Instante. 16 a 21 de fevereiro de 2009 N o 30. São José dos Campos. Frederico Araujo Turolla

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1 Instante Foco: Crise econômica, federação e responsabilidade fiscal A semana: desempenho do mercado e calendário econômico Fundamentos da economia: atividade, preços, fiscal e externo Cenário econômico até 2010 Indicadores Selecionados de Infra-Estrutura Clipping: Pezco na mídia Lançamento de livro sobre internacionalização de empresas Est e exem pla r f oi dist ribuído por: Foto: Fernanda Lima. Cachoeira, BA, Proibida reprodução não autorizada. São Paulo Frederico Araujo Turolla Maria Fernanda Freire de Lima Thelma Harumi Ohira André Ricardo Noborikawa Paiva Erika Roberta Monteiro Porto Alegre Jorge Luiz Dietrich Luiz Gabriel Passos São José dos Campos Alessandro V Oliveira Editorial Desenvolvimento Maria Fernanda Freire de Lima Renata de Aguiar André Ricardo Noborikawa Paiva Tel/fax: a 21 de fevereiro de 2009 N o 30

2 Foco Crise econômica, federação e responsabilidade fiscal Passada a visão inicial de que se tratava de uma crise pela qual o Brasil passaria intacto, visão por certo muito otimista uma vez que o Brasil está inserido nos mercados internacionais de comércio e capitais, passou-se a um discurso e prática de ações de apoio à atividade econômica, vislumbrando-se já um quadro de redução do crescimento. No âmbito da política fiscal, o governo central tem reduzido impostos e programado uma dinamização do Programa de Aceleração do Crescimento PAC. Uma questão pode ressurgir: como fica o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal LRF, neste contexto de crise? Teria sido abandonada ou esquecida? Vera Martins da Silva (...)Coloca-se aqui em destaque o aspecto pró-cíclico da Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF, pois exige ajustes de gastos de pessoal e dívida, em relação à receita corrente, justamente quando a realidade gera redução de receita e a sociedade demanda expansão do gasto É bom lembrar que o princípio dessa legislação é o planejamento fiscal responsável, devendo todas as ações públicas ser adotadas seguindo as regras orçamentárias: reduções de receitas podem ser adotadas desde que despesas sejam reorientadas e priorizadas na Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO, a ser definida neste primeiro semestre de A LDO é a peça orçamentária que vai definir a elaboração do orçamento de Neste ano de 2009, a execução orçamentária vai ajustar o que foi planejado no orçamento de 2008 e a realidade de É de se esperar que o contingenciamento de despesas seja mais rigoroso neste ano. Em decorrência da redução do nível de atividade econômica, a receita pública provavelmente cairá, comprometendo as unidades federadas no que se refere aos tetos legais de gastos em relação à receita corrente líquida, os gastos com pessoal e dívida, casos que podem ocorrer mesmo para os entes federados ajustados antes da crise. Colocase aqui em destaque o aspecto pró-cíclico da LRF, pois exige ajustes de gastos de pessoal e dívida, em relação à receita corrente, justamente quando a realidade gera redução de receita e a sociedade demanda expansão do gasto público. Há, contudo, na própria LRF, um mecanismo de flexibilização, pois em momentos de crise, o prazo para a realização do ajuste de gastos com pessoal e dívida dobra, mas mesmo assim, o ajuste é exigido. Deve-se observar também que a LRF, embora tenha sido aprovada para todos os níveis de governo e poderes, na verdade é uma regra de controle basicamente para Estados e Municípios, tendo a União maior liberdade em relação a gastos de pessoal, pois seu grau de gastos é baixo em relação ao teto, como também não tem regra de restrição de dívida. Teórica e empiricamente, cabe ao governo central o papel de aplicador da política anticíclica. Doutora em Economia - IPE-USP Conselheira-suplente do CORECON-SP Pode-se concluir que o arcabouço institucional de nosso país federativo é relativamente coerente, porém, a política fiscal do governo central pode ser aprimorada no seu aspecto anticíclico e a LRF rediscutida neste contexto.

