Criando uma solicitação para proposta de Segurança Por Anthony L. Gentile (ISS)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Criando uma solicitação para proposta de Segurança Por Anthony L. Gentile (ISS)"

Transcrição

1 Criando uma solicitação para proposta de Segurança Por Anthony L. Gentile (ISS) O que é uma Solicitação de Proposta (RFP)? Como ela pode melhorar o processo de concorrência? Como uma organização de serviços de segurança identifica as informações necessárias para escrever uma RFP eficaz? Uma estrutura baseada em cinco etapas básicas para construir, revisar e publicar uma RFP e, posteriormente, avaliar as propostas para trabalhar com as RFP's em serviços de segurança na indústria de terceirização, é apresentada neste artigo. Papel Branco ISS Outubro 2011

2 Índice analítico Sumário Executivo 3 Introdução 4 Quem gere o processo de RFP 4 O Processo de Solicitação de Proposta - Primeira Estágio: O contratante identifica e documenta a prestação de serviços - Segundo Estágio: O comprador solicita proponentes alternativos - Terceiro Estágio: O comprador revisa, avalia, e seleciona propostas - Quarto Estágio: O concorrente é selecionado - Quinto Estágio: Avaliação do processo Lista A Objetivos, Serviços e Diretrizes 11 Lista B Capacidades, Licenças, Seguros dos Concorrentes 13 Lista C Instruções do Processo de Concorrência aos Proponentes 14 Lista D Esboço do Modelo de RFP 15

3 Sumário Executivo Por varias razões, as organizações consideram fazer uma nova concorrência para os contratos existentes de serviço de segurança, ou decidem substituir os seus próprios serviços de guarda de propriedade com os de um prestador. Embora as razões variem de acordo com a organização, muitas vezes estão enraizadas questões como: baixos níveis de desempenho, alto custo, exposição passiva, falta de flexibilidade, baixa escalabilidade, questões de compliance, etc. No entanto, qualquer que seja o motivo, a administração concluiu que a substituição por um novo prestador de serviço de segurança vai oferecer maior valor para a organização. Posteriormente, a administração orienta tanto o desenvolvimento de uma RFP (Request for Proposal) como a subsequente aplicação de um processo de concorrência para localizar e selecionar um prestador de serviços de segurança apropriado. Este artigo explica brevemente o que é uma RFP, e como ela pode funcionar para melhorar o processo de concorrência; identifica os tipos de informação necessária para escrever uma RFP eficaz e, sugere quatro estágios básicos para construir, revisar e publicar uma RFP e posteriormente avaliar as propostas. Ele também inclui alguns exemplos básicos de itens que normalmente aparecem em uma RFP para os serviços de segurança e também um esboço de RFP.

4 Introdução As organizações que buscam substituir seus serviços de segurança existentes normalmente querem se alinhar com um prestador experiente e bem qualificado, um que irá proporcionar-lhes a prestação do serviço de segurança com melhor gestão econômica e confiável. A principal razão que leva uma organização a preparar uma RFP é melhorar suas chances de adquirir "a organização de melhor serviço" com o melhor preço, ou seja, obtendo o "melhor negócio". Nós acreditamos que uma RFP bem construída possibilita o convite a uma ampla gama de prestadores a ofertar o serviço, dando às organizações melhores oportunidades de encontrar os melhores prestadores e, talvez, outras opções. Além disso, como uma RFP descreve claramente o serviço, a capacidade do fornecedor de antecipar corretamente os custos é otimizada. Isso leva a uma maior precisão no custeio das propostas, e muitas vezes, pode resultar em condições mais favoráveis de contrato para a organização.... A elaboração de uma RFP, a solicitação e avaliação das propostas são importantes e exigem algum tempo extra e muito trabalho para serem assertivas. Bem feitas, no entanto, as RFP's não são tão difíceis de preparar, e posteriormente, as propostas dos fornecedores se tornam mais fáceis para solicitar e avaliar. Ainda, no final, uma RFP pode economizar para a organização tempo e dinheiro, e evitar uma potencial insatisfação com o seu novo fornecedor.... Quem gerencia o processo RFP Obviamente um único indivíduo que tenha o conhecimento da organização e suas necessidades deve ser a principal pessoa para montar o documento RFP, solicitar as propostas e gerir o processo. A pessoa mais propensa a ter conhecimento e habilidades para montar a RFP é o Diretor de Segurança (CSO) da organização ou o gerente dele. Outras pessoas com maior probabilidade de cumprir com sucesso esta tarefa são o Gerente de Facility, Gerente de Operações, Chefe de Recursos Humanos, Gestor de Riscos, ou talvez até mesmo o Controler da organização. À medida que a organização tenha uma expansão, seja em complexidade, dispersão ou tamanho, pode ser vantajoso incluir outras pessoas com conhecimentos específicos em um pequeno e temporário grupo de trabalho...

5 O Processo de Solicitação de Proposta Da forma mais simples, uma RFP é um documento que pede a outros para propor como, e em que termos, eles fariam um tipo específico de trabalho. Em um nível mais detalhado, uma RFP e o processo de concorrência podem ser divididos em quatro etapas: O primeiro estágio é simplesmente um processo passo-a-passo para identificar e documentar os serviços de segurança e as condições em que estes serviços devem ser entregues ao comprador No segundo estágio, o comprador procura diversos prestadores (concorrentes) para atender suas necessidades de segurança e solicita que as propostas sejam feitas com base no documento RFP No terceiro estágio, os concorrentes respondem propondo como eles fariam o trabalho. O comprador, então analisa as propostas, avalia as escolhas, e, finalmente, seleciona a proposta de concorrente para iniciar os serviços No último estágio, o comprador negocia com o concorrente selecionado para realizar os serviços propostos e assina um contrato.... Estágio 1 Contratante Identifica e documenta a prestação de serviços Contrato assinado a. Adquirir informações b. Preparando para escrever uma RFP, 1 c. Preparando para escrever uma RFP, 2 d. Preparando para escrever uma RFP, 3 e. Escrevendo a RFP Estágio 2 Comprador procura prestadores alterantivos a. Publicando o edital Estágio 3 Comprador revisa, analisa e seleciona proposta a. O Processo de concorrência b. Avaliação das ofertas Estágio 4 Prestador é selecionado a. Tomada de decisão Estágio 5 Processo de Avaliação Os cinco estágios de uma RFP Time

