Comparação entre Plataformas de Gestão de Conteúdos

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1 Instituto Politécnico do Porto Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação Comparação entre Plataformas de Gestão de Conteúdos Orientador: Eng.º Lino Oliveira Ana Amaro Unidade Curricular: Aplicações Informáticas Carlos Neves Vila do Conde Outubro, 2011 Patrícia Soares

2 Comparação entre Plataformas de Gestão de Conteúdos Autores: Ana Sofia Marques Amaro, Carlos Henrique Mendes Neves, Patrícia Maria Pina Soares, Curso: Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação Disciplina: Aplicações Informáticas Docente: Eng.º Lino Oliveira Instituição: Instituto Politécnico do Porto Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão Vila do Conde, 16 de Outubro de

3 Sumário Introdução... 4 Sistemas de Gestão de Aprendizagem (SGA)... 6 Portefólio Electrónico... 7 Ambientes Pessoais de Aprendizagem... 9 Rede pessoal de aprendizagem Estudo Comparativo Conclusão Bibliografia Apêndice

4 Introdução Este trabalho é realizado no âmbito da unidade curricular Aplicações Informáticas (AI), leccionada pelo Eng.º Lino Oliveira, ministrada na Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão (ESEIG), no curso de Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação (CTDI), do ano lectivo 2011/2012. Foi-nos proposto a realização de um trabalho académico em que se compare quatro Plataformas de Gestão de Conteúdos. Para tal, vamos começar por clarificar os conceitos associados a essas mesmas plataformas de conteúdos utilizados no ensino/aprendizagem, designadamente: Sistema de Gestão de Aprendizagem (Learning Management System, LMS); Portefólio electrónico (Electronic Portfolio ou E- Portfolio); Ambientes pessoais de aprendizagem (Personal Learning Environment, PLE); e Rede pessoal de aprendizagem (Personal Leaning Network, PLN). Posteriormente, vamos fazer um levantamento das características que consideramos importantes em ambiente de ensino/aprendizagem, considerando os diferentes cenários de utilização, nomeadamente: estudante, docente e instituição, este tópico vai ser desenvolvido e representado através de um quadro comparativo (figura 1). No final do trabalho, incluímos um apêndice com algumas questões para a discussão de trabalhos com outro grupo, e ainda um quadro de tarefas (figura 2) que cada elemento do grupo desempenhou. Actualmente, os sistemas de gestão de aprendizagem são populares e estão presentes em quase todas as instituições de ensino superior e ensino secundário auxiliando o ensino à distância e o ensino presencial. Também, contemporaneamente, as escolas estão a implementar novos métodos para o progresso dos seus alunos, um destes métodos passa, exactamente, pela criação de portefólios electrónicos. Os ambientes pessoais de aprendizagem permitem aos estudantes a realização da gestão da sua própria aprendizagem, através da decisão das próprias metas de aprendizagem, da gestão de ambos os conteúdos e processos de aprendizagem e, do estabelecimento da comunicação entre diferentes processos de aprendizagem. Possibilitam ainda o desenvolvimento de outros modos de ensino e pedagogia, mas não representam por si só, uma forma inteiramente nova de aprender e ensinar, mas melhoram e aperfeiçoam as formas de aprendizagem já existentes. 4

5 Hoje em dia, as experiências são partilhadas com a finalidade de que o conhecimento seja difundido a todos. Esta é a filosofia das redes pessoais de aprendizagem. Através deste trabalho, vamos desenvolver e adquirir novas competências acerca desta temática. Para além, de aprofundarmos os nossos conhecimentos, este trabalho também nos permitirá desenvolver competências ao nível de métodos de investigação, assim como na análise e selecção de informações e por fim na exposição dos resultados. Ao longo deste trabalho, dispomos toda a informação de uma forma sintetizada, organizada e clara. Palavras-chave: Sistema de Gestão de Aprendizagem; Portefólio electrónico; Ambientes pessoais de aprendizagem; Rede pessoal de aprendizagem. 5

