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1 Usuário, você está recebendo as novidades da ABECIP Quinta-Feira, 3 de Março de 2011 Inscreva-se no MBA Financiamento e Negócios Imobiliários Início: abril Caixa começa a securitizar créditos (Valor Econômico pág C5 03/03/2011) A Caixa Econômica Federal estreia um tipo de operação que deve se tornar bastante comum para os bancos nos próximos meses. A instituição está vendendo R$ 232,7 milhões de sua bilionária carteira de créditos imobiliários para investidores do mercado de capitais. A oferta de recebíveis imobiliários da Caixa deve abrir o mercado para outros bancos realizarem testes semelhantes. Com o crescimento da demanda por financiamento imobiliário, os recursos da poupança tendem a se tornar insuficientes para atender à demanda dos consumidores já nos próximos dois anos. Porém, se venderem parte dos créditos a investidores, os bancos vão gerar novos recursos para o crédito à habitação. Os papéis vendidos pela Caixa, chamados de certificados de recebíveis imobiliários (CRIs), aceitarão aplicações de pessoas físicas que vão de um mínimo de R$ 10 mil a um máximo de R$ 1 milhão. As reservas podem ser feitas nas agências do banco até o dia 29 de abril. É a primeira vez, por exemplo, que recebíveis imobiliários são vendidos a pequenos aplicadores no Brasil. Em geral, esse tipo de produto exige uma aplicação mínima de R$ 300 mil. Os recebíveis vão pagar aos investidores um valor máximo equivalente à Taxa Referencial mais 10% ao ano, com vencimento final em Esse valor, entretanto, ainda está sujeito à demanda dos investidores, podendo cair ao longo da oferta. A taxa final só será conhecida no dia 4 de maio. A Caixa comprará outros R$ 25,9 milhões dessa operação. Esse volume servirá como uma espécie de colchão para amortecer eventuais inadimplências de quem tomou o financiamento, protegendo os investidores. Os papéis colocados pela Caixa receberam a classificação de risco "AAA" da agência Fitch. A carteira tem contratos distribuídos por todo o país. "A qualidade da carteira de crédito é significativamente superior à média de originação do banco", diz a Fitch em seu relatório. A emissora dos certificados é a Brazilian Securities. Por causa do pioneirismo da oferta, houve uma disputa acirrada entre as quatro principais securitizadoras do mercado. Brazilian Securities, RB Capital, Cibrasec e Gaia jogaram para baixo as comissões de olho nos novos serviços que podem ganhar ao acumular a experiência de ter feito a primeira oferta para o banco dono da maior carteira de financiamento imobiliário do país. O prospecto da emissão não traz informações sobre valores cobrados pela vencedora, a Brazilian Securities. Construção só sentirá corte no Minha Casa, Minha Vida em 2012 (Folha Online 03/03/2011) Os impactos do corte anunciado pelo governo federal no programa Minha Casa, Minha Vida devem ocorrer no setor da construção civil somente a partir do próximo ano, segundo avalia a coordenadora de projetos da construção da FGV Projetos, Ana Maria Castelo. "Os reflexos no nível de emprego, no ritmo de construção de moradias e no próprio programa podem ser sentidos somente a partir de Isso porque o governo manteve a meta de

2 construir 2 milhões de unidades", afirma. O programa Minha Casa Minha Vida foi lançado em 2009 e se tornou a principal vitrine de campanha à sucessão presidencial. Para uma avaliação mais detalhada dos efeitos do corte de R$ 5 bilhões para o programa, uma das medidas anunciadas dentro do pacote de redução de despesas do Orçamento, a consultora considera que devem ser aguardadas a votação da segunda fase do MCMV no Congresso e também a revisão do valor de imóveis subsidiados na faixa de 0 a 3 salários mínimos. "Os R$ 9 bilhões contratados do Minha Casa, Minha Vida para 2011 já foram aprovados e serão desembolsados. A previsão das entregas para este ano estão mantidas, e o mercado vai continuar construindo com recursos da poupança e do FGTS, o que garante o nível de atividade e de emprego neste ano", afirma. A contenção de R$ 5 bilhões nos repasses do governo para o programa MCMV representa 40% de redução no projeto --com isso, passa de R$ 12,7 bilhões para R$ 7,6 bilhões. DEFICIT HABITACIONAL Para a especialista, os impactos do corte de recursos para o programa sobre o deficit habitacional ainda são "difíceis" de serem mensurados.o deficit habitacional no Brasil atingiu 5,808 milhões de famílias em 2009, ou 