risco. É expressa a eficácia das providências (necessárias) em forma de um valor PFH d (valor da probabilidade média tolerada máxima remanescente de uma falha perigosa por hora = Average Probability of a dangerous Failure per Hour). Neste processo o valor PFH d é também a conexão aos Safety Integrity Risco residual a b c Severidade do risco a) O risco deverá ser reduzido em doses muito pequenas b) O risco deverá ser reduzido em dose pequena c) O risco deverá ser reduzido em dose maior d) O risco deverá ser reduzido em dose alta e) O risco deverá ser reduzido em dose significativa d e Fig. 16 Providências de Falhas de Causa Comum (resumo com palavras chave, continuação) Novas exigências ao projeto de partes pertinentes á segurança de controles de máquinas

88 Levels (SIL s) internacionais, conforme conhecidos por EN IEC :2000, ou EN IEC :2005. A avaliação (cálculo) de um nível de performance ocorre agora de acordo com EN ISO em função da consideração de quatro parâmetros individuais (tamanhos auxiliares): 1. Da arquitetura, em geral idêntica à consideração das categorias de controle conforme as conhecemos da utilização de EN 954-1:2006 (ISO ), que foi assumida pela EN ISO ; 2. Da avaliação da confiabilidade do hard ware, expressa como Mean Time to dangerous Failure MTTF d em anos (uma suposição baseada na estatística através do tempo, na qual o hardware irá funcionar sem falhas eventuais de modo tecnicamente seguro e sem defeitos); 3. Da avaliação (da possibilidade) da eficácia das providências de revelação de falhas em SRP/CS ou no setor SRP/CS correspondente, expresso como grau cobertura do diagnóstico DC (para Diagnostic Coverage = Cobertura de Diagnóstico) em %: 4. Da avaliação de providências contra falhas Common Cause, ou Common Mode (CCF = Common Cause Failures = Falhas que podem danificar a utilidade técnica de segurança da diversidade de canais de um sistema). Performance Level PL r Fonte: Norma C ou observação do gráfico de risco Probabilidade de uma falha causadora de perigo por hora (PFH d ) PL Probabilidade média de uma falha grity Level Safety Inte- perigosa por hora (SIL) (PFH d ) a 10 5 < 10 4 = Sem significado b < 10 5 SIL 1 c 10 6 < d 10 7 < 10 6 SIL 2 e 10 8 < 10 7 SIL 3 Arquitetura prevista (categorias de controle): Avaliações da antiga EN 954-1:1996, exceção: SK 2 Qualidade falha do hardware (Mean Time To dangerous Failure): Indicações do fabricante, norma ou compêndio de verificação Grau de Cobertura de Diagnóstico DC (Diagnostic Coverage, Taxa de exposição de falhas): Anexo E de EN ISO :2006 ou indicações do fabricante Providências Common Cause Failure CCF: > 65 pontos (poderá em geral ser assumido no caso de componentes de segurança) Gráfico de resultado PFH (1/h) a b c d e PL MTTF d = niedrig MTTF d = mittel MTTF d = hoch Kategorie B DC avg = 0 Kategorie 1 DC avg = 0 Kategorie 2 DC avg = niedrig Kategorie 2 DC avg = mittel Kategorie 3 DC avg = niedrig + CCF Kategorie 3 DC avg = mittel Kategorie 4 DC avg = hoch Apresentação numérica de acordo com EN ISO :2008 (2006), Anexo K Tabelle K.1 Numerische Darstellung von Bild 5 (aus EN ISO :2006 [D] Anhang K [informativ]) Durchschnittliche Wahrscheinlichkeit eines gefährlichen Ausfalls je Stunde [1/h] und der zugehörige Performance Level (PL) MTTF d Kat. B PL Kat. 1 PL Kat. 2 PL Kat. 2 PL Kat. 3 PL Kat. 3 PL Kat. 4 PL für jeden Kanal Jahre DC avg = DC avg = DC avg = DC avg = DC avg = DC avg = DC avg = kein kein niedrig mittel niedrig mittel hoch 3 3, a 2, a 1, a 1, a 6, b 3,3 3,46 10 a 2,33 10 a 1,79 10 a 1,13 10 a 5,41 10 b ,6 3,17 10 a 2,13 10 a 1,62 10 a 1,03 10 a 4,86 10 b ,9 2,93 10 a 1,95 10 a 1,48 10 a 9,37 10 b 4,40 10 b ,3 2,65 10 a 1,76 10 a 1,33 10 a 8,39 10 b 3,89 10 b ,7 2,43 10 a 1,60 10 a 1,20 10 a 7,58 10 b 3,48 10 b ,1 2,24 10 a 1,47 10 a 1,10 10 a 6,91 10 b 3,15 10 b ,6 2,04 10 a 1,33 10 a 9,87 10 b 6,21 10 b 2,80 10 c ,2 1,84 10 a 1,19 10 a 8,80 10 b 5,53 10 b 2,47 10 c ,8 1,68 10 a 1,08 10 a 7,93 10 b 4,98 10 b 2,20 10 c ,5 1,52 10 a 9,75 10 b 7,10 10 b 4,45 10 b 1,95 10 c ,2 1,39 10 a 8,87 10 b 6,43 10 b 4,02 10 b 1,74 10 c Fig. 17 Resumo esquemático de uma avaliação PL 2.2 Novas exigências ao projeto de partes pertinentes á segurança de controles de máquinas 91

89 Mediante um gráfico - um diagrama de coluna ou do Anexo K de EN ISO é então possível determinar o Performance Level PL alcançado e comparar com o PL necessário para cada função de segurança pertinente e validar. Notas de Rodapé: [1] EN ISO :2006 foi entrementes substituída pela edição EN ISO :2008. A diferença, porém, faz apenas alusão à nova diretriz de máquinas CE 2006/42/EG quanto ao novo Anexo ZB da norma. Por este motivo denominaremos a norma na sequência de EN ISO :2008. [2] Na sequência também denominado como SRP/CS (Safety-Related Parts of Control Systems = partes relacionadas à segurança de sistemas de controle). [3] Probability of dangerous Failure per Hour [4] EN ISO :2008 (2003) se refere à validação de partes de controles pertinentes à segurança (SRP/CS). Esta norma inicialmente a Parte 2 de EN 954-1:1996, mas já publicada ao nível ISO se encontra no momento em revisão, contudo também é a versão básica atual do ano de 2003 imperativa para a utilização da EN ISO :2008. Especialmente valiosos para a prática são seus anexos tecnológicos A até D com informações sobre: princípios de segurança básicos e comprovados, componentes técnicos de segurança comprovados, bem como possibilidades de exclusão de erros e listagens de erros. [5] Excluído do exposto se encontra um valor de taxa fixa o qual a norma cita sob o Anexo C, quando não houver dados do fabricante à disposição. Do mesmo modo também podem ser encontrados outros valores de taxa fixa no Anexo C (valores B 10d, valores MTTF d ), os quais podemos usar quando não houver dados do fabricante Novas exigências ao projeto de partes pertinentes á segurança de controles de máquinas

90 4 Teil 1: Zum Hintergrundverständnis... Seite 9 Teil 2: Angaben (als Grundlage der Berechnungen im Sinne von EN ISO :2006 und EN IEC 62061:2005)... Seite 15 Einfache Einzelgeräte im Schmersal-/Elan-Programm... Seite 21 Einfache Einzelgeräte im Schmersal-/Elan-Programm... Seite 22 Geräteangaben im Einzelnen... Seite 25 Exkurs: Fragen zur Architektur bzw. Steuerungskategorie... Seite 29 Exkurs zum Thema Fehleraufdeckung bei einfachen Einzelgeräten mit Sicherheitsfunktion... Seite 32 Geräte mit komplexerer sicherheitstechnischer Funktionalität... Seite 35 Geräte mit komplexerer sicherheitstechnischer Funktionalität... Seite 36 Geräte mit komplexerer sicherheitstechnischer Funktionalität im Schmersal-/Elan-Programm... Seite 38 Gerätekombinationen... Seite 41 Sicherheitsbussystem ASi-SaW/Geräte mit ASi-SaW-Schnittstelle... Seite 42 Teil 3: Kombination von Sub-PL s zu einem Gesamt-PL... Seite 45 Wie berechne ich selbst einen PL für ein Subsystem (einen Sub-PL)?... 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Seite 81 Zielsetzung der SRP/CS-Normung... Seite 82 Performance Level (1)... Seite 85 Performance Level (2)... Seite 87 Performance Level (3)...Seite 92 Teil 7: Lexikonteil/ Weitere Infos zu einigen Stichwörtern und Begriffen... Seite 93 Abschätzung von PL und SIL... Seite 94 Addition von Ausfallwahrscheinlichkeiten... Seite 94 AMD 1 zu EN 1088: Seite 94 Anhang E... Seite 95 Anhang G (gemäß EN ISO :2006)... Seite 95 Anhang K (gemäß EN ISO :2006)... Seite 96 Architekturen... Seite 97 Ausfälle... Seite 98 Ausfälle (systematische Ausfälle)... Seite 99 Ausfälle (zufällige Ausfälle)... Seite 99 Ausfallraten... Seite 99 B 10d -Werte... Seite 101 Badewannenkurve... Seite 103 Berechnungen (PL-Berechnungen)... Seite 104 Betriebsbewährung... Seite 105 BGIA... Seite 105 BGIA-Drehscheibe... Seite 105 BGIA-Report 2/08... Seite 106 CCF (Common Cause Failure), CCF-Maßnahmen, CCF-Management... Seite 106 CCF-Management/-Maßnahmen... Seite 107 (Type-) C-Normen... Seite 108 Designated Architectures... Seite 108 Diagnosedeckungsgrad DC... Seite 108 Diagnostic Coverage DC... Seite A implementação prática de EN ISO :2008 (2006) Parte 1: Informações adicionais e suportes Parte 2: Perguntas decisivas Parte 3: Novas exigências adicionais É indubitável que a avaliação de partes pertinentes à segurança de controles de máquinas ficou mais complexa através da EN ISO e, como é sempre, por via de regra, em caso de todas as novidades, seguindo o ditado Nenhum problema é tão grande e/ou complicado, que na observação amiúde não tenha se tornado maior ou mais complicado : existem inseguranças e também perguntas decisivas. Além disto, é comumente ignorado, pelo menos cai frequentemente em segundo plano, que a nova norma contém outras novas exigências e aspectos que podem ser pelo menos tão importantes para a execução de partes pertinentes à segurança de controles como a avaliação (cálculo) correta de um nível de performance. Felizmente existe entrementes um grande número de informações e assistências à EN ISO , das quais lhes apresentaremos três a seguir. Inseguranças e perguntas decisivas serão então tratadas na parte 2 desta contribuição. A parte 3 se refere a novas exigências adicionas e aspectos da norma. Parte 1: Informações de segundo plano Parte 2: Informações como bases de cálculo Parte 3: Combinação de Sub-PL s a um PL total Parte 4: Divagações/FAQ s Parte 5: Exemplos de circuitos Parte 6: Características e manejo Parte 7: Parte pertinente ao dicionário Einige spezifische Hintergrundinformationen zu EN ISO :2006* für Schmersal-/Elan-Vertriebsmitarbeiter sowie interessierte Kunden Ausgangspunkt zur Einschätzung der Risikominderung F 1 S 1 F 2 F 1 Erforderlicher NiedrigesPerformance- Risiko Level PL r P 1 a P 2 b P 1 P c P 2 1 P d P2 P1 F2 S2 F1 P1 P2 S1 PARTE 1: INFORMAÇÕES ADICIONAIS E ASSISTÊNCIAS * EN ISO :2006 wurde zwischenzeitlich durch eine Ausgabe EN ISO :2008 ersetzt. Der Unterschied betrifft aber lediglich die Inbezug nahme der neuen EG-Maschinenrichtlinie 2006/42/EG im neuen Anhang ZB der Norm. Nachfolgend bleiben wir bei EN ISO :2006. Category B Folheto Schmersal/Elan Em primeiro lugar fazemos referência a um folheto Schmersal/Elan de aprox. 130 páginas Algumas informações específicas de segundo plano à EN ISO :2008 (2006), que contém todas as informações necessárias para uma conversão pragmática da nova norma. Inhalt O folheto trata de forma compacta e compreensível em sete partes distintas (consulte a caixa), como podemos lidar com a norma de forma simples e descomplicada. Este documento poderá ser solicitado via seu contato na Schmersal/Elan ou ser baixado em base/bilddata/broschue/b_138p01.pdf 2.3 A implementação prática de EN ISO :2008 (2006) 93

91 segurança da diretriz de máquinas e possíveis processos para a avaliação de riscos. Com base nesta informação, o relatório permite a escolha no Nível de Performance PL necessário para funções de segurança técnica de controle. A determinação do real Nível de Performance PL é exemplificada no detalhe. Faz-se também alusão detalhada às exigências para a obtenção do PL respectivo, bem como às suas categorias pertinentes, à confiabilidade dos componentes, aos graus de cobertura do diagnóstico, a segurança do software e às medidas contra falhas sistemáticas e defeitos de causa comum. Informações de segundo plano das exigências na prática técnica de controles completam a oferta de informações. Relatório BGIA 2/2008 O Relatório 2/2008 do antigo Berufsgenossenschaftlichen Instituts für Arbeitsschutz (BGIA), agora denominado IFA (Institut für Arbeitsschutz der Deutschen Gesetzlichen Unfallversicherung, St. Augustin) em função da reorganização da Deutschen Gesetzlichen Unfallversicherung (DGUV), trata da nova norma em parte de modo científico, amplo e profundo; ele abrange 260 páginas e se divide em oito partes: Introdução Normas básicas à segurança funcional de controles de máquinas Visão geral do relatório e da norma Funções de segurança e sua contribuição à redução do risco Configuração de controles seguros Verificação e validação Exemplos de circuitos para SRP/CS Literatura São apresentados os principais teores da nova norma. O relatório abrange a sua utilização com base em diversos exemplos das áreas eletromecânica, técnica de fluídos eletrônica e eletrônica programável, dentre estes também controles com tecnologia mista. É demonstrada a correlação da norma com as exigências básicas de Além disto, 37 exemplos de circuitos mostram até ao nível dos componentes, como os Níveis de Performance a até e com as categorias B até 4 podem ser transformados nas tecnologias respectivas. Neste processo eles fornecem informações sobre os princípios de segurança utilizados e componentes técnicos de segurança aprovados. Inúmeras indicações de literatura auxiliam a fornecer uma profunda compreensão das exigências pertinentes. O relatório mostra que as exigências da norma podem ser implementadas na prática técnica e, com isto, fornece uma contribuição ao uso uniforme e interpretação da norma a nível nacional e internacional. Este documento poderá ser solicitado via seu contato na Schmersal/Elan ou ser baixado em www. dguv.de/ifa/de/pub/rep/pdf/rep07/bi-ar0282/ 2_2008.pdf. Software-Tool SISTEMA A ferramenta do Software SISTEMA (Sicherheit von Steuerungen an Maschinen = Segurança de Controles em Máquinas), que também foi publicada pela IFA (consulte acima), entrementes goza de grande aceitação entre os usuários da Norma EN ISO , os quais preferem uma implementação protegida de TI ao invés da tradicional avaliação de um Nível de Performance. No SISTEMA se trata de uma ferramenta de software gratuita baseada no sistema WINDOWS, para o suporte na avaliação da segurança de A implementação prática de EN ISO :2008 (2006)

92 PARTE 2: PERGUNTAS DECISIVAS Ainda que nos ocupemos intensivamente com a nova norma EN e em sua implementação fizermos uso dos suportes conforme citados acima, haverá incertezas e também perguntas decisivas. Algumas perguntas deste tipo escolhidas serão mencionadas na sequência. controle com relação a EN ISO :2006 que foi elaborado lá. A ferramenta SISTEMA reproduz a estrutura de partes do controle ligadas à segurança (SRP/ CS) à base das assim denominadas arquiteturas previstas, e calcula valores confiáveis em diferentes níveis de detalhe, inclusive do Nível de Performance (PL) alcançado. O parâmetro de risco para a determinação do Nível de Performance (PL) necessário, a categoria, as providências contra falhas de origem comum (CCF) em sistemas multicanais, a adequação média do componente (MTTF d ) e a qualidade média de teste (DC avg ) de elementos de construção e blocos podem ser concebidos passo a passo. A implicação de cada alteração de parâmetro sobre o sistema completo é indicado direta-mente e pode ser impresso como relatório. É possível fazer o download do SISTEMA diretamente na IFA son DOWNLOAD / sendmail.aspx? Recherche = Down load?=d. Através do website do SISTEMA (www. dguv.de/ifa/de/pra/softwa/sistema/index.jsp) também é possível obter indicações cruzadas sobre bibliotecas de fabricantes, bem como outras informações úteis. A biblioteca Schmersal/Elan pertinente ao SISTEMA pode ser baixada diretamente sob library/de/schmersal-elan_lib-v12-de_ SISTEMA.zip. Determinação de uma função de segurança Para poder realizar a avaliação de um Nível de Performance (PL) de modo apropriado do ponto de vista técnico de segurança, mas também para não se apresentar pior (não se considerar pior) do que na realidade, a definição de uma função de segurança obtém uma acentuação especial. De acordo com a definição, uma função de segurança é a função de um controle de máquina, sendo que a falha da função conduz ao inevitável aumento do risco (dos riscos) (consulte EN ISO , item ). Isto significa que uma máquina por via de regra sempre dispõe de um grande número de funções de segurança e um circuito complexo poderá abranger diversas funções de segurança, ou eventualmente ser dividido sob este ponto de vista. A Figura 1 contém funções de segurança típicas. Com relação ao exemplo de um circuito em série de cinco portas de proteção, isto poderá significar que existam cinco funções de segurança a serem observadas individualmente, quando a um momento determinado X sempre é aberta apenas uma das cinco portas de proteção pelo operador. Esta reflexão se torna ainda mais evidente em instrumentos de comando de parada de emergência que se encontrem conectados em série, uma vez que neste caso podemos partir do pressuposto, que em caso de emergência é sempre apenas ativado um de vários instrumentos. 2.3 A implementação prática de EN ISO :2008 (2006) 95

93 Função de segurança Função de parada relacionada à segurança, introduzida por um dispositivo de segurança Função de reversão manual Função de Partida/reiniciar Função de controle local Função sem áudio Dispositivo com reset automático (dispositivos de comando dos movimentos da máquina) Função de concordância Evitação da partida inesperada Liberação e salvamento de pessoas presas Função de isolamento e derivação de energia Funções de controle e escolha do tipo de operação Função para o desligamento em caso de emergência Exemplo de possível utilização Reação sobre a liberação de um dispositivo de segurança via STO, SS1 ou SS2 (Tabela 5.2) Confirmação ao abandonar áreas acessíveis Só permitido em dispositivos de segurança de controle de separação conforme DIN EN ISO Controle de movimentos de máquinas em um local dentro da área de risco Tornar dispositivos de segurança temporariamente ineficazes, p. ex. no transporte de material Movimentos da máquina controlados a partir de um local no interior da área de risco, p. ex. no setup Movimentos da máquina controlados a partir de um local no interior da área de risco, p. ex. no setup Intervenção manual em áreas de risco Afastamento de cilindros Abertura de uma válvula hidráulica para redução de pressão Ativação de funções de segurança através e interruptores de escolha do tipo de função Reação à ativação de um dispositivo de parada de emergência através de STP ou SSI (Tabela 5.2) Fig. 1 Exemplos para funções de segurança (consulte EN ISO , Tabela 8). Favor observar que as funções de segurança também podem ser subfunções, p. ex. o sinal de RESET em áreas de máquinas acessíveis causadoras de risco ou a ativação do imã de um dispositivo de travamento, Esta abordagem poderá simplificar muito o intercurso com a nova norma, uma vez que a cadeia de SRP/CS [1] a ser observada se torna mais curta, obtendo-se, por exemplo, menos blocos ou subsistemas. Aliás, esta avaliação é somente permissível tomando-se por base uma avaliação meticulosa. Deverá ser observada a coincidência o encontro do ser humano e funcionalidade do controle (no amplo sentido as interfaces ser humano e máquina). Em todos os locais onde possam ocorrer riscos mais elevados ao ser humano (o operador) em virtude de falhas, defeitos ou distúrbios, se trata a princípio de uma função de segurança. Isto poderá, por exemplo, ser o afastamento de cilindros ou a proteção de partes que disparam, com a condição de que as funcionalidades do controle exerçam uma função aqui. Em casos normais, no caso de um circuito funcional em série, para uma função de segurança, é sempre avaliado o dispositivo de segurança isolado (palavra chave: coincidência ser humano/máquina). Exceções que também aqui confirmam a regra são, por exemplo, portas duplas ou telescópicas ou dispositivos de tensão que prendem uma peça conjuntamente. Aqui deverão ser adicionadas as possibilidades de falhas dos interruptores participantes (instrumentos). Além disto, deverão ser avaliados todos os erros, p. ex. também os reconhecimentos limitativos de erros, ou o risco de cancelamento de um erro em circuitos em série simples de equipamentos eletromagnéticos (consulte a análise acima). Para a elucidação apresentamos a seguir um resumo de exemplos conforme podem ser encontrados em apresentação detalhada no Relatório BGIA 2/2008: A implementação prática de EN ISO :2008 (2006)

94 Resumo do Relatório BGIA 2/08 - Exemplo 1: Função de segurança Desativar na abertura de portas Na abertura de uma porta de proteção o operador da máquina tem acesso a uma área de risco, no qual cinco acionamentos controlam os movimentos de componentes da máquina. A abertura da porta de proteção causa a parada rápida de todos os cinco acionamentos. O resultado poderá ser um PL que não é mais suficiente para a utilização, embora talvez só os acionamentos 1 e 3 disparem movimentos que possam causar risco ao operador e que os outros acionamentos sejam desligados de modo meramente funcional. Neste caso se sugere em relação à função de segurança, somente considerar os movimentos que sejam efetivamente de risco. Monitoramento de posição da porta de proteção Lógica Acionamento 1 Acionamento 2 Acionamento 3 Acionamento 4 Acionamento 5 PS: possibilidades de erros da instalação elétrica são computadas aos blocos pertinentes. Monitoramento de posição da porta de proteção 1 Monitoramento de posição da porta de proteção 2 Monitoramento de posição da porta de proteção 3 Monitoramento de posição da porta de proteção 4 Monitoramento de posição da porta de proteção 5 Lógica Acionamento PS: possibilidades de erros da instalação elétrica são computadas aos blocos pertinentes. Resumo do Relatório BGIA 2/08 Exemplo 3: Função de segurança Parada de emergência de uma instalação completa Em uma máquina maior, se acham instalados 20 instrumentos de parada de emergência, cuja ativação desativa todos os 50 acionamentos o mais rápido possível. Neste caso, quais deverão ser os componentes a ser considerados na realização desta função de segurança? Não é previsível qual instrumento de parada de emergência será ativado para o disparo da função de segurança. Como o operador sempre só ativa um instrumento de parada de emergência, serão definidas as funções de segurança SF1 até SF 20. Resumo do Relatório BGIA 2/08 - Exemplo 2: Função de segurança Desativar na abertura de portas Um movimento causador de risco é protegido por uma cerca, que dispõe de cinco portas de proteção. A abertura das portas conduz ao desligamento. No tocante à determinação subsequente do PL, cada porta poderá ser parte integrante de uma função de segurança SF1 até SF5 (consulte acima) Dispositivo de parada de emergência 01 Dispositivo de parada de emergência 01 Dispositivo de parada de emergência 01 Dispositivo de parada de emergência 01 Lógica Acionamento 21 Acionamento 21 Acionamento A implementação prática de EN ISO :2008 (2006) 97

95 PS: possibilidades de erros da instalação elétrica são computadas aos blocos pertinentes. O local em questão de uma pessoa ameaçada no disparo da parada de emergência não é conhecido, mas onde quer que esta pessoa se situe, nem todos os 50 acionamentos configuram um risco. Por este motivo deverá ser considerado o caso mais desfavorável em relação todas as situações possíveis. Este é determinado pelo pior PL sendo também, entre outros, dependente do número de acionamentos na cadeia de segurança que exerçam movimentos de risco no local mais desfavorável, bem como o PL individual pertinente. Problema: Riscos sobrepostos Com isto queremos evidenciar que em um determinado local (em uma determinada posição), p. ex. em uma instalação de robô, poderão incidir riscos ao operador, que podem ser causados por diferentes máquinas (robôs) ou componentes de máquinas. Em outras palavras (Fonte: consulte a análise acima Folha de Informação): riscos sobrepostos são caracterizados pelo efeito simultâneo de diferentes riscos individuais sobre um ou mais seres humanos a serem protegidos, partes do corpo ou membros que se encontram em um local ou que possam atingir áreas causadores de risco. Sob risco individual subentende-se tanto o movimento em um eixo individual, quanto também um risco através do movimento de um componente total da máquina. Portanto, caso resultar o movimento de um componente da máquina através da ação cinética concomitante de um ou mais acionamentos de eixos ou fusos (p. ex. uma ferramenta de fresa no suporte de um centro de processamento), isto poderá ser considerado como risco individual. Para manter a complexidade dos cálculos de acordo com EN ISO em limites justificáveis em tais escopos de tarefas, elaborou-se pelo Comitê Engenharia Mecânica, Sistemas de Produção, Engenharia Estrutural da Metall- BG Nord Süd, Mainz, uma Folheto de Informações (047, Edição 05/2010), o qual descreve um procedimento adequado para estes casos. Conclusão de acordo com o Folheto Informativo Dependendo da avaliação de risco individual, é permitido na prática projetar funções de segurança, as quais, embora formadas por riscos sobrepostos, se baseiam na avaliação de seus riscos individuais. Fig. 2 Título do folheto de informações nº 047 do Comitê da Metall-BG Nord Süd, Mainz ao tema Riscos sobrepostos Mas, se diversos atores exercerem uma colaboração (p. ex. proteções, válvulas reguladores de acionamentos) à redução do mesmo risco individual, todos estes atores deverão ser avaliados conjuntamente em uma função de segurança. Expresso de modo diverso: todos os atores que possam exercer movimentos causadores de risco em um e no mesmo componente da máquina, deverão ser considerados conjuntamente em uma função de segurança. Quando a avaliação individual de risco na máquina causar uma avaliação de risco diferenciada com PL divergente, ou SIL, é permitido na prática projetar funções de segurança que se baseiem na avaliação de riscos individuais. Exclusão de erros Aqui se trata da pergunta, se a certeza da ocorrên-cia de um erro (um erro não pode levar à perda da função de segurança), conforme válido para A implementação prática de EN ISO :2008 (2006)

96 A questão da exclusão de erros vivencia sob EN ISO um renascimento, uma vez que é de suprema importância para a avaliação da arquitetu-ra de SRP/CS (mas como também já era para a avaliação de uma categoria de controle). a exigência básica das categorias de controles 3 e 4, sempre requeira uma redundância física (uma execução dupla) do hardware participante da função ou se, e sob quais estipulações, determinadas suposições de erros possam ser excluídas. Isto se refere, por exemplo, à pergunta, se uma colocação de tubulação de dois canais deverá ocorrer separadamente (isto significa que não em cabos metálicos comuns não revestidos), ou sob consideração de quais situações não deverá ocorrer se sempre se requer dois instrumentos no nível do ator, ou se nos dispositivos de intertravamento com ou sem trava também é suficiente um duplo canal elétrico (invés de prever fisicamente dois interruptores para tal) Basicamente é válido que a combinação de SRP/CS se inicia no ponto no qual são emitidos os sinais relacionados à segurança (inclusive, por exemplo, do atuador ou do papel de um interruptor de posição), e que termine nas saídas dos elementos de controle (inclusive o contato principal de uma proteção). O fato de agora ser elaborado novamente um número maior de perguntas, as quais se dirigem em especial aos interruptores de segurança eletromagnéticos, é possível também ter sido originado pelas irritações, acarretadas pelos novos dispositivos de intertravamento (eletrônico) e o marketing usado por alguns fabricantes. Em sua apresentação mercadológica intencionada ou não é por vezes transmitida a sensação, de que as soluções tradicionais, bem como a sua utilização em exigências de segurança mais rígidas, não são mais permitidas. Contudo, a realidade não é esta de modo nenhum, pois nada se alterou na avaliação até então existente. Por via de regra existe em segundo plano a pergunta, se uma característica de duplo canal elétrico (= o processamento de sinais de dois contatos de segurança) possa ser considerada como redundância no sentido das exigências ou se, para alcançar o exposto, se faz necessário um duplo canal físico (uma solução de dois interruptores). Avaliar um duplo canal elétrico como redundância, significa na ativação mecânica (no atuador, mecanismo de redirecionamento, etc.) garantir eliminações de erros. Em outras palavras, deverá ser garantido que os instrumentos não sofram danos e outras influências adversas que possam Anschlag As exclusões de erros são tratadas sob item 7.3. da EN ISO , como até então também na EN 954-1:1996, essencialmente via referencia cruzada a EN ISO :2008 (2003). Nova é a exigência expressa de que as exclusões de erros deverão ser documentadas. Anschlag Justamente no tema Exclusão de Erros é que os Anexos A até D de EN ISO exercem um papel fundamental, já que eles, subdivididos de acordo com as diferentes tecnologias, mecânica, hidráulica, pneumática e elétrica, citam listas de falhas e também listagens de exclusões de erros permitidas (com os fatores determinantes para a sua utilização). Fig. 3 Sob quais as condições é suficiente uma execução elétrica de dois canais em dispositivos de intertravamento para categorias de controle SK 3, ou Nível de Performance PL d? Sob quais condições se faz necessária uma redundância física neste contexto? 2.3 A implementação prática de EN ISO :2008 (2006) 99

97 afetar a sua função correta. Aqui se consideram rompimentos por stress de material, eventuais erros de material tais como cavidades, ou um bloqueio de mecanismo de redirecionamento através de uma partícula estranha, etc. É possível excluir falhas deste tipo. Isto é permitido por EN ISO sob item 7.3 (do mesmo modo que EN 954-1:1996 também o fez). Para os fatores determinantes pertinentes à exclusão de erros valem então as exigências especiais de EN ISO Deveremos, contudo, lidar na avaliação do PL via os parâmetros da exclusão de erros de modo bem cauteloso e reservado. A tolerância se obtém do item 7.3 da EN ISO :2006, onde se lê: Nem sempre é possível avaliar as SRP/CS sem a suposição de que determinados erros possam ser excluídos. Para obter informações mais precisas à exclusão de erros favor consultar ISO A exclusão de erros é um compromisso entre as exigências de segurança técnica e a possibilidade teórica da ocorrência de um erro. O erro pode se basear na improbabilidade técnica da ocorrência de alguns erros; na experiência técnica em geral reconhecida, independente da utilização considerada, e nas exigências técnicas em relação à utilização e do risco especial. Quando se excluem erros, deverá ser fornecida uma justificativa precisa na documentação técnica. Na norma EN ISO acima citada, tratase da parte 2 originalmente planejada de EN 954, mas logo após na parte realizada ao nível ISO Validação de SRP/CE. Embora esta norma esteja sofrendo uma revisão, a mesma por enquanto também completa a EN ISO , não podendo ser subestimada em sua relevância. Isto não vale apenas para o tema Exclusão de Erros. Nos Anexos de A a D de EN ISO também se encontram, por exemplo, os princípios básicos e relevantes de segurança, bem como as listas dos componentes técnicos de segurança, os quais deverão ser considera- Possibilidade de prescindir de um interruptor de controlo adicional em dispositivos de encravamento (redundância física / redundância eléctrica para CC 3 ou PL d ) 2º interruptor Interruptores de segurança com Encravamentos de resguardo de Interruptores de dobradiça Interruptores magnéticos BNS Dispositivos electrónicos Sim/Não? actuadores independentes segurança com actuadores inde- baseados em CSS pendentes Gama AZ e similar Gama AZM e similar Gama TESF e similar Gama BNS Gamas CSS, AZ/AZM 200, MZM Princípio de funcionamento: electro- Princípio de funcionamento: electro- Princípio de funcionamento: Princípio de funcionamento: Princípio de mecânico mecânico electromecânico sem contacto funcionamento: pulso-eco Máx. CC/PL Sem 2º interruptor: máx. CC 3, PL d Sem 2º interruptor: máx. CC 3, PL d Sozinho: máx. CC 4, PL e Sozinho: máx. CC 4, PL e Sozinho: máx. CC 4, PL e Sozinho no que diz São requeridas exclusões de falhas. Não é requerido um 2º inter- Não é requerido um 2º interrup- Não é requerido um 2º interrup- respeito às normas de PSCRS (1) EN / -2 (mas a norma C tem Em relação ao desenho e características técnicas, os nossos dispositivos cumprem os requisitos correspondentes. ruptor tor ver também a norma IEC EN tor ver também a norma IEC EN : classificação como : classificação como PDF-M PDF-M prioridade!) Para além disso (ver reverso) devem observarse as BPE (2) Recomendações adi- O perigo deve ser visível (que não seja radiação, etc.) cionais de Schmersal / Interação sem tensão entre actuador e dispositivo Elan se é utilizada a Lugar de instalação livre de risco e entrada de sujidade/partículas estranhas, etc. exclusão de falhas Adaptação do efeito do actuador (peça de metal perfurado) Teste de inicio (recomendado) Requisitos adicionais para dispositivos com bloqueio de resguardo: Dispositivos com mecanismo de fecho em caso de falha Respeitar as forças de extracção máximas permitidas Notas É necessário um cuidado especial! É necessária documentação específica de exclusão de falhas Sim! Sim! Não! Não! Não! Requisitos de outras normas a respeitar: AMD 1 (3) segundo EN Sim (ver sugestões no reverso), à Sim (ver sugestões no reverso), à Fixação não desmontável Sim (ver sugestões no reverso) Sim (ver sugestões no reverso), 1088:1996 (medidas excepção das versões i = versões excepção das versões i = versões à excepção do AZM 200 / adicionais frente a codificadas individualmente (AZ i, codificadas individualmente (AZ i, MZM 100 manipulação) etc.) etc.) EN ISO :2006 Processamento de sinais de 2 canais Processamento de sinais de 2 canais Processamento de sinais de Processamento de sinais de Processamento de sinais de 2 canais 2 canais 2 canais EN 1088:2007 Sem fim de curso mecânico Sem fim de curso mecânico Sem fim de curso mecânico Sem fim de curso mecânico Sem fim de curso mecânico, com excepção do MZM PSCRS: Partes de sistemas de comando relativas à segurança; 2 BPI: Boas Práticas de Engenharia; 3 Integrado na EN 1088:2007 Fig. 4 Parte frontal do folheto da Schmersal/Elan Desistência de um interruptor de monitoramento adicional no caso de dispositivos de intertravamento (redundância física vs. redundância elétrica para SK 3, respectivamente PL d ) A implementação prática de EN ISO :2008 (2006)

