ELABORAÇÃO DE GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS DA LOGÍSTICA AEROPORTUÁRIA COMO PARTE DA DISCIPLINA DE LÍNGUA INGLESA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ELABORAÇÃO DE GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS DA LOGÍSTICA AEROPORTUÁRIA COMO PARTE DA DISCIPLINA DE LÍNGUA INGLESA"

Transcrição

1 ELABORAÇÃO DE GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS DA LOGÍSTICA AEROPORTUÁRIA COMO PARTE DA DISCIPLINA DE LÍNGUA INGLESA Me Simone Afini Cardoso Brito Fatec Guarulhos NelsonNishizaki Jr. Fatec Guarulhos Me Telma R. Bueno (revisora) Fatec Guarulhos ÁREA TEMÁTICA: Educação RESUMO: Diante da curiosidade dos alunos do curso de Logística Aeroportuária da Fatec Guarulhos de saber como escrever e pronunciar, em inglês, palavras específicas da área surgiu a proposta de criação de um glossário de termos técnicos. Este trabalho é resultado da motivação dos alunos e da vontade da professora de inserir no planejamento do curso um momento em que fosse trabalhado o conteúdo relacionado diretamente com a área de atuação do futuro profissional. É importante ressaltar que esse trabalho propicia que o aluno ao terminar o curso, depois de seis semestres de estudo de língua estrangeira, tenha em sua formação não apenas o conhecimento de inglês geral, mas também o seu próprio dicionário de termos da área em que atuará como profissional, o que facilitará a sua inserção no mercado de trabalho ou a evolução na carreira para os que já atuam na área. Este artigo pretende mostrar esta experiência de elaboração de glossário de termos específicos para turmas de Logística Aeroportuária. PALAVRAS CHAVES: língua inglesa, glossário, Logística ABSTRACT: This paper aims to present the steps to create a glossary of Logistics terms. It was noticed that the Logistics students wanted to know how to write and speak words related to their area. The glossary is the result of the students motivation to know more about their professional area and the teacher s desire to meet the learners needs. At the end of the Logistic course the students will have their own glossary. This is a way to link the general English that is taught during the six semesters and the Logistics words. KEY WORDS: English language, glossary, Logistics

2 1. INTRODUÇÃO No Brasil, o setor aeroportuário passa atualmente por grandes mudanças e espera-se uma grande transformação que nos coloque no mesmo patamar de países mais desenvolvidos. Somente assim haverá o merecido e necessário crescimento no meio aéreo. Neste ambiente, acontecimentos como a fusão de grandes companhias, o nascimento de novas empresas aéreas, a privatização de aeroportos e o aumento natural da demanda trazem inúmeros desafios ao setor Logístico que terá ainda que se preparar para receber os grandes eventos que acontecerão no Brasil nos próximos anos. Informações de que o Brasil será sede de uma Copa do mundo de futebol, das Olimpíadas e de uma Copa das Confederações fizeram com que os especialistas começassem a discutir se o país é capaz de atender a demanda gerada em eventos como os acima citados. A maior parte desses questionamentos abrange aspectos referentes à estrutura e a logística. Desta forma, a Logística aeroportuária tende a crescer e se aprofundar com o objetivo de oferecer melhores serviços e controle, tanto do próprio setor aéreo como de outros diretamente relacionados como as questões de intermodalidade e viabilidade que ainda são pouco exploradas. Diante deste cenário, mais do que nunca o mercado exige um profissional cada vez mais qualificado e o conhecimento da língua inglesa, com certeza, faz parte do profissional que o mercado precisa e almeja encontrar. Este profissional deve estar apto não só a resolver problemas da sua área de conhecimento, mas também a se comunicar com todos os estrangeiros que virão ao Brasil e trarão grandes oportunidades de negócios para o país. 1.1 OBJETIVO Este artigo tem como objetivo mostrar como os termos específicos da área de Logística Aeroportuária foram inseridos no curso de língua inglesa da Fatec Guarulhos por meio da elaboração de um glossário de termos técnicos da área em questão. No final do curso, a ideia é que cada aluno tenha o seu dicionário de termos técnicos que poderá ser utilizado como instrumento de auxílio no ambiente profissional. Para que este trabalho fosse desenvolvido foram utilizados subsídios de teorias do ensino e aprendizagem e da Linguística Aplicada para embasar a prática de sala de aula e da elaboração dos glossários. 1.2 METODOLOGIA A sala é dividida em grupos de quatro alunos. Inicia-se, então, a pesquisa bibliográfica de termos utilizados na área de Logística Aeroportuária. Essa pesquisa ocorre tanto em inglês quanto em português e é feita em bibliotecas, em material fornecido pelos professores da área ou na internet. Os alunos trabalham com 25 palavras por semestre e para cada termo pesquisado são necessárias duas sentenças em inglês. A finalidade da criação das sentenças écontextualizar cada um dos termos escolhidos pelos grupos e inserir as formas estruturais da língua e o vocabulário aprendido durante cada semestre no glossário. Cada grupo entrega o trabalho impresso e encadernado em data estipulada no início do semestre. Este trabalho também é apresentado pelos grupos para o restante da sala para

3 que as informações pesquisadas possam ser compartilhadas entre os colegas. Nesta apresentação, os alunos devem ensinar as palavras de maneira lúdica, por exemplo, utilizando jogos ou músicas. Ao trabalhar com salas de um único contexto, ou seja, sem comparar a experiência realizada na Fatec Guarulhos com outros ambientes de ensino de língua inglesa, pode-se afirmar que o foco primário desse trabalho é a particularização, porém faz-se necessário lembrar que alguns aspectos observados em um único contexto podem ser observados em contextos universais de ensino. Segundo Erickson (1986), uma pesquisa que busque somar explicações interpretativas não está interessada em descobertas universais, mas na contribuição que o estudo de um contexto pode trazer para outros contextos, pois alguns aspectos, apesar de pesquisados em um único lugar podem ser aplicados em outras situações. Como finalização do glossário propõe-se que os alunos realizem uma produção áudio visual contendo imagens e sentenças empregadas no mesmo com o objetivo de compor um vídeo de curta duração onde o próprio aluno faça uso tanto da escrita como o de textos falados e gravados em inglês. Para tanto são usadas ferramentas comuns, disponíveis a todos, para a confecção do vídeo como o MovieMaker (Windows) para a edição das imagens e sincronização de áudio previamente gravado utilizando softwares como o Sound Forge, Reaper, Garage Band e outros disponíveis em versões de demonstração e Trial para a mixagem de canais para aqueles que se dispõem a realizar um trabalho mais refinado e atraente.todos os softwares citados são voltados ao público em geral e são muito fáceis de serem utilizados. 2. REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 MOTIVAÇÃO E INTERAÇÃO É fundamental que o professor procure motivar os seus alunos a participar da aula e a se envolverem na aprendizagem de maneira a tornar a aula um ambiente de construção colaborativa de conhecimento. Segundo Masetto (2003), a interação entre professor-aluno é muito importante e a mesma ocorre quando há parceria e co-responsabilidade entre os mesmos durante o processo de ensino e aprendizagem. Dessa forma, quando há interação entre professor e alunos as aulas ficam mais interessantes, pois o professor tira da sua figura a responsabilidade de ser o centro da aula e único responsável pelo ensino. Os alunos se sentem parte do processo de ensino-aprendizagem, co-responsáveis pela aula e altamente motivados a buscar conhecimento e não apenas esperarem pelo professor. A motivação é mais facilmente alcançada se o professor trouxer as necessidades e anseios dos aprendizes para a sua aula, tornando o aprendizado mais prazeroso e significativo. Segundo os teóricos (Dulayet et al., 1982; Brown, 1987; William & Burden, 1997; Stipek, 1998) a motivação se divide em duas dicotomias que são: intrínseca versus extrínseca e instrumental versus integrativa. 1 motivação intrínseca: interesse em aprender por si só; 2- motivação extrínseca: derivada de incentivo externo 3- motivação instrumental: vontade de obter reconhecimento da sociedade ou vantagens financeiras como idioma; 4- motivação integrativa: a atitude positiva em relação ao grupo que fala o idioma faz com que o indivíduo queira se inserir no grupo de falantes do idioma. A maioria dos alunos do contexto em questão tem plena consciência da importância do inglês para que alcancem cargos melhores nas empresas e, consequentemente, sejam

