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2 Eles nos fazem mais perfeitos... Em determinada fase da vida, passamos pelas mãos de pessoas que marcaram nossa ca- educa não apenas pela disseminação do conhecimento, mas se preocupa em mostrar que não é o livro que faz uma pessoa sábia, e escolha, mas a palavra que melhor define a profissão é vocação, vocação que transforma o professor em um grande chef da cozinha que mercantilista, que às vezes se utiliza da ignorância como ferramenta para atrair e convencer as massas. Ser professor é oferecer liber- minhada e estão sempre vivas em sim a maneira como ela coloca em mistura todos os conhecimentos, dade, é oferecer as chaves das nossas mentes, assim como seus prática o que aprendeu. das diferentes áreas, transformando algemas da opressão ou da mentira ensinamentos. Estou falando do A realidade nua e crua é que tudo em uma saborosa comida a ser e da manipulação, das quais muitos professor, pessoa que escolheu uma muitos alunos se formam, mas têm apreciada com prazer pelos seus políticos e governos se utilizam. profissão que absorve a mente, o pouca capacidade de colocar o alunos esfomeados. É transformar cidadãos alienados corpo e o espírito por completo. conhecimento adquirido em prática Um bom professor faz com que pelas opiniões tendenciosas da mí- Penso que ser professor não é no dia a dia. seus alunos fiquem dependentes, dia em ativos guerreiros a lutar em apenas educar ou transmitir conhe- Uma sociedade desenvolvida desejosos de adquirir conhecimento, batalhas pela transformação de uma cimentos por meio de um sistema valoriza o professor acima de toda e fazendo-os aprender pelos mais di- nação mais justa. qualquer. É algo mais intenso e qualquer profissão, pois compreen- ferentes caminhos, viciando-os nos Ser professor é humanizar o profundo. de que este profissional é o primeiro estudos e fazendo-os experimentar homem, não apenas pelos caminhos Ser professor é ser guia, mode- elo de uma sociedade consciente, é o êxtase da luz de uma nova vida. do conhecimento, mas também com lo, exemplo. Ser professor é cultivar um gestor de gerações que pode re- Ser professor é ser designer de olhares, com gestos, com palavras. e construir vidas que possam ser alizar grandes transformações e mu- moda, é criar novos conceitos em É ser humilde para aceitar que, às mais perfeitas nos campos sociais, danças positivas nesta sociedade. viver socialmente, é ensinar estilos vezes, o professor é estudante e o ambientais e espirituais. Ser professor é impedir a falência de vida. estudante é professor, e assim, os Ser professor é avançar além da sociedade como um todo. Em virtude de estar muito tempo dois podem evoluir mais facilmente, dos sistemas, às vezes engessados, Ser professor é ser intensamen- próximo ao jovem, sua vida se co- podem se encantar mutuamente, de transmissão de conhecimento, te habitante da escola, é escolher necta aos diferentes estilos, criando querendo sempre mais. buscando maneiras de apresentar dedicar seus passos aos outros. É uma nova sociedade, com pensa- Ser professor é aceitar que um novo mundo aos seus discí- ser aquele parceiro, o companheiro mento livre, sem preconceitos e com a escola nada mais é do que um pulos, fazendo com que possam que desafia, que frustra, MAS que maior aceitação, possibilitando a espaço da construção da rede de compreender que a realidade é mais apresenta caminhos. É ser porto convivência plena e equilibrada de relações sociais, rede esta fragili- do que parece, e que munidos dos seguro em momentos de tempes- forma que exista o perfeito espaço, zada por uma sociedade por demais conhecimentos adquiridos em sala tade na vida dos alunos. É ser delimitado para exercer os direitos individualista. de aula podemos transformar utopia confessionário para os discípulos e os deveres. Para os professores somente ou sonhos em realidade. contaminados pela insegurança, Ser professor nada mais é do podemos dizer: obrigado... Muito Professor competente e sensí- dúvidas e incertezas. que praticar atos de coragem e obrigado por existirem, por participa- vel é aquele que, com habilidade, Ser professor pode ser uma valentia diante de uma sociedade rem da construção de nossas vidas, pois, assim, nós também existimos não apenas como profissionais capacitados, mas como cidadãos socialmente mais justos, como seres humanos mais perfeitos e aprimorados em alma e espírito. Colaboração: Carlos Roberto Favoretto Conselho de Administração 2

3 10 Falta de chuvas atrasa plantio da soja e preocupa produtores 10 COCARI - Cooperativa AGROPECUÁRIA E INDUSTRIAL SEDE: Rua Lord Lovat nº 420 Jardim Esplanada - Caixa Postal CEP: Mandaguari - PR Fone: (44) UNIDADES Paraná: Aquidaban, Bom Sucesso, Borrazópolis, Caixa de São Pedro, Cambira, Centro Tecnológico, Cruzmaltina, Faxinal, Itambé, Jandaia do Sul, Kaloré, Lunardelli, Mandaguari, Marialva, Marilândia do Sul, Marumbi, Ortigueira, Placa Luar, Pirapó, Rio Branco do Ivaí, Rosário do Ivaí, São Luiz e São Pedro do Ivaí. Divisão Cerrado: Campo Alegre de Goiás-GO, Cristalina-GO, Santo Antônio do Rio Verde-GO, Silvânia-GO e Guarda-Mor-MG. 18 Cooperados e colaboradores concluem 18 INDÚSTRIAS Fiação Cocari - Rações Cocari UBS (Unidade de Beneficiamento de Sementes) UIA (Unidade Industrial de Aves) CONTROLADA Transcocari Ltda. DIRETORIA EXECUTIVA PRESIDENTE Vilmar S. Sebold MBA em Gestão de Cooperativas VICE-PRESIDENTE Marcos Antonio Trintinalha DIRETOR EXECUTIVO João Carlos Obici PRESIDENTE DE HONRA Dorival Malacario 22 Inauguração do Condomínio Avícola Rochedo potencializa produção da UIA 22 DIRETORES CONSELHEIROS Carlos Roberto Favoretto Gines Ortega Peres Filho João Dutra Guerra Lourival Augusto Cestari Milton Jorge Dariva Ricardo Taliari conselheiros Fiscais efetivos Aguinelo Luiz Feltrin Antonio Marcos Sossai Waldemar Leandro Renzi Pimentel Conselheiros fiscais suplentes Celso Schmitz Haroldo Augusto Charallo Milton Luiz Campana GERENTES Divisão Administrativa/ Financeira Geraldo Leite da Silva Divisão Cerrado Ronaldo Lopes Catarino 33 Cafeicultores da Cocari são destaque no Concurso Café Qualidade Paraná 33 Divisão Comercial/Industrial Luiz Carlos Fermino da Rocha Divisão de Aves Fábio da Costa Cordeiro Divisão Operacional Geraldo Cesar Semensato INFORMATIVO COCARI Órgão Informativo da COCARI - Cooperativa Agropecuária e Industrial JORNALISTA RESPONSÁVEL Cláudia Cristina Carvalho MTB PR 38 Vinícius Paggi fala dos encantos da vida no campo 38 COLABORADORAS Elisabete do Rocio Segalli Maria de Fátima Marcucci Realização: Cláudia Comunicações & Eventos. Fone: (44) Fotos desta edição: - Arquivo Cláudia Comunicações & Eventos - Divulgação Tiragem: exemplares As matérias assinadas são de responsabilidade dos autores. É permitida a reprodução total ou parcial de matérias desta publicação, desde que citada a fonte. 3