98 BPE (Boas Práticas de Engenharia) Cumprimento dos princípios de segurança básicos e provados de acordo com os anexos A e D da EN ISO :2003 Cumprimento dos dados técnicos e da informação de instalação de acordo com as instruções de utilização dos dispositivos Validar as PSCRS de acordo com a EN ISO :2003 Precauções adicionais frente a manipulação (opcionais, mas deve seguirse como mínimo uma) Actuador não desmontável / possível fixação do dispositivo (rebites, soldadura, parafusos à prova de manipulação) Instalação oculta do dispositivo Instalação fora do alcance Actuadores codificados individualmente Interruptor de controlo adicional Medidas de controlo (teste de inicio, teste de conformidade, etc.) Informação básica / adicional: AMD 1 de EN 1088:1996 (integrado na EN 1088:2007) Consideração da exclusão de falhas Base: Secção 7.3 da EN ISO :2006, em relação à secção 3.2 da EN ISO :2003 O dispositivo não se abre com contactos de abertura positiva (exclusão de falhas admissível segundo a Tabela D.8 da EN ISO :2003) Falha mecânica (exclusão de falha admissível segundo a Tabela A.8 da EN ISO :2003) Falha hipotética Exclusão de falha Desgaste / corrosão Sim, se o material, as dimensões, o processo de fabricação, o processo de tratamento e a lubrificação correcta forem seleccionados cuidadosamente de acordo com a vida de serviço estabelecida (ver Tabela A.2). Não se pode apertar / Sim, se o material, o processo de fabricação, os dispositivos de encravamento e desapertar o processo de tratamento forem seleccionados cuidadosamente de acordo com a vida de serviço estabelecida (ver Tabela A.2). Ruptura Sim, se o material, as dimensões, o processo de fabricação, o processo de tratamento e a lubrificação correcta forem seleccionados cuidadosamente de acordo com a vida de serviço estabelecida (ver Tabela A.2). Deformação por tensão Sim, se o material, as dimensões, o processo de fabricação e o processo de tratamento forem seleccionados cuidadosamente de acordo com a vida de serviço excessiva estabelecida (ver Tabela A.2). Rigidez / retenção Sim, se o material, as dimensões, o processo de fabricação, o processo de tratamento e a lubrificação correcta forem seleccionados cuidadosamente de acordo com a vida de serviço estabelecida (ver Tabela A.2). Revisão da EN ISO (em preparação): A exclusão de falhas mecânicas já não é admissível na PL e! Elan Schaltelemente GmbH & Co. KG Im Ostpark 2 D Wettenberg ALEmANIA Tel.: +49 (0) Fax: +49 (0) Internet: K.A. Schmersal GmbH Industrielle Sicherheitsschaltsysteme Möddinghofe 30 D Wuppertal ALEmANIA Tel.: +49 (0) Fax: +49 (0) Internet: Schmersal Ibérica, S.L. Apartado Póvoa de Sta. Iria PORTUGAL Tel.: Fax: Internet: Schmersal Ibérica, S.L. Pol. Ind. La Masia Camí de les Cabòries, Nave Sant Cugat Sesgarrigues ESPAÑA Tel.: Fax: Internet: Responsabilidade A informação e as recomendações deste documento informativo correspondem aos nossos conhecimentos e são disponibilizados de boa fé. Sem compromisso, não excluem o utilizador da responsabilidade de realizar os seus próprios testes e de avaliar os diferentes aspectos implicados. Na ausência de mandatos legais em sentido contrário, não assumimos nenhuma responsabilidade pelos possíveis erros e mal entendidos que ocorram deste documento informativo. Fig. 5 Verso do folheto da Schmersal/Elan Desistência de um interruptor de monitoramento adicional no caso de dispositivos de intertravamento (redundância física vs. redundância elétrica para SK 3, respectivamente PL d ) dos nas arquiteturas e nas diferentes tecnologias que normalmente são qualificadas para as SRP/CS. Um resumo do tema Exclusão de Erros de dispositivos de intertravamento em conexão com dispositivos de proteção móveis está contido no folheto da Schmersal/Elan Desistência de um interruptor de monitoramento adicional no caso de dispositivos de intertravamento (redundância física vs. redundância elétrica para SK 1) 3, respectivamente PL d ; consulte as Figuras 8 e 9 (pode ser obtido através de sua pessoa de contato Schmersal/Elan). Grau de diagnóstico em Interruptores em série Nos círculos técnicos este tema (baseado em DC a instrumentos eletromecânicos alocados em série) é discutido de modo controverso. Existe consenso que em tais interruptores não podem ser descobertos todos os erros, respectivamente possíveis erros podem ser sobrepujados (consulte o exemplo a seguir), contudo não existe consenso sobre o grau remanescente Ponto de partida da avaliação S1.1 S1.2 Porta de proteção 1 S2.1 S Porta de proteção 2 K1 K2 + S1.1 S2.1 + K1 K2 S1.2 Porta de proteção 1 S2.2 Porta de proteção 2 Primeiro Erro: Cancelamento de erros: Curto circuito via contato Porta de proteção 2 S1.1 (Porta de proteção 1) é aberta Porta de proteção 1 é Relé desliga em 2 aberta canais Relé desliga em 1 canal É possível nova Inibição operacional (99% DC) partida PS: Em utilizações, nas quais um possível primeiro erro é sempre sobreposto por motivos operacionais, p. ex. em portas duplas ou similar, sugerimos medidas adicionais para a detecção de erros no caso do uso de interruptores magnéticos de segurança (consulte análise acima). Em instrumentos eletromecânicos com contatos abertos por pressão, esta sugestão poderá ser negligenciada. 2.3 A implementação prática de EN ISO :2008 (2006) 101

99 Acúmulo de erros Variante 1 Acúmulo de erros Variante 3 S1.1 S1.2 Porta de proteção 1 S1.1 S1.2 Porta de proteção 1 S1.1 S1.2 Porta de proteção 1 S1.1 S1.2 Porta de proteção 1 + S2.1 + S2.2 Porta de proteção 2 + S2.1 + S2.2 Porta de proteção 2 + S2.1 + S2.2 Porta de proteção 2 + S2.1 + S2.2 Porta de proteção 2 K1 K2 K1 K2 K1 K2 K1 K2 Segundo erro na porta de proteção 2 Curto circuito via S2.1 Avaliação: Porta de proteção (opcional) é aberta Relé desliga em 1 canal Inibição operacional (reação técnica de segurança correta, um religamento não é possível) PS: Para sobrescrever o erro, deveria ser aberta outra porta de proteção. Uma condição perigosa exige um terceiro (no caso de mais portas de proteção, eventualmente adicionais) erro! Acúmulo de erros Variante 2 + S1.1 S2.1 + S1.2 Porta de proteção 1 S2.2 Porta de proteção 2 + S1.1 S2.1 + S1.2 Porta de proteção 1 S2.2 Porta de proteção 2 Segundo erro na porta de proteção 1 Curto circuito via S2.1 Avaliação: Porta de proteção 1 é aberta O Relé não desliga Condição perigosa Porta de proteção 2 é aberta Relé desliga em 2 canais Uma nova partida é possível feedback dos interruptores das portas de proteção em uma SPS com subsequente avaliação de plausibilidade e da inclusão desta avaliação no circuito de religamento da SRP/CS. Existe ainda a alternativa de utilizar outras tecnologias, p. ex. a tecnologia PES da família CSS da Schmersal de dispositivos de intertravamento que operam sem contato, com ou sem trava. K1 K2 K1 K2 Segundo erro na porta de proteção 2 Curto circuito via S2.2 Avaliação: Porta de proteção (opcional) é aberta Relé desliga em 1 canal Inibição operacional (reação técnica de segurança correta, um religamento não é possível) PS: Condição perigosa na ocorrência de um terceiro erro (no caso de mais portas de proteção, são eventualmente necessários erros adicionais)! da descoberta de erros, ou especificação dos fatores determinantes aos quais se encontram ligados. Nós aconselhamos calcular apenas com um DC de 60 % em interruptores em série de instrumentos eletromagnéticos e similares, quando não houver medidas adicionais. Medidas adicionais para o aumento do DC poderão, por exemplo, ser a leitura de contatos de Fig. 6 Graças à utilização da tecnologia de circuito eletrônico de auto-monitoramento 99 % DC, respectivamente PL e, também no caso de circuitos em série: dispositivos de intertravamento que operam sem contato com ou sem trava série CSS Schmersal Com relação a este tema também existe um folheto Schmersal/Elan ( Não deveríamos jogar a criança fora com a água do banho [ditado alemão que significa: reagir muito rápido e, geralmente, de maneira desastrosa] consulte as figuras 7 e 8) o qual sua pessoa de contato da Schmersal teria prazer em colocar à sua disposição A implementação prática de EN ISO :2008 (2006)

100 Não temos que deitar fora a criança com a água da banheira!* * Dito (já utilizado por Lutero e por Thomas Murner). Expressão figurada para dizer que um excesso de zelo pode resultar em que recusemos o que é bom junto com o que é mau. EN ISO :2006: Grau de cobertura de diagnóstico nas ligações em série simples de sensores electromagnéticos e de interruptores de segurança devido ao risco residual de não se poder descartar totalmente uma acumulação perigosa de erros. Aplicação: Interruptores electromecânicos e encravamentos (com ou sem bloqueio), interruptores magnéticos, botões comandos de paragem de emergência, etc., dispostos em 2 canais numa ligação em série simples, bem como dispositivos individuais com função de segurança controlados por módulos de relés, PLCs de segurança, etc. para a detecção de defeitos, erros e incongruências ➊. Também se deve ter em conta que no caso dos interruptores magnéticos de segurança, a sua ligação a uma avaliação de outro fabricante é da sua inteira responsabilidade e que como sempre requerido para dispositivos deste tipo se deve garantir uma limitação de corrente e tensão. Ao aplicar a norma EN ISO :2006, recomendamos que os nossos clientes, enquanto se cumpram os restantes requisitos da categoria de controlo 3, adoptem uma cobertura de diagnóstico (DC) de 60 % como base para os sistemas de comutação deste tipo. DC ➋ = Σ λ dd = 60 % Σ λ d O valor (bastante conservador) de 60 % de DC permite que as ligações em série simples (numa arquitectura de 2 canais que corresponda à categoria de controlo 3 e requeira uma elevada fiabilidade do hardware ou MTTF d ), atinjam um nível de rendimento (PL) d. Ao mesmo tempo, esta recomendação implica a compatibilidade retroactiva com a norma EN 954-1:1996, que permitiu classificar os circuitos comprovados como estes na categoria de controlo 3. Por outro lado, uma DC de 60 % impede um PL e PFH (1/h) a b c d e PL MTTF d = baixo MTTF d = médio MTTF d = alto Enquanto que a CC3 requer uma segurança contra erros individuais com uma detecção adequada (detecção de alguns erros, mas não de todos), a CC4 exige que um erro não possa provocar a perda da função de segurança (segurança contra 1 erro como na CC3) e que (até certo ponto) todos os erros sejam detectados com o suficiente tempo. A nossa recomendação de uma restrição do PL no nível d não diz apenas respeito ao subsistema I (entradas), mas sim respeito ao PL total (embora possa ser calculado um PL e ). Não há dúvida de que se precisam medidas adicionais de detecção de erros a fim de as ligações em série simples se poderem classificar com um PL e. Por exemplo: Categoria B Categoria 1 Categoria 2 Categoria 2 Categoria 3 Categoria 3 Categoria 4 DC avg = DC avg = DC avg = DC avg = DC avg = DC avg = DC avg = 0 0 baixo médio baixo médio alto + CCF a incorporação de um PLC utilizado em ➊ Esta questão não afecta as ligações em série de condições de funcionamento normais sensores de segurança (ver o exemplo de comutação BGIA da electrónicos com e sem página traseira); trinco (gama CSS) que o uso opcional dos nossos módulos de tenham as suas próprias capacidades de detecção de erros (sempre ampliação de entradas PROTECT-IE com a correspondente extensão do processamento de sinais (ver a documentação); como os dispositivos PL e, DC 99 %), bem individuais (como foi anteriormente mencionado) a avaliação individual e o facto de prescindir da ligação em série; se estiverem integrados como alternativa, o uso de dispositivos com funcionamento electrónico num sistema de bus de segurança. Por exemplo, se for utilizado o ASi- (por exemplo, os da gama CSS da SaW, o DC para estes Schmersal; ver também ➊). dispositivos pode ser calculado em geral em 99 %. Esta informação apresenta as considerações que apoiam a nossa defesa do nível ➋ DC = valor provável da de DC de 60% e demonstra que, mesmo eficácia das funções de uma acumulação de erros em ligações em diagnóstico (medidas de detecção de erros). série simples, com uma excepção, não Expressa a relação entre provoca estados perigosos se se basear os erros perigosos detectados e o total de erros numa visão global equilibrada que tenha perigosos em relação em conta todos os possíveis erros e condições de uso. um componente (λ ou 1/ ao índice de erros de MTTF d ). Estimado leitor: Tenha em conta que a opinião que analisámos cuidadosamente e que redigimos aqui não é partilhada por todos no nosso sector. Respeitamos essas dúvidas, mas sem concordar com elas. Consideramos que as objecções devem ser abordadas no âmbito da análise de risco. Se, após abrir a de protecção, o operador (F2*) tiver frequentemente de manipular peças de uma máquina ou ferramentas estacionárias perigosas, tais como lâminas cortadoras ou rodas, e um reinício repentino da máquina (P2*) puder provocar lesões graves (S2*), recomendamos classificar a função de segurança inibição de reinício inesperado como um nível de rendimento requerido PL r = e. * Ver o gráfico de riscos de acordo com a norma EN ISO Fig. 7 Frente do folheto da Schmersal/Elan pertinente à questão do grau de cobertura do diagnóstico em circuitos em série simples de interruptores de segurança eletromagnéticos e interruptores de segurança Consideração 1: Requisitos da detecção de erros de acordo com a norma EN ISO :2006 Possibilidades de erro Detecção de estado seguro/erro (CC 3) Detecção de estado seguro/erro (CC 4) (ligação em série simples) (com monitorização individual) 1º erro DC em % Comentário 1º erro DC em % Comentário Erro por ligação à terra Sim 99 Sim 99 Erro por cruzamento (por instalação de linha Sim 99 Sim 99 protegida ou reconhecimento de cruzamento) Curto-circuito por um contacto de segurança Sim 49,5 É possível sobrescrever o diagnóstico Sim 99 (mascarar) 99 PORTANTO: DC mínima como média de todas as possibilidades > 60 Também no pior caso possível 99 de erro Acumulação de erros 2º erro DC em % Comentário 2º erro DC em % Comentário Outros curto-circuitos Qualificado 0 99 Depende da Sim 99 Máx. 3 erros sequência de erros Como se define a cobertura de diagnóstico? O grau de cobertura de diagnóstico descreve a capacidade detectar erros e é representado de como uma percentagem (0% sem detecção de erros 99 % os erros são detectados com o suficiente tempo e as acumulações dos mesmos são tidas em conta). Quais os erros que são possíveis no caso Erro por ligação à terra é detectado mediante a lógica aplicada no sentido descendente 99 % anterior? Erro por cruzamento é detectado mediante a lógica aplicada no sentido descendente (ou pode ser excluído com uma instalação de linha protegida) 99 % Curto-circuito por um contacto de segurança (pior caso possível): 49,5 % para 2 dispositivos em série, 66 % a partir de 3 dispositivos em série Aberto B1 A Dispositivo B2 de protecção 1 P P P Exemplo de comutação BGIA para um PL e mediante a integração adicional de um PLC em condi- Fechado ções de funcionamento normais para o diagnóstico de erros em ligações Aberto em série B3 Aberto A Dispositivo B1 A Dispositivo B4 de protecção 2 B2 de protecção 1 P P P P P Fechado Fechado K1 Aberto K3 I1.0 I1.1 I1.2 I1.3 I1.4 B3 Entradas A K1 Dispositivo Módulo PLC B4 de protecção 2 de protecção P P Saídas Fechado O1.1 K1 K3 I1.0 I1.1 I1.2 I1.3 I1.4 L Entradas K1 Módulo PLC de protecção Saídas O1.1 K2 Contactor auxiliar K2 L Q1 Q1 K2 Contactor K3 auxiliar K2 Q2 Q1 Q1 Q2 Q1 Q2 K3 Q2 Q1 Q2 Q2 M M 3~ 3~ A Representado em posição em accionada posição accionada Consideração 2: Exemplos de comutação relacionados com curto-circuitos em contactos de segurança Ponto inicial para a consideração Acumulação de erros versão 1 Acumulação de erros versão 2 Acumulação de erros versão 3 S1.1 S1.2 Porta de guarnição 1 S1.1 S1.2 Porta de guarnição 1 S1.1 S1.2 Porta de guarnição 1 S1.1 S1.2 Porta de guarnição 1 S1.1 S1.2 Porta de guarnição 1 S1.1 S1.2 Porta de guarnição 1 S1.1 S1.2 Porta de guarnição 1 S1.1 S1.2 Porta de guarnição 1 + S2.1 + S2.2 Porta de guarnição 2 + S2.1 + S2.2 Porta de guarnição 2 + S2.1 + S2.2 Porta de S2.1 guarnição S2.2 Porta de guarnição 2 + S2.1 + S2.2 Porta de guarnição 2 + S2.1 + S2.2 Porta de guarnição 2 + S2.1 + S2.2 Porta de guarnição 2 + S2.1 + S2.2 Porta de guarnição 2 K1 K2 K1 K2 K1 K2 K1 K2 K1 K2 K1 K2 K1 K2 K1 K2 Primeiro erro: Eliminação do erro (reinício Curto-circuito no contacto S1.1 (protecção 1) erros): do reconhecimento de A protecção 1 abre A protecção 2 abre Desligar do módulo por Desligar do módulo por 1 canal 2 canais Bloqueio do funcionamento DC 99 % Reinício possível Nota: em aplicações nas quais cada primeiro erro é apagado por razões operacionais, p. e. para portas duplas ou similares, recomendamos medidas adicionais de detecção de erros quando são utilizados sensores magnéticos (ver loc. Cit.). Esta informação pode ser ignorada no caso de interruptores electro mecânicos com contactos de ruptura positiva. Segundo erro na protecção 2 Curto-circuito em S2.1 Análise: A protecção abre (qualquer delas) Desligar do módulo por 1 canal Bloqueio do funcionamento (reacção de segurança correcta, reinício impossível) Nota: Deveria ser aberta outra protecção para sobrescrever o erro. Um estado perigoso requer um 3º erro (e, no caso de existirem mais guarnições, possivelmente ainda mais)! Segundo erro na protecção 2 Curto-circuito em S2.2 Análise: A protecção abre (qualquer delas) Desligar do módulo por 1 canal Bloqueio do funcionamento (reacção de segurança correcta, reinício impossível) Nota: Um estado perigoso que segue à ocorrência de um 3º erro (no caso de existirem mais guarnições, requerem-se possivelmente ainda mais)! Segundo erro na protecção 1 Curto-circuito em S1.2 Análise: A protecção 1 abre Não há Desligar do módulo Estado perigoso! A protecção 2 abre Desligar do módulo por 2 canais Reinício possível K.A. Schmersal GmbH Sistemas de comutação de segurança industrial Möddinghofe 30 D Wuppertal, Alemanha Telefone: +49 (0) Fax: +49 (0) Internet: Elan Schaltelemente GmbH & Co. KG Im Ostpark 2 D Wettenberg, Alemanha Telefone: +49 (0) Fax: +49 (0) Internet: Schmersal Ibérica, S.L. Pol. Ind. La Masia Camí de les Cabòries, Nave Sant Cugat Sesgarrigues, España Telefone: Fax: Internet: Schmersal Ibérica, S.L. Apartado Póvoa de Sta. Iria, Portugal Telefone: Fax: Internet: Exclusão de responsabilidades A informação e as recomendações contidas neste folheto informativo são, na nossa opinião, o mais correctas possível. No entanto, não eximem o utilizador da sua responsabilidade de verificar e avaliar os diferentes aspectos apresentados. A menos que exista alguma legislação no sentido contrário, não assumiremos responsabilidade alguma por quaisquer erros ou equívocos que decorram da informação aqui apresentada. Texto: Friedrich Adams Schmersal tec.nicum Telefone: +49 (0) Fax: +49 (0) Fig. 8 Verso do folheto da Schmersal/Elan pertinente à questão do grau de cobertura do diagnóstico A implementação prática de EN ISO :2008 (2006) 103

101 PARTE 3: OUTRAS NOVAS EXIGÊNCIAS DE ISO Paralelo ao Nível de Performance (PL), o futuro padrão da qualidade relacionada a um componentes relacionado à segurança de um controle (SRP/CS [2]) em relação à medida necessária referente à redução de risco de uma função de segurança ISO :2006 [3] contém ainda algumas novas exigências, respectivamente esclarece exigências que já haviam sido abordadas na EN 954-1:1996. Além disto, existem neste contexto perguntas que não são novas, mas que em função da utilização de EN ISO , obtém nova atenção. NOVO: Exigências em software aplicativo Novo em ISO também são as exigências que deverão ser consideradas na utilização de softwares aplicativos relacionados à segurança, os assim denominados SRA/SW (Safety- Related Application Software), caso utilizemos, por exemplo, SPSs de segurança ou sistemas bus, e programe processos lógicos para funções de segurança. Isto significa que não somente o criador dos softwares sistêmicos (SRE/ SE = Safety-Related Embedded Software) possui exigências que devem ser cumpridas (um grande número), mas também o usuário (aqui o fabricante de máquinas), que fará uso das vantagens da eletrônica programável. O background para este fato é que a utilização de controles programáveis está ligada a inúmeros graus de liberdade e a um alto grau de flexibilidade, mas o inverso também é real. Deste fato resultam também inúmeras novas possibilidades de fazer algo errado. Isto deverá ser combatido, respectivamente evitado através das exigências SRA/SW. Para o usuário existe por um lado o fato de ter que observar uma diferenciação entre o idioma dos programas do software aplicativo (LVL vs. FVL [4]) existindo, por outro lado, exigências diversas ( regras do jogo ) relacionadas ao Nível de Performance que deverá ser alcançado. De qualquer forma, existe um Modelo V simplificado para a utilização dos SRA/SW. As determinações correspondentes em EN ISO se encontram sob o item 4.6 (mais especificamente sob e 4.6.3, bem como sob com relação à parametrização). Além do exposto, ao menos de acordo com o nosso conhecimento, existem poucos auxílios adicionais de interpretação e concretização ao tema STA/ SW. Referimonos aqui novamente ao relatório BGIA (Capítulo 6.3 ff), bem como ao folheto da VDMA Técnica de Segurança Programável (nº de solicitação vf , VDMA Verlag GmbH, Especificação das funções de segurança Especificações de software relacionadas à segurança Validação Validação Software validado Configuração do sistema Testes de integração Atividades construtivas Configuração do módulo Testes do módulo Atividades de análise Resultado Validação Codificação Fig. 9 Modelo de desenvolvimento: modelo V simplificado; objetivo: software legível, compreensível, testável e valioso A implementação prática de EN ISO :2008 (2006)

102 NOVO: Anexo G Este anexo se refere a considerações adicionais em relação ao domínio e a evitação de falhas sistêmicas em partes pertinentes à segurança de controles. Se assim quisermos, trata-se aqui de um complemento à EN ISO , que se refere à validação de SRP/CSs e na qual se acham citadas providências importantes contra riscos deste tipo, especialmente em seus anexos A até D. No tocante ao domínio e à evitação de falhas sistêmicas, devemos sempre ter em mente que aqui se encontra o motivo para a maior parte dos acidentes com máquinas (avaliações falam de 60 %) e que a realização das medidas preventivas correspondentes formam a base para todo e qualquer Nível de Performance (sic!) iniciando no PL a. EN ISO :2006 (D) Anhang G (informativ) Systematischer Ausfall G.1 Allgemeines Die ISO liefert eine umfassende Liste mit Maßnahmen gegen den systematischen Ausfall, die angewendet werden sollten, wie grundlegende Sicherheitsprinzipien und bewährte Sicherheitsprinzipien. Que fato da confirmação só poder ocorrer através de uma posição, que permite o acesso à área causadora de risco e, com isto, colocando o operador em condições de se certificar que nenhum colega se encontra mais naquele local, deveria ser óbvio. Eventualmente deveriam ser tomadas providências adicionais sob este ponto de vista, por exemplo, uma confirmação dupla quando a área de risco não permitir boa visibilidade. Portanto, o objetivo é que ninguém que se encontre de modo inocente ou consciente em uma área de risco desativada, possa ser ameaçado através de uma súbita nova partida da máquina. Os peritos discutem se a exigência da detecção de flanco também já pudesse ser compreendida com esta clareza na EN 954-1:1996. Mas seja como for: a exigência faz sentido, uma vez que funções de falha na tecla de confirmação (sejam funções de falha em função de uma manipulação ou defeito de um contato normalmente aberto) que possam conduzir a uma partida involuntária da máquina deverão ser cobertas. G.2 Maßnahmen zur Beherrschung systematischer Ausfälle Die folgenden Maßnahmen sollten angewendet werden: Anwendung der Energieabschaltung (siehe ISO ) Die sicherheitsbezogenen Teile der Steuerung (SRP/CS) sollten so gestaltet werden, dass mit Verlust der elektrischen Versorgung der sichere Zustand der Maschine erreicht oder aufrechterhalten werden kann. Maßnahmen, um die Auswirkungen von Spannungsausfall, Spannungsschwankungen, Überspannung und Unterspannung zu beherrschen. Das Verhalten der SRP/CS als Reaktion aufgrund der Bedingungen von Spannungsausfall, Spannungsschwankungen, Überspannung und Unterspannung sollten vorher bestimmt werden, sodass die SRP/CS den sicheren Zustand der Maschine erreichen oder aufrechterhalten kann (siehe auch IEC und IEC NOVO: Detecção de flancos para a função de reset manual Futuramente (consulte EN ISO Item 5.2.2) uma função de reset manual (a reconstituição da nitidez /Confirmação de um dispositivo de segurança após a liberação de um comando de parada) deverá ser elaborada de tal forma, que ela só poderá ocorrer através da soltura do elemento de acionamento (de um instrumento de comando) em sua posição (ligada) de atuação. De modo coloquial, esta funcionalidade também é chamada de Processamento do sinal de flanco em queda de uma tecla de reset (ou detecção de flanco). O sinal de reativação em si ocorre então de modo adicional e independente da confirmação do controle normal da máquina. Fig. 11 O relé de segurança SRB 100DR de dupla confirmação, por exemplo, provê segurança adicional em áreas accessíveis de risco. O relé garante que o controle da máquina somente poderá ser novamente ativado quando o usuário tiver deixado a área de risco. Pois o usuário terá primeiramente que ativar uma tecla de reset, respectivamente de reativação existente no interior da instalação, e na sequência uma segunda tecla que se encontra fora da sala acessível. 2.3 A implementação prática de EN ISO :2008 (2006) 105

103 A função de reset manual forma uma função de segurança a ser individualmente considerada, para a qual deverá ser determinado um Nível de Performance (PL r (required) ) que deverá ser elaborado de acordo (PL ist PL r ). Isto significa que o processamento de um sinal através de uma SPS comercial comum (PL máx. b ) é descartado por via de regra em funções de reset; aqui se necessita em primeira instância normalmente de um componente de controle provido de características especiais (seja em forma de um de relé de segurança, uma SPS de segurança, ou similar). Uma função de reset deverá ser prevista quando isto se originar da avaliação de risco, por via de regra em áreas de risco que permitem o acesso como p.ex. salas de máquinas acessíveis; ela (consulte EN ISO , item 5.2.2): deverá ser disponibilizada através de um instrumento separado, de ativação manual na SRP/CS, deverá somente ser alcançada quando todas as funções de segurança e dispositivos de proteção estiverem funcionando, propriamente não deverá introduzir qualquer movimento ou situação de risco deverá permitir que o controle aceite um comando de partida separado, Notas de Rodapé: [1] SRP/CS: Safety Related Part(s) of (a) Control System(s) Parte(s) relacionada(s) à Segurança de Sistema(s) de Controle [2] SRP/CS: Partes Relacionadas à Segurança de Sistemas de Controle (Safety-Related Parts of Control Systems) [3] EN ISO :2006 foi entrementes substituída pela edição EN ISO : A diferença, porém, faz apenas alusão à nova diretriz de máquinas CE 2006/42/EG quanto ao novo Anexo ZB da norma. Por este motivo denominaremos a norma na sequência de EN ISO : [4] LVL = Limited Variability Language (típicas são as linguagens de programação de acordo com IEC ) vs. FVL = Full Variability Languages (p. ex. Assembler, C ou C++). somente poderá ocorrer através da soltura do elemento de acionamento em sua posição (ligada) de atuação Outras informações ao tema Reset : consulte as páginas 105 e A implementação prática de EN ISO :2008 (2006)

104 Capítulo 3: Questionamentos técnicos de segurança com significado horizontal 107

105 108

106 Avaliação de risco e configuração segura de máquinas* [a] * O artigo a seguir se baseia de acordo com as informações introdutórias essencialmente sobre uma publicação técnica do Sr. Dr. Alfred Neudörfer, Diretor Acadêmico (a.d.) da Universidade Técnica de Darmstadt. A configuração de máquinas seguras e ergonômicas persegue três princípios básicos: 1) melhorar a segurança do trabalho e a proteção de saúde; 2) aumentar a eficiência e com isto 3) contribuir à produtividade humana. As premissas para obter estas metas incluem uma avaliação de risco completa e consistente (a ser entendida como condição básica de um processo iterativo pertinente à análise de risco, INÍCIO Determinação dos limites de máquina (consulte a seção 5) Identificação dos riscos (consulte a seção 6) Estimativa do risco (consulte a seção 7) Identificação dos riscos (consulte a seção 8) O risco foi suficientemente reduzido? Não Redução de riscos (consulte ISO :2003, seção 5) Análise de Riscos Sim FIM Avaliação de Riscos avaliação de risco e correspondente determinação de providências redutoras de risco sob consideração dos limites de uma máquina = utilização de acordo com a determinação e uso racionalmente esperado, inclusive falhas previsíveis, comportamento reflexivo previsível e uso errado sensatamente previsível). Embora este ponto de vista fundamental ter sido tratado de modo um tanto negligente sob o item Análise de Riscos da prévia diretriz 98/37/CE, isto foi essencialmente alterado através de um esclarecimento na diretriz substituta 2006/42/ CE. Nela, no Anexo I, Item 1, o tema Avaliação de Risco abrange agora um âmbito bem mais amplo. MRL 2006/42-CE Anexo I 1. Premissas diversas O fabricante de uma máquina ou o seu procurador deverá tomar as devidas providências no sentido de elaborar uma avaliação de riscos, de modo a determinar as exigências de segurança e saúde válidas para a máquina. A máquina deverá então ser construída sob consideração dos resultados da avaliação de riscos. Nos processos iterativos pré-citados da avaliação de riscos e da redução de riscos, o fabricante ou seu procurador deve: determinar os limites da máquina, o que inclui o seu uso previsto e cada uso errado racionalmente esperado; determinar os riscos que possam advir da máquina e as situações de risco pertinentes; avaliar os riscos sob consideração da gravidade de possíveis ferimentos ou danos à saúde e ainda da probabilidade de sua ocorrência; determinar os ferimentos ou danos a saúde e probabilidade de sua ocorrência; Figura 1 Processo iterativo para a minimização de risco de EN Figura 2 Avaliação de risco: uma NECESSIDADE para cumprir a diretriz de máquinas (continuação no verso). 3.1 Avaliação de risco e configuração segura de máquinas 109

107 MRL 2006/42-CE Anexo I 1. Premissas diversas avaliar os riscos para determinar se é necessária uma redução de risco de acordo com a meta desta diretriz; descartar as ameaças, ou através da utilização de providências de proteção, reduzir os riscos aliados a estas ameaças na sequência citada no item 11.2, c; Figura 2 Avaliação de risco: uma NECESSIDADE para cumprir a diretriz de máquinas (continuação) Como proceder individualmente com relação a estas exigências (ou for passível de proceder), é exemplificado na norma relativamente recente ISO EN :2007, a qual substitui a norma até então válida EN 1050 Avaliação de Risco. Para uma melhor compreensão, existe adicionalmente um relatório técnico em idioma inglês ISO-TR (Guia prático e exemplos de métodos). Paralela à revisão redacional de praxe, a nova norma foi adequada à norma ISO EN :2003 do ponto de vista do teor e do conceito, e o âmbito das determinações conceituais ampliado. Através da inclusão de tabelas distintas para a apresentação dos riscos, dos exemplos de risco e dos incidentes de risco no Anexo A, bem como a adicional apresentação figurativa de exemplos típicos de risco, a utilização da norma pode ser substancialmente melhorada. Em consideração ao relatório técnico ISO/TR , bastante detalhado, abrangente e informativo, com exemplos de métodos, o até então existente Anexo B Processo para a Análise de Ameaças e para a Avaliação do Risco foi retirado da norma. EN ISO Anexo A As mais importantes inovações na EN ISO estão contidas no Anexo A ( Exemplos de Situações de Risco e Acontecimentos de Risco ), que agora contém quatro subseções A.1 Diversos A.2 Exemplos de riscos A.3 Exemplos de situações de risco A.4 Exemplos de acontecimentos de risco Especialmente interessante é a nova estrutura da lista de riscos na Tabela A.1. Agora irá induzir a possível consequência entre os riscos e discernir a causa. Através desta visão pragmática, a lista de riscos fica menor, uma vez que as redundâncias são removidas. Contudo, importante parece ser que os exemplos pertinentes a acontecimentos de risco contidos na Tabela A.4 são avaliados separadamente, uma vez que a Tabela A.1 não contém mais itens que abranjam riscos relacionados a ausência de equipamento pneumático ou hidráulico, de equipamento elétrico, controle, etc. Em comparação com a lista de riscos de EN 1050 fica evidente que os riscos especiais relacionados às espécies de máquinas especiais contidos na diretriz de máquinas (MRL-Anexo I, Seções 2-6) foram eliminados. Também desta novidade é possível tirar algo de positivo, pois são evitadas redundâncias e a lista de riscos diminui drasticamente. Até então era um tanto fora de propósito, por exemplo, que no Item 7.1 tivéssemos que analisar o risco por incêndio e explosão e no Item 32, no escopo das avaliações especiais pertinentes a máquinas para utilização em minas subterrâneas, fossemos confrontados novamente com o risco de incêndio e explosão. Finalmente, o processo total da identificação de riscos, se estrutura nos limites da máquina previamente determinados (consulte a figura 1), nos quais sabidamente já é definido o uso previsto. E este uso previsto já forma a base de modo ideal das considerações ao Item 7.1. Figura 3 Nova variante da determinação de risco de acordo com EN ISO : Tabela A.1 O que alegra uns, causa certo ceticismo a outros técnicos, uma vez que em função da nova apresentação das listas de risco, a relação direta às exigências básicas de saúde e segurança, de acordo com o Anexo I da diretriz de máquinas, não é mais tão Avaliação de risco e configuração segura de máquinas

108 EN ISO Anexo A (continuação) Figura 4 Tabela A.4: acontecimento de risco transparente como anteriormente. Soma-se a isto o fato de que as referências cruzadas ao Anexo I ainda existentes na EN 1050 (respectivo Anexo A em EN 292-2:1991/A1:1995) faltam literalmente. As referências cruzadas a EN ISO , que oferecem soluções pragmáticas, foram agora simplesmente alocadas a um grupo total de riscos (consulte a Figura 3), o que irá pelo menos dificultar a localização direta de sugestões de soluções normativas. Na prática isto poderá significar que o processo para a obtenção de metas de segurança se divide em duas etapas: por um lado será determinado com base no Anexo I da diretriz de máquinas, se realmente todas as metas da diretriz de máquinas foram cumpridas. A Tabela A.3 Exemplos de Situações de Risco também deverá ser observada. Especialmente em análises de risco elaboradas intuitivamente é que muitas vezes são esquecidas as diversas fases de vida da máquina, o que não estaria em conformidade com EN ISO ou EN ISO (5.3) e muito menos com a diretriz de máquinas! O anexo A.3 em EN ISO especifica as fases de vida através de típicos exemplos de tarefas, que podem ocorrer no contato com a máquina ou instalação, como p.ex. prender/ apertar o objeto de trabalho, ajustes, limpeza, desinfecção, lubrificação, busca de falhas, religamento após falha do dispositivo de controle e... Figura 5 Tabela A.3: Situações de risco Se seguirmos as recomendações normativas, o resultado deveria ser uma avaliação de risco que é suficiente para as reivindicações citadas acima. Entretanto: não é suficiente seguir regulamentos. Consultar regulamentos para responder a pergunta onde está escrito isto? é muito pouco. A reflexão sobre soluções seguras e sua realização no âmbito de diretrizes normativas era, é e permanecerá a real tarefa de construtores criativos. Terminologias As terminologias perigo, ameaça e risco não são distinguidas na linguagem coloquial, e nem sempre são mantidas separadamente em algumas instruções e normas ou usadas de modo correto. Do ponto de vista físico, o perigo é um potencial objetivo de danos energeticamente ou materialmente existente, o qual transcende os limites do ser humano, podendo causar prejuízos ou danos à saúde de gravidade diversa. Embora sejam conhecidos limites para diversos tamanhos de carga e extenuação (Valores MAK e Valores BAT para substâncias de risco, limite de retardo para situações de impacto, limite de níveis pertinentes a ruídos danosos à saúde, etc.), só se acham publicados bem poucos números seguros relacionados à extenuação do corpo em locais de risco. Fala-se de ameaça quando existe a possibilidade de que o ser humano e o risco se encontrem a nível espacial e temporal de tal forma que possam ocorrer danos ou prejuízos à saúde, e assim a possibilidade de um evento não desejado. O termo risco exige um pensamento especial. Ele representa as implicações oriundas de ameaças que atingem o ser humano ou o meio-ambiente com diferentes freqüências. As implicações podem apresentar gravidade diversa. O nível do risco é influenciado pela possibilidade 3.1 Avaliação de risco e configuração segura de máquinas 111

109 ou impossibilidade de medidas defensivas técnicas ou organizatórias (Imagem 7). O setor de trabalho, em especial a área de atuação de cada sistema de trabalho, deverá ser examinado com este equipamento de modo crítico em suas pertinentes fases de vida. Para os construtores é útil quando estas considerações ocorram nas categorias nas quais estão acostumados a pensar: matéria, energia, informação. Estas são grandezas que deverão ser implementadas nas máquinas em construção, de modo que estas possam desenvolver a função tecnológica imaginada. A peculiaridade concreta das ameaças dentro destas categorias poderá ser múltipla. Para a área da prevenção de acidentes, os impactos energéticos são de suma importância. Com o exemplo da ameaça mecânica será exemplificado como estas permitem ser adicionalmente sistematizadas. A característica de diferenciação se refere ao tipo da energia mecânica (energia cinética e potencial), e ainda à pergunta ao que a energia está ligada (objetos ou seres humanos) e quais movimentos antecederam um possível acidente (movimento cinematicamente ligados ou movimentos livres; Figura 6). Porém, em todo o tipo de ameaça deverá ser considerado que deveremos dividir os perigos com relação à frequência da ocorrência em perigos estocásticos e determinísticos (Figura 8). Perigos estocásticos ocorrem durante a vida útil da máquina com uma frequência de ocorrência. Um curso muitas vezes descrito é a assim denominada curva da banheira. Casos típicos são os perigos em função de falhas de componentes, os quais ocorrem com relativa frequência (falhas de construção e de cálculo se tornam aparentes), em seguida, em menor nível, os que estão sujeitos à mera casualidade, e que se intensificam novamente na fase final da máquina em função do envelhecimento, desgaste, etc. A intercepção confiável da falha de componentes é especialmente importante em partes relevantes de segurança do controle da máquina. Isto poderá levar à perda de funções de segurança, o que poderá causar a ocorrência de riscos que são maiores do que o risco sustentável. Riscos determinísticos, porém, estão presentes de modo latente durante toda a vida útil Perigo estocásticos Tempo de Operação Perigos Danos materiais/pessoais determinísticos Perigo da máquina com a frequência constante 1. Eles existem simplesmente e aguardam uma oportunidade. Isto significa que cada acidente possível poderá ocorrer nas mesmas. Em comparação com os perigos estocásticos, os perigos determinísticos na maioria das vezes são óbvios e assim imediatamente detectáveis como, por exemplo, um acionamento por corrente aberto. Determinação de medidas de segurança Quais são os riscos que deverão ser enfrentados de modo construtivo em primeira instância? Isto depende do risco respectivo: da interação da frequência da ocorrência, do nível do potencial de risco e eventuais possibilidades de evasão. Para não perder a visão geral em função da quantidade nominal de riscos que possam ser detectados durante uma observação mais precisa em relação a uma máquina (i.e. não enxergar mais a floresta devido à grande quantidade de árvores), o esquema de acordo com a Figura 9 se tornou praxe. A seguir as rubricas em vermelho são trazidas ao primeiro plano. Tempo de Operação Danos pessoais Medidas de Construção Princípio da existência segura Princípio da falha restrita Princípio da redundância Evitar perigos Defender contra perigos Chamar a atenção dos perigos Figura 8 Providências para a prevenção de perigos estocásticos e determinísticos 3.1 Avaliação de risco e configuração segura de máquinas 113

