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1 1. INTRODUÇÃO Devido aos anos de intenso desenvolvimento tecnológico onde as questões ambientais foram sempre ignoradas, começamos agora a sofrer as conseqüências deste longo período de irresponsabilidade ambiental. Questões como o efeito estufa, chuvas ácidas, destruição da camada de ozônio, que hoje fazem parte de nosso cotidiano são, de acordo com estudiosos, provas concretas da incapacidade da natureza de recompor-se dos danos causados pela ação humana. Diante deste quadro surge a questão: como aliar desenvolvimento e sustentabilidade? Impedir o desenvolvimento do país é inviável, no entanto, mantêlo com os atuais custos ambientais inviabilizará em pouco nossa própria existência. Fica claro então que a única saída é alterar a formas de produção e consumo de modo a minimizar os impactos sobre a natureza. Dentro deste contexto, a construção civil, cuja essência é a transformação do ambiente natural em ambiente construído, exerce papel de destaque. Consome de 15 a 50% de todos os recursos naturais (SJÖSTRÖM, 1992), produz mais resíduos que as cidades propriamente ditas (lixo urbano) e os edifícios por ela produzidos consomem mais de 45% do montante total de energia consumida pela sociedade (LIPPIATT, 1998). Desempenhando o papel de grande vilão ambiental é natural que a indústria da construção civil seja também o setor mais cobrado para tornar-se sustentável. Para a construção civil, sustentabilidade significa promover o bom uso e a economia de recursos naturais finitos, a redução da poluição e o conforto do usuário, o que em termos práticos significa minimizar o consumo de recursos e a produção de resíduos, maximizar a reutilização de componentes e/ou materiais, optar pela utilização de recursos renováveis e recicláveis, evitar o uso de materiais cuja extração de matéria prima cause danos ambientais, aproveitar os recursos naturais para iluminação e ventilação, reusar águas servidas, captar e utilizar águas pluviais,etc. 9

2 Visando atingir os objetivos acima mencionados, uma série de metodologias de produção estão sendo estudadas e aplicadas na indústria da construção, sendo algumas já bastante conhecidas, como por exemplo, a Lean Construction ou Construção Enxuta, e outras ainda muito recentes como a Desconstrução ou demolição seletiva, que é o tema deste trabalho. De forma resumida pode-se dizer que a desconstrução, ou demolição seletiva, é uma metodologia de demolição voltada para a recuperação de materiais e componentes para reuso e reciclagem e que, contribui para diminuir o volume de resíduos produzidos e enviados para aterros, além de reduzir o consumo de matérias primas, uma vez que prorroga a vida útil dos componentes. O objetivo principal deste trabalho é fornecer informações sobre a prática da desconstrução em alguns países e sobre programas de reuso de materiais, objetivando destacar as questões técnicas, econômicas, ambientais, além das relacionadas às políticas públicas, necessárias para transformar a desconstrução e o reuso de materiais em uma opção viável para substituir a demolição tradicional. O trabalho esta dividido em três partes. Inicialmente será apresentado um breve histórico sobre desenvolvimento sustentável e suas principais implicações na indústria da construção civil. O segundo capítulo tratará do tema desconstrução: primeiramente será feita uma introdução da metodologia e em seguida serão apresentados exemplos de países onde a mesma é praticada. No terceiro e último capítulo o tema será abordado à nível nacional. 10

3 2. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Este capítulo tratará de temas relativos ao desenvolvimento sustentável. Inicialmente será apresentado um breve histórico sobre a evolução do modo de produção e em seguida será discutido o papel da construção civil na busca pelo desenvolvimento sustentável A Evolução do Modo de Produção A partir do século XVIII, com o advento da Revolução Industrial, a sociedade e principalmente a economia passaram por intensas modificações. Esse período da história representa a transição final do feudalismo, onde predominavam o uso da energia humana e o modo de produção doméstico, para o capitalismo, com suas máquinas à vapor e adoção do sistema fabril de produção, tendo sido um período de grande desenvolvimento tecnológico. Nesta sociedade industrial, desenvolvimento econômico significava transformar a natureza de forma a melhorar a qualidade de vida da população. No pensamento da época ainda não havia espaço para preocupações com o meio ambiente. Na verdade, a defesa do meio ambiente era vista como anti-desenvolvimentista. O modelo de produção característico do período era o modelo linear (CURWELL e COOPER,1998), segundo o qual os bens são concebidos, projetados, construídos, utilizados e após sua vida útil acumulados no meio ambiente. Analisando este modelo de produção conclui-se que o pensamento da época era de que a quantidade de recursos naturais disponíveis era infinita e que por sua vez a natureza era capaz de absorver ilimitadas quantidades de resíduos (LIDDLE, 1994). A única preocupação com preservação do meio ambiente estava associada à manutenção de reservas de fauna e flora que permitisse à natureza recuperar-se e recompor-se. A partir da percepção dos efeitos das mudanças do meio ambiente sobre o homem e a natureza de forma geral, surge o que LIDDLE(1994) chamou de paradigma 11

