Aspectos biológicos de Ceraeochrysa paraguaria (Navás, 1920) (Neuroptera: Chrysopidae), em condiçóes de laboratório

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1 Bl. Sa. Ueg. P/gs, 33: 35-42, 2007 Aspectos biológicos de Ceraeochrysa paraguaria (Navás, 1920) (Neuroptera: Chrysopidae), em codiçóes de laboratório S. A. DE BORTOLI, A. T. MURATA Com o objetivo de estudar aspectos biológicos de Cereoc^hrvs parxuuriu (Navtís, 1920) (Neuroptera: Chrysopidae) foram realirados testes de cosumo utilizado-se ovos de Ditrae sacchrlrs (Fabr., 1794) (Lepidop[era: Pyralidae), Sito^gu rereulena (Olivier, IR19) (Lepidoptera: Gelechiidae) e Agstu kehi^^lla (zeller, 1879) (Lepidoptera: Pyralidae). O trabalho foi coduzido o Laboratóriu de Biologia e CriaçiAO de Isetos da FCAV-UNESP. Jaboticabal, SP, sob codiçiies cotroladas: 25 t 2 C, 70 ± 10% UR e 14 horas de forofase. Nos testes com larvas foram ubtidos os seguites resultadot: período larval de 11,40; e lq 50 diati e viabilidade larval de 93,^3`%r, 100,00% e 96.60%; e cosumo de 705,80 ovos, 972,10 ovos c 934 ^4 ovos para larvas xlimetadas com os ovos de D. saccharlis, S. cerelell e A. ku^^hiellu, respectivamete. A duraçáo e a viabilidade pupal foram I 1,90; 13,13 e 12,63 dias, e 90,0`%, 90,0% e 86,67% para pupas proveietes de larvas criadas com ovos de A. kuehilellu, S. cerealell e D. saccharalrs, respectivamete. Pelos resultados obtidos pode-e cocluir que C. praruaria demostrou bom potecial para ser utilizada em programas de criç^^o mussal. S. A. De BoaTOLi, Departameto de Fitossaidade, FCAV-UNESP, Via de Accsso Pruf. Paulo Doato Castellae, s/ Jaboticabal, SP, Brasil. bortolic^ fcav.uesp.br A. T. MuRATA, Ex-aluo do Curso de Pós-Graduaç^o em Etomologia, FFCLRP-USP, Aveida Badeirates, , Riheir^io Preto, SP, Bratiil. Palavras chave: Isecta, biologia, criaçáo massal, crisopídeo, cotrole biulógico. INTRODUçÁO Sáo vários os géeros de crisopídeos existetes a Ordem Neuroptera, Famtlia Chrysopidae, e detre eles ecotra-se Ceraeochrvsa Adams, 1982 que cotém várias espécies com exceletes características para se torarem predadores-chave em diversos agroecossistemas (PESSOA et al., 2004a). A espécie Ceraeochrysa paraguaria (Navás, 1920), segudo FREITAS & PENNY (2001), é ecotrada em pomares de citros e de goiaba, apresetado elevado potecial para cotrole de pragas associadas a esses cultivos. Apesar do potecial apresetado pelos crisopídeos a reduçáo das populaçóes de vários isetos-praga e do grade úmero de trabalhos realizados os últimos aos, existem diversas lacuas a serem preechidas ode aida sáo realizadas poucas pesquisas, merecedo maior ateçáo por parte dos pesquisadores. Assim, existido aproximadamete espécies de crisopídeos descritas, das quais, a grade maioria áo possui a sua biologia adequadamete cohecida, se fazem ecessárias ovas pesquisas a respeito deste tóp1c0 (BROOKS BL BARNARD, lyyo; SILVA, 1 C 91 ; Ci1RITANA NETO et al., 2OO 1; PESSOA et al., 2004a), como a que se desevolveu esse trabalho. Os crisopídeos s5o predadores polífagos de iteresse eco6mico (TAUBER, 1974;