110 E Risco 4. ocorrência certa 3. muito provável 2. provável 1. improvável 1. Ferimento leve 2. Acidente de comunicação 3. Danos corporais remanescentes 4. Morte S Medidas técnicas inevitáveis (hierarquia de segurança, consulte acima Medidas organizatórias/técnicas Medidas relacionadas a pessoas Figura 9 Pré-seleção de riscos Na escolha dos métodos de construção para a remoção de ameaças, deveremos observar: a) Os riscos existentes deverão ser categoricamente diminuídos com providências construtivas, de modo que seja alcançado um risco individual e funcional tolerável. b) Uma vez que os perigos estocásticos (casuais) e os determinísticos (sistemáticos) se diferenciam muito entre si, é apenas lógico que as providências construtivas pertinentes aos mesmos também devam se diferenciar entre si (Figura 8). Para construir máquinas seguras, ambos os tipos de ameaça deverão ser construtivamente considerados. As medidas de construção contra ameaças estocásticas perseguem a meta de preencher a função pretendida das máquinas ou componentes de modo confiável, e ao mesmo tempo estabelecer uma determinada estabilidade contra falhas. Os princípios mais conhecidos são: Existência segura Falha limitada Redundância. Na implementação do princípio da existência segura partimos do pressuposto, de que todas as extenuações que possam ser sofridas por uma máquina sejam conhecidas, que as estimativas de cálculo e hipóteses de consistência correspondam à realidade, e que durante a vida útil da máquina não ocorram influências diversas às consideradas no cálculo. O princípio da falha limitada percorre um caminho totalmente diferente. Aqui erros são conscientemente permitidos. Contudo, os sistemas são construídos de tal forma, que a queda técnica de segurança não atinja o nível mais fundo. Sistemas redundantes prevêem um número maior de componentes para a elaboração de uma função do que realmente seria necessário, na esperança de que em caso de uma falha de um destes sistemas, o outro preencha a função em sua totalidade. O princípio deverá ser: atingir muita confiabilidade com possivelmente pouca redundância. O calcanhar de Aquiles de todas as providências redundantes se baseia no fato de que existem situações nas quais todos os sistemas redundantes podem falhar ao mesmo tempo em função de um defeito comum. Estas situações nem sempre podem ser previstas com antecedência. Para que perigos técnicos determinísticos não possam atuar sobre pessoas, a diretriz de máquinas [1] fornece a seguinte tripla graduação para providências construtivas, que deverá ser implementada na seguinte sequência: 1. Remoção ou minimização de riscos através da construção: integração do conceito de segurança no desenvolvimento e construção da máquina (técnica de segurança imediata). 2. Tomada de providências de segurança necessárias contra perigos que não podem ser excluídos (técnica de segurança indireta). 3. Instrução aos usuários sobre os riscos residuais em função da eficácia parcial das providências de proteção tomadas. Indicação Avaliação de risco e configuração segura de máquinas

111 Possível Remover/Minimizar riscos Não possível Tomar medidas de segurança Risco residual? Não Sim Para tanto existem providências geométricas ou energéticas (Figura 11). Para a deformidade é necessária uma força de deformação e um caminho de deformação. Ambas as grandezas são determinadas através da configuração geométrica do local de risco e pela energia implementada. A estas grandezas físicas se aplicam as providências construtivas da técnica de segurança imediata. Instruções sobre riscos residuais Máquina com risco residual aceitável Figura 10 Estratégia da técnica de segurança quanto à necessidade de um treinamento especial e uso necessário de equipamento de proteção individual (técnica de segurança indicativa). Estas medidas já tinham sido introduzidas e aceitas antigamente sob a noção de técnica de segurança imediata, indireta e indicativa, respectivamente sob as noções Evitar riscos, garantir contra riscos e chamar a atenção sobre riscos (Figura 10). Técnica de segurança imediata Com os métodos da técnica de segurança imediata se busca configurar componentes, máquinas ou processos de tal forma que causem nenhuma ou pouca ameaça. Contudo, em máquinas reais só poderão ser evitadas tais falhas que não possuam função tecnológica. Riscos causados pela tecnologia, p. ex. os movimentos de ferramentas necessários ao trabalho, deverão ser abordados com os métodos da segurança colateral. Os métodos da segurança imediata são exemplificados à base de locais de risco de atuação mecânica, i.e. em partes ou componentes da máquina ativados por energia cinética ou energia de acionamento que possam ferir pessoas. Locais de risco mecânico podem ser evitados, quando se reage previamente, através de providências construtivas, à deformidade traumática de partes corporais que ocorre em acidentes. Providências de configuração geométricas influenciam o encontro espacial de membros com locais de risco. Estes visam a manutenção de intervalos mínimos em locais de risco; a manutenção de intervalos de segurança em relação a locais de risco; a eficácia influenciável pela configuração das partes da máquina dos locais de risco. Intervalos mínimos entre as peças em movimento evitam que sejam capturadas partes do corpo. Elas cabem sem risco entre as partes da máquina. Com este método é possível evitar pontos de aprisionamento ou de cisalhamento de modo otimizado entre as posições finais de peças em movimento e a estrutura da máquina, contudo não podem ser evitados pontos de captura, der corte ou de punctura. Os intervalos mínimos a serem respeitados se acham determinados na DIN EN 349 [2]. Intervalos de segurança evitam a acessibilidade e a aproximação de locais de risco. Os intervalos de segurança pertinentes aos membros superio- -res se acham determinados na norma DIN EN 294, consultar sob [3], em relação aos membros inferiores na norma DIN EN 811 (nova consolidação com a 294 agora denominada DIN EN ISO [4]). Estes valores não deverão ser apenas considerados nas providências geométricas da técnica de segurança imediata, como também na construção de dispositivos de segurança fixos. Caso os valores não possam ser realizados por motivos práticos, deverão ser utilizadas providências compensatórias, respectivamente ser justificado o não cumprimento de ambas as normas acima mencionadas. Através da variação da geometria e da forma de componentes de máquinas que causem locais de risco, é a princípio possível evitar espaços intermediários ou fendas. 3.1 Avaliação de risco e configuração segura de máquinas 115

112 Ainda que a utilização da técnica de segurança imediata seja sempre citada em primeiro lugar e apresentada como caminho ideal, através da mesma só é possível evitar locais de risco que não disponham de função tecnológica. De outro modo iríamos colocar a máquina a ser construída em dúvida. Em todos os outros casos, i.e. em locais de risco sem função tecnológica, deveríamos tentar utilizar os métodos citados, uma vez que são permanentemente seguros sem os extras relacionados à segurança. Técnica de segurança indireta Conjuntos da técnica de segurança indireta, p. ex. dispositivos de segurança, protegem locais de risco que não podem ser evitados. Dispositivos de segurança são dispostos entre o usuário e a área de risco, respectivamente da fonte de risco e interrompem a possibilidade do encontro espacial e/ou temporal de pessoas com locais de risco ou fontes de risco. Para isto são utilizados dispositivos de proteção fixos ou não (Figura 12). Dispositivos de proteção com separação são barreiras materiais que evitam o acesso ou entrada na área de risco. Adicionalmente eles evitam que pessoas sejam atingidas por objetos que são disparados para fora da área de processo. Dispositivos de proteção não evitam necessariamente o acesso à área de perigo, contudo a tornam segura, uma vez que atuam de tal forma sobre processo via o controle da máquina que se formam condições inofensivas de máquina ou processo, assim que dispositivos de proteção não fixos reajam ou sejam disparados. Na qualidade de conjuntos adicionais, os dispositivos de proteção não alcançam o nível de segurança das medidas da segurança imediata. Mas para que ainda assim atuem de modo suficientemente confiável, deverão ser construídos de tal forma que durante toda a vida útil da máquina resistam a todas as cargas e que mantenham a sua função de proteção, p. ex. a segurança de acesso. Além disto, eles deverão ser inseridos no conceito da máquina e na operação do processo de tal modo que não causem falhas e estar configurados de forma a serem manuseados com simplicidade. Dispositivo de proteção Dispositivo de Proteção com Separação Execuções/Exemplos fixo flexível, com intertravamento flexível, com intertravamento, com bloqueio com função de captura adicional Metas de proteção Evita o acesso a situações perigosas evita primariamente o acesso à situação perigosa enquanto persistir perigo protege adicionalmente pessoas e meio ambiente contra perigos de saída Efeito Barreira material A abertura desabilita o perigo, a situação de risco é removida em tempo hábil A abertura é apenas possível quando a situação de risco tiver sido removida Emissões perigosas são capturadas em todos os lados Figura 12 Visão geral dos dispositivos de proteção [Continua na próxima página] 3.1 Avaliação de risco e configuração segura de máquinas 117

113 Dispositivo de proteção Dispositivo de Proteção sem Separação Execuções / Exemplos Com fixação local para operação normal Sem fixação local para operação especial Com reação de aproximação S1 E1 E2 S S2 E3 Metas de proteção Evita o acesso a situações perigosas Evita primariamente o acesso à situação perigosa enquanto persistir perigo Protege adicionalmente pessoas e meio ambiente contra perigos de saída Efeito O acesso é detectado e causa a interrupção da situação de perigo A situação perigosa só pode ser disparada de um local seguro, a saída do local seguro interrompe o perigo A liberação ou pressionamento do controle manual interrompe o perigo Figura 12 Visão geral dos dispositivos de proteção [Continuação] Vantagens e desvantagens de cada dispositivo de segurança Embora o método da técnica de segurança imediata ofereça segurança sem extras, ele só poderá ser implementado onde os locais de risco não apresentarem função tecnológica (função de trabalho). O nível de energia característico ao mesmo estabelece estreitos limites à sua utilização. A técnica de segurança indireta dispõe de métodos mais flexíveis. Seus conjuntos (dispositivos de proteção) oferecem mais possibilidades de configurar os processos de trabalho de modo seguro. Os dispositivos de segurança dispõem de uma longa e bem sucedida evolução. Ainda assim, não existe um dispositivo de segurança universal que proteja a qualquer momento contra todos os tipos de perigo. Cada tipo de dispositivo de segurança dispõe de vantagens e desvantagens específicas (Figura 13). Escolha de Dispositivos de segurança Aqui e agora existe através de diversos fornecedores uma oferta muito variável de dispositivos de proteção (denominados de componentes de segurança na terminologia da diretriz de máquinas). A sua aplicação possui a vantagem de que o usuário obtém uma solução compacta e em geral pronta para conexão, a qual com frequência é adicionalmente certificada através de uma autoridade de inspeção, liberando-o deste modo de se digladiar com as propriedades e características construtivas. Aqui se chama a atenção ao programa de fornecimento da Schmersal, que possui um programa de ofertas de instrumentos e sistemas o qual, sob a reivindicação One-Stop- Shopping, abrange praticamente tudo pertinente à segurança contra movimentos de máquinas que causem risco. A Figura 14 contém uma visão geral deste programa. Intervalos de segurança e velocidades de acesso Dispositivos de segurança, p.ex. dispositivos de segurança vinculadores locais (típico: circuitos Avaliação de risco e configuração segura de máquinas

114 Dispositivo de Segurança Vantagens Desvantagens Separável separação material confiável ser humano/perigo e perigo/ ser humano partes simples e confiáveis baixo custo técnico/ material Sistemas de kit para construção de cercas e kits de atualização para máquinas de ferramentas como material de aquisição difícil de operar dificultam a visualização segurança contra circulação e manipulação somente é possível com grande complexidade no caso da instalação de cercas, os custos crescem com o comprimento Com reação de aproximação livre visão e acesso à área de processo em caso de falhas dispositivos de proteção ativos, os quais reagem em ameaças agudas integração sem problemas a conceitos de controle e automatização tempestivos difícil de manipular sem proteção contra peças emergentes segurança de distâncias curtas é relativamente cara susceptível no caso de liberações falhas acidentais (o risco cresce com o comprimento do raio de luz) a ação confiável depende do controle Vinculante ao local x Livre visualização da área de processo relativamente seguro contra manipulação com o cabo de reboque ocorre segurança de movimentação local sem proteção contra peças emergentes sem proteção para pessoas não confinadas na ativação cíclica muitos movimentos manuais monótonos configuração ergonômica difícil a ação confiável depende do controle. Figura 13 Vantagens e desvantagens dos diversos tipos de dispositivos de proteção bimanuais), ou dispositivos de proteção com reação de proximidade (típico: dispositivos de proteção optoeletrônicos), não separam seres humanos de modo material e imediato de riscos, mas atuam através do controle de tal modo sobre a máquina que após a ativação ocorrem condições de máquina ou de processo seguras. Aqui o importante é que estas condições de operação existam antes que os locais de risco vulneráveis possam ser atingidos. Velocidades de acesso [4] Assim que dispositivos de proteção não separadores, como circuitos bimanuais ou barreiras de luz são ativadas, eles disparam sequências de controle técnico, as quais interrompem situações de risco de modo tão rápido, que as pessoas não são ameaçadas, quer na penetração consciente ou não consciente da sala de proteção. O atraso e parada de componentes da máquina em movimento com acúmulo de massa do sistema de transmissão e dos locais de risco, só poderão ocorrer dentro de determinados intervalos de tempo em função das leis de inércia de massa. Cada dispositivo de proteção e cada controle também dispõem de uma duração de sinal finita característica. Ambos os tempos se somam ao tempo de parada total do sistema T, do qual se origina um determinado percurso de seguimento através das leis de movimento. 3.1 Avaliação de risco e configuração segura de máquinas 119

115 Dispositivos de intertravamento com e sem trava Interruptor de segurança com um ativador separado Sensores de segurança com princípio ativo magnético Travas de segurança de material sintético ou metal Sistemas sem cabeamento/ sistemas de transferência chave Interruptor de posição com função de segurança Sensores e intertravamentos de seguraça com princípio indutivo Interruptor de segurança para dispositivos de segurança rotativos Exemplos/Exemplificações Instrumentos de comando para parada de emergência Interruptor de confirmação Interruptor de emergência com cabo de controle Pedal de segurança Instrumentos de comando sem cabo com função de proteção de pessoas Dispositivos de proteção tácteis / Comandos Bi manuais (proteções de montagem local) Faixa de segurança Faixas de segurança para áreas angulares Pára-choque de segurança Esteira de segurança sensível à pressão Circuito bimanual Figura 14 Visão geral dos dispositivos de segurança no programa de suprimento Schmersal (continuação, consultar a página seguinte) Esta indicação de tempo é a base para determinar o intervalo mínimo do dispositivo de segurança do local de risco, que é ultrapassado pela pessoa com o seu corpo ou membros, os quais ela movimenta em uma determinada velocidade. Assim, o intervalo S mínimo é calculado conforme abaixo: S = K T + C (mm) Nesta equação: S é o intervalo mínimo em milímetros medido da área de risco ao ponto de constatação, à linha de constatação, ao nível de constatação ou ao campo de proteção K é a velocidade média de aproximação do corpo ou de partes corporais em milímetros por segundo Avaliação de risco e configuração segura de máquinas

116 Dispositivos de proteção optoeletrônicos Grades de luz/cortinas de segurança Tipos AOPD 2 e 4, opcionalmente com funções de emudecimento, esvaziamento e combinação, com operação cíclica, opcionalmente com tipo de proteção IP 69K em execução Barreiras de luz de segurança de um caminho Tipos AOPD 2 e 4 Dispositivos de intertravamento com e sem trava Módulos de segurança Interface de segurança AS no monitor e sensores de trabalho Monitor de parada e movimento Controle de Segurança ESALAN-Compact, SPS de segurança da série de produção PROTECT PSC e PROTECT-SELECT (Imagem do PROTECT-SELECT com extensão sem fio opcional direcionada à segurança) Figura 14 Visão geral dos dispositivos de segurança no programa de suprimento Schmersal (continuação) T é o sobrecurso do sistema total em segundos C é o intervalo adicional em milímetros, que determina a penetração na área de risco antes do disparo do dispositivo de segurança. Dependendo da capacidade de liberação (capacidade de detecção do dispositivo de proteção, se decide qual a função de proteção que o dispositivo de proteção poderá desenvolver: reconhecimento de dedo ou mão, reconhecimento de pessoas em áreas seguras ou segurança de acesso. Com isto também se decide quais os valores que deverão ser usados para o cálculo do intervalo mínimo pertinentes aos parâmetros ainda em aberto da velocidade média de aproximação K e do intervalo adicional C. Caso o intervalo mínimo calculado seja aceitável sob o ponto de vista ergonômico e econômico, deverá ser investigado ainda se a disposição espacial do dispositivo de proteção permite que pessoas permaneçam dentro da área de perigo sem serem detectadas. Se isto se aplicar, deverão ser tomadas outras providências de proteção. Caso o intervalo mínimo calculado não possa ser considerado aceitável do ponto de vista ergonômico e econômico, deverão ser envidados esforços no sentido de reduzir o tempo de sobrecurso da máquina ou introduzir um dispositivo de tempo com processamento de sinal mais curto. Combinação de métodos diferentes e dispositivos de proteção Em máquinas específicas, os tipos básicos de dispositivos de proteção podem ser combinados de forma a constituírem sistemas de segurança feitos sob medida, os quais permitem executar as condições de trabalho e sequências 3.1 Avaliação de risco e configuração segura de máquinas 121

117 características à máquina com riscos residuais aceitos e aceitáveis, conforme é demonstrado em uma máquina de corte plano. Máquinas de corte plano servem para o corte de forma adequada de pilhas de papel ou material curvo similar. Em função das ferramentas (cavalete móvel, barra de pressão e lâmina extremamente afiada) e do tipo de trabalho (acesso cíclico na área de atuação das ferramentas), esta máquina dispõe de um alto potencial de lesões. Mesmo assim quase não ocorrem graves acidentes nesta máquina graças às medidas combinadas de proteção e segurança. Máquinas de corte plano são compostas por uma estrutura e uma mesa que é tensionada através de uma estaca. Da ponte do cavalete são liberadas para a parte externa vigas de pressão e facas. O cortador de papel deposita o material de corte sobre a mesa. O assento empurra mecanicamente a pilha com precisão sob o nível da faca. Neste processo ocorrem pontos de compressão e corte na parte de trás do cavalete entre o assento e as vigas de pressão no movimento de avanço e pontos de corte entre o assento e o recesso da mesa no movimento de regressão. Ambos os locais de perigo são protegidos em todos os lados por uma cobertura atuante. O ciclo de corte é disparado através de um circuito bimanual e mantido pela atuação permanente dos botões de controle, consulte DIN EN 574. A viga de pressão abaixa e compacta fortemente a pilha de papel (ponto de compressão) para que a faca retardatária (posição de corte) possa elaborar um corte limpo e dimensionalmente estável. Em seguida a faca se retrai em primeiro lugar para dentro do cavalete, seguido pela viga de pressão. O ponto de compressão entre a viga de pressão e a pilha, bem como o ponto de corte na faca se encontram protegidos em relação ao cortador de papel pela ação local do circuito bimanual e pela função de aproximação da cortina de luz. A cortina de luz evita ainda graves acidentes que poderiam ocorrer através da penetração de outras pessoas no local de movimentação da faca afiada. Limitação da disponibilidade e altos custos de manutenção em medidas muito caras As medidas construtivas de segurança tomadas deverão atuar em conjunto e não podem ser contraditórias. Operadores e usuários das máquinas deverão avaliá-las como necessárias e apropriadas. Não somente a segurança muito baixa, mas uma segurança alta demais também pode colocar o alcance das metas de segurança em dúvida. O princípio deverá ser: enfrentar ameaças complexas com medidas de segurança simples. Pois a técnica de segurança também só será aceita quando for transparente e praticável para o usuário e exerça a sua proteção. A despeito da baixa aceitação de custos adicionais pelos operadores, uma oferta demasiada de segurança não necessariamente aumenta a disponibilidade e a operabilidade de uma máquina ou favorece o fluxo de trabalho. Uma técnica de segurança complexa acarreta inevitavelmente custos de manutenção mais altos. As manutenções necessárias à função correta dos sistemas de segurança podem em si ser a fonte de eventos especiais, que influenciem negativamente a segurança do trabalho. Erros na manutenção e reparo podem causar falhas precoces, falhas acidentais e falhas tardias. Falhas precoces poderão ser a consequência de reparos de rotina desnecessários, de providências muito invasivas ou ocorrer em função de falhas nas habilidades vocacionais e no conhecimento técnico do pessoal (reparar quebrado). Falhas eventuais com graves consequências sobre a segurança do trabalho muitas vezes possuem como causa erros de manutenção, p. ex. o esquecimento de ferramentas dentro da máquina ou o esquecimento de pontes elétricas ou mecânicas. Característico para falhas tardias são providências de reparo e manutenção elaboradas de modo isolado e não acordado. Perigo da anulação de providências sem relevância prática Dispositivos de proteção são componentes funcionais de máquinas. Somente através dos mesmos é que as máquinas são passíveis de utilização de acordo com a diretriz de máquinas da CE, desde que todos os riscos não tenham sido evitados de modo construtivo. Na configuração e na integração funcional de dispositivos de proteção e outras providências de proteção no conceito da máquina deveríamos nos orientes Avaliação de risco e configuração segura de máquinas

118 em diretrizes legais. Mas neste âmbito, é muito mais importante partir de uma análise precisa e completa das exigências operacionais. É a partir desta análise que deverão ser estabelecidas as exigências feitas aos dispositivos de proteção e documentadas na especificação funcional como determinação fixa. Não se presta auxílio adequado à segurança do trabalho quando a máquina corresponde formalmente a todas as exigências legais, contudo as medidas de proteção limitem a eficácia da máquina ou dos operadores. Tais medidas de segurança não são aceitas, e praticamente forçam os usuários da máquina a exercer comportamentos adversos à segurança. Em uma análise de risco elaborada corretamente, deverá também após a determinação de cada medida de segurança ser avaliada a possibilidade de sua manipulação. Neste processo não se pode subestimar a inteligência técnica e a criatividade dos operadores. Mas deveremos nos conduzir pelo pensamento de que as manipulações não ocorrem sem motivo, mas são um indício de que a medida de segurança não tenha sido introduzida de modo apropriado no conceito de gestão da máquina. Uma intensificação da medida de proteção raras vezes melhora a situação. Quando, por exemplo, a trava de um dispositivo de segurança for substituída por um fecho, mas for mantida a concepção de que a máquina após a abertura não possa mais ser movida, o conflito é apenas intensificado. É melhor certificar-se antecipadamente mediante providências graduadas, que as operações necessárias possam ser elaboradas com o dispositivo de segurança aberto mediante um risco residual aceitável. As experiências práticas mostram que o risco de imperícia no caso de dispositivos de proteção não fixos sempre aumenta quando: os dispositivos de segurança tiverem que ser retirados frequentemente e de modo trabalhoso, em virtude da máquina ou o processo ser suscetível a falhas; o dispositivo de proteção vibra e chocalha; o dispositivo de proteção for difícil de manusear; os dispositivos de proteção são passíveis de operação com baixo esforço técnico e intelectual; a necessária visualização das etapas de trabalho não for possível; a reação do intertravamento causar falhas sucessivas ou os trabalhos necessários na operação especial não puderem ser elaborados com dispositivos de proteção abertos; os dispositivos de proteção em casos de fechamento só puderem ser abertos após longo tempo de espera. Além do exposto, os dispositivos de segurança fixos são especialmente ameaçados quando eles: apresentarem obstáculo para o usuário; estejam dispostos de tal forma na área de trabalho e de circulação, que muitas vezes são soltos involuntariamente, podendo causar falhas de processo. Os desejos pertinentes à prática levados aos fabricantes não podem ser avaliados como complicação à atividade de construção. Ao invés disto, eles deverão ser considerados importantes fontes de informação para máquinas orientadas à prática e à segurança. A observação do mercado relacionada a produtos deverá envolver a coleta sistemática e avaliação de informações (serviço ao consumidor e serviço de reparo, consumo de peças de reposição, exigências, danos e acidentes) e gerar feedback junto aos departamentos de desenvolvimento e construção. Sugestões da técnica de segurança Quando na utilização de máquinas remanesçam riscos residuais, que não possam ser totalmente evitados através de providências construtivas da técnica de segurança imediata, nem via módulos ou grupos funcionais da técnica de segurança indireta, deverão ser indicadas condições e comportamentos com o auxílio dos métodos da técnica de segurança indicativa, sob os quais é possível elaborar um trabalho seguro. Os fabricantes deverão tomar as devidas providências que permitam aos usuários das máquinas reconhecer riscos iminentes de modo tempestivo. Eles deverão indicar os riscos de modo tão eficaz que as partes ameaçadas sejam compelidas ao comportamento seguro. Contudo, isto é somente possível, quando as pessoas afetadas souberem o que deverão fazer após a advertência sinalizada, e que também estejam em condição de fazê-lo. Todas as providências da segurança técnica indicativa se acham irreme- 3.1 Avaliação de risco e configuração segura de máquinas 123

119 diavelmente unidas às instruções operacionais e aos manuais de instrução. Na documentação de acompanhamento da máquina, o fabricante deverá fazer alusão à obrigação dos usuários de publicar manuais de operação e elaborar instruções. A técnica de segurança indicativa é o elo mais fraco da cadeia de segurança, uma vez que objetiva ações que dependem da consciência de segurança mais ou menos pronunciada dos usuários das máquinas. Por teste motivo, a técnica de segurança indicativa jamais poderá ser utilizada como única medida. Ela deverá fazer uso de fontes artificiais de informação, cuja mensagem possa ser absorvida pelos sentidos das partes ameaçadas (especialmente o sentido da visão, audição e tato) e compreendida. As suas indicações portadoras de informação podem ser de natureza estática ou dinâmica. As fontes de informação são estáticas quando a informação estiver sempre presente como, por exemplo, no caso de sinais de segurança. Contudo, manuais de segurança, ícones e sinais de advertência também são importantes meios estáticos de segurança. De modo diverso, as fontes de informação dinâmica só sinalizam os riscos quando eles forem agudos. Dispositivos de advertência óticos e acústicos, esquemas ativos de máquinas e dispositivos de proteção avançados são típicas fontes de informação dinâmica da técnica de segurança indicativa. Sugestões de Literatura (Normas): [1] EN ISO : Segurança de Máquinas Noções básicas, diversos princípios de configuração Parte 1: Terminologia básica, Metodologia EN ISO : Segurança de Máquinas Noções básicas, diversos princípios de configuração Parte 2: Princípios técnicos [2] EN 349: Segurança de Máquinas Intervalos mínimos para evitar o esmagamentos de partes do corpo [3] EN ISO : Segurança de Máquinas Intervalos de segurança contra o alcance de áreas de risco com os membros superiores e inferiores [4] EN ISO : Segurança de Máquinas Disposição de dispositivos de segurança em relação a velocidades de aproximação Avaliação de risco e configuração segura de máquinas

120 Outras literaturas sugeridas: [a] Uma descrição completa pode ser encontrada no lançamento (veja foto ao lado direito superior) Neudörfer: Konstruieren sicherheitsgerichteter Produkte (Methoden und systematische Lösungssammlungen zur EG-Maschinenrichtlinie. Uma nova edição retrabalhada encontra-se em desenvolvimento e será lançada em breve. Nova edição em preparação [b] Montenegro, S.: Sichere Steuerungen, München; Wien: Hanser-Verlag 1999 [c] Neudörfer, A.: Konstruieren sicherheitsgerechter Produkte, Methoden und systematische Lösungssammlungen, Berlin, Heidelberg, New York: Springer, 1997 [d] Reudenbach, R.: Sichere Maschinen in Europa, Bochum: Verlag Technik & Information, 1997 [e] IVSS (Hrsg.): Vermeidung von mechanischen Gefährdungen, Mannheim, 1994 [f] IVSS (Hrsg.): Schutzeinrichtungen an Maschinen, Mannheim, 1999 [g] Defren/Wickert: Sicherheit für den Maschinen- und Anlagenbau, Herausgeber K.A. Schmersal GmbH, Wuppertal 3.1 Avaliação de risco e configuração segura de máquinas 125

121 Avaliação de risco e configuração segura de máquinas

122 Dispositivos de segurança em máquinas O fabricante interessado na minimização de riscos em máquinas irá se defrontar rapidamente com o capítulo 5 da EN ISO [1], Estratégia em relação à minimização de risco. Lá se chama atenção para o fato de que deverá tomar medidas para eliminar os riscos detectados. No capítulo 5.4 desta norma se encontra descrito o procedimento (três etapas) que deverá ser utilizado pelo fabricante na sequência citada a seguir: Construção inerentemente segura (técnica de segurança imediata) Medidas técnicas de proteção e eventuais medidas adicionais de proteção (técnica de segurança indireta) Informação aos usuários com relação ao risco residual (técnica de segurança indicativa). A figura 1 de EN apresenta este procedimento de modo bastante claro (consulte a figura 1). Fig. 1 Extrato da imagem 1 de EN ISO Este procedimento se encontra descrito amiúde em outra parte do livro citado. Em muitos casos a fabricação direcionada à segurança da máquina não pode ser obtida apenas através de uma construção inerente. Em geral, do ponto de vista construtivo, também deverá ser observada a segunda etapa, Medidas técnicas de proteção Adoção de eventuais medidas adicionais de proteção contra riscos que não podem ser eliminados. Grupos de componentes da técnica de segurança indireta, p. ex. dispositivos de proteção, protegem locais de perigo que não podem ser evitados. Os dispositivos de segurança se acham alocados entre o usuário e as áreas de risco, respectiva-mente fontes de risco. Eles interrompem a possibilidade do encontro espacial e/ou temporal de pessoas com os locais de perigo ou fontes de perigo. Para isto são utilizados protetores e dispositivos de segurança. Escolha dos dispositivos de segurança Existe um grande número de medidas técnicas que permitem ao construtor encontrar uma solu- -ção adequada à sua utilização. Como existem no mercado são oferecidos diferentes dispositivos de segurança, dar-se-á na sequência uma visão geral das possibilidades de solução. O construtor deverá envidar esforços intensivos com relação à escolha do dispositivo de segurança e com sua integração na máquina, respectivamente na operação do processo. Pois com esta escolha ele não apenas determina o nível de segurança, como também eventuais lacunas de segurança da construção inerentemente segura. Ele também toma pré-decisões sobre a atividade de produção da máquina, sobre a aceitação do dispositivo de segurança e, com isto, finalmente, sobre a segurança de manipulação que também deverá ser considerada como fator a não ser menosprezado nesta tarefa. Nas avaliações a seguir será apresentada uma visão geral dos diferentes tipos de dispositivos de segurança. Recomendações especiais à escolha de dispositivos de intertravamento em conexão com protetores também estão contidos na norma UE EN 1088 [4]. Protetores São os dispositivos de segurança mais simples e formam uma barreira material entre as pessoas e a área de risco. Protetores fixos poderão ser alocados diretamente antes dos locais de risco (armações) ou ser amplos e dispostos em torno de um maior número de locais de risco ou de uma área de risco (grades). Os protetores deverão ser conectados à base de construção da máquina de 3.2 Dispositivos de segurança em máquinas 127

123 modo permanente com elementos de conexão inseparáveis (p.ex. com rebites), respectivamente com métodos de conexão (p. ex. solda) ou desmontáveis com elementos de conexão (p. ex. parafusos). Eles são compostos por componentes de ação confiável. Com a condição de terem sido dispostas de acordo com as diretrizes de segurança e de modo ergonômico, as barreiras materiais evitam permanentemente o contato das pessoas com os locais de risco e também que as fontes de perigo alcancem as pessoas. Protetores, porém, também podem apresentar desvantagens. Dispositivos de segurança de grandes áreas são difíceis de manejar. Quando a ação de proteção deverá ser cancelada por área, isto apresenta sempre um esforço mecânico e técnico de controle adicional. No caso de grades os custos crescem de modo proporcional à extensão protegida. Uma segurança contra manipulação e bypass só pode ser alcançada com esforços técnicos de controle. Contudo, a possibilidade fundamental de tentativas de manipulação deverá ser sempre considerada. Os protetores se acham divididos em: Armações Tampas Grades Escudos Transposições Grades/Transposições Evitam a entrada em grande âmbito nas áreas de risco. Transposições por cima ou por baixo não podem levar a situações de risco. Armações evitam o acesso por todos os lados. As tampas só protegem de, respectivamente em determinadas direções. Em todos os protetores de separação passiva que possuam aberturas devido à construção, o importante é que em tais aberturas só seja possível transpassar de forma que as pessoas não possam se aproximar dos locais de risco. Se os protetores possuírem aberturas por estarem elaborados em forma de grades ou com aberturas semelhantes a túneis para o suprimento de matéria prima à área de processo, as pessoas não poderão alcançar as áreas de risco com os seus membros através destas aberturas. Em função de medidas antropométricas garantidas estatisticamente e a sua distribuição entre a população, se acham determinadas na Norma EN [2] as correlações geométricas entre o alcance, respectivamente a largura da abertura e distância ao local de risco, as quais evitam alcançar os mesmos. Ao passar por cima do canto superior de uma grade de proteção, deverão ser determinadas a altura do canto, a distância ao piso do local de risco e a distância horizontal da grade de proteção ao local de risco. Estes intervalos de segurança são compostos pelas distâncias e adições de segurança obtidas de modo experimental. Na transposição através de aberturas, parte-se do pressuposto na determinação das distâncias de segurança que o simples perfil e suas medidas determinam a extensão da transposição. Quanto maior a abertura, tanto maior é a capacidade de transposição, devendo a distância ao local de risco também ser proporcionalmente maior. Quanto menor a abertura, tanto mais próximo é possível aproximar a grade de proteção do local de risco. Para considerar as diferentes medidas humanas, a distância de segurança é determinada através do alcance das pessoas maiores, e a largura livre das aberturas através da largura do braço humano com as medidas de membros mais suaves. A experiência mostra que quase todos os dispositivos de segurança durante a vida útil de uma máquina terão de ser uma vez desmontados e remontados. Por este motivo deverá dar- -se preferência a elementos de conexão removíveis. Mas estes deverão estar executados de tal forma que a desmontagem para trabalhos de manutenção e a remontagem só seja possível com ferramentas perfazendo assim uma ação de montagem. Os elementos de fixação dos dispositivos de segurança deverão ser executados de modo não destacável de acordo com a MRL. Isto também permite a remontagem após a desmontagem. Sem elementos de fixação os dispositivos de segurança de união sólida não podem permanecer em posição de proteção. Para que o pessoal técnico possa elaborar os trabalhos de manutenção de modo seguro, isto significa que sem a partida de sistemas de transmissão, a máquina deverá ser desligada e protegida contra novas partidas não autorizadas, p. ex. através de um bloqueio do suprimento de energia via desligamento do interruptor principal. Após os trabalhos os dispositivos de segurança deverão ser novamente fixados Dispositivos de segurança em máquinas

