SAE-Fra - SOFTWARE DE APOIO AO ENSINO DE FRAÇÕES FRAC-SOMA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SAE-Fra - SOFTWARE DE APOIO AO ENSINO DE FRAÇÕES FRAC-SOMA"

Transcrição

1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL CAMPUS UNIVERSITÁRIO II URUGUAIANA FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CONTABILIDADE E INFORMÁTICA CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO SAE-Fra - SOFTWARE DE APOIO AO ENSINO DE FRAÇÕES FRAC-SOMA por MARCOS DIAS FAGUNDES Relatório de Trabalho de Conclusão II Prof ª. Úrsula Lisbôa Fernandes Ribeiro Orientadora Uruguaiana, julho de 2005

2 ii 2 AGRADECIMENTO - Em primeiro lugar agradeço à Deus, nosso Grande Arquiteto e Soberano Pai. - A minha amada esposa, Luciana, pela paciência, amor, dedicação e compreenção, aos meus filhos, Sandy Adryana e Matheus Ludy, por tudo: paciência, amor, bondade... A eles, peço desculpas pelas inúmeras vezes que não estive presente em determinados momentos de suas vidas. - A minha mãe, Vera se não fosse ela, cuidando dos meus lanches que me davam animo para a viagem de volta a minha cidade diariamente. - Ao meu pai, Fagundes que com muito esforço e trabalho me possibilitou fazer esta faculdade. - Aos professores e Mestres, pela disposição em ensinar e aprender! - Aos colegas, amigos e amigas que fiz na Puc Campus Uruguaiana, quantas coisas boas fizemos juntos... estudos, trabalhos, festas, jantas,... - Aos amigos que fiz no Ônibus que no levava e trazia diariamente de Itaqui a Uruguaiana, que saudade das sexta-feiras quanto tinha a festa no bus. Hilário. - E, a minha orientadora Úrsula, e as especialistas Carine, Cristina e

3 iii 3 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO MOTIVAÇÃO OBJETIVOS Objetivos gerais Objetivos específicos DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES FRAÇÕES HISTÓRICO SOBRE FRAÇÕES CONCEITO DE FRAÇÕES LEITURA DE FRAÇÕES ADIÇÃO DE FRAÇÕES SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES EQUIVALÊNCIA DE FRAÇÕES SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO SOFTWARE EDUCACIONAIS JOGOS EDUCACIONAIS PARÂMETROS CURRICULADES NACIONAIS (PCN) SOFTWARES RELACIONADOS FRAC-SOMA RECURSOS UTILIZADOS FERRAMENTA DE AUTORIA MACROMEDIA FLASH MX FERRAMENTA DE PROGRAMAÇÃO DELPHI INTEGRAÇÃO ENTRE DELPHI E FLASH MX DESCRIÇÃO DO SOFTWARE...36

4 4 8.1 FUNCIONALIDADES DA TELA INICIAL DO SAE-Fra FUNCIONALIDADES DO JOGO LIVRE FUNCIONALIDADES DO JOGO ORGANIZE AS BARRAS FUNCIONALIDADES DO JOGO COMPARE AS BARRAS FUNCIONALIDADES DO JOGO COMPARE AS FRAÇÕES FUNCIONALIDADES DO PERSONAGEM FUNCIONALIDADES DE AJUDAS FUNCIONALIDADES DO JOGO DAS PIZZAS CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...53

5 5 LISTAS DE FIGURAS Figura 1: Margens do rio Nilo Figura 2: Modelo de Fração...13 Figura 3: Exemplo de adição de frações com denominadores iguais...14 Figura 4: Exemplo de adição de frações com denominadores diferentes Figura 5: Exemplo de subtração de frações com denominadores iguais Figura 6: Exemplo de subtração de frações com denominadores diferentes Figura 7: Exemplo de equivalência de frações...15 Figura 8: Exemplo de simplificação de frações Figura 9: Dividindo figuras geométricas Figura 10: Exemplo de uso de frações com bandeiras...24 Figura 11: Exemplo de exercícios para 4º Série...24 Figura 12: Software Jamit Fraction...27 Figura 13: Tela do jogo do Jamit Fraction...27 Figura 14: Tela do jogo Brincando com frações Figura 15: Tela do jogo brincando com frações...28 Figura 16: Frac-Soma Figura 17: Crianças usando o Frac-Soma Figura 18: Tela do Macromedia Flash MX Figura 19: Tela do Delphi Figura 20: Tela inicial do SAE-Fra...37 Figura 21: Botão Jogo Livre Figura 22: Botão Organize as Barras...38 Figura 23: Botão Compare as Barras....38

6 6 Figura 24: Botão Compare as Frações Figura 25: Botão Tutorial de Frações...38 Figura 26: Botão Sair Figura 27: Botão Sair Figura 28: Menu Suspenso Jogos Figura 29: Menu Suspenso Tutorial Figura 30: Menu Suspenso Ajuda...40 Figura 31: Menu Suspenso Sair...40 Figura 32: Parte de baixo do Jogo SAE-Fra...40 Figura 33: Tela do Jogo Livre Figura 34: Botão Rotação Jogo Livre...41 Figura 35: Tela do Jogo Livre Figura 36: Botão Novo Jogo Jogo Livre...42 Figura 37: Botão Casa e Botão Cachorro Jogo Livre Figura 38: Tela do Jogo Organize as Barras Figura 39: Botão Novo Jogo Organize as Barras...43 Figura 40: Botão Lixeira Organize as Barras Figura 41: Área de para realizar testes Organize as Barras...44 Figura 42: Tela do Jogo Compare as Barras Figura 43: Botão Novo Jogo Compare as Barras Figura 44: Botão Lixeira Compare as Barras Figura 45: Área de para realizar testes Compare as Barras Figura 46: Opções de Resposta Compare as Barras...46 Figura 47: Botão de OK Compare as Barras Figura 48: Tela do Jogo Compare as Frações...46 Figura 49: Botão Novo Jogo Compare as Frações Figura 50: Botão Lixeira Compare as Frações...47 Figura 51: Área de para realizar testes Compare as Frações Figura 52: Opções de Resposta Compare as Frações Figura 53: Botão de OK Compare as Frações Figura 54: Rosto do personagem normal Figura 55: Rosto do personagem contente Figura 56: Rosto do personagem triste Figura 57: Rosto do personagem indicando erro....49

7 7 Figura 58: Rosto do personagem assustado...50 Figura 59: Tela de Ajuda Jogo Livre...50 Figura 60: Tela do Jogo das Pizzas....51

8 8 1 INTRODUÇÃO Neste trabalho de conclusão II, o assunto que será apresentado é o desenvolvimento de um software com fins educacionais para o ensino de frações nas séries fundamentais. Conforme contato com alguns professores da área, percebe-se que há uma grande dificuldade na fixação do conteúdo de frações por parte dos alunos, mais especificamente nas 4ªs e 5ªs Séries, onde os professores apresentam este conteúdo aos alunos. O referido software será um apoio ao professor. O ensino de frações nas séries iniciais é tão importante como o processo do ensino e aprendizagem de qualquer outro conteúdo matemático. 1.1 MOTIVAÇÃO Como já era de interesse deste aluno desenvolver um software educacional na área de matemática, e levando em consideração os trabalho desenvolvidos anteriormente pelos acadêmicos do curso de Ciência da Computação desta faculdade, surgiu a idéia de desenvolver um software de apoio ao ensino de frações contando com o auxilio de uma pessoa especialista na área de matemática, uma pessoa especialista na Ciência da Computação, um acadêmico do curso de ciência da computação e professores da matemática que trabalham com frações em sala de aula real e que atuaram como especialistas, formando assim uma equipe interdisciplinar para o desenvolvimento deste projeto. Atualmente, este acadêmico atua no departamento de informática da Prefeitura Municipal de Itaqui, cujos membros são responsáveis pela manutenção dos laboratórios de informática dos colégios municipais, Embora os colégios

9 9 possuírem laboratório de informática constatou-se que, infelizmente, a maioria dos professores da disciplina de matemática não utilizam o laboratório no ensino de seus conteúdos, o que acontece mais freqüentemente é a introdução de uma nova disciplina denominada Informática onde utilizam simplesmente programas tais como editores de textos, desenho e planilhas eletrônicas que dependendo do modo de como forem utilizados podem ou não ter finalidades educacionais. Espera-se que o Software de Apoio ao Ensino de Frações SAE-Fra seja uma grande ferramenta para o auxílio aos professores que o utilizarem. Espera-se que a ferramenta possibilite uma nova forma de exposição do conteúdo ao aluno, mais atrativa, provendo além do conhecimento, um contato mais intimo com a tecnologia e, assim, estimular o aluno a aprofundar seu conhecimento nesta área. O professor deverá fazer toda a introdução do conteúdo em sala de aula e aplicar exercícios, depois que os alunos já tiverem uma base sobre o conteúdo poderão ir ao laboratório e utilizar o software com o objetivo de colaborar na fixação do conteúdo. 1.2 OBJETIVOS Objetivos gerais Este projeto tem por objetivo desenvolver um software com fins educacionais sobre frações que terá como público alvo o ensino fundamental e visa tornar o ensino de frações, um pouco mais atrativo ao aluno. O auxílio de um software terá o objetivo de aumentar a motivação procurando tornar mais fácil e interessante o aprendizado, com uma abordagem lúdica do assunto, uma interface amigável e voltada para o aluno do ensino fundamental. O projeto do sistema foi definido e planejado com ajuda de especialistas da área, o que permitiu uma visão detalhada do problema Objetivos específicos Para que sejam atingidos os objetivos gerais, temos alguns objetivos específicos serão agregados ao projeto:

10 10 - O método tradicional de desenvolvimento de software, no qual os programadores sozinhos completavam o projeto foi ultrapassado [4]. Há a necessidade da formação de uma equipe interdisciplinar formada por uma especialista em Matemática, uma pessoa especialista em Ciência da Computação e um graduando no curso de Ciência da Computação, e professores que estejam lecionado em escolas de ensino fundamental, pois se terá que lidar com métodos, procedimentos e ferramentas para aumentar a produtividade e qualidade do produto; - O desenvolvimento de um software que interaja com o professor e o aluno, através de exercícios e jogos educativos, sendo o conteúdo introduzido por meios de textos, hipertextos, animações, sons, imagens ou qualquer outra forma que a equipe julgar necessário; - Possibilitar ao professor através da resolução de exercícios verificarem acertos e erros avaliando, desta forma, o desempenho dos alunos perante a nova forma que o conteúdo é apresentado; - Como a matemática é uma área considerada complexa e rica em conteúdos ainda a serem abordados, este projeto tem o objetivo de incentivar a utilização de recursos computacionais para seu ensino; - Incentivar os alunos da graduação do curso de Sistemas de Informação e Ciência da Computação a pesquisar e desenvolver mais software com fins educacionais. 1.3 DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES Para um melhor entendimento dividimos os assuntos seguintes em capítulos, abaixo uma breve introdução sobre cada capítulo: Capitulo 2 Frações: este capítulo apresenta uma revisão sobre conteúdo de frações que será abordado no software.

11 11 Capitulo 3 Informática na Educação: Este capítulo apresenta os diferentes métodos de ensino que há atualmente e como a informática pode ajudar ou apoiar o professor em diversas áreas, softwares educacionais e jogos educacionais. Capitulo 4 Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN): são normas e cronogramas curriculares que devem ser seguidas pelas escolas, mas cada uma pode adaptar-se conforme achar melhor. Capitulo 5 Softwares Relacionados: Este capítulo apresenta alguns softwares, comercial e freeware. Capitulo 6 Frac-Soma: Este capítulo apresenta a introdução e características do material concreto Frac-Soma 235. Capitulo 7 Recurso utilizados: Este capítulo apresenta as ferramentas utilizadas no desenvolvimento do SAE-Fra. Capitulo 8 Descrição do Software: Este capítulo apresenta a descrição das telas do SAE-Fra. Capitulo 9 Considerações Finais: Este capítulo apresenta a conclusão do TC II. Capitulo 10 Referências Bibliográficas: links e livros que foram utilizados para o desenvolvimento deste projeto.

12 12 2 FRAÇÕES O objetivo de este capítulo familiarizar o leitor através de um pequeno resumo do conteúdo de frações: histórico sobre frações, Introdução a frações, o que é uma fração, leitura de frações, adição de frações, subtração de frações, equivalência e simplificações de frações. 2.1 HISTÓRICO SOBRE FRAÇÕES Os números fracionários surgiram das necessidades que os antigos geômetras dos faraós do Egito tinham de realizar as marcações das terras, isto há anos a.c., o motivo da utilização era porque o rio Nilo inundava levando parte de suas marcações conforme figura 1. Logo os proprietários das terras tinham que marcá-las novamente e para isso, eles utilizavam uma marcação com cordas, que seria uma espécie de medida, denominada estiradores de cordas. As pessoas utilizavam as cordas, esticando-as e assim verificavam quantas vezes aquela unidade de medida estava contida nos lados do terreno, mas raramente a medida dava correta no terreno, isto é, não cabia um número inteiro de vezes nos lados do terreno; sendo assim eles sentiram a necessidade de criar um novo tipo de número - o número fracionário [13].

13 13 Figura 1: Margens do rio Nilo. 2.2 CONCEITO DE FRAÇÕES Fração é todo par de números naturais na forma que mostra a figura 2, onde: o denominador b indica em quantas partes iguais o inteiro foi divido. O numerador a indica a quantidade utilizadas dessas partes. Como não existe divisão por zero, não existe fração com denominador igual a zero [9]. Figura 2: Modelo de Fração. 2.3 LEITURA DE FRAÇÕES Para lermos uma fração, primeiro lemos o numerador, depois lemos o denominador, da seguinte forma: a) Denominadores 2 e 3 são lidos como meio e terços [9]; b) Denominadores entre 4 e 9 são lidos como números ordinais [9]; c) Denominadores 10, 100, 1000 são lidos como décimos, centésimos, milésimos [9]; d) Denominadores acima de 10 (excluído os do item c) são lidos

14 14 acrescentando-se a palavra avos no final [9]. 2.4 ADIÇÃO DE FRAÇÕES Para realizar a adição de frações com o mesmo denominador devemos somar os numeradores e conserva-se os denominadores, quando os denominadores são diferentes devemos utilizar algum método (Simplificação de frações, Equivalência de frações ou MMC) para igualar os denominadores e assim efetuarmos a adição. A figura 3 mostra um exemplo de adição de frações quando os denominadores são iguais. A figura 4 mostra um exemplo de adição de frações quando os denominadores são diferentes, pode-se observar que há a necessidade de igualar os denominadores, como citamos anteriormente há diferentes formas de se fazer. Exemplo: Figura 3: Exemplo de adição de frações com denominadores iguais. = = = 12 Figura 4: Exemplo de adição de frações com denominadores diferentes SUBTRAÇÃO DE FRAÇÕES Para realizar a subtração de frações com o mesmo denominador devemos subtrair os numeradores e conservar os denominadores, quando os denominadores são diferentes devemos utilizar algum método (Simplificação de frações, Equivalência de frações ou MMC) para igualar os denominadores e assim efetuarmos a subtração. A figura 5 mostra um exemplo de subtração de frações quando os denominadores são iguais. A figura 6 mostra um exemplo de subtração de frações quando os denominadores são diferentes, pode-se observar que há a necessidade de igualar os denominadores, como citamos anteriormente há diferentes formas de se fazer.

15 15 Exemplo: Figura 5: Exemplo de subtração de frações com denominadores iguais. = = = 12 Figura 6: Exemplo de subtração de frações com denominadores diferentes EQUIVALÊNCIA DE FRAÇÕES As frações são equivalentes quando elas representam a mesma parte de um inteiro, como se pode observar no exemplo abaixo [9]. A figura 7 mostra um exemplo de equivalência de frações onde se podem observar como as frações dois meios e quatro quartos são equivalentes a um. Exemplo: ~ ~ 2 4 Figura 7: Exemplo de equivalência de frações. 2.7 SIMPLIFICAÇÃO DE FRAÇÕES Para simplificar uma fração, dividimos seus termos por um mesmo número natural, diferente de zero, obtendo-se dessa forma uma fração equivalente à fração dada. As frações que não podem ser simplificadas são chamadas irredutíveis [9]. A figura 8 mostra um exemplo de simplificação de frações onde se pode observar que se dividirmos o numerador e denominador da segunda fração por 3, obtém-se os mesmos valores do numerador e denominador da primeira fração. Exemplo: 1 3 ~ 3 9 Figura 8: Exemplo de simplificação de frações.

16 16 3 INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO A informática na Educação é fundamental, tanto para alunos quanto para professores. Essa nova tecnologia tornou-se uma importante área de pesquisa. Ela busca modificar a forma de apresentação de conteúdo, ou seja, ao invés de apenas receberem informações, os alunos interagem com o sistema com a finalidade de construir conhecimento. A aplicação da informática desenvolve os conteúdos com uma metodologia que busca auxiliar no processo de aprendizagem. O papel então dos professores não é apenas de transmitir informações, e sim o de facilitador, mediador da construção do conhecimento, o computador passa a ser o "aliado" do professor na aprendizagem, e proporciona transformações no ambiente de aprendizagem, questionando suas formas tradicionais de ensinar. A informática quando adotada nas escolas deve se integrar ao ambiente e à realidade dos alunos, não só como ferramenta, mas como recurso interdisciplinar, constituindo-se também em um recurso didático com que o professor possa contar para bem realizar o seu trabalho, desenvolvendo com os alunos atividades, projetos e questionamento. Para que as escolas introduzam a informática, é necessário ter em primeiro lugar um plano pedagógico [8]. Onde serão discutidos os objetivos de sua utilização como ferramenta educativa e a escolha do software educativo que possa ser usado para ajudar a atingir mais fácil e eficientemente os objetivos educacionais. Um software educacional possui o objetivo de auxiliar o professor no processo de ensino-aprendizagem [2]. Para o desenvolvimento de um software com

