QUANTIFICAÇÃO DAS ÁREAS MINERADAS EM SUBSOLO PELA MINERAÇÃO DE CARVÃO NO MUNICÍPIO DE CRICIÚMA SANTA CATARINA

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1 QUANTIFICAÇÃO DAS ÁREAS MINERADAS EM SUBSOLO PELA MINERAÇÃO DE CARVÃO NO MUNICÍPIO DE CRICIÚMA SANTA CATARINA Mirlene Meis Amboni, eng. civil, SATC Márcio Zanuz, eng. de minas, SATC Cleber José Baldoni Gomes, eng. de minas, SIECESC RESUMO A mineração de carvão em Santa Catarina é uma atividade secular. A sua produção sempre esteve relacionada com políticas governamentais de incentivo ao uso de carvão nacional. Em seu período intermediário ( ), a mineração causou grandes impactos ambientais na região, o que motivou uma ação civil pública e uma condenação para recuperação de passivos. O projeto de recuperação ambiental desenvolve o mapeamento sistemático de superfície e subsolo de feições relacionadas à mineração. O planejamento urbano dos municípios da região nunca levou em conta, de forma adequada, a mineração, principalmente em subsolo. O cruzamento de informações relativas aos limites minerados, municipal e do perímetro urbano em Criciúma/SC apontaram que 31% da área urbana é minerada em subsolo. Se for considerada a área total do município, o percentual cai para 26%. PALAVRAS-CHAVE: carvão mineral; planejamento urbano; mapeamento. ABSTRACT The coal mining in Santa Catarina state has been developed for more than a century. Its production rate has been related with national coal consumption government policies. Within its intermediate period ( ) the coal mining resulted in huge environmental impacts in the whole region. That was the motivation for a lawsuit and a condemnation for an environmental reclamation project. This project has been developing the systematic of both surface and underground features mapping related to the mining. The coal basin cities urban planning has never aimed to an integrated analysis with the mining planning, at least in an appropriate way. The result of an integrated analysis showed that Criciúma has 31% of its urban limit mined in underground. Considering the whole city limit, this percentage decreases to 26%. KEYWORDS: coal; urban planning; mapping.

2 INTRODUÇÃO A mineração de carvão em Santa Catarina é uma atividade secular, com características distintas em cada um dos períodos por que passou. No ano de 1885 iniciou formalmente a atividade carbonífera em Santa Catarina, na região onde atualmente está localizado o município de Lauro Müller. Em seu período inicial, a mineração de carvão caracterizava-se pela baixa produção, fruto de um mercado restrito e operações de lavra e beneficiamento manuais. No período intermediário, a partir de 1945, com a entrada da CSN e início da produção de carvão metalúrgico no lavador de Capivari, no então município de Tubarão (hoje Capivari de Baixo), a atividade ganhou novo ritmo. Impulsionada pelas políticas governamentais que fomentavam o uso do carvão metalúrgico nacional, a produção anual de carvão run of mine (ROM) atingiu, em 1985, seu valor recorde próximo de 20 Mt. Isto foi possível graças ao incentivo governamental para concentração e a mecanização das minas subterrâneas na década de 70, e abertura de grandes minas a céu aberto na década de 60. A partir de 1986 o setor começou a ser paulatinamente desregulamentado pelo governo federal até que, em 1990, a indústria siderúrgica nacional não estava mais obrigada a comprar o carvão nacional. Esta desregulamentação teve efeito direto na produção de carvão, que caiu drasticamente, sendo que as empresas ajustaram suas unidades de beneficiamento para a obtenção direta de carvão energético nas minas para ser utilizado como combustível na termeletricidade e como energético nas indústrias. Esta situação permaneceu até que em 1997, com a inauguração da etapa IV do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, se restabeleceu um equilíbrio entre produção e consumo. A Tabela 1 apresenta algumas características relativas à mineração de carvão em cada um dos seus períodos históricos. Período Inicial ( ) Intermediário ( ) Atual (1990 ) Tabela 1 Características da mineração de carvão em cada um dos seus períodos históricos Número Produção Empregos Método de lavra de Beneficiamento (ROM/ano) diretos minas Subsolo: câmaras e pilares, operação manual Subsolo: câmaras e pilares e longwall (mecanizada) Céu aberto: tiras Subsolo: câmaras e pilares (mecanizada, minerador contínuo) 120 (1942) 70 (1985) 13 (2010) 2 Mt Algumas centenas (estimativa) 20 Mt 13 mil 8 Mt 4,2 mil Escolha manual, retorno do rejeito ao subsolo Homogeneização junto às minas e beneficiamento no LAVACAP Jigagem e flotação, unidades junto ou próximo às minas Utilização Carvão energético para iluminação pública no RJ Carvão metalúrgico, com subproduto energético Carvão energético, Complexo Jorge Lacerda Durante o seu início, a mineração de carvão em Santa Catarina desenvolve-se em três camadas: Barro Branco, Bonito e Irapuá. A camada Barro Branco configurou-se, durante muito tempo, como a principal camada minerável. A camada Bonito tem sido cada vez mais

