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1 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM SEXOLOGIA CÉLULAS TRONCO: Avanços e Recuos HENOQUE VIRÍSSIMO DE AMORIM Orientadora Profª. Maria Esther de Araújo Profª. Giselle Böger Brand Co-orientadora DOCUMENTO PROTEGIDO PELA LEI DE DIREITO AUTORAL Rio de Janeiro - RJ 2014

2 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM SEXOLOGIA CÉLULAS TRONCO: Avanços e Recuos HENOQUE VIRÍSSIMO DE AMORIM Monografia apresentada ao Instituto A Vez do Mestre como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Sexualidade Humana. Orientadora: Maria Esther de Araújo Rio de Janeiro - RJ 2014

3 UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM SEXOLOGIA CÉLULAS TRONCO: Avanços e Recuos HENOQUE VIRÍSSIMO DE AMORIM Este Trabalho de Conclusão de Curso foi julgado e aprovado para a obtenção do título de Especialista, no Programa de Pós-Graduação Da UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES - Instituto A Vez do Mestre. Aprovada em de de BANCA EXAMINADORA Profª. Maria Esther de Araújo - Orientadora Profª. Giselle Böger Brand Co-orientadora

4 AGRADECIMENTOS Agradeço aos mestres, que caminharam comigo até o final do curso, especialmente às Doutoras Narcisa Melo e Fabiane Muniz, pela extraordinária assistência pedagógica e tolerância para com os meus limites. Agradeço à Profª Drª Cínthia por não medir esforços no apoio e na orientação necessários ao meu aprendizado. Agradeço às Tutoras e Coordenadora professoras Giselle Brand e Esther Araújo pela paciência e competência na transmissão dos seus conhecimentos, cuidando sempre para que conquistasse o máximo de conhecimento sobre o assunto, fosse pelos chats, pelos s ou diretamente via telefone. Agradeço à colega Luziana Lourenço, bibliotecária do BNB, por ter aceitado os trabalhos de revisão e normatização desta obra. Agradeço, de sobremaneira, a Deus, visivelmente expresso na Face Salvadora de Jesus, que me assiste em tudo o que faço e me orienta no que devo fazer para amenizar as dores dos irmãos que estão no meu entorno. Este agradecimento é especial.

5 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho a Isaura Freire de Amorim, a santa que meus olhos conheceram, pelo extraordinário exemplo de mulher, esposa, mãe de família e alma devota aos ensinamentos de Jesus. Dedico também a José Veríssimo Sobrinho, a quem coube a paternidade de nove filhos. Dedico a Edmílson, meu irmão caçula, pela paciência em conduzir sua cruz, com os olhos fitos no Céus. Dedico a uma pessoa que me ama verdadeiramente, Vera Veríssimo dos Santos e que é manifesto do meu reconhecimento. Dedico a Dr. Raphael Cruz, Diretor Presidente da Sociedade Contemporânea de Psicanálise, detentora de diversos títulos internacionais, pela deferência à minha pessoa, na condição de psicanalista. Por fim, dedico a todos os cientistas que manipulam diariamente as Células-tronco, na convicção de que eles nunca durmam com remorso e peso na consciência, por haverem sacrificado vidas humanas. Por mais nobre que seja o trabalho deles, o valor da vida supera o valor de sua nobreza.

6 Caí, como caem os que não se equilibram na linha perversa das mãos. Perdi-me em todas paradas com túnicas, turíbulos, espadas ou bilros, mas nunca desencantei em trajes esfarrapados nem com glórias de El Rei! (UBIRAJARA MELO)

