Capítulo 6. Estudo de casos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Capítulo 6. Estudo de casos"

Transcrição

1 Capítulo 6 Estudo de casos Você quer encontrar a solução Sem ter nenhum problema Insistir em se preocupar demais Cada escolha é um dilema Como sempre estou mais do seu lado que você Siga em frente em linha reta e não procure o que perder. Capital Inicial, Não olhe pra trás Nos capítulos anteriores foram vistos vários padrões, métodos e ferramentas para uso em redes sem fio. Tomando por base esses conceitos e informações, alguns cenários podem ser construídos, auxiliando a montagem de projetos e/ou topologias. Cabe lembrar também que, por mais simples que seja o ambiente, a segurança não deve ser neglicenciada, pois não é difícil imaginar que muita informação sensível pode trafegar ou estar armazenada em computadores pessoais, mesmo em ambientes domésticos, já que uma quantidade relativamente grande de funcionários leva trabalho para casa e, por vezes, têm acesso remoto a áreas restritas da empresa. Em qualquer cenário, deve-se preservar as tradicionais precupações dos clientes quanto à existência de produtos de segurança (antivírus, firewall pessoal etc.) atualizados, os quais devem evitar compartilhamentos de áreas do disco e demais medidas que visam a manter o equipamento do cliente mais resistente a ataques conhecidos. Este capítulo objetiva soluções possíveis usando padrões abertos, em tecnologias que estejam disponíveis em equipamentos de vários fonecedores. Produtos ou protocolos proprietários também podem ser utilizados nesses ambientes, possivelmente com algumas adaptações. É composto de sugestões de topologias e componentes em função do tamanho da rede sem fio e outras características. 187

2 Segurança em Redes sem Fio 6.1 Cenário doméstico/pequena empresa Uma das utilizações mais usuais para redes sem fio é a doméstica ou em pequenos escritórios, onde existe conexão de banda larga compartilhada por menos de 20 equipamentos/pessoas. Em um cenário assim, gerenciamento de chaves estáticas e filtros é bem factível, a quantidade de componentes necessários poderia restringir-se ao mínimo. Seriam suficientes um concentrador com características de roteamento (para ligação com a banda larga ou com a rede local, no caso de escritórios com uma estrutura maior) e interfaces de rede sem fio para estações, notebooks, impressoras e demais equipamentos que venham integrar essa rede. Em um cenário semelhante ao doméstico, uma ligação convensional poderia ser um concentrador ligado ao roteador/modem ADSL e três ou quatro estações com interfaces sem fio. Vejamos como poderia ser montado esse ambiente. É necessário, primeiramente, adquirir um concentrador e placas que permitam uso de WPA. Atualmente, não há nenhuma razão para adquirir equipamentos wi-fi sem essa funcionalidade. Um meio rápido e com boa segurança é habilitar o WPA na modalidade de chaves previamente compartilhadas. Esforço inicial ocorrerá para configurar equipamentos envolvidos, mas a partir daí nada mais precisará ser alterado, a menos, claro, que uma chave seja descoberta e seja necessário trocá-la. Porém, é importante lembrar que a qualidade da chave-mestra é fundamental para que a quebra seja dificultada; deve-se evitar chaves pequenas ou existentes em dicionários. Outra preocupação presente relaciona-se ao acesso ao concentrador. Em geral, o acesso às configurações do concentrador se dá por meio do serviço HTTP e, às vezes, também TELNET. Em nenhuma das duas possibilidades há criptografia envolvida, fazendo com que as informações trafegadas (incluindo usuário/senha) possam ser capturadas. Porém, a maioria desses equipamentos vem com duas ou mais portas-padrão Ethernet, possibilitando o acesso via rede cabeada. É possível, então, na maioria dos casos, restringir o acesso ao serviço (HTTP e TELNET), deixando-o disponível somente pela rede cabeada. Tal procedimento permite maior controle de quem pode acessar as configurações, já que é necessário estar fisicamente no ambiente e conectar um computador em uma das portas Ethernet disponíveis. 188

3 Capítulo 6 Estudo de casos Em alguns concentradores, essa configuração pode ser realizada com os recursos de filtros de pacotes, restringindo-se o acesso ao equipamento pela rede sem fio, como se vê na figura 6.1. Figura 6.1 Vários concentradores permitem filtragem de tráfego. Quando isso não for possível, pode-se restringir o endereço IP do equipamento que tem acesso autorizado, deixando esse endereço fora do bloco de IPs dinâmicos (DHCP), utilizando-o sem conflito com os demais. No pior dos casos, em que o concentrador não permita nenhum tipo de limitação de acesso, o administrador poderá como medida emergencial desabilitar o acesso ao serviço e, somente após reset do concentrador, ter novamente a possibilidade de acesso recuperada. Trata-se de uma solução drástica, pois na maioria dos casos as configurações feitas anteriormente são perdidas em reset, porém alguns concentradores têm a opção de salvar as configurações e restaurá-las posteriormente. Mesmo quando essa restauração não for possível, se as configurações forem simples (em alguns casos, resume-se a configurar a chave-mestra WPA), a reconfiguração poderá não ser tão traumática. De maneira geral é simples manter segura uma estrutura pequena, com poucos recursos e algum cuidado na configuração. Porém, como ocorre em qualquer cenário, a segurança das estações clientes é que irá garantir a segurança da rede como um todo, pois um ataque bem-sucedido a uma estação terá implicações sérias na segurança do ambiente, já que este foi comprometida e está sob controle do atacante um equipamento que tem credenciais para acessar recursos da rede. Caso o administrador procure uma solução mais robusta, mas sem a complexidade de um servidor RADIUS, pode adotar alternativas como o Tinypeap, 189

4 Segurança em Redes sem Fio que consiste em um servidor RADIUS com funcionalidades bastante reduzidas, as quais podem rodar nos próprios concentradores. A grande vantagem dessa solução é a redução de servidores e elementos de rede a ser configurados e gerenciados. No caso do Tinypeap há limitação quanto ao concentrador suportado: até o momento está disponível apenas para um único -modelo (WRT54G) do fabricante Linksys. 6.2 Cenário média/grande empresa Em ambientes com maior número de usuários, utilizar WPA com chaves compartilhadas previamente pode ser uma tarefa de difícil implementação, até por conta da quantidade de equipamentos a ser configurados. Descartada essa possibilidade, pode-se pensar em formas mais robustas e com menor exigência administrativa. Empresas de meio porte, em geral, possuem autenticação centralizada, quer seja em servidores convencionais com controladores de domínio, quer em servidores RADIUS, bases em padrão LDAP etc. Qualquer que seja o modelo de autenticação, pode ser adaptado para funcionar com o padrão de autenticação 802.1x. Por exemplo, um local que utilize Active Directory poderá utilizar autenticação MSCHAP2, pois dessa maneira não será necessária nenhuma mudança quanto à forma de o usuário informar suas credenciais ao servidor. Neste modelo, bastaria um concentrador com suporte a WPA e 802.1x, além de um servidor RADIUS para consultar o Active Director para determinar se as credenciais apresentadas pelo usuário são válidas ou não. Sugestão de topologia de empresas médias ou grandes pode ser vista na figura 6.2. Figura 6.2 Sugestão de topologia. 190

