1. (PT) - Público, 20/02/2014, Ministro quer que tempos de espera para exames passem a ser controlados como nas cirurgias

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2 Revista de Imprensa (PT) - Público, 20/02/2014, Ministro quer que tempos de espera para exames passem a ser controlados como nas cirurgias 1 2. (PT) - Diário de Notícias, 20/02/2014, Efeito dos remédios para o cancro avaliado por registo oncológico 2 3. (PT) - Público, 20/02/2014, Doentes esperam quatro meses por uma consulta 3 4. (PT) - Destak, 20/02/2014, Contratação de 200 médicos 4 5. (PT) - Página 1, 19/02/2014, "Os médicos não têm de entrar todos no SNS" 5 6. (PT) - Diário de Notícias, 20/02/2014, Médicos que chumbem podem voltar a exame no ano seguinte 8 7. (PT) - Jornal de Notícias, 20/02/2014, Médicos contra comércio ilegal na profissão 9 8. (PT) - Diário de Notícias, 20/02/2014, Cerca de 40 médicos arriscam expulsão da Ordem por fraudes (PT) - Diário de Notícias, 20/02/2014, Vacinados 1,5 milhões com mais de 60 anos (PT) - Diário de Aveiro, 19/02/2014, ARS Norte promete unidade de saúde familiar para Sardoura (PT) - Correio do Minho, 19/02/2014, Centro Clínico Académico prevê ensaios com doentes saudáveis (PT) - Correio da Manhã, 20/02/2014, População contra linha de alta tensão (PT) - Diário do Minho, 19/02/2014, Concurso premiou melhores slogans sobre tabagismo (PT) - Visão, 20/02/2014, Cancros da mama e do pulmão a aumentar (PT) - Correio da Manhã, 20/02/2014, Mamografias podem diminuir (PT) - Visão, 20/02/2014, Fazer ou não fazer, eis a questão (PT) - Correio da Manhã, 20/02/2014, Cegueira ninisterial (PT) - Visão, 20/02/2014, Correio - Check up ao SNS (PT) - Sábado, 20/02/2014, Estar sentado pode matá-lo (PT) - Comunicações, 01/02/2014, "Saúde: Um setor convergente" (PT) - OJE, 20/02/2014, Células estaminais e cardiologia: onde estamos e para onde vamos? (PT) - i, 20/02/2014, "A eutanásia resulta muitas vezes de inseguranças dos médicos" - Entrevista a José Luís Pereira (PT) - Público, 20/02/2014, Quase 57% dos africanos vivem em regiões onde é fácil contrair malária (PT) - Jornal de Notícias, 20/02/2014, Governo faz nova purga de funcionários públicos com menos qualificações 34

3 A1 ID: Tiragem: DANIEL ROCHA Pág: 21 Área: 10,46 x 30,09 cm² Corte: 1 de 1 Paulo Macedo diz que listas de espera para exames, sempre houve Ministro quer que tempos de espera para exames passem a ser controlados como nas cirurgias Saúde Catarina Gomes Doentes poderão ser encaminhados para privados, caso exames não sejam realizados dentro do tempo pré-estabelecido O ministro da Saúde admite criar um sistema de controlo da listas de espera para exames médicos idêntico ao que já existe para as cirurgias, em que os doentes podem ser encaminhados para um privado quando as operações não possam ser feitas num hospital público dentro de um prazo clinicamente aceitável. Em entrevista ao Jornal de Negócios, o ministro Paulo Macedo reconheceu que é necessário melhorar o controlo das esperas dos utentes por meios complementares de diagnóstico (que incluem desde análises a exames como TAC, raios X, entre outros). O Serviço Nacional de Saúde (SNS) tem um controlo sobre os tempos de espera em que é emitido um cheque, um vale, ao fim de x tempo, para poder ser feita essa cirurgia na área privada ou no sector social. Essa parte também é preciso que seja feita para os meios complementares de diagnóstico, disse o responsável pela pasta da Saúde. No mês passado foi conhecido o caso de uma doente que, entre a análise que detectou sangue nas fezes e a realização de uma colonoscopia que confirmou que padecia de cancro colo-rectal, esperou dois anos, altura em que o tumor se tor- nou inoperável, noticiou o Diário de Notícias. O coordenador nacional do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas, Nuno Miranda, disse na altura que, entre uma análise positiva e uma colonoscopia, dois meses de espera é razoável. Questionado pelo PÚBLICO, o presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), Luís Cunha Ribeiro, admitia a hipótese de criar um programa especial de incentivos para fazer diminuir as suas listas de espera, à semelhança do que existe para algumas cirurgias. O Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC) foi criado em 2004 como medida de combate às listas de espera. Este sistema prevê que, caso um hospital público não possa garantir a realização da cirurgia dentro do tempo clinicamente aceitável, o utente seja encaminhado para outra unidade pública ou que seja emitido um vale-cirurgia para poder recorrer a um dos hospitais privados ou sociais convencionados com o Ministério da Saúde. Por exemplo, na área do cancro, está fixado que os tempos clinicamente aceitáveis para uma cirurgia variam entre três dias, para situações muito urgentes, 15 dias o período mais frequente, até um máximo de um mês. Paulo Macedo diz que listas de espera para exames, sempre houve e continuará a haver, sublinhando que o que é desejável é que estejam dentro de períodos perfeitamente aceitáveis e diferindo de doenças graves e não-graves. E isso tem que ser controlado. Página 1

