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1 Revista bimestral de ciência e investigação em saúde Nº6 - Ano Julho/Agosto Criopreservação: Novas soluções para a (in) fertilidade feminina Cod. Barras Células estaminais e o futuro da medicina regenerativa Projecto de intervenção em crianças e adolescentes obesos

2 Campus Académico do ISAVE Quinta de Matos - Geraz do Minho Póvoa de Lanhoso Tel Fax Licenciaturas em: Enfermagem Fisioterapia Terapêutica da Fala Farmácia Higiene Oral Prótese Dentária Radiologia Análises Clínicas e Saúde Pública

3 Editorial Educar para a saúde começa no nosso querer. Parte de cada um de nós construirmos uma vida sã em nós e nos outros. A Ser Saúde quer criar os laços afectivos da educação em saúde para profissionais, apresentar uma visão diferente e global do que será o futuro em saúde. 1 Unida ao ISAVE, criada num espaço verde, a Ser Saúde fomenta o equilíbrio entre o saber em saúde junto dos profissionais. Não coloca barreiras, abre o caminho, deixa cada texto educar na grandeza do que apresenta e descreve. No aumento contínuo de maus hábitos de saúde, no aumento de doenças que limitam a qualidade de vida das pessoas, são os profissionais que têm de alargar o âmbito de intervenção, saber, procurar, alimentar uma procura diversa em diferentes temas de saúde, criando a unidade entre profissionais em sabedoria que levará a uma intervenção junto das pessoas mais atenta, cuidada, humana. A Ser Saúde, sem ilusões, cria na diversidade a unidade do saber, da sabedoria. Na ciência, a Ser Saúde alimenta os profissionais de saúde que procuram construir a harmonia entre a prática de saúde e todo o ser humano, no fundo, o Ser Saúde Isabela Vieira

4 2 10 Sandra Morais Cardoso As células estaminais e o futuro da medicina regenerativa As células estaminais são células indiferenciadas com capacidade proliferativa ilimitada que se podem diferenciar em diversos tipos celulares em resposta a diferentes estímulos. A célula estaminal por excelência é o zigoto; este e as células resultantes das duas primeiras divisões são células totipotenciais, isto é, células que podem dar origem a um indivíduo, pois podem diferenciar-se em todos os tipos celulares do organismo e ainda nas células que compõem os tecidos extra-embrionários. 20 Maria José Verdasca, Zélia Vaz Obesidade infantil prevalência em idade pré escolar A consulta de vigilância é um espaço privilegiado para esta avaliação; numa perspectiva de prevenção, aos pais pode ser dada informação sobre os hábitos alimentares mais adequados e a necessidade de actividade física, adaptada segundo o interesse de cada criança e com estas tentar negociar medidas correctivas. 24 Entrevista a Maria Arminda Costa Enfermagem Ajudar os outros a ser competentes A Enfermagem é a arte e a ciência de cuidar pessoas. Actualmente, o enfermeiro é um profissional altamente qualificado, com a qualificação dirigida para a área de cuidar pessoas. O seu atributo profissional inclui aspectos técnicos e humanos e orienta todo o trabalho que faz para que as pessoas os integrem na sua saúde. Tudo aquilo que seja dirigido à construção da saúde pelas pessoas é um trabalho onde o enfermeiro pode e deve estar. 38 Raquel Brito, Teresa Almeida Santos, João Ramalho-Santos Criopreservação de ovócitos e tecido ovárico: Implicações para a fertilidade É absolutamente necessário discutir com os doentes oncológicos as opções disponíveis em termos de fertilidade e de possibilidades reprodutivas futuras. Esta realidade é particularmente importante nas mulheres jovens com cancro da mama, antes de proceder a quimioterapia.

