ARRANJO PRODUTIVO LOCAL SETOR AUDIOVISUAL DO RS FUNDAÇÃO CINEMA RS - FUNDACINE

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ARRANJO PRODUTIVO LOCAL SETOR AUDIOVISUAL DO RS FUNDAÇÃO CINEMA RS - FUNDACINE"

Transcrição

1 ARRANJO PRODUTIVO LOCAL SETOR AUDIOVISUAL DO RS FUNDAÇÃO CINEMA RS - FUNDACINE

2 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DA FUNDAÇÃO CINEMA RS FUDACINE PERFIL FUNDAÇÃO OBJETIVOS DA FUDAÇÃO GESTÃO ENTIDADE GESTORA ARRANJO PRODUTIVO LOCAL VISÃO MISSÃO CARACTERÍSTICAS ECONÔMICA E INSTITUCIONAL REGIÕES DE ABRANGÊNCIA SEGMENTO ECONÔMICO GERAÇÃO DE EMPREENDIMENTO E EMPREGOS PRODUÇÃO RENDA ESTIMATIVA DE PARTICIPAÇÃO PERCENTUAL DO APL INSTITUIÇÕES DE APOIO INFRAESTRUTURA DO AGLOMERADO PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS INCENTIVO FEDERAL E PROGRAMAS INCENTIVO ESTADUAL E PROGRAMAS INCENTIVO MUNICIPAL MERCADO INTERNO E EXTERNO SEGMENTOS CONCORRENTES FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO COORDENAÇÃO E COOPERAÇÃO INVESTIMENTO E FINANCIAMENTO QUALIDADE E PRODUTIVIDADE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL RELAÇÕES SOCIAIS E CULTURAIS AÇÕES REALIZADAS E EM ANDAMENTO AÇÕES PREVISTAS DESAFIOS E OPORTUNIDADES DE DESENVOLVIMENTO RESULTADOS ESPERADOS Apresentação da FUNDACINE pág. 2

3 FUNDAÇÃO CINEMA RS - FUNDACINE 1. PERFIL Criada em 1998 com a missão de trabalhar pelo desenvolvimento do cinema e do audiovisual do Rio Grande do Sul, a Fundação Cinema RS - FUNDACINE é uma instituição privada, sem fins lucrativos, com atuação sistemática em ações estratégicas voltadas para qualificar e fortalecer o setor. Seus projetos estão voltados principalmente para as áreas de produção, difusão, formação e preservação. A instituição é resultado de uma iniciativa inédita no país, ao reunir representantes da iniciativa privada e do poder público, incluindo universidades, emissoras de televisão, produtores e exibidores, para alcançar os seus objetivos. A FUNDACINE atua na integração e qualificação dos agentes do setor audiovisual e áreas afins, através de projetos voltados para estruturar as condições necessárias ao fortalecimento da produção e da circulação do audiovisual gaúcho, contribuindo para consolidar a relevância cultural e econômica do setor, visando o seu crescimento sustentável. Acompanhando as mobilizações em torno das grandes demandas nacionais do setor audiovisual, a FUNDACINE atua em diversos eixos que contemplam a criação e o aperfeiçoamento de mecanismos de fomento e suporte à produção audiovisual, incluindo aspectos de distribuição e exibição; o desenvolvimento de uma infraestrutura capaz de atender às necessidades do mercado; a qualificação dos agentes do setor; a difusão do cinema e do audiovisual do RS; a formação de público e a preservação da memória audiovisual, assim como ações voltadas para a inovação, tendo em vista o reconhecimento do audiovisual como área estratégica para a geração de emprego e renda, com contribuição importante nos processos de inclusão social. Apresentação da FUNDACINE pág. 3

4 2. OBJETIVOS São objetivos da FUNDACINE, de acordo com seus Estatutos: Unificar os esforços de instituições públicas e privadas e das entidades profissionais ligadas ao setor audiovisual no Estado do Rio Grande do Sul para o seu desenvolvimento; Congregar agentes públicos e privados de áreas afins, para atuarem nas atividades de implantação de um pólo audiovisual no RS; Realizar programas para qualificar a infra-estrutura de equipamentos e serviços necessários à produção de obras audiovisuais; Identificar e viabilizar recursos orçamentários e incentivos fiscais para o financiamento da produção, distribuição e exibição de obras audiovisuais de diferentes formatos; Criar mecanismos permanentes de formação e qualificação de profissionais para o setor de cinema e audiovisual; Apoiar e fortalecer as iniciativas de difusão do produto audiovisual gaúcho no Brasil e no exterior; Manter relações com instituições da área da cultura e da indústria audiovisual, nacionais ou estrangeiras, mediante intercâmbios, celebrados através de acordos, convênios ou quaisquer outras formas de cooperação. Apresentação da FUNDACINE pág. 4

5 3. GESTÃO A estrutura de gestão da Fundação tem a seguinte composição: Conselho Curador: órgão máximo de deliberação, responsável pela definição das diretrizes de ação, pela eleição da Diretoria Executiva e pelo planejamento geral da instituição, sendo constituído por 14 instituições permanentes. Diretoria Executiva: responsável pela condução das atividades da Fundação, composta por um presidente e dois vice-presidentes. Conselho Fiscal: responsável pelo controle e acompanhamento administrativo e financeiro. A Diretoria Executiva tem mandato de três anos, sendo o presidente eleito entre membros do Conselho Curador. Participam da gestão : João Guilherme Barone Reis e Silva, Presidente (PUCRS) Jaime Lerner, Vice-presidente (APTC-ABD/RS) Luiz Alberto Cassol, Vice-presidente (IECINE-RS) No Conselho Curador, estão representadas as seguintes instituições: 1. ASSOCIAÇÃO PROFISSIONAL DE TÉCNICOS CINEMATOGRÁFICOS DO RIO GRANDE DO SUL APTC / ABD-RS A Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos do Rio Grande do Sul foi fundada em 1985 e é filiada à Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas, ABD. Em 27 anos de atuação, a APTC-RS consolidou-se como uma instituição representativa do setor cinematográfico junto ao poder público e à sociedade em geral. Entre as realizações da APTC destacam-se a conquista para o encaminhamento do registro profissional para artistas e técnicos da área do cinema, em conjunto com o Sindicato dos Artistas e Técnicos de Espetáculos de Diversões do Rio Grande do Sul - SATED/RS e o Ministério do Trabalho. A atuação junto ao poder público resultou na realização de diversos concursos para o fomento à Apresentação da FUNDACINE pág. 5