5 Capítulo 6 Estudo de casos Ao detalhar um pouco melhor essa possibilidade de topologia, o método EAP-MSCHAP2 permite autenticação em ambientes Microsoft, portanto se esse já for o padrão utilizado no ambiente, o usuário será autenticado na rede sem fio da mesma maneira que tem feito até então, na rede cabeada. Se houver necessidade de configuração mais robusta, poderiam ser usados certificados digitais gerados localmente (certificados auto-assinados ou adquiridos em autoridades certificadoras, aderentes ou não à ICP-Brasil, de acordo com a conveniência ou necessidade). Um modelo que inclua certificados digitais pode ocasionar mais segurança, não somente para autenticação do usuário, como também permitir a utilização de todas as possibilidades que um certificado pode proporcionar, tais como assinar e/ou cifrar mensagens enviadas por correio eletrônico, verificar assinaturas de terceiros ou decifrar suas mensagens, criptografar arquivos etc. Em soluções que envolvam certificação, a guarda da chave é o principal problema. Desta maneira, sugere-se que, caso o orçamento permita, a chave privada e demais objetos sejam armazenados em tokens ou smartcards. A topologia para uma solução desse tipo é essencialmente a mesma de outros modelos; a diferença fica por conta das configurações e objetos envolvidos. Caso se adote uma solução doméstica para emissão dos certificados, existirá também o ônus da administração e gerência dos certificados gerados, no que diz respeito à geração, à revogação e à renovação dos certificados. Tal procedimento poderá ser realizado manualmente ou automatizado com a montagem de Infra-estrutura de Chaves Públicas (ICP ou PKI em inglês). Uma equipe já familiarizada com essas tecnologias poderá tornar esse ambiente funcional sem muitos problemas, a um custo relativamente baixo. Por outro lado, a opção por comprar certificados-padrão A3 ou mesmo A1 de uma autoridade certificadora comercial pode ser uma solução de custo aceitável, para não se montar uma estrutura própria. O que deve efetivamente balizar uma decisão como esta é a experiência (e/ou a disposição) para montar uma estrutura particular ou utilizar uma comercial. Os outros elementos que irão compor a solução são os mesmos já discutidos em propostas de ambiente anteriores: o concentrador e o servidor RADIUS. Dependendo da solução de autenticação adotada, poderão existir outros componentes, como servidor LDAP ou similar, entre várias outras possibilidades. 191

6 Segurança em Redes sem Fio Em um caso mais simples, o certificado do usuário é a sua garantia de acesso. Desta maneira, a ação correspondente ao cadastramento seria a emissão de um certificado para o usuário e, em seguida, garantir que ele tenha todos os recursos necessários para utilizá-lo. Ao optar por manter o certificado/chaves no disco, o usuário corre o risco de ter essa informação copiada por um atacante, que também pode copiar a senha para acessar a chave secreta, ou por meio de um capturador de teclas digitadas, ou mesmo se a senha constar em um arquivo de configuração. A partir deste momento, o atacante poderá passar-se pelo usuário legítimo, promovendo qualquer ação que este tenha permissão de executar. Contudo, mesmo que a escolha seja por armazenar (ou gerar) o certificado em meios como cartões processados e tokens, ainda assim existe o risco de uso compartilhado, ou seja, no momento em que o usuário realiza o acesso, portanto já foi devidamente autenticado, o atacante que tiver controle desse equipamento poderá utilizar (quer seja de forma ativa, quer construindo ferramentas automatizadas) esse canal previamente autenticado para promover ações como se fosse o usuário legítimo. É importante notar que esse tipo de ataque continua sendo factível mesmo quando um certificado armazenado em cartão/token é combinado com outras tecnologias, como biometria, por exemplo. Porém trata-se de um ataque que, em geral, costuma ser bem específico, ou seja, tem um interesse particular, a menos que seja feito de maneira ativa, com a participação do atacante em tempo real. De qualquer forma, o armazenamento em cartões e tokens diminiu muito o risco de descoberta da senha de acesso à chave privada e deve ser a opção escolhida caso haja possibilidade de aquisição dessa tecnologia. Uma autenticação usando somente certificados digitais utilizará o modelo EAP-TLS, ou seja, cria-se um túnel cifrado, com base na troca de certificados entre o cliente e o servidor RADIUS, os quais são validados mutuamente. O protocolo SSL utiliza o conceito de chaves assimétricas, portanto uma mensagem cifrada gerada pelo cliente, com a chave pública do servidor, só poderá ser decifrada por esse servidor utilizando sua chave privada, que, normalmente, é protegida por uma senha. Em geral, servidores que utilizam senha para acesso à chave fazem uso de duas abordagens: pedem a senha no momento que o serviço entra no ar, e, em caso de queda, o serviço não será automaticamente reiniciado até que a senha seja digitada manualmente, ou 192

7 Capítulo 6 Estudo de casos guardam a senha de alguma forma, sendo a mais comum, infelizmente, sem criptografia, em algum arquivo de configuração. As duas soluções apresentam problemas. No primeiro caso, para garantir o rápido retorno do equipamento, pode ser necessário compartilhar a senha com mais pessoas e, quanto mais pessoas conhecerem um segredo, diminuirão geometricamente as chances de permanecer em sigilo. No segundo caso, o risco é óbvio, pois a senha não está protegida por nenhum mecanismo de cifragem e não resiste a um acesso não autorizado. Por esses motivos, deve-se ter em mente que o servidor RA- DIUS passa a ser um ponto importante de risco e deve ser cercado de todas as proteções disponíveis. Ao seguir essa mesma linha de raciocínio, pode-se usar outros modelos de autenticação baseados em certificados digitais, como EAP-TTLS, que estabelece um túnel criptogrado para permitir a passagem das credenciais de usuário e senha, que podem ser autenticados por meio de vários métodos, desde usuário cadastrados no próprio servidor RADIUS ou em outras bases, como LDAP, por exemplo. Os cenários aqui descritos permitem a visualização de algumas possibilidades em função de características e necessidades de cada ambiente, mas isso não elimina outras possiblidades nem limita a evolução de topologia em função de mudanças no modelo da empresa ou rede em questão. Considere os cenários como sugestões, as quais devem ser questionadas antes de serem implementadas. Referência Tinypeap 193

Aula 5 Aspectos de controle de acesso e segurança em redes sem fio 57

Aula 5 Aspectos de controle de acesso e segurança em redes sem fio 57 Aula 5 Aspectos de controle de acesso e segurança em redes sem fio Objetivos Descrever como funciona o controle de acesso baseado em filtros de endereços; Definir o que é criptografia e qual a sua importância;

Leia mais

Segurança em Redes.