4 melhor remunerados. Sendo assim, mesmo os que afirmam não gostar muito do idioma sabem que precisam aprendê-lo e utilizam-se da motivação extrínseca e instrumental para isso. Outros alunos, intrinsicamente motivados, gostam do idioma e enxergam nas aulas da Fatec a única oportunidade de aprender a língua devido a fatores financeiros ou de tempo, pois muitos não tiveram e não têm condições de pagar um curso de inglês e outros alunos que trabalham e estudam não têm tempo para fazer aula de inglês a não ser na faculdade. Umas das formas usadas para motivar os aprendizes do curso de Logística Aeroportuária é a construção de um glossário de termos técnicos que os ajude na vida profissional e não fique esquecido em uma gaveta ou em um arquivo de computador. Durante a elaboração desse trabalho, a aprendizagem significativa envolve a sala de aula. Segundo Masetto (op. cit.) esta forma de aprendizagem envolve o aluno como um todo, permite ao aprendiz formular questões que envolvam vários aspectos relevantes e a transferir o aprendizado da universidade para a vida. 2.2 A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA E O ERRO Ao tornar o aprendizado significativo e envolver os alunos no processo de construção de significados, consegue-se a manutenção de um filtro afetivo propício (Krasen, 1987) em sala de aula, diminuindo as barreiras psicológicas, motivando um maior número de alunos e promovendo a autoconfiança. Uma das formas usadas durante as aulas para manter o filtro afetivo propício é fazer com que os alunos interajam entre si e que o professor atue como um mediador e facilitador em sala de aula (Vigotski, 1978, 1996, 2000, 2001). Nesse sendido, há de se compartilhar com a visão de Moretto (op. cit.) de que a aprendizagem é um processo que envolve compartilhamento de ideias e conhecimentos entre os alunos para que possam construir a aprendizagem. Nessas atividades em grupo, um aluno corrige o outro reformulando hipóteses até obterem o resultado desejado de maneira colaborativa. Na construção colaborativa de conhecimento entre alunos, o erro faz parte do processo de aprendizagem. É ele que dá ao aluno a oportunidade de reformular hipóteses equivocadas e crescer no conhecimento da língua alvo. Dessa forma deveria sempre ser, pois a correção só faz sentido se fornecer suporte para que o aluno evolua no processo de aprendizagem de uma língua estrangeira (Afini-brito, 2002). Dessa forma, o erro não tem caráter negativo e de exclusão e Luckesi (2001) propõe enxergar o erro como fonte de virtude, pois ele seria o ponto de partida para um avanço no processo de aprendizagem. 2.3 O VOCABULÁRIO ESPECÍFICO Durante a realização deste trabalho, o vocabulário também aumenta e com isso o aluno se torna mais independente no idioma, de maneira geral, e com maiores possibilidades de obter êxito na vida profissional, pois domina palavras específicas da área em que atua. Isso é muito significativo, pois segundo Carter (1992, p.145) os erros de vocabulário são, no geral, menos tolerados que os erros de sintaxe pelos falantes nativos. O glossário é uma forma de acrescentar ao curso, além das quatro habilidades (ler, ouvir, falar e escrever) trabalhadas durantes os seis semestres, uma rica experiência de busca de conhecimento na área de interesse, e interação com os colegas para construir esse conhecimento, sendo o professor apenas um mediador, neste rico processo, de ensinoaprendizagem que acontece durante toda a elaboração e a apresentação do glossário.

5 3. ANÁLISE DOS DADOS Pela análise dos dados obtidos, por meio de conversas informais com os alunos e pela avaliação dos trabalhos apresentados, é possível afirmar que realmente o glossário ajuda o aprendiz a obter conhecimento específico na área em que atuará como profissional. Na sala de aula percebe-se o envolvimento dos alunos com a preparação do trabalho escrito e com a preparação das atividades que serão apresentadas aos colegas. Nota-se também grande participação da classe durante as apresentações dos colegas. Os alunos prestam atenção às apresentações para que possam se envolver nos jogos e ganhar as competições propostas pelos colegas. Nessas apresentações não há o envolvimento da professora que apenas assiste e faz comentários sobre essas apresentações, no final, quando todos os grupos expuserem as atividades. Após a observação de todo o processo, é possível afirmar que o glossário é uma ferramentade ensino que tem obtido êxito e estimulado a colaboração entre os alunos para a construção do conhecimento. Além da percepção do que tem ocorrido em sala de aula, faz-se necessário relatar duas experiências de grupos de alunos que utilizaram o conhecimento do glossário, fora do ambiente acadêmico. A primeira delas diz respeito aos alunos que participaram de um seminário de Logística Reversa, apresentado em inglês. Eles relataram que não precisaram utilizar o fone de ouvido com a tradução das palestras, pois conseguiram entender o inglês e perceberam que os termos trabalhados no glossário realmente são utilizados no mercado. Em outra oportunidade, uma turma participou de uma feira internacional de Logística e houve a oportunidade de conversar com expositores de vários lugares do mundo. O idioma utilizado para essa comunicação foi o inglês e os alunos relataram que puderam conversar com os expositores internacionais sem maiores dificuldades. Novamente aconteceram relatos de como o glossário foi importante para que pudessem formular as perguntas e entender as respostas que receberam. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS É possível afirmar que durante a realização do glossário, os alunos se conscientizaram da ajuda que esse material traz para a formação não apenas do aluno, mas principalmente do profissional de Logística Aeroportuária. Alunos que participaram de congressos, palestras e feiras relataram que as palavras que estavam no glossário realmente eram usadas por falantes nativos da língua inglesa. Esses alunos não tiveram dificuldades em acompanhar os tópicos apresentados durantes esses eventos e puderam até mesmo fazer perguntas aos palestrantes e expositores utilizando-se dos vocábulos do glossário. Sendo assim, com as informações acima obtidas por observação em sala de aula e relatos dos próprios aprendizes sobre a experiência da construção de glossários de maneira colaborativa é apropriado afirmar que essa ferramenta pode ajudar muito a preparar os alunos para o mercado de trabalho e para enfrentar os desafios dessa área que ficará ainda mais relevante devido aos eventos internacionais que acontecerão no Brasil nos próximos anos como as Olimpíadas e a Copa do Mundo. Nesse cenário, é muito importante que os professores ajudem a preparar esses profissionais para um mercado de trabalho, cada vez mais exigente e mais competitivo. Portanto, o profissional que não souber inglês terá as suas chances diminuídas, no mercado profissional e na ascensão de uma carreira. Por outro lado, os que dominarem o idioma farão parte dos grupos que participarão dos grandes negócios e realizações do nosso país.