124 Fig. 2 Interruptor principal com tranca Protetores móveis Nos protetores móveis é possível interromper temporariamente a ação espacial de separação. A suspensão da ação de proteção, p. ex. pela abertura, deverá ser possível sem ferramentas. Contudo, o controle deverá reconhecer o estado de abertura de modo a remover os riscos na condição aberta, p. ex. interromper tempestivamente o movimento causador de risco. As posições a serem monitoradas dos protetores móveis poderão ser executadas em forma de portas de correr ou de inclinação, bem como dispositivo de proteção removível. Dispositivos de proteção removíveis deverão apenas ser previstos para intervenções esporádicas. Não apenas os elementos de fixação, mas todos os componentes que permitam a movimentação e fixação das partes a serem abertas, de-verão passar pelas efetivas condições de operação e ambientais durante toda a vida útil da máquina. No caso de protetores móveis intertravados sejam abertos operacionalmente, medidas técnicas de controle deverão atuar de modo que situações de risco sejam eliminadas na área protegida antes que os pontos de risco sejam alcançados. Para tanto, o movimentos residuais causadores do risco e a distância do dispositivo de proteção deverão ser ajustados à velocidade de acesso. Além disto, o modo de abertura e o modo de desligamento também deverão ser ajustados ao risco existente. Intertravamento sem intertravamento Antes da situação causadora de risco, o dispositivo de proteção deverá ser compulsoriamente eficiente (o dispositivo de proteção está fechado), permanecendo eficaz durante a situação de risco. O abrir do dispositivo de proteção deverá conduzir a uma condição segura na área de risco protegida. O controle e o acionamento, bem como a posição espacial do dispositivo de proteção deverão estar ajustados entre si de tal forma que, por exemplo, o movimento residual causador de risco se encerre no período de tempo necessário à abertura total do dispositivo de proteção sob consideração da velocidade de transposição, respectivamente da velocidade de acesso de acordo com EN ISO [3] e dos intervalos de segurança de acordo com EN ISO [2]. Como meta de proteção adicional e igualmente importante, paralela à exclusão do movimento causador do risco através da abertura da porta de proteção, deverá ser citada a evitação da partida não desejada da máquina com a porta de proteção aberta. Como sinalizadores que transformam a abertura do dispositivo de proteção em sinal elétrico, são utilizados em larga escala interruptores de posição ativados mecanicamente ou de atuação sem contato. Intertravamento Dispositivos de proteção móveis só permitirão a sua abertura quando a situação de risco tiver sido encerrada. A intertravamento pré-supõe que a parada tenha sido introduzida e reconhecida de modo seguro pelo controle, e a possibilidade de abertura, por exemplo, liberada mecanicamente através da ativação de um elemento de intertravamento. Intertravamentos eletromecânicos são sempre necessárias, quando após a abertura do dispositivo de proteção as ferramentas apresentem altos momentos de inércia devido a sua massa. Exemplos são trituradores, centrifugas e separadores. Também no caso de máquinas com baixos potenciais de danos são cada vez mais frequentemente introduzidos intertravamentos eletromecânicos de modo a aumentar a sua disponibilidade. Dispositivos de proteção não de- 3.2 Dispositivos de segurança em máquinas 129

125 circuito, barras de comutação e hastes de atuação. Eles possuem o objetivo de parar as máquinas, respectivamente elementos da máquina, ou dispor os mesmos em outra condição de operação segura quando pessoas ou partes corporais se aproximem da área a ser protegida. Fig. 3 Dispositivo de travamento com e sem trava verão ser abertos durante a operação de modo a não interromper o processo de produção ou interromper a máquina de modo deliberado. Em ambas as medidas de intertravamento o pre-enchimento confiável da função deverá ser inspecionado continuamente de modo competente. Estes mecanismos de distribuição são desenvolvidos, inspecionados e fabricados em conformidade com as pertinentes normas de produto. Muitas séries de produtos são certificadas por órgão independentes (organismos notificados). A Schmersal e Elan oferecem um grande número destes mecanismos de distribuição, adequados a diversas aplicações, em seu portfólio de produtos. Dispositivos de produção com reação de aproximação Dispositivos de produção com reação de aproximação não fazem a separação corpórea, mas monitoram um campo de proteção geométrico (linha, nível, espaço). Eles possuem a função de reconhecer a entrada (pessoa, parte corporal) no campo de proteção e interromper tempestivamente a situação causadora de risco ou nem deixar que ela ocorra. Dependendo da formação de sinal necessária para tal, diferencia-se com dispositivos de proteção sensíveis ao toque ou dispositivos de proteção não sensíveis ao toque com reação de proximidade. Dispositivos de produção táteis Dispositivos de proteção que reajam à deformidade através do contato corporal abrangem em especial esteiras sensíveis à pressão, placas de Sensíveis à pressão, placas de circuito, barras de comutação e hastes de atuação são compostos por sinalizadores, transmissores de sinais e processadores de sinais. Os componentes do sistema poderão ser elaborados como componentes individuais ou também estar incorporados a sinalizadores As tapetes sensíveis à pressão se diferenciam das placas de circuito do mesmo modo como barras de comutação das hastes de atuação, em função da superfície de atuação dos sinalizadores. Enquanto que na tapete sensível à pressão ou na barra de comutação a superfície de ativação é deformada localmente, nas placas de circuito ou barra de comutação a superfície de atuação ativa se movimenta como um todo. Tapetes sensíveis à pressão e placas de circuito são em geral utilizadas para a proteção de áreas de risco que permitem o acesso. Assim que uma pessoa pisar ou se situar sobre as mesmas, isto é reconhecido e transmitido através do dispositivo de comutação de saída do comando de saída ao movimento causador de risco. Cantoneiras de comutação e réguas de atuação são utilizadas para a proteção de locais de risco distintas em forma de linha (p. ex. locais de compressão, locais de corte ou de enredamento). Caso uma parte corporal se aproxime do local de risco, isto também acarreta a parada do movimento causador de risco. Atualmente o mercado oferece diferentes execuções destes sistemas, os quais podem ser divididos quanto ao princípio de ação em: óticos pneumáticos elétricos Na prática, as tapetes sensíveis à pressão são encontradas muito raramente, uma vez que os sistemas óticos em muitos casos são mais econômicos. Mas eles estão sendo introduzidos de modo crescente em áreas nas quais se exige Dispositivos de segurança em máquinas

126 Dispositivos de proteção optoeletrônicos ativos (AOPD) São sistemas de proteção ativos. Eles só promovem situações seguras quando um risco se tornar crítico (transposição ou acesso na área de proteção. A liberação da função de segurança não seligada ao contato corporal direto. Dispositivos de proteção optoeletrônicos são muitas vezes passíveis de integração simples em conceitos de controle ou automatização. Os seguintes sistemas obtiveram êxito com o monitoramento atuante sem contato de áreas de proteção com o princípio de atuação optoeletrônico: Fig. 4 Dispositivo de segurança tátil dispositivos de proteção de recuo e onde outros sistemas não podem ser usados. Batentes de comutação, porém, são utilizadas com frequência para a proteção de extremidades de segurança dos dispositivos de proteção ou portas e portões automáticos. As exigências pertinentes a dispositivos de segurança táteis se encontram descritas nas diretrizes gerais para a configuração e inspeção de batentes de comutação, réguas de atuação, esteiras sensíveis à pressão e placas de circuito das normas EN e EN Sistemas de proteção eletrosensitivos (ESPS) Sistemas de proteção eletro-sensitivos geram um sinal através da alteração ou distúrbio de um campo de energia o qual continua a processar o controle a jusante de modo a encerrar uma condição de risco. Para a emissão do sinal não é necessário qualquer contato corporal. Em dispositivos optoeletrônicos ativos de proteção são usados os seguintes princípios para a geração de sinal: princípio ótico de operação princípio do ultrasom sistemas que reajam à radiação térmica De acordo com a sua característica, estes dispositivos de proteção poderão monitorar campos de proteção, superfícies e salas em forma de linha. Barreiras fotoelétricas unidirecionais Compostas através de um transmissor e um receptor os quais se encontram alojados em diferentes carcaças. A luz irradia na área infravermelha do transmissor ao receptor e atravessa a rota apenas uma vez. O raio de luz pode ser desviado através de espelhos. A entrada de objetos ao longo do raio de luz o interrompe e gera um sinal de comutação. Grades de luz Este campo de proteção similar a uma superfície é composto por poucas barreiras fotoelétricas de luz unidirecionais, em geral dispostas em cadeia em distâncias regulares. As disposições de 2, 3 ou 4 raios individuais podem ser usadas para a detecção do acesso do corpo inteiro na área de risco. Mas não são adequados para reconhecer partes corporais (p. ex. mão ou dedo). Caso a avaliação de risco de acordo com EN ISO [3] resultar no fato de que um número maior de raios individuais é adequado, estes deverão ser justapostos à área de risco em um intervalo mínimo calculado de acordo com uma equação. O intervalo de segurança à área de risco deverá, portanto, estar calculado de tal forma que sob consideração da velocidade de aproximação de partes corporais e tempo de reação das barreiras fotoelétricas, do tempo de duração do sinal, os movimentos causadores de risco no controle e duração de operação da máquina sejam interrompidos antes que os locais de risco possam ser alcançados. Cortinas de luz São compostas por um grande, mas finito número barreiras fotoelétricas agrupadas entre si ou por um raio de luz movimentado disposto 3.2 Dispositivos de segurança em máquinas 131

127 das vezes são dissipados movimentos causadores de riscos, os quais na maioria das vezes são ao mesmo tempo também movimentos de ação tecnológica ou causados pela função. Fig. 5 Barreiras fotoelétricas e grades de proteção se encontram disponíveis em diversos tipos em rede, o qual vasculha minuciosa e periodicamente o nível monitorado. O intervalo dos interruptores individuais é determinante para a capacidade de detecção do dispositivo de proteção, a qual por sua vez determina o intervalo mínimo a ser mantido em relação à área de risco e à área de aplicação (proteção do dedo e da mão ou proteção da área). As cortinas de luz se encontram disponíveis em todas as alturas possíveis de campos de proteção e diferentes características: Cobertura de <0,3 m até >6 m PL e ou PL d conforme EN ISO SIL 2 ou SIL 3 conforme IEC Dissipações de < 4 mm até > 70 mm Saídas seguras de semicondutores ou de relés Operação mestre-escravo (cascata) Muting Operação cíclica Grau de proteção até IP 69K Bloqueio. Sistemas de proteção optoeletrônicos monitoram linhas ou níveis de modo que no caso de sua interrupção por movimentos corporais possam reconhecer uma aproximação não autorizada, efetuando medidas técnicas de controle que levem a condições seguras. Na maioria Não são apenas as pessoas a serem protegidas que emitem tais sinais, mas também peças de trabalho. Para não interromper desnecessariamente processos por este motivo, a eficácia dos AOPD deverá permitir a interrupção intencional em determinadas situações. A bloqueio temporária causada pelo processo é denominado de muting. Deste modo, em um paletizador automatico a barreira fotoelétrica deverá sofrer bloqueio no momento no qual o palete passar pela área de entrada ou de saída. Imediatamente após a passagem do palete a condição de bloqueio deverá ser cancelada e o dispositivo de proteção se tornar ativo novamente. O sistema de bloqueio deverá, portanto, poder discernir entre palete e pessoas. Deste modo, o bloqueio desliga em determinadas fases de operação de prazo limitado a ação do dispositivo de proteção ativando automaticamente a ação de proteção após término da transposição. Como sinalizadores são utilizados elementos de comutação eletromecânica e também sensores optoeletrônicos. O bloqueio automático temporário e em especial o seu bloqueio deverá ser controlado apenas pela máquina, isto significa que ser independente do desejo do operador da máquina. Neste processo, dois aspectos de segurança técnica são de primordial importância: Testes de entrada de pessoas na área protegida durante a fase de utilização deverão ser reconhecidas e evitadas de modo confiável. Os sinais de bloqueio que ocorrerem em uma combinação não válida não poderão permitir uma transposição e deverão garantir que a função de proteção permanece ativa. O acesso também poderá ser evitado através da configuração geométrica do dispositivo de trans-porte, ou então são utilizados detectores de pessoas. O controle deverá garantir que a reativação da ação de proteção aconteça com precisão. A categoria de precisão desta parte do controle deverá ser similar ao do dispositivo de proteção Dispositivos de segurança em máquinas

128 Referências de literatura (normas): [1] EN ISO : Segurança de Máquinas - Conceitos básicos, princípios gerais de projeto, Parte 1: Terminologia básica, metódica 2] EN ISO : Segurança de Máquinas Intervalos de segurança em relação ao alcance de áreas de risco com os membros superiores e inferiores [3] EN ISO : Segurança de Máquinas Disposição de dispositivos de proteção em relação a velocidades de aproximação de partes corporais (ISO :2010) [4] EN 1088: Segurança de Máquinas Dispositivos de intertravamento em conexão com proteções Princípios para a configuração e escolha Outras referências de literatura: Neudörfer, A.: Konstruieren sicherheitsgerechter Produkte, Methoden und systematische Lösungssammlungen, Berlin, Heidelberg, New York: Springer, 1997 Defren/Wickert: Sicherheit für den Maschinen und Anlagenbau, Herausgeber K.A. Schmersal GmbH, Wuppertal BGI 575 BG-Information: Auswahl und Anbringung elektromechanischer Positionsschalter für Sicherheitsfunktionen BGI 670 BG-Information: Auswahl und Anbringung von Näherungsschaltern für Sicherheitsfunktionen (5) DIN EN : Segurança de Máquinas Dispositivos de proteção sensíveis à pressão Parte 1: Princípios gerais para a configuração e inspeção de esteiras sensíveis à pressão e placas de circuito DIN EN : Segurança de Máquinas Dispositivos de proteção sensíveis à pressão Parte 2: Princípios gerais para a configuração e inspeção de barras de comutação e hastes de atuação 3.2 Dispositivos de segurança em máquinas 133

129 Dispositivos de segurança em máquinas

130 Manipulação de dispositivos de segurança Manipulações de dispositivos de segurança um especial objeto de desejo neste processo são os seletores de segurança e interruptores de segurança com e sem intertravamento não são grandezas desprezíveis. Eles formam o ponto de foco no acontecimento de acidentes e quase acidentes durante a operação da máquina. Não foi sem motivo que este tema foi mantido na norma competente com uma acentuação muito mais intensa das exigências. Primeiramente havia aqui uma Emenda AMD 1 ao tema Configuração para a minimização das possibilidades de transposição da EN Entrementes foi inserido na edição atual da norma (atualmente EN 1088:2008 Dispositivos de intertravamento em conexão com proteções Princípios para a configuração e escolha ) e também é tratado igual-mente na norma precedente EN ISO (minuta). Simula-se através da transposição de um dispositivo de intertravamento, na linguagem coloquial também denominado de manipulação, isto significa que através de uma intervenção consciente na técnica de segurança do controle da máquina, que um dispositivo de segurança está totalmente ativo, ou seja adequadamente fechado e travado. Contudo, é efetivamente possível trabalhar ou observar com a porta de proteção aberta e no processo totalmente automático. Não existe proteção pertinente ao risco de movimentos perigosos da máquina ou de partes que se soltam nem contra o risco de uma partida inesperada da máquina. À margem de um fato passível de punição existe ainda o fato de máquinas com o dispositivo de proteção manipulado serem entregues (transferidos) a outra pessoa que não está informada de nada (e age em confiança sobre a ação do dispositivo de segurança, o qual na verdade não está mais disponível. Centro da processamento com 2 chaves de posição manipulações Fig. 1 Exemplos de manipulações Mas mesmo uma ameaça de punição conforme existe na Suíça, altera pouco ou nada no mau hábito de manipular dispositivos de segurança. Lá também um terço de todas as instalações em firmas de produção foram tornadas ineficazes, embora de acordo com o código penal suíço exista uma pena de prisão de até 3 anos ou multa em dinheiro, quando empregadores não seguirem as suas obrigações de prover que medidas de proteção e dispositivos de proteção não podem ser comprometidas em sua eficácia. É suficiente quando a remoção de um dispositivo de segurança tenha sido comprovadamente tolerada pelo empregador. Não é nem necessário ter ocorrido um acidente. Devido ao fato da suposição justificada de que na Alemanha aproximadamente 25% de todos os acidentes de trabalho sejam atribuídas a dispositivos de segurança manipulados, voltaremos ao tema, ainda que seja um tema predominante do vendedor de máquinas. A nova tematização se dá em virtude do fato de que no caso da alteração da norma EN 1088, os fabricantes das máquinas também assumiram a responsabilidade (em menor escala do que os fabricantes de componentes de segurança, os quais 3.3 Manipulação de dispositivos de segurança 135

131 já dispõem de inúmeras exigências pertinentes à sua configuração de produto, seja através de normas de produto, seja em função de princípios de inspeção). Na alteração na norma trata-se apenas dos dispositivos de intertravamento, enquanto que o valor pré-citado de 25 % e o tema em si se referem a todos os dispositivos de segurança, p. ex. também a instrumentos optoeletrônicos, entre outros. Aqui se faz referência também à análise empírica das associações profissionais (BG) [1], bem como a uma análise similar na Suíça que foi elaborada pela instituição se seguros de acidentes suíça [2]. Com referência à Alemanha um recálculo dos resultados das análises BG significa que dispomos de aprox mortos e aprox acidentes com menor ou maior gravidade em função de dispositivos de segurança manipulados. Isto perante um quadro no qual se tolera dispositivos de segurança manipulados em 34 % das empresas, estando manipulados aprox. 37 % de todos os dispositivos de segurança (14 % constantemente e aprox. 23 % temporariamente). Parece haver uma cota de empresas na qual a manipulação de dispositivos de segurança parece até ser esperada. Os nºs citados foram levantados em empresas que pertencem predominantemente à indústria metalúrgica; mas em geral se concorda que esta ordem de grandeza pode ser transferida aos outros ramos de atividade. Aqui apresentamos mais uma vez um resumo gráfico dos principais resultados empíricos do estudo: Frequência Aumento do risco e acidentes 23% 14% Temporário Sempre Sem 63% 49 % Não! Sim! 51% De acordo com a sua opinião, qual é o porcentual em dispositivos de segurança que se encontra constantemente/temporariamente manipulado? Em sua opinião, qual é o percentual de todas as manipulações observadas em máquinas, respectivamente dispositivos de segurança que pode causar acidentes? Motivos do acidente Tolerância 75% (outros motivos) 25% (imputados a manipulações) 66 % No! Yes! 34% Em sua opinião qual é o percentual de todos os acidentes em máquinas que pode ser imputado aos dispositivos de segurança manipulados? Em qual porcentual das empresas são toleradas máquinas, respectivamente dispositivos de segurança adulterados? Fig. 2 Os resultados mais importantes de uma análise BG empírica sobre manipulações de dispositivos de proteção Manipulação de dispositivos de segurança

132 ISO (minuta) está atualizando esta abordagem. Com relação aos dispositivos de intertravamento com atuadores distintos (consulte a figura 3), conforme encontrados frequentemente na proteção de dispositivos de segurança móveis, as medidas são, por exemplo: Fig. 3 Em interruptores de segurança com atuadores distintos também denominados de interruptores do tipo 2 o circuito e o atuador não se encontram interligados, contudo na comutação são aproximados ou separados. Na abertura do dispositivo de segurança o atuador é separado do instrumento básico. Neste processo são inevitavelmente abertos contatos de abertura e fechados contatos de intertravamento. O que se altera? O objetivo da alteração em EN 1088 é que futuramente a partir de uma escolha de sugestões sobre possíveis medidas contra a manipulação de dispositivos de intertravamento, deverá ser realizada pelo menos uma medida para poder usar a presunção de conformidade da EN 1088 (a menos que tenham sido elaboradas medidas de outro tipo, as quais trazem consigo uma medida de segurança similar). Neste processo as sugestões de medidas adicionais se referem aos diferentes tipos de dispositivos de intertravamento e que são diferenciadas de acordo. EN 1. Fixação inseparável do atuador Uma fixação inseparável prática de atuadores distintos poderá ser realizada de modo simples e efetivo com parafusos sem fim, alternativamente via solda, rebite ou similar. Pelo menos se evita a partir da fixação inseparável do atuador, que estes simplesmente se desparafusem e possam ser inseridos nos instrumentos. Que em virtude de uma fixação inseparável do atuador, os técnicos de serviço e montadores teriam problemas, poderá neste contexto servir mais propriamente como contra-argumento alternativo subestimando a criatividade e capacidades destes funcionários. Se tivermos que ajustar de modo decisivo o dispositivo de segurança no local de sua instalação, sabemos que muitas vezes é mais fácil falar do que fazer a montagem fixa de parafusos de fixação de atuadores distintos. Neste caso deverá então ser a última etapa de trabalho, a qual deverá eventualmente ser delegada de modo eficiente, ou fazemos uso de outras medidas. O fato, por exemplo, do laquear das cabeças dos parafusos ser suficiente, deverá ser questionado. A solda é mais adequada, bem como a utilização de rebites ou a colagem através de uma cola especial. Contrapeça fixada com um parafuso inseparável Fig. 4 Exemplo de uma fixação inseparável do atuador (direita: atuador desparafusado) 3.3 Manipulação de dispositivos de segurança 137

133 Neste processo não é obrigatório adquirir parafusos sem fim separadamente, eles se encontram, por exemplo, à disposição no contexto do pro-grama de fornecimento Schmersal/Elan. Ou já fazem parte do escopo de fornecimento ou podem ser adquiridos separadamente. Como, contudo, esta medida só funciona de mo-do limitado (o que ocorre com atuadores removíveis?), sugerimos não confiar apenas nesta medida de modo a cumprir o AMD 1, mas executar ainda outra das medidas existentes para escolha. 2. Atuadores codificados individualmente Ainda que tenha que requeira uma reflexão adicional de como se organizar a logística da peça de reposição no caso em pauta, trata-se no caso de atuadores codificados individualmente de uma providência muito eficaz para prevenir a manipulação de dispositivos de intertravamento. Similar às chaves e fechaduras, um atuador só se encaixa funcionalmente no escopo de trilhões de possibilidades em um único equipamento, isto significa que um atuador removível não é adequado para uma manipulação. Um atuador de codificação individual representa, ao contrário dos atuadores padrão, praticamente um item único. Atuadores padrão também são codificados, contudo só individualmente, de modo a diferenciá-los de ferramentas simples como chaves de fenda, arames simples, etc. Deste modo, a fixação inseparável na utilização do atuador codificado individualmente é de suma importância. Permitimo-nos aqui um pouco de auto-louvor: Já há diversos anos (quando ainda sequer havia a discussão atual sobre manipulação) tais execuções de instrumentos já se encontravam no escopo do programa da Schmersal/Elan. 3. Inserção coberta de equipamentos O fundamento da inserção coberta de equipamentos é inserir dispositivos de intertravamento de tal forma em estruturas de máquinas que não exista o acesso livre à abertura de entrada dos equipamentos. Isto significa que mesmo aquele que dispor de um atuador errante não poderá inserilo simplesmente na abertura de entrada. Esta medida é especialmente adequada em portas de deslizamento que foram simplesmente Dispositivo de proteção (móvel) Atuador Trilho guia Dispositivo de proteção (fixo) Chave de posição Fig. 5 Chave de segurança eletromagnética com codificação individual do atuador Fig. 6 Exemplo da execução de uma montagem de equipamento coberta Manipulação de dispositivos de segurança

134 equipadas com um anteparo, atrás do qual se encontra o dispositivo de intertravamento. Dependendo do projeto, também poderá ocorrer uma montagem coberta na área interior. Se a inatingibilidade espacial é suficiente (dispositivo de intertravamento alto o suficiente ou bem distante da área de acesso imediata do operador) deverá ser analisado em cada caso individual. De qualquer forma, não poderá ser criada uma fonte adicional de risco, no que se trepe simplesmente sobre a máquina. Aqui também deverá ser considerada a combinação com outras medidas, p. ex. com testes de partida ou controles de plausibilidade através do controle da máquina (consulte a análise acima). 4. Interruptor de monitoramento adicional A montagem de um segundo interruptor também é uma boa possibilidade de prevenir manipulações, especialmente quando os sinais do interruptor são ainda adicionalmente monitorados em função de sua plausibilidade, p. ex. que se fechem dentro de um determinado espaço de tempo ou em determinada sequência. Aquele que quiser manipular deverá então enfrentar dois obstáculos, os quais deverão ser eficientemente enganados. Indiscutível é o fato de que tais medidas também acarretam custos adicionais, sendo que apenas este motivo já seria suficiente para que a evitação, respectivamente a dificuldade de fazer manipulações deveria ficar relegada à própria sabedoria. Impacto Fig. 7 Monitoramento de posição de um dispositivo de segurança por dois interruptores Um pouco diferente é a situação na qual deva ser alcançado um nível de performance e ou um nível de integridade de segurança (SIL) 3 em função da necessidade de uma redução de risco máxima. Aqui, apenas em função da arquitetura técnica de segurança já se necessita de um segundo interruptor caso utilizemos a técnica eletromecânica. Sob determinadas condições, já é possível se fazer a pergunta pertinente a um segundo interruptor para um PL d, respectivamente SIL 2. Neste caso então entram outros pensamentos no jogo. 5. Inspecionar outras execuções de equipamento Entrementes o mercado já apresenta um grande número de possibilidades para monitorar, respectivamente manter fechadas portas de proteção móveis de um modo compatível com a segurança. Existe, por exemplo, dentro do escopo do programa de fornecimento da Schmersal/Elan, interruptores de monitoramento de articulação especiais (série TVS 410) ou dispositivos de intertravamento que agem sem contato via dupla consulta (série AZ/AZM 200). Unida à utilização destes equipamentos existem simultaneamente outras vantagens, por exemplo, do tipo logístico, em relação às possibilidades de visualização e diagnóstico, ou disponibilidade no caso de condições não favoráveis de utilização. Fig. 8 Interruptores de segurança de articulação (série TVS 410) No caso de interruptores de monitoramento de articulação (consulte a figura 8), o monitoramento se acha integrado na articulação em uma série de modo não manipulável, enquanto que na dupla consulta, por um lado é detectado o atuador inserido (com uma contra-peça eletrônica pertinente à uma eletrônica de avaliação existente no equipamento) e, por outro lado, a posição de proteção fechada, a qual é detectada sem contato através de um interruptor adicional no equipamento. Somente a integração UND de ambos os sinais permite a partida da máquina (consulte a figura 9). Em ambos os casos, tanto nos interruptores de monitoramento de articulação da série TVS, como também dos equipamentos de ação desprovida de contato do tipo AZM 200 (com intertravamento) e AZ 200 (sem intertravamento), o dispositivo de proteção completo tem de ser 3.3 Manipulação de dispositivos de segurança 139

135 Reconhecimento do atuador Reconhecimento da porta Fig. 9 Dispositivos de intertravamento de atuação sem contato com duplo reconhecimento do monitoramento da porta, opcionalmente com liberação de emergência desmontado para desativar a sua ação de proteção. Mas também aqui é válido: os equipamentos deverão ser fixados de modo inseparável. 6. Medidas técnicas de controle Embora só se tome ciência do fato quando já houver ocorrido, também aqui é possível enfrentar manipulações de modo bem eficaz através de medidas técnicas de segurança. Isto poderá ocorrer, por exemplo, através de um teste de partida no início do turno (é solicitada uma troca de sinal adequada do dispositivo de intertravamento através da abertura e fechamento de um dispositivo de segurança), ou através de controles contínuos de plausibilidade, p. ex. que um número de trocas de sinal operacional esperado, que ocorrem apenas na condição aberta de um dispositivo de segurança, seja bloqueado quando a condição de sinal correspondente não for apresentada. Neste processo estas medidas não deverão ocorrer através de um controle de segurança, p. ex. com uma SPS de segurança. Neste caso o controle operacional é suficiente. Naturalmente, no pior dos casos, isto significa que quando for detectada uma manipulação através das medidas técnicas de segurança, um simples sinal de quitação não poderá ser ignorado. O responsável deverá usar a oportunidade para pesquisar o motivo e, para ser cordial, chamar o funcionário responsável novamente às falas. Isto então é uma questão da cultura de segurança dentro da empresa em questão. Medidas em outros tipos de dispositivos de intertravamento Paralelo aos instrumentos com atuadores separados são ainda abrangidos outros tipos de dispositivos de intertravamento pela EN Aqui pertencem, por exemplo, dispositivos de intertravamento com interruptores de posição ativados por came ou com interruptores de aproximação comuns no mercado e também sistemas de transferência de chave, entre outros. Adicionalmente são citados, embora suas exigências de produto já sejam abrangidas pela EN IEC , interruptores de aproximação com comportamento definido sob condições de erro, os assim denominados PDF s = Proximity Devices with defined behaviors under Fault conditions. Aqui se acham incluídos em especial os interruptores magnéticos ou interruptores de segurança (p. ex. instrumentos da família CSS da Schmersal). As medidas acima poderão ser em parte transferidas a estes tipos de dispositivos de intertravamento, em parte poderão ser alocadas outras medidas alternativas ou adicionais. De qualquer modo vale a exigência de medidas adicionais para minimizar possibilidades de transposição para todos os outros dispositivos de intertravamento e assim também para os tipos citados (detalhes: consultar EN 1088) Manipulação de dispositivos de segurança

136 Mas também não deveríamos deixar nos enganar quando em descrições de fabricantes é dito que alguns equipamentos PDF (tipicamente instrumentos do tipo PDF-M) são inseridos de modo redundante e substituem dois interruptores, e concluam deste fato que aqui considerações adicionais em direção da manipulação sejam supérfluas. Mas isto não é bem assim, respectivamente requer uma inspeção de acordo com o tipo e execução do instrumento. Os interruptores de segurança CSS 34 da Schmersal, por exemplo, são tanto um PDF-M quanto também o são os intertravamentos eletromecânicos de segurança AZM 200 ou os interruptores de segurança AZ 200. Em virtude da dupla consulta do atuador e porta de proteção, no caso dos equipamentos AZM 200 e AZ 200, poderão ser canceladas pre-cauções adicionais, mas não no caso do CSS 34 (pelo menos a peça de conexão deverá ser fixada de modo inseparável). Como no caso dos PDF s a contraparte em comparação com os atuadores mecânicos de interruptores de segurança é mais valiosa (tanto literalmente quanto em relação ao custo de aquisição e ainda sob o aspecto da meticulosidade e habilidade manual para copiá-las) podemos aqui no caso da contraparte inseparável deixar prevalecer como única medida. Mas isto também é dependente do caso em si e da tensão psicológica. Caso necessário existem sensores de segurança baseados em RRD no programa de fornecimento da Schmersal com contrapartes codificadas individualmente (RSS 36) (consulte a imagem 10). Para a família CSS da Schmersal (com princípio de atuação pulso-eco) a possibilidade de tal codificação dupla se encontra em elaboração. Fig. 10 Sensor RRD baseado em segurança com contraparte individual codificada (RRS 36) Mas não temos que ser profetas! É possível supor que a consideração das novas exigências contribua para a evitação, respectivamente prevenção contra manipulações de dispositivos de intertravamento MAS: não precisamos ser profetas para dizer que no futuro haverá manipulações de dispositivos de segurança mas então com outros meios e truques. Assim, se faz prudentemente a pergunta: porque é que dispositivos de segurança/dispositivos de intertravamento são manipulados? Sem querer ser psicólogo, trata-se aqui certamente da curiosidade humana e/ou instinto do ser humano; ambos podem levar a manipulações. Por outro lado: dispositivos de segurança podem ser um obstáculo, eles podem causar distúrbio ao fluxo de trabalho, dificultar a obtenção da meta do prêmio de performance, etc. Os últimos aspectos podem ainda ser mais importantes quando a técnica de segurança em máquinas na sequência é apenas adicionada e não for parte integrante do processo completo da construção de máquinas, ou como o nosso colega Frank Schmidt costuma dizer: o melhor dispositivo de segurança é aquele que não observamos. Certamente também se insere na situação de conflito total o fato de que os operadores não estão cientes dos riscos na manipulação de dispositivos de segurança, pois tudo anda conforme planejado, a máquina e suas etapas são conhecidas (familiares), etc. Em outras palavras: nós supomos falsamente sob consideração das próprias capacidades na sensação de uma segurança subjetiva e confiança na máquina, isto significa que nós não pensamos em proteção na falha ou casos de defeito (certamente improváveis), mas também não no caso de nosso próprio comportamento impensado, eventualmente estressado. No que se refere a estes aspectos, os vendedores de máquinas, em sua qualidade de empregadores, é que são os mais exigidos pelas obrigações legais (e comprometidos) a agir contra a manipulação de dispositivos de proteção e informar, instruir e sensibilizar seus funcionários e funcionárias de acordo, mas finalmente também monitorá-los e no final das contas também onerá-los eventualmente com sanções. A isto cabe também dar o bom exemplo. Especialmente as obrigações do empregador foram há pouco mais uma vez enfatizadas neste 3.3 Manipulação de dispositivos de segurança 141

137 Fig. 11 Dispositivos de intertravamento intocáveis com ou sem intertravamento da família CSS da Schmersal: paralelo às vantagens funcionais, entre outros em função das maiores tolerâncias para a interação da peça fixa e da peça móvel de um dispositivo de segurança, bem como melhor possibilidade de visualização e diagnóstico, a nova tecnologia também oferece vantagens técnicas de segurança, p. ex. interruptores em série no caso de re-conhecimento irrestrito de falhas (PL, e, SIL 3, SK 4). Os intertravamentos eletromecânicos de segurança ainda dispõem de duas outras características adicionais: o tipo AZM 200 é sob as palavras chave proteção de manipulação foi projetado com um duplo monitoramento de porta; o tipo MZM 100 (à direita) trabalha sem atuador de inserção com força eletromagnética para o fechamento, e está previsto para escopo de tarefas es-peciais. contexto em um fórum Reconhecimentos e tentativas de solução para a evitação da manipulação de dispositivos de segurança da BGN (Sindicato dos funcionários de Alimentos e Restaurantes). Eventualmente, uma opção também seria alterar algo tecnicamente (respectivamente deixar alterar). Aqui não devemos esquecer-nos de mencionar que os próprios dispositivos de segurança poderão também acarretar defeitos, em especial quando houver tolerâncias e mau alinhamento na interação de partes móveis e fixas de um dispositivo de segurança, isto significa que quando, por exemplo, o atuador separado do interruptor da porta de proteção não encontrar mais sozinho a sua abertura de inserção e tiver que ser ajudado. Uma manipulação neste caso é apenas uma questão de tempo. Justamente com relação a esta problemática é que dispositivos de intertravamento de ação sem contato podem usar plenamente as suas vantagens. Paralela à vantagem do sistema de trabalho sem contato, eles também permitem maiores tolerâncias de trabalho. Um exemplo para este fato é a família CSS da Schmersal com os instrumentos sem e com intertravamento. Utilização errada sabiamente prevista? O argumento que esporadicamente surge em conexão com a manipulação de dispositivos de segurança pertinente a utilização errada sabia- -mente prevista, a qual tenta delegar a responsa-bilidade de volta ao fabricante da máquina, não deveria por via de regra ser efetivo. Primeiramen-te é responsável o vendedor na sua qualidade de empregador. Seria recomendável ler no tocante ao acima exposto uma entrevista da revista técnica Die BG (edição de 01.09) com o conhecido perito de direito técnico, Sr. Prof. Dr. Thomas Klindt [3]. O ponto principal do artigo são perguntas sobre a organização da segurança do trabalho em empresas. Mas também se chama a aten Manipulação de dispositivos de segurança

138 ção dos empregados que manipulam dispositivos de segurança. Abaixo citamos algumas passagens marcantes das respostas Sr. Prof. Dr. Klindt: Especialmente sob a censura amplamente utilizada e sem base da assim denominada utilização errada sabiamente prevista se tenta transferir um comportamento totalmente divergente, inadvertido de auto-risco de funcionários aos fabricantes; Não está escrito em nenhum lugar que não é suficiente advertir contra a não desejada e arriscada conduta imprópria de modo pleno via manuais, instruções de operação e pictogramas. Qual é a culpa do fabricante se o funcionário jogar também estas advertências ao vento? Todo o funcionário que utilizar equipamento técnico de modo impróprio, apesar das instruções de acordo com 12, parágrafo 1 da lei de proteção ao trabalho, fere por si só as disposições legais do trabalho. Casos extremos Mas cuidado: não é uma viagem com passagem gratuita deixar de observar possibilidades construtivas, pois no final os tribunais decidem cada caso individualmente. Que também existam casos extremos, isto significa que que usos errados também possam ser discutidos sob determinados parâmetros não se exclui totalmente, e também não foi o objetivo da entrevista acima citada. O que é abordado aqui, é que determinada operação de uma máquina não é possível ou é muito dificultada, originando assim uma alta (urgente) motivação à manipulação. Assim, operadores de máquinas se queixam muitas vezes de que em suas máquinas a visibilidade se limita demais ao processo, ou que faltam tipos de operação especiais. Assim, foi feita a seguinte pergunta no estudo BG já citado: Por favor, queira citar 3 tipos de operação que sejam preferencialmente manipuladas! Avaliação: consulte a figura 12. Pode ser constatado das respostas que são justamente as operações necessárias fora do escopo das operações automáticas, que seduzem os operadores de modo objetivo ou subjetivo a manipular dos dispositivos de segurança de modo a elaborar o seu trabalho. Construções inteligentes e também possibilidades da técnica de controle moderno podem contribuir para evitar/reduzir tais impulsos de manipulação. Para uma construção inteligente existem, por exemplo, soluções conforme os citados pelaempresa de seguros SUVA e descritas na forma de Operação automática Instalar/Ajustar Programar/Teste de programa/ Rodada de Teste Colocação em Operação Desmontagem Inspeção Reajustar/Ajustar Controlar/Retirada aleatória de amostras Conversão/Equipar/Troca de Ferramentas Troca de item de trabalho Remoção de defeito na máquina Remoção de feito no curso de trabalho Suprimento/retirada de material Limpeza/Manutenção Manutenção Fig. 12 Necessidade subjetiva concebida nas manipulações de dispositivos de segurança de acordo com os tipos de operação (n = citações no âmbito da análise empírica; é possível a citação diversa) 3.3 Manipulação de dispositivos de segurança 143