4 Editorial Motivos de comemoração não faltam nesta edição do Informativo Cocari. A inauguração do Condomínio Avícola Rochedo reuniu sócios, representantes do BRDE e Sicredi, autoridades, familiares e amigos em Jandaia do Sul, quando o presidente da Cocari fez uma prestação de contas dos detalhes que envolvem a estrutura inaugurada, que conta com 16 aviários. Um detalhe importante é a capacidade de alojamento, que chega a 560 mil aves por lote. Outro ponto bastante destacado durante o evento foi a proposta do modelo de parceria implantado no condomínio, que tem o poder de transformar a vida das pessoas que tocam os aviários, garantindo dignidade. Ao término da Fase 1 do empreendimento, nove famílias trabalham no local, com direito à moradia, energia elétrica e água, sem custo. E com rendimentos dignos, que dependem de dedicação para obtenção de resultados que sejam bons para os sócios, para a dinâmica de produção do abatedouro e para os próprios parceiros. Como acontece todos os anos, cafeicultores cooperados da Cocari conquistaram importantes colocações no Concurso Café Qualidade Paraná, este ano realizado em Londrina. Ainda falando em cafeicultura, foi sancionado o Projeto de Lei 147/2014, que institui o Programa de Revitalização da Cafeicultura de Mandaguari, para subsidiar o plantio de 500 mil mudas de café, beneficiando os produtores do município. A Cocari compõe a comissão responsável pela análise dos requisitos e pela emissão de laudo atestando que o produtor poderá se integrar ao programa. Os alunos do Cooperjovem na área de ação da Cocari continuam mostrando que assimilam bem os conceitos cooperativistas passados em sala de aula. Registramos a premiação das melhores criações do Concurso de Redação, promovido pelo Sescoop/PR, na área da Cocari. Professores participantes do programa estiveram em Curitiba para prestigiar o Encontro Interestadual do Cooperjovem e A União Faz a Vida. A Cocari é uma referência em gestão para o Brasil. A conclusão do curso de MBA em Gestão de Cooperativas, promovido por meio da parceria entre Cocari, Sescoop/PR, Sistema Ocepar e Fundação Getulio Vargas, faz da Cocari a primeira cooperativa do Brasil a investir na formação de sua linha sucessória, com gestão profissionalizada. E o grupo que se formou entra para a história do cooperativismo paranaense e brasileiro. Isso mostra que a administração da Cocari tem os olhos voltados para o futuro, e que o Programa de Formação de Sucessores é uma realidade dentro da cooperativa. Nesta edição trouxemos também os resultados dos experimentos realizados no Centro Tecnológico Cocari (CTC), com híbridos da segunda safra Mas nem todas as notícias são positivas neste mês. A falta de chuvas tem deixado os produtores preocupados em diversas regiões. A estiagem atrasa o plantio da soja dentro do cronograma do Mapa e deixa produtores apreensivos. Confira como está o andamento do plantio na área de ação da Cocari no Paraná e em Goiás. Registramos ainda os cursos e treinamentos dirigidos aos colaboradores nas unidades, à Liderança Feminina, bem como o treinamento oferecido aos aspirantes a novos cooperados. O Colaborador em Foco desta edição é Valdemir Pariz, da unidade de Aquidaban, que está há 29 anos na cooperativa, tendo começado como auxiliar de escritório, e hoje ocupa o cargo de encarregado comercial. Trouxemos também as principais linhas de debate apresentadas durante o Fórum de Presidentes de Cooperativas, promovido pelo Sistema Ocepar, em Curitiba, quando foram discutidos os desafios e temas relevantes para o setor cooperativista, como qualificação de mão-de-obra, profissionalização da gestão, governança, fortalecimento da representação do cooperativismo, estímulo à intercooperação, importância da comunicação entre outros. Nossa equipe visitou, em Jandaia do Sul, o cooperado Vinícius Paggi, de tradicional família de associados da Cocari. Ele falou da infância, do apego à família, da proximidade que o pai tinha com a cooperativa, desde a fundação, e de como conserva a simplicidade da vida na roça. Cooperados e colaboradores poderão consultar nas páginas do Informativo Cocari a relação de estabelecimentos que têm convênio com a Cocari para atendimento médico, hospitalar e odontológico. São muitas novidades. Não deixe de ler. Boa leitura! 4

5 Custo de Mecanização Agrícola (R$/hora) Colaboração: Controladoria Indicadores Outubro de 2014 Colaboração: José Cláudio Batistela 5

6 Setor Agroindustrial externos deve ser ainda maior, espe- mesmo com a normalidade das chuvas dos últimos cinco anos. O que se viu cialmente diante do melhor momento a partir de agora. E os percentuais de em outubro foi uma queda de braço vivido pelos setores de aves e suínos, perdas, pouco a pouco, estão sendo entre indústria e produtor, na qual ora Os preços da soja têm subido nos na comparação com o registrado nos ventilados pelos produtores, e chamam a indústria aceitava pagar os valores Estados Unidos e no Brasil. No país dois anos anteriores. (Fonte: Agência atenção pela sua grandeza. pedidos pelos vendedores para lotes de norte-americano, chuvas dificultam Estado/Cepea Esalq) Desde a previsão das chuvas, melhor qualidade, ora ofertavam preços a colheita, atrasando as atividades, o mercado já devolveu 16,6%, se inferiores aos pedidos. enquanto a demanda pelo grão e de- considerar a mínima de 188 cents, ou O algodão em pluma iniciou o mês rivados daquele país está aquecida. seja, mesmo no pior momento, ainda de outubro cotado a R$ 1,661 lb/p (R$ No mercado interno, além do contexto A safra no Paraná está terminando segurou uma parte considerável da 55,10 por arroba de algodão) e encer- externo, o impulso vem dos baixos e não há registro de perdas significati- valorização anterior, sustentando ga- rou o mês cotado a R$ 1,6580 lb/p (R$ estoques no spot, da firme demanda vas na qualidade do cereal, segundo nhos de 6,6%. Assim, mesmo diante 54,83 por arroba de algodão), recuo de e do clima desfavorável para o cultivo dados do Deral/Seab. Na Argentina, a do recente tombo, ainda sustenta o 0,49% no mês. (Fonte: Cepea Esalq) da oleaginosa. As altas são verificadas colheita avança lentamente, apesar da movimento de alta. Mas, embora o café mesmo com estimativas ainda apontan- melhora nas condições climáticas. Até o siga dentro de um traçado ascendente, Mercado de Fios do safra recorde global. Vale lembrar final da semana passada, os trabalhos o ambiente global é menos propenso à A movimentação nas vendas em que, antes de iniciar a colheita, os alcançavam 2,4% da área cultivada. alta dos preços. As chuvas chegaram outubro foi mais intensa. Os volumes estoques dos Estados Unidos estavam A produção argentina é estimada pela ao Brasil, o que alivia a tensão climática. negociados aumentaram substancial- bastante escassos. Com a colheita, Bolsa de Cereales em 11,5 milhões de Além disso, o Brasil já não está mente se comparados aos meses an- compradores voltaram ao mercado, toneladas, o que representaria aumento mais sozinho no mercado. A concorrên- teriores. Há uma maior procura por fios elevando a demanda, uma vez que os de 14% em relação à safra 2013/2014. cia deve aumentar, o que facilita a vida penteados no mercado, observando-se preços estavam atrativos quase que (Fonte: Agência Estado/Cepea Esalq) de quem compra. Colômbia, Centrais a falta deles, sendo que os preços des- os menores em quatro anos. (Fonte: e Vietnã apareceram como alternati- ses fios se mantiveram mais estáveis Cepea Esalq) vas à demanda. Também não dá para entre os concorrentes. menosprezar o momento econômico Já os fios open-end e cardado A chegada da chuva ao cinturão mundial. Embora os Estados Unidos continuam sendo ofertados a valores cafeeiro do Brasil mudou muito pouco deem sinais de recuperação da sua baixos, provocando grande disputa no Os preços do milho em Campinas o andamento dos preços do café. É que economia, a Europa, em especial, e momento da comercialização. (São Paulo/BM&F) voltaram a superar o mercado já havia precificado, anteci- o Japão, outros importantes destinos as cotações no Porto de Paranaguá, padamente, o retorno da umidade. E mundiais do café, vivem momentos o que não era visto desde meados de como não houve surpresa nem positiva, mais delicados. E isso leva, natural- junho. A demanda interna firme em nem negativa, o mercado resolveu con- mente, a uma maior cautela. Com isso, O mercado de rações está passan- um ambiente de incertezas quanto solidar o que tinha feito anteriormente. a demanda tende a ficar mais quieta e do por um período de forte competitivi- ao cultivo da safra de verão dá o tom A mudança no padrão climático, como trabalhar com estoques mais curtos. O dade, principalmente na nossa região, altista no interior. Ao mesmo tempo, os os meteorologistas estão anunciando, próprio retorno das chuvas alivia o efeito devido à abertura de novas fábricas. embarques em outubro podem ser os é um alívio, mas ainda restam muitas climático no curto prazo e colabora para Outro ponto que vem impactando no maiores desde novembro de dúvidas de qual o efeito real sobre as uma acomodação nos níveis de preços, resultado é a questão da variação cam- Já no interior do país, a alta se lavouras de café do Brasil com a che- com operadores aguardando alguma bial, o que ocasiona aumento de preços baseia no clima seco, especialmente gada tardia das chuvas. Uma coisa é novidade em torno da próxima safra de toda a cadeia de insumos utilizados no Sudeste e Centro-Oeste, e tam- certa, as chuvas melhoram a situação brasileira. Muitos dizem que só se terá na produção de rações, implicando no bém na demanda firme. A estiagem e estancam os prejuízos. A questão é uma noção mais clara para o começo repasse do referido aumento do preço pode atrasar o cultivo de verão e, por quanto se perdeu com o atraso das chu- de (Fonte: Safras & Mercado) de venda no mercado. consequência, o plantio do cereal de vas e com o déficit hídrico em As Concluindo, este está sendo um segunda safra 2014/2015. A maior pre- opiniões são díspares. Falam que o café ano de ajustes que, em determinados ocupação quanto à seca se concentra é uma planta sem-vergonha e que, momentos, os custos de matérias- nos estados de São Paulo e Minas por isso, reage muito bem a qualquer Algodão em Pluma -primas mantiveram-se elevados. Em Gerais. São Paulo é um dos maiores afago climático, mesmo que atrasado, A maior oferta de algodão em contrapartida, existiu, por parte do consumidores de milho do Brasil e, em o que pode trazer uma resposta acima pluma de baixa qualidade tem feito os mercado consumidor, pressão por re- condições normais, precisa comprar de do esperado. Outros, no entanto, fazem preços cederem. O mês de outubro dução de preços, o que gerou redução outros estados metade do cereal que um paralelo do momento climático atual registrou a menor média de preços das margens. consome. Neste ano, diante da crise com a geada de 1975, projetando per- hídrica, a necessidade de negócios das significativas para o próximo ano, 6