4 Ecológico. Neste novo paradigma, a natureza passa a ser valorizada e estabelecemse limites para a poluição gerada pelo processo de produção. Apesar de ser um período marcado pela crescente regulamentação ambiental, vale mencionar que a preocupação maior estava em melhorar as técnicas de deposição de resíduos e em nenhum momento a forma de produção foi questionada. Todos os processos industriais eram aceitos desde que respeitassem o limite de poluição aceitável. Neste momento cabe destacar que a única forma de controle imposta dentro dos canteiros de obra dizia respeito à produção de ruídos. Fora isso, esta nova forma de enxergar a natureza representou para a construção civil, apenas novas possibilidades de negócio, como por exemplo, a construção de aterros sanitários e estações de tratamento. No entanto, fatos como o enorme crescimento da economia mundial, o aumento populacional e o grande desenvolvimento científico não demoraram a evidenciar que tanto o modelo linear de produção como o paradigma ecológico não eram sustentáveis. A partir desta constatação, começam a surgir as primeiras preocupações e questionamentos relativos ao efeito estufa e consequentemente o aumento do consumo de energia, a destruição da camada de ozônio, a poluição do ar e as chuvas ácidas, o consumo desmedido de matérias primas não-renováveis, a geração de resíduos dentre outros. E é justamente a partir daí que surge o termo desenvolvimento sustentável. A formulação do conceito de desenvolvimento sustentável deve ser entendida como o resultado de uma série de trabalhos internacionais coordenados pela Organização das Nações Unidas (ONU), como por exemplo, o Clube de Roma em 1980 a Conferência de Estocolmo em 1982 e a Conferência sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente das Nações Unidas (Rio 92). Desta forma, desenvolvimento sustentável pode ser definido como aquele que permite atender às necessidades básicas de toda a população e garanta a todos a oportunidade de satisfazer suas aspirações para uma vida melhor sem, no entanto, 12

5 comprometer a habilidade das gerações futuras atenderem suas próprias necessidades. (CHEIN e CHAMBERS, 1999). Com relação ao desenvolvimento sustentável, a implicação mais imediata é a necessidade de se produzir a maior quantidade de bens com a menor quantidade de recursos naturais e a menor poluição, ou seja, o desenvolvimento econômico deverá ser desvinculado da geração de impactos ambientais. Para conseguir-se esta desvinculação são necessárias várias ações: redução do consumo de matérias primas: que pode ser obtido pela redução e reciclagem de resíduos, aperfeiçoamento de projetos, substituição dos materiais tradicionais por outros mais eficientes e aumento da durabilidade dos produtos; redução do consumo de energia (especialmente a produzida pela queima de combustíveis não renováveis); redução global da poluição (incluindo resíduos). Além destas ações, cabe destacar a importância da distribuição mais igualitária dos benefícios do desenvolvimento. Resumindo, pode-se dizer que os desafios do desenvolvimento sustentável são, simultaneamente, o crescimento econômico com preservação da natureza e justiça social. Figura 2.1: Organograma da Sustentabilidade 13