6 A fim de tornar uma RFP atrativa e motivar os fornecedores certos para participar, a RFP deve ser bem construída, definir e descrever claramente o trabalho e permitir ao fornecedor a capacidade de antecipar corretamente os custos e possíveis reduções. Isto levará a uma maior precisão na precificação e proporcionará um nível de conforto aos concorrentes. Os concorrentes podem ser ainda mais motivados quando percebem um "valor agregado ao benefício adquirido na manutenção de um cliente. Em alguns casos, ganhar uma concorrência permite-lhes a entrada em um novo segmento de trabalho ou nova área geográfica. Além disso, ter uma associação com uma organização bem conhecida e respeitada aumenta sua reputação e credibilidade. Um novo cliente também apresenta-lhes a oportunidade de alavancar sua presença em outras áreas e funções dentro da organização. Finalmente, se o prestador tem clientes semelhantes no mesmo segmento, pode lhes proporcionar algumas economias de escala e maior flexibilidade em termos de pessoal e supervisão... Primeiro Estágio: Contratante identifica e documenta a prestação de serviços a. Adquirir informações sobre o que é necessário Um fator chave para obter o "melhor negócio" para a organização é definir claramente suas necessidades e as condições em que essas necessidades devem ser satisfeitas, e, em seguida, escrevê-las na RFP. As organizações devem também concordar internamente sobre os critérios de avaliação e os métodos que serão utilizados para comparar, avaliar e classificar as propostas. As etapas para definir como um processo de concorrência deve ser organizado, e a escrita da lista de serviços necessários para a RFP é importante. Elas variam muito em sua profundidade e detalhes de acordo com a sofisticação, o tamanho, a indústria, e os recursos críticos disponíveis dentro da organização. Preparar-se para escrever a RFP e acordar um procedimento de concorrência pode parecer difícil. Seja persistente, ouça bem, as frações de informações e ideias irão surgir de fontes inesperadas. Todas elas precisam ser avaliadas, alinhadas e acordadas para que elas possam se tornar parte dos requisitos da RFP. Esforço extra para coletar informações de variadas áreas internas são vitais para o sucesso final do programa de segurança. Isto porque os serviços de segurança contratados podem ter um impacto altamente negativo no caso de deixar de atuar em áreas que são altamente sensíveis e caras para a organização. Isto também significa que as avaliações de ofertas dos concorrentes devem ser feitas com muito cuidado pois atendem as necessidades da organização contratante... b. Preparando para escrever uma RFP, primeiro passo Esta é a responsabilidade da organização, identificar e definir, por escrito, quais são os objetivos de segurança, quais são as necessidades de serviço, e em que condições essas iniciativas de segurança devem ser entregues. Esta é, talvez, a parte mais crítica da RFP: Ela define e comunica para o fornecedor a natureza dos serviços de segurança que devem ser prestados, e, finalmente, define o seu custo. Por exemplo, veja lista

7 anexa A- Objetivo, Serviços e Orientações. É essencial que a RFP seja a mais clara possível para explicar o que se quer. Além disso, a organização deve definir um conjunto de "orientações para o serviço", que estabelecem as expectativas de interação do fornecedor de segurança com a organização. Por exemplo, abrange temas como aparência, uniformes e equipamentos, treinamento de pessoal, continuidade dos serviços, níveis de supervisão, elaboração de relatórios, horas de operação, e a natureza de suas políticas vigentes sobre o controle de acesso, etc. Embora estes itens informem aos concorrentes os serviços que eles precisam realizar, a organização deve tomar cuidado para não dizer-lhes como devem fazê-lo. É de responsabilidade do fornecedor propor a forma como eles planejam atender as diretrizes, alcançar o objetivo e prestar os serviços solicitados... c. Preparando para escrever uma RFP, segundo passo É importante para a organização compreender as qualificações e capacidades de seus contratados. A aptidão do fornecedor com a gestão e a capacidade da equipe precisa ser claramente examinada, juntamente com os fatos de sua condição operacional, financeira e jurídica, bem como sua história e reputação. Na RFP, os concorrentes devem ser obrigados a responder a perguntas específicas sobre a sua organização, fornecer documentação seletiva para validar suas afirmações, e enviar currículos do pessoal de apoio responsável pelo contrato. Devem ser obrigados a apresentar referências específicas com a indicação, incluindo nomes de contato com endereços e números de telefone. Por exemplo, veja o anexo Lista B - Capacidades, licenças e seguros do contratado... d. Preparando para escrever uma RFP, terceiro passo A RFP precisa comunicar aos prestadores, informações relativas à como funciona o processo de concorrência, ou seja, como e quando as propostas devem ser entregues. A RFP deve fornecer informações básicas sobre a organização, a data prevista para o início do contrato e prazos, local de trabalho, etc., por exemplo, nomes, endereços, números de telefone, endereços de , web sites, etc. das pessoas de contato dentro da organização com a qual os concorrentes podem fazer perguntas a respeito de dúvidas e esclarecimentos sobre a oferta. Além disso, devem ser fornecidas informações quanto aos meios específicos, formato, número de cópias, data de vencimento e observações sobre a estrutura de resposta da oferta. Se existe a possibilidade do concorrente, ou um membro da organização do concorrente estar em uma posição de conflito de interesse, então a necessidade de divulgar essa informação deve ser indicada na RFP para a manifestação por parte do concorrente... Quaisquer restrições sobre o contato com outros membros da organização pelos concorrentes, além dos identificados como pontos de contato, deve ser comunicado no documento. Se uma reunião de esclarecimentos será realizada com os concorrentes, as informações quanto à data, hora e local da reunião deve ser fornecida juntamente com qualquer informação especificando quem está qualificado para participar. Por exemplo, veja a lista C - Instruções do processo de concorrência aos fornecedores...

8 e. Escrevendo a RFP Uma vez que o acordo sobre o que é necessário é obtido, e os dados relevantes são recolhidos, a organização agora está pronta para escrever a RFP. O melhor ponto de partida é analisar RFP's anteriores emitidas pela própria organização. Elas devem ser consideradas como modelo, uma vez que já foram revistas pela organização. As organizações devem considerar a reutilização desses modelos apenas se estes tiveram produzido um contrato de sucesso, e somente se, estes modelos possam ser adaptados para informar com relevância as necessidades atuais. Caso contrário, sugere-se que seja adquirido um modelo padrão de RFP publicada na web ou um texto de referência de negócios e este seja atualizado com as informações atuais da organização. Em todos os casos, a RFP deve ser revisada independentemente da clareza, precisão, e conteúdo. Por exemplo, veja a lista D - Esboço do modelo de RFP. Eventualmente, muitas propostas de fornecedores (que são estruturadas para coincidir com a RFP) se tornam parte do contrato final de serviços, e são efetivamente o próprio contrato. Por isso, é importante que uma revisão jurídica no documento de RFP seja feita antes da distribuição do documento. Isso é verdade porque existem algumas considerações muito importantes e garantias adicionais que devem ser adicionadas à RFP, que podem variar dependendo da indústria, do local e órgãos regulamentadores. Em particular, quando a proposta da empresa é para o setor público, ou é para um agente de serviços de um órgão ligado ao governo, existem orientações muito específicas sobre o destacamento de notificações, prazos, seguros, entre outros requisitos... Segundo Estágio: Comprador solicita concorrentes alternativos a. Publicando a Oferta Conforme o ambiente da organização, indústria, localização, tempo e natureza do negócio da organização, deve-se anunciar a RFP em mídias direcionadas e também fazer contato direto com os fornecedores com quem a organização pode ter pré disposição em fazer negócios, devido a uma excelente reputação, experiência anterior, etc. Quando a RFP indica que uma ou mais reuniões de esclarecimento com os fornecedores vão ser realizadas antes dos prazos de apresentação, é sensato deixar tempo necessário para os fornecedores se familiarizarem com a RFP para que os questionamentos sejam reduzidos aos pontos mais relevantes.