4 A2 ID: Tiragem: Pág: 12 Área: 26,34 x 12,93 cm² Corte: 1 de 1 Página 2

5 A3 ID: Tiragem: PAULO PIMENTA Pág: 17 Área: 10,53 x 30,48 cm² Corte: 1 de 1 Tempos de espera nas consultas hospitalares ainda preocupam Doentes esperam quatro meses por uma consulta Saúde Alexandra Campos Em 2013, hospitais fizeram mais cirurgias e urgências, mas diminuíram as consultas nos centros de saúde Os hospitais públicos estão a fazer mais consultas a pedido dos médicos de família, mas os doentes ainda têm de esperar cerca de quatro meses, em média, para serem atendidos por um especialista hospitalar. O tempo médio de resposta a um pedido de consulta enviado de um centro de saúde para um hospital diminuiu 2,4 dias entre 2012 e 2013, mas era ainda superior a 120 dias no final do ano passado, adianta a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) no último relatório da actividade assistencial, ontem divulgado. Apesar da melhoria observada [na resposta aos pedidos de consulta referenciados pelos médicos de família para os hospitais], os tempos de espera continuam longe do desejável, admite a ACSS no resumo da monitorização de Dezembro de Criado em 2008, o sistema Consulta a tempo e horas estabeleceu prazos máximos para atendimento dos doentes no Serviço Nacional de Saúde (30 dias para consultas consideradas muito prioritárias, 60 dias para as prioritárias e 150 dias para as não prioritárias). Em 2013, após uma monitorização a este sistema, a Entidade Reguladora da Saúde (ERS) concluiu que continuava a funcionar com muitos problemas e deficiências: 60% dos hospitais que responderam ao inquérito da ERS alegaram ter fal- ta de recursos humanos, sobretudo de médicos, para fazer face à procura. Ainda assim, no último balanço sobre esta matéria (relativo a 2012), o Ministério da Saúde garantiu que cerca de 70% das consultas se realizaram dentro dos tempos máximos de resposta garantida. Do ponto de vista da actividade assistencial, os números agora divulgados pela ACSS apontam para um aumento de produtividade em quase todas as áreas face a 2012: aumentaram as consultas realizadas nos hospitais a pedido dos médicos de família (11,8%), cresceram as primeiras consultas e as consultas subsequentes nos hospitais, e foram realizadas mais cirurgias (2,8%). Mais de metade (55,7%) destas cirurgias foram feitas sem necessidade de internamento hospitalar (em ambulatório), destaca a ACSS. Em sentido contrário, em 2013 verificou-se uma ligeira redução das consultas nos centros de saúde (-0,1%). Diminuíram tanto as consultas presenciais como as não presenciais, tendo aumentado neste período apenas as consultas domiciliárias. Relativamente às urgências, em 2013 voltaram a ultrapassar a fasquia dos seis milhões (mais 2,2% do que em 2012). A evolução da actividade de urgência hospitalar está muito dependente da sazonalidade dos surtos de doenças respiratórias infecciosas e ondas de calor, justifica a ACSS. Em 2012, a procura das urgências diminuíra substancialmente (passou de mais de 6,4 milhões de atendimentos em 2011 para 5,9 milhões), um indicador considerado positivo. Já nas urgências dos centros de saúde prosseguiu o movimento descendente menos 312 mil do que no ano anterior. Página 3

6 A4 ID: CONCURSO EXTRA Contratação de 200 médicos Tiragem: Pág: 5 Área: 4,66 x 4,08 cm² Corte: 1 de 1 A Ordem dos Médicos concorda com o concurso que irá contratar 200 médicos de clínica geral, mas diz que este não irá resolver a falta de profissionais. Página 4