9,3% do total. O número ficou quase estável em relação a 2008, quando a carência por moradia atingiu 5,799 milhões de famílias. O deficit habitacional é formado pela soma das famílias que vivem sob o mesmo teto, mas têm intenção de mudar (coabitação) e por aquelas que vivem em moradias inadequadas (cortiços, favelas) --nessa condição há 3,531 milhões de famílias.quase um terço dos domicílios considerados inadequados são habitados por famílias com renda mensal entre 1 e 2 salários mínimos. E 78% estão concentrados na faixa de até três mínimos. Os dados fazem parte parte de estudo da FGV Projetos realizado para o SindusCon-SP (que reúne a indústria da construção paulista), divulgado com exclusividade pela Folha em novembro do ano passado. Foram usadas informações da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2009, do IBGE, as mais recentes que estavam disponíveis. COMUNICADOS COMUNICADO ABECIP Nº RESOLUÇÃO CCFCVS RELATÓRIO DE AUDITÓRIA INDEPENDENTE Foi divulgada no Diário Oficial da União de , a Resolução nº 289, de , que autoriza, excepcionalmente, a aceitação do Relatório de Auditoria Independente referente ao exercício de 2010 também no modelo anterior ao definido na Resolução 282, de 25 de novembro de No caso do Relatório de Auditoria Independente referente ao exercício de 2011, que será entregue em fevereiro de 2012, somente será aceito o modelo definido na Resolução 282, de 25 de novembro de RESOLUÇÃO Nº 289, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2011 O PRESIDENTE DO CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE COMPENSAÇÃO DE VARIAÇÕES SALARIAIS - CCFCVS, na forma do artigo 27 da Lei Nº , de 21 de dezembro de 2000, e dos incisos II e III do artigo 1º e do inciso III do artigo 7º do Regulamento anexo ao Decreto Nº 4.378, de 16 de setembro de 2002, resolve, "ad referendum": Art. 1º Autorizar, excepcionalmente, a aceitação do Relatório de Auditoria Independente, previsto no subitem 7.7 do Manual de Normas e Procedimentos Operacionais do Fundo de Compensação de Variações Salariais, nos moldes da Resolução do Conselho Curador do FCVS Nº 158, de 31 de março de 2004, referente ao exercício de 2010.

3 Art. 2º Deliberar que esta Resolução entre em vigor na data de sua publicação. MARCUS PEREIRA AUCÉLIO COMUNICADO ABECIP Nº TAXA DE JUROS PARA CONTRATOS COM PRESTAÇÕES FIXAS, NO ÂMBITO DO SFH, EM MARÇO DE Foi divulgado no site do Banco Central o Comunicado nº , de , que dispõe sobre o percentual referente à remuneração básica dos depósitos de poupança, que comporá a taxa de juros contratual máxima, para financiamentos com prestações fixas, no âmbito do SFH. De acordo com o referido Comunicado nº , para março de 2011, a TR é de 0,938% ao ano, perfazendo limite máximo de 13,0506% ao ano. A íntegra do referido comunicado é a seguinte: "COMUNICADO Divulga o percentual e o limite máximo de taxa de juros para utilização em contratos de financiamento prefixados celebrados no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), de que trata a Resolução 3.409, de 2006, ambos relativos ao mês de março de Em cumprimento ao disposto no art. 2º da Resolução 3.409, de 27 de setembro de 2006, comunicamos que: I - o percentual referente à remuneração básica dos depósitos de poupança de que trata o parágrafo único do art. 18-A da Lei 8.177, de 1º de março de 1991, com a redação dada pelo art. 1º da Medida Provisória 321, de 12 de setembro de 2006, para vigência no mês de março, é de 0,938% a.a. (novecentos e trinta e oito milésimos); II - o limite máximo de taxa de juros para os contratos firmados a taxas prefixadas no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), para vigência no mês de março, é de 13,0506% a.a. (treze inteiros e quinhentos e seis décimos de milésimo). Brasília, 28 de fevereiro de Departamento Econômico Altamir Lopes Chefe" NOTICIÁRIO DE IMPRENSA NACIONAL A construção ficará aquecida (O Estado de S.Paulo 03/03/2011) Os cortes de R$ 5,1 bilhões no Programa Minha Casa, Minha Vida, anunciados pelo governo federal, não impedirão que a construção civil continue em ritmo aquecido. Nem se pode