6 Tendo-se em mente que a nova forma de produção exigida pelo desenvolvimento sustentável questiona padrões de consumo e produção, fica evidente que o modelo linear já não se enquadra. Surge então o chamado modelo cíclico. Neste modelo o uso dos recursos é otimizado e a produção de resíduos reduzida a um mínimo reciclável. Os produtos já não são projetados para serem enviados para aterros ao final de sua vida útil. Devem sim, serem projetados para facilitar sua reutilização e quando esta já não for possível serem reciclados minimizando desta forma o envio de material para aterros e o consumo de matérias primas O Desenvolvimento Sustentável e a Indústria da Construção Civil Hoje a construção civil é a atividade humana com maior impacto sobre o meio ambiente, consome entre 15 e 50% (SJÖSTRÖM, 1992) de todos os recursos naturais extraídos e é responsável por cerca de 15% (FIESP, 1999) do PIB(produto interno bruto) brasileiro gerando mais de 9 milhões de empregos diretos e indiretos. É natural que tendo papel tão representativo na economia nacional, a construção civil seja também um dos grandes vilões ambientais. É o maior consumidor de matérias primas (consome entre 15 e 50% do total de recursos consumidos pela sociedade), envolve processos com grande consumo de energia (cerca de 80% da energia utilizada na produção de um edifício é consumida na produção e transporte de materiais), gera poluição em quase todos seus processos (da extração de matérias primas a produção de produtos como cimento e concreto), e até mesmo na fase de uso dos edifícios os impactos ambientais são inúmeros (dados mostram que o volume de recursos consumido na fase de manutenção da edificação é praticamente igual ao consumido durante a construção). Por outro lado, também vale destacar que a construção civil é um consumidor potencial de resíduos de outras indústrias, sendo que atualmente já é um grande reciclador de resíduos destas mesmas indústrias, contribuindo desta forma para a minimização dos impactos ambientais. 14

7 Tendo em mente a grandiosidade da cadeia produtiva da indústria da construção civil, fica claro que não é possível alcançar o desenvolvimento sustentável sem que a indústria da construção também se torne sustentável. Para minimizar os impactos ambientais da indústria da construção, KILBERT(1995) propôs os seguintes princípios: I. minimizar o consumo de recursos: gastar mais tempo na fase de planejamento e projetos para otimizar a utilização de materiais e minimizar a produção de resíduos; II. maximizar a reutilização de recursos: reutilizar componentes que ainda possam desempenhar a função para a qual foram produzidos, ou mesmo serem utilizados em outra função; III. usar recursos renováveis e recicláveis: optar por materiais recicláveis ou cujas fontes de matéria prima sejam renováveis; IV. proteger o meio ambiente: evitar o uso de materiais cuja extração de matéria prima cause danos ambientais, aproveitar os recursos naturais para iluminação e ventilação, reusar águas servidas, etc; V. criar um ambiente saudável e não tóxico: evitar utilização de materiais que podem causar danos tanto ao meio ambiente quanto aos usuários; VI. buscar a qualidade na criação do ambiente construído: projetar utilizando técnicas que permitam uma construção mais econômica, menos poluente e que impacte menos agressivamente no meio ambiente. Com base no que foi apresentado até aqui pode-se concluir que a sustentabilidade da indústria da construção ainda é uma meta distante e difícil de ser alcançada. No entanto, vale ressaltar que o primeiro passo rumo à sustentabilidade já foi dado, e hoje grande parte dos envolvidos na cadeia produtiva já estão conscientes de que mudanças são necessárias para que o objetivo de uma indústria da construção sustentável seja alcançado. O passo seguinte, e ainda mais importante que o primeiro, consistirá em uma mudança de mentalidade dos envolvidos no processo produtivo da indústria da 15

8 construção. Ao invés de se voltar todas as atenções para a fase de produção, que ainda é o que ocorre na maioria das obras, a ênfase deverá ser dada respectivamente às fases de projeto e planejamento. Uma obra bem projetada e planejada evita desperdícios e retrabalhos, o que consequentemente reduz o consumo de recursos naturais e energia além de minimizar a geração de resíduos. 16