5 56 Maria Júlia Rodrigues Percepção da qualidade de vida dos idosos maiores de 75 anos no concelho de Vila Nova de Gaia Estratégias educativas para a mudança O envelhecimento populacional constitui uma realidade e um desafio às sociedades modernas. A sociedade portuguesa, à semelhança de outros países, vive alterações demográficas com reflexos profundos no tecido social, familiar, laboral e educativo. 70 Célia Franco O álcool e o homem A relação entre o álcool e o Homem é complexa e ambivalente. O consumo de álcool continuado frequentemente leva ao adoecer de forma lenta e insidiosa, sendo difícil de entender pelo doente e de diagnosticar pelo médico. O diagnóstico atempado de situações de beber nocivo ou de dependências em situação inicial pelos médicos de família é fundamental para prevenir o agravamento das situações e o aparecimento de danos irreversíveis. 90 Fábio Salgado, Carla Xavier Próteses parciais removíveis acrílicas funcionais Este trabalho visa dar a conhecer uma técnica simples que vem incrementar a qualidade funcional das próteses parciais acrílicas, que são próteses de baixo custo, ainda hoje muito solicitadas por uma grande maioria da população. 98 Sónia Pereira Projecto de intervenção em crianças e adolescentes obesos A obesidade é um problema de saúde que afecta uma elevada percentagem da população mundial. É considerada um problema grave, com uma prevalência extremamente alta e é reconhecida como um dos maiores problemas de saúde das sociedades modernas civilizadas. 114 Gustavo Afonso, Lara Costa, Marta Miranda Apósitos para tratamento de feridas em meio húmido A selecção do material a utilizar no tratamento local deve ter por base as orientações técnicas existentes e o tratamento de feridas deve ser efectuado em equipa multidisciplinar. Poster Miguel Lopes, Sérgio Tomé Traumatismo dentário O que fazer? Se o dente 3

6 Actualidade I Congresso Luso-Galaico de Gerontologia no ISAVE 4 LK Comunicação O ISAVE organizou o I Congresso Luso-Galaico de Gerontologia Olhar para Intervir, nos dias 19 e 20 de Abril, nas novas e recentes instalações. Este encontro culminou num momento de reflexão e de conhecimento acerca de um fenómeno tão pertinente na actualidade: o Envelhecimento Humano. Foi proporcionado um cruzamento de domínios e saberes na área da Gerontologia que contou com a presença de um conjunto de investigadores nacionais, oriundos de várias instituições/unidades de ensino superior que se destacam pelos trabalhos realizados nesta área (Unidade de Investigação e Formação de Adultos e Idosos UNIFAI, Universidade de Aveiro, Escola de Enfermagem Calouste Gulbenkian de Braga, Universidade do Minho e Faculdade de Medicina de Lisboa), e internacionais (Universidade de Santiago de Compostela, Universidade da Coruña e Universidade de Vigo). Foram apresentados trabalhos de docentes do ISAVE nas diversas áreas: fisioterapia, prótese dentária, radiologia e farmacologia. O perfil temático do congresso iniciou com uma abordagem introdutória ao estudo e compreensão do envelhecimento biológico, seguindo para uma actualização dos mais recentes avanços na investigação e educação em Gerontologia. No sentido de ir ao encontro de necessidades dos palestrantes, este momento contou com um painel unicamente destinado à Promoção de Saúde da Pessoa Idosa. Por fim, foram abordadas as várias perspectivas no âmbito do envelhecimento psicossocial. Conscientes de que foi um momento bastante proveitoso para todos os participantes, o ISAVE marcou com distinção um dos acontecimentos mais emblemáticos nesta área em registo nacional. Mafalda Duarte, membro da Comissão Organizadora do Congresso

