Maria da Encarnação Perez Requejo da Costa AVALIAÇÃO DE UM PROGRAMA DE PROMOÇÃO DE SAÚDE BUCAL EM BEBÊS E PRÉ-ESCOLARES NO

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1 Maria da Encarnação Perez Requejo da Costa AVALIAÇÃO DE UM PROGRAMA DE PROMOÇÃO DE SAÚDE BUCAL EM BEBÊS E PRÉ-ESCOLARES NO MUNICÍPIO DE CARMO DE MINAS MG. Rio de Janeiro Brasil 2002

2 Faculdade de Odontologia Universidade Federal do Rio de Janeiro Doutorado em Odontologia (Odontopediatria) AVALIAÇÃO DE UM PROGRAMA DE PROMOÇÃO DE SAÚDE BUCAL EM BEBÊS E PRÉ-ESCOLARES NO MUNICÍPIO DE CARMO DE MINAS MG. Maria da Encarnação Perez Requejo da Costa Orientador: Profº Dr. Roberto Braga de Carvalho Vianna Doutor em Odontologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro Rio de Janeiro Brasil 2002

3 ii AVALIAÇÃO DE UM PROGRAMA DE PROMOÇÃO DE SAÚDE BUCAL EM BEBÊS E PRÉ-ESCOLARES NO MUNICÍPIO DE CARMO DE MINAS MG. Maria da Encarnação Perez Requejo da Costa Tese submetida ao corpo docente da Faculdade de Odontologia da Universidade do Rio de Janeiro UFRJ, como parte dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutora em Odontologia (Odontopediatria). Aprovada por: Prof. Dra. Laura Primo Professora Adjunta da FO UFRJ/UVA Prof. Dra. Eliana Bastos Professora Adjunta da FO UFRJ Prof. Dra. Vera Soviero Coordenadora do Curso de Especialização em Odontopediatria da FO - UNESA Prof. Dr. José Massao Miasato Coordenador do Curso de Especialização em Odontopediatria da UNIGRANRIO Prof. Dra. Maria Elisa Ramos Professora Adjunta da FO UERJ Orientador Prof. Dr. Roberto Braga de Carvalho Vianna Prof. Adjunto da FO UFRJ e Coordenador do Curso de Especialização em Odontopediatria da UVA

4 iii FICHA CATALOGRÁFICA COSTA, Maria da Encarnação Perez Requejo da Costa Avaliação de um programa de promoção de saúde bucal em bebês e pré-escolares do Município de Carmo de Minas MG/ Maria da Encarnação Perez Requejo da Costa. Rio de Janeiro, UFRJ/Faculdade de Odontologia, xxiii, 224 p. Tese (Doutorado) Universidade Federal do Rio de Janeiro, Faculdade de Odontologia, Cárie dentária Tese. 2. Programas Tese. 3. Hábitos maternos- Tese. 4. Dieta Tese. I. Título. II. Tese (Doutorado UFRJ/Faculdade de Odontologia).

5 iv Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão bom... Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda... Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos... Que eu não perca a vontade de SER GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno... E acima de tudo... Que eu jamais me esqueça que DEUS me ama infinitamente, que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois... A VIDA É CONSTRUÍDA NOS SONHOS E CONCRETIZADA NO AMOR! (Francisco Cândido Xavier)

