SUMÁRIO PROJETO DE DEMOLIÇÃO E DESINFECÇÃO DE ESTRUTURAS E EDIFICAÇÕES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SUMÁRIO 12.1.3 PROJETO DE DEMOLIÇÃO E DESINFECÇÃO DE ESTRUTURAS E EDIFICAÇÕES"

Transcrição

1 SUMÁRIO PROJETO DE DEMOLIÇÃO E DESINFECÇÃO DE ESTRUTURAS E EDIFICAÇÕES 12. PLANO DE CONSERVAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS TERRESTRES PROGRAMA DE DESMATAMENTO E LIMPEZA DAS ÁREAS DOS RESERVATÓRIOS PROJETO DE DEMOLIÇÃO E DESINFECÇÃO DE ESTRUTURAS E EDIFICAÇÕES ANTECEDENTES EVOLUÇÃO DAS ATIVIDADES, SEUS RESULTADOS E AVALIAÇÃO CRONOGRAMA GRÁFICO ENCAMINHAMENTOS PROPOSTOS EQUIPE RESPONSÁVEL PELA IMPLEMENTAÇÃO NO PERÍODO ANEXOS i

2 12. PLANO DE CONSERVAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS TERRESTRES PROGRAMA DE DESMATAMENTO E LIMPEZA DAS ÁREAS DOS RESERVATÓRIOS PROJETO DE DEMOLIÇÃO E DESINFECÇÃO DE ESTRUTURAS E EDIFICAÇÕES ANTECEDENTES O Projeto de Demolição e Desinfecção de Estruturas e Edificações está inserido no Programa de Desmatamento e Limpeza das Áreas dos Reservatórios da UHE Belo Monte e tem como objetivo principal o estabelecimento de ações de limpeza das áreas a serem inundadas, auxiliando na manutenção da qualidade da água e garantir a segurança da navegação comercial e esportiva e da atividade pesqueira nos futuros reservatórios do empreendimento. O início deste projeto foi estabelecido, de forma antecipada em maio de 2012, com a implantação da atividade de planejamento que continua em andamento devido à complexidade e dinâmica das atividades inerentes ao referido projeto. Esta atividade tem indicado a necessidade de ajustes e adequações no cronograma deste projeto que serão devidamente apresentados nos itens seguintes deste relatório. No escopo desta atividade, também estão sendo elaboradas especificações técnicas referentes aos procedimentos e métodos de trabalho de demolição e desinfecção das estruturas e edificações para contratação de empresas especializadas nesta questão, que estejam em conformidade com as diretrizes recomendadas no próprio projeto e na legislação vigente. Para melhor planejamento das atividades, a área de abrangência do projeto foi dividida em zona rural e urbana na região do Reservatório do Xingu, enquanto a área do Reservatório Intermediário está sendo considerada totalmente como zona rural. Essa divisão visa estabelecer na área rural, lotes de propriedades para facilitar a contratação das empresas de demolição/desinfecção e também para acompanhamento dos trabalhos. Encontra-se em fase final de elaboração, Mapa Fundiário, com apresentação e localização dos lotes, bem como status de cada propriedade (liberada e não liberada). Adicionalmente, informa-se que a reavaliação dos quantitativos de estruturas e edificações a serem demolidas, conforme recomendação do Parecer 143/2011 emitido pelo IBAMA, através da integração com as fichas de levantamento de campo foram devidamente finalizadas na zona rural do Reservatório Intermediário e que estão em fase final de andamento para a zona rural e principalmente urbana do Reservatório do Xingu. Para a reavaliação desses quantitativos estão sendo utilizadas as fichas de

3 levantamento de campo de benfeitorias, disponibilizados pelas empresas subcontratadas pela Norte Energia, as quais atuam no Programa de Negociação e Aquisição de Terras e Benfeitorias na Área Rural e Programa de Negociação e Aquisição de Terras e Benfeitorias na Área Urbana. Destaca-se que foi criado um banco de dados específico que é alimentado continuamente com as informações referentes aos quantitativos de estruturas, benfeitorias e edificações existentes nas propriedades que ainda estão sendo cadastradas através de fichas de levantamento de campo. Este banco de dados é a base para o ordenamento e planejamento das ações futuras de demolição e desinfecção a serem implementadas na região dos reservatórios do Xingu e Intermediário que ainda está em fase de alimentação. Cabe observar que o Programa de Negociação e Aquisição de Terras e Benfeitorias na Área Rural contratou empresas para realizar a mudança dos moradores das áreas adquiridas pela Norte Energia, interferidas pelas estruturas das obras principais e Reservatório Intermediário. Para que não ocorram invasões em estruturas desocupadas, as mesmas estão sendo demolidas. As demolições que ocorreram até o presente momento são classificadas como parciais e seu devido complemento ocorrerá concomitantemente às atividades de desinfecção das fontes de contaminação nestas mesmas propriedades no âmbito deste Projeto de Demolição e Desinfecção de Estruturas e Edificações, sendo que estas atividades integradas entre ambos os projetos atualmente caracterizam uma antecipação no início das atividades de demolição propriamente ditas. Inspeções periódicas estão sendo realizadas para acompanhamento destas atividades de demolição parcial das propriedades e devidamente relatadas em relatórios de campo EVOLUÇÃO DAS ATIVIDADES, SEUS RESULTADOS E AVALIAÇÃO Até o final de maio de 2013 teve continuidade à reavaliação dos quantitativos de estruturas e edificações a serem demolidas, conforme recomendação do Parecer 143/2011 emitido pelo IBAMA, através das fichas de campo de benfeitorias disponibilizadas pela equipe da Superintendência de Assuntos Fundiários (SAF) da Norte Energia, as quais atuam no Programa de Negociação e Aquisição de Terras e Benfeitorias na Área Rural e Programa de Negociação e Aquisição de Terras e Benfeitorias na Área Urbana. Esta atividade ainda não foi concluída, pois os levantamentos de campo destas estruturas e edificações ainda estão em pleno andamento, apesar da sua previsão de finalização ter sido informada inicialmente para T Dessa maneira, com base nessas fichas de levantamento de campo de benfeitorias, a atividade de alimentação do banco de dados continua sendo realizada com a inserção das fichas de campo da área urbana. Novos levantamentos de campo serão executados, principalmente na zona urbana de Altamira. Essa atividade objetiva

4 acurar, de forma mais precisa, os dados já existentes para que se possam contratar as empresas que realizarão as atividades de desinfecção e demolição das zonas rural e urbana que abrangem o empreendimento. Em função desta situação, informa-se que a atividade de reavaliação dos quantitativos de estruturas e edificações a serem demolidas, tanto da área urbana quanto da rural, continua em pleno desenvolvimento e se estenderá até T3 de Dados atualizados referentes ao Programa de Negociação e Aquisição de Terras e Benfeitorias na Área Rural mostram que até o dia 12/06/2013 foram levantadas propriedades rurais, sendo que para a área urbana o cadastramento permanece com os lotes cadastrados conforme informado no último relatório consolidado de janeiro de 2013 pelo Programa de Negociação e Aquisição de Terras e Benfeitorias na Área Urbana. Estas informações continuam sendo integradas com o banco de dados já em elaboração com o intuito de se ter os quantitativos das zonas rural e urbana levantados de forma mais consistente e consolidada possível. Vale destacar que para a execução das futuras atividades de demolição e desinfecção das edificações na zona urbana de Altamira está sendo elaborada e planejada inicialmente a divisão de setores específicos em lotes pré-determinados pela SAF, sendo que os levantamentos finais dos quantitativos das referidas edificações existentes estão sendo feitos inicialmente com base em informações aéreas e pelos dados de desapropriação já levantados e citados anteriormente e que serão complementados durante o decorrer do andamento do cadastramento final destas mesmas edificações que está sendo revisto e consolidado em campo. Este planejamento está sendo feito de forma integrada entre as equipes técnicas responsáveis tanto por este programa (desinfecção e demolição) quanto pelo Projeto de Reassentamento Urbano (4.4.3), sendo que um cronograma comum de atividades está em fase final de elaboração. Esta integração é fundamental para que o desenvolvimento das atividades inerentes aos dois programas ocorra de forma mais ágil, integrada e organizada, evitando maiores impactos à região afetada. No período de janeiro a maio de 2013 teve continuidade as vistorias nas atividades de relocação de moradores em propriedades situadas na zona rural do Reservatório Intermediário, onde foram executados serviços de demolição parcial de benfeitorias e edificações no âmbito do Programa de Negociação e Aquisição de Terras e Benfeitorias na Área Rural que estão sendo integrados no escopo deste projeto. As Figuras a ilustram em detalhe as atividades de demolição parcial já realizadas em algumas propriedades situadas no entorno do Reservatório Intermediário, onde seus moradores já foram realocados