2 36 S. A. DE BORTOLI. A. T. MURATA ADAMS & PENNY, 1985), cosiderados importates agetes de cotrole biológico devido a sua voracidade e plasticidade ecológica, sedo que várias espécies sáo citadas em diferetes agroecossistemas associados a diversas espécies de artrópodes-praga (PES- SOA et al., 2U04b). FREITAS ól FERNANDES (1996) citam que as culturas de algodáo e citros sáo aquelas yue apresetam maior iteraçáo com o referido grupo e, detre os európteros, é o grupo mais beético (ADAMS & PENNY, 1985). Segudo RIDGWAY & MURPHY (1984), esses isetos aparecem em diversas exploraçóes agrícolas, sedo eficietes tato para o cotrole biológico atural, como em liberaçóes iudativas. Os crisopídeos aida áo sáo bem cohecidos, mesmo possuido grade importácia eco^mica para os programas de cotrole biológico (Ni^MA & MATSUKA, 1990). Tomado por base estes fatos, o presete trabalho teve por objetivo estudar aspectos biológicos da espécie Ceraeoc hrvsa paraguaria (Navás, 1920) (Neuroptera: Chrysopidae), com a qual foram realizados testes de cosumo com ovos de Diatraea saccharalis (Fabricius, 1794) (Lepidoptera: Pyralidae), Sitotroga cerealella (Oliver, 1819) (Lepidoptera: Gelechiidae) e Agusta kuehiellu (Zeller, 1879) (Lepidoptera: Pyralidae), a fim de se obter dados sobre a potecialidade deste predador para futura viabilizaçáo de sua criaçáo massal e liberaçáo em campo. MATERIAL E MÉTODOS O trabalho foi coduzido sob codiçóes cotroladas de temperatura (25 ± 2 C), umidade relativa (75 ± 10%) e fotoperíodo (14L: l0e), em cámara e sala climatizada, as depedécias do Laboratório de Biologia e Criaçáo de Isetos, Departameto de Fitossaidade, Faculdade de Ciécias Agrárias e Veteriárias, UNESP, Jaboticabal, SP. Adultos de crisopídeos foram coletados em vários agroecossistemas existetes a área experimetal da FCAV-UNESP, Jaboticabal, SP, sedo idetificados como Cerueochrvsa paraguaria (Navás, 1920) (Neuroptera: Chrysopidae), separados e utilizados para a criaçáo de mauteçáo da espécie o laboratório. Os adultos foram matidos em gaiolas feitas de tubo de PVC (20 cm de altura X 10 cm de diámetro) e alimetados com dieta á base de mel e levedura a proporçáo de 1:1, sedo substituída a cada dois dias. Na base da gaiola foi colocada uma placa de Petri de aproximadamete 10 cm de diámetro, sedo a parte superior fechada com tecido "voil", preso com elástico. As gaiolas foram revestidas iteramete com folhas de papel sulfite, que serviam para a coleta dos ovos que eram vistoriados e retirados a cada trés dias. Os ovos foram separados em caixas de criaçáo (tipo marmitex), sedo acodicioados 30 ovos por recipiete cotedo também papel cortado em tiras, para proteçáo cotra o caibalismo, e ovos de Diatraea saccharalis (Fabricius, 1794) (Lepidoptera: Pyralidae), Sitotroga cerealella (Oliver, 1819) (Lepidoptera: Gelechiidae) eaagasta kuehie/la (Zeller, 1879) (Lepidoptera: Pyralidae), obtedo-se assim trés criaçóes de mauteçáo. As pupas obtidas os recipietes eram trasferidas para tubos de esaio de fudo chato (8,5 cm de comprimeto x 2,5 cm de diámetro), fechados com filme de polietileo, assim matidos até a emergécia dos adultos. Estes foram sexados e colocados as gaiolas de criaçáo a desidade de cico casais por gaiola, para a obteçáo de ovos que foram utilizados o experimeto (geraçáo F,). As larvas foram alimetadas