17 17 fins educacionais é preciso entender como as pessoas aprendem, sendo assim abaixo seguem algumas metodologias de aprendizagem: EMPIRISMO: Considera que o ser humano só constrói o seu conhecimento ao longo dos anos, pois ao nascer a sua mente está vazia, desde as capacidades sensórias até os comportamentos mais complexos [1]. NATIVISMO: A maioria das características do ser é fixado desde o nascimento e a hereditariedade explica as diferenças físicas e psicológicas de cada pessoa. As formas de conhecimento estão pré-determinadas no sujeito que aprende [1]. ASSOCIACIONISTA: O comportamento complexo é a combinação de uma série de condutas simples. O padrão básico da aprendizagem é uma resposta mecanicista "as forças externas. Um estímulo provoca uma resposta, se a resposta é recompensada é aprendida [1]. CONSTRUTIVISMO: O conhecimento se constrói pouco a pouco, a medida em que as estruturas mentais e cognitivas se organizam, de acordo com os estágios de desenvolvimento da inteligência [1]. COMPORTAMENTALISMO: O processo de aprendizagem é função de situações de ensino, onde os indivíduos têm constantes reforços positivos para respostas corretas [1]. NEOCOMPORTAMENTALISMO: vem das mesmas origens objetivistas do construtivismo, mas no arcabouço da teoria está inserida a visão do processo de aprendizagem também como um evento interno, fruto de complexos processos mentais. A situação de aprendizagem envolve quatro elementos: um aprendiz, uma situação em que a aprendizagem possa ocorrer, alguma forma de comportamento explícito por parte do aprendiz e uma mudança interna [1]. SOCIO-INTERACIONISMO: Os pontos chave em teoria que impactam o desenvolvimento de situações de aprendizagem são:

18 18 a) Aprender é fortemente condicionado pela cultura e pela interação social; b) Desenvolvimento cognitivo é limitado a um determinado potencial para cada intervalo de idade (Zona Proximal de Desenvolvimento); c) Desenvolvimento cognitivo completo requer interação social. Há uma zona de desenvolvimento proximal [1]. A criação de um software educacional deve levar em consideração duas visões, o comportamentalismo e o neocomportamentalismo [1]. No comportamentalismo, que tem como origem a psicologia experimental de Watson e vê o homem como uma tábua rasa, o processo de aprendizagem é função das situações de ensino, onde os indivíduos têm constantes reforços positivos para respostas corretas. E na visão do Neo-Comportamentalismo, que tem suas origens na mesma época do construtivismo, a aprendizagem de habilidades intelectuais obedece a uma ordem hierárquica que se inicia com conexões, estímulos, resposta, passando por cadeias, conceitos e regras, até chegar à solução do problema. 3.1 SOFTWARE EDUCACIONAIS É indiscutível o poder de fascinação das máquinas sobre alunos e professores, isto era uma realidade a alguns anos atrás, agora, o computador já não é mais coisa de outro mundo, porém, a presença de computadores em sala de aula não é suficiente para assegurar melhorias no ensino se não for observada a qualidade do software utilizado. Software Educacional é um produto orientado a diversas finalidades pedagógicas, podendo ser programada de modo a poder ser aplicado em uma das diversas estratégias existentes (tutorial, simulação, jogos). Um Software Educacional pode ter princípios de inteligência artificial, como reconhecimento do aluno para poder saber em qual área de conteúdo ele esta tendo mais dificuldade de aprendizagem e podendo então tratá-lo aplicando mais

19 19 conteúdos sobre aquele determinado assunto em específico. Os softwares que induzem o aluno a uma resposta correta mediante uma série de estímulos cuidadosamente planejados são classificados como Computer Assisted Instrution (CAI) e os softwares que possuem algum tipo de Inteligência Artificial que possibilite a adaptação ao usuário e analise os padrões de erros, estilos e capacidade de aprendizagem do aluno são conhecidos como Intelligent Computer Assisted Instrution (ICAI) que deu origem aos STI (Sistemas Tutores Inteligentes) o seu objetivo é proporcionar uma instrução adaptada ao aluno, tanto em conteúdo como na forma, superando desta maneira alguns dos problemas mais cruciais do software educativo na atualidade. Os STI se comportam de forma mais próxima a um professor humano ou um comportamento mais próximo possível disto, porém na realidade está muito distante de alcançar tais propósitos, pois há muitas limitações ao nível de hardware e software que impossibilitam colocar dispositivos que possam trabalhar com aspectos relativos aos sentidos do olfato, tato e visão. Neste projeto ainda não está definido qual das taxonomias será adotada [6]. Produtos de software mal elaborados podem trazer sérias conseqüências. A literatura reporta casos de erros de programas que custaram vidas humanas ou perdas financeiras consideráveis. Estas conseqüências desastrosas têm provocado um interesse crescente pela qualidade de software, levantamento de questões éticas relacionadas, questionamento sobre como os softwares são desenvolvidos e qual o papel dos computadores na sociedade [4]. Quando falamos de qualidade de software para a educação, não podemos esquecer de fatores inerentes ao contexto educacional, como questões culturais, éticas, filosóficas e psico-pedagógicas, que influenciam na avaliação. Softwares educacionais, como os demais, exigem testes e padrões para atingir níveis de alta qualidade [5]. 3.2 JOGOS EDUCACIONAIS

20 20 Os jogos fazem parte de nossas vidas desde os tempos mais remotos e não somente de nossas infâncias, mas também em outros momentos, podendo ser ferramentas com um grande valor instrucional, pois enquanto divertem, aumentam a motivação e consequentemente facilitam o aprendizado e aumentam a capacidade de retenção do que está sendo ensinado [5], permitindo, além disso, o reconhecimento e entendimento de regras. Autonomia, criatividade, originalidade e a possibilidade de simular e experimentar situações perigosas e proibidas podem serem reveladas através dos jogos. Jogos Educacionais podem ser definidos como motivadores do processo de aprendizagem, mas ainda há muita discussão sobre o que é jogo educacional, uma definição mais especifica pode ser todas aquelas aplicações que podem ser utilizadas para algum objetivo educacional ou que estiverem pedagogicamente embasadas [5]. É muito importante ressaltar que um jogo educacional não pode ser feito sem o prévio conhecimento do conteúdo do mesmo, daí a importância dos professores dominarem a tecnologia e fazerem uma análise detalhada do conteúdo a ser utilizado observando os objetivos a serem alcançados. Existem vários tipos de jogos que podem ser classificados em diferentes tipos, veremos alguns tipos que podem ser utilizados com fins educacionais: Ação auxiliam no desenvolvimento psicomotor da criança, reflexo, coordenação olho-mão, auxiliando no processo de pensamento rápido frente uma situação inesperada [5]. Aventura caracteriza-se pelo controle que o usuário tem sobre o ambiente a ser descoberto podendo auxiliar em situações impossíveis de ser vivenciadas em sala de aula. Exemplo: um desastre ecológico ou um experimento químico [5]. Lógico desafiam muito mais a mente do usuário do que os reflexos, um exemplo clássico é o Xadrez e a Dama [5].

21 21 Estratégia focados em sabedoria e habilidades de negócios dos usuários, principalmente os que tem por objetivo a construção ou administração de algo, podendo proporcionar uma simulação em que se aplica os conhecimentos adquiridos em sala de aula [5]. Na educação os jogos de computadores podem proporcionar ao aluno mais motivação e persistência no desenvolvimento das tarefas. Os jogos constituem uma maneira mais divertida de aprender proporcionando uma melhor flexibilidade cognitiva, pois funcionam como uma ginástica mental, aumentando a rede de conexões neurais e alterando o fluxo sangüíneo no cérebro quando em estado de concentração [5]. A maioria dos jogos com fins educacionais são baseados numa abordagem auto-dirigida, isto é, o aluno aprende por si só, através da descoberta de relações e da interação com o software. O professor assume o papel de moderador dando orientações e selecionando softwares adequados e condizentes com a sua prática pedagógica. Hoje em dia existem no mercado diversos jogos para ensinar conceitos considerados complexos. O grande desafio é apoiar o aluno para que sua atenção não seja focada somente na competição, deixando de lado os conceitos a serem desenvolvidos, por isso, a reflexão do aluno e a observação do professor são fatores essenciais quando utilizamos softwares educacionais em sala de aula com fins pedagógicos.

22 22 4 PARÂMETROS CURRICULADES NACIONAIS (PCN) A construção de Parâmetros Curriculares para a educação fundamental e média foi uma das principais mudanças da política educacional do primeiro mandato do governo Fernando Henrique Cardoso e atingiu seu auge em 1998, quando foi publicado e distribuído os PCN. O objetivo dos Parâmetros Curriculares Nacionais é propiciar aos sistemas de ensino, particularmente aos professores, subsídios à elaboração e/ou reelaboração do currículo, visando à construção do projeto pedagógico, em função da cidadania do aluno [16]. Os Parâmetros e Referenciais Curriculares Nacionais são resultados de longo trabalho, que contou com a participação de muitos educadores brasileiros tendo a marca de suas experiências e de seus estudos. Eles foram produzidos no contexto das discussões pedagógicas atuais. Inicialmente foram elaborados documentos, em versões preliminares, para ser analisados e debatidos por professores que atuam em diferentes graus de ensino, especialistas da educação e de outras áreas, além de instituições governamentais e não-governamentais. A expressão parâmetros curriculares tem como elemento central a idéia de pontos comuns que caracterizam o fenômeno educativo em todo o país, respeitando diversidades regionais, culturais e políticas. No mesmo documento, currículo não significa apenas matérias de um curso, os programas e conteúdos das disciplinas. Abrange, principalmente, a expressão de princípios e metas do projeto educativo, suficientemente flexíveis para promover discussões e reelaborações no cotidiano da sala de aula, na prática didática dos professores [8].

