Serviço de Auditoria Interna. Fernandina Oliveira

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Serviço de Auditoria Interna. Fernandina Oliveira"

Transcrição

1 Fernandina Oliveira

2 Unidade Local de Saúde de Matosinhos, E.P.E.

3 Unidade Local de Saúde de Matosinhos, E.P.E. Hospital Pedro Hispano ACES de Matosinhos Centro de Saúde de Matosinhos Centro de Saúde da Sra. da Hora Centro de Saúde de S. Mamede de Infesta Centro de Saúde de Leça da Palmeira Unidade de Saúde Pública que integra a Sanidade de Fronteiras Centro de Diagnóstico Pneumológico Serviço de Atendimento a Situações Urgentes

4 Unidade Local de Saúde de Matosinhos, E.P.E.

5 Unidade Local de Saúde de Matosinhos, E.P.E.

6 Unidade Local de Saúde de Matosinhos, E.P.E.

7

8 Atividades Avaliação Avaliar os processos de controlo interno e de gestão de riscos Fornecer ao conselho de administração análises e recomendações sobre as atividades revistas Auditoria de serviços Auditoria de processos Auditorias contínuas Auditorias específicas

9 Atividades Avaliação Planeada Não planeada

10 Atividades Consultoria e assessoria Serviços de investigação Comunicação de irregularidades Acompanhamento das auditorias realizadas por entidades externas Colaboração com a ACSS, ARS e IGAS

11 Principais documentos Plano Anual de Auditoria Interna Programas de Auditoria Relatórios de Auditoria Estatutos Manual Relatório anual

12 Avaliação interna Sistema integrado de gestão e avaliação do desempenho na Administração Pública Avaliação de acordo com os parâmetros Resultados Competências

13 Avaliação parâmetro resultados 1 DESCRIÇÃO DO OBJETIVO DETERMINAÇÃO DO (S) INDICADOR (ES ES) DE MEDIDA E CRITÉRIOS S DE SUPERAÇÃO Garantir que os relatórios escritos das auditorias realizadas no ano de 2014 sejam: - Claros - facilmente entendidos e lógicos, evitando linguagem técnica desnecessária e fornecendo todas as informações significativas e relevantes; - Oportunos e construtivos são tempestivos e expeditos, dependendo da importância da matéria, e permitindo que a Administração possa empreender as ações corretivas necessárias, são úteis à organização e conduzem a melhoramentos quando necessário; - Concisos - vão diretamente ao assunto evitando desnecessária elaboração, detalhe supérfluo, redundância e palavreado; - Precisos - são livres de erros e distorções e são fiéis aos factos apontados; - Completos - não omitem nada que seja essencial e incluem toda a informação significativa e relevante e observações para sustentar as recomendações e conclusões. superado (Pontuação 5) AVALIAÇÃO atingido (Pontuação 3) não atingido (Pontuação 1) Indicador (es) de medida Apresentação dos relatórios escritos. Organização dos papéis de trabalho. Critérios de superação (S) 90% dos relatórios escritos reúnam todos os critérios em cima descritos e adequada organização dos papéis de trabalho. (A) 90% dos relatórios escritos reúnam todos os critérios em cima descritos. (NA) 20% dos relatórios escritos não reúnam até dois dos critérios em cima descritos. Assegurar que pelo menos 80% das recomendações apresentadas nos relatórios das auditorias realizadas no ano de 2014 sejam aprovadas para implementação, pelo Conselho de Administração. 2 Indicador (es) de medida Percentagem de recomendações de auditorias aceites pelo Conselho de Administração. Percentagem de recomendações aprovadas para implementação pelo Conselho de Administração. Critérios de superação (S) 90% das recomendações aprovadas para implementação. (A) 80% das recomendações aceites. (NA) <80% das recomendações aceites.

14 Avaliação parâmetro resultados DESCRIÇÃO DO OBJETIVO DETERMINAÇÃO DO (S) INDICADOR (ES ES) DE MEDIDA E CRITÉRIOS S DE SUPERAÇÃO Assegurar o cumprimento do Plano Anual de Auditoria Interna para o ano de 2014 e realização das auditorias internas solicitadas pelo Conselho de Administração. superado (Pontuação 5) AVALIAÇÃO atingido (Pontuação 3) não atingido (Pontuação 1) Indicador (es) de medida Percentagem do cumprimento do Plano Anual de Auditoria Interna. Percentagem das auditorias internas solicitadas pelo Conselho de Administração 3 Critérios de superação (S) Cumprimento do Plano Anual de Auditorias Internas 100% e cumprimento das Auditorias Internas solicitadas pelo Conselho de Administração = 100%. (A) Cumprimento do Plano anual de Auditorias Internas 80% ou cumprimento das Auditorias Internas a pedido = 100%. (NA) Cumprimento do Plano anual de Auditorias Internas <80% ou cumprimento das Auditorias Internas a pedido 100%. Participação em ações de formação e/ou eventos técnicos no âmbito da atualização contínua na área da auditoria interna. 4 Indicador (es) de medida Nº de ações de formação e/ou eventos técnicos. Critérios de superação (S) Nº de ações de formação e/ou eventos técnicos 3. (A) Nº de ações de formação e/ou eventos técnicos 1. (NA) Nº de ações de formação e/ou eventos técnicos = 0.

15 Avaliação parâmetro resultados DESCRIÇÃO DO OBJETIVO DETERMINAÇÃO DO (S) INDICADOR (ES ES) DE MEDIDA E CRITÉRIOS S DE SUPERAÇÃO Garantir a execução de serviços de assessoria e de serviços especiais de investigação dentro dos prazos estabelecidos, de acordo com o solicitado pelo Conselho de Administração. Serviços de assessoria: serviços efetuados por solicitação específica, de carácter consultivo e destinados a apoiar a gestão na concretização dos seus objetivos. Serviços especiais de investigação: consistem em serviços solicitados pelo Conselho de Administração que não se enquadram no serviço de avaliação ou assessoria. superado (Pontuação 5) AVALIAÇÃO atingido (Pontuação 3) não atingido (Pontuação 1) 5 Indicador (es) de medida Cumprimento dos prazos determinados nos serviços de assessoria e nos serviços especiais de investigação realizados. Percentagem de serviços de assessoria realizados. Percentagem de serviços especiais de investigação realizados. Critérios de superação (S) Cumprimento do prazo de execução em 100% dos serviços de assessoria e em 100% dos serviços especiais de investigação (A) Cumprimento do prazo de execução em 100% dos serviços de assessoria e em 90% dos serviços especiais de investigação. (NA) <100% dos serviços especiais de investigação realizados e <80% dos serviços de assessoria realizados. Pontuação do Parâmetro