7 Como deve ficar o clima em dezembro na área de ação da COCARI? Confira as previsões para o próximo mês na área de ação da Cocari, no Paraná e em Goiás, dividida em regiões: Paraná O mês começa quente e só deve ficar mais instável a partir do dia 5. Entre os dias 10 e 20 terá sol, calor e chuva muito isolada e passageira. O restante do mês volta a ficar mais instável e sujeito a temporais. Deve chover mais do que a média. Região 1: Sarandi, Marialva, Mandaguari, Jandaia do Sul, Cambira, Kaloré, Marilândia do Sul, Marumbi, Itambé e Bom Sucesso Região 2: São Pedro do Ivaí, Borrazópolis, Faxinal, Cruzmaltina e Lunardelli Região 3: Rio Branco do Ivaí, Rosário do Ivaí e Ortigueira Goiás Os primeiros vinte dias do mês serão bem típicos de verão: sol entre muitas nuvens, tempo abafado e fortes pancadas de chuva. No restante do mês terá mais sol, mais calor e menos chuva. Deve chover mais que a média e a temperatura fica normal. Cristalina e Silvânia Campo Alegre de Goiás e Catalão As previsões climáticas são feitas usando técnicas estatísticas e físicas que não dão resultados exatos, mas mostram uma tendência, que tem apresentado um bom índice de acerto nos últimos anos. As decisões tomadas com estas análises devem sempre levar em consideração que os valores previstos não são verdades absolutas, e sim uma tentativa de modelar a atmosfera, para conseguir respostas que possam ser úteis aos tomadores de decisão. Fonte: Climatempo 7

8 Manejo Integrado de Pragas traz lucro ao produtor Embrapa e Emater lançaram na primeira semana de outubro, durante o treinamento de Manejo Integrado de Pragas (MIP), para cerca de 100 agrônomos na Embrapa Londrina, o documento Resultados do Manejo Integrado de Pragas na Safra 2013/2014 no Paraná, aplicado em 46 propriedades produtoras de soja do Norte, Oeste/ Sudoeste do Estado. O estudo, que avalia o impacto da utilização do MIP em Unidades de Referência (URs), conduzidas pela Emater/PR, está disponível para que agrônomos e extensionistas de todo Brasil consultem. Um dado surpreendente apresentado no estudo é a comprovação do prolongamento no tempo decorrido até a necessidade da primeira aplicação de inseticidas. Nas áreas em que se praticou o MIP, os produtores fizeram a primeira aplicação de inseticida com mais de 50 dias, enquanto que a média onde não se pratica o MIP é de 25 dias, diz o pesquisador Osmar Conte, da área de transferência de tecnologias da Embrapa, um dos autores do estudo. Esse fato, segundo o agrônomo da Emater e mestre em Entomologia, Fernando Teixeira de Oliveira, que também participou do estudo, é muito interessante para o ecossistema como um todo. Com a primeira aplicação tardia, após a fase de florescimento da soja, já não causa prejuízos à polinização e às abelhas, aponta. De acordo com Conte, a prática também levou a maior economia nos custos da produção. Em áreas tradicionais, sem MIP, as aplicações podem chegar a cinco, em média. Com MIP, foram necessárias 2,5 aplicações, esclarece. De acordo com ele, essa economia equivale a 2,5 sacas de soja por hectare. Não é que o produtor produziu mais, mas deixou de gastar. Menos custos é igual a mais lucro, avalia. Além disso, segundo o pesquisador, há o ganho ambiental, com menos veneno no meio ambiente, o que o torna mais saudável para o produtor e mais equilibrado. É onde entra o controle biológico natural, que é muito melhor para todos, diz. Para os pesquisadores, a oportunidade de publicar dados científicos que possam ajudar produtores de outros estados é muito interessante. Com o estudo, mostramos que é possível implantar boas práticas com grande vantagem para a produção, explica Oliveira. O Manejo Integrado de Pragas, segundo o pesquisador da Emater, foi introduzido no Brasil em 1975, quando se verificou que, para resolver problemas das pragas da soja, os produtores faziam de seis a sete aplicações de agrotóxicos. Passou-se o tempo, a prática caiu em desuso, voltou-se ao mesmo cenário de 1975, com o uso absurdo de inseticidas. A publicação é para ajudar a disseminar a prática, tentar refazer uma forma de cultivo mais sustentável, destaca. O coordenador do projeto grãos da Emater/PR, Nelson Harger, explica que o treinamento realizado com os agrônomos vai ampliar as ações do MIP no Estado, dentro do Plante Seu Futuro, programa de boas práticas de manejo rural, lançado no ano passado. As informações qualificadas vão fazer com que eles auxiliem os produtores nas tomadas de decisão referentes ao manejo de pragas no sistema da produção em que a soja participa, ressalta. O estudo sobre o MIP pode ser adquirido diretamente na Embrapa, pelo telefone (43) ou pelo Fonte: Jornal de Londrina Teve início a segunda fase da campanha contra febre aftosa Asegunda etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa, nos rebanhos bovinos e búfalos, vai de 1º a 30 de novembro. No Paraná, diferentemente da etapa do mês de maio, quando deveriam ser vacinados somente animais até 24 meses, nesta etapa serão vacinados todos os bovinos e bubalinos, independente da idade. Obrigatoriedade da vacinação e da comprovação A aquisição e aplicação da vacina contra a febre aftosa é de responsabilidade dos proprietários dos animais. A vacinação e a comprovação são obrigatórias, estando prevista em legislação estadual. Os produtores deverão fazer a comprovação no escritório da ADAPAR de sua cidade até o dia 30/11. A não vacinação ou não comprovação implica em multa mínima de R$ 752,80, podendo ser maior para rebanhos com mais de 10 cabeças, além de não poder transportar seus animais para qualquer finalidade. Em Goiás e Minas Gerais, apenas bois e búfalos com menos de 24 meses devem receber vacina nesta etapa. Colaboração: Detec Cocari 8