6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABEOC. FGV realiza evento sobre Copa 2014, Olimpíadas 2016: desafios para a gestão de operações e turismo. Disponível em: < Aceso em: 05 de março de AFINI-BRITO, S. C. A correção de erros e seus possíveis efeitos no processo de aprendizagem/aquisição da língua estrangeira em classes de adolescentes. 2002, 235 f. Mestrado-UNESP, São José do Rio Preto. ALLWRIGHT, R. L., BALEY, K. M. Focus on the Language Classroom: as Introduction for Classroom Research for Language Teacher. Cambridge: Cambridge University Press, 1991.p BERNASCONI, J. R. Copa 2014, Olimpíadas Brasil 2017: Problemas e desafios para o Rio de Janeiro. Disponível em: brasil-2017-problemas-e-desafios-para-rio-de-janeiro.html. Acesso em: 01/03/2012. CARTER, R. Vocabulary. New York: Routledge, CORDER, S.P. The Significance of Learner s Error. IRAL, v.4, , Introducing Applied Linguistics. Great Britain: Penguin Education, Error Analysis and Interlanguage. Great Britain: Oxford University Press, p. BROWN, H. D. Principles of Language Learning and Teaching. 2. ed. New Jersey: Prentice Hall Regents, CONSOLO, D. A., VIEIRA-ABRAHÃO M. H. (Orgs.) Pesquisas em Linguística Aplicada. São Paulo: Editora UNESP, DULAY, H. ET AL. Language Two. New York: Oxford University Press, Cap. 2, 3, 4. ELLIS, R. The Study of Second Language Acquisition. Hong Kong: Oxford University Press, 1994, p Second Language Acquisition. Oxford: Oxford University Press, p. Learning a Second Language Through Interaction. Amsterdan: John Benjamins Publishing Company, 1999, p ERICKSON, F. Qualitative Methods in Research on Teaching. In: WITTROCK, M. C. Handbook of Research on Teaching. New York: Macmillan & Collier, 1986, p GATEHOUSE, K. Key Issues in English for Specific Purposes (ESP) disponívelem: Internet TESL Journal, Vol. VII, No. 10, October Acessoem: 10 de março de KRASHEN, S. D. Principles and Practice in Second Language Acquistion. Great Britain: Prentice Hall International, p. LUCKESI, C. C. Avaliação Escolar Para Além do Autoritarismo. Revista Ande, vol. 10 (primeira parte) e vol. 11 (segunda parte), Porto Alegre, Avaliação da Aprendizagem Escolar. 11 ed. São Paulo: Cortez, p. MASSETO, M. T. Competência Pedagógica do Professor Universitário.São Paulo: Summus, SILVA, K. A., DANIEL, F. G., KANEKO-MARQUES, SALOMÃO, A. C. B (Orgs.). A formação do professor de línguas: Novos Olhares. Vol.I Campinas, SP: Pontes Editores, STIPEK, D. Motivation to Learn: from Theory to Practice. Los Angeles: University of California, VIGOTSKI, L. S. Mind in Society. United States: Harvard, Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, p. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, p.

7 Avaliação da Aprendizagem Escolar. 11 ed. São Paulo: Cortez, p. WILLIAMS, M., BURDEN, R. Psychology for Language Teachers. Cambridge University Press, O conteúdo expresso no trabalho é de inteira responsabilidade do(s) autor(es).

Ciências Humanas TRABALHANDO A MOTIVAÇÃO NOS ALUNOS DE LÍNGUA INGLESA RESUMO ABSTRACT. KEYWORDS Motivation in English. Teaching. Students. Language.

Ciências Humanas TRABALHANDO A MOTIVAÇÃO NOS ALUNOS DE LÍNGUA INGLESA RESUMO ABSTRACT. KEYWORDS Motivation in English. Teaching. Students. Language. TRABALHANDO A MOTIVAÇÃO NOS ALUNOS DE LÍNGUA INGLESA Leonardo Elizeu Alves Pós-graduado em Práticas Pedagógicas para Professores do Ensino Superior (Faculdades Cathedral Boa Vista-RR) Graduado em Licenciatura

Leia mais

Internet e Ensino: Saberes indispensáveis aos Imigrantes digitais

Internet e Ensino: Saberes indispensáveis aos Imigrantes digitais Internet e Ensino: Saberes indispensáveis aos Imigrantes digitais Cristina Novikoff c_novikoff@yahoo.com.br UNIGRANRIO Natália Xavier Pereira nxpereira@hotmail.com UNIGRANRIO Resumo:O uso da tecnologia

Leia mais

O ENSINO E APRENDIZAGEM DE LEITURA EM LÍNGUA INGLESA NO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA NA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL 25 DE JULHO DE IJUÍ/ RS 1

O ENSINO E APRENDIZAGEM DE LEITURA EM LÍNGUA INGLESA NO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA NA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL 25 DE JULHO DE IJUÍ/ RS 1 O ENSINO E APRENDIZAGEM DE LEITURA EM LÍNGUA INGLESA NO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA NA ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL 25 DE JULHO DE IJUÍ/ RS 1 Jamile Tábata Balestrin Konageski 2, Solânge Lopes Ferrari 3, Luana

Leia mais

CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA

CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA Neide Cesar CRUZ Universidade Federal de Campina Grande Resumo: Este estudo de pequeno porte focaliza as crenças que graduandos

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS 1. EMENTA Estudo do processo de aquisição/ aprendizagem de uma segunda língua/ língua estrangeira, métodos e técnicas para o ensino, especialmente da habilidade de leitura. Análise de recursos didáticos.

Leia mais

TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: MATEMÁTICA

TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: MATEMÁTICA Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: JOGOS DE MATEMÁTICA: EXPERIÊNCIAS NO PROJETO PIBID CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS

Leia mais

RESPOSTA FÍSICA TOTAL

RESPOSTA FÍSICA TOTAL RESPOSTA FÍSICA TOTAL Valdelice Prudêncio Lima UEMS João Fábio Sanches Silva UEMS O método apresentado é baseado na coordenação da fala e da ação, desenvolvido por James Asher, professor de psicologia

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PROFESSOR DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PROFESSOR DA EDUCAÇÃO SUPERIOR PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA CONTRATAÇÃO TEMPORÁRIA DE PROFESSOR DA EDUCAÇÃO SUPERIOR EDITAL N 15/2010 UNEMAT DEPARTAMENTO DE LETRAS - CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE CÁCERES-MT A UNIVERSIDADE DO

Leia mais

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA SPADA, Nina. Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Estrangeira: uma entrevista com Nina Spada. Revista Virtual de Estudos da Linguagem - ReVEL. Vol. 2, n. 2, 2004. Tradução de Gabriel de Ávila Othero.

