Oracle Performance Diagnostics & Tuning 9iR1 a 11gR2

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1 Oracle Performance Diagnostics & Tuning 9iR1 a 11gR2 Ricardo Portilho Proni Esta obra está licenciada sob a licença Creative Commons Atribuição-SemDerivados 3.0 Brasil. Para ver uma cópia desta licença, visite 1

2 Minha abordagem Performance de Sistemas Computacionais só pode ser medida em TEMPO. Performance Tuning deve ser reativa. Performance Tuning deve ter ROI. Apenas os maiores gargalos devem ser solucionados. O processo deve ser Diagnostics, e depois Tuning. Alto consumo de CPU não é um problema. O usuário não executa um SQL por prazer. O desenvolvedor não deveria saber como fazer um bom SQL (COBOL?). Ferramentas Gráficas / Enterprise Manager / Wizards / Automação são bons auxiliares. Bancos com bom desempenho devem ser observados. Conheça outros RDBMSs: TI não é lugar para paixões. Não acredite em nada (separar tabelas e índices?). Teste. Se houvesse um parâmetro que sempre deixasse o Oracle mais rápido, sem nenhum efeito colateral, ele já viria habilitado. Desenvolva um método de convencimento gerencial. Por algo chamar-se Storage, não quer dizer que ele não tenha problemas. KISS (Keep It Simple, Stupid): a probabilidade de falha cresce linearmente com o aumento de complexidade. Saiba diser Não. Saiba dizer Não sei. 2

3 Performance Diagnostics & Tuning 3

4 Mistificação 4

5 Métodos Antigos 5

6 Requisitos Experiência Intuição Imprecisão Tempo Sorte Recursos 6

7 TOP Tuning Verificar maior consumidor de CPU; Verificar o SQL agressor; Alterar o SQL e esperar que o desempenho melhore; Adicionar Índices e esperar que o desempenho melhore; Se não melhorar, matar a sessão. Se o desempenho não melhorar, voltar ao início. 7

8 Checklist Tuning Verificar Sistema Operacional (free / taskmgr / Performance Monitor); Verificar Sistema Operacional (vmstat / taskmgr / Performance Monitor); Verificar Sistema Operacional (iostat / taskmgr / Performance Monitor); Verificar SGA; Verificar PGA; Verificar coleta de estatísticas; Verificar parâmetros do Oracle; Verificar fragmentação de tabelas; Verificar LOCKs; Verificar SQLs que consomem mais recursos; Construir uma teoria baseada nos dados observados; Alterar algo e esperar que o desempenho melhore; Se o cliente não gostar da teoria, apenas cite e altere alguns parâmetros relacionados; Se o desempenho não melhorar, voltar ao início. 8

9 Ratios Tuning Verificar Buffer Cache Hit Ratio; Verificar Data Dictionary Hit Ratio; Verificar SQL Cache Hit Ratio; Verificar Library Cache Hit Ratio; Construir uma teoria baseada nos dados observados; Alterar algo (geralmente aumentar) e esperar que o desempenho melhore; Se o desempenho não melhorar, voltar ao início. 9

10 KIWI Tuning KIWI = Kill It With Iron; Adicionar Memória RAM; Adicionar CPUs; Melhorar o I/O; Migrar para um Servidor maior; Migrar para RAC; Adicionar Nós no RAC; Pagar a conta, e esperar que o desempenho melhore. Se o desempenho não melhorar, voltar ao início. 10

11 Manager Tuning Migrar Banco para outro servidor; Executar Upgrade de Banco de Dados; Executar Upgrade da Aplicação; Executar Upgrade do Middleware; Juntar Aplicação e Banco de Dados; Separar Aplicação e Banco de Dados; Voltar Backups; Se o desempenho não melhorar, tentar outra coisa, até melhorar. 11

12 O que está errado? 12

13 Paradigma 13

14 Lendas do Oracle 14

15 Lendas do Oracle Todo teu SELECT deverá utilizar um índice, para que ele seja rápido. Terás uma área de SWAP com o dobro de tua RAM. Não utilizarás mais que 50% de tua RAM para a SGA. Utilizarás HINTs, pois tu és mais sábio que o Oracle. Não coletarás estatísticas do dicionário de dados. Deverás separar teus dados e índices. Deverás separar teus dados em diversas TABLESPACEs. Teus DATAFILEs deverão ter no máximo 2GB / 10GB / xgb. Não habilitarás AUTOEXTEND ON. Deverás executar COMMIT a cada N linhas. Utilizarás RAID 5, pois é mais rápido para leituras Não permitirás mais que um SWITCH a cada 20 minutos. Mas não terás grandes REDO LOGs. Executarás REBUILD de índices regularmente. Executarás MOVE de tabelas regularmente. Se grande a tabela tornar-se, a particionarás. Se quiseres mais velocidade, usarás RAC. Quanto mais CPUs, mais rápido teu banco de dados será. Se teus RATIOS estiverem altos, felizes estarão teus usuários. Sempre que possível, aumentarás seu DB_CACHE_SIZE e SHARED_POOL. Desabilitarás o AWR, pois ele causa lentidão. Não utilizarás memória automática. Tu és mais sábio que o Oracle. Se usar, deixarás a SGA_TARGET um pouco menor que a SGA_MAX_SIZE. AUTOMATIC SQL TUNING é um dos cavaleiros do apocalipse. 15

