O CONDE DE TAROUCA E A DIPLOMACIA NA ÉPOCA MODERNA

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1 A/ ISABEL CLUNY O CONDE DE TAROUCA E A DIPLOMACIA NA ÉPOCA MODERNA Prefácio ARMANDO MARQUES GUEDES Livros I Horizonte

2 ÍNDICE PREFÁCIO 9 INTRODUÇÃO 13 Primeira Parte A CASA ALEGRETE/ /TAROUCA E A DIPLOMACIA DE REPRESENTAÇÃO I. AS ORIGENS DA CASA 23 Os Silva 24 Fernão Telles de Menezes, 1. Conde de Vilar Maior - avô do 4. Conde de Tarouca 28 Manoel Telles da Silva, 2. conde de Vilar Maior, 1. marquês de Alegrete 30 A nomeação de Manoel Telles da Silva - Conde de Villar Maior - Embaixador Extraordinário 33 II. AS NOMEAÇÕES PARA AS CORTES ESTRANGEIRAS ENTRE Portugal e a Paz de Vestefália 38 Das embaixadas itinerantes às embaixadas permanentes. As embaixadas solenes 42 As nomeações para as cortes europeias : 45 A segunda fase de nomeações para as cortes da Europa ( ) 56 A diplomacia portuguesa e o Império. A aproximação aos Habsburgo 64 A diplomacia portuguesa em Espanha 66 Para uma caracterização global da diplomacia portuguesa na segunda metade do século XVII 67 III. AS REPRESENTAÇÕES DIPLOMÁTICAS COMO MEIO DE ACRESCENTAMENTO 73 O 1. marquês de Alegrete 73 Fernão Telles da Silva, 2 marquês de Alegrete, 3. conde de Vilar Maior 77 IV. JOÃO GOMES DA SILVA, FILHO SECUNDOGÉNITO DOI. MARQUÊS DE ALEGRETE 80 O nascimento 80 A educação de João Gomes da Silva 81 O Palácio da Mouraria 82 0 Palácio "imaginado" à Cotovia 83 Aprimeira viagem de João Gomes da Silva 86 0 casamento na Casa Tarouca 88 A atribuição do título de conde de Tarouca a João Gomes da Silva 89 A habilitação ao Hábito da Ordem de Cristo 92 A habilitação a familiar do Santo Ofício 92 V. A PARTICIPAÇÃO PORTUGUESA NA GUERRA DE SUCESSÃO DA ESPANHA 95 A primeira nomeação do conde de Tarouca: Governador do Baluarte da porta de Alcântara, As Alianças possíveis: a difícil posição de uma pequena potência 96 As clivagens internas e as opções externas 98 D. Pedro II: a força de uma decisão 100

3 Isabel Cluny A posição do duque de Cadaval 101 Os negociadores dos tratados de As sensibilidades na corte e no país 107 O triunfo do embaixador inglês na corte de Portugal 109 VI. O TRATADO DE METHUEN E A DIPLOMACIA PARALELA lio D. Luís da Cunha e o Tratado de Methuen 110 As Memórias de João Frederico Torlados Pereira de Azambuja 111 A visão historiográfica sobre a diplomacia paralela 112 As relações da casa Alegrete com Methuen 114 VII. O PERCURSO DE JOÃO GOMES DA SILVA - 4. CONDE DE TAROUCA 116 A vida militar 116 A nomeação de João Gomes da Silva para deputado da Junta dos Três Estados 124 VIII. A DIPLOMACIA PORTUGUESA NA EUROPA DURANTE A GUERRA DA SUCESSÃO DE ESPANHA E NOS.VNOS SUBSEQUENTES 128 As nomeações para a corte de Madrid, As nomeações para a corte de Paris, As nomeações para a Holanda, As nomeações para Inglaterra, As nomeações para Viena, A política diplomática com a Santa Sé, IX. TARCUCA SEM CAMCTER EM LONDRES 140 As dificuldades da nomeação para Londres: as diferentes Instruções Um ano fatídico A primeira missão em Londres: Uma viagem acidentada 152 Dificuldades durante a Guerra da Sucessão de Espanha 153 O assunto das conversações em Londres 158 O olhar de Tarouca sobre a corte de Londres 161 A dificuldade em explicar a prática diplomática em Londres 164 X. A CONSTITUIÇÃO DAS REDES DE PODER E A PERDA DE INFLUÊNCIA DO CONDE DE TAROUCA NA CORTE DE LISBOA 169 A Família do embaixador 169 As relações de Tarouca com D. Nuno da Cunha Ataíde 172 As preocupações materiais 175 XI. A CORRESPONDÊNCIA PARTICULAR 179 A remuneração dos serviços e a comparação com o conde de Assumar 180 O conteúdo da correspondência privada 182 Os sentimentos familiares 184 Segunda Parte A DIPLOMACIA MODERNA I. A DIPLOMACIA MODERNA 207 A figura do conde de Tarouca, as correntes historiográficas e a leitura do período Joanino A partida para a Holanda 210 A recepção na Haia 211 Tarouca e a diplomacia de representação 213 A estadia do embaixador e da família em Haia 215 A acção do conde de Tarouca durante o primeiro ano de negociações dos Preliminares da Paz 218

