REVISTA PARAENSE DE MEDICINA PARÁ MEDICAL JOURNAL

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1 V. 29 (1) janeiro-março 2015

2 REVISTA PARAENSE DE MEDICINA PARÁ MEDICAL JOURNAL Órgão Oficial da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará Vol. 29(1) janeiro- março 2015 ISSN GOVERNO SIMÃO JATENE Presidente- Rosangela Brandão Monteiro Diretoria administrativa-financeira- Sandra Rosemary Pereira de Souza Nery Diretoria assistencial- Mary Lucy Ferraz Maia Fiúza de Melo Diretoria de Ensino e Pesquisa- Lizomar de Jesus Pereira Móia Diretoria Técnica- Cinthya Francinete Pereira Pires Editor responsável- Alípio Augusto Barbosa Bordalo Editor adjunto- Eliete da Cunha Araújo Conselho editorial Ana Maria Revoredo Ventura UEPA PA Antonio Celso Ayub SCMRS RS Andy Petroianu UFMG MG Alexandre Lopes de Miralha UFAM AM Arival Cardoso de Brito UFPA PA Cléa Carneiro Bichara UEPA PA Geraldo Ishak UFPA PA Geraldo Roger Normando Jr UEPA PA Habib Fraiha Neto IEC PA Ítalo Suassuna UERJ RJ Ivanete Abraçado Amaral FSCMPA PA José Thiers Carneiro Jr UFPA PA Lizomar Pereira Moia FSCMPA PA Luciana Lamarão Damous USP SP Luciano Lobo Gatti FEMA SP Lusmar Veras Rodrigues UFCE CE Manoel de Almeida Moreira UEPA PA Manoel do Carmo Soares IEC PA Marcia de Fátima M. de Rojas UEPA PA Marcus Vinícius Henriques Brito UEPA PA Mauro José Fontelles UEPA PA Maria de Lourdes B. Simões UFPR PR Maria Rosângela Duarte Coelho UFPE PE Mário Ribeiro de Miranda Nara Macedo Botelho UFPA UEPA PA PA Nicodemos Teles de P. Filho UFPE PE Paulo Eduardo Santos Àvila UNAMA PA Paulo Roberto Alves Amorim UFPA PA Pilar Maria de Oliveira Moraes UNAMA PA Robson José de S. Domingues UEPA PA Simônides da Silva Bacelar UNB DF Vânia Lúcia Noronha Cavalcante UEPA PA William Mota Siqueira UFPA PA Assessoria de estatística Rogério da Silva Santos Assessoria de língua inglesa Lorena Oliveira Lima Luana Pereira Margalho Renan Kleber Costa Teixeira Victor Seiji Nascimento Assessoria de informática Heriberto da Silva Pedroso Juliene de Souza Ferreira Secretaria Renata Viégas Campelo Bibliotecárias-indexadoras Luciane Obando Maia Regina Célia Coimbra Membros honorários Manuel Ayres, Camilo Martins Viana e Manoel Barbora Rezende Menção honrosa In memoriam Clóvis de Bastos Meira, Leônidas Braga Dias, Clodoaldo Riberio Beckmann, José Monteiro Leite e Guaraciaba Quaresma da Gama

3 International Standard Serial Number ISNN Indexada na Literatura Latino-Americana em Ciências da Saúde LILACS/BIREME/OPAS QUALIS B4 Medicina III, Odontologia e Psicologia; QUALIS B5 Medicina I, II - CAPES/MEC A Revista Paraense de Medicina é o periódico biomédico da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará com registro nº 22, Livro B do 2º Ofício de Títulos, Documentos e Registro Civil das Pessoas Jurídicas, do Cartório Valle Chermont, de 10 de março de 1997, Belém PA Diagramação e composição: Ione Sena Produção gráfica: Supercores Publicação trimestral e distribuição gratuita Tiragem: 500 Endereço: Rua Oliveira Bello, Umarizal Belém - PA Fone: (91) Fax (91) Endereço eletrônico: - BVS-LILACS/BIREME/OPAS - IEC Portal Eletrônico da BVS Dados de catalogação da fonte Revista Paraense de Medicina / Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará. Belém, FSCMP, vol. 29 (1) Irregular ; semestral ; trimestral ISSN Medicina-Periódico I. Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará. CDD 610.5

4 SUMÁRIO / CONTENTS EDITORIAL OS INCUNÁBULOS... Alípio Augusto Bordalo ARTIGO ORIGINAL DEZ ANOS DE SÍFILIS CONGÊNITA EM MATERNIDADE DE REFERÊNCIA NA AMAZÔNIA BRASILEIRA... TEN YEARS OF CONGENITAL SYPHILIS IN REFERENCE MOTHERHOOD IN THE BRAZILIAN AMAZON Marcia Maciel ROJAS, Rosa Maria DIAS e Eliete da Cunha ARAÚJO SOROEPIDEMIOLOGIA DO VÍRUS DA HEPATITE C EM CÔNJUGES DE PORTADORES DESSE VÍRUS... SOROEPIDEMIOLOGY OF HEPATITIS C VIRUS IN SPOUSES OF PATIENTS WITH THAT VIRUS Candida do Socorro Conte de ALMEIDA e Luísa Carício MARTINS AVALIAÇÃO DA AGREGAÇÃO PLAQUETÁRIA EM PACIENTES DIABÉTICOS EM UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS EM BELÉM-PA... EVALUATION OF PLATELETS AGGREGATION IN DIABETIC PATIENTS IN A ANALYSIS CLINICAL LABORATORY IN BELÉM- PA Caroline Souza dos ANJOS e Aritana Ferreira Santos BARBOSA CORRELAÇÃO ENTRE SENSIBILIDADE, FUNÇÃO MANUAL E INDEPENDÊNCIA EM INDIVÍDUOS PÓS- ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL... CORRELATION AMONG SENSATION, HAND FUNCTION AND INDEPENDENCE AFTER STROKE Daniel Marinho Cezar da CRUZ, Natália Sanches SILVA, Lucimara Patricia PATTI, Gisele PAIVA e Alessandra Rossi PAOLILLO INFECÇÃO CONGÊNITA EM PACIENTES MATRICULADOS EM PROGRAMA DE REFERÊNCIA MATERNO INFANTIL... CONGENITAL INFECTION IN PATIENTS ENROLLED IN MOTHER CHILD REFERENCE PROGRAM Danilo Alves Ponzi PEREIRA, Bernardo Porto MAIA, Igor Isamu Couceiro SETO e Clea Nazaré Carneiro BICHARA HEPATITE C E SEU IMPACTO NO RISCO OCUPACIONAL... HEPATITIS C AND ITS RELATION WITH OCCUPATIONAL RISK Cláudia Maria Maciel de OLIVEIRA ATUALIZAÇÃO/REVISÃO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO DA DISPLASIA DO DESENVOLVIMENTO DO QUADRIL: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA... PHYSICAL THERAPY TREATMENT FOR DEVELOPMENTAL DYSPLASIA OF THE HIP: REVIEW OF THE LITERATURE Marlucy Nunes Andrade, Paulo Eduardo Santos Avila e Erielson dos Santos Bossini 45 RELATO DE CASO CISTOADENOMA MUCINOSO DE APÊNDICE CECAL: RELATO DE CASO... MUCINOUS CYSTADENOMA OF THE APPENDIX: CASE REPORT Carlos Cunha OLIVEIRA e Pedro Ruan Chaves FERREIRA ANGIOFIBROMA CELULAR PARATESTICULAR: RELATO DE CASO... PARATESTICULAR CELLULAR ANGIOFIBROMA: A CASE REPORT Elton de Barros MEIRELES, João Eduardo Sena de Souza PINTO, Jund Silva REGIS, Pedro Ruan Chaves FERREIRA, Renato Raulino MOREIRA e Roseana Silva de SOUZA 51 57