6 produção cinematográfica no RS. A APTC/ABD-RS foi responsável pela iniciativa de centralizar no Instituto Estadual de Cinema - IECINE, os equipamentos cinematográficos dispersos em diversos órgãos e empresas do Estado, colocando-os à disposição dos realizadores gaúchos. Foi fundamental na implantação do projeto Curta nas Telas, que exibe nas salas de cinema do circuito comercial de Porto Alegre uma seleção dos melhores curtas-metragens nacionais em 35 mm, e também na criação da Fundação Cinema RS - FUNDACINE. Além disso, a associação organiza mostras da produção gaúcha e cursos de qualificação profissional na área cinematográfica. 2. SINDICATO DAS EMPRESAS EXIBIDORAS CINEMATOGRÁFICAS RS SEEC/RS O sindicato tem abrangência estadual e é composto por empresas exibidoras de cinema. Participou proativamente da implantação do projeto Curta nas Telas mencionado anteriormente, e Curta ao Meio-Dia, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. O Projeto Curta nas Telas coloca nas salas de cinema do circuito comercial de Porto Alegre uma seleção dos melhores curtas-metragens nacionais em 35 mm, este projeto é fruto de um convênio assinado entre o SEEC/RS, a Prefeitura de Porto Alegre, a Câmera de Vereadores e a Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos APTC/ABD-RS, o Curta nas Telas já completou 15 anos e exibiu mais de 150 títulos nos cinemas de Proto Alegre. 3. SINDICATO DA INDÚSTRIA AUDIOVISUAL SIAV-RS O Sindicato da Indústria Audiovisual tem abrangência estadual e congrega as empresas produtoras de cinema. Empresas comerciais, de audiovisuais, de filmagens de eventos, de edição e de finalização em vídeo e em filme, produtoras de áudio, produtoras de computação gráfica e internet, além de fornecedores de equipamentos de vídeo e audiovisual em geral e demais empresas ligadas ao audiovisual no Rio Grande do Sul. Apresentação da FUNDACINE pág. 6

7 4. BANCO REGIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO EXTREMO SUL BRDE O BRDE é uma instituição financeira que congrega os três Estados da região sul do País: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Desde a sua fundação, em 1961, o BRDE já financiou mais de 40 mil projetos, gerando ou mantendo mais de 1,5 milhão de postos de trabalho, e totalizando US$ 15,6 bilhões em investimentos no setor produtivo. Na década de 70, o banco foi instituição pioneira no fomento à produção cinematográfica. Atualmente, passa a ser o operador dos recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, em conjunto com o BNDES. 5. FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS E DE SERVIÇOS DO RS FEDERASUL A Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul - FEDERASUL - é uma entidade de livre associação e sem fins lucrativos. Atualmente, estão filiadas 230 associações empresariais, reunindo forças econômicas e produtivas das comunidades do Estado. Aproximadamente 40 mil empresas, de todos os portes, participam desse sistema de representação. Nelas estão representados todos os setores da economia gaúcha: comércio, indústria, serviços e agricultura. Mantendo coerência histórica em sua atuação institucional, a FEDERASUL se legitimou para defender os interesses do empresariado. Por isso, está presente, de forma próativa, nas principais instâncias da sociedade gaúcha na busca da promoção do desenvolvimento econômico e social. Na área da cultura, a FEDERASUL vem desenvolvendo um trabalho que visa à aproximação entre o empresariado gaúcho e o setor audiovisual, através de debates e eventos reunindo ambas as classes. Apresentação da FUNDACINE pág. 7

8 6. RIO GRANDE ENERGIA RGE A Rio Grande Energia - RGE é responsável pela distribuição de energia elétrica para mais de um milhão de clientes em 254 municípios das regiões Norte e Nordeste do Rio Grande do Sul, onde vivem mais de 3,2 milhões de habitantes. A RGE foi criada a partir da privatização da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) em outubro de Atuar competitivamente no mercado energético do MERCOSUL, buscando a permanente satisfação de clientes, acionistas, parceiros e colaboradores é a Missão da RGE. Para isso, tem investido intensamente na qualidade de sua rede, na capacitação de seus recursos humanos e na tecnologia de seus processos. Reconhece o seu papel na sociedade e se preocupa com o desenvolvimento social e cultural das regiões onde atua. Por isso, a empresa vem apoiando iniciativas culturais voltadas à preservação da história dos municípios, ações comunitárias e eventos folclóricos. É um dos maiores investidores brasileiros no mecenato do audiovisual. A empresa tem sido uma importante parceira da FUNDACINE nos projetos Prêmio de Cinema em Longa- Metragem e RodaCine. 7. FUNDAÇÃO CULTURAL PIRATINI / RÁDIO E TELEVISÃO TVE-RS A Fundação Cultural Piratini responde pelas duas emissoras do poder público estadual: a TVE-RS e a FM Cultura. A primeira transmissão em circuito aberto da TVE ocorreu em 1974; em 1989, a FM Cultura entrou no ar. Somadas, as duas emissoras contam com aproximadamente 300 empregados, que veiculam uma programação que privilegia a produção independente e a cultura regional. Tendo em vista essas propostas, a TVE tem uma participação importante no plano de atividades da FUNDACINE, o que pode ser verificado nos projetos desenvolvidos em colaboração entre as duas instituições, como as Histórias do Sul, que produziu uma série de adaptações televisivas de contos de escritores gaúchos consagrados. Apresentação da FUNDACINE pág. 8