9 Terceiro Estágio: Comprador revisa, avalia e seleciona a proposta a. O Processo da Proposta Finalmente, os concorrentes apresentam suas propostas no momento, data e na forma especificada na RFP. Esta é a oportunidade de propor e explicar como eles vão atender as necessidades da organização, em que condições e qual o custo. Estas propostas devem estar no formato e seguir a estrutura descrita na RFP. Se não, o concorrente deve ser desqualificado, uma vez que não é possível comparar a sua oferta de forma eficaz com as demais. Um registro deve ser mantido dos tempos e datas quando as propostas são recebidas, e as propostas devem ser tratadas como documentos confidenciais e mantidas seguras e trancadas quando não estiverem em uso. As propostas recebidas após o prazo não devem ser aceitas e devem ser devolvidas ainda lacradas ao fornecedor, juntamente com uma nota indicando o motivo de sua rejeição. Uma vez que todas as propostas foram recebidas, elas precisam ser examinadas e avaliadas. Este é um ponto crítico. Se a RFP foi clara e bem escrita, os fornecedores à responderão "maçã com maçã" e, a comparação e avaliação das ofertas dos concorrentes pode ser feita. É muito mais fácil comparar propostas de diferentes prestadores, quando cada uma das propostas a ser comparada cobre igualmente o mesmo tópico ou de forma muito semelhante. b. Avaliação das propostas Um custo apenas, raramente é o único critério de seleção da proposta de um fornecedor, existe a necessidade de explicar o valor apresentado em relação às várias necessidades e outros itens especificados na RFP. O processo de avaliação, portanto, não é tão simples. As avaliações devem, portanto, ser baseadas em um conjunto de critérios, que são classificados e possivelmente ponderados em sua importância para o desempenho global dos serviços e do contrato. As avaliações devem ser feitas por pessoas que estão familiarizadas com o conteúdo e a intenção da RFP, e que têm um forte interesse em assegurar o sucesso do programa de segurança. É útil também envolver pessoas com experiência em segurança, finanças, direito, gestão de recursos humanos e administração de contratos na avaliação. Várias tomadas de decisões técnicas são normalmente utilizadas para avaliar as propostas. Alguns atribuem valores de pontos pré-definidos para cada critério e atribuem um multiplicador a esse valor, a fim de marcar o quão bem o contratante cumpre os requisitos da RFP. Outros usam medidas subjetivas em cada critério ou um conjunto de critérios relacionados. Por exemplo: não, minimamente aceitável, média, acima da média, excepcional. Essas técnicas e outras podem ser facilmente encontradas em uso na maioria das organizações, e, claro, uma busca na internet vai render diversas técnicas e versões diferentes.

10 Como parte do processo de avaliação das propostas, sugere-se que, após a conclusão do primeiro corte de propostas, as referências dos concorrentes remanescentes deveriam ser contatados, as licenças validadas com as autoridades apropriadas, e os dados financeiros e jurídicos verificados com fontes públicas. Esta atividade vai ser usada para reduzir ainda mais o número de potenciais candidatos. Quarto Estágio: O fornecedor é selecionado a. Tomando a Decisão Quando o processo de avaliação está reduzido para as fases finais (short list), cada um dos dois ou três últimos concorrentes em disputa deve ser convidado a fazer uma apresentação de sua proposta. Depois, os principais membros da equipe indicados para lidar com o contrato devem ser entrevistados. Nesse momento, as negociações finais sobre preços e prazos dentro do contrato são normalmente finalizadas, e um contrato é elaborado com a assistência de um advogado competente em contratos empresariais. A seleção final de um concorrente é então feita e o contrato concedido. Quinto Estágio: Avaliação de processo A avaliação de processo é importante, pois será usada para ajudar a organização a criar padrões que suportam uma RFP e avaliar como efetivamente esse processo funcionou. Ele também irá ajudar a avaliar tanto a curto prazo como à longo prazo mudanças nas competências, atitudes e conhecimento do fornecedor de segurança. Como as alterações nas circunstâncias podem exigir ajustes nos requisitos ao longo do caminho para atingir as metas e objetivos, uma equipe pode revisar ou avaliar o processo por seus sucessos ou falhas durante a vigência do contrato. A avaliação de processo pode ser um trampolim para o desenvolvimento de outro material. Por exemplo, pode ajudar a gerar listas e linhas de tempo, que podem ser compartilhados com outros membros da organização, bem como com o fornecedor de segurança. Além disso, um processo de avaliação pode ser simplesmente utilizado para representar que os fundos alocados para uma RFP foram gastos para a finalidade pretendida e que o projeto está sendo executado com sucesso.

11 Lista A - Objetivos, Serviços e Diretrizes Serviços - Fornecer serviços de segurança desarmada e uniformizada (Lista parcial: adicione ou selecione conforme necessário) Controle de acesso - entrada e saída; Patrulhas nas áreas construídas - interiores e exteriores (campus, garagem, etc); Verificação de identificação de visitantes e funcionários do edifício; Relatórios de operação diária e de incidentes; Sistemas de detecção de intrusão de edifícios - monitoramento e retorno para a base; Equipamentos e alarmes para detecção de incêndio; Resposta as necessidades de apoio a outros deveres relacionados com a segurança de vida; Deveres do porteiro na porta de entrada principal; Supervisão das operações de trituração de documentos e arquivos; Veículo de controle na área do estacionamento; Verificações com patrulha de combate a incêndio; Patrulhas móveis nas áreas de escritório, hospital, campus, garagem, estacionamento, ruas e na área do terreno; Especifique o tempo 24h ou conforme indicado por orientação do site Indique as condições de trabalho Dentro das instalações do escritório, escola, faculdade; Dentro e fora de shoppings, centros comerciais etc. Sites perigosos construção, refinaria, siderúrgicas, linhas de produção, estivas, etc.; Terminal de trânsito com alta densidade, aeroporto, metrô, terminal de trem ou ônibus, etc.; Locais de Esportes, etc.; Áreas isoladas, distritos com alta criminalidade, zona rural, zona de guerra; Condições meteorológicas extremas; Indique as condições de trabalho Edifício principal, campus, locais de garagem, laboratório, piscina, edifício de apoio, estacionamento, etc.; Cidade 1, Cidade 2, Escritório no andar x, y, z etc.; Estádio principal, campo de prova, porta do estádio, sala de exposições, bilheteria, área de serviços bancários, berçário, enfermaria, etc.

12 Espeficifique a supervisão necessária Fornecer uma gestão adequada e necessária, e supervisão para todos os empregados da prestadora e (c) ser o único responsável por definir e aplicar ações disciplinares aos funcionários que não estão em conformidade com as normas e regulamentos do contratante, bem como qualquer outra política estabelecida pelas partes. Desenvolver e fornecer um conjunto abrangente de comunicados documentando tanto responsabilidades e procedimentos gerais como especificas do local. Eles devem ser preparados antes do início do contrato e devem ser analisados e aprovados dentro de X dias. Todos os agentes de segurança devem ler e compreender esses comunicados e devem ser aplicados testes sobre eles.

