INTRODUÇÃO. sociais que ocorrem nas dimensões burocrática e produtiva. A principal

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INTRODUÇÃO. sociais que ocorrem nas dimensões burocrática e produtiva. A principal"

Transcrição

1 13 INTRODUÇÃO Esta tese trata do racismo e como ele ocorre nas empresas de capital privado ou público, e as diversas formas como ele se manifesta nas relações sociais que ocorrem nas dimensões burocrática e produtiva. A principal motivação para realizar essa pesquisa está ligada à minha experiência profissional desenvolvida em diversas organizações na área de recursos humanos, departamento voltado para a gestão de pessoal, envolvendo recrutamento e seleção, desenvolvimento profissional, treinamento, compensação, gestão de benefícios, desligamento etc. Observei, ao longo de alguns anos de carreira, diversas situações de discriminações, expressas através da imposição de barreiras à entrada de afro-descendentes nas empresas, como também dificuldades para a mobilidade ocupacional (ascensão vertical nos quadros de carreira). Para mim sempre foi muito intrigante a maneira que os atores organizacionais dissimulavam suas ações, bem como o silêncio sobre a questão. Em muitas situações tentei abordar o problema, mas os atores envolvidos, tanto executivos quanto profissionais negros e brancos, sempre evitavam o tema, tratando-o como tabu. Quando a questão chegava a ser comentada, mesmo que tangencialmente, os brancos expressavam suas percepções sobre a hierarquia racial. Minha experiência familiar com a questão racial também foi intrigante. Como é comum nas famílias brasileiras, ouvia no cotidiano frases e expressões de natureza preconceituosa com relação aos afro-descendentes. Para a

2 14 população brasileira em geral, os afro-descendentes são como os estrangeiros perigosos que colocariam em risco a estabilidade social, a segurança, a moral, os empregos, mas ao mesmo tempo admite-se que alguns são especiais, pois têm a alma branca. A forma como os brasileiros encaram a questão racial é extremamente contraditória, pois, ainda que se relacionando até intimamente com os negros, atribuem a eles adjetivos que refletem uma perversa hierarquização racial. Pataki (2005) afirma que o preconceito racial é a aceitação de falsas crenças e atitudes adquiridas de modo inocente durante a socialização ou por meio de generalizações falsas, porém não tendenciosas. Nesse sentido, o autor defende a idéia de que o racismo, em muitas situações, é inconsciente, sendo, portanto, impossível analisá-lo racionalmente com base em pressupostos mentalmente e coerentemente organizados e capazes de justificar as atitudes perante o outro. Assim, cresci convivendo com idéias contraditórias sobre a questão racial, confrontando-me com idéias ora racistas ora anti-racistas. No meu primeiro emprego, aos quinze anos de idade, trabalhei com uma pessoa racista, que defendia idéias sobre a superioridade racial dos europeus em relação aos negros, índios e nordestinos. Parecia ser uma pessoa culta e amável, mas deixava-me incomodado com suas idéias relativas à questão racial. Não obstante, ele jamais tratou mal alguém por causa da cor ou origem. Era sempre muito educado e cortês. Falava sobre o assunto fazendo proselitismo de suas idéias, de forma reservada e essas posições não impediam que a empresa contratasse profissionais afro-descendentes ou mestiços. Lembro-me pelo menos de dois ou três que lá trabalhavam num grupo de mais de cem funcionários.

3 15 As organizações refletem, em parte, as sociedades em que elas se encontram instaladas, independentemente da origem do capital (nacional ou estrangeiro), pois os indivíduos que as dirigem e as operacionalizam em suas várias atividades dentro das cadeias de valores trazem para o interior delas seus valores, crenças, costumes e ideologias. Dessa forma, uma organização estabelecida em um país com forte intolerância para com o Outro, o diferente, possivelmente desenvolverá mecanismos de exclusão, tanto no processo de seleção quanto na mobilidade profissional para aqueles que conseguiram superar as barreiras de acesso. A cultura organizacional também é influenciada pelos seus fundadores e dirigentes. Ela pode apresentar várias tipologias, como a paternalista, democrática ou autoritária de forma isolada ou associada (WEBER, 1974). Assim, organizações que desenvolvem culturas mais democráticas, no sentido de maior participação dos empregados em vários aspectos das políticas organizacionais, mesmo que superficiais, tendem a desenvolver um sentimento de pertença efetivo e duradouro, razão pela qual são rígidas em relação ao rompimento dos valores estabelecidos. Da mesma forma, havendo uma disposição dos dirigentes e acionistas para com uma política de relações do trabalho mais flexível com relação à diversidade cultural, aceitando democraticamente as diferenças ou mesmo estimulando a diversidade como um valor organizacional, é possível que a organizações possam neutralizar, em grande parte, o comportamento racista, mesmo que seja dominante nas sociedades em que operam. A questão da diversidade insere-se nesse contexto, pois pode fazer parte do código de ética ou da política e missão organizacionais, ficando

4 16 explícita a necessidade do respeito às diferenças, não somente por parte dos empregados, mas também do corpo diretivo. As empresas multinacionais, em um contexto fortemente globalizado e por suas características cosmopolitas, em geral, procuram administrar de forma mais racional a diversidade nas relações do trabalho. A existência de políticas de recursos humanos com foco na diversidade (racial, gênero, cultura, crenças etc.) explicitadas através de normas e códigos de ética favorecem essa tendência (WEBER, 1974). Essas políticas ou filosofias empresariais não significam em si mesmas a adoção de posturas mais humanistas do capitalismo global, mas sim a necessidade da racionalidade econômica com vistas na manutenção dos padrões de acumulação. Assim, é possível afirmar que, estando as empresas concorrendo em nível global, com grande fragmentação de suas unidades produtivas, faz-se necessária à adaptação rápida e eficiente aos valores locais, minimizando-se as turbulências de caráter social, político e cultural nas entradas em novos mercados. A hipótese discutida neste trabalho é verificar se nas empresas nacionais haveria maior discriminação contra os afrodescendentes do que nas empresas multinacionais ou transnacionais, independentemente do nível ocupacional desses trabalhadores. Foi considerado, também, se seria relevante levar em consideração a possível influência do capitalismo globalizado em relação ao tema estudado. A memória do racismo pode encontrar obstáculos, devidos ainda à existência do mito da democracia racial 1, pois a elite brasileira consolidou no 1 A origem da expressão democracia racial é atribuída a Gilberto Freyre, mas pode ter sido cunhada por Roger Bastide, conforme afirma Guimarães (1999). De qualquer forma democracia racial está intimamente ligada à idéia difundida pela história oficial de que as relações raciais no Brasil escravagista tinham sido mais benignas do que nos EUA, mas Freyre teria transformado esse contraste num elemento central do nacionalismo brasileiro, dando-lhe status científico (Telles, 2003).