4 afirmar que faltarão recursos para o programa de habitação, pois o setor da construção dispõe de outras fontes de financiamento, de não menor importância. O lastro das operações de financiamento habitacional vem das cadernetas de poupança, do FGTS e, crescentemente, de instrumentos como os fundos imobiliários, os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), os fundos de direitos creditórios especializados em imóveis (FDICs), as letras hipotecárias e as letras de crédito imobiliário. As verbas do Programa Minha Casa, Minha Vida incluídas no PAC correspondem à fase dois do programa habitacional, destinando-se a ampliar o volume de subsídios à baixa renda, para permitir que mais pessoas tenham acesso à moradia. Mas, no ano passado, parcela vultosa dessas verbas, de R$ 9,5 bilhões, nem chegou a ser aplicada - o que não impediu a construção civil, em todo o País, de ter um dos melhores desempenhos de sua história. O corte de agora se refere a recursos que ainda não haviam sido aprovados pelo Congresso, ou seja, recursos que o governo não poderia gastar, como mostrou a reportagem de Lu Aiko Otta, no Estado (1/3, A4). As expectativas do setor imobiliário continuam a ser muito favoráveis, neste e nos próximos anos, porque se trata de investimentos de longo prazo (o ciclo de construção é de dois a três anos, quando não mais), que dispõem de fontes de financiamento confiáveis. Há mais de R$ 300 bilhões aplicados em depósitos de poupança - e embora, nos últimos cinco anos, a demanda de empréstimos tenha crescido mais do que a oferta de recursos, ainda haverá crédito suficiente para atender à procura pelo menos por mais dois anos. Os bancos que captam depósitos de poupança financiaram 421 mil unidades no ano passado, quase 40% mais do que as 302 mil financiadas em 2009, sobretudo para a faixa média. Em 2010, o FGTS, com disponibilidades líquidas superiores a R$ 100 bilhões, destinou R$ 26,9 bilhões ao financiamento de habitações, inclusive o Programa Minha Casa, Minha Vida. O número de unidades financiadas pelo FGTS aumentou de 367 mil, em 2009, para 631 mil, em Mas o programa federal de habitação popular ficou aquém do prometido pelo governo Lula. Em vez de 1 milhão de unidades, foi entregue somente uma quarta parte disso. Muitas obras atrasaram devido à demora nos trâmites burocráticos das prefeituras e da Caixa Econômica Federal ou por falta de mão de obra. Persiste um dos problemas que mais dificultaram a execução do Programa Minha Casa, Minha Vida desde o seu lançamento, em a falta de terrenos com infraestrutura adequada e preços que permitam a construção de imóveis de baixo valor. A elevação do valor máximo das unidades que podem ser financiadas dentro do programa, de R$ 130 mil para R$ 160 mil, a partir deste ano, resolverá apenas em parte o problema do custo dos terrenos, pois não se pode desprezar o risco de encarecimento das moradias, como já ocorreu no passado, quando os limites foram majorados. As projeções dos agentes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, que operam com recursos das cadernetas e cujo principal participante é a CEF, indicam que 540 mil unidades deverão ser financiadas neste ano (+28% em relação a 2010), no montante de R$ 85 bilhões. O orçamento do FGTS prevê financiamentos de apenas R$ 23 bilhões, mas deve ser revisado ao longo do ano, para atender à demanda, Segundo cálculos oficiais, se a fase dois do Programa Minha Casa, Minha Vida for suspensa, os recursos para o programa em 2011 ainda serão de R$ 7,6 bilhões - ou seja, R$ 1 bilhão a mais do que em Continuarão abundantes. Quando muito, o ritmo da aceleração dos investimentos imobiliários será ligeiramente menor, como pretende o governo, para não pressionar a inflação. O mercado não está uma beleza este ano, mas dificilmente existe um setor que esteja sofrendo mais que o de construção. Os papéis dessas companhias caem, em média, entre 20% e 25%, uma senhora perda. Esse movimento é resultado de uma combinação de fatores: temor de aumento nas taxas de financiamento com o processo de aperto monetário, quedas nas vendas e, mais recentemente, o corte de R$ 5 bilhões na segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida. Mas, para o analista da Banif Corretora, Flávio Conde, os investidores estão com percepções exageradas de todos esses fatores e, consequentemente, do impacto sobre as construtoras. "Apesar do exagero na queda, os investidores só vão voltar para os papéis de construtoras de forma consistente quando enxergarem que a inflação parou de subir e que, portanto, os juros também poderão parar de subir", diz Conde. Ele acredita que isso deve ocorrer apenas no terceiro trimestre. Até lá, os papéis têm tudo para continuar altamente voláteis, como já vem ocorrendo. Num dia caem 4%, 5% e, no seguinte, sobem esse percentual. Construtoras sofrem com visões exageradas (Valor Econômico pág D2 03/03/2011)