13 Lista B - Capacidades, Licenças e Seguros das Concorrentes Exemplo de lista de qualificações que devem ser tratada pelos concorrentes em sua proposta e que devem ser avaliadas durante o processo de seleção. 1. História da empresa e organização 2. Abordagem da gestão 3. Pessoal Abordagem da seleção - requisitos básicos e mínimos da força de trabalho ou de educação e formação, incluindo os requisitos de idade; Diretrizes para lidar com infrações de natureza criminal; Comprovante de identidade; Exame toxicológico; Exames médicos indicando aptidão para o trabalho; Autorizações de segurança apropriadas para as necessidades da organização; Desenvolvimento e retenção; Programas de reconhecimento; Programas de formação; Licenciamento; Programa de benefícios; 4. Seguros e vínculos 5. Plano de transição 6. Computador de gerenciamento de sistemas 7. Proposição de valor 8. Os concorrentes devem ser devidamente licenciados e ter a capacidade de executar o trabalho de acordo com todas as autoridades de governo locais, ou seja, cumprir todas as regras em matéria de treinamento e contratação. 9. Os concorrentes devem estar em conformidade com as leis e regulamentos aplicáveis nos níveis municipais, estaduais e federais.

14 Lista C- Instruções do Processo de Concorrência aos Proponentes Incluem: 1. Nome, endereço, telefone, fax, e endereços do site na web, tanto os da organização quanto os dos concorrentes que participarão do processo. 2. Identificar as pessoas chave para contato dentro da organização e as pessoas chave para contato dos concorrentes. 3. Indique o necessário; a. Formato, estrutura, mídia e limites de tempo para apresentação da proposta; b. Tipo de dados financeiros necessários, incluindo o período associado a estes dados; c. Seguros, títulos, etc., politicas, nome dos agentes, nome e endereço da seguradora e os dados da apólice. Indicar os tipos de cobertura e níveis de benefício

15 Lista D Esboço do Modelo de RFP A maioria das RFPs seguem em geral uma estrutura comum, como ilustrado abaixo: Introdução; Apresentação da proposta; Termos do contrato; Escopo do serviço; Instruções do contratante; Padrão da força de trabalho; Método de seleção;

16 ISS World Services A/S O Grupo ISS foi fundado em Copenhagen em 1901 e desde então tem crescido para se tornar uma das principais empresas de Facility Services no mundo. A ISS oferece uma ampla gama de serviços dentro das seguintes áreas de negócios: Serviços de limpeza, serviços de suporte, serviços à propriedades, serviços de alimentação, serviços de segurança e serviços de gestão de instalações. As receitas do Grupo ISS foram de DKK 74 bilhões em 2010 e a ISS agora tem mais de funcionários em mais de 60 países na Europa, Ásia, América do Norte, América do Sul e no Pacífico, atendendo mais de contratos em empresas a cada dia. Todos os dias, os funcionários da ISS criam valor, trabalhando como integrantes de nossos clientes. Um componente-chave da estratégia de RH da ISS é desenvolver funcionários capazes em todas as funções. Espírito de equipe e auto-gestão são incentivados, como também a participação voluntária em treinamento adicional e fluxos de trabalho multidisciplinares. Além do desenvolvimento de nossos funcionários, a ISS garante a conformidade com os regulamentos de saúde, segurança e meio ambiente (SSMA). Demonstramos nosso compromisso ético e social através do Código de Conduta da ISS, a nossa filiação à UN Global Compact e honrando os princípios estabelecidos no acordo do Union International Network (UNI). Para mais informações sobre o Grupo ISS, por favor visite

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto Processos de gerenciamento de projetos em um projeto O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de cumprir seus requisitos.

Leia mais

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS

CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 27006:2011) - OTS CRITÉRIOS ADICIONAIS PARA A ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (ISO/IEC 276:2011) - OTS NORMA Nº NIT-DICOR-011 APROVADA EM MAR/2013 Nº 01/46 SUMÁRIO

Leia mais

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão

Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Regulamento geral para a certificação dos Sistemas de Gestão Em vigor a partir de 01/04/2016 RINA Via Corsica 12 16128 Genova - Itália tel. +39 010 53851 fax +39 010 5351000 website : www.rina.org Normas

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave ISO14004 uma diretriz ISO 14004:2004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Prof.Dr.Daniel Bertoli Gonçalves FACENS 1 Seu propósito geral é auxiliar as

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema

Leia mais

TERMOS DO PROGRAMA DE LICENÇA DE ENTIDADE GOVERNAMENTAL ("GOVERMENT ENTITIY LICENSCE PROGRAM")

TERMOS DO PROGRAMA DE LICENÇA DE ENTIDADE GOVERNAMENTAL (GOVERMENT ENTITIY LICENSCE PROGRAM) TERMOS DO PROGRAMA DE LICENÇA DE ENTIDADE GOVERNAMENTAL (última revisão em 25 de agosto de 2014) TERMOS DO PROGRAMA DE LICENÇA DE ENTIDADE GOVERNAMENTAL ("GOVERMENT ENTITIY LICENSCE PROGRAM") Acesso simples

Leia mais

Gerenciamento das Aquisições do Projeto (PMBoK 5ª ed.)

Gerenciamento das Aquisições do Projeto (PMBoK 5ª ed.) Gerenciamento das Aquisições do Projeto (PMBoK 5ª ed.) Esta é a penúltima área do conhecimento do PMBoK, sendo o capítulo 12 do guia. O PMBoK diz que esta área inclui os processos necessários para comprar

Leia mais

Realização. Conselho Brasileiro de Manejo Florestal FSC Brasil. www.fsc.org.br

Realização. Conselho Brasileiro de Manejo Florestal FSC Brasil. www.fsc.org.br C e rtificação gr u p o em Realização Apoio Conselho Brasileiro de Manejo Florestal FSC Brasil www.fsc.org.br 28 01 C er t ifi ca çã o emgrupo em Realização Apoio Conselho Brasileiro de Manejo Florestal

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração

Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das Partes Interessadas e da Integração Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gerência de Projetos - Teoria e Prática Conteúdo para impressão Módulo 4: Gerenciamento dos Riscos, das Aquisições, das

Leia mais

CERTIFICAÇÃO ISO PARA EMPRESÁRIOS. Um guia fácil para preparar e certificar sua empresa. Ricardo Pereira

CERTIFICAÇÃO ISO PARA EMPRESÁRIOS. Um guia fácil para preparar e certificar sua empresa. Ricardo Pereira CERTIFICAÇÃO ISO PARA EMPRESÁRIOS Um guia fácil para preparar e certificar sua empresa Ricardo Pereira Antes de começar por Ricardo Pereira Trabalhando na Templum Consultoria eu tive a rara oportunidade

Leia mais

5. É altamente recomendado que Rotaract Clubs mencionem após seu nome, patrocinado pelo Rotary Club de (nome).

5. É altamente recomendado que Rotaract Clubs mencionem após seu nome, patrocinado pelo Rotary Club de (nome). Declaração de Normas do Rotaract 1. O programa Rotaract foi desenvolvido e estabelecido pelo Rotary International. A autoridade pela elaboração e execução dos dispositivos estatutários, requisitos de organização,

Leia mais

Introdução. Módulo 1: Necessidade de Informação, introdução

Introdução. Módulo 1: Necessidade de Informação, introdução 1 Introdução Objetivo Este módulo ajudará os gerentes a identificarem as necessidades de informação, a definirem prioridades, e a determinarem que módulos do PAG APS serão mais úteis para eles. A planilha

Leia mais

Critério para Comerciantes Mudanças Principais

Critério para Comerciantes Mudanças Principais Critério para Comerciantes do Comércio Justo Fairtrade Critério para Comerciantes Mudanças Principais O Critério para Comerciantes do Comércio Justo Fairtrade revisado é o resultado do projeto de revisão

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 31. Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 31. Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 31 Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 5 Índice OBJETIVO

Leia mais

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-ALVO: Os Cursos Técnicos são destinados a todos que estão cursando o 2º ano ou já completaram o Ensino Médio e que desejam aprender uma profissão, entrar no mercado de trabalho ou buscar uma melhor

Leia mais

Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação.

Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação. Curso Formação Efetiva de Analístas de Processos Curso Gerenciamento da Qualidade Curso Como implantar um sistema de Gestão de Qualidade ISO 9001 Formação Profissional em Auditoria de Qualidade 24 horas

Leia mais

Gerenciamento de Projeto: Executando o Projeto III. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Gerenciamento de Projeto: Executando o Projeto III. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Gerenciamento de Projeto: Executando o Projeto III Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Realizar Aquisições Realizar a Garantia de Qualidade Distribuir Informações Gerenciar as

Leia mais

Caro parceiro, Queremos fornecedores e parceiros que tenham nível de comprometimento com a sociedade tão amplo quanto o do Rio 2016.

Caro parceiro, Queremos fornecedores e parceiros que tenham nível de comprometimento com a sociedade tão amplo quanto o do Rio 2016. Caro parceiro, O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 trabalha para entregar Jogos excelentes, com celebrações memoráveis que irão promover a imagem global do Brasil, baseados

Leia mais

1. Procedimentos COURIER. Prezado Senhor/Senhora,

1. Procedimentos COURIER. Prezado Senhor/Senhora, Eixo Monumental, Via S-1 Campus do INMET Bloco 7 - Setor Sudoeste CEP:70680-900 Brasília, DF, Brasil Fax: 55-61-3038-2250 Tel: 55-61-3038-2299 www.fao.org..br EDITAL (LETTER OF INVITATION-LOI) Request

Leia mais

Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1

Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1 Estrutura de Controles Internos Para Gerenciar a Atribuição das Classificações de Risco de Crédito 1 Data: 20 de fevereiro de 2016 Versão: 6 Autor: Grupo de Compliance Global 1. Introdução Este documento

Leia mais

3 Gerenciamento de Projetos

3 Gerenciamento de Projetos 34 3 Gerenciamento de Projetos Neste capítulo, será abordado o tema de gerenciamento de projetos, iniciando na seção 3.1 um estudo de bibliografia sobre a definição do tema e a origem deste estudo. Na

Leia mais

Estrutura para a avaliação de estratégias fiscais para Certificação Empresas B

Estrutura para a avaliação de estratégias fiscais para Certificação Empresas B Estrutura para a avaliação de estratégias fiscais para Certificação Empresas B Este documento fornece a estrutura que B Lab utiliza para avaliar as estratégias fiscais que atendam aos requisitos da Certificação

Leia mais

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP

Planejamento - 7. Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos. Mauricio Lyra, PMP Planejamento - 7 Planejamento do Gerenciamento do Risco Identificação dos riscos 1 O que é risco? Evento que representa uma ameaça ou uma oportunidade em potencial Plano de gerenciamento do risco Especifica

Leia mais

Perfil Caliper Gerencial e Vendas The Inner Leader and Seller Report

Perfil Caliper Gerencial e Vendas The Inner Leader and Seller Report Perfil Caliper Gerencial e Vendas The Inner Leader and Seller Report Avaliação de: Sr. José Exemplo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: 11/06/2014 Perfil Caliper Gerencial e Vendas

Leia mais

MANUAL INTEGRADO DOS SISTEMAS DO MEIO AMBIENTE E DE SAÚDE OCUPACIONAL E SEGURANÇA (EHS)

MANUAL INTEGRADO DOS SISTEMAS DO MEIO AMBIENTE E DE SAÚDE OCUPACIONAL E SEGURANÇA (EHS) 1/20 DO MEIO AMBIENTE E DE SAÚDE Emitido pelo Coordenador de EHS Luis Fernando Rocha Aguiar Aprovado pela Gerência da Usina de Itaúna Valério Toledo de Oliveira 2/20 Índice: 1 Objetivo e campo de aplicação

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

Um passo inicial para aplicação do gerenciamento de projetos em pequenas empresas

Um passo inicial para aplicação do gerenciamento de projetos em pequenas empresas Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gestão de Projetos Aperfeiçoamento/GPPP1301 T132 09 de outubro de 2013 Um passo inicial para aplicação do gerenciamento de s em pequenas empresas Heinrich

Leia mais

1.1 O Certificado de Sistemas da Gestão Ambiental SAS é um certificado de conformidade com a norma brasileira:

1.1 O Certificado de Sistemas da Gestão Ambiental SAS é um certificado de conformidade com a norma brasileira: Documento analisado criticamente e aprovado quanto à sua adequação. Responsável: Carlos Henrique R. Figueiredo Diretor de Certificação * Inclusão de notas do item 2.1."b" quanto a documentação necessária

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR

MANUAL DO FORNECEDOR PSQ 27 REVISÃO 00 Histórico da Emissão Inicial Data da Revisão 0 Data da Última Revisão Número de Página 15/01/14 15/01/14 1/14 2/14 1 - Objetivo 1.1 Escopo O conteúdo deste Manual contempla os requisitos

Leia mais

Questionário de Governança de TI 2016

Questionário de Governança de TI 2016 Questionário de Governança de TI 2016 De acordo com o Referencial Básico de Governança do Tribunal de Contas da União, a governança no setor público compreende essencialmente os mecanismos de liderança,

Leia mais

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas 10 Minutos sobre práticas de gestão de projetos Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas Destaques Os CEOs de setores que enfrentam mudanças bruscas exigem inovação

Leia mais

PROPOSTA DE SERVIÇOS

<SUA EMPRESA> PROPOSTA DE SERVIÇOS PROPOSTA DE SERVIÇOS Para prestadores de serviços [A proposta de serviços é o cerne do kit de ferramentas de vendas de um prestador de serviços. Ela combina informações importantes da empresa,

Leia mais

Instruções para preenchimento do formulário Plano de Ação do Projeto. Secretaria - Escreva o nome da secretaria coordenadora do projeto.

Instruções para preenchimento do formulário Plano de Ação do Projeto. Secretaria - Escreva o nome da secretaria coordenadora do projeto. Capa Secretaria - Escreva o nome da secretaria coordenadora do projeto. Órgão / Empresa - Escreva o nome do órgão ou empresa coordenadora do projeto. Plano de Ação do Projeto Escreva o nome do projeto.