5 17 plano interno e externo a imagem de uma sociedade com a convivência harmônica entre as raças, sem conflitos, com o reconhecimento do espaço público para todas as raças que compõem a população. O próprio termo democracia racial já implica um problema, pois o vocábulo tem o seu sentido vinculado a igualdade de direitos, cidadania, espaço público para todos, sem discriminação. Portanto, a existência da democracia pressupõe, antes de tudo, a igualdade política, pois, ao se utilizar democracia no sentido da igualdade entre diferentes, já estaríamos admitindo, a priori, a inexistência de diferenças. Negar as diferenças pode também implicar o não-reconhecimento de que o outro existe (RANCIERE, 1996), com as suas peculiaridades fenotípicas, culturais e sociais. O mito da democracia racial 1 foi construído para dar guarida à idéia da negação da discriminação racial, pois o mito fundador da idéia de nação brasileira não poderia admitir a existência de conflitos raciais ou étnicos. São essas as razões que muitas vezes podem criar conflitos para as lembranças do racismo A democracia racial pode ser vista como um discurso ideológico das classes dominantes visando à negação da discriminação a que foi submetida a população de origem africana, após o fim do regime escravista. O discurso da igualdade de direitos universais tem por fim, sobretudo, negar e abafar os conflitos e as contradições existentes no interior da sociedade brasileira com relação à problemática racial. O discurso ideológico baseia-se na realidade concreta e é utilizado para mascarar essa mesma realidade. Assim, afirma-se que não há discriminação contra os afro-descendentes brasileiros, pois o discurso oficial pode citar inúmeros homens e mulheres negras que ascenderam socialmente, conquistando posições de destaque na sociedade.

6 18 Portanto, dessa ótica, os problemas são de natureza individual e não coletiva, pois a sociedade oferece, teoricamente, oportunidades iguais para todos. Ainda sobre o mito da democracia racial, Ianni destaca seu papel nas dificuldades para o avanço da democracia brasileira: Esse mito, ao mesmo tempo que nega a desigualdade racial, implicitamente a reafirma, reconhecendo que o negro pode tornar-se branco... Essa metamorfose, concebida ideologicamente, apenas ocorre ao nível dos indivíduos, porquanto coletivamente continuarão a ser chamados negros, mulatos... (1972:244). A idéia subjacente contida no mito da democracia racial de que o negro brasileiro pode tornar-se branco se realiza no plano simbólico, como forma de ubmete-lo para ser aceito entre os brancos. Ao acreditar na possibilidade de que tem a alma branca como veículo de mobilidade social, ele ao mesmo tempo se renega como pessoa e como coletividade e deixa de questionar politicamente o racismo, reduzindo assim, as chances de mudança de sua realidade. A ideologia do branqueamento tem um papel relevante no estabelecimento da identidade das pessoas no Brasil, pois como falsa consciência, engendra entre os negros mestiços uma percepção de diferença em relação aos negros, mas não consegue alcançar uma diferenciação efetiva em relação aos brancos. Os brancos tendem a incentivar aqueles que são mestiços a não se identificarem como negros, pois estariam criando uma situação especial para aqueles que lhes são mais próximos, visando também afastá-los de sua origem, mesmo sem integrá-los no outro grupo. A construção ideológica do negro de alma branca está profundamente enraizada na sociedade brasileira,

7 19 fazendo parte do seu imaginário. Para não hierarquizar a cor, o que entraria em choque com a ideologia da democracia racial, estabelece-se uma hierarquia no firmamento, no plano divino. A alma branca, nesta perspectiva, teria atributos superiores a alma negra. Alencastro (2000: 346 e 347) afirma que essa ideologia que valoriza a tez mais clara tem sua origem no período escravagista que se debatia com a crônica escassez de mão-de-obra qualificada, levando os senhores a conceder melhor tratamento aos mestiços em geral e aos mulatos em particular. Constituindo menos de 10% do total de escravos nos engenhos, os mulatos ocupavam mais de 20% das funções mais qualificadas de supervisão, de artesanato e domésticas no século XVIII. Essa era um a boa razão para que o mulato se convertesse numa aspiração da população escrava no Brasil, que Antonil (1982) descreve como...o inferno dos negros, o purgatório dos brancos e o paraíso dos mulatos e mulatas. A Construção do Conceito de Raça O conceito tradicional de raça, originário da Biologia, define três principais raças : branca, amarela e negra. Entretanto, se observarmos atentamente o conceito, é fácil contestá-lo, pois a cor da pele apresenta tonalidades diferentes em todos os grupos humanos, considerando as três tipologias. É possível encontrar entre os chamados povos amarelos, indivíduos mais claros do que populações consideradas brancas, como também é possível identificar indivíduos de grupos brancos com a pele mais escura. Os cabelos crespos podem ser encontrados, também, entre os brancos nórdicos ou entre os japoneses. O nariz achatado pode ser observado entre populações

8 20 nórdicas e o nariz afilado, entre populações identificadas como negras. Todavia, sem dúvida alguma, a cor da pele é um dos fatores da variação biológica do ser humano que apresenta o maior interesse pelas populações, pois é uma diferença que salta aos olhos, apesar de ser, do ponto de vista biológico, de menor importância, como foi mencionado acima. Outros estudos reforçam essa idéia com relação à cor da pele, mostrando que, ao contrário de uma opinião disseminada, as diversas cores da pele resultam, essencialmente, da densidade na epiderme de um único pigmento, a melanina, que está presente tanto nos brancos quanto nos amarelos ou nos negros, mas em doses muito variáveis. Portanto, as diferenças constatadas são, sobretudo, quantitativas e não qualitativas (JACQUARD, 1978:67). A noção de raça, como foi visto até agora, funda-se na idéia de caracteres físicos transmissíveis que permitem distribuir a espécie Homo Sapiens em vários grupos que equivalem ao que a botânica chama de variedade (LEIRIS,1970). Essa variedade tem significado superficial no sentido de compreender as diferenças biológicas entre os seres humanos, pois, em sua essência, considerando a herança genética como o critério que teria maior rigor científico, elas são tão irrisórias que pouco valeria a pena investir tempo e recursos na sua explicação. Ruth Benedict (1983), sobre o uso de critérios biológicos para classificar os seres humanos, afirma que se ao invés de usar a hereditariedade como símbolo da identidade de um povo se fosse escolhida a cultura, haveria a substituição de um simbolismo perigoso e enganador por outro mais realista. As noções referentes à uniformidade e à pureza dos grupos humanos e a fixação das diferenças não encontram suporte científico, pois, no passado,