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS PARA ESTRANGEIROS 1

CONSTRUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS PARA ESTRANGEIROS 1 CONSTRUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS PARA ESTRANGEIROS 1 FABRI, Ana Sophia 2 ; RANGEL, Eliane 3 ; BARIN, Nilsa Reichert 4 1 Artigo final produzido no PROBIC- Projeto de bolsisita

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA CORREÇÃO DE ERROS GRAMATICAIS E O FILTRO AFETIVO NO ENSINO DE INGLÊS COMO LE EM AMBIENTE COMUNICATIVO

A INFLUÊNCIA DA CORREÇÃO DE ERROS GRAMATICAIS E O FILTRO AFETIVO NO ENSINO DE INGLÊS COMO LE EM AMBIENTE COMUNICATIVO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A INFLUÊNCIA DA CORREÇÃO DE ERROS GRAMATICAIS E O FILTRO AFETIVO NO ENSINO DE INGLÊS COMO LE EM AMBIENTE COMUNICATIVO André William Alves de Assis 1 ;

Leia mais

CRENÇAS E EXPERIENCIAS DOS ALUNOS DE LINGUA INGLESA DO IFMG

CRENÇAS E EXPERIENCIAS DOS ALUNOS DE LINGUA INGLESA DO IFMG CRENÇAS E EXPERIENCIAS DOS ALUNOS DE LINGUA INGLESA DO IFMG OLIVEIRA, Shirlene Bemfica de Oliveira 1 CARMO, Kamila Oliveira do 2 LEITE, Gabriela Maria Ferreira Leite 3 OLIVEIRA, Tatiane Morandi de 4 ROSSI,

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA A PARTIR DO GÊNERO TEXTUAL PROPAGANDA

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA A PARTIR DO GÊNERO TEXTUAL PROPAGANDA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA A PARTIR DO GÊNERO TEXTUAL PROPAGANDA Anilda Costa Alves Jamile Alves da Silva Leônidas José da Silva Jr Universidade Estadual da Paraíba anildauepb@gmail.com milygta10@hotmail.com

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PAIR WORK NA SALA DE AULA DE LÍNGUA INGLESA PARA NÍVEIS INICIAIS

A IMPORTÂNCIA DO PAIR WORK NA SALA DE AULA DE LÍNGUA INGLESA PARA NÍVEIS INICIAIS A IMPORTÂNCIA DO PAIR WORK NA SALA DE AULA DE LÍNGUA INGLESA PARA NÍVEIS INICIAIS SOUSA, Marrine Oliveira (UFG) LAGO, Neuda (UFG) Resumo: Através desta pesquisa foi analisada a importância do trabalho

Leia mais

MANUAL DO ALUNO GRADUAÇÃO MODALIDADE SEMIPRESENCIAL

MANUAL DO ALUNO GRADUAÇÃO MODALIDADE SEMIPRESENCIAL MANUAL DO ALUNO GRADUAÇÃO MODALIDADE SEMIPRESENCIAL Prezado(a) aluno(a); Este material que você está começando a ler trata-se do manual do aluno, referente às disciplinas que serão ministradas através

Leia mais

WEBQUEST NO ENSINO DE HISTÓRIA: Ligações interdisciplinares e aceitação dos alunos diante esta ferramenta.

WEBQUEST NO ENSINO DE HISTÓRIA: Ligações interdisciplinares e aceitação dos alunos diante esta ferramenta. WEBQUEST NO ENSINO DE HISTÓRIA: Ligações interdisciplinares e aceitação dos alunos diante esta ferramenta. Michelle Mattar Pereira de Oliveira * Bianca Luiza Silva ** INTRODUÇÃO Primeiramente é necessário

Leia mais

Dificuldades encontradas por professores de língua inglesa de instituições privadas de ensino superior

Dificuldades encontradas por professores de língua inglesa de instituições privadas de ensino superior Artigos Revista Semioses Rio de Janeiro Vol. 01 N. 05 Agosto de 2009 Semestral Dificuldades encontradas por professores de língua inglesa de instituições privadas de ensino superior RESUMO: Este artigo

Leia mais

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL?

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? 1 de 7 ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? Jéssica Alves de Oliveira Maria José dos Santos Chagas Tatiane de Fátima Silva Seixas RESUMO: De uma maneira geral, existe, por parte

Leia mais

PIBID MATEMÁTICA DA UNISUL: O DESAFIO DA IMPLANTAÇÃO E OS PRIMEIROS RESULTADOS

PIBID MATEMÁTICA DA UNISUL: O DESAFIO DA IMPLANTAÇÃO E OS PRIMEIROS RESULTADOS Anais do III Simpósio sobre Formação de Professores SIMFOP Universidade do Sul de Santa Catarina, Campus de Tubarão Tubarão, de 28 a 31 de março de 2011 PIBID MATEMÁTICA DA UNISUL: O DESAFIO DA IMPLANTAÇÃO

Leia mais

EMOÇÕES NA ESCRITA EM LÍNGUA INGLESA. Palavras-chave: escrita, afetividade, ensino/aprendizagem, língua inglesa

EMOÇÕES NA ESCRITA EM LÍNGUA INGLESA. Palavras-chave: escrita, afetividade, ensino/aprendizagem, língua inglesa EMOÇÕES NA ESCRITA EM LÍNGUA INGLESA Talles Henrique LIMA; Neuda Alves do LAGO CAJ/UFG tallesh7@hotmail.com, neudalago@hotmail.com Palavras-chave: escrita, afetividade, ensino/aprendizagem, língua inglesa

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO.

AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO. AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO. Autor: José Marcos da Silva Instituição: UFF/CMIDS E-mail: mzosilva@yahoo.com.br RESUMO A presente pesquisa tem como proposta investigar a visão

Leia mais

Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO. Formação Continuada em Inglês para professores de Inglês

Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO. Formação Continuada em Inglês para professores de Inglês MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO

Leia mais

13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 COMPLEXIDADE EM AMBIENTES DE SALA DE AULA DE LÍNGUA INGLESA

13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 COMPLEXIDADE EM AMBIENTES DE SALA DE AULA DE LÍNGUA INGLESA 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA O JOGO CONTRIBUINDO DE FORMA LÚDICA NO ENSINO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Denise Ritter Instituto Federal Farroupilha Campus Júlio de Castilhos deniseritter10@gmail.com Renata da Silva Dessbesel Instituto

Leia mais

FAQ PROGRAMA BILÍNGUE

FAQ PROGRAMA BILÍNGUE FAQ PROGRAMA BILÍNGUE 1) O que é o bilinguismo? Segundo alguns teóricos, o bilinguismo é qualquer sistema de educação escolar no qual, em dado momento e período, simultânea ou consecutivamente, a instrução

Leia mais

INGLÊS PARA INICIANTES: ESTRATEGIAS DE COMUNICAÇÃO E INSERÇÃO NA CULTURA INGLESA

INGLÊS PARA INICIANTES: ESTRATEGIAS DE COMUNICAÇÃO E INSERÇÃO NA CULTURA INGLESA INGLÊS PARA INICIANTES: ESTRATEGIAS DE COMUNICAÇÃO E INSERÇÃO NA CULTURA INGLESA 1 Cintia Paula Santos da Silva 2 Lucília Teodora Villela de Leitgeb Lourenço Comunicação Educação - Línguas Estrangeiras

Leia mais

O ENSINO DE INGLÊS NA ESCOLA NAVAL Profa. Dra. Ana Paula Araujo Silva Escola Naval

O ENSINO DE INGLÊS NA ESCOLA NAVAL Profa. Dra. Ana Paula Araujo Silva Escola Naval Eixo Temático I: Práticas pedagógicas a serviço da educação superior militar Subtema 1: metodologias de ensino e aprendizagem; ensino voltado para competências; hibridismo pedagógico; interdisciplinaridade

Leia mais

O PIPE I LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

O PIPE I LÍNGUAS ESTRANGEIRAS O PIPE I LÍNGUAS ESTRANGEIRAS O PIPE I Línguas Estrangeiras foi desenvolvido juntamente com as Disciplinas de Aprendizagem Crítico-Reflexiva das Línguas Inglesa, Francesa e Espanhola. O objetivo desse

Leia mais

Palavras-chave: Ensino de ciências; metodologias; Ensino Fundamental.