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8 Agenda JULHO/AGOSTO 6 V Jornadas de Pneumologia em Medicina Familiar dos Açores e Continente 05 de Julho Angra do Heroísmo Seminários de Actualização em Farmacoterapia - Métodos Qualitativos na Avaliação da Farmacoterapia: Quais e como Utilizar 06 de Julho Auditório do Hospital Fernando da Fonseca (Amadora-Sintra) III Jornadas de Dermatologia de Contacto 07 de Julho Hospital Santa Maria, edifício Egas Moniz, Anfiteatro Egas Moniz Seminário de Drenagem Linfática 13 de Julho Instalações IPN (Arca D Água) I Encontro de Profissionais do ISAVE / de Julho ISAVE, Póvoa de Lanhoso I Congresso Internacional de Gerontologia: (Con)vivências do corpo à alma 19 de Julho Lisboa II Congresso Nacional da Associação Portuguesa de Podologia 20 de Julho Póvoa de Varzim Contributo da Avaliação Motora nas Práticas de Intervenção Precoce 20 e 21 de Julho ISAVE, Póvoa de Lanhoso Seminário de Imagiologia 21 de Julho Instalações IPN (Arca D Água) 11th EFNS Congress 25 de Agosto Brussels, Belgium Director Eugénio Pinto Editores Isabela Vieira Rui Castelar Director de arte e grafismo Ângelo Mendes Publicidade Celmira Dias Propriedade Ensinave Educação e Ensino Superior do Alto Ave Campus Académico do ISAVE Quinta de Matos Geraz do Minho Póvoa de Lanhoso NIF Impressão Orgal, impressores Rua do Godim, Porto Tiragem 5 mil exemplares / bimestral Nº de Registo na ERC ISSN Depósito Legal /06 Contactos Ser Saúde Campus Académico do ISAVE Instituto Superior de Saúde do Alto Ave Quinta de Matos Geraz do Minho Póvoa de Lanhoso Telefone Fax Os artigos publicados nesta edição da Ser Saúde são da responsabilidade dos autores. Proibida a reprodução parcial ou total, sob qualquer forma, sem prévia autorização escrita.

9 Prémio Ser Saúde/ISAVE O ISAVE, Instituto Superior de Saúde do Alto Ave, com desejo de contribuir para o desenvolvimento da ciência e investigação em saúde, confere anualmente um prémio denominado Prémio Ser Saúde/ISAVE de ciência e investigação em saúde. O Prémio, no valor de 5.000,00 (cinco mil euros), será atribuído ao melhor trabalho ou conjunto de trabalhos publicados durante 2006 e 2007 na Ser Saúde. O vencedor do Prémio Ser Saúde/ISAVE será conhecido até 31 de Março de O Prémio será entregue a 19 de Abril de Júri do Prémio: Amílcar Falcão, Daniel Serrão, Maria Júlia Silva Lopes, Rui L. Reis, Susana Magadán Contactos: ISAVE Campus de Geraz - Quinta de Matos Geraz do Minho Póvoa de Lanhoso Telefone Fax Regulamento em

10 8 Conselho Científico Ser Saúde Adelino Correia Adília Rebelo Adrian Llerena A. Fernandes da Fonseca Alberto Salgado Alexandre Antunes Alexandre Castro Caldas Alexandre Quintanilha Alves de Matos Amílcar Falcão Ana Preto António Miranda António Paiva António Rosete Armando Almeida Arminda Mendes Costa Artur Manuel Ferreira Berta Nunes Carla Matos Carlos Alberto Bastos Ribeiro Carlos Albuquerque Carlos Pedro Castro Carlos Pereira Alves Carlos Valério Carmen de la Cuesta Catarina Tavares Célia Cruz Célia Franco Constança Paúl Daniel Montanelli Daniel Pereira da Silva Daniel Serrão Delminda Lopes de Magalhães Dinora Fantasia Duarte Pignatelli Elsa Pinto Eurico Monteiro Fátima Francisco Faria Fátima Martel Fernando Azevedo Fernando Schmitt Fernando Ventura Freire Soares Guilherme Macedo Gustavo Afonso Gustavo Valdigem Helena Alves Helena Martins Henrique de Almeida Henrique Lecour Isabela Vieira João Costa João Luís Silva Carvalho João Pedro Marcelino João Queiroz João Ramalho Santos Joaquim Faias Jónatas Pego Jorge Correia Pinto Jorge Delgado Jorge Ferreira Jorge Marques Jorge Soares