9 21 elas se assentavam em premissas falsas (DUNN, 1972), pois eram fundadas muito mais pelos aspectos ideológicos do que pelo conhecimento científico. A utilização do conceito de raça é relativamente recente na cultura ocidental, pois seu significado original estava relacionado a um grupo de pessoas interligadas por uma origem comum (BANTON, 1994:264) e não para se referir a populações com características fenotípicas diferenciadas. De qualquer forma, já é patente no âmbito das ciências sociais, notadamente na Antropologia, que, biologicamente, o conceito de raça não existe no sentido em que é utilizado, sendo o termo irrelevante para a ciência. Admite-se, no entanto, que a expressão tem um interesse maior no campo sociológico do que na biologia ou na Antropologia física, sendo por isso considerado como uma construção social, engendrada a partir das relações sociais numa realidade concreta (BERGER E LUCKMANN, 1973). No Brasil, os afro-descendentes utilizam o termo raça negra para se autodenominarem. É nesse sentido que o termo raça ganha significado nesta tese, uma construção-reconstrução do próprio grupo. Guimarães (1999) afirma que raça é também uma categoria analítica indispensável, pois é a única que revela as discriminações e desigualdades e a noção brasileira de cor é efetivamente racista e não apenas de classe. Além de raça, de racismo, existe outro conceito que merece atenção: o etnocentrismo, que funciona como mecanismo primário na avaliação da cultura. É também a perspectiva segundo a qual o modo de vida de um é preferível ao dos outros e é um sentimento co-natural à maioria dos indivíduos (HERSKOVITS, 1960). Assim, haveria uma tendência comum em todos os povos, sejam nações, tribos, clãs, grupos, à valorização dos seus respectivos

10 22 sistemas de valores, crenças, princípios, normas, costumes, tradições, enfim, tudo que representa o lastro cultural. Para Jones (1973) o etnocentrismo é basicamente um julgamento e, da mesma forma que o preconceito, é uma atitude. Para ele, o etnocentrismo se torna racismo cultural quando as atitudes se desenvolvem em comportamentos. A partir do momento que os julgamentos etnocêntricos se tornam recomendações para a ação, e os mesmos julgamentos servem para justificar tais ações, o racismo é o rótulo adequado (p. 139). O etnocentrismo pode se manifestar tanto no plano intelectual, como no afetivo. Na primeira forma, é a dificuldade de entender e aceitar as diferenças entre a nossa cultura e a do outro, em relação aos costumes, hábitos, jeito de se vestir, falar, comer, divertir etc. Da perspectiva afetiva, manifesta-se pelo medo, pavor, desconfiança em relação ao diferente. A identidade étnica, como base para o etnocentrismo, é construída a partir da diferença. A atração entre aqueles que se sentem como de uma mesma espécie é indissociável da repulsa diante daqueles que são percebidos como estrangeiros (POUTIGNAT E STREIFF-FENART, 1998). O etnocentrismo, que pode refletir a identidade dos indivíduos com relação ao grupo com o qual compartilha costumes, tradições, sentimento de origem comum, pode também ser visto como a base para o desenvolvimento do racismo, conforme afirma Munanga: O etnocentrismo possui em germes as condições necessárias ao nascimento do racismo. Para passar do etnocentrismo ao racismo é preciso que às diferenças objetivas no espírito do racismo esteja acrescentada uma diferença imaginária: a consciência necessariamente falsa de uma distinção biológica entre ele e sua vítima (1990:53).

11 23 Metodologia Ao trabalhar com esta temática, lembrei-me do livro Black like me (2003), lido na adolescência, que retratava a experiência do jornalista norteamericano John Howard Griffin. O escritor e jornalista entrou, no sentido literal, na pele de um homem negro, para assim sentir o sofrimento, a discriminação, a segregação, enfim o racismo que os afro-americanos sofriam nos sul dos Estados Unidos nos anos 60. A luta pelos direitos sociais da população negra estava em sua fase inicial e havia muito a conquistar. Para se sentir como um negro, o jornalista escureceu sua pele utilizando medicamentos usados para o tratamento do vitiligo e foi submetido a raios ultravioletas para completar o processo. Pela sua aparência, apesar de ser um branco, ele passou a ser visto na região, no sul dos EUA, onde fez a experiência, como um homem negro, passando a ser vítima de todo tipo de discriminação nas ruas, cinemas, restaurantes etc. Dessa forma, pôde relatar o sofrimento de um povo numa sociedade racista e segregacionista. Não se tratava de mais um afro-americano denunciando a violência da segregação, mas de um branco que sentiu na própria pele como seus pares tratavam os negros. Sua narrativa parecia real, mesmo considerando a bricolagem de sua relação com a temática e também em relação ao próprio objeto no sentido abordado por Benjamin (1975). A narrativa partiu de sua experiência concreta, vivida e também daquela contada pelos outros. Essa forma artesanal da comunicação humana não tem a intenção de transmitir um conteúdo puro como a notícia. Pelo contrário, diz Benjamin, imerge essa substância na vida do narrador para, em seguida, retirá-la dele próprio. A narrativa revelará sempre

12 24 a marca do narrador, da mesma forma como é revelada a mão do artista na cerâmica (1975). A sua narrativa não era de um negro, mas de um branco transvestido de um para viver a experiência, mas seu sentimento em relação ao seu novo papel era quase real, conforme ele mesmo narrou: Eu comecei a sentir uma grande solidão, não porque eu estava Negro, mas porque o homem que eu tinha sido, aquele que eu conhecia, estava escondido na carne de outro. (GRIFFIN, 2003: 11). Sua solidão era decorrente do papel que passava a representar e ele estava sozinho num grande teatro era hostil a sua cor e hostil a sua pele (Idem, 2003). Entretanto, por melhor que tenha sido a intenção e a vivência, em qualquer momento que desejasse, poderia voltar a ser branco e deixar de ser alvo da discriminação, ao contrário desta análise, que aborda experiências realmente vivenciadas, porque trabalha com a memória de quem viveu e vive o racismo. A publicação da experiência de Griffin, na época, teve forte impacto na sociedade americana, como também no mundo, contribuindo para mudanças na política racial norte-americana. Esta pesquisa não tem, como no caso da experiência de Griffin, a intenção de estar literalmente na pele de um negro, mas tem sim o propósito de ouvir e interpretar as situações vividas pelos afro-descendentes, na qual o racismo se manifesta de uma forma bem mais complexa do que na sociedade norte-americana. No Brasil, os sentimentos racistas não são explícitos, havendo tendência para uma falsa cordialidade que despista a realidade. Os sentimentos, expressos de forma direta, nua e crua, ofendem e criam um impasse, um conflito, quase nunca desejado. A cultura brasileira é, em geral, avessa ao conflito, preferindo a contemporização. Essa aparente cordialidade