3 A semana Renda fixa As taxas de juros Renda variável A bolsa Câmbio R$/US$ 12,70 12,45 12,20 11,95 11,70 11,45 11,20 10,95 Juros 30 dias Juros 360 dias SELIC, % aa média um ano (252 pregões) Índice Bovespa média de 30 dias 2,41 2,33 2,25 2,17 2,09 2,01 1,93 1,85 média móvel um mês R$ por US$ média móvel um ano 30-jan 2-fev 3-fev 4-fev 5-fev 6-fev 9-fev 10-fev 11-fev 12-fev 30-jan 2-fev 3-fev 4-fev 5-fev 6-fev 9-fev 10-fev 11-fev 12-fev 30-jan 2-fev 3-fev 4-fev 5-fev 6-fev 9-fev 10-fev 11-fev 12-fev DIA 16 IPC-S Capitais, FGV, 2ª quadrissemana de fevereiro Dia do repórter SEG Pesquisa Focus, BCB, 13/02 EUA - Dia de Washington Balança Comercial, MDIC, 06/02 Atualização de indicadores anuais, FUNCEX, 2008 Divulgação de resultados: Marisa programe sua semana INDICADORES ECONÔMICOS EVENTOS/ FERIADOS 17 IGP-M, FGV, 2º decêndio de fevereiro TER IPC-Fipe, Fipe, 16/01 a 14/02 Pesquisa Mensal do Comércio, IBGE, dezembro de 2008 Atualização de indicadores trimestrais, FUNCEX, 4º trimestre de 2008 Empire State Mfg Survey, Fed New York, fevereiro Treasury International Capital, U.S. Department of the Treasury, dezembro de 2008 State Street Investor Confidence Index, State Street, fevereiro Housing Market Index, National Association of Home Builders, fevereiro Divulgação de resultados: American BankNote, Kroton Educacional, Pão de Açúcar, Weg 18 Sondagem da América Latina, FGV QUA MBA Purchase Applications, MBA ICSC-Goldman Store Sales, ICSC Housing Starts, U.S. Census Bureau, janeiro Import and Export Prices, BLS, janeiro Redbook Industrial Production, Fed, janeiro EIA Petroleum Status Report, EIA FOMC Minutes, FOMC, 28/01 Reunião do MPM/ Banco Central do Japão - início Divulgação de resultados: Bematech, CCDI, CCR, Indústrias Romi, Lojas Renner, Natura, Totvs 19 Atualização de indicadores mensais, FUNCEX, janeiro QUI Producer Price Index, BLS, janeiro Jobless Claims, U.S. Department of Labor Leading Indicators, The Conference Board, janeiro Philadelphia Fed Survey, Philadelphia Fed, fevereiro EIA Natural Gas Report, EIA Money Supply, Fed Reunião do MPM/ Banco Central do Japão - término Reunião de Política Monetária do Banco Central Europeu 20 IPCA-15, IBGE, fevereiro SEX Pesquisa Mensal de Emprego, IBGE, janeiro Dados do Setor Externo, BCB, janeiro Consumer Price Index, BLS, janeiro Real Earnings, BLS, janeiro 21 SAB Divulgção de resultados: Gerdau S.A., Metalúrgica Gerdau, Klabin, Marcopolo, Vale 22 DOM Roma - Lançamento oficial do Ano Internacional das Fibras Naturais, ONU EUA - Cerimônia do Oscar

4 Como andam os fundamentos? ATIVIDADE: no retrovisor, bela paisagem; já no pára-brisas... (variação % do PIB trimestral acumulado em 4 trimestres) 6,50% 6,00% 5,50% 5,00% 4,50% 4,8% 5,7% 5,2% 5,7% 5,3% 5,1% 6,3% 6,0% 5,9% 4,00% 3,50% 3,00% 2,50% 2,00% 4,3% 4,0% 3,8% 3,6% 2,6% 2,4% 2,7% 3,3% 3,0% 2,1% 3,5% 4,2% 3,9% 4,0% 3,7% 3,4% 3,4% 3,3% 3,2% 1,50% 1,8% 1,00% 1,2% 1,3% 1,3% 1,1% 0,50% 0,00% 0,5% 0,5% 1t00 3t00 1t01 3t01 1t02 3t02 1t03 3t03 1t04 3t04 1t05 3t05 1t06 3t06 1t07 3t07 1t08 3t08 Fonte: IBGE INFLAÇÃO: a estrada do IPCA tem muita neblina. Inflação dependerá da evolução da atividade econômica e do câmbio nos próximos meses 7 6,5 6 5,5 5 Teto da meta IPCA acumulado em 12 meses, % 4,5 4 Centro da meta 3,5 3 2, Fonte: Banco Central do Brasil