139 Problema/Perigo Trabalhos de ajuste ou de regulagem em a máquina em funcionamento e velocidade total de produção deverão poder ser elaborados em coberturas de proteção (exceção: operação lenta com velocidade reduzida). Isto é garantido, por exemplo, através de elementos de ajuste que possam ser operados do lado externo, ou ajuste eletrônico preciso. Quando faltarem tais medidas construtivas, existe o perigo de que o monitoramento da cobertura de proteção seja transposto e que exista a possibilidade de acesso à área de risco da máquina com a mesma em movimento Soluções Figura 1: o túnel permite acesso sem risco ao elemento de regulagem Alternativa 1: Os elementos de regulagem são acessíveis através de uma cobertura de proteção através de um túnel (Figura 1). Este túnel é construído de tal forma que a área de risco não poderá ser acessada. Figura 2: o painel de operações de um ajuste eletrônico preciso Alternativa 2: O ajuste ocorre eletronicamente através de um painel de operações (Figura 2) com servomotores. Este conceito permite armazenar diversos ajustes. Deste modo as conversões de formato são facilitadas. Figura 3: Elementos de ajuste localizados fora da cobertura de proteção Alternativa 3: Ajustes precisos com elementos de regulagem que se encontram alocados fora da cobertura de proteção (Figura 3). Fig. 13 Sugestões SUVA (Exemplos) para a redução da motivação de manipular dispositivos de segurança MRL 2006/42/CE, Anexo I/Alteração essencial Legalização do tipo de operação Observação do Processo. Operação individual especial de máquinas na transposição de dispositivos de segurança. Até então: muito limitado! Simplificação da conexão AND de Inibição da operação automática Movimentos apenas através de interruptores de aprovação/ comandos de ação contínua Velocidade/performance reduzida (amplamente não crítica) sem encadeamento de comando Somente a engenharia de atuadores permanece ativa... no caso de motivos processuais imperativos (documento! necessária o acordo individual com o cliente (medidas de substituição) De maneira nenhuma: tipo de operação padrão ou similar (Norma C e outras possibilidades deverão ter sido exauridas Fig. 14 Exemplo do tipo de operação especial com robô T1 ou T Manipulação de dispositivos de segurança

140 extratos na Figura 13 (para trabalhos de ajuste ou regulagem com a máquina em movimento). Outra possibilidade é a previsão de um número maior de tipos de processos especiais - até ao tipo de processo de exceção observação de processo, que agora através da nova diretriz de máquinas alcançou a sua legalização. Em geral, a nova MRL 2006/42/CE permitirá futuramente um escopo mais amplo para tipos de processos especiais, no que a até então rígida conexão UND das quatro condições de entrada sofrerá certo alívio quando houver necessidades operacionais compulsórias e a segurança do pessoal não for por demais restrita (consulte a figura 15). A medida eficiente: Evitar os incentivos à manipulação! Mas por parte das associações profissionais também não se ficou restrito à análise empírica diversas vezes citada sobre o tema Manipulação de Dispositivos de Segurança, que serviu para uma primeira ensaio análise da situação. Já existem pensamentos adicionais que se referem em especial a uma redução dos incentivos à manipulação e que entrementes foram transferidos a um esquema de avaliação através do Institut für Arbeitsschutz der Deutschen Gesetzlichen Unfallversicherung DGVU. A seguir apresentamos extratos de alguns aspectos deste documento (download em: manipulation/index.jsp). Quanto às inter-relações é primeiramente esclarecido mais uma vez neste documento: 1. Dispositivos de segurança que não interferem no curso do trabalho não são em geral manipulados, uma vez que não estariam ligados a vantagens. 2. Dispositivos de segurança que interferem no curso de trabalho, seduzem à transposição de tais dispositivos de segurança 3. A probabilidade para a transposição de dispositivos de segurança impróprios é diretamente proporcional ao benefício. 4. As vantagens de dispositivos de segurança manipulados é dependente das ações a se- -rem elaboradas na máquina. 5. A manipulação não será forçosamente reduzida. Uma manipulação elaborada em intervenções raras poderá, portanto, no pior dos casos, conduzir à transposição perpétua do dispositivo de segurança. Fig. 15 Informações úteis das BG 6. Quando na construção de uma máquina determinadas atividades não tiverem sido consideradas como, por exemplo, o setup, então a manipulação de dispositivos de segurança é inevitável, uma vez que a máquina não poderia ser operada. 7. A identificação CE não quer dizer que a máquina não pode/deve ser manipulada. Fig. 16 Esquema de avaliação do incentivo à manipulação 3.3 Manipulação de dispositivos de segurança 145

141 Im Folgenden finden Sie eine Auswahl wichtiger Fragen zum Thema dieser Checkliste. Sollte eine Frage für Ihren Betrieb nicht zutreffen, streichen Sie diese einfach weg. Wo Sie eine Frage mit «nein» oder «teilweise» beantworten, ist eine Massnahme zu treffen. Notieren Sie die Massnahmen auf der Rückseite. 1 Wird für die Auswahl einer neuen Maschine oder Anlage ein Pflichtenheft erstellt? Listen Sie im Pflichtenheft alle Anforderungen auf, welche die Maschine erfüllen muss. Normalbetrieb: z.b. Art der zu bearbeitenden Werkstücke (Grösse usw.) Sonderbetrieb: Rüsten, Einrichten, Fehlersuche, Reinigen Instandhaltung: Inspektion, Wartung, Instandsetzung Jeder Arbeitsschritt muss effizient ausgeführt werden können, ohne dass Schutzeinrichtungen manipuliert werden müssen. 2 Werden die Bedienungspersonen/Einrichter der Maschine oder Anlage in das Auswahlverfahren einbezogen? 3 Verlangen Sie vom Lieferanten die Konformitätserklärung und eine Bestätigung, dass alle im Pflichtenheft erwähnten Anforderungen erfüllt sind? Siehe dazu Publikation «Sicherheit beginnt beim Einkauf» (Suva-Bestell-Nr d). ja teilweise nein ja teilweise nein ja nein 4 Sind die Schutzeinrichtungen so konstruiert und ja angebracht, dass bei laufender Maschine nicht in teilweise die Gefahrenstelle gegriffen werden kann? nein Verdeckung lückenlos, auch bei Schnittstellen Ein-/Auslauftunnel bei Materialübergabestellen (Bild 1) Sicherheitslichtschranken Sicherheitsabstände gemäss EN 294 beachten. (Bild 2) 5 Ist die Sicht auf den Arbeitsprozess nötigenfalls auch ja bei geschlossenen Schutzverdecken gewährleistet? teilweise Mögliche Lösungen: Zusätzliche Fenster oder Gitter anbringen, nein Kamera oder Spiegel einbauen, «blinde» Fenster ersetzen, «Bullauge». 6 Ist gewährleistet, dass niemals manuell in den laufenden Produktionsprozess eingegriffen werden muss? teilweise ja Mögliche Lösungen: Einstellelemente von aussen bedienbar nein machen, Greifhilfe für die Produkteentnahme, Handlinggerät, Zentralschmierung von aussen, Programmstopp vorsehen, Teileaustragung (Bild 3). 7 Ist sichergestellt, dass Schutzeinrichtungen nicht ja auf einfache Weise manipuliert werden können? teilweise (Bild 4) nein 8 Werden Probleme, die zu Produktionsstörungen ja führen, gemeldet, in einer Liste erfasst und in teilweise nützlicher Frist behoben? nein Oft werden Schutzeinrichtungen manipuliert, weil der Produktionsablauf nicht optimal ist oder immer die gleiche Störung auftritt (Programmierfehler, falsch eingestellte oder schlecht gewartete Werkzeuge usw.). 9 Wird der Hersteller der Maschine oder Anlage zur ja Lösung von Problemen beigezogen? nein Bild 1: Tunnel verhindert Zugriff. (Entfernung zur Gefahrenstelle 850 mm) Körperteil Illustration Öffnung Sicherheitsabstand s e Schlitz Quadrat Kreis < > > > Fingerspitze > < > > > > < > > > > < > > > Finger bis Fingerwurzel > < > > > oder Hand > < > > > > < > > > Arm bis > < > > > Schultergelenk > < > > > Bild 2: Sicherheitsabstände nach EN ISO (in mm). Bild 3: Teileaustragung mit Förderband. Bild 4: Missbrauch verhindern, z. B. mit nicht lösbaren Schrauben. 10 Kann die Maschine sicher eingerichtet werden? ja Wenn die Maschine zum Einrichten mit offenem Schutzverdeck teilweise betrieben werden muss, gilt: nein Automatiksteuerung sperren und Geschwindigkeit/Leistung reduzieren und Zustimmtaste (Bild 5) oder Tippbetrieb oder elektronisches Handrad (Bild 6) verwenden 11 Ist falls erforderlich eine Feinjustierung bei ja laufendem Prozess möglich? nein Wenn die Maschine bei Produktionsgeschwindigkeit justiert werden muss, gilt: Einstellelemente von aussen bedienbar oder elektronische Feinjustierung oder Zugriffstunnel zu Einstellelement oder Tastkopf für Nullstellung (bei CNC-Maschinen) 12 Können Reinigungsarbeiten bei stillgesetzter Maschine ausgeführt werden? Falls nicht, sind Schutzmassnahmen vorzusehen (siehe Erläuterungen zu Frage 10). 13 Werden die Schutzeinrichtungen regelmässig auf ihre Funktionstüchtigkeit überprüft und wird die Instandhaltung gemäss den Angaben des Herstellers durchgeführt? ja teilweise nein ja nein 14 Werden die Vorschriften des Herstellers eingehalten? ja Bedienungsanleitung beachten (Sicherheits- und Bedienungshinweise, Instandhaltungsvorschriften). nein teilweise 15 Bestehen in Ihrem Betrieb Sicherheitsregeln für den ja Umgang mit Maschinen, und sind die Konsequenzen definiert für den Fall, dass die Regeln nicht nein eingehalten werden? Beispiele für Sicherheitsregeln siehe Kasten. Mögliche Konsequenzen: mündliche Ermahnung, schriftliche Verwarnung, eingeschriebener Brief, Versetzung oder Kündigung. 16 Sind die Mitarbeitenden entsprechend instruiert? ja Instruktion schriftlich festhalten (wer wurde von wem, wann teilweise und worüber instruiert). nein 17 Wird das Einhalten der Sicherheitsregeln durch ja die Vorgesetzten regelmässig überprüft? teilweise nein 18 Ist der Geschäfts- oder Betriebsleiter mit den allenfalls bestehenden Problemen an den Maschinen teilweise ja vertraut, werden Probleme periodisch besprochen nein und Lösungen gesucht? Bild 5: Dreistufige Zustimmtaste. Bild 6: Elektronisches Handrad mit Not-Halt-Taste. Beispiele für Sicherheits- und Verhaltensregeln Wir arbeiten gemäss Betriebsanleitung für die Maschine. Wichtige Verhaltensregeln sind: Sicherheit und Qualität haben in jedem Fall Vorrang. Wir manipulieren keine Schutzeinrichtungen. Wir starten keine Maschinen, wenn sich jemand im Gefahrenbereich aufhält. Wir übersteigen keine Umwehrungen. Probleme, Störungen, defekte Schutzeinrichtungen usw. melden wir sofort dem Vorgesetzten. Es ist möglich, dass in Ihrem Betrieb noch weitere Gefahren zum Thema dieser Checkliste bestehen. Ist dies der Fall, treffen Sie die notwendigen Massnahmen (siehe Rückseite). Perante este background, trata-se de elaborar um esquema de avaliação (com 0, + e ++, consulte a figura 15), para verificar se existe e quão alto é o incentivo à manipulação nos trabalhos (elaboração dos trabalhos), os quais se mostraram como especialmente suspeitos de manipulação em conformidade com a análise das BG. Neste processo também poderá ocorrer uma diferenciação por tipos de operação. Ou seja, se trata de uma elaboração sistemática da pergunta: Quais vantagens teria a manipulação de um dispositivo de segurança para o trabalho na máquina? A avaliação dos registros será elaborada individualmente para cada atividade. Para a apresentação do incentivo à transposição de dispositivos de segurança é introduzido o termo Incentivo à Manipulação (MPA), que se acha dividido em três etapas. Esta abordagem também, no âmbito geral de tornar a motivação da manipulação o objetivo de uma avaliação de risco, será introduzida na norma EN ISO (minuta) a qual substitui a norma EN 1088:2008. Este processo poderá levar aos seguintes resultados sobre o Incentivo à Manipulação (MPA): MPA = se baixo não houver nenhum registro + ou ++ para uma atividade trabalho e que uma transposição estaria ligada a vantagens. Se realmente ocorreria uma manipulação, não poderá ser determinado apenas pelo esquema de avaliação existente. Aqui deverão ser consideradas outras dependências, como p. ex. o stress psicológico de pessoas individuais e a escultura da empresa. Quão grande é o nível de inibição à manipulação? As manipulações são toleradas / encorajadas na operação, ou mais propriamente tratadas de modo restritivo? Portanto, aqui a única exceção poderá ser que as atividades para as quais existe o incentivo à manipulação foram identificadas e que existe a necessidade de esclarecimento adicional. MPA = alto identifica uma máquina que sequer pode ser operada sem ações de manipulação. Aperfeiçoamentos são necessários, esta máquina não é segura! Lista de verificação SUVA A SUVA possui uma abordagem mais pragmática (consulte a figura 18), (download sob https:// extra.suva.ch/suva/b2c/download/(layout=6_5_ 59_52_10_6_1&uiarea=1&citem=4CA2D5A85F1C 027EE A63035B4BE38D E A630387)/.do?doctype=pdf&docid= &file=67146_D.pdf), na qual se criou uma lista de verificação que deferia ser existente alto houver pelo menos um registro + ou ++ para uma atividade A atividade ocorrer em tipo de operação não permitido, ou a atividade não for possível sem transposição do dispositivo de segurança Sicherheit ist machbar. Checkliste STOP dem Mani pu lieren von Schutz einrichtungen Fig. 17 Possibilidades de avaliação (exemplo) para o incentivo à manipulação Um MPA = baixo descreve uma máquina na qual o dispositivo de segurança parece não influenciar o curso do trabalho, de modo que uma transposição não iria apresentar vantagens. Não existe necessidade de ação. Caso ainda assim ocorrer uma manipulação, os motivos não se encontram em uma configuração deficiente da máquina. Kauf einer neuen Maschine Normalbetrieb Sind die Schutzeinrichtungen an Ihren Maschinen und Anlagen vorhanden und wirksam? Manipulierte oder fehlende Schutzeinrichtungen sind häufig die Ursache von schweren oder sogar tödlichen Unfällen. Oft werden die Personen erfasst oder gequetscht. Das Manipulieren sowie das Arbeiten an Maschinen mit manipulierten Schutzeinrichtungen sind gesetzlich verboten und dürfen von den Vorgesetzten nicht toleriert werden. Die Hauptgefahren sind: unerwarteter Anlauf der Maschine unbeabsichtigtes Greifen in die ungeschützten Gefahrenstellen (Reflex) Unterschätzen der Maschinengeschwindigkeit Mit dieser Checkliste bekommen Sie solche Gefahren besser in den Griff. Bestellnummer: d Sonderbetrieb, Instandhaltung Organisation, Schulung, menschliches Verhalten Um MPA = existente fica evidente que o dispositivo de segurança interfere no curso de Fig. 18 Lista de verificação da SUVA, Suíça Manipulação de dispositivos de segurança

142 Catálogo de perguntas (Extrato) Operação normal Operação especial, Manutenção Os dispositivos de segurança se encontram construídos e montados de tal forma que na máquina em funcionamento não se tem acesso aos locais de risco Tampa sem falhas, também em interfaces Túnel de entrada e saída nos locais de transferência de material Barreiras fotoelétricas de segurança Observar intervalos de segurança de acordo com EN 294, A visão ao processo de trabalho também está garantida no caso de tampa de segurança fechada? Possíveis soluções: instalar janelas ou grades adicionais, inserir câmera ou espelho, substituir janelas cegas, olho de boi Se acha garantido que nunca se possa acessar manualmente o processo de produção em andamento? Possíveis soluções: tornar os elementos de ajuste acessíveis pelo lado externo, dispositivo de garra para retirada do produto, instrumento de manuseio, prever lubrificação central pelo lado externo, prever parada do programa, remoção de peças sim em parte não sim em parte não sim em parte não A máquina pode ser equipada com segurança? Quando a máquina deverá ser operada sem tampa de proteção para o setup, vale: Desligar o controle automático e Reduzir a velocidade/performance e Utilizar tecla de confirmação ou operação lenta ou manivelas eletrônicas Caso necessário, é possível fazer um ajuste fino no processo em curso? Quando a máquina tiver que ser ajustada em velocidade de produção, vale: os elementos de ajuste são acessíveis por fora, ou ajuste fino eletrônico ou Túnel de acesso ao elemento de ajuste ou Cabeça de teste para posição em zero (em máquinas CNC) sim em parte não sim não Se acha garantido que dispositivos de segurança não possam ser facilmente manipulados? sim em parte não Os trabalhos de limpeza podem ser elaborados com a máquina parada? sim em parte não Os problemas que causam problemas na produção são informados, resumidos em uma lista e removidos em tempo hábil? Muitas vezes os dispositivos de segurança são manipulados porque o curso de produção não é ideal ou porque sempre ocorre o mesmo defeito (falha de programa, ferramentas mal ajustadas ou mantidas, etc. O fabricante da máquina ou instalação é chamado para solucionar problemas? sim em parte não sim não Caso isto não for possível deverão ser tomadas medidas de segurança (consulte a primeira pergunta) Os dispositivos de segurança são inspecionados regularmente quanto ao funcionamento de suas funções? A manutenção é elaborada de acordo com as instruções do fabricante? sim em parte não Se estas perguntas tiverem sido respondidas com não ou parcialmente, deverá ser elaborada uma medida adicional! Abb. 19 SUVA-Checkliste, um Manipulationsanreize herauszufinden considerada por compradores e pela técnica na aquisição de máquinas, mas que também poderia ser elaborada por um fabricante de máquinas (consultar o extrato do catálogo de perguntas, figura 9) de modo a analisar se cumpriu obrigações. 3.3 Manipulação de dispositivos de segurança 147

143 Família CSS Schmersal SPS de segurança PROTECT PSC Pequenos controles PROTECT-SELECT e PROTECT SELECT WL Monitoramento seguro de controle PROTECT PDMS Provavelmente, de qualquer modo, isto se tornará no futuro uma obrigação expressis verbis. Neste processo é recomendável considerar os reconhecimentos da obrigação de observação de produto e do feedback dos departamentos de vendas e serviços e, finalmente, também as novas ofertas no âmbito dos componentes de segurança. Aqui são citados enfaticamente mais uma vez os dispositivos de intertravamento com e sem intertravamento, para os quais a família CSS da Schmersal é um bom exemplo, mas também botões de liberação e jogging, que trabalham sem fio através de uma conexão de rádio, e/ou as possibilidades de oferecer os controles de segurança opcionalmente com monitoramento de velocidade e movimento. De modo apropriado, juntam-se às novas considerações também os parâmetros legais e normativos alterados. Não querermos nos estender aqui sobre a tese de que a partir da teoria do pequeno mal exista uma possibilidade de deixar a sua marca, ou seja, otimizar à vontade entre o nível de segurança e o estímulo de manipulação. Mas, havendo motivo, devemos ter a opção otimizar um pouco, p. ex. sob consideração da qualificação dos operadores, outras medidas de segurança e tipo de trabalho (não ser rotina, etc.). Nada mais do que a motivação se esconde atrás da alteração correspondente da Diretriz de Máquinas CE (palavra chave: mais margem para tipos especiais de operação), mas também na Fig. 20 Novas abordagens de solução em dispositivos de intertravamento e controles, os quais podem contribuir com a evitação de estímulos de manipulação. O que o construtor de máquinas deveria fazer Caso você tenha lido até aqui com atenção, você já fez algo, ou seja, se familiarizou com a problemática e com algumas novas exigências e considerações. Além do exposto parece ser realmente recomendável inserir o tema Manipulação de dispositivos de segurança, respectivamente Estímulos à manipulação na avaliação de risco de uma máquina. Fig. 21 Diretriz de Máquinas CE (extrato) com um claro efeito cumulativo de considerar todas as condições de operação de uma máquina no conceito de segurança com a finalidade de reduzir estímulos de manipulação Manipulação de dispositivos de segurança

144 política de prevenção ou associações profissionais (BG). Resumo Foram demonstrados os aspectos relevantes que deverão ser observados no futuro de modo direto ou indireto em relação ao tema Manipulação de Dispositivos de Intertravamento. De qualquer modo se trata de um problema de maior dimensão, cuja solução corresponde à perfuração de tábuas grossas, no qual todas as partes, tanto os fabricantes de componentes de segurança e máquinas, mas também os vendedores de máquinas sofrem demandas. Notas de rodapé: [1] Relatório Manipulações de Dispositivos de Segurança, download sob: de/ifa/de/pub/rep/pdf/rep05/manipulation_ schutzeinrichtungen/reportgesamt.pdf [2] themen/schutzeinrichtungen.htm [3] Prof. Dr. Thomas Klindt: Sócio da sociedade internacional NÖRR STIEFELHÖFER LUTZ e lá, entre outros, responsável pela legislação de segurança industrial, diretrizes CE e Gerência de Conformidade, além disto, professor honorário de direito do produto e técnica na Universidade de Kassel. 3.3 Manipulação de dispositivos de segurança 149

145 Manipulação de dispositivos de segurança

146 Risco: partida inesperada Ontem em um equipamento de reciclagem em Einbeck: Acidente de trabalho fatal (Ms.) No último sábado, em um equipamento de reciclagem em Einbeck, faleceu um trabalhador aos seus 43 anos. Segundo declaração da polícia, o homem limpava um triturador, neste momento uma operadora do equipamento, de 51 anos, desinformada do evento de inspeção, colocara e equipamento em operação. Neste momento o montador foi puxado pelo sistema de engrenagem e acidentou-se fatalmemte. Quase não é possível fazer suposições sobre o curso do evento deste acidente, sobre o qual, entre outros, foi feita uma reportagem no jornal de domingo. Mas sempre se ouve sobre tais acidentes e também similares, os quais ocorrem em função da entrada em operação ou partida repentina e não esperada de máquinas e instalações (ainda que, graças a Deus! nem sempre resultando em morte). Sem conhecer as situações exatas e circunstâncias concomitantes, renunciamos, com relação a este evento em particular, a fazer suposições sobre as causas alegadas, bem como sobre o que poderia ter sido feito para evitá-lo. O questionamento se refere à presença intencional ou acidental de pessoas em áreas de risco de máquinas paradas e se refere à possibilidade de uma partida inesperada (reinício da operação). Caso for relevante, este fato requer medidas adicionais as quais, caso sejam do tipo técnico de controle, também se inserem em uma avaliação de nível de performance. Finalmente, esta problemática especial aqui tratada também se evidencia pelo fato de que existe uma norma harmonizada ao tema em questão. EN 1037: Evitação da partida inesperada (edição atual: 2008) Ainda assim gostaríamos de aproveitar a oportunidade de discutir alguns aspectos que deverão ser observados neste contexto e apresentar exemplos que são oferecidos por componentes de segurança para minimizar riscos desta espécie. Em primeiro lugar: O reinício de operação de uma máquina, de uma instalação ou de um sistema de produção sempre é uma função de segurança, quando devido a uma partida inesperada (reinício da operação) houver riscos por movimentos que causem perigo em áreas acessíveis da máquina ou ainda possibilidades de transposição de dispositivos de segurança. Esta problemática deverá ser esculpida dentro do escopo da avaliação de riscos que todo fabricante de máquinas ou integrador de sistemas deverá elaborar ou documentar do ponto de vista legal. Fig. 1 Fonte da norma: Beuth Verlag GmbH, Berlin, Como partida inesperada (não intencional) (o termo reinício da operação se acha incluído) é definida qualquer partida na EN 1037:2008 que seja causada por: um comando de partida gerado por uma falha no controle (ou por um comando de partida 3.4 Risco: partida inesperada 151

147 de influência externa exercido sobre o controle); um comando de partida gerado por uma operação incorreta do atuador de partida ou outro componente da máquina, como p. ex. um interruptor ou de um elemento do controle de energia; um retorno do suprimento de energia após uma interrupção; influências internas/externas de motores de combustão, etc.) sobre partes da máquina. Observação: a partida automática de uma máquina durante a operação normal não é involuntária, mas pode ser considerada como inesperada na posição do operador. Neste caso, porém, acidentes são evitados através de medidas de proteção (consulte EN ISO , Item 4). A norma EN 1037 fornece uma visão geral sobre um grande número de pontos de vista e exigências a serem observadas e determina medidas de segurança construtivas dirigidas à evitação de uma partida inesperada de modo a permitir uma intervenção segura por parte das pessoas nas áreas de risco. Neste processo ela se refere à partida inesperada através de todos os tipos de Fig. 2 Download sob campo de inserção EN 1037 Índice PDF (gratuito) energia, isto é ao suprimento de energia (p. ex. elétrico, hidráulico, pneumático), à não observância rápida da energia armazenada (p. ex. através da força gravitacional, molas tensionadas) ou a outras influências externas (p. ex. através do vento). Uma visão geral sobre o teor da norma é fornecido pela figura 2. Na sequência são apresentadas algumas soluções de problemas ao tema que são oferecidas pelo programa da Schmersal. Execução de um comando de parada Nas execuções apresentadas a seguir, parte-se em primeira instância sempre do pressuposto que através da liberação de um dispositivo de segurança na cadeira de segurança [ I ]nput, [L] ógica e [O]ut put foi elaborado um comando de parada de modo seguro com o necessário nível de performance e em forma de uma parada da categoria 0, 1 ou 2. Neste processo não podemos confundir o termo categoria com categoria do controle ou similar. Refere-se aqui a diferenciação constante no item da EN :2007 [1], através do qual um comando de parada pode ser executado de acordo com a melhor redução de risco como parada não controlada (através da interrupção imediata do suprimento de energia Parada 0) ou como parada controlada (através da interrupção de ação retardada do suprimento de energia Parada 1) Um monitoramento de parada dirigido à segurança é adicionalmente necessário (consultar aqui também EN 1037:2008 Item 6.4) caso for executado um comando de parada como parada da categoria 2, isto significa que também como parada controlada, contudo aqui o suprimento de energia também permanece mantido na parada. Todos os dispositivos de segurança e instrumentos de controle dirigidos à segurança no programa da Schmersal oferecem diversas possibilidades para a realização de comandos de parada dirigidos à segurança na configuração concreta. Em especial para a categoria de parada 2 se faz alusão aos instrumentos de monitoramento de parada da série FWS (consulte a figura 3) ou, para definição de tarefas mais complexas Risco: partida inesperada

148 de segurança móveis (portas de proteção, grades de proteção e similares), na terminologia do Grupo Schmersal, os assim denominados sistema de cadeados (consulte a figura 4). Estes componentes permitem proteger de tal forma os dispositivos de intertravamento (interruptores de segurança com ou sem intertravamento) em condição aberta através de cadeados, que uma nova ativação dos equipamentos é evitada, isto significa um novo fechamento do dispositivo de segurança móvel e uma nova colocação em funcionamento da máquina por terceiros é evitada eficazmente, tanto do ponto de vista mecânico quanto técnico de controle. Fig. 3 Os monitores de parada da série FWS servem para a detecção segura da parada da máquina. Dependendo do cabeamento externo em conexão com um relé de segurança da série AES ou SRB é possível montar uma proteção de um dispositivo de segurança até um PL d. Medida: Comando de parada de permanência contínua Papel importante exerce o comando de parada de permanência contínua, em especial quando alguém tiver que trabalhar por um tempo mais longo em uma área de risco não visível. Com contínuo faz-se alusão neste contexto em primeira instância ao dispositivo de separação da rede (coloquialmente também denominado de disjuntor principal ) (consulte EN , Item 5.3). Caso isto não seja possível em função do curso de trabalho, contínuo deverá permanecer um tanto reinterpretado em relação às execuções subsequentes, de modo a incorrer em outras possibilidades que atualmente são oferecidas pelos componentes de segurança. Aqui contínuo será reinterpretado de modo exemplificador, isto significa que a partida da máquina não poderá ser introduzida ou elaborada por nenhum terceiro. A invisibilidade de uma área de risco neste processo é alcançada rapidamente se pensarmos em máquinas individuais interconectadas, sistemas de produção integrados e instalações de máquinas. Um meio simples, mas muito eficiente para alcançar esta meta são, no caso de dispositivos Um exemplo de aplicação dos intertravamentos eletromecânicos de segurança eletrônicas do tipo AZM 200 com sistema de cadeados SZ200 é apresentado na figura 4. Sistemas de transferência de chave Caso tenham que ser elaborados trabalhos es- -peciais em áreas de risco pelos operadores, os sistemas de transferência de chave oferecem possibilidades inteligentes para a proteção da partida inesperada (não intencional). Neste processo é primeiramente interrompida a operação automática de modo seguro através da ativação de um interruptor de seleção de chave, isto significa que o interruptor é girado da posição I até a posição O e se abre um contato normalmente fechado. Com esta chave que só poderá ser retirada nesta posição, o operador poderá agora ativar um segundo interruptor de seleção de chave no interior da máquina (posição O Posição I), o qual libera a operação especial, sendo que a chave que se encontra nesta posição não poderá ser retirada. Em função de um fechamento individual codificado ninguém, a não ser o próprio operador, poderá reverter o ajuste no painel de controle externo. O comando de parada para a operação automática permanece de modo contínuo e seguro. A utilização da filosofia de um sistema de transferência de chave é possível em diversas formas de execução. Poderá estar disposta na sequência, por exemplo, um intertravamento, também equipado com uma estação de transferência de chave, isto significa com a chave do do seletoryale externo seria em primeiro lugar destrancado um dispositivo de chave, onde na 3.4 Risco: partida inesperada 153

149 Fig. 4 Uma sistema de cadeados de travamento aqui apresentada no exemplo SZ 200 para intertravamentos eletro-mecânicos de segurança e interruptores de segurança da série AZ/AZM 200 impede a ativação de um dispositivo de intertravamento, sendo que o pessoal de operação poderá se proteger através do engate de cadeados individualmente codificados comumente encontrados no mercado. sequência poderia ser retirada uma segunda chave, com a qual então o seletor de chave no lado interno poderá ser usado para a liberação da operação especial (para uma melhor compreensão consultar a figura 5). A recolocação da máquina em operação ocorre na sequência invertida. Outras possibilidades da utilização da idéia de um sistema de transferência de chave para a proteção contra uma partida inesperada se originam via estações de troca de chave (série SVM) e dispositivos de intertravamento de chave (série SVE). Reset através da quitação dupla Agora não se necessita em todos os casos de tais medidas adicionais e nem sempre, se pensarmos, por exemplo, na optoeletrônica, se trata no caso dos dispositivos de segurança de pro- Do lado de fora da área de risco: Operação automática DESLIGADA Transferência de Chave Opcional: intertravamento da porta de segurança com dispositivo de tranca SHGV... Dentro da área de risco: tipo de operação especial LIGADO com 2 cilindros de fechadura ➀ ➂ ➃ ➄ ➁ * Com o dispositivo de segurança aberto (chave 1 não pode ser retirada nesta posição), a chave 2 poderá ser girada para a posição de retirada e ser puxada pelo operador ➅ Fig. 5 Sistema de transferência de chave Risco: partida inesperada

150 teções móveis que se acham protegidas através de dispositivos de intertravamento. Para outras utilizações em áreas de risco não visíveis poderá ser considerado, por exemplo, o processo da quitação dupla, o qual é ilustrado no exemplo do de relé PROTECT SRB 100DR (consulte a figura 6). A função do relé garante que um religamento do controle da máquina somente é possível quando pelo operador tenha sido primeiramente ativado um reset, ou tecla de religamento 1 situada no lado interno da instalação e, após ele ter saído da área de risco, eventualmente uma proteção tenha sido novamente fechada e travada, e na sequência tenha sido ativado um reset, ou tecla de religamento 2 situada no lado externo da instalação. Para a execução desta dupla quitação, se acha prevista (via interruptor DIP) uma janela temporal ajustável de segundos na qual deverá ocorrer a ativação apenas na sequência Tecla 1 Tecla 2. Neste processo a janela temporal poderá se orientar nos cursos operacionais. Caso o operador não ativar a tecla 1 nem a tecla 2 dentro da janela temporal não ocorrerá a liberação e o processo da dupla quitação deverá ser repetido. O processamento adicional do sinal de relé ocorre então via relés de segurança comumente adquiridos no mercado, por exemplo, da série PROTEC-SRB, isto significa que no relé SRB 100DR se trata de um instrumento de pré-comutação que foi elaborado com um nível de performance e. Futuramente fundamental: processamento de sinal do flanco em queda nas teclas de reset Independente do fato de um sinal de reset (sinônimo para sinal de religamento, de quitação ou de reposição) após a saída de uma área de risco transposta ou acessível tiver sido elaborado de modo simples ou duplo, se através de um interruptor de seleção de chave ou com uma tecla de pressão comumente encontrada no mercado etc., vale futuramente para o processamento de sinal a exigência da detecção ou do flanco em queda. Isto significa que a quitação somente poderá ocorrer através da liberação do elemento de acionamento a partir de sua posição ligada (ativada). Esta exigência Fig. 6 Relé de segurança PROTECT SRB 100DR originar-se-á futuramente do item de EN ISO :2008 (2006), ou seja, independente do tipo de dispositivo de proteção que for quitado. Com esta exigência a um processamento dinâmico de sinal do sinal de reset em relação ao flanco em queda, são detectados quaisquer defeitos e falhas no instrumento de comando, que de outro modo também disporiam do potencial de risco de uma partida inesperada. Além disto vale para a função de reset, que esta deverá ser disponibilizada através de um instrumento separado de operação manual na parte segura do controle da máquina e que o instrumento somente possa ser alcançado quando todas as funções de segurança e dispositivos de segurança estiverem funcionando; que ela em si não poderá introduzir um movimento ou situação de risco e que a função de reset é uma ação intencionada que possibilita ao controle aceitar um comando de partida distinto. 3.4 Risco: partida inesperada 155

151 Neste processo o nível de performance não poderá minimizar a segurança da função de segurança pertinente. Outras exigências ao tema Quitação podem ser obtidos também na EN ISO :2008 (2003), Item 4. Nota de rodapé: [1] Equipamento elétrico de máquinas; Fonte de referência da norma: Beuth Verlag GmbH, Berlin; Risco: partida inesperada

152 Nova Norma EN ISO : Segurança de sistemas de produção integrados Embora só tenha sido definitivamente publicada como norma harmonizada em janeiro de 2008, nós já tratávamos do tema em 2003 no âmbito da realização de palestras. Neste processo tivemos o prazer de apresentar o Sr. Engº Dipl. Christoph Preuße, um perito de renome na área da ISO , como palestrante convidado a um grande número de participantes. O Sr. Preuße, Supervisor Técnico (TAP) e funcionário no Comitê Técnico Engenharia Mecânica, Sistemas de Produção e Engenharia Estrutural (MFS) da Metall-BG Nord-Süd (BG- MET), Mainz, colabora há muitos anos com este comitê de normas. Na sequência um extrato de nossa sinopse de então. ISO : Uma norma especial de máquinas No caso desta norma não se trata de uma norma clássica de produto que está focada em um determinado tipo de máquina como seria, por exemplo, o caso de uma norma C relacionada ao tema Máquinas de Ferramentas. No caso de ISO se trata muito mais de uma norma de seção transversa a qual, por exemplo, poderá ser utilizada tanto no âmbito de produtos alimentícios quanto no processamento de metais. Deste modo, ela irá receber o status de uma norma B1, embora isto não tenha sido previsto inicialmente pelo relator da norma, porém, de acordo com a norma, não existe o assim denominado sistema de produção integrado como tipo de máquina. A consideração de tamanhos e graus de complexidade diversos, mas também a interação de diferentes tecnologias exigiu abstrair de modo mais intenso e formular de modo neutro quanto à utilização. A norma ISO , a qual o comitê internacional de normas só concluiu totalmente em setembro de 2003, fecha uma lacuna de longos anos no conjunto europeu de normas, quando no ano de 1995 uma primeira proposição ao tema Sistemas de Produção Integrados (pren 1921) não havia sido bem sucedida. Fig. 1 Índice de DIN EN ISO : (D) 3.5 Nova Norma EN ISO : Segurança de sistemas de produção integrados 157