6 Sistemas de Gestão de Aprendizagem (SGA) O Sistema de Gestão de Aprendizagem (Learning Management System LMS) permite a gestão de processos de formação/aprendizagem nas perspectivas administrativa e pedagógica, isto é: Permite do ponto de vista administrativo a gestão de turmas, calendários, alocação de formadores, gestão de planos de formação, e do ponto de vista pedagógico o planeamento e gestão de cursos e de conteúdos de aprendizagem (pelo formador), o acesso dos alunos aos materiais de formação, a actividades, a avaliações das competências dos formandos, permitem a comunicação entre o formador e os formandos através de mecanismos básicos de comunicação como exemplo: os fóruns e os chats. 1 É importante referir que, esta plataforma é: eficiente, dinâmica, de fácil manuseamento, permite acessibilidade aos conteúdos, assim como permite aos docentes e aos alunos contacto com a instituição, para além disto, promove interacção entre docente-aluno, promovendo a aprendizagem. É ainda uma plataforma fiável, pois é implementada e gerida por uma determinada instituição de ensino. Podemos dizer também que, a instituição é a responsável pela gerência desta plataforma (define os privilégios a conceder), onde os docentes usufruem de uma gama maior de ferramentas disponíveis, enquanto os alunos possuem apenas de algumas. Os Sistemas de Gestão de Aprendizagem têm como principais vantagens/benefícios: reduzir custos de formação; disponibilidade a qualquer hora e local; aumentar as competências dos empregados; diminuir os custos com o pessoal; e gerir as ferramentas de aprendizagem em conjunto com as metas dos recursos humanos. No entanto, também detêm algumas desvantagens exemplo disso é, por exemplo: os elevados custos de implementação na instituição (a nível de hardware e software, e até a nível de manutenção). Para finalizar, é ainda importante apontar alguns exemplos de Sistema de Gestão de Aprendizagem, como por exemplo: o Moodle, o Blackboard e o Sakai. Comparando estes três exemplos, podemos afirmar que o Moodle é o mais utilizado. O Moodle é então um pacote de software para a produção de sítios Web e disciplinas na Internet. O Moodle distribui-se livremente porque é um software Open Source. Basicamente, significa que o Moodle tem direitos de autor, mas oferece-lhe algumas liberdades 1 BAPTISTA, Ana Alice [et al.] - E-Learning para E-Formadores [Em linha]. Universidade do Minho: TecMinho/ Gabinete de Formação Contínua, [Consult. 28 Set. 2011]. Disponível em WWW:<URL:http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8723/3/dos%20lms%20aos%20objectos.pdf>. ISBN

7 adicionais. Pode-se modificar, usar e copiar o Moodle, desde que se aceite sempre: facultar o código fonte aos outros; não modificar nem eliminar a licença e copyrights originais, e aplicar esta mesma licença a qualquer software derivado do mesmo. O Moodle pode ser instalado em qualquer computador, desde que tenha PHP e suporte bases de dados SQL (por exemplo, MySQL). É ainda de salientar as principais funcionalidades que este detém, como: fóruns; trabalhos; chat; referendo; diálogo; glossário; sumário; testes; questionários; e Wiki 2. O Moodle tem-se revelado um importante LMS devido à flexibilidade, valor educativo e facilidade de utilização graças à interface simples e amigável, mesmo para os utilizadores menos experientes. Portefólio Electrónico O portefólio electrónico, também conhecido como e-portfolio, ou portfolio digital, é um conjunto de provas electrónicas (ferramentas, incluindo processamento de texto, ficheiros electrónicos como o Word e ficheiros PDF, imagens, multimédia, blogs, links, etc.) colocado e gerido por um utilizador, usualmente online. Os portefólios electrónicos permitem ao utilizador demonstrar as suas capacidades e também expressar as suas opiniões e questões pessoais, e, se o utilizador estiver on-line ele pode manter uma dinâmica permanente, gerindo o seu portefólio electrónico da forma mais adequada e conveniente. componentes: As definições de portefólio electrónico incluem, geralmente, os seguintes Uma colecção de recursos digitais; promove as evidências e as realizações de um indivíduo; criado a partir de actividades de aprendizagem formais ou informais; é pessoalmente administrado pelo indivíduo; pode ser utilizado para análise, reflexão e planeamento da sua evolução pessoal; pode ser selectivamente acedido por outras partes interessadas, como por exemplo, professores, colegas e potenciais empregadores, entre outros. 3 Seguidamente, enumeramos alguns dos vários elementos que podem contar num portefólio electrónico, nomeadamente: 2 LEGOINHA, Paulo; PAIS, João; FERNANDES, João - O Moodle e as comunidades virtuais de aprendizagem [Em linha]. Universidade de Évora: Sociedade Geológica de Portugal. [Consult. 28 Set. 2011]. Disponível em WWW: <URL:http://dspace.fct.unl.pt/bitstream/10362/1646/1/o_moodle_e_as_comunidades_virtuais_de_aprendizagem.pdf>. 3 CRUZ, Jorge Filipe Pereira - Portefólio digital (e-portefólio) [Em linha]. Universidade do Minho, [Consult. 28 Set. 2011]. Disponível em WWW: <URL:http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/11380/1/tese.pdf>. 7