5 Figura Propriedade do Sr. Rogerio Lindoufo Mouzinho, localizada no travessão do km 45. Realizada a demolição de todas as edificações. Vista antes da demolição. Figura Propriedade do Sr. Rogerio Lindoufo Mouzinho, localizada no travessão do km 45. Realizada a demolição de todas as edificações. Vista depois da demolição. Figura Propriedade da Igreja Assembleia de Deus, localizada no travessão do km 55. Realizada a remoção do telhado, portas e janelas faltando realizar o tombamento das estruturas. Figura Propriedade da Igreja Assembleia de Deus, localizada no travessão do km 55. Realizada a demolição de 2 casas localizadas ao lado da igreja. Resíduos Classe A (componentes cerâmicos, argamassa e concreto) Figura Propriedade Sr. do Deusdeir Cândido Ribeiro, localizada no km 55 travessão da farinheira. Realizada a demolição de todas as edificações (casa, curral, cercas e galinheiros) e quebra do piso de concreto (platô). Figura Propriedade da Sra. Amélia, localizada no Travessão 45. Realizada a remoção de cercas e mourão (resíduos Classe B madeiras)

6 Adicionalmente, foi realizada como modelo padrão para o planejamento das futuras atividades na área de abrangência do empreendimento deste projeto, a demolição e desinfecção de estruturas e benfeitorias na Agrovila de Santo Antonio, comunidade localizada as margens da BR 230, nas proximidades do Sítio Belo Monte no município de Vitória do Xingu. Com este objetivo procedeu-se, primeiramente, a elaboração de uma especificação técnica (Termo de Referência - TR) para contratação de empresa especializada, contendo os procedimentos executivos e aspectos técnicos necessários para a execução destas atividades, além de uma planilha descritiva com o levantamento quantitativo dos materiais e estruturas a serem demolidas e desinfetadas na Vila Santo Antonio. Este TR possibilitou a definição de um orçamento referencial mais preciso para a contratação dos serviços de demolição, desinfecção e transporte dos referidos materiais e resíduos. Esta especificação técnica é apresentada no Anexo A partir da especificação técnica consolidada e da contratação de empresa especializada teve início o desenvolvimento dos serviços de demolição e desinfecção das estruturas e edificações da Agrovila Santo Antonio, no período de março a abril de Destaca-se que todos os resíduos oriundos da construção civil e doméstico foram transportados e destinados para os bota-fora ou áreas específicas para tal finalidade no Sítio Belo Monte. Seus quantitativos foram devidamente registrados e consolidados através de formulários específicos. Especificamente, os resíduos foram classificados como de classe A (componentes cerâmicos, concreto, argamassa) e de classe B (madeiras, metais, plásticos, vidros e outros). Adicionalmente, realizou-se ainda a quebra de todos os platôs (base de concreto) existentes nas propriedades seguindo o nivelamento do local da edificação, remoção de resíduos de madeiras e coleta seletiva de lixo. O Quadro informa os quantitativos gerados durante o desenvolvimento das atividades de demolição das estruturas e edificações da Agrovila Santo Antonio. Quadro Quantitativos da Agrovila Santo Antonio QUANTITATIVOS - RESÍDUOS GERADOS - AGROVILA SANTO ANTONIO CLASSE RESÍDUOS UNIDADES PESO (kg) VOLUME (m 3 ) A Concreto ,00 B Madeira ,00 B Alumínio - 61,20 - B Ferro ,00 - B Plástico - 140,02 - B Vidro - 58,20 - B Lixo Comum - 111,40 - B Pneu Totais ,82 707,

7 Além da demolição das estruturas, foram executadas as atividades de desinfecção de 15 fossas e o tamponamento de 09 poços. Vale lembrar que na localidade da Vila Santo Antonio ainda existem três edificações que ainda não foram demolidas, que são elas: a escola, a casa base para a segurança patrimonial e uma pequena cobertura localizada próximo ao rio Xingu que serve de abrigo aos moradores ribeirinhos. Além do cemitério que permanecerá intacto conforme tratativas com a prefeitura local. A Figura ilustra o mapa fundiário da Vila Santo Antonio que foi utilizado como base para a execução das atividades de demolição e desinfecção nesta localidade. Já as Figuras a mostram o desenvolvimento das atividades realizadas

8 Figura Mapa fundiário da agrovila Santo Antônio

9 Figura Bota-fora BF4 do Sítio Belo Monte, local de destino dos resíduos classe A. Figura Remoção dos resíduos classe A. Figura Resíduos de madeira antes de sua remoção. Figura Resíduos de lixo doméstico antes de sua remoção. Figura Remoção de madeiras. Figura Poço a ser tamponado. Pag

10 Figura Fossa e tampa desinfetadas. Figura Fossa após tamponamento. Figura Propriedade 063 sendo demolida. Figura Propriedade 071 demolida. Figura Propriedade 070 demolida. Figura Produto final da demolição e desinfecção das propriedades 023 e 024 CRONOGRAMA GRÁFICO Com o desenvolvimento dos serviços de planejamento, verificou-se a necessidade de ajustes e readequações na periodicidade das atividades inerentes ao seu cronograma Pag

11 para o pleno desenvolvimento do Projeto de Demolição e Desinfecção de Estruturas e Edificações. Estes ajustes e adequações são apresentados detalhadamente item a item a seguir, onde as colunas preenchidas em verde caracterizam as mudanças propostas. Planejamento Verifica-se que no cronograma original as atividades de planejamento estão divididas em 3 etapas distintas durante o desenvolvimento do projeto. Entretanto, devido a complexidade e dinâmica dos serviços de demolição e desinfecção a serem implementadas na extensa área de influência do empreendimento (zonas rural e urbana), o planejamento obrigatoriamente necessita ser reavaliado e readequado continuamente durante todo o período de desenvolvimento do referido projeto. Frente a esta situação, propõe-se o prolongamento contínuo desta atividade até o final de execução deste projeto conforme observado no Quadro Quadro Proposição de Alteração da Atividade 1 do Cronograma ATIVIDADE Planejamento T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 Mobilização de Máquinas e Pessoal Destaca-se que esta atividade se desenvolverá continuamente durante todo o período de implantação do referido projeto, diferentemente do que é observado no cronograma original, que apresenta lacunas de paralisação desta atividade. Ademais, ressalta-se que esta atividade está sendo considerada iniciada a partir das atividades de demolição parcial ocorridas em propriedades situadas na zona rural dos reservatórios do Xingu e Intermediário que estavam interferindo com as obras civis do empreendimento (realocação de moradores) a partir de T2 de Ressalta-se que estas ações que ainda ocorrem no âmbito do Programa de Negociação e Aquisição de Terras e Benfeitorias na Área Rural podem ser consideradas no escopo deste projeto de forma integrada (Quadro ). Quadro Proposição de Alteração da Atividade 2.1 do Cronograma ATIVIDADE Mobilização de Máquinas e Pessoal T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 Demolição das Edificações do Reservatório do Xingu No Terceiro Relatório Consolidado foi informado que esta atividade seria antecipada para T2 de 2013 devido ao aumento do número de propriedades com edificações/benfeitorias em relação ao previsto no PBA. Entretanto, uma reavaliação Pag

12 desta proposição estabeleceu que para o melhor ordenamento e execução desta ação a mesma deverá ser iniciada em T3 de 2013, conforme cronograma original e será contínua até T3 de 2014 conforme visualizado no Quadro abaixo, englobando tanto a zona rural quanto a zona urbana de Altamira. Quadro Proposição de Alteração da Atividade 2.2 do Cronograma ATIVIDADE Demolição das Edificações do Reservatório do Xingu T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 Demolição das Edificações do Reservatório Intermediário Destaca-se que os trabalhos de demolição de edificações e benfeitorias em propriedades situadas na região do Reservatório Intermediário teve início em T4 de 2012 durante a realocação de moradores para implantação das obras civis na área em questão. Esta ação tem como objetivo evitar novas ocupações indesejáveis. Porém, ressalta-se que estas mesmas propriedades foram identificadas no banco de dados como áreas que necessitam de ações de desinfecção e reforço de demolição que estarão contempladas ao longo do período previsto no cronograma de execução desta atividade. Em função da execução contínua destas demolições parciais em propriedades situadas no entorno do Reservatório Intermediário, propõem-se uma revisão do cronograma desta atividade, indicando que a mesma já se iniciou em T4 de 2012 e será continuamente implantada, mesmo que haja lacunas temporais de execução, até o período de T3 de 2015 estabelecido no cronograma original. Este período de execução proposto será sempre avaliado e informado junto ao IBAMA e dependerá da viabilidade de sua execução frente às necessidades do referido projeto. Ademais, ressalta-se que esta atividade está estreitamente relacionada com as necessidades executivas das obras de engenharia no entorno do Reservatório Intermediário e com as necessidades de realocações de moradores ainda a serem implantadas na referida região, sendo que o pico no desenvolvimento desta atividade ocorrerá essencialmente no período logo após a conclusão dos serviços de demolição e desinfecção do Reservatório do Xingu (período de T4 de 2014 até T4 de 2015). O Quadro ilustra a nova periodicidade de execução desta atividade. Quadro Proposição de Alteração da Atividade 2.3 do Cronograma ATIVIDADE Demolição das Edificações do Reservatório Intermediário T3 T4 T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 Pag