5 Como andam os fundamentos? CONTAS PÚBLICAS: toda atenção neste item será pouca! Daqui para frente, com receitas públicas desacelerando, será fundamental monitorar a evolução do superávit primário. Uma mudança de política não é bem vinda. 5,0 4,0 3,0 2,0 Saldo primário, % do PIB 1,0 0,0-1,0-2,0-3,0 SALDO NOMINAL, % do PIB -4,0-5,0-6,0 Juros sobre a dívida, % do PIB -7,0 julho-06 janeiro-07 julho-07 janeiro-08 julho-08 Fonte: Banco Central do Brasil SETOR EXTERNO: as novas condições tendem a reduzir o déficit da conta corrente. As condições de financiamento externo são razoáveis, o que é favorável ao Real. 31,0 28,5 26,0 23,5 21,0 18,5 16,0 13,5 11,0 8,5 6,0 3,5 1,0-1,5-4,0-6,5-9,0-11,5-14,0-16,5-19,0-21,5-24,0-26,5-29,0 12,9 13,4 13,0 12,412,211,5 12,0 13,513,314,0 13,713,613,613,3 13,9 13,413,3 12,3 9,5 8,6 6,9 5,2 2,5 1,6 Conta Corrente Investimento Direto Líquido -2,1-4, ,9-13,8-14,5-17,8-19,2-21,6-24,9-25,9-26,2-28,3 Em US$ bilhões Fonte: Banco Central do Brasil

6 Brasil - cenário econômico O consumo pode crescer 2,2% este ano, acima da nossa projeção de 1,6% para o PIB (est) 2009P 2010P Setor Real PIB(R$ bi) 1.477, , , , , , , , ,8 PIB (US$ bi) 504,4 553,6 663,8 882, , , , , ,9 Variação do PIB real (%) 2,7 1,2 5,7 3,2 3,8 5,2 5,2 1,6 2,5 Consumo das famílias 1,8-0,7 3,8 4,5 4,6 5,7 5,5 2,2 3,5 Consumo do Governo 4,7 1,2 4,1 2,3 2,8 3,1 6,0 4,5 6,0 Investimento -11,1-1,7 11,8-2,5 11,1 13,7 14,0 4,0 1,5 Exportação 7,4 10,4 15,3 9,3 4,7 6,6 1,8-8,9 8,0 Importação -11,8-1,6 13,3 8,5 18,3 20,7 20,5-2,0 4,0 PIB - Ótica da Oferta (valor adicionado - preços básicos var. anual % a.a.) Agropecuária 6,6 5,8 2,3 0,3 4,2 5,3 6,4 * 2,5 1,9 Indústria 2,1 1,3 7,9 2,1 2,9 4,9 7,1* 0,8 3,0 Extrativa Mineral 11,6 4,7 4,3 9,3 5,7 3,0 7,8* Transformação 2,4 1,9 8,5 1,2 2,0 5,1 5,8* Construção Civil -2,2-3,3 6,6 1,8 4,6 5,0 11,7* Prod. e dist. de eletricidade, gás e água 2,9 4,0 8,4 3,0 3,3 5,0 5,6* Serviços 3,2 0,8 5,0 3,7 4,2 5,4 5,9 2,0 2,2 Comércio 0,0-0,5 7,5 3,5 5,1 7,6 9,8* Transp., armaz. e correio 2,8-3,1 5,9 3,5 3,2 4,8 5,7* Serviços de informação 5,0 4,4 5,5 4,0 2,5 8,0 10,0* Interm. financeira, previd. complementar 2,3-4,8 3,7 5,3 6,2 13,0 8,8* Outros Serviços 4,5 0,7 5,4 5,2 3,1 2,3 5,8* Atividades imobiliárias e aluguel 4,4 3,4 3,9 4,7 2,3 3,5 2,9* Admin., saúde e educação púb. 3,6 3,0 3,8 1,1 3,7 0,9 2,5* Preços IPCA (%) 12,5 9,3 7,6 5,7 3,1 4,5 5,9 5,0 4,8 Comercializáveis 14,0 8,4 6,1 2,7 1,3 4,6 Não - Comercializávies 7,2 6,5 6,7 6,2 3,9 6,5 Itens Livres 11,0 7,5 6,4 4,2 2,6 5,6 Preços Administrados 14,4 12,6 9,8 8,6 4,2 1,6 IGP-DI (%) 26,4 7,7 12,1 1,2 3,8 7,9 9,1 4,6 6,0 Setor Público Dívida Líquida Setor Público (% PIB) 50,5 52,4 47,0 46,5 50,0 42,8 34,9 37,5 37,0 Participação prefixado dív mobiliária % 5,5 14,3 22,6 28,7 33,8 39,5 33,6 Saldo primário setor público, % PIB 3,6 3,9 4,2 4,4 3,9 4,0 4,3 3,4 3,4 Setor Externo Transações Correntes/PIB (%) -1,5 0,8 1,8 1,6 1,3 0,1-1,9-1,5-1,3 Transações Correntes (US$ bi) -7,6 4,2 11,7 14,2 13,6 3,6-27,0-19,6-17,6 Balança comercial 13,1 24,8 33,6 44,7 46,5 40,0 24,8 24,8 27,0 Balança de serviços -5,0-4,9-4,7-8,3-9,6-13,1-16,2-10,7-18,0 Rendas -18,2-18,6-20,5-26,0-27,5-29,3-39,7-38,1-31,0 Transferências unilaterais 2,4 2,9 3,2 3,6 4,3 4,0 4,1 4,3 4,4 Invest Estrangeiro Direto (US$ bi) 14,1 9,9 8,3 12,5-9,4 27,5 24,6 7,8 18,0 Invest Estrangeiro no Brasil (líquido) 16,6 10,1 18,1 15,1 18,8 34,6 45,1 11,2 17,0 Investimento Brasileiro no Exterior 2,5 0,2 9,8 2,5 28,2 7,1 20,5 19,0 35,0 Mercado financeiro Taxa de juros Selic, % aa - fim período 23,0 16,9 17,5 18,2 13,2 11,2 13,8 12,0 12,0 Taxa de câmbio, R$/US$ - fim período 3,53 2,89 2,65 2,34 2,14 1,77 2,34 2,45 2,50 Índice Bovespa, pontos - fim período Rating soberano moeda estrangeira (entre parênteses: nota equivalente na escala 0 a 10) ( amarelo = grau especulativo; azul = grau de investimento) Fitch B (5,0) B+ (5,3) BB- (5,7) BB- (5,7) BB (6,0) BB+ (6,3) BBB- (7,0) BBB- (7,0) BBB (7,3) Moody's B2 (5,0) B2 (5,0) B1 (5,3) Ba3 (5,7) Ba2 (6,0) Ba1 (6,3) Baa3 (7,0) Baa3 (7,0) Baa2 (7,3) Standard and Poors' B+ (5,3) B+ (5,3) BB- (5,7) BB- (5,7) BB (6,0) BB+ (6,3) BBB- (7,0) BBB- (7,0) BBB (7,3) *Taxa Trimestral (variação do 3º trimestre em relação ao mesmo trimestre do ano anterior - %)

7 Indicadores selecionados de infra-estrutura P 2009P 2010P Transporte Aéreo Passageiros Domésticos (milhões) - 61,27 71,49 83,48 90,01 97,95 99,01 Passageiros Internacionais (milhões) - 9,95 11,22 12,60 12,18 12,62 13,17 Carga Doméstica (milhões kg) - 657,39 717,69 752,30 641,46 620,89 627,93 Carga Internacional (milhões kg) - 557,22 640,83 607,84 588,22 697,73 625,07 Pousos e Decolagens (milhares) - Domésticos , , , , , ,23 Internacionais - 116,28 134,55 142,58 136,75 157,89 163,65 Ferrovias Evolução da produção de transporte (bilhões de TKU) 170,18 182,64 205,71 221,63 238,05 257,12 Evolução do índice de acidentes (acidentes por milhão de Km) 43,6 35,,7 32,0 31,8 23,0 14,0 Transporte Rodoviário Passageiros Transportados (milhões) 1 131,68 128,37 133,69 137,17 132,61 127,62*** Volumes de veículos-rod concedidas (milhões) 557,27 553,08 603,07 643,44 657,19 706,69 Venda de veículos bicombustível (% sobre o total) - 6,8 25,2 52,2 78,1 85,6 88,0 Saneamento Básico Cobertura de domicílios por rede de água (% ligação a rede geral) 81,96 82,52 82,23 82,32 83,21 83,32 Cobertura de domicílios por rede de esgoto (% ligação a rede geral) 46,46 47,97 48,03 48,24 48,47 51,33 Coleta de lixo (% de domicílios com coleta direta) 76,50 78,16 77,18 78,77 79,61 79,93 Telecomunicações Telefones em serviço por 100 habitantes (teledensidade) 42,90 48,30 58,70 68,10 73,90 84,30 Teledensidade fixa em serviço (por 100 hab) 22,60 22,20 22,10 21,50 20,70 20,70 Teledensidade celular (acessos por 100 hab) 20,30 26,20 36,60 46,60 53,20 63,60 TV por Assinatura (100 dom) 7,70 7,60 7,90 8,30 8,90 10,20 Conexões Banda Larga (milhares) 692,0 1236,0 2299,0 3856,0 5656,0 7718,0 Evolução do acesso à internet banda larga (milhares) ADSL TV por assinatura Outros Energia Capacidade instalada geração (mil MW) 82,46 86,51 90,73 93,16 96,63 - Consumo energia elétrica (GWh) 289,87 300,99 317,43 335,92 347,31 370,37 Reservas provadas de petróleo (bilhões barris) 9,80 10,60 11,24 11,77 12,18 11,41 Produção de petróleo (média milhões barris/dia) 1,39 1,54 1,56 1,77 1,88 1,89 1,92 (junho) Crescimento anual do parque gerador - pot. inst. (MW) 4638, , , , , ,00 Taxa de interrupção DIPC (horas/ano)* 2,26 1,53 1,53 1,03 0,81 0,58 FIPC (vezes/ano)** 2,03 1,41 1,04 0,80 0,75 0,55 Acréscimo anual de linhas de transmissão à rede básica (Km) 2437, , , , ,50 995,40 Preços componentes do IPCA Taxa de água e esgoto (variação %) 9,48 21,00 10,41 13,42 4,99 4,82 6,29 (acumulado em setembro) Energia Elétrica (variação %) 19,88 21,37 9,63 8,07 0,27-6,16 0,35 (acumulado em setembro) Comunicações 11,27 18,69 13,91 6,45-0,24 0,69 1,48 (acumulado em setembro) Ônibus intermunicipal 7,79 18,96 4,84 12,35 8,87 4,20 3,26(acumulado em setembro) Avião 54,65 7,20 6,03 28,10-9,62 3,12 8,58(acumulado em setembro) * Duração da interrupção no ponto de controle **Frequência de interrupção no ponto de controle *** Dados preliminares 1 Evolução do transporte de passageiros por ligação, inter-regional e regional

8 Clipping Veja Online, Brasil, Finanças, 10/02/2009 Especialistas dão dicas para quem deseja passar o ano longe da crise Por André Pontes Nos primeiros meses de cada ano, muitas pessoas fazem um planejamento detalhado de suas finanças para chegar a dezembro com as contas em dia. Em meio à crise financeira internacional, a tarefa tornouse ainda mais importante. VEJA.com consultou empecialistas para reunir recomendações e dicas para quem pretende se programar. A sugestão mais ouvida: evite ao máximo entrar no cheque especial ou fazer dívida no cartão de crédito. Para William Eid, coordenador do Centro de Estudos de Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o grande segredo para 2009 é entender que o ano será perigoso para todo mundo. "As pessoas devem entender que o ano terá mais riscos que o habitual. A crise deverá produzir efeitos pesados no país, com problemas de caixa, taxa de juro elevada, desemprego... Não se pode nem pensar em endividamento nesta hora. É preciso produzir uma reserva adequada para o futuro", explicou o economista. 'ABCD' - Para economizar e evitar dívidas futuras, a dica é não entrar em financiamentos e olhar sempre para os juros ao pensar em atrasar uma conta. Quando uma pessoa entra num parcelamento, ela está simplesmente antecipando o consumo, apostando que a trajetória profissional vai ser tão boa ou melhor que a atual. "Hoje, porém, não se pode fazer esse plano, pois estamos no meio de uma crise", diz Frederico Turolla, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Na hora de planejar, é preciso colocar no papel uma estimativa de despesas. As contas, explica William Eid, são classificadas pelos seguintes tipos: alimentícia, básicas (luz e água, por exempl0), contornáveis e dispensáveis. "É a famosa regra do 'ABCD'. Tem que anotar tudo para ver se o gasto é importante, fazer a reorganização orçamentária da família e, se possível, economizar em torno de 15% do salário. Esse dinheiro pode ser retirado dos contornáveis e dispensáveis." Consciência - A reserva financeira, ressalta o especialista, é essencial. "Caso aconteça o imprevisto e você seja mandado embora, tem esse dinheiro separado para segurar um período razoável de desemprego. É por isso que a classificação ABCD é importantíssima neste momento", diz o consultor financeiro. O professor de finanças Liao Yu Chieh, do Ibmec São Paulo, acredita que consciência é a palavra chave para chegar em dezembro de 2009 com uma relativa folga. "Você não pode gastar mais do que ganha. Se a pessoa que vai tirar férias no meio do ano trocar a viagem por um lugar mais perto ou um hotel menos sofisticado, ela já fez o esforço, já economizou. Não é preciso deixar de viajar para economizar", lembra Chieh. Outra forma de se precaver é não se endividar ao pagar contas. "É melhor tirar o dinheiro aplicado do ir parar no cheque especial para pagar alguma conta", diz Frederico Turolla (...)