9 3. DESCONSTRUÇÃO 3.1 Conceitos Como já mencionado no item que trata do desenvolvimento sustentável, os princípios básicos da construção sustentável envolvem tanto questões relativas à otimização do uso dos recursos naturais, como por exemplo a utilização de fontes alternativas de energia, aproveitamento dos recursos naturais renováveis para garantir conforto das edificações(iluminação e ventilação naturais), reuso da água, aproveitamento da água de chuvas,etc; como também questões mais diretamente ligadas às obras, como minimização do desperdício, redução do volume de resíduos produzidos, incentivo ao reuso de elementos e componentes, destinação correta de resíduos que não podem ser reutilizados ou reciclados e a própria reciclagem de materiais. Tendo em mente que a grande maioria dos recursos naturais utilizados na produção dos materiais utilizados pela construção não são renováveis, fica evidente a importância de prolongar-se a vida útil destes materiais. Para que a vida útil dos materiais ou componentes seja prolongada duas questões são importantes. A primeira questão está relacionada à qualidade dos materiais, que deve ser a melhor possível para garantir que o produto em questão permaneça em uso pelo maior tempo. A segunda questão diz respeito às técnicas e procedimentos que devem ser adotados nas demolições para possibilitar a recuperação dos referidos materiais e consequentemente seu reuso. Apesar da relevância das duas questões mencionadas, este trabalho tratará especificamente da obtenção, para reuso ou reciclagem, dos materiais e/ou componentes nos sites de demolição através da utilização de uma ferramenta chamada Desconstrução ou demolição seletiva. Inicialmente será discutido o conceito de Desconstrução e posteriormente apresentado como a ferramenta está sendo aplicada em alguns países com tradição no reuso e reciclagem de materiais e componentes. 17

10 A demolição de edificações é atualmente responsável pela produção de uma parcela significativa de todo o lixo gerado pelas cidades. E é nesse contexto que a desconstrução vem surgindo como uma alternativa ambientalmente para a indústria da construção civil. Desconstrução pode ser entendida como a desmontagem sistêmica de uma edificação com o objetivo de maximizar a recuperação de matérias e componentes para reuso e reciclagem. Enquanto o processo de demolição geralmente acarreta a mistura de diversos materiais e inevitavelmente a contaminação de componentes que originalmente não representavam risco à saúde humana e ao meio-ambiente, a desconstrução é na verdade a separação dos materiais. Quando comparada à demolição tradicional a desconstrução apresenta diversas vantagens, dentre as quais podemos citar: a diminuição do volume de resíduos enviado para aterros e/ou botas-fora, o desenvolvimento econômico sustentável através do reuso e da reciclagem, a reutilização de componentes, a maior facilidade para a reciclagem de materiais além de colaborar com a proteção do meio-ambiente. Vale destacar ainda que a desconstrução preserva a energia virtual ou Embodied Energy (energia gasta em todo o processo de produção do material, desde a obtenção da matéria prima até a manufatura do produto final, incluindo os gastos de energia com transporte) contida nos materiais, através da prorrogação da vida útil do material ou componente. Apesar de todas estas vantagens, é importante mencionar que os desafios e as dificuldades a serem superadas pela desconstrução também são inúmeros. Dentre as dificuldades pode-se destacar: os edifícios existentes não foram projetados para serem desmontados, os componentes também não foram projetados para serem desmontados, a inexistência de ferramentas para desmontar edificações existentes, o preço pago para utilização de aterros e/ou botas-fora é muito baixo, a desmontagem de edifícios requer mais tempo que a simples demolição, os códigos de obra e os materiais padrão geralmente não incentivam/estimulam o reuso de componentes, os custos da desconstrução ainda não são bem conhecidos, ausência de indústrias com práticas estandardizadas(padronizadas) e por último o fato dos benefícios econômicos e ambientais da prática da desconstrução ainda não estarem bem claros. 18

11 De forma geral o maior problema enfrentado pela desconstrução é o fato de que até recentemente a maioria dos arquitetos e construtores enxergava suas criações como sendo permanentes, e desta forma não havia preocupação em prever sua futura desconstrução. Para superar este empecilho, técnicas e ferramentas para a desconstrução estão em fase de desenvolvimento, pesquisas para dar suporte a desconstrução estão em andamento em todo o mundo, e o poder público está começando a incentivar a prática da desconstrução através do aumento dos valores pagos para utilização de aterros ou botas-fora, ou em alguns casos proibindo o descarte de materiais reutilizáveis. 3.2 Desconstrução na Holanda Segundo Dorsthorst te(2000) a produção de resíduos de construção e demolição (RCD) na Holanda é de aproximadamente 21 milhões de toneladas/ano com aumento anual de cerca de 2 milhões de toneladas. Tendo em mente o custo ambiental do descarte de todo esse volume de resíduos e a escassez cada vez maior de áreas que possam funcionar como aterros, no ano de 1990 o governo holandês fixou a meta de que até o ano % de todo RCD deveria ser reutilizado. Atualmente grande parte do volume total de RCD produzido na Holanda é re-aproveitado principalmente como sub-base para estradas e, devido a esta grande demanda poucas pesquisas têm sido desenvolvidas com o objetivo de encontrar outros usos para os RCD. 19