16 Avaliação parâmetro competências DESIGNAÇÃO Competência demonstrada a um nível elevado (Pontuação 5) AVALIAÇÃO Competência demonstrada (Pontuação 3) Competência não demonstrada ou inexistente (Pontuação 1) ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS Capacidade para concretizar com eficácia e eficiência os objetivos do serviço e as tarefas e que lhe são solicitadas. Traduz-se, nomeadamente, nos seguintes comportamentos: Estabelece prioridades na sua ação, conseguindo, em regra, centrar-se nas atividades com maior valor para o serviço (atividades-chave). Compromete-se, em regra, com objetivos exigentes mas realistas e é perseverante no alcançar das metas definidas. Realiza com empenho e rigor as tarefas ou projetos que lhe são distribuídos. Gere adequadamente o seu tempo de trabalho, preocupando-se em cumprir os prazos estipulados para as diferentes atividades. PLANEAMENTO E ORGANIZAÇÃO Capacidade para programar, organizar e controlar a sua atividade e projetos variados, definindo objetivos,, estabelecendo prazos e determinando prioridades. Traduz-se, nomeadamente, nos seguintes comportamentos: Em regra é sistemático e cuidadoso na preparação e planeamento das suas tarefas e atividades. Planeia e organiza as atividades e projetos que lhe são distribuídos, de acordo com os recursos que tem à sua disposição. Realiza as suas atividades segundo as prioridades definidas e dentro dos prazos previstos. Reavalia frequentemente o seu plano de trabalho e ajusta-o às alterações imprevistas, introduzindo as correções consideradas necessárias. ANÁLISE DA INFORMAÇÃO E SENTIDO CRÍTICO Capacidade para identificar, interpretar e avaliar diferentes tipos de dados e relacioná-los los de forma lógica e com sentido crítico. Traduz-se, nomeadamente, nos seguintes comportamentos: Analisa de forma crítica e lógica a informação necessária à realização da sua atividade ou como suporte à tomada de decisão. Perante um problema analisa os dados, pondera as diversas alternativas de resposta e propõe soluções em tempo considerado útil. Prepara-se antecipadamente quando tem que enfrentar situações ou trabalhos de especial complexidade técnica, procurando informação e estudando os assuntos em causa. Fundamenta ideias e pontos de vista com base em recolha de informação, compara dados de diferentes fontes e identifica a informação relevante para a sua atividade ou a de outros.

17 Avaliação parâmetro competências AVALIAÇÃO DESIGNAÇÃO Competência demonstrada a um nível elevado (Pontuação 5) Competência demonstrada (Pontuação 3) Competência não demonstrada ou inexistente (Pontuação 1) CONHECIMENTOS ESPECIALIZADOS E EXPERIÊNCIA Conjunto de saberes, informação técnica e experiência profissional, essenciais ao adequado desempenho das funções ções. Traduz-se, nomeadamente, nos seguintes comportamentos: Possui os conhecimentos técnicos necessários às exigências do posto de trabalho e aplica-os de forma adequada. Detém experiência profissional que permite resolver questões profissionais complexas. Preocupa-se em alargar os seus conhecimentos e experiência, de forma a desenvolver uma perspetiva mais abrangente dos problemas. Utiliza, na sua prática profissional, as tecnologias de informação e de comunicação com vista à realização de um trabalho de melhor qualidade. INICIATIVA E AUTONOMIA Capacidade de atuar de modo independente e proactivo no seu dia-a-dia profissional, de tomar iniciativas face a problemas e empenhar-se em solucioná-los. los. Traduz-se, nomeadamente, nos seguintes comportamentos: Tem habitualmente uma postura ativa e dinâmica, respondendo às solicitações e desafios profissionais. Concretiza de forma autónoma e diligente as atividades que lhe são atribuídas. Toma a iniciativa para a resolução de problemas que surgem no âmbito da sua atividade. Procura soluções alternativas para a resolução dos problemas profissionais. RESPONSABILIDADE E COMPROMISSO COM O SERVIÇO Capacidade para compreender e integrar o contributo da sua atividade para o funcionamento do serviço, exercendo-a a de forma disponível e diligente. Traduz-se, nomeadamente, nos seguintes comportamentos: Reconhece o seu papel na prossecução da missão e concretização dos objetivos do serviço e responde às solicitações que, no âmbito do seu posto de trabalho, lhe são colocadas. Em regra responde com prontidão e disponibilidade às exigências profissionais. É cumpridor das regras regulamentares relativas ao funcionamento do serviço, nomeadamente horários de trabalho e reuniões. Trata a informação confidencial a que tem acesso, de acordo com as regras jurídicas, éticas e deontológicas do serviço.

18 Avaliação parâmetro competências DESIGNAÇÃO Competência demonstrada a um nível elevado (Pontuação 5) AVALIAÇÃO Competência demonstrada (Pontuação 3) Competência não demonstrada ou inexistente (Pontuação 1) RELACIONAMENTO INTERPESSOAL ESSOAL Capacidade para interagir adequadamente com pessoas com diferentes características e em contextos sociais e profissionais distintos, tendo uma atitude facilitadora do relacionamento e gerindo as dificuldades e eventuais conflitos de forma ajustada. Traduz-se, nomeadamente, nos seguintes comportamentos: Tem um trato cordial e afável com colegas, superiores e os diversos utentes do serviço. Trabalha com pessoas com diferentes características. Resolve com correção os potenciais conflitos, utilizando estratégias que revelam bom senso e respeito pelos outros. Denota autoconfiança nos relacionamentos e integra-se adequadamente em vários contextos socioprofissionais. COMUNICAÇÃO Capacidade para se expressar com clareza e precisão, adaptar a linguagem aos diversos tipos de interlocutores, ser assertivo na exposição e defesa das suas ideias e demonstrar respeito e consideração pelas ideias dos outros. Traduz-se, nomeadamente, nos seguintes comportamentos: Expressa-se oralmente e por escrito com clareza, fluência e precisão. Adapta o discurso e a linguagem aos diversos tipos de interlocutores. É normalmente assertivo na exposição das suas ideias, captando naturalmente a atenção dos outros. Demonstra respeito pelas opiniões alheias ouvindo-as com atenção e valorizando-as. TRABALHO DE EQUIPA E COOPERAÇÃO Capacidade para se integrar em equipas de trabalho de constituição variada e gerar sinergias através de participação ativa. a Traduz-se, nomeadamente, nos seguintes comportamentos: Integra-se bem em equipas de constituição variada, dentro e fora do seu contexto habitual de trabalho. Tem habitualmente um papel ativo e cooperante nas equipas e grupos de trabalho em que participa. Partilha informações e conhecimentos com os colegas e disponibiliza-se para os apoiar quando solicitado. Contribui para o desenvolvimento ou manutenção de um bom ambiente de trabalho e fortalecimento do espírito de grupo. Pontuação do Parâmetro