13 Desinfecção das Fontes de Contaminação do Reservatório do Xingu A periodicidade de execução desta atividade deve se manter similar às proposições estabelecidas para atividade de demolição das edificações do Reservatório do Xingu, conforme visualizado no Quadro Quadro Proposição de Alteração da Atividade 2.4 do Cronograma ATIVIDADE Desinfecção das Fontes de Contaminação do Reservatório do Xingu T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 Desinfecção das Fontes de Contaminação do Reservatório Intermediário Sugere-se que a atividade de desinfecção das fontes de contaminação do Reservatório Intermediário seja iniciada com antecedência de um ano ao previsto no cronograma do PBA. Essa antecipação se justifica em função da desocupação das edificações já terem sido iniciadas, sendo que serão realizadas concomitantemente ao pico de execução das atividades de demolição desta região que corresponde ao período de T1 de 2014 até T4 de 2015 conforme ilustrado no Quadro Quadro Proposição de Alteração da Atividade 2.5 do Cronograma ATIVIDADE Desinfecção das Fontes de Contaminação do Reservatório Intermediário T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 Remoção de Entulhos e Materiais Flutuantes do Reservatório do Xingu A periodicidade de execução desta atividade deve se manter similar às proposições estabelecidas para atividade de demolição das edificações do Reservatório do Xingu, Entretanto, sugere-se que essa atividade se estenda até o enchimento do Reservatório do Xingu (T4 de 2014), pois geralmente há remanescentes de materiais flutuantes durante o enchimento do reservatório que deverão ser removidos. O Quadro , a seguir ilustra a nova periodicidade de execução desta atividade. Quadro Proposição de Alteração da Atividade 2.6 do Cronograma ATIVIDADE Remoção de Entulhos e Materiais Flutuantes do Reservatório do Xingu T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 Remoção de Entulhos e Materiais Flutuantes do Reservatório Intermediário A atividade de remoção de entulhos e materiais flutuantes do Reservatório Intermediário deverá se iniciar logo após a conclusão das atividades de demolição e desinfeção do Reservatório do Xingu, sendo que serão realizadas concomitantemente Pag

14 ao pico de execução das atividades de demolição desta região que corresponde ao período de T4 de 2014 até T4 de 2015 conforme verificado no Quadro Quadro Proposição de Alteração da Atividade 2.7 do Cronograma Original ATIVIDADE Remoção de Entulhos e Materiais Flutuantes do Reservatório Intermediário T1 T2 T3 T4 T1 T2 T3 T4 Em face do que foi exposto, o cronograma gráfico do projeto é apresentado na sequência contendo estes ajustes e readequações estabelecidos durante esta fase do planejamento realizado objetivando o melhor ordenamento e execução das futuras ações ainda a serem implementadas no âmbito deste PBA. Pag

15 PACOTE DE TRABALHO: Projeto de Demolição e Desinfecção de Estruturas e Edificações At ivid a d e s l P ro d u t o s Item Descrição T1 T T3 T T1 T2 T3 T T1 T2 T3 T4 q q q q q q J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D T1 T2 Desvio do rio pelo vertedouro (sítio Pimental) Início enchimento Reserv. Xingu - Emissão prevista da LO da casa de força complementar Início geração comercial da 1ª UG CF Complementar Enchimento Reserv. Interm. - LO Casa de Principal (Belo Monte) Entrada operação última UG da CF Complementar T3 T4 T1 T2 T3 T4 Início geração comercial CF Principal 2016 T1 T2 T3 T4 CRONOGRAMA DO PACOTE DE TRABALHO PLANO DE CONSERVAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS TERRESTRES Programa de Desmatamento e Limpeza das Áreas dos Reservatórios Projeto de Demolição e Desinfecção de Estruturas e Edificações 1 Planejamento Planejamento Execução 2.1 Mobilização de Máquinas e Pessoal Mobilização de Máquinas e Pessoal Demolição das Edificações do Reservatório do Xingu Demolição das Edificações do Reservatório do Xingu Demolição das Edificações do Reservatório Intermediário Demolição das Edificações do Reservatório Intermediário Desinfecção das Fontes de Contaminação do Reservatório do Xingu Desinfecção das Fontes de Contaminação do Reservatório do Xingu Desinfecção das Fontes de Contaminação do Reservatório Intermediário Desinfecção das Fontes de Contaminação do Reservatório Intermediário Remoção de Entulhos e Materiais Flutuantes do Reservatório do Xingu Remoção de Entulhos e Materiais Flutuantes do Reservatório do Xingu Remoção de Entulhos e Materiais Flutuantes do Reservatório Intermediário Remoção de Entulhos e Materiais Flutuantes do Reservatório Intermediário Relatórios 3.1 Relatórios Parciais Relatórios Parciais Relatórios Consolidados Relatórios Consolidados LEGENDA PBA Realizado Previsto

16 ENCAMINHAMENTOS PROPOSTOS Os encaminhamentos propostos para este projeto referem-se à revisão da periodicidade de execução das atividades inerentes ao seu cronograma que foi devidamente caracterizada no item Cronograma Gráfico deste relatório. Ressaltando que estas modificações propostas e consolidadas nesta revisão visam essencialmente o pleno atendimento dos objetivos e metas previstas no Projeto de Demolição e Desinfecção de Estruturas e Edificações dentro dos prazos previstos e em consonância com as datas programadas para o enchimento dos futuros reservatórios do Xingu e Intermediário EQUIPE RESPONSÁVEL PELA IMPLEMENTAÇÃO NO PERÍODO PROFISSIONAL FORMAÇÃO FUNÇÃO Cristiane Peixoto Vieira Engenheira Civil Sênior, MSc Gerente de Meio Ambiente REGISTRO ÓRGÃO DE CLASSE CREA/MG D CADASTRO TÉCNICO FEDERAL - CTF Luis Augusto da Silva Vasconcellos Biólogo Sênior, MSc Coordenador de Campo CRBio /01 D André Deberdt Biólogo Sênior, MSc Coordenador Meio Biótico CRBio /01 D João Bosco Martins Engenheiro Civil Análise e avaliação de dados CREA/MG D Alexandre Luiz Canhoto de Azeredo Geólogo Senior Coordenador Meio Físico CREA/RJ D Carlos Chicarelli Geógrafo Junior Levantamento e coleta de dados CREA/MG D Marcelo Bocaiuva Ribeiro Técnico de Meio Ambiente Acompanhamento em campo Francisco Ribeiro Técnico em Informática Montagem e alimentação do banco de dados Luciano Andrade Geógrafo Júnior Geoprocessamento ANEXOS Anexo Especificação Técnica Vila de Santo Antonio Pag

SUMÁRIO 4.3.3 PROJETO DE RELOCAÇÃO DE CEMITÉRIOS

SUMÁRIO 4.3.3 PROJETO DE RELOCAÇÃO DE CEMITÉRIOS SUMÁRIO 4.3.3 PROJETO DE RELOCAÇÃO DE CEMITÉRIOS 4. PLANO DE ATENDIMENTO À POPULAÇÃO ATINGIDA... 4.3.3-1 4.3. PROGRAMA DE RECOMPOSIÇÃO DA INFRAESTRUTURA RURAL.. 4.3.3-1 4.3.3. PROJETO DE RELOCAÇÃO DE CEMITÉRIOS...

Leia mais

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Jacaré Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Jacaré Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.1 Programa de Gerenciamento Ambiental NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 2 2. Justificativa... 4 3. Objetivos... 5 4. Área de Abrangência...

Leia mais

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.1 Programa de Gerenciamento Ambiental NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 2 2. Justificativa... 4 3. Objetivos... 4 4. Área de Abrangência...

Leia mais

5.17 - Programa de Gestão Fundiária e Patrimonial... 1/13. 5.17.1 - Objetivos... 1/13. 5.17.2 - Justificativa... 2/13. 5.17.3 - Metas...