7 A5 ID: Três anos de troika: e agora? Tiragem: 0 Pág: 2 Área: 16,43 x 25,90 cm² Corte: 1 de 3 Os médicos não têm de entrar todos no SNS Nem todos os médicos podem aceder ao Serviço Nacional de Saúde. Apesar de defender esta ideia, o ministra da Saúde revela, na entrevista à Renascença e Jornal de Negócios, que vai abrir concurso para que haja mais clínicos em medicina geral e familar. Paulo Macedo defende mais mobilidade nas especialidades, a aplicação à área dos meios de diagnóstico das regras que funcionam na das cirurgias e anuncia que vão surgir novas poupanças por força de negociações em curso com as farmacêuticas. Na entrevista, o ministro da Saúde confessa ainda um pecado : deveria ter-se esforçado mais na obtenção de acordo com o PS. A entrevista insere-se no ciclo Três anos de troika: e agora?. O próximo ministro convidado é o da Educação, hoje, na Edição da Noite, a partir das 23h00.» Anabela Góis e Marlene Carriço [Jornal de Negócios] O ministro da Saúde defende que é preciso aplicar aos meios complementares de diagnóstico o que já é feito com as listas de espera para cirurgia: depois de um determinado tempo de espera, o doente recebe um vale para que a operação possa ser feita noutro hospital público, no sector privado ou no sector social. É deste modo que Paulo Macedo reage à sucessão de denúncias de casos graves de atraso na realização de exames de diagnóstico no Serviço Nacional de Saúde. (SNS). Precisamos de um melhor sistema de controlo para as esperas dos meios complementares de diagnóstico, justifica. Para o ministro, esta é uma forma de tornar mais equitativo o acesso aos cuidados de saúde, área que não vê como tendo sido prejudicada pelos cortes que têm sido feitos no sector. O ministro diz ainda que está preocupado com a transposição da directiva europeia sobre cuidados de saúde transfronteiriços, norma que permitirá aos cidadãos europeus escolherem o país em que são tratados, se o seu próprio país não der resposta em tempo útil. A directiva tem aspectos positivos, tem aspectos negativos e tem aspectos que nos preocupam, designadamente, em termos de equidade, ou seja, se, de facto, quem vai aceder à directiva são apenas as pessoas de maiores recursos, afirma Macedo, manifestando também preocupação com a possibilidade de fraude que esta directiva abre. É preciso o país ter cuidado com a facturação falsa, avisa Macedo, pois os cuidados prestados noutro país serão cobrados ao país de origem. Quanto à entrada em vigor da directiva, o ministro lembra que é questão dependente do Parlamento, para onde já foi enviada. Estamos a trabalhar para que seja este ano, adianta. SNS não é para todos os médicos Noutro momento da entrevista, Paulo Macedo afirmou que os médicos não têm todos de entrar no Serviço Nacional de Saúde. O ministro lembrou que uma das propostas do grupo de trabalho para a revisão do regime de internato médico passava pela eliminação dos internos que tivessem abaixo de uma determinada percentagem. Por exemplo, hoje em dia, quem tem zero ou cinco por cento é sempre colocado. Haveria a intenção de, abaixo de uma determinada percentagem, não ser colocado, recordou. Repetindo que é isto que está em cima da mesa, Paulo Macedo não faz uma opção clara por esta proposta saída do grupo de trabalho. Aliás, a opção do Ministério no projecto de decreto-lei que está em fase de negociação com os médicos não vai inteiramente nesse sentido, prevendo que os internos que tenham menos de 50% de respostas certas no exame RR Mais cortes em negociação O ministro da Saúde confirma que já foram cortados mais de mil milhões de euros no sector e avança que mais será cortado, uma vez que continuam a decorrer negociações com a indústria farmacêutica. Temos definido no memorando inicial um corte de 1% do PIB. O que temos de ver com a indústria é como podemos cumprir esta obrigação que temos com a troika e com o que está orçamentado, explica Paulo Macedo, recusando avançar com um número específico. O valor vai depender da previsão do que vamos gastar em 2014, argumenta o ministro, recordando que o que, nos últimos anos, tem acontecido receber notas de crédito por parte da indústria farmacêutica. Paulo Macedo considera que o sector da saúde está agora mais equitativo, porque se cortou nos preços praticados pela indústria farmacêutica e foi possível aumentar o número dos beneficiários isentos. O ministro assegura também que os cortes têm sido feitos, sobretudo, no plano dos grandes actores e não no dos utentes ou dos serviços. Paulo Macedo faz notar que, embora a população portuguesa tenha diminuído, o número de cirurgias, consultas e atendimentos nas urgências não diminuiu. Página 5