desde a eclosáo até o seu completo desevolvimeto com ovos das trés espécies de lepidópteros, que foram oferecidos em círculos de papel, com 0,5 cm de diámetro, cotedo ovos de S. cerealella e A. kuehiella colados com goma arábica (l:l) e de D. saccharalis retirados das próprias posturas em papel sulfite. Os discos cotedo os ovos foram trocados a cada dois dias para larvas de 1 ístar e diariamete para larvas de 2 e 3 ístares. Duzetos e quareta ovos, oiteta por tratameto, oriudos de adultos cujas larvas foram alimetadas em cada um dos substra-

3 BOI_. SAN. VEG. PLAGAS. 33.?U07 37 tos, foram separados e utilizados para se determiar o período de icubaçáo e a viabilidade. Noveta larvas, trita para cada tratameto, foram idividualizadas em tubos de esaio de fudo chato (8,0 cm x 2,5 em) e observadas diariamete, obtedo-se: cosumo de ovos em cada ístar, duraçáo e viabilidade de cada ístar e período larval. Com as pupas obtidas a partir das 90 larvas foram determiados o período e a viabilidade pupal em cada substrato. Vite casais por tratameto foram idividualizados em gaiolas de postura e com eles determiados os períodos de pré-oviposiçáo, oviposiçáo e pós-oviposiçáo; logevidade de adultos e capacidade de postura. Os resultados obtidos foram trasformados em (x + 0,5) e submetidos á aálise de variácia, sedo as médias comparadas pelo teste de Tukey, ao ivel de 5% de probabilidade. RESULTADOS E DISCUSSÁO Fase de ovo. Os períodos médios de icubaçáo os diferetes regimes alimetares podem ser visualizados a Tabela 1, ode se observa uma variaçáo de 5,05 a 5,38 dias, sem, cotudo, apresetar difereça estatística etre os tratametos, evideciado a áo iterferécia dos trés tipos de ovos utilizados a alimetaçáo das larvas o par5metro avaliado. Saliete-se também c^ue os resultados obtidos ecotram-se o itervalo de variaçáo obtido por BRtves (1975), RIBEIao (1988), MoRAFS (1989) e De BokTO^r et c,l. (2005), trabalhado com outras espécies de crisopídeos, e superiores ao ecotrado por PESSOA et al (2004a) com a mesma espécie. A Tabela 1 também mostra os resultados da viabilidade dos ovos oriudos de fémeas alimetadas com os trés ovos de lepidópteros, sedo 83,0% para D. sctcchrulis, 90,0 h para S. cereule/lu e 87,0 Ir para A. /cuehre- 1/a, valores estes valores iferiores aos obtidos por PessoA et al (2004a) para a espécie alimetada com ovos de S. cerculella e as temperaturas de 20 C (97,9^%) e 2S C (96,0 Io). Fase larval. As larvas de C. pccr,^^ucu iu demostraram boa aceitaç^o para as dietas oferecidas, coseguido predá-las sem muiores problemas. No etato, como elas áo puderam recobrir seus corpos com restos de ovos, uma vez que os ovos forecidos eram colados ao papel, as larvas mostraram-se muito agitadas, tetado descolar os ovos, muito provavelmete para tal tialidade. Esse comportameto deve ser levado em cosideraçáo as criaç^es de laboratbrio, o setido de se propiciar codiç^^es para o iseto utilizar-se da camutlagem, dimiuido, assim, o estresse dos aimais. Os resultados médios relacioados ao cosumo médio de ovos em cada ístar e o período larval estáo descritos a Tabela 2. Aalisado-se os dados da rcferida tabela Tubela I. Período de icubaçáo (dias) e viabilidade