16 Arquitetura Oracle 16

17 UNDO Qual a transação mais longa que o sistema deve suportar? UNDO_RETENTION CREATE UNDO TABLESPACE RETENTION GUARANTEE AUTOEXTEND ON 17

18 SWAP 18

19 RAM x SGA ~]# free total used free shared buffers cached Mem: /+ buffers/cache: Swap: ~]# df -h Filesystem Size Used Avail Use% Mounted on /dev/sda1 286G 12G 260G 5% / tmpfs 1.9G 0 1.9G 0% /dev/shm RAM Total do Servidor - (quantidade máxima de conexões simultâneas + 40) x 20MB - Memória do Sistema Operacional = (OLTP) 80% SGA e 20% PGA OU = (OLAP) 80% PGA e 20% SGA 19

20 Checkpoint Eventos relacionados control file single write control file parallel write control file sequential read db file single write 20

21 Tempo 21

22 Tempo Computacional R=S+W OU Response Time = Service Time + Wait Time 22

23 Instrumentação: Mainframe 23

24 Instrumentação: Solaris 24

25 Oracle Wait Interface 25

26 Oracle Wait Interface 26

27 Nascimento da OWI Benchmark : Juan Loainza YAPP Paper: Anjo Kolk 27

28 Evolução da OWI Versão : 104 Wait Events Versão 8: 140 Wait Events Versão 8i: 220 Wait Events Versão 9i: 400 Waits Events Versão 10gR1: >800 Wait Events Versão 11gR2: >1100 Wait Events 28

29 Enterprise Manager 29

30 Wait Classes Administrative Application Cluster Commit Concurrency Configuration Idle Network Other Queueing Scheduler System I/O User I/O 30

31 Conceitos Básicos 31

32 Parâmetros elementares db_block_size db_file_multiblock_read_count memory_max_target memory_target sga_max_size sga_target pga_aggregate_target db_cache_size (db_2k_cache_size, db_4k_cache_size, db_8k_cache_size...) buffer_pool_keep, buffer_pool_recycle shared_pool_size, shared_pool_reserved_size large_pool_size java_pool_size streams_pool_size result_cache_max_result, result_cache_max_size, result_cache_mode log_buffer fast_start_mttr_target log_checkpoint_interval, log_checkpoint_timeout 32

33 Hands ON! Parâmetros elementares 33

34 Lab 1.1: Parâmetros elementares Verifique os parâmetros elementares em seu banco de dados. Altere o parâmetro memory_max_target para 0; Altere o parâmetro memory_target para 0; Altere o parâmetro sga_max_size para metade da RAM da máquina; Altere o parâmetro sga_target para 0; Altere o parâmetro db_cache_size para metade do sga_max_size. Altere o parâmetro shared_pool_size para metade do db_cache_size. Altere o parâmetro pga_aggregate_target para 100M; 34

35 Granularidades de Análise SQL Statement Session Instance 35

36 Cenários de Análise Há lentidão agora. Tivemos lentidão ontem. 36

37 Ferramentas de Análise Dynamic Performance Views Extended SQL Trace (Event 10046) Statspack / AWR 37

38 Limitações da OWI 38

39 Limitações: OWI Não é um monitoramento End-to-End Sem dados de consumo de CPU Sem dados de consumo de Memória Bugs Imprecisões 39

40 Limitações: Views Sem histórico 40

41 Limitações: Extended SQL Trace Muitos dados Altíssima granularidade Desempenho Correlação de informações Sessões PARALLEL Sessões SHARED SERVER Waits só disponíveis em >=9iR1 Suporte oficial só em >10gR1 41

42 Limitações: Statspack / AWR Baixa granularidade Apenas histórico 42

43 Hands ON! Dynamic Performance Views 43

44 Lab 2.1: Views V$SYSTEM_EVENT V$SESSION_EVENT V$SESSION_WAIT Verifique as Dynamic Performance Views da OWI em seu banco de dados. Quais suas colunas mais importantes? Que Waits você tem em seu banco de dados? Habitue-se a seu conteúdo. 44

45 Wait Events mais comuns 45

46 Wait Events mais comuns buffer busy free buffer read by oher session control file single write / control file parallel write / control file sequential read db file single write / db file parallel read / db file parallel write db file scatteread read / db file sequential read direct path read / direct path write enqueue free buffer latch free / latch: library cache / latch: cache buffers chains library cache pin / library cache lock log buffer space log file parallel write / log file single write / log file sequential read log file switch (archiving needed) log file switch (checkpoint incomplete) / log file switch completion log file sync SQL*Net message from client / SQL*Net message to client SQL*Net more data from client / SQL*Net more data to client SQL*Net break/reset from client / SQL*Net break/reset to client 46