Palavras-chave: Ensino de ciências; metodologias; Ensino Fundamental. METODOLOGIAS E PRÁTICAS DE ENSINO DE CIÊNCIAS APLICADAS EM ALUNOS DO 7º ANO DE UMA ESCOLA NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA PR Cristiane Valus Faculdade Internacional de Curitiba (FACINTER) 1 cristiane_valus@hotmail.com

Leia mais

PROJETO LÍNGUA DE FORA

PROJETO LÍNGUA DE FORA DESCRIÇÃO PROJETO LÍNGUA DE FORA O, de responsabilidade dos professores da disciplina de estágio supervisionado das línguas espanhola, francesa e inglesa, corresponde a 50 horas de estágio, das 200 horas

Leia mais

O USO DO EDITOR DE APRESENTAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES EDUCATIVAS

O USO DO EDITOR DE APRESENTAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES EDUCATIVAS O USO DO EDITOR DE APRESENTAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES EDUCATIVAS Mário Sérgio de Andrade Mendonça, mariomendonc@gmail.com Eduardo Machado Real, eduardomreal@uems.br UEMS Universidade Estadual

Leia mais

PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010

PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010 PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010 OBSERVAÇÃO NA ESCOLA Localização da Escola 29/03 16/04 Espaço Físico PPP e o Ensino de Ciências OBSERVAÇÃO NA SALA Relação Professor/Alunos

Leia mais

UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA

UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA UMA PROPOSTA DE ENSINO DA PROBABILIDADE A PARTIR DO MÉTODO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E DA LUDICIDADE EM SALA DE AULA RESUMO José Jorge de Sousa; Francisco Aureliano Vidal Instituto Federal de Educação,

Leia mais

RE-QUEST ENGLISH: O ENSINO DE INGLÊS POR MEIO DE UM JOGO INTERATIVO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS

RE-QUEST ENGLISH: O ENSINO DE INGLÊS POR MEIO DE UM JOGO INTERATIVO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS RE-QUEST ENGLISH: O ENSINO DE INGLÊS POR MEIO DE UM JOGO INTERATIVO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS Resumo Elane Kreile Manhães 1 IFF/UENF Mariáh da Cunha Correa 2 - IFF Orlando Afonso Pereira Junior 3 - IFF

Leia mais

*Doutora em Lingüística (UNICAMP), Professora da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

*Doutora em Lingüística (UNICAMP), Professora da Universidade Federal de Viçosa (UFV). PRÁTICAS DE LEITURA EM SALA DE AULA: O USO DE FILMES E DEMAIS PRODUÇÕES CINEMATOGRÁFICAS EM AULAS DE LÍNGUA - PORTUGUESA 52 - Adriana da Silva* adria.silva@ufv.br Alex Caldas Simões** axbr1@yahoo.com.br

Leia mais

ANÁLISE DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DE XINGUARA, PARÁ SOBRE O ENSINO DE FRAÇÕES

ANÁLISE DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DE XINGUARA, PARÁ SOBRE O ENSINO DE FRAÇÕES 1 ANÁLISE DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA DE XINGUARA, PARÁ SOBRE O ENSINO DE FRAÇÕES Luciano Teles Bueno 1, Claudia Lisete Oliveira Groenwald 2 RESUMO O presente trabalho apresenta um estudo realizado com

Leia mais

SUMÁRIO. Introdução... 01. Capítulo 1: Fundamentação teórica... 06. 1.1 Origem e desenvolvimento da abordagem instrumental... 06

SUMÁRIO. Introdução... 01. Capítulo 1: Fundamentação teórica... 06. 1.1 Origem e desenvolvimento da abordagem instrumental... 06 vii Resumo Este estudo apresenta os resultados de uma análise de necessidades de uso da língua inglesa de estudantes de um curso universitário de Publicidade e Propaganda, bem como de profissionais dessa

Leia mais

A MÚSICA COMO MOTIVAÇÃO E ATITUDE NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA NO PROJOVEM

A MÚSICA COMO MOTIVAÇÃO E ATITUDE NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA NO PROJOVEM 2325 A MÚSICA COMO MOTIVAÇÃO E ATITUDE NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA NO PROJOVEM RAFAEL LOUREIRO FARIAS UNICAP 0. Introdução: O programa de inclusão de jovens, PROJOVEM, incentivado

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR EM MATEMÁTICA RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PROGRAMA GESTAR II Sidnei Luís da Silva Escola Municipal Vereador Benedito Batista Congatem - MG sidneiluisdasilva@yahoo.com.br Camila

Leia mais

8ª Semana de Licenciatura

8ª Semana de Licenciatura 8ª Semana de Licenciatura O professor como protagonista do processo de mudanças no contexto social De 14 a 17 de junho de 2011 MOTIVAÇÃO E ANSIEDADE: A AFETIVIDADE NO PROCESSO DE ESCRITA EM LÍNGUA INGLESA

Leia mais

A VIVÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

A VIVÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO A VIVÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Autor (1) Sergio Morais Cavalcante Filho Universidade Estadual da Paraíba (UEPB CCEA Patos) email: sergio.smcf@gmail.com RESUMO O presente artigo expõe uma experiência

Leia mais

Boletim de carreiras:

Boletim de carreiras: Boletim de carreiras: as oportunidades que você deixa de aproveitar quando não sabe falar Inglês! Falar Inglês, há muito tempo, deixou de ser desejável para se tornar obrigatório nas grandes empresas.

Leia mais

Marcos Paulo SANCHEZ 2 Ruy GUERIOS 3 Mauro Roberto Claro de SOUZA 4. Faculdade Eniac, Guarulhos, SP

Marcos Paulo SANCHEZ 2 Ruy GUERIOS 3 Mauro Roberto Claro de SOUZA 4. Faculdade Eniac, Guarulhos, SP Utilização da Tecnologia como Fator Motivacional no Aprimoramento do Processo de Ensino-Aprendizagem de Jovens Relato de Experiência do Sistema de Ensino Eniac 1 Marcos Paulo SANCHEZ 2 Ruy GUERIOS 3 Mauro

Leia mais

A FORMAÇÃO DOCENTE PARA AQUISIÇÃO DE HABILIDADES NO USO DE NOVAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS

A FORMAÇÃO DOCENTE PARA AQUISIÇÃO DE HABILIDADES NO USO DE NOVAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS TIC Y EDUCACIÓN A FORMAÇÃO DOCENTE PARA AQUISIÇÃO DE HABILIDADES NO USO DE NOVAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS Vanessa de Fátima Silva Moura 1 Teresinha de Jesus Nogueira 2 Sibelle Gomes Lima 3 Maria Fernanda