de ovos (%) produzidos por fémeas de Ceraeochrysa paraguaria cujas larvas foram alimetadas com ovos de Diatraea sacchara(is, Sitotroga cerea/e/la e Auagasta kuehiella. Alimeto larval Ditraea sacchralis Sitotroga cerealella Artagasra kuehrtiellu dms (S^I^) CV(^/r) ii Período de icubaç^o (dias)* 5.38 a 5. I 5 a 5.05 a o.xa I 0.63 = úmero de ovos avuliados * = dados ^o trasformudos Médias seguidas de mesma letra íao diterem pelo teste de Tukey a 59^ de probabilidade Viabilidadc ( lr^) R3.0(l (Nl

4 38 S. A. DE BORTOLI, A. T. MURATA Tabela 2. Cosumo médio dos ístares larvais de Ceraeochrysa paraguaria alimetada com ovos de Diatraea saceharalis, Sitotroga cerealella e Aagasta kuehiella. Alimeto larval Cosumo médio ( de ovos)* I ístar 2 ístar 3 ístar Período larval Diatraea sacchuralis 30 33,27 a 83,33 a 589, b Sitotroga cerealella 30 29,97 a (56,60 b a 972,10 a Aagasta kuehielu 30 29,97 a 184,60 c 719,67 a a dms (5%r) - 3,84 21, ,80 CV (% - 4,14 9, ,58 = úmero de isetos avaliados * = dados ^o trasformados Médias seguidas pela mesma letra, as coluas, áo diferem estatisticamete pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade Tabela 3. Duraçiío média de cada ístar ( dias) e do período larval (dias) de Ceraeochrysa paraguaria atimetada com ovos de Diatraea saccharalis, Sitotroga cerealella e Aagasta kuehiella. Alimeto larval Duraçáo média (dias)* I ístar 2 ístar 3 ístar Período larval Diatraea saccharalis 30 3,90 a 3,20 a 4,30 a I 1,40 6 Sitotrog cerealella 30 3,30 b 3,10 a 4,00 a ]0,40 a Aaga.rta kaehiella 30 3,30 b 3,IOa 4,10a ]O,SOa dms (5%) - 0,16 0,12 1,56 0,23 CV (%) - 6,45 5,33 8,72 5,41 = úmero de isetos avaliudos * = dados ^io trasformados Médias seguidas pela mesmu letra, as coluas, úo diterem estatisticamete pelo teste de Tukey a 5%o de probabilidade ota-se que áo houve difereça para o primeiro ístar larval, diferetemete do que ocorreu os outros dois e o período larval todo. Larvas de segudo ístar cosumiram sigiticativamete mais ovos de A. kuehie- //a (184,60), sedo 156,60 e 83,33, respectivamete para S. cereale/la e D. saccharalis. No terceiro ístar, A. kuehiella e D. succharalis cosumiram úmero semelhate de presa (719,65 e 785,53, respectivamete) e diferete de D. saccharalis (589,20), o mesmo acotecedo quado se cosidera o período larval como um todo, sedo 70_5,80; 972,10 e 934,24, respectivamete para D. saccharalis, S. cerealella e A. kuehiella. Deve-se também registrar que cerca de 80% de todo o cosumo larval é realizado por larvas de terceiro ístar, e que meos de 5% fica para aquelas de primeiro. Os resultados obtidos este trabalho para o cosumo de ovos de D. saccharalis, S. cerealella e A. kuehiella por larvas de C. paraguaria foram semelhates aos ecotrados por DE BoRTOLI et al. (2006) para C. extera, com os mesmos alimetos, e muito superior ao citado por MARTItv et al. (1978) para C. carea com dieta artificial ecapsulada. Segudo os dados da Tabela 3, dos trés ístares, apeas o primeiro apreseta duraçáo sigificativamete maior etre os alimetos utilizados, sedo os mais curtos (3,30 dias) para S. cerealella e A. kuehiella, e o mais logo, 3,90 dias, para D. saccharalis, fato este que levou o período larval ter a mesma tedécia, ou seja, 11,40; 10,40 e ] 0,50 dias, respectivamete para ovos de D. saccharalis, S. cerealella e A. kuehiella. KuBO (1993), estudado o desevolvimeto larval de C. cubaa alimetada eom D. saccharali.s, obteve para o período larval 14,5 dias. SArrTA-CecfLIA et al. (1997), também