19 Avaliação global do desempenho PARÂMETROS DA AVALIAÇÃO RESULTADOS (70%) A B C (AXB) PONTUAÇÃO PONDERAÇÃO PONTUAÇÃO PONDERADA COMPETÊNCIAS (30%) AVALIAÇÃO FINAL MENÇÃO QUALITATIVA DESEMPENHO RELEVANTE DESEMPENHO ADEQUADO DESEMPENHO INADEQUADO

20 Auditoria Interna Desafios e oportunidades Responsabilidade Recursos humanos Produção Regulação da atividade Terceira linha de defesa

21 Obrigada

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO N.º ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para concretizar eficiência os objectivos do serviço e as tarefas e que lhe são solicitadas. com eficácia e 1

Leia mais

(Anexo 1) Perfil de Competências

(Anexo 1) Perfil de Competências (Anexo 1) Perfil de Competências a) Tendo em conta as exigências constantes do posto de trabalho inerente ao cargo de direcção intermédia de 2.º grau, são consideradas essenciais para o profícuo desempenho

Leia mais

Anexo VI (A que se refere o artigo 2.º) LISTA DE COMPETÊNCIAS DIRIGENTES INTERMÉDIOS

Anexo VI (A que se refere o artigo 2.º) LISTA DE COMPETÊNCIAS DIRIGENTES INTERMÉDIOS Anexo VI (A que se refere o artigo 2.º) LISTA DE COMPETÊNCIAS DIRIGENTES INTERMÉDIOS N.º ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para se focalizar na concretização dos objectivos do serviço e garantir que

Leia mais

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

MINISTÉRIO DAS FINANÇAS 6764 Diário da República, 1.ª série 242 13 de dezembro de 2013 MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Portaria n.º 359/2013 de 13 de dezembro A Lei n.º 66 -B/2007, de 28 de dezembro, que estabelece o sistema integrado

Leia mais

Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho da Administração Pública*

Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho da Administração Pública* Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho da Administração Pública* *Informação disponibilizada nos termos e para os efeitos do artigo 26º do Decreto Regulamentar nº 18/2009, de 4 de Setembro. O SIADAP

Leia mais

Departamento de Recrutamento e Selecção. Perfil de Competências TÉCNICOS SUPERIORES PARA INSTITUTO DOS VINHOS DO DOURO E PORTO

Departamento de Recrutamento e Selecção. Perfil de Competências TÉCNICOS SUPERIORES PARA INSTITUTO DOS VINHOS DO DOURO E PORTO Departamento de Recrutamento e Selecção Perfil de Competências TÉCNICOS SUPERIORES PARA INSTITUTO DOS VINHOS DO DOURO E PORTO Fevereiro de 2010 INTRODUÇÃO O Instituto dos Vinhos do Douro e Porto solicitou

Leia mais

sistema de gestão do desempenho e potencial Directório de Competências e de Perfis Profissionais

sistema de gestão do desempenho e potencial Directório de Competências e de Perfis Profissionais SGDP sistema de gestão do desempenho e potencial :: Directório de Competências e de Perfis Profissionais :: Directório de Competências e de Perfis Profissionais ÍNDICE Competências Inovação e Criatividade

Leia mais

INUAF Instituto Superior Dom Afonso III

INUAF Instituto Superior Dom Afonso III AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE COLABORADORES EM FUNÇÕES NÃO DOCENTES QUADRO DE REFERÊNCIA 1. APRESENTAÇÃO DA UNIDADE ORGÂNICA O Instituto Superior Dom Afonso III, adiante designado por INUAF, é um estabelecimento

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO MINISTÉRIO Organismo/Serviço NIF FICHA DE AVALIAÇÃO PARA O PESSOAL DOS GRUPOS PROFISSIONAIS TÉCNICO PROFISSIONAL E ADMINISTRATIVO Avaliador Cargo NIF A preencher pelo avaliador Avaliado Unidade orgânica

Leia mais

ANEXO I-A FICHA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO GRUPO GERENCIAL ANO: 1. Identificação AVALIADO Nome: Matrícula: Cargo: AVALIADOR Nome: Matrícula: Cargo:

ANEXO I-A FICHA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO GRUPO GERENCIAL ANO: 1. Identificação AVALIADO Nome: Matrícula: Cargo: AVALIADOR Nome: Matrícula: Cargo: ANEXO I-A FICHA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO GRUPO GERENCIAL ANO: 1. Identificação AVALIADO Unidade de Lotação: Local de Trabalho: AVALIADOR 2. Realização da avaliação 3. Período da Avaliação Pela chefia imediata

Leia mais

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR N.º ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para concretizar com eficácia e eficiência os objetivos do serviço e as tarefas e que lhe são solicitadas. 1 2 3 Estabelece

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO MINISTÉRIO Organismo/Serviço NIF Avaliador Cargo NIF FICHA DE AVALIAÇÃO PARA O PESSOAL DOS GRUPOS PROFISSIONAIS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO A preencher pelo avaliador Avaliado Unidade orgânica Carreira