Segurança em Redes. <Nome> <Instituição> <e-mail> Segurança em Redes Agenda Riscos Cuidados gerais a serem tomados Configurando o acesso Internet da sua casa Configurando uma rede Wi-Fi doméstica Cuidados: ao se conectar

Leia mais

Capítulo 5 Métodos de Defesa

Capítulo 5 Métodos de Defesa Capítulo 5 Métodos de Defesa Ricardo Antunes Vieira 29/05/2012 Neste trabalho serão apresentadas técnicas que podem proporcionar uma maior segurança em redes Wi-Fi. O concentrador se trata de um ponto

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TIC

UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TIC Código: NO01 Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região Comissão de Segurança da Informação Núcleo de Governança Corporativa de TIC Setor de Segurança da Informação Revisão: 1.1 Vigência: 12/02/2016 Classificação:

Leia mais

PROJETO INTEGRADOR LUIZ DAVI DOS SANTOS SOUZA

PROJETO INTEGRADOR LUIZ DAVI DOS SANTOS SOUZA PROJETO INTEGRADOR LUIZ DAVI DOS SANTOS SOUZA Os serviços IP's citados abaixo são suscetíveis de possíveis ataques, desde ataques passivos (como espionagem) até ataques ativos (como a impossibilidade de

Leia mais

Segurança de Sistemas na Internet. Aula 10 - IPSec. Prof. Esp Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.br

Segurança de Sistemas na Internet. Aula 10 - IPSec. Prof. Esp Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.br Segurança de Sistemas na Internet Aula 10 - IPSec Prof. Esp Camilo Brotas Ribeiro cribeiro@catolica-es.edu.br Slide 2 de 31 Introdução Há inúmeras soluções de autenticação/cifragem na camada de aplicação

Leia mais

MÓDULO I - INTERNET APRESENTAÇÃO DO CURSO. Prof. BRUNO GUILHEN. Prof. BRUNO GUILHEN. O processo de Navegação na Internet. Aula 01

MÓDULO I - INTERNET APRESENTAÇÃO DO CURSO. Prof. BRUNO GUILHEN. Prof. BRUNO GUILHEN. O processo de Navegação na Internet. Aula 01 APRESENTAÇÃO DO CURSO Prof. BRUNO GUILHEN Prof. BRUNO GUILHEN MÓDULO I - INTERNET O processo de Navegação na Internet Aula 01 O processo de Navegação na Internet. USUÁRIO A CONEXÃO PROVEDOR On-Line EMPRESA

Leia mais

Instruções de operação Guia de segurança

Instruções de operação Guia de segurança Instruções de operação Guia de segurança Para um uso seguro e correto, certifique-se de ler as Informações de segurança em 'Leia isto primeiro' antes de usar o equipamento. CONTEÚDO 1. Instruções iniciais

Leia mais

O processo de Navegação na Internet APRESENTAÇÃO DO CURSO. Prof. BRUNO GUILHEN. O Internet Explorer. www.brunoguilhen.com.br 1 INFORMÁTICA BÁSICA

O processo de Navegação na Internet APRESENTAÇÃO DO CURSO. Prof. BRUNO GUILHEN. O Internet Explorer. www.brunoguilhen.com.br 1 INFORMÁTICA BÁSICA APRESENTAÇÃO DO CURSO Prof. BRUNO GUILHEN O processo de Navegação na Internet INFORMÁTICA BÁSICA A NAVEGAÇÃO Programas de Navegação ou Browser : Internet Explorer; O Internet Explorer Netscape Navigator;

Leia mais

Orientações para implantação e uso de redes sem fio

Orientações para implantação e uso de redes sem fio Orientações para implantação e uso de redes sem fio Define requisitos e orientações técnicas para implantação e uso de redes sem fio na Universidade Estadual de Campinas. I. Introdução Este documento apresenta

Leia mais

LIGANDO MICROS EM REDE

LIGANDO MICROS EM REDE LAÉRCIO VASCONCELOS MARCELO VASCONCELOS LIGANDO MICROS EM REDE Rio de Janeiro 2007 ÍNDICE Capítulo 1: Iniciando em redes Redes domésticas...3 Redes corporativas...5 Servidor...5 Cliente...6 Estação de

Leia mais

CPE Soft Manual. 125/400mW 2.4GHz. CPE Soft

CPE Soft Manual. 125/400mW 2.4GHz. CPE Soft CPE Soft Manual 125/400mW 2.4GHz CPE Soft Campinas - SP 2010 Indice 1.1 Acessando as configurações. 2 1.2 Opções de configuração... 3 1.3 Wireless... 4 1.4 TCP/IP 5 1.5 Firewall 6 7 1.6 Sistema 8 1.7 Assistente...

Leia mais

Falaremos um pouco das tecnologias e métodos utilizados pelas empresas e usuários domésticos para deixar a sua rede segura.

Falaremos um pouco das tecnologias e métodos utilizados pelas empresas e usuários domésticos para deixar a sua rede segura. Módulo 14 Segurança em redes Firewall, Criptografia e autenticação Falaremos um pouco das tecnologias e métodos utilizados pelas empresas e usuários domésticos para deixar a sua rede segura. 14.1 Sistemas

Leia mais

LIGANDO MICROS EM REDE

LIGANDO MICROS EM REDE LAÉRCIO VASCONCELOS MARCELO VASCONCELOS LIGANDO MICROS EM REDE Rio de Janeiro 2007 LIGANDO MICROS EM REDE Copyright 2007, Laércio Vasconcelos Computação LTDA DIREITOS AUTORAIS Este livro possui registro

Leia mais

Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento. Douglas Farias Cordeiro

Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento. Douglas Farias Cordeiro Segurança da Informação e Proteção ao Conhecimento Douglas Farias Cordeiro Revisando As transações eletrônicas demandam mecanismos de segurança que garantam: Autenticidade Confidencialidade Integridade

Leia mais

6 PLANEJAMENTO DE SI 6.1 Planejamento de Segurança da Informação O planejamento em S.I é algo crucial para que haja o bom funcionamento de uma

6 PLANEJAMENTO DE SI 6.1 Planejamento de Segurança da Informação O planejamento em S.I é algo crucial para que haja o bom funcionamento de uma 6 PLANEJAMENTO DE SI 6.1 Planejamento de Segurança da Informação O planejamento em S.I é algo crucial para que haja o bom funcionamento de uma empresa. Diferente do senso comum o planejamento não se limita

Leia mais

Manu-Configurar Rede Wireless ALERGS-INTERNET" - Wiki - Depa...