11 Jorge Sousa Pinto José Amarante José Carlos Lemos Machado José Eduardo Cavaco José Eduardo Lima Pinto da Costa José Luís Dória José Manuel Araújo José Matos Cruz José M. Schiappa José Rueff Laura Simão Liliana Osório Lisete Madeira Lucília Norton Luís Basto Luís Cunha Luís Martins Luiza Kent-Smith Manuel Domingos Manuel Mendes Silva Manuel Teixeira Veríssimo Manuela Vieira da Silva Marco Oliveira Margarida Soveral Gonçalves Mari Mesquita Maria Júlia Silva Lopes Maria Manuela Rojão Maria Margarida Dias Mário Rui Araújo Mário Simões Marta Marques Marta Pinto Miguel Álvares Pereira Paulo Daniel Mendes Pedro Azevedo Pedro Vendeira Piedade Barros Querubim Ferreira Ramiro Délio Borges de Menezes Ramiro Veríssimo Raquel Andrade Regina Gonçalves Rosa Martins Rui L. Reis Rui de Melo Pato Rui Nunes Sandra Cardoso Sandra Clara Soares Sérgio Branco Sérgio Gonçalves Sérgio Nabais Sónia Magalhães Susana Magadán Tiago Barros Tiago Osório de Barros Wilson Abreu Veloso Gomes Victor Machado Reis Virgílio Alves 9 Tratamentos Domiciliários Aerosolterapia * Oxigenoterapia * Ventiloterapia Screnning Domiciliário * Aspirador de Secreções Ventilação Volumétrica * Apneia de Sono Apneia do Lactente * Pulsoximetria * Coughassist Gasin Gases Industriais S A Rua do Progresso, Leça da Palmeira Tel.: Fax.: EN KM 1,8 D S. Marcos Cacém Tel.: Fax.:

12 Sandra Morais Cardoso Bióloga, Investigadora do Centro de Neurociências e Biologia Celular, Professora Assistente da Faculdade de Medicina de Coimbra 10 AS CÉLULAS ESTAMINAIS e o futuro da medicina regenerativa Da mitologia grega vem a história de Prometeu, filho de Jápeto, um dos doze Titãs filhos dos primitivos senhores do universo, Gaia e Urano. Como castigo por ter enviado o fogo para a Humanidade, Zeus ordenou que Prometeu fosse acorrentado a uma rocha e enviou uma águia para lhe comer um bocado do fígado todos os dias. No entanto, o fígado de Prometeu foi capaz de se regenerar todos os dias, permitindo que este sobrevivesse. Actualmente, cientistas e médicos esperam que este conceito lendário se torne numa realidade através do desenvolvimento de terapias que permitam a substituição de células ou tecidos danificados e/ou envelhecidos no corpo humano. A investigação em células estaminais é hoje uma realidade que irá permitir, num futuro próximo, a utilização destas células em novas terapias humanas que visam a cura ou diminuição da progressão de doenças até agora incuráveis.