47 Hands ON! Simulando Wait Events Gravações 47

48 Lab 3.1: Gravações Habilite o usuário SCOTT. SQL> ALTER USER SCOTT ACCOUNT UNLOCK IDENTIFIED BY TIGER; SQL> GRANT SELECT ANY DICTIONARY TO SCOTT; Abra uma sessão com o SCOTT com SET TIMING ON. SQL> CONN SCOTT/TIGER SQL> SET TIMING ON Em outra sessão, com o SYS, verifique (várias vezes seguidas) o conteúdo da V$SESSION_WAIT durante a execução dos comandos do SCOTT a seguir. Com o usuário SCOTT, crie uma grande tabela, com pelo menos 2GB. SQL> CREATE TABLE T AS SELECT * FROM ALL_OBJECTS; SQL> INSERT INTO T SELECT * FROM T; Execute 8 vezes. SQL> COMMIT; 48

49 Lab 3.2: Gravações Feche e abra a sessão com o SCOTT com SET TIMING ON SQL> CONN SCOTT/TIGER SQL> SET TIMING ON Em outra sessão, com o SYS, verifique o conteúdo da V$SESSION_EVENT relacionado a sessão do SCOTT. SQL> SELECT SID FROM V$SESSION WHERE USERNAME = 'SCOTT'; SQL> SELECT EVENT, TOTAL_WAITS, TOTAL_TIMEOUTS, AVERAGE_WAIT FROM V$SESSION_EVENT WHERE SID = 17 ORDER BY 4; Com o usuário SCOTT, duplique a grande tabela. SQL> CREATE TABLE T2 AS SELECT * FROM T; Na sessão do SYS, após a duplicação da tabela, verifique novamente o conteúdo da V$SESSION_EVENT relacionado a sessão do SCOTT Remova a tabela T2, feche e abra a sessão com o SCOTT, e repita a operação. Durante a repetição da operação, verifique as mudanças do conteúdo da V$SESSION_EVENT relacionado a sessão do SCOTT. 49

50 Lab 3.3: Gravações Responda as seguintes perguntas: - Onde foi gasto mais tempo nesta sessão? - A que se referem os maiores Wait Events? - Qual dos maiores Wait Events podem ser reduzidos? - A eliminação de um Wait Event que pode ser reduzido, causará uma melhoria de quanto tempo? - Como reduzir este Wait Event? Corrija a causa deste Wait Event. Remova a tabela T2, feche e abra a sessão com o SCOTT, e repita a operação. 50

51 Lição de casa Verifiquem as Dynamic Performance Views de seus servidores. Tragam suas dúvidas para a aula. 51

52 Extended SQL Trace 52

53 Níveis Extended SQL Trace 0 = Standard Trace 4 = Bind Variables 8 = Wait States 12 = Bind Variables + Wait States 53

54 Ativar Extended SQL Trace Em toda a instância Em sua sessão Em outra sessão 54

55 Detalhes Extended SQL Trace *** :43: WAIT #9: nam='db file scattered read' ela= file#=4 block#=9124 blocks=26 obj#=74574 WAIT #9: nam='db file scattered read' ela= 2528 file#=4 block#=9150 blocks=26 obj#=74574 WAIT #9: nam='db file scattered read' ela= file#=4 block#=9176 blocks=26 obj#=74574 WAIT #9: nam='db file scattered read' ela= file#=4 block#=9202 blocks=26 obj#=74574 WAIT #9: nam='db file scattered read' ela= 1669 file#=4 block#=9228 blocks=26 obj#=74574 WAIT #9: nam='db file scattered read' ela= file#=4 block#=9254 blocks=26 obj#=74574 WAIT #9: nam='db file scattered read' ela= 4760 file#=4 block#=9280 blocks=26 obj#=74574 WAIT #9: nam='db file scattered read' ela= file#=4 block#=9306 blocks=26 obj#=74574 tim= ===================== 55

56 tkprof 56

57 Limitações: Extended Trace Não é um monitoramento End-to-End Sem dados de consumo de CPU Sem dados de consumo de Memória Bugs Imprecisões Muitos dados Altíssima granularidade Desempenho Correlação de informações Sessões PARALLEL Sessões SHARED SERVER Waits só disponíveis em >=9iR1 Suporte oficial só em >10gR1 57

58 Hands ON! Extended SQL Trace Full Table Scan 58

59 Lab 4.1: Extended SQL Trace Feche e abra a sessão com o SCOTT com SET TIMING ON SQL> EXIT $ sqlplus SCOTT/TIGER SQL> SET TIMING ON Com o usuário SYS, habilite o Extended Trace para a sessão do SCOTT: SQL> SELECT S.USERNAME, P.SPID OS_PROCESS_ID, P.PID ORACLE_PROCESS_ID FROM V$SESSION S, V$PROCESS P WHERE S.PADDR = P.ADDR AND S.USERNAME = 'SCOTT'; SQL> oradebug setospid 8708; SQL> oradebug tracefile_name; SQL> oradebug unlimit; SQL> oradebug event trace name context forever, level 12; Em outro terminal, verifique o conteúdo do Trace. $ tail -f /u01/app/oracle/diag/rdbms/test11gr2/test11gr2/trace/test11gr2_ora_8708.trc 59