9 CTC apresenta resultados de experimentos Resultado do experimento de avaliação de híbridos da segunda safra 2014 no Centro Tecnológico Cocari Mandaguari Aanálise feita pelo CTC considerou o rendimento médio de O experimento foi instalado com espaçamento 0,60 m entre linhas, com adubação de 270 kg/ Foi realizado controle de pragas e doenças no início da cultura, com uma aplicação de fungicida metros de comprimento, e instaladas em um único bloco, com quatro repetições e delineamento grãos de milho de 18 ha do formulado e 100 no estágio V12, pré pendoamento. inteiramente casualizado. híbridos, fornecidos pelas empre- kg/ha de nitrato de amônia em As parcelas foram constituí- sas parceiras da cooperativa. cobertura 25 dias após o plantio. das de quatro linhas, com cinco Confira os resultados: Colaboração: João Batista Gonçalves Dias da Silva Engenheiro agrônomo do CTC 9

10 Atraso no plantio preocupa produtores na área de ação da COCARI Aespera pela chuva tem sido a principal preocupação dos produtores semeadura está concluída em 47% da área prevista. Em 2013, no mesmo período, a área plantada era de 59%. De acordo com o gerente de Bens e Fornecimento da Cocari, Jacy Cesar Fermino da Rocha, que esteve em Goiás, havia sido plantada, com 15% emergida. Em 2013, esse dado era de 55% da área plantada, com 35% emergida. Com isso, rurais em diversas regi- Na área da Cocari a situação é na região do Estado, considerando uma como ressalta Jacy, o milho safrinha que ões. Na área de ação da Cocari não é ainda mais crítica. Segundo o gerente área de 110 mil hectares de soja, dos teve incremento de plantio nesta região diferente. A estiagem prolongada atra- da Divisão Operacional da cooperativa, agricultores com os quais a Cocari atua, em 2013 começa a ser dúvida também sa o plantio da soja dentro do período Geraldo Semensato, a área de soja até o dia 10 de novembro, 30% da área para os agricultores de Goiás. indicado pelo Ministério da Agricultura, dos cooperados no Paraná correspon- Pecuária e Abastecimento (Mapa). Os de a 180 mil hectares e, comparado ao produtores que plantaram variedades ano passado, o atraso é muito signifi- precoces, entre setembro e outubro, cativo. No ano passado, no mesmo também sofrem. Eles plantaram no período, estávamos com 85% da área solo seco, aguardando a chuva, e plantada e germinada, e neste ano a chuva não veio. De acordo com o estamos com 50% plantada e em torno Departamento de Economia Rural do de 25 a 30% germinada, um atraso de Paraná (Deral), em todo o Estado a 30% de plantio, relata Semensato. Período de semeadura O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) definiu o Zoneamento Agrícola de Risco Climático para as culturas no Brasil, identificando os municípios aptos e os períodos de plantio com o menor risco climático para o cultivo, levando em consideração o tipo de solo, o ciclo da cultivar. No caso da soja, a recomendação para a região da Cocari no Paraná é a seguinte: os municípios de Marialva, Itambé, São Pedro do Ivaí, Lunardelli e Bom Sucesso têm a época recomendada de plantio entre os dias 21 de setembro e 31 de dezembro. Já os municípios de Mandaguari, Jandaia do Sul, Apucarana, Cambira, Marilândia do Sul, Ortigueira, Faxinal, Cruzmaltina, Jardim Alegre, Rosário do Ivaí e Rio Branco do Ivaí possuem a recomendação de plantio de 1º de outubro a 31 de dezembro. Para a região de Goiás, o Mapa define o Zoneamento Agrícola para a cultura da soja no período de 1º de outubro a 31 de dezembro. Têm plantas em momentos diferentes de desenvolvimento, porque a falta de chuva causa desuniformidade 10

11 Condição climática desfavorável Na avaliação de Jacy Cesar Fermino senvolvimento está aquém do esperado. Planta baixa e florescendo sementes, então floresce no período que seria normal de florescimento, às vezes até um pouco antecipado, e solta algumas esses milhos, em função do risco de geadas, reforça Geraldo Semensato. Sem falar em alguns cooperados que, provavel- da Rocha, a preocupação do agricultor é Em algumas lavouras, a planta vagens, acrescenta João Batista. Isso mente, terão de fazer replantio, então terão de que ele começa uma safra com uma está baixa, mas está florescendo. O afeta muito a produção. A planta não tem ainda mais prejuízo financeiro, lamenta o condição climática não muito favorável. engenheiro agrônomo responsável pelo tempo para recuperar, porque o relógio gerente da Divisão Operacional. As áreas que ele plantou, onde já emergiu, têm uma irregularidade na germina- Centro Tecnológico Cocari (CTC), João Batista Gonçalves Dias da Silva, explica biológico da planta tem data marcada para cada variedade. A planta fecha o ciclo e Vamos fazer a nossa parte ção, hoje nós temos plantas mais altas, o fenômeno. Diante da falta de água, morre, soltando as sementes ou não, O presidente da Cocari, Vilmar Se- plantas que germinaram em uma segunda as plantas ativam os mecanismos de conclui o engenheiro agrônomo do CTC. bold, comentou sobre o atraso no plantio chuva. Então, não começa uma lavoura bonita, adequada e, consequentemente, defesa. Para perder menos água, a folha fica mais espessa, os estômatos abrem Reflexos do atraso de soja na área de ação da cooperativa. Óbvio que temos consciência da aflição não terá uma produção favorável, e ele menos, os entrenós ficam mais curtos, e De acordo com Geraldo Semensato, dos nossos produtores de soja com o pro- já começa a se preocupar com relação a planta vai tolerando a falta de água, mas o atraso no plantio vai refletir automatica- longamento da estiagem que, combinada a isso, afirma Jacy. Para a situação dos isso provoca a diminuição do tamanho da mente na colheita, causando transtorno ao com as altas temperaturas registradas produtores não se complicar ainda mais, folha, esclarece o agrônomo. Mas o ciclo produtor na hora da entrega da produção. nas últimas semanas, começa a afetar a seria necessário chover regularmente pelo da cultura, que é de 130 dias, permanece Mas esse não é o único problema. O que soja que foi plantada, gerando, inclusive, menos 30 a 40 milímetros, assegura. o mesmo, observa. mais preocupa é o reflexo disso no milho a necessidade de avaliação técnica para Entre os produtores que anteciparam A planta não cresce, mas ela quer safrinha, destaca o gerente da Divisão eventual replantio em algumas áreas, além o plantio da soja, o que se observa nas se reproduzir, deixar descendentes, deixar Operacional. No ano passado a nossa de retardar o plantio em outras áreas, que lavouras é a total desuniformidade das colheita começou no início de fevereiro, e pode comprometer e/ou aumentar o risco plantas, também causada pela falta de o pico foi no final de fevereiro e início de no plantio do milho safrinha. Entretanto, chuva. Na mesma linha têm plantas com março. Neste ano ela vai se estender para sabemos que o produtor, como sempre o até três estágios de desenvolvimento, por- a segunda quinzena de março, detalha. fez, fará a sua parte, afinal, o clima ainda que a planta foi germinando em momentos Pode haver redução da área de milho é fundamental para o nosso negócio, e diferentes, de acordo com a umidade. safrinha. Muitos produtores podem migrar sobre ele não temos poder de mando. Na foto abaixo, temos uma lavoura da cultura do milho para o trigo, e outros Vamos fazer a nossa parte sem perder a plantada em pequena umidade. Algumas podem ficar no milho, mas sem investir fé, conclui Vilmar Sebold. plantas nasceram, e as outras só ger- toda a tecnologia que investiriam no ciclo minaram depois da chuva. Em algumas normal, argumenta o gerente. Com cer- regiões a chuva veio, tiveram outras que teza haverá uma redução de plantio de Redação da Cláudia não, por isso o panorama nas lavouras dos cooperados está bem parecido: o de- Soja plantada no CTC em 23 de setembro, plantio bem antecipado visando à safrinha de milho. A planta está baixa, mas está florescendo, para cumprir o ciclo safrinha e de investimento em tecnologia, devido ao período que vão ser plantados Comunicações & Eventos Foto da lavoura de soja em Aquidaban comprova a desuniformidade causada pela estiagem nas demais regiões da área de ação da cooperativa O engenheiro agrônomo responsável pelo CTC, João Batista Gonçalves Dias da Silva, simula a altura que a planta estaria, com ocorrência de chuvas regulares no período de germinação e desenvolvimento, comparando com a real situação No CTC, equipe da Cocari avalia as condições de desenvolvimento das lavouras de soja 11