13 25 do brasileiro, entretanto, é apenas epidérmica, e seria engano supor que essas virtudes possam significar boas maneiras, civilidade (HOLANDA, 1995:147). Não somos diretos ao expressar nossas idéias, nossos pontos de vista, preferimos contornar, falar por metáforas, pois assim fica o dito pelo não dito, podendo-se desmentir ou alegar que fomos mal interpretados. Assim, mais do que estar na pele de um negro, é preciso ouvir a alma dos afro-descendentes, para que expressem e resgatem suas experiências, e senti-las verdadeiras, concretas, porque compartilhadas. Para Halbwachs (1990), as experiências, para serem reais, precisam ser vividas, construídas na memória do indivíduo e, quando se transformam em lembranças, são confrontadas com às dos outros e quando há concordância, aumenta a crença de que se está reconstruindo a própria experiência. É preciso, também, colocar essas memórias em suspensão, de uma perspectiva crítica, pois nem sempre o narrador percebe a agressão a que é submetido. Ele pode ver tudo como algo normal, comum, sem se dar conta de que foi humilhado. Assim também a memória entra em conflito. Um outro obstáculo que a memória sobre o racismo encontra é aquele em que pode haver um processo de falseamento, pois, ao se admitir a discriminação, é como se sentir excluído socialmente e o discriminado nem sempre aceita essa situação, pois é motivo de sofrimento. Pollak sugere que as vítimas temem provocar a ira dos seus antigos algozes que continuam como força dominante na sociedade. Essa atitude de medo é reforçada pelo sentimento de culpa que as próprias vítimas podem ter, oculta no fundo de si mesmas (1992: 6), impedindo que venham a expor de forma direta e clara as injustiças a que foram vítimas. Pode-se dizer que há também o sentimento de

14 26 culpa entronizado entre as vítimas, fazendo com que se sintam culpadas por não serem brancas ou mesmo vítimas de um pecado original que fez delas diferentes dos grupos superiores, ou seja, dos brancos. Há também o caso daqueles que, para não serem vítimas, comprometeram-se direta ou indiretamente com as injustiças cometidas. Esses também preferem, obviamente, guardar silêncio a se arriscarem ao malentendido ou até mesmo reforçar a consciência tranqüila e a propensão para o esquecimento dos antigos carrascos (POLLAK, 1989:6). Esse silêncio revela um lado cruel da discriminação, porque impõe ao indivíduo certo compromisso com a injustiça, como se ele próprio fosse responsável por ela, já que ele se cala e deixa que outro, um semelhante, seja a vítima, pois assim salva a própria pele. A narrativa daqueles que se comprometeram será sempre evasiva, despistadora e sempre negativa. Há sempre uma enorme fronteira entre o dizível e o indizível, o confessável e o inconfessável, que separa a memória coletiva subterrânea da sociedade civil dominada ou de grupos específicos, de uma memória organizada que resume a imagem que uma sociedade majoritária ou o Estado que as representam desejam passar e impor. A história oral tem aí papel relevante no resgate dos que vivem à margem da história oficial. Ao privilegiar a análise dos excluídos, dos marginalizados e das minorias, a história oral ressaltou a importância das memórias subterrâneas que, como parte integrante das culturas minoritárias e dominadas, se opõem à memória oficial, no caso a memória nacional. (POLLAK, 1989:4) A ideologia da democracia racial cumpre o papel sub-reptício de reprimir a memória subterrânea, porque teme que se essa conseguir invadir o espaço

15 27 público, a ela serão acopladas reivindicações múltiplas, desestabilizando a estrutura social construída a partir da primazia branca. Entretanto, o silêncio imposto sobre o passado, de forma violenta ou sutil por meio de processos pedagógicos de cooptação através dos instrumentos de transmissão ideológica, não destrói essa memória, que permanece através das redes familiares e de amizades (POLLAK, 1992). A história de vida pode ser uma forma de dar voz aos excluídos, para que possam expressar, a partir da reconstrução, suas lembranças que se tornaram subterrâneas. Não se deve buscar, através da memória, apenas relatos factuais de acontecimentos, mas a possibilidade de proporcionar aos indivíduos a reconstrução de si mesmos, definindo seu lugar social e suas relações com os outros, como afirma Pollak (1989). A memória está em voga e não só como tema de estudos entre especialistas. Também a memória como suporte dos processos de identidade e reivindicações respectivas, está na ordem do dia (MENEZES, 1999:12) Apesar de as lembranças muitas vezes virem carregadas de subjetividades, de forma nenhuma isso invalida os resultados, pois captar a subjetividade dos sujeitos é também muito importante para a pesquisa. Por isso, Antonio Cândido (1975) destaca em Os parceiros do Rio Bonito o valor dos informantes escolhidos na reconstrução do passado de uma perspectiva qualitativa: Aliás, o interesse pelos casos individuais, pelos detalhes significativos, constitui elemento fundamental neste estudo, de eficiência nas disciplinas sociais, e que a decisão interior do sociólogo, desenvolvida pela meditação e o contacto com a realidade viva dos grupos, é tão importante

16 28 quanto à técnica de manipulação dos dados. Ela lhe permite, com efeito, passar da impressão à hipótese, em muitos casos onde esta não se poderia sequer esboçar segundo critérios estatísticos ou acumulativos. (1975:19) A história de vida busca, em resumo, a experiência vivida do indivíduo e, a partir dela, a obtenção de dados relevantes para a pesquisa. O indivíduo de quem se obtém os dados, que tanto pode ser um participante como um observador do fenômeno social, relata sua própria história. Nesse contexto, o investigador reconstitui a vida do indivíduo pesquisado para evidenciar os aspectos em que está mais interessado (MARCONI E LAKATOS, 1985:106). Para o desenvolvimento desse projeto foi utilizada como técnica de coleta de dados a história de vida de profissionais. Essa técnica é normalmente utilizada por antropólogos, sociólogos e outros estudiosos como fonte de informação para seus trabalhos. A história de vida tenta obter dados relativos à experiência íntima de alguém que tem um significado importante para o conhecimento do objeto em estudo. A história de vida é importante fonte de dados, uma vez que, através dela, o pesquisador descobre a concepção que o indivíduo tem de seu papel e de seu status nos vários grupos de que é membro. A escolha dos sujeitos foi por acessibilidade, dependendo da disposição dos atores em fazer as narrativas de suas experiências profissionais em diversas organizações paulistas. Os indivíduos que fizeram os depoimentos são de origens diversas, mas predominam os profissionais qualificados com cursos técnicos ou de nível superior, atuando em cargos operacionais ou administrativos. Muitos indivíduos afro-descendentes convidados não concordaram em dar seus depoimentos por razões de natureza pessoal e