5.17 - Programa de Gestão Fundiária e Patrimonial... 1/13. 5.17.1 - Objetivos... 1/13. 5.17.2 - Justificativa... 2/13. 5.17.3 - Metas... 2818-00-EIA-RL-0001-00 LT 500 KV ESTREITO FERNÃO DIAS ÍNDICE 5.17 - Programa de Gestão Fundiária e Patrimonial... 1/13 5.17.1 - Objetivos... 1/13 5.17.2 - Justificativa... 2/13 5.17.3 - Metas... 4/13 5.17.4

Leia mais

SUMÁRIO 4.5.1 PROJETO DE RECOMPOSIÇÃO DAS ATIVIDADES COMERCIAIS, DE SERVIÇOS E INDUSTRIAIS URBANAS

SUMÁRIO 4.5.1 PROJETO DE RECOMPOSIÇÃO DAS ATIVIDADES COMERCIAIS, DE SERVIÇOS E INDUSTRIAIS URBANAS SUMÁRIO 4.5.1 PROJETO DE RECOMPOSIÇÃO DAS ATIVIDADES COMERCIAIS, DE SERVIÇOS E INDUSTRIAIS URBANAS 4. PLANO DE ATENDIMENTO À POPULAÇÃO ATINGIDA... 4.5.1-1 4.5. PROGRAMA DE RECOMPOSIÇÃO DAS ATIVIDADES PRODUTIVAS

Leia mais

SUMÁRIO 5.2.19 PROJETO DE SANEAMENTO

SUMÁRIO 5.2.19 PROJETO DE SANEAMENTO SUMÁRIO 5.2.19 PROJETO DE SANEAMENTO 5. PLANO DE REQUALIFICAÇÃO URBANA... 5.2.19-1 5.1. PROGRAMA DE INTERVENÇÃO EM VITÓRIA DO XINGU... 5.2.19-1 5.2.19. PROJETO DE SANEAMENTO... 5.2.19-1 5.2.19.1. INTRODUÇÃO...

Leia mais

IMPLANTAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DOS REASSENTAMENTOS URBANOS COLETIVOS E DESOCUPAÇÃO DE ÁREAS URBANAS DIRETAMENTE AFETADAS

IMPLANTAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DOS REASSENTAMENTOS URBANOS COLETIVOS E DESOCUPAÇÃO DE ÁREAS URBANAS DIRETAMENTE AFETADAS RELATÓRIO TÉCNICO - RT Superintendência de Assuntos Fundiários e Relocações Diretoria Socioambiental Brasília, Distrito Federal IMPLANTAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DOS REASSENTAMENTOS URBANOS COLETIVOS E DESOCUPAÇÃO

Leia mais

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Senhora do Porto Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

5.1. Programa de Gerenciamento Ambiental. Revisão 00 NOV/2013. PCH Senhora do Porto Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.1 Programa de Gerenciamento Ambiental CAPA 5.1 - Programa de Gerenciamento Ambiental ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1/11 1.1. Ações já Realizadas... 2/11 2. Justificativa... 4/11

Leia mais

SUMÁRIO 6.3 PROGRAMA DE APOIO À GESTÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS

SUMÁRIO 6.3 PROGRAMA DE APOIO À GESTÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS SUMÁRIO 6.3 PROGRAMA DE APOIO À GESTÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS 6. PLANO DE ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL... 6.3-1 6.3. PROGRAMA DE APOIO À GESTÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS... 6.3-1 6.3.1. INTRODUÇÃO... 6.3-1 6.3.2.

Leia mais

Anexo 2 5 Manual de Treinamento, Conscientização e Competência voltado ao Sistema de Gestão Ambiental

Anexo 2 5 Manual de Treinamento, Conscientização e Competência voltado ao Sistema de Gestão Ambiental CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL Anexo 2 5 Manual de Treinamento, Conscientização e Competência voltado ao Sistema de Gestão Ambiental MANUAL GERENCIAL Superintendência de Recursos Humanos

Leia mais

ENTECA 2003 IV ENCONTRO TECNOLÓGICO DA ENGENHARIA CIVIL E ARQUITETURA

ENTECA 2003 IV ENCONTRO TECNOLÓGICO DA ENGENHARIA CIVIL E ARQUITETURA 614 LEVANTAMENTO E ANÁLISE COMPARATIVA DA CONSTITUIÇÃO DO RCD DE OBRAS DE REFORMA E DEMOLIÇÃO NA CIDADE DE LONDRINA-PR MENDES, Thiago Melanda 1 & MORALES, Gilson 2 1.Aluno de Iniciação Científica e bolsista

Leia mais

Foto 01. Foto 02. Foto 03. Apresentação da Empresa. Dezembro de 2014. Foto 05

Foto 01. Foto 02. Foto 03. Apresentação da Empresa. Dezembro de 2014. Foto 05 U compromisso Um i com o desenvolvimento sustentável, em harmonia com o ambiente natural. nat ral Foto 01 Foto 02 Foto 03 F 04 Foto Apresentação da Empresa Dezembro de 2014 Foto 05 HISTÓRICO A ECSA Engenharia

Leia mais

Ao IBAMA, Diretoria de Licenciamento Ambiental- DILIC. c/cópia para Ministério Público Federal em Altamira

Ao IBAMA, Diretoria de Licenciamento Ambiental- DILIC. c/cópia para Ministério Público Federal em Altamira À Casa de Governo Federal em Altamira Ao IBAMA, Diretoria de Licenciamento Ambiental- DILIC c/cópia para Ministério Público Federal em Altamira Altamira, 23 de novembro de 2015 Ref. Solicitação de reunião

Leia mais

Channel. Módulo Gerencial. Tutorial. Atualizado com a versão 4.02

Channel. Módulo Gerencial. Tutorial. Atualizado com a versão 4.02 Channel Módulo Gerencial Tutorial Atualizado com a versão 4.02 Copyright 2009 por JExperts Tecnologia Ltda. todos direitos reservados. É proibida a reprodução deste manual sem autorização prévia e por

Leia mais

COMPARAÇÃO DOS PARECERES DE ANÁLISE DO PBA E CONDICIONANTES. Licenciamento ambiental da UHE Belo Monte

COMPARAÇÃO DOS PARECERES DE ANÁLISE DO PBA E CONDICIONANTES. Licenciamento ambiental da UHE Belo Monte COMPARAÇÃO DOS PARECERES DE ANÁLISE DO PBA E CONDICIONANTES Licenciamento ambiental da UHE Belo Monte PLANO/PROGRAMA/PROJETO 1º PARECER 2º PARECER OBSERVAÇÕES 2.1. Plano de Gestão Ambiental Plano com necessidade

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO Julho / 2015. Escola Básica Municipal Encano Central Reforma da Cobertura Indaial / SC

MEMORIAL DESCRITIVO Julho / 2015. Escola Básica Municipal Encano Central Reforma da Cobertura Indaial / SC MEMORIAL DESCRITIVO Julho / 2015 Escola Básica Municipal Encano Central Reforma da Cobertura Indaial / SC 1. INFORMAÇÕES PRELIMINARES 1.1. RESPONSÁVEL TÉCNICO PELO PROJETO Carlos Henrique Nagel Engenheiro

Leia mais

SUMÁRIO 4.6.1 PROJETO DE ACOMPANHAMENTO E MONITORAMENTO SOCIAL DAS COMUNIDADES DO ENTORNO DA OBRA E DAS COMUNIDADES ANFITRIÃS

SUMÁRIO 4.6.1 PROJETO DE ACOMPANHAMENTO E MONITORAMENTO SOCIAL DAS COMUNIDADES DO ENTORNO DA OBRA E DAS COMUNIDADES ANFITRIÃS SUMÁRIO 4.6.1 PROJETO DE ACOMPANHAMENTO E MONITORAMENTO SOCIAL DAS COMUNIDADES DO ENTORNO DA OBRA E DAS COMUNIDADES ANFITRIÃS 4. PLANO DE ATENDIMENTO À POPULAÇÃO ATINGIDA... 4.6.1-1 4.6. PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO

Leia mais

ANEXO I REFERENCIAL PARA ELABORAÇÃO DO PLANO OU PROJETO BÁSICO AMBIENTAL DAS FASES 01 E 02 DO SAPIENS PARQUE

ANEXO I REFERENCIAL PARA ELABORAÇÃO DO PLANO OU PROJETO BÁSICO AMBIENTAL DAS FASES 01 E 02 DO SAPIENS PARQUE ANEXO I REFERENCIAL PARA ELABORAÇÃO DO PLANO OU PROJETO BÁSICO AMBIENTAL DAS FASES 01 E 02 DO SAPIENS PARQUE Sumário 1 Objetivo...3 2 Definições...3 3 Características Gerais...4 3.1 Descrição do Empreendimento...