6 v Agradecimentos especiais A Deus... que torna tudo possível, e que me fez acreditar que a fé é o tempero para o desempenho de um bom trabalho. Obrigada, Senhor, por me permitir realizar tantos sonhos, e por fazer que eles se tornassem realidade!... A Nossa Senhora das Graças, que acompanhou nosso trabalho, iluminando as crianças, as mães e nossa equipe. Obrigada, Senhora, por olhar por meus filhos durante esta jornada!... Ao meu marido Cleber, por seu apoio, tanto na vida pessoal, como profissional. Por ter paralisado algumas etapas da sua vida, permitindo que eu cumprisse as minhas. Foi bom contar com seu carinho e compreensão. Aos meus filhos Victor e Vivian, pela fonte de inspiração permanente. Voces são o amor da minha vida. Aos meus pais, Antônio, Juana (in memorian) e Lola (in memorian), pelo incentivo, amor e confiança que foram transmitidos durante toda a minha vida. A minha família, por me fazer acreditar que eu era capaz. Às crianças e mães, que permitiram e participaram da realização deste trabalho, deixando que nós entrássemos em seus lares e em suas vidas. Ao Professor Dr. Roberto Vianna, meu Orientador, que acompanhou a minha formação acadêmica, servindo de exemplo de dedicação e capacidade. Pelas experiências vividas durante todo o meu caminho universitário. Sinto-me honrada por ter sido sua aluna, sua amiga e agora, sua orientanda. Ao Professor Thomáz Chianca, que acompanhou meu trabalho arduamente, ensinando, corrigindo, dando opiniões, e fazendo com que eu crescesse profissionalmente. Sem seu apoio, certamente esta pesquisa não teria acontecido.

7 vi Ao Professor Dr. Roberto Wilhelm, por acreditar na minha capacidade e ter dado o primeiro impulso a minha carreira acadêmica. À amiga Sheyla, que foi mais que uma simples anotadora na minha tese, estando presente em cada passo deste estudo. Sua ajuda foi fundamental na realização deste trabalho. À amiga Glícia, pela imensa colaboração neste trabalho, ajudando, não somente na parte técnica, mas diminuindo a distância que separava a equipe da comunidade, principalmente na Zona Rural. Sem sua ajuda seria muito difícil a realização desta pesquisa. Aos amigos Sheyna, Antonio e Dulce, pela valiosa acolhida e pelo carinho com que nos receberam.

8 vii Agradecimentos À Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e a todos os professores da Disciplina de Odontopediatria, em especial à Profª. Dra. Ivete Pomarico de Souza, Profª Dra. Eliana Pinheiro dos Santos Bastos, Prof. Dr. Rogério Gleiser, Profª Dra. Laura Guimarães Primo, Profª. Dra. Adriana Modesto, Prof. João Farinhas, Profª Maria Bárbara, Profª Áurea Simone, Prof. Marcelo Castro Costa, Profª. Denise Noce, Prof. Dr. Wilson Portela, Prof.ª Liana Amado Castro, Profª Dra. Luciane Kople Maia. Foi gratificante conviver com tantas pessoas, aprendendo não só os fundamentos da Odontopediatria, mas também os princípios das relações humanas. Aos funcionários do Departamento de Odontopediatria da FOUFRJ, em especial à Mere, que faz os dias caminharem mais rápido, mostrando sempre o lado otimista da vida. À Andréa e Neide, pelas conversas agradáveis todas as manhãs. A Robson, Regina e Zezé, pelo bom convívio e ajuda que prestam todos os dias. Aos funcionários da Rede CEDROS, em especial, ao João, Luiza e Marilda, pelo carinho e ajuda que sempre me ofereceram. Aos alunos de graduação e pós-graduação da UFRJ e UGF, pela convivência e conhecimentos adquiridos. Aprendi mais do que ensinei. Aos funcionários da UGF, em especial, Luis, Rose e Eurídice, pela ajuda prestada todos os dias, sempre com boa vontade e paciência. Aos Professores da UGF, pelo convívio e amizade que pudemos compartilhar por estes 16 anos, em especial ao Prof. Dr. Mario João, Prof. Rogério Galvão e Prof. Germano Villaria.

9 viii Às amigas Rosana Leonel, Patrícia e Ana Lúcia, por incentivarem a realização deste trabalho, e por permitirem que a jornada de trabalho fosse mais agradável, através do companheirismo e amizade. Às amigas especiais, com as quais convivo muitos anos, considerando-as minhas irmãs. Lucinha, Fátima e Sheyla, não tenho palavras para agradecer por tanto carinho e felicidade que vocês me proporcionaram e continuam proporcionando. Que bom tê-las como amigas!... Ao Prof. Dr. Urubatan Vieira de Medeiros, Coordenador do Curso de Doutorado em Odontologia da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, pela capacidade e carinho com que exerce esta função, fazendo com que o Curso adquira, o reconhecimento geral da Comunidade Acadêmica Odontológica. Ao Prof. Ronir Raggio Luiz, pela constante disponibilidade, ajudando nos esclarecimentos estatísticos desta pesquisa.