17 29 íntima. Entende-se que a recusa pode estar ligada ao sofrimento que o resgate da memória de acontecimentos pode provocar. Para alguns indivíduos a possibilidade de falar sobre situações vividas que foram marcantes, mesmo que desagradáveis, pode funcionar como uma catarse, mas para outros pode representar o reencontro com a dor. A escolha de indivíduos profissionalmente qualificados, com educação formal, de nível técnico ou superior, teve como objetivo eliminar o viés de que somente os negros pobres e sem instrução seriam discriminados, caracterizando a percepção de que a discriminação estaria relacionada apenas à classe social. Paralelamente, também foram coletados os depoimentos de profissionais que atuam na área de gestão de pessoas, também denominada como Recursos Humanos com vistas em confrontar as informações obtidas através dos primeiros. Esses profissionais, com exceção de um, são todos brancos, ocupando cargos executivos ou de destaque na área em organizações nacionais, multinacionais ou transnacionais 2. Procurei, assim, coletar dados com indivíduos negros (homens e mulheres), que desenvolvem ou já desenvolveram atividades profissionais em organizações de capital privado ou público. É através dessas histórias de vida que se procura identificar as experiências vivenciadas por esses indivíduos nas relações funcionais com seus superiores hierárquicos, com colegas de 2 O termo multinacional geralmente denota uma empresa com um volume significativo de operações e de atividades de marketing fora de sua base nacional. O universo dessas empresas é amplo e variado, abrangendo diferentes modalidades de organizações, atuando em vários tipos de setores. Autores como Ianni (1998: 47), expressam a idéia de que as organizações transnacionais se libertaram progressivamente de algumas das injunções ou limitações inerentes aos Estados nacionais. Essa perspectiva está inserida no contexto da internacionalização do capital de forma ampla, através da dispersão geográfica da produção, provocada pela nova divisão internacional do trabalho. Há também outra metáfora para a designação da empresa que extrapola os limites fronteiriços do Estado Nacional que vem sendo denominada como empresa global. Ela é vista como uma entidade que transcende os limites nacionais em que a identidade nacional da corporação deve ser

18 30 trabalho, com os selecionadores no processo de admissão ou com funcionários de outras organizações com as quais manteve contato em decorrência de suas atividades, pois essa técnica permite maior associação de dados que podem ser importantes para pensar o grupo que é o foco do racismo; da mesma forma o grupo de funcionários das empresas que atuam na seleção e promoção dos trabalhadores. A identificação dos indivíduos negros ou afro-descendentes foi baseada na identidade negra assumida pelos mesmos. Entretanto, todos os sujeitos apresentam o biótipo afro-descendente como pele escura (com variações de tonalidade entre mais claro e mais escuro) e outras características fenotípicas que são comumente identificadas como da população negra. Assim também foram entrevistados profissionais que desenvolvem atividades profissionais na área de Recursos Humanos, que representam, em última análise, os interesses das organizações, bem como têm um papel relevante na mediação dos conflitos nas relações do trabalho. Esses profissionais propiciaram informações importantes sobre a percepção que os mesmos têm das organizações em seus componentes de natureza ideológica. Para coletar os depoimentos, depois da concordância dos sujeitos, foi utilizado um gravador tipo cassette para registrar as narrativas. A pesquisa, em sua totalidade, envolveu 41 depoimentos, sendo 26 homens negros, 8 mulheres negras e 7 profissionais de recursos humanos, sendo 6 brancos e uma negra. Com exceção de 3 depoimentos, os demais foram realizados com o auxílio do gravador. Os sujeitos ficaram totalmente à vontade com o gravador substituída, a partir dessa visão, por um paradigma estratégico que desconhece fronteiras ( Porter, 1999: 327).

19 31 ligado, não apresentando desconforto ou constrangimento em relação à técnica de coleta de dados. Foi utilizado um roteiro mínimo para a coleta que abordou: origem geográfica, familiar, situação social da família, escolaridade dos pais e dos sujeitos, a vida profissional e suas relações com superiores hierárquicos e seus pares, os processos de seleção ao emprego, a mobilidade profissional, ascensão salarial etc. Posteriormente, todos os depoimentos foram transcritos e entregues aos sujeitos que confirmaram as narrativas ou fizeram algumas complementações. Em razão da dificuldade para contatar esses indivíduos em seus próprios locais de trabalho e também devido à impossibilidade de se obter informações sinceras dos entrevistados tendo em vista o receio de que a empresa pudesse tomar conhecimento das informações fornecidas. A alternativa dentro deste quadro, foi a coleta por acessibilidade. Esse critério, de acordo com Gil (1987), é o menos rigoroso de todos os tipos de amostragem, sendo por isso destituído de qualquer rigor estatístico. Dessa forma, o pesquisador seleciona os elementos a que tem acesso, admitindo que esses possam, de alguma forma, representar o universo estudado. A escolha dos sujeitos foi através da abordagem de indivíduos nas condições indicadas acima, bem como através de indicações dos próprios entrevistados. Com base no método da pesquisa, os depoimentos foram realizados com uma população não previamente definida e foram encerradas no momento em que foram observadas situações de repetição de informações relacionadas ao próprio foco de estudo. Assim, a coleta de dados havia encontrado o ponto de saturação. Considerando os sujeitos que narraram suas histórias de vida, foram identificadas diversas organizações, classificadas de acordo com a origem do

20 32 capital social, para os dois grupos pesquisados. Na Tabela 1 são indicadas as empresas citadas por profissionais afro-descendentes e por profissionais de Recursos Humanos (RH). TABELA 1 Origem do capital das empresas Origem do Capital Citadas por Afrodescendentes Citadas por profissionais de RH Nacional Estados Unidos Alemanha França Japão Espanha Pública Total Empresas quanto à origem do capital, citadas pelos sujeitos de RH e sujeitos afro-descendentes. Como o objetivo da investigação foi analisar as relações raciais em indústrias paulistas a partir da memória dos profissionais afro-descendentes e também dos profissionais de Recursos Humanos (RH), a identificação da origem do capital das empresas é um dado importante. A partir desses dados é possível identificar as diferenças entre empresas brasileiras e multinacionais em relação à questão racial. As atividades das empresas, em função do tipo de produto, tecnologia utilizada, além da origem do capital, podem revelar diferenças significativas com relação às políticas relacionadas à diversidade humana, razão pela qual foram identificados os ramos de atividade de acordo com as informações obtidas dos sujeitos. Na Tabela 2 as empresas mencionadas pelos sujeitos foram agrupadas de acordo com o setor de atividade, caracterizando se a empresa é industrial, varejo, serviços etc.