5 IMAGEM EM DESTAQUE DOLICOMEGACÓLON... DOLICOMEGACÓLON Renan Domingues Gavião de CARVALHO, Bruna Gonçalves Sena PINHEIRO, Francinaldo Gonçalves SENA, Rafael Maia de SOUSA, Ediney Houat de SOUZA e Wilson Corrêa LEÃO CARCINOMA DE CÉLULAS RENAIS CROMÓFOBO... CHROMOPHOBE RENAL CELL CARCINOMA João Frederico Alves Andrade FILHO, Jund Silva REGIS, Brenda Prazeres de CAMPOS,Romero Carvalho PEREIRA e Pedro Ruan Chaves FERREIRA NORMAS DE PUBLICAÇÃO MODELO DE CARTA DE ENCAMINHAMENTO DE ARTIGO Revista Paraense de Medicina V.29(1) janeiro-março 2015

6 EDITORIAL OS INCUNÁBULOS Alípio Augusto Bordalo* A transmissão de conhecimento se faz por intermédio da palavra oral ou escrita. Se não fosse a escrita, não existiriam, ainda, os incunábulos, ou seja, as obras escritas até o final do séc. XV. O mais conhecido e antigo incunábulo é Rationale divinorum officiorum, impresso em Vicenza, Itália, no ano de A biblioteca da tradicional Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Lisboa conserva apenas três espécies de incunábulos de séc. XV, todos de grande valor cultural e paleográfico. Pode-se considerar o mais espetacular incunábulo, a denominada Chronica de Nuremberga, o Liber chronicarum de Schedel, impresso por Anton Koberger, em 12 de junho de 1493, de uma riqueza iconográfica na história da tipografia e de estilo gótico. Decerto, é um cimélio admirado pelos bibliófilos e ainda se encontra em bom estado de conservação e de valor incomparável, pois ostenta uma visão abordando o destino final do homem e do mundo, conhecida como visão escatológica. É destacado o valor dos incunábulos na palavra escrita, se perpetuando por séculos em todos lugares. Portanto, saibamos conservar o que é digno de admiração. * Da Associação Brasileira de Editores Científicos ABEC Da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores SOBRAMES TCBC Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões- Capítulo do Pará Coordenador do Núcleo Cultural da Santa Casa de Misericórdia do Pará

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8 ARTIGO ORIGINAL DEZ ANOS DE SÍFILIS CONGÊNITA EM MATERNIDADE DE REFERÊNCIA NA AMAZÔNIA BRASILEIRA 1 TEN YEARS OF CONGENITAL SYPHILIS IN REFERENCE MOTHERHOOD IN THE BRAZILIAN AMAZON 1 Marcia Maciel ROJAS 2, Rosa Maria DIAS 3 e Eliete da Cunha ARAÚJO 4 RESUMO Objetivo: estudar em uma série histórica de 10 anos,os casos de sífilis congênita (SC) em maternidade pública de referência na Amazônia Brasileira. Método: estudo seccional, descritivo, realizado na maternidade da Santa Casa de Misericórdia do Pará, por meio da análise de prontuários de mulheres cujos filhos tiveram o diagnóstico de sífilis ao nascimento, no período de 2004 a RESULTADOS: a frequência anual de óbitos de neonatos com diagnóstico de sífilis, nascidos no período, foi mais expressiva nos anos de 2006 (8,9%) e 2007 (10,8%) e a prevalência no período de 10 anos foi de 2,5% (19-754). Peso <2.500 gramas foi importante na evolução para óbito. Dos 10 bebês que tiveram peso de nascimento <1.500 gramas, 6 (60%) evoluíram para óbito. Observa-se que a mortalidade foi inversamente proporcional ao peso de nascimento. A frequência de SC em relação ao sexo foi semelhante, entretanto, é interessante observar que morreram duas vezes mais meninas (3,32%) do que meninos (1,66%). Apesar da maior frequência de mulheres procedentes do interior, o óbito por SC foi maior nos bebês de mães procedentes da capital. Considerando a existência de melhores condições de assistência à saúde na capital, seria plausível esperar um quantitativo menor de óbitos de neonatos de mulheres com essa procedência.conclusão: maiores esforços e investimentos são necessários para o controle da SC. DESCRITORES: sífilis, sífilis congênita, óbito. INTRODUÇÃO A SC é uma doença de transmissão vertical (TV) de relevância epidemiológica e permanece como um grave problema de saúde pública no Brasile em países da América Latina 1,2 ; pode ser controlada com sucesso por meio da aplicabilidade das políticas de saúde na assistência direta junto à rede do Sistema Único de Saúde (SUS), como por exemplo, testes diagnósticos sensíveis, tratamento efetivo e de baixo custo, disponíveis na assistência pré natal 3. Em mulheres não tratadas, a transmissão é de 70% a 100% nas fases primária e secundária da doença. A SC apresenta elevada mortalidade, podendo chegar a 40% dos conceptos infectados 4. Em 2012, a taxa de detecção de sífilis em gestantes foi de 5,8 por nascidos vivos e a taxa de incidência de SC foi de 3,9 por nascidos vivos 4. Conforme o protocolo para a prevenção da TV do Ministério da Saúde (MS), o VDRL deve ser realizado como rotina no primeiro trimestre da gestação, 1 Trabalho realizado na Santa Casa de Misericórdia dopará- FSCMP 2 Mestre em Medicina Tropical(UFPA), graduada em medicina pela UFPA, Profª Assistente UEPA. 3 Mestre em Doenças Tropicais (UFPA), graduada em nutrição pela UFPA, Profª Adjunta UFPA 4 Doutora em Medicina (Fiocruz/RJ), graduada em medicina pela UFPA, Profª Associada UFPA Revista Paraense de Medicina V.29(1) janeiro-março