7 RESUMO Sabe-se da preocupação de instituições religiosas, dos artistas e das demais instituições comprometidas com o tema, inclusive no ambiente médico, do cuidado com o uso indiscriminado de células-tronco, até por que o assunto ainda é uma incógnita mesmo no meio científico, quanto à sua legitimidade sem prejuízo da vida humana. A definição de células-tronco, conforme o autor consultado não exclui definitivamente a possibilidade do sacrifício da possibilidades de vidas originários, em benefício de patologias em pessoas à espera de um transplante. Como problema de pesquisa, levantaram-se as diversas possibilidades que as Células-tronco oferecem à humanidade, em vista de uma infinidade de órgãos degenerativos que encontrarão nelas solução para os seus problemas. Ainda dentro da visão da pesquisa científica, estudou-se a diversidade de vertentes que apoiam o seu uso, igualmente, aquelas que incriminam, reprovam e censuram o uso indiscriminado dessas células. Nessa polaridade, foram apresentados nesse trabalho, tantos os avanços científicos, a partir de pensadores modernos e renomados no assunto, como os recuos justificados por instituições que devem o direito à vida, em quaisquer circunstâncias. Dentro dessa lógica, utilizou-se de pesquisa qualitativa, conforme instrumentos documentais. Para a pesquisa de campo utilizou-se questionários, contendo perguntas significativas sobre o tema, na iminência de dar visibilidade tantos aos avanços, quanto aos recuos, tendo como alicerce fundamental a pesquisa bibliográfica e as pesquisas de campo. Palavras-chave: Células-tronco. Pensamento conceitual. Limites científicoéticos.

8 METODOLOGIA A metodologia pode nos oferecer a compreensão de certos métodos e técnicas que comprovam o seu valor na prática da pesquisa (ASTI VERA, 1974 apud CIRIBELLI, 2003). Quanto à linha metodológica efetuada para este trabalho científico usouse a de pesquisa bibliográfica e a pesquisa de campo, mediante a aplicação de questionário, bem como a elaboração de entrevistas, todos voltados para a questão: CÉLULAS-TRONCO: Avanços e Recuos, cuja finalidade estará limitada a; 1) Análise interpretativa de diversos teóricos sobre o tema. 2) A investigação dos textos terá como esbarro sincrônico o resultado do pensamento científico, segundo a diversidade de autores pesquisados, as entrevistas efetuadas e os questionários formulados; 3) O tema limitar-se-á a um delineamento geral das ideias do público alvo da pesquisa. Justifica-se a pesquisa bibliográfica porque ela não é mera repetição do que já foi dito ou escrito sobre certo assunto, mas propicia o exame de um tema sob novo enfoque ou abordagem, chegando a conclusões inovadoras. (MARCONI; LAKATOS, 2008). Gonçalves (2005) considera importante conhecer as diferentes contribuições científicas sobre o assunto que se pretende estudar. Neste sentido, este tipo de pesquisa não se trata apenas de repetição de assunto, corroborando o que foi afirmado por Marconi e Lakatos, ela é importante para que possamos conhecer o assunto que será estudado e seus autores. Além de revisar a literatura existente e não repetir o tema de estudo ou experimentação. (GONÇALVES, 2005). Tornando o assunto consistente, já que é desenvolvida a partir de material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos científicos. (GIL, 1989), além de que:

9 Toda bibliografia já tornada pública em relação ao tema de estudo, desde publicações avulsas, boletins, jornais, revistas, livros, pesquisas, monografias, teses, material cartográfico etc., até meios de comunicação orais: rádio, gravações em fita magnética e audiovisuais: filmes e televisão. (MARCONI; LAKATOS, 2008). A pesquisa bibliográfica foi complementada pelo estudo exploratório, já que a bibliográfica aprofunda o conhecimento do assunto abordado na pesquisa e a exploratória, conforme Traviños (2006) permite ao investigador aumentar sua experiência em torno de determinado problema, sem haver preocupação com a construção de hipóteses a serem testadas. À mercê do que já foi dito, pesquisou-se em livros, na internet, revistas e sites específicos, compactando-se os pensamentos distintos: de um lado, aqueles que vêm na ciência à grande esperança para a salvação de muitas vidas; do outro, aqueles que, apesar de enxergarem a visão científica, condenam o seu uso, por entenderem que ela pode inibir a possibilidade de uma vida futura, coíbe o direito à vida. Foram utilizados questionários junto ao público médico, profissionais afins, e pesquisa mediante entrevistas aos frequentadores do Centro Cultural do Banco do Nordeste do Brasil S/A, na cidade de Fortaleza-CE, o que ocorreu nos meses de maio e junho/2013. Os questionários e as entrevistas, dirigidos ao público da área médica e afins, tiveram as mesmas perguntas, já aos demais públicos, (Como os usuários do CCBNB 1 ) as perguntas foram diversificadas. A pesquisa esteve limitada a: 1) Análise interpretativa de diversos teóricos sobre o tema, notadamente SANCHES, Mário Antônio, (2) Interpretação dos textos como esbarro sincrônico, resultado do pensamento científico, segundo os autores pesquisados, as entrevistas efetuadas e os questionários formulados; 3) O 1 Centro Cultural do Banco do Nordeste do Brasil S.A. Fortaleza-CE>

10 tema limitou-se a um delineamento geral das ideias do público alvo da pesquisa de campo. No que pese o tema Células-tronco está originariamente ligado à medicina, daí por que a ciência médica tê-lo como objeto de pesquisa, foi escolhido para intitular este trabalho de investigação científica, por ter sido alvo de estudo na grade curricular do curso de Pós-graduação em Sexologia, da UNIVERSIDADE CÂNDIDO MENDES/ Instituto A Vez do Mestre. O que se configura de novo aqui, além das atuais posições de diversas correntes científicas, é o posicionamento de instituições populares notadamente à margem do assunto. Células-tronco têm uma conexão direta com a sexualidade humana, pois é na origem da vida, após a fecundação, na fase embrionária, que o ser humano se personifica. Essa afirmação foi contestada por alguns teóricos, entre eles Sanches, Mário Antônio Viera, José Odair e Melo Evandro Arlindo, o que demonstra a inquietação dos pensadores da matéria sobre a ligação das Células-tronco com toda a formação da sexualidade humana. O foco da ciência, entretanto, não se identifica com a linha de pensamento espiritual/metafísico, prescindindo assim quaisquer conceitos que contrariem os seus princípios investigativos. Respeitando essa lógica, além de toda pesquisa científica feita a partir de vasta bibliografia e grande economia de referências sobre o tema, às pesquisas de campo dão um suporte subjetivo ao assunto, voltado mais para os avanços e recuos.

11 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 - Dreamstine/ Especial para Terra 34 Figura 2 - Gráfico 1 - Você já ouviu falar no tema Células-tronco? 78 Figura 3 - Gráfico 2 - Você já ouviu falar no tema Células-tronco embrionárias? Figura 4 - Gráfico 3 - Desconhecendo as Leis que protegem os embriões, você recomenda o uso de células-tronco embrionárias. Figura 5 - Gráfico 4 - Existem códigos de ética, Leis e Estatuto dos embriões. Desde que sejam observados, você recomenda o uso de células-tronco embrionárias? Figura 6 - Gráfico 5 -Na sua opinião, há alguma relação das célulastronco embrionárias com a religião, Vida x religião e só com a ciência

12 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 13 CAPÍTULO I ESTUDOS SOBRE CÉLULAS-TRONCO Conceitos distintos sobre o início da vida Partícula de Deus Origem e propriedade da célula Tipos de Células-Tronco Terapia a partir de Células-Tronco Reprodução assistida Lei da Biossegurança Considerações a respeito da Lei de Biossegurança Pesquisas com Células-Tronco Debate sobre as Células-Tronco com pesquisadores 53 CAPÍTULO II - A CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE Princípio de Proteção à vida Princípio da Dignidade da Pessoa Humana Estatuto do Embrião Humano Ética e Pesquisa O que o Código de Ética diz a respeito 71 CAPÍTULO III - PESQUISA BIBLIOGRÁFICA E PESQUISA DE CAMPO Posicionamento de artistas plásticos e usuários do Centro Cultural 77 do Banco do Nordeste do Brasil, Fortaleza CE 3.2 Posionamento do Banco de Sangue do Cordão Umbilical e 82 Plancentário de Fortaleza CRIOCORD 3.3 Analise da Pesquisa 84 CONSIDERAÇÕES FINAIS 87 BIBLIOGRAFIA 91 WEBGRAFIA 93 ANEXOS 95