23 23 Existe uma estrutura dos Parâmetros Curriculares Nacionais, nesta estrutura é feita uma divisão por ciclos, poderemos observar melhor na tabela 1 que segue abaixo: Ciclos Séries 1º Ciclo 1º e 2º 2º Ciclo 3º e 4º 3º Ciclo 5º e 6º 4º Ciclo 7º e 8º Tabela 1 Ciclos do PCN. Conforme consulta nos PCN pode-se observar que a introdução do conceito de frações inicia-se na metade do segundo clico em diante, equivalendo assim a 4º Série do ensino fundamental. Um conteúdo mais aprofundado é apresentado partir do terceiro clico. Foi realizada uma pesquisa nos colégios municipais da cidade de Itaqui, e constatou-se que a partir da 3º série, já é feita uma introdução do conteúdo de frações. Os alunos trabalham com figuras geométricas como podemos observar na figura 9 [3], dividindo-as ao meio, por exemplo, trabalham também com figuras de bandeiras para descobrir em quantas partes foi dividida, como podemos observar na figura 10 [3]. Quando iniciam a 4º série, começam a aprender a adição e subtração de frações, ainda trabalhando com figuras geométricas ou outra forma que professora julgar necessário. Na figura 11 [15], pode-se observar um exercício utilizado na quarta série. Figura 9: Dividindo figuras geométricas.

24 24 Figura 10: Exemplo de uso de frações com bandeiras. Figura 11: Exemplo de exercícios para 4º Série. A referida pesquisa conforme citada acima, foi realizada nos seguintes colégios da rede municipal de ensino da cidade de itaqui: Escola de Ensino Fundamental Professora Ulisséia Lima Barbosa, com a professora Ana Maria Vargas Caleggaro que está atuando com alunos da 5º série da

25 25 referida escola. Escola de Ensino Fundamental e Médio Getulio Vargas, com a professora pedagoga Iara Gomes. Na secretaria municipal de educação, onde foi informado que na 2º e 3º série já há uma pequena introdução para os alunos sobre frações de uma forma implícita, onde trabalham com as figuras geométricas dividindo-as ao meio. Na 4º série já há uma introdução bem definida sobre o conteúdo de frações mostrando adição e subtração, na 5º série há uma revisão sobre adição e subtração e conceitos de frações próprias, impróprias, equivalentes, comparação de frações, simplificação de frações, MMC, Multiplicação e divisão de frações. Nas series seguintes os alunos vão ter o conteúdo de frações na forma de revisão.

Softwares educativos com tecnologias Multimídia: uma ferramenta para apoio ao ensino da Matemática

Softwares educativos com tecnologias Multimídia: uma ferramenta para apoio ao ensino da Matemática Softwares educativos com tecnologias Multimídia: uma ferramenta para apoio ao ensino da Matemática Carlos Vitor de Alencar Carvalho1 1 Universidade Severino Sombra, Docente do Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Jogos educacionais. Palavras-chave: jogos educacionais, Macromedia Flash MX. 1. Computador na Educação

Jogos educacionais. Palavras-chave: jogos educacionais, Macromedia Flash MX. 1. Computador na Educação Jogos educacionais Resumo Liane Margarida Rockenbach Tarouco Letícia Coelho Roland Marie-Christine Julie Mascarenhas Fabre Mary Lúcia Pedroso Konrath CINTED/UFRGS O presente artigo tem por objetivo discutir

Leia mais

Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos

Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos Capítulo 7 O Gerenciador de Arquivos Neste capítulo nós iremos examinar as características da interface do gerenciador de arquivos Konqueror. Através dele realizaremos as principais operações com arquivos

Leia mais

Software Matemático para aplicação da Teoria dos Conjuntos

Software Matemático para aplicação da Teoria dos Conjuntos Software Matemático para aplicação da Teoria dos Conjuntos Ana Paula Cavalheiro Oliveira (man05103@feg.unesp.br) Diego Teixeira de Souza (man05109@feg.unesp.br) Rodrigo Alexandre Ribeiro (man04023@feg.unesp.br)

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA - SC. MICROSOFT OFFICE - EXCEL 2007 Pág.: 1

TRIBUNAL DE JUSTIÇA - SC. MICROSOFT OFFICE - EXCEL 2007 Pág.: 1 EXCEL 2007 O Excel 2007 faz parte do pacote de produtividade Microsoft Office System de 2007, que sucede ao Office 2003. Relativamente à versão anterior (Excel 2003), o novo programa introduz inúmeras

Leia mais

Como encontrar maneiras de associar um importante conteúdo didático a um software que ensine e divirta ao mesmo tempo? Estão os professores

Como encontrar maneiras de associar um importante conteúdo didático a um software que ensine e divirta ao mesmo tempo? Estão os professores Profª Levany Rogge Os softwares são considerados programas educacionais a partir do momento em que são projetados através de uma metodologia que os contextualizem no processo ensino-aprendizagem; Tajra

Leia mais

Principais Estilo de. Fabricio de Sousa

Principais Estilo de. Fabricio de Sousa Principais Estilo de Interação Fabricio de Sousa Principais Estilos de Interação Termo genérico que inclui todas as formas usadas pelos usuários para comunicarem ou interagirem com sistemas computacionais

Leia mais

UTILIZANDO PROGRAMAS EDUCACIONAIS

UTILIZANDO PROGRAMAS EDUCACIONAIS LINUX EDUCACIONAL UTILIZANDO PROGRAMAS EDUCACIONAIS PROFESSOR GERSON VALENCIO Caro professor: As novas Tecnologias de Informação e Comunicação(TICs) estão mudando nossa forma de pensar, agir, relacionar-se,

Leia mais

CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA. Microsoft Windows XP

CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA. Microsoft Windows XP CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA Microsoft Windows XP William S. Rodrigues APRESENTAÇÃO WINDOWS XP PROFISSIONAL O Windows XP, desenvolvido pela Microsoft, é o Sistema Operacional mais conhecido e utilizado

Leia mais

Versão 2.2.0 PIMACO AUTOADESIVOS LTDA. Assistente Pimaco + 2.2.0. Ajuda ao Usuário

Versão 2.2.0 PIMACO AUTOADESIVOS LTDA. Assistente Pimaco + 2.2.0. Ajuda ao Usuário Versão 2.2.0 PIMACO AUTOADESIVOS LTDA. Assistente Pimaco + 2.2.0 Ajuda ao Usuário A S S I S T E N T E P I M A C O + 2.2.0 Ajuda ao usuário Índice 1. BÁSICO 1 1. INICIANDO O APLICATIVO 2 2. O AMBIENTE DE

Leia mais

Microsoft Excel 2000. Alan Cleber Borim - alan.borim@poli.usp.br. http://www.pcs.usp.br/~alan

Microsoft Excel 2000. Alan Cleber Borim - alan.borim@poli.usp.br. http://www.pcs.usp.br/~alan Microsoft Excel 2000 Alan Cleber Borim - alan.borim@poli.usp.br http://www.pcs.usp.br/~alan Microsoft Índice 1.0 Microsoft Excel 2000 3 1.1 Acessando o Excel 3 1.2 Como sair do Excel 3 1.3 Elementos da

Leia mais

MUSICALIZANDO ATRAVÉS DA INFORMÁTICA

MUSICALIZANDO ATRAVÉS DA INFORMÁTICA 1 MUSICALIZANDO ATRAVÉS DA INFORMÁTICA 039-TC-B5 05/2005 Cláudia Valéria Nascimento de Araújo Unicarioca claudia@idgrupo.net Carla Araújo Forte Unicarioca - carlaaforte@yahoo.com.br Denise Voigt Kallás

Leia mais

SUMÁRIO TUTORIAL DO HQ. 2 DICAS PEDAGÓGICAS:. 2 DOWNLOAD DA INSTALAÇÃO. 2 PASSO 1 FORMULÁRIO PARA DOWNLOAD. 2 PASSO 2 ESCOLHENDO A VERSÃO.