8 Informação pessoal; historial educativo; reconhecimento (como prémios e certificados); comentários de reflexão; trabalhos de cursos, como exemplo, tarefas e projectos; comentários do educador; comentários do antigo empregador; objectivos e planos; valores e interesses pessoais; apresentações e artigos; actividades pessoais (como trabalho de voluntariado e desenvolvimento profissional); e todos os artefactos incluídos devem ter um propósito, ou seja, deverão demonstrar uma habilidade, um atributo e aprendizagem adquirida da experiencia. 4 Podemos afirmar que, os portefólios electrónicos são de fácil acessibilidade/manuseamento. Para os estudantes, esta plataforma permite uma livre expressão e comunicação acerca do seu percurso escolar, possibilita também personalizar o portefólio da forma mais desejada. Para os docentes, esta plataforma promove a interacção docente-aluno, permite avaliar os estudantes, assim como aumenta o dinamismo na aprendizagem. Para a instituição, esta plataforma apresenta, habitualmente, uma selecção de trabalhos, informação e análise que demonstre a sua responsabilidade institucional e sirva como um veículo para reflexão, aprendizagem e melhoramento a nível da instituição. Os portefólios electrónicos institucionais podem incluir, por exemplo: entrevistas captadas em vídeo ou em áudio, fotografias, citações escritas e amostras de trabalho. É de salientar que, os portefólios electrónicos têm inúmeras vantagens. Assim, mencionamos algumas: Por parte dos alunos maior aprofundamento no processo individual de selecção e concepção; estímulo da reflexão nas decisões de selecção; maior sentido de responsabilidade pessoal na aprendizagem; motivação acrescida para a obtenção de resultados; maior interesse na aprendizagem; ajuda na percepção de crescimento pessoal. E também por parte dos docentes maior intervenção académica; redução da quantidade de papel utilizado e arquivado; estímulo de profissionalismo e da colaboração; possibilidade de reflexão das filosofias e métodos de aprendizagem e ensino. 5 Apesar das vantagens que os portefólios electrónicos proporcionam, existem ainda vários constrangimentos, como é o caso da segurança, isto porque, os portefólios electrónicos contém informação pessoal, acessível apenas ao seu autor, mas, no entanto, não deixam de estar susceptíveis a uma tentativa de acesso não autorizada. Existe também o receio de que determinados conteúdos possam ser utilizados ou reproduzidos sem autorização do autor. Para arrematar, a informação sobre portefólios electrónicos mencionamos um exemplo: o Mahara. O Mahara é um sistema open-source de e-portfolio flexível. 4 SILVA, Miguel Pedro Cunha Digital Portfolios: Plataforma Online de Potfólios Digitais [Em linha]. Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, [Consult. 30 Set. 2011]. Disponível em WWW:<URL:http://repositorioaberto.up.pt/bitstream/10216/13859/2/Texto%20integral.pdf>. 5 Idem 8