13 13 INTRODUÇÃO A Sexualidade humana é responsável por toda a formação, estruturação e felicidade do ser. É a partir dela que se constituem os futuros valores que definirão as propriedades de caráter e personalidade da pessoa. Nos anos 60, Junges (1999), nos Estados Unidos, deu início os casos de manipulação em pesquisas, usando como cobaia pacientes indefesos, tais como os mentalmente fragilizados, entre eles pacientes em fase de diálise, sifilíticos negros e pessoas com síndrome de Down. Essa postura da ciência, para com essas pessoas indefesas, dava início às diversas futuras possibilidades de abrangência dessa prática também com as células-tronco, em função de sua fragilidade e dos seus benefícios na recuperação de órgãos degenerativos tanto no ser humano, como no reino animal irracional, suscitando a necessidade da criação da bioética, para o estudo sistemático da conduta/valores humanos no universo da ciência. Deduz-se que, se a sexualidade humana está comprometida diante das especulações científicas, descambando para a prática do aborto, reprodução assistida, etc., notadamente, as células-tronco, por razões terapêuticas no universo humano vitimado por males terminais, foram também alvo das mesmas especulações e, de forma abusiva, o que foi demonstrado nesse trabalho. Em vista das diversas correntes ideológicas existentes no mercado sobre Células-tronco, este trabalho tem por finalidade proceder a um estudo acurado a respeito do assunto, mostrando a variedade de pensamento sobre Células-tronco-Avanços e Recuos até o momento. Teve-se a cautela de pesquisar a discussão sobre por que o tema vir questionando a tantos teóricos, dificultando que a ciência se manifeste definitivamente sobre o assunto. Apesar disso, não se tem a pretensão de apresentar uma resposta definitiva, haja vista a complexidade do assunto e, a própria ciência, não tem um formato categórico ou decisivo do assunto. O estudo das células-tronco traz um emblemático questionamento ainda indefinido para a ciência: até onde o uso indiscriminado dessas células são

14 14 compatíveis com o código de ética médica e favoráveis à defesa da vida. Enquanto isso acentua-se no mundo inteiro a rejeição à sua prática indiscriminada, em vista da fragilidade a que fica exposto o direito à vida. Neste trabalho de caráter científico foram investigado o diversificado mundo conceitual da ciência, a intervenção de profissionais da área quanto à sua legalidade, os efeitos da prática regenerativa de órgãos humanos, com auspicioso benefício para a humanidade. Foi objeto de pesquisa uma série de questionamentos que envolvem o tema Células-tronco ou que tenham ligação direta com ele, tais como código de ética, leis, terapias com células-tronco, além daquilo que já foi citado nesta introdução. Também foram objeto de pesquisa o estudo da dúvida e da incerteza que pairam sobre a possibilidade de desvalorização da vida ainda no feto ou em quais modalidades celulares, posto que o direito à vida seja inerente a toda a humanidade, em qualquer que seja o seu estágio. A ciência tem se deparado com duas correntes distintas e dicotômicas, quando se trata da evolução dos estudos e pesquisa sobre Células-tronco, apesar dos resultados satisfatórios do seu uso, seja nos transplantes de rins, fígado, pulmão, seja nos transplantes da medula óssea e outros órgãos degenerativos. Distinguem-se, quer no meio científico, quer nos consultórios médicos, exatamente nas mãos dos profissionais por onde as Células-tronco serão manipuladas, duas visões dicotômicas sobre o mesmo tema: De um lado, há aqueles que defendem o seu uso, para restabelecer o direito à vida, oferecendo esperança a muitos pacientes hoje desenganados, diante de órgãos degenerados à espera de uma solução da ciência; do outro lado, estão aqueles que questionam o seu uso, sob a alegação de que as Células-tronco põem em risco o direito à vida, sobremaneira, a vida daqueles que não têm voz para se defender. Em face deste impasse no meio da economia médico - cientifica, este trabalho tem por fim, colher o máximo de informações possível, junto ao que o mercado tem apresentado de mais moderno, seguro e, rigorosamente, de caráter científico, que possa contribuir para melhor

