ELABORAÇÃO DE GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS DA LOGÍSTICA AEROPORTUÁRIA COMO PARTE DA DISCIPLINA DE LÍNGUA INGLESA

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1 ELABORAÇÃO DE GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS DA LOGÍSTICA AEROPORTUÁRIA COMO PARTE DA DISCIPLINA DE LÍNGUA INGLESA Me Simone Afini Cardoso Brito Fatec Guarulhos NelsonNishizaki Jr. Fatec Guarulhos Me Telma R. Bueno (revisora) Fatec Guarulhos ÁREA TEMÁTICA: Educação RESUMO: Diante da curiosidade dos alunos do curso de Logística Aeroportuária da Fatec Guarulhos de saber como escrever e pronunciar, em inglês, palavras específicas da área surgiu a proposta de criação de um glossário de termos técnicos. Este trabalho é resultado da motivação dos alunos e da vontade da professora de inserir no planejamento do curso um momento em que fosse trabalhado o conteúdo relacionado diretamente com a área de atuação do futuro profissional. É importante ressaltar que esse trabalho propicia que o aluno ao terminar o curso, depois de seis semestres de estudo de língua estrangeira, tenha em sua formação não apenas o conhecimento de inglês geral, mas também o seu próprio dicionário de termos da área em que atuará como profissional, o que facilitará a sua inserção no mercado de trabalho ou a evolução na carreira para os que já atuam na área. Este artigo pretende mostrar esta experiência de elaboração de glossário de termos específicos para turmas de Logística Aeroportuária. PALAVRAS CHAVES: língua inglesa, glossário, Logística ABSTRACT: This paper aims to present the steps to create a glossary of Logistics terms. It was noticed that the Logistics students wanted to know how to write and speak words related to their area. The glossary is the result of the students motivation to know more about their professional area and the teacher s desire to meet the learners needs. At the end of the Logistic course the students will have their own glossary. This is a way to link the general English that is taught during the six semesters and the Logistics words. KEY WORDS: English language, glossary, Logistics

2 1. INTRODUÇÃO No Brasil, o setor aeroportuário passa atualmente por grandes mudanças e espera-se uma grande transformação que nos coloque no mesmo patamar de países mais desenvolvidos. Somente assim haverá o merecido e necessário crescimento no meio aéreo. Neste ambiente, acontecimentos como a fusão de grandes companhias, o nascimento de novas empresas aéreas, a privatização de aeroportos e o aumento natural da demanda trazem inúmeros desafios ao setor Logístico que terá ainda que se preparar para receber os grandes eventos que acontecerão no Brasil nos próximos anos. Informações de que o Brasil será sede de uma Copa do mundo de futebol, das Olimpíadas e de uma Copa das Confederações fizeram com que os especialistas começassem a discutir se o país é capaz de atender a demanda gerada em eventos como os acima citados. A maior parte desses questionamentos abrange aspectos referentes à estrutura e a logística. Desta forma, a Logística aeroportuária tende a crescer e se aprofundar com o objetivo de oferecer melhores serviços e controle, tanto do próprio setor aéreo como de outros diretamente relacionados como as questões de intermodalidade e viabilidade que ainda são pouco exploradas. Diante deste cenário, mais do que nunca o mercado exige um profissional cada vez mais qualificado e o conhecimento da língua inglesa, com certeza, faz parte do profissional que o mercado precisa e almeja encontrar. Este profissional deve estar apto não só a resolver problemas da sua área de conhecimento, mas também a se comunicar com todos os estrangeiros que virão ao Brasil e trarão grandes oportunidades de negócios para o país. 1.1 OBJETIVO Este artigo tem como objetivo mostrar como os termos específicos da área de Logística Aeroportuária foram inseridos no curso de língua inglesa da Fatec Guarulhos por meio da elaboração de um glossário de termos técnicos da área em questão. No final do curso, a ideia é que cada aluno tenha o seu dicionário de termos técnicos que poderá ser utilizado como instrumento de auxílio no ambiente profissional. Para que este trabalho fosse desenvolvido foram utilizados subsídios de teorias do ensino e aprendizagem e da Linguística Aplicada para embasar a prática de sala de aula e da elaboração dos glossários. 1.2 METODOLOGIA A sala é dividida em grupos de quatro alunos. Inicia-se, então, a pesquisa bibliográfica de termos utilizados na área de Logística Aeroportuária. Essa pesquisa ocorre tanto em inglês quanto em português e é feita em bibliotecas, em material fornecido pelos professores da área ou na internet. Os alunos trabalham com 25 palavras por semestre e para cada termo pesquisado são necessárias duas sentenças em inglês. A finalidade da criação das sentenças écontextualizar cada um dos termos escolhidos pelos grupos e inserir as formas estruturais da língua e o vocabulário aprendido durante cada semestre no glossário. Cada grupo entrega o trabalho impresso e encadernado em data estipulada no início do semestre. Este trabalho também é apresentado pelos grupos para o restante da sala para