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo:

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo: 3 METODOLOGIA Apresenta-se a seguir a descrição da metodologia utilizada neste trabalho com o objetivo de expor os caminhos que foram percorridos não só no levantamento dos dados do estudo como também

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

CULTURA AFRO CULTURA AFRO

CULTURA AFRO CULTURA AFRO CULTURA AFRO ESCOPO Apresentamos o projeto Cultura Afro com o compromisso de oferecer aos alunos do ensino fundamental um panorama completo e diversificado sobre a cultura afro em nosso país. Levamos em

Leia mais

CORPOREIDADE, BELEZA E DIVERSIDADE. Profª Drª Kiusam Regina de Oliveira São Paulo, 27 de outubro de 2014.

CORPOREIDADE, BELEZA E DIVERSIDADE. Profª Drª Kiusam Regina de Oliveira São Paulo, 27 de outubro de 2014. CORPOREIDADE, BELEZA E DIVERSIDADE Profª Drª Kiusam Regina de Oliveira São Paulo, 27 de outubro de 2014. DEDICATÓRIA Para todas as crianças negras e de classes populares que são vítimas das atrocidades

Leia mais

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e 1 Introdução A presente pesquisa tem como objeto de estudo a inserção da pessoa com deficiência física no mercado de trabalho. Seu objetivo principal é o de compreender a visão que as mesmas constroem

Leia mais

Por uma Cultura da Paz Vera Maria Candau

Por uma Cultura da Paz Vera Maria Candau Por uma Cultura da Paz Vera Maria Candau Não é fácil situar-nos diante da questão da paz na atual situação do mundo e do nosso país. Corremos o risco ou de negar a realidade ou de não reconhecer o sentido

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

T. V. Dijk (org.) Racismo e discurso na América Latina São Paulo: Contexto, 2008. João Vianney Cavalcanti Nuto

T. V. Dijk (org.) Racismo e discurso na América Latina São Paulo: Contexto, 2008. João Vianney Cavalcanti Nuto T. V. Dijk (org.) Racismo e discurso na América Latina São Paulo: Contexto, 2008. João Vianney Cavalcanti Nuto O fato de um livro sobre o racismo ter sido organizado por um lingüista revela um ramo fecundo

Leia mais

Trabalhando com Projetos

Trabalhando com Projetos Trabalhando com Projetos Educar para a diversidade étnica e cultural investigação e ação Ricardo Luiz da Silva Fernandes Educar para a compreensão da pluralidade cultural é a luta para construção da igualdade

Leia mais

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento;

Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Roteiro de Diretrizes para Pré-Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres 1. Autonomia econômica, Trabalho e Desenvolvimento; Objetivo geral Promover a igualdade no mundo do trabalho e a autonomia

Leia mais

Informativo Fundos Solidários nº 13

Informativo Fundos Solidários nº 13 Informativo Fundos Solidários nº 13 Em dezembro de 2014, em Recife, Pernambuco, foi realizado o 2º seminário de Educação Popular e Economia Solidária. Na ocasião, discutiu-se sobre temas relevantes para

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEDAS GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO TEXTO I

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEDAS GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO TEXTO I TEXTO I Igualdade de Gênero no Enfrentamento à Violência Contra a Mulher As desigualdades são sentidas de formas diferentes pelas pessoas dependendo do seu envolvimento com a questão. As mulheres sentem

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA: Passar do Discurso para a Ação Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 1º Fórum de Ideias - Cambridge University Press

Leia mais

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades

Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades 1 Em defesa de uma Secretaria Nacional de Igualdade de Oportunidades A Comissão Nacional da Questão da Mulher Trabalhadora da CUT existe desde 1986. Neste período houve muitos avanços na organização das

Leia mais

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DCN DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS 01. Diretrizes Curriculares Nacionais são o conjunto de definições doutrinárias sobre princípios, fundamentos e procedimentos na Educação Básica, expressas pela Câmara

Leia mais

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites 5 Conclusão Trade Marketing é um termo conhecido por grande parte dos profissionais das áreas comercial e de marketing, principalmente entre as indústrias de bens de consumo. Muitas empresas já incluíram

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum.

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum. 1º ano A Filosofia e suas origens na Grécia Clássica: mito e logos, o pensamento filosófico -Quais as rupturas e continuidades entre mito e Filosofia? -Há algum tipo de raciocínio no mito? -Os mitos ainda

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre

Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre 01-O homo sapiens moderno espécie que pertencemos se constitui por meio do grupo, ou seja, sociedade. Qual das características abaixo é essencial para

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA SILVA, Lourdes Helena da - UFV GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora:

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

TUDO O QUE APRENDEMOS É BOM

TUDO O QUE APRENDEMOS É BOM VERDADEIRO? FALSO? TUDO O QUE APRENDEMOS É BOM VERDADEIRO? FALSO? A EDUCAÇÃO PODE ME PREJUDICAR VERDADEIRO? FALSO? APRENDO SEMPRE DE FORMA CONSCIENTE ESPAÇOS DE APRENDIZAGEM Podemos concordar que aprendemos

Leia mais

MATRIZ DA PROVA DE EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA SOCIOLOGIA (CÓDIGO 344 ) 12ºAno de Escolaridade (Dec.-Lei nº74/2004) (Duração: 90 minutos)

MATRIZ DA PROVA DE EXAME DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA SOCIOLOGIA (CÓDIGO 344 ) 12ºAno de Escolaridade (Dec.-Lei nº74/2004) (Duração: 90 minutos) 1. Unidades temáticas, conteúdos e objetivos/competências I O que é a Sociologia Unidades temáticas/conteúdos* 1. Sociologia e conhecimento sobre a realidade social 1.1. Ciências Sociais e Sociologia 1.2.

Leia mais

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO 21 de novembro de 1978 SHS/2012/PI/H/1 Preâmbulo A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura,

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo é descrita a metodologia da presente pesquisa, abordandose o tipo de pesquisa realizada, os critérios para a seleção dos sujeitos, os procedimentos para a coleta, o tratamento

Leia mais

Relações Étnico-raciais no Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Relações Raciais no Brasil. Teleaula 2. Para Refletir!