3 explorada, principalmente em função de seu potencial. Estratigraficamente, a camada Bonito ocorre abaixo da camada Barro Branco. A camada Irapuá tem uma ocorrência mais errática. Os impactos ambientais advindos da atividade carbonífera também tiveram características e intensidades distintas em cada um dos períodos da mineração de carvão. Em particular, no período intermediário os impactos ambientais se amplificaram substancialmente com aumento da produção de carvão e rejeitos, sendo a principal consequência a geração de drenagem ácida a partir da lixiviação das piritas presentes no carvão, nos rejeitos e nas rochas de cobertura. No ano 2000 foi prolatada a sentença que condenou os réus, solidariamente, a apresentarem projetos de recuperação ambiental da região que compõe a bacia carbonífera do sul do estado de Santa Catarina (Figura 1), fruto de uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal em Nesta sentença, foram condenados o estado de Santa Catarina, a União Federal e as empresas de exploração de carvão mineral na região, inclusive seus diretores (Brasil, 2009). Em 2002 a sentença foi reformada, tendo sido retirado o estado de Santa Catarina do polo passivo. Figura 1 Localização da bacia carbonífera catarinense Em cumprimento à sentença foi elaborado um projeto conceitual para recuperação ambiental da bacia carbonífera sul catarinense pelo Centro de Tecnologia Mineral (CETEM/MCT), contando para tanto com a assessoria técnica do Canada Centre for Mineral and Energy Tecnology (CANMET), em atendimento ao termo de referência elaborado pelo Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (SIECESC). Com o objetivo de apoiar a execução do projeto conceitual do CETEM e dotar o setor de uma estrutura para o gerenciamento e coordenação da execução das diversas etapas previstas neste projeto, foi criado, em 2000, no SIECESC o Núcleo de Meio Ambiente. Mais tarde, em 2008, este núcleo migrou para a Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina (SATC), dando início ao Centro Tecnológico de Carvão Limpo (CTCL).

4 Seguindo uma das linhas temáticas deste programa, foram desenvolvidos diversos projetos de mapeamento em escala regional relativos à atividade de mineração. Além das feições em superfície, foi agrupado em um único mapa todo o perímetro de áreas mineradas em subsolo relativas à extração de carvão (GOMES et al, 2008). Para a elaboração desta base cartográfica, foram digitalizadas as plantas de subsolo das minas antigas obtidas junto ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), às empresas carboníferas e também oriundas de outras fontes. Além das plantas impressas, também foram introduzidas os mapas em meio digital disponíveis. Anualmente, este mapa é atualizado, tomando por base as plantas de planejamento de lavra entregues ao DNPM para o relatório anual de lavra (RAL). JUSTIFICATIVAS Apesar de secular, a mineração de carvão, principalmente subterrânea, nunca foi adequadamente integrada pelos municípios aos seus planos de desenvolvimento urbano. De fato, nem mesmo a expansão urbana vinha sendo tratada, na região, de forma planejada. Na região carbonífera de Santa Catarina, Criciúma figura como cidade polo. Possui uma área de km² e uma população de mil habitantes (IBGE, 2009). A Figura 2 mostra os municípios da região carbonífera, com destaque para Criciúma e para as minas de carvão em atividade. Figura 2 Localização das minas em atividade no estado de Santa Catarina A partir de 2006, com o início das discussões para a elaboração do novo plano diretor do município de Criciúma, a questão da mineração de carvão passou a ser integrada no

