CONCEPÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

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1 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 CONCEPÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Jakeline Aparecida Semechechem 1 ; Raquel Cristina Mendes de Carvalho 2 RESUMO: O ensino de Língua Estrangeira na Educação Infantil e Ensino Fundamental ainda não tem sido abordado em todos os contextos de ensino das respectivas áreas, uma vez que a importância, a necessidade e predisposição para a aprendizagem de outra língua nesta fase são ainda desconsideradas e majoritariamente desconhecidas. Sendo que também, que quando abordada a Língua Estrangeira nestes períodos escolares tem carecido de fundamentações que subsidiem a prática de ensino. Sendo assim, este trabalho objetiva mostrar dados resultantes de uma pesquisa qualitativa e bibliográfica sobre o ensino de Língua Inglesa na Educação Infantil e Primeiros Ciclos do Ensino Fundamental. Sendo que, neste estudo procurou-se investigar teorizações sobre o ensino de Língua Estrangeira para crianças de 2 a 6 anos e de 6 a 10 anos. Esse trabalho teve a perspectiva de contribuir, através do enfoque teórico, para o desenvolvimento de abordagens de ensino e reflexões acerca do processo de ensino aprendizagem de Língua Estrangeira na Educação Infantil e Primeiros Ciclos do Ensino Fundamental. PALAVRAS-CHAVE: Ensino; Língua Estrangeira; Crianças. INTRODUÇÃO Primeiramente para o desenvolvimento desse trabalho se faz mister ressaltar a necessidade e importância do ensino de Língua Estrangeira para crianças. Pois, Jensen (1996) salienta que é possível aprender qualquer língua até a puberdade, uma vez que os neurônios e sinapses, disponíveis para aquisição da linguagem estão prontos. (PIRES, 2004) Sendo assim, a infância é um período crucial para se adquirir proficiência em falar, entender, ler e escrever em uma língua estrangeira. (DIAMOND, HOPSON, 1998 apud PIRES, 2004). Pois, como ressalta Pires (2004) quanto mais cedo se inicia o contato com a língua, maior será a proficiência adquirida com o passar do tempo. Por isso, as escolas precisam rever suas práticas e não esperar a criança crescer, para daí propiciar seu contato com a língua estrangeira, mas sim fazer uso dessa disponibilidade da criança para aprendizagem de língua estrangeira oportunizando o ensino da mesma. (PIRES, 2004). 1 Graduada em Letras Inglês e suas Literaturas na Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), Guarapuava-PR, na qual esteve vinculado este trabalho financiado pelo Programa Bolsa Extensão e Cultura (DIREX). Aluna não regular do Programa de Pós Graduação em Letras (Universidade Estadual de Maringá). 2 Docente do Departamento de Letras da Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO),

2 Entretanto, nessa perspectiva é importante ter conhecimento de por que e como ensinar a língua estrangeira, para que o ensino realmente contribua para o desenvolvimento da língua nas crianças. Partindo de considerações de Carvalho (2005) que diferentes idades requerem diferentes métodos de ensino de Língua Estrangeira. O ensino de LI para criança deve ter abordagens diferentes dos adolescentes e adultos, pois as características de aprendizagem se definem de acordo com a idade e implicam na necessidade do desenvolvimento de atividades que sejam concernentes com as mesmas. Daí a relevância também de neste estudo enfocar não só a necessidade e predisposição das crianças iniciarem a aprendizagem de Língua Estrangeira, mas também suas características de aprendizagem e desenvolvimento. MATERIAL E MÉTODOS Na perspectiva de obter os dados teóricos para fundamentar a abordagem da LE na Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino fundamental, enfocou se a pesquisa bibliográfica qualitativa. Sendo assim, neste estudo, primeiramente busca tecer considerações sobre o processo de ensino aprendizagem de LE para crianças de 2 a 6 anos e de 6 a 10 anos respaldando-se em teorias de Spolsky (1989), Halliwell (1995), Newport (1996), Williams & Burden (1997), Lightbown & Spada (1998), Diamond & Hopson (1998), Carvalho (2005), Schütz (2005), Pires (2004), Moon (2000). Para daí ressaltar características de aprendizagem e desenvolvimento abordadas por teóricos pesquisadores do ensino de LE, sendo estes, Roth (1998) e Shalaway (1998) RESULTADOS E DISCUSSÃO Segundo Lightbown & Spada (1998), a infância é um período importante no desenvolvimento humano, sendo que neste, o cérebro é predisposto para o sucesso na aprendizagem de línguas. Sendo assim, as habilidades e estratégias para aprendizagem de uma língua não podem ter tanto sucesso, quanto às capacidades inatas das crianças. Também Schütz (2005), enfatiza que a criança tem maior habilidade lingüística devido a fatores de ordem biológica, cognitiva, afetiva e de ambiente. Sendo que, as características biológicas são correspondentes, ao cérebro, aparelho auditivo e o aparelho articulatório. Nessa perspectiva destacam-se as hipóteses de lateralização do cérebro, harpaz e acuidade auditiva. Quanto a lateralização Schütz (2005), salienta que: Sabe-se também que a lateralização do cérebro ocorre a partir da puberdade. Ou seja, no cérebro de uma criança os dois hemisférios estão mais interligados do que no cérebro de um adulto, correspondendo esta interligação ao período de aprendizado máximo. A assimilação da língua ocorreria via hemisfério direito para ser sedimentada no hemisfério esquerdo como habilidade permanente. Portanto, o desempenho superior das crianças estaria relacionado à maior interação entre os dois hemisférios cerebrais. (A Idade e o Aprendizado de Línguas. English Made in Brazil <http://www.sk.com.br/sk-apre2.html>. Online. 30 de agosto de 2005). Sendo assim, a medida que a criança vai atingindo a adolescência devido sua lateralização cerebral, sua capacidade de aprendizagem de línguas diminui enquanto aquisição mais aproximada de um falante nativo daquela língua. Já a hipótese do harpaz, segundo Schütz (2005), refere-se às estruturas neurais no cérebro que resultam de conceitos aprendidos. Sendo assim, as estruturas neurais da criança, ainda não fixas tem maior possibilidade de associação e naturalização com a forma da língua, diferente do adulto que já tem sua estruturação neural fixa.