9 preferencialmente na primeira consulta do pré-natal, no início do terceiro trimestre e no momento do parto 5. No Brasil, no ano de 2010, foram notificados casos de sífilis em gestantes e destes (14,0 %) na região Norte 6. Os casos de SC em menores de um ano de idade no Pará, no período de 2000 a 2009 foram casos com uma taxa de detecção no período de 1,31/1.000 nascidos vivos em MÉTODO Aspectos éticos Pesquisa aprovada pelo comitê de Ética em Pesquisa da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (CAAE ). Tipo de estudo Estudo seccional, descritivo, realizado na maternidade da Santa Casa de Misericórdia do Pará, por meio da análise de prontuários de mulheres cujos filhos tiveram o diagnóstico de SC ao nascimento, no período de 2004 a População de estudo RN cujas mães deram a luz na maternidade do Hospital da Santa Casa de Misericórdia do Pará, com o diagnóstico de sífilis, no período de 2004 a Seleção da amostra e coleta de dados Foram incluídos todos os neonatos com o diagnóstico de sífilis nascidos na Santa Casa de Misericórdia do Pará, no período de 2004 a A coleta de dados foi efetuada através dos prontuários. Análise dos dados O Software SPSS 17.0 (StatisticalPackage for the Social Sciences), foi utilizado para a elaboração do banco de dados. O programa da Microsoft Excel versão 2010 foi utilizado no cálculo da prevalência, formação e formatação das tabelas e gráficos e Word 2010 para confecção de textos. RESULTADOS O ano de 2004 registrou o maior número de casos; entretanto, sem nenhum óbito (Tabela 1). Tabela 1 - Frequência anual, de 2004 a 2013, de casos de SC e de número de óbitos,em maternidade de referência na Amazônia Brasileira. Belém/PA, ANOS CASOS (N=754) Fonte: protocolo de pesquisa % 14,9 13,1 6,0 4,9 10,6 11,4 10,7 6,9 13,1 8,4 ÓBI-TOS (n=19) % ,9 10,8 3,75 3,49 2,47 1, ,59 A prevalência de óbitos em neonatos com sífilis no período de 10 anos foi de 2,5% (19-754) (Tabela 2). Tabela 2- Prevalência de óbitos por SC, no período de 2004 a 2013, em maternidade de referência na Amazônia Brasileira. Belém/PA, ESPECIFICAÇÃO N % VIVOS ÓBITOS ,48 2,52 TOTAL Fonte: protocolo de pesquisa Baixo peso (<2.500g) foi observado em 29,3% dos bebês com sífilis (Tabela 3). Tabela 3 - Peso de RN com sífilis, no período de 2004 a 2013, em maternidade de referência na Amazônia Brasileira. Belém/ PA, PESO CASOS % <1.500 g g g ,3 28,0 70,7 TOTAL Fonte: protocolo de pesquisa A mortalidade foi inversamente proporcional ao peso de nascimento (Tabela 4). Tabela 4 - Peso de RN com sífilis, que evoluíram para óbito, no período de 2004 a 2013, em maternidade de referência na Amazônia Brasileira. Belém/PA, PESO CASOS ÓBITOS % <1.500 g g g Fonte: protocolo de pesquisa ,0 2,8 1,3 8 Revista Paraense de Medicina V.29(1) janeiro-março 2015

10 A mortalidade foi duas vezes maior em bebês do gênero feminino (Tabela 5). Tabela 5 - Óbitos de neonatos com sífilis, segundo o gênero, no período de 2004 a 2013, em maternidade de referência na Amazônia Brasileira. Belém/PA, GÊNERO CASOS N=754 % Masculino Feminino Fonte: protocolo de pesquisa ÓBITOS N= % 1,66 3,32 O percentual de óbitos foi maior em filhos de mulheres procedentes do interior (Tabela 6). Tabela 6 - Óbitos de neonatos com sífilis, segundo a procedência, no período de 2004 a 2013, em maternidade de referência na Amazônia Brasileira. Belém/PA, PROCEDÊNCIA CASOS ÓBITOS % Capital Interior Fonte: protocolo de pesquisa ,52 1,91 DISCUSSÃO Foram registrados 754 casos de SC no período; quantitativo inferior aos casos observado por Costa et al. em estudo semelhante realizado no estado do Ceará 8. A frequência anual de óbitos de neonatos com diagnóstico de sífilis foi mais expressiva nos anos de 2006 (8,9%) e 2007 (10,8%) (Tabela 1). A prevalência de óbitos no período do estudo (2,52%) foi menor que a observada em estudo realizado por Domingues et al. (2013) onde, de 16 casos de SC, três foram a óbito 9. Baixo peso foi observado em 29,3% dos bebês; percentual superior aos 20% observados em estudo realizado no Rio de Janeiro nos anos de 2007 a e parece ter sido importante na evolução para óbito. Dos 10 bebês que tiveram peso de nascimento menor que gramas, 60% evoluíram para óbito (Tabela 4). É provável que a prematuridade tenha contribuído expressivamente para este desfecho. A frequência de SC em relação ao sexo foi semelhante, entretanto, é interessante observar que morreram duas vezes mais, meninas (3,32%), do que meninos (1,66%) (Tabela 5). Apesar da maior frequência de mães procedentes do interior, o óbito de bebês com SC foi maior em neonatos de mães procedentes da capital (Tabela 6). Considerando a existência de melhores condições de assistência à saúde na capital, seria plausível esperar um quantitativo menor de óbitos de neonatos de mulheres com essa procedência. CONSIDERAÇÕES FINAIS O expressivo quantitativo de mulheres procedentes do interior justifica-se por ser a Santa Casa referência do estado para gravidez de risco e demonstra a carência de cuidados básicos de saúde no interior. A evolução para óbito em 2,5% dos casos não expressa a realidade, já que se desconhece a evolução dos bebês após a alta. A evolução para óbito não pode ser atribuída apenas à SC, já que a prematuridade, sabidamente, concorre para o desfecho desfavorável na evolução do quadro; o percentual de óbitos foi maior em neonatos do sexo feminino. Maiores esforços e investimentos são necessários para o controle da SC. Revista Paraense de Medicina V.29(1) janeiro-março