Manu-Configurar Rede Wireless ALERGS-INTERNET - Wiki - Depa... 1 de 13 24/05/2012 16:16 Manu-Configurar Rede Wireless ALERGS- INTERNET" De Wiki - Departamento de Tecnologia da Informacao Manual de Configuração de Dispositivos Rede Wireless "ALERGS-INTERNET" Versão

Leia mais

NORMAS PARA O USO DE SISTEMA DE PROTEÇÃO FIREWALL DE PERÍMETRO NO ÂMBITO DA REDE INFOVIA-MT

NORMAS PARA O USO DE SISTEMA DE PROTEÇÃO FIREWALL DE PERÍMETRO NO ÂMBITO DA REDE INFOVIA-MT CONSELHO SUPERIOR DO SISTEMA ESTADUAL DE E TECNOLOGIA DA NORMAS PARA O USO DE SISTEMA DE PROTEÇÃO FIREWALL DE PERÍMETRO NO ÂMBITO DA REDE INFOVIA-MT 1/10 CONSELHO SUPERIOR DO SISTEMA ESTADUAL DE E TECNOLOGIA

Leia mais

Gerência de Segurança

Gerência de Segurança Gerência de segurança envolve a proteção de dados sensíveis dos dispositivos de rede através do controle de acesso aos pontos onde tais informações se localizam Benefícios do processo de gerência de segurança

Leia mais

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial

INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial INSTALAÇÃO PRINTERTUX Tutorial 2 1. O Sistema PrinterTux O Printertux é um sistema para gerenciamento e controle de impressões. O Produto consiste em uma interface web onde o administrador efetua o cadastro

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 529, DE 23 DE MAIO DE 2016 Documento nº 00000.029651/2016-57

RESOLUÇÃO Nº 529, DE 23 DE MAIO DE 2016 Documento nº 00000.029651/2016-57 RESOLUÇÃO Nº 529, DE 23 DE MAIO DE 2016 Documento nº 00000.029651/2016-57 Dispõe sobre o uso de Certificado Digital no âmbito da Agência Nacional de Águas ANA. O DIRETOR-PRESIDENTE DA AGÊNCIA DE ÁGUAS-ANA,

Leia mais

Processo para transformar a mensagem original em uma mensagem ilegível por parte de uma pessoa não autorizada

Processo para transformar a mensagem original em uma mensagem ilegível por parte de uma pessoa não autorizada Criptografia Processo para transformar a mensagem original em uma mensagem ilegível por parte de uma pessoa não autorizada Criptografia Onde pode ser usada? Arquivos de um Computador Internet Backups Redes

Leia mais

Criptografia Digital. Prof. Flávio Humberto Cabral Nunes

Criptografia Digital. Prof. Flávio Humberto Cabral Nunes Criptografia Digital Prof. Flávio Humberto Cabral Nunes Conteúdo 1. Introdução 2. Aplicações 3. Criptografia e seus Conceitos 4. Tipos de Criptografia em Relação ao Uso de Chaves 5. Autenticação Comum

Leia mais

Segurança em Redes IEEE 802.11. Ienne Lira Flavio Silva

Segurança em Redes IEEE 802.11. Ienne Lira Flavio Silva Segurança em Redes IEEE 802.11 Ienne Lira Flavio Silva REDES PADRÃO IEEE 802.11 O padrão IEEE 802.11 define as regras relativas à subcamada de Controle de Acesso ao Meio (MAC) e camada física (PHY). Da

Leia mais

Segurança na Internet. Disciplina: Informática Prof. Higor Morais

Segurança na Internet. Disciplina: Informática Prof. Higor Morais Segurança na Internet Disciplina: Informática Prof. Higor Morais 1 Agenda Segurança de Computadores Senhas Engenharia Social Vulnerabilidade Códigos Maliciosos Negação de Serviço 2 Segurança de Computadores

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUIDOS. Prof. Marcelo de Sá Barbosa

SISTEMAS DISTRIBUIDOS. Prof. Marcelo de Sá Barbosa Prof. Marcelo de Sá Barbosa Introdução Visão geral das técnicas de segurança Algoritmos de criptografia Assinaturas digitais Criptografia na prática Introdução A necessidade de proteger a integridade e

Leia mais

Política de Utilização da Rede Sem Fio (Wireless)

Política de Utilização da Rede Sem Fio (Wireless) Política de Utilização da Rede Sem Fio (Wireless) UNISC Setor de Informática/Redes Atualizado em 22/07/2008 1. Definição Uma rede sem fio (Wireless) significa que é possível uma transmissão de dados via

Leia mais

Professor(es): Fernando Pirkel. Descrição da(s) atividade(s):

Professor(es): Fernando Pirkel. Descrição da(s) atividade(s): Professor(es): Fernando Pirkel Descrição da(s) atividade(s): Definir as tecnologias de redes necessárias e adequadas para conexão e compartilhamento dos dados que fazem parte da automatização dos procedimentos

Leia mais

INFORMÁTICA PROF. RAFAEL ARAÚJO

INFORMÁTICA PROF. RAFAEL ARAÚJO INFORMÁTICA PROF. RAFAEL ARAÚJO CERTIFICADO DIGITAL O certificado digital é um arquivo eletrônico que contém dados de uma pessoa ou instituição, utilizados para comprovar sua identidade. Este arquivo pode

Leia mais

Procedimento para configuração de rede sem fio: Windows 7 e Vista Para conectar-se a rede sem fio no Windows 7 e Seven siga as orientações abaixo:

Procedimento para configuração de rede sem fio: Windows 7 e Vista Para conectar-se a rede sem fio no Windows 7 e Seven siga as orientações abaixo: Procedimento para configuração de rede sem fio: Windows 7 e Vista Para conectar-se a rede sem fio no Windows 7 e Seven siga as orientações abaixo: 1. Habilite a placa de rede (adaptador) caso não esteja

Leia mais

PROTOCOLO 802.1X COM FRERADIUS FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

PROTOCOLO 802.1X COM FRERADIUS FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO WISLIY LOPES JULIANO PIROZZELLI TULIO TSURUDA LUIZ GUILHERME MENDES PROTOCOLO 802.1X COM FRERADIUS GOIÂNIA JUNHO DE 2014 Sumário 1.