9 8. REDE BRASIL SUL DE COMUNICAÇÃO RBS TV A RBS é a maior empresa multimídia regional que opera no sul do Brasil, em um modelo de comunicação de alta interatividade com o consumidor que busca soluções integradas para os clientes. Com a missão de Facilitar a comunicação das pessoas com o seu mundo, a RBS procura atender as necessidades de colaboradores, clientes, acionistas e fornecedores, mantendo-os informados, investindo sempre em novas tecnologias e estando sempre aberta à participação direta da comunidade. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, a empresa conta com 6 jornais, 24 estações de rádio, o clicrbs (portal de internet com conteúdo regional), com programações totalmente voltadas para as realidades locais e uma empresa de marketing de precisão a RBS Direct. É a maior rede regional de televisão do país 17 emissoras afiliada à Rede Globo, duas emissoras de TV comunitária e uma operação no Segmento Rural. A RBS é atualmente o maior veiculo de teledifusão do cinema e da teledramaturgia produzida no Rio Grande do Sul, com programas próprios de co-produção com produtoras independentes, como o Histórias Curtas. 9. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RS PUCRS A Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul está entre as instituições mais tradicionais de ensino superior do Brasil. Entidade privada sem fins lucrativos mantém vínculo jurídico com sua mantenedora, a União Brasileira de Educação e Assistência UBEA, entidade jurídica de direito privado. A PUCRS é uma universidade comunitária com cerca de 30 mil alunos. Foi convidada a integrar o conselho curador da FUNDACINE por ser a primeira Instituição de ensino superior no Estado a oferecer programas regulares de formação na área de cinema e audiovisual, através da Faculdade de Comunicação Social - Famecos. Além de oferecer diversas disciplinas de cinema, a Famecos implantou, em 1995, junto ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação, o Curso de Especialização em Produção Cinematográfica. Este curso deu origem a um programa de extensão regular, às Oficinas Experimentais de Cinema e contribuiu para ampliar as atividades de ensino de cinema nos cursos de Comunicação. Em 2004, a Famecos passou a oferecer o Curso Superior Apresentação da FUNDACINE pág. 9

10 de Tecnologia em Produção Audiovisual, Teccine, atendendo a novas demandas de formação profissional do setor. A PUCRS atua como parceira da FUNDACINE e Governo do Estado na implantação do projeto TECNA, Centro Tecnológico Audiovisual do RS, localizado no Campus de Viamão e vinculado ao TECNOPUC, o Parque Científico e Tecnológico da PUCRS. 10. UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS UNISINOS A Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) é uma entidade privada de ensino superior que conta com cerca de 30 mil estudantes em cursos de graduação, pós-graduação e extensão. Também integra uma rede de 200 instituições de ensino superior jesuítas, com 2,2 milhões de alunos no mundo todo. O objetivo da instituição é promover a formação integral da pessoa humana e sua capacitação ao exercício profissional, incentivando o aprendizado contínuo e a atuação solidária para o desenvolvimento da sociedade. Desde 2007, a Unisinos oferece o curso de especialização em Cinema aos profissionais do audiovisual, com uma formação que potencializa a experiência adquirida no fazer cinematográfico e sua reflexão. Além disso, foi a primeira universidade do Sul do País a implantar um curso específico de graduação na área, com o curso de Realização Audiovisual. 11. SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SESC O SESC é uma entidade de caráter privado, mantida pelos empresários do comércio, cuja principal finalidade é promover o desenvolvimento social e a qualidade de vida da sociedade brasileira, em especial de seus associados, os servidores do comércio e seus familiares. Adaptados às necessidades e particularidades de cada região ou localidade, os centros de atividades do SESC são formados por escolas, colônias de férias, gabinetes odontológicos, teatros, ginásios esportivos, cinemas e centros culturais. Contam ainda com unidades-móveis, como as carretas do OdontoSESC, e projetos inovadores, como os Centros Educativos SESC LER. Só no Rio Grande do Sul, a entidade mantém 30 centros completos de atividade, que são referência nacional no desenvolvimento de programas sociais. No setor cultural, o SESC é um agente vital para o desenvolvimento e para a difusão das artes no Brasil. Apresentação da FUNDACINE pág. 10

11 12. MINISTÉRIO DA CULTURA (MINC), SECRETARIA DO AUDIOVISUAL (SAV). A Secretaria do Audiovisual, órgão específico singular, diretamente subordinado ao Ministério da Cultura, tem por finalidade elaborar e submeter ao Conselho Superior do Cinema as políticas nacionais e gerais para o desenvolvimento da indústria do cinema e do audiovisual; Instituir programas de fomento às atividades cinematográficas e audiovisuais brasileiras; Planejar, coordenar e executar as atividades relativas à recepção, análise e controle de projetos de co-produção, produção distribuição, comercialização, exibição e infra-estrutura relativas às atividades cinematográficas e audiovisuais; Coordenar e supervisionar as atividades relativas à análise das prestações de contas das ações, programas e projetos financiados com recursos incentivados; Planejar, promover e coordenar as ações necessárias à difusão, à preservação e à renovação das obras cinematográficas e de outros conteúdos audiovisuais brasileiros, assim como à pesquisa, à formação e à qualificação profissional; e representar o Brasil em organismos e eventos internacionais relativos ao setor, entre outras atividades e deveres. 13. GOVERNO DO RIO GRANDE DO SUL / SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA / INSTITUTO ESTADUAL DE CINEMA IECINE O IECINE é um órgão da Secretaria de Estado da Cultura que tem como missão incentivar e apoiar, de forma sistemática, a produção, distribuição e exibição cinematográfica do Estado. Graças a um convênio firmado com a APTC-RS, o IECINE disponibiliza aos cineastas gaúchos diversos equipamentos para produção cinematográfica, além de promover cursos e oficinas de aprimoramento profissional que visam a melhora qualitativa e quantitativa da produção cinematográfica do Estado. O IECINE é um importante parceiro da FUNDACINE no projeto RodaCine e realiza, em conjunto com a FUNDACINE, o projeto Prêmio de Cinema em Longa-metragem, que já viabilizou a produção de nove filmes de longa-metragem em suas três edições. Também promove periodicamente o Prêmio IECINE de curtas-metragens. Em parceria com a FUNDACINE e a PUCRS, desenvolve o projeto TECNA para implantação de infra-estrutura, Apresentação da FUNDACINE pág. 11