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14 12 O que são células estaminais? As células estaminais são células indiferenciadas com capacidade proliferativa ilimitada que se podem diferenciar em diversos tipos celulares em resposta a diferentes estímulos. A célula estaminal por excelência é o zigoto; este e as células resultantes das duas primeiras divisões são células totipotenciais, isto é, células que podem dar origem a um indivíduo, pois podem diferenciar-se em todos os tipos celulares do organismo e ainda nas células que compõem os tecidos extra-embrionários (Slack, 2000). Podemos ainda considerar as células pluripotentes, que se podem diferenciar em todos os tipos de células provenientes das três camadas germinativas (ectoderme, mesoderme e endoderme), mas não no indivíduo (Alison et al., 2002; Ulloa-Montoya et al., 2005). As células que só têm a capacidade de se diferenciar num tecido ou camada germinativa específica denominam-se de multipotentes. Uma outra categoria de células são as unipotentes que, embora apresentem elevada capacidade de auto-renovação, só originam um tipo celular específico (Alison et al., 2002). Que tipo de células estaminais se conhecem? Podemos considerar três grupos de células estaminais: células estaminais embrionárias, células estaminais da placenta e do cordão umbilical e células estaminais adultas. As células estaminais embrionárias (células ES, do inglês Embryonic Stem) são células que derivam da massa celular interna do blastocisto (Figura 1). São consideradas células pluripotentes e obtêm-se no quinto dia de desenvolvimento embrionário mesmo antes da implantação do blastocisto à parede do útero (Figura 2). Está descrito que estas células mantêm a capacidade de auto-renovação, mesmo passados muitos meses em cultura, mantendo a habilidade de se diferenciarem desde células de músculo a células nervosas e sanguíneas (Alison et al., 2002; Ulloa-Montoya et al., 2005).

15 Podemos considerar três grupos de células estaminais: células estaminais embrionárias, células estaminais da placenta e do cordão umbilical e células estaminais adultas. 13 Figura 1. Blastocisto humano (crédito fotográfico de M. J. Conoghan). Fotografia de um blastocisto humano préimplantação no útero. Observa-se a massa celular interna da qual se podem obter as células estaminais embrionárias (seta). Figura 2. Obtenção de células estaminais embrionárias (adaptado de Terese Winslow, 2006). Figura representativa da obtenção de uma cultura de células estaminais embrionárias pluripotentes.

16 14 Emboras as células ES sejam as células estaminais com maior potencial quer na investigação básica, no estudo da diferenciação e função dos tecidos humanos, quer na prática clínica, no tratamento de diversas patologias, o facto de serem obtidas de embriões humanos levanta problemas éticos. Na tentativa de ultrapassar este problema surgiu o interesse de obter células estaminais alternativas às embrionárias. Recentemente têm vindo a ser isoladas células estaminais da placenta e do cordão umbilical que são uma fonte de células estaminais não embrionárias, que possuem uma grande concentração de células estaminais hematopoiéticas, para além de células estaminais mesenquimais e células estaminais progenitoras endoteliais. Desde o início deste milénio algumas empresas em Portugal dedicaram-se à recolha e obtenção deste tipo de células que podem ser colhidas e processadas logo após o nascimento, num processo totalmente seguro e indolor para a mãe e para o recém-nascido. O potencial terapêutico destas células, como a sua utilização mais imediata, e já realizada no tratamento de diferentes cancros do sangue, ou futuramente virem a ser utilizadas em terapêuticas ainda experimentais como no tratamento da diabetes, lúpus, ou nas doenças neurodegenerativas, tem sido um dos argumentos que estas empresas utilizam para cativarem os portugueses. Para além das células estaminais da placenta e do cordão umbilical têm vindo a ser investigadas fontes de células estaminais adultas (neuronais, medula óssea e sangue, progenitoras endoteliais, músculo esquelético, percursoras epiteliais da pele e do sistema digestivo, pâncreas e fígado). Este tipo de células estaminais, embora preencham os critérios atribuídos às células estaminais, têm uma capacidade de auto-renovação e diferenciação mais restrita que as células ES. Contudo, estudos recentes demonstraram que estas células têm a capacidade de se diferenciar nos diferentes tipos celulares das três camadas germinativas após remoção do seu tecido de origem (Ulloa- Montoya et al., 2005). As células estaminais adultas mais estudadas são as células hemato- Um dos problemas associado à utilização de células estaminais é que estas, teoricamente, podem dar origem a cancro. As células estaminais adultas permanecem no organismo durante um período de tempo alargado, podendo acumular mutações que levam ao desenvolvimento de tumores.