Leia mais

Declaração de Privacidade

Declaração de Privacidade Declaração de Privacidade A Kelly Services, Inc. e suas subsidiárias ( Kelly Services ou Kelly ) respeitam sua privacidade e admitimos que você possui certos direitos relacionados a quaisquer informações

Leia mais

Unidade 9: Diálogos deliberativos

Unidade 9: Diálogos deliberativos Unidade 9: Diálogos deliberativos Como podemos utilizar as sínteses de evidências? Informar os grupos de interesse Divulgação da síntese de políticas Informações adaptadas derivadas da síntese Meios de

Leia mais

Outras concentram-se em mercados específicos, tais como de produtos agrícolas, médicos e farmacêuticos ou automotivos;

Outras concentram-se em mercados específicos, tais como de produtos agrícolas, médicos e farmacêuticos ou automotivos; Diferentes empresas de pesquisa oferecem diferentes habilidades, experiências e instalações. Por essa razão, não existe uma única empresa que seja a mais apropriada para todos os tipos de problemas de

Leia mais

Associados Comerciais estabelecidos fora dos Estados Unidos Número da Política: LEGL.POL.102

Associados Comerciais estabelecidos fora dos Estados Unidos Número da Política: LEGL.POL.102 1.0 Finalidade 1.1 A CommScope, Inc. e suas empresas afiliadas ( CommScope ) podem, a qualquer tempo, contratar consultores, agentes de vendas, conselheiros e outros representantes e, frequentemente, estabelecer

Leia mais

(HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA)

(HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA) ANEXO I Solicitação de Autorização de Funcionamento de Empresas Distribuidoras de Produtos Farmacêuticos (HOJE É FEITO POR PETICIONAMENTO ELETRÔNICO NO SITE DA ANVISA) A empresa interessada em desenvolver

Leia mais

Programa de Treinamento de Profissionais de Aeroportos TREINAR

Programa de Treinamento de Profissionais de Aeroportos TREINAR PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL SECRETARIA DE NAVEGAÇÃO AÉREA CIVIL Programa de Treinamento de Profissionais de Aeroportos TREINAR EDITAL Nº 04/2016 SENAV/SAC-PR A Secretaria de Navegação

Leia mais

Escopo do Copilot Optimize - Elaboração de Relatórios

Escopo do Copilot Optimize - Elaboração de Relatórios Descrição do serviço Copilot Optimize - Elaboração de Relatórios CAA-1013 Visão geral do serviço Esta Descrição do serviço ( Descrição do serviço ) é firmada por você, o cliente, ( você ou Cliente ) e

Leia mais

I - Você e a DBA. II - Construir relacionamentos

I - Você e a DBA. II - Construir relacionamentos O código de ética DBA representa a necessidade de reforço aos valores e à cultura da empresa através da ética. Assim, é fundado nos valores essenciais da corporação e pode ser definido pelas normas padrões

Leia mais

Primeira Bateria de Perguntas e Respostas (em razão do grande número de questionamentos, as respostas serão publicadas em duas Baterias)

Primeira Bateria de Perguntas e Respostas (em razão do grande número de questionamentos, as respostas serão publicadas em duas Baterias) Primeira Bateria de Perguntas e Respostas (em razão do grande número de questionamentos, as respostas serão publicadas em duas Baterias) Versão em português Pergunta 1: Tendo em vista as informações do

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos

Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos Gerenciamento de Projetos Modulo III Grupo de Processos Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento

Leia mais

IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL

IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE VALINHOS MANUAL DE QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDORES INSTITUCIONAL Valinhos 2013 Introdução: A finalidade deste manual é aprimorar a relação entre a Santa Casa de

Leia mais

C O B I T Control Objectives for Information and related Technology

C O B I T Control Objectives for Information and related Technology C O B I T Control Objectives for Information and related Technology Goiânia, 05 de Janeiro de 2009. Agenda Evolução da TI Desafios da TI para o negócio O que é governança Escopo da governança Modelos de

Leia mais

NBC TA 500 - DISPOSIÇÕES. RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.217, de 03.12.2009

NBC TA 500 - DISPOSIÇÕES. RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.217, de 03.12.2009 NBC TA 500 - DISPOSIÇÕES RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.217, de 03.12.2009 Aprova a NBC TA 500 Evidência de Auditoria. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro Campus São Gonçalo CoEX - Coordenação de Extensão EDITAL INTERNO

Leia mais

Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015]

Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015] Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015] Introdução As Organizações da Aliança Global Wycliffe desejam expressar a unidade e a diversidade do Corpo

Leia mais

Definindo o escopo do seu projeto de localização

Definindo o escopo do seu projeto de localização Definindo o escopo do seu projeto de localização Onde você precisa ir e quem pode ajudá-lo a chegar lá? Se sua empresa está pronta para lançar conteúdo em novos mercados ou estender o alcance a regiões

Leia mais

Introdução. Escritório de projetos

Introdução. Escritório de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é um documento formal que descreve normas,

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA

MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO INTEGRADA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA - PMIMF MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA EXECUTIVA ATORES DA REDE DE INOVAÇÃO 2 O MODELO CONTEMPLA: Premissas e diretrizes de implementação Modelo

Leia mais

Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Gerenciamento de Projeto: Planejando os Riscos Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Introdução Planejar o Gerenciamento dos Riscos. Identificar os Riscos Realizar a Análise Qualitativa

Leia mais

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 Comentário geral: As provas apresentaram grau de dificuldade médio. Não houve uma preocupação da banca em aprofundar os conceitos ou dificultar a interpretação

Leia mais

POLÍTICA DO BANCO SOBRE A AUDITORIA DE PROJETOS E ENTIDADES. (Documento AF-100) Washington, DC. Consultas: (202) 623-1617 y 2235 dev-fmr@iadb.

POLÍTICA DO BANCO SOBRE A AUDITORIA DE PROJETOS E ENTIDADES. (Documento AF-100) Washington, DC. Consultas: (202) 623-1617 y 2235 dev-fmr@iadb. Banco Interamericano de Desenvolvimento POLÍTICA DO BANCO SOBRE A AUDITORIA DE PROJETOS E ENTIDADES (Documento AF-100) Washington, DC. Consultas: (202) 623-1617 y 2235 dev-fmr@iadb.org 1 Í N D I C E Página

Leia mais

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir.

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir. 1. A administração de recursos humanos, historicamente conhecida como administração de pessoal, lida com sistemas formais para administrar pessoas dentro da organização. A administração de recursos humanos

Leia mais

MANUAL OPERACIONAL Sistema de Cadastro Único 7

MANUAL OPERACIONAL Sistema de Cadastro Único 7 MANUAL OPERACIONAL Sistema de Cadastro Único 7 Versão Preliminar 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...4 1.1 Apresentação...4 1.2 Organização e uso do manual...4 1.3 Dúvidas e canais de atendimento...4 2 VISÃO GERAL

Leia mais

Programa de Gestão de Fornecedores. da White Martins. Sua chave para o sucesso

Programa de Gestão de Fornecedores. da White Martins. Sua chave para o sucesso Programa de Gestão de Fornecedores da White Martins Sua chave para o sucesso Quem Somos A White Martins representa na América do Sul a Praxair, uma das maiores companhias de gases industriais e medicinais

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

Política de Combate a Suborno e Corrupção. Revisão Data Itens Alterados Elaboradores Aprovadores

Política de Combate a Suborno e Corrupção. Revisão Data Itens Alterados Elaboradores Aprovadores Revisão Data Itens Alterados Elaboradores Aprovadores 00 12/02/2015 Original Natalia Simões Araujo (Coordenadora Funções Corporativas e Compliance) Antonio Ferreira Martins (Vice- Presidente Jurídico e

Leia mais

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1

MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 I. APROVAÇÃO Emitente: Função: Análise crítica e aprovação: Função: Liliane Alves Ribeiro da Silva Gerente Administrativa Roberto José da Silva Gerente Geral