12 laboratórios de pesquisa em imagem e som e outras iniciativas para a inovação e desenvolvimento do setor audiovisual. 14. PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE PMPA - SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA / COORDENAÇÃO DE CINEMA, VÍDEO E FOTOGRAFIA CCVF. A Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da SMC tem a responsabilidade de responder pelas políticas públicas relativas ao audiovisual e à fotografia na cidade de Porto Alegre, tendo como princípio o constante diálogo com os segmentos envolvidos na produção artística. A CCVF administra a Sala de Cinema P.F. Gastal, um espaço de exibição dedicado às produções brasileiras e às cinematografias alternativas, por meio de ciclos temáticos e projetos como o Raros, que exibe semanalmente filmes que não foram distribuídos comercialmente no Brasil. Além das exibições, a CCVF desenvolve projetos voltados à pesquisa e à reflexão cinematográficas, como os Escritos de cinema, já na nona edição, que publica obras importantes de autores locais sobre a produção gaúcha e brasileira. Também no ramo da reflexão, a CCVF organiza anualmente um seminário de fundo, reunindo nomes de peso do cinema e da intelectualidade brasileira para debater temas relevantes à produção e à análise cinematográfica. Outro projeto importante da CCVF é a Cinemateca RS, que vem lançando em VHS obras importantes da cinematografia gaúcha, como Deu pra ti, anos 70, de Giba Assis Brasil e Nelson Nadotti, e Vento Norte, de Salomão Scliar. A Coordenação de Cinema desenvolve também o projeto Olho da Rua, que exibe produções brasileiras e promove oficinas de produção cinematográfica entre meninos de rua de Porto Alegre. O Projeto de implantação da Cinemateca Capitólio foi iniciado em 2004, em parceria com a FUNDACINE. O Conselho Fiscal tem seus membros indicados pelas seguintes instituições representadas no Conselho Curador: Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul BRDE Federação das Associações Comerciais e de Serviços do RS FEDERASUL Prefeitura Municipal de Porto Alegre - PMPA Apresentação da FUNDACINE pág. 12

13 ENTIDADE GESTORA Por seu histórico na realização de projetos e ações para o desenvolvimento do setor audiovisual no RS, a Fundação Cinema RS FUNDACINE será a instituição gestora do Arranjo Produtivo Local do Setor Audiovisual RS APL/RS, respondendo pela mobilização, e contratação de recursos técnicos e humanos, pela coordenação e execução das atividades e projetos do APL. Para estabelecer a governança desta iniciativa, a FUNDACINE conta com o reconhecimento e apoio dos agentes do setor, mantendo interlocução permanente com as entidades de classe e os órgãos públicos direta ou indiretamente ligados à atividade. ARRANJO PRODUTIVO LOCAL DO AUDIOVISUAL RS 1. VISÃO Implementar o desenvolvimento do setor audiovisual no Rio Grande do Sul de forma integrada, qualificando e ampliando a produção, a difusão e a comercialização de obras audiovisuais de diferentes formatos, capacitando as empresas para atender a novas demandas do mercado interno e externo. 2. MISSÃO Planejar, coordenar e incentivar a realização de ações integradas de cooperação entre os agentes da cadeia produtiva, a partir de estudos e pesquisas, visando a um melhor desempenho na produtividade e competitividade das empresas para que atuem de maneira mais qualificada no mercado. 3. CARACTERÍSTICAS ECONÔMICA E INSTITUCIONAL No âmbito das Indústrias criativas do Rio Grande do Sul, o setor audiovisual destacase pela dinâmica particular dos processos universais de produção de conteúdos para diferentes plataformas e pela enorme diversidade e segmentação de modos de atuação empresarial. Em Apresentação da FUNDACINE pág. 13

14 todos os países, a existência das indústrias audiovisuais pressupõe um núcleo central que compreende as atividades de produção, distribuição e exibição. São campos distintos, com interesses e objetivos específicos, muitas vezes antagônicos, mas que permanecem interdependentes. A produção depende da mediação da distribuição para que seus produtos cheguem à exibição, estágio final em que as obras audiovisuais são consumidas pelo público. Neste processo, as empresas produtoras licenciam suas obras para que uma empresa distribuidora possa comercializá-las junto a empresas exibidoras, as quais estarão autorizadas a efetuar a venda final do produto ao consumidor. Não há limitações de tempo e espaço para a comercialização de produtos audiovisuais. No Brasil, a maioria das empresas do setor atua no campo da produção. Em 2010, na Agência Nacional de Cinema, órgão de regulação, fiscalização e fomento do setor, estavam registradas cerca de empresas produtoras. O Rio Grande do Sul mantém historicamente a posição de terceiro pólo de produção cinematográfica do País, precedido de Rio de janeiro e São Paulo. A maioria das empresas do setor no RS são também produtoras, geralmente atuando de maneira diversificada na produção de filmes de longa e curta metragens, conteúdos para televisão aberta e por assinatura e filmes publicitários. Atuam também no campo da produção, empresas especializadas nas áreas de infraestrutura, serviços e insumos. São fornecedores de equipamentos e serviços de imagem e som, iluminação, maquinaria, transporte, logística, cenografia, efeitos, etc. Na organização da proposta do APL, há o entendimento da necessidade de ações que tenham resultados na melhor qualificação das empresas do setor, visando ampliar a difusão e a comercialização de seus produtos. A idéia de um APL do Setor Audiovisual pressupõe um diagnóstico da cadeia produtiva para a proposição de ações integradas que venham a melhorar o desempenho na área de comercialização. A distribuição é considerada um dos axiomas históricos do cinema brasileiro e verifica-se na última década um crescimento importante de empresas brasileiras atuando neste setor, ainda que sem o devido preparo. No RS já existem algumas empresas produtoras que atuam simultaneamente na distribuição. A dinâmica econômica que caracteriza o setor é baseada na demanda de capital para financiar a produção e a sua recuperação posterior através das atividades de distribuição e exibição, as quais, por sua vez, demandam novos aportes de capital. O parâmetro de retorno mínimo na indústria é de 3X1. Tomando como exemplo o mercado cinematográfico, o investimento na distribuição corresponde, geralmente, a cerca de 30% do orçamento de Apresentação da FUNDACINE pág. 14

