Mídia X Percentual de Informações Disponíveis

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1 FELICIANO OLIVEIRA Analista de Sistema II pela Petrobrás S.A. e engenheiro civil pela UFRJ, com pós-graduação latu-sensu em Informática e Inteligência Artificial. Colaboração, Armando Vidigal Jr. Especialistas vêm anunciando o escritório sem papel desde o surgimento dos computadores. Na realidade o que vem ocorrendo é o inverso: com o crescimento e popularização do uso dos computadores e das máquinas copiadoras, o volume de papel em circulação não cessa de aumentar. Segundo um levantamento da AIIM (Association for Information and Image Management), a cada dia de trabalho mais de um bilhão de documentos são gerados somente nos Estados Unidos, sendo o maior meio de armazenamento de informações, conforme podemos verificar. Mídia X Percentual de Informações Disponíveis Papel 93% Microformas 4% Eletrônica 3% Fonte: Estudos ela AIIM O Processamento de Imagens - também conhecido pelo nome de Imaging ou Processamento Eletrônico de Documentos - surgiu com a idéia de tornar as informações, que por ora se encontram em papel, disponíveis eletronicamente. Porém era uma tecnologia de custo bastante elevado e somente em meados da década de 80 se tornou econômica e tecnicamente viável. Entre os principais fatores que facilitaram a difusão dessa tecnologia destaca-se o surgimento de redes e processadores mais rápidos, principalmente na microinformática. Mas o fator crítico de sucesso foi mesmo o surgimento da tecnologia ótica para armazenamento de informações, a qual reduziu o custo de maneira decisiva, como mostra a relação a seguir: Custo de Armazenamento 1 (em US$ para 1Mb) Obs.: 1Mb = 5 revistas de 170 páginas Papel 9,40 Disco Magnético 2,60 Disquete 0,65 WORM 0,54 Microfilme 0,52 Magneto-óptico 0,41 CD-WORM 0,05 Cartucho 0,01 CD-ROM 0,0025 Fonte. NEC/Sictec-1993

2 Esse estudo é de Mas, se analisarmos os dados de 1991, verificaremos que todos os custos mencionados baixaram significativamente, com exceção do papel que subiu de maneira expressiva, fato facilmente explicado pelos movimentos ecológicos e valorização da matéria-prima. Podemos concluir então, que, mais do que nunca, precisamos substituir esta forma tão enraizada de comunicação e armazenamento de informações que é o papel, não apenas por motivos de melhoria em eficiência e produtividade mas também por motivos econômicoculturais. PROBLEMAS É necessário, ainda, levar em consideração alguns problemas, tais como a ausência de padrões no mercado, que dificulta comparações, possíveis integrações e utilização dos equipamentos de informática já existentes na empresa. Outro aspecto é o custo inicial ainda significativo, o que nos obriga a uma análise cuidadosa de custo/benefício e da abrangência dos projetos. É fundamental ressaltar que esta ferramenta produz grandes ganhos financeiros e em produtividade/eficiência, desde que aplicada de maneira adequada e com uma estratégia bem definida. O fato de ser uma tecnologia emergente no País, pois apenas no segundo semestre de 1994 começou a se consolidar no mercado nacional, também causa certos desconfortos, como a falta de instalações a visitar, pequena experiência prática de implantação por parte dos fornecedores e muito pouco conhecimento da tecnologia no mercado, principalmente fora do âmbito daqueles que a comercializam. Ainda hoje, no Brasil, poucos são os especialistas na área de Imagem desvinculados de alguma solução, isto é, com uma visão voltada para a solução do problema e não para a venda de uma solução de Imagem. Algumas vezes a solução pode até indicar a não utilização da tecnologia de imagem e sim tecnologias "complementares", como é o caso de OCR (Optical Character Recognition - Reconhecimento ótico de Caracteres) e suas variantes, Bancos de Dados Textuais e outras mais. BENEFÍCIOS Um sistema de Processamento de Imagens em Ambiente de Escritório possui duas características básicas, sem as quais não podemos classificá-lo assim: Armazenamento/Recuperação e Fluxo de Trabalho (Workflow). Sistemas que possuem apenas a parte de Armazenamento/Recuperação de Imagens podem ser chamados de Banco de Dados de Imagens, ao passo que produtos elaborados basicamente para gerir o Fluxo de Trabalho levam essa denominação