Leia mais

PROCESSO DE AUDITORIA DE SISTEMAS INTERNOS DE GARANTIA DA QUALIDADE

PROCESSO DE AUDITORIA DE SISTEMAS INTERNOS DE GARANTIA DA QUALIDADE PROCESSO DE AUDITORIA DE SISTEMAS INTERNOS DE GARANTIA DA QUALIDADE Exercício Experimental ASIGQ 2012 Análise Crítica do Processo e Medidas de Melhoria Março 2013 2 1. Introdução A Agência de Avaliação

Leia mais

AERT CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR

AERT CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR AERT CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR (De acordo com a Circular nº. 4 /DGIDC/DSDC/2011) Disposições Gerais As principais orientações normativas relativas à avaliação na Educação Pré-Escolar

Leia mais

1 Apresentação GESTÃO POR COMPETÊNCIAS. Tudo a ver com as minhas Competências. Opção. Powerpoint. Emanuel Sousa 20 de Outubro de 2015

1 Apresentação GESTÃO POR COMPETÊNCIAS. Tudo a ver com as minhas Competências. Opção. Powerpoint. Emanuel Sousa 20 de Outubro de 2015 1 Apresentação GESTÃO POR COMPETÊNCIAS Emanuel Sousa 20 de Outubro de 2015 Opção Tudo a ver com as minhas Competências. Apresentação Imp. 24/0 leaderconsulting.info 2 Apresentação O que é a Gestão por

Leia mais

REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO GESTOR

REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO GESTOR REGULAMENTO DO PERFIL DE COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO GESTOR Aprovado, por maioria com alterações, na Assembleia Geral Extraordinária de 12 de dezembro de 2014, após aprovação pelo Conselho Diretivo a 1

Leia mais

1. Resolver um problema

1. Resolver um problema 1. Resolver um problema resolução de problemas no futebol inclui o conjunto de etapas essenciais à realização de uma A ação. Resolver um determinado problema é ter a capacidade de: Identificar o problema:

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ- ESCOLAR

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ- ESCOLAR CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ- ESCOLAR ANO LETIVO 2013/2014 Departamento do Pré- Escolar 2013/2014 Page 1 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Introdução A avaliação em educação é um elemento integrante

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE CONSERVATÓRIO REGIONAL DE GAIA Ano Letivo 2013 2014 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE Regulamento Artigo 1.º Âmbito 1. O presente Regulamento de Avaliação de Desempenho aplica-se a todos os docentes com

Leia mais

Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E.

Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. Código de Ética e de Conduta do Metropolitano de Lisboa, E.P.E. ÍNDICE INTRODUÇÃO 1. Empresa e Serviço Público Empresa Missão Visão Função Social e Responsabilidades Sociais 2. Princípios e Valores Estruturantes

Leia mais

Reagrupamento dos centros de saúde

Reagrupamento dos centros de saúde Ministério da Saúde Grupo Técnico para o Desenvolvimento dos Cuidados de Saúde Primários Reagrupamento dos centros de saúde Aspetos e princípios a ter em conta Documento de trabalho - versão de 2012.02.08

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Agrupamento de Escolas Serra da Gardunha - Fundão Ano Lectivo 2010/2011 Ensino Básico A avaliação escolar tem como finalidade essencial informar o aluno, o encarregado de educação e o próprio professor,

Leia mais

gestão de competências

gestão de competências Tendo em conta o manual de funções dos serviços centrais do ipv, o sistema integrado de avaliação de desempenho na administração pública (siadap) e o plano de desenvolvimento dos trabalhadores é elaborada/revista,

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO TRABALHADORES (SIADAP 3) FICHA DE AVALIAÇÃO MINISTÉRIO SERVIÇO NIF. Avaliador. Cargo NIF. Avaliado. Categoria/carreira

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO TRABALHADORES (SIADAP 3) FICHA DE AVALIAÇÃO MINISTÉRIO SERVIÇO NIF. Avaliador. Cargo NIF. Avaliado. Categoria/carreira AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO TRABALHADORES (SIADAP 3) FICHA DE AVALIAÇÃO MINISTÉRIO SERVIÇO (A preencher pelo avaliador) Avaliador Cargo NIF NIF Avaliado Categoria/carreira Unidade orgânica NIF Período em avaliação

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA

CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA CÓDIGO DE ÉTICA DA HABITÁGUA ÍNDICE PREÂMBULO... 3 CÓDIGO DE ÉTICA... 5 Secção I: PARTE GERAL............................................... 6 Secção II: PRINCÍPIOS... 8 Secção III: DEVERES CORPORATIVOS...

Leia mais

Competências organizacionais

Competências organizacionais GESTÃO DO PROCESSO JUDICIAL Capacidade de coordenar e controlar as atividades processuais, entregando com eficiência e presteza a tutela jurisdicional. EXCELÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Capacidade para

Leia mais

O R D E M D O S E N F E R M E I R O S. Parecer 1 A GESTÃO DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO SEIO DA REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS

O R D E M D O S E N F E R M E I R O S. Parecer 1 A GESTÃO DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO SEIO DA REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS O R D E M D O S E N F E R M E I R O S Parecer 1 A GESTÃO DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO SEIO DA REFORMA DOS CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS A questão colocada: A quem competem as funções de gestão, coordenação

Leia mais

Critérios Gerais de Avaliação

Critérios Gerais de Avaliação Critérios Gerais de Avaliação Educação Pré-Escolar 2014/15 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ-ESCOLAR A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa em cada nível de educação e

Leia mais

SIADAP 3 Subsistema de Avaliação do Desempenho dos Trabalhadores da Administração Pública

SIADAP 3 Subsistema de Avaliação do Desempenho dos Trabalhadores da Administração Pública Agrupamento de Escolas de Serpa Avaliação de Pessoal Não Docente SIADAP 3 Subsistema de Avaliação do Desempenho dos Trabalhadores da Administração Pública Legislação aplicável Lei n.º 66-B/2007 de 28 de

Leia mais

DGAJ/DF. Curso em E-learning

DGAJ/DF. Curso em E-learning Curso em E-learning Introdução O que é estudar a distância O estudo à distância é uma forma diferente de aprender. Para que uma pessoa possa estudar à distância, necessita desenvolver algumas habilidades

Leia mais

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA AUTORIDADE NACIONAL DE PROTECÇÃO CIVIL