SUMÁRIO TUTORIAL DO HQ. 2 DICAS PEDAGÓGICAS:. 2 DOWNLOAD DA INSTALAÇÃO. 2 PASSO 1 FORMULÁRIO PARA DOWNLOAD. 2 PASSO 2 ESCOLHENDO A VERSÃO. SUMÁRIO TUTORIAL DO HQ... 2 DICAS PEDAGÓGICAS:... 2 DOWNLOAD DA INSTALAÇÃO... 2 PASSO 1 FORMULÁRIO PARA DOWNLOAD... 2 PASSO 2 ESCOLHENDO A VERSÃO... 3 PASSO 3 INSTRUÇÕES DE INSTALAÇÃO... 4 CRIANDO NOVAS

Leia mais

Diveo Exchange OWA 2007

Diveo Exchange OWA 2007 Diveo Exchange OWA 2007 Manual do Usuário v.1.0 Autor: Cícero Renato G. Souza Revisão: Antonio Carlos de Jesus Sistemas & IT Introdução... 4 Introdução ao Outlook Web Access 2007... 4 Quais são as funcionalidades

Leia mais

INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE EDUCATIVO

INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE EDUCATIVO INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO: DESENVOLVIMENTO DE UM SOFTWARE EDUCATIVO Fabíola de Oliveira Alvarenga Universidade Presidente Antônio Carlos Rodovia MG 368 KM 12 Colônia Rodrigo Silva Barbacena Minas Gerais

Leia mais

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash

Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Capítulo 2 Introdução à ferramenta Flash Índice 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED.... 1 2. História do Flash... 4 1. O uso da ferramenta Flash no projeto RIVED. É importante, antes de iniciarmos

Leia mais

Sumário INTRODUÇÃO 3 DICAS PARA CRIAR UM BOM SITE 4

Sumário INTRODUÇÃO 3 DICAS PARA CRIAR UM BOM SITE 4 Sumário Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 5.988 de 14/12/73. Nenhuma parte deste livro, sem prévia autorização por escrito de Celta Informática, poderá ser reproduzida total ou parcialmente,

Leia mais

Palavras-chave: Ensino; Matemática; Extensão; Aprendizagem lúdica

Palavras-chave: Ensino; Matemática; Extensão; Aprendizagem lúdica BRINCANDO DE MATEMÁTICO Autor: Érika Sathie Takatsuki Instituição: UFPR Email: erikatakatsuki@hotmail.com Autor: Larissa Kovalski Instituição: UFPR Email: larissa.kovalski@yahoo.com.br Autor: Jânio de

Leia mais

Apresentando o GNOME. Arlindo Pereira arlindo.pereira@uniriotec.br

Apresentando o GNOME. Arlindo Pereira arlindo.pereira@uniriotec.br Apresentando o GNOME Arlindo Pereira arlindo.pereira@uniriotec.br O que é o GNOME? GNOME é um ambiente desktop - a interface gráfica de usuário que roda sobre um sistema operacional - composta inteiramente

Leia mais

Noções de Informática

Noções de Informática Noções de Informática 2º Caderno Conteúdo Microsoft Excel 2010 - estrutura básica das planilhas; manipulação de células, linhas e colunas; elaboração de tabelas e gráficos; inserção de objetos; campos

Leia mais

Excel 2010 Modulo II

Excel 2010 Modulo II Excel 2010 Modulo II Sumário Nomeando intervalos de células... 1 Classificação e filtro de dados... 3 Subtotais... 6 Validação e auditoria de dados... 8 Validação e auditoria de dados... 9 Cenários...

Leia mais

Microsoft Excel 2003

Microsoft Excel 2003 Associação Educacional Dom Bosco Faculdades de Engenharia de Resende Microsoft Excel 2003 Professores: Eduardo Arbex Mônica Mara Tathiana da Silva Resende 2010 INICIANDO O EXCEL Para abrir o programa Excel,

Leia mais

1. NOÇÕES BÁSICAS... 1.1. Iniciando o Excel... 1.1.1. Abrindo o Excel... 1.1.2. Encerrando o Excel... 1.2. A tela do Excel 7.0... 1.2.1.

1. NOÇÕES BÁSICAS... 1.1. Iniciando o Excel... 1.1.1. Abrindo o Excel... 1.1.2. Encerrando o Excel... 1.2. A tela do Excel 7.0... 1.2.1. 1. NOÇÕES BÁSICAS... 1.1. Iniciando o Excel... 1.1.1. Abrindo o Excel... 1.1.2. Encerrando o Excel... 1.2. A tela do Excel 7.0... 1.2.1. Partes da tela do Excel... Barra de fórmulas... Barra de status...

Leia mais

COMO CRIAR MAPAS CONCEITUAIS UTILIZANDO O CMAPTOOLS

COMO CRIAR MAPAS CONCEITUAIS UTILIZANDO O CMAPTOOLS COMO CRIAR MAPAS CONCEITUAIS UTILIZANDO O CMAPTOOLS Luiz Antonio Schalata Pacheco schalata@cefetsc.edu.br Sabrina Moro Villela Pacheco sabrinap@cefetsc.edu.br EDIÇÃO PRELIMINAR Sumário 1 INTRODUÇÃO...3

Leia mais

Prática 6 ActionScript

Prática 6 ActionScript Prática 6 ActionScript 1. Objetivos Se familiarizar com o ActionScript. Usar comandos e funções básicas. 2. Recursos Necessários Computador com o programa Macromedia Flash MX ou superior. 3. Conceitos

Leia mais

Informática Aplicada. Aula 2 Windows Vista. Professora: Cintia Caetano

Informática Aplicada. Aula 2 Windows Vista. Professora: Cintia Caetano Informática Aplicada Aula 2 Windows Vista Professora: Cintia Caetano AMBIENTE WINDOWS O Microsoft Windows é um sistema operacional que possui aparência e apresentação aperfeiçoadas para que o trabalho

Leia mais

Manual Simulador de Loja

Manual Simulador de Loja Manual Simulador de Loja Índice Início Menu Loja Modelo Loja Modelo Menu Criar Minha Loja Criar Minha Loja Abrir Projeto Salvo Teste Seu Conhecimento 0 04 05 08 09 8 9 0 Início 5 4 Figura 00. Tela inicial.

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Curso Excel Avançado Índice

Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia Curso Excel Avançado Índice Índice Apresentação...2 Barra de Título...2 Barra de Menus...2 Barra de Ferramentas Padrão...2 Barra de Ferramentas de Formatação...3 Barra de Fórmulas e Caixa de Nomes...3 Criando um atalho de teclado

Leia mais

Informática - Básico. Paulo Serrano GTTEC/CCUEC-Unicamp

Informática - Básico. Paulo Serrano GTTEC/CCUEC-Unicamp Informática - Básico Paulo Serrano GTTEC/CCUEC-Unicamp Índice Apresentação...06 Quais são as características do Windows?...07 Instalando o Windows...08 Aspectos Básicos...09 O que há na tela do Windows...10

Leia mais

SOFTWARE EDUCATIVO. Manual CHILDSPLAY 1.6

SOFTWARE EDUCATIVO. Manual CHILDSPLAY 1.6 SOFTWARE EDUCATIVO Manual CHILDSPLAY 1.6 BENTO GONÇALVES Março de 2015 Sumário O que é?... 3 Requisitos... 3 Objetivos... 3 Link para download... 4 Tela Inicial... 5 Jogo da Memória... 6 Aquário... 7 Teclado...

Leia mais

Tutorial do Iniciante. Excel Básico 2010

Tutorial do Iniciante. Excel Básico 2010 Tutorial do Iniciante Excel Básico 2010 O QUE HÁ DE NOVO O Microsoft Excel 2010 é um programa de edição de planilhas eletrônicas muito usado no mercado de trabalho para realizar diversas funções como;

Leia mais

8/9/2010 WINDOWS. Breve Histórico. Profa. Leda G. F. Bueno. Seu desenvolvimento iniciou-se em 1981

8/9/2010 WINDOWS. Breve Histórico. Profa. Leda G. F. Bueno. Seu desenvolvimento iniciou-se em 1981 Conceitos Básicos e Gerenciamento de Arquivos WINDOWS EXPLORER Profa. Leda G. F. Bueno WINDOWS Sistema operacional criado pela Microsoft Corporation Característica Principal características o uso de janelas

Leia mais

4 Criação de macros e introdução à linguagem VBA

4 Criação de macros e introdução à linguagem VBA 4 Criação de macros e introdução à linguagem VBA Vinicius A. de Souza va.vinicius@gmail.com São José dos Campos, 2011. 1 Sumário Tópicos em Microsoft Excel 2007 Introdução à criação de macros...3 Gravação

Leia mais

Britannica Escola Online. Manual de Treinamento

Britannica Escola Online. Manual de Treinamento Britannica Escola Online Manual de Treinamento 1 ÍNDICE Conhecendo a Britannica Escola Online...3 Como Acessar a Britannica Escola Online...3 Página Inicial da Britannica Escola Online...4 Área de Pesquisa...4

Leia mais

1 Introdução. Sistemas de Autoria

1 Introdução. Sistemas de Autoria 1 Introdução Sistemas de Autoria O momento atual impulsiona a computação a lançar um novo olhar sobre a Educação, focados para as possibilidades da construção de um mundo de inovações onde as tecnologias

Leia mais

Construtor Iron Web. Manual do Usuário. Iron Web Todos os direitos reservados

Construtor Iron Web. Manual do Usuário. Iron Web Todos os direitos reservados Construtor Iron Web Manual do Usuário Iron Web Todos os direitos reservados A distribuição ou cópia deste documento, ou trabalho derivado deste é proibida, requerendo, para isso, autorização por escrito