comercial, isto é, são produtos de Workflow. Muitas vezes, o sistema se justifica economicamente apenas com a eliminação de grandes arquivos de documentos. Não é por acaso que a maior concentração de soluções de imagem no mundo se encontra em Wall Street - o metro quadrado mais caro do planeta. Porém outras vantagens, como a velocidade da localização/recuperação de um documento, propiciando ganhos de eficiência e a possibilidade de vários acessos simultâneos à mesma informação, eliminando a necessidade de fotocópias e viabilizando o processamento em paralelo das informações, representam fortes fatores diferenciadores em um mercado competitivo, onde cada elemento do ciclo de produção é vital para a composição do perfil de atuação da empresa. Boletim Técnico do Senac - v. 21, n. 2, maio/ago., 1995 Página 2 de 10

3 É no fluxo de trabalho, com certeza, que encontraremos os maiores ganhos, sejam econômicos ou estratégicos. Essa ferramenta, além de permitir a automatização do fluxo de documentos em uma atividade, promovendo redução no seu tempo de processamento, eliminando erros administrativos, reduzindo a necessidade de treinamento e possibilitando uma melhor gerência do processo, funciona também como elemento facilitador de um estudo de Reengenharia onde, na prática, a eliminação de etapas redundantes e a otimização dos procedimentos existentes têm feito com que empresas se destaquem nos mercados onde atuam. É importante compreender que a utilização dessas ferramentas afeta diretamente os custos operacionais e de produção, fazendo com que seja menor o valor agregado ao produto final decorrentes destas rotinas. Um outro dado que pode ajudar em uma justificativa para implementação de um sistema de Imagem é o fato de que, em sua quase totalidade, os sistemas de Imagem, que possuam ambos os módulos de Armazenamento/Recuperação e Workflow, conseguem ter o retorno do investimento em um prazo máximo de um ano. Outra informação, bastante interessante para os brasileiros, diz respeito à primeira grande implementação dessa tecnologia no Brasil, que ocorreu em 1992 em uma grande seguradora: o ganho de produtividade foi superior a duzentos por cento, pois com metade do pessoal que processava o pagamento de sinistros conseguiu-se conduzir um número muito maior de processos; além disso o prazo de atendimento dos processos, que durava cerca de dois meses, caiu para cerca de um mês. Os processos que duravam cerca de um mês passaram a ser liquidados em algumas semanas. REQUISITOS BÁSICOS Na aquisição de uma solução de Imagem devemos nos preocupar com três grandes itens: os equipamentos (Hardware), os programas básicos (Software) e os serviços a serem prestados antes, durante e depois da implantação do sistema. REQUISITOS BÁSICOS HARDWARE No que tange ao Hardware podemos citar o Servidor de Imagens, 2 responsável pela gerência do sistema, como a primeira preocupação, pois será o equipamento que definirá, em última instância, a performance do seu sistema. É possível concentrar, em alguns casos, todas as funções em um único equipamento, porém é recomendável, principalmente em grandes instalações, que suas funções estejam distribuídas por mais de um equipamento. São normalmente maquinas de maior poder de processamento, onde são instalados os Softwares que vão ser responsáveis pelo gerenciamento de toda a aplicação e dos dispositivos acessórios. Alguns destes dispositivos são também de vital importância para o funcionamento do sistema, como é o caso dos dispositivos de leitura/gravação (drives) de discos óticos, os quais são responsáveis pelo armazenamento das Imagens. A utilização desse tipo de mídia se dá por causa de sua grande densidade de gravação, 3 o que influi diretamente no custo de armazenamento da informação (quadro "Custo de Armazenamento"). Os dispositivos óticos podem ser apenas os já citados drives ou então Jukeboxes, que são equipamentos com tecnologia robótica que possuem drives óticos internos e colocam o disco solicitado automaticamente após a solicitação do usuário, similarmente ao que ocorre com as máquinas de música, que funcionam com fichas para seleção. A escolha entre simples drives ou Jukeboxes vai depender das características e do porte da aplicação. Boletim Técnico do Senac - v. 21, n. 2, maio/ago., 1995 Página 3 de 10