153 Entrementes foi possível prestar auxílio quando junto a outras normas e compêndios de regras ainda se tomou como base VDI 2864: um com pêndio de normas alemãs o qual também é citado na assim denominada lista auxiliar. Esta lista foi publicada pelo governo federal para informar às esferas em questão, quais normas e compêndios de normas ele considera apropriados e úteis para a implementação correta das metas de proteção da Diretriz de Máquinas CE, quando na área em questão ainda faltam padronização européia. Contudo, ISO parece divergir totalmente quanto à construção e teor em relação ao compêndio VDI Trata-se aqui mais precisamente de um tipo de sistema de gestão e não de um compêndio de regras com particularidades ao tema Exigências de Aquisição, respectivamente Construção e Equipamento. Além disto, outra vantagem na nova norma (paralela à circunstância de que fecha de modo objetivo uma lacuna no compêndio de normas) é que deste o início ela foi desenvolvida a nível internacional e já por este motivo deverá haver uma aceitação maior fora da Europa. Termos e área de aplicação Para poder definir um perfil claro e independente (e para não entrar em conflito com outras normas relacionadas já existentes), em primeira instância irá se entender sistema de produção integrado (a seguir também denominado IMS para Integrated Manufacturing System) como um grupo de máquinas industriais que trabalhem em conjunto de modo coordenado (duas ou mais máquinas interligadas e controladas), as quais estão interliga-das de modo a fabricar, processar ou elaborar peças de trabalho (produtos). A característica principal é que o IMS, paralelo aos controles descentralizados nas diversas máquinas individuais e agregados individuais do sistema, dispõe de um controle superior (ou que exista uma inteligência de controle superior dentro de um controle descentralizado), o qual permita que também possa ser operado de modo parcial. Neste caso, esta característica diferencia um IMS nos auspícios da ISO , por exemplo, de uma máquina de transferência ou um sistema de robôs. No âmbito desta especificação, o objetivo da ISO , com base nas diretrizes de ISO e ISO :2003 é a formulação de exigências de segurança para a proteção do operador na operação de tal IMS. Controle superior Painel de controle Ambiente físico & fontes de energia Máquina 1 (máquina de processamento) Controle local Máquina 2 (Robô) Controle local Máquina 3 (máquina de processamento) Controle local X Z Y X Y Z WL Área de risco Avisos Dispositivo de parada Descarte Matéria prima Produto acabado Fig. 2 Layout de um IMS Nova Norma EN ISO : Segurança de sistemas de produção integrados

154 Integrador do sistema Uma criação especial da ISO é o assim denominado integrador do sistema (uma instituição igual a que também existirá na norma dos robôs ISO ). Aqui se trata de uma pessoa física ou jurídica que desenvolve (contrata o seu desenvolvimento) sistemas de produção integrados ou faz a sua montagem (contrata a sua montagem), inclusive de todos os componentes de controle (especialmente dos relevantes à segurança). Isto significa que o integrador do sistema é o responsável que coloca em trânsito um IMS no âmbito da diretriz de máquinas CE, e o qual, por este motivo, também deverá elaborar a avaliação de conformidade CE e assinar a declaração de conformidade CE. Quem finalmente será considerado o integrador do sistema na interação dos participantes pode ser variável. Poderá ser o próprio operador do IMS, um subcontratado selecionado cuja tarefa adicional é a integração do sistema direcionada à segurança, mas também um terceiro que disponha da atribuição especial desta responsabilidade. De qualquer forma, são feitas reivindicações especiais ao integrador do sistema. Por um lado a tarefa exige perícia técnica e conhecimentos especiais, mas também a capacidade de comunicação (e capacidade de resolução de conflitos) entre os diversos partidos (os fornecedores e os vendedores). Obrigatoriamente e last but not least deverá ainda estar disponível uma correspondente declaração constitutiva. O integrador do sistema, por exemplo, deverá estar apto a determinar as responsabilidades do projeto, mas também dispor de conhecimentos sobre os componentes os quais sejam fornecidos por terceiros e/ou fornecidos/disponibilizados pelo próprio operador. Neste processo é útil ao integrador do sistema uma lista de verificação publicada no Anexo B informativo da ISO com listagem das metas a serem observadas, os fluxos de comunicação necessários e os diferentes pontos de vista de avaliação a serem considerados no processo (consulte a figura 4). Fig. 3 Robô Reis em operação em um sistema de produção integrado Teor de ISO Paralelo aos três capítulos iniciais padrão e o capítulo final, conforme contidos em todas as normas do tema Segurança de Máquinas, a ISO se divide atualmente nas seguintes partes específicas: Estratégia para a implementação da segurança Especificação do sistema Conceito do sistema Movimentos em caso de emergência Análise de riscos Redução de riscos Geral Conceito de áreas Exigências à execução de sistemas Projeto ao nível de sistemas Conceito de áreas Dispositivos de segurança em áreas Área de atuação do controle Preceitos para a instalação elétrica Tipos de operação Dispositivos de segurança Controles locais Retirada de operação de dispositivos de segurança individuais Partida/Religamento Parada de emergência Manual de operações O conceito de áreas Ainda que não desconhecido na prática, o conceito de área da ISO adquire um significado especial. Neste processo, as áreas deverão ser compreendidas como áreas espaciais de um sistema inte- 3.5 Nova Norma EN ISO : Segurança de sistemas de produção integrados 159

155 Tarefas relacionadas à integração de segurança Fluxo de informação Item Sub-item Funcionalidade IMS U > I > S Performance IMS Disponibilidade Sustentabilidade Descrições das tarefas & Intervenções S > I > U Condições de invenção Local da intervenção Modos de operação Trabalho, modos de diagnóstico de falhas e manutenção Frequência Duração Energia ligada/desligada (partes de) IMS Qualificação do pessoal / operador Identificação de situações de risco S > I I > S Riscos ligados à configuração IMS Determinação & avaliação de riscos S > I & I > S I > U Riscos ligados à configuração IMS Riscos residuais S = Supplier; I = Integrator; U = User Fig. 4 S = fornecedor; I = integrador; U = usuário grado de produção, nas quais, na dependência de determinados tipos de operação, o pessoal de operação tem a permissão de entrar/poderá entrar, enquanto o IMS restante continua a operar. Isto significa que aqui se refere à obtenção de uma disponibilidade (aumentada) de sistemas integrados de produção, sem negligenciar a proteção das pessoas, sendo que, sob a consideração de ambos os aspectos não se desliga mais (ou se transfere a uma operação especial) do que é necessário. Em outras palavras, o IMS continua a operar em outras áreas do processo de produção, enquanto em uma determinada área dentro dos dispositivos de segurança primários, por exemplo, são elaborados trabalhos de busca de falhas, de ajuste, de observação e/ou trabalhos de manutenção. Caso tal diferenciação não seja possível ou não faça sentido, não se trata de um IMS no sentido da ISO Para definir as áreas deverão ser determinados com base nos limites de sistema (finalidade do uso do IMS, funcionalidade do IMS, uso previsto, mau uso previsto) A atribuição da tarefa para a atribuição da tarefa deste tipo e os riscos pertinentes, determinadas as medidas de proteção corretamente adaptadas, e os controles projetados de acordo. Determinação da Estratégia de proteção Teor essencial da estratégia de proteção é então PARTIDA Determinação dos limites do sistema Determinação das atribuições de tarefas Determinação dos riscos Conceito de Áreas FINAL Projeção dos controles Determinação das medidas segurança resultantes Fig. 5 Concepção de área: curso Nova Norma EN ISO : Segurança de sistemas de produção integrados

156 elaborar para cada atribuição de tarefa os disprimários de segurança (isto significa que por via de regra dentro de uma cerca), determinar modos operacionais diferentes dirigidos à segurança (tipos de operação) (neste processo também poderá se tratar de um número diverso). A determinação dos tipos de operação neste âmbito depende tanto do sistema completo quanto também das áreas definidas, mas também dos componentes individuais situados dentro de uma área. Para a simplificação as áreas podem ser consolidadas, caso isto possa ser representado do ponto de vista técnico de segurança e funcional. Através do tipo de operação se determina quais partes da instalação (limitado por dispositivos de segurança adicionais no interior do sistema) possam continuar a trabalhar na operação automática e quais partes (qual área), na dependência da designação de tarefa da pessoa que deverá permanecer no local, deverão receber um tratamento especial dirigido à segurança. Este tratamento técnico de segurança especial (estratégia de proteção) poderá, por exemplo, se compor do desligamento seguro da área em questão quando tiver, por exemplo, que ser removido um defeito, de uma operação manual permitida nesta área, ou de uma operação com velocidade reduzida com interruptor de confirmação para trabalhos de setup (ou sem a redução limitada e segura da velocidade). Eventualmente, as partes adjacentes (áreas) também deverão passar por uma avaliação técnica de segurança, pois pode, por exemplo, ser necessário também rodar aqui com velocidade reduzida. Quanto ao tipo de operação Observação do Processo : favor consultar a análise acima. Sob estas condições determinantes é compreensível que no âmbito do conceito de área a descrição do layout e as possibilidades de acesso (pessoa, máquina, interfaces) adquirem um significado técnico de segurança especial. Por um lado ele exige um conhecimento preciso das partes críticas de segurança do sistema, e por outro lado as passagens necessitam receber a devida atenção dos operadores e/ou do pessoal responsável por reparos e manutenção. Local seguro De qualquer modo deverá ser garantido que qualquer atividade no sistema, desde que seja necessária, possa ser elaborada de um local seguro e que quaisquer funcionalidades do sistema incluam as condições previsíveis do sistema (também no caso de falhas). Caso com relação à estratégia de proteção se chegue a uma solução satisfatória, eventualmente o projeto do sistema deverá também ser mais uma vez analisado, por exemplo, se em virtude das alterações da especificação ou dos limites do sistema, as exigências técnicas de segurança ainda possam ser cumpridas, ou se as alterações ou modificações dos equipamentos utiliza-dos são possíveis, etc. Last but not least, neste contexto o conceito do controle também deverá receber uma atenção especial. Em primeiro lugar, todas as medidas técnicas de segurança deverão estar em conformidade com ISO (EN 954-1) e/ou IEC (IEC ). A já mencionada condição do controle superior deverá conhecer a condição do controle local e só deverá dispor de uma influência específica sobre o controle local. A quitação após o disparo de dispositivos de segurança deverá de qualquer forma perfazer uma etapa manual consciente e ocorrer do lado de fora da área protegida (consulte a análise acima). Conceitos de parada de emergência O tema ações em caso de emergência ( parada de emergência, na linguagem coloquial muitas vezes denominada de desligamento de emergência, consulte a figura 6) também possui importância especial em sistemas de produção. Quais são os equipamentos que deverão atuar de modo superior e quais equipamentos apenas parcialmente? Esta diferenciação também deverá se espelhar na execução dos equipamentos? Caso a resposta seja sim! : em forma de outra cor, forma, caracterização? No que se refere a este questionamento, o comitê da norma ISO se decidiu basicamente pelo caminho clássico. Aqui se faz referência ao sentido e objetivo real (tradicional) dos componentes de parada de emergência (mantendo-se aqui a proteção da máquina em primeiro lugar), ou seja que qualquer 3.5 Nova Norma EN ISO : Segurança de sistemas de produção integrados 161

157 um ainda possa reagir com sua ajuda, quando um risco residual não previsto ainda seja um perigo para a saúde ou vida de alguém. Com este tipo de avaliação se enfatiza explicitamente o pensamento da medida de precaução adicional a qual, no caso do uso correto, em consideração ao nível técnico de segurança atual de uma máquina ou instalação de máquina, só tem que ser usada em casos muito raros. Neste sentido, os equipamentos de parada de emergência não são previstos para serem utilizados como sinais de parada operacional ou ainda em função de outros pensamentos de conforto. Aqui por um lado o construtor é solicitado a considerar as necessidades do operador através de outras medidas (outros instrumentos de comando), por outro lado perfaz também uma questão de educação do pessoal de um vendedor de máquinas. As novas terminologias se originam na EN ( ). Neste âmbito se diferencia entre: Parada no caso de emergência: Uma ação em caso de emergência que possui a finalidade de parar um processo ou um movimento de modo deliberado, o qual poderia acarretar risco. Colocação em operação no caso de emergência: Uma ação em caso de emergência que possui a finalidade de iniciar um processo ou movimento de modo a remover, evitar ou limitar uma situação causadora de risco. Desligamento em caso de emergência: Uma ação em caso de emergência que possui a finalidade de desligar o suprimento de energia elétrica a uma instalação de modo total, ou a uma de suas partes, caso exista o risco de choque elétrico ou outro risco de origem elétrica. Um desligamento em caso de emergência deverá ser previsto (item ) onde estiver prevista proteção contra o contato direto (p. ex. linhas de contato, corpos de anéis de abrasão, dispositivo de comutação em salas de operação elétrica) por meio de intervalo ou obstáculos, existir a possibilidade de outros riscos ou limitações devido à energia elétrica. Ligamento em caso de emergência: Uma ação em caso de emergência que possui a finalidade, em situações de emergência, de ligar o suprimento de energia elétrica pertinente a uma parte da instalação (diferente do que na colocação em operação). Possibilidades de acesso para alguém através do lado externo Em outras palavras, um dispositivo de comando de parada de emergência instalado para o acesso externo no dispositivo de proteção primário, deverá atuar de modo sobreposto, no que, aliás, Access #2 Closed Access #1 Open E-Stop Reset E-Stop Reset Sub-system 1 Safeguarded space Sub-system 2 Safeguarded space Material Hazard area Area Material Hazard area Material Material Hazard area Material Machine Machine Machine (Shutdown due to Access #1) Machine Machine Machine Perimeter guarding Safety System(s) Fig. 6 Anexo D: Exemplo da construção de um controle Nova Norma EN ISO : Segurança de sistemas de produção integrados

158 a ação sobreposta poderá estar limitada à área visível (audível). Na configuração do caso de acordo com a figura 5, se parte do pressuposto que não é aceitável, no ponto de vista do interesse da proteção de pessoas, em confiar em determinado conhecimento de um funcionário ou em uma consideração a ser ainda ligada, que deverá ser ativada por diversos instrumentos instalados em uma cerca, eventualmente também distribuída localmente, de modo a efetuar um sinal de parada dirigido à segurança no local correto. Dúvidas sobre a eficácia de um instrumento de desligamento de emergência, apresentadas por uma pessoa de dentro ou um estranho, não são toleradas, e as consequências em relação à disponibilidade de uma máquina (novos ajustes antes da nova partida, eventualmente também reparos necessários) são levadas em conscientemente em consideração. Acesso ao interior O caso é diferente, quando os dispositivos de comando de parada de emergência se encontrarem no interior de um sistema de produção integrado, estejam os mesmos fixamente instalados em máquinas individuais lá localizadas, ou em instrumentos manuais móveis. Aqui o instrumento se destina exclusivamente à proteção de quem está autorizado a permanecer na instalação. Deste modo, uma ação apenas parcial (contudo dirigida especialmente ao operador em questão) de um sinal de parada dirigido à segurança é aceitável. Aqui não se parte do pressuposto que um terceiro poderá ativar o instrumento em caso de emergência, mas apenas o próprio operador. modo eficiente), quando não estiverem conectados ao controle. Exigências aos manuais de instrução Embora seja essencialmente natural, a minuta da ISO determina enfaticamente que os manuais de instrução de um sistema de produção integrado deverão em primeiro lugar dispor de uma visão geral de como o IMS se encontra construído (conceito de áreas, etc.), como age em conjunto, etc. e caso assim o desejarmos na parte 2, conter ainda os manuais de instrução dos componentes individuais. Base para o teor e elaboração do manual de instrução é ISO :2003, capítulo 6 (EN 292-2). Novo modo de operação Observação do Processo Como uma das primeiras normas a abranger o tema Segurança de Máquinas, a minuta da ISO trata exclusivamente do (novo) tipo de operação Observação do Processo e o libera, contudo restrito apenas às observações ( só olhar ). Intervenções no processo para otimizálo Forma de execução Não estão previstas diferenças na execução dos dispositivos de comando de parada de emergência, isto significa que em ambos os casos, seja o equipamento acessível por fora ou apenas pelo lado interno, a forma da parte do atuador é semelhante a um cogumelo ou a uma palmeira, e a sua cor apresenta as tonalidades vermelha e amarela. Um pré-requisito dos equipamentos é que estejam em conformidade com EN 418, respectivamente IEC Com relação a aparelhos manuais móveis (de inserção) isto significa ainda que é obrigação do vendedor travar os instrumentos (remover de Fig. 7 Observação de processos, p. ex. na soldagem de deposição durante o reprocessamento de canhões de extrusora. 3.5 Nova Norma EN ISO : Segurança de sistemas de produção integrados 163

159 Start 1 Do requirements for operating the machine go beyond the specifications of a C-standard? Yes 2 Has the future operator credibly shown that a special mode is absolutely essential? No No The requirements go beyond the specifications of a C-standard! Intended use The special operating mode must be shown to be credible and compelling and not sold off the peg! 3 4 Yes Conduct risk analysis and risk assessment for the special operating mode in accordance with EN and EN 1050 Reduce risks using technical safety measures: Provide additional operating mode selector switches Positively restrict operation to that indispensable for the special mode Take other technical safety measures wherever possible Risk analysis has been carried out Reduce risks using technical protective measures: safe operating conditions! Yes 5 Has adequate risk reduction been achieved? No 6 Have technical measures been exhausted? Yes 7 No Have technical measures been exhausted? Contribution of the operator adequate due to additional measures? Can the operator take additional measures to make the required contribution to risk reduction? No Yes Yes 8 Devise instructions for the operator in the operating manual 9 Document use of the special operating mode in the operating manual Special mode can be provided Special mode may not be provided Devise operating instructions Document use of the operating mode in the operating manual Fig. 8 Concepção de área: curso não são permitidas no caso de sistemas integrados de produção. Elas deverão ocorrer de um local seguro (ao contrário do tipo de operação Observação do Processo, conforme se discute atualmente com relação às máquinas de ferramentas, onde esta separação da observação e intervenção, ao contrário do IMS, já não é possível em virtude de motivos de espaço; no restante as exigências são iguais, respectivamente semelhantes). Que um acordo sobre este tipo de operação não tenha sido incontroverso é compreensível se pensarmos que permite o tipo de operação Observação do processo, aliás, sob a observação de rígidos parâmetros, um processo em um sistema integrado de produção sob observação direta de um operador com uma assim denominada velocidade necessária de processo, sendo que a velocidade necessária de processo pode ir até a velocidade automática. A possibilidade de defesa para o observador do já sem dúvida levemente aumentado risco residual é justificado neste caso pelo fato de que do contrário a prática confirma esta suposi Nova Norma EN ISO : Segurança de sistemas de produção integrados

160 ção, em parte conectado com acidentes muito feios deverá se contar com um alto grau de possibilidade de que os dispositivos de segurança do IMS serão transpostos. Esta manipulação (previsível) iria então ocorrer para o observador e pessoas não participantes, dentro do escopo de uma operação automática não limitada causadora de riscos diversos. Se assim o quisermos, a aceitação do tipo de operação observação do processo ocorre de acordo com a teoria do mal menor. Exigências rígidas Em primeiro lugar: o tipo de operação observação do processo é um tipo de operação para casos de exceção e somente quando for extremamente necessário do ponto de vista técnico de produção, observar processos olho no olho sob velocidades aumentadas, e que outras possibilidades técnicas como vidros de inspeção, espelhos, câmeras, etc. não sejam consideradas como alternativas. A apreciação desta impossibilidade deverá, por exemplo, também considerar conjuntamente o processo de aprovação e outros tipos de operações menos críticas. Além do exposto, a permissibilidade de um tipo de operação observação do processo requer sempre a avaliação individual, no que o fornecedor de máquinas (respectivamente o integrador de sistemas) deva se convencer de sua necessidade, e que o operador IMS se comprometa a designar apenas pessoal treinado e familiarizado (eventualmente particularmente autorizado) com os riscos (inclusive com o compromisso de treinar novo pessoal de acordo). Isto significa que a crítica colaboração com o vendedor é uma absoluta necessidade se quisermos utilizar o novo tipo de operação de modo responsável. Outros pré-requisitos para o tipo de operação observação de processo são, paralelo a um projeto amplamente e intrinsecamente seguro, que todas as fontes de risco que não sejam estritamente necessárias, sejam desligadas com segurança, e que os movimentos sejam observados dentro de uma técnica segura. Na técnica de segurança, portanto, deverá ser realizado tudo o que o estado atual da técnica permita, por exemplo, controles com velocidades, caminhos ou posições monitoradas. Se quisermos manter as regras do jogo para o tipo de operação observação de processo, sugere-se a consideração das abordagens da solução de acordo com o diagrama de fluxo apresentado sob a figura 8. Quanto ao tema integração de máquinas novas e usadas a um sistema integrado de produção: consultar a página Nova Norma EN ISO : Segurança de sistemas de produção integrados 165

161 Nova Norma EN ISO : Segurança de sistemas de produção integrados

162 Capítulo 4: Desenvolvimento Tecnológico em componentes de segurança apresentados através do exemplo do Programa da Schmersal 167

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164 Desenvolvimento tecnológico de componentes de segurança apresentados através do exemplo do programa da Schmersal Embora esta contribuição não seja uma viagem pela história da proteção de trabalho*, não pudemos resistir à tentação de iniciar com a divagação a seguir, confessadamente não muito pertinente aqui e também um pouco macabra. Ela se refere ao exemplo de uma medida técnica de segurança na colheita de cana de açúcar nas Índias Ocidentais em torno do ano de Nós citamos literalmente a partir de uma publicação de uma entidade de classe:... A cana replantada a partir de mudas é, quando estiver madura, cortada e espremida entre os cilindros de moinhos de açúcar. Mas este é um trabalho árduo e ao mesmo tempo perigoso. Pois como a cana de açúcar não pode ser armazenada, já deteriorando após 24 horas, por ocasião da colheita os negros deverão permanecer muitas vezes dia e noite à frente dos cilindros e alimentar a cana. Durante este processo eles muitas vezes ficam sonolentos e, sem perceber, colocam os dedos entre os cilindros, os quais imediatamente puxam o dedo e em seguida também a mão, comprimindo ambos totalmente. Por este motivo sempre se encontra posicionado um indivíduo com uma faca afiada na mão, que corta imediatamente o dedo ou mão quando tiver entrado, de modo que a pessoa inteira não passe entre os cilindros. As palavras chave avaliação de risco e redução de risco mandam lembranças! * Mas se a história da proteção do trabalho na Ale-manha lhe interessar um pouco, anexamos algumas informações sobre isto a partir da página 83. Prefácio Por agora se encerra a nossa excursão através da história. Mas desejamos começar este capítulo com uma referência cruzada histórica de curto prazo, uma vez que no início dos anos noventa parecia praticamente impossível introduzir uma tecnologia baseada em microprocessadores para funções de segurança em larga escala, sendo que aqui se instalou uma troca intrínseca de paradigma. E isto num espaço de tempo relativamente curto: pois os anos noventa do século vinte não estão tão distantes assim. Sistemas eletrônicos programáveis com função de segurança (PES) pertencem hoje ao estado da técnica; eles contribuíram muito para a otimização e tornar tanto a relação técnica de segurança quanto também a relação preço/performance de componentes de segurança mais atrativa [1]. O ceticismo inicial contra esta tecnologia se justificava essencialmente na imprevisibilidade técnica de segurança de milhares de funções em transistores guiados por softwares em tais chips. Avaliações determinísticas de tecnologias tradicionais não se encontravam mais disponíveis para tal. A isto se adicionaram as reservas no tocante à transparência, possibilidades de erros, capacidade de teste e possibilidades de manipulação. O papel pioneiro para tornar a eletrônica programável digna das tarefas técnicas de segurança foi exercido em primeiro lugar pela técnica da sinalização de trens, mas em especial pela norma internacional IEC [2]. De modo rudimentar atuou como mentora a pré-norma alemã DIN V VDE 801. Exigências especiais à concep-ção de tais sistemas, redundâncias, rotinas de teste cruzadas e altamente dinâmicas, também em co- 4 Desenvolvimento tecnológico de componentes de segurança 169

165 Setor de máquinas Setor de máquinas Setor médico nica baseada em microprocessadores programáveis com função de segurança há diversos anos. No caso de novos desenvolvimentos, podemos reivindicar termos sido os primeiros no mercado, ou pelo menos ter estado entre os primeiros. Setor de processos Setor de energia range Fig. 1 Funções de patrocínio da EN IEC nexão com propostas dissimilares e regras do jogo para o registro e verificação de softwares, contribuíram assim para um alto grau de segurança e confiabilidade. Pelo menos com relação à área da segurança de máquinas esta confiança nas novas possibilidades da tecnologia PES até agora não casou decepção. IEC (desde 2001 também com o status de norma européia embora não harmonizada), entrementes assumiu a adoção de muitos departamentos específicos. Exemplos para engenharia de construção são as normas ISO e EN IEC , para a química e técnicas de processo a norma EN IEC e outras. Em geral os projetistas de eletrônicas mais sofisticadas fazem uso diretamente da IEC EN e os usuários das normas mais simples específicas do ramo. O grupo Schmersal já oferece propostas para a solução de problemas com base na eletrô- No programa da Schmersal são abrangidos os seguintes PES s: Dispositivos de segurança optoeletrônicos (consulte a página 170) Controles de segurança para funcionalidades digitais (consulte a página 174) AS-i Safety at Work (consulte a página 174) Controles dirigidos à segurança para o monitoramento de velocidade e movimento (consulte a página 176) Sem fio com função de segurança (consulte a página 179) Interruptores eletrônicos de segurança/intertravamentos eletromecânicos (consulte a página 180). Dispositivos de segurança optoeletrônicos Podemos inserir as barreiras fotoelétricas, grades de luz e cortinas de luz aos mais antigos representantes do uso da eletrônica programável. Na prática não é mais possível imaginar a sua não existência como dispositivos de segurança sem contato. Se no início o objetivo era dispor de confiabilidade e disponibilidade, na sequência se encontravam em primeiro plano funcionalidades adicionais na forma de tipos de operação especiais (por exemplo, Blanking, Floating Banking, EDM, Muting, operação cíclica ou bloqueio de reinício), bem como abordagens de novas soluções (como exemplo citamos aqui os scanners). O papel de pioneiros neste setor, contudo, pertence em larga escala às Firmas Fig. 2 A Safety Control GmbH uma empresa do Grupo Schmersal desde 2008 possui uma equipe jovem e inovadora, que se especializou desde 1994 ao desenvolvimento, fabricação e venda de dispositivos de segurança optoeletrônicos. A série de produtos abrange todos os tipos de instrumentos comuns no mercado para a proteção de locais de risco em máquinas, proteções de acesso em locais de risco e proteções de áreas. Os clientes obtêm ainda uma consultoria abrangente (da fase da concepção de uma análise de local de risco até a implementação da solução mais econômica) Desenvolvimento tecnológico de componentes de segurança

166 O que são Blanking, EDM, Operação Cíclica, e Bloqueio de Reinício? Blanking (supressão) No tipo de operação Blanking, são objetos que se encontrarem continuamente no campo de proteção de cortinas de luz. No Blanking fixo, os objetos permanecem em lugar fixo na cortina de luz. Se os objetos de moverem temporariamente no campo de proteção, fala-se de Floating Banking. EDM (External Device Monitoring = Monitoramento de Dispositvo Externo) Designação da EN : um meio através do qual o dispositivo de segurança ativo sem contato (BWS) monitora o status de elementos de controle que se encontram dispostos fora do BWS (função de monitoramento de instrumentos localizados a jusante) Muting No tipo de operação Muting a função de proteção do BWS é limitado temporalmente e automaticamente transposto. Esta função é utilizada em todos os locais onde a alimentação e retirada do material ocorre via um sistema de transporte em uma área de risco. A função de proteção é mantida através de 2 ou 4 sensores de muting para a diferenciação de pessoas e objetos. O status de transposição é indicado através de uma lâmpada sinalizadora de muting. Operação Cíclica Na operação cíclica se intervém manualmente em locais de risco na operação cíclica da máquina. Neste processo as medidas de proteção deverão alcançar uma alto grau de monitoramento do dispositivo de segurança, bem como do processamento do sinal. Se estas condições foram satisfeitas, neste tipo de operação o comando de partida poderá ser dado com o retorno correto do dispositivo de segurança à posição de proteção. Bloqueio do reinício Um dispositivo que evita o reinício automático, quando o campo de proteção durante um ciclo perigoso da máquina for infringido, ao elaborar o tipo de operação da máquina, respectivamente tiver sido feita uma alteração do tipo de operação da máquina. Fig. 2 Tipos de operação de AOPD s (Active Optoelectronic Protective Device = Dispositivos de segurança optoeletrônicos ativos) (exemplos) Sick e Leuze. Em paralelo podemos adicionar um grande números de variáveis relativas às aplicações. Com a aquisição das empresas Safety Control GmbH e Safety Protect GmbH, com sede em Mühldorf am Inn no outono de 2008, o Grupo Schmersal ampliou o seu programa de fornecimento dos dispositivos de segurança optoeletrônicos. São oferecidos instrumentos do tipo 2 para usos até um nível de performance d (similar a SIL 2) ou do tipo 4 para usos até um nível de performance e (similar a SIL 3). Paralelo às grades de luz de segurança e cortinas de luz de segurança com resoluções, larguras e alturas de campos de proteção, as quais elaboram todas as descrições de tarefas, o novo programa de fornecimento também contém uma série de particularidades as quais serão apresentadas a seguir na forma de exemplos. Utilizações de AOPD s na área do ponto de refrigeração Utilizações deste tipo apresentam um desafio para todos os instrumentos, consequentemente também para grades de luz de segurança e Fig. 3 SLC 425 (conexão para sensores de muting) 4 Desenvolvimento tecnológico de componentes de segurança 171

167 cortinas de luz de segurança. Em função das alterações de temperatura em torno do ponto de refrigeração, a umidade do ar condensa regularmente para água de condensação a qual, por exemplo, durante o ciclo diurno ou noturno, refrigera ou congela temporariamente. A difusão ou ações capilares, estimuladas adicionalmente pelo stress mecânico devido aos congelamentos temporários, acarretam ainda mais um problema no caso de tais instrumentos os quais, sob o ponto de vista do grau de proteção, só apresentam medidas comerciais de praxe, ainda que o critério da densidade da água também seja satisfeito em relação a exigências mais altas. Falando claramente: a umidade poderá se introduzir pelas vedações dos instrumentos para a vida interior. No caso de dispositivos de segurança optoeletrônicos esta falha significa entre outros curto-circuitos ou outras falhas do instrumento. Na verdade o fenômeno da formação de água de condensação também existe em outros climas de troca de água de condensação, contudo eles se diferenciam através pela falta da problemática do ponto de congelamento. Afetados por quaisquer problemas em função destas condições climáticas são quase todas as máquinas em áreas externas ou limites às mesmas, por exemplo, máquinas de processamento de madeira ou máquinas de construção, máquinas agrícolas, mas também componentes veiculares, entre outros. Para excluir riscos deste tipo, se encontram à disposição no programa AOPD da Safety Control GmbH, execuções especiais de fornecimentos que se acham equipadas com membranas de respiração. Através de um equilíbrio de pressão elas evitam que a umidade possa entrar nos instrumentos. O grau de proteção do instrumento, embora ele tenha pouco a ver com a problemática especial aqui abrangida, correspondo a IP 69K (consulte também a análise acima). Em outras palavras, os potenciais de falha que podem ocorrer nas utilizações em torno do ponto de refrigeração, não interferem na disponibilidade adequada destas grades de segurança de segurança e cortinas de luz de segurança (séries SLC/SLG 220 e 420). São evitadas paradas de máquina, prováveis dispositivos de segurança manipulados por transposição, unidos por um lado a uma condição causadora de risco ao pessoal de operação, e por outro lado aos riscos de responsabilidade não observados dos vendedores responsáveis. Agora poderíamos usar contra o exposto, que a formação de água de condensação ou água de refrigeração também possa afetar a disponibilidade das óticas dos instrumentos, de modo que uma solução parcial não é suficiente. Na verdade este argumento não pode ser totalmente ignorado em casos extremo, mas no final das contas e de modo decisivo trata-se da questão das reservas de performance dos instrumentos. Assim (em intervalos de montagem ajustados do remetente e receptor) uma redução da intensidade de radiação até a metade não causaria problema aos dispositivos de proteção optoeletrônica de fabricação da Safety Control. A faixa de temperatura na qual as mencionadas grades de segurança de segurança e cortinas de luz de segurança podem ser utilizadas se situa de modo padrão na faixa de ºC. Sob solicitação também se acham disponíveis execuções para temperaturas especialmente baixas. Grades de luz de segurança e cortinas de luz de segurança com grau de proteção IP 69K A oferta de fornecimento de AOPD s com grau de proteção IP 69K é outra especialidade no programa de fornecimento da Safety Control. IP 69K significa que os instrumentos, montados sob uma mesa giratória com uma velocidade de 5 revoluções por minuto, estão submetidos a jatos de água extremamente críticos, sem que possam ocorrer influências danosas. As condições de inspeção simulam purificadores de alta pressão conforme aqueles utilizados na indústria de produtos alimentícios e indústrias de cunho similar. Durante o desenvolver da inspeção o espécime de teste é pulverizado sob ângulos de 0º, 30º, 60º e 90º. Neste processo, o esguicho sai de um bocal de jato plano a uma distância de 100 até 150 mm, a uma temperatura de jato de água de 80 ºC (±5º), um fluxo de 14 até 16 l/min. e uma pressão de 8 até 10 kpa. As condições podem parecer extremas; mas nestes casos de utilização são bem relacionados à indústria Desenvolvimento tecnológico de componentes de segurança

168 vãos livres, onde devido a depósitos se podem formar ninhos de bactérias ou similar e, por fim, a estabilidade do material. Dispositivos de segurança e com isto também grades de luz de segurança e barreiras fotoelétricas de segurança são de fato raras vezes utilizados na área direta de produtos alimentícios; entretanto deverá eventualmente ser considerado o risco de uma contaminação cruzada, mesmo no caso de uma instalação fora destas áreas de alto risco. Especialmente crítica é a questão do tratamento e processamento de matérias primas como carne crua, peixe e aves, bem como de ovos e leite, entre outros. Sob o ponto de vista da eficácia aumentada da higiene também são feitas considerações no âmbito do novo programa, sendo que as execuções do grau de proteção IP 69K (série SLC/SLG 220 e 420) são revestidas adicionalmente com uma membrana de proteção transparente e própria para produtos alimentícios, que garantem uma fácil purificação, sem que neste processo ângulos e cantos de qualquer espécie possam causar interferências. Fig. 4 SLC 420, grau de proteção IP 69K Se excluirmos aqui outros pontos de vista higiênicos no tocante a utilizações altamente críticas (consulte também o próximo parágrafo com relação ao exposto), a eficácia de equipamentos de limpeza de alta pressão, expressa um prérequisito muito importante não apenas para a utilização na indústria de produtos alimentícios IP 69K + execuções de fornecimento próprias à higiene A manutenção da conformidade de um grau de proteção IP 69K, contudo, de acordo com a criticidade do material, respectivamente matéria prima a ser processada e do local de instalação dos instrumentos, não pode ser de modo nenhum considerada como se todas as exigências de uma construção higiênica correta já tivessem sido automaticamente satisfeitas, como àquelas especialmente vigentes nas máquinas de processamento da indústria alimentícia e de rações. De acordo com EN [4] ainda advém aqui outros pontos de vista, por exemplo, sem reivindicação à integridade, do projeto e montagem sob o ponto de vista da pureza, a evitação de Tipos de operação especiais AOPD O novo programa de fornecimento certamente também abrange grades de luz de segurança e cortinas de luz de segurança com a possibilidade de realizar operação de muting, supressão e operação cíclica. Uma peculiaridade na operação muting é que o campo de proteção pode ser subdividido, isto significa que uma parte da área de proteção reage à operação muting, respectivamente à tecnologia de sensores muting, enquanto que outra parte, p. ex. acima ou abaixo de uma área autoajustada (teach-in mode) não reage. Esta funcionalidade tem a finalidade de se obter uma segurança de manipulação mais alta, tornando-a, por exemplo, bem mais difícil ou mesmo impossível no caso do transporte sobre paletes. Resumo Acima se encontra uma série de peculiaridades oriundas do novo programa AOPD do Grupo Schmersal. Nós teremos prazer em avaliar a possibilidade da realização de outros atributos de execução e características de produtos que se encontrem fora do padrão comercial habitual. Favor entrar em contato conosco. 4 Desenvolvimento tecnológico de componentes de segurança 173

169 Controles de segurança, sistemas de barramento de segurança e similares Com o objetivo de economizar, por um lado, cabeamento, e por outro simplificá-lo, substituir a programação do cabeamento e reproduzir a lógica de modo simples, eventualmente também poder alterá-la facilmente, por outro lado, através de uma profundidade maior de concatenação, poder controlar máquinas de modo mais eficiente com relação à segurança e last, but not least! reduzir os tempos de parada através de funções de visualização mais precisas e mais confortáveis, a utilização de tais sistemas no caso da execução de tarefas mais difíceis atualmente também pertence ao estado da técnica. São oferecidos no mercado, por exemplo, pequenos controles de segurança os quais, dependendo da utilização, substituem 5 até 10 componentes de segurança tradicionais, controles compactos com um número médio de funcionalidades I/O e SPS s de segurança os quais, dependendo de seu nível de expansão, podem controlar centenas de funcionalidades I/O, através do que muitas vezes também podem ser elaboradas misturas de requisitos de formulações conceituais operacionais e dirigidos à segurança. Todos os instrumentos, dependendo da execução e fabricante, são parametrizáveis ou livremente programáveis. Adicionalmente existe a opção de uma exigência descentralizada no campo através de sistemas de barramento dirigidos à segurança. Com PROTECT-SELEC (ou com a conexão segura via rádio PROTECT-SELEC WL), o Grupo Schmersal oferece ao usuário uma série com nível de performance similar a um pequeno controle de segurança a qual, contudo, é tão fácil de manusear quando um componente de relé de segurança. Exemplos de controles programáveis no programa Schmersal (de pequeno, através de médio até alto ), são os controles de segurança da série ESALAN e PROTECT. Neste ponto, contudo, será tratado mais amiúde o sistema de bus de segurança AS-i Safety at Work, no qual poderão ser encontradas contribuições diversas no programa Schmersal e o qual, sob este ponto de vista, deverá ser a mais abrangente e profunda oferta de programa no mercado. S Fig. 6 Exemplos de componentes do sistema de bus de segurança AS-Interface Safety at Work. Enfatiza especialmente o AS-i at Work, pois como sistema especialmente dirigido ao nível inferior, não se envolve na luta do barramento de campo (Qual é o correto?), sendo compatível com todos os sistemas da automatização fabril líderes de mercado, seja este o PROFIBUS/ PROFINET, DEVICENET ou CC-Link. A principal adequação de AS-i Safety at Work já se origina em função do fato de se tratar, no tocante aos sinais dirigidos à segurança, em via de regra, de funcionalidades digitais simples, que não necessitam o overhead de sistemas mais complexos. Entrementes o AS-i Safety at Work se situa entre os líderes de mercado internacionais na área do nível inferior de barramento. R C OR Fig. 5 Com a nova série desenvolvida PROTECTSE- LECT o Grupo Schmersal apresenta um controle compacto de segurança que pode ser configurado sem conhecimentos de programação e sem a parametrização específica do fabricante. Simples, seguro e comprovado As-Interface Safety at Work (SaW) é o primeiro sistema de barramento com base no padrão aberto AS-Internacional. Componentes de se Desenvolvimento tecnológico de componentes de segurança