Leia mais

Parte I Introdução ActionScript_30_01.indd 1 5/11/2010 08:29:29

Parte I Introdução ActionScript_30_01.indd 1 5/11/2010 08:29:29 Parte I Introdução ActionScript_30_01.indd 1 5/11/2010 08:29:29 ActionScript_30_01.indd 2 5/11/2010 08:29:34 Aprendendo uma nova linguagem... ActionScript é uma linguagem e, como um novo idioma ou a linguagem

Leia mais

Responsáveis: Fernando Celso Villar Marinho e Rita Maria Cardoso Meirelles DOMINÓ DAS FRAÇÕES COM O USO DO TANGRAM

Responsáveis: Fernando Celso Villar Marinho e Rita Maria Cardoso Meirelles DOMINÓ DAS FRAÇÕES COM O USO DO TANGRAM FORMAÇÃO CONTINUADA DE DOCENTES DA EDUCAÇÃO BÁSICA SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO RJ SUCESSO ESCOLAR SUPORTE DIDÁTICO PARA IMPLEMENTAÇÃO DA REORIENTAÇÃO CURRICULAR Matemática Pólo Rio de Janeiro Responsáveis:

Leia mais

LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO

LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Coordenador: Duração: Carga Horária: LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Victor Emanuel Corrêa Lima 6 semestres 2800 horas Situação Legal: Reconhecido pela Portaria MEC nº 503 de 15/02/2006 MATRIZ CURRICULAR Primeiro

Leia mais

Centro de Computação - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:apoio@turing.unicamp.br) Sumário

Centro de Computação - Unicamp Gerência de Atendimento ao Cliente (e-mail:apoio@turing.unicamp.br) Sumário Sumário Conceitos Microsoft Access 97... 01 Inicialização do Access... 02 Convertendo um Banco de Dados... 03 Criando uma Tabela... 06 Estrutura da Tabela... 07 Propriedades do Campo... 08 Chave Primária...

Leia mais

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem Coordenação: Juliana Cristina Braga Autoria: Rita Ponchio Você aprendeu na unidade anterior a importância da adoção de uma metodologia para a construção de OA., e também uma descrição geral da metodologia

Leia mais

DIFICULDADES ENCONTRADAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DAS 4 OPERAÇÕES PELOS ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO 1

DIFICULDADES ENCONTRADAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DAS 4 OPERAÇÕES PELOS ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO 1 DIFICULDADES ENCONTRADAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DAS 4 OPERAÇÕES PELOS ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO 1 MATTE, Margarete C. M. 2 ; OLIVEIRA, Adriana P. 3 ; RIGH, Taígete P. 4 1 Trabalho de Pesquisa

Leia mais

Apostilas OBJETIVA Escrevente Técnico Judiciário TJ Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo - Concurso Público 2015. Índice

Apostilas OBJETIVA Escrevente Técnico Judiciário TJ Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo - Concurso Público 2015. Índice Índice Caderno 2 PG. MS-Excel 2010: estrutura básica das planilhas, conceitos de células, linhas, colunas, pastas e gráficos, elaboração de tabelas e gráficos, uso de fórmulas, funções e macros, impressão,

Leia mais

XXIV SEMANA MATEMÁTICA

XXIV SEMANA MATEMÁTICA XXIV SEMANA ACADÊMICA DA MATEMÁTICA Minicurso: Produção de Páginas Web para Professores de Matemática Projeto de Extensão: Uma Articulação entre a Matemática e a Informática como Instrumento para a Cidadania

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA COMPUTACIONAL INFORMÁTICA INSTRUMENTAL

PÓS-GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA COMPUTACIONAL INFORMÁTICA INSTRUMENTAL PÓS-GRADUAÇÃO EM MATEMÁTICA COMPUTACIONAL INFORMÁTICA INSTRUMENTAL Introdução Aula 03: Pacote Microsoft Office 2007 O Pacote Microsoft Office é um conjunto de aplicativos composto, principalmente, pelos

Leia mais

Desenvolvimento e aplicação de um software como ferramenta lúdica para a memorização das regras do novo acordo ortográfico

Desenvolvimento e aplicação de um software como ferramenta lúdica para a memorização das regras do novo acordo ortográfico Desenvolvimento e aplicação de um software como ferramenta lúdica para a memorização das regras do novo acordo ortográfico Maria José Basso Marques*, Elisângela Mazei da Silva** Estado de Mato Grosso,

Leia mais

SIMULADO Windows 7 Parte V

SIMULADO Windows 7 Parte V SIMULADO Windows 7 Parte V 1. O espaço reservado para a Lixeira do Windows pode ser aumentado ou diminuído clicando: a) Duplamente no ícone lixeira e selecionando Editar propriedades b) Duplamente no ícone

Leia mais

OS SOFTWARES EDUCATIVOS E A CONSTRUÇÃO DE HABILIDADES COGNITIVAS NA PRÉ-ESCOLA. Patrícia Lisboa * Apresentação

OS SOFTWARES EDUCATIVOS E A CONSTRUÇÃO DE HABILIDADES COGNITIVAS NA PRÉ-ESCOLA. Patrícia Lisboa * Apresentação OS SOFTWARES EDUCATIVOS E A CONSTRUÇÃO DE 13 HABILIDADES COGNITIVAS NA PRÉ-ESCOLA Patrícia Lisboa * patrlisboa@gmail.com * Professora vinculada à Secretaria Municipal de Educação de Poços de Caldas, leciona

Leia mais

Basicão de Estatística no EXCEL

Basicão de Estatística no EXCEL Basicão de Estatística no EXCEL Bertolo, Luiz A. Agosto 2008 2 I. Introdução II. Ferramentas III. Planilha de dados 3.1 Introdução 3.2 Formatação de células 3.3 Inserir ou excluir linhas e colunas 3.4

Leia mais

Criando Quiz com BrOffice.impress

Criando Quiz com BrOffice.impress Criando Quiz com BrOfficeimpress A ferramenta de apresentação possibilita o desenvolvimento de várias atividades interativas como: Sete erros Quiz (Perguntas/Respostas), Colocar em ordem objetos, alfabeto,

Leia mais

CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES PARA USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR DA REDE PÚBLICA

CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES PARA USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR DA REDE PÚBLICA IV Congresso RIBIE, Brasilia 1998 CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES PARA USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO AMBIENTE ESCOLAR DA REDE PÚBLICA Cristina Vermelho, Glaucia da Silva Brito, Ivonélia da Purificação

Leia mais

GUIA DO PROFESSOR ATIVIDADES MATEMÁTICAS COM O SCRATCH

GUIA DO PROFESSOR ATIVIDADES MATEMÁTICAS COM O SCRATCH ATIVIDADES MATEMÁTICAS COM O SCRATCH Conteúdos: Geometria, espaço e forma, grandezas e medidas. Tempo: 2 aulas de 50 minutos. Objetivos: Desenvolver a análise de espaço e forma dentro de ambientes simulados,

Leia mais

Introdução ao GeoGebra

Introdução ao GeoGebra Universidade Federal de Alfenas UNIFAL-MG Introdução ao GeoGebra Prof. Dr. José Carlos de Souza Junior AGOSTO 2010 Sumário 1 Primeiros Passos com o GeoGebra 4 1.1 Conhecendo o Programa............................

Leia mais

Apostila para o 7º ano Profª Yandra

Apostila para o 7º ano Profª Yandra Apostila para o 7º ano Profª Yandra INTRODUÇÃO Scratch é uma linguagem de programação desenvolvida por uma conceituada universidade norte-americana (MIT). Através de um sistema inovador que introduz noções

Leia mais

SOFTWARE EDUCACIONAL: O DIFÍCIL COMEÇO

SOFTWARE EDUCACIONAL: O DIFÍCIL COMEÇO SOFTWARE EDUCACIONAL: O DIFÍCIL COMEÇO TEIXEIRA, Adriano Canabarro 1 BRANDÃO, Edemilson Jorge Ramos 2 Resumo: O presente artigo tem por objetivo discutir questões referentes ao papel do software educacional

Leia mais

13. Dentre os caracteres considerados como curinga, em nome de arquivos, utiliza-se (A) = (B) + (C)? (D) @ (E) ^

13. Dentre os caracteres considerados como curinga, em nome de arquivos, utiliza-se (A) = (B) + (C)? (D) @ (E) ^ 1 PRIMEIRA PARTE: Conceitos de organização de arquivos (pastas/diretórios), utilização do Windows Explorer: copiar, mover arquivos, criar diretórios. Tipos de arquivos. 01. Aplicações de multimídia em

Leia mais

JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS

JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS JOGOS ONLINE NA CONSTRUÇÃO DE CONCEITOS MATEMÁTICOS Lucas Gabriel Seibert Universidade Luterana do Brasil lucasseibert@hotmail.com Roberto Luis Tavares Bittencourt Universidade Luterana do Brasil rbittencourt@pop.com.br