3 que as informações pesquisadas possam ser compartilhadas entre os colegas. Nesta apresentação, os alunos devem ensinar as palavras de maneira lúdica, por exemplo, utilizando jogos ou músicas. Ao trabalhar com salas de um único contexto, ou seja, sem comparar a experiência realizada na Fatec Guarulhos com outros ambientes de ensino de língua inglesa, pode-se afirmar que o foco primário desse trabalho é a particularização, porém faz-se necessário lembrar que alguns aspectos observados em um único contexto podem ser observados em contextos universais de ensino. Segundo Erickson (1986), uma pesquisa que busque somar explicações interpretativas não está interessada em descobertas universais, mas na contribuição que o estudo de um contexto pode trazer para outros contextos, pois alguns aspectos, apesar de pesquisados em um único lugar podem ser aplicados em outras situações. Como finalização do glossário propõe-se que os alunos realizem uma produção áudio visual contendo imagens e sentenças empregadas no mesmo com o objetivo de compor um vídeo de curta duração onde o próprio aluno faça uso tanto da escrita como o de textos falados e gravados em inglês. Para tanto são usadas ferramentas comuns, disponíveis a todos, para a confecção do vídeo como o MovieMaker (Windows) para a edição das imagens e sincronização de áudio previamente gravado utilizando softwares como o Sound Forge, Reaper, Garage Band e outros disponíveis em versões de demonstração e Trial para a mixagem de canais para aqueles que se dispõem a realizar um trabalho mais refinado e atraente.todos os softwares citados são voltados ao público em geral e são muito fáceis de serem utilizados. 2. REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 MOTIVAÇÃO E INTERAÇÃO É fundamental que o professor procure motivar os seus alunos a participar da aula e a se envolverem na aprendizagem de maneira a tornar a aula um ambiente de construção colaborativa de conhecimento. Segundo Masetto (2003), a interação entre professor-aluno é muito importante e a mesma ocorre quando há parceria e co-responsabilidade entre os mesmos durante o processo de ensino e aprendizagem. Dessa forma, quando há interação entre professor e alunos as aulas ficam mais interessantes, pois o professor tira da sua figura a responsabilidade de ser o centro da aula e único responsável pelo ensino. Os alunos se sentem parte do processo de ensino-aprendizagem, co-responsáveis pela aula e altamente motivados a buscar conhecimento e não apenas esperarem pelo professor. A motivação é mais facilmente alcançada se o professor trouxer as necessidades e anseios dos aprendizes para a sua aula, tornando o aprendizado mais prazeroso e significativo. Segundo os teóricos (Dulayet et al., 1982; Brown, 1987; William & Burden, 1997; Stipek, 1998) a motivação se divide em duas dicotomias que são: intrínseca versus extrínseca e instrumental versus integrativa. 1 motivação intrínseca: interesse em aprender por si só; 2- motivação extrínseca: derivada de incentivo externo 3- motivação instrumental: vontade de obter reconhecimento da sociedade ou vantagens financeiras como idioma; 4- motivação integrativa: a atitude positiva em relação ao grupo que fala o idioma faz com que o indivíduo queira se inserir no grupo de falantes do idioma. A maioria dos alunos do contexto em questão tem plena consciência da importância do inglês para que alcancem cargos melhores nas empresas e, consequentemente, sejam