4 O Conde de Tarouca II. AS ALTERAÇÕES POLÍTICAS NA EUROPA EM 1711 E AS REPERCUSSÕES NA ACÇÃO DIPLOMÁTICA PORTUGUESA 227 Notícias da corte de Lisboa 227 A viragem na política internacional: a morte do imperador José Os meios de pressão em diplomacia 230 Dois modelos de diplomacia: O conde de Tarouca e D. Luís da Cunha 235 A diplomacia aliada face aos Preliminares da Paz negociados pelos ingleses 238 III. 0 CONGRESSO 240 Utreque O conde de Tarouca de partida da Haia 241 O príncipe Eugênio e o círculo pessoal de contactos 242 A abertura do Congresso: os três primeiros meses 246 As entrevistas privadas e a construção de uma rede paralela de diplomacia 263 Apreparação do armistício 272 As festas de Tarouca, a diplomacia de representação e a inovação da prática da diplomacia em Utreque , o ano da paz 286 As encomendas durante o congresso: a outra face da actividade do diplomata 301 O fim das ilusões imperiais: Rastatt, a negociação para a paz geral 305 Novas dificuldades para Tarouca, uma cabala contra a Moiraria? 306 Negociar com os representantes da Casa Bourbon de Espanha 309 A assinatura do tratado de paz entre D. João V e Filipe V, 6 de Fevereiro de IV. O FIM DO CONGRESSO OU UMA NOVA ORDEM INTERNACIONAL 317 Tarouca e o conceito de diplomacia reconhecimento dos serviços e a nomeação para a embaixada em Espanha 324 Em jeito de balanço da participação portuguesa no Congresso 332 Terceira Parte DA DIPLOMACIA DE REPRESENTAÇÃO À DIPLOMACIA DE NEGOCIAÇÃO INTRODUÇÃO 339 Breve quadro político da Europa após Utreque 340 I. O CONDE DE TAROUCA NA HOLANDA ( ) 348 Destinos cruzados: A fuga do Infante D. Manuel e a permanência do conde de Tarouca na Haia 349 II. TAROUCA, UM OLHAR ATENTO ÀS MOVIMENTAÇÕES DIPLOMÁTICAS NA EUROPA 361 Observações sobre a Tríplice Aliança 361 Um outro entendimento sobre as prioridades da política externa de Portugal ou a rivalidade com o marquês de Fontes? 366 III. A REVIRAVOLTA DECISIVA NA VIDA DO CONDE DE TAROUCA ( ) 378 A segunda hospedagem do infante na Holanda e a cominação ao embaixador 378 Uma proposta de solução: a enviatura a Londres 381 Alguns contratempos na família do embaixador 383 As relações do conde de Tarouca com o infante D. Manuel e o regresso à corte de Manoel Telles da Silva 386 IV. A DIPLOMACIA PORTUGUESA E A FORMAÇÃO DA QUÁDRUPLA ALIANÇA 388 As informações para a corte 388 Tarouca defende a participação de Portugal nos assuntos europeus 390 Da exoneração à nomeação para Cambray 394

5 Isabel Cluny V. PORTUGAL E O CONGRESSO DE CAMBRAY 398 AInstruçõo de Tarouca 398 Os preparativos para o Congresso 399 Novas nomeações para as embaixadas portuguesas 401 Dois acontecimentos à margem do Congresso 402 As hesitações do governo Joanino quanto à permanência de Tarouca na Holanda 405 Obstáculos políticos à acessão de Portugal às Conferências de Paz 407 O diferendo com Castela a propósito do Brasil 410 A ruptura dos esponsais de Luís XV e o fim do Congresso de Cambray 412 A posição de Tarouca sobre a proposta dos duplos esponsais entre os Infantes de Portugal e Espanha 414 VI. A SITUAÇÃO INTERNACIONAL EM 1725 E A POLÍTICA EXTERNA PORTUGUESA 416 A nomeação para Viena 416 A Instrução para Viena de Áustria 417 A Instrução de 1725 e a discussão em torno das vantagens da Liga 419 A petição dos serviços prestados 421 A acusação de violação do segredo diplomático 423 VII. A ACTIVIDADE DIPLOMÁTICA EM VIENA ( ) 424 Tarouca sem carácter na corte de Viena 424 Uma proposta de mediação 425 Memórias da política externa das cortes europeias na segunda década do século XVIII A correspondência com o marquês de Abrantes 429 As informações sobre o Congresso de Soissons 434 O caso José Peixoto 435 VIII. OS ÚLTIMOS DEZ ANOS EM VffiNA ( ) 437 Do sistema de equilíbrio à Guerra de Sucessão da Polónia 437 O infante D. Manuel, a sucessão da Polónia e actuação do conde de Tarouca 437 A diplomacia de influência: o capelo para o patriarca 441 A diplomacia de informação: Portugal e a Europa 446 A promoção a Governador de Armas 449 A situação internacional e a resolução das pendências com Espanha 450 A ideia de diplomacia, como resultado de vinte e sete anos de experiência diplomática 451 O significado da morte de Eugênio de Sabóia 456 A nomeação para a corte de Madrid em O caso Francisco Xavier de Oliveira 462 CONCLUSÃO 470 NOTAS 478 FONTES E BIBLIOGRAFIA 510 NOTAS BIOGRÁFICAS 524 ÍNDICE REMISSIVO AGRADECIMENTOS 541

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