8 Tiragem: 0 Pág: 3 ID: de internato não possam escolher especialidade. No actual sistema, os internos escolhem a especialidade em função da nota no exame, sendo os que têm nota mais alta os primeiros a escolher. Embora o ministro diga que nem todos os médicos têm de entrar no SNS, reconhece, por outro lado, que não será fácil resolver o problema da falta de médicos de medicina geral e familiar, mesmo quando o concurso já anunciado até pretende captar médicos que nunca estiveram no SNS. Vamos lançar um concurso para 200 médicos em medicina geral e familiar, tentando abranger aqueles que estão fora do Serviço Nacional de Saúde, ou seja, um concurso para pessoas que tenham tirado o seu curso fora e nunca tenham entrado no SNS, ou que estejam no privado e queiram vir para o sector público, reforça o ministro. Um dos objectivos do Governo é proporcionar um médico de família a todos os portugueses. Nesse sentido, foram alargadas as listas de doentes por médico, uma medida que, aliada a outras, permitiu que 500 mil portugueses ganhassem um médico. A zona onde é mais notória a falta de médicos de família é Lisboa e Vale do Tejo. Mais mobilidade nas especialidades Outro objectivo assumido por Paulo Macedo é acelerar a mobilidade nas especialidades. O ministro sublinha que a lei existe, sendo necessário aplicá-la, para atacar o problema da má distribuição de especialistas. O que precisamos é de pôr em prática o que está feito: poder haver mobilidade num raio de 60 quilómetros. Neste momento, não precisamos de mais legislação, afirma o ministro da Saúde. As unidades de saúde estão a fazê-lo, estão a fazêlo num ritmo lento, mas temos de ter mais mobilidade, porque temos já excesso de alguns especialistas Área: 16,79 x 23,16 cm² Corte: 2 de 3 hospitalares nalguns hospitais e faltam noutros, acrescenta Macedo, admitindo que também não tem resultado a tentativa de promover o regresso ao serviço de médicos já reformados. Desde 2011, regressaram menos de uma centena. Na entrevista à Renascença e ao Jornal de Negócios, Paulo Macedo também lembrou que, este ano, entra em vigor o sistema de avaliação dos médicos, que vai avaliar a produtividade e actividade assistencial. Partos de Badajoz devem passar para Portalegre Noutro momento da entrevista, o ministro da Saúde defendeu que não faz sentido manter o acordo para que os bebés portugueses nasçam em Badajoz, maniefstando preferência pela realização desses partos em Portalegre: Há maternidades que têm de ser mantidas, no sentido de vermos se a região não fica totalmente isolada. Não nos parece que faça grande sentido manter os partos em Badajoz e que não possam ser feitos em Portalegre. Paulo Macedo deixou claro que algumas maternidades vão ter de se fundir, como vai acontecer em Coimbra, porque há menos nascimentos, mas há outras que não podem fechar, mesmo que tenham menos de mil partos por ano, de modo a não deixar as populações isoladas. O caso de Portalegre enquadra-se nesta lógica Quanto ao novo hospital de Lisboa - o Hospital de Todos os Santos -, Paulo Macedo diz que ainda não está definido o modelo de financiamento, admitindo que está a ponderar outras possibilidades, como, por exemplo, o recurso a fundos da União Europeia, em vez das tradicionais parcerias público-privadas. Já quanto à abertura, o ministro não se compromete com datas, mas refere que é quase impossível a obra estar concluída em Ministro da Saúde considera que se devia ter esforçado mais para chegar a entendimentos com o PS O ministro da Saúde espera ainda conseguir consensos com o PS para algumas reformas na área da saúde, nomeadamente, no que diz respeito ao futuro da ADSE. Na entrevista à Renascença e Jornal de Negócios, Paulo Macedo lamenta não ter iniciado algumas reformas mais cedo, mas, sobretudo, arrepende-se de não ter alcançado um acordo com o PS. Acho que me devia ter esforçado mais - mas ainda estou a fazer esse esforço - para chegar a um acordo com o PS na área da saúde. Há vários aspectos em que convergimos, como é o caso da necessidade de ainda fazer alguma reforma do Estado em termos centrais, designadamente, entre a administração central do sistema de saúde e as administrações regionais de saúde. Também a questão de manter a capacidade pública é uma área de consenso, assim como a questão de haver uma maior separação entre o público e o privado e também na questão da própria ADSE, relata Paulo Macedo. Em relação à ADSE, o ministro salienta que o PS já aceitou que este sistema deve ser mantido e acredita que há uma possibilidade de consenso que devia servir de exemplo a outras áreas. O fim da ADSE como a conhecemos está marcado para o fim deste ano, ou início do próximo, altura em que passa da tutela do Ministério das Finanças para a do Ministério da Saúde. O ministro não confirma, no entanto, se os funcionários públicos tratados no privado só vão ter acesso aos medicamentos que seriam dispensados no Serviço Nacional de Saúde. Macedo diz que ainda é muito cedo para falar em coberturas, sublinhando que, antes de tudo, é preciso avaliar se a ADSE é auto-sustentável. Página 6

9 ID: Paulo Macedo Tiragem: 0 Novo concurso para 200 médicos em medicina geral e familiar» Págs.2 e 3 Pág: 1 Área: 5,09 x 4,00 cm² Corte: 3 de 3 Página 7