3 Essa habilidade infantil na assimilação de línguas, também é resultante de uma possível acuidade auditiva maior e da flexibilidade muscular do aparelho articulatório das crianças. (Ibid). Contudo, para Schütz (2005), essa capacidade aguçada das crianças tem grande probabilidade de ser também resultante de fatores cognitivos: A criança, por sua vez, ainda no início de seu desenvolvimento cognitivo, com filtros menos desenvolvidos e hábitos menos enraizados, mantém a habilidade de expandir sua matriz fonológica, podendo adquirir um sistema enriquecido por fonemas de línguas estrangeiras com as quais vier a ter contato. (A Idade e o Aprendizado de Línguas. English Made in Brazil <http://www.sk.com.br/skapre2.html>. Online. 30 de agosto de 2005). Sendo assim, diferente dos adultos que tem sua matriz fonológica sedimentada, crenças de aprendizagem, bloqueios afetivos, a criança é aberta às experiências as aprendizagem que meio com qual interage lhe oferece. (SCHÜTZ, 2005). Então, também nessa perspectiva, é necessário considerar que para que o ensino de línguas tenha sucesso, segundo Lightbown & Spada (1998), é preciso enfatizá-lo desde a infância. Sendo que as oportunidades para aprendizagem, na sala de aula, para terem sucesso e corresponderem com a predisposição das crianças, também requerem fatores determinantes como, por exemplo, as condições para aprendizagem. Nessa perspectiva é importante considerar que para a criança aprender a LE, além de sua própria predisposição ela precisa estar em contato com um ambiente de ensino que seja concernente a sua faixa etária e que lhe ofereça insumo qualitativo da língua alvo. Sendo assim, é preciso conhecer as necessidades das crianças tanto no que se referem as suas características, psicológicas, cognitivas e lingüísticas, para daí propiciar um ambiente adequado para seu desenvolvimento. Pois como ressaltam Williams & Burden (1997), segundo Maslow as crianças podem ter dificuldade de aprendizagem na escola se suas necessidades não são reconhecidas tanto na sala de aula como na escola. Então, partindo dessa perspectiva e corroborando-as com as considerações de Halliwell (1995), de que a criança não vem para aula de línguas vazia, mas traz com ela habilidades e características para ajudar na aprendizagem da língua estrangeira. É preciso antes de propor abordagens de ensino de LI, conhecer o aprendiz, a criança e suas peculiaridades. Sendo que, de acordo com Halliwell (1995), as crianças são boas na interpretação de significados, não precisando de compreensão de palavras individuais. Sendo assim, o insumo de LI pode ser amplo e não precisa ser necessariamente decodificado, mas sim compreendido enquanto seu significado. A criança tem grande habilidade no uso criativo da língua e frequentemente aprende indiretamente. (HALLIWELL,1995). Ou seja, a criança faz mais uso da LE de modo criativo e significativamente, também é mais propensa a aprendizagem em situações indiretas, naquelas nas quais se envolve na atividade e situação e aprende a língua pelo seu uso e significação não através de citações diretas do que está sendo aprendido. Em suma sua aprendizagem se dá mais inconsciente do que consciente. Também, as crianças são mais abertas para aprendizagem de línguas em situações informais. (SPOLSKY, 1989 in COOK, 2001 apud CARVALHO, 2005). E através da ação, ou seja, para aprender uma língua estrangeira, elas precisam agir na mesma, ouvir e falar. (MOON, 2001 apud CARVALHO, 2005). De acordo com Shalaway (1998), as crianças têm diferenças como, gênero, personalidade, cultura, preferências, estilos de aprendizagem e habilidades. Mas cada uma é capaz de aprender e necessita ser valorizada e amada na sala de aula.