Leia mais

A PRÁTICA DA INTERDICIPLINARIEDADE NO ENSINO DE PROJETOS DE MOLDES E MATRIZES NO CURSO DE TECNOLOGIA EM MECÂNICA DO IST

A PRÁTICA DA INTERDICIPLINARIEDADE NO ENSINO DE PROJETOS DE MOLDES E MATRIZES NO CURSO DE TECNOLOGIA EM MECÂNICA DO IST A PRÁTICA DA INTERDICIPLINARIEDADE NO ENSINO DE PROJETOS DE MOLDES E MATRIZES NO CURSO DE TECNOLOGIA EM MECÂNICA DO IST Carlos Maurício Sacchelli sacchelli@sociesc.com.br Leonidas Mamani Gilapa leonidas@sociesc.com.br

Leia mais

NOVAS TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO: REPENSANDO A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA

NOVAS TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO: REPENSANDO A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA NOVAS TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO: REPENSANDO A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA Maria Elisabete Mariano dos SANTOS *, Edemilson J.R. BRANDÃO ** Universidade de Passo Fundo - Passo Fundo/RS. Resumo:

Leia mais

LINHA DE PESQUISA E DE INTERVENÇÃO METODOLOGIAS DA APRENDIZAGEM E PRÁTICAS DE ENSINO (LIMAPE)

LINHA DE PESQUISA E DE INTERVENÇÃO METODOLOGIAS DA APRENDIZAGEM E PRÁTICAS DE ENSINO (LIMAPE) História da profissão docente em São Paulo: as estratégias e as táticas em torno dos fazeres cotidianos dos professores primários a instrução pública paulista de 1890 a 1970 Linha de Pesquisa: LINHA DE

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE MAQUETES COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO- APRENDIZAGEM: CONTRIBUIÇÕES PARA FORMAÇÃO INICIAL DE PEDAGOGOS

CONSTRUÇÃO DE MAQUETES COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO- APRENDIZAGEM: CONTRIBUIÇÕES PARA FORMAÇÃO INICIAL DE PEDAGOGOS CONSTRUÇÃO DE MAQUETES COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO- APRENDIZAGEM: CONTRIBUIÇÕES PARA FORMAÇÃO INICIAL DE PEDAGOGOS Autor: Claudio Wagner Locatelli Mestrando do Programa de Ensino, História e Filosofia das

Leia mais

Trabalhando com o lúdico: motivação nas aulas de língua estrangeira para crianças. Temática: Aquisição de linguagem, variação e ensino: um balanço

Trabalhando com o lúdico: motivação nas aulas de língua estrangeira para crianças. Temática: Aquisição de linguagem, variação e ensino: um balanço Trabalhando com o lúdico: motivação nas aulas de língua estrangeira para crianças Deise Anne Terra Melgar (UNIPAMPA)¹ Vanessa David Acosta (UNIPAMPA)² Orientadora: Cristina Pureza Duarte Boéssio Temática:

Leia mais

A importância do listening para o processo ensino-aprendizagem na disciplina de inglês do ensino fundamental

A importância do listening para o processo ensino-aprendizagem na disciplina de inglês do ensino fundamental A importância do listening para o processo ensinoaprendizagem na disciplina de inglês do ensino fundamental Priscilla Moreira Diniz SEPÚLVEDA 1, Danielle Ferreira de SOUZA 2 1 Acadêmica do curso graduação

Leia mais

QUANTO É? PALAVRAS-CHAVE: Aulas investigativas, lúdico, aprendizagem. INTRODUÇÃO

QUANTO É? PALAVRAS-CHAVE: Aulas investigativas, lúdico, aprendizagem. INTRODUÇÃO QUANTO É? Danielle Ferreira do Prado - GEEM-UESB RESUMO Este trabalho trata sobre um trabalho que recebeu o nome de Quanto é? que foi desenvolvido depois de vários questionamentos a cerca de como criar

Leia mais

INICIAÇÃO CIENTÍFICA PARA DEFICIENTE AUDITIVO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE TRABALHO REALIZADO EM COLÉGIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

INICIAÇÃO CIENTÍFICA PARA DEFICIENTE AUDITIVO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE TRABALHO REALIZADO EM COLÉGIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO INICIAÇÃO CIENTÍFICA PARA DEFICIENTE AUDITIVO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE TRABALHO REALIZADO EM COLÉGIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Adriana Oliveira Bernardes UENF (Universidade do Estado do Norte

Leia mais

Um introdução. Guia do Workshop INSPIRAÇÃO IDEAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO. O Processo de Design. O Curso para o Design Centrado no Ser Humano

Um introdução. Guia do Workshop INSPIRAÇÃO IDEAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO. O Processo de Design. O Curso para o Design Centrado no Ser Humano Guia do Workshop INSPIRAÇÃO IDEAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO O Processo de Design Vamos começar! Nós sabemos por experiência que o único jeito de aprender o design centrado no ser humano é aplicando-o. Por isso,

Leia mais

Como funciona uma aula de inglês na Language Plus

Como funciona uma aula de inglês na Language Plus Como funciona uma aula de inglês na Language Plus professores nativos de inglês. Sobre os Cursos da Language Plus Os Cursos de Inglês da Language Plus foram desenhados especialmente para os profissionais

Leia mais

PIBID - FÍSICA. Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência. Relatório Semestral. Fabiane de Carvalho Milagres Pereira.

PIBID - FÍSICA. Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência. Relatório Semestral. Fabiane de Carvalho Milagres Pereira. PIBID - FÍSICA Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência Relatório Semestral Fabiane de Carvalho Milagres Pereira Bolsista Profa. Cibele Andrade Resende Machado Professora Supervisor da Escola

Leia mais

12 DE JUNHO, DIA DE COMBATE A EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PIBID DE GEOGRAFIA

12 DE JUNHO, DIA DE COMBATE A EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PIBID DE GEOGRAFIA 12 DE JUNHO, DIA DE COMBATE A EXPLORAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PIBID DE GEOGRAFIA Resumo O presente trabalho tem como objetivo relatar uma experiência desenvolvida no Programa

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1

MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1 MODELAGEM MATEMÁTICA: PRINCIPAIS DIFICULDADES DOS PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO 1 Resumo Claudenici Aparecida Medeiros da Silva Universidade Federal do Pará Campus de Marabá Pólo de Canaã dos Carajás nici_medeiros@hotmail.com

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

ENSINO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA À LUZ DOS ASPECTOS INTERCULTURAIS

ENSINO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA À LUZ DOS ASPECTOS INTERCULTURAIS ENSINO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA À LUZ DOS ASPECTOS INTERCULTURAIS Anilda Costa Alves (PIBD/CAPESUEPB) anildauepb@gmail.com Jamille Alves (PIBID/CAPES/UEEPB) milygta10@hotmail.com Orientador: Prof.