60 Lab 4.2: Extended SQL Trace Com o usuário SCOTT, apague o conteúdo da grande tabela, altere o valor do parâmetro db_file_multiblock_read_count (apenas na sessão) e reinsira os dados. SQL> TRUNCATE TABLE T2; SQL> ALTER SESSION SET db_file_multiblock_read_count = 8; SQL> INSERT INTO T2 SELECT * FROM T; SQL> COMMIT; Continue verificando o conteúdo do Trace durante a execução da operação. Ao término da execução, verifique os valores de V$SESSION_EVENT da sessão do SCOTT. Guarde este resultado. Execute o tkprof nos Trace gerado. $ tkprof /u01/app/oracle/diag/rdbms/test11gr2/test11gr2/trace/test11gr2_ora_8708.trc Analise o relatório gerado pelo tkprof. Repita a operação, mas com db_file_multiblock_read_count de 50 e

61 Wait Events - Detalhes 61

62 Ensinar a Pescar 62

63 Referência 63

64 Performance Tuning Guide 64

65 MOS 65

66 buffer busy Explicação: O bloco solicitado está em uso, pois outra sessão está carregando o bloco para o DB_CACHE_SIZE, ou outra sessão está utilizando o bloco no DB_CACHE_SIZE em um modo incompatível. Causa: DB_CACHE_SIZE insuficiente, ou SQL ineficiente. Correção: Aumente o DB_CACHE_SIZE ou altere o SQL. P1: Número do DATAFILE. P2: Número do bloco. P3: ID a solicitação vem de diferentes locais da sessão. 66

67 buffer busy 67

68 free buffer Explicação: O RDBMS aguarda blocos de DB_CACHE_SIZE livres. Causa: DB_CACHE_SIZE insuficiente. Correção: Aumente o DB_CACHE_SIZE. P1: Número do DATAFILE. P2: Número do bloco. 68

69 read by other session Explicação: O bloco solicitado está em uso, pois outra sessão está carregando o bloco para o DB_CACHE_SIZE, ou outra sessão está utilizando o bloco no DB_CACHE_SIZE em um modo incompatível. Causa: DB_CACHE_SIZE insuficiente, ou SQL ineficiente. Correção: Aumente o DB_CACHE_SIZE ou altere o SQL. P1: Número do DATAFILE. P2: Número do bloco. P3: Razão (<10g). P3: Wait Class (>=10g). 69

70 control file parallel write Explicação: Espera de I/O para gravar em CONTROLFILEs. Causa: Excesso de gravação nos CONTROLFILEs ou I/O ineficiente. Correção: Minimize as gravações nos CONTROLFILEs ou melhore o mecanismo de I/O. P1: Quntidade de CONTROLFILEs. P2: Quantidade de blocos. P3: Quantidade de solicitações de I/O. 70

71 control file single write Explicação: Espera de I/O para gravar em CONTROLFILEs. Causa: Excesso de gravação nos CONTROLFILEs ou I/O ineficiente. Correção: Minimize as gravações nos CONTROLFILEs ou melhore o mecanismo de I/O. P1: Número do CONTROLFILE. P2: Número do bloco. P3: Quantidade de blocos. 71

72 control file sequential read Explicação: Espera de I/O para ler os CONTROLFILEs. Causa: Excesso de leitura nos CONTROLFILEs ou I/O ineficiente. Correção: Minimize as leituras nos CONTROLFILEs ou melhore o mecanismo de I/O. P1: Número do CONTROLFILE. P2: Número do bloco. P3: Quantidade de blocos. 72

73 db file parallel write Explicação: Gravações de dados nos DATAFILEs esperam pelo I/O. Causa: Excesso de gravações ou lentidão de I/O. Correção: Minimize as gravações ou melhore o mecanismo de I/O. P1: Quantidade de requisições. P2: Interrupt. P3: Timeout. 73

74 db file single write Explicação: Uma gravação no HEADER do DATAFILE espera pelo I/O. Causa: Excesso de gravações no HEADER dos DATAFILEs ou lentidão de I/O. Correção: Minimize as gravações no HEADER dos DATAFILEs ou melhore o mecanismo de I/O. P1: Quantidade de requisições. P2: Interrupt. P3: Timeout. 74

75 db file parallel read Explicação: Durante RECOVER ou durante PREFETCHING, leituras de DATAFILEs esperam pelo I/O. Causa: RECOVER muito longo, PREFETCHING excessivo, ou lentidão de I/O. Correção: Acelere o RECOVER, minimize o PREFETCHING, ou melhore o mecanismo de I/O. P1: Quantidade de DATAFILEs. P2: Quantidade de blocos. P3: Quantidade de requisições. 75