12 A importância do intervalo entre lotes Nas edições anteriores do Informativo Cocari, vimos que as enfermidades apresentadas podem, literalmente, fazer o resultado final do lote despencar. Pretendemos continuar a elencar as principais delas. Nesta edição, iremos pedir especial atenção à importância do intervalo entre os lotes, etapa do manejo que, apesar de muito simples, acreditem, faz a diferença. Imediatamente após a saída do na cadeia. É nesta fase, portanto, que iremos começar a construir todos os elementos necessários para garantir o adequado desempenho zootécnico e alcançar o almejado resultado financeiro, pois garantir a sanidade do lote é tão importante quanto qualquer outra prática de manejo entre as fases de criação. Vale ressaltar que se entende por sanidade, qualidade ou virtude, um conjunto de condições que propiciam o bem-estar e a saúde da ave. Biosseguridade e saúde animal na indústria avícola O médico veterinário, doutor em Sanidade Animal, Luiz Sesti, sabiamente coloca algumas máximas de nosso dia a dia, velhas conhecidas nossas, e que são portadoras de singeleza, profundidade e realidade. Algumas delas dizem respeito e podem ser utilizadas diretamente com referência à Biosseguridade e Saúde Animal na indústria avícola. São elas: Vale mais a pena (e é sempre muitíssimo mais barato) prevenir do que remediar; O seguro morreu de velho; A construção de uma casa de 30 m ou de um edifício de 100 andares começa pela fundação; Uma caminhada de km começa com o primeiro passo. lote para abate começa o sucesso do O procedimento abordado neste comedouros; (teto, paredes, cortinados e equipa- resultado do próximo lote. artigo diz respeito à limpeza e à de- 3) Desmontar e suspender os mentos); Ao contrário do que alguns podem sinfecção do aviário, que tem como equipamentos; 11) Queimar novamente as penas; imaginar, o sucesso não começa no dia objetivo reduzir a quantidade de mi- 4) Utilização de cal, conforme 12) Fermentação da cama, caso em que é alojado o lote. É importante crorganismos e, consequentemente, o orientação técnica; necessário; destacar também que somente uma desafio a uma possível infecção do lote. 5) Retirada de toda a cama a cada 13) Desinfecção do ambiente com pinteira bem montada, qualidade de É imprescindível começar os pro- seis lotes, ou antes, sob recomendação o desinfetante fornecido pela empresa; pintainhos, qualidade da ração e bom cedimentos de limpeza imediatamente técnica; 14) Controle do cascudinho; manejo, não serão suficientes para ga- após a saída do lote para abate, pois o 6) Esvaziar, limpar e, preferencial- 15) Em caso de cama nova, utilizar rantir o resultado. Não é simples assim. tempo a ser contado após a desinfecção mente, lavar os silos de ração; sulfato de cobre, conforme recomenda- Existe um inimigo invisível que rouba com produto adequado é fator crucial. 7) Varrição do teto, paredes, telas, ção do técnico; parte do desempenho do lote. Existem vários protocolos e cada lonas e todas as áreas adjacentes; 16) Cortar a grama ao redor dos Nesta etapa, deve-se depositar empresa, de acordo com a sua realida- 8) Passar o lança-chamas na aviários e não acumular entulhos e pleno esforço e dedicação ao protocolo de, define o seu, mas um esquema bá- cama; sujeiras; das ações para garantir que diminua a sico de limpeza e desinfecção consiste 9) Intensificar o uso de raticidas, 17) Limpeza e organização geral concentração de microrganismos que em adotar os seguintes procedimentos pois, sem ração, facilita o controle de das áreas externas. se multiplicaram no interior do aviário, (não necessariamente nesta ordem): roedores, que são transmissores de no transcorrer do lote anterior, e que 1) Retirada de todas as aves mor- doenças, inclusive ao homem; * Em hipótese nenhuma se deve podem causar doenças, com conse- tas que sobraram; 10) Lavagem do aviário com água, manter aves vivas remanescentes de quente prejuízo a todos os envolvidos 2) Retirada dos restos de ração dos sob pressão, com sabão líquido neutro lotes anteriores na propriedade. 12

13 Importante Um procedimento obrigatório é a limpeza interna dos silos de ração. Essa limpeza deverá ser realizada sempre, em todo intervalo entre lotes. De preferência, lavar com água sob pressão, pois o acúmulo e incrustação de ração nas paredes predispõem à contaminação, inclusive por toxinas de fungos, podendo acarretar enfermidade ao lote, além de prejudicar a qualidade da ração que será depositada e diminuir a vida útil do silo. Considerações finais A avicultura brasileira moderna está envolvida por um sistema muito dinâmico, de forma que a ação conjunta, essencialmente do manejo, da nutrição, da genética e sanidade lançam o Brasil como um dos principais produtores e exportadores desta valorosa fonte de proteína animal. No entanto, o crescimento acelerado da produção avícola, utilizando- -se de tecnologias, expôs as aves a condições extremas de criação, e força a indústria avícola a aprimorar cada vez mais um programa de biosseguridade. Dentro deste programa está a importantíssima etapa de limpeza e desinfecção do aviário, assumindo, assim, papel fundamental na produção de qualidade. Por isso, esta etapa deve ser utilizada como uma ferramenta fundamental para assegurar a saúde das aves, assim como agregar valor e garantir a comercialização do nosso produto no mercado interno e mundial. Literatura consultada: Biosseguridade em Granjas de Frangos de Corte: Conceitos e Princípios Gerais. Luiz Sesti, Méd. Vet., MSc, PhD. V Simpósio Brasil Sul de Avicultura Chapecó, SC Brasil, Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento. Instrução Normativa nº 36, de 7 de dezembro de 2012, que altera a Instrução Normativa nº 56 de 4 de dezembro de Produção de Frangos de Corte. Ariel A. Mendes, Irenilza de A. Naas, Marcos Macari. Facta, p. Colaboração: Fomento Avícola Jaime Scardoelli Filho Médico veterinário 13