11 SUMMARY TEN YEARS OF CONGENITAL SYPHILIS IN REFERENCE MOTHERHOOD IN THE BRAZILIAN AMAZON Marcia Maciel ROJAS, Rosa Maria DIAS e Eliete da Cunha ARAÚJO Objective: to study in a historical series of 10 years, cases of congenital syphilis (CS) in a public maternity reference in the Brazilian Amazon. Method: cross-sectional, descriptive study conducted at the maternity of the Holy House of Mercy of Para, through the analysis of medical records of women whose children were diagnosed with syphilis at birth, from 2004 to Results: the yearly number of deaths of newborns diagnosed with syphilis, born in the period, was more significant in 2006 (8.9%) and 2007 (10.8%) and the prevalence in the 10-year period was 2.5% ( ). Weight <2,500 grams was important in the evolution to death. Of the 10 babies who had birth weight <1,500 g, 6 (60%) had died. It is observed that mortality was inversely related to birth weight. SC The frequency in relation to sex was similar, however, it is interesting that twice more girls had died (3.32%) than boys (1.66%). Despite the higher frequency of women from the countryside, death from SC was higher in babies of mothers from the Capital city. Considering the existence of better health service conditions in the capital, it is plausible to expect a smaller quantity of newborn deaths of women with this origin. Conclusion: increased efforts and investments are necessary for the control of SC REFERÊNCIAS 1. Brasil. Ministério da Saúde (MS). Boletim Epidemiológico Aids-DST 2010; 7(1):45-47 (acessado 2012 jan 19). Disponível em: 2. Valderrama J, Zacarias F, Mazin R. Sífilis materna y sífilis congênita em América Latina: um problema grave de soluciónsencilla. Rev PanamSalud Publica 2004; 16(3): Brasil. Ministério da Saúde (MS). Protocolo para a prevençãoda transmissão vertical do HIV e sífilis manual de bolso. Brasília: Programa Nacional de Controle de Doenças Sexualmente Transmissíveis e AIDS, MS; MS, Transmissão vertical do HIV e sífilis: estratégias para redução e eliminação, Brasília, DF, Brasil. Ministério da Saúde. Plano Operacional - Redução da Transmissão Vertical do HIV e da sífilis. Programa Nacional de DST e AIDS.Brasília: MS/SVS, Boletim Epidemiológico AIDS e DST. Ano VIII-nº1-27ª-52ª- semanas epidemiológicas - julho a dezembro de 2010; Ano VIII- nº1-01ª- 26ª semanas epidemiológicas - janeiro a junho de Secretaria de Vigilância em Saúde -Departamento de DST e Aids e Hepatites virais. Brasília: MS/SVS, Disponível em: gov/. Acessado em: 07/07/ Secretaria de Saúde do Estado do Pará (SESPA). Plano de Eliminação da Sífilis Congênita no Estado do Pará. Out, Costa CC, Freitas LV, Sousa DMN, Oliveira LL, Chagas ACMA, Lopes MVO, Damasceno AKC. Sífilis Congênita no Ceará: análise epidemiológica de uma década. RevEscEnferm USP. 2013; 47(1): Domingues RMSM, Saraceni V, Hartz ZMA, Leal MC. Sífilis Congênita: evento sentinela da qualidade da assistência pré-natal. Rev Saúde Pública. 2013;47(1): ENDEREÇO PARA CORRESPONDÊNCIA Eliete da Cunha Araújo Rua João Balbi, 983, apt 902, Nazaré Recebido em Aprovado em Revista Paraense de Medicina V.29(1) janeiro-março 2015

12 ARTIGO ORIGINAL SOROEPIDEMIOLOGIA DO VÍRUS DA HEPATITE C EM CÔNJUGES DE PORTADORES DESSE VÍRUS¹ SOROEPIDEMIOLOGY OF HEPATITIS C VIRUS IN SPOUSES OF PATIENTS WITH THAT VIRUS Candida do Socorro Conte de ALMEIDA² e Luísa Carício MARTINS 3 RESUMO Objetivo: estudar o vírus da hepatite C (HCV) nos cônjuges de portadores desse vírus e orientar sobre a prevenção da infecção. Método: estudo transversal analítico onde foi coletada amostra sanguínea de cônjuges de pacientes portadores do vírus da hepatite C cadastrados no Núcleo de Medicina Tropical da Universidade Federal do Pará. Na pesquisa de sorologia de anticorpos HCV específicos foi realizado teste imunoenzimático (ELISA). Adicionalmente, um formulário sobre fatores de risco foi respondido pelos participantes da pesquisa. Resultados: observou-se entre os cônjuges que a maioria era mulher, idade de 31 a 60 anos, baixa renda familiar, poucos anos de escolaridade, tempo de convivência dos cônjuges de 1 a 30 anos e como fator de risco significativo associado se destacou o não uso do preservativo nas relações sexuais sendo que dos 18 cônjuges de ambos os sexos pesquisados todos apresentaram sorologia não reagente recebendo orientação sobre a prevenção das hepatites e outras doenças sexualmente transmissíveis. Conclusão: constatou-se que a transmissão sexual e intradomiciliar nesse estudo não foram encontradas. DESCRITORES: HCV; Transmissão Sexual; Fatores de risco. INTRODUÇÃO O vírus da hepatite C pertence ao gênero hepacivirus, da família flaviridae, com genoma de fita de RNA, com os genótipos divididos em grupo de seis 1-6, com vários subtipos (a, b, c) e variantes conhecidas como quasispecies. É responsável por problema de saúde de relevância nos dias atuais pela gravidade clínica, pelo tratamento caro, demorado e com efeitos colaterais e pela complexidade da identificação laboratorial e tratamento do adoecimento 4-6. Na transmissão da hepatite C foi observado que o relacionamento sexual anal desprotegido aumenta o risco de transmissão do vírus C provavelmente, por micro traumatismos e passagem de sangue, assim como o vírus foi encontrado no sangue menstrual de mulheres infectadas, nas secreções vaginais e no sêmen em concentrações baixas e de forma inconstante, não suficiente para manter a cadeia de transmissão e a disseminação da doença Há estudo que refere ser a transmissão sexual pouco frequente (exceto quando associada ao vírus da síndrome da imunodeficiência adquirida e outra doença sexualmente transmissível) indicando o uso de preservativo somente quando a relação sexual é praticada com vários parceiros ou parceiras. 24. A relevância da transmissão sexual do vírus da Hepatite C até o momento é cercada de polêmica e contradição. Alguns estudos encontraram evidências de que transmissão sexual do HCV possui uma infectividade limitada, se comparado com o vírus da hepatite B, não sendo o HCV classificado na literatura médica como infecção/doença sexualmente transmissível. 3. Após a publicação de trabalho que considerou uma revisão da ¹ Trabalho realizado no Laboratório de Patologia Clínica das Doenças Tropicais do Núcleo de Medicina Tropical da Universidade Federal do Pará. Belém, Pará, Brasil ² Psicóloga graduada pela Universidade Federal do Pará. Belém, Pará, Brasil. ³ Doutora em Genética e Biologia Molecular, Graduada em Biomedicina pela Universidade Federal do Pará e Docente Associada da Universidade Federal do Pará. Revista Paraense de Medicina V.29(1) janeiro-março