15 produção de um filme (em alguns casos até 100%). A remuneração do distribuidor é da ordem de 20% sobre a receita líquida do filme (em alguns casos 30% ou mais), ou seja, descontados os custos de distribuição que incluem cópias e publicidade. No mercado brasileiro, o exibidor fica com 50% da receita da bilheteria e o distribuidor com os 50% restantes, dos quais deverá se ressarcir do investimento na comercialização, pagar os impostos, reter a sua remuneração e repassar o restante ao produtor. No Brasil, a organização setorial existente e a sua institucionalização têm origem na atividade de produção cinematográfica. A estrutura institucional do Cinema Brasileiro é composta pelo Conselho Superior de Cinema, Secretaria do Audiovisual e ANCINE, estes ligados ao Ministério da Cultura, os quais interagem com as entidades representativas do setor. O Rio Grande do Sul tem sido referência na organização e institucionalização do setor, através de suas entidades, a Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos do RS, APTC-ABD/RS, o Sindicato da Indústria Audiovisual, SIAV-RS e a Fundação Cinema RS, FUNDACINE. Para a organização do Arranjo Produtivo Local - APL do Setor Audiovisual foram convocados a apoiar e a participar diversos agentes, entre empresas produtoras, de infraestrutura e serviços, universidades, sindicatos, órgãos dos governos estadual e municipal e entidades de outros setores. As articulações foram conduzidas pelas entidades do setor mencionadas, sob a coordenação da FUNDACINE. 3.1 REGIÕES DE ABRANGÊNCIA O APL terá abrangência na Região Metropolitana de Porto Alegre, tendo em vista que nela verifica-se a maior concentração de empresas do setor. Entretanto, considerando as características da atividade audiovisual, suas ações devem gerar efeitos em outras regiões, inclusive estimulando iniciativas semelhantes. 3.2 SEGMENTO ECONÔMICO As atividades da cadeia produtiva correspondem ao segmento seção J - INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO com o enquadramento nas seguintes divisões: Apresentação da FUNDACINE pág. 15

16 Divisão 59: Atividades Cinematográficas, Produção de vídeos e de Programas de Edição de música; Grupo 591 Atividades Cinematográficas, Produção de Vídeos e de programas de Televisão, nas classes: Atividade de Produção Cinematográfica, de Vídeos e de Programas de Televisão; com suas subclasses: /01 Estúdios Cinematográficos; /02 Produção de Filmes para Publicidade; /99 Atividades de Produção Cinematográfica, de Vídeos e de Programas de Especificadas Anteriormente Atividades de Pós- Produção Cinematográfica de Vídeos e de Programas de Televisão; com suas subclasses: /01 Serviços de Dublagem; /02 Serviços de Mixagem Sonora em Produção Audiovisual; /99 Atividades de Pós-Produção Cinematográfica, de Vídeos e de Programas especificadas anteriormente Distribuição Cinematográfica, de Vídeo e de Programas de Televisão; com sua subclasse: /00 Distribuição Cinematográfica, de Vídeo e de Programas de Televisão; Atividades de Exibição Cinematográfica; com sua subclasse: /00 Atividades de Exibição Cinematográfica Divisão 60: Atividade de Rádio e de Televisão; Grupo 602 Atividades de Televisão, e na Classe Atividades de Televisão Aberta e nas Classes: Programadoras e Atividades Relacionadas à TV por Assinatura; com suas subclasses: /01 Programadoras Apresentação da FUNDACINE pág. 16

17 3.3 GERAÇÃO DE EMPREENDIMENTO E EMPREGOS Com relação a este tópico, não existe ainda um empreendimento definido para o Arranjo. Entretanto, é possível estimar a existência de aproximadamente 90 empresas atuantes na área de produção, na região de abrangência do APL. Há também empresas de infraestrutura e serviços, universidades com suas estruturas de ensino e pesquisa, parques tecnológicos e demais insumos necessários a atividade. Considerando somente a produção de filmes de longa-metragem no RS, em 2011 foram registrados 18 projetos em fase de finalização. Com base em levantamentos da Associação Brasileira de Cineastas, ABRACI, um longa-metragem gera cerca de 50 empregos diretos e outros 150 indiretos. Assim, seria possível estimar que 18 filmes pudessem responder pela geração total de postos de trabalho. Como o cinema é a matriz dos processos de criação e produção de obras audiovisuais, este padrão de geração de empregos pode ser usado como referência para filmes de curta-metragem, publicitários e conteúdos para televisão e outras mídias. As variações decorrem das necessidades de cada projeto e, sobretudo, dos orçamentos. Não há dados sobre a geração de empregos na distribuição, mas as referências são diferentes. É característica da atividade de distribuição a mobilização de outros setores como agências de propaganda, veículos de comunicação, gráficas, empresas de transporte e logística, assim como empresas de pós-produção de imagem e som (legendas, dublagens) e laboratórios para a fabricação de cópias em diferentes suportes. Levantamentos da ANCINE indicam a existência de 476 distribuidoras no mercado brasileiro, em 2010, a maioria de empresas nacionais, um crescimento significativo, considerando que no ano 2000 atuavam menos de 100 empresas no mercado nacional. Em 2011, segundo dados da ANCINE, os lançamentos das distribuidoras brasileiras responderam por cerca de 26% do público das salas de cinema. A primeira tarefa do APL, ao estabelecer a sua governança, será a elaboração de estudos para mapeamento e diagnóstico do setor audiovisual. A conexão com outras atividades é característica da atividade audiovisual: alimentação, vestuário, transporte, combustível, energia elétrica, telecomunicações, material de construção e turismo, entre outras. As mudanças tecnológicas levaram a uma integração absoluta do audiovisual com a informática, gerando novas demandas de especialização de serviços. Não existem dados precisos sobre a geração de empregos no setor no RS. Informes da FIRJAN e do SIAPAR, Apresentação da FUNDACINE pág. 17