12 3.2.1 Técnicas e ferramentas para demolição e desconstrução Nas universidades, engenheiros e arquitetos recebem grande quantidade de informação sobre como construir, no entanto, quase nenhuma informação lhes é passada a respeito do que acontece nas edificações durante sua vida útil e ao final da mesma. Se uma edificação deve ser demolida então o processo de demolição deve estar voltado para a obtenção das taxas o mais altas possível de reuso dos materiais. Por isso planejamento da demolição é essencial quando se opta por demolir uma edificação. Embora o planejamento da demolição represente gastos consideráveis de tempo e dinheiro, representará também redução dos custos com aterros/bota-fora. Vale mencionar ainda que com a venda dos materiais e componentes obtidos durante a demolição o custo final será ainda menor Processo de demolição Quanto ao processo de demolição propriamente dito, ele é iniciado com uma investigação preliminar que indicará a presença ou não de materiais que contenham alguma substância tóxica como, por exemplo, asbesto. Caso exista, um profissional especializado é chamado para proceder a retirada do material em questão. Depois de completada esta investigação preliminar, uma empresa especializada em recuperação de componentes identifica na obra se existem componentes que podem ser reutilizados em sua forma original (como estão na obra). Estes componentes incluem: vidros, lareiras de mármore, madeiras nobres, centrais de aquecimento, aquecedores de água e radiadores, etc. As empresas contratadas para executar a demolição preferem que esses componentes sejam retirados no início porque simplifica os serviços posteriores além de ser possível gerar algum lucro com a venda dos mesmos. Geralmente as edificações são divididas em três grupos: 20

13 edificações de alvenaria com pisos de madeira, estrutura do telhado também em madeira, coberturas planas revestidas com betume ou telhas; edificações com estrutura de concreto armado, que também pode incluir concreto protendido; edificações com estrutura metálica. De forma genérica a demolição e executada na seguinte ordem: primeiramente são retirados os componentes reutilizáveis como, por exemplo, vidros e louças. Em seguida, os revestimentos de piso e teto (forros de gesso) são removidos. Materiais que podem ser incinerados são separados daqueles que não podem. Os vidros são retirados das esquadrias. As instalações são removidas. Metais e revestimentos são removidos. A cobertura é retirada. A desconstrução de edificações produz grande quantidade de entulho de diferentes tipos. Esses resíduos são transportados para plantas onde são separados em materiais incineráveis ou não, sendo os primeiros incinerados e os demais enviados para aterros. Os próximos passos são específicos para cada tipo de edificação. edificação em alvenaria: quando restam apenas alvenaria e piso, a edificação é demolida pavimento por pavimento. Vigas, terças e piso de madeira são removidos com o auxílio de equipamentos. Os pregos são removidos com o auxílio de uma ferramenta que empurra para baixo a madeira ao redor do prego e depois extrai o prego. Esta madeira obtida é facilmente vendida no mercado de materiais de segunda mão. A madeira que não pode ser vendida é enviada para a Alemanha para ser empregada na fabricação de chapas de compensado. Em seguida, a alvenaria é cortada em seções e transportada para plantas industriais onde será britada. Raros são os casos onde a alvenaria é desconstruída. Normalmente quando isto ocorre é por se tratar de tipos raros de tijolos. 21