76 User I/O 76

77 Influenciando o Otimizador CURSOR_SHARING DB_FILE_MULTIBLOCK_READ_COUNT OPTIMIZER_INDEX_CACHING OPTIMIZER_INDEX_COST_ADJ OPTIMIZER_MODE PGA_AGGREGATE_TARGET STAR_TRANSFORMATION_ENABLED 77

78 db file scattered read Explicação: Durante FTS, leituras de DATAFILEs esperam pelo I/O. Causa: DB_CACHE_SIZE insuficiente, FTS desnecessário ou lentidão de I/O Correção: Aumente o DB_CACHE_SIZE, elimine o FTS, ou melhore o mecanismo de I/O. P1: Número do DATAFILE. P2: Bloco inicial. P3: Quantidade de blocos. 78

79 db file sequential read Explicação: Durante a leitura de um bloco, leituras de DATAFILEs esperam pelo mecanismo de I/O. Causa: DB_CACHE_SIZE insuficiente, leitura desnecessária ou lentidão de I/O Correção: Aumente o DB_CACHE_SIZE, elimine a leitura desnecessária, ou melhore o mecanismo de I/O. P1: Número do DATAFILE. P2: Bloco inicial. P3: Quantidade de blocos. 79

80 direct path read / direct path write Explicação: Leitura / gravação entre DATAFILEs / TEMPFILEs e PGA. Causa: PGA insuficiente, ou lentidão de I/O. Correção: Aumente a PGA, ou melhore o mecanismo de I/O. P1: Número do arquivo (DATAFILE ou TEMPFILE). P2: Bloco inicial. P3: Quantidade de blocos. 80

81 enqueue Explicação: Mecanismo de fila ordenada do RDBMS. Causa: Diversas, dependendo do tipo de fila. Correção: Diversas, dependendo do tipo de fila. P1: Tipo ou modo da enqueue. P2: ID1 (como na V$LOCK). P3: ID2 (como na V$LOCK). Problemas mais comuns: TX, Transaction TM, DML Enqueue HW, High-Water Lock SQ, Sequence Number Enqueue CF, Controlfile Transaction 81

82 latch free Explicação: Mecanismo de fila desordenada do RDBMS. Causa: Diversas, dependendo do tipo de fila. Correção: Diversas, dependendo do tipo de fila. P1: Endereço da Latch (como na V$LATCH). P2: Número da Latch (como na V$LATCH). P3: Quantidade de tentativas. Problemas mais comuns: shared pool library cache cache buffers lru chain cache buffers chains row cache objects 82

83 library cache pin / library cache lock Explicação: Uso incompatível do objeto entre duas sessões. Causa: Uso do objeto de forma incompatível entre duas sessões. Correção: Finalizar o uso do objeto por uma das sessões. P1: Endereço do objeto. P2: Endereço do load lock. P3: Mode + Namespace. SQL> SELECT /*+ ORDERED */ W1.SID WAITING_SESSION, H1.SID HOLDING_SESSION, W.KGLLKTYPE LOCK_OR_PIN, W.KGLLKHDL ADDRESS, DECODE(H.KGLLKMOD,0, None,1, Null,2, Share,3, Exclusive,'Unknown ) MODE_HELD, DECODE(W.KGLLKREQ,0, None,1, Null,2, Share,3, Exclusive,'Unknown ) MODE_REQUESTED FROM DBA_KGLLOCK W, DBA_KGLLOCK H, V$SESSION W1, V$SESSION H1 WHERE (((H.KGLLKMOD!= 0) AND (H.KGLLKMOD!= 1) AND ((H.KGLLKREQ = 0) OR (H.KGLLKREQ = 1))) AND (((W.KGLLKMOD = 0) OR (W.KGLLKMOD= 1)) AND ((W.KGLLKREQ!= 0) AND (W.KGLLKREQ!= 1)))) AND W.KGLLKTYPE = H.KGLLKTYPE AND W.KGLLKHDL = H.KGLLKHDL AND W.KGLLKUSE = W1.SADDR AND H.KGLLKUSE = H1.SADDR; SQL> SELECT TO_NAME FROM V$OBJECT_DEPENDENCY WHERE TO_ADDRESS = F62750'; 83

84 log buffer space Explicação: Mais espaço no LOG_BUFFER é necessário para gravações. Causa: LOG_BUFFER insuficiente, REDO LOGs insuficientes, ou I/O lento. Correção: Aumente o LOG_BUFFER, aumente a quantidade / tamanho de REDO LOGs, ou melhore o mecanismo de I/O. P1: Quantidade de REDO LOGs. P2: Quantidade de blocos do sistema operacional. P3: Quantidade de requisições de I/O. 84

85 log file parallel write Explicação: Durante gravação de REDO LOGs, o LGWR espera pelo I/O. Causa: Excesso de membros nos grupos de REDO LOGs ou lentidão de I/O. Correção: Reduza a quantidade de membros nos grupos de REDO LOGs ou melhore o mecanismo de I/O. P1: Quantidade de REDO LOGs. P2: Quantidade de blocos de sistema operacional. P3: Quantidade de requisições de I/O. 85