4 melhor remunerados. Sendo assim, mesmo os que afirmam não gostar muito do idioma sabem que precisam aprendê-lo e utilizam-se da motivação extrínseca e instrumental para isso. Outros alunos, intrinsicamente motivados, gostam do idioma e enxergam nas aulas da Fatec a única oportunidade de aprender a língua devido a fatores financeiros ou de tempo, pois muitos não tiveram e não têm condições de pagar um curso de inglês e outros alunos que trabalham e estudam não têm tempo para fazer aula de inglês a não ser na faculdade. Umas das formas usadas para motivar os aprendizes do curso de Logística Aeroportuária é a construção de um glossário de termos técnicos que os ajude na vida profissional e não fique esquecido em uma gaveta ou em um arquivo de computador. Durante a elaboração desse trabalho, a aprendizagem significativa envolve a sala de aula. Segundo Masetto (op. cit.) esta forma de aprendizagem envolve o aluno como um todo, permite ao aprendiz formular questões que envolvam vários aspectos relevantes e a transferir o aprendizado da universidade para a vida. 2.2 A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA E O ERRO Ao tornar o aprendizado significativo e envolver os alunos no processo de construção de significados, consegue-se a manutenção de um filtro afetivo propício (Krasen, 1987) em sala de aula, diminuindo as barreiras psicológicas, motivando um maior número de alunos e promovendo a autoconfiança. Uma das formas usadas durante as aulas para manter o filtro afetivo propício é fazer com que os alunos interajam entre si e que o professor atue como um mediador e facilitador em sala de aula (Vigotski, 1978, 1996, 2000, 2001). Nesse sendido, há de se compartilhar com a visão de Moretto (op. cit.) de que a aprendizagem é um processo que envolve compartilhamento de ideias e conhecimentos entre os alunos para que possam construir a aprendizagem. Nessas atividades em grupo, um aluno corrige o outro reformulando hipóteses até obterem o resultado desejado de maneira colaborativa. Na construção colaborativa de conhecimento entre alunos, o erro faz parte do processo de aprendizagem. É ele que dá ao aluno a oportunidade de reformular hipóteses equivocadas e crescer no conhecimento da língua alvo. Dessa forma deveria sempre ser, pois a correção só faz sentido se fornecer suporte para que o aluno evolua no processo de aprendizagem de uma língua estrangeira (Afini-brito, 2002). Dessa forma, o erro não tem caráter negativo e de exclusão e Luckesi (2001) propõe enxergar o erro como fonte de virtude, pois ele seria o ponto de partida para um avanço no processo de aprendizagem. 2.3 O VOCABULÁRIO ESPECÍFICO Durante a realização deste trabalho, o vocabulário também aumenta e com isso o aluno se torna mais independente no idioma, de maneira geral, e com maiores possibilidades de obter êxito na vida profissional, pois domina palavras específicas da área em que atua. Isso é muito significativo, pois segundo Carter (1992, p.145) os erros de vocabulário são, no geral, menos tolerados que os erros de sintaxe pelos falantes nativos. O glossário é uma forma de acrescentar ao curso, além das quatro habilidades (ler, ouvir, falar e escrever) trabalhadas durantes os seis semestres, uma rica experiência de busca de conhecimento na área de interesse, e interação com os colegas para construir esse conhecimento, sendo o professor apenas um mediador, neste rico processo, de ensinoaprendizagem que acontece durante toda a elaboração e a apresentação do glossário.

5 3. ANÁLISE DOS DADOS Pela análise dos dados obtidos, por meio de conversas informais com os alunos e pela avaliação dos trabalhos apresentados, é possível afirmar que realmente o glossário ajuda o aprendiz a obter conhecimento específico na área em que atuará como profissional. Na sala de aula percebe-se o envolvimento dos alunos com a preparação do trabalho escrito e com a preparação das atividades que serão apresentadas aos colegas. Nota-se também grande participação da classe durante as apresentações dos colegas. Os alunos prestam atenção às apresentações para que possam se envolver nos jogos e ganhar as competições propostas pelos colegas. Nessas apresentações não há o envolvimento da professora que apenas assiste e faz comentários sobre essas apresentações, no final, quando todos os grupos expuserem as atividades. Após a observação de todo o processo, é possível afirmar que o glossário é uma ferramentade ensino que tem obtido êxito e estimulado a colaboração entre os alunos para a construção do conhecimento. Além da percepção do que tem ocorrido em sala de aula, faz-se necessário relatar duas experiências de grupos de alunos que utilizaram o conhecimento do glossário, fora do ambiente acadêmico. A primeira delas diz respeito aos alunos que participaram de um seminário de Logística Reversa, apresentado em inglês. Eles relataram que não precisaram utilizar o fone de ouvido com a tradução das palestras, pois conseguiram entender o inglês e perceberam que os termos trabalhados no glossário realmente são utilizados no mercado. Em outra oportunidade, uma turma participou de uma feira internacional de Logística e houve a oportunidade de conversar com expositores de vários lugares do mundo. O idioma utilizado para essa comunicação foi o inglês e os alunos relataram que puderam conversar com os expositores internacionais sem maiores dificuldades. Novamente aconteceram relatos de como o glossário foi importante para que pudessem formular as perguntas e entender as respostas que receberam. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS É possível afirmar que durante a realização do glossário, os alunos se conscientizaram da ajuda que esse material traz para a formação não apenas do aluno, mas principalmente do profissional de Logística Aeroportuária. Alunos que participaram de congressos, palestras e feiras relataram que as palavras que estavam no glossário realmente eram usadas por falantes nativos da língua inglesa. Esses alunos não tiveram dificuldades em acompanhar os tópicos apresentados durantes esses eventos e puderam até mesmo fazer perguntas aos palestrantes e expositores utilizando-se dos vocábulos do glossário. Sendo assim, com as informações acima obtidas por observação em sala de aula e relatos dos próprios aprendizes sobre a experiência da construção de glossários de maneira colaborativa é apropriado afirmar que essa ferramenta pode ajudar muito a preparar os alunos para o mercado de trabalho e para enfrentar os desafios dessa área que ficará ainda mais relevante devido aos eventos internacionais que acontecerão no Brasil nos próximos anos como as Olimpíadas e a Copa do Mundo. Nesse cenário, é muito importante que os professores ajudem a preparar esses profissionais para um mercado de trabalho, cada vez mais exigente e mais competitivo. Portanto, o profissional que não souber inglês terá as suas chances diminuídas, no mercado profissional e na ascensão de uma carreira. Por outro lado, os que dominarem o idioma farão parte dos grupos que participarão dos grandes negócios e realizações do nosso país.