Leia mais

http://cartilha.cert.br/

http://cartilha.cert.br/ http://cartilha.cert.br/ Equipamentos de rede também precisam de cuidados de segurança Independente do tipo de tecnologia usada, um equipamento conectado à rede, seja um computador, dispositivo móvel,

Leia mais

Curso de Tecnologia em Redes de Computadores

Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Disciplina: Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 2: Segurança Física e Segurança Lógica Segurança

Leia mais

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP

TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP TCP/IP TCP UDP IP HTTP HTTPS FTP TFTP TELNET POP3 IMAP SMTP SNMP DHCP HTTP (Hypertext Transfer Protocol ) Protocolo usado na Internet para transferir as páginas da WWW (WEB). HTTPS (HyperText Transfer

Leia mais

Roteador Sem Fio. Prof. Marciano dos Santos Dionizio

Roteador Sem Fio. Prof. Marciano dos Santos Dionizio Roteador Sem Fio Prof. Marciano dos Santos Dionizio Roteador Sem Fio Um roteador wireless é um dispositivo de redes que executa a função de um roteador mas também inclui as funções de um access point.

Leia mais

Segurança em Redes Sem Fio

Segurança em Redes Sem Fio Segurança em Redes Sem Fio Nós finalmente podemos dizer que as redes sem fio se tornaram padrão para a conexão de computadores. Placas de rede sem fio já são um acessório padrão nos notebooks há algum

Leia mais

Nesta modalidade o cliente, além da administração de seus servidores, o cliente executa os procedimentos de backup e recovery do seu conteúdo.

Nesta modalidade o cliente, além da administração de seus servidores, o cliente executa os procedimentos de backup e recovery do seu conteúdo. 1. DATACENTER 1.1. Hospedagem simples de servidor (colocation) Fornecimento de alocação de espaço e infraestrutura de alta disponibilidade no Datacenter da PRODEPA para hospedagem de equipamentos de propriedade

Leia mais

Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com

Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com Segurança em Sistemas de Computação Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com Segurança Segurança deve considerar o ambiente externo do sistema, e proteger de: Acesso não autorizado Alteração ou

Leia mais

Procedimento para configuração de rede sem fio: Windows 8 e 8.1

Procedimento para configuração de rede sem fio: Windows 8 e 8.1 Procedimento para configuração de rede sem fio: Windows 8 e 8.1 Para conectar-se a rede sem fio no Windows 8 e 8.1 siga as orientações abaixo: 1. Habilite a placa de rede (adaptador) caso não esteja ativado.

Leia mais

Proteção no Ciberespaço da Rede UFBA. CPD - Divisão de Suporte Yuri Alexandro yuri.alexandro@ufba.br

Proteção no Ciberespaço da Rede UFBA. CPD - Divisão de Suporte Yuri Alexandro yuri.alexandro@ufba.br Proteção no Ciberespaço da Rede UFBA CPD - Divisão de Suporte Yuri Alexandro yuri.alexandro@ufba.br Agenda Segurança o que é? Informação o que é? E Segurança da Informação? Segurança da Informação na UFBA

Leia mais

Tecnologias de Informação

Tecnologias de Informação : a) Conceito b) Equipamentos c) Aplicações Criptografia, Redes de Computadores e Internet Recordar: TI; Hardware; Software; Redes de computadores; Computadores e redes de computadores ligados (Internet).

Leia mais

Professor Rodrigo. 1. Considere a seguinte situação em uma planilha MS-Excel (2003):

Professor Rodrigo. 1. Considere a seguinte situação em uma planilha MS-Excel (2003): 1. Considere a seguinte situação em uma planilha MS-Excel (2003): Selecionar as células de B1 até B4 e depois arrastar essa seleção pela alça de preenchimento para a célula B5, fará com que o valor correspondente

Leia mais

Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede

Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede Um serviço de diretório, como o Active Directory, fornece os métodos para armazenar os dados de diretório (informações sobre objetos

Leia mais

REDES SEM FIO COM MIKROTIK ALTAIR M. SOUZA

REDES SEM FIO COM MIKROTIK ALTAIR M. SOUZA REDES SEM FIO COM MIKROTIK ALTAIR M. SOUZA Routerboard RB 433 Routerboard RB 750 Routerboard RB 1100 AH Redes Wireless Wireless, provém do inglês: wire (fio, cabo); less (sem); ou seja: sem fios. Utiliza

Leia mais

Segurança Internet. Fernando Albuquerque. fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589

Segurança Internet. Fernando Albuquerque. fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589 Segurança Internet Fernando Albuquerque fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589 Tópicos Introdução Autenticação Controle da configuração Registro dos acessos Firewalls Backups

Leia mais

Conceitos Básicos de Rede. Um manual para empresas com até 75 computadores

Conceitos Básicos de Rede. Um manual para empresas com até 75 computadores Conceitos Básicos de Rede Um manual para empresas com até 75 computadores 1 Conceitos Básicos de Rede Conceitos Básicos de Rede... 1 A Função de Uma Rede... 1 Introdução às Redes... 2 Mais Conceitos Básicos

Leia mais

DISPOSITIVOS DE REDES SEM FIO

DISPOSITIVOS DE REDES SEM FIO AULA PRÁTICA DISPOSITIVOS DE REDES SEM FIO Objetivo: Apresentar o modo de operação Ad Hoc de uma rede padrão IEEE 802.11g/b e implementá-la em laboratório. Verificar os fundamentos de associação/registro

Leia mais

Mecanismos de controle de acesso

Mecanismos de controle de acesso Mecanismos de controle de acesso Os mecanismos de segurança da informação são responsáveis pela concretização das políticas de segurança nos sistemas computacionais. Desta forma, as políticas de segurança

Leia mais

Software ConnectKey Share to Cloud Versão 1.0 Abril de 2013. Xerox ConnectKey Share to Cloud Guia do Usuário / Administrador

Software ConnectKey Share to Cloud Versão 1.0 Abril de 2013. Xerox ConnectKey Share to Cloud Guia do Usuário / Administrador Software ConnectKey Share to Cloud Versão 1.0 Abril de 2013 Xerox ConnectKey Share to Cloud Guia do Usuário / Administrador 2013 Xerox Corporation. Todos os direitos reservados. Xerox, Xerox and Design

Leia mais

GUIA DE CONFIGURAÇÃO AUTENTICAÇÃO DE REDES WIFI COM CAPTIVE PORTAL

GUIA DE CONFIGURAÇÃO AUTENTICAÇÃO DE REDES WIFI COM CAPTIVE PORTAL GUIA DE CONFIGURAÇÃO AUTENTICAÇÃO DE REDES WIFI COM CAPTIVE PORTAL GUIA DE CONFIGURAÇÃO AUTENTICAÇÃO DE REDES WIFI COM CAPTIVE PORTAL Captive Portal é um programa de computador responsável por controlar

Leia mais

Aula Prática Wi-fi Professor Sérgio Teixeira

Aula Prática Wi-fi Professor Sérgio Teixeira Aula Prática Wi-fi Professor Sérgio Teixeira INTRODUÇÃO Os Access Points ou ponto de acesso wi-fi são os equipamentos empregados na função de interconexão das redes sem fio e com fio (infraestrutura).