15 15 compreensão do assunto, seja por parte de pessoas leigas, seja por parte dos profissionais da área. A imprensa dá contas de que pessoas leigas, mas de formação religiosa relevante, também interferem, oferecendo posicionamentos sobre o tema. Estas, igualmente, foram ouvidas, com o único objetivo de oferecer subsídios que contribuam para estudo intrigante do assunto. Também o código civil foi consultado, afinal, trata-se de um trabalho de pesquisa, que envolve a vida, e, exatamente por isso, é interessante que tanto a massa popular quanto o legislativo tenham vez para sua manifestação, possibilitando ao leitor um resumo criterioso que lhe assegure confiabilidade científica do tema. Dentro dessa ótica, o objetivo primeiro desse trabalho foi investigar o que se pensa sobre o uso das Células-tronco, ouvindo formadores de opinião e profissionais da área, mediante levantamento bibliográfico do que existe de mais recente sobre tema. Efetuar criterioso trabalho de campo, mediante o uso de questionários e entrevistas pessoais e investigar tanto o pensamento de artistas plásticos, estudantes de medicina, psicanalistas militantes, quanto o pensamento de pessoas religiosas, evitando, assim, possibilitando a inclusão social irrestrita na avaliação do assunto. Quando o resumo disse respeito especificamente à classe científica, será facilmente identificado pelas citações bibliografias, o que aconteceu, igualmente, quando o sumário se relacionou tanto a aplicação dos questionários, quanto das entrevistas. Nestes dois últimos casos, foram apresentados gráficos, cujo objetivo é facilitar a visualização dos resultados obtidos, também por um público cujo tema não lhe seja familiar. No capítulo I, procedendo aos estudos específicos sobre Células-tronco, foi elaborado um rápido estudo investigativo sobre o tema: Célula, cuja finalidade é subsidiar o leitor sobre o assunto que será pesquisado, a partir de