Leia mais

CAPÍTULO IV Sistema Operacional Microsoft Windows XP

CAPÍTULO IV Sistema Operacional Microsoft Windows XP CAPÍTULO IV Sistema Operacional Microsoft Windows XP Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais são programas que como o próprio nome diz tem a função de colocar o computador em operação. O sistema Operacional

Leia mais

Trabalhando com banco de dados

Trabalhando com banco de dados Avançado Trabalhando com Aprenda a manipular dados no Excel com a ajuda de outros aplicativos da suíte Office Armazenar e organizar informações são tarefas executadas diariamente por todos nós. Desde o

Leia mais

Barra de ferramentas padrão. Barra de formatação. Barra de desenho Painel de Tarefas

Barra de ferramentas padrão. Barra de formatação. Barra de desenho Painel de Tarefas Microsoft Power Point 2003 No Microsoft PowerPoint 2003, você cria sua apresentação usando apenas um arquivo, ele contém tudo o que você precisa uma estrutura para sua apresentação, os slides, o material

Leia mais

JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL JOGOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Adriana de Bortoli FAER- Faculdade Ernesto Riscali dribortoli@zipmail.com.br INTRODUÇÃO Este trabalho é resultado de um minicurso que ministramos no 1 Colóquio

Leia mais

Microsoft Office Excel 2007

Microsoft Office Excel 2007 1 Microsoft Office Excel 2007 O Excel é um programa dedicado a criação de planilhas de cálculos, além de fornecer gráficos, função de banco de dados e outros. 1. Layout do Excel 2007 O Microsoft Excel

Leia mais

Conhecer melhor os números

Conhecer melhor os números A partir do Currículo Nacional de Matemática do 7º ano de escolaridade desenvolvem-se actividades com recurso ao computador utilizando essencialmente Excel e Geogebra Conhecer melhor os números Esta unidade

Leia mais

CONCEPÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE UMA APLICAÇÃO MULTIMÍDIA VISANDO À APRENDIZAGEM DE SISTEMAS DE NUMERAÇÃO

CONCEPÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE UMA APLICAÇÃO MULTIMÍDIA VISANDO À APRENDIZAGEM DE SISTEMAS DE NUMERAÇÃO CONCEPÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE UMA APLICAÇÃO MULTIMÍDIA VISANDO À APRENDIZAGEM DE SISTEMAS DE NUMERAÇÃO Maria do Carmo Barbosa Trevisan UNIFRA - mcbtrevisan@hotmail.com Vanilde Bisognin UNIFRA - vanilde@unifra.com

Leia mais

Vitória, ES - Brasil - 2015 www.loop-ufes.org

Vitória, ES - Brasil - 2015 www.loop-ufes.org Vitória, ES - Brasil - 2015 www.loop-ufes.org Programas-exemplo 15 A lista a seguir contém uma série de programas-exemplo que exploram diferentes questões no Scratch, do básico ao avançado. Recomendamos

Leia mais

XXIV SEMANA MATEMÁTICA

XXIV SEMANA MATEMÁTICA XXIV SEMANA ACADÊMICA DA MATEMÁTICA Minicurso: Criação e Desenvolvimento de Cursos Online via Moodle Projeto de Extensão: Uma Articulação entre a Matemática e a Informática como Instrumento para a Cidadania

Leia mais

CONHECENDO O SCRATCH E SUAS POTENCIALIDADES PEDAGÓGICAS

CONHECENDO O SCRATCH E SUAS POTENCIALIDADES PEDAGÓGICAS CONHECENDO O SCRATCH E SUAS POTENCIALIDADES PEDAGÓGICAS ANDREA DA SILVA MARQUES RIBEIRO andrea.marques@gmail.com INSTITUTO DE APLICAÇÃO FERNANDO RODRIGUES DA SILVEIRA (CAP-UERJ) FERNANDO DE BARROS VASCONCELOS

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE JOGOS COMO INTERVENÇÃO NA REALIDADE DA ESCOLA PARCEIRA NO CONTEXTO DO PIBID DE MATEMÁTICA

A UTILIZAÇÃO DE JOGOS COMO INTERVENÇÃO NA REALIDADE DA ESCOLA PARCEIRA NO CONTEXTO DO PIBID DE MATEMÁTICA A UTILIZAÇÃO DE JOGOS COMO INTERVENÇÃO NA REALIDADE DA ESCOLA PARCEIRA NO CONTEXTO DO PIBID DE MATEMÁTICA Vinicius A. S. Guissi vinnyguissi@hotmail.com Thays R. S. Couto couto_thays@hotmail.com Paulo H.

Leia mais

Uma abordagem do ensino de Estatística no Ensino Fundamental 1

Uma abordagem do ensino de Estatística no Ensino Fundamental 1 Uma abordagem do ensino de Estatística no Ensino Fundamental 1 Rosiane de Jesus Santos Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri Brasil rosijs7@yahoo.com.br Wederson Marcos Alves Universidade

Leia mais

SOFTWARE EDUCATIVO. Menino Curioso e DemoBia

SOFTWARE EDUCATIVO. Menino Curioso e DemoBia SOFTWARE EDUCATIVO Menino Curioso e DemoBia BENTO GONÇALVES Setembro de 2014 Sumário Apresentação do Software... 3 O que é?... 3 Requisitos... 3 Objetivos... 4 Link para download... 4 Referências... 5

Leia mais

Introdução ao Delphi. Introdução. Edições do Software. Capítulo 1. InforBRás - Informática Brasileira Ltda. O Que é o Delphi.

Introdução ao Delphi. Introdução. Edições do Software. Capítulo 1. InforBRás - Informática Brasileira Ltda. O Que é o Delphi. Capítulo 1 O Que é o Delphi Diferenças entre Delphi Client/Server do Delphi for Windows Características que compõem o Integrated Development Invironment (IDE) Como o Delphi se encaixa na família Borland

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS GIZ/PROGRAD. Tutorial UFMG Virtual Os primeiros passos do docente

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS GIZ/PROGRAD. Tutorial UFMG Virtual Os primeiros passos do docente UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS GIZ/PROGRAD Tutorial UFMG Virtual Os primeiros passos do docente Nereu Agnelo Cavalheiro contato@nereujr.com Tutorial UFMG Virtual Primeiros passos do docente Este

Leia mais

Informática Educativa no Ensino da Matemática Estudo de Geometria com o Software GeoGebra.

Informática Educativa no Ensino da Matemática Estudo de Geometria com o Software GeoGebra. Informática Educativa no Ensino da Matemática Estudo de Geometria com o Software GeoGebra. Orientador: Sérgio Antônio Wielewski Autora: Veridiana Cristina Soares de Melo e-mail: veridianacsm@gmail.com

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. PROFa. GILENE BORGES GOMES. Home page: http://www.gomeshp.com E-mail: gilene@gomeshp.com

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. PROFa. GILENE BORGES GOMES. Home page: http://www.gomeshp.com E-mail: gilene@gomeshp.com APOSTILA DE DELPHI 7.0 DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. PROFa. GILENE BORGES GOMES. Home page: http://www.gomeshp.com E-mail: gilene@gomeshp.com 1. INTRODUÇÃO Delphi possui um ambiente de desenvolvimento

Leia mais

ANEXO VIII PREGÃO PRESENCIAL Nº. 001/15 COTAÇÃO ESTIMADA

ANEXO VIII PREGÃO PRESENCIAL Nº. 001/15 COTAÇÃO ESTIMADA ANEXO VIII PREGÃO PRESENCIAL Nº. 001/15 COTAÇÃO ESTIMADA 1. DO OBJETO Constitui-se como objeto da Ata de Registro de Preço a aquisição de materiais didáticos e paradidáticos em tecnologia educacional para

Leia mais

Treinamento para o acesso a Informação Científica e Tecnológica em Saúde Excel

Treinamento para o acesso a Informação Científica e Tecnológica em Saúde Excel Treinamento para o acesso a Informação Científica e Tecnológica em Saúde Excel O Excel é um software de planilha eletrônica que integra o pacote dos produtos Microsoft Office, que pode ser utilizado para

Leia mais

Tutorial 122 CP DUO Inversor WEG (RS485 Protocolo MODBUS - DUO Master)

Tutorial 122 CP DUO Inversor WEG (RS485 Protocolo MODBUS - DUO Master) Tutorial 122 CP DUO Inversor WEG (RS485 Protocolo MODBUS - DUO Master) Este documento é propriedade da ALTUS Sistemas de Informática S.A., não podendo ser reproduzido sem seu prévio consentimento. Altus

Leia mais

CICLO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE MARICÁ- RJ EDITOR DE TEXTO - WORD

CICLO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE MARICÁ- RJ EDITOR DE TEXTO - WORD Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Turismo Pós-Graduação em Gestão de Negócios CICLO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE MARICÁ- RJ EDITOR DE TEXTO - WORD EMENTA

Leia mais

Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP

Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP...1 Informática básica: Sistema operacional Microsoft Windows XP...1 Iniciando o Windows XP...2 Desligar o computador...3 Área de trabalho...3

Leia mais

Projeto solidário para o ensino de Informática Básica

Projeto solidário para o ensino de Informática Básica Projeto solidário para o ensino de Informática Básica Parte 2 Sistema Operacional MS-Windows XP Créditos de desenvolvimento deste material: Revisão: Prof. MSc. Wagner Siqueira Cavalcante Um Sistema Operacional

Leia mais

Escola Info Jardins. Microsoft Excel Aula 1

Escola Info Jardins. Microsoft Excel Aula 1 Microsoft Excel Aula 1 O que é o Microsoft Excel? Excel é um programa de planilhas do sistema Microsoft Office. Você pode usar o Excel para criar e formatar pastas de trabalho (um conjunto de planilhas).