Leia mais

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE Pág.: 1 de 6 1. OBJETIVO Realizar o gerenciamento dos projetos desde o seu planejamento, desenvolvimento, recebimento, análise crítica, controle e distribuição nas obras. 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Manual

Leia mais

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013

5.2. Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra. Revisão 00 NOV/2013 PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.2 Programa de Mobilização e Desmobilização da Mão de Obra CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já realizadas... 2 2. Justificativa... 6 3. Objetivos... 8 4. Área de abrangência...

Leia mais

5.4 - Programa de Gestão Ambiental para a Operação... 1/5. 5.4.1 - Objetivos... 1/5. 5.4.2 - Justificativas... 1/5. 5.4.3 - Metas...

5.4 - Programa de Gestão Ambiental para a Operação... 1/5. 5.4.1 - Objetivos... 1/5. 5.4.2 - Justificativas... 1/5. 5.4.3 - Metas... 2818-00-EIA-RL-0001-00 LT 500 KV ESTREITO FERNÃO DIAS ÍNDICE 5.4 - Programa de Gestão Ambiental para a Operação... 1/5 5.4.1 - Objetivos... 1/5 5.4.2 - Justificativas... 1/5 5.4.3 - Metas... 2/5 5.4.4

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL (PGRCC)

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL (PGRCC) TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL (PGRCC) 1 JUSTIFICATIVA Este Termo de Referência tem como finalidade orientar os grandes e pequenos geradores

Leia mais

RELATÓRIO CONSOLIDADO SEMESTRAL RCS PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO PARA NÃO INDÍGENAS - PCNI

RELATÓRIO CONSOLIDADO SEMESTRAL RCS PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO PARA NÃO INDÍGENAS - PCNI Diretoria Socioambiental Brasília, Distrito Federal RELATÓRIO CONSOLIDADO SEMESTRAL RCS PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO PARA NÃO INDÍGENAS - PCNI UHE BELO MONTE EMPRESA NORTE ENERGIA SA NÚMERO/CÓDIGO DO DOCUMENTO

Leia mais

SUMÁRIO 4.6.2 PROJETO DE ATENDIMENTO SOCIAL E PSICOLÓGICO DA POPULAÇÃO ATINGIDA

SUMÁRIO 4.6.2 PROJETO DE ATENDIMENTO SOCIAL E PSICOLÓGICO DA POPULAÇÃO ATINGIDA SUMÁRIO 4.6.2 PROJETO DE ATENDIMENTO SOCIAL E PSICOLÓGICO DA POPULAÇÃO ATINGIDA 4. PLANO DE ATENDIMENTO À POPULAÇÃO ATINGIDA... 4.6.2-2 4.6. PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO SOCIAL... 4.6.2-2 4.6.2. PROJETO

Leia mais

Projeto Básico Ambiental (PBA) UHE Teles Pires

Projeto Básico Ambiental (PBA) UHE Teles Pires UHE Teles Pires P.38 - Programa de Apoio à Revitalização e Incremento da Atividade de Turismo Equipe Responsável pela Elaboração do Programa Responsável Registro Cadastro Técnico Profissional Federal IBAMA

Leia mais

5.3 - Plano de Gestão Ambiental - PGA... 1/9. 5.3.1 - Objetivos... 1/9. 5.3.2 - Justificativas... 1/9. 5.3.3 - Metas... 1/9

5.3 - Plano de Gestão Ambiental - PGA... 1/9. 5.3.1 - Objetivos... 1/9. 5.3.2 - Justificativas... 1/9. 5.3.3 - Metas... 1/9 2818-00-EIA-RL-0001-00 LT 500 KV ESTREITO FERNÃO DIAS ÍNDICE... 1/9 5.3.1 - Objetivos... 1/9 5.3.2 - Justificativas... 1/9 5.3.3 - Metas... 1/9 5.3.4 - Metodologia... 2/9 5.3.5 - Público-alvo... 5/9 5.3.6

Leia mais

SUMÁRIO INTRODUÇÃO. 3 1. ACESSO AO SISTEMA. 5 2. ACESSO AO MÓDULO DE MONITORAMENTO.6 3. PREENCHIMENTO DO MÓDULO DE MONITORAMENTO. 8 4.

SUMÁRIO INTRODUÇÃO. 3 1. ACESSO AO SISTEMA. 5 2. ACESSO AO MÓDULO DE MONITORAMENTO.6 3. PREENCHIMENTO DO MÓDULO DE MONITORAMENTO. 8 4. MANUAL TÉCNICO-OPERACIONAL DO MÓDULO DE MONITORAMENTO DO PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS - PAR Brasília/DF, 23 julho de 2009 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 1. ACESSO AO SISTEMA... 5 2. ACESSO AO MÓDULO DE MONITORAMENTO...6

Leia mais

ESTADO DA BAHIA PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMAÇARI SECRETARIA DE HABITAÇÃO - SEHAB

ESTADO DA BAHIA PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMAÇARI SECRETARIA DE HABITAÇÃO - SEHAB PROJETO BÁSICO CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA EXECUÇÃO DO PROJETO DE TRABALHO TÉCNICO SOCIAL NO RESIDENCIAL MORADA DOS CANÁRIOS CAMAÇARI PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA Camaçari, 10 de julho de 2015. 1. ANTECEDENTES

Leia mais

BOLETIM DE ACOMPANHAMENTO DA EXPANSÃO DA OFERTA

BOLETIM DE ACOMPANHAMENTO DA EXPANSÃO DA OFERTA Este boletim aborda o acompanhamento da expansão da oferta de energia elétrica no Brasil, realizado pela equipe de fiscalização dos serviços de geração da ANEEL, e apresenta os principais resultados observados

Leia mais

TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA

TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA 5. IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS 5.1 5.1. METODOLOGIA 5.1 5.2. IDENTIFICAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS 5.3 5.3. DESCRIÇÃO DOS IMPACTOS

Leia mais

Análise de Projeto Técnico Social APT MUNICÍPIO DE VICENTE DUTRA/RS

Análise de Projeto Técnico Social APT MUNICÍPIO DE VICENTE DUTRA/RS TE-SER Social Consultoria e Assessoria de Projetos Ltda. Rua Upamaroti, 1129/121 Bairro Cristal Porto Alegre/RS CEP: 90.820-140 CNPJ: 08.798.484/0001-78 Inscrição Municipal: 510.834.26 Análise de Projeto

Leia mais

EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável

EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável 1. Objetivos da Chamada de Projetos para esta Linha de Ação Temática O objetivo da chamada

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES SEMAP

RELATÓRIO DE ATIVIDADES SEMAP RELATÓRIO DE ATIVIDADES SEMAP 2010 Paulo Cesar Roza da Luz Porto Alegre, dezembro de 2010 ÍNDICE - Introdução... 03 - Atividades realizadas... 04 1) Manutenção... 04 2) Almoxarifado... 06 3) Patrimônio...

Leia mais

Anexo 7.4-3 Nota Técnica Revisão de indicadores Socioeconômicos

Anexo 7.4-3 Nota Técnica Revisão de indicadores Socioeconômicos 6 RELATÓRIO CONSOLIDADO DE ANDAMENTO DO PBA E DO ATENDIMENTO DE CONDICIONANTES CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL Anexo 7.4-3 Nota Técnica Revisão de indicadores Socioeconômicos NM263-7.4-46-NT-017

Leia mais

1. Introdução... 1. 1.1. Ações já Realizadas... 2. 2. Justificativa... 3. 3. Objetivos... 5. 4. Área de Abrangência... 6. 5. Metodologia...

1. Introdução... 1. 1.1. Ações já Realizadas... 2. 2. Justificativa... 3. 3. Objetivos... 5. 4. Área de Abrangência... 6. 5. Metodologia... Fortuna II PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.10 Programa de Segurança e Alerta NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 2 2. Justificativa... 3 3. Objetivos... 5 4. Área de Abrangência...

Leia mais

SEMINÁRIO PROJETO BÁSICO E PROJETO EXECUTIVO NAS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS ASPECTOS TÉCNICOS SIURB

SEMINÁRIO PROJETO BÁSICO E PROJETO EXECUTIVO NAS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS ASPECTOS TÉCNICOS SIURB SEMINÁRIO PROJETO BÁSICO E PROJETO EXECUTIVO NAS CONTRATAÇÕES PÚBLICAS ASPECTOS TÉCNICOS SIURB PROJETOS DE INFRAESTRUTURA URBANA DRENAGEM CANAIS RESERVATÓRIOS MICRODRENAGEM OU DRENAGEM SUPERFICIAL OBRAS

Leia mais

SUMÁRIO 6.4 PROGRAMA DE INCENTIVO À CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL E AO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES PRODUTIVAS

SUMÁRIO 6.4 PROGRAMA DE INCENTIVO À CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL E AO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES PRODUTIVAS SUMÁRIO 6.4 PROGRAMA DE INCENTIVO À CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL E AO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES PRODUTIVAS 6. PLANO DE ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL... 6.4-1 6.4. PROGRAMA DE INCENTIVO À CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PEA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NÃO FORMAL 1

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PEA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NÃO FORMAL 1 1 1. APRESENTAÇÃO O presente Termo de Referência visa orientar e fornecer subsídios para a elaboração e conseqüente implantação do Programa de Educação Ambiental (PEA) a ser apresentado à Coordenadoria

Leia mais

5.11. Programa de Registro do Patrimônio Histórico e Edificado. Revisão 00 NOV/2013

5.11. Programa de Registro do Patrimônio Histórico e Edificado. Revisão 00 NOV/2013 PROGRAMAS AMBIENTAIS 5.11 Programa de Registro do Patrimônio Histórico e Edificado NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 2 2. Justificativa... 4 3. Objetivos... 5 4.