9 Mahara significa pensar ou pensamento. É centrado no utilizador com edição de permissões que torna possível diferentes visões do mesmo. Mahara também dispõe, por exemplo, de um weblog e um sistema de rede social, conectando utilizadores. Ambientes Pessoais de Aprendizagem Os ambientes pessoais de aprendizagem (Personal Learning Environment - PLE) são plataformas que permitem aos estudantes gerirem a sua própria aprendizagem. Os PLE permitem aos estudantes que as usam: definirem os seus próprios objectivos de aprendizagem, gerirem a sua aprendizagem a nível de conteúdo e processo, comunicarem com outros durante o processo de aprendizagem. Os ambientes pessoais de aprendizagem além de permitirem que o utilizador faça a gestão da sua própria aprendizagem, permitem também a selecção das ferramentas e as fontes de informação que se quer utilizar ou as comunidades virtuais em que o utilizador se deseja envolver e participar, tendo em conta as suas necessidades, os seus interesses e gostos pessoais. Os PLE evoluem à medida que evoluem as necessidades e interesses de quem os utiliza. Estas plataformas acompanham o desenvolvimento tecnológico existente, adoptando as novas ferramentas que surgem e eliminando as ferramentas que se tornam obsoletas e ultrapassadas. Os PLE têm, portanto, o poder de estimular o desenvolvimento de diferentes e novas formas de aprendizagem. No entanto, observa-se que por si só, isoladamente, os ambientes pessoais de aprendizagem, não transformam, substituem ou modificam os sistemas e modos de educação já existentes, nem a modo como este são praticados e executados. Mas melhoram, significativamente, as formas de pedagogia existentes. 6 As funções de um ambiente pessoal de aprendizagem são: Permitir que se aceda e procure conhecimento e informação; permitir que se junte a informação e conhecimento obtidos; poder se analisar a informação de modo a se desenvolver conhecimento; reflectir e questionar sobre opiniões; propor e tentar esclarecer questões e dúvidas; formar opiniões e proceder à defesa das mesmas; apresentar ideias, aprender e conhecer de diversificadas maneiras, para diversos objectivos; ligar-se em rede de modo a poder ser criado um ambiente colaborativo de aprendizagem. 7 Pode-se afirmar que, os ambientes pessoais de aprendizagem devem o seu sucesso devido à facilidade de implementação e utilização por parte de quem os usa; e 6 Attwell, G. (2007a). The Personal Learning Environments the future of elearning? elearning Papers, Vol.2 (N.1), SIMÕES, Paulo - PLE Ambientes Pessoais de Aprendizagem [Em linha]. [Consult. 5 Out. 2011]. Disponível em WWW:<URL:http://www.pgsimoes.net/blog/2010/02/ple-ambientes-pessoais-de-aprendizagem/>. 9

10 devido à interoperabilidade existente pois permitem a integração de novas funcionalidades assim como novas ferramentas, sendo plataformas que se encontram, constantemente, em inovação. Os Wikis são um exemplo de um ambiente pessoal de aprendizagem. Rede pessoal de aprendizagem A rede pessoal de aprendizagem (Personal Leaning Network - PLN) consiste num conjunto de pessoas que encontram-se através de uma rede e tem como principal finalidade a apreensão de conhecimento. Podemos entender melhor este conceito de rede pessoal de aprendizagem através da teoria do relacionamento, em que as pessoas criam relações entre elas e desenvolvem, deste modo, uma rede que contribui para o desenvolvimento profissional e social. 8 As pessoas podem utilizar as redes para guardarem na Web, a informação e conteúdos que pretendem preservar. Essa informação fica assim, imediatamente, disponível após ser publicada, para as pessoas a visualizarem. O Youtube é um exemplo de uma Rede Pessoal de Aprendizagem. As PLN encontram-se associadas ao open teaching. O open teching pode ser caracterizado como a facilitação de experiências de aprendizagem que são abertas, sociais e colaborativas. Os Open teachers defendem a ideia de uma sociedade aberta e livre, e apoiam os seus alunos na apreensão de novos conhecimento, através da partilha e transmissão de informação, através de redes sociais. As redes pessoais de aprendizagem são constituidas a partir de quatro princípios, que podem ser utilizados na prática como medidas ou indicadores para seleccionar e desenvolver tecnologias de aprendizagem. Os quatro principios são: A diversidade: pois a diversidade irá permitir que se possa ter múltiplas perspectivas; a autonomia: as entidades funcionam e trabalham de modo independente umas das outras (a autonomia é permitida através do uso do software pessoal, sendo que na web 2.0, é através de blogs e na aprendizagem, através dos ambientes pessoais de aprendizagem); a interatividade ou conectividade: o conhecimento que é produzido na rede deve ser um produto obtido da interação entre os membros da rede; e a abertura: cada uma das entidades da rede deve contribuir com a rede, assim como receber da rede. 9 8 Personal Learning Networks [Em Linha]. [Consult. 5 Out. 2011]. Disponível em WWW: <URL: 9 Sobre Personal Learning Networks (PLN) [Em Linha]. [Consult. 5 Out. 2011]. Disponível em WWW: <URL: 10