5 BOL. SAN. VEG. PLAGAS, 33, Tabela 4. Viabilidade média (%) dos ístares e do período larval de Ceraeochrysa paraguaria alimetada com ovos de Diatraea saccharalis, Sitotroga cerealella e Aagasta kuehiella. Alime[o larval Viabilidade média (%)* I ístar 2 ístar 3 ístar Períudu larval Diatraea saccharalis 30 IOQ,OD 96,60 93,33 93,33 Sirotmga cerealella ,00 I OQOD 1(x),00 10(l.(x) Aagasta kuehiela ,OD IOQ(>D 96,66 96,60 = úmero de isetos avaliados com larvas de C. cubaa, porém alimetadas com A. kuehiella e A. kuehiiella + Toxoptera sp., obtiveram ciclo mais curto, sedo 12,7 dias e 1 1,5 dias, respectivamete. Já, CARVALHO et al. (1997), para larvas de C. extera, tedo como presa ovos de Alabuma argillacea, ecotraram ciclo de 11,0 dias, equato que DE BoRTOU et al. (2006), para a mesma espécie, citam períodos larvais de 9,51; 9,37 e 9,02, respectivamete quado as larvas foram alimetadas com ovos de D. saccharalis, S. cerealella e A. kuehiella. Todos esses resultados mostram que diferetes substratos alimetares agem diferetemete sobre as larvas das difere[es espécies de crisopídeos quado criadas em codiçóes de laboratório. A viabilidade larval (Tabela 4) mostrou variaçáo de 93,35% a 100,00%, sedo 93,33 ^0, 96,66 Io e 100,00 l0, respectivamete para ovos de D. saccharalis, S. cerealella e A. kuehiella. Tal resultado pode ser cosiderado muito bom para os trés substratos alimetares, uma vez que DE BoRTOU et al. (2006) áo ecotraram valor superior a 83,3 lo para C. exteru; BIAGIONI 8C FREITAS (2001) citam 82,0 lo e 43,3% para Chrysoperla def'reitasi, com ovos de D..racchuralis e S. cerealella, respectivamete; e PESSOA et ul. (2004a), com ovos de A. kuehiella como presa para C. pura^^uuria, obtiveram 99,9 ^0 e 98,9%, a 25 C e 20 C, respectivamete. Fase pupal. Pupas origiadas de larvas alimetadas com ovos de A. kuchiellu tiveram desevolvimeto mais rápido (11,90 dias) em relaçáo áquelas alimetadas com ovos de D. saccl2arali.r ( I 2,63 dias) e de S. cerealellu (13,13 dias) (Tabela 5). Para C. defreitasi, B1A^IONI & FREtTAS (2001) observaram que a fase pupal foi de 11,90 dias e 9,30 dias, respectivamete quado as larvas foram alimetadas com ovos de D. saccharalis e S. cerealella; para C. paraguaria alimetadas com ovos de S. cereulella, PESSOA et ul. (2004a) ecotraram valores de 22,80 dias e 1 1,0 dias para o período pupal, respectivamete á 20 C e 25 C; equato que para C. extera, DE BoRTOU et al. (2006) obtiveram períodos pupais de 1 I,16 dias, Tabela 5. Duraçáo (dias) e viabilidade (%) pupal média de Ceraeochrysa paraguaria alimetada com ovos de Diatraea saccharalis, Sitotroga cerealella e Aagasta kuehiella. Alimeto larval N Período pupal Viabilidade (dias)* (%) Diatraea saccharlis 27 12,63 b 86,67 Sitotroga eerealella 30 I 3, I 3 a 90,00 Aagasta kuehiella 29 I 1,90 c 90,00 dms (5%) 0,26 CV(%) 12,52 = úmero de idivíduos avaliados * = dados áo trasformados Médias seguidas pela mesma letra áo diferem pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade

6 40 S. A. DE BORTOLI, A. T. MURATA Tabela 6. Período de pré-oviposiçáo, de oviposiçáo e de pós-oviposiçáo, em dias, de Ceraeochrysa paraguaria, cujas larvas foram alimetadas eom ovos de Diatraea saccharalis, Sitotroga cerealella e Auagasta kuehuiella. Alimeto larval Duraçáo do período (dias)* Pré-oviposiçáo Oviposiç^o Pós-oviposiçáo Diatrea sacchralis a 44,85 a 3,70 a Sitotrg cerelella 20 6,20 a 45,60 a 5,25 a Aags[ kaeltiella 20 5,20 b 48,10 a 3.80 a dms(5r/r) ,74 I.55 CV (clr) ,53 = úmero de casais avuliados * = dados áo trasformados Médias seguidas pela mesma letra, as coluas, áo diferem estatisticamete pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade Tabela 7. Capacidade de oviposiçáo, diária e total, de Ceraeochrysa paraguaria, cujas larvas foram alimetadas com ovos de Diatraea saccharalis, Sitotroga cerealella e Aagasta kuehiella. Alime[o larval Ovos/fzme.^/dia* Ovos/fémea (total)* Diatrea sacchralis 20 5,99 a 86,67 a Sitotro,^a cerealcll 20 6,23 a a Aaget.+7a kuehiella 20 6,38 a a dms (5 /r)- 0,48 4,35 CV(%) I6,57 = úmero de casais avaliados * = dados 3o trasformados Médias seguidas pela mesma letra, as coluati, áo diferem e^tatisticamete pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade 1 1,27 dias e 1 1,30 dias, respectivamete para larvas alimetadas com ovos de A. kuehie- IIa, D. succharalis e S. cerealella. Esses resultados sugerem yue o alimeto igerido a fase larval ifluecia o período pupal, e que as várias espécies de crisopídeos apresetam diferetes períodos pupais, particularmete quado expostos á codiçóes bióticas e abióticas diversas. A Tabela 5 aida mostra que a viabilidade pupal foi de 86,67% para larvas alimetadas com ovos de D. succhralis e 90,00% para ovos de S. cereulella e de A. kuehie/lu, sedo esses valores iferiores aos obtidos por BIA^IOrvt & FREITAS (2001) para C. defreitasi, cujas larvas foram alimetadas com ovos de D. saccharalis (98,SO^Ic) e de S. cerealella (92,50%). Fase adulta. A Tabela 6 mostra que apeas o período de pré-oviposiçáo foi sigificativamete alterado pela alimetaçáo das larvas, sedo 6,20 dias para ovos de D. succharulis e S. cereulella e 5,20 dias para os ovos de A. kuehiella. Quato á capacidade de oviposiçáo (Tabela 7), os trés substratos alimetares das larvas (ovos de D. sacchara- /is, de S. cerealellu e de A. kuehiella) produziram fémeas que mostraram a mesma capacidade de oviposiçáo, medida em ovos/fémea e ovos/fémea/dia. Aalisado-se cojutamete todos os parámetros avaliados pode-se cocluir yue os substratos utilizados para a criaçáo das larvas de C. paraguaria se eyuivalem, sedo os ovos de D. sacchuralis ligeiramete iferiores aos de S. cerealella e A. kuehiellu.