Leia mais

e-cross Ferramenta Gráfica para Ensino do Processo de Cross Versão 1.01 Junho de 2000

e-cross Ferramenta Gráfica para Ensino do Processo de Cross Versão 1.01 Junho de 2000 e-cross Ferramenta Gráfica para Ensino do Processo de Cross Versão 1.01 Junho de 2000 Autores: Luiz Fernando Martha (Professor de Análise de Estruturas) André Cahn Nunes (Aluno de Engenharia Civil, bolsista

Leia mais

Apostilas OBJETIVA - Técnico Judiciário Área Administrativa TRE Tribunal Regional Eleitoral Estado do Maranhão - Concurso Público 2015.

Apostilas OBJETIVA - Técnico Judiciário Área Administrativa TRE Tribunal Regional Eleitoral Estado do Maranhão - Concurso Público 2015. 2º Caderno Índice Planilha eletrônica MS- Excel + exercícios... 02 Computação na Nuvem (cloud computing)... 102 Conceitos de Internet e Intranet + exercícios... 105 Internet Explorer, Firefox e Google

Leia mais

&XUVRGH,QWURGXomRDR (GLWRUGH3ODQLOKDV([FHO

&XUVRGH,QWURGXomRDR (GLWRUGH3ODQLOKDV([FHO Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática &XUVRGH,QWURGXomRDR (GLWRUGH3ODQLOKDV([FHO Flaviano Aguiar Liziane Santos Soares Jugurta Lisboa Filho (Orientador) PROJETO UNESC@LA Setembro de

Leia mais

Ferramentas RAD e DELPHI

Ferramentas RAD e DELPHI Origem: http://my.opera.com/maicokrause/blog/ferramentas-rad-e-delphi Data: 17 Nov 2009 Autor: Maico Krause Ferramentas RAD e DELPHI Thursday, 16. July 2009, 14:27:40 Desenvolvimento, Delphi, Engenharia

Leia mais

Aula 5 Microsoft PowerPoint 2003: Criando uma Apresentação

Aula 5 Microsoft PowerPoint 2003: Criando uma Apresentação Universidade de São Paulo/Faculdade de Saúde Pública Curso de Saúde Pública Disciplina: HEP 147 - Informática Aula 5 Microsoft PowerPoint 2003: Criando uma Apresentação 1 Introdução ao Microsoft PowerPoint

Leia mais

Software Tutorial sobre Sistema Solar

Software Tutorial sobre Sistema Solar Software Tutorial sobre Sistema Solar Alan Correa, Antônio Rocir, Sandro Niederauer Faculdade Cenecista de Osório (FACOS) Rua 24 de maio, 141 95520-000 Osório RS Brasil {sandroniederauer, alan.sms}@hotmail.com,

Leia mais

ÍNDICE. Microsoft Excel. Informações Gerais. Pasta de Trabalho. Formatando Página. Formatar Células. Gráficos. Criando Operações Básicas

ÍNDICE. Microsoft Excel. Informações Gerais. Pasta de Trabalho. Formatando Página. Formatar Células. Gráficos. Criando Operações Básicas ÍNDICE Microsoft Excel Informações Gerais Pasta de Trabalho Formatando Página Formatar Células Gráficos Criando Operações Básicas Sobre as Funções de Planilha Operadores em Fórmulas do Excel Operadores

Leia mais

Sistemas Eletrônicos de Apresentação. / NT Editora. -- Brasília: 2013. 47p. : il. ; 21,0 X 29,7 cm.

Sistemas Eletrônicos de Apresentação. / NT Editora. -- Brasília: 2013. 47p. : il. ; 21,0 X 29,7 cm. Autor Ismael Souza Araujo Pós-graduado em Gerência de Projetos PMBOK UNICESP, Graduado em Tecnologia em Segurança da Informação - UNICESP. Professor de concurso da área de informática e consultor em EAD.

Leia mais

O Processo de Adaptação de Tabelas e Gráficos Estatísticos Presentes em Livros Didáticos de Matemática em Braille. GD13 Educação Matemática e Inclusão

O Processo de Adaptação de Tabelas e Gráficos Estatísticos Presentes em Livros Didáticos de Matemática em Braille. GD13 Educação Matemática e Inclusão O Processo de Adaptação de Tabelas e Gráficos Estatísticos Presentes em Livros Didáticos de Matemática em Braille Rodrigo Cardoso dos Santos 1 GD13 Educação Matemática e Inclusão Resumo do trabalho. Por

Leia mais

Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1

Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1 Instituto Federal do Sertão-PE Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1 Prof. Felipe Correia Conteúdo Por que estudar Design de Interfaces e Usabilidade?! Conceitos básicos sobre Design! Primeira

Leia mais

SGE SISTEMA DE GESTÃO ESCOLAR DIÁRIO WEB MANUAL DO PROFESSOR

SGE SISTEMA DE GESTÃO ESCOLAR DIÁRIO WEB MANUAL DO PROFESSOR ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CULTURA SUPERINTENDÊNCIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COORDENADORIA DE APOIO E RECURSOS TECNOLÓGICOS COORDENADORIA DE SISTEMAS SGE SISTEMA DE GESTÃO ESCOLAR

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PAULO LEMINSKI APOSTILA SOBRE O BROFFICE IMPRESS

COLÉGIO ESTADUAL PAULO LEMINSKI APOSTILA SOBRE O BROFFICE IMPRESS COLÉGIO ESTADUAL PAULO LEMINSKI APOSTILA SOBRE O BROFFICE IMPRESS CURITIBA 2014 2 Conteúdo Definição:... 2 Detalhando a tela:... 4 BARRA DE FERRAMENTAS DESENHO... 4 PREENCHIMENTOS... 5 RÉGUAS E GUIAS...

Leia mais

ÍNDICE. Sobre o SabeTelemarketing 03. Contato. Ícones comuns à várias telas de gerenciamento. Verificar registros 09. Tela de relatórios 09

ÍNDICE. Sobre o SabeTelemarketing 03. Contato. Ícones comuns à várias telas de gerenciamento. Verificar registros 09. Tela de relatórios 09 ÍNDICE Sobre o SabeTelemarketing 03 Ícones comuns à várias telas de gerenciamento Contato Verificar registros 09 Telas de cadastro e consultas 03 Menu Atalho Nova pessoa Incluir um novo cliente 06 Novo

Leia mais

Sistema de Gerenciamento Remoto www.pevermelho.art.br

Sistema de Gerenciamento Remoto www.pevermelho.art.br Sistema de Gerenciamento Remoto www.pevermelho.art.br 1 - SOBRE O SGR Este manual irá lhe ajudar a entender o funcionamento do SGR (Sistema de Gerenciamento Remoto) permitindo assim que você possa atualizar

Leia mais

Windows Explorer. Prof. Valdir

Windows Explorer. Prof. Valdir Do Inglês Explorador de Janelas, o é o programa para gerenciamento de discos, pastas e arquivos no ambiente Windows. É utilizado para a cópia, exclusão, organização e movimentação de arquivos além de criação,

Leia mais

SOFTWARE EDUCATIVO DE MATEMÁTICA: SHOW MATH

SOFTWARE EDUCATIVO DE MATEMÁTICA: SHOW MATH SOFTWARE EDUCATIVO DE MATEMÁTICA: SHOW MATH Anderson Clavico Moreira Profª. Ms. Deise Deolindo Silva short_acm@hotmail.com deisedeolindo@hotmail.com Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de

Leia mais

O processo de distribuição

O processo de distribuição A criação de um aplicativo para distribuição é parecida com o desenvolvimento de um aplicativo padrão do Visual FoxPro. Você trabalha no ambiente de desenvolvimento do Visual FoxPro normalmente, mas cria

Leia mais

ALBUM DE FOTOGRAFIAS NO POWER POINT

ALBUM DE FOTOGRAFIAS NO POWER POINT ALBUM DE FOTOGRAFIAS NO POWER POINT O PowerPoint é uma poderosa ferramenta que faz parte do pacote Office da Microsoft. O principal uso desse programa é a criação de apresentação de slides, para mostrar

Leia mais

SALA DE AULA VIRTUAL DE MATEMÁTICA

SALA DE AULA VIRTUAL DE MATEMÁTICA SALA DE AULA VIRTUAL DE MATEMÁTICA GT 02 Educação Matemática no Ensino Médio e Ensino Superior Jorge Luis Palacios Felix URI jlpfelix@urisan.tche.br Resumo: O presente trabalho traz uma motivação da maneira

Leia mais