9 Clipping Folha Online, Dinheiro, 10/02/2009 Bolsas americanas desabam e Bovespa fecha em queda de 2,12% Epaminondas Neto O mercado financeiro reagiu mal aos dois eventos mais esperados do dia: o anúncio de medidas para resgatar os bancos americanos, e a aprovação do pacote anticrise no Senado dos EUA. Analistas reclamaram que ainda não há uma definição clara do real impacto dessas medidas sobre a economia. As Bolsas americanas desabaram, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) cedeu com força enquanto o câmbio, quebrando cinco dias de baixa, marcou R$2,28. O termômetro da Bolsa, o índice Ibovespa, retrocedeu 2,12% no fechamento, aos pontos. O giro financeiro foi de R$5,49 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York amarga perda de 4,91%. O dólar comercial foi vendido por R$2,284, o que representa um alta de 2,10% sobre a cotação de ontem. A taxa de risco-país marca 423 pontos, número 4,70% acima da pontuação anterior. O titular do Tesouro americano, Tim Geithner, adiantou que o governo deve utilizar US$500 bilhões para adquirir os chamados "ativos tóxicos" (créditos problemáticos), que pesam nos balanços dos bancos e prejudicam a circulação de crédito. O renomeado "Plano de Estabilização Financeira" pode superar a casa dos US$1 trilhão para estimular os bancos a retomarem o processo de concessão de crédito. E hoje, o Senado dos EUA aprovou o pacote de US$838 bilhões, em uma votação de placar apertado. A proposta ainda deve ser unificada com o projeto de lei já aprovado na Câmara dos Representantes (Deputados), antes de seguir para a sanção pelo presidente Barack Obama. "Ninguém sabe ainda se a economia vai reagir a essas medidas e como vai se desenvolver daqui para frente. E o [Barack] Obama, pode fazer mais o quê para tirar o país da recessão? Ainda há muita incerteza no mercado", comentou Luiz Carlos Baldan, diretor da corretora de câmbio Fourtrade. "Acho que o maior problema é a indefinição geral dessas iniciativas do governo", afirmou Frederico Turolla, professor de Economia da ESPM. Para o economista, permanece sem maiores detalhes sobre como a Casa Branca deve aplicar os recursos aprovados no Congresso para reativar a combalida economia americana. Também há dúvidas sobre os custos dessa injeção maciça de recursos. "Qual o impacto no curto prazo sobre o mercado de crédito e qual o impacto no médio prazo sobre as contas públicas?", questiona. O noticiário corporativo não contribuiu a melhorar o humor dos investidores: enquanto o banco suíço UBS reportou o maior prejuízo de sua história -- 13,2 bilhões de euros (cerca de R$38,5 bilhões) -- a gigante americana do setor automobilístico, a General Motors, revelou que deve cortar 10 mil empregos em suas unidades espalhadas pelo globo. No front doméstico, a Fundação Getúlio Vargas registrou inflação de 0,42% em fevereiro, conforme a primeira estimativa do IGP-M, utilizado para o reajuste dos aluguéis. No mesmo período de janeiro, o índice havia apontado deflação de 0,31%.