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS SERVIÇOS DE ACESSO REMOTO (TELNET E TERMINAL SERVICES) Professor Carlos Muniz

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS SERVIÇOS DE ACESSO REMOTO (TELNET E TERMINAL SERVICES) Professor Carlos Muniz ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS SERVIÇOS DE ACESSO REMOTO (TELNET E O que é roteamento e acesso remoto? Roteamento Um roteador é um dispositivo que gerencia o fluxo de dados entre segmentos da rede,

Leia mais

Conceitos de Segurança Física e Segurança Lógica. Segurança Computacional Redes de Computadores. Professor: Airton Ribeiro Fevereiro de 2016-1

Conceitos de Segurança Física e Segurança Lógica. Segurança Computacional Redes de Computadores. Professor: Airton Ribeiro Fevereiro de 2016-1 Segurança Computacional Redes de Computadores Professor: Airton Ribeiro Fevereiro de 2016-1 1 2 Compreende os mecanismos de proteção baseados em softwares Senhas Listas de controle de acesso - ACL Criptografia

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. NF-e e NFS-e

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. NF-e e NFS-e Bloco Comercial NF-e e NFS-e Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos NF-e e NFS-e, que fazem parte do Bloco Comercial. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO. Professor Jeferson

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO. Professor Jeferson SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Professor Jeferson 1 Segurança da Informação está relacionada com proteção de um conjunto de dados ou a um conjunto de informações, no sentido de preservar o valor que possuem para

Leia mais

Segurança em Sistemas de Informação

Segurança em Sistemas de Informação Roteiro com a filtragem de pacotes; Configuração de um roteador de filtragem de pacotes; O que o roteador faz com os pacotes; Dicas para a filtragem de pacotes; Convenções para regras de filtragem de pacotes;

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DIGITAL E ASSINATURA DIGITAL: A EXPERIÊNCIA DA USP. Conceitos e problemas envolvidos

CERTIFICAÇÃO DIGITAL E ASSINATURA DIGITAL: A EXPERIÊNCIA DA USP. Conceitos e problemas envolvidos CERTIFICAÇÃO DIGITAL E ASSINATURA DIGITAL: A EXPERIÊNCIA DA USP Conceitos e problemas envolvidos Agenda Histórico Conceitos Aplicações na USP Recomendações Assinatura e Certificação Digital Objetivo =>

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS PROJETO INTEGRADOR. Projeto de Redes de Computadores. 5º PERÍODO Gestão da Tecnologia da Informação GOIÂNIA 2014-1

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS PROJETO INTEGRADOR. Projeto de Redes de Computadores. 5º PERÍODO Gestão da Tecnologia da Informação GOIÂNIA 2014-1 FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS PROJETO INTEGRADOR Projeto de Redes de Computadores 5º PERÍODO Gestão da Tecnologia da Informação Henrique Machado Heitor Gouveia Gabriel Braz GOIÂNIA 2014-1 RADIUS

Leia mais

Projeto Integrador - Projeto de Redes de Computadores

Projeto Integrador - Projeto de Redes de Computadores FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Projeto Integrador - Projeto de Redes de Computadores AYLSON SANTOS EDFRANCIS MARQUES HEVERTHON LUIZ THIAGO SHITINOE AYLSON SANTOS EDFRANCIS

Leia mais

Sumário. 1 Introdução à administração do Windows Vista...27. 2 Gerenciando sistemas Windows Vista...51

Sumário. 1 Introdução à administração do Windows Vista...27. 2 Gerenciando sistemas Windows Vista...51 Sumário 1 Introdução à administração do Windows Vista...27 Começando a usar o Windows Vista... 28 Instalando e executando o Windows Vista... 30 Instalando o Windows Vista...30 Utilizando o Centro de Boas-vindas

Leia mais

Gerenciamento das chaves criptográficas no Cloud Privacy Guard

Gerenciamento das chaves criptográficas no Cloud Privacy Guard Gerenciamento das chaves criptográficas no Cloud Privacy Guard Vitor Hugo Galhardo Moia Marco Aurélio Amaral Henriques {vhgmoia, marco}@dca.fee.unicamp.br Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Faculdade

Leia mais

Manual do Desktop Sharing. Brad Hards Tradução: Marcus Gama

Manual do Desktop Sharing. Brad Hards Tradução: Marcus Gama Brad Hards Tradução: Marcus Gama 2 Conteúdo 1 Introdução 5 2 O protocolo do Buffer de Quadro Remoto (Buffer de Quadro Remoto) 6 3 Usando o Desktop Sharing 7 3.1 Gerenciando convites do Desktop Sharing........................

Leia mais

Planejando uma política de segurança da informação

Planejando uma política de segurança da informação Planejando uma política de segurança da informação Para que se possa planejar uma política de segurança da informação em uma empresa é necessário levantar os Riscos, as Ameaças e as Vulnerabilidades de

Leia mais

Protocolo Rede 802.1x

Protocolo Rede 802.1x FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS Segurança da Informação Protocolo Rede 802.1x Leonardo Pereira Debs Luis Henrique Ferreira Portilho Wallacy Reis Goiânia 2014 SUMÁRIO 1: Introdução... 3 2: O que é...

Leia mais

Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral

Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral Aula 1 Windows Server 2003 Visão Geral Windows 2003 Server Introdução Nessa Aula: É apresentada uma visão rápida e geral do Windows Server 2003. O Foco a partir da próxima aula, será no serviço de Diretórios

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Disciplina: Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA

Leia mais

Conceitos de Criptografia e o protocolo SSL

Conceitos de Criptografia e o protocolo SSL Conceitos de Criptografia e o protocolo SSL TchêLinux Ulbra Gravataí http://tchelinux.org/gravatai Elgio Schlemer Ulbra Gravatai http://gravatai.ulbra.tche.br/~elgio 31 de Maio de 2008 Introdução Início

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 10, DE 15 DE SETEMBRO DE 2006

INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 10, DE 15 DE SETEMBRO DE 2006 INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 10, DE 15 DE SETEMBRO DE 2006 Aprova a versão 1.1 do documento CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS DE SEGURANÇA PARA AS AR DA ICP-BRASIL O DIRETOR-PRESIDENTE