170 Controle Unidade de força AS-i AS-i Máster Monitor de segurança Monitoramento da porta de segurança Interruptor de posição Comando de PARADA DE EMERGÊNCIA 2-operação manual Cortinas de luz de segurança Módulo AS-Interface Padrão Fig. 7 Construção do sistema AS-i Safety at Work (exemplo) gurança como PARADA DE EMERGÊNCIA, interruptores e intertravamentos eletromecânicos de segurança ou cortinas de luz de segurança são facilmente interligados através do cabeamento de perfil AS-Interface. Para a avaliação dos sinais dirigidos à segurança é apenas necessário um monitor de segurança. AS-Interface Padrão de acordo com EN A rede AS-Interface também permanece inalterada com a integração de AS-Interface SaW. Os conhecidos componentes, tanto da AS-Inter face Máster padrão, da unidade de força e também do cabeamento de 2 fios da AS-Interface podem continuar a ser usados. Eles formam a base para a integração da transferência de dados relevantes à segurança. Deste modo, um sistema existente pode ser facilmente reequipado com os componentes de segurança AS-i SaW. Coração da segurança O monitor de segurança monitora as informações transferidas através da rede AS-Interface de todos os componentes de segurança e con- 4 Desenvolvimento tecnológico de componentes de segurança 175

171 duz a instalação via endereçamento de um círculo de segurança ou em caso de defeito de um componente de segurança à condição segura. Para tanto ele dispõe de um ou dois círculos de liberação de montagem redundante para aplicações até um nível de performance e de acordo com EN ISO A configuração das funções individuais de segurança se dá via software Drag & Drop. Na sequência a configuração é transferida ao monitor de segurança e protegida através de uma senha. Mecanismo de transferência seguro O mecanismo de transferência para utilizações dirigidas à segurança se baseia no protocolo padrão AS-Interface inalterado. Na interação entre o monitor de segurança e os componentes de segurança é enviado um telegrama definido a cada seleção máster. O monitor avalia esta informação e abre as rotas de liberação no desvio de uma condição nominal. O tempo de reação máximo para o desligamento de segurança é de 40 ms. Os custos se reduzem com AS-Interface Safety at Work Os custos e esforços se reduzem quem não necessita disto? Na instalação, colocação em operação ou mais tarde no serviço, a AS-Interface SaW fornece apoio através do diagnóstico integrado do sistema. Ela coloca à disposição do usuário informações sobre a causa de erros e local de erros e possibilita, em caso de defeito, a rápida troca do componente de segurança e, com isto, a minimização dos tempos de parada. Mais flexibilidade com AS-Interface Safety at Work Para a realização de soluções individuais de segurança, a Schmersal oferece com os seus componentes de segurança diversificados um grau máximo de flexibilidade. Dependendo da aplicação, se encontra à disposição do usuário um conjunto abrangente de componentes de segurança. Através da abertura, o AS-Interface SaW oferece ao usuário a possibilidade adicional de coligar os componentes de segurança e dispositivos de comando de outros especialistas. Instalação e colocação em operação rápidas Nos componentes de segurança não se fazem necessários outros ajustes, o sofisticado cabeamento entre os componentes de segurança e o gabinete de controle é reduzido, os tempos de montagem minimizados. Mesmo o suprimento de energia para os interruptores de segurança se dá através do cabeamento de perfil com 2 cabos da AS-Interface. Características do sistema AS-Interface SaW Até 31 escravos seguros e não seguros em um sistema de AS-Interface Não é necessário um SPS seguro contra falhas Formação de grupos de sinais seguros e distribuição sobre diversos monitores de segurança Desligamento dos círculos de liberação de segurança após no máximo 40 ms Incorporação dos sinais de segurança no diagnóstico de sistema Integridade de segurança: PL e /Categoria 4 conforme EN ISO SIL 3 conforme IEC Certificado pelo TÜV Outros desenvolvimentos técnicos de controle Enquanto que nas informações anteriores o controle das funcionalidades I/O se encontrava em primeiro plano, existem duas outras tendências a serem observadas com relação à utilização da técnica eletrônica programável com função de segurança. Isto é por um lado a inclusão dos sinais de movimento e velocidade em controles dirigidos à Funcionalidades adicionais dirigidas à segurança de sistemas elétricos de acionamento Abreviação Designação em inglês Designação em português Função STO Safe Torque OFF Torque desligado com segurança O motor não recebe energia que possa gerar um movimento rotativo; categoria de parada 0 de acordo com DIN EN Fig. 8 Funcionalidades adicionais dirigidas à segurança de sistemas elétricos de acionamento Desenvolvimento tecnológico de componentes de segurança

172 Funcionalidades adicionais dirigidas à segurança de sistemas elétricos de acionamento Abreviação Designação em inglês Designação em português Função SS1 Safe Stop 1 Parada segura 1 O motor desacelera: monitoramento da rampa de frenagem e STO depois de parada ou STO após decorrer de um tempo de desaceleramento; categoria de parada 1 de acordo com DIN EN SS2 Safe Stop 2 Parada segura 2 O motor desacelera: monitoramento da rampa de frenagem e SSO depois de parada ou SSO após decorrer de um tempo de desaceleramento; categoria de parada 2 de acordo com DIN EN SOS Safe Operating Stop Parada operacional segura O motor está parado e resiste a forças externas. SLA Safely-Limited Acceleration Aceleração limitada com segurança Evita-se o exceder de um limite de aceleração. SLS Safely-Limited Speed Velocidade limitada com segurança Evita-se o exceder de um limite de velocidade. SLT Safely-Limited Torque Torque limitado com segurança Evita-se o exceder de um limite de torque. SLP Safely-Limited Position Posição limitada com segurança Evita-se o exceder de um limite de posição. SLI Safely-Limited Increment Incremento limitado com segurança O motor prossegue a um incremento especificado e para na sequência. SDI Safe Direction Direção segura de movimento Evita-se a direção de movimentação não intencionada do motor. SMT Safe Motor Temperature Temperatura segura do motor Evita-se o exceder de um limite da temperatura do motor. SBC Safe Brake Control Controle seguro do freio Controle seguro de um freio externo. SCA Safe Cam Came seguro Enquanto a posição do motor se encontrar em uma área especificada, é gerado um sinal de saída seguro. SSM Safe Speed Monitor Monitoramento seguro da velocidade Enquanto a velocidade rotacional do motor for inferior do que um valor especificado, é gerado um sinal de saída seguro. SAR Safe Acceleration Range Área segura de aceleração A velocidade do motor é mantida dentro de limites especificados Fig. 8 Funcionalidades adicionais dirigidas à segurança de sistemas elétricos de acionamento (continuação) segurança (funcionalidades: consulte a figura 8), e por outro lado a substituição do cabeamento por sistemas sem cabo. Mas as soluções padrão não se adéquam em todos os locais, p. ex. na robótica. Com o ESALAN-SafetyController (consulte a figura 9) muitos robôs dispõem atualmente de um padrão de segurança mundial único e, com isto, firmaram novos padrões de segurança na área da robótica. O ESALAN-SafetyController O ESALAN-SafetyController é basicamente e individualmente integrado de modo subodinado à estrutura de um controle de máquina por parte do fabricante e desempenha essencialmente apenas funções de monitoramento. Um coman- 4 Desenvolvimento tecnológico de componentes de segurança 177

173 são pré-ajustados por parte da unidade de produção e em relação à colocação em operação da instalação. Came cartesiano Paralelo ao monitoramente específico ao eixo, o ESALAN-SafetyController ainda monitora a velo-cidade cartesiana dos eixos do robô e da ferramenta do robô, isto significa o movimento na área. Entre outros, com esta função de segurança podem ser formados cames cartesianos, isto significa que áreas de trabalho virtuais, nas quais, dependendo da definição, o robô ou a ferramenta do robô possam se movimentar ou não. Fig. 9 ESALAN SafetyController do de controle individual é apenas gerado em caso de falha, isto significa que somente neste caso a proteção da performance da instalação é desligada com segurança. Em casos normais, a parte pertinente à operação do controle da máquina trabalha de modo autônomo, sendo que todas as funções de regulagem (momento de torção, velocidade de rotação, posição, etc.) entre o controle e o motor de acionamento permanecem protegidas ainda que, por exemplo, uma porta de proteção seja aberta. Paralelo às funcionalidades digitais dirigidas à segurança, como também são realizadas em controles de segurança, o ESALAN-SafetyController monitora adicionalmente a velocidade de cada eixo de máquina individual ou periférico, tipicamente na dependência de um tipo de operação, por exemplo, do tipo de operação velocidade reduzida com segurança. O exceder da velocidade relevante de segurança, de um limite de posição, ou a saída de um ponto de parada seguro (Posição Segura) é reconhecido e acarreta uma parada segura imediata da máquina. Os limites eles são ativados mais tarde através de entradas de segurança, na dependência do tipo de operação específica Ao mesmo tempo a velocidade é monitorada em todos os momentos em direção à limitação, isto significa que a velocidade só poderá ser de tal intensidade que uma frenagem seja possível sem abandonar a área de locomoção. Para esta finalidade, os valores específicos aos eixos são submetidos a uma transformação em direção frontal no ESALAN-SafetyController, de modo a determinar a posição de pontos individuais do curso de locomoção do robô no sistema mundial de coordenadas. Como os cames cartesianos também se encontram definidos no sistema mundial de coordenadas do robô, é possível determinar, com a ajuda de um algoritmo especial, se existe um dano do came. Grades de proteção virtuais A funcionalidade dos cames cartesianos possibilita ainda montar grades de proteção virtuais de modo menor e mais simples, uma vez que os Fig. 10 Came cartesiano Came cartesiano: Exemplo 1 Came cartesiano: Exemplo Desenvolvimento tecnológico de componentes de segurança

174 Porta de proteção 1 Posição síncrona Grade de proteção Porta de proteção 2 Local de solda 1 (came cartesia n o 1) Local de solda 1 (came cartesia n o 2) Separação espacial via AOPD s ou similar Fig. 11 O ESALAN SafetyController monitora, com técnica segura, tanto os limites específicos aos eixos como também cartesianos e, deste modo, permite novas funções de máquina em outras máquinas com diversos eixos e na robótica, por exemplo, a instituição de grades de proteção virtual. cames no interior da instalação formam uma espécie de grade de proteção virtual a montante. O ESALAN-SafetyController monitora os movimentos e aloca a máquina na condição segura, desde que em função de um caso de falha no controle operacional do robô ou em virtude de outro motivo ocorrer um dano da área de trabalho virtual. Deste modo, a grade de proteção real só possui a finalidade de evitar que pessoas entrem na área de trabalho do robô (mas não vice-versa). Palavra chave: Wireless (sem fio) O cabeamento, seja ele tradicional ou serial, não é a melhor prática. Especialmente em casos de operação com instrumentos de comando móveis, p. ex. na observação de processos ou manutenção ou no caso da automatização posterior, desejamos às vezes dispor de soluções wireless (sem cabo). Para isto se oferece a idéia da instalação de um ESALAN-Wireless- System. Através da combinação de diferentes características construtivas e técnicas e critérios, este padrão tecnológico cria também, sob condições industriais muitas vezes desfavoráveis com diversas radiações, fontes HF e muitos instrumentos sem fio, uma alta segurança de transmissão. Fig. 12 No exemplo desta célula de solda padrão, os movimentos do robô são monitorados nos locais de solda 1 e 2 através dos cames cartesianos 1 e 2. Os contatos das portas de proteção se acham ligados com os cames cartesianos do robô. Se o robô sair da área dos cames, é realizado um desligamento. Por exemplo, a porta de proteção 2 poderá ser aberta para re-equipar o local de solda 2, enquanto o robô pode continuar a trabalhar no local de solda 1 (e vice-versa) Com o sistema podem ser realizadas soluções até uma categoria de controle 3 de acordo com DIN EN 954-1, respectivamente até nível SIL 4 de acordo com EN ISO e nível de performance e de acordo com EN ISO A autoridade de inspeção MHHW inspecionou tempestivamente o conceito de sistema durante o processo de desenvolvimento e conferiu a ratificação do conceito no certificado de teste BG. O teste do tipo de construção BG foi encerrado com êxito em junho de O sistema de rádio em si preenche as exigências das autoridades reguladoras responsáveis européias da UE e pode ser colocado em trânsito sem licença e sem registro em todos os estados membros da UE. Um desenvolvimento adicional atual à base da faixa 2,4 GHz permite uma utilização mundial sem licença. Deste modo não se apresentam quaisquer limitações ao fabricantes de máquinas, mesmo nas mais altas exigências ao nível de segurança. E os testes práticos de ESALAN-Wireless mostram que o sistema garante uma transmissão de sinais confiáveis mesmo sob as condições mais desfavoráveis. > 4 Desenvolvimento tecnológico de componentes de segurança 179

175 Fig. 13 Ampliado em um módulo Wireless (sem fio) o controle compacto seguro PROTECT-SELECT oferece ao usuário na variável PROTECT-SELECT WL a possibilidade de integrar um instrumento de controle manual móvel sem fio no conceito de segurança do controle. Interruptores e intertravamentos eletromecânicos eletrônicos de segurança Estes instrumentos servem como dispositivo de intertravamento nos auspícios da EN 1088:1996 (doravante EN ISO ), do monitoramento de posicionamento e eventualmente como intertravamento de dispositivos móveis de segurança. Em comparação aos interruptores de segurança tradicionais com e sem intertravamento, os interruptores de segurança eletrônicos e intertravamentos apresentam vantagens essenciais devido a seu modo de operação e, graças ao uso da eletrônica programável (PES), vantagens devido à maior inteligência técnica de segurança e funcional. A vantagem fundamental do seu modo de operação é a cobertura sem toque da posição da porta. Com isto os instrumentos trabalham totalmente livres de desgaste e relativamente insensíveis com relação ao desalinhamento do sensor e do atuador. Alternativo ao desenvolvimento de instrumentos baseados em RFID, conforme são ofertados entrementes com frequência, o grupo Schmersal, paralelo à série RFID, incluiu em seu portfólio o uso de uma tecnologia especial para dispositivos de intertravamento eletrônicos: o assim denominado processo Puls-Echo. Neste processo o sensor envia impulsos eletrônicos. Na aproximação do atuador no sensor, o atuador se eleva à sua frequência de ressonância prédeterminada. Estas oscilações, por sua vez, são registradas pelo sensor. Neste processo o sensor avalia sua distância ao atuador, bem como a codificação do mesmo. O atuador identificado pelo sensor é interpretado como dispositivo de segurança fechado e as saídas de segurança são ativadas. Fig. 14 Interruptores de segurança e intertravamentos eletromecânicos Desenvolvimento tecnológico de componentes de segurança

176 O monitoramento eletrônico de dispositivos móveis isto inclui ação a ativação em dispositivos de segurança sem contato permite a detecção do atuador sem contato e sem desgaste. O processo patenteado Puls-Echo utilizado para esta finalidade permite grandes tolerâncias, tanto no intervalo de comutação quanto também na compensação transversa na aproximação do atuador codificado. Ainda assim os pontos de comutação e histerese são precisos na repetição e constantes. A performance dos interruptores e intertravamentos eletromecânicosde segurança atendem as seguintes normas de deste utilizadas Comportamento definido no caso de falhas conforme EN , classificação do auto-monitoramento PDF-M Exigências a peças relacionadas à segurança até PL e /cat. 4, conforme EN ISO Exigências de IEC /Uso até as utilizações SIL 3. As exigências da IEC garantem ainda ao usuário uma alta resistência a falhas. Adicional- -mente, em determinados casos, a Norma permite emitir um comunicado em determinadas falhas antes que a instalação seja desligada. Deste mo-do a instalação poderá ser conduzida de um modo tolerante a falhas à sua posição inicial antes de um desligamento. A tecnologia de microprocessadores utilizada permite um diagnóstico inteligente e uma determinação de falhas rápida e simples, p. ex. no caso de um circuito cruzado ou erro no cabeamento. Os canais de segurança dos interruptores eletrônicos e intertravamentos eletromecânicos eletrônicos, dependendo do tipo de instrumentos utilizados, poderão ser ligados em série a uma cadeia de até 31 instrumentos. O PL e / cat. 4 de acordo com EN ISO permanece mantida nesta cadeia de comutação através de um controle de função. Do mesmo modo se atinge aqui, em função da técnica de comutação de auto-monitoração e dos valores PHF d favoráveis daí resultantes, rotineira-mente Sub-SIL 3, respectivamente Sub-PL e de acordo com IEC (EN IEC ). As cadeias também podem ser montadas mistas com os sensores e intertravamentos de segurança aqui mencionados. NOVO: Intertravamentos magnéticos Nos intertravamentos magnéticos de segurança se trata de uma nova geração de intertravamentos, nas quais o atuador é simultaneamente a âncora do imã, a qual se atrai através de uma força a ser monitorada. A área de utilização é o monitoramento de portas ou tampas de proteção. O produto se caracteriza pelo fato de que a força de fechamento entre a âncora e o cavalete é monitorada através de uma medição dos parâmetros magnéticos, bem como pela detecção da âncora com o auxílio do princípio CSS. Através deste princípio que atua sem contato, é possível obter-se um ajuste generoso entre ambas as unidades entre si. A unidade do atuador (âncora) e a unidade de intertravamento (imã) formam conjuntamente um sistema fechado. Unidade de intertravamento A unidade de intertravamento é instalada em no batente da proteção, o atuador diretamente na parte móvel da porta. Para intertravar da âncora o atuador deverá estar situado sobre as o imã energizado. O monitoramento contínuo dos parâmetros magnéticos garante uma força de travamento segura. A liberação se dá através do desligamento da corrente do imã. Para a medição da força de travamento e para a avaliação do atuador na unidade do atuador, a unidade de intertravamento é equipada com um sistema de processadores de dois canais de montagem redundante, o qual também monitora ambos os cursos de liberação. Estas saídas são adequadas para ativar duas proteções ou uma combinação de segurança Fig. 15 Intertravamento de segurança magnética MZM Desenvolvimento tecnológico de componentes de segurança 181

177 por relés, ou ser avaliadas através de um controle seguro. Através da utilização do processo Puls-Echo, a transposição via auxílios simples se acha totalmente excluída. Apresentamos uma visão geral das contribuições PES inovadoras contidas no programa da Schmersal, Caso exista interesse no tocante à divagação mencionada sobre a história da proteção do trabalho na Alemanha: consulte a página 183. Notas de rodapé: [1] A terminologia Componentes de segurança é utilizada no sentido abrangente, tal como ela também é citada na MRL (como termo genérico para todos os tipos de interruptores de segurança, dispositivos de segurança, relés de segurança e controles dirigidos à segurança, bem como unidade de comando com função de proteção de pessoas. [2] IEC : Segurança funcional de sistemas eletrônicos programáveis/elétricos/eletrônicos dirigidos à segurança [3] AOPD: Active Optoelectronic Protective Device (anterioremente BWS Berührungslos wirkende Schutzeinrichtung = dispositivo de segurança de ação sem contato) [4] EN :2009: Máquinas de produtos alimentícios Princípios Gerais de Configuração Parte 2: Exigências sobre a higiene Desenvolvimento tecnológico de componentes de segurança

178 Divagação através da história da proteção do trabalho na Alemanha Marco miliário importante é fornecido aqui pela legislação social de Bismarck. A regulamentação do tema proteção do trabalho no âmbito de uma lei de reforma básica, iniciada pelo então chanceler do Reich Otto von Bismarck ( ), sob a regência do imperador Wilhelms I ( ), ocorreu na Alemanha no ano de 1884, com a publicação da primeira lei mundial de seguros de acidentes, uma das três leis que mais tarde se tornaram conhecidas como a legislação social de Bismarck [1]. página vazia e também não é assim que no Reich Alemão na época de Bismarck a implementação legislativa do tema tenha sido inventada. Mas podemos afirmar corretamente que a Alemanha, apesar de retardatária no processo da modernização, desde o início do século XIX desenvolveu na qualidade de primeiro país um sistema organizacional legal aberto de uma garantia social extensivamente abrangente, e que outros estados, por exemplo, a Inglaterra, a pioneira da industrialização, só seguiu este desenvolvimento com medidas similares bem mais tarde, em parte estimulada pelo exemplo alemão. Até aquele momento, a política social, não apenas na Alemanha, relegou a obrigação do tratamento da proteção do trabalho, e isto também somente em etapas, ao direito comercial e em parte ao direito civil. Desde modo cita-se no Código Industrial alemão de 1869: Cada empresário industrial é obrigado a fabricar e manter às suas custas todos os dispositivos, os quais em consideração à complexidade especial da empresa industrial e da unidade de produção sejam necessários à possível segurança do trabalhador contra riscos de vida e saúde. Fig. 17 Chanceler do Reich Otto von Bismarck na nomeação do Rei Wilhelms I da Prússia como imperador alemão em Versalhes. O atributo de ter possuído na Alemanha a primeira lei mundial de seguros de acidentes, contudo, não pode ser mal interpretada. Mesmo no tempo que antecedeu a lei, o tema proteção do trabalho não representava uma [1] Para ser preciso: A lei de seguros de acidentes é promulgada pelo regime do Reich em 27 de junho de 1884 e entra em vigor como lei do Reich em 6 de julho de Ela entra em vigor com um prazo de regência de quase um ano em 1 de outubro de Mas se acontecesse algo, valia o princípio da responsabilidade baseada na falha e o trabalhador prejudicado tinha de comprovar as perdas ao empresário ou a seu procurador de modo a receber indenização através do caminho legal. Um caminho o qual por motivos práticos era quase impraticável e dificilmente financiável. Desenvolvimento histórico da segurança doa trabalho Que a proteção do trabalho é um tema social e político como já citado não foi de modo nenhum uma constatação dos anos 70 e 80 do século XIX ou mesmo um reconhecimento de Bismarck. Na era antes de Cristo, é provável que é Hipócrates que aborda pela primeira vez sistemati- 4 Divagação através da história da proteção do trabalho na Alemanha 183

179 camente as possíveis consequências negativas do trabalho. Ele menciona danos de postura no caso de alfaiates, envenenamentos por chumbo e mercúrio no caso dos mineiros, bem como inflamações nos olhos de ferreiros. No direito romano, na era pós Cristo, também já se proibia a contaminação do ar. Posteriormente ocorre uma transformação substancial no século XIV. Até então o artífice era um ajudante no trabalho do mestre, ele era alimentado, o trabalho era suportável e a remuneração não era ruim. Com o aumento dos artífices e a retirada do mestre da atividade do trabalho manual, a atividade se torna mais similar a um sistema de incentivo, no qual a remuneração se dá via salário-tarefa, portanto como remuneração por tarefa e as condições de trabalho se tornam piores. No ano de 1303 o Direito de Bremen se compromete de manter o mestre e os artífices na saúde e na enfermidade e no ano de 1329 os fabricantes de cintos (serralheiros de latão) de Breslau entram em greve por melhores condições de trabalho, na mais antiga greve que se tem conhecimento na Alemanha. Em 1430 a lei municipal dos tecelões de Frankfurt restringe e proíbe o trabalho noturno. Em 1469 os mineiros Altenberg nos Montes Metalíferos entraram em greve por melhores salários e redução da jornada de trabalho e na Basiléia em 1471 foram os empregados das impressoras de livros em virtude das más condições de trabalho. Em 1478 é determinado pelas leis da associação dos carpinteiros de Estrasburgo que os mestres deverão tratar dos artífices feridos durante o trabalho até a sua recuperação e mantê-los no local de trabalho. No ano de 1496 o tempo de trabalho é reduzido a 12 horas no verão por Henrique VII. No inverno somente poderá se trabalhado das 5:00 horas até o início da escuridão. Em 1554 são regulamentadas entre outras as condições de trabalho e medidas de auto-ajuda dos mineiros através do regulamento saxão das minas. Theophrastus von Hohenheim, também chamado de Paracelsus, disserta em seu famoso tratado de 1567 sobre venenos e sua definição geral e implicações nas doenças funcionais de mineiros, ourives e outros. No ano de 1833 se agrupam na forma de clubes de educação os antecessores dos sindicatos, cujos temas também abrangem as condições de trabalhos e medidas de proteção. Em 1845 é introduzido o Código Industrial prussiano, o qual mais tarde é diversas vezes emendado e adequado à situação política vigente. Apesar das determinações de proteção ao trabalho infantil, as quais também tiveram sua origem na pressão dos militares em relação à saúde de seus recrutas, as crianças em 1850 ainda representavam 40 % de todos os feridos. Mas sem um controle específico, as leis industriais prussianas dos anos 1853 e 1855 pertinentes à proteção de crianças continuam relativamente ineficazes, embora tivessem determinado os primeiros inspetores fabris. Abb. 18 Mittelalterlicher Schuhmacher Como a supervisão estatal também dificilmente conseguia acompanhar o desenvolvimento técnico, logo após a constituição da VDI no ano de 1856 foram sugeridos e aprovados inspetores independentes para o monitoramento contínuo de instalações, não apenas porque o público em geral era fortemente colocado em risco, mas também devido ao fato de que as perdas financeiras oriundas de casos de falha não eram mais economicamente aceitáveis para os empresários. Em 1865 é decretada a Lei Geral de Minas Prussiana, a qual também contém determinações de proteção ao trabalho Divagação através da história da proteção do trabalho na Alemanha

180 No ano de 1869 entra então em vigor o já citado Código Industrial do Reich com obrigações abrangentes dos empregadores à proteção da vida e da saúde dos trabalhadores. Apenas no ano de 1878 (isto significa que com um atraso de 25 anos) é que a inspeção fabril (mais tarde controle trabalhista) que já existia desde 1853 se torna obrigatória. Sua tarefa mais importante é também prover o monitoramento do cumprimento do direito da proteção do trabalho, inclusive proibições de empregar, respectiva-mente limitações da ocupação de crianças, jovens, mulheres e mulheres pós-parto. Associações Profissionais desde 1885 Com o seguro de acidentes de Bismarck de 1884, as regulamentações de proteção ao trabalho foram substituídas, em especial a responsabilidade de culpa, oriunda da lei de responsabilidade do Reich de 1871, e que em geral era considerada como insatisfatória. Finalmente não apenas devido ao fato do risco de acidentes em função do aumento do trabalho industrial e pelo aumento da utilização de máquinas ter aumentado substancialmente. No lugar dos regulamentos até então vigentes, entrava agora em vigor um seguro descentralizado, auto-elaborado e de participação obrigatória das empresas [2], denominada de Entidade de Classe, que era solidariamente responsável em casos de acidentes. Paralela à obrigação do empregador em contribuir com um valor de 2 até 3 % da soma dos salários brutos no seguro, a lei dá poderes às associações profissionais de também emitir regulamentos para a prevenção e acidentes, os quais elas podem monitorar através de inspetores técnicos. Através da assim denominada união de tarefas (indenização + prevenção de acidentes + serviço de monitoramento) criou-se a base para uma proteção profissional trabalhista. [2] Com base na reforma jurídica de uma entidade de classe com número de sócios não fechado, com a finalidade de estimular as vendas ou a economia através de um comércio comum. Hoje a forma jurídica de uma entidade de classe não é mais permitida, entre outros para seguros. Mercado para a segurança homem-máquina no trabalho Particularmente, através do segundo e do terceiro elemento da união de tarefas no seguro de acidentes, isto significa que transferir às associações profissionais, paralelo à tarefa da indenização (1º elemento), também a tarefa da prevenção de acidentes, e lhes conceder poderes para publicar regulamentos de prevenção de acidentes (2º elemento) e monitorar sua aderência de modo autônomo dentro das empresas (3º elemento), abriu-se um mercado o qual, tendo sido originado pelo lado da demanda, foi acompanhado pelo lado da oferta com programas de fornecimento de equipamentos de proteção e dispositivos de segurança, etc. (bem similar ao impulso disparado, por exemplo, pela diretriz de máquinas CE que entrou em vigor no ano de 1993). Assim, é possível afirmar corretamente que a lei de prevenção de acidentes foi o núcleo que deu origem à posição atual da Alemanha na área da proteção de trabalho. Primeiros regulamentos de prevenção de acidentes e serviço de monitoramento A autorização das associações profissionais de emitir regulamentos de prevenção de acidentes, já dispunha de significado especial, pois sua decretação significava um direito obrigatório, que havia sido transferido no âmbito da lei de seguro de acidentes do poder legislativo às associações profissionais. Contudo (ou talvez justamente por isto) as disposições de prevenção de acidentes ainda tinham de ser autorizadas pelo órgão securitário do Reich antes que pudessem ser colocadas em vigor. A isto se juntou desde o início, como o outro lado da mesma medalha prevenção de aciden- 4 Divagação através da história da proteção do trabalho na Alemanha 185

181 tes, a tarefa das associações profissionais, que seus delegados (no ano de 1889 já eram 93, dos quais alguns eram responsáveis simultaneamente por diversas associações comerciais) também controlassem as determinações de prevenção de acidentes promulgadas quanto à sua aderência correta. De fato havia sido transferido a elas, como mandado legal, o direito de monitorar autonomamente as disposições promulgadas de prevenção de acidentes, contudo era de se esperar uma gestão generosa, quando a crítica de um partidarismo orientado aos empresários das associações profissionais, então existente, estivesse autorizada de modo geral ou contínuo. Mas isto parecia não ser o fato. Avanços na segurança homem-máquina no trabalho De qualquer forma, a segurança homem-máquina no trabalho deve ter feito grandes pro-gressos nos anos que se seguiram à promulgação da lei de seguro de acidentes. Já no ano de 1889 foi realizada a primeira Exposição Geral de Prevenção de Acidentes em Berlin, a qual teve origem na iniciativa de alguns proprietários de cervejarias e que a priori havia sido planejada apenas como exposição técnica pertinente a este ramo da indústria passível de acidentes. Contudo, os organizadores conseguiram obter o apoio das associações de profissionais de modo a realizar uma exposição abrangente. O imperador Wilhelm II, no poder deste junho de 1888 deixou se impressionar pela exposição. Em setembro de 1888 ele assumiu a sua proteção (hoje nós denominaríamos este fato de patrocínio ), inaugurando-a finalmente no final de abril de Ele mesmo visitou a exposição diversas vezes. No período de 5 meses e meio, 1 milhão de visitantes visitou a exposição, dentre eles trabalhadores.a segurança no trabalho havia enfim se tornado um tema público, e a prevenção de acidentes não parecia mais ser uma lei de uma agência governamental, mas sim uma iniciativa própria dos empresários. O seguro contra acidentes também foi propagado internacionalmente. Deste modo, montou-se em Saint Louis em 1904 uma exposição internacional sobre O seguro do trabalho no Reich Alemão, uma exposição especial que mais tarde foi transferida à responsabilidade da Universidade de Harvard para elaboração contínua. Entre outros, esta exposição apresentou quase fotografias dos dispositivos de prevenção de acidentes mais recentes da Alemanha. As antigas associações profissionais: um evento do empregador De fato, nas diretorias de caixas de assistência médica e hospitalar dos locais, das organizações (fábricas) e de entidades de classe, bem como das entidades de mineração os delegados dos segurados votavam uma representação dos trabalhadores para as entidades de classe Divagação através da história da proteção do trabalho na Alemanha

182 Porém, em primeira instância, os representantes dos trabalhadores não participavam da administração autônoma das entidades de classe e dasquestões de indenização. Eles escolhiam exclusivamente dois proprietários, os quais, juntamente com os também escolhidos representantes dos empregadores, decidiam sob a presidência de um funcionário público sobre reivindicações das partes prejudicadas contra decisões de aposentadoria, sendo que tinham que ser consultados para a avaliação das disposições de prevenção de acidentes. Além disto, os segurados participavam da análise de acidentes através de um representante e, como os empresários, nomeavam dois membros não constantes do órgão securitário do império, o qual era responsável, entre outros, pela supervisão através das entidades de classe e que decidia em última instância no caso de convocações contra as decisões legais dos tribunais de arbitragem. A alteração em direção às regras do jogo dos direitos iguais na administração autônoma das entidades de classe como a conhecemos atualmente, só ocorreu com a lei sobre a auto-administração no seguro social de 22 de fevereiro de 1951 após a fundação da República Federal da Alemanha. Anteriormente, no âmbito da entrada em vigor da lei básica no ano de 1949, elas já haviam obtido o status de pessoa jurídica de direito público. Na lei acima sobre a auto-administração do seguro social, foi em primeiro lugar novamente eliminado o princípio de supervisão das entidades de classe válido no 3º Reich desde 1934 e decidida a reintrodução da administração autônoma. Contudo, desde então (e em oposição à lei de seguro de acidentes de 1884) os órgãos de administração autônoma são representados em igualdade de termos. Atualmente o panorama das entidades de classe se encontra novamente em fase de mudança. Por trás deste fato se encontra a lei para a modernização do seguro de acidentes legal UVMB. A meta da reforma é ajustar a organização do seguro de acidentes às condições alteradas na economia industrial, distribuir de modo otimizado o cumprimento comum de questões legais e modernizar as estruturas administrativas. Para tanto é responsável, entre outros, o novo órgão Fig. 19 Trabalhos de ajuste em uma prensa excêntrica: o ponto principal da ocorrência de um acidente nos anos cinquenta eram os inúmeros e graves acidentes em prensas. Com a ajuda de um escritório de construção para a proteção de prensas, a BG FE tenta dar novos impulsos nesta área. As entidades de classe da área de metais se uniram a esta iniciativa 4 Divagação através da história da proteção do trabalho na Alemanha 187

183 governamental DGUV, o qual se originou de uma consolidação das entidades de classe industriais e outros seguros de acidentes legais. Além disto, em geral através de fusões, o número de entidades de classe especiais deverá ser reduzido dos 23 antigamente existentes para 9 e o de seguros de 23 para 17. Prevenção de acidentes, atualmente também o ponto de foco das atividades das BG Após a 2ª guerra mundial, respectivamente após a fundação da República Federal da Alemanha, as entidades de classe continuaram a desenvolver a política da priorização da prevenção de acidentes, uma vez que a prevenção de acidentes continua a oferecer às entidades de classe a possibilidade menos restrita de uma atividade própria enérgica de criação. Deste modo, sob a meta da prevenção de acidentes pode ser encontrado um grande número de investimentos e iniciativas. Neste processo o uso da coerção e a imposição de multas são restritos a casos extremos. As entidades de classe pós-guerra davam muito mais valor ao fato de se introduzir de modo construtivo nos acontecimentos e promulgar instruções relacionadas à prática que respeitassem o último estado da técnica Abb. 20 Uma prevenção de acidentes eficaz também exige um contínuo posicionamento frente a novos desafios técnicos de segurança. Aqui um exemplo: a utilização de robô e sistemas de produção automáticos Além disto, este processo abriu à indústria alemã um estilo para a abordagem de novas soluções para a segurança do trabalho. Desenvolvimento de acontecimento de um acidente A priorização da tarefa de prevenção de acidentes parecia realmente apresentar urgência. Embora os números de acidentes de trabalho comprovados nos anos iniciais 1885/1886 fos- Abreviação Acidentes de trabalho e de percurso Acidentes de trabalho passíveis de notificação por trabalhadores de tempo integral 26,95 26,81 26,80 24,30 Acidentes de percurso passíveis de notificação por relações securitárias 4,78 4,05 4,23 4,24 Total de acidentes passíveis de notificação Acidentes de trabalho com óbito Acidentes de percurso com óbito Total de acidentes com óbito Novas aposentadorias por acidente de trabalho por trabalhadores de tempo integral 0,530 0,480 0,464 0,455 Novas aposentadorias por acidente de percurso por relações securitárias 0,178 0,150 0,135 0,141 Total de aposentadorias por acidente Fig. 21 Acidentes de trabalho e trajeto na economia industrial (Fonte: DGUV) Divagação através da história da proteção do trabalho na Alemanha