10 A8 ID: Tiragem: Pág: 14 Área: 10,29 x 7,89 cm² Corte: 1 de 1 Página 8

11 A9 ID: Tiragem: Pág: 8 Área: 4,27 x 6,60 cm² Corte: 1 de 1 Página 9

12 A10 ID: Tiragem: Pág: 12 Área: 25,99 x 18,91 cm² Corte: 1 de 2 Página 10

13 ID: Tiragem: Pág: 1 Área: 5,27 x 3,45 cm² Corte: 2 de 2 Página 11

14 A12 ID: Tiragem: Pág: 14 Área: 11,17 x 23,86 cm² Corte: 1 de 1 Página 12

15 A13 ID: ARS Norte promete unidade de saúde familiar para Sardoura Tiragem: 5550 Âmbito: Regional Pág: 16 Área: 25,32 x 30,19 cm² Corte: 1 de 1 D.R. Pedido Castelo de Paiva foi ao Porto manifestar-se contra o encerramento do posto de saúde. A tutela garantiu, ainda, a colocação de mais dois médicos Paivenses exigiram garantia de que vão ter cuidados médicos Alberto Oliveira e Silva A ARS (Administração Regional de Saúde) do Norte prometeu ao município de Castelo de Paiva que, em Março, colocará, no concelho, dois médicos, que contribuirão para a criação de uma unidade de saúde familiar (USF), que servirá as populações de Sardoura e de Oliveira do Arda. Ver para crer!. No balanço da manif realizada, na manhã da passada quarta-feira, no Porto, junto às instalações da ARS, Gonçalo Rocha manifestou-se céptico quanto a uma solução a curto-prazo que reponha os cuidados médicos primários àquelas populações. O presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva disse-se adepto do modelo- USF, mas voltou a mostrar-se desagrado com as práticas do organismo tutelar da saúde na região. Recorde-se que, recentemente, as instalações do antigo posto de saúde da vila de Sardoura foi esvaziado de mobiliário, com a operação a ser efectuada sob protecção de um efectivo da GNR, o que indignou os autarcas paivenses e a população. Dos Paços do Concelho seguiu, então, para o Porto um pe dido de demissão de Sandra Rita, a directora do Agrupamento de Centros de Saúde do Tâmega e Sousa, e o aviso de que a ARS receberia uma visita das populações visadas e dos seus autarcas. Ainda antes da manifestação, a entidade emitiu um comunicado em que, nomeadamente, vincava que a USF garantirá aos utentes uma maior acessibilidade aos cuidados médicos e ganhos em saúde. Mas Gonçalo Rocha mantém a indignação pelo comportamento da Administração Regional de Saúde do Norte esticaram a corda -, verberando não só a afronta da ope ração militarizada como o que considera ser a falta de disponibilidade para o diálogo que, vincou, tinha sido prometido dos responsáveis da ARS do Norte. Refira-se que, na manif, não foi o presidente da Câmara a entrar nas instalações do organismo, para uma conversa com os seus responsáveis. A tarefa ficou a cargo de Gou veia Coelho, o presidente da Assembleia Municipal, e dos presidentes de Junta de Sardoura e de S. Martinho, Joselina Fernandes e Afonso Mendes, respectivamente. Continuam a piorar a vida das populações, disse o chefe do executivo paivense ao Diário de Aveiro, referindo-se a um processo que sente como crescente de retirada de serviços públicos do concelho. D.R. Autarcas lideraram os manifestantes Página 13

16 Tiragem: 8000 Pág: 4 A14 ID: Âmbito: Regional Centro Clínico Académico prevê ensaios com doentes saudáveis HOSPITAL DE BRAGA E UNIVERSIDADE DO MINHO assinaram ontem dois protocolos de cooperação na área da formação. Em breve, o Centro Clínico Académico será reforçado com um novo parceiro. Cores: Preto e Branco Área: 27,47 x 22,31 cm² Corte: 1 de 1 projectos de investigação, ensaios clínicos com medicamentos e investigação com dispositivos médicos. Fundado em 2012, o CCA acolheu no primeiro ano seis projectos de pesquisa clínica, 15 ensaios clínicos e um projecto de validação clínica O administrador executivo do Hospital e o reitor da Universidade do Minho fizeram um balanço muito positivo da actividade desenvolvida no CCA, escusando-se a revelar, para já, o nome do novo parceiro. Os dois protocolos celebrados ontem entre e Hospital de Braga e a Universidade do Minho alargam a cooperação actualmente existente ao nível da formação pré e pós graduada. A enfermagem é uma das áreas em que as duas instituições estreitam as ligações, passando a estar enquadrada a cooperação ao nível das pós-graduações e da investigação. Segundo o administrador João Ferreira, não há praticamente nenhuma área de conhecimento em que não haja interesse do Hospital beneficiar desta proximidade com a Universidade do Minho. O Centro Clínico Académico é um dos óptimos exemplos da colaboração entre a Universidade do Minho e o Hospital de Braga - João Ferreira. Administração do Hospital de Braga e reitoria da Universidade do Minho anunciaram ontem alargamento da cooperação SAÚDE José Paulo Silva Dois anos após a sua criação pela Universidade do Minho e Hospital de Braga, o Centro Clínico Académico (CCA) será reforçado em breve com um novo parceiro, decisão que permitirá a esta estrutura de investigação avançar para a realização de ensaios clínicos de fase 1, ou seja, em indivíduos voluntários saudáveis. O anúncio foi feito ontem pelo administrador executivo do Hospital de Braga, João Ferreira, na cerimónia de assinatura de dois protocolos com a Universidade do Minho na área da formação. Aquele responsável adiantou que no CCA realizam-se já muitos ensaios, mas a entrada do novo parceiro da área dos ensaios clínicos tornará possível a realização dos ensaios clínicos de fase 1 e todo o tipo de investigação desta dimensão. Os ensaios clínicos de fase 1 destinam-se a fazer uma avaliação inicial da segurança e tolerabilidade de novos medicamentos, sendo normalmente efectuados num número reduzido de voluntários saudáveis. Podem, no entanto, ser conduzidos em doentes com patologias graves como doença oncológica ou SIDA. Parceria sem fins lucrativos, entre a Universidade do Minho e o Hospital de Braga, através da Escola de Ciências da Saúde e do Instituto de Ciências da Vida e da Saúde, o CCA desenvolve DR Na opinião do reitor António Cunha, os protocolos dão enquadramento mais adequado aos desafios do momento, nomeadamente da investigação, sendo que o Hospital é um complexo onde praticamente todos os licenciados da Universidade do Minho podem ter lugar, não apenas os licenciados em Medicina e Enfermagem. Durante o ano de 2013, 250 alunos de diversas áreas de formação, com preponderância de cursos da Universidade do Minho, passaram pelo Hospital de Braga. Em 2014, deverão ser 400, os estudantes do ensino superior a realizar formação nesta unidade de saúde. Página 14