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE ISO 9001:2008 e SiAC nível-a. Relatório de Auditoria interna

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE ISO 9001:2008 e SiAC nível-a. Relatório de Auditoria interna 1/6 1. DADOS DA EMPRESA LATACHE ENGENHARIA E INSTALAÇÕES LTDA Situada na Rua Governador Seabra nº55 Apipucos - Recife - PE. 2. OBJETIVO, ESCOPO E PERÍODO DA AUDITORIA. Verificar a aderência do Sistema

Leia mais

Anexo 5.3 - presentação do

Anexo 5.3 - presentação do RELATÓRIO CONSOLIDADO DE ANDAMENTO DO PBA E DO ATENDIMENTO DE CONDICIONANTES CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL Anexo 5.3 - presentação do Plano Mestre e Plano Urbanístico Básico Os Planos

Leia mais

INVENTÁRIO SEMESTRAL EXTRAORDINÁRIO JULHO DE 2014. Introdução

INVENTÁRIO SEMESTRAL EXTRAORDINÁRIO JULHO DE 2014. Introdução SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE SÃO JOÃO DEL-REI DIRETORIA ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA SETOR DE PATRIMÔNIO INVENTÁRIO SEMESTRAL EXTRAORDINÁRIO JULHO DE 2014 Introdução

Leia mais

6.4 PROGRAMA DE INCENTIVO À CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL E AO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES PRODUTIVAS

6.4 PROGRAMA DE INCENTIVO À CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL E AO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES PRODUTIVAS 6.4 PROGRAMA DE INCENTIVO À CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL E AO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES PRODUTIVAS Constantes do PBA 1 - Garantir a capacitação de prestadores de serviço e produtores inscritos no Cadastro

Leia mais

Anexo 6.2-2 Atas de realização dos treinamentos

Anexo 6.2-2 Atas de realização dos treinamentos RELATÓRIO CONSOLIDADO DE ANDAMENTO DO PBA E DO ATENDIMENTO DE CONDICIONANTES CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL Anexo 6.2-2 Atas de realização dos treinamentos ATA DE REUNIÃO Assunto: Oficina

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA

CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA Resolução nº 307, de 5 de Julho de 2002. Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil, disciplinando as ações

Leia mais

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural 1. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural no bioma Amazônia... 2 2. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento

Leia mais

COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL

COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL Roteiro para montagem de um Plano Preventivo de Defesa Civil Apresentamos o presente roteiro com conteúdo mínimo de um Plano Preventivo de Defesa Civil ou Plano de

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO GESOL Nº 19/2009

RELATÓRIO TÉCNICO GESOL Nº 19/2009 RELATÓRIO TÉCNICO GESOL Nº 19/2009 Assunto: Gestão de barragens de rejeitos e resíduos em empreendimentos industriais e minerários de Minas Gerais. Referência: Resultados obtidos a partir das diretrizes

Leia mais

RELATÓRIO SINTÉTICO DOS PROJETOS. CT 05: Monitoramento e Acompanhamento das Condicionantes da UHE Belo Monte.

RELATÓRIO SINTÉTICO DOS PROJETOS. CT 05: Monitoramento e Acompanhamento das Condicionantes da UHE Belo Monte. RELATÓRIO SINTÉTICO DOS PROJETOS CT 05: Monitoramento e Acompanhamento das Condicionantes da UHE Belo Monte. Mês: Abril de 2015 Sumário Sumário... 2 Projeto PDRSX-2011/027... 3 Projeto PDRSX-2013/162...

Leia mais

Opções de utilização de produtos cartográficos e gerenciamento de bases de dados espaciais na Gestão Municipal, Prefeitura de Joinville/SC.

Opções de utilização de produtos cartográficos e gerenciamento de bases de dados espaciais na Gestão Municipal, Prefeitura de Joinville/SC. Opções de utilização de produtos cartográficos e gerenciamento de bases de dados espaciais na Gestão Municipal, Prefeitura de Joinville/SC. Geógrafo, Msc Celso Voos Vieira Gerente da Unidade de Gestão

Leia mais

Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte1.

Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte1. Condicionantes do componente indígena do processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica de Belo Monte1. Condicionante Responsável Condicionantes de viabilidade do empreendimento sem prazo explicito

Leia mais

SUMÁRIO. Elaborado por: Revisado por: Aprovado por: Coordenação de Qualidade e Meio Ambiente. Gerência Suprimentos e Logística

SUMÁRIO. Elaborado por: Revisado por: Aprovado por: Coordenação de Qualidade e Meio Ambiente. Gerência Suprimentos e Logística Suprimentos e Logística Pág. 1 de 14 SUMÁRIO 1 OBJETIVO... 2 2 ABRANGÊNCIA / NÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO... 2 3 SIGLAS UTILIZADAS... 2 4 GLOSSÁRIO / CONCEITOS... 2 5 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA... 3 6 CONTEÚDO...

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 (DOU de 17/07/2002)

RESOLUÇÃO Nº 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 (DOU de 17/07/2002) RESOLUÇÃO Nº 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 (DOU de 17/07/2002) Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Correlações: Alterada pela Resolução nº 469/15

Leia mais

Marco de Política para o Reassentamento Involuntário

Marco de Política para o Reassentamento Involuntário Marco de Política para o Reassentamento Involuntário Introdução O Marco de Políticas serve para orientar as equipes estaduais para os casos em que a construção de infra-estrutura hídrica com financiamento

Leia mais

Declaração de Escopo

Declaração de Escopo 1/9 Elaborado por: Adriano Marra, Bruno Mota, Bruno Leite, Janaina Versão: 1.4 Lima, Joao Augusto, Paulo Takagi, Ricardo Reis. Aprovado por: Porfírio Carlos Roberto Junior 24/08/2010 Time da Equipe de

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO OPERACIONAL PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO

PROGRAMA DE APOIO OPERACIONAL PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO Superintendência de Urbanismo e Produção Habitacional Coordenação de Projetos PROGRAMA DE APOIO OPERACIONAL PARA SERVIÇOS DE ENGENHARIA,

Leia mais

PROJETO DE ORGANISMO INTERNACIONAL EDITAL Nº 3/2008 (BRA/03/032)

PROJETO DE ORGANISMO INTERNACIONAL EDITAL Nº 3/2008 (BRA/03/032) PROJETO DE ORGANISMO INTERNACIONAL EDITAL Nº 3/2008 (BRA/03/032) SELECIONA PROFISSIONAL, COM O SEGUINTE PERFIL: CONSULTOR (Consultor por Produto - Serviços Não Continuados) Consultor Especialista em Projetos

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 Publicada no DOU nº 136, de 17/07/2002, págs. 95-96

RESOLUÇÃO N o 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 Publicada no DOU nº 136, de 17/07/2002, págs. 95-96 RESOLUÇÃO N o 307, DE 5 DE JULHO DE 2002 Publicada no DOU nº 136, de 17/07/2002, págs. 95-96 Correlações: Alterada pela Resolução nº 448/12 (altera os artigos 2º, 4º, 5º, 6º, 8º, 9º, 10 e 11 e revoga os

Leia mais

6. PLANO DE ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL

6. PLANO DE ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL 6. PLANO DE ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL O processo de implantação do Plano de Articulação Institucional (PAI) foi objeto de releitura, a partir da emissão do Ofício 02001.009795/2013-60 GABIN/PRESI/IBAMA,

Leia mais

II.10.3 PROJETO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

II.10.3 PROJETO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL II.10.3 PROJETO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL 1. Justificativa Este Projeto de Comunicação Social (PCS) refere-se à atividade de perfuração marítima no Bloco BS-4, empreendimento da Queiroz Galvão Exploração e

Leia mais

Justificativa da iniciativa

Justificativa da iniciativa Sumário Justificativa da iniciativa O que é o Framework? Apresentação básica de cada ferramenta Quais projetos serão avaliados por meio do Framework? Fluxo de avaliação Expectativas Justificativa da iniciativa