13 literatura sobre a transmissão sexual e intrafamiliar da hepatite C foi concluído que a eficiência da transmissão parenteral da hepatite C é consenso, porém dados da literatura sobre a transmissão sexual e intrafamiliar são conflitantes: no estudo, entre a população co-infectada pelo vírus da síndrome da imunodeficiência adquirida e hepatite B, profissionais do sexo, homossexuais, usuários de drogas ilícitas e populações de clínicas de doenças sexualmente transmissíveis o risco de transmissão sexual foi estabelecido, mas na população geral e entre casais monogâmicos heterossexuais onde um dos cônjuges apresentou infecção pelo vírus C, a literatura apresenta números que vão de 0% a 27%, embora a maioria dos trabalhos afirmar que as chances de transmissão são baixas ou quase nula de modo que foi enfatizado que a transmissão intradomiciliar é fortemente considerada e mencionada como fator de confusão quando se menciona transmissão entre casais, pois deve considerar que o compartilhamento de utensílios de higiene pessoal como lâmina de barbear, escova de dente, alicates de manicure e cortadores de unhas atuam como fatores de risco importantes para a transmissão do vírus C dentro do domicílio. 6 A transmissão sexual da hepatite C é pouco frequente (menos de 1% em parceiros estáveis) e ocorre principalmente em pessoas com múltiplos parceiros e com prática sexual de risco (sem preservativo) sendo que a coexistência de alguma doença sexualmente transmissível incluindo o vírus da imunodeficiência adquirida constitui-se um importante facilitador da transmissão. 5 Recentemente, foi analisado epidemiologicamente e filogeneticamente o vírus da hepatite C em 24 casais infectados concluindo que há controvérsia na transmissão sexual do mesmo, mas devido ao alto grau de similaridade genômica entre os vírus da hepatite C suporta a hipótese de transmissão entre os casais sendo que o uso compartilhado de utensílios de higiene pessoal sugere a possibilidade de transmissão intrafamiliar. 7 Esse estudo teve como objetivo estudar cônjuges de portadores do HCV cadastrados e atendidos no Núcleo de Medicina Tropical da Universidade Federal do Pará. MÉTODO Trata-se de um estudo transversal analítico realizado a partir da pesquisa da soro prevalência do vírus da hepatite C em cônjuges de portadores deste vírus cadastrados no Núcleo de Medicina Tropical da Universidade Federal do Pará. Adicionalmente, também foram identificados os principais fatores de risco aos quais os usuários estavam expostos através da avaliação do formulário epidemiológico sobre fatores como idade, sexo, uso de drogas, número de parceiros sexuais, transfusões sanguíneas, condições socioeconômicas e de saneamento básico. O estudo foi realizado no Laboratório de Patologia Clínica das Doenças Tropicais do Núcleo de Medicina Tropical da Universidade Federal do Pará, no ano de 2010, após o levantamento do número telefônico dos usuários cadastrados e contato com os mesmos informando sobre a possibilidade dos cônjuges realizarem sorologia para Hepatite C. Esse projeto foi aprovado pelo Comitê de ética em pesquisa humana do Núcleo de Medicina Tropical (NMT) da UFPA. Com o comparecimento do casal no local do estudo, todos foram esclarecidos sobre a pesquisa e sua importância e foi solicitada a permissão para participação através da assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, conforme a Resolução CNS 466/12, do Conselho Nacional de Saúde. Sendo realizada a coleta sanguínea, o preenchimento do formulário epidemiológico e agendado o retorno para recebimento de resultados e orientações sobre prevenção e tratamento se fosse o caso. A amostra foi constituída de 18 cônjuges de portadores do HCV de ambos os sexos cadastrados no NMT com idade igual ou superior a 18 anos, não portadores de transtornos mentais/cognitivos que aceitaram participar de forma livre e esclarecida da pesquisa. As amostras sanguíneas foram colhidas em frasco sem anticoagulante 10 ml, foram centrifugadas, o soro foi separado e colocado em frasco estéril devidamente identificado. Os soros foram armazenados e resfriados de 2 a 8ºC por até 3 dias. Foram empregados testes sorológicos de ELISA (Ensaio Imunoenzimático) de 3ª geração, utilizando-se de kits comerciais (kit ETI-AB- HCVK-4, DiaSorin, Itália) para detecção de anticorpos específicos anti-hcv no soro, conforme recomendação do fabricante. Os dados obtidos no projeto de pesquisa foram inseridos em planilha no programa Excel 2007 e transportada para análise através de testes estatísticos adequados para cada variante, utilizando o programa BioEstat 5.0. O nível de significância aceita foi de 95% (p<0.005). RESULTADOS Apesar de todos os usuários cadastrados apresentarem RNA viral circulante na corrente sanguínea, as pesquisas de anticorpos HCV específicos nos cônjuges foram negativas. O marcador sorológico para hepatite C (IgG HCV) específico foi não reagente em 100% da amostra estudada. 12 Revista Paraense de Medicina V.29(1) janeiro-março 2015

14 Quanto ao sexo houve predomínio de cônjuge do sexo feminino comparando portador cadastrado e respectivo cônjuge examinado: 61% (11/18) dos portadores cadastrados eram do sexo masculino e 39% (7/18) do feminino de modo que os cônjuges examinados foram 61% (11/18) do sexo feminino e 39% (7/18) do sexo masculino (Tabela 1). Tabela 1 - Frequência da amostra segundo o sexo, NMT, Sexo N % Cônjuge masculino 7 39 Cônjuge feminino Total Fonte: protocolo de pesquisa Quanto a idade dos cônjuges a faixa etária variou de 31 a 60 anos, com 60% deles tendo idades entre 41 a 60 anos. A faixa etária de maior frequência foi a de 41 a 50 anos (Tabela 2). Tabela 2 - Frequência da amostra segundo a idade. NMT, Idade (anos) N % 21 a ,55 31 a ,77 41 a ,88 51 a ,22 61 a ,55 Total Fonte: protocolo de pesquisa Em relação ao tempo de convivência dos cônjuges com os pacientes cadastrados no NMT-UFPA, portadores do HCV, se observou que a maioria dos cônjuges possuía relação estável com os portadores do HCV com tempo superior a 10 anos. Houve maior frequência da faixa de 11 a 20 anos de convivência dos cônjuges (Tabela 3). Tabela 3 - Frequência da amostra segundo o tempo de convivência. NMT, Tempo (anos) N % 1 a ,77 11 a ,88 21 a ,77 31 a ,55 Total Fonte: protocolo de pesquisa As oocupações mais frequentes dos cônjuges foram: empregadas domésticas, donas de casa e trabalhadores de indústrias (Tabela 4). Valores relativos à escolaridade mostraram que 38,88% dos sujeitos da pesquisa cursaram o ensino médio. Quanto à renda familiar mensal, verificou-se que metade (50%) das famílias estudadas relataram renda mensal de 1 a 2 salários mínimos (Tabela 5). Tabela 4- Frequência da amostra segundo a ocupação. NMT, Ocupação N % Doméstica Do lar Industriário Comerciária ,11 11,11 11,11 5,55 Recepcionista 1 5,55 Estivador 1 5,55 Mecânico 1 5,55 Pedreiro 1 5,55 Marítimo 1 5,55 Cozinheira 1 5,55 Guarda Mun. 1 5,55 Militar 1 5,55 Agente adm.o 1 5,55 Atendente Administradora 1 1 5,55 5,55 Total Fonte: protocolo de pesquisa Tabela 5 - Distribuição das variáveis epidemiológicas segundo grau de instrução e renda familiar. NMT, Variável N % Grau de Instrução Ensino Fund. Completo 3 16,66 Ensino Fund. Incompleto Ensino Médio Completo Ensino Médio Incompleto Ensino Sup. Completo Ensino Sup. Incompleto ,66 38,88 16,66 5,55 5,55 Renda Familiar 1 a 2 salários 9 50,00 3 a 5 salários 5 27,77 6 a 10 salários 4 22,22 Total Fonte: protocolo de pesquisa Em relação aos fatores de risco, o único que foi estatisticamente significativo foi a não utilização de preservativo. Quanto aos outros fatores importantes os cônjuges não apresentaram comportamento de risco como múltiplos parceiros sexuais, utilização de drogas injetáveis entre outros (Tabela 6): Revista Paraense de Medicina V.29(1) janeiro-março