17 poiéticas que dão origem às células do sangue (eritrócitos, plaquetas, linfócitos e granulócitos) e podem ser obtidas pós-natalmente, a partir da medula óssea, ou do sangue periférico mobilizado (Domen et al., 2006). Desde 1956 que três diferentes laboratórios demonstraram que ao injectarem células da medula óssea a ratinhos cujo sistema hematopoiético tinha sido destruido por radiação, ocorria uma regeneração do sistema que forma o sangue (Ford et al., 1956). Um outro tipo de células estaminais adultas que tem vindo a ser muito investigado são as células estaminais neuronais; apresentam as mesmas características de auto-renovação e de diferenciação semelhante a qualquer outro tipo de célula estaminal adulta (Panchision et al., 2006). Estas células têm a capacidade de originar neurónios e células da glia (astrócitos e oligodendrócitos) (Temple, 2001) e podem ser obtidas na zona subventricular do ventrículo lateral e na camada subgranular do giro dentado do hipocampo (Doetsch, 2003). Embora existissem dados desde os anos 60 que apontavam para que novas células nervosas pudessem ser formadas (neurogénese) nos cérebros de mamíferos adultos, só nos anos 90 é que se começou a investigar este facto no contexto da terapêutica de substituição celular aplicada a várias doenças neurodegenerativas (Panchision, 2006). 15

18 16 Aplicação da terapia celular na prática clínica Como as células estaminais têm a capacidade de se dividirem por períodos indefenidos, no caso das células estaminais adultas durante a vida do organismo, e porque em determinadas condições, ou devido a diferentes sinais, dão origem às diferentes células do organismo, podem estar na génese da investigação da função dos tecidos humanos. Podem ainda ser utilizadas nos testes de segurança e eficácia de novos medicamentos, como, por exemplo, nos testes de novas drogas cardíacas (Figura 3), podendo também ser utilizadas nos transplantes terapêuticos de doenças degenerativas. Muitas das doenças humanas são causadas pela morte ou disfunção de um ou poucos tipos de células como, por exemplo, as células que produzem insulina, no caso da diabetes, ou os neurónios dopaminérgicos, no caso da doença de Parkinson. A substituição destas células pode oferecer uma cura ou tratamento eficaz que se irá manter ao longo da vida. Embora já se tenham realizados vários ensaios clínicos utilizando o transplante de células estaminais, ainda faltam muitos anos de investigação básica para que esta terapêutica possa ser utilizada como procedimento standart na prática clínica. A aplicação de terapias de substituição celular aplicadas às doenças auto-imunes tem sido testada. O sistema imunológico tem como função distinguir os mais variados componentes do próprio organismo dos componentes de organismos invasores, de modo a que possa combater as infecções provocadas por estes. Quando falha no reconhecimento dos componentes celulares do próprio e os ataca e destrói, pode-se desenvolver uma doença auto-imune, por exemplo a esclerose múltipa, a diabetes tipo I, que são doenças que involvem só um orgão ou tecido (mielina ou as células dos ilhéus beta do pâncreas), ou o lúpus, doença que se caracteriza pelo ataque imunitário a diferentes tecidos ou orgãos. Traynor e colegas demonstraram em 2000 que o transplante autólogo de células estaminais hematopoiéticas em sete doentes com lúpus permitiu que a doença permanece-se inactiva durante três anos sem a necessidade de medicamentos imunosupressores. No caso da diabetes, tem sido difícil induzir a diferenciação das células estaminais em células produtoras de insulina. A descoberta dos métodos para isolar e crescer as células ES em 1998 trouxeram novas esperanças a doentes, cientistas e médicos para a cura da doença. Soria e colaboradores conseguiram manipular e diferenciar células ES de ratinho em células produtoras de insulina humana. Estas células foram implantadas em ratinhos diabéticos cujos sintomas da diabetes reverteram. No âmbito da doença de Parkinson, que se caracteriza pela morte dos neurónios dopaminérgicos da substância nigra, têm-se realizado terapias de substituição celular com tecidos neuronais fetais. A utilização destas células acarreta problemas de ordem ética e prática, devido à necessidade de utilizar muitos fetos para se poderem obter células neuronais dopaminérgicas (Lindval et al., 1989; Bjorklund e Lindvall, 2000). Para além dos problemas éticos, temos também de considerar a dificuldade de obter um fenótipo dopaminérgico in vitro, a morte das células transplantadas e a dificuldade com que estas formam sinápses (Panchision,