Leia mais

4º Trimestre 2013 1 / 15

4º Trimestre 2013 1 / 15 Divulgação das informações de Gestão de Riscos, Patrimônio de Referência Exigido e Adequação do Patrimônio de Referência. (Circular BACEN nº 3.477/2009) 4º Trimestre 2013 Relatório aprovado na reunião

Leia mais

BSC - Como expressar a performance do secretariado no painel de indicadores corporativos

BSC - Como expressar a performance do secretariado no painel de indicadores corporativos BSC - Como expressar a performance do secretariado no painel de indicadores corporativos Apresentação do Instrutor André Luis Regazzini, CSO, CISA, CISM, CGEIT Sócio IPLC do Brasil Ltda. albregazzini@iplc.com.br

Leia mais

P4-MPS.BR - Prova de Conhecimento do Processo de Aquisição do MPS.BR

P4-MPS.BR - Prova de Conhecimento do Processo de Aquisição do MPS.BR Data: 6 de Dezembro de 2011 Horário: 13:00 às 17:00 horas (hora de Brasília) Nome: e-mail: Nota: INSTRUÇÕES Você deve responder a todas as questões. O total máximo de pontos da prova é de 100 pontos (100%),

Leia mais

1.1 O Certificado de Sistemas de Gestão da Qualidade SAS é um certificado de conformidade com a norma brasileira:

1.1 O Certificado de Sistemas de Gestão da Qualidade SAS é um certificado de conformidade com a norma brasileira: Documento analisado criticamente e aprovado quanto à sua adequação. * Revisão geral para atendimento à NBR ISO/IEC 17021-1:2015. Responsável: Carlos Henrique R. Figueiredo Diretor de Certificação 1 - Objetivo

Leia mais

Control Self Assessment no processo de Gestão de Contrato de Terceiros

Control Self Assessment no processo de Gestão de Contrato de Terceiros 21 de junho de 2013 Control Self Assessment no processo de Gestão de Contrato de Terceiros Fernando Lage Sócio-Diretor KPMG Risk Advisory Services Definição A definição de Control Self Assessment (Auto

Leia mais

Perfil Caliper SUPER de Vendas The Inner Seller Report

Perfil Caliper SUPER de Vendas The Inner Seller Report Perfil Caliper SUPER de Vendas The Inner Seller Report Avaliação de: Sr. João Vendedor Preparada por: Consultor Caliper consultor@caliper.com.br Data: Copyright 2012 Caliper & Tekoare. Todos os direitos

Leia mais

Banco Mundial. Capacitação em Gestão de Convênios e Projetos

Banco Mundial. Capacitação em Gestão de Convênios e Projetos Banco Mundial Capacitação em Gestão de Convênios e Projetos Versão: Agosto/2011 O QUE É O PROGRAMA PRODUZIR? O PRODUZIR é um programa do Governo do Estado da Bahia, coordenado pela CAR - Companhia de Desenvolvimento

Leia mais

Programa de Treinamento de Profissionais de Aeroportos TREINAR

Programa de Treinamento de Profissionais de Aeroportos TREINAR PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL SECRETARIA DE NAVEGAÇÃO AÉREA CIVIL Programa de Treinamento de Profissionais de Aeroportos TREINAR EDITAL Nº 005/2014 SENAV/SAC-PR A Secretaria de Navegação

Leia mais

DELIBERAÇÃO CVM Nº 534, DE 29 DE JANEIRO DE 2008

DELIBERAÇÃO CVM Nº 534, DE 29 DE JANEIRO DE 2008 TEXTO INTEGRAL DA, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA DELIBERAÇÃO CVM Nº 624, DE 28 DE JANEIRO DE 2010 (DOCUMENTO DE REVISÃO CPC Nº 01) Aprova o Pronunciamento Técnico CPC 02 do Comitê de Pronunciamentos

Leia mais

de Ética Código de Ética Código de Ética Código de Ética Código de Ética ca Código de Ética Código de Ética Código de Ética Código de Ética Códig

de Ética Código de Ética Código de Ética Código de Ética Código de Ética ca Código de Ética Código de Ética Código de Ética Código de Ética Códig de Ética Código CÓDIGO de Ética Código de Ética Código DE de Ética Código de Ética de Ética Código de Ética Código ÉTICA de Ética Código de Ética Código de Ética Fazendo Negócios com Integridade Realizamos

Leia mais

Colgate-Palmolive Company. Código de Conduta do Fornecedor

Colgate-Palmolive Company. Código de Conduta do Fornecedor Colgate-Palmolive Company Código de Conduta do Fornecedor Prezado Fornecedor da Colgate, No decorrer do tempo, a Colgate-Palmolive Company construiu sua reputação como organização que emprega práticas

Leia mais

CONSIDERE ESTRATÉGIAS DE AQUISIÇÃO DE SELOS MECÂNICOS QUE SEJAM MUTUAMENTE BENÉFICAS. por Heinz P. Bloch

CONSIDERE ESTRATÉGIAS DE AQUISIÇÃO DE SELOS MECÂNICOS QUE SEJAM MUTUAMENTE BENÉFICAS. por Heinz P. Bloch CONSIDERE ESTRATÉGIAS DE AQUISIÇÃO DE SELOS MECÂNICOS QUE SEJAM MUTUAMENTE BENÉFICAS por Heinz P. Bloch Para TECÉM - tecem.com.br 05/10/2013 Parcerias com um único fornecedor de selo mecânico nem sempre

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO RIO GRANDE DO NORTE

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO RIO GRANDE DO NORTE ATO NORMATIVO Nº 01, DE 28 DE MARÇO DE 2012. Institui o Normativo de Pessoal EMPREGO DE LIVRE PROVIMENTO E DEMISSÃO DE NÍVEL SUPERIOR, EMPREGOS TEMPORÁRIOS DE NÍVEL SUPERIOR E EMPREGOS TEMPORÁRIOS DE NÍVEL

Leia mais

Indústria de Cartões de Pagamento (PCI) Padrão de segurança de dados. Resumo de Alterações da Versão 2.0 para a 3.0 do PCI-DSS

Indústria de Cartões de Pagamento (PCI) Padrão de segurança de dados. Resumo de Alterações da Versão 2.0 para a 3.0 do PCI-DSS Indústria de Cartões de Pagamento (PCI) Padrão de segurança de dados Resumo de Alterações da Versão 2.0 para a 3.0 do PCI-DSS Novembro de 2013 Introdução Este documento fornece um resumo de alterações

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS RCC IJUCI/MG CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SEÇÃO I DOS PRINCÍPIOS

REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS RCC IJUCI/MG CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SEÇÃO I DOS PRINCÍPIOS REGULAMENTO DE COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS RCC IJUCI/MG CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SEÇÃO I DOS PRINCÍPIOS Art. 1º Este regulamento aplica os procedimentos e os princípios observados pelo Instituto

Leia mais

CARTILHA DA ASSOCIAÇÃO

CARTILHA DA ASSOCIAÇÃO INSTRUÇÕES A SEREM SEGUIDAS APÓS ASSINATURA DO CONVÊNIO IMPLANTAÇÃO DOS PROJETOS Lembre-se: você não está sozinho! O mais importante no Projeto São José é a troca de experiência entre moradores de comunidades