5 Os investidores estrangeiros, especialmente os fundos hedge, segundo o analista da Banif, são os grandes vendedores das ações. Eles venderam com base no histórico de comportamento dessas companhias em outros países. "No resto do mundo, elas sofrem muito em processos de elevação da taxa de juros, só que no Brasil é diferente", diz Conde. Aqui, os financiamentos se baseiam na Taxa Referencial (TR), que sobe marginalmente com o aumento da Selic. Segundo Conde, alguns estudos mostram que, a cada elevação de um ponto percentual na taxa básica de juros, a TR sobe menos de 0,20 ponto percentual, ou seja, um impacto marginal. As pessoas de média e alta renda são mais sensíveis a juros e, portanto, uma parte delas pode até adiar a compra do imóvel. De qualquer forma, as vendas continuam fortes nesses segmentos, afirma Conde. Já a baixa renda é indiferente à taxa de juros e sensível apenas à oferta de crédito que, segundo o analista, permanece intacta. Selic e corte de recursos aumentam percepção de risco A reação ao corte de R$ 5 bilhões no programa Minha Casa, Minha Vida também parece exagerada. Muitas vezes, o governo corta exatamente aquela quantia que ele sabe que não haverá condições de ser implementada. "Este pode ser o caso desse corte no programa habitacional, mas o investidor é racional e, quando vê riscos, prefere sair das ações, mesmo que esses riscos mais tarde não se concretizem", explica Conde. Múltiplos como o preço em relação ao lucro (P/L, que dá uma ideia de quanto anos pode demorar para o investidor ter de volta o quanto aplicou) também mostram como as construtoras caíram. O P/L médio do setor está em 10 vezes, a metade do que estava em meados de Ontem, o Ibovespa subiu 1,57%, para pontos, com destaque para algumas construtoras. As ordinárias (ON, com direito a voto) da Rossi Residencial subiram 4,87% e as ON da Brookfield, 4,02%. Daniele Camba é repórter de Investimentos de imóveis populares, fez as empresas do setor perderem valor. No início desta semana, quanto maior a participação da empresa no MCMV, maior foi a perda dos investidores. Os empresários reclamaram com os ministros Míriam Belchior (Planejamento) e Mário Negromonte (Cidades) sobre a forma como o corte foi anunciado, com o mercado em pleno funcionamento. Em reunião logo após a divulgação do bloqueio dos recursos, eles culparam o governo pela forte oscilação de preço das ações do setor. Na segunda-feira, dia em que a equipe econômica detalhou o corte, o índice que mede o desempenho geral do segmento caiu 2%. Empresas como Cyrela, MRV, Direcional e Gafisa, que atuam no programa, viram a cotação recuar 7,29%, 6,9%, 6,34% e 4,53%, respectivamente, nos dois primeiros dias da semana. Ontem, as ações recuperaram parte das perdas. Segundo a Folha apurou, os empresários disseram que o governo precisava "ter um pouco mais de cuidado" ao tratar de temas que afetam companhias com ações negociadas em Bolsa. A ministra não gostou das críticas, chegou a se irritar e desconversou. Com a meta de construir, até o fim do governo, mais 2 milhões de imóveis para famílias que ganham até R$ 4.600, os empresários saíram do encontro apostando que o efeito negativo será passageiro e que as perspectivas continuarão favoráveis. A expectativa é que, no segundo semestre, com a aprovação pelo Congresso da regulamentação da segunda etapa do MCMV, os investimentos serão retomados. "A nossa orientação é de compra das ações do setor", diz o analista Armando Halfeld, da corretora Cortes derrubam ações de construtoras (Folha de S.Paulo 03/03/2011) Anúncio de redução do orçamento do Minha Casa, Minha Vida fez cotação da Cyrela recuar 7,29% em 2 dias Na segunda-feira, índice do setor caiu 2%; empresários criticaram forma como foi feita a divulgação do corte SHEILA D'AMORIM FLÁVIA FOREQUE DE BRASÍLIA JANAÍNA LAGE O anúncio de corte no orçamento do Minha Casa, Minha Vida (MCMV), destinado à construção