14 edificações com estrutura de concreto: a cobertura, que geralmente é revestida com material betuminoso, é o primeiro elemento a ser demolido. O madeiramento do telhado é retirado e vendido no mercado de segunda mão. Em seguida o concreto é cortado e enviado a plantas para ser britado. Antigamente era comum que este concreto, ainda no canteiro de obras, fosse quebrado em pedaços menores e tivesse o aço retirado. No entanto, hoje em dia este tipo de atividade já não é mais executada no canteiro, uma vez que as usinas possuem equipamentos que podem processar grandes seções e para a empresa de demolição contratada é mais econômico não executá-la in loco. Estruturas de concreto protendido representam um problema especial. Comumente não é sabido previamente se a estrutura é ou não protendida. Se existe a suspeita de que algum elemento seja protendido, então uma seção é cortada para investigar-se. Caso confirme-se a suspeita, as terminações das peças protendidas são cortadas em sua extremidade, o que geralmente causa o colapso da estrutura. edificações em estrutura metálica: caso os perfis possam ser reutilizados a estrutura é desmontada. Ocasionalmente, estruturas como pontes são vendidas como um todo. Se uma edificação possui tanto estrutura em concreto quanto alvenaria, geralmente estes materiais não são separados. No entanto, vale ressaltar que o agregado de concreto é mais forte que o de alvenaria e consequentemente mais fácil de ser vendido. Como resultado, as empresas que executam a britagem dos resíduos ficam com o agregado de alvenaria para posteriormente misturar com agregado de concreto e oferecer ao mercado agregado misto, muito usado como base para estradas. A demolição seletiva ou desconstrução, não é nenhuma novidade na indústria da construção civil. Apenas no período entre 1970 e 1985 a demolição não foi seletiva 22

15 (Dorsthorst te,2000), devido a grande evolução das máquinas e a crença de que os recursos naturais eram inexauríveis Técnicas, métodos e equipamentos para demolição Aquela imagem clássica de uma edificação sendo demolida por uma gigantesca bola metálica já não é mais vista na Holanda. A técnica caiu em desuso devido principalmente aos grandes transtornos que a mesma provocada nos arredores (vibrações, barulho e poeira), além da grande experiência necessária para se operar o equipamento. A demolição com utilização de explosivos só é executada quando há a necessidade da edificação ser demolida rapidamente, como por exemplo, quando a edificação fica próxima a uma estrada e não há espaço para se implantar o canteiro de demolição. Geralmente a edificação só será demolida com explosivos por exigência da autoridade local ou do proprietário. Vale ressaltar também o enorme trabalho necessário para remover todo o entulho. Atualmente, as empresas contratadas para demolir possuem grande variedade de métodos para executar o serviço que vão desde a demolição manual à com explosivos. Cabe a estas empresas definir qual método é o mais eficaz para cada situação. Depois que a edificação é demolida, os materiais devem ser britados e separados para permitir a criação de materiais secundários. Nas usinas, o material é peneirado para se fazer a separação por granulometria. Após esta primeira peneiração o material então é inserido no pré-britador para diminuir a granulometria e evitar que pedaços grandes de resíduo danifiquem o britador principal. Entre a primeira e a segunda passagem pelos britadores, o material passa por um separador magnético onde os resíduos ferrosos são retirados; as partes maiores voltam para o pré-britador e as menores são encaminhados para o britador principal. Outros materiais como vidro, plástico, madeira, etc., são removidos através 23

16 processos que envolvem água, corrente de ar e separação manual. No final o material é novamente peneirado com o objetivo de separar a fração que será utilizada na construção de estradas e na indústria do concreto. Com relação a desconstrução, a Holanda não dispõe de técnicas específicas. Normalmente as técnicas utilizadas são as mesmas aplicadas nas demolições tradicionais Treinamento de mão-de-obra e segurança O treinamento da mão-de-obra que atua nas demolições e a segurança do processo são questões que recebem atenção especial. No caso da mão-de-obra, existem treinamentos especiais e específicos para os trabalhadores deste setor. Na verdade estes cursos são pré-requisitos para quem deseja atuar na área Design para reuso Como exemplo de design para reuso será citado uma experiência na cidade de Middelburg-Holanda, onde, como mostra a figura 3.1, um edifício de 11 andares construído no ano de 1971 foi parcialmente desconstruído. A razão para a desconstrução da edificação foi a existência de problemas sociais associados às drogas, poluição, vandalismo e prostituição. Com condições de moradias pouco atraentes todo ano cerca de 1/3 da população do edifício se mudava ficando a taxa de ocupação entre 19 e 32%. Para tentar solucionar problema foi sugerido a desconstrução parcial do prédio com reuso dos elementos secundários obtidos durante o processo. A partir deste ponto partiu-se para um estudo de viabilidade econômica do plano proposto e alguns anos após deu-se início ao processo de demolição seletiva. 24