Relações Étnico-raciais no Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Relações Raciais no Brasil. Teleaula 2. Para Refletir! Relações Étnico-raciais no Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana Teleaula 2 Profa. Dra. Marcilene Garcia de Souza Relações Raciais no Brasil Características históricas para compreender

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

Educação das Relações Etnicorraciais e A lei 10639/2003 : construindo uma escola plural

Educação das Relações Etnicorraciais e A lei 10639/2003 : construindo uma escola plural Educação das Relações Etnicorraciais e A lei 10639/2003 : construindo uma escola plural Coordenação de Diversidade SECAD/MEC Professora Leonor Araujo A escola é apontada como um ambiente indiferente aos

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

7 CONCLUSÕES A presente dissertação teve como objetivo identificar e compreender o processo de concepção, implantação e a dinâmica de funcionamento do trabalho em grupos na produção, utilizando, para isso,

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

O PRECONCEITO RACIAL PERCEBIDO/ NÃO PERCEBIDO, PELAS PROFESSORAS, NA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL Aline Oliveira Ramos PPGEd/UESB

O PRECONCEITO RACIAL PERCEBIDO/ NÃO PERCEBIDO, PELAS PROFESSORAS, NA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL Aline Oliveira Ramos PPGEd/UESB O PRECONCEITO RACIAL PERCEBIDO/ NÃO PERCEBIDO, PELAS PROFESSORAS, NA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL Aline Oliveira Ramos PPGEd/UESB Introdução Este trabalho se insere nas discussões atuais sobre relação étnico-cultural

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

A Área de Marketing no Brasil

A Área de Marketing no Brasil A Área de Marketing no Brasil Relatório consolidado das etapas qualitativa e quantitativa Job 701/08 Fevereiro/ 2009 Background e Objetivos A ABMN Associação Brasileira de Marketing & Negócios deseja

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

Percursos da pesquisa de campo: as rodas de conversas e a caracterização dos jovens e seus contextos

Percursos da pesquisa de campo: as rodas de conversas e a caracterização dos jovens e seus contextos 44 5. Percursos da pesquisa de campo: as rodas de conversas e a caracterização dos jovens e seus contextos As rodas de conversa tiveram como proposta convidar os participantes a debater o tema da violência

Leia mais

Mapa da Educação Financeira no Brasil

Mapa da Educação Financeira no Brasil Mapa da Educação Financeira no Brasil Uma análise das iniciativas existentes e as oportunidades para disseminar o tema em todo o País Em 2010, quando a educação financeira adquire no Brasil status de política

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1

Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1 Contribuição sobre Economia solidária para o Grupo de Alternativas econômicas Latino-Americano da Marcha Mundial das Mulheres Isolda Dantas 1 Economia solidária: Uma ferramenta para construção do feminismo

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Estratégias de Pesquisa

Estratégias de Pesquisa Estratégias de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Survey Design e Criação Estudo de Caso Pesquisa Ação Experimento

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS. Política de Responsabilidade Social das Empresas Eletrobras

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS ELETROBRAS. Política de Responsabilidade Social das Empresas Eletrobras Política de Responsabilidade Social das Empresas Eletrobras Versão 1.0 18/08/2014 1 Sumário 1. Objetivo... 3 2. Conceitos... 3 3. Diretrizes... 3 3.1. Diretrizes Gerais... 3 3.2. Diretrizes Específicas...

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

CIDADANIA: o que é isso?

CIDADANIA: o que é isso? CIDADANIA: o que é isso? Autora: RAFAELA DA COSTA GOMES Introdução A questão da cidadania no Brasil é um tema em permanente discussão, embora muitos autores discutam a respeito, entre eles: Ferreira (1993);

Leia mais

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças.

Os sindicatos de professores habituaram-se a batalhar por melhores salários e condições de ensino. Também são caminhos trilhados pelas lideranças. TEXTOS PARA O PROGRAMA EDUCAR SOBRE A APRESENTAÇÃO DA PEADS A IMPORTÂNCIA SOBRE O PAPEL DA ESCOLA Texto escrito para o primeiro caderno de formação do Programa Educar em 2004. Trata do papel exercido pela

Leia mais

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA Autor: Marusa Fernandes da Silva marusafs@gmail.com Orientadora: Profª. Ms. Mônica Mª N. da Trindade Siqueira Universidade de Taubaté monica.mnts@uol.com.br Comunicação oral:

Leia mais

O que é protagonismo juvenil?

O que é protagonismo juvenil? O que é protagonismo juvenil? Branca Sylvia Brener * Índice Protagonismo Juvenil Por que a participação social dos jovens? O papel do educador Bibliografia Protagonismo Juvenil A palavra protagonismo vem

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

AGNÈS VAN ZANTEN PESQUISADORA DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA CIENTÍFICA CNRS. PARIS/FRANÇA

AGNÈS VAN ZANTEN PESQUISADORA DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA CIENTÍFICA CNRS. PARIS/FRANÇA AGNÈS VAN ZANTEN PESQUISADORA DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA CIENTÍFICA CNRS. PARIS/FRANÇA COMPRENDER Y HACERSE COMPRENDER: COMO REFORZAR LA LEGITIMIDADE INTERNA Y EXTERNA DE LOS ESTUDIOS CUALITATIVOS

Leia mais

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA, ÉTICA E SALA DE AULAS Cipriano Carlos Luckesi 1 Nos últimos dez ou quinze anos, muito se tem escrito, falado e abordado sobre o fenômeno da gestão democrática da escola. Usualmente,

Leia mais

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação

Pesquisa Semesp 2009. Índice de Imagem e Reputação Pesquisa Semesp 2009 Índice de Imagem e Reputação Uma ferramenta estratégica para a qualidade de mercado Desvendar qual é a real percepção de seus públicos estratégicos com relação à atuação das instituições

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do

Leia mais

Globalização: fábula, perversidade e perspectivas

Globalização: fábula, perversidade e perspectivas Globalização: fábula, perversidade e perspectivas Breve análise do livro Por uma outra Globalização de Milton Santos e o impacto na compreensão da disciplina O globo e a globalização Internet Area Geografica

Leia mais

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO 1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO A análise da evolução temporal (ou dinâmica) da economia constitui o objeto de atenção fundamental do desenvolvimento econômico,

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

COMÉRCIO EXTERIOR. Causas da dívida Empréstimos internacionais para projetar e manter grandes obras. Aquisição de tecnologia e maquinário moderno.