10 ix RESUMO COSTA, Maria da Encarnação Perez Requejo. Avaliação de um programa de promoção de saúde bucal em bebês e pré-escolares no Município de Carmo de Minas, MG. Orientador: Roberto Braga de Carvalho Vianna. Rio de Janeiro: UFRJ/Faculdade de Odontologia, Tese (Doutorado em Odontologia Odontopediatria). O objetivo deste estudo foi avaliar um Programa de Promoção de Saúde Bucal, baseado em métodos educativos e preventivos, em crianças de 06 a 60 meses, residentes na zona urbana e rural do Município de Carmo de Minas M.G., cuja água de abastecimento não é fluoretada. Para isso, foram observadas suas condições bucais de seis em seis meses durante dois anos, enquanto durou o PROGRAMA. Após aprovação do Comitê de Ética do NESC/UFRJ, as crianças e suas famílias foram inseridas em um Programa baseado em remoção mecânica de biofilme, por meio de orientação, objetivando uma escovação caseira com qualidade; controle da freqüência de alimentos açucarados; aplicação tópica de flúor na forma de gel ou verniz, de acordo com a idade da criança. Semestralmente, as crianças recebiam reforço para o controle e manutenção da saúde bucal e avaliação do índice de biofilme visível. Dentre as condições bucais iniciais, o controle da higiene era deficiente (somente 50 crianças - 20,16% - apresentavam ausência de biofilme visível clinicamente). Um elevado número de crianças mostrava lesões cariosas, porém, ao se comparar a mesma faixa etária em momentos distintos, as

11 x crianças que iniciaram o programa em idade inferior apresentavam, após dois anos, um índice de cárie menor do que as que começaram o programa com idade mais adiantada. Após 24 meses, observou-se que a qualidade da higiene bucal melhorou significativamente, uma vez que 87,1% das crianças, melhoraram ou mantiveram a qualidade do biofilme num patamar satisfatório (índices 0, 1 ou 2). O número médio de MBA diminuiu consideravelmente. Conclui-se que o Programa foi efetivo no controle da doença cárie, representando uma alternativa para promover saúde bucal em regiões pouco favorecidas pelos tratamentos de saúde convencionais.

12 xi Abstract COSTA, Maria da Encarnação Perez Requejo. Evaluating a Health Promotion Program for infants and pré-school children in City of Carmo de Minas, MG. Adviser: Roberto Braga de Carvalho Vianna. Rio de Janeiro: UFRJ/Dental School, Thesis (Ph.D. in Dentistry Pediatric Dentistry). The study evaluates a Health Promotion Program based on educative and preventive measures for children aging 6 to 60 months, residing in both rural and urban areas of the nonfluoridated city of Carmo de Minas MG. Oral conditions were assessed every 6 months in the two-year period that lasted the Program. After been approved by the NESC/UFRJ s Ethics Committee, the children and their families were included in a Program based on the mechanical removal of bio-film, through orientation to perform quality in home teeth brushing, control of sugar ingestion, and topical application of fluoridated gels or varnish, according to children s age. Every six months the children were examined using the visible bio-film index and also received orientations to reinforce measures to control and maintain their oral health. According to baseline information, children s oral hygiene was deficient only 50 children (20,16%) had not clinically visible bio-film. A high prevalence of open dental cavities was observed, but when comparing the same age in different cohorts of the study, the children that entered earlier in the Program had less cavities than the ones entering the Program later on. After 24 months, the quality of children s oral hygiene improved significantly 87,10% of then improved or maintained visible bio-film index scores in acceptable standards (scores 0, 1 or 2). The average number of active while spot lesions considerably diminished. It can be concluded that the Program was effective in controlling dental caries and in improving the quality of oral hygiene of the participating children, indicating that it could be an adequate alternative approach to promote oral health in regions that lack access to conventional health initiatives.