Leia mais

RELATÓRIO MESA REVOLVER DESIGN (PESQUISA)

RELATÓRIO MESA REVOLVER DESIGN (PESQUISA) 1ª RODADA O QUE É PESQUISA? Por no google? Buscar conhecimento Ir a fundo nos interesses/ saber mais/ descobrir Faculdade: pesquisar coisas pelas quias você não necessariamente se interessa --> conhecimento

Leia mais

O TRABALHO COM MÚSICA NAS AULAS DE LI ATRAVÉS DO MÉTODO CLL

O TRABALHO COM MÚSICA NAS AULAS DE LI ATRAVÉS DO MÉTODO CLL O TRABALHO COM MÚSICA NAS AULAS DE LI ATRAVÉS DO MÉTODO CLL Leandro Gomes do Nascimento Silvânia Enedino da Silva Orientador: Prof. Dr. Leônidas José da Silva Jr. Universidade Estadual da Paraíba (PIBID/CAPES)

Leia mais

O CIRCO E OS DIREITOS HUMANOS

O CIRCO E OS DIREITOS HUMANOS O CIRCO E OS DIREITOS HUMANOS Evandro Marcelo da Silva 1 - PUCPR Kauana Domingues 2 PUCPR Edinéia Aranha 3 Grupo de Trabalho Educação e Direitos Humanos Agência Financiadora: não contou com financiamento

Leia mais

A Aplicação das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no Ambiente Escolar

A Aplicação das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no Ambiente Escolar A Aplicação das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no Ambiente Escolar Tatiana Medeiros Cardoso Faculdade Cenecista de Osório (FACOS) Rua 24 de Maio, 141 95.520-000 Osório RS Brasil tati.info@gmail.com

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA. Professor: Dra. Vanessa Borges de Almeida (borgesalmeida@unb.br)

PROGRAMA DE DISCIPLINA. Professor: Dra. Vanessa Borges de Almeida (borgesalmeida@unb.br) UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE LETRAS DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS E TRADUÇÃO (LET) PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LINGUÍSTICA APLICADA FONE: (61) 3107-7618 - TELEFAX: (61) 3307-7619 E-mail:

Leia mais

UnP. fazendo e compartilhando a gente aprende mais

UnP. fazendo e compartilhando a gente aprende mais DIRETRIZES DO ALUNO Olá, você está fazendo parte de um projeto de melhoria acadêmicoaction! Neste material você encontrará todas as pedagógica: o Edu Action informações necessárias para entender como esse

Leia mais

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Telma Maria Pereira dos Santos Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia UNEB e Pós-graduada em Educação

Leia mais

Projeto pedagógico para um curso de Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos com aplicação de ABP Virtual

Projeto pedagógico para um curso de Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos com aplicação de ABP Virtual Projeto pedagógico para um curso de Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos com aplicação de ABP Virtual Silvane Guimarães Silva Gomes, Frederico José Vieira Passos Universidade Federal de Viçosa

Leia mais

CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA

CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA CONTRATEMPOS E QUESTIONAMENTOS QUE INTERFEREM NO PLANEJAMENTO DA AULA: EXPERIÊNCIAS DOS ALUNOS DO PIBID MATEMÁTICA Amanda Aparecida Rocha Machado Universidade Federal do Triângulo Mineiro E-mail: amandamachado_56@hotmail.com

Leia mais

TECNOLOGIA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES

TECNOLOGIA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES TECNOLOGIA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES Grupo de Estudo de Tecnologia e Educação Matemática - GETECMAT 15/09/2011 Camila de Oliveira da Silva Tópicos iniciais para discussão... Formação inicial do professor

Leia mais

FEEDBACK 1 João Batista Silvério 2

FEEDBACK 1 João Batista Silvério 2 FEEDBACK 1 João Batista Silvério 2 Feedback é um termo da língua inglesa sem um significado preciso em português, usualmente traduzido como realimentação. Inicialmente empregado no campo da mecânica, com

Leia mais

A IMPORTANCIA DOS RECURSOS DIDÁTICOS NA AULA DE GEOGRAFIA

A IMPORTANCIA DOS RECURSOS DIDÁTICOS NA AULA DE GEOGRAFIA A IMPORTANCIA DOS RECURSOS DIDÁTICOS NA AULA DE GEOGRAFIA GERLANE BEZERRA CAVALCANTE, - ID¹ Graduanda em Geografia. Bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência. UEPB E-MAIL: gerlane_miranda@hotmail.com

Leia mais

Acompanhamento de um Projeto Didático

Acompanhamento de um Projeto Didático Acompanhamento de um Projeto Didático Carlos Eduardo de Brito Novaes carlos.novaes@usp.br Universidade de São Paulo, Escola Politécnica Av. Professor Luciano Gualberto, travessa 3, n 380 05508-010 São

Leia mais

O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa

O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa ARTIGO...Letrônica v. 3, n. 1, p.153, julho 2010 O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa Luciane Guimarães de Paula Introdução O presente artigo 1 relata um recorte dos resultados de

Leia mais

CAPÍTULO 2 METODOLOGIA

CAPÍTULO 2 METODOLOGIA CAPÍTULO 2 METODOLOGIA O presente capítulo tem o objetivo de apresentar e descrever os instrumentos e os procedimentos utilizados para coleta e análise dos dados, justificando o uso de tais instrumentos

Leia mais

Cais da Leitura: leitura em ação

Cais da Leitura: leitura em ação Cais da Leitura: leitura em ação Conceição Flores. Universidade Potiguar (UnP). Carla Rosiane C. Andrade. Universidade Potiguar (UnP). Nos últimos tempos, estamos sendo quase que cotidianamente bombardeados

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

PIBID: DESCOBRINDO METODOLOGIAS DE ENSINO E RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM FACILITAR O ENSINO DA MATEMÁTICA

PIBID: DESCOBRINDO METODOLOGIAS DE ENSINO E RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM FACILITAR O ENSINO DA MATEMÁTICA PIBID: DESCOBRINDO METODOLOGIAS DE ENSINO E RECURSOS DIDÁTICOS QUE PODEM FACILITAR O ENSINO DA MATEMÁTICA Naiane Novaes Nogueira 1 Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB n_n_nai@hotmail.com José

Leia mais

AÇÃO INTEGRADA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A PARTIR DE UM PROJETO DE SAÚDE. Adriana Noviski Manso - PUCPR

AÇÃO INTEGRADA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A PARTIR DE UM PROJETO DE SAÚDE. Adriana Noviski Manso - PUCPR AÇÃO INTEGRADA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A PARTIR DE UM PROJETO DE SAÚDE Adriana Noviski Manso - PUCPR Beatriz Ferreira da Rocha - PUCPR Romilda Teodora Ens - PUCSP/PUCPR Resumo O presente relato

Leia mais

METODOLOGIAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS EXATAS

METODOLOGIAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS EXATAS METODOLOGIAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS EXATAS GT 06 Formação de professores de matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional Maria Madalena Dullius, Univates, madalena@univates.br Angélica

Leia mais

DISCIPLINAS ON-LINE GUIA DO ALUNO GRADUAÇÕES

DISCIPLINAS ON-LINE GUIA DO ALUNO GRADUAÇÕES DISCIPLINAS ON-LINE GUIA DO ALUNO GRADUAÇÕES GUIA DO ALUNO Seja bem-vindo(a) às disciplinas on-line dos cursos de gradução das Instituições do Grupo Ser Educacional! Agora que você já está matriculado(a)

Leia mais

ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO

ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO ESPAÇO INCLUSIVO Coordenação Geral Profa. Dra. Roberta Puccetti Coordenação Do Projeto Profa. Espa. Susy Mary Vieira Ferraz RESUMO A inclusão é uma realidade mundial. Desde a Declaração de Salamanca em

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CST em Gestão da Tecnologia da Informação 1ª. Série Estratégia em Tecnologia da Informação A Atividade Prática Supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de

Leia mais

Bingo Químico em Braille.