6 Ativa. Com cerca de 90% dos negócios voltados para o programa, a MRV Engenharia não pretende cancelar nem adiar projetos. "Não houve interrupção no programa", disse o presidente da empresa, Rubens Menin. Para o presidente da Abramat (Associação Brasileira de Materiais de Construção), Melvyn Fox, o setor está "entendendo isso como uma prorrogação de prazo". Mas admite que há um impacto "emocional". A coordenadora de projetos da construção da FGV Projetos, Ana Maria Castelo, acredita que impactos possam ocorrer a partir de "Os reflexos podem ser sentidos no próximo ano, seja no nível de emprego da construção civil seja no próprio programa.isso porque o governo mantém a meta de construir neste ano 2 milhões de unidades", diz. Fundos DI e CDBs terão rendimento maior (O Globo 03/03/2011) No financiamento, efeito é pequeno. Em compra de carro em 60 meses, R$441 a mais Com a segunda elevação seguida da Selic este ano, os investidores verão novamente avançar a rentabilidade dos Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) e fundos DI (pós-fixados). Já a caderneta de poupança segue perdendo competitividade. No crédito, o impacto não é alto - chega a centavos por mês na compra parcelada de uma geladeira ou aparelho de TV, por exemplo, mas pode somar mais de R$400 numa aquisição de veículo. O comércio acredita que haverá reflexos as vendas. - Com as outras altas de juros e medidas restritivas ao crédito, como as anunciadas em dezembro, o consumidor pensa duas vezes antes de comprar - afirmou Miguel de Oliveira, economista da Anefac, associação que reúne os executivos de finanças. No caso das aplicações, levantamento feito no site mostra que o rendimento de um fundo DI com taxa de administração de 2% ao ano vai subir dos atuais 9,07% anuais, com a Selic a 11,25%, para 9,56%, em média, com a Selic a 11,75%. O cálculo não desconta o Imposto de Renda, que varia de 15% a 22,5% sobre os ganhos, de acordo com o prazo da aplicação. Já nos CDBs, com a Selic a 11,25% ao ano, um investimento de R$1 mil garantiria um ganho médio de R$77,92 ao fim de um ano. Após a elevação da taxa, a rentabilidade em 12 meses avança para R$81,36, em média. - A alta dos juros beneficia essas aplicações, e os investidores saem ganhando. Mas é preciso lembrar que a inflação está em alta e, na prática, corrói o ganho real - afirma o professor da FEA/USP e responsável pelo site Rafael Paschoarelli Veiga. Neste ambiente, lembra o especialista em finanças pessoais do Moneyfit, Antonio de Julio, a caderneta de poupança continua perdendo espaço: - Os investimentos atrelados à taxa de juros sobem, enquanto a poupança vai continuar apanhando da inflação. (Lucianne Carneiro e Henrique Gomes Batista) NOTICIÁRIO DE IMPRENSA REGIONAL Aluguel comercial cresce 64% mais que a inflação (Gazeta do Povo Online 03/03/2011) Desde 2006, oferta de escritórios caiu 15% em Curitiba. Mesmo com liberação de novos alvarás, tendência é de novos aumentos no preço Zaira Sachetti ainda não conseguiu encontrar um local ideal para expandir seu escritório A combinação entre aquecimento da economia e oferta cada vez menor fez o preço do aluguel comercial em Curitiba subir acima da inflação nos últimos cinco anos. Empresas e profissionais liberais estão encontrando dificuldade para alugar espaços com tamanho e estrutura satisfatórios. A tendência é de valores ainda mais altos nos próximos anos. Em média, o preço mensal do metro quadrado de espaços comerciais (conjuntos, casas comerciais, barracões e lojas) passou de R$ 8,39 em 2006 para R$ 12,90 em 2010: uma alta de 54%. No mesmo período, o IGP-M (principal índice usado pelo mercado imobiliário) subiu

7 33%. Os números, levantados pelo Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi- PR) a pedido da Gazeta do Povo, mostram que os preços subiram em ritmo 64% superior ao da inflação. Imóveis sem estrutura restringem ainda mais as opções de quem busca alugar um espaço comercial Uma das afetadas pela alta, a empresária Zaira Sachetti viu seu aluguel crescer 30% em três anos. Ela desembolsa hoje R$ 2 mil mensais (o dobro da média da cidade) pelos 60 metros quadrados onde trabalham seus oito funcionários, além dos R$ 500 de condomínio. Além do preço alto, ela encontra dificuldades para expandir seus negócios - já que a oferta disponível não atende às suas necessidades. "Queria arranjar outro espaço, um pouco maior, e com estrutura para os computadores. Mas é muito difícil conseguir", lamenta. As opções ficam ainda mais restritas quando se considera que prédios mais antigos nem sempre têm cabeamento suficiente para conexão satisfatória com a internet, por exemplo. Enquanto não arranja outro imóvel, Zaira prefere continuar no Centro. O fácil acesso à região é o grande atrativo para empresas como a dela. "Aqui, é fácil atender clientes, além de poder visitá-los sem complicações", afirma. Apesar do preço alto do