13 xii Lista de Ilustrações Quadro 1 - Representação do diagnóstico de superfícies sadias, com MBA e cariadas para o duplo exame da doença cárie Figura 1: Posição do atendimento das crianças de três ou mais anos na Zona Urbana, Carmo de Minas, MG, Figura 2: Posição para o atendimento de crianças menores de três anos, na Zona Urbana, Carmo de Minas, MG, Figura 3: Posição para o atendimento das crianças menores de três anos na Zona Rural, Carmo de Minas, MG, Figura 4: Posição para o atendimento das crianças de três ou mais anos na Zona Rural, Carmo de Minas, MG, Quadro 2: Representação dos índices de biofilme de acordo com RIBEIRO, A. & THYLSTRUP, A., Figura 5: Visão panorâmica da Zona Rural do Município de Carmo de Minas, MG, Figura 6: Orientação à mãe sobre higiene bucal, Carmo de Minas, MG, Tabela 1: Distribuição da amostra de acordo com a renda familiar, escolaridade da mãe, sexo e faixa etária das crianças participantes do PROGRAMA. Carmo de Minas, M.G., Figura 7: Relação entre presença de cárie e visita ao dentista, Carmo de Minas, MG, Figura 8: Avaliação da presença de biofilme em crianças da zona urbana (n=161) e rural (n=87), através do índice proposto por RIBEIRO, A. & THYLSTRUP, A. ; Rio de Janeiro, Figura 9: Relação entre presença de cárie e classificação do ìndice de Biofilme visível, Carmo de Minas, MG, Figura 10: Prevalência de cárie na dentição decídua, na amostra geral, zona urbana e zona rural, Carmo de Minas, MG., Tabela 2: Experiência de cárie na amostra, Carmo de Minas, MG, 1999 (n=248) Tabela 3: Experiência de cárie em crianças da zona urbana, Carmo de Minas, MG (n=161)

14 xiii Tabela 4: Experiência de cárie em crianças da zona rural de Carmo de Minas, MG., 1999 (n=87) Tabela 5: Prevalência da doença cárie de acordo com a faixa etária, Carmo de Minas, MG, Figura 11: Prevalência de cárie de acordo com a faixa etária, Carmo de Minas, MG, N= Figura 12: Relação entre qualidade do biofilme e MBA, Carmo de Minas, MG, Tabela 6: Correlação entre experiência de cárie e o índice de RIBEIRO, A. & THYLSTRUP, A. (1999) em crianças do município de Carmo de Minas-MG, Tabela 7: Correlação entre experiência de cárie e o índice de RIBEIRO, A. & THYLSTRUP, A. (1999), em crianças da zona rural do município de Carmo de Minas MG, Tabela 8: Correlação entre experiência de cárie e o índice de RIBEIRO, A. & THYLSTRUP, A. (1999), em crianças da zona urbana, Carmo de Minas, MG., Tabela 9: Condição dos dentes decíduos, em crianças da zona rural, Carmo de Minas, MG., Tabela 10: Condição dos dentes decíduos em crianças da zona urbana, Carmo de Minas, MG., Tabela 11: Distribuição da amostra de acordo com as características da amamentação natural. Carmo de Minas, M.G., Figura 13: Relação entre tempo de amamentação natural e presença de cárie na amostra geral (n=248), Carmo de Minas, MG, Tabela 12: Distribuição da amostra de acordo com as características da amamentação artificial. Carmo de Minas, M.G., Figura 14: Relação entre tempo de amamentação artificial e presença de cárie na amostra geral (n=248), Carmo de Minas, MG, Figura 15: Relação entre presença de cárie e consumo de açúcar na amostra geral (n=248), Z.U. e Z.R., Carmo de Minas, MG, Tabela 13: Distribuição da amostra de acordo com as características da higienização. Carmo de Minas, M.G.,