4 Outras recomendações a serem feitas com relação ao Hardware são relativas à Estação de Visualização, que pode ser um micro com menos capacidade de processamento do que o Servidor de imagens, porém deve possuir um monitor de no mínimo 19", por razões ergonométricas, isto é, para se adequar melhor ao tipo de trabalho: como a maioria dos documentos de escritório possui o tamanho A4 (21 X 29,7cm), a dimensão recomendada é a menor em que este tipo de documento pode ser visualizado no seu tamanho real. A opção normalmente deve ser um monitor monocromático, devendo se utilizar um colorido somente quando a informação "cor" for necessária (como, por exemplo, na análise, por um perito, de uma foto de um acidente automobilístico). A opção por um monitor monocromático é feita também por razões ergonométricas, além, obviamente, da questão financeira (os monitores coloridos custam mais do que o dobro). Outro equipamento básico e indispensável em uma configuração para Imagem é o Scanner, 4 que é um equipamento que funciona de maneira muito similar a uma copiadora, porém, ao invés de emitir uma cópia em papel, gera uma imagem no computador (dita "Imagem digitalizada"). Suas características básicas são a velocidade, medida em páginas por minuto (ppm) e a resolução, medida em pontos por polegada (dpi, do inglês dots per inch). A primeira é relativa à produtividade do Scanner e a segunda é relativa à qualidade da imagem final. A definição principalmente da velocidade desse equipamento vai depender de dois fatores: da quantidade de documentos já existente em seu arquivo atual que deverá ser digitalizada (chamado de Backfile ou passivo) e do incremento diário na quantidade de documentos. Devemos dimensionar o Scanner de modo a conseguirmos colocar todos os documentos existentes anteriormente no sistema em um tempo viável, ao mesmo tempo que devemos lembrar que após a digitalização desses documentos o equipamento apenas será necessário para atender à entrada diária dos documentos. No primeiro caso podemos necessitar de um equipamento de alta produtividade, ao passo que no segundo podemos ser bastante bem atendidos com um equipamento de baixíssima produtividade. A saída para esse impasse, quando existir, está na contratação do Serviço de Conversão (ou Digitalização), de que falaremos mais adiante. Outros equipamentos que podemos citar são o Fax, que pode ser integrado de maneira transparente ao sistema, e a Impressora Laser, responsável pelas reproduções dos documentos, a qual deve ser utilizada com bastante parcimônia. REQUISITOS BÁSICOS SOFTWARE A grande maioria das soluções existentes possui uma arquitetura voltada para rede local e filosofia Cliente/Servidor. Os sistemas operacionais requeridos são padrões de mercado tais como: UNIX, OS/2, OpenVMS, Windows ou WindowsNT. Quase todos admitem ambiente Windows nas estações clientes, o que caracteriza uma forte tendência de mercado. A integração total com este ambiente possibilita uma vasta gama de recursos, tais como utilizar objetos 5 gerados em outros aplicativos, sejam eles som, imagem em movimento, planilhas, textos, etc. Permite ainda uma integração com os ambientes corporativos das empresas, como sistemas em produção, correios eletrônicos e bancos de dados. A utilização de Softwares integrados de OCR e a possibilidade de envio e recebimento de Fax são outras características importantes em um ambiente de Imagem. Quanto às redes locais, em geral, as soluções são compatíveis com algumas das mais utilizadas no mercado, como é o caso da rede Novell, Pathworks e Windows-NT. Boletim Técnico do Senac - v. 21, n. 2, maio/ago., 1995 Página 4 de 10