Centro, outros bairros tiveram alta maior que a média na cidade. No Água Verde, a valorização foi de 155%. No Batel, 139%. Até regiões mais afastadas surpreenderam, como Novo Mundo (243%), Hauer (156%) e Capão Raso (151%). Depois de estudos de oferta e procura por espaços comerciais em Curitiba, a construtora Laguna começou a erguer em 2009 um prédio comercial na esquina do cruzamento entre as avenidas República Argentina e Iguaçu. "Tínhamos uma demanda latente. Desde o lançamento, em agosto, quase 80% dos 131 conjuntos foram vendidos", diz o diretor da construtora, Gabriel Raad. Nos próximos anos, se a demanda continuar em ritmo crescente, os preços subirão ainda mais - já que a oferta está na contramão do negócio e vem caindo. De 2005 a 2010, o número de unidades comerciais ofertadas para locação caiu 15%. Além disso, o ritmo de construção de novos imóveis do tipo, além de não acompanhar a demanda, chegou a diminuir: segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Paraná (Sinduscon-PR), o número de alvarás para novas unidades caiu de em 2009 para em Para o professor de Ciências Econômicas Fábio Tadeu Araújo, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), o principal problema enfrentado no mercado dos imóveis comerciais é o descompasso entre oferta e demanda. "Tivemos um crescimento alto e repentino nos últimos anos no país, mas o mercado imobiliário não estava pronto para isso. Agora vão começar a construir, mas os prédios só vão ficar prontos daqui a dois ou três anos, quando o país pode já não estar com crescimento tão forte", diz. Mais demanda Segundo Araújo, a procura atual é impulsionada pelo grande número de profissionais liberais sendo formados. "Em 1997, por exemplo, havia cinco faculdades de Administração na cidade; hoje temos 35. São inúmeros consultores, médicos e advogados sendo formados a todo ano e que precisam de um lugar para atender seus clientes", diz. O vice-presidente do Secovi-PR, Luiz Valdir Nardelli, concorda. Ele defende ainda que Curitiba está compensando uma defasagem histórica nos preços. "Tínhamos um preço muito baixo, totalmente fora da realidade. Estamos tentando recuperar o preço real de mercado", defende. Para ele, o bom momento da economia nos últimos anos ajudou a aumentar os preços. "Conforme o mercado foi melhorando, nossos preços também foram se adequando", resume. Das características da unidade às expectativas de lucro, tudo deve estar bem contemplado no plano de negócios' do comprador O investimento em imóveis é cultural no Brasil, mas isso não significa que as pessoas não estejam sujeitas a cometer alguns erros na hora de aderir à modalidade. De acordo com o presidente do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis), José Augusto Viana Neto, um dos erros dos investidores de imóveis é ter uma avaliação distorcida quanto ao retorno que a aplicação pode proporcionar. "Se quero comprar um imóvel para revender, tenho de entender de liquidez, qual o tempo de demora de venda, quanto tempo o dinheiro deve ficar aplicado, qual o montante que estará aplicado e qual o retorno", afirmou. Ele completou: "Porque, se eu vou comprar para obter lucro, tenho de comprar abaixo do valor do mercado para, no mínimo, vender no valor do mercado". Esse tipo de negócio, segundo Viana, se consegue quando se encontra alguém querendo vender o imóvel com urgência, seja para mudar de cidade, para empreender etc. "Quem compra pensando em vender em um preço acima do mercado não vai conseguir. Só Confira os erros mais comuns de quem investe em imóveis (Araraquara.Com 03/03/2011)

8 pela facilidade que a internet traz, tem muita informação, então todo mundo sabe o preço", completou, justificando a estratégia de comprar barato. Locação Um erro na compra de um imóvel para locação é não ficar atento às características da unidade. De acordo com Viana, de nada adianta um imóvel grande próximo ao metrô, por exemplo, onde tem muitos jovens e solteiros querendo locar, e não famílias grandes. "Tem de investir no perfil certo: um apartamento que seja na proximidade do metrô não pode ter mais de dois dormitórios, porque há mais clientes neste local para este tipo de imóvel", afirmou o presidente do Creci-SP. Na locação, segundo ele, um outro erro é tratar diretamente do contrato com o inquilino e acabar misturando amizade com negócios. "Porque, se o inquilino passa por aperto, ele faz apelo emocional. Já quando deixa em uma imobiliária, é uma