18 entretanto, indicam que 22% das empresas do setor estão nos 3 Estados da Região Sul, correspondendo a uma geração de 20 mil empregos diretos. A maioria, 84% são de microempresas. Outros levantamentos indicam que, no setor cinematográfico, em 2002, o Rio Grande do Sul respondia por 5,8% do total nacional de pessoas empregadas nessa atividade (VALIATI, 2010). Em geral, a geração de empregos no setor audiovisual é sazonal e por projeto. Uma produtora pode ter apenas 3 funcionários com carteira assinada e contratar uma equipe de 50 pessoas para as filmagens de um longa-metragem. 3.4 PRODUÇÃO O setor audiovisual no Rio Grande do Sul vem registrando crescimento da produção em diferentes formatos. Historicamente, mantem-se na posição de terceiro pólo produtor de cinema (longa e curta metragem). Entre 2003 e 2011, a produção de longa-metragem foi da ordem de 52 novos títulos (6,5 por ano) e a de curtas é estimada em mais de 300 títulos (40 por ano). Contudo, conforme dados disponibilizados pela Agência Nacional de Cinema, apenas 10 filmes de longa-metragem do Rio Grande do Sul foram lançados entre 2008 e A produção de conteúdos para televisão é uma tendência ampliada a partir do ano 2000 e terá grande crescimento com a Lei que estabelece cotas de conteúdo nacional para as operações de televisão por assinatura no Brasil. Segundo informe da RBSTV, através do seu Núcleo de Especiais, entre 2010 e 2012 foram produzidos e exibidos 78 programas Curtas Gaúchos, aproximadamente 37 por ano, e 16 Séries de TV, média de 8 por ano. Filmes de Longa-metragem produzidos, por Estado. Nº Estado 1908 até 2002 até º Rio de Janeiro RJ Filmes Filmes 2º São Paulo SP Filmes Filmes 3º Rio Grande do Sul RS 68 Filmes 102 Filmes 4º Minas Gerais MG 49 Filmes 98 Filmes 5º Distrito Federal Brasília DF 20 Filmes 56 Filmes 6º Pernambuco PE 31 Filmes 52 Filmes Fonte: Dicionário de Filmes Brasileiros, Antonio Leão da Silva Neto, Ed. IBAC, Total no Brasil até Filmes de Longa-metragem Total no Brasil até Filmes de Longa-metragem Apresentação da FUNDACINE pág. 18

19 No Rio Grande do Sul houve um aumento considerável da produção de longa-metragem, de 2002 até 2011, um crescimento de 40% com relação ao ano Abaixo, o gráfico apresenta a variação da produção gaúcha, sendo possível notar a irregularidade Filmes Longa-metragem RS Na produção de curtas e médias, levantamentos do mesmo pesquisador indicam que em 2011, o Rio Grande do Sul permanece em terceiro lugar. Como a edição anterior da pesquisa em 2005, tinha critérios de inclusão bastante diferentes dos atuais, não há como verificar os efeitos das políticas públicas dos diferentes estados na produção da última década. Mas, os números mostram claramente a vocação do Rio Grande do Sul como terceiro centro de produção audiovisual do país. Filmes curtas-metragens produzidos, por Estado. Nº Estado Desde º Rio de Janeiro RJ Filmes 2º São Paulo SP Filmes 3º Rio Grande do Sul RS Filmes 4º Distrito Federal - Brasilia DF 661 Filmes 5º Bahia BA 616 Filmes 6º Paraná PR 597 Filmes Fonte: Produtora Otto Desenhos Animados Total no Brasil de Filmes de Curta-metragem 3.5 RENDA Não há dados e levantamentos sistematizados sobre renda no setor audiovisual. Entretanto, no âmbito da economia da cultura, estudos realizados pelo pesquisador Leandro Apresentação da FUNDACINE pág. 19

20 Valiati, da UFRGS (2010) indicam que o salário médio mensal dos trabalhadores do setor cultural era de 5,1 salários mínimos, segundo dados do IBGE (2006) sendo superior a média de salários do Brasil que era de 3,35 mínimos. Os dados do IBGE indicaram que do total de empregados no setor cultural, 31.6% são de nível superior e destes, 6,4% com pós-graduação. Em 2003, ainda segundo o IBGE, a participação do setor cultural no PIB seria da ordem de 6%, correspondendo a 1,9 milhões de trabalhadores em Os números sobre a distribuição das receitas do mercado audiovisual brasileiro, por segmentos, em 2010, apresentado pela ANCINE, em 2011, permitem dimensionar a composição de renda do setor: 1. Salas de exibição: R$ 1,25 bilhão 2. Vídeo doméstico: R$ 1,25 bilhão (estimativa) 3. Televisão aberta (publicidade): R$ 16,5 bilhões 4. Televisão paga (publicidade + assinaturas): R$ 13,5 bilhões Total: R$ 31,3 bilhões Esses dados indicam que o mercado audiovisual brasileiro é marcado por assimetrias e uma enorme concentração das receitas no segmento televisão. Esse quadro não é diferente no Rio Grande do Sul. Para as empresas da área de produção, a renda majoritária vem do financiamento público para os projetos de produção seja para cinema ou televisão. Os principais mecanismos de incentivo a fundo perdido asseguram aportes de recurso limitados a 80% do total de cada orçamento, sendo 20% de contrapartida do produtor. As receitas da distribuição que em geral correspondem a 50% da arrecadação das salas de exibição, nem sempre são suficiente para remunerar diretamente as produtoras. Em geral, as produtoras são remuneradas durante o processo de produção e, nem sempre participam das rendas da distribuição. No caso das emissoras abertas de televisão, o financiamento da produção, seja própria ou terceirizada, vem das receitas da venda de publicidade. Nas operadoras de televisão por assinatura há fundos de financiamento para a produção independente. A proposta de um APL com ações direcionadas para um melhor desempenho da comercialização da produção audiovisual do RS pode trazer resultados para uma melhor distribuição de renda no setor. Apresentação da FUNDACINE pág. 20