5 REQUISITOS BÁSICOS -SERVIÇOS Conforme citado anteriormente, existem serviços anteriores à implantação, outros de implantação e finalmente alguns posteriores. Os serviços de pré-implantação são os serviços de Reengenharia e O&M (Organização & Métodos) das atividades, os quais são indispensáveis ao bom funcionamento do sistema a ser implantado. Nesta fase são definidos os fluxos de trabalho, que podem nem existir anteriormente, e toda a estrutura do arquivo, que, por permitir diversas variações entre quantidades de índices e subpastas, supera qualquer limitação existente no armazenamento em papel, o qual possui recursos limitados de indexação. Os serviços de implantação consistem basicamente na implementação dos fluxos e estruturas definidos na fase anterior, além disso são elaboradas as interfaces com os usuários, os quais são treinados para execução das tarefas que lhes serão atribuídas. Esse treinamento normalmente deve ser feito em três níveis, podendo variar de acordo com o modus operandí da empresa. Um nível é dos profissionais de informática, que devem ser treinados na parte de suporte ao funcionamento básico do sistema, de modo a poder atuar nas instalações do produto, da rede e Softwares básicos necessários; além disso devem estar capacitados a desenvolver as interfaces do sistema de Imagem com os sistemas previamente existentes na empresa (chamados Legacy Systems). Um outro nível de treinamento é o dos chamados Administradores da Aplicação, que são normalmente usuários com bons conhecimentos de informática e da aplicação, que vão ser responsáveis pela administração do dia-a-dia, criando/excluindo usuários, fazendo pequenas alterações nas estruturas e nos fluxos, quando necessário, além de serem responsáveis pelo atendimento aos usuários em uma primeira instância. O último nível de treinamento consiste no treinamento dos usuários finais, que basicamente constituirá em ensinar aos mesmos como utilizar a aplicação. Este treinamento pode ser feito pelos profissionais de informática da empresa ou pelo Administrador da Aplicação. Os serviços de pós-implantação se relacionam basicamente com a conversão do arquivo e o suporte na utilização do produto final. O Serviço de Conversão consiste na transformação do documento em papel para a Imagem digitalizada (por isso é chamado, também, de Serviço de Digitalização). Os principais fatores que vão influenciar nesse serviço são o formato e a qualidade dos documentos, o tempo desejado para conversão e a quantidade de índices que serão necessários para cada documento; quanto mais e maiores forem os índices, mais caro será este serviço, que é composto de quatro etapas, a saber: Preparo, Digitalização, Controle de Qualidade e Indexação. O Preparo consiste na disponibilização do documento de forma adequada para a Digitalização. Nessa etapa são retirados os grampos, clipes, fitas, etc., o papel é recomposto, se necessário, e separado em lotes de acordo com o tipo. Este tipo significa separar os documentos por tamanhos, cores, estado de conservação e impressão, de modo a agilizar a fase seguinte, pois cada um destes tipos requer um ajuste diferenciado do Scanner, daí a necessidade de serem feitos seqüencialmente, visando o aumento na produtividade, isto é, evitar que a cada documento seja necessário fazer ajustes no equipamento. A Digitalização propriamente dita consiste na passagem dos documentos, preparados na fase anterior, pelo Scanner. Posteriormente é feito o Controle de Qualidade, a fim de verificar a legibilidade do documento, que caso não esteja dentro dos padrões previamente definidos, retorna à fase anterior. Finalmente é feita a Indexação, fase esta que consiste na entrada dos índices para arquivamento, os quais serão utilizados posteriormente na recuperação do documento. Essa é a fase mais demorada desse processo, podendo ser agilizada, apenas em alguns casos muito específicos, através do uso de tecnologias complementares, como OCR, Código de Barras e Form Processing (Processamento de Formulário). Normalmente, a maior parte da equipe de Conversão se concentra nessa fase. Boletim Técnico do Senac - v. 21, n. 2, maio/ago., 1995 Página 5 de 10

6 A ESCOLHA A escolha da solução deve sempre ser precedida de um estudo, pois são diversas as aplicações dessa tecnologia. Recomenda-se que o estudo seja direcionado a uma aplicação específica e sempre seja acompanhado pelo futuro usuário, visando ao aprendizado da linguagem utilizada (vocabulário e jargões, normalmente muito utilizados em informática) e das potencialidades dos produtos. Outra recomendação é que este estudo seja acompanhado por um especialista em Imagem - que não esteja vinculado a nenhuma solução de mercado - que, apesar de serem escassos no caso do mercado brasileiro, irão facilitar a implementação da tecnologia, de modo a amenizar seus impactos nas atividades da empresa. Em caso de grandes empresas de abrangência