86 log file single write Explicação: Durante gravação no HEADER de um REDO LOGs, o LGWR espera pelo I/O. Causa: Excesso de gravações no HEADER do REDO LOG ou lentidão de I/O. Correção: Reduza a quantidade de gravações no HEADER do REDO LOG ou melhore o mecanismo de I/O. P1: Número do REDO LOG. P2: Número do bloco. P3: Quantidade de blocos. 86

87 log file sequential read Explicação: Durante leitura de REDO LOGs, o LGWR espera pelo I/O. Causa: Lentidão de I/O. Correção: Melhore o mecanismo de I/O. P1: Número do REDO LOG. P2: Número do bloco. P3: Quantidade de blocos. 87

88 log file switch Explicação: Todos os grupos de REDO LOGs foram utilizados e ainda são necessários para um eventual RECOVER, pois o ARCn ainda não criou os ARCHIVED REDO LOGs e o DBWR ainda não gravou seu conteúdo nos DATAFILEs. Causa: REDO LOGs sub-dimensionados, configuração inadequada de destino de ARCHIVED REDO LOGs ou I/O ineficiente. Correção: Aumentar os REDO LOGs em quantidade e/ou tamanho, corrigir a configuração de destino do ARCn, ou melhorar o mecanismo de I/O. P1: Não utilizado. P2: Não utilizado. P3: Não utilizado. Variações: log file switch (archiving needed) log file switch (checkpoint incomplete) log file switch (clearing log file) log file switch (private strand flush incomplete) log file switch completion 88

89 log file sync Explicação: Um CHECKPOINT foi executado, e precisa ser registrado no REDO LOG, e o LGRW está aguardando pelo mecanismo de I/O. Causa: COMMIT em quantidade excessiva, ou I/O ineficiente. Correção: Reduzir a quantidade de COMMITs ou otimizar o mecanismo de I/O. P1: Número do Log Buffer. P2: Não utilizado. P3: Não utilizado. 89

90 SQL*Net message to / from client Explicação: Espera durante comunicação via rede com o protocolo SQL*Net. Causa: Sessão inativa, latência de rede ou limitação do cliente. Correção: Eliminar a sessão inativa, minimizar a latência na rede ou minimizar a limitação do cliente. P1: Driver de rede. P2: Quantidade de bytes. P3: Não utilizado. Variações SQL*Net message from client SQL*Net message to client SQL*Net more data from client SQL*Net more data to client SQL*Net break/reset to client SQL*Net message from dblink SQL*Net message to dblink SQL*Net more data from dblink SQL*Net more data to dblink SQL*Net break/reset to dblink 90

91 Hands ON! Simulando Wait Events LGWR x DBWR 91

92 Lab 5.1: LGWR x DBWR Feche e abra a sessão com o SCOTT com SET TIMING ON SQL> CONN SCOTT/TIGER SQL> SET TIMING ON Com o usuário SCOTT, apague o conteúdo da grande tabela, e reinsira os dados. SQL> TRUNCATE TABLE T2; SQL> INSERT INTO T2 SELECT * FROM T; SQL> COMMIT; Ao término da execução, verifique os valores de V$SESSION_EVENT da sessão do SCOTT. Guarde o resultado. Altere o valor do parâmetro log_buffer para 512k, repita a operação, e compare. Altere o valor do parâmetro log_buffer para 10m, repita a operação, e compare. Altere o valor do parâmetro log_buffer para 100m, repita a operação, e compare. Mantenha log_buffer com a configuração mais otimizada. Altere o parâmetro FAST_START_MTTR_TARGET para 1, repita a operação, e compare. 92

93 Parallel SQL 93

94 Parallel SQL Permite Query, DML e DDL. Um objeto pode ter Parallel permanente, independente do SQL: SQL> ALTER TABLE SCOTT.T PARALLEL DEGREE 4; O Parallel SQL pode ser utilizado diretamente no SQL: SQL> SELECT /*+ PARALLEL(T2 4) */ COUNT(*) FROM T2; 94

95 Parallel SQL Parâmetros: PARALLEL_ADAPTIVE_MULTI_USER = true ou false. PARALLEL_AUTOMATIC_TUNING: Deprecated. PARALLEL_DEGREE_LIMIT = CPU, IO ou Número. PARALLEL_DEGREE_POLICY = MANUAL, LIMITED ou AUTO. PARALLEL_EXECUTION_MESSAGE_SIZE = De 2148 a PARALLEL_FORCE_LOCAL = true ou false. PARALLEL_INSTANCE_GRouP = Oracle RAC service_name ou group_name. PARALLEL_IO_CAP_ENABLED = Deprecated. PARALLEL_MAX_SERVERS = De 0 a PARALLEL_MIN_PERCENT = De 0 a 100. PARALLEL_MIN_SERVERS = Número entre 0 e PARALLEL_MAX_SERVERS. PARALLEL_MIN_TIME_THRESHOLD = AUTO Segundos. PARALLEL_SERVERS_TARGET = Número entre 0 e PARALLEL_MAX_SERVERS. PARALLEL_THREADS_PER_CPU = Qualquer número. 95