21 3.6 ESTIMATIVA DE PARTICIPAÇÃO PERCENTUAL DO APL Não há dados disponíveis para a estimativa. Serão obtidos com o mapeamento e diagnóstico do setor. 3.7 INSTITUIÇÕES DE APOIO Instituições que Apoiam o APL N Nome da Empresa Setor de Atuação 1. Alfredo Soares de Barros Produtor Cultural 2. APTC/RS Instituição 3. Accorde Filmes Ltda Produtora 4. Accorde Produção Audiovisuais Ltda Produtora 5. Audiovisuais Bimandagará Produções Produtora Cultural 6. Bactéria Filmes Produtora 7. Casa de Cinema de Porto Alegre Produtora/Distribuidora 8. Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia Instituição 9. Cinex Filmes Produtora 10. ESPM - Sul Universidade Porto Alegre 11. Epifania Filmes Produtora 12. Geração Cursos Produtora Cultural 13. Federasul Instituição 14. Fundação Cultural Piratini Rádio e Televisão - TVE Instituição 15. Matilha Filmes Ltda Produtora 16. NGM Produções & Promoções Produtora 17. Naymar Equipamentos de Cinema Fornecedora 18. Arte e Luz Suportes Fornecedora 19. PUCRS - TECNOPUC Universidade Porto Alegre 20. Panda Filmes Ltda Produtora/Distribuidora 21. Panda Comunicação Fornecedora 22. Platô Cinematografico Produtora 23. Sindcine - Sindicato Trab. Ins. Cinematograf. E do Audiovisual RS Instituição 24. SEEC/RS - Sindicato das Empresas Exibidoras Cinematográficas do RS Instituição 25. Spaghetti Filmes Ltda Produtora 26. TGD Filmes Produtora 27. Instituto NT de Cinema e Cultura Instituição Apresentação da FUNDACINE pág. 21

22 28. UFPEL - Curso de Cinema Universidade Pelotas 29. Camila Gonzatto e Frederico Pinto Ltda Produtora 30. Mínima Concepção e Produção Visual Ltda Produtora Cultural 31. Kiko Ferraz Studios Ltda Estudio de Audio 32. Box Brasil - PBI.s.a Programadora 33. Infoco Filmes Produtora Cultural 34. Guarujá Produções Ltda Produtora 35. Modus Produtora Produtora 36. Gaia Cultura e Arte Produtora 37. Festival Manuel Padeiro-Cinema e Animação Exibidora 38. Alecrim Produções Culturais Produtora 39. Manga Rosa Filmes Ltda Produtora 40. BRDE - Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul Instituição 41. Walper Ruas Produções Ltda Produções 42. Som de Cinema Fornecedora 43. Okna Produções Produtora 44. RBS participações S/A Instituição 45. Associação Brasileira de Cinema e Animação Instituição 46. Start Video e Tramissão Ltda Fornecedor 47. Apema Loc. Equip. Cinema Ltda Fornecedor 48. Cineart Projeções Exibidora 49. Cubo Filmes Exibidora 50. Santa Maria Vìdeo e Cinema Instituição 51. PUCRS - FAMECOS Universidade 52. Estação Elétrica Produção de Cinema e Vídeo Produtora 53. ABD/Nacional - Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas Instituição 54. Spectra Filmes Ltda Produtora 55. Jaime Lerner Cineasta 56. IECINE/RS Instituição 57. Cinemateca Paulo Amorim Instituição 58. V2 Cinema Produtora 59. Fantasma POA Instituição 60. Festival de Video de Guaiba Instituição Empresas/Produtoras que Compõem o APL N Nome da Empresa Setor de Atuação 1. Alfredo Soares de Barros Produtor Cultural 2. APTC/RS Instituição 3. Accorde Filmes Ltda Produtora Apresentação da FUNDACINE pág. 22

23 4. Audiovisuais Bimandagará Produções Produtora Cultural 5. Bactéria Filmes Produtora 6. Casa de Cinema de Porto Alegre Produtora/Distribuidora 7. Cinex Filmes Produtora 8. Epifania Filmes Produtora 9. Geração Cursos Produtora Cultural 10. Mínima Concepção e Produção Visual Ltda Produtora Cultural 11. Moviola Filmes Produtora 12. Milímmetros Produções Audiovisuais Produtora 13. Naymar Equipamentos de Cinema Fornecedora 14. Otto Desenhos Animados Ltda Produtora 15. Snif Snif Ltda Produtora Animação 16. Panda Filmes Ltda Produtora/Distribuidora 17. Panda Comunicação Fornecedora 18. Prana Filmes Produtora 19. Spaghetti Filmes Ltda Produtora 20. Sangue Bom Filmes Produtora 21. TGD Filmes Produtora 22. Instituto NT de Cinema e Cultura Instituição 23. Vit Music Fornecedora 24. Codecando Produções Produtora Cultural 25. Zapata Filmes Produtora 26. Juan Zapata Cineasta 27. Kiko Ferraz Studios Ltda Estudio de Audio 28. Box Brasil - PBI.s.a Programadora 29. Guarujá Produções Ltda Produtora 30. Modus Produtora Produtora 31. Finish Produtora Ltda Produtora 32. Gaia Cultura e Arte Produtora 33. Festival Manuel Padeiro-Cinema e Animação Exibidora 34. Walper Ruas Produções Ltda Produções 35. Som de Cinema Fornecedora 36. Okna Produções Produtora 37. Start Video e Tramissão Ltda Fornecedor 38. Apema Loc. Equip. Cinema Ltda Fornecedor 39. Cineart Projeções Exibidora 40. Cubo Filmes Exibidora 41. Santa Maria Vìdeo e Cinema Instituição 42. Estação Elétrica Produção de Cinema e Vídeo Produtora 43. NGM Produções & Promoções Produtora 44. Spectra Filmes Ltda Produtora 45. Jaime Lerner Cineasta 46. IECINE/RS Instituição Apresentação da FUNDACINE pág. 23