vacina contra esse apelo emocional." Documentação Com o avanço da informática, ficou mais fácil falsificar alguns documentos, inclusive os relacionados a um imóvel. Um dos erros que os investidores podem cometer é não ficar atento a isso e acabar sendo alvo de um golpe. Um dos documentos necessários é a certidão de ônus reais do imóvel, emitida pelo cartório de registro de imóveis e que informa se há alguma restrição à fruição de propriedade de um imóvel. Tal certidão declara, por exemplo, se o imóvel está hipotecado ou penhorado. Viana indica ainda que a pessoa peça documentos como a certidão de casamento dos proprietários, para ver o regime de bens e se a venda é permitida; a certidão de nascimento, porque se a pessoa está interditada judicialmente, aparece neste documento; a certidão de débitos municipais do imóvel, para analisar o pagamento do IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano); e a certidão do condomínio, para saber se o pagamento desta conta está em dia. Fora isso, um erro dos investidores é permitir que o antigo proprietário do imóvel informe um valor menor na hora de declarar a venda, com o intuito de pagar menos Imposto de Renda. Isso porque, quando o investidor for vender a propriedade, também terá de fazer a mesma declaração e pode ter de arcar com mais imposto por conta disso. Mas o erro mais perigoso, segundo Viana, é a pessoa fazer contratos de gaveta, ou aderir aos documentos informais. "A pessoa compra e não quer pagar uma escritura porque fica muito caro. Aí, ela faz um instrumento particular para, quando vender, passar direto do vendedor anterior para o comprador. Isso é perigoso. Porque, se de repente o antigo proprietário morre, o imóvel entra no inventário dele. Esses contratos de gaveta são perigosíssimos e ensejam a sonegação fiscal." O lado emocional De acordo com o vice-presidente do Secovi-RJ (Sindicato da Habitação), Leonardo Schneider, quem está comprando um imóvel como forma de investimento tem de tomar cuidado com o lado emocional. Isso porque, como os imóveis hoje estão em destaque, por conta da valorização que apresentaram nos últimos anos, muitos acreditam que é possível ganhar dinheiro com eles de qualquer jeito, o que não é verdade. "Na hora de fechar, de escolher, tem de ver a localização", argumentou. Ele completou: "Tem de escolher um imóvel que não seja no primeiro andar, tem de ser um imóvel menor, que o prédio não seja velho, que não precise de manutenção, porque eles têm mais liquidez". Schneider recomenda, a quem for vender, que opte por uma boa orientação, principalmente por conta da documentação. A economia dos Estados Unidos continuou crescendo a um ritmo de "fraco a moderado" segundo as regiões, durante os primeiros meses do ano, destacou o livro bege do Federal Reserve (Fed, banco central americano), publicado esta quarta-feira, com tom cauteloso sobre a inflação e o setor imobiliário. "A atividade econômica em seu conjunto continuou crescendo a um ritmo de fraco a moderado em janeiro no começo de fevereiro", informou o banco central. Este relatório de conjuntura é feito com base em informações transmitidas pelas 12 representações regionais do Fed, em função de suas observações em campo e de seus contatos com o setor empresarial, anteriores a 18 de fevereiro. O documento destacou que em seu conjunto, as vendas no varejo aumentaram apesar das tempestades de neve que paralisaram várias regiões do país e que tiveram "um efeito negativo na atividade comercial". A produção manufatureira registrou um "crescimento sólido" em todas as regiões, exceto uma, Fed: crescimento dos EUA se mantém de 'fraco a moderado' (Jornal do Brasil 03/03/2011)

9 acrescentou o Livro Bege, que constata que o mercaado imobiliário se mantém "frágil", bem como o da construção. Dois dias antes da publicação de dados oficiais de emprego, o Fed destacou que "o mercado de trabalho melhorou levemente no país". O documento advertiu para o aumento dos preços. "Varejistas de alguns distritos mencionaram ter adotado aumento de preços ou antecipavam tal medida para os próximos meses", acrescentou. O Livro Bege será usado na próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, em 15 de março. Imóveis do centro de Osasco valorizam mais de 90% somente no último ano (Web Diário 03/03/2011) Eles estão entre as unidades que lideraram a alta nos preços em todo Estado, segundo pesquisa do Creci As casas com 3 dormitórios localizadas na