15 xiv Figura 16: Relação entre freqüência de escovação e presença de cárie na amostra geral (n=248), Carmo de Minas, MG, Tabela 14: Distribuição da amostra de acordo com as informações recebidas pelas mães. Carmo de Minas, M.G., Figura 17: Relação entre informações recebidas pelas mães e presença de cárie nas crianças, Carmo de Minas, MG, Figura 18: Relação entre hábitos transmissíveis e presença de cárie na amostra geral (n=248), Carmo de Minas, MG, Tabela 15: Variação nos índices de biofilme durante o programa. Carmo de Minas, M.G., Quadro 3: Distribuição da amostra nos escores do índice do biofilme final em relação ao escore inicial (n=248) Figura 19: Distribuição dos escores do índice de biofilme no final do PROGRAMA. Carmo de Minas, M.G., Figura 20: Comparação entre o índice de biofilme inicial e final, Carmo de Minas, MG, Figura 21: Comportamento do biofilme durante o PROGRAMA. Carmo de Minas, M.G., Figura 22: Relação entre presença de cárie e classificação do Índice de Biofilme Visível, Carmo de Minas, MG, Tabela 16: Correlação entre experiência de cárie e o índice de RIBEIRO, A. & THYLSTRUP, A. (1999), em crianças do município de Carmo de Minas, MG, Tabela 17: Correlação entre experiência de cárie e o índice de RIBEIRO, A. & THYLSTRUP, A. (1999), em crianças da zona urbana do município de Carmo de Minas MG, Tabela 18 : Correlação entre experiência de cárie e o índice de RIBEIRO, A. & THYLSTRUP, A. (1999), em crianças da zona rural do município de Carmo de Minas-MG, Figura 23: Relação entre qualidade do biofilme e presença de cárie na amostra geral (n=248), Carmo de Minas, MG, Figura 24: Evolução da MBA durante o PROGRAMA, Carmo de Minas, MG, (n=155 dentes)

16 xv Figura 25: Relação entre qualidade do biofilme e presença de MBA na amostra geral (n=248), Carmo de Minas, MG, Figura 26: Prevalência de crianças apresentando doença cárie (ceo > 0) na dentição decídua no início e final do PROGRAMA, Carmo de Minas, MG, Figura 27: Relação entre cárie inicial na dentição decídua e cárie final na dentição permanente, Carmo de Minas, MG, Tabela 19: Incremento da doença cárie na zona urbana e rural, Carmo de Minas, MG, Tabela 20: Distribuição das médias do índice de ceo-d no início (ceoi) e final (ceof) do PROGRAMA, Carmo de Minas, MG, Tabela 21 : Correlação entre a média do ceo inicial e final nas crianças de acordo com a faixa etária em que iniciaram o PROGRAMA, Tabela 22: Condição dos dentes decíduos em crianças da zona rural no final do PROGRAMA, Carmo de Minas, MG., Tabela 23 : Condição dos dentes decíduos em crianças da zona urbana no final do PROGRAMA, Carmo de Minas, MG, Tabela 24: Condições dos dentes permanentes em crianças da zona rural no final do PROGRAMA, Carmo de Minas, MG., Tabela 25: Condições dos dentes permanentes em crianças da zona urbana no final do PROGRAMA, Carmo de Minas, MG, Tabela 26: Distribuição dos componentes do índice de ceod no início e final do PROGRAMA, Carmo de Minas, MG, Figura 28: Relação entre freqüência de escovação e presença de cárie, Carmo de Minas, MG, Figura 29: Relação entre amamentação natural e artificial e presença de cárie, Carmo de Minas, MG, Figura 30: Relação entre consumo de açúcar e presença de cárie na amostra geral (n=248), Carmo de Minas, MG, Tabela 27 : Alteração na conduta das mães durante o PROGRAMA, Carmo de Minas MG,