Leia mais

WiNGS Wireless Gateway WiNGS Telecom. Manual. Índice

WiNGS Wireless Gateway WiNGS Telecom. Manual. Índice Wireless Network Global Solutions WiNGS Wireless Gateway Manual Índice Pagina Características Técnicas 3 Descrição do Aparelho 4 Quick Start 5 Utilizando a interface de administração WEB 7 Login 7 Usuários

Leia mais

AULA 9: REDES SEM FIO

AULA 9: REDES SEM FIO AULA 9: REDES SEM FIO Objetivo: Detalhar conceitos sobre a aplicação, configuração, métodos utilizados para autenticação de usuários e segurança de acesso a redes sem fio. Ferramentas: - Emuladores de

Leia mais

Via Prática Firewall Box Gateway O acesso à Internet

Via Prática Firewall Box Gateway O acesso à Internet FIREWALL BOX Via Prática Firewall Box Gateway O acesso à Internet Via Prática Firewall Box Gateway pode tornar sua rede mais confiável, otimizar sua largura de banda e ajudar você a controlar o que está

Leia mais

Guia do Usuário Administrativo Bomgar 10.2 Enterprise

Guia do Usuário Administrativo Bomgar 10.2 Enterprise Guia do Usuário Administrativo Bomgar 10.2 Enterprise Índice Introdução 2 Interface administrativa 2 Status 2 Minha conta 3 Opções 3 Equipes de suporte 4 Jumpoint 5 Jump Clients 6 Bomgar Button 6 Mensagens

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS. Professor Carlos Muniz

SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS. Professor Carlos Muniz SISTEMAS OPERACIONAIS LIVRES GERENCIAMENTO DE SERVIÇOS NO WINDOWS Se todos os computadores da sua rede doméstica estiverem executando o Windows 7, crie um grupo doméstico Definitivamente, a forma mais

Leia mais

Introdução à Segurança da Informação 2. Aécio Costa

Introdução à Segurança da Informação 2. Aécio Costa Introdução à Segurança da Informação 2 Aécio Costa Classificação das informações Pública Informa ç ã o que pode vir a p ú blico sem maiores consequ ê ncias danosas ao funcionamento normal da empresa Interna

Leia mais

Forefront Server Security Management Console: Gerenciamento Simplificado da Segurança para Mensagens e Colaboração White Paper

Forefront Server Security Management Console: Gerenciamento Simplificado da Segurança para Mensagens e Colaboração White Paper Forefront Server Security Management Console: Gerenciamento Simplificado da Segurança para Mensagens e Colaboração White Paper Outubro de 2007 Resumo Este white paper explica a função do Forefront Server

Leia mais

Autenticação e VPN rede sem fio PPGIA - Windows XP

Autenticação e VPN rede sem fio PPGIA - Windows XP Autenticação e VPN rede sem fio PPGIA - Windows XP 1. Configuração autenticação wireless rede PPGIA Estão sendo incorporadas novas bases wireless na infra-estrutura do PPGIA. As mesmas permitem integrar

Leia mais

Criptografia e Segurança em Rede Capítulo 1. De William Stallings

Criptografia e Segurança em Rede Capítulo 1. De William Stallings Criptografia e Segurança em Rede Capítulo 1 De William Stallings Capítulo 1 Introdução A arte da guerra nos ensina a contar não com a probabilidade de o inimigo não chegar, mas com nossa própria prontidão

Leia mais

Product Architecture. Product Architecture. Aranda 360 ENDPOINT SECURITY. Conteúdos STANDARD & ENTERPRISE EDITION

Product Architecture. Product Architecture. Aranda 360 ENDPOINT SECURITY. Conteúdos STANDARD & ENTERPRISE EDITION Conteúdos Product Architecture Product Architecture Introdução Ambiente RedesdeTrabalho Configurações Políticas Servidores Componentes Agente Servidor Base de Dados Console Comunicação Console Servidor

Leia mais

67 das 88 vagas no AFRF no PR/SC 150 das 190 vagas no TRF no PR/SC 150 das 190 vagas no TRF Conquiste sua vitória ao nosso lado

67 das 88 vagas no AFRF no PR/SC 150 das 190 vagas no TRF no PR/SC 150 das 190 vagas no TRF Conquiste sua vitória ao nosso lado Carreira Policial Mais de 360 aprovados na Receita Federal em 2006 67 das 88 vagas no AFRF no PR/SC 150 das 190 vagas no TRF no PR/SC 150 das 190 vagas no TRF Conquiste sua vitória ao nosso lado Apostila

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO. PROFESSORA: Marissol Martins

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO. PROFESSORA: Marissol Martins FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO PROFESSORA: Marissol Martins AUTENTICAÇÃO DE MAQUINAS USANDO SERVIDOR FREERADIUS ALEXANDRE WILLIE EDER VERISSIMO HANANNY GIANINNY Goiânia GO Dezembro/2014

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR CONSELHO UNIVERSITÁRIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 006/2014 EMENTA: Aprova Normas da Política de

Leia mais

Compartilhamento de recursos de forma a racionar e otimizar o uso de equipamentos e softwares. Servidores e Workstations. Segurança é um desafio, por

Compartilhamento de recursos de forma a racionar e otimizar o uso de equipamentos e softwares. Servidores e Workstations. Segurança é um desafio, por $XWDUTXLD(GXFDFLRQDOGR9DOHGR6mR)UDQFLVFR± $(96) )DFXOGDGHGH&LrQFLDV6RFLDLVH$SOLFDGDVGH3HWUROLQD± )$&$3( &XUVRGH&LrQFLDVGD&RPSXWDomR $8',725,$'$7(&12/2*,$'$,1)250$d 2 &\QDUD&DUYDOKR F\QDUDFDUYDOKR#\DKRRFRPEU

Leia mais

Implementação do Protocolo 802.1x. Utilizando Servidor de Autenticação FreeRadius. Discentes: Luiz Guilherme Ferreira. Thyago Ferreira Almeida

Implementação do Protocolo 802.1x. Utilizando Servidor de Autenticação FreeRadius. Discentes: Luiz Guilherme Ferreira. Thyago Ferreira Almeida Implementação do Protocolo 802.1x Utilizando Servidor de Autenticação FreeRadius. Discentes: Luiz Guilherme Ferreira Thyago Ferreira Almeida Vilmar de Sousa Junior Projeto de Redes de Computadores Professor

Leia mais

INFORMÁTICA PARA CONCURSOS

INFORMÁTICA PARA CONCURSOS INFORMÁTICA PARA CONCURSOS Prof. BRUNO GUILHEN Vídeo Aula VESTCON MÓDULO I - INTERNET Aula 01 O processo de Navegação na Internet. A CONEXÃO USUÁRIO PROVEDOR EMPRESA DE TELECOM On-Line A conexão pode ser