15 Tabela 6 - Frequência dos principais fatores de risco. NMT, Fatores de Risco N % P/x² Uso de preservativo Sim Não DST Sim Não Drogas injetáveis Sim Não ,66 83,33 61,11 38,38 5,55 94,44 0,01 6,72 0,50 0,48 0,06 2,05 Múltiplos parceiros Sim 3 16,66 0,09 Não 15 83,33 1,72 Exame de endoscopia Sim Não ,44 55,55 0,8 0,8137 Transfusão sanguínea Sim 2 11,11 0,22 Não 16 88,88 1,39 Internação hospitalar Sim 11 61,11 0,50 Não 7 38,88 0,47 Fonte: protocolo de pesquisa DISCUSSÃO A importância do estudo da hepatite viral C não se restringe apenas ao grande número de pessoas infectadas no mundo, mas também pelo número de anos que a pessoa pode conviver com o vírus sem que a doença apareça e pelas complicações da mesma quando se manifesta. O vírus causador da hepatite C determina uma grande variedade de apresentações clínicas, (forma assintomática, aguda ou crônica, cirrose e hepatocarcinoma) com grande necessidade de transplantes e ainda com complicações na saúde de quem faz tratamento para outros adoecimentos como os portadores de vírus da síndrome da imunodeficiência adquirida e desse modo é evidente a relevância do conhecimento sobre a hepatite C entre os casais e a transmissão sexual e intradomiciliar 15. Na maioria dos países, os estudos sobre a hepatite viral C estão mais limitados aos usuários de drogas injetáveis, profissionais da área de saúde, homossexuais e pessoas com múltiplos parceiros sexuais, o que torna mais fácil o estudo da cadeia de transmissão e da importância de cada variável envolvida. 9 Entretanto, em casais e intradomiciliar uma vez que há dificuldade de identificação do meio de transmissão do vírus C o estudo dos mecanismos de contágio torna-se relevante, pois a multiplicidade de formas de exposição ao vírus, o período prolongado de incubação, a existência de portadores crônicos potencialmente infectantes, e o fato de a maioria dos infectados permanecer assintomática torna difícil a identificação dos fatores de risco envolvidos nos mecanismos de infecção. 11 Este estudo identificou que, na amostra de 18 cônjuges o predomínio do sexo feminino, com tempo de convivência de 1 a 30 anos, de poucos anos de escolaridade e renda familiar baixa, não houve nenhum cônjuge infectado pelo HCV, em relação aos fatores de risco se destacou o não uso de preservativo (83,33%). A análise do estudo revela coerência com a literatura acessada por ser a relação sexual entre casais monogâmicos fator controverso para a transmissão do vírus C, mas há a necessidade de novas investigações visando o esclarecimento dos mecanismos pelos quais se dá a transmissão sexual e intradomiciliar desses agentes virais em casos de cônjuge sororeagente sem fatores de risco associados. CONCLUSÃO Constatou-se que dentre as características dos cônjuges de portadores do vírus C, da amostra estudada, destacaram-se ser do sexo feminino, ter idade de 31 a 60 anos, estar convivendo entre 1 a 30 anos, poucos anos de escolaridade, renda familiar baixa. A transmissão sexual não foi observada, embora estudos de acompanhamento dos cônjuges e dos demais familiares possam ser realizados posteriormente, assim como as informações para a prevenção primária das hepatites virais e doenças sexualmente transmissíveis devem ser reforçadas na amostra estudada e na população em geral. 14 Revista Paraense de Medicina V.29(1) janeiro-março 2015

16 SUMMARY SOROEPIDEMIOLOGY OF HEPATITIS C VIRUS IN SPOUSES OF PATIENTS WITH THAT VIRUS Candida do Socorro Conte de ALMEIDA e Luísa Carício MARTINS Objective: studying hepatitis C in spouses of carriers of this virus and provide guidance about the prevention of infection. Method: a cross-sectional study where blood sample was collected of patients s spouses with hepatitis C virus registered in the Tropical Medicine Center from the Federal University of Pará. In search of specific HCV antibody it was performed enzyme immunoassay (ELISA). Additionally, a form regarding risk factors was answered by the research participants. Results: the sample presented greater number of women as spouses, age of 31 to 60 years, familiar low income, few years of school and time of companionship with the spouses of 1 to 30 years and not using condom in the sexual relations was distinguished as significant risk factor. Of 18 surveyed spouses, from both sexes, everyone presented negative serology and they were guided about the prevention of the hepatitis and other sexually transmissible illnesses. Conclusion: it was found that sexual transmission and household transmission in this study was not observed. KEY-WORDS: HCV. Sexual Transmission. Factors of Risk. REFERÊNCIAS 1. Aquino JA, Pegado KA, Barros IP, Machado IF. A soroprevalência de infecções por vírus da hepatite B e vírus da hepatite C em indivíduos do estado do Pará. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. 2008; 41 (4): Balsano C, Alisi A. Hepatitis c virus (hcv): an rna virus with a pro-oncogenic potencial. Digestive and Liver Disease. 2007; 39 (1): Bastos FI. O som do silêncio da hepatite C. Fiocruz. 2007; Brasil. Ministério da Saúde. Guia de Vigilância Epidemiológica. 2005; Brasil. Ministério da Saúde. Hepatites Virais: O Brasil está Atento. 2008; Cavalheiro NP. Transmissão Sexual da Hepatite C. Revista do Instituto de Medicina de São Paulo. 2007; 49 (5): Cavalheiro, NP; De La Rosa, A; Elagin, S; Tengan, FM; Araújo, ESA; Barone, A. Hepatite C: Transmissão Sexual ou Intrafamiliar? Análise Epidemiológica e Filogenética do Vírus da Hepatite C em 24 Casais Infectados. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. 2009; 42 (3): Fagundes GD, Bonazza V, Ceretta LB, Back AJ, Bettiol J. Detection of the Hepatitis C Virus in a Population of Adults. Revista Latinoamericana de Enfermagem. 2008; 16 (3): Livramento A, Cordova DM, Yoshida CFT, Tura, L. Reflexões Éticas acerca dos Estudos de Soroprevalência de Hepatites Virais. Revista da Associação Médica Brasileira. 2006; 52 (3): Marquesini G, Gonçales NSL, Gonçales Júnior FL. Prevalência dos Marcadores Sorológicos dos Vírus da Hepatite B (VHB) e da hepatite C (VHC) em Hemodialisados. Revista Panamericana de Infectologia. 2008; 10 (2): Paraná R, Vitvitski L, Pereira JP.Hepatotropic Viruses in the Brazilian Amazon: A health treat. The Brazilian Infectious Diseases. 2008; 12 (3): Reis NRS, Motta-Castro ARC, Silva AMC, Teles AS, Yoshida CKT, Martins RMB. Prevalence of Hepatitis C Vírus Infection in Quilombo Communities in Central Brazil. Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo. 2008; 50 (6): Revista Paraense de Medicina V.29(1) janeiro-março