17 A15 ID: Tiragem: Pág: 19 Área: 5,70 x 19,97 cm² Corte: 1 de 1 Página 15

18 A16 ID: Terras de Bouro Concurso premiou melhores slogans sobre tabagismo Tiragem: 8500 Âmbito: Regional DR Pág: 9 Cores: Preto e Branco Área: 7,98 x 12,02 cm² Corte: 1 de 1 A Câmara de Terras de Bouro, o Agrupamento de Escolas e a Unidade de Saúde Pública Gerês/Cabreira entregaram os prémios do concurso de slogans e mensagens alusivas à prevenção do tabagismo. O concurso teve grande adesão dos alunos do 8.º ano da Escola Padre Martins Capela. As atividades contaram com a presença da vereadora Liliana Machado, que atribuiu o prémio ao primeiro classificado: um convite que permite usufruir de um conjunto de Turismo na Natureza, destinado ao aluno e sua família. O segundo e terceiro classificados receberam um telemóvel e uma máquina fotográfica, respetivamente. Página 16

19 A17 ID: Tiragem: Period.: Semanal Âmbito: Interesse Geral Pág: 13 Área: 20,03 x 12,53 cm² Corte: 1 de 1 Página 17

20 A18 ID: Tiragem: Pág: 19 Cores: Preto e Branco Área: 16,24 x 24,52 cm² Corte: 1 de 1 Página 18

21 A19 ID: Tiragem: Period.: Semanal Âmbito: Interesse Geral Pág: 64 Área: 20,41 x 26,67 cm² Corte: 1 de 1 Página 19

22 A20 ID: Tiragem: Pág: 18 Cores: Preto e Branco Área: 5,34 x 30,58 cm² Corte: 1 de 1 Página 20

23 A21 ID: Tiragem: Period.: Semanal Âmbito: Interesse Geral Pág: 8 Cores: Preto e Branco Área: 19,01 x 9,47 cm² Corte: 1 de 1 Página 21

24 A22 ID: Tiragem: Period.: Semanal Âmbito: Interesse Geral Pág: 21 Área: 9,06 x 23,59 cm² Corte: 1 de 1 Página 22

25 A23 Comunicações ID: Tiragem: 2500 Period.: Trimestral Âmbito: Tecnologias de Infor. Pág: 18 Área: 26,58 x 36,12 cm² Corte: 1 de 6 Página 23

26 Comunicações ID: Tiragem: 2500 Period.: Trimestral Âmbito: Tecnologias de Infor. Pág: 19 Área: 26,58 x 36,05 cm² Corte: 2 de 6 Página 24

27 Comunicações ID: Tiragem: 2500 Period.: Trimestral Âmbito: Tecnologias de Infor. Pág: 20 Área: 26,58 x 35,89 cm² Corte: 3 de 6 Página 25

28 Comunicações ID: Tiragem: 2500 Period.: Trimestral Âmbito: Tecnologias de Infor. Pág: 22 Área: 26,58 x 37,81 cm² Corte: 4 de 6 Página 26

29 Comunicações ID: Tiragem: 2500 Period.: Trimestral Âmbito: Tecnologias de Infor. Pág: 4 Área: 6,26 x 7,33 cm² Corte: 5 de 6 Página 27