17 O plano era demolir seletivamente os sete últimos andares, reformar os restantes e reutilizar os componentes obtidos durante a desconstrução para construir dois outros edifícios de três e quatro andares respectivamente (ver croquis da figura 3.1) Figura 3.1: Proposta de desconstrução de edificação na cidade de Middelburg-Holanda A desconstrução foi tecnicamente possível devido a um sistema construtivo chamado Delta BMB, utilizado no projeto original das torres, no qual as conexões entre componentes de concreto eram conexões secas. O uso do graute foi evitado ao máximo, sendo aplicado apenas nas conexões entre componentes do piso. Durante o processo de demolição seletiva, as paredes eram erguidas e então as conexões entre elementos do piso, executadas com graute, podiam ser rompidas com o uso de um equipamento especialmente desenvolvido para este fim. Logo após a retirada dos componentes a serem reutilizados, uma série de atividades eram iniciadas visando preparar tais componentes para novo uso. Para facilitar o reuso, todos os componentes eram identificados tão logo retirados da edificação original. 25

18 Figura 3.2: Área de estoque dos componentes a serem reaproveitados Após os serviços de reparos serem executados nos componentes, os mesmos eram transportados para um depósito. Como mostra a figura 3.2, visando maximizar a eficiência do processo, o local onde seriam construídos os novos edifícios foi utilizado como depósito. Quando todos os sete pavimentos já haviam sido desmontados e transportados para o local de depósito, a construção dos novos edifícios foi iniciada. Após a execução de todo o serviço, incluindo demolição e construção, o balanço financeiro da operação mostrou que o custo foi cerca de 18,7% mais alto do que seria a construção de uma edificação nova semelhante (Dorsthorst te,2003) Melhorando a reciclabilidade dos materiais Gerenciamento de resíduos A grande quantidade de fontes geradoras de resíduos (sites de demolição), associada ao fato dos resíduos de construção e demolição serem inertes dificulta bastante o controle destes resíduos e ainda propicia o surgimento de inúmeros aterros clandestinos. 26

19 Apesar do alto potencial de reciclagem dos RCD, cerca de 75% deste material é enviado para aterros, ou seja, apenas 25% está sendo reutilizado (DORSTHOST, 2003). Em alguns Estados membros, resíduos perigosos como por exemplo asbestos e metais pesados, nem sempre são separados do resto dos RCD. Apesar do volume ser relativamente pequeno, a presença de tais substâncias pode contaminar parte dos materiais reciclados ou até mesmo os aterros. A composição do RCD difere de Estado para Estado (DORSTHOST, 2003), sendo a mesma afetada por diversos fatores incluindo os materiais primários usados, técnicas de arquitetura e práticas locais de construção e demolição. Os elementos predominantes nos RCD são solos, concreto, asfalto, tijolos, cerâmica, gesso, madeira, metais, papel e plástico. Vale mencionar que a maioria dos países da Europa não possui leis regulamentando as questões dos resíduos. No entanto, verificou-se que os países que introduziram medidas para melhorar o gerenciamento de resíduos conseguiram atingir altos níveis de reciclagem. Dentre estas medidas pode-se destacar a iniciativa do governo holandês com um plano com duração de 10 anos que visava banir o envio de resíduos recuperáveis de construção e demolição para aterros. Atualmente 95% de todo RCD produzido na Holanda é reutilizado ou reciclado. Desde o ano 2000 é proibido enviar resíduo passível de reuso para aterros (DORSTHOST, 2003) Hierarquia do gerenciamento de resíduos A hierarquia mais simplificada do gerenciamento de resíduos dispõe de três níveis, onde a prevenção é preferível à recuperação de resíduos, que por sua vez é melhor que o envio de resíduos para aterros. Alguns países da comunidade européia, a hierarquia possui mais níveis. O governo holandês, por exemplo, introduziu uma hierarquia com sete (07) níveis chamada de Ladder of Lansink, como mostrado abaixo: 27

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