14 Produção de silagem de alta qualidade de sorgo Acultura de sorgo tem sido utilizada no processo de ensilagem, principalmente por sua possível quando a cultura é submetida a manejo adequado e, especialmente, pela qualidade da silagem produzida, sem uso de aditivo para tentes no mercado, na sua maioria, também apresentam alta estabilidade de produção, alta resistência à estiagem, alta qualidade de forra- porte acima de 2,50 metros. Em um ciclo de 90 a 100 dias atingem o ponto de grãos leitosos/pastosos, que é ideal para ensilagem, e têm facilidade de cultivo, altos rendimen- estimular a fermentação. gem com baixo custo de produção e um excelente padrão fermentativo. tos, tolerância à seca e capacidade O pesquisador da Embrapa alto potencial de produção de massa Nesse estádio, a porcentagem de de explorar grande volume de solo. Milho e Sorgo, de Sete Lagoas-MG, verde (média de 50 t/ha). Quando grãos na massa é de 30 a 40% da Também apresenta um sistema especialista em melhoramento de os híbridos são adaptados para matéria seca e a silagem é de alta di- radicular abundante e profundo e sorgo, José Avelino Santos Rodri- produção de forragem, em diversos gestibilidade (cerca de 60% DIVMS) permite cultivar a rebrota. Isso é gues, ressalta que os híbridos exis- sistemas de produção, apresentam e alto teor protéico, com média de Recomendações para o plantio e a colheita do sorgo Preparo do solo É importante que haja um bom contato da semente com o solo para que se obtenha uniformidade de germinação e emergência. Nos sistemas tradicionais, envolvendo aração e gradagens, deve ser dada atenção à gradagem para haver a quebra dos torrões do solo. O sistema de plantio direto agrega vantagens comparativas aos sistemas convencionais, uma vez que é revolvida apenas uma pequena parte da superfície do solo, deixando o restante protegido pela palhada. Assim, além de contribuir para a redução da erosão, promove a conservação da umidade do solo e ajuda no controle das plantas daninhas. Densidade de plantio No plantio do sorgo, é importante regular a densidade de plantio. A densidade ótima, que promoverá o rendimento máximo da lavoura, varia basicamente com a cultivar e com a disponibilidade de água e de nutrientes. A recomendação de densidade de sorgo forrageiro pode variar de 100 a 200 mil plantas por hectare na colheita. Associado à densidade de plantio está o espaçamento entre fileiras. No Brasil, o espaçamento mais utilizado é 70 cm, mas verifica-se uma tendência de se utilizar cada vez mais os espaçamentos reduzidos. Profundidade de plantio A semente do sorgo é pequena. Por isso é necessário realizar o plantio mais superficial, a uma profundidade de 3-5 cm. O solo deve estar bem preparado, para facilitar a emergência das plântulas. Época de plantio A semeadura ocorre entre setembro e novembro, dependendo da época de início das chuvas. A produtividade é, provavelmente, mais elevada quando as condições do tempo permitem o plantio em outubro. O sorgo é uma espécie de dias curtos, ou seja, quando o plantio é realizado mais tardiamente pode haver efeito de fotoperiodismo, que reduz, principalmente, o porte da planta e afeta a produção de matéria seca total. Em plantios feitos a partir de meados de dezembro já pode ocorrer a redução no porte da planta, dependendo da cultivar utilizada. Época de colheita para silagem O conteúdo de matéria seca desempenha um papel fundamental na confecção de silagem: aumenta a proporção de nutrientes, facilitando os processos fermentativos, e diminui a ação de microrganismos responsáveis pela produção de ácido butírico e degradação da fração protéica, fato que ocasiona a redução do valor nutricional da silagem. Quanto maior a umidade, menor será o ph limite para inibir esse crescimento. Silagens muito úmidas são pouco desejáveis porque reduzem o desempenho do animal, em razão do menor consumo voluntário. Isso ocorre mesmo se houver níveis adequados de carboidratos solúveis para promover fermentação lática. Silagem com menor teor de umidade tem menor custo de transporte, pois cada carreta leva maior quantidade de matéria seca. Silagens com alto teor de umidade produzem maior quantidade de efluentes, que são responsáveis pela perda de nutrientes de alta digestibilidade. A produção de efluentes é reduzida com o aumento do teor de matéria seca, chegando, em condições normais, a níveis próximos de zero, quando o teor de matéria seca chega a 30%. Silagens com alto teor de matéria seca têm grande tendência à produção de calor e crescimento de fungos por causa da dificuldade de compactação e exclusão do oxigênio. Além disso, o material mais seco, por ter menor calor específico, sofre aumento de temperatura maior com a mesma quantidade de calor produzido pela fermentação. Por isso, as perdas pelo calor são maiores em materiais mais secos. Híbridos de sorgo no estádio de grão leitoso normalmente apresentam maiores coeficientes de digestibilidade da porção fibrosa. No entanto, o rápido aumento da proporção de grãos, e consequentemente de amido altamente digestível, que ocorre com o amadurecimento, compensa a diminuição da digestibilidade da porção fibrosa, mantendo inalterada a digestibilidade da matéria seca. Fonte: Sandra Brito Embrapa Milho e Sorgo 14

15 8% de proteína bruta, afirma. planta. A porcentagem de panícu- José Avelino explica que vá- las decresce a uma taxa menor nos rias plantas forrageiras, anuais ou híbridos de porte baixo ou médio, perenes, podem ser ensiladas, e passando a diminuir a uma taxa entre elas o sorgo e o milho são as maior naquelas cultivares de porte culturas mais utilizadas. A silagem muito alto. O inverso ocorre em de sorgo tem custo de 5 a 15% mais relação à porcentagem de colmos. barato do que a silagem de milho. A porcentagem de folhas decresce Porém, o valor nutritivo da silagem com a elevação da altura, porém, a de sorgo é, aproximadamente, 10% uma taxa menor e constante, diz mais baixo do que a de milho. A José Avelino. cultura de sorgo tem elevado poten- O especialista acrescenta que a cial de produção e boa adequação à digestibilidade das partes da planta mecanização. Para ter bons resulta- (colmos, folhas e panículas) tem dos, o produtor deve ter o cuidado influência marcada sobre a digesti- de ensilar o sorgo no estádio leitoso/ bilidade da planta total. Existe acen- nutritivo, e tem participação muito pastoso, pois quando ensilado no tuada variação dentro de cada parte grande na elevação da porcentagem estádio de grão farináceo podem entre os diversos híbridos. Isso su- de matéria seca da massa ensilada, ocorrer perdas significativas de gere a possibilidade de melhorias no em função do seu menor conteúdo grãos pelas fezes dos animais que valor nutritivo por meio da seleção de água. Além disso, o aumento do se alimentam com ele, orienta. de genótipos com melhor equilíbrio, teor de matéria seca da panícula, Qualidade e pela seleção de linhagens de maior digestibilidade das partes da planta. durante a maturação, é o maior responsável pela queda da umidade da De acordo com o pesquisador, José Avelino afirma que a maior planta total. a produtividade de matéria seca de sorgo forrageiro está geralmente correlacionada com a altura da porcentagem de panículas contribui para o aumento na qualidade da silagem, em função do seu melhor valor Colaboração: Detec Cocari José Gustavo Monteiro Minguetto Médico veterinário