11 Estudo Comparativo Características LMS E-P PLE PLN Cenário Estudante Plataforma Online Facilidade de Manuseamento Software Open Source Personalização de ferramentas Inserção de elementos multimédia Cenário Docente Plataforma Online Interacção Docente Estudante Criação de fóruns Controlo e Avaliação Acompanhamento dos alunos Personalização de ferramentas Cenário Instituição Plataforma Online Eficiência Fiabilidade Personalização de ferramentas Figura 1 Quadro Comparativo No cenário Estudante, constata-se que todas as plataformas encontram-se online, são fáceis de manusear, tem um software Open Source e disponibilizam inserção de elementos multimédia. De todas as plataformas, apenas o LMS não apresenta personalização de ferramentas. Relativamente ao cenário Docente, pode-se observar novamente que todas as plataformas estão disponíveis online e permitem a personalização de ferramentas. O LMS permite interacção entre Docente Estudante e criação de fóruns. O e-portfolio e o LMS permitem a realização de controlo e avaliação, assim como, o acompanhamento dos alunos. No cenário Instituição, todas as plataformas apresentam-se online, e dispõem de personalização de ferramentas, o LMS e o e-portfolio apresentam ambos eficiência e fiabilidade. 11

12 Conclusão Os Sistemas de Gestão de Aprendizagem facilitam a interacção docente aluno, contêm um conjunto de funcionalidades que permitem criar e gerir um espaço onde os estudantes acedem aos conteúdos do curso, interagem com professores e com outros alunos. Os Sistemas de Gestão de Aprendizagem possibilitam o registo, monitorização e classificação/avaliação da actividade dos alunos e professores, facilitando a gestão de um determinado curso. O portefólio electrónico é uma plataforma de gestão de conteúdos que permite a inserção, organização, manutenção e partilha de registos digitais, tais como ficheiros de texto, apresentações multimédia, imagens ou até conjuntos de hiperligações, colocados e geridos por um utilizador. Os ambientes pessoais de aprendizagem apresentam uma enorme facilidade na sua implementação, e permitem por parte do utilizador, a selecção das ferramentas e as fontes de informação que este pretende utilizar. Os ambientes pessoais de aprendizagem evoluem consoante a alteração e evolução das necessidades do utilizador. As redes pessoais de aprendizagem são consideradas ferramentas de aprendizagem, pois pode-se afirmar que o conhecimento de uma determinada pessoa aumenta quando é partilhado com outras. Após a realização deste trabalho e de uma investigação exaustiva comparando as seguintes plataformas de gestão de conteúdos: sistema de gestão de aprendizagem; portefólio electrónico; ambientes pessoais de aprendizagem; e rede pessoal de aprendizagem, sentimos que cumprimos com os objectivos propostos. 12

13 Bibliografia ALEXANDRE, Renato; CARVALHO, Pereira Pina - eportfolio Uma ferramenta de aferição formativa em contexto escolar [Em linha]. Universidade de Aveiro: Departamento de Didáctica e Tecnologia Educativa, Departamento de Comunicação e Arte, [Consult. 30 Set. 2011]. Disponível em WWW: <URL:http://ria.ua.pt/bitstream/10773/1424/1/ pdf>. Attwell, G. (2007a). The Personal Learning Environments the future of elearning? elearning Papers, Vol.2 (N.1), 1-8. BAPTISTA, Ana Alice [et al.] - E-Learning para E-Formadores [Em linha]. Universidade do Minho: TecMinho/ Gabinete de Formação Contínua, [Consult. 28 Set. 2011]. Disponível em WWW:<URL:http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/8723/3/dos%20lms% 20aos%20objectos.pdf>. ISBN CARVALHO, Ana Amélia Amorim Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS [Em linha]. Universidade do Minho: Revista de Ciência da Educação, [Consult. 29 Set. 2011]. Disponível em WWW:<URL:http://sisifo.fpce.ul.pt/pdfs/sisifo03PT02.pdf>. CRUZ, Jorge Filipe Pereira - Portefólio digital (e-portefólio) [Em linha]. Universidade do Minho, [Consult. 30 Set. 2011]. Disponível em WWW: <URL:http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/11380/1/tese.pdf>. DIAS, Carla Manuela Navio; OLIVEIRA, Lia Raquel Moreira O eportefólio no ensino básico e secundário: uma experiencia com professores de matemática, num contexto de formação [Em linha]: VI Conferencia Internacional de TIC na Educação. [Consult. 29 Set. 2011]. Disponível em WWW:<URL :http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/9841/1/o%20eportef%c3%b3lio% 20no%20Ensino%20B%c3%a1sico%20e%20Secund%c3%a1rio.pdf>. FERNANDES, Cátia Maria Ribeiro - A plataforma de e-portefólios Fluids-Identity: cenários para a internacionalização [Em linha]. Universidade de Aveiro: Departamento de Didáctica e Tecnologia Educativa, Departamento de Comunicação e Arte, [Consult. 29 Set. 2011]. Disponível em WWW: <URL:http://ria.ua.pt/bitstream/10773/1443/1/ pdf>. LEGOINHA, Paulo; PAIS, João; FERNANDES, João - O Moodle e as comunidades virtuais de aprendizagem [Em linha]. Universidade de Évora: 13