96 Hands ON! Simulando Wait Events Design de Aplicação 96

97 Lab 6.1: Design de Aplicação Reinicie a Instance. Verifique o conteúdo da V$SYSTEM_EVENT. Guarde esta consulta. Abra a sessão com o SCOTT com SET TIMING ON. Em seguida, faça um SELECT da tabela toda. $ sqlplus SCOTT/TIGER SQL> SET TIMING ON SQL> SELECT COUNT(*) FROM T; Ao término da execução, verifique os valores de V$SESSION_EVENT da sessão do SCOTT. Guarde o resultado. Repita a operação com PARALLEL, e compare. SQL> SELECT /*+ PARALLEL(T 4) */ COUNT(*) FROM T; SQL> SELECT /*+ PARALLEL(T 20) */ COUNT(*) FROM T; 97

98 Paralelismo SQL> SELECT SID, SERIAL#, QCSID, QCSERIAL# FROM V$PX_SESSION; SID SERIAL# QCSID QCSERIAL#

99 Lab 6.2: Design de Aplicação Crie esta tabela com o usuário SCOTT: SQL> CREATE TABLE T3 (NUMERO NUMBER); Observe o conteúdo dos seguintes scripts Perl, os execute, e compare: $ perl /home/oracle/commitbad_bindsbad.pl $ perl /home/oracle/commitbad_bindsgood.pl $ perl /home/oracle/commitgood_bindsbad.pl $ perl /home/oracle/commitgood_bindsgood.pl 99

100 Lab 6.3: Design de Aplicação Crie um índice BITMAP na tabela T3 com o usuário SCOTT: SQL> CREATE BITMAP INDEX IDX_BITMAP_T3 ON T3(NUMERO); Execute um INSERT nesta tabela, sem executar COMMIT ou fechar a sessão.: SQL> INSERT INTO T3 VALUES (1); Abra outra sessão com o SCOTT, e faça outro INSERT na tabela T3: SQL> INSERT INTO T3 VALUES (1); Com o usuário SYS, verifique a V$SESSION_WAIT. Repita o exercício, mas utilizando um índice BTREE: SQL> DROP INDEX IDX_BITMAP_T3; SQL> CREATE INDEX IDX_T3 ON T3(NUMERO); 100

101 BITMAP x BTREE SQL> SELECT COUNT(*) FROM T; COUNT(1) Sem índice. SQL> SELECT COUNT(DISTINCT(OWNER)) FROM T; - - Sem índice. COUNT(DISTINCT(OWNER)) 28 Decorrido: 00:00:26.75 SQL> SELECT COUNT(DISTINCT(OWNER)) FROM T; - - Com índice BTREE. COUNT(DISTINCT(OWNER)) 28 Decorrido: 00:00:05.29 SQL> SELECT COUNT(DISTINCT(OWNER)) FROM T; - - Com índice BITMAP. COUNT(DISTINCT(OWNER)) 28 Decorrido: 00:00:

102 BITMAP x BTREE SQL> SELECT COUNT(*) FROM T; COUNT(1) SQL> SELECT COUNT(DISTINCT(OWNER)) FROM T; COUNT(DISTINCT(OWNER)) 28 SQL> SELECT COUNT(DISTINCT(OBJECT_NAME)) FROM T; -- Com índice BTREE COUNT(DISTINCT(OBJECT_NAME)) Decorrido: 00:00:08.95 SQL> SELECT COUNT(DISTINCT(OBJECT_NAME)) FROM T; Com índice BITMAP COUNT(DISTINCT(OBJECT_NAME)) Decorrido: 00:00:

103 Lab 6.4: Design de Aplicação Abra uma sessão com o usuário SCOTT com SET TIMING ON: Crie um índice BTREE na coluna OWNER da tabela T: SQL> CREATE INDEX IDX_T ON T(OWNER); Execute este SQL: SQL> SELECT COUNT(*) FROM T T_ALIAS WHERE OBJECT_NAME = 'T'; Com o usuário SYS, verifique o conteúdo da V$SESSION_EVENT da sessão do SCOTT. Guarde o resultado. Feche e abra a sessão com o SCOTT com SET TIMING ON Altere a sessão para utilizar o Rule Based Optimizer: SQL> ALTER SESSION SET OPTIMIZER_MODE=RULE; Execute este SQL: SQL> SELECT /*+ INDEX(T_ALIAS,IDX_T) */ COUNT(*) FROM T T_ALIAS WHERE OBJECT_NAME = 'T'; 103

104 Estatísticas 104

105 Estatísticas Optimizer Statistics Table statistics Number of rows Number of blocks Average row length Column statistics Number of distinct values (NDV) in column Number of nulls in column Data distribution (histogram) Extended statistics Index statistics Number of leaf blocks Levels Clustering factor System Statistics I/O performance and utilization CPU performance and utilization 105