16 Sistema OCB fala das expectativas para o novo governo Nossa expectativa em relação ao novo governo que a presidente reeleita Dilma Rousseff fará pelos próximos quatro anos é de que o da economia brasileira e pela união. Disputa acirrada Foi uma disputa muito acirrada. Ao longo de toda a apuração foi possível ver superintendente, Renato Nobile, entregou a Dilma Rousseff, em mãos, o documento Propostas do Cooperativismo à Presidência da República, com horizonte entre 2015 e A entrega ocorreu em e que reflete os anseios do cooperativismo em torno dos principais desafios e oportunidades, perante o poder público. Importância cooperativismo seja considerado, tanto que o Palácio do Planalto foi disputado Minas Gerais. O documento reúne as Neste breve encontro com a por ela quanto por sua equipe, como um voto a voto. Com o resultado apertado, necessidades prementes, listadas em presidente, tivemos a oportunidade de instrumento de desenvolvimento socioe- Dilma deve ter em mente que quase um processo de construção participativa reforçar a importância das cooperativas conômico alternativo e economicamente metade do eleitorado deseja mudanças viável. Com esta frase, o presidente do e ela precisará ficar atenta para atender Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, aos seus anseios, comenta Márcio iniciou sua análise sobre o resultado do Freitas. segundo turno das eleições, ocorrido dia 26 de outubro. Análise Expectativa A intenção da análise do segundo turno das eleições, feita pelo Sistema A expectativa das cooperativas OCB, é subsidiar as lideranças coope- brasileiras, representadas pelo Sis- rativistas com um leque de informações tema OCB, vem ao encontro do dis- relevantes sobre o cenário político com curso da própria presidente reeleita, o resultado final do processo eleitoral. proferido quando soube do resultado das urnas. Segundo ela, seu próximo Propostas governo deve ser marcado pelo di- No dia 22 de outubro, o presidente álogo com os mais diversos setores do Sistema OCB, acompanhado pelo 16

17 Macrotemas As propostas foram compiladas em ações e demandas que merecem a atenção da Presidência da República, e estão divididas em seis principais macrotemas: 1 - Reconhecimento da importância econômica e social do cooperativismo Obter a compreensão pelo poder público do papel do cooperativismo como modelo econômico sustentável, capaz de aprimorar as políticas de inclusão social e de geração de renda, fortalecendo seu papel como parte da agenda estratégica do país. 2 - Ato cooperativo e simplificação da carga tributária Compreender a necessidade de um tratamento tributário adequado ao ato cooperativo, que atenda às especificidades da natureza jurídica das sociedades cooperativas, que têm sofrido com a bitributação, em desacordo com o princípio da capacidade contributiva. 3 - Modernização da lei geral das cooperativas Atualizar a Lei nº 5.764/1971, adaptando-a as necessidades atuais das sociedades cooperativas, com a criação de mecanismos institucionais de relevância, tais como o certificado de crédito cooperativo, o procedimento de recuperação judicial de cooperativas e a previsão legal da existência da categoria econômica cooperativista. 4 - Acesso a crédito e linhas de financiamento público pelas cooperativas Ampliar e adequar as linhas de financiamento público para o investimento, custeio e capital de giro das cooperativas, permitindo que estas ampliem a estrutura do seu negócio e se fortaleçam por meio da economia de escala. 5 - Segurança jurídica e regulatória para o cooperativismo Garantir maior clareza nos critérios adotados pelos órgãos reguladores e de fiscalização das atividades cooperativas, reconhecimento da categoria econômica cooperativista para fins sindicais e ajuste dos marcos regulatórios setoriais de cooperativas em diversos ramos, de modo que tragam um ambiente de segurança jurídica adequado ao desenvolvimento do cooperativismo. 6 - Eficiência do Estado e gestão pública Ampliar a eficiência do Estado diminui prejuízos sociais e econômicos, tendo como resultados mensuráveis a melhor utilização dos recursos públicos, a oferta de serviços públicos de boa qualidade à sociedade, bem como a redução da carga tributária. Fonte: Informe OCB Para ler a íntegra do documento, acesse: para a economia brasileira. Nós acreditamos que o reconhecimento do setor como ferramenta de desenvolvimento socioeconômico deve começar por ela, presidente da República. Só assim as cooperativas poderão contribuir ainda mais com o crescimento da família brasileira, avalia Márcio Freitas. Ideia A ideia do Sistema OCB em apresentar um documento aos principais candidatos à Presidência da República nasceu em abril deste ano, durante a Assembleia Geral Ordinária da Organização das Cooperativas Brasileiras, que foi prontamente encampada e apoiada pela Diretoria da entidade. Iniciou-se, então, o trabalho de coleta das demandas mais urgentes junto às Unidades Estaduais e diversos dirigentes do setor, compilando-as em seis macrotemas. Segundo turno em Goiás O candidato do PSDB, Marconi Perillo, foi reeleito governador de Goiás no segundo turno. O tucano obteve 57,44% dos votos válidos, ou votos, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), derrotando o candidato Iris Rezende (PMDB), que obteve 42,56% dos votos válidos, ou votos. O governador reeleito nasceu no dia 7 de março de 1963, em Goiânia. Ainda na infância mudou com a família para Palmeiras de Goiás, onde viveu até os 15 anos, quando retornou para a capital. Ele se formou como bacharel em Direito e ingressou na carreira política como discípulo do ex-governador Henrique Santillo, de quem foi assessor especial. Fonte: TSE 17

18 Colaboradores e cooperados comemoram em grande estilo a conclusão do MBA em Gestão de Cooperativas Com abraços de familiares, amigos e da Diretoria da Cocari, cooperados e colaboradores comemoraram, dia 31 de outubro, o encerramento do curso de MBA em Gestão de Cooperativas, promovido por meio da parceria entre a Cocari, Sescoop/PR, Sistema Ocepar e Fundação Getulio Vargas. O curso, cujas aulas ocorreram de 14 de junho de 2012 a 29 de agosto de 2014, representou um desafio para o sistema cooperativista, e o grupo que se forma entra para a história do cooperativismo do Paraná e do Brasil. Há aproximadamente 15 anos a Cocari investe na formação de seus colaboradores. Já o MBA reúne colaboradores e cooperados, o que torna a Cocari uma referência, sendo a primeira cooperativa do Brasil a investir na formação de sua linha sucessória, com gestão profissionalizada. Saudação aos diplomados José Roberto Ricken foi o primeiro a saudar os 35 formandos. Uma saudação especial aos diplomados. Parabéns. Nós tivemos aqui um propósito, eu acho que foi cumprido plenamente. Mesa de Honra Houve coerência de cada um para se aprofundar nos temas, tivemos a constância, e vocês chegaram aqui. Então parabéns, e o Sistema Cooperativo do Paraná está muito orgulhoso desse trabalho que vocês fizeram aqui, salientou o superintendente do Sistema Ocepar. Primeira turma de especialistas É uma conquista importante para cada um de vocês individualmente, para o grupo em conjunto e para a A Mesa de Honra foi composta pelo presidente da Câmara Municipal, Jocelino Tavares, o vice-presidente do ISAE, Roberto Pasinato, representando a FGV, o superintendente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o presidente da Cocari, Vilmar Sebold, o vice-presidente, Dr. Marcos Trintinalha, além do prefeito de Mandaguari, Romualdo Batista. Cocari, que hoje tem a primeira turma de especialistas pós-graduados em Gestão de Cooperativas, destacou Ricken. Eu gostaria de parabenizar e cumprimentar também aos diretores Vilmar e Marcos por essa iniciativa, ressaltou. Nós tivemos a oportunidade de discutir esse projeto, o Sescoop teve a oportunidade de participar do apoio financeiro para que fosse possível realizá-lo, acrescentou, agradecendo também ao ISAE/FGV, destacando a importante parceria, principalmente na área de pós-graduações. Diferenças Ricken falou dos pontos que diferem as cooperativas das empresas. A Gestão de Cooperativas é um pouco diferente do que Gestão de Empresas. Um presidente de uma cooperativa citou, um tempo atrás, que a cooperativa, mesmo no momento de crise, consegue realizar o que as empresas realizam, tem resultados, apesar das dificuldades, mas não conhecemos nenhuma empresa que consegue funcionar como uma cooperativa. Isso demonstra que a sociedade cooperativa é muitas vezes José Roberto Ricken parabenizou aos diplomados pela conquista e à Cocari pela iniciativa do MBA reunindo cooperados e colaboradores mais moderna e mais complexa do que uma empresa, comentou. Misto de emoções O presidente da Cocari, Vilmar Sebold, falou da emoção que o momento representa. É um misto de emoções. Olhando para vocês, de grande parte eu conheço a história dos últimos 15 anos muito de perto, algumas pessoas já tinham se acomodado, tinham terminado o segundo grau e achavam que estava bom. E de uma hora para outra, viram uma nova oportunidade, uma nova expectativa, um novo mundo, apontou. E vocês, agora diplomados, não sabem o orgulho que nos dão, porque temos certeza de que, do conhecimento, do entendimento vem a sabedoria, 18