17 13. Perone C, Del Castillo DM, Pereira GL, Carvalho NO, Januário JN, Teixeira R. Alta Prevalência do Genótipo 1 em Portadores de Hepatite C Crônica em Belo Horizonte, MG. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. 2008; 41(3): Rychlowska M, Szewczyk K.B. Hepatitis C New Developments in the Studies of the Viral Life Cicle. Acta Biochimica. 2007; 54: Ministério da Saúde (BR). Plano Nacional de Prevenção e Controle das Hepatites Virais. 2006; Ministério da Saúde (BR). Manual de Aconselhamento em Hepatites Virais 2005; Ministério da Saúde (BR). Manual de Prevenção das DST/HIV/AIDS/HEPATITES VIRAIS em Comunidades Populares. 2009; Ministério da Saúde (BR). Guia de Recomendações Técnicas para Profissionais de Estética e Salões de Beleza: Belém. 2009; Documentos (Conselho Federal de Psicologia). Referências Técnicas para a Prática do (a) Psicólogo (a) nos Programas de DST/AIDS. 2008; Silva LC. O Fígado Sofre Calado. Atheneu Silva D. Soroprevalência de Hepatites B e C em Doadores do Hemonúcleo do Município de Foz do Iguaçu-PR entre os anos de Acesso em 10/03/2010.Disponívelem:<http://br.monografias.com/trabalhos3/ curso-de-biomedicina/curso-de-biomedicina.html> 22. Silva D. Transmissão do HCV Acesso em 10/03/2010.Disponívelem:HTTP://brmonografias.com/ trabalhos3/cursodebiomedicina/cursodebiomedicina3.html> 23. Suzuki T, Ishii K, Aizaki H, Wakita T. Hepatitis C Viral Life Cycle. Advanced Drug Delivery Reviews. 2007; 59: Vasconcelos RR, Tengan FM, Cavalheiro NP, Ibrahim K, Pereira H, Barone AA. Fatores Associados às Formas Evolutivas Graves da Infecção Crônica pelo Vírus da Hepatite C. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. 2006; 39 (5): Zarife MASA, Oliveira ECP, Romeu JSML, Reis MG. Detecção do Genótipo 4 do Vírus da Hepatite C em Salvador- BA. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. 2006; 39 (6): Endereço para correspondência Luísa Carício Martins Av. Generalíssimo Deodoro, 92 Umarizal CEP: Belém - Pará Brasil Telefone: (91) Recebido em Aprovado em Revista Paraense de Medicina V.29(1) janeiro-março 2015

18 ARTIGO ORIGINAL AVALIAÇÃO DA AGREGAÇÃO PLAQUETÁRIA EM PACIENTES DIABÉTICOS EM UM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS EM BELÉM-PA1 EVALUATION OF PLATELETS AGGREGATION IN DIABETIC PATIENTS IN A CLINICAL ANALYSIS LABORATORY IN BELÉM- PA Caroline Souza dos ANJOS 2 e Aritana Ferreira Santos BARBOSA 3 RESUMO Objetivo: Analisar o perfil de agregação plaquetária em pacientes diabéticos, correlacionando os resultados obtidos com as medicações utilizadas, idade, gênero e comorbidades. Método: estudo observacional e retrospectivo de casos, com a coleta do resultado da curva de agregação plaquetária de 544 pacientes diabéticos. Os dados foram extraídos de prontuários virtuais no período de Julho 2007 a Julho de A inferência estatística foi analisada através do teste qui-quadrado. Resultados: Entre os pacientes diabéticos usuários de drogas antiagregantes e/ou anticoagulantes, observou-se quanto à curva: 40,6% intensamente hipoagregante; 55,81% Hipoagregante e 46,5% normoagregante. No grupo de pacientes não usuários 60,9% foi hipoagregante, 26,2% intensamente hipoagregante, 8,5% normoagregante e 4,4% hiperagregante.verificou-se significância estatística (p=0,0093) entre o uso das medicações citadas e a intensidade da hipoagregação da população estudada. Conclusões: Baseado em evidências clínicas, as drogas antiagregantes e /ou anticoagulantes devem ser utilizadas como tratamento profilático primário e secundário pelos pacientes diabéticos. Uma vez que, esta é uma população de risco para eventos cardiovasculares. Alerta-se ainda para a necessidade de condução de trabalhos científicos visando elucidar os reais mecanismos da hiperreatividade plaquetária dos diabéticos. DESCRITORES: Diabetes mellitus, agregação plaquetária, drogas hipoagregantes. INTRODUÇÃO O Diabetes Mellitus (DM) é uma doença metabólica crônica de etiologia diversa, decorrente da produção deficiente ou ausente de insulina e/ ou de alterações da ação deste hormônio nos tecidos periféricos. 2,10,3 A doença afeta mais de 5% da população mundial. No Brasil, acomete cerca de 8 a 10 milhões pessoas. Cerca de 80% dos pacientes diabéticos morrem em conseqüência de complicações trombóticas relacionadas a eventos cardiovasculares, a distúrbios vasculares periféricos e cerebrovasculares. 9,2 Inúmeros distúrbios hemostáticos são encontrados em pacientes com diabetes mellitus. Alguns estudos realizados acerca das plaquetas verificaram sua associação às complicações macro e micro vasculares constatadas na maioria dos pacientes diabéticos. Nesse sentido, três linhas principais de investigação são desenvolvidas como estudos de agregação plaquetária e de glicoproteínas de membrana, alterações bioquímicas e atividade procoagulante. 1,7 A agregação plaquetária analisa a função das plaquetas sob diversas vias de ativação in vitro, resultando em traçados de ondas equivalentes a essa agregação. A agregação ocorre devido a formação de 1 Trabalho realizado em Laboratório particular de Análises Clínicas em Belém-PA. 2 Médica Graduada pela Universidade Federal do Pará. Residente de Cancerologia Clínica no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP. 3 Médica Graduada pela Universidade Federal do Pará. Residente de Dermatologia pela Universidade do Estado do Pará Revista Paraense de Medicina V.29(1) janeiro-março