10 Clipping Veja Online, Internacional, Crise Financeira, 12/02/2009 Recuperação será lenta e dolorosa, dizem economistas Por André Pontes A última edição do relatório Perspectivas para o Crescimento Global, do Fundo Monetário Internacional (FMI), prevê que a economia global crescerá apenas 0,5% em De acordo com o documento, divulgado no mês passado, será o menor crescimento da economia desde a II Guerra Mundial, encerrada há mais de 60 anos. Economistas consultados pro VEJA.com acreditam que o pequeno crescimento econômico deste ano deverá acentuar ainda mais os problemas nos países subdesenvolvidos e afirmam que será mais difícil para o mundo se recuperar da atual crise financeira do que na década de 1940, no pós-guerra. Para o economista Frederico Turolla, professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), não se deve comparar as duas épocas. "Estamos olhando para dois mundos diferentes. Os dados frios dizem que o mundo, do ponto de vista econômico, está igual ao tempo da II Guerra, mas a realidade atual é outra", afirma ele. Depois da II Guerra, o mundo enfrentou um período duríssimo, com capital escasso e economia debilitada. Num segundo momento, porém, a economia dos períodos pós-guerra tende a se recuperar rapidamente. E foi o que aconteceu depois do confronto sem precedentes ocorrido entre 1939 e "Muita gente atribui este fenômeno ao Plano Marshall, mas na verdade essa é uma recuperação econômica que viria mesmo sem o plano. Um decréscimo vem seguido de um crescimento muito rápido depois de um mundo em guerra, em destruição", explicou o economista. Já na atual conjuntura, o mundo vem de várias décadas seguidas de crescimento, com uma taxa muito acima do seu potencial real, e uma hora faltaria crédito para pagar as dívidas. "Depois dessa explosão toda, agora estamos devolvendo", diz Turolla. "É mais ou menos o oposto de um mundo em guerra, com outras variáveis", completou o economista. Nova ordem - A professora de economia Celina Ramalho, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), concorda com Turolla e diz que depois da tormenta vem a bonança. "Tivemos a tormenta da Guerra e depois a bonança dos anos 1980, com o crescimento da tecnologia, informática e biologia. Já tivemos uma reordenação na economia mundial, com produtos mais baratos que antigamente. Hoje compramos um carro sul-coreano com garantia de cinco anos e muito mais barato que um americano. A bonança aconteceu e hoje estamos sofrendo a tormenta. Temos que parar e pensar em como será a nova ordem mundial", afirmou ela. O crescimento de apenas 0,5% da economia global deverá trazer muitos problemas até para os países desenvolvidos. Também deve implicar numa perda de qualidade de vida da maioria dos habitantes do planeta. "Certamente os estados centrais tomarão medidas para se manterem ricos. Com isso, sobrará mais miséria para os países pobres", diz Celina Ramalho. De acordo com o professor Frederico Turolla, 2009 será um ano em que milhões de pessoas cairão de padrão de vida. "Como a população cresce numa quantidade maior do que o meio ponto percentual da economia, este certamente será um ano de muitas perdas."