nacional, que normalmente possuem um ambiente operacional 6 heterogêneo essas características devem ser levadas em conta, pois serão de vital importância na escolha da solução. A estratégia a ser adotada deve passar por leituras técnicas sobre a tecnologia, prospecção do mercado, visitas técnicas às empresas fornecedoras e a soluções implantadas e, quando possível, implementação de alguns protótipos. Já são oferecidas hoje no Brasil mais de vinte soluções, abrangendo diversos nichos de mercado, com diferentes características técnicas e operacionais. Também já existem mais de trinta aplicações implantadas, dos mais diversos portes e utilizando diversas soluções. Fazem parte integrante da estratégia pontos específicos para a analise da abrangência dos projetos iniciais ou pilotos, das atividades envolvidas, do controle de expectativa e da proposta de implantação. Na análise das atividades é necessário relevar aspectos como os processos existentes, sistemas de apoio, interfaces externas, volumes envolvidos, nível de atendimento, perfil dos usuários e estudar a viabilidade, e a necessidade, de se fazer uma Reengenharia dos processos, não simplesmente melhorá-los ou adaptá-los, mas repensá-los de forma ampla e desprendida da maneira pela qual são hoje realizados. Para tentar equalizar esses fatores, foi desenvolvida uma metodologia com o objetivo de identificar a solução mais adequada. Essa tem como base uma avaliação que leva em conta as características técnicas e o preço, com o estabelecimento de itens comparativos que permitem avaliar o desempenho de cada solução sob diversos aspectos técnicos, para posteriormente comparar com o respectivo preço. Os itens são divididos em eliminatórios e classificatórios. Os eliminatórios são aqueles em que todas as soluções devem atender de modo a poderem se integrar no ambiente de informática da empresa. Os itens classificatórios consistem em avaliação das funções e facilidades que são disponibilizadas pelo produto, às quais são atribuídas pontuações através da verificação in-loco em laboratório ou através de documentação e certificados. Ao fim do laboratório é atribuída uma nota técnica que é cotejada com o preço, através de uma fórmula matemática em que se atribuem pesos a cada item de preço e à parte técnica, de modo a se obter uma nota final que forneça uma classificação entre as soluções. A que obtiver o melhor resultado será considerada vencedora. Os itens eliminatórios considerados como básicos são avaliados nas áreas de Ambiente Operacional, Suporte e Consultoria, Características do Software, Segurança, Integração e Armazenamento. O conteúdo destes itens (e até os próprios itens) varia de acordo com as características de cada empresa e com objetivos a serem alcançados. De maneira geral o atendimento a esses requisitos deve ser comprovado simplesmente através de documentação apropriada, que consiste em manuais, certificados, cartas e, em alguns casos, até recortes de publicações. Boletim Técnico do Senac - v. 21, n. 2, maio/ago., 1995 Página 6 de 10

7 Os itens classificatórios devem ser avaliados nas áreas de Perfil da Empresa, Fluxo de Trabalho, Integração, Scanner, Armazenamento, Visualização, Segurança, Reconhecimento Ótico de Caracteres, Idioma Português, Recuperação, Suporte a Novas Tecnologias, Expansibilidade, Ambiente Operacional, Características Gerais e Facilidades Adicionais, que são avaliados em laboratório. Todos os itens são totalmente técnicos à exceção do primeiro (Perfil da Empresa), onde se busca relevar fatores que favoreçam empresas que já tenham comprovado ao mercado seu nível de atendimento, pois em implantação de novas tecnologias não necessitamos simplesmente de uma empresa fornecedora de um produto e sim de um parceiro que vai se desenvolver em conjunto com a empresa e para tal deve estar capacitado comercial e tecnicamente. Vale a pena voltar a ressaltar que esses itens podem variar de acordo com as características da empresa e dos objetivos a serem alcançados pelo projeto. Cada uma das áreas citadas é dividida em diversos subitens, os quais possuem definições operacionais bastante objetivas visando não apresentarem mais de uma interpretação. Além disso, cada subitem possui um número de pontos que será contabilizado com a comprovação