16 16 sua base original, seu núcleo, seu RNA 2 e seu DNA 3. Também nos detemos a pesquisar os conceitos distintos sobre a vida através das visões metabólicas, ecológica, neurológica, embriológica e na visão genética. Outro estudo que está abordado neste capítulo é a descoberta do que os cientistas chamam de partícula de Deus, destacando a origem e a propriedade da célula-tronco, assim como seus diversos tipos e suas funções, como seu uso em terapias e em tratamentos de diversas doenças e deficiências medulares. Se fez necessário também, abordar nesse espaço a reprodução assistida e o que a lei diz a respeito do assunto discutido. Para dar continuidade ao embasamento teórico do capítulo II, desenvolvemos o seguinte tópico, embasado na Constituição Federal de 1988, analisando a priori o princípio de proteção a vida, como também, o principio da dignidade da pessoa humana. Analisamos para complementar os estudos o Estatuto do Embrião Humano e as questões éticas da pesquisa com célulastronco, a fim de compreender o que o código de ética diz a respeito dos avanços alcançados na ciência com a utilização de células-tronco. A investigação teórica se deteve exclusivamente sobre assuntos pertinentes aos estudos com células-tronco, a fim de subsidiar a pesquisa de campo, já informado retro, e questionários, que serviram como compactação do questionamento objeto dos formulários. Enquanto no capítulo III, a maior preocupação foi fazer uma levantamento do que se pensa sobre o tema, a partir do conhecimento teórico com a participação de pessoas leigas cientificamente, mas comprometidas com o direito a vida, em toda a sua plenitude. Procuramos analisar o conjunto da 2 O RNA é um polímero de nucleótidos, geralmente em cadeia simples, formado por moléculas de dimensões muito inferiores às do DNA. O RNA é constituído por uma pentose (Ribose), por um grupo fosfato e uma base azotada (nitrogenada, no Brasil) que pode ser adenina (A), guanina (G), citosina (C) e Uracila (U). O RNA forma-se no núcleo e migra para o citoplasma. O RNA apresenta um tipo de cadeia diferente da do DNA; 3 O DNA é um aglomerado de moléculas que contém material genético. Esse material é determinante para o bom funcionamento dos seres vivos e da formação das características físicas. É importante porque, entre outras razões, o DNA contém as informações para que se produza proteínas e ARNs. Sua formação é, em grande parte, envolvida com a estrutura do DNA. Essa é menos importante que a parte genética, responsável por carregar essas informações necessárias para produção de proteínas e para a formação do ser vivo. Sua formação é tão importante que, qualquer alteração nele, pode resultar em grandes mudanças, mutações, na própria formação de um ser vivo. Além disso, sua destruição leva à morte celular o que, em grandes proporções, pode levar à morte. (<

17 17 obra pesquisada, a pesquisa teórica em conjunto com a pesquisa de campo, nos preocupando em traçar um perfil dos avanços e recuos investigados com a utilização das células-tronco. Desenvolvendo no leitor deste trabalho a oportunidade de opinar e questionar sobre o uso de células-tronco, com conhecimento diversificado em várias linhas de raciocínio, seja ela teórico cientifica, religiosa ou mesmo embasada em questionamentos do público leigo. Não pretendemos com este trabalho concluir ou dar algum resultado definitivo a respeito de células-troncos, pertinentes aos seus avanços e recuos, mas sim, alargar o leque de questionamentos em relação ao uso das células, respeitando a priori, o direito a vida e a dignidade do ser humano.

18 18 CAPÍTULO I ESTUDOS SOBRE CÉLULAS-TRONCO 1.1 Conceitos distintos sobre o início da vida Falar de células-tronco, seus diversos tipos, sua origem, recuperação de órgãos degenerativos, preceitos que regulamentam o uso das células-tronco etc. sem falar do ser humano, depositário das células e sujeito beneficiado por elas, deixaria um vácuo conceitual. Por isso, falou-se, neste momento, sobre o início da vida, exclusivamente dentro da visão científica, postergando para outro momento, as avaliações e posições conceituais que colidam com a visão da pesquisa. a) Visão metabólica Para essa corrente, espermatozoide e óvulos são tão vivos quanto qualquer pessoa (BARCHIFONTAINE, 2010, p.42). É evidente que essa teoria não dá uma resposta plausível, pois confundir células vivas, como o espermatozoide, com um organismo vivo e, conforme Sanches, Vieira e Melo, (2012, p.98-99) Não consideramos uma asserção deste tipo razoável, pois, a rigor, neste caso não se busca o início da vida humana, mas o início de uma vida viável fora do útero. Este pensamento propícia a alimentar confusão do que esclarecer as questões estudadas. Se esta posição fosse plausível, estaríamos continuamente descartando vida, pois, células vivas do corpo humano são deixadas em muitos lugares, desde um banho até uma retirada de material biológico para uma doação de sangue. Não podemos tratar parte de um organismo com o mesmo valor que tratamos o organismo em si mesmo;