184 sem baixos, isto provavelmente se deveu ao fato de não termos certeza destes números e também sobre o fato de todos os acidentes terem sido estatisticamente registrados. Se, por outro lado acompanharmos o desenvolvimento do número de acidentes até o início dos anos cinquenta (!) poderemos falar de uma tendência de crescimento apesar da priorização da prevenção de acidentes. Em seguida, contudo, a redução foi abrupta. De acordo com os registros, no ano de 2001 o número de acidentes de trabalho passíveis de notificação por 1000 segurados de todas as entidades de classe foi de 34,51 em comparação a 37,10 no ano de 2000, apresentando o menor nível no desenvolvimento pós-guerra (para comparação: em 1953 ainda eram 186,32, mas em 1984 somente 90,96). Com 24,3 por 1000 trabalhadores de tempo integral, o risco de acidentes atualmente é muito mais baixo (isto é valido para os 456 acidentes no ano de 2009 e também para os acidentes com óbito no local de trabalho). Se tirarmos conclusões destas e de outras determinações estatísticas, poderemos concluir que o foco principal das entidades de classe foi entrementes realocado na direção dos acidentes de percurso e doenças trabalhistas, deslocando o acidente de trabalho clássico um pouco para baixo na lista de prioridades As primeiras disposições para a prevenção de acidentes Se as primeiras disposições para a prevenção de acidentes ainda apresentassem o caráter apelativo, eles rapidamente se tornaram mais concretos e detalhados, bem como passíveis de punição. Um exemplo para isto é uma das primeiras disposições da Rheinisch-Westfälischen Hüttenund Walzwerkberufsgenossenschaft de (consulte a figura 22). Ela já contém disposições concretas sobre a prevenção geral de acidentes, no qual contém determinações separadas entre as obrigações do empregador e dos trabalhadores como, por exemplo, (pertinentes à obrigação do empregador) sobre a constelação de pisos, iluminação, corrimãos, escadas e escadas de mão, como lidar com bêbados e enfermos, como evitar ar contaminado e gases do forno, e que os trabalhos corriqueiros e também os trabalhos de reparo, em áreas de risco, só poderiam ser elaborados sob a observação de certas disposições de segurança. Do mesmo modo elas já contêm disposições dirigidas aos trabalhadores, por exemplo, um tema que ainda hoje nos causa espécie, que é terminantemente proibido retirar dispositivos de segurança ou mesmo não usá-los. Além disto, existiam disposições especiais para a operação de caldeiras a vapor, dispositivos motorizados, transmissões, unidades de propulsão e engrenagens, bem como máquinas de trabalhos. As penalidades no caso de infrações eram tanto impostas ao empregador, por exemplo, a classificação em um nível mais alto de tarifa de risco ou uma duplicação de suas contribuições, como também ao trabalhador, por exemplo desde que não ocorresse a sua demissão do trabalho através de multas. Fig. 22 Exemplo de uma disposição histórica para a prevenção de acidentes (Extrato/Exemplo 1) Mas também eram oferecidos prêmios (até 100 marcos) que a diretoria de uma entidade de classe poderia pagar quando um trabalhador ou terceiros tivessem evitado acidentes ou contribuído no salvamento de acidentados. 4 Divagação através da história da proteção do trabalho na Alemanha 189

185 Dispositivo de comando. Cada máquina de trabalho deverá ser equipada com um dispositivo de comando, o qual permita a qualquer momento desativá-la independente da transmissão. O comando deverá ser projetado de forma que cada comando próprio seja evitado o máximo possível; ele também deverá ser facilmente acessível do local do trabalhador. Roda dentada. Em todas as máquinas de trabalho que sejam operadas com uma correia de largura superior a 40 milímetros ou mecanismo similar, as rodas dentadas que se encontrarem nos lados de entrada na área do operador, bem como nos locais por onde passarem por partes fixas deverão ser cobertas. Esta disposição não é válida para rodas de mudança ou rodas de avanço automático, desde que estas não estejam dispostas em posições de perigo. Volantes. Caso permitido pela operação, no caso de volantes das máquinas de trabalho, cujo ponto mais baixo se situar a 1,5 metros do piso, deverão ser instaladas grades de proteção, ou revestir os seus braços pelo lado externo com placas chapas de metal ou similares. Dispositivo de corte de deslocamento veloz. Máquinas de trabalho com dispositivos de corte de deslocamento veloz deverão ser instalados e operados de tal forma que o trabalhador não seja tocado pelo mesmo ou atingido por fragmentos arremetidos. Martelo de queda. Martelos de queda acionados por transmissão deverão ser equipados com dispositivos simples, muito eficazes fixos para a sua sustentação. Fig. 23 Exemplo de um regulamento histórico de prevenção de acidentes (Extrato/Exemplo 2) No capítulo V Disposições para Máquinas de Trabalho já são formuladas metas na disposição de prevenção de acidentes acima, que ainda hoje nos parecem bem conhecidas como fonte de risco e que serão citadas aqui de modo informativo (consulte a figura 23). A proteção de trabalho entre o final do século XIX e hoje A cobertura deste livro iria explodir se agora, com a finalidade da apresentação de uma cobertura histórica detalhada, apresentássemos todas as infinitas etapas ocorridas no desenvolvimento adicional do seguro de acidentes, em especial na primeira metade do século XX. Após a legislação social o assunto continua no ano de 1890 após a demissão de Bismarck sob regência do Imperador Wilhelm II, o qual, apesar de sua política social, não foi muito longe, pois que senão não haveria o seguinte ditado: Quase todas as revoluções tem por consequência o fato das reformas tempestivas terem sido negligenciadas. Cinco semanas mais tarde ele promulgou os seus decretos de fevereiro, através do quais se exige, entre outros, uma legislação de proteção do trabalho mais eficiente, de modo a poder fazer frente aos movimentos trabalhistas de modo eficaz. Um ano mais tarde o papa Leo VIII anuncia em sua circular mundial que seria um crime de tirar o trabalhador do caminho no recebimento de seu merecido salário e que deveria ser interesse do estado elevar as condições da população trabalhadora, de modo que esta não permanecesse na miséria. No mesmo ano (1891) o código industrial é revisado. Neste processo, entre outros, a proteção de jovens, mulheres e mulheres no pós-parto é reelaborada, do mesmo modo a proibição do trabalho aos domingos e o trabalho infantil, bem como a proteção de saúde e a prevenção de acidentes. Além disto, os fiscais do trabalho obtêm maiores poderes, entre outros da força policial. Esta revisão é considerada a primeira grande incisão no poder de controle dos empregadores. A lei de prevenção de acidentes obtém uma nova versão no ano de Em 1911 tem origem o regulamento de seguro do Reich com ampliação da proteção do trabalho ao trabalho doméstico. Aqui também se acha incorporado o homem de confiança (a partir de 1963 o responsável pela segurança), o qual deverá ser o primeiro interlo Divagação através da história da proteção do trabalho na Alemanha

186 cutor a nível operacional para questões de segurança do trabalho. Em 1917 as grandes associações de empregadores acordam, entre outros, com os sindicados o dia de 8 horas a partir de 1918, bem como acordos coletivos descentralizados ao nível da unificação de profissões através das condições de trabalho. Sob Friedrich Ebert é introduzido pela primeira vez em 1919 um direito de co-determinação na constituição do Reich, a qual prevê sob o artigo 165, entre outros, a participação com direitos iguais dos trabalhadores e funcionários nas condições de trabalho. A obrigação à manutenção da saúde e da capacidade de trabalho se acha ancorada no artigo 161. No mesmo ano é inaugurada a Organização Internacional do Trabalho (OIT) da Liga das Nações para estimular as condições de trabalho, a proteção do trabalho e outros fatores determinantes a nível mundial. O primeiro regulamento de doenças ocupacionais abrangendo onze doenças ocupacionais entra em vigor em Agora não apenas o súbito acidente deverá ser indenizado, mas também as doenças definidas como relacionadas ao trabalho. Deste modo o estado conseguiu se desonerar após longos conflitos à custa das correspondentes entidades de classe. Contudo, isto também deveria estimular as empresas a tomar providências próprias de modo a manter baixas as suas contribuições. Adicionalmente o caminho de trabalho será integrado ao seguro de acidentes como risco segurado. No ano de 1928 uma lei de segurança do trabalho não passa na assembléia legislativa. Em 1936/37 (no terceiro Reich ) um de cada três alunos trabalha novamente, jovens podem trabalhar até 10 horas por dia e o trabalho noturno também é novamente permitido a eles. O dia de 8 horas é aumentado para 10. As condições de trabalho, também em relação ao serviço estatal para jovens, deterioram e o número de acidentes cresce aqui desde 1945 em 30 % (mortais), respectivamente 46 %. Não faremos mais comentários a respeito dos efeitos inglórios desta época com relação ao nosso tema. Contudo, para se chegar a outro marco miliário substancial, que foi de decisiva importância ao tema Segurança no Trabalho na Alemanha, teremos de pular algumas décadas. A lei de proteção de máquinas a partir de 1968 Este outro marco miliário importante, o qual iria reforçar mais uma vez os esforços das entidades de classe em relação à prevenção de acidentes, é a assim denominada lei de proteção de máquinas que foi promulgada no final dos anos sessenta (precisamente: a lei sobre os meios de trabalhos técnicos GSG de 24 de junho de 1968). Com a GSG o legislador obrigou pela primeira vez especificamente os fabricantes e importadores de só importar máquinas (bem como utensílios domésticos e brinquedos) que correspondessem a determinados regulamentos de segurança. Determinou-se para as máquinas que estas disposições especiais de segurança seriam as disposições de prevenção de acidentes das entidades de classe. Deste modo, as disposições de prevenção de acidentes adquiriram uma qualidade totalmente nova através da GSG. Se até aquele momento, a observação das disposições de prevenção de acidentes era um comprometimento do vendedor, respectivamente do empresário, embora não sob a base legal do direito do seguro social, mas sob a base do direito geral civil, respectivamente lei das obrigações, se tratava agora de comprometimento adicional do fabricante. O fato de terem sido utilizadas na GSG as disposições de prevenção de acidentes para a determinação das disposições gerais de segurança de produtos (neste caso máquinas ), pode ser em geral entendido como sendo o reconhecimento específico da atuação até então exercida pelas entidades de classe. Para a composição de futuras disposições de prevenção de acidentes, esta alteração da condição legal teve pelo menos como consequência que futuramente existia uma rubrica denominada Determinações pertinentes à construção e equipamento. Outro significado adicional substancial pertinente à segurança do trabalho é adicionalmente 4 Divagação através da história da proteção do trabalho na Alemanha 191

187 imputado à GSG, uma vez que foi criada a base, especialmente também a base econômica, de colocar dinheiro na mão para a construção e o desenvolvimento de novos componentes e sistemas de segurança, bem como para a aptidão técnica de segurança de instrumentos e sistemas existentes. Apenas a perspectiva do retorno do investimento já garantia que pudéssemos contar, através da técnica de segurança exigida legalmente, com a utilização em séria padronizada de tais soluções. O final de nossa história: A Diretriz de Máquinas CE Uma cesura a qual reverteu novamente muito do que relatamos anteriormente ou, expressando de modo neutro, dispôs o relatado em uma nova base, foi a Diretriz de Máquinas CE (MRL) que entrou em vigor em 1 de janeiro de O objetivo da diretriz era promover a livre circulação de máquinas e componentes de segurança dentro da UE na Europa, tomando-se por base regras de jogo similares, sem restrições comerciais de estados individuais, para o que também foram enumeradas diferentes disposições de segurança. A consequência disto foi que através da entrada em vigor da MRL as entidades de classe perderam a competência, no âmbito das disposições de prevenção de acidentes, de ainda tratar do tema Construção e Equipamento de Máquinas. Subsequentemente, todas as disposições de prevenção de acidentes tiveram que ser reformuladas, uma vez que somente poderiam conter as obrigações do vendedor. As invés disto era válida a MRL-Anexo 1, isto significa que as assim denominadas Exigências básicas de segurança e saúde na concepção e construção de máquinas e componentes de segurança, bem como a Norma Européia harmonizada (Norma CE), a qual interpretava as metas de proteção lá determinadas. Deste modo as entidades de classe foram obrigadas a reconhecer prematuramente, que no futuro a sua colaboração nos respectivos grêmios de normas se acha agora restrita ao essencial estilo do jogo ao continuar a configurar ativamente a proteção no trabalho, respectiva-mente a segurança de máquinas. Diretriz do Parlamento Europeu e do Conselho para a harmonização das disposições legais e administrativas dos estados membros pertinentes às máquinas Divagação através da história da proteção do trabalho na Alemanha

188 Capítulo 5: NR-12 Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos 193

189 194

190 NR-12 Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos Conceito No Brasil, o sistema que regula a fiscalização, a aplicação de segurança e a gestão de segurança no trabalho em máquinas e equipamentos, é feito através de normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego. A Norma que trata desse assunto é a NR 12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, ela define referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos, e ainda à sua fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer título, em todas as atividades econômicas. As disposições desta Norma referem-se a máquinas e equipamentos novos e usados. Os usuários devem adotar medidas de proteção para o trabalho em máquinas e equipamentos, capazes de garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores. Os sistemas de segurança devem ser selecionados e instalados de modo a atender aos seguintes requisitos: a) ter categoria de segurança conforme prévia análise de riscos prevista nas normas técnicas oficiais vigentes; b) estar sob a responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado; c) possuir conformidade técnica com o sistema de comando a que são integrados; Quando a máquina não possuir a documentação técnica exigida, o seu proprietário deve constituí-la, sob a responsabilidade de profissional legalmente habilitado e com respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura ART/CREA. Devem ser elaborados procedimentos de trabalho e segurança específicos, padronizados, com descrição detalhada de cada tarefa, passo a passo, a partir da análise de risco. Os procedimentos de trabalho e segurança não podem ser as únicas medidas de proteção adotadas para se prevenir acidentes, sendo considerados complementos e não substitutos das medidas de proteção coletivas necessárias para a garantia da segurança e saúde dos trabalhadores. A operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em máquinas e equipamentos devem ser realizadas por trabalhadores habilitados, qualificados, capacitados ou autorizados para este fim Os trabalhadores envolvidos na operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em máquinas e equipamentos devem receber capacitação providenciada pelo empregador e compatível com suas funções, que aborde os riscos a que estão expostos e as medidas de proteção existentes e necessárias. O usuário de máquinas e equipamentos deve manter inventário atualizado das máquinas e equipamentos com identificação por tipo, capacidade, sistemas de segurança e localização em planta baixa, elaborado por profissional qualificado ou legalmente habilitado. As informações do inventário devem subsidiar as ações de gestão para aplicação de segurança nas máquinas e equipamentos. Princípios gerais Esta Norma Regulamentadora e seus anexos definem referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos de todos os tipos, e ainda à sua fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer título, em todas as atividades econômicas, sem prejuízo da observância do disposto nas demais Normas Regulamentadoras NR aprovadas pela Portaria nº 3.214, de 8 de junho de 1978, nas normas técnicas oficiais e, na ausência ou omissão destas, nas normas internacionais aplicáveis. Entende-se como fase de utilização a construção, transporte, montagem, instalação, ajuste, operação, limpeza, manutenção, inspeção, de- 5 Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos 195

191 sativação e desmonte da máquina ou equipamento. As disposições desta Norma referem-se a máquinas e equipamentos novos e usados. O empregador deve adotar medidas de proteção para o trabalho em máquinas e equipamentos, capazes de garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores. São consideradas medidas de proteção, a ser adotadas nessa ordem de prioridade: a) medidas de proteção coletiva b) medidas administrativas ou de organização do trabalho c) medidas de proteção individual. A concepção de máquinas deve atender ao princípio da falha segura. Instalações e dispositivos eléctricos As instalações elétricas das máquinas e equipamentos devem ser projetadas e mantidas de modo a prevenir, por meios seguros, os perigos de choque elétrico, incêndio, explosão e outros tipos de acidentes, conforme previsto na NR 10. Os quadros de energia das máquinas e equipamentos devem atender aos seguintes requisitos mínimos de segurança: a) possuir porta de acesso, mantida permanentemente fechada; b) possuir sinalização quanto ao perigo de choque elétrico e restrição de acesso por pessoas não autorizadas; c) ser mantidos em bom estado de conservação, limpos e livres de objetos e ferramentas; d) possuir proteção e identificação dos circuitos. e) atender ao grau de proteção adequado em função do ambiente de uso. (IP) As instalações elétricas das máquinas e equipamentos que utilizem energia elétrica fornecida por fonte externa devem possuir dispositivo protetor contra sobrecorrente, dimensionado conforme a demanda de consumo do circuito. As máquinas e equipamentos devem possuir dispositivo protetor contra sobretensão quando a elevação da tensão puder ocasionar risco de acidentes. Quando a alimentação elétrica da máquina possibilitar a inversão de fases, que possa provocar acidentes de trabalho, deve haver dispositivo monitorado a detecção de seqüência de fases ou outra medida de proteção de mesma eficácia. São proibidas nas máquinas e equipamentos: a) a utilização de chave geral como dispositivo de partida e parada b) a utilização de chaves tipo faca nos circuitos elétricos c) a existência de partes energizadas expostas de circuitos que utilizam energia elétrica. Dispositivos de partida, acionamento e parada Os dispositivos de partida, acionamento e parada das máquinas devem ser projetados, selecionados e instalados de modo que: a) não se localizem em suas zonas perigosas b) possam ser acionados ou desligados em caso de emergência por outra pessoa que não seja o operador c) não possam ser burlados Os comandos de partida ou acionamento das máquinas devem possuir dispositivos que impeçam seu funcionamento automático ao serem energizadas. Quando forem utilizados dispositivos de acionamento do tipo comando bimanual, visando a manter as mãos do operador fora da zona de perigo, esses devem atender aos seguintes requisitos mínimos do comando, conforme ABNT NBR Os componentes de partida, parada, acionamento e outros controles que compõem a interface de operação das máquinas devem: a) operar em extrabaixa tensão de até 25 V (vinte e cinco volts) em corrente alternada ou de até 60 V (sessenta volts) em corrente contínua; b) possibilitar a instalação e funcionamento do sistema de parada de emergência, conforme itens a e seus subitens, conforme ABNT NBR O circuito elétrico do comando da partida e parada do motor elétrico de máquinas deve possuir, no mínimo, dois contatores com contatos positivamente guiados, ligados em série, monitorados por interface de segurança ou de acor Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos

192 do com os padrões estabelecidos pelas normas técnicas nacionais vigentes e, na falta destas, pelas normas técnicas internacionais, se assim for indicado pela análise de risco, em função da severidade de danos e freqüência ou tempo de exposição ao risco. Sistema de segurança As zonas de perigo das máquinas e equipamentos devem possuir sistemas de segurança, caracterizados por proteções fixas, proteções móveis e dispositivos de segurança interligados, que garantam proteção à saúde e à integridade física dos trabalhadores. de elementos de fixação que só permitam sua remoção ou abertura com o uso de ferramentas específicas, conforme ABNT NBR 272 b) proteção móvel, que pode ser aberta sem o uso de ferramentas, geralmente ligada por elementos mecânicos à estrutura da máquina ou a um elemento fixo próximo, e deve se associar aos dispositivos de intertravamento, conforme ABNT NBR 273. A adoção de sistemas de segurança, em especial nas zonas de operação que apresentem perigo, deve considerar as características técnicas da máquina e do processo de trabalho e as medidas e alternativas técnicas existentes, de modo a atingir o nível necessário de segurança previsto nesta Norma. Os sistemas de segurança devem ser selecionados e instalados de modo a atender aos seguintes requisitos: a) ter categoria de segurança conforme prévia análise de riscos prevista nas normas técnicas oficiais vigentes b) estar sob a responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado c) possuir conformidade técnica com o sistema de comando a que são integrados d) instalação de modo que não possam ser neutralizados ou burlados e) manterem-se sob vigilância automática, ou seja, monitoramento, de acordo com a categoria de segurança requerida f) paralisação dos movimentos perigosos e demais riscos quando ocorrerem falhas ou situações anormais de trabalho. Os sistemas de segurança, de acordo com a categoria de segurança requerida, devem exigir rearme, ou reset manual, após a correção da falha ou situação anormal de trabalho que provocou a paralisação da máquina. Para fins de aplicação desta Norma, considerase proteção o elemento especificamente utilizado para prover segurança por meio de barreira física, podendo ser: a) proteção fixa, que deve ser mantida em sua posição de maneira permanente ou por meio Fig. 1 Chave de Segurança (Dispositivo de Intertravamento) Fig. 2 Conjunto de proteção fixa e móvel ABNT NBR 272 As máquinas e equipamentos dotados de proteções móveis associadas a dispositivos de intertravamento devem: a) operar somente quando as proteções estiverem fechadas b) paralisar suas funções perigosas quando as proteções forem abertas durante a operação c) garantir que o fechamento das proteções por si só não possa dar inicio às funções perigosas. As transmissões de força e os componentes móveis a elas interligados, acessíveis ou expostos, 5 Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos 197

193 Requisitos gerais para o projeto e construção de proteções fixas e móveis Perigos gerados por partes móveis de transmissões É necessário o acesso >1 TT? Não Proteção fixa Sim A abertura da proteção provoca a eliminação do perigo, antes que o acesso seja possível? Não Proteção móvel intertravada com dispositivo de bloqueio (inércia) Sim Proteção móvel intertravada Fig. 3 Gráfico para determinar a escolha do tipo da proteção fixa ou móvel devem possuir proteções fixas, ou móveis com dispositivos de intertravamento, que impeçam o acesso por todos os lados. Quando utilizadas proteções móveis para o enclausuramento de transmissões de força que possuam inércia, devem ser utilizados dispositivos de intertravamento com bloqueio. falha que provoque a perda da função de segurança, como relés de segurança, controladores configuráveis de segurança e controlador lógico programável CLP de segurança; Durante a utilização de proteções distantes da máquina ou equipamento com possibilidade de alguma pessoa ficar na zona de perigo, devem ser adotadas medidas adicionais de proteção coletiva para impedir a partida da máquina enquanto houver pessoas nessa zona. Consideram-se dispositivos de segurança os componentes que, por si só ou interligados ou associados a proteções, reduzam os riscos de acidentes e de outros agravos à saúde, sendo classificados em: a) comandos elétricos ou interfaces de segurança: dispositivos responsáveis por realizar o monitoramento, que verificam a interligação, posição e funcionamento de outros dispositivos do sistema e impedem a ocorrência de Fig. 4 Interface de Segurança b) dispositivos de intertravamento: chaves de segurança eletromecânicas, com ação e ruptura positiva, magnéticas e eletrônicas codificadas, optoeletrônicas, sensores indutivos de segurança e outros dispositivos de segurança que possuem a finalidade de impedir o funcionamento de elementos da máquina sob condições específicas; Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos

194 c) sensores de segurança: dispositivos detectores de presença mecânicos e não mecânicos, que atuam quando uma pessoa ou parte do seu corpo adentra a zona de perigo de uma máquina ou equipamento, enviando um sinal para interromper ou impedir o início de funções perigosas, como cortinas de luz, detectores de presença optoeletrônicos, laser de múltiplos feixes, barreiras óticas, monitores de área, ou scanners, batentes, tapetes e sensores de posição; d) válvulas e blocos de segurança ou sistemas pneumáticos e hidráulicos de mesma eficácia; e) dispositivos mecânicos, como: dispositivos de retenção, limitadores, separadores, empurradores, inibidores, defletores e retráteis Os componentes relacionados aos sistemas de segurança e comandos de acionamento e parada das máquinas, inclusive de emergência, devem garantir a manutenção do estado seguro da máquina ou equipamento quando ocorrerem flutuações no nível de energia além dos limites considerados no projeto, incluindo o corte e restabelecimento do fornecimento de energia. Em função do risco, poderá ser exigido projeto, diagrama ou representação esquemática dos sistemas de segurança de máquinas, com respectivas especificações técnicas em língua portuguesa. Quando a máquina não possuir a documentação técnica exigida, o seu proprietário deve constituí-la, sob a responsabilidade de profissional legalmente habilitado e com respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura ART/CREA. Dispositivos de parada de emergência As máquinas devem ser equipadas com um ou mais dispositivos de parada de emergência, conforme ABNT NBR Os dispositivos de parada de emergência devem: a) ser selecionados, montados e interconectados de forma a suportar as condições de operação previstas, bem como as influências do meio b) ser usados como medida auxiliar, não podendo ser alternativa a medidas adequadas de proteção ou a sistemas automáticos de segurança d) prevalecer sobre todos os outros comandos e) provocar a parada da operação ou processo perigoso em período de tempo tão reduzido quanto tecnicamente possível, sem provocar riscos suplementares f) ser mantidos sob monitoramento por meio de sistemas de segurança A função parada de emergência não deve a) prejudicar a eficiência de sistemas de segurança ou dispositivos com funções relacionadas com a segurança; b) prejudicar qualquer meio projetado para resgatar pessoas acidentadas c) gerar risco adicional. O acionamento do dispositivo de parada de emergência deve também resultar na retenção do acionador, de tal forma que quando a ação no acionador for descontinuada, este se mantenha retido até que seja desacionado. O desacionamento deve ser possível apenas como resultado de uma ação manual intencionada sobre o acionador, por meio de manobra apropriada. Quando usados acionadores do tipo cabo, deve-se: a) utilizar chaves de parada de emergência que trabalhem tracionadas, de modo a cessarem automaticamente as funções perigosas da máquina em caso de ruptura ou afrouxamento dos cabos Os dispositivos de parada de emergência não devem ser utilizados como dispositivos de partida ou de acionamento. Os dispositivos de parada de emergência devem ser posicionados em locais de fácil acesso e visualização pelos operadores em seus postos de trabalho e por outras pessoas, e mantidos permanentemente desobstruídos. Fig. 5 5 Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos 199

195 A localização dos acionadores de rearme deve permitir uma visualização completa da área protegida pelo cabo. A parada de emergência deve exigir rearme, ou reset manual, a ser realizado somente após a correção do evento que motivou o acionamento da parada de emergência. Transportadores de materiais Os transportadores contínuos acessíveis aos trabalhadores devem dispor, ao longo de sua extensão, de dispositivos de parada de emergência, de modo que possam ser acionados em todas as posições de trabalho. na forma e periodicidade determinada pelo fabricante, conforme as normas técnicas oficiais nacionais vigentes e, na falta destas, as normas técnicas internacionais. As manutenções preventivas e corretivas com potencial de causar acidentes do trabalho devem ser objeto de planejamento e gerenciamento efetuado por profissional legalmente habilitado. As manutenções preventivas e corretivas devem ser registradas em livro próprio, ficha ou sistema informatizado, com os seguintes dados: a) cronograma de manutenção b) intervenções realizadas c) data da realização de cada intervenção d) serviço realizado e) peças reparadas ou substituídas f) condições de segurança do equipamento g) indicação conclusiva quanto às condições de segurança da máquina h) nome do responsável pela execução das intervenções. O registro das manutenções deve ficar disponível aos trabalhadores envolvidos na operação, manutenção e reparos, bem como à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA, ao Serviço de Segurança e Medicina do Trabalho SESMT e à fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego. Sinalização As máquinas e equipamentos, bem como as instalações em que se encontram, devem possuir sinalização de segurança para advertir os trabalhadores e terceiros sobre os riscos a que estão expostos, as instruções de operação e manutenção e outras informações necessárias para garantir a integridade física e a saúde dos trabalhadores. Fig. 6 Chave Parada de Emergência Manutenção, inspeção, preparação, ajustes e preparos As máquinas e equipamentos devem ser submetidos à manutenção preventiva e corretiva, Exceto quando houver previsão em outras Normas Regulamentadoras, devem ser adotadas as seguintes cores para a sinalização de segurança das máquinas e equipamentos: a) amarelo: 1. Proteções fixas e móveis exceto quando os movimentos perigosos estiverem enclausurados na própria carenagem ou estrutura da máquina ou equipamento, ou quando tecnicamente inviável 2. Componentes mecânicos de retenção, Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos

196 dispositivos e outras partes destinadas à segurança; e 3. Gaiolas das escadas, corrimãos e sistemas de guarda-corpo e rodapé. b) azul: 1. Comunicação de paralisação e bloqueio de segurança para manutenção. As máquinas e equipamentos fabricados a partir da vigência desta Norma devem possuir em local visível as informações indeléveis, contendo no mínimo: 1. razão social, CNPJ e endereço do fabricante ou importador; 2. informação sobre tipo, modelo e capacidade; 3. número de série ou identificação, e ano de fabricação; 4. número de registro do fabricante ou importador no CREA; e 5. peso da máquina ou equipamento. Manuais As máquinas e equipamentos devem possuir manual de instruções fornecido pelo fabricante ou importador, com informações relativas à segurança em todas as fases de utilização. Quando inexistente ou extraviado, o manual de máquinas ou equipamentos que apresentem riscos deve ser reconstituído pelo empregador, sob a responsabilidade de profissional legalmente habilitado. Os manuais devem: a) ser escritos na língua portuguesa Brasil, com caracteres de tipo e tamanho que possibilitem a melhor legibilidade possível, acompanhado das ilustrações explicativas b) ser objetivos, claros, sem ambigüidades e em linguagem de fácil compreensão; c) ter sinais ou avisos referentes à segurança realçados d) permanecer disponíveis a todos os usuários nos locais de trabalho. Os manuais das máquinas e equipamentos fabricados ou importados a partir da vigência desta Norma devem conter, no mínimo, as seguintes informações: a) razão social, CNPJ e endereço do fabricante ou importador b) tipo, modelo e capacidade c) número de série ou número de identificação e ano de fabricação d) normas observadas para o projeto e construção da máquina ou equipamento e) descrição detalhada da máquina ou equipamento e seus acessórios f) diagramas, inclusive circuitos elétricos, em especial a representação esquemática das funções de segurança g) definição da utilização prevista para a máquina ou equipamento h) riscos a que estão expostos os usuários, com as respectivas avaliações quantitativas de emissões geradas pela máquina ou equipamento em sua capacidade máxima de utilização i) definição das medidas de segurança existentes e daquelas a serem adotadas pelos usuários j) especificações e limitações técnicas para a sua utilização com segurança k) riscos que podem resultar de adulteração ou supressão de proteções e dispositivos de segurança l) riscos que podem resultar de utilizações diferentes daquelas previstas no projeto m) procedimentos para utilização da máquina ou equipamento com segurança n) procedimentos e periodicidade para inspeções e manutenção o) procedimentos a serem adotados em situações de emergência p) indicação da vida útil da máquina ou equipamento e dos componentes relacionados com a segurança. Procedimentos de trabalho e segurança Devem ser elaborados procedimentos de trabalho e segurança específicos, padronizados, com descrição detalhada de cada tarefa, passo a passo, a partir da análise de risco. Os procedimentos de trabalho e segurança não podem ser as únicas medidas de proteção adotadas para se prevenir acidentes, sendo considerados complementos e não substitutos das medidas de proteção coletivas necessárias para a garantia da segurança e saúde dos trabalhadores. Ao inicio de cada turno de trabalho ou após nova preparação da máquina ou equipamento, o operador deve efetuar inspeção rotineira das condições de operacionalidade e segurança e, se constatadas anormalidades que afetem a segurança, as atividades devem ser interrompidas, com a comunicação ao superior hierárquico. 5 Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos 201

197 Os serviços em máquinas e equipamentos que envolvam risco de acidentes de trabalho devem ser planejados e realizados em conformidade com os procedimentos de trabalho e segurança, sob supervisão e anuência expressa de profissional habilitado ou qualificado, desde que autorizados. Os serviços em máquinas e equipamentos que envolvam risco de acidentes de trabalho devem ser precedidos de ordens de serviço OS específicas, contendo, no mínimo: a) a descrição do serviço b) a data e o local de realização c) o nome e a função dos trabalhadores d) os responsáveis pelo serviço e pela emissão da OS, de acordo com os procedimentos de trabalho e segurança. Projeto, fabricação, importação, venda, locação, leilão, cessão a qualquer título, exposição e utilização O projeto deve levar em conta a segurança intrínseca da máquina ou equipamento durante as fases de construção, transporte, montagem, instalação, ajuste, operação, limpeza, manutenção, inspeção, desativação, desmonte e sucateamento por meio das referências técnicas indicadas nesta Norma, a serem observadas para garantir a saúde e a integridade física dos trabalhadores. O projeto da máquina ou equipamento não deve permitir erros na montagem ou remontagem de determinadas peças ou elementos que possam gerar riscos durante seu funcionamento, especialmente quanto ao sentido de rotação ou deslocamento Capacitação A operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em máquinas e equipamentos devem ser realizadas por trabalhadores habilitados, qualificados, capacitados ou autorizados para este fim. Os trabalhadores envolvidos na operação, manutenção, inspeção e demais intervenções em máquinas e equipamentos devem receber capacitação providenciada pelo empregador e compatível com suas funções, que aborde os riscos a que estão expostos e as medidas de proteção existentes e necessárias, nos termos desta Norma, para a prevenção de acidentes e doenças. A capacitação deve: a) ocorrer antes que o trabalhador assuma a sua função; b) ser realizada pelo empregador, sem ônus para o trabalhador; c) ter carga horária mínima que garanta aos trabalhadores executarem suas atividades com segurança, sendo distribuída em no máximo oito horas diárias e realizada durante o horário normal de trabalho; d) ter conteúdo programático conforme o estabelecido no Anexo II desta Norma e) ser ministrada por trabalhadores ou profissionais qualificados para este fim, com supervisão de profissional legalmente habilitado que se responsabilizará pela adequação do conteúdo, forma, carga horária, qualificação dos instrutores e avaliação dos capacitados. Considera-se trabalhador ou profissional qualificado aquele que comprovar conclusão de curso específico na área de atuação, reconhecido pelo sistema oficial de ensino, compatível com o curso a ser ministrado. Considera-se profissional legalmente habilitado para a supervisão da capacitação aquele que comprovar conclusão de curso específico na área de atuação, compatível com o curso a ser ministrado, com registro no competente conselho de classe. A capacitação só terá validade para o empregador que a realizou e nas condições estabelecidas pelo profissional legalmente habilitado responsável pela supervisão da capacitação. Deve ser realizada capacitação para reciclagem do trabalhador sempre que ocorrerem modificações significativas nas instalações e na operação de máquinas ou troca de métodos, processos e organização do trabalho. A função do trabalhador que opera e realiza intervenções em máquinas deve ser anotada no registro de empregado, consignado em livro, ficha ou sistema eletrônico e em sua Carteira de Trabalho e Previdência Social CTPS. O curso de capacitação deve ser específico para o tipo máquina em que o operador irá exercer suas funções e atender ao seguinte conteúdo programático: Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos

198 a) histórico da regulamentação de segurança sobre a máquina especificada b) descrição e funcionamento c) riscos na operação d) principais áreas de perigo e) medidas e dispositivos de segurança para evitar acidentes f) proteções portas, e distâncias de segurança g) exigências mínimas de segurança previstas nesta Norma e na NR 10 h) medidas de segurança para injetoras elétricas e hidráulicas de comando manual; e i) demonstração prática dos perigos e dispositivos de segurança. O instrutor do curso de capacitação para operadores de injetora deve, no mínimo, possuir: a) formação técnica em nível médio b) conhecimento técnico de máquinas utilizadas na transformação de material plástico c) conhecimento da normatização técnica de segurança d) capacitação específica de formação Disposições finais O empregador deve manter inventário atualizado das máquinas e equipamentos com identificação por tipo, capacidade, sistemas de segurança e localização em planta baixa, elaborado por profissional qualificado ou legalmente habilitado Anexo VIII Prensas e similares Prensas são máquinas utilizadas na conformação e corte de materiais diversos, nas quais o movimento do martelo punção, é proveniente de um sistema hidráulico ou pneumático cilindro hidráulico ou pneumático, ou de um sistema mecânico, em que o movimento rotativo se transforma em linear por meio de sistemas de bielas, manivelas, conjunto de alavancas ou fusos. As prensas são divididas em: a) mecânicas excêntricas de engate por chaveta ou acoplamento equivalente b) mecânicas excêntricas com freio ou embreagem c) de fricção com acionamento por fuso d) servoacionadas e) hidráulicas f) pneumáticas g) hidropneumáticas Sistemas de segurança nas zonas de prensagem ou trabalho a) enclausuramento da zona de prensagem, com frestas ou passagens que não permitem o ingresso dos dedos e mãos nas zonas de perigo, conforme item A, do Anexo I, desta Norma (Distancia de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo quando utilizada barreira física Distancias de segurança para impedir o acesso a zonas de perigo pelos membros superiores), e podem ser constituído de proteções fixas ou proteções móveis dotadas de intertravamento b) ferramenta fechada, que significa o enclausuramento do par de ferramentas, com frestas ou passagens que não permitem o ingresso dos dedos e mãos nas zonas de perigo, conforme quadro I, item A, do Anexo I desta Norma c) cortina de luz com redundância e autoteste, monitorada por interface de segurança, adequadamente dimensionada e instalada, conforme item B, do Anexo I, desta Norma (Cálculo das distancias mínimas de segurança para instalação de detectores de presença optoeltrônicos ESPS usando cortina de luz OAPD) e normas técnicas oficiais vigentes, conjugada com comando bimanual, atendidas as disposições dos itens 12.26, 12.27, e desta Norma, conforme ABNT NBR Havendo possibilidade de acesso a zonas de perigo não supervisionadas pelas cortinas, devem existir proteções fixas ou móveis dotadas de intertravamento, conforme itens a e subitens desta Norma, conforme ABNT NBR 272 e 273. O número de comandos bimanuais deve corresponder ao número de operadores na máquina, conforme item e subitens desta Norma. 5 Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos 203

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