11 Clipping Sócia da Pezco fala sobre as perspectivas da indústria e o mercado de trabalho A sócia Maria Fernanda Freire de Lima falou, dia 12 de fevereiro, sobre as perspectivas da indústria e o mercado de trabalho em 2009, na TV Aparecida. Fernanda Lima avaliou que a produção industrial desacelerou fortemente no final do ano passado, mas retomou seu crescimento no início do ano de Não será, porém, nos ritmos vistos em A Pezco espera um crescimento ainda positivo do PIB da indústria, de 0,8% neste ano, com possibilidade de revisão para baixo. Um dos problemas decorrentes aparece no mercado de trabalho. Em particular, Fernanda Lima apontou o contingente de desalentados e de pessoas em situação de trabalho precário, o que só faz aumentar o drama social. Hoje, na RMSP, são 1,2 milhão de desempregados, dentre os quais 266 mil ocultos pelo trabalho precário e 100 mil ocultos pelo desalento, duas populações desconsideradas pelos dados do IBGE. Embora no mês de dezembro do ano o número de trabalhadores costuma diminuir, em dezembro passado a melhora do trabalho precário foi muito pouco significativa. Isto sinaliza que, durante o ano de 2009, ainda que a taxa de desemprego suba para 9,1% pela projeção da Pezco, os empregos tendem a sofrer uma deterioração, com muitos trabalhadores passando de ocupações regulares ao trabalho precário. Por isto, concluiu Fernanda, há necessidade de negociação entre as partes, e que a industria e o setor de serviços pensem em outras formas de sair da crise como a busca de eficiência. Lançamento de livro sobre internacionalização de empresas A Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) está lançando, por meio da editora Atlas, o livro Internacionalização de Empresas teorias, problemas e casos. Organizado pelo professor Marcos Amatucci, o livro conta com uma equipe de professores da instituição que são especialistas no assunto internacionalização de empresas. Entre os professores está Frederico Araujo Turolla, sócio da Pezco Pesquisa & Consultoria.

12 PEZCO é uma empresa de consultoria econômica brasileira. Somos economistas e estamos associados a advogados, administradores de empresas, engenheiros e outros profissionais. Reunimos a expertise necessária para a análise econômica multidisciplinar, imparcial e de excelência. A equipe e nossos associados/consultores se destacam pela formação acadêmica, experiência e responsabilidade com relação a aspectos como: prazos, confidencialidade e coerência de teses. Nossa visão é a de colaborar com decisões de negócios pró-competitividade e influenciar o desenho de ações econômicas, políticas e regulatórias efetivas, promotoras de bem-estar social. TERMO DE EXONERAÇÃO DE RESPONSABILIDADE Este documento tem como objetivo servir de base para a discussão de elementos do ambiente econômico e setorial, através da compilação de informações e exposição de análises e de pontos-devista. Tomamos os melhores cuidados com a confiabilidade das informações e de suas fontes, mas não podemos garantir a exatidão das mesmas ou das análises realizadas sobre elas. Todas as informações aqui contidas a título de "projeção" ou "previsão" se referem a análises com base em elementos e tendências atuais, cujos pressupostos podem mudar significativamente ao longo do tempo. A Pezco Pesquisa e Consultoria Ltda e a Pezco Editora e Desenvolvimento Ltda não se responsabilizam por decisões tomadas com base neste relatório. Tanto Pezco quanto seus eventuais colaboradores e consultores, bem como convidados que figuram neste relatório, podem manter posições em ativos mencionados neste documento, bem como podem estar participando ou ter participado de projetos de consultoria/assessoria relacionados a organizações e pessoas aqui mencionadas. Os profissionais que figuram neste documento não são, necessariamente, vinculados a Pezco em qualquer aspecto. Ainda, no caso deste conteúdo ser distribuído no âmbito de contrato entre Pezco e Internet Securities do Brasil Ltda (Grupo Euromoney), a Pezco garante ter os direitos de utilização econômica e/ou autorais relativos a este material, ou autorização, exceto aqueles dados que estiverem em domínio público. Se o documento foi recebido por engano, ou se não deseja mais recebê-lo, queira responder à mensagem eletrônica com ordem de interrupção do envio como "excluir", ou enviar com esta solicitação para Este documento não se destina a oferecer ou solicitar compra ou venda de quaisquer bens ou serviços. Este relatório também está disponível em: Instante é uma newsletter semanal de temas econômicos, incluindo conjuntura macroeconômica, questões setoriais, infra-estrutura, concorrência e regulação. Produzida pela Pezco, é distribuída a um mailling selecionado e através de contrato firmado pela Pezco com Euromoney, plataforma Internet Securities. Sua solicitação pode ser realizada por meio do endereço Edições anteriores PEZCO PESQUISA & CONSULTORIA LTDA R. Dr. Neto de Araújo, 320 cj Vila Mariana São Paulo-SP Telefone: +55 (11) Website:

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