Bingo Químico em Braille. Bingo Químico em Braille. Carine Fernanda Drescher * (IC), Julieta Saldanha Oliveira (PQ) e Liana da Silva Fernandes (PQ). E-mail: carinedrescher@gmail.com Rua Riachuelo, CEP- 97050011, 115, apto 305.

Leia mais

O vídeo nos processos de ensino e aprendizagem

O vídeo nos processos de ensino e aprendizagem PACC / UAB / UFABC O vídeo nos processos de ensino e aprendizagem Por Lilian Menezes Como dito anteriormente, na linguagem audiovisual as imagens ocupam lugar de destaque e quando começamos a trabalhar

Leia mais

CONCEPÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

CONCEPÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 CONCEPÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS DO

Leia mais

FALAR INGLÊS É DIFÍCIL? SPEAKING ENGLISH: IS IT DIFFICULT? Elisa Probst Hausmann. Diva Rangel Martinelli

FALAR INGLÊS É DIFÍCIL? SPEAKING ENGLISH: IS IT DIFFICULT? Elisa Probst Hausmann. Diva Rangel Martinelli FALAR INGLÊS É DIFÍCIL? SPEAKING ENGLISH: IS IT DIFFICULT? Elisa Probst Hausmann Mestre em Educação pela Universidade Regional de Blumenau (FURB) Professora de Língua Inglesa do Departamento de Letras

Leia mais

O TRABALHO COM TEXTOS MULTIMODAIS COMO MOTIVAÇÃO PARA APRENDER LE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL PAULISTA

O TRABALHO COM TEXTOS MULTIMODAIS COMO MOTIVAÇÃO PARA APRENDER LE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL PAULISTA 03070 O TRABALHO COM TEXTOS MULTIMODAIS COMO MOTIVAÇÃO PARA APRENDER LE: UM ESTUDO DE CASO NA REDE ESTADUAL PAULISTA Resumo Autor: Marcelo Ganzela Martins de Castro Instituições: UNINOVE/Instituto Singularidades/E.

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

Narrativa reflexiva sobre planejamento de aulas

Narrativa reflexiva sobre planejamento de aulas Narrativa reflexiva sobre planejamento de aulas Jefferson Ebersol da Silva 1 Contexto da narrativa O projeto PIBID, Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica à Docência da FURG, foi desenvolvido

Leia mais

ENSINO SUPERIOR NO BRASIL:

ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: INDICADORES DE QUALIDADE DA DOCÊNCIA A UNIVERSIDEDADE QUE QUEREMOS Ms. Maria Eunice Barth Radaelli mariaeunice@fag.edu.br BREVE HISTÓRICO DA UNIVERSIDADE BRASILEIRA ( LUCHESI,

Leia mais

O ENSINO DE INGLÊS NO IFRJ: UMA PERSPECTIVA A PARTIR DO OLHAR DO ALUNO

O ENSINO DE INGLÊS NO IFRJ: UMA PERSPECTIVA A PARTIR DO OLHAR DO ALUNO O ENSINO DE INGLÊS NO IFRJ: UMA PERSPECTIVA A PARTIR DO OLHAR DO ALUNO Elza Maria Duarte Alvarenga de Mello Ribeiro (1); Carla Cristina de Souza (2); Giovana de Oliveira Caxias (3). (1) Instituto Federal

Leia mais

GUIA DO ALUNO. Bom trabalho e conte conosco para trilhar este caminho com sucesso!

GUIA DO ALUNO. Bom trabalho e conte conosco para trilhar este caminho com sucesso! GUIA DO ALUNO Olá! Seja bem-vindo novamente! Este guia apresenta algumas informações e orientações para auxiliá-lo na sua participação e aprendizagem. Também lhe ajudará a organizar seu estudo no decorrer

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A PRODUÇÃO DE SIGNIFICADO NA MATEMÁTICA ESCOLAR

REFLEXÕES SOBRE A PRODUÇÃO DE SIGNIFICADO NA MATEMÁTICA ESCOLAR REFLEXÕES SOBRE A PRODUÇÃO DE SIGNIFICADO NA MATEMÁTICA ESCOLAR Patrícia Lima da Silva¹ Brunna Sordi Stock² RESUMO No segundo semestre do ano de 2009, em uma das disciplinas obrigatórias do currículo de

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 NATAÇÃO E DESEMPENHO ESCOLAR: EXPERIÊNCIA DE UMA EXTENSÃO DA UFG COM UMA ESCOLA PÚBLICA Poliana Siqueira Pedroza 1 Luís César de Souza 2 RESUMO Comunidade Aquática é um projeto de extensão do curso de

Leia mais

UM POUCO ALÉM DA LEITURA INSTRUMENTAL: O ENSINO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA(INGLÊS) NO CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM EDIFICAÇÕES DO IFG-CÂMPUS JATAÍ

UM POUCO ALÉM DA LEITURA INSTRUMENTAL: O ENSINO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA(INGLÊS) NO CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM EDIFICAÇÕES DO IFG-CÂMPUS JATAÍ UM POUCO ALÉM DA LEITURA INSTRUMENTAL: O ENSINO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA(INGLÊS) NO CURSO TÉCNICO INTEGRADO EM EDIFICAÇÕES DO IFG-CÂMPUS JATAÍ Daniella de Souza Bezerra - daniella@jatai.ifg.edu.br Daniela

Leia mais

Universidade Estadual de Santa Cruz UESC Departamento de Letras e Artes DLA CURSO DE LETRAS Manual de Operacionalização do Estágio Supervisionado I

Universidade Estadual de Santa Cruz UESC Departamento de Letras e Artes DLA CURSO DE LETRAS Manual de Operacionalização do Estágio Supervisionado I Universidade Estadual de Santa Cruz UESC Departamento de Letras e Artes DLA CURSO DE LETRAS Manual de Operacionalização do Estágio Supervisionado I DEFINIÇÃO: A disciplina Estágio Supervisionado I possui

Leia mais

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2]

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2] PROFESSOR OU EDUCADOR? CIDADANIA UMA RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ENSINO DE LITERATURA E DA PRÁTICA DE ENSINO NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA Referência: TOGNATO, M.I.R..

Leia mais

INCLUSÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA)

INCLUSÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) INCLUSÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) LOURENÇO, Érica Simone 1 PELOZO, Rita de Cassia Borguetti 2 VIEIRA, Kátia Solange Borges 3 VIEIRA, Rosimeire Garcia 4 RESUMO Este artigo tem como

Leia mais

Jogos digitais e a mediação na perspectiva da psicologia históricocultural

Jogos digitais e a mediação na perspectiva da psicologia históricocultural Jogos digitais e a mediação na perspectiva da psicologia históricocultural Prof. Me. Wagner Antonio Junior Secretaria Municipal da Educação de Bauru e-mail: wag.antonio@gmail.com Comunicação Oral Pesquisa

Leia mais

Monitoria como instrumento para a melhoria da qualidade do ensino em Farmacotécnica

Monitoria como instrumento para a melhoria da qualidade do ensino em Farmacotécnica Monitoria como instrumento para a melhoria da qualidade do ensino em Farmacotécnica MORAIS, W. A. 1 ; SOARES, D. S. 2 ; BARBOZA, I. R. 3 ; CARDOSO, K. O. A 4 ; MORAES, D. A. 5 ; SOUZA, F. V. A 6. Resumo

Leia mais