17 xvi ANEXOS 1. Lista de materiais utilizados Aprovação do Comitê de Ética do Núcleo de Estudos de Saúde Coletiva (NESC) Ficha de consentimento livre e esclarecido Ficha de identificação e questionário Ficha de exame clínico e oclusão Índice de Biofilme Visível Avaliação de MBA Cartão de marcação de consultas Distribuição da média do índice ceo-d inicial e final por faixa etária na amostra geral (n=248), Carmo de Minas, MG, Distribuição da média do índice ceo-d inicial e final por faixa etária na zona rural (n=87), Carmo de Minas, MG, Distribuição da média do índice ceo-d inicial e final por faixa etária na zona urbana (n=161), Carmo de Minas, MG,

18 xvii LISTA DE ABREVIATURAS ART tratamento restaurador atraumático C - canino CAP - cárie de acometimento precoce CD cirurgião dentista CPOD índice de dentes cariados, perdidos e obturados CPODM média do CPOD CPOS índice de superfícies cariadas, perdidas e obturadas CPOSM média do CPOS Ceod Índice de dentes cariados, com extração indicada e obturados Ceos Índice de superfícies cariadas, com extração indicada e obturadas Ceoi índice ceo inicial Ceof índice ceo final Ceodm média do ceod Ceosm média do ceos CRO Conselho Regional de Odontologia DP desvio padrão ECC cárie precoce infantil (early childhood caries) EGM Streptococos do grupo mutans IC incisivo central IHOS índice de higiene oral simplificado IL incisivo lateral MBA Mancha branca ativa MBC Mancha branca cavitada MBI Mancha branca inativa 1º M primeiro molar 2º M segundo molar N número NaF fluoreto de sódio NESC Núcleo de Estudos de Saúde Coletiva OMS Organização Mundial de Saúde OZE cimento de Óxido de Zinco e Eugenol PSF Programa de Saúde da Família

19 xviii SUS Sistema Único de Saúde THD técnico de higiene dental ZR zona rural ZU zona urbana

20 Sumário 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DA LITERATURA DOENÇA CÁRIE ASPECTOS A CONSIDERAR Desenvolvimento da doença cárie em crianças de baixa idade Cárie de aleitamento e/ou cárie de mamadeira Fatores Sociais, econômicos e culturais Dieta Controle da placa Utilização do flúor CONHECIMENTOS E ATITUDES DAS MÃES SOBRE OS CUIDADOS COM A SAÚDE BUCAL DOS FILHOS PROGRAMAS DE PROMOÇÃO DE SAÚDE Programas educativos e/ou preventivos Programas em família PROPOSIÇÃO MATERIAL E MÉTODO MATERIAL Sujeitos Material complementar MÉTODO Seleção da amostra Teste de confiabilidade Coleta de dados Condições sociais, econômicas, culturais, acesso aos serviços odontológicos e hábitos de saúde bucal Programa Sorriso no Campo Avaliação do PROGRAMA Análise estatística RESULTADOS CARACTERIZAÇÃO DA AMOSTRA ASPECTOS BUCAIS ENCONTRADOS NO INÍCIO DO PROGRAMA E CORRELAÇÃO ENTRE QUALIDADE DO BIOFILME E ATIVIDADE DE CÁRIE CONDUTAS DAS MÃES RELACIONADAS À SAÚDE BUCAL DOS FILHOS E SUA RELAÇÃO COM A ATIVIDADE DE CÁRIE ALTERAÇÕES NO ÍNDICE DE BIOFILME DURANTE O PROGRAMA AVALIAÇÃO DO PROGRAMA APÓS 24 MESES

21 ii Aspectos bucais encontrados no final do PROGRAMA e correlação entre qualidade do biofilme e atividade de cárie Condutas das mães relacionadas à alimentação e higiene dos filhos e sua relação com a atividade de cárie DISCUSSÃO CARACTERÍSTICAS SÓCIO-ECONÔMICO-CULTURAIS DA POPULAÇÃO AVALIADA CONDUTAS DAS MÃES EM RELAÇÃO A SAÚDE BUCAL DOS FILHOS OBSERVADAS NO INÍCIO E FINAL DO PROGRAMA CONDIÇÕES BUCAIS ENCONTRADAS INICIALMENTE E PARTICULARIDADES DO PROGRAMA Doença cárie Biofilme visível CONDIÇÕES BUCAIS ENCONTRADAS NO FINAL DO PROGRAMA Doença cárie Biofilme visível CONSIDERAÇÕES FINAIS, EXPECTATIVAS E RESULTADOS CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS

22 Se não houver frutos, valeu a beleza das flores... Se não houver flores, valeu a sombra das folhas... Se não houver folhas, valeu a intenção da semente... Henfil 1 INTRODUÇÃO De acordo com a Constituição Brasileira, saúde é considerada um direito do cidadão e dever do Estado. Cabe aos profissionais da saúde, fazer valer essa diretriz. Segundo MARTINS (1999), apesar de sermos um país com um significativo número de pessoas desdentadas, a consciência da dor e da mutilação dos dentes, parece ainda insuficiente para gerar uma ação no sentido de ter a saúde bucal como direito. Prova disto, a saúde bucal não aparece nas pautas dos movimentos reivindicatórios da saúde. Os programas de promoção de saúde deveriam estar centrados na integralidade das ações de saúde. Ações coletivas deveriam acentuar a promoção de saúde num enfoque mais preventivo. Promoção de saúde não é distribuir folhetos informativos e aplicar flúor, é sim, um processo que capacita as pessoas a melhorarem seu controle sobre os diversos aspectos da vida, incluindo saúde. O ideal seria a população criar seu próprio sistema de

23 4 desenvolvimento da saúde bucal e não ser beneficiada por ele. (DICKSON, 1995) A cárie dentária é a doença mais prevalente que afeta o ser humano, manifestando-se com um índice muito alto, principalmente na primeira infância, apesar de ter sofrido um declínio acentuado, não só nos países industrializados mas também naqueles que ainda estão em processo de desenvolvimento. Parece ser o flúor, nas suas variadas formas de aplicação, o fator primordial para este declínio. Os dados da última publicação da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre os níveis de CPO-D aos 12 anos mostram que o Brasil está transitando de uma faixa de prevalência muito alta (> 6,6) para uma outra que configura uma prevalência alta (> 4,5 6,6), com um CPO-D médio estimado em 4,9 (WEYNE, 1997). Priorizar ações preventivas e de promoção de saúde por meio de procedimentos coletivos como adição de flúor aos dentifrícios e água de abastecimento, com supervisão constante, oferta de escovas e dentifrícios à população, aliados a programas educativos, certamente farão o Brasil chegar ao CPO-D ideal. A meta da OMS era que no ano 2000, 50% das crianças de 5-6 anos estejam livres de cárie (DINI et al., 1996). Para se iniciar qualquer programa de promoção de saúde, é necessário conhecer o público alvo. Para tanto, questionários sobre as condições sócioeconômicas, idade, localização, hábitos de alimentação e higiene ajudam-nos a compor este perfil. A promoção de saúde pode ser obtida por meio de

24 5 programas coletivos ou individuais, porém incluindo atividades educativas, preventivas e quando possível, curativas. Como PAIVA (1994) reportou em seu estudo, A odontologia em saúde pública deve deixar de centralizar seus esforços no tratamento sintomático da cárie e das doenças de gengiva, para adotar uma atitude mais ampla no sentido de repassar informações às comunidades, que lhes permitam através do auto-cuidado, exercer ações objetivando a manutenção da Saúde Bucal. Para MARTINS et al., (1999), a consciência de auto-cuidado não tem se incorporado à prática cotidiana dos indivíduos das classes populares. Com base nessas informações, desenvolveu-se um programa de saúde bucal, com bases educativas e preventivas, nas áreas urbana e rural do município de Carmo de Minas, MG., com o objetivo de avaliar e investigar o comportamento da doença cárie e condutas relativas à melhora da saúde bucal em crianças de 06 a 60 meses de idade, antes e após a implementação do mesmo. A implantação do PROGRAMA educativo/preventivo no município de Carmo de Minas, MG, visa melhorar o estado de saúde bucal das crianças, conscientizando os pais da importância dos cuidados com a dieta e higiene dos filhos. Espera-se que no futuro, o índice de CPOD dessas crianças diminua em relação ao encontrado em 1996 (CHARLIER et al., 1999), cuja média foi de 11,27 aos 12 anos de idade.