6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABEOC. FGV realiza evento sobre Copa 2014, Olimpíadas 2016: desafios para a gestão de operações e turismo. Disponível em: < Aceso em: 05 de março de AFINI-BRITO, S. C. A correção de erros e seus possíveis efeitos no processo de aprendizagem/aquisição da língua estrangeira em classes de adolescentes. 2002, 235 f. Mestrado-UNESP, São José do Rio Preto. ALLWRIGHT, R. L., BALEY, K. M. Focus on the Language Classroom: as Introduction for Classroom Research for Language Teacher. Cambridge: Cambridge University Press, 1991.p BERNASCONI, J. R. Copa 2014, Olimpíadas Brasil 2017: Problemas e desafios para o Rio de Janeiro. Disponível em: brasil-2017-problemas-e-desafios-para-rio-de-janeiro.html. Acesso em: 01/03/2012. CARTER, R. Vocabulary. New York: Routledge, CORDER, S.P. The Significance of Learner s Error. IRAL, v.4, , Introducing Applied Linguistics. Great Britain: Penguin Education, Error Analysis and Interlanguage. Great Britain: Oxford University Press, p. BROWN, H. D. Principles of Language Learning and Teaching. 2. ed. New Jersey: Prentice Hall Regents, CONSOLO, D. A., VIEIRA-ABRAHÃO M. H. (Orgs.) Pesquisas em Linguística Aplicada. São Paulo: Editora UNESP, DULAY, H. ET AL. Language Two. New York: Oxford University Press, Cap. 2, 3, 4. ELLIS, R. The Study of Second Language Acquisition. Hong Kong: Oxford University Press, 1994, p Second Language Acquisition. Oxford: Oxford University Press, p. Learning a Second Language Through Interaction. Amsterdan: John Benjamins Publishing Company, 1999, p ERICKSON, F. Qualitative Methods in Research on Teaching. In: WITTROCK, M. C. Handbook of Research on Teaching. New York: Macmillan & Collier, 1986, p GATEHOUSE, K. Key Issues in English for Specific Purposes (ESP) disponívelem: Internet TESL Journal, Vol. VII, No. 10, October Acessoem: 10 de março de KRASHEN, S. D. Principles and Practice in Second Language Acquistion. Great Britain: Prentice Hall International, p. LUCKESI, C. C. Avaliação Escolar Para Além do Autoritarismo. Revista Ande, vol. 10 (primeira parte) e vol. 11 (segunda parte), Porto Alegre, Avaliação da Aprendizagem Escolar. 11 ed. São Paulo: Cortez, p. MASSETO, M. T. Competência Pedagógica do Professor Universitário.São Paulo: Summus, SILVA, K. A., DANIEL, F. G., KANEKO-MARQUES, SALOMÃO, A. C. B (Orgs.). A formação do professor de línguas: Novos Olhares. Vol.I Campinas, SP: Pontes Editores, STIPEK, D. Motivation to Learn: from Theory to Practice. Los Angeles: University of California, VIGOTSKI, L. S. Mind in Society. United States: Harvard, Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, p. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, p.

7 Avaliação da Aprendizagem Escolar. 11 ed. São Paulo: Cortez, p. WILLIAMS, M., BURDEN, R. Psychology for Language Teachers. Cambridge University Press, O conteúdo expresso no trabalho é de inteira responsabilidade do(s) autor(es).

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