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA AUTORIDADE NACIONAL DE PROTECÇÃO CIVIL Anexos II ao Regulamento do Sistema de Avaliação dos Bombeiros Voluntários (Despacho ANPC n.º 9368/2008- DR nº 64, 2ª Série, de 2008-04-01) Corpo de Bombeiros de - Concelho - Distrito - FICHA DE AVALIAÇÃO

Leia mais

CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO, RECREATIVO, CULTURAL E SOCIAL

CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO, RECREATIVO, CULTURAL E SOCIAL CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO, CRITÉRIOS DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO DESPORTIVO, RECREATIVO, CULTURAL E SOCIAL INTRODUÇÃO O Movimento Associativo

Leia mais

Código de Ética. 1. Apresentação

Código de Ética. 1. Apresentação Código de Ética 1. Apresentação A Missão, a Visão, os Princípios Gerais, os Valores e as Normas de Conduta constantes do Código de Ética integram a Cultura da Lusa, a qual deve presidir à conduta profissional

Leia mais

AVALIAÇÃO NAS DISCIPLINAS CURRICULARES

AVALIAÇÃO NAS DISCIPLINAS CURRICULARES ESCOLA BÁSICA LUÍS DE STTAU MONTEIRO - AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº1 DE LOURES AVALIAÇÃO NAS DISCIPLINAS CURRICULARES DOMÍNIOS / CRITÉRIOS 2º Ciclo DISCIPLINA COGNITIVO / OPERATIVO E INSTRUMENTAL CONHECIMENTOS

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO A INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL E DEMAIS ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS DO CONCELHO DE PINHEL

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO A INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL E DEMAIS ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS DO CONCELHO DE PINHEL REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO A INSTITUIÇÕES PARTICULARES DE SOLIDARIEDADE SOCIAL E DEMAIS ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS DO CONCELHO DE PINHEL Junho 2013 PREÂMBULO Considerando o quadro legal de atribuições

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237

Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237 Diário da República, 1.ª série N.º 120 23 de Junho de 2010 2237 o previsto para os docentes da educação pré -escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, continua aplicar -se o disposto no seu artigo 18.º

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO DO SERVIDOR AVALIADO IDENTIFICAÇÃO DA CHEFIA IMEDIATA. BOM 7 ou 8. REGULAR 5 ou 6

IDENTIFICAÇÃO DO SERVIDOR AVALIADO IDENTIFICAÇÃO DA CHEFIA IMEDIATA. BOM 7 ou 8. REGULAR 5 ou 6 2013/2014 IDENTIFICAÇÃO DO SERVIDOR AVALIADO IDENTIFICAÇÃO DA CHEFIA IMEDIATA 1 - ASSIDUIDADE/PONTUALIDADE: Comparecimento com regularidade e exatidão ao lugar onde tem de desempenhar suas tarefas em horário

Leia mais

Regulamento de Estágio/Projeto do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial

Regulamento de Estágio/Projeto do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial Regulamento de Estágio/Projeto do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão do Instituto Politécnico do Porto CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA E GESTÃO

Leia mais

Curso Temático Intensivo 1 - Gestão da qualidade nos sistemas de formação profissional e de desenvolvimento de competências

Curso Temático Intensivo 1 - Gestão da qualidade nos sistemas de formação profissional e de desenvolvimento de competências Curso Temático Intensivo 1 - Gestão da qualidade nos sistemas de formação profissional e de desenvolvimento de competências O programa do curso sobre a qualidade no desenvolvimento de competências irá

Leia mais

Grupo de Educação Especial

Grupo de Educação Especial Grupo de Educação Especial Critérios Gerais de Avaliação 2015/2016 De acordo com o Despacho normativo n.º 24-A/2012, artigo 8.º (ponto 10): 10 A informação resultante da avaliação sumativa dos alunos do

Leia mais

NOVOS RUMOS PARA A JUSTIÇA ADMINISTRATIVA BALANÇO DA 1.ª REAJA

NOVOS RUMOS PARA A JUSTIÇA ADMINISTRATIVA BALANÇO DA 1.ª REAJA NOVOS RUMOS PARA A JUSTIÇA ADMINISTRATIVA BALANÇO DA 1.ª REAJA COMISSÃO ORGANIZADORA DA 1.ª REAJA SUMÁRIO: Introdução. Propostas apresentadas na 1.ª REAJA: I Organização Judiciária; II Processo administrativo;

Leia mais

Departamento das Educação Pré-escolar

Departamento das Educação Pré-escolar Departamento das Educação Pré-escolar A melhoria da qualidade das aprendizagens, a avaliação implica, no quadro da relação entre o jardim-de-infância, a família e a escola, uma construção partilhada que

Leia mais

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA GLOSSÁRIO DE TERMOS DO MARCO ANALÍTICO Avaliação de Projetos de Cooperação Sul-Sul: exercício fundamental que pretende (i ) aferir a eficácia, a eficiência e o potencial

Leia mais

Com a publicação dos novos Estatutos da Escola -Diário da República, 2ª série, nº 164, 25 de Agosto de 2009, por iniciativa do Conselho de Direcção,

Com a publicação dos novos Estatutos da Escola -Diário da República, 2ª série, nº 164, 25 de Agosto de 2009, por iniciativa do Conselho de Direcção, Com a publicação dos novos Estatutos da Escola -Diário da República, 2ª série, nº 164, 25 de Agosto de 2009, por iniciativa do Conselho de Direcção, iniciou-se um trabalho de reflexão e discussão, tendo

Leia mais

Protocolo. Carreiras Profissionais

Protocolo. Carreiras Profissionais Protocolo Carreiras Profissionais A TAP e o SITAVA acordam o seguinte: 1. São criadas as seguintes novas categorias profissionais, com a caracterização funcional estabelecida em anexo: a) Analista Programador

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Formação Inicial e Continuada (Decreto Federal nº 5154/04 e Lei Federal nº 11741/08) PLANO DE CURSO Área Tecnológica: Gestão

Leia mais

Critérios de Avaliação. Departamento Educação Pré-Escolar

Critérios de Avaliação. Departamento Educação Pré-Escolar Critérios de Avaliação Departamento Educação Pré-Escolar 2015/2016 Critérios de Avaliação As principais diretrizes normativas referentes à avaliação na Educação Pré-Escolar estão consagradas no Despacho