25 É preciso viver no mundo da lua; de lá se enxerga melhor a terra. Paulo Sergio Rosa Guedes 2 REVISÃO DA LITERATURA 2.1 DOENÇA CÁRIE ASPECTOS A CONSIDERAR A cárie dentária, embora evitável, continua sendo uma das doenças crônicas que mais acomete os seres humanos independente da idade, sexo ou grupo étnico. É de origem multifatorial, apresentando um caráter infectocontagioso (CHAVES, 1986; McDONALD & AVERY, 1995; THYLSTRUP & FEJERSKOV, 1988; WEYNE, 1998). Sendo uma doença multifatorial, todas as causas devem ser analisadas individualmente em cada paciente, para podermos traçar um diagnóstico correto e, conseqüentemente, um plano de tratamento adequado ao perfil do caso. BASTOS et al., (2000), citam alguns fatores relacionados com a doença: a) placa bacteriana espessura e aderência b) dieta rica em sacarose freqüência e consistência c) fluxo e capacidade tampão da saliva d) exposição aos fluoretos e) experiência anterior de cárie f) condições das restaurações

26 7 KEYES, em 1972, determinou que a cárie dentária é uma enfermidade bacteriana de caráter multifatorial, para sua ocorrência é necessária a interação de 3 fatores básicos: hospedeiro, microflora e substrato, sendo adicionado o fator tempo por NEWBRUN em A certeza da participação de microorganismos no desenvolvimento da cárie já vem sendo descrita há mais de dois séculos. Como confirmado por LOESCHE em 1977, os EGM são microrganismos altamente cariogênicos e a sua aquisição se faz presente nas fases precoces da vida, logo após a erupção dos dentes. A correlação entre altas contagens de estreptococos do grupo mutans, assim como a maior incidência de cáries em crianças cujas mães apresentam níveis elevados de S. mutans na saliva, tem levado à hipótese da transmissibilidade da cárie de mãe para filho (LONG et al., 1993). Foi KEYES, em 1960, que pela 1ª vez levantou a possibilidade de essa transmissão ser interindividual por meio de um experimento realizado com hamster, em que filhotes cárie-resistentes poderiam ser contaminados quando engaiolados com animais cárie-ativos. FIGUEIREDO et al., (2000) analisando a transmissibilidade da doença cárie de mães para filhos adotivos, concluíram que linhagens de EGM são transmitidas apenas da mãe para o seu filho natural.

27 8 Observando a época de colonização de bebês por S. mutans, KARM et al (1998), encontraram evidências de colonização a partir de 10 meses de idade. 35% das 149 crianças de 8 a 15 meses estavam colonizadas. De acordo com NEWBRUN (1992), a cárie, sendo uma doença infecciosa e transmissível, é passível de prevenção pela interferência na transmissão ou pela supressão do patógeno causador, Streptococcus mutans. Para McDONALD & AVERY (1995), o fato de as crianças adquirirem hábitos dietéticos de higiene oral e a microflora de seus pais, torna a cárie uma doença ambiental. Segundo LONG et al., (1993), não podemos deixar de acrescentar que apesar de a etiologia de cárie estar estabelecida, a determinação precisa dos fatores etiológicos é afetada pelas variáveis sociais, do meio ambiente e biológicas, que influenciam a quantificação dos níveis salivares dos streptococos do grupo mutans. Os primeiros anos da infância são críticos para a aquisição do grupo mutans, os quais parecem estar associados à transmissão inter-pessoas. O atraso na aquisição e a colonização do dente por outros microorganismos, reduz a probabilidade de sua fixação posterior, resultando num nível menor de infecção. Com o estudo de CAUFIELD et al., (1993), foi discutido e definido o período em que a criança estaria mais vulnerável a adquirir cepas de EGM ao entrar em contato com a mãe. Nesse estudo, grande parte das crianças

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