4 Entretanto é importante discorrer sobre algumas características básicas e gerais das crianças de 3 a 6 anos e de 6 a 9 anos listadas por Roth (1998), enfocando as seguintes áreas de desenvolvimento: emoção, inteligência, linguagem, sociabilidade e comportamento. A criança de 3 a 6 anos são instáveis, podem se sentirem inseguras e não se sabe muito sobre as suas causas de frustração. São subjetivas, egocêntricas e dependentes, confundem fantasia com realidade e preferem atividades concretas. Muitas vezes podem ser agressivas e amigáveis com a mesma pessoa. Começam conhecer suas habilidades e limitações. No que se refere a linguagem, já se expressa claramente na língua mãe aos 3 e 4 anos. Já com 6 a 9 anos a criança é mais cooperativa, tem maior controle emocional, é mais realista, racional e objetiva, se relaciona mais em grupos, alterna períodos de silêncio e conversa, ficam mais calmas e começam a entender estruturas lingüística a partir de 8 e 9 anos. Contudo, tais características listadas podem diferir individualmente e correspondem ao desenvolvimento global da criança, mas são de extrema relevância para o processo de ensino e aprendizagem de LE, uma vez que também com base nelas é que se compreende e se conhece possíveis abordagens de ensino. CONCLUSÃO Ademais, este trabalho evidenciou que para aprendizagem de LE existem períodos, fases ou idades que são mais propícios para aprendizagens de línguas, ou seja, são fundamentais para a iniciação da aprendizagem em uma LE. Sendo assim a idade ideal para iniciação da aprendizagem de LE é a infância, que alguns autores ressaltam como, janela da oportunidade para aquisição lingüística, período crítico, período sensível, etc. (DIAMOND; HOPSON, 1998, NEWPORT, 1996). Daí a justificativa para as vantagens da aprendizagem da LE na infância, as quais devem ser aproveitadas, por isso segundo Pires (2004) as escolas precisam rever suas práticas e não esperar a criança crescer, para daí propiciar seu contato com a LE, mas sim fazer uso dessa disponibilidade da criança para aprendizagem de língua estrangeira oportunizando o ensino da mesma. No entanto, aprendizagem de LE na infância pode ter também desvantagens se a prática de ensino da LE não for qualitativa. Pires (2004) ressalta algumas desvantagens, tais como, falta de conhecimento da língua pelo professor, que acaba ensino estruturas, usos e pronúncias de forma errada, falta de conhecimento pedagógico da infância, ou seja, a professora, por exemplo, utiliza abordagens de ensino não condizentes com a faixa etária. Sendo assim, professora de LE deve ter conhecimento em educação infantil e fundamental, tais como características de aprendizagem, abordagens de ensino, etc. e também de LE. (PIRES, 2004). Enfim, se o ensino de LE não atender as duas áreas de conhecimento, pedagógico e de LE, a aprendizagem de línguas na infância não resulta no sucesso que é atribuído a aprendizagem de LE pela criança. REFERÊNCIAS CARVALHO, Raquel Cristina Mendes de. A teacher s discourse in EFL classes for very young learners: investigating mood choices and register. Dissertação de Mestrado. UNICENTRO/UFSC, 2005.

5 HALLIWEL, S. Working with young language learners. In: Teaching English in the Primary Classroom. New York: Longman, LIGHTBOWN, P. N; SAPADA, N. Factors affecting second language learning. In: How Languages are Learned. New York: Oxford University Press, MOON, J. Children Learning English. Oxford: Macmillan Heinemann, PIRES, S, S. Ensino de Inglês na Educação Infantil. In: SARMENTO, S; MILLER, V. O ensino de Inglês como língua estrangeira: estudos e reflexões. Porto Alegre: APIRS, SHALAWAY, L. Children as learners. In: Learning to teach not just for beginners. USA: Scholastic, SCHÜTZ. A Idade e o Aprendizado de Línguas. English Made in Brazil. Disponível em: <http://www.sk.com.br/sk-apre2.html>. Online 30 de agosto de Acesso em: 20 de julho WILLIAMS, M; BURDEN, R. L. Psychology for language teachers. Cambridge: Cambridge University Press, 1997.

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