30 Comunicações ID: Tiragem: 2500 Period.: Trimestral Âmbito: Tecnologias de Infor. Pág: 5 Área: 4,96 x 7,41 cm² Corte: 6 de 6 Página 28

31 A29 ID: Tiragem: Âmbito: Economia, Negócios e. Pág: 5 Área: 15,88 x 15,99 cm² Corte: 1 de 1 OPINIÃO Hélder Cruz Células estaminais e cardiologia: onde estamos e para onde vamos? O recurso às células estaminais criopreservadas já é considerado, embora ainda experimentalmente, no tratamento de mais de 80 patologias diferentes. O potencial único destas células traduz-se na regeneração de tecidos danificados e respetivos órgãos, bem como na diminuição da rejeição de transplantes e em doenças auto-imunes. Recentemente, graças ao empenho e esforço de um conjunto de investigadores portugueses, mais um marco foi conseguido. A ECBIO - empresa dedicada à investigação e desenvolvimento em biotecnologia, publicou na revista científica internacional Stem Cell Research and Therapy um artigo em que se demonstra o potencial terapêutico das células mesenquimais do tecido do cordão umbilical (UCX) no tratamento do enfarte agudo do miocárdio (ataque cardíaco). O artigo descreve os resultados em animais, realizados em colaboração com o INEB-Instituto Nacional de Engenharia Biomédica, que demonstram como a terapia com estas células estaminais pode melhorar a função cardíaca e reduzir o tamanho do enfarte. Além de diminuirem a morte celular, aumentam a densidade dos vasos e recrutam células progenitoras cardíacas, acelerando o processo de regeneração e aumentando as hipóteses de recuperação. Esta capacidade de agir através de múltiplos modos de ação é o que distingue a terapia celular dos medicamentos tradicionais e representa um avanço importante. Trata-se de uma descoberta que abre novas potencialidades para o tratamento de uma situação de saúde responsável pela morte de 1300 portugueses todos os anos. Para ser possível obter e criopreservar estas células estaminais mesenquimais, desenvolvemos na ECBIO uma metodologia que consiste no isolamento destas células a partir do tecido do cordão umbilical. O objetivo principal é a separação das células mesenquimais das outras células O potencial único destas células (estaminais) traduz-se na regeneração de tecidos danificados e respetivos órgãos, bem como na diminuição da rejeição de transplantes Investigador em Biotecnologia do ECBIO presentes no tecido como, por exemplo, as células epiteliais e endoteliais. Numa primeira fase, as células estaminais separadas encontram-se em minoria e numa quantidade muito reduzida, tendo que ser purificadas e multiplicadas. No final do processo, são criopreservadas células estaminais mesenquimais com elevado grau de pureza e numa quantidade muito superior à existente inicialmente. Em Portugal, nem todas as empresas fazem o isolamento das células estaminais do tecido, nem asseguram elevada quantidade das mesmas, o que pode levar a que, caso seja necessário utilizá-las no futuro, as células não desempenhem a ação terapêutica desejada. A Cytothera, que tem como parceiro na área da investigação a ECBIO, foi a primeira empresa em Portugal a garantir o isolamento de células estaminais mesenquimais do tecido do cordão umbilical, usando o método desenvolvido pela ECBio, garantindo assim que os seus clientes possam ter acesso a qualquer futura terapia resultante desta investigação. Acredita-se que, no futuro, a aplicação de células estaminais venha ainda revolucionar a terapêutica de várias outras patologias, para as quais ainda não há resposta médica e científica adequada. Página 29