5 planejamento urbano. Em especial, a questão das áreas mineradas ou mineráveis em subsolo ganharam instrumentos capazes de pautar o zoneamento urbano do município. Atualmente, a proposta de plano diretor elaborada pelo núcleo gestor e delegados comunitários está em discussão na câmara de vereadores. Nos debates dentro do núcleo gestor do plano diretor de Criciúma ficou clara a preocupação do setor da construção civil com relação à definição dos índices construtivos. Havia ainda uma crendice no município de que todo o subsolo, ou boa parte dele, estava minerado, constituindo-se isso, de certa forma, em um empecilho para a construção de novos prédios. Para que essa e outras questões pudessem ser adequadamente avaliadas pelos técnicos da prefeitura e membros do núcleo gestor, o SIECESC forneceu o mapa de áreas impactadas e áreas mineradas em subsolo dentro do limite do município de Criciúma. O cruzamento de informações relativas ao limite do município, seu perímetro urbano e o limite das áreas mineradas em subsolo precisava ser feito para que se evitassem especulações sobre restrições à construção civil no município. METODOLOGIA E RESULTADOS A base cartográfica relativa às áreas mineradas em subsolo foi construída a partir de mapas obtidos junto ao DNPM, empresas carboníferas e outras fontes (engenheiros, geólogos e empresas de consultoria). Os mapas impressos foram escanerizados e georreferenciados. O limite minerado em subsolo foi então digitalizado em base CAD. Além dos mapas impressos também foram adicionados mapas já em formato digital de minas mais recentes. A base passou a ser atualizada anualmente através da inserção dos mapeamentos de avanço da minas em subsolo executados por ocasião do RAL. À medida que o programa de recuperação avançava a quantidade de informações atinentes a mineração de carvão e meio ambiente aumentava significativamente. Diante disto, ficou claro que todos os projetos precisavam ser estruturados em um sistema de informações geográficas (SIG). Sendo assim, todo o banco de dados ambiental migrou para um SIG gerenciado pelo software ArcGIS TM. Com a compilação dessas informações obteve-se um mapa integrado das minas em subsolo na região carbonífera de Santa Catarina. Esse mapa foi utilizado como base para elaboração de vários outros mapas que, por sua vez, embasam a elaboração de projetos de recuperação das áreas degradadas pela mineração de carvão na região, além de outras ações. Tendo em vista que, num primeiro momento, o foco da análise foi o município de Criciúma, dentro dos limites deste, foi feita a integração das áreas mineradas em todas as camadas de carvão. Isto significa dizer que os limites minerados sobrepostos e/ou pertencentes a diferentes camadas foram integrados em um só limite. A Figura 3 exemplifica o procedimento de integração das áreas mineradas de todas as camadas de carvão em um só limite.

6 Figura 3 Elaboração do limite integrado de áreas mineradas em subsolo em Criciúma Para a totalização das áreas mineradas em subsolo foi feito um cruzamento entre os seguintes níveis de informações: i. Limite integrado da área minerada em subsolo e limite da área urbana de Criciúma e; ii. Limite integrado da área minerada em subsolo e limite do município de Criciúma. Uma vez procedidos os cruzamentos, foi feita a totalização das áreas mineradas em subsolo, conforme mostra a Figura 4 e a Tabela 2. Figura 4 Mapa de áreas mineradas em subsolo no município de Criciúma

7 Tabela 2 Quantificações dos cruzamentos de áreas mineradas com perímetro urbano e limite municipal PERÍMETRO URBANO DE CRICIÚMA ÁREA (ha) Área total ,69 Área minerada 5.289,93 Percentual de área minerada 31% MUNICÍPIO DE CRICIÚMA ÁREA (ha) Área total ,80 Área minerada 6.025,78 Percentual de área minerada 26% CONCLUSÃO Com base nos resultados, obtiveram-se as seguintes conclusões: O perímetro urbano de Criciúma tem ,69 ha, dos quais 5.289,93 ha (31%) estão minerados em subsolo; Se considerarmos a área total do município, que é de ,80 ha, a área minerada em subsolo corresponde a 6.025,78 ha (26%); A argumentação de que a presença de áreas mineradas em subsolo seria um óbice à construção de prédios no município de Criciúma, em função de sua abrangência, não se confirmou, uma vez que cerca de 2/3 do perímetro urbano não foi minerado; Se for considerado todo o município, 3/4 de sua área total não foi minerada em subsolo. Cabe salientar que, mesmo havendo áreas mineradas em subsolo, com investigação geotécnica e projeto de engenharia adequado, é possível a construção de prédios, ainda que com algumas condicionantes, sobre essas áreas; Existem duas minas de carvão em operação no município de Criciúma que operam em camadas que estão dispostas abaixo de áreas já mineradas na camada Barro Branco: a mina Santa Augusta, que extrai a camada Irapuá, e a Mina Novo Horizonte, que opera na camada Bonito. O avanço dessas minas não deverá expandir significativamente a área minerada em subsolo; Ainda que os demais municípios da região carbonífera de Santa Catarina sejam menores, nestes também se faz necessário a análise relativa à mineração de carvão em subsolo para embasar seus planejamentos de expansão urbana. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL, Justiça Federal do. (2009). Terceiro relatório de monitoramento dos indicadores ambientais , Criciúma, SC: 1a Vara Federal de Criciúma. CETEM, Centro de Tecnologia Mineral. (2001). Projeto de Recuperação Ambiental da Bacia Carbonífera do Sul de Santa Catarina. Rio de Janeiro, RJ.

8 GOMES, C. J. B; CAMPOS, J. J.; NETO, R. R. & ZANUZ, M. (2008). Projeto de recuperação ambiental da bacia carbonífera de Santa Catarina. In: Carvão brasileiro: tecnologia e meio ambiente. Eds. Moreira, P. S.; Soares, M. D. C. S.; Possa, M. V. CETEM / MCT, Rio de Janeiro, RJ. Pp IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Estimativa de população e área da unidade territorial, censo Brasília, DF, Disponível em: < Acessado em 10 maio 2010.

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