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

Município de Dois Irmãos. Maio, 2012

Município de Dois Irmãos. Maio, 2012 Município de Dois Irmãos Maio, 2012 ABRANGÊNCIA RESÍDUOS SÓLIDOS ESGOTAMENTO SANITÁRIO ABASTECIMENTO DE ÁGUA DRENAGEM PLUVIAL Lei N 11.445/2007, que estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento

Leia mais

3º RELATÓRIO CONSOLIDADO DE ANDAMENTO DO PBA E DO ATENDIMENTO DE CONDICIONANTES

3º RELATÓRIO CONSOLIDADO DE ANDAMENTO DO PBA E DO ATENDIMENTO DE CONDICIONANTES 3º RELATÓRIO CONSOLIDADO DE ANDAMENTO DO PBA E DO ATENDIMENTO DE CONDICIONANTES 4.6.2 PROJETO DE ATENDIMENTO SOCIAL E PSICOLÓGICO DA POPULAÇÃO ATINGIDA Anexo 4.6.2-1 - Proposta de uso do Índice de Desenvolvimento

Leia mais

P L A N O M U N I C I P A L D E S A N E A M E N T O B Á S I C O

P L A N O M U N I C I P A L D E S A N E A M E N T O B Á S I C O P L A N O M U N I C I P A L D E S A N E A M E N T O B Á S I C O V o l u m e V R E L A T Ó R I O D O S P R O G R A M A S, P R O J E T O S E A Ç Õ E S P A R A O A L C A N C E D O C E N Á R I O R E F E R

Leia mais

Análise de Projeto Técnico Social APT MUNICÍPIO DE SÃO SEPÉ

Análise de Projeto Técnico Social APT MUNICÍPIO DE SÃO SEPÉ TE-SER Social Consultoria e Assessoria de Projetos Ltda. Rua Upamaroti, 1129/121 Bairro Cristal Porto Alegre/RS CEP: 90.820-140 CNPJ: 08.798.484/0001-78 Inscrição Municipal: 510.834.26 Análise de Projeto

Leia mais

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Dores de Guanhães Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PCH Dores de Guanhães PROGRAMAS AMBIENTAIS 2.3 Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras CAPA PCH Dores de Guanhães ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 1 1.1.1. Efluentes Líquidos

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS Coordenação de Energia Hidrelétrica

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS Coordenação de Energia Hidrelétrica MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS Coordenação de Energia Hidrelétrica PAR. 004933/2013 Assunto: Análise do 3 Relatório Consolidado de

Leia mais

PROJETO DE ORGANISMO INTERNACIONAL EDITAL Nº 1/2008 (BRA/03/032)

PROJETO DE ORGANISMO INTERNACIONAL EDITAL Nº 1/2008 (BRA/03/032) PROJETO DE ORGANISMO INTERNACIONAL EDITAL Nº 1/2008 (BRA/03/032) SELECIONA PROFISSIONAL, COM O SEGUINTE PERFIL: CONSULTOR (Consultor por Produto - Serviços Não Continuados) Consultor Especialista em Projetos

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE E MONITORAMENTO DE PROCESSOS EROSIVOS DA UHE SANTO ANTÔNIO DO JARI

IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE E MONITORAMENTO DE PROCESSOS EROSIVOS DA UHE SANTO ANTÔNIO DO JARI IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE E MONITORAMENTO DE PROCESSOS EROSIVOS DA UHE SANTO ANTÔNIO DO JARI Relatório de Andamento N o. 01 (RTA-Jari-ProcessosErosivos-01/12) Preparado por: Especialmente para:

Leia mais

Teoria e Prática. Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009. Rosaldo de Jesus Nocêra, PMP, PMI-SP, MCTS. do PMBOK do PMI. Acompanha o livro:

Teoria e Prática. Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009. Rosaldo de Jesus Nocêra, PMP, PMI-SP, MCTS. do PMBOK do PMI. Acompanha o livro: Gerenciamento de Projetos Teoria e Prática Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009 do PMBOK do PMI Acompanha o livro: l CD com mais de 70 formulários exemplos indicados pelo PMI e outros desenvolvidos

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE URBANIZAÇÃO SUMÁRIO 1.0 - OBJETIVO 2 0 - DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3.0 - ESCOPO 3.1 - PROCEDIMENTOS FORMAIS

ESPECIFICAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE URBANIZAÇÃO SUMÁRIO 1.0 - OBJETIVO 2 0 - DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3.0 - ESCOPO 3.1 - PROCEDIMENTOS FORMAIS ESPECIFICAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE URBANIZAÇÃO SUMÁRIO 1.0 - OBJETIVO 2 0 - DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3.0 - ESCOPO 3.1 - PROCEDIMENTOS FORMAIS 3.2 - COMPONENTES ESPECÍFICOS 3.2.1 - Plano de Intervenção

Leia mais

6.3.3 - Programa de Monitoramento do Lençol Freático... 1/8. 6.3.3.1 - Justificativas... 1/8. 6.3.3.2 - Objetivos... 2/8

6.3.3 - Programa de Monitoramento do Lençol Freático... 1/8. 6.3.3.1 - Justificativas... 1/8. 6.3.3.2 - Objetivos... 2/8 2426-00-PBA-RL-0001-00 UHE SANTO ANTÔNIO DO JARI ÍNDICE 6.3.3 - Programa de Monitoramento do Lençol Freático... 1/8 6.3.3.1 - Justificativas... 1/8 6.3.3.2 - Objetivos... 2/8 6.3.3.2.1 - Objetivo Geral...

Leia mais

SEÇÃO 5 PROGRAMA DE MONITORAMENTO CLIMATOLÓGICO

SEÇÃO 5 PROGRAMA DE MONITORAMENTO CLIMATOLÓGICO SEÇÃO 5 PROGRAMA DE MONITORAMENTO CLIMATOLÓGICO Sumário 5. PROGRAMA DE MONITORAMENTO CLIMATOLÓGICO... 1 5.1. Apresentação Geral/Objetivos... 1 5.2. Fase de Execução... 1 5.3. Histórico... 1 5.4. Atividades

Leia mais

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009

Plano Básico Ambiental - PBA. Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-163 / RJ-151. Novembro de 2009 - PBA Estrada Parque Visconde de Mauá - RJ-16 / RJ-151 4.2.6 Programa de Treinamento Ambiental dos Trabalhadores Elaborado por: SEOBRAS Data: 18/11/2009 Revisão Emissão Inicial INDÍCE 4.2 Plano Ambiental

Leia mais

Análise de Projeto Técnico Social APT MUNICÍPIO DE TURUÇU/ RS UF: RS

Análise de Projeto Técnico Social APT MUNICÍPIO DE TURUÇU/ RS UF: RS TE-SER Social Consultoria e Assessoria de Projetos Ltda. Rua Upamaroti, 1129/121 Bairro Cristal Porto Alegre/RS CEP: 90.820-140 CNPJ: 08.798.484/0001-78 Inscrição Municipal: 510.834.26 Análise de Projeto

Leia mais

Sistema de Informação Geográfica para Planejamento de Eletrificação Rural em Grande Escala

Sistema de Informação Geográfica para Planejamento de Eletrificação Rural em Grande Escala 1/6 Título Sistema de Informação Geográfica para Planejamento de Eletrificação Rural em Nº de Registro (Resumen) 8 Empresa o Entidad CEMIG DISTRIBUIÇÃO S/A CEMIG-D Autores del Trabajo Nombre País e-mail

Leia mais

Planejamento, Programação e Controle. Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc.

Planejamento, Programação e Controle. Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Planejamento, Programação e Controle Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Conceitos Gerais Planejamento formal, que compreende, normalmente 5 fases: Estudo de viabilidade técnica, econômica e financeira; Projeto

Leia mais

CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS. Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA

CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS. Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA A GESTÃO DOS MUNICÍPIOS Marcos Vieira Analista Ambiental GELSAR/INEA Março/2012 Gerência ESTRUTURA GELSAR 1 Gerente SERURB SERVIÇO DE RESÍDUOS URBANOS 1 Chefe de Serviço, 5 analistas

Leia mais

1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO

1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO 1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO Mobilização inicial até 30 de janeiro 2009 CAÇU E SÃO SIMÃO JANEIRO DE 2009 Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO... 3 2.1. EMPREENDEDOR...