Leia mais

INSTALANDO UM SERVIDOR WINDOWS SERVER 2012 R2 SERVER CORE

INSTALANDO UM SERVIDOR WINDOWS SERVER 2012 R2 SERVER CORE INSTALANDO UM SERVIDOR WINDOWS SERVER 2012 R2 SERVER CORE A Microsoft disponibilizou em seu site, o link para download da versão Preview do Windows Server 2012 R2. A licença do produto irá expirar somente

Leia mais

Pedido de esclarecimentos Resposta NCT

Pedido de esclarecimentos Resposta NCT Pedido de esclarecimentos Resposta NCT Trata-se de pedido de esclarecimentos da Empresa NCT aos termos do Edital do Pregão Eletrônico nº 006/2014, cujo objeto é a contratação de empresa para fornecimento

Leia mais

SISTEMA/MÓDULO: SYSMO S1 IMPLANTAÇÃO DO SERVIDOR DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-E) VERSÃO: 1.03 DATA: 14/08/2009

SISTEMA/MÓDULO: SYSMO S1 IMPLANTAÇÃO DO SERVIDOR DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-E) VERSÃO: 1.03 DATA: 14/08/2009 SISTEMA/MÓDULO: SYSMO S1 ASSUNTO: IMPLANTAÇÃO DO SERVIDOR DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA (NF-E) VERSÃO: 1.03 DATA: 14/08/2009 1 DESCRIÇÃO Este documento tem por objetivo mostrar os requisitos e procedimentos

Leia mais

Sistemas Distribuídos Segurança em Sistemas Distribuídos: Gerenciamento, Canais de Acesso e Controle de Acesso aos Dados I. Prof. MSc.

Sistemas Distribuídos Segurança em Sistemas Distribuídos: Gerenciamento, Canais de Acesso e Controle de Acesso aos Dados I. Prof. MSc. Sistemas Distribuídos Segurança em Sistemas Distribuídos: Gerenciamento, Canais de Acesso e Controle de Acesso aos Dados I Prof. MSc. Hugo Souza Após abordarmos a distribuição de responsabilidades providas

Leia mais

Para cada questão responda se a afirmativa está certa ou errada, JUSTIFICANDO:

Para cada questão responda se a afirmativa está certa ou errada, JUSTIFICANDO: Exercícios de Segurança de Informação Ameaças lógicas Para cada questão responda se a afirmativa está certa ou errada, JUSTIFICANDO: 1) Vírus de macro infectam arquivos criados por softwares que utilizam

Leia mais

Servidor, Proxy e Firewall. Professor Victor Sotero

Servidor, Proxy e Firewall. Professor Victor Sotero Servidor, Proxy e Firewall Professor Victor Sotero 1 Servidor: Conceito Um servidor é um sistema de computação centralizada que fornece serviços a uma rede de computadores; Os computadores que acessam

Leia mais

I Seminário sobre Segurança da Informação e Comunicações CRIPTOGRAFIA

I Seminário sobre Segurança da Informação e Comunicações CRIPTOGRAFIA I Seminário sobre Segurança da Informação e Comunicações CRIPTOGRAFIA OBJETIVO Conhecer aspectos básicos do uso da criptografia como instrumento da SIC.. Abelardo Vieira Cavalcante Filho Assistente Técnico

Leia mais

Qual a importância da Segurança da Informação para nós? Quais são as características básicas de uma informação segura?

Qual a importância da Segurança da Informação para nós? Quais são as características básicas de uma informação segura? Qual a importância da Segurança da Informação para nós? No nosso dia-a-dia todos nós estamos vulneráveis a novas ameaças. Em contrapartida, procuramos sempre usar alguns recursos para diminuir essa vulnerabilidade,

Leia mais

M3D4 - Certificados Digitais Aula 2 Certificado Digital e suas aplicações

M3D4 - Certificados Digitais Aula 2 Certificado Digital e suas aplicações M3D4 - Certificados Digitais Aula 2 Certificado Digital e suas aplicações Prof. Fernando Augusto Teixeira 1 2 Agenda da Disciplina Certificado Digital e suas aplicações Segurança Criptografia Simétrica

Leia mais

3 SERVIÇOS IP. 3.1 Serviços IP e alguns aspectos de segurança

3 SERVIÇOS IP. 3.1 Serviços IP e alguns aspectos de segurança 3 SERVIÇOS IP 3.1 Serviços IP e alguns aspectos de segurança Os serviços IP's são suscetíveis a uma variedade de possíveis ataques, desde ataques passivos (como espionagem) até ataques ativos (como a impossibilidade

Leia mais

1. Introdução. 2. Conteúdo da embalagem

1. Introdução. 2. Conteúdo da embalagem 1 1. Introdução / 2. Conteúdo da embalagem 1. Introdução O Repetidor WiFi Multilaser é a combinação entre uma conexão com e sem fio. Foi projetado especificamente para pequenas empresas, escritórios e

Leia mais

Capítulo 1: Introdução às redes de computadores

Capítulo 1: Introdução às redes de computadores ÍNDICE Capítulo 1: Introdução às redes de computadores Redes domésticas... 3 Redes corporativas... 5 Servidor... 5 Cliente... 7 Estação de trabalho... 8 As pequenas redes... 10 Redes ponto-a-ponto x redes

Leia mais

PREGÃO PRESENCIAL Nº 27/15. ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA

PREGÃO PRESENCIAL Nº 27/15. ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PREGÃO PRESENCIAL Nº 27/15. ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA Constitui objeto da presente licitação o registro de preços para implantação de sistema de telefonia digital (PABX) baseado em servidor IP, com fornecimento

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO RESOLUÇÃOTRE/SP N 358/2015

PODER JUDICIÁRIO RESOLUÇÃOTRE/SP N 358/2015 RESOLUÇÃOTRE/SP N 358/2015 Dispõe sobre o controle de acesso a informações e recursos de Tecnologia da Informação - TI no âmbito do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo. atribuições regimentais e,

Leia mais

Projeto Integrador Segurança de Redes e Transmissão de Dados

Projeto Integrador Segurança de Redes e Transmissão de Dados FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Projeto Integrador Segurança de Redes e Transmissão de Dados AYLSON SANTOS EDFRANCIS MARQUES HEVERTHON LUIZ THIAGO SHITINOE AYLSON SANTOS EDFRANCIS

Leia mais

MAIO / 2007. Banco Safra S.A Tradição Secular de Segurança

MAIO / 2007. Banco Safra S.A Tradição Secular de Segurança Siissttema de Assssiinattura Diigiittall MAIO / 2007 Banco Safra S.A Tradição Secular de Segurança A internet facilitando nossa vida As exigências e as pressões crescentes da vida moderna, o caos urbano,

Leia mais