7 BOL. SAN. VEG. PLAGAS i RESUMEN DE BoRTOU S. A., MuRATA, A. T Aspeetos biológicos de Cereachrrsu paragrmria (Navás, 1920) (Neuroptera: Chrysopidae) e codicioes del laborateírio. Bal. Sa. UeK. PlaXas, 33: Co el objetivo de estudiar los aspectos biológicos de Ceraeochr^su puraguaria (Navás, 1920) (Neuroptera: Chrysopidae), fuero realizadas pruebas de cosumo utilizádose huevos de Diarraea succharalis (Fabr ) (Lepidoptera: Pyralidae). Sitotroga cerealell (Olivier. 1819) (Lepidoptera: Gelechiidae) e Aagusra kuehiella (Zeller, 1879) (Lepidoptera: Pyralidae). EI estudio fue desarrollado e el Laboratorio de Biología y Criu de Isectos de la Facultat de Ciecias Agrarias y Veteriarias de la Uiversidade Estadual Paulista (UNESP). Sede Jaboticabal. SP- Brasil. Los esayos fuero realizados bajo codicioes cotroladas: 25 ± 2 C. 70 ± 10% de humedad relativa y 14 horus de fotofase. E las pruebas co las larvas fuero obteidos los siguietes resultados: período larval I 1,4; 10,4 y 10,5 dias, viabilidad larval de 93,33%, 100,0%r y 96,60%, y cosumo de ,10 y 934,24 huevos para larvas alimetadas co huevos de D. sacchcualis, S. cereulella y A. kuehiena, respectivamete. La duracio de la viabilidad pupal fue de I 1,90; 13,13 y 12,63 dias, co 90,00%, 90,00%r y 86,67%o para las pupas proveietes de larvas criadas co huevos de A. kuehiella, S. cerealellu y D..caccharoli.c, respectivamete. Co los resultados obteidos se puede cocluir que C. paraguuriu demostró teer u bue potecial para ser utilizada e programas de cría. Palabras clave: Isecta, biología, cría, crisopídeo, cotrol biológico. ABSTRACT DE BoRTOLi S. A., MuRATA, A. T Biological aspects of Ceruechr_esa parcrguria ( Navás, 1920) (Neuroptera: Chrysopidae) uder laboratory coditios. Bl. Scur. UeK. Plaxas, 33: This work was carried out to verify the cosumptio of three lepidopterous eggs, Diatraea saccharalis (Fabr., 1794) ( Lepidoptera: Pyralidae), SitotraYu cerealellu ( Olivier. IR19) (Lepidoptera: Gelechiidae) ad Aagastu kuehiella (Zeller. 1879) ( Lepidoptera: Pyralidae) by Ceraeochrvsa praguuria ( Navás, 1920) (Lepidoptera: Chrysopidae) ad its effects o C. parguaria developmet. The luboratory coditios were kept at 25 ± 2 C, 70 t 10% RU ad 14 hours of photofase. Larvae tests showed the followig results: larval period was 14.40, ad days ad larvae viability 93.33%, %^ ud 96.60% to larvae feedig o D. saccharalis, S. cerealell ad A. kuehiella eggs, beig the egg cosumptio 705,80, 972,10 ad , respectively. The pupal period ad pupae viability were ) 1.90, ad days, ad 90.00%, 90.00%r ad ^, respectively for A. kaehiella, S. cerecdella ad D. saccharalis. C. puru^uaria have had excellet developmet ad viabiliry uder differet food coditios, showig a great viability for mass rearig programs. Key words: Isecta, biology, mass rearig, crisopid, biological cotrol. REFERÉNCIAS A^AMS. P. A.: PENNV, N. D., Neuroptera of the amazo basi: part II u. Itroductio ad Chrysopii. Acta Ama^oic, 15: BARNES, B. N., The life history of Chrysopa zastrowi; Esb. - PeL (Neuroptera: Chrysopidae). J. Etamol. Soc. South Afr., 38( I): BIAGIONI, A.: FREITAS, S. ^e Efeito de diferetes dietas sobre o desevolvimeto pós-embrioário de Chrvsoperlu clefreitcrsi Brooks (Neuroptera: Chrysopidae). Neotropical Etomolog^^, 30(2): BROOKS, S. J.: BARNARU, P. C., The gree laccwig of the world: a geeric review (Neuroptera. Chrysopidae). Bull. Br. Mus. Ncu. Hist. Errl., 59: I CARVALHO, C. F.: Souz, B.; SAN'TCSS, T. M., Predatio capacity ad reproductio potecial of Chr-^^sopa ertera (Hage, I R61 )(Neuroptera: Chrysopidae) fed o Alhomu argillucea (Hiiber) eggs. Actu Zoo Feicia, 209: DE BORTOLI, S. A.: CAETANO, A. C.; MURATA, A. T.; OLIvEIRA, J. E. ^E M Desevolvimeto e capaci-