Leia mais

Como escrever um estudo de caso que é um estudo de caso? Um estudo so é um quebra-cabeça que tem de ser resolvido. A primeira coisa a

Como escrever um estudo de caso que é um estudo de caso? Um estudo so é um quebra-cabeça que tem de ser resolvido. A primeira coisa a Página 1 1 Como escrever um Estudo de Caso O que é um estudo de caso? Um estudo de caso é um quebra-cabeça que tem de ser resolvido. A primeira coisa a lembre-se de escrever um estudo de caso é que o caso

Leia mais

Transparência em promoções e vendas: uma lista de verificação para prestadores de serviços financeiros

Transparência em promoções e vendas: uma lista de verificação para prestadores de serviços financeiros Transparência em promoções e vendas: uma lista de verificação para prestadores de serviços financeiros Introdução Prestadores de serviços financeiros devem divulgar por inteiro para os clientes os preços,

Leia mais

Treinamento do Sistema RH1000

Treinamento do Sistema RH1000 Treinamento do Sistema RH1000 = Bloco Seleção = Ohl Braga Desenvolvimento Empresarial Atualizado em 23Jul2015 1 Estrutura do Sistema RH1000 Gerenciar e administrar Sistema RH1000 Planejamento Estratégico

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio São Paulo, 10 de Março de 2003 Índice 0 INTRODUÇÃO...4 0.1 ASPECTOS GERAIS...4 0.2 BENEFÍCIOS DE

Leia mais

Leslier Soares Corrêa Estácio de Sá / Facitec Abril/Maio 2015

Leslier Soares Corrêa Estácio de Sá / Facitec Abril/Maio 2015 Leslier Soares Corrêa Estácio de Sá / Facitec Abril/Maio 2015 Prover capacitação para: - Identificar os processos de Gerenciamento de Projetos; - Desenvolver o Plano de Gerenciamento; - Construir um sistema

Leia mais

Metadados. 1. Introdução. 2. O que são Metadados? 3. O Valor dos Metadados

Metadados. 1. Introdução. 2. O que são Metadados? 3. O Valor dos Metadados 1. Introdução O governo é um dos maiores detentores de recursos da informação. Consequentemente, tem sido o responsável por assegurar que tais recursos estejam agregando valor para os cidadãos, as empresas,

Leia mais

DIRETRIZ GLOBAL ANTICORRUPÇÃO

DIRETRIZ GLOBAL ANTICORRUPÇÃO DIRETRIZ GLOBAL ANTICORRUPÇÃO I. Declaração da Diretriz. É a diretriz da Global Crossing Limited ( Global Crossing ou a Empresa ) conduzir todos os seus negócios de uma maneira honesta e ética. Ao fazer

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos

Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento

Leia mais

Registro de Propriedades www.doingbusiness.org

Registro de Propriedades www.doingbusiness.org Registro de Propriedades www.doingbusiness.org Prezada Senhora, Prezado Senhor, Gostaríamos de lhe agradecer pela sua colaboração ao projeto Doing Business. Seu conhecimento na área de registro de propriedades

Leia mais

QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS!

QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS! QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS! 4 Introdução 5 Conheça seu público 5 Crie uma identidade para sua empresa 6 Construa um site responsivo 6 Seja direto, mas personalize o máximo possível

Leia mais

Declaração sobre a Política de Privacidade da Travian Games GmbH

Declaração sobre a Política de Privacidade da Travian Games GmbH Declaração sobre a Política de Privacidade da Travian Games GmbH O presente documento é a Declaração sobre a Política de Privacidade da Travian Games GmbH, Wilhelm-Wagenfeld-Str. 22, 80807 Munique (adiante

Leia mais

percorrem 60% do ciclo de compra antes mesmo de entrar em contato com a empresa

percorrem 60% do ciclo de compra antes mesmo de entrar em contato com a empresa O marketing digital está revolucionando a forma como as empresas conquistam clientes. Consumidores tornaram-se mais independentes e, segundo pesquisas na área, percorrem 60% do ciclo de compra antes mesmo

Leia mais

Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios.

Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios Caro (a) aluno (a), Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. O Plano de Negócios deverá ter no máximo

Leia mais

Confederação Nacional da Indústria. - Manual de Sobrevivência na Crise -

Confederação Nacional da Indústria. - Manual de Sobrevivência na Crise - RECOMENDAÇÕES PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - Manual de Sobrevivência na Crise - Janeiro de 1998 RECOMENDAÇÕES PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - Manual de Sobrevivência na Crise - As empresas, principalmente

Leia mais

Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler

Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler Política de Recursos Humanos do Grupo Schindler 2 Introdução A política corporativa de RH da Schindler define as estratégias relacionadas às ações para com seus colaboradores; baseia-se na Missão e nos

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS. Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS. Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: GESTÃO DE PROJETOS Prof. Msc. Carlos José Giudice dos Santos O QUE SÃO PROCESSOS? De acordo com o Guia PMBOK, (2013) processo é um conjunto de ações e/ou atividades inter-relacionadas

Leia mais

Manual dos Indicadores de Acompanhamento do Pacto Empresarial Contra Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes nas Rodovias Brasileiras

Manual dos Indicadores de Acompanhamento do Pacto Empresarial Contra Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes nas Rodovias Brasileiras VAMOS ACABAR COM A EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NAS RODOVIAS BRASILEIRAS parceria estratégica parceria técnica Manual dos Indicadores de Acompanhamento do Pacto Empresarial Contra Exploração

Leia mais

Três caminhos para melhores processos decisórios: O que você deve saber Agora Sumário executivo

Três caminhos para melhores processos decisórios: O que você deve saber Agora Sumário executivo Três caminhos para melhores processos decisórios: O que você deve saber Agora Technology Evaluation Centers Três caminhos para melhores processos decisórios: O que você deve saber Agora Todos os dias,

Leia mais

Manual do Fornecedor. Novembro 2012 Rio de Janeiro

Manual do Fornecedor. Novembro 2012 Rio de Janeiro Manual do Fornecedor Novembro 2012 Rio de Janeiro Caro parceiro, O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 trabalha para entregar Jogos excelentes, com celebrações memoráveis que

Leia mais

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.)

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) O PMBoK diz que: O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos e as atividades necessárias para identificar, definir, combinar, unificar e coordenar

Leia mais

GUIA DO COORDENADOR DE PROJETOS

GUIA DO COORDENADOR DE PROJETOS GUIA DO COORDENADOR DE PROJETOS Sumário 1. Introdução... 2 2. Início Portal Coordenador... 2 2.1. Novos Pedidos... 2 2.2. Pendências... 3 2.3. Menu... 4 2.4. Sair... 4 3. Saldo de Projetos... 5 4. Extrato

Leia mais

ADENDO DE TREINAMENTO DE CLOUD SERVICES DA ORACLE ao CONTRATO DA ORACLE PARTNERNETWORK

ADENDO DE TREINAMENTO DE CLOUD SERVICES DA ORACLE ao CONTRATO DA ORACLE PARTNERNETWORK ADENDO DE TREINAMENTO DE CLOUD SERVICES DA ORACLE ao CONTRATO DA ORACLE PARTNERNETWORK Este Adendo de Treinamento de Cloud Services da Oracle (o "adendo") é firmado entre você e a entidade da Oracle com

Leia mais