19 ). Uma alternativa ao uso de neurónios de mesencéfalo de embriões com seis a nove semanas é a utilização de células estaminais embrionárias ou neuronais adultas. A utilização destas células é bem mais promissora que as de mesencéfalo fetal, pois podem-se ultrapassar as variações no tecido fetal que é sempre limitado e pouco caracterizado e que pode estar na base dos diferentes resultados obtidos em doentes de Parkinson. Figura 3. A promessa da investigação em células estaminais (adaptado de Terese Winslow, 2006). Figura representativa das diferentes áreas de investigação com células estaminais.

20 18 Cancro: uma doença das células estaminais Um dos problemas associado à utilização de células estaminais é que estas, teoricamente, podem dar origem a cancro. As células estaminais adultas permanecem no organismo durante um período de tempo alargado, podendo acumular mutações que levam ao desenvolvimento de tumores. As células estaminais, por terem a característica de proliferação ilimitada, podem facilmente adquirir um fenótipo tumurogénico. E, por fim, a utilização de células ES em transplantes terapêuticos pode levar ao aparecimento de teratocarcinomas (Figura 4), tumores derivados de células embrionárias pluripotentes. No entanto, não foram encontradas até hoje metástases após transplantes de células ES. Figura 4. Células de teratocarcinoma humano. (A) Células marcadas com Mito Tracker-red, detecção por microscopia de fluorescência; (B) Células detectadas por microscopia de contraste de fase (crédito fotográfico de A. Raquel Esteves).

21 Problemas éticos relacionados com a utilização das células estaminais Embora a utilização de células ES obtidas de embriões com 5 dias possa ser eticamente condenável por alguns, as repercursões da sua utilização na terapia de várias doenças é de extrema importância para o futuro da medicina regenerativa. Portanto, devemos reflectir sobre a questão do que é a vida e se um embrião de 5 dias de desenvolvimento é um ser humano vivo que tem de ser protegido jurídica, ética e moralmente. Muitos cientistas acreditam que a vida humana começa com o desenvolvimento do sistema nervoso. E se pelos critérios de morte cerebral por declaração da Ordem dos Médicos prevista no artigo 12º da Lei nº 12/93 de 22 de Abril, um indivíduo morto é aquele que, entre outros parâmetros, não responde a um estímulo doloroso, não respira espontaneamente, então será cientificamente correcto dizer que um zigoto ou um embrião com 5 dias de gestação não é um indivíduo vivo, mesmo que tenha todo o potencial de vir a ser. Embora a investigação em células estaminais tenha como fim a utilização de células estaminais adultas que têm como vantagem óbvia a não rejeição dos transplantes por parte do doente, a obtenção e estudo das células ES tem-se revelado fundamental. A opinião que devemos formar acerca deste assunto leva-nos concerteza a auscultar aquilo que nós somos a título individual, mas também a descobrir o nosso papel na sociedade, e que, por vezes, uma atitude mais liberal no contexto social permite-nos defender com mais rigor os fundamentos ético/morais que espero que todos tenhamos. 19 Referências bibliográficas Alison MR, Poulsom R, Forbes S, Wright NA, J Pathol., 2002; 197: Bjorklund A, Lindvall O, Nat Neurosci., 2000;3: Doetsch F, Curr Opin Genet Dev., 2003;13: Domen J, Wagers A, Weissman IL, The National Institutes of Health resource for stem cell research, 2006; Ford CE, Hamerton JL, Barnes DWH, Louit JF, Nature, 1956; 177: Lindvall O, Rehncrona S, Brundin P,Arch Neurol., 1989; 46: Panchision DM, The National Institutes of Health resource for stem cell research, 2006; Slack JM, Science, 2000; 287: Soria B, Roche E, Reig JA, Martin F, Novartis Found Symp., 2005; 265: Temple S, Nature, 2001; 414: Traynor AE, Schroeder J, Rosa RM, Cheng D, Stefka J, Mujais S, Baker S, Burt RK, Lancet, 2000; 356: Ulloa-Montoya F, Verfaillie CM, Hum WS, J Biosci Bioeng., 2005; 100:

22 Maria José Verdasca Médicas Centro de Saúde Dr. Joaquim Paulino, Rio de Mouro Zélia Vaz 20 Obesidade infantil prevalência em idade pré-escolar

23 21 Introdução O Plano Nacional de Saúde 2004/2010 contempla o desenvolvimento de estratégias e intervenções no combate à obesidade. Sabe-se que o ganho de adiposidade na criança entre 5/6 anos é um indicador de risco, predispondo para a obesidade na idade adulta e para o aparecimento de doenças metabólicas.

24 Material e métodos Análise retrospectiva das fichas do exame global de saúde dos 5/6 anos realizados em População crianças nascidas em 1998, inscritas no Centro de Saúde de Rio de Mouro (CSRM). Amostra crianças que realizaram o exame global de saúde. Percentil IMC: Foram utilizadas as tabelas de Percentil do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) publicadas em Maio 2000 (figura 1). Definições (segundo Direcção Geral de Saúde): Obesidade: IMC P95 Pré-obesidade: IMC P85 e < P95 Variáveis sexo e Percentil do Índice Massa Corporal (IMC). 22 Figura 1 Referências 1) Ministério da Saúde. Plano Nacional de Saúde Volume II Orientações Estratégicas. 1ªEdição. Lisboa: Direcção Geral de Saúde; ) Rodrigo CP. Vigilância nutricional e intervención comunitária [on the internet]. Conferência Internacional de Obesidade Infantil; 2005 Nov 25-26; Coimbra. [cited 2006 Aug 25] 3) Rolland-Cachera MF, Maillot M, Deherger M, Bellisle F. Growth patterns and the risk of obesity [on the internet]. Conferência Internacional de Obesidade Infantil; 2005 Nov25-26; Coimbra. [cited 2006 Aug 25] pt/cioi/ 4) Ministério da Saúde. Programa Nacional de Combate à Obesidade - Circular normativa nº03/dcdg. Lisboa: Direcção Geral de Saúde; ) p://www.cdc.gov/growthcharts/ 6)

25 Resultados Foram inscritas no Centro de Saúde 620 crianças em 1998 (306 do sexo feminino e 314 do sexo masculino) e 460 crianças realizaram o exame global em 2004, correspondendo a 74%, o que representa uma amostra significativa. Foram analisados 454 fichas sendo 227 do sexo feminino e masculino; 6 fichas não foram validadas por falta de registos. No quadro 1, apresenta-se a distribuição da obesidade pelo total de crianças e no quadro 2, a distribuição por sexo. Distribuição das Crianças por percentil IMC Quadro 1 Distribuição das Crianças por percentil IMC e Sexo Quadro 2 23 Conclusões A prevalência da obesidade encontrada foi 15%, sendo mais acentuada no sexo feminino. A pré-obesidade foi de 16%. Face a estes resultados é uma prioridade identificar as crianças obesas e em risco de obesidade, mesmo noutros grupos etários. A consulta de vigilância é um espaço privilegiado para esta avaliação; numa perspectiva de prevenção, aos pais pode ser dada informação sobre os hábitos alimentares mais adequados e a necessidade de actividade física, adaptada segundo o interesse de cada criança e com estas tentar negociar medidas correctivas. Reforçar o papel importante que cabe a toda a família neste processo. Promover acções educativas na escola e na comunidade nas áreas de nutrição e actividade física e implementar medidas preventivas necessárias a promover uma boa saúde. As crianças obesas em risco devem ser referenciadas.

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