106 Estatísticas DBMS_AUTO_TASK_ADMIN.DISABLE DBMS_STATS.GATHER_DATABASE_STATS DBMS_STATS.GATHER_DICTIONARY_STATS DBMS_STATS.GATHER_SCHEMA_STATS DBMS_STATS.GATHER_TABLE_STATS DBMS_STATS.GATHER_INDEX_STATS DBMS_STATS.DELETE_TABLE_STATS DBMS_STATS.LOCK_TABLE_STATS DBMS_STATS.EXPORT_*_STATS DBMS_STATS.IMPORT_*_STATS OPTIMIZER_DYNAMIC_SAMPLING DBMS_STATS.GATHER_SYSTEM_STATS 106

107 Hands ON! DBMS_SQLTUNE 107

108 Lab 7.1: DBMS_SQLTUNE Escolha um dos SQLs mais lentos na V$SQL e o analise com DBMS_SQLTUNE. DECLARE RET_VAL VARCHAR2(4000); BEGIN RET_VAL := DBMS_SQLTUNE.CREATE_TUNING_TASK(SQL_ID => ' ', SCOPE => DBMS_SQLTUNE.SCOPE_COMPREHENSIVE, TIME_LIMIT => 60, TASK_NAME => 'Portilho Tuning Task', DESCRIPTION => 'Portilho Tuning Task'); END; / BEGIN DBMS_SQLTUNE.EXECUTE_TUNING_TASK('Portilho Tuning Task'); END; / SELECT DBMS_SQLTUNE.REPORT_TUNING_TASK('Portilho Tuning Task') RECOMMENTATION FROM DUAL; SELECT DBMS_SQLTUNE.SCRIPT_TUNING_TASK('Portilho Tuning Task') RECOMMENTATION FROM DUAL; BEGIN DBMS_SQLTUNE.DROP_TUNING_TASK('Portilho Tuning Task'); END; / 108

109 Fragmentação 109

110 Fragmentação Blocos logicamente contíguos espalhados fisicamente. Espaço livre na TABLESPACE / DATAFILEs. Espaço livre da TABELA. Espaço livre no ÍNDICE. Row Chaining. Migrated Rows. EXTENTs. 110

111 Fragmentação: COALESCE 111

112 Fragmentação: COALESCE 112

113 Fragmentação: Row Chaining 113

114 Fragmentação: Row Migration 114

115 Hands ON! DBMS_ADVANCED_REWRITE 115

116 Lab 8.1: DBMS_ADVANCED_REWRITE Abra uma sessão com o usuário SCOTT com SET TIMING ON: Altere a sessão para utilizar o Rule Based Optimizer: SQL> ALTER SESSION SET OPTIMIZER_MODE=RULE; Execute este SQL e anote seu tempo de execução: SQL> SELECT /*+ INDEX(T_ALIAS,IDX_T) */ COUNT(*) FROM T T_ALIAS WHERE OBJECT_NAME = 'T'; Execute este SQL e anote seu tempo de execução: SQL> SELECT COUNT(*) FROM T T_ALIAS WHERE OBJECT_NAME = 'T'; Com o usuário SYS, dê as permissões necessárias para que o usuário SCOTT utilize o DBMS_ADVANCED_REWRITE: $ sqlplus / AS SYSDBA SQL> GRANT EXECUTE ON DBMS_ADVANCED_REWRITE TO SCOTT; SQL> GRANT CREATE MATERIALIZED VIEW TO SCOTT; 116

117 Lab 8.2: DBMS_ADVANCED_REWRITE Na sessão do usuário SCOTT, execute o DBMS_ADVANCE_REWRITE: BEGIN SYS.DBMS_ADVANCED_REWRITE.DECLARE_REWRITE_EQUIVALENCE ( NAME => 'PORTILHO_REWRITE', SOURCE_STMT => 'SELECT /*+ INDEX(T_ALIAS,IDX_T) */ COUNT(*) FROM T T_ALIAS WHERE OBJECT_NAME = ''T''', DESTINATION_STMT => 'SELECT COUNT(OBJECT_NAME) FROM T T_ALIAS WHERE OBJECT_NAME = ''T''', VALIDATE => FALSE, REWRITE_MODE => 'TEXT_MATCH'); END; / Execute novamente este SELECT e verifique seu tempo de execução: SQL> SELECT /*+ INDEX(T_ALIAS,IDX_T) */ COUNT(*) FROM T T_ALIAS WHERE OBJECT_NAME = 'T'; Remova o REWRITE, execute novamente o SELECT e verifique seu tempo de execução: SQL> EXEC SYS.DBMS_ADVANCED_REWRITE.DROP_REWRITE_EQUIVALENCE (NAME => 'PORTILHO_REWRITE'); SQL> SELECT /*+ INDEX(T_ALIAS,IDX_T) */ COUNT(*) FROM T T_ALIAS WHERE OBJECT_NAME = 'T'; 117

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