19 pontes de fibrinogênio formando um complexo estável na superfície das plaquetas em presença de cálcio. A conversão do ácido aracdônico em endoperóxidos cíclicos e posteriormente em tromboxane A2 (TXA2) também promove ativação da agregação plaquetária. A continuidade da agregação se dá pela formação de agregados de plaquetas e a liberação de adenosina difosfato (ADP) e de outras substâncias ativas das organelas plaquetárias. 11,1 Foi observada em pacientes diabéticos - tipo 1 e tipo 2 a presença de agregação irreversível em resposta a baixas concentrações de ADP, epinefrina, colágeno e ácido aracdônico, em comparação com plaquetas controles, as quais apresentaram uma agregação reversível, expressando assim a existência de uma hipersensibilidade plaquetária nesta enfermidade. 4 A ativação, adesão e agregação plaquetária estão alteradas em pacientes diabéticos e hiperglicêmicos. A hiperativação plaquetária presente em pacientes portadores de diabetes mellitus (DM) estabelece um estado pró-trombótico que poderá contribuir para o surgimento de alterações aterotrombóticas, incrementando assim, o risco cardiovascular associado a essa doença. 13,11 OBJETIVO Analisar o perfil de agregação plaquetária em pacientes diabéticos, relacionando com medicamentos usados, idade, gênero e comorbidades, utilizando dados do prontuário virtual do sistema de informática de um laboratório de análise clínicas. MÉTODO Estudo observacional, retrospectivo e transversal, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Pará em 11 de dezembro de Casuística Foram selecionados 544 pacientes diabéticos submetidos à análise da curva de agregação plaquetária no período de Julho de 2007 a Julho de Tais pacientes não poderiam apresentar-se em tratamento quimioterápico e/ou radioterápico e nem possuírem hepatopatia diagnosticada. Todos os procedimentos estão de acordo com a declaração de Helsinki. Agregação Plaquetária Análise foi realizada pelo método espectrofotométrico com registro das alterações na densidade óptica de uma suspensão de plaquetas mantidas sob condições constantes de temperatura e 18 agitação. O agente agregante plaquetário utilizado no teste foi adrenalina. Coleta de dados Realizada a partir do registro de dados, em prontuário eletrônico, cedidos por um laboratório de análise clínicas na rede privada da cidade de Belém. A partir de um questionário padrão foram levantados dados como idade, gênero, comorbidades, medicações utilizadas e resultado da curva de agregação plaquetária dos pacientes da amostra estudada. Análise dos dados Aplicaram-se métodos estatísticos descritivos e inferenciais. A inferência estatística foi implementada através de teste de hipótese: Teste qui-quadrado. Estabeleceuse previamente o nível de significância alfa = 0.05 para rejeição da hipótese de nulidade e uma confiabilidade de 95%. Todo o processamento estatístico foi realizado sob o suporte computacional do software, Epi info2000 versão e Microsoft Office Excel RESULTADO A pesquisa realizada agrupou 544 pacientes diabéticos que realizaram o exame da curva de agregação plaquetária em um laboratório da rede privada de análises clínicas em Belém/PA, no período de Julho de 2007 a Julho de Destes, apenas 86 (15,8%) recebiam drogas antiagregantes e/ou anticoagulantes para profilaxia primária e/ou secundária de eventos cardiovasculares relacionados à doença de base. Agregação plaquetária Dentre os pacientes diabéticos da amostra, quanto à curva de agregação plaquetária, observou-se 59,9% com resultado hipoagregante; 28,5% Intensamente hipoagregante; 7,9% Normoagregante e 3,7% Hiperagregante. Tabela 1 - Distribuição dos pacientes diabético da amostra quanto ao resultado da curva de agregação plaquetária. Curva de agregação Casos % Hipoagregantes ,9% Intensamente Hipoagregante ,5% normoagregante 43 7,9% Hiperagregante 20 3,7% Total ,0% Fonte: Protocolo de pesquisa no período de Julho de 2007 a Julho de Revista Paraense de Medicina V.29(1) janeiro-março 2015

20 Os pacientes usuários de drogas anticoagulante/ antiagregante, 54,7% mostraram curva hipoagregante; 40,7% intensamente hipoagregante; 4,6% normoagregante e nenhum paciente obteve curva de agregação hiperagregante. Tabela 2 - Distribuição dos pacientes diabéticos usuários de drogas antiplaquetárias quando à curva de agregação Anticoagulante/antiagregante plaquetário Curva de Como Sem % Agregação Uso Uso % Total Hipoagregante 47 54,7% ,9% 326 Intensamente 35 40,7% ,2% 155 Hipoagregante Normoagregante 4 4,6% 39 8,5% 43 Hiperagregante 0 0,0% 20 4,4% 20 Total % % 544 Fonte: Protocolo de Pesquisa no período de julho de 2007 a julho de Comorbidades Com relação à presença de comorbidades, verificou-se na casuística que 36.4% dos pacientes diabéticos apresentavam diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS). Em 30,5% não foi encontrada doença especificada associada ao diabetes. 20,5% dos pacientes associavam hipertensão e doença cardiovascular (DCV). 3,5% apresentavam hipertensão arterial e dislipidemia. Observou-se que 3,1% dos pacientes, eram portadores de hipertensão, doença cardiovascular e dislipidemia. Em 2,9% dos pacientes encontrou-se doença cardiovascular isolada. E em 2,2% dos pacientes identificou-se dislipidemia. Outras morbidades associadas foram doença cardiovascular e dislipidemia, na percentagem de 0,9%. Tabela 3 - Distribuição dos pacientes diabéticos da amostra quanto as comorbidades Comorbidades Casos % Hipertensão arterial sistêmica ,4% Sem comorbidade especificada ,5% HAS + doença cardiovascular ,4% HAS + dislipidemia 19 3,5% HAS + doença cardiovascular + dislipidemia 16 3,1% Doença cardiovascular 16 2,9% Dislipidemia 12 2,2% Doença cardiovascular + dislipidemia 5 0,9% Total ,0% Fonte: Protocolo de pesquisa no período de julho de 2007 a julho de Dentre os pacientes usuários de drogas antiagregantes/anticoagulantes na distribuição de comorbidades, encontramos: 23,3% com hipertensão arterial sistêmica; 11,6% não apresentava comorbidade identificada; 40,7% com hipertensão arterial e doença cardiovascular associada; 6,9% hipertensão e dislipidemia; 11,6% hipertensão, dislipidemia e doença cardiovascular; 3% com dislipidemia e 2% associavam doença cardiovascular e dislipidemia ao diabetes mellitus (DM). Tabela 4 - Distribuição dos pacientes usuários de drogas antiagregantes e/ou anticoagulantes de amostra quando as comorbidades Comorbidades como sem % uso uso % Total Hipertensão arterial 20 23,3% ,9% 198 sistêmica Sem comorbidade 10 11,6% ,0% 166 identificada HAS + doença cardiovascular 35 40,7% 76 16,6% 111 HAS + dislipidemia 6 6,9% 13 2,8% 19 HAS + doença cardiovascular 10 11,6% 7 1,5% 17 + dislipidemia doença cardiovascular 0 0,0% 16 3,5% 16 Dislipidemia 3 3,5% 9 2% 12 Doença cardiovascular 2 2,3% 3 0,7% 5 + dislipidemia Total % % 544 Fonte: Protocolo de Pesquisa no período de julho de 2007 a julho de Droga Antiagregante/Anticoagulante em uso Em relação ao uso de drogas antiagregante e anticoagulantes, dentre o total de pacientes incluídos na amostra estudada (544), apenas 14,33% fazia uso de ácido acetil- salicílico; 0,73% warfarim; 0,36% clopidogrel e 0,36% anticoagulante não especificado. Não foi encontrada na amostra o uso associado dessas medicações. Tabela 5 - Distribuição dos pacientes quanto a droga antiagregante e/ou anticoagulante utilizada Droga Casos %(n544) Acido acetilsalicílico 78 14,33% Warfarin 4 0,73% Clopidogrel 2 0,36% Anticoagulante não especificado 2 0,36% Total 86 15,78% Total ,0% Fonte: Protocolo de pesquisa no período de julho de 2007 a julho de Revista Paraense de Medicina V.29(1) janeiro-março

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