14 Sociedade Geológica de Portugal. [Consult. 28 Set. 2011]. Disponível em WWW: <URL:http://dspace.fct.unl.pt/bitstream/10362/1646/1/o_moodle_e_as_comunidades_vi rtuais_de_aprendizagem.pdf>. MARQUES, Célio Gonçalo; CARVALHO, Ana Amélia Amorim - Contextualização e evolução do E-Learning: dos ambientes de apoio à aprendizagem às ferramentas da Web 2.0 [Em linha]: VI Conferencia Internacional de TIC na Educação. [Consult. 28 Set. 2011]. Disponível em WWW: <URL:http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/10028/1/Marques%20%26% 20Carvalho-%20Challenges% pdf>. NP Informação e documentação: Referências bibliográficas: documentos impressos. Lisboa: IPQ. NP Informação e documentação: Referências bibliográficas: parte 4: documentos electrónicos. Lisboa: IPQ. Personal Learning Networks [Em Linha]. [Consult. 5 Out. 2011]. Disponível em WWW: <URL: PINHEIRO, Ana Cristina Dias - A aprendizagem em rede em Portugal: Um estudo sobre a utilização de Sistemas de Gestão de Aprendizagem na Internet em instituições de Ensino Superior [Em linha]. Universidade do Minho, [Consult. 29 Set. 2011]. Disponível em WWW:<URL:http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/5719/1/A%20Aprend izagem%20em%20rede%20em%20portugal_pinheiro.pdf>. SILVA, Miguel Pedro Cunha Digital Portfolios: Plataforma Online de Potfólios Digitais [Em linha]. Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, [Consult. 30 Set. 2011]. Disponível em WWW:<URL:http://repositorioaberto.up.pt/bitstream/10216/13859/2/Texto%20integral.pdf>. SIMÕES, Paulo - PLE Ambientes Pessoais de Aprendizagem [Em linha]. [Consult. 5 Out. 2011]. Disponível em WWW:<URL: Sobre Personal Learning Networks (PLN) [Em Linha]. [Consult. 5 Out. 2011]. Disponível em WWW:<URL: 14

15 Apêndice Questões para discussão: Os Sistemas de Gestão de Aprendizagem são uma mais valia para o ensino. No entanto, possuem algumas falhas. Mencione algumas? Quais os benefícios que os Portefólios Electrónicos têm para os estudantes? Qual é a principal finalidade dos Ambientes Pessoais de Aprendizagem? As redes pessoais de aprendizagem são constituidas a partir de quatro princípios. Indique dois deles? Tarefas: Recolha de Informação acerca de Sistema de Gestão de Aprendizagem Recolha de Informação acerca de Portefólio Electrónico Recolha de Informação acerca de Ambientes Pessoais de Aprendizagem Recolha de Informação acerca de Rede Pessoal de Aprendizagem Prazos Figura 2 Quadro de tarefas do 1º Trabalho Prático Ana Amaro Carlos Neves Patrícia Soares 28 Set. 5 Out. de Set. 5 Out. de Set. 5 Out. de Set. 5 Out. de 2011 Tratamento da Informação 6 9 Out. de 2011 Elaboração do Quadro Comparativo Out. de 2011 Estruturação do Relatório Out. de 2011 Formatação do Relatório Out. de 2011 Criação do Wiki 27 Set. de 2011 Gestão do Wiki 13 Out. de 2011 Estruturação dos diapositivos da apresentação Organização dos diapositivos da apresentação Out. de Out. de 2011 Personalização dos diapositivos Out. de 2011 Entrega dos ficheiros 16 Out. de

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