19 19 b) Visão ecológica A capacidade de sobreviver fora do útero é que faz do feto um ser independente e determina o início da vida. Médicos consideram que um bebê prematuro só se mantém vivo se tiver pulmões prontos, o que acontece entre a 20ª e a 24ª semana de gravidez (BARCHIFONTAINE, p.42); Para os autores citados, [...] concordar com tal proposição é sinal de que estamos debatendo coisas que não o início da vida, em virtude das inúmeras provas e possibilidades de intervenção na vida fetal pela medicina atual. Não consideramos uma asserção deste tipo razoável, pois, a rigor, neste caso não se busca o início da vida humana, mas, o início de uma vida viável fora do útero; c) Visão neurológica O mesmo princípio da morte vale para a vida. Ou seja, se a vida termina quando cessa a atividade elétrica no cérebro, ela começa quando o feto apresenta atividade cerebral igual à de uma pessoa. Alguns cientistas dizem haver esses sinais cerebrais já na 8ª semana; outros, na 2ª. Continuam Sanches, Vieira e Melo, (2012, p. 99) Essa teoria vai aparecer como base da reflexão jurídica [...]. d) Visão embriológica A vida começa na terceira semana de gravidez, quando é estabelecida a individualidade humana. Isso porque até 12 dias após a fecundação o embrião ainda é capaz de se dividir e dar origem a duas ou mais pessoas. (BARCHIFONTAINE, 2010, p.42) a formação de gêmeos monozigóticos, ou seja, a divisão do zigoto formando dois embriões, dá-se simultaneamente até o final da segunda semana pós-fecundação. Esse dado biológico tem sido usado como base para legislações, como a britânica, para permitir a manipulação do embrião. Antes desta data, hoje se pode dizer que está claro para a biologia

20 20 que um organismo vivo tem possibilidade de se dividir e dar origem a dois organismos com a mesma constituição genética inicial. e) Visão genética A ciência rejeita a teoria de que o homem seja uma obra da criação divina e, em sua busca incessante pela verdade sobre a sua existência, a biologia, entre tantas outras ciências, traz para si o direito de apresentar uma diversidade de conceituação. Para Sanches (2007, p. 112) O ser humano encontra-se buscando o significado e a lei interior de sua conduta, a verdade a respeito de sua existência. Na perspectiva científica surge à questão: de que modo a espécie Homo Sapiens ou seja, nós mesmos surgimos na face da terra? Essa pergunta tem sido respondida de diferentes maneiras por cientistas estudiosos da evolução humana. Somos seres vivos, ou seja, partilhamos com todos os outros seres vivos do planeta algumas características básicas, como por exemplo. sermos compostos de células vivas. Isso significa termos nosso DNA formado pelas quatro bases bioquímica CTAG, o qual é transcrito para o RNA e o RNA traduzido em proteínas. O surgimento da vida é um dos maiores enigmas da ciência e o ponto de partida para a evolução. Hoje os animais que mais se parecem com os humanos são o chimpanzé, o gorila e o orangotango. Por isso, eles são chamadas de antropoides, que quer dizer semelhantes ao homem. Podemos dizer que são nossos primos, pois nós e eles temos um mesmo antepassados que viveu há 30 milhões de anos. [...] Após o homo erectus aparecer na África ao redor de 1,7 milhões de anos atrás, nós vemos rapidamente uma exaustão das variedades. Todas as outras espécies de Homo aparentemente desapareceram, apenas o robustus sobreviveu à emergência do Homo erectus. Temos que imaginar um animal que tenha a estatura de humano moderno, mas um cérebro 25% menor Ele fazia complexos instrumentos de pedra, machados, cortadores, macetes, desenhados para tarefas específicas. Mas os membros desta espécie não eram humanos. Faltava neles, aparentemente, a habilidade de pensar simbolicamente como um humano moderno. Eles não enterravam seus mortos nem executavam complexos rituais. (SANCHES, 2007, p. 114)