Leia mais

Unidade didática de Futebol Objetivos gerais do Futebol

Unidade didática de Futebol Objetivos gerais do Futebol 102 Recursos do Professor Unidade didática de Futebol Objetivos gerais do Futebol Cooperar com os companheiros para o alcance do objetivo do Futebol, desempenhando com oportunidade e correção as ações

Leia mais

Jornadas dos Assistentes Técnicos de Saúde do CHP. Competências/ apetências e exigências no âmbito do assistente técnico no CHP

Jornadas dos Assistentes Técnicos de Saúde do CHP. Competências/ apetências e exigências no âmbito do assistente técnico no CHP Jornadas dos Assistentes Técnicos de Saúde do CHP Competências/ apetências e exigências no âmbito do assistente técnico no CHP Fui atrás de definições Competência: conhecimento aprofundado e reconhecido

Leia mais

COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO

COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO DEFINIÇÕES OPERACIONAIS E INDICADORES COMPORTAMENTAIS Pag. 1 Elaborada por Central Business Abril 2006 para o ABRIL/2006 2 COMPETÊNCIAS CHAVE PARA O EMPREENDEDORISMO

Leia mais

Promoção da Eficiência Energética no Serviço Nacional de Saúde

Promoção da Eficiência Energética no Serviço Nacional de Saúde Promoção da Eficiência Energética no Serviço Nacional de Saúde Luís Inácio Equipa PEBC e ECO.AP do MS PEBC Plano Estratégico do Baixo Carbono ECO.AP Programa de Eficiência Energética na Administração Pública

Leia mais

PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE GESTÃO, INCLUINDO OS RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS

PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE GESTÃO, INCLUINDO OS RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS Plano de Prevenção de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas PLANO DE PREVENÇÃO DE RISCOS DE GESTÃO, INCLUINDO OS RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS

Leia mais

Guia de Apoio ao Formando. Formação à distância

Guia de Apoio ao Formando. Formação à distância Regras&Sugestões- Formação e Consultoria, Lda. Guia de Apoio ao Formando Data de elaboração: abril de 2014 CONTACTOS Regras & Sugestões Formação e Consultoria, Lda. Av. General Vitorino laranjeira, Edifício

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE PLANO DE MELHORIA. Julho de 2012

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE PLANO DE MELHORIA. Julho de 2012 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GIL VICENTE PLANO DE MELHORIA Julho de 2012 Rua da Verónica, 37, 1170-384 Lisboa Tel: 218860041/2 Fax: 218868880 Email: geral@aegv.pt INDICE I. Introdução. 3 II. Ponto de partida.....

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE MQ_v5 MANUAL DA QUALIDADE. FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22

MANUAL DA QUALIDADE MQ_v5 MANUAL DA QUALIDADE. FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22 MANUAL DA QUALIDADE FORM_001_v1 [Este documento depois de impresso constitui uma cópia não controlada] Página 1 de 22 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 4 1.1 Promulgação... 4 1.2 Âmbito e campo de aplicação do SGQ...

Leia mais

A realização deste relatório de atividades formativas tem como principal objetivo a apresentação do trabalho

A realização deste relatório de atividades formativas tem como principal objetivo a apresentação do trabalho RELATÓRIO DE ATIVIDADES FORMATIVAS 2012 2010 RELATÓRIO DE ATIVIDADES FORMATIVAS Colaboradores 2012 1. INTRODUÇÃO A realização deste relatório de atividades formativas tem como principal objetivo a apresentação

Leia mais

POLÍTICA DE SELEÇÃO E AVALIAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE S.A. ( BANCO POPULAR ) Introdução

POLÍTICA DE SELEÇÃO E AVALIAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE S.A. ( BANCO POPULAR ) Introdução POLÍTICA DE SELEÇÃO E AVALIAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO, E DOS TITULARES DE FUNÇÕES ESSENCIAIS DO BANCO POPULAR PORTUGAL, S.A. ( BANCO POPULAR ) Introdução A presente

Leia mais

Perfil Caliper Gerencial e Vendas The Inner Leader and Seller Report

Perfil Caliper Gerencial e Vendas The Inner Leader and Seller Report Perfil Caliper Gerencial e Vendas The Inner Leader and Seller Report Avaliação de: Sr. José Exemplo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: 11/06/2014 Perfil Caliper Gerencial e Vendas

Leia mais

Carta de Princípios do Orçamento Participativo de Guimarães

Carta de Princípios do Orçamento Participativo de Guimarães Carta de Princípios do Orçamento Participativo de Guimarães A Câmara Municipal de Guimarães considera que os orçamentos participativos são um instrumento e um símbolo da importância da participação dos

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO CURSO VOCACIONAL 3º CICLO AMGE - Auxiliar de Manutenção e Gestão de Espaços CRITÉRIOS DE Ano Lectivo 2014/15 Coordenador do Curso: José Pedro Moutinho Critérios de Avaliação (14-15) VOCACIONAL C AMGE -

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 1009/2012 de 20 de Julho de 2012 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de dezembro, alterado pelos Decretos

Leia mais

EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA - Disciplina semestral 32 aulas previstas

EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA - Disciplina semestral 32 aulas previstas EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA 3ºCICLO DO ENSINO BÁSICO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 7.ºANO EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA - Disciplina semestral 32 aulas previstas CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS Os Conteúdos Programáticos estão enunciados

Leia mais

Regulamento Interno de Funcionamento Criamos oportunidades de integração e participação das famílias Medalha de Prata de Mérito Municipal 2012/2013

Regulamento Interno de Funcionamento Criamos oportunidades de integração e participação das famílias Medalha de Prata de Mérito Municipal 2012/2013 1 Criamos oportunidades de integração e participação das famílias Medalha de Prata de Mérito Municipal 2012/2013 2 Anexo F Normas de Funcionamento do Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental

Leia mais

Período em avaliação / / a / /

Período em avaliação / / a / / AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO TRABALHADORES (SIADAP-RAM 3) FICHA DE AVALIAÇÃO DEPARTAMENTO SERVIÇO NIF (A preencher pelo avaliador) Avaliador Cargo NIF Avaliado Categoria/carreira Unidade orgânica NIF Período