19 Vilmar Sebold cumprimentou os formandos pelo empenho e falou do orgulho que a formação representa para a Cocari que é o passo seguinte. Não existe pessoa que consiga ser sábia sem conhecer o assunto, sem dominar aquilo que está fazendo, enalteceu. Merecedores Sebold destacou o importante apoio das famílias dos colaboradores e cooperados durante o curso e a dedicação de cada formando para acompanhar os estudos. Dois anos dessa turma toda se dedicando, mas não só sextas e sábados, eu sei que a consequência é uma semana inteira, porque tem que fazer pesquisa, o povo tem que estudar, e colocar, muitas vezes, filho em segundo plano para poder se dedicar e acompanhar. Então, vocês são merecedores disso, reforçou Sebold. Todo agradecimento do mundo às famílias, que souberam entender, mas parabéns, porque vocês construíram para suas vidas, afirmou. Agradecimento à Ocepar Agradecimentos especiais foram dirigidos à Ocepar. Ricken, obrigado por acreditar, disse Sebold, reportando-se ao superintendente da Durante a solenidade, o contador José Luiz Capel foi homenageado pelos 40 anos dedicados à Cocari instituição. Quando nós levamos essa ideia dentro da Ocepar, apresentamos um plano que era muito diferente, que era unir associado e colaborador de cooperativa numa única turma, para poder nivelar, porque nós não somos eternos, somos passageiros, e a grande responsabilidade nossa é pela perenidade da empresa, é formar sucessores, reforçou Vilmar Sebold. Sempre será sagrado o direito do associado escolher quem será o seu gestor, isso está assegurado na lei, do mesmo jeito que aos diretores é assegurado o direito de escolher os seus gerentes, os seus gestores, mas para isso precisa ter base, precisa ter conhecimento, reafirmou. Novo MBA O presidente da Cocari aproveitou o momento para sinalizar ao superintendente da Ocepar sobre um novo MBA. Já está na minha mesa, para eu conversar com o Ricken logo, para não perder o embalo, a seleção de um curso para um novo MBA. Ainda não sabemos a escola, não sabemos qual a origem, mas o molde é esse, de novo entre associados e colaboradores. O grande desafio nosso é que, em algum momento, nós tenhamos um Conselho de Administração que conheça profundamente seus gestores, e que tenhamos gestores que conheçam profundamente os seus membros do Conselho de Administração. Mas, fundamentalmente, que eles tenham paridade de conhecimento, que eles tenham paridade de experiência porque a empresa só tem a ganhar, disse Vilmar Sebold. Agradecimento à FGV Quero agradecer ao ISAE, por meio da parceria com a FGV, pela oportunidade que nos foi oferecida de trazermos doutores e pós-doutores do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Curitiba, das mais diversas regiões, para vir para uma cidade do porte de Mandaguari, ensinando pessoas, e nós também transmitindo nossa experiência para eles, finalizou o presidente da Cocari. Ana Claudia Batista Ribeiro ressaltou que os sonhos motivaram a turma do início ao fim do MBA Sonhos nas nuvens Representando os diplomados, a supervisora de RH, Ana Claudia Batista Ribeiro, começou seu pronunciamento com uma citação de Shakespeare: Se seus sonhos estão nas nuvens, eles estão no lugar certo. Agora cabe a você construir os alicerces. No início de nosso MBA era como se o sonho da formatura estivesse nas nuvens. E podem ter certeza, estava, disse Ana Claudia. Vencemos muitos obstáculos, compartilhamos momentos que nos cativaram fortemente a alma, vivemos a importância de aprender e ensinar reciprocamente, o valor de discutirmos ideias a ponto de discordarmos de nós mesmos, se é que isso é possível. A habilidade de conviver com a divergência de opiniões ou de interesses, e ainda uma coisa bastante valiosa, mágica, rica, que levaremos conosco para o resto de nossas vidas: o conhecimento! Parceiros fundamentais Ana Claudia agradeceu à Cocari, e estendeu os agradecimentos ao Sescoop e Ocepar. Parceiros fundamentais que acreditaram, apoiaram e abraçaram essa ideia junto com a Cocari. E também à FGV/ISAE. Aos mestres da FGV/ISAE, que mais do que conhecimentos, partilharam conosco experiências vividas. Enfim, agradecemos a todos que, de uma forma ou de outra, foram essenciais para a nossa conquista, acrescentou. Ela finalizou falando de sonhos. Que essa formatura represente em nossas vidas a reafirmação do alto grau de comprometimento que temos para conosco, para com a sociedade e para com nossos novos sonhos, concluiu Ana Claudia. Intensidade dos momentos O diretor executivo da Cocari, João Carlos Obici, integrante da turma que se formava, iniciou sua mensagem com uma citação de Fernando Pessoa: O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis. Essa frase de Fernando Pessoa retrata bem o importante momento pelo qual estamos passando, enfatizou João Carlos Obici falou das experiências adquiridas e da intensidade dos momentos divididos com os colegas de curso 19

20 João Carlos. Vivemos intensamente muitos momentos alegres, produtivos, positivos e inesquecíveis. Momentos esses que, sabemos, permanecerão em nossas vidas, como uma marca muito agradável em nossos corações, acrescentou. Todas essas experiências serão proveitosas para enriquecer nosso aprendizado como seres humanos e servem de modelo para o que devemos e o que não devemos repetir, assegurou. E em nome da turma, João Carlos Obici finalizou falando do orgulho que o momento traz a cada um. Nossa formatura é um momento de orgulho em nossas vidas, mais um acontecimento feliz e inesquecível, abrilhantado por momentos de profundo contentamento, alegrias e grandes esperanças para o futuro, encerrou. Redação da Cláudia Comunicações & Eventos Ana Claudia presenteou o superintendente da Ocepar, José Roberto Ricken, e o presidente da Cocari, Vilmar Sebold, com caricaturas da turma, feitas por Roberval Simões Rodrigues 1ª Turma de MBA em Gestão de Cooperativas - Cocari Alessandro Aurélio Ribeiro Alex Henrique Castanho Ana Claudia Batista Ribeiro Anderson Emanuel Batalini Antonio César Luppi Antonio Marcos Sossai Claudemir Barbosa da Silva Dolglayr de Oliveira Constantinov Edson Hiroki Tateyama Eliander de Souza Mendonça Eliezer Sigueo Takahashi Luciano Éric Heil Araújo Eudes Herno Bernardes Evaldo Luiz Bortolasci Ewerton Pontara Cavazzana Fernando Canale Flávio Fantachole Gilberto Hideki Tateyama Hevaldo Bispo Vieira João Carlos Obici José Eduardo de Carvalho Martinez José Perassoli Sobrinho Juliano Trintinalio Leonardo Celini Fragal Milene Villa Real Andrade Milton Jorge Dariva Milton Luiz Campana Miquéias Tagliari Renato Frederico dos Santos Ricardo Taliari Roberval Simões Rodrigues Robson Fernando Sebold Thiago Farinacio Capel Valdeci Aparecido Mazaron Waldemar Leandro Renzi Pimentel 20

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