8 S. A. DE BORTOLI, A. T. MURATA dade predatória de Chr^^soperl e"c7era (Hage) (Neuroptera: Chrysopidae) em diferetes presas. Revista de Bio(ogiu e Ciécias da Terra, 6(I): DE BORTOU, S. A.; MURATA, A. T.; NARCISO, R. S.; BRITO, C. H. DE., Aspectos utricioais de Ceraeochrvsa cicta Scheider, 1851 (Neuroptera, Chrysopidae) em diferetes presas. Revi.ct de Agri- CUI(UYCI, HO(1): I- I I. FREITAS.. DE; FERNANUES, O. A., I986. CfitiOpÍdeOti em agroecossistemas. I: Simpósio de cotrole biológico, , Foz do Iguaçu, Coferécias e Palestras.Foz do Iguaçu: Sociedade Etomológica do Brasil, p.283. FRE'AS, S. ue; PENNV, N. D., The gree lacewigs (Neuroptera: Chryspidae) of brazilia agro-ecossistems. Proc Calif. Acad. Sci., 52(19): GITIRANA NETO, J.; CARVALHO, C. F.; SOUZ,A, B.; SANTA- CECí^tA, L. V. C., Flutuaçáo populacioal de espécies de Ceraeuchrysa Adams, 1982 (Neuroptera: Chrysopidae) em citros, a regiíio de Lavras - MG. Ci^rtc. Agrotec, 24(3): Kutto, R. K., Efeitos de diferetes presas o desevolvimeto de Chs^operla exteta (Hage, 1861) e Ceraeochrvsa cubaa (Hage, 1861) (Neuroptera: Chrysopidae) f. Dissertaçáo (Mestrado em Etomologia Agrícola) - Faculdade de Agrárias e Veteriárias, Uesp. Jaboticabal. SP. MARTIN, P. B.: RIDGWAY, L. L.; SCHUET7E, C. E., Physical ad biological evaluatio of a ecapsulated diet for rearig Chrysopa crea. Fla. Etomol., 61(3): MORAES, J. C., Aspectos biológicos e seletividade de algus aearicidas á Ceraeochrvsa cubaa (Hage) (Neuroptera: Chrysopidae) em laboratório f. DissertaçíXo (Mestrado em Fitossaidade), Ufla, Lavras, MG. NwIMA, K.; MATSUKA, M., Artificial dieis for mass productio of chrysopids (Neuroptera). FFTC Book Series, v. 40, p PF.SSOA, L. G. A.; FRF,ITAS, $. UE; GARDIM, $.: RODRI- Gues, K. C., 2004b. Potecial reprodutivo de adultos de Chrysoperla raimudoi Freitas & Pey (Neuroptera: Chrysopidae) em fuçáo da alimetaçáo larval. Arq. /st. Biol., 71(4): PESSOA, L. G. A.; LF.ITE, M. V.; FREITAS, S. DE; GARBIN, G. C., 2(H)4a. Efeito da variaçáo da temperatura sobre o desevolvimeto embrioário e pós-embrioário de Ceraeochrvs prguaria (Navás) (Neuroptera: Chrysopidae). Arq. lst. Biol., 71(4): RIeE1RO, L. J., Biologia de Chsoperla e.rteta (Hage, 1861) (Neuroptera: Chrysopidae) alimetada com diferetes dietas f. Dissertaçáo (Mestrado em Fitossaidade), Ufla, Lavras, MG. RlDCwY, R. L.; MuRrHY, W. L., Biological cotrol i thc f1cid. I: CANARD, M.; SEMÉRIA, Y.; NEW, T. R. (Eds.). Biology of Chrysopidae. The Hague: W. Juk, p SANTA-CECÍUA, L. V. C.; SOUTA, B.; CARVALHO, C. F., Ifluécia de diferetes dietas em fases imaturas de Cereochrysa eubatua (Hage) (Neuroptera: Chrysopidae). A. Soe. Etomol. Brusil, 26: 309-3I4. Su.vA, R. L. X., Aspectos biológicos e determiaçáo das exigzcias [érmicas de Cerueochrvs cuhaa (Hage, 1861) (Neuroptera: Chrysopidae) em laboratório f. Dissertaçáo (Mestrado em Fitossaidade) - Ufla, Lavras, MG. TAUER, C. A., Systematics of orth america chrisopidae larvae: Chrysopa carea group (Neuroptera). C. Etomol., 106: (Recepció: 18julio 2006) (Aceptació: 22 oviembre 2006)

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