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FINANCIAMENTO DO INR, I.P. ÀS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FINANCIAMENTO DO INR, I.P. ÀS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FINANCIAMENTO DO INR, I.P. ÀS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS Preâmbulo Considerando a missão do INR, I.P., enquanto organismo público, de assegurar o planeamento, execução e

Leia mais

Plano de Gestão de Riscos (incluindo os riscos de corrupção e infracções conexas) Índice:

Plano de Gestão de Riscos (incluindo os riscos de corrupção e infracções conexas) Índice: Índice: I. Enquadramento... 2 II. Caracterização do CHTS, EPE... 4 III. Metodologia de Gestão de Risco... 7 IV. Ambiente Interno... 8 V. Identificação dos Riscos... 11 1. Áreas de Risco... 11 2. Avaliação

Leia mais

Código de Ética e Conduta do IAPMEI

Código de Ética e Conduta do IAPMEI Código de Ética e Conduta do IAPMEI Âmbito e Objectivo do Documento Públicas (Lei n.º 58/2008, de 9 de Setembro) e da Carta Ética da Administração Pública. O Código de Ética e Normas de Conduta aplica-se

Leia mais

NBC PG 100 APLICAÇÃO GERAL AOS PROFISSIONAIS DA CONTABILIDADE

NBC PG 100 APLICAÇÃO GERAL AOS PROFISSIONAIS DA CONTABILIDADE NORMA BRASILEIRA DE CONTABILIDADE NBC PG 100, DE 24 DE JANEIRO DE 2014 Dispõe sobre a NBC PG 100 Aplicação Geral aos Profissionais da Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, considerando o

Leia mais

Universidade do Grande Rio Prof. José de Souza Herdy ESCOLA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - ECT

Universidade do Grande Rio Prof. José de Souza Herdy ESCOLA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - ECT Universidade do Grande Rio Prof. José de Souza Herdy ESCOLA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - ECT PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL (EXTRATO) Duque de Caxias 2016 Objetivos do Curso

Leia mais

Projeto de Norma Operador de Emissivo Texto para discussão.

Projeto de Norma Operador de Emissivo Texto para discussão. Projeto de Norma Operador de Emissivo Texto para discussão. Prefácio A ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade

Leia mais

36070 Diário da República, 2.ª série N.º 245 18 de dezembro de 2013

36070 Diário da República, 2.ª série N.º 245 18 de dezembro de 2013 36070 Diário da República, 2.ª série N.º 245 18 de dezembro de 2013 c) Definição dos serviços a prestar e dos níveis indicativos a assegurar; d) Definição de requisitos e recursos, nomeadamente espaço

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos Departamento da Educação Pré Escolar CRITÉRIOS GERAIS de AVALIAÇÃO na EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Introdução A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática

Leia mais

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO

ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LETIVO 2013/2014 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Ensino Básico Os conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos de cada nível e de cada ciclo de ensino têm como referência os programas

Leia mais

A Necessidade de Realizar a Avaliação de Desempenho dos Recursos Humanos: O Ponto de Concórdia

A Necessidade de Realizar a Avaliação de Desempenho dos Recursos Humanos: O Ponto de Concórdia A Necessidade de Realizar a Avaliação de Desempenho dos Recursos Humanos: O Ponto de Concórdia Alexandre Pires DREAlentejo "Aprender sem pensar é tempo perdido." Confúcio A avaliação é-nos familiar a todos.

Leia mais

FAQ s para os Administradores do Sistema, sobre a Carreira especial médica

FAQ s para os Administradores do Sistema, sobre a Carreira especial médica FAQ s para os Administradores do Sistema, sobre a Carreira especial médica Este documento disponibiliza FAQ s sobre a avaliação de elementos da Carreira Médica no GeADAP. Clique sobre o tema que lhe interessa

Leia mais

Princípio da Solidariedade: Responsabilidade de todos os cidadãos na concretização das finalidades do voluntariado;

Princípio da Solidariedade: Responsabilidade de todos os cidadãos na concretização das finalidades do voluntariado; 1. DEFINIÇÃO DE VOLUNTARIADO é o conjunto de acções de interesse social e comunitário, realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projectos, programas e outras formas de intervenção ao

Leia mais

ANEXO II PERFIL DO CARGO FUNÇÃO

ANEXO II PERFIL DO CARGO FUNÇÃO ANEXO II PERFIL DO CARGO FUNÇÃO Página 1 de 165 PERFIL DE COMPETÊNCIAS E DESEMPENHO CARGO ANALISTA / FUNÇÃO ADVOGADO MISSÃO DO CARGO: Contribuir para o desenvolvimento institucional, por meio de ações

Leia mais

REGIMENTO INTERNO AVALIAÇÃO DO PESSOAL NÃO DOCENTE

REGIMENTO INTERNO AVALIAÇÃO DO PESSOAL NÃO DOCENTE REGIMENTO INTERNO AVALIAÇÃO DO PESSOAL NÃO DOCENTE Artigo 1.º Objectivos da avaliação A avaliação do pessoal não docente visa: a) A avaliação profissional, tendo em conta os conhecimentos, qualidades e

Leia mais

FICHA TÉCNICA DO CURSO FISCALIZAÇÃO DE OBRA FERRAMENTAS E METODOLOGIAS

FICHA TÉCNICA DO CURSO FISCALIZAÇÃO DE OBRA FERRAMENTAS E METODOLOGIAS FICHA TÉCNICA DO CURSO FISCALIZAÇÃO DE OBRA FERRAMENTAS E METODOLOGIAS EDIÇÃO Nº1/2013 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO Fiscalização de obra ferramentas e metodologias 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER A construção

Leia mais

Programa de Candidatura 2013/2016

Programa de Candidatura 2013/2016 Programa de Candidatura 2013/2016 Pela Ortodontia Pelos Especialistas PROGRAMA DE CANDIDATURA Caros Colegas e Amigos, No final de mais um mandato da Direção do Colégio, impõe-se uma breve reflexão sobre

Leia mais

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO

ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO ACORDO DE PRINCÍPIOS PARA A REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE E DO MODELO DE AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO E DOS EDUCADORES DE INFÂNCIA Considerando a vontade comum do