região central de Osasco e bairros vizinhos sofreram, durante o ano passado, uma valorização de 91,58%. Nesses locais, o preço do metro quadrado passou de R$ 975,60 em janeiro para R$ 1.869,05 em dezembro, segundo pesquisa realizada pelo Creci (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) e divulgada pelo jornal O Estado de São Paulo. Com isso, essas unidades estão entre as que tiveram a maior valorização, em 2010, em todo o Estado. O levantamento envolveu 109 tipos de imóveis cujos preços efetivos de venda foram apurados mês a mês com as imobiliárias. Dentre eles, 74 fecharam dezembro com preços maiores do que em janeiro, o que corresponde a 67,89% do total. E 58 tiveram valorização de até 100%. Junto com Osasco, na faixa de até 100% de valorização, estão também apartamentos de dois dormitórios em bairros de áreas centrais de Jundiaí. O metro quadrado custava em média R$ 1.449,58 em janeiro e em dezembro chegou a R$ 2.289,22, ou 57,92%. Já a liderança ficou com as casas de três dormitórios situadas em bairros da região central de Campinas, onde o metro quadrado custava em média R$ 498,36 em janeiro e fechou dezembro a R$ 2.200, uma elevação de 341,45%. Outros imóveis muito bem valorizados também foram as casas de quatro dormitórios de bairros da zona nobre de Bauru, com alta de 242,86%. Na outra ponta dessa balança estão imóveis em Franca, Presidente Prudente, Santo André e Caraguatatuba, onde os preços baixaram cerca de 30%. Sucesso nos negócios: Imóveis são boa ideia (O Dia 03/03/2011) Rio - O mercado imobiliário está muito aquecido atualmente por causa do programa Minha Casa, Minha Vida'. E a Baixada Fluminense está vivendo uma época de grande expansão desse tipo de negócio. Novos empreendimentos surgem por todos os lados e a situação não deve parar tão cedo. Apesar da concorrência muito grande na região, vale a pena investir no mercado imobiliário. Sempre há espaço para mais um. Por Sergio Malta PERGUNTA E RESPOSTA Nos últimos anos têm surgido muitos empreendimentos imobiliários na Baixada Fluminense. Sempre trabalhei em imobiliárias e agora acredito que seja um bom momento para abrir a minha própria. Mas quero um atendimento diferenciado, voltado para quem mora na Baixada. Como posso conhecer melhor esse público? Mário, Nova Iguaçu A classe média hoje representa mais da metade da população fluminense, graças ao controle da inflação, aumento das taxas de emprego, redução de juros e aumento dos prazos de financiamentos. Assim, a compra da casa própria deixou de ser impossível, apesar dos preços elevados. Os municípios mais atraentes da Baixada Fluminense para expansão no setor imobiliário são Nova Iguaçu, Duque de Caxias e Belford Roxo. Isso porque são regiões onde as pessoas têm maior poder aquisitivo. Na área de São Gonçalo e Itaboraí também houve uma formidável

10 expansão, por conta da instalação do Comperj. Outro fator positivo na Baixada são as recentes obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na região e ampliação dos meios de transporte. Para montar o seu próprio negócio, sugiro que visite o site do Sebrae, onde o guia "Primeiro Passo" fornece informações para mais de 150 atividades empresariais, entre elas, o setor imobiliário. Recomendo, também, que você visite o local onde pretende estabelecer sua imobiliária, converse com corretores e comerciantes da região e pesquise na Internet o mercado local. Assim, você terá um perfil mais definido do público que pretende atingir. O mercado está em expansão e, embora já exista uma concorrência acirrada, sempre há lugar para um empreendedor entusiasmado. Boa Sorte! POUPANÇA Poupança diária Clique aqui para visualizar o saldo diário CURSOS Inscrições abertas para o curso: Prática Jurídica em Contratos Imobiliários Dias: 22/3/2011 e 25/3/2011 Horário: 18:00 à 22:00 [+] Inscreva-se Inscrições abertas para o curso: Financiamento para Construção de Imóveis - Plano Empresário Dias: 14/3/2011 e 15/3/2011 Horário: 09:00 à 18:00 [+] Inscreva-se Inscrições abertas para o curso: Crédito Imobiliário no Brasil Dinâmica Operacional e Produtos Dias: 24/3/2011 e 25/3/2011 Horário: 09:00 à 18:00 [+] Inscreva-se TODOS OS DIREITOS RESERVADOS ABECIP - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS ENTIDADES DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO E POUPANÇA Av. Brigadeiro Faria Lima, 1485, 13º andar Torre Norte Cep São Paulo SP (011)

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