32 A30 ID: Tiragem: Pág: 24 Área: 24,27 x 32,69 cm² Corte: 1 de 3 Página 30

33 ID: Tiragem: Pág: 25 Área: 24,74 x 33,15 cm² Corte: 2 de 3 Página 31

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35 Tiragem: Pág: 27 A33 ID: Área: 27,28 x 30,61 cm² Corte: 1 de 1 Quase 57% dos africanos vivem em regiões onde é fácil contrair malária Entre 2000 e 2010 só 3,7% dos africanos deixaram de viver em zonas com média ou alta probabilidade de ter malária. Apesar de se ter investido nove vezes mais no controlo da doença, a evolução é modesta Saúde Nicolau Ferreira Guiné, Togo, Mali, Moçambique, Burkina Faso, Gana, Costa do Marfim, Uganda, Nigéria e República Democrata do Congo são os dez países africanos que albergam 87,1% da população (159,9 em 183,5 de milhões de pessoas) que vive em regiões com uma probabilidade alta ou muito alta de contraírem o parasita mais mortal da malária. Os dados são de 2010, e mostram que a evolução do controlo da malária na primeira década do século XXI é modesta, apesar do financiamento para o seu combate ter aumentado nove vezes. Assim, naquele ano, 56,8% dos 815,7 milhões de pessoas daquele continente viviam em regiões com média ou alta probabilidade de apanhar esta doença. Em 2000, 60,5% da população estava nas mesmas condições. Ou seja, nos dez anos seguintes, apenas 3,7% da população passou a viver em regiões com risco baixo, mínimo ou nulo de contrair a doença, segundo um trabalho publicado hoje na revista The Lancet. Liderado por Abdisalan Noor e Robert Snow, dois investigadores do KEMRI-Wellcome Trust uma parceria entre o Instituto de Investigação Médico do Quénia, a Universidade de Oxford e o Wellcome Trust (organização privada britânica que financia investigação médica), o estudo retrata, pela primeira vez, a evolução da doença após a criação da iniciativa Roll Back Malaria. Esta parceria iniciada em 1998 para coordenar uma resposta global contra a malária reúne mais de 500 parceiros países onde há malária, empresas, fundações, institutos de investigação, grandes organizações como a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Banco Mundial ou a Unicef. Para a maioria dos países de África com malária endémica, o fardo da doença associado ao Plasmodium falciparum, e como esse fardo mudou ao longo da década de , continua a estar mal definido, lê-se no artigo. O Plasmodium falciparum é a espécie mais letal que causa a malária nas pessoas. Transmitido pelo insecto anófeles, o parasita entra na circulação humana depois de se ser picado por um mosquito infectado, e segue em direcção ao fígado, onde ADRIANE OHANESIAN/REUTERS Há 183,5 milhões de pessoas a viver em regiões onde o Plasmodium falciparum existe abundantemente Malária endémica em África Regiões livres de malária Transmissão instável População entre os dois e os dez anos infectada, em 2010 <1% 1 - < % Fonte: Dr Abdisalan Mohamed Noor / The Lancet PÚBLICO infecta uma célula. Aqui, o parasita multiplica-se milhares de vezes e sai para o sangue. No sangue passa a infectar os glóbulos vermelhos, onde se multiplica novamente. Quando os glóbulos vermelhos rebentam, os sintomas da doença aparecem: febres altas, dores no corpo, dor de cabeça. Por vezes, as pessoas morrem. Resultados ambivalentes O problema é que a contabilização do número de mortes por malária tem uma enorme variação. Estudos diferentes defendem que em 2010 a malária matou entre e 1,23 milhões de pessoas. Abdisalan Noor e Robert Snow optaram por analisar a malária nos vivos. Reuniram informação de estudos feitos em 49 países africanos, desde Estes trabalhos contaram o número de crianças entre os dois e os dez anos com Plasmodium falciparum no sangue, abarcando 3,5 milhões de pessoas. Com estes números, e aplicando um modelo, a equipa conseguiu mostrar a prevalência da malária, neste grupo etário, em 2000 e em 2010, revelando assim a evolução da malária em África. Os resultados apresentados são encorajadores e preocupantes ao mesmo tempo, escrevem Brian Greenwood, da School of London de Higiene e Medicina Tropical, e Kwadwo Koram, do Instituto Memorial Noguchi de Investigação Médica, em Acra, no Gana, num comentário do The Lancet sobre o artigo, onde elogiam este método de amostragem, que dá uma forma válida de avaliar as mudanças na incidência da malária ao longo do tempo. A malária é endémica em toda a África subsariana, menos no Sul. Entre 2000 e 2010, o número de pessoas que viviam em lugares com mais de 50% de crianças infectadas com o Plasmodium falciparum desceu de 218,6 (34,4% da população africana que em 2000 era de 635,7 milhões) para 183,5 milhões de pessoas (22,5% da população, que em 2010 era de 815,7 milhões). No entanto, a população a viver em regiões com prevalência média deste parasita subiu de 178,6 milhões (28,1% da população) para 280,1 milhões (34,3%). Os autores do estudo notam que em 2010, 217,6 milhões de pessoas viviam em regiões que dez anos antes estavam num nível mais grave de endemismo de malária. Mas o aumento populacional de 200 milhões de pessoas a viver em regiões onde há malária diminuiu parte do ganho proporcional na redução da transmissão, lê-se no artigo. Entre 2000 e 2010, o financiamento dado para controlar a malária subiu de 145,1 milhões para 1308 milhões de euros, segundo o relatório de 2010 da OMS sobre a malária. No entanto, este montante ainda é baixo para os recursos necessários para controlar a malária, estimados em mais de 4362,37 milhões de euros para 2010, lê-se no relatório. Para Brian Greenwood e Kwadwo Koram, o estudo mostra que os resultados da luta contra a malária são modestos. Os especialistas alertam para as ameaças como as resistências emergentes do mosquito a insecticidas e do parasita aos antibióticos. Para Robert Snow, estes resultados são um sinal claro para não se abandonar a luta contra esta doença: Se o investimento na [luta contra a] malária não for mantido, centenas de milhões de africanos correm o risco de a infecção recuperar, com consequências catastróficas. Página 33

36 A34 ID: Tiragem: Pág: 2 Área: 26,94 x 32,55 cm² Corte: 1 de 3 Página 34

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