do cumprimento do mesmo. Por se tratar de itens objetivos, implica dizer que em cada um só se pode obter todos os pontos ou nenhum. Os subitens devem ser definidos de modo a não poderem ser parcialmente cumpridos. Na fase de laboratório deve ser dado um prazo para a montagem do mesmo. Este prazo deve ser fixo e idêntico para todas as empresas. Este prazo também não deve ser muito longo pois servirá para atestar a capacidade de organização e preparo da própria empresa. Após o laboratório, de posse da Pontuação Técnica e posteriormente, do Preço, a seguinte fórmula para equalização pode ser utilizada: N = Ft x T + (Fs x Psmin + Fh x Phmin + Fc x Pcmin + Fd x Pdmin) x Tmax Ps Ph x r Pc Pd com r + H x Fr_ Hmax Onde: N = Nota final Ft = Fator técnico T = Pontuação técnica Fs = Fator software Ps = Preço software Psmin = Menor preço software Fh = Fator hardware Ph = Preço hardware Phmin = Menor preço hardware Tmax = Maior pontuação técnica possível Boletim Técnico do Senac - v. 21, n. 2, maio/ago., 1995 Página 7 de 10

8 Fc = Fator consultoria Pc = Preço consultoria Pcmin = Menor preço consultoria Fd = Fator digitalização Pd = Preço digitalização Pdmin = Menor preço digitalização r = Redutor de hardware H = Pontuação de hardware Fr = Fator de redução Hmax = Maior pontuação de hardware possível Na fórmula básica, os fatores são os pesos atribuídos a cada quesito e os valores mínimos são utilizados para equalização das escalas. O redutor de hardware é sugerido em função de propostas que eventualmente superam as solicitações das especificações técnicas, sendo essas então levemente beneficiadas. Devem ser atribuídos pontos também que possam medir esse tipo de benefício (como por exemplo: cada 2 Megabytes de memória, 7 além da solicitada, são contados n pontos de hardware). Apesar de ser interessante a princípio, esse redutor deve ser utilizado com cuidado, visando evitar um possível dumping por parte de uma empresa, que pode se utilizar desse recurso, a fim de obter maiores pontuações, distorcendo sua finalidade. Normalmente é atribuído um peso maior à parte técnica em relação aos preços, pois a necessidade técnica de solucionar um problema pode justificar um dispêndio financeiro um pouco maior. IMPLEMENTAÇÃO Como estratégia de implementação devem ser selecionados, como pilotos, pequenos projetos bem definidos, que posteriormente venham compor o projeto que serviu de base para o início dos estudos. Estes projetos podem e devem utilizar diferentes recursos da tecnologia, para ser possível absorver o máximo de conhecimento sem os problemas decorrentes de se ter uma única e complexa aplicação. A própria integração destes projetos pilotos servirá posteriormente como um novo projeto piloto, que nesse caso terá como objetivo a integração. A princípio é recomendado que um dos pilotos seja voltado apenas para o Arquivamento e Recuperação de documentos, utilizando-se de mídia ótica. Outro piloto deve ter como sua principal função o desenvolvimento de um Fluxo de Trabalho. Outros pilotos que podem ser implementados estão nas áreas das tecnologias complementares, como OCR e Multimídia. Na fase de integração, também deve-se pensar no ambiente corporativo da empresa, consistindo as bases de dados e imagens, e integração às aplicações, além dos módulos citados. Posteriormente à implantação dos pilotos, deve ser feito um trabalho de divulgação da tecnologia, através de artigos, cursos, seminários e palestras, já mostrando as aplicações práticas na própria empresa. Esse endomarketing visa à difusão do conhecimento, além de fazer vir à tona a demanda reprimida, que permitirá um planejamento mais adequado, proporcionando uma grande economia de escala, visto que a maioria das soluções do mercado oferecem faixas para descontos progressivos em função da quantidade de cópias adquiridas. Boletim Técnico do Senac - v. 21, n. 2, maio/ago., 1995 Página 8 de 10