COMÉRCIO EXTERIOR. Causas da dívida Empréstimos internacionais para projetar e manter grandes obras. Aquisição de tecnologia e maquinário moderno. 1. ASPECTOS GERAIS Comércio é um conceito que possui como significado prático, trocas, venda e compra de determinado produto. No início do desenvolvimento econômico, o comércio era efetuado através da

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES AVALIAÇÃO DE COLABORADORES RESUMO A preocupação com o desempenho dos colaboradores é um dos fatores que faz parte do dia-a-dia da nossa empresas. A avaliação de desempenho está se tornando parte atuante

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org CARTA DE PRINCÍPIOS DO FÓRUM SOCIAL MUNDIAL O Comitê de entidades brasileiras que idealizou e organizou

Leia mais

A procura social da educação Aumento da população escolarizada : massificação escolar. Aumento da esperança de vida escolar; Valorização dos diplomas; Necessidade de especialização. A educação é considerada

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 RECURSOS HUMANOS EM UMA ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR COM PERSPECTIVA DE DESENVOLVIVENTO DO CLIMA ORGANIZACONAL: O CASO DO HOSPITAL WILSON ROSADO EM MOSSORÓ RN

Leia mais

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE

José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE José Fernandes de Lima Membro da Câmara de Educação Básica do CNE Cabe a denominação de novas diretrizes? Qual o significado das DCNGEB nunca terem sido escritas? Educação como direito Fazer com que as

Leia mais

Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória contra pessoas, lugares ou tradições diferentes

Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória contra pessoas, lugares ou tradições diferentes Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória contra pessoas, lugares ou tradições diferentes daqueles que consideramos nossos. Costuma indicar desconhecimento

Leia mais

Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21

Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21 Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21 Resenha Desenvolvimento Raíssa Daher 02 de Junho de 2010 Desenvolvimento e Meio Ambiente: As Estratégias de Mudanças da Agenda 21

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações a serem implementadas nos câmpus do Instituto. A identidade

Leia mais

A TEORIA DO PODER SIMBÓLICO NA COMPREENSÃO DAS RELAÇÕES SOCIAIS CONTEMPORÂNEA

A TEORIA DO PODER SIMBÓLICO NA COMPREENSÃO DAS RELAÇÕES SOCIAIS CONTEMPORÂNEA CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X A TEORIA DO PODER SIMBÓLICO NA COMPREENSÃO DAS RELAÇÕES

Leia mais

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Cursos para Melhoria do desempenho & Gestão de RH TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Administração do Tempo Ampliar a compreensão da importância

Leia mais

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA...

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA... MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI Daniel Cenci A VIDA AMEAÇADA... A vida é sempre feita de escolhas. A qualidade de vida resulta das escolhas que fazemos a cada dia. É assim

Leia mais

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004 REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor Brasília, outubro de 2004 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS FENAJ http://www.fenaj.org.br FÓRUM NACIONAL DOS PROFESSORES DE JORNALISMO - FNPJ

Leia mais

6. Considerações finais

6. Considerações finais 84 6. Considerações finais Nesta dissertação, encontram-se registros de mudanças sociais que influenciaram as vidas de homens e mulheres a partir da chegada das novas tecnologias. Partiu-se da Revolução

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

Código de Ética da Sociedade Brasileira de Sociologia

Código de Ética da Sociedade Brasileira de Sociologia Código de Ética da Sociedade Brasileira de Sociologia O Código de Ética da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS) baseia-se no Código de Ética da International Sociological Association, da qual a SBS

Leia mais

EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA

EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( x ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EVENTOS COMO FORMA DE MEMÓRIA Apresentador 1 Merylin Ricieli

Leia mais

Veículo: Site Estilo Gestão RH Data: 03/09/2008

Veículo: Site Estilo Gestão RH Data: 03/09/2008 Veículo: Site Estilo Gestão RH Data: 03/09/2008 Seção: Entrevista Pág.: www.catho.com.br SABIN: A MELHOR EMPRESA DO BRASIL PARA MULHERES Viviane Macedo Uma empresa feita sob medida para mulheres. Assim

Leia mais

AS DIMENSÕES CULTURAIS DE HOFSTEDE

AS DIMENSÕES CULTURAIS DE HOFSTEDE AS DIMENSÕES CULTURAIS DE HOFSTEDE 1. Introdução Aprendi no único ano que frequentei no Instituto de Ciências Humanas (UNICAMP) - Antropologia, que cultura é a resposta oferecida pelos grupos humanos aos

Leia mais

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO A universidade vivencia, em seu cotidiano, situações de alto grau de complexidade que descortinam possibilidades, mas também limitações para suas

Leia mais

AFRICAMOS: PENSAR E VIVER AFRICANIDADES PARA E COM AS CRIANÇAS EM CONTEXTOS COLETIVOS DE EDUCAÇÃO E CUIDADO

AFRICAMOS: PENSAR E VIVER AFRICANIDADES PARA E COM AS CRIANÇAS EM CONTEXTOS COLETIVOS DE EDUCAÇÃO E CUIDADO AFRICAMOS: PENSAR E VIVER AFRICANIDADES PARA E COM AS CRIANÇAS EM CONTEXTOS COLETIVOS DE EDUCAÇÃO E CUIDADO Área Temática: Educação Coordenador: Adilson de Angelo 1 Autoras: Neli Góes Ribeiro Laise dos

Leia mais

Unidade III GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS. Profa. Ani Torres

Unidade III GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS. Profa. Ani Torres Unidade III GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS Profa. Ani Torres Desenvolvendo pessoas O desenvolvimento e a manutenção de pessoas estão relacionados com a evolução das equipes de trabalho e com a

Leia mais

Os 10 Princípios Universais do Pacto Global

Os 10 Princípios Universais do Pacto Global Os 10 Princípios Universais do Pacto Global O Pacto Global advoga dez Princípios universais, derivados da Declaração Universal de Direitos Humanos, da Declaração da Organização Internacional do Trabalho

Leia mais

5 Conclusão e Considerações Finais

5 Conclusão e Considerações Finais 5 Conclusão e Considerações Finais Neste capítulo são apresentadas a conclusão e as considerações finais do estudo, bem como, um breve resumo do que foi apresentado e discutido nos capítulos anteriores,

Leia mais

Ora, é hoje do conhecimento geral, que há cada vez mais mulheres licenciadas, com mestrado, doutoramentos, pós-docs e MBA s.

Ora, é hoje do conhecimento geral, que há cada vez mais mulheres licenciadas, com mestrado, doutoramentos, pós-docs e MBA s. Bom dia a todos e a todas, Não é difícil apontar vantagens económicas às medidas de gestão empresarial centradas na igualdade de género. Em primeiro lugar, porque permitem atrair e reter os melhores talentos;

Leia mais

3.4 DELINEAMENTO ÉTICO JURÍDICO DA NOVA ORGANIZAÇÃO SOCIAL

3.4 DELINEAMENTO ÉTICO JURÍDICO DA NOVA ORGANIZAÇÃO SOCIAL 3.4 DELINEAMENTO ÉTICO JURÍDICO DA NOVA ORGANIZAÇÃO SOCIAL Os fundamentos propostos para a nova organização social, a desconcentração e a cooperação, devem inspirar mecanismos e instrumentos que conduzam

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 21 Discurso na cerimónia de instalação

Leia mais