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 4 DE ÉVORA. Critérios específicos de avaliação História

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 4 DE ÉVORA. Critérios específicos de avaliação História Critérios específicos de avaliação História Ponto 1 : Informações gerais Os elementos de avaliação serão classificados de forma qualitativa, de acordo com a terminologia que a seguir se indica. A classificação

Leia mais

Prefeitura de Porto Alegre. Perfil de Competências

Prefeitura de Porto Alegre. Perfil de Competências Prefeitura de Porto Alegre Perfil de Competências Perfil de Competências Gestão Inovadora A Prefeitura de Porto Alegre, desde 2005, adota um modelo de gestão inovador com uma administração moderna focada

Leia mais

GRUPO DE CONTACTO DOS DIRETORES

GRUPO DE CONTACTO DOS DIRETORES GRUPO DE CONTACTO DOS DIRETORES PRIMEIRA EDIÇÃO (4 de junho de 2014) LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA CONTRATAR UM BOM CONSULTOR I. Trabalho de preparação a nível interno II. Critérios pessoais de um consultor

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR. Áreas Critérios de avaliação Instrumentos de avaliação

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR. Áreas Critérios de avaliação Instrumentos de avaliação EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Áreas Critérios de avaliação Instrumentos de avaliação Área de Formação Pessoal e social Revelar autonomia na higiene e alimentação. Demonstrar controlo de emoções, reações e atitudes.

Leia mais

Programa Avançado de Gestão

Programa Avançado de Gestão PÓS GRADUAÇÃO Programa Avançado de Gestão Com o apoio de: Em parceria com: Nova School of Business and Economics Com o apoio de: PÓS GRADUAÇÃO Programa Avançado de Gestão A economia Angolana enfrenta hoje

Leia mais

A Administração Local das Escolas

A Administração Local das Escolas A Administração Local das Escolas A ação de consultoria em projetos locais Cristina Palmeirão 20 maio 2015 cpalmeirao@porto.ucp.pt O princípio SAME Serviço de Apoio à Melhoria das Escolas é uma dinâmica

Leia mais

Presidente do Instituto Politécnico da Guarda

Presidente do Instituto Politécnico da Guarda Pós-Graduações A formação ao longo da vida é hoje uma necessidade indiscutível que constitui uma oportunidade a não perder por parte da instituição. A aposta nas pós-graduações deve ser incrementada, e

Leia mais

Uma avaliação de José Amostra para o cargo de Vendedor de XXX. Preparada para Company Brasil XX de março de 20XX

Uma avaliação de José Amostra para o cargo de Vendedor de XXX. Preparada para Company Brasil XX de março de 20XX Uma avaliação de para o cargo de Vendedor de XXX Preparada para Company Brasil XX de março de 20XX Perfil Caliper concluído em XX de março de 20XX Caliper Estratégias Humanas do Brasil Ltda., Rua Eça de

Leia mais

01. Missão, Visão e Valores

01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 01. Missão, Visão e Valores 06 Missão, Visão e Valores Missão A missão do ICP-ANACOM reflecte a sua razão de ser, concretizada nas actividades que oferece à sociedade para satisfazer

Leia mais

Projetos Educativos Municipais e Promoção do Sucesso Educativo

Projetos Educativos Municipais e Promoção do Sucesso Educativo 4º ciclo de seminários de aprofundamento em administração e organização escolar Painel A escola, o município e a melhoria das aprendizagens Projetos Educativos Municipais e Promoção do Sucesso Educativo

Leia mais

AE Lousada. aelousada.net CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIO GERAIS DE AVALIAÇÃO

AE Lousada. aelousada.net CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO CRITÉRIO GERAIS DE AVALIAÇÃO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE LOUSADA CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO Escola Básica de Boavista Escola Secundária de Lousada Escola Básica Lousada Centro -Silvares Escola Básica de Boim Escola Básica de Cristelos

Leia mais

Plano de Atividades AAJUDE - 2016

Plano de Atividades AAJUDE - 2016 Plano de Atividades AAJUDE - 2016 AAJUDE.16.007.1 Página 1 de 13 Índice PLANO DE ATIVIDADES - AAJUDE / 2016 1. Introdução 2. Enquadramento i. Apresentação ii. Princípios e áreas de intervenção iii. Missão

Leia mais

Uma avaliação de Jose Teste para o cargo de Analista de Assuntos Regulatórios

Uma avaliação de Jose Teste para o cargo de Analista de Assuntos Regulatórios Uma avaliação de para o cargo de Analista de Assuntos Regulatórios Preparada para Caliper Estrategias Humanas do Brasil Ltda. 26 de agosto de 205 Perfil Caliper concluído em 26 de agosto de 205 Caliper

Leia mais

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG)

Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Requisitos do Sistema de Gestão de Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves (SGSPAG) Política de Prevenção de Acidentes Graves Revisão Revisão Identificação e avaliação dos riscos de acidentes graves

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO Click aqui para se candidatar. Recrutamento para Administração Pública

REGULAMENTO DO CONCURSO Click aqui para se candidatar. Recrutamento para Administração Pública REGULAMENTO DO CONCURSO Click aqui para se candidatar Recrutamento para Administração Pública A Administração Pública pretende recrutar 2 (dois) Técnicos de Nível licenciados em Contabilidade e Auditoria.

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS INFANTE D. HENRIQUE

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS INFANTE D. HENRIQUE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS INFANTE D. HENRIQUE 2015-2016 Índice Enquadramento 3 Referentes 4 Princípios orientadores 5 Intervenientes 5 Modalidades de 6 Atividades, Parâmetros e Descritores de 8 Conselho de

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA 2 INFORMAÇÕES GERAIS O QUE É O CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA O Código de Ética e de Conduta (Código) é o instrumento no qual se inscrevem os valores que pautam a actuação do

Leia mais

Organização de Eventos

Organização de Eventos Organização de Eventos Página de Rosto Aluna: Tânia Marlene Silva Ano/ Turma: 12º ano do Curso Profissional Técnico de Secretariado Disciplina: Técnicas de Secretariado Modulo: 20 Organização de Eventos

Leia mais

www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A.

www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A. www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A. Janeiro 2014 Enquadramento A promoção da melhoria contínua da qualidade de serviço no

Leia mais