Leia mais

Manual para Transportadoras

Manual para Transportadoras Índice 1 Objetivo... 3 2 O Projeto e-suprir... 3 3 Introdução... 3 4 Informações Básicas... 4 4.1 Painel de Controle Compras... 4 5 Acessando o Pedido... 5 6 Digitando o Espelho de Nota Fiscal... 7 6.1

Leia mais

Sr. João de Munno Júnior Coordenador do Núcleo de Licenciamento Ambiental Dos Técnicos: Tathiana Bagatini Vilson José Naliato

Sr. João de Munno Júnior Coordenador do Núcleo de Licenciamento Ambiental Dos Técnicos: Tathiana Bagatini Vilson José Naliato SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA INFORMAÇÃO TÉCNICA N. 04/2012 NLA/SUPES-SP/IBAMA Ao: Sr. João de Munno

Leia mais

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

2.3. Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 2.3 Projeto de Saneamento do Canteiro de Obras NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 1 1.1.1. Efluentes Líquidos Domésticos... 1 1.1.1.1. Fossa

Leia mais

PLANEJAMENTO PARA IMPLANTAÇÃO DE GRANDE REPARO E MELHORIAS NA ÁREA DA REDUÇÃO DURANTE REFORMA DO ALTO FORNO Nº 1 DA COSIPA.

PLANEJAMENTO PARA IMPLANTAÇÃO DE GRANDE REPARO E MELHORIAS NA ÁREA DA REDUÇÃO DURANTE REFORMA DO ALTO FORNO Nº 1 DA COSIPA. PLANEJAMENTO PARA IMPLANTAÇÃO DE GRANDE REPARO E MELHORIAS NA ÁREA DA REDUÇÃO DURANTE REFORMA DO ALTO FORNO Nº 1 DA COSIPA. Luís Augusto Piffer 1 José Henrique Coelho Wanderley Costa 2 RESUMO Após 10 anos

Leia mais

CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL. Anexo 4.3.3-1 Relatório Final com a Totalidade dos Procedimentos e Resultados

CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL. Anexo 4.3.3-1 Relatório Final com a Totalidade dos Procedimentos e Resultados CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL Anexo 4.3.3-1 Relatório Final com a Totalidade dos Procedimentos e Resultados 1º ALVARÁ JUDICIAL DE EXUMAÇÃO ORDEM CODIFICAÇÃO DO CEMITÉRIO TOTAL DE SEPULTURAS

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE

CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE RESOLUÇÃO N. 307, DE 05 DE JULHO DE 2002 Alterações: Resolução CONAMA n. 348, de 16.08.04 Resolução CONAMA n. 431, de 24.05.11 Resolução CONAMA n. 448, de 18.01.12 Resolução

Leia mais

SUMÁRIO 3.4.2 PROJETO DE SEGURANÇA E ALERTA

SUMÁRIO 3.4.2 PROJETO DE SEGURANÇA E ALERTA SUMÁRIO 3.4.2 PROJETO DE SEGURANÇA E ALERTA 3. PLANO AMBIENTAL DE CONSTRUÇÃO... 3.4.2-1 3.4. PROGRAMA DE SAÚDE E SEGURANÇA... 3.4.2-1 3.4.2. PROJETO DE SEGURANÇA E ALERTA... 3.4.2-1 3.4.2.1. ANTECEDENTES...

Leia mais

Creche: crianças até 4 anos de idade Pré escola: crianças de 4 a 6 anos de idade

Creche: crianças até 4 anos de idade Pré escola: crianças de 4 a 6 anos de idade PROINFÂNCIA AÇÃO DE INFRAESTRUTURA EDUCACIONAL Coordenação Geral de Infraestrutura Educacional CGEST Programa Proinfância O principal objetivo é prestar assistência financeira aos interessados visando

Leia mais

ANÁLISE DE PROJETO TÉCNICO SOCIAL APT MUNICÍPIO SANTANA DA BOA VISTA

ANÁLISE DE PROJETO TÉCNICO SOCIAL APT MUNICÍPIO SANTANA DA BOA VISTA TE-SER Social Consultoria e Assessoria de Projetos Ltda. Rua Upamaroti, 1129/121 Bairro Cristal Porto Alegre/RS CEP: 90.820-140 CNPJ: 08.798.484/0001-78 Inscrição Municipal: 510.834.26 ANÁLISE DE PROJETO

Leia mais

ERRATA Nº. 01 CONVITE 18/2008. A Comissão Permanente de Licitação informa alteração no referente Convite:

ERRATA Nº. 01 CONVITE 18/2008. A Comissão Permanente de Licitação informa alteração no referente Convite: 01/07/2008 ERRATA Nº. 01 CONVITE 18/2008 A Comissão Permanente de Licitação informa alteração no referente Convite: A data de abertura foi transferida para o dia 18/07/2008, às 14 horas; o prazo para realização

Leia mais

Projeto Básico Ambiental

Projeto Básico Ambiental Projeto Básico Ambiental 3. PLANO AMBIENTAL DE CONSTRUÇÃO 3.4 Programa de Saúde e Segurança 3.4.2 Projeto de Segurança e Alerta SETEMBRO 2011 RL-DS-001-802-020-29Set11=A Plano de sinalização viária e fluvial

Leia mais

SUMÁRIO 14.1 - PROJETO DE COORDENAÇÃO DA

SUMÁRIO 14.1 - PROJETO DE COORDENAÇÃO DA SUMÁRIO 14.1 - PROJETO DE COORDENAÇÃO DA SUPERVISÃO AMBIENTAL 14. PROGRAMA DE SUPERVISÃO AMBIENTAL... 14-1 14.1. Projeto de Coordenação da supervisão ambiental... 14-1 14.1.1. INTRODUÇÃO... 14-1 14.1.1.1.

Leia mais

BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS

BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS BOA GOVERNANÇA PARA GESTÃO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS URBANAS PROGRAMA DRENURBS Um programa para integrar objetivos ambientais e sociais na gestão das águas Superintendência de Desenvolvimento da Capital -

Leia mais

CONCESSÃO DE VIABILIDADE TÉCNICA PARA NOVOS EMPREENDIMENTOS ENG.006.03.2015

CONCESSÃO DE VIABILIDADE TÉCNICA PARA NOVOS EMPREENDIMENTOS ENG.006.03.2015 CONCESSÃO DE VIABILIDADE TÉCNICA PARA NOVOS EMPREENDIMENTOS ENG.006.03.2015 OBJETIVO Estabelecer as regras e procedimentos para concessão de viabilidade técnica, aprovação de projetos e acompanhamento

Leia mais

Análise de Projeto Técnico Social APT MUNICÍPIO DE RONDA ALTA

Análise de Projeto Técnico Social APT MUNICÍPIO DE RONDA ALTA TE-SER Social Consultoria e Assessoria de Projetos Ltda. Rua Upamaroti, 1129/121 Bairro Cristal Porto Alegre/RS CEP: 90.820-140 CNPJ: 08.798.484/0001-78 Inscrição Municipal: 510.834.26 Análise de Projeto

Leia mais

DAÍ DAIS Manual de Operação SISTAR V 1.0 1 / 30

DAÍ DAIS Manual de Operação SISTAR V 1.0 1 / 30 1 / 30 Sumário Sumário...2 Introdução...3 Objetivo...3 Operação...4 Autenticando no sistema SISTAR...5 Análise Tarifária...8 Unidade de Consumo...8 Tarifa...9 1. Informação Convencional...10 2. Informação

Leia mais

1. Canteiro de Obra Campo Grande 03

1. Canteiro de Obra Campo Grande 03 1. Canteiro de Obra Campo Grande 03 A cidade de Campo Grande, localizada no estado do Rio Grande do Norte (RN), é um dos municípios no qual dispõe de boa estrutura para implantação de um dos três canteiros

Leia mais

ACESSO À INFORMAÇÃO PÚBLICA

ACESSO À INFORMAÇÃO PÚBLICA Boletim Informativo Edição 01 19 de Março de 2012 ACESSO À INFORMAÇÃO PÚBLICA Controladoria-Geral da União Implementação da Lei de Acesso a Informação A Lei de Acesso à Informação (LAI) representa mais

Leia mais

a) Título do Empreendimento Levantamento e monitoramento de áreas de risco na UGRHI-11 e apoio à Defesa Civil

a) Título do Empreendimento Levantamento e monitoramento de áreas de risco na UGRHI-11 e apoio à Defesa Civil a) Título do Empreendimento Levantamento e monitoramento de áreas de risco na UGRHI-11 e apoio à Defesa Civil b) Localização geográfica Toda a área da UGRHI-11 - Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape

Leia mais

Pag: 1/20. SGI Manual. Controle de Padrões

Pag: 1/20. SGI Manual. Controle de Padrões Pag: 1/20 SGI Manual Controle de Padrões Pag: 2/20 Sumário 1 Introdução...3 2 Cadastros Básicos...5 2.1 Grandezas...5 2.2 Instrumentos (Classificação de Padrões)...6 3 Padrões...9 3.1 Padrão Interno...9

Leia mais