21 Partícula de Deus A naturalidade com que a ciência percorre o universo na ânsia de encontrar resposta para o desconhecido justifica a sua eficiência. Descobertas inusitadas têm sido reveladas ao mundo, capazes de hipotecar a nossa confiança nos resultados das pesquisas e investigações científicas. Da clonagem de animais e logo, logo, do ser humano da recuperação de órgãos degenerados por doenças incuráveis até a reconstituição de órgãos a partir de células-tronco e da construção dos aparelhos físicos humanos, a ciência tem se atrevido chegar. Do ponto de vista científico, esses dados dão ao homem o conhecimento ilimitado na pretensão de investigar tudo quanto existe na natureza. Essa pretensão representa um grande marco na evolução dos conhecimentos científicos, assegurando à humanidade maior convicção nos benefícios oriundos da ciência. Afinal, o homem tem provocado tanto destruição à natureza que, por maiores que sejam as descobertas ele ainda é devedor. Dentro dessa ótica, vê-se como resultado positivo todos os ganhos científicos que assegurem maior tranquilidade e firmeza à vida. Alguma variante merece um olhar acurado, entretanto. Essa variante é o que se pretende ou aonde se quer chegar, diante da ambição científica? Seria a garantia de uma vida com mais estabilidade? Seria o comprometimento com a recuperação de órgãos degenerados, dando-lhes maior nível de energia e, consequentemente, um prolongamento da vida mediante recomposição do organismo humano? E quando a ciência descamba para descobertas mais ousadas, como a citada a seguir: Bóson de Higgs seria responsável por massa dos átomos. Os físicos do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em francês) encurralaram a partícula conhecida como bóson de Higgs apelidada de partícula de Deus, segundo anúncio em Genebra, na Suíça. Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que não há dados suficientes para se confirmar que ela foi descoberta. O bóson de Higgs é uma partícula hipotética que seria a primeira com massa a existir após o Big

22 22 Bang e responsável pela existência de massa em outras partículas do Universo. (RODOVALHO, 2013) A partir do exposto, pergunta-se: A que a ciência chama de Partícula invisível? A pergunta persiste: Por que, posteriormente, a ciência batiza essa partícula invisível de Partícula de Deus? Sabe-se, desde o começo dos tempos, da ambição científica em provar que a existência da espécie humana tem origens. Após análise do que foi dito até aqui, é de bom alvitre escutar o que diz Sanches (Brincando de Deus, p. 136): Repetidas vezes vemos os críticos do desenvolvimento da pesquisa científica em genética afirmarem, num tom de denúncia, que os cientistas estão brincando de Deus. Essa expressão em português é a tradução da expressão playing God. No entanto, na língua inglesa ela assume diferentes conotações e sentidos. O verbo to play pode significar brincar. Tocar, desempenhar um papel, atuar como, agir como, desempenhar o papel de Deus, mas também agir como Deus. Dentre os inúmeros significados apresentados para o verbo to play, se o objetivo é tão somente desempenhar um papel ou agir como, será razoável aceitar a proposta da ciência, quando ela assume esse papel? Afinal, criado a imagem e semelhança de Deus 4, cabe ao homem todo o poder investigativo, toda a sua pretensão, toda a sua ambição na descoberta do oculto, do desconhecido, desde que respeite a sua condição de apenas semelhança do ser criado com o seu Criador 5. Muito mais que uma simples partícula, o homem é o depositário de toda a sabedoria de Deus, em sua condição de ser como semelhança de Deus. Nessa lógica, pouco tem feito ainda o homem para aproximar-se da verdadeira missão que recebeu do Pai: Façamos o homem a nossa imagem, como nossa semelhança. Há muito a ser feito para que a ciência chegue à sombra da imagem e da semelhança como Deus. Há, entretanto, uma pergunta que persiste tanto para a ciência, quanto para os estudiosos dela, especificamente quando se debruçam apoiados no estudo do 4 Bíblia de Jerusalém. Ed. Paulinas, 1998, p Grifo nosso.

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