9 Tais descontos são proporcionalmente muito altos quando se trata com números mais elevados. TENDÊNCIAS Com relação a tendências vem sendo possível observar no AIIM Show & Conference - o maior evento mundial na área de Imagem, realizado anualmente nos EUA - a existência de alguns indicadores interessantes. Existe uma forte estratificação e especialização do mercado em relação a determinados módulos da solução de Imagem, como OCR/ICR e ferramentas gráficas de Fluxo de Trabalho Workflow. Outra característica marcante é o grande número de empresas integradoras, fornecendo soluções globais de Hardware, Software e Consultoria, moldando e integrando as ferramentas mais adequadas, existentes no mercado, às necessidades do cliente. Com relação a ambientes operacionais, foi identificada a clara opção pelo ambiente Windows nas Estações de Visualização (Clientes), porém, na Estação Servidora não fica evidente um direcionamento. Embora muitas soluções estejam migrando para o Windows-NT, ainda é prematuro se afirmar que esteja caracterizada essa tendência. Mais uma preocupação levantada foi a da integração com o Lotus Notes - produto líder de mercado na área de Groupware (Softwares para integração de Grupos de Trabalho). Boa parte dos desenvolvedores possuem programas de comunicação, que viabilizam a troca de mensagens e arquivos com esse ambiente de Groupware, que tem tido grande penetração no mercado americano (devendo aumentar após a compra da empresa pela líder mundial do mercado de informática). A evolução do conceito de Information Sharing Groupware (Grupo de Trabalho baseado no Compartilhamento de Informações) para Workflow Groupware (Grupo de Trabalho baseado no Fluxo da Informação), defendida hoje por vários especialistas estrangeiros, só vem consolidar a importância estratégica do Processamento de Imagens, de onde se originaram as aplicações de Workflow. Seguindo essa direção, observamos atualmente uma concentração de esforços por parte dos fornecedores de Softwares de Imagem, no sentido de integrar-se às principais soluções de Groupware existentes no mercado, conforme o caso citado anteriormente. Um fator positivo observado é o ótimo posicionamento do mercado nacional em relação ao americano. As principais soluções já se encontram em nosso mercado, diretamente ou através de representantes. As soluções ainda não encontradas no Brasil são, no máximo, competitivas, se defrontadas com as já aqui comercializadas. Por todos esses aspectos, é imprescindível que analisemos com bastante atenção essa nova tecnologia, pois os ganhos com ela alcançados por empresas nos Estados Unidos foram grandes e economicamente tangíveis, provocando até redefinições e redirecionamentos de determinados mercados. No Brasil, esse fenômeno já se iniciou: alguns bancos, seguradoras e estatais já estão fazendo com que haja uma massa crítica suficiente para afirmar que o mesmo fenômeno se repetirá aqui. Finalmente, vale a pena lembrar que hoje não são as grandes empresas que engolem as pequenas e sim as rápidas que englobam as lentas, por isso é necessário ousar na hora certa, e esse é o momento. Boletim Técnico do Senac - v. 21, n. 2, maio/ago., 1995 Página 9 de 10

10 NOTAS Worm - Write Once Read Many -Discos óticos que permitem que se grave uma vez e se leiam várias. CD - Compact Disc - Disco Compacto, de leitura ótica. CD-ROM - CD - Read Only Memory - CD, que permite apenas leitura. Servidor de imagens - Toda Aplicação de Imagem é baseada na arquitetura cliente-servidor, isto é, existem módulos que se encarregam do controle de determinadas funções enquanto outros são usuários destas. Neste caso o Servidor de Imagens é responsável pelo controle do armazenamento das Imagens, que são utilizadas pelos clientes das mesmas. Densidade de Gravação - quantidade de informação contida em mesmo espaço físico, por exemplo, um CD-ROM de 5 1/4" pode conter aproximadamente 600 Megabytes de informação, ao passo que um disquete de mesmo tamanho pode conter no máximo 1,2 Megabytes, sendo então este menos denso do que aquele. Scanner - não existe uma tradução comercial para este termo que é utilizado largamente nos meios de informática. A tradução mais próxima seria Digitalizador. Objetos - são quaisquer arquivos, partes de arquivos ou conjunto de arquivos com características próprias de uma determinada família de softwares. Ambiente Operacional - conjunto de equipamentos e programas básicos instalados em uma empresa. Megabytes de Memória - unidade de memória real (pequenas placas de hardware) do computador. Boletim Técnico do Senac - v. 21, n. 2, maio/ago., 1995 Página 10 de 10

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