24 47. Cinemateca Paulo Amorim Instituição 48. V2 Cinema Produtora 49. Fantasma POA Instituição 3.8 INFRAESTRUTURA DO AGLOMERADO As atividades de produção audiovisual demandam insumos específicos e infraestrutura adequada, compreendendo equipamentos de captação e pós-produção de imagem e som, iluminação e maquinaria, mas também estúdios, oficinas de cenografia e outras facilidades. As mudanças tecnológicas verificadas na última década, especialmente a introdução de equipamentos de imagem e som digitais, resultaram em maior facilidade de acesso a estes equipamentos e a criação de empresas prestadoras de serviços especializados. As mudanças da base tecnológica atingem também a atividade de distribuição, reduzindo custos e ampliando o alcance dos produtos. Pontos positivos: fornecedores de equipamentos de imagem e som, capacitados ao atendimento da demanda usual do mercado; empresas especializadas em equipamentos de iluminação e maquinaria; estúdios de pequeno porte com áreas de apoio; empresas de transporte especializado; empresas de cenotécnica; estúdios de som e mixagem. Pontos negativos: inexistência de estúdios que atendam a normas internacionais de qualidade com relação a dimensões, isolamento acústico, climatização e aparelhamento, e que estejam equipados com as respectivas estruturas de apoio, incluindo camarins, oficinas e depósitos para cenários e figurinos, áreas de alimentação, salas de produção, etc. Os estúdios existentes funcionam em espaços adaptados; falta de fornecimento local de câmeras e acessórios mais sofisticados (são alugadas em SP ou RJ); falta de oferta de geradores blimpados; falta de salas de mixagem certificadas (Dolby ou equivalente); falta de laboratórios de imagem para finalização digital em diferentes formatos (pós-produção). Com relação à infraestrutura local, historicamente o setor audiovisual do RS registra carências de equipamentos e serviços que só podem ser alocados em São Paulo e Rio de Janeiro, principais centros produtores do País. Avanços importantes registrados nos últimos 20 anos reforçam a importância estratégica de uma infraestrutura adequada. Em 2007, um levantamento do mercado audiovisual local foi realizado pela FUNDACINE para a implantação de um Centro Tecnológico Audiovisual, (Projeto TECNA) em parceria com a PUCRS e o Governo do Estado, identificou as principais deficiências de Apresentação da FUNDACINE pág. 24

25 infra-estrutura do setor, acima mencionadas. O projeto de implantação do Centro Tecnológico Audiovisual do RS, TECNA é a única iniciativa existente voltada para atender as demandas de infraestrutura, propondo ações integradas de inovação e pesquisa direcionadas a área audiovisual. Localizado em Viamão, no Campus onde já funciona a Fase 3 do Parque Científico e Tecnológico da PUCRS, Tecnopuc, com área construída de 32 mil m², o TECNA prevê a implantação de estúdios com infraestrutura completa seguindo normas internacionais; camarins; oficinas de cenotécnica, arte e figurinos; depósitos; salas de produção e apoio; laboratórios de imagem e som; cabine de exibição; estúdio de som; áreas de alimentação e hospedagem. O projeto técnico está sendo detalhado e permitirá a busca de recursos para as obras. Paralelamente, estão sendo analisadas propostas de empresas interessadas em estabelecer suas atividades no local. A Faculdade de Comunicação Social, FAMECOS, da PUCRS está instalando um laboratório de som, uma sala de produção e um laboratório de montagem em área anexa ao TECNA. Está em fase de implantação um estúdio de gravação, com edição e sala de mixagem com processador Dolby que serão compartilhados com as empresas do mercado. 3.9 PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS No Rio Grande do Sul, as políticas públicas e programas de fomento estaduais ao setor audiovisual são irregulares e muitas vezes sofrem interrupção e decorrem da interlocução com as entidades de classe. Os mecanismos de financiamento estáveis e regulares correspondem ao sistema de Lei de Incentivo à Cultura. Tradicionalmente, os programas são voltados para a produção e eventos de difusão, caso de festivais e mostras. Existem alguns programas municipais, mas os programas e mecanismos de fomento governamentais que atuam diretamente no setor, com efeitos diretos no APL, são majoritariamente Federais Incentivo Federal e Programas A Lei Federal de Incentivo a Cultura, 8.313/91- Lei Rouanet, institui, por meio do Programa Nacional de Cultura PRONAC, os mecanismos do Fundo Nacional de Cultura FNC, do Mecenato, e do Fundo de Investimento Cultural e Artístico FICART. Apresentação da FUNDACINE pág. 25

26 O FNC apoia a fundo perdido, projetos culturais apresentados por entidades públicas e privadas e sem fins lucrativos de natureza cultural. O Mecenato refere-se ao apoio do Governo Federal à cultura, permitindo que os projetos culturais recebam recursos de empresas e pessoas físicas. Uma parte destes recursos pode ser deduzida no Imposto de Renda devido. O FICART permite a aplicação em projetos culturais de caráter comercial, por meio de fundos de investimento criado por instituições financeiras. Lei Rouanet (8.313/91) É a lei que institui o Programa Nacional de apoio a Cultura PRONAC, cuja finalidade é a captação e canalização dos recursos para os diversos setores culturais. Programa Nacional de Apoio a Cultura PRONAC - Visa apoiar, direcionar recursos para os investimentos culturais. Seus produtos e serviços resultantes serão de exibição, utilização e circulação públicas, não podendo ser destinados ou restritos a circuitos privados ou coleções particulares. Lei do Audiovisual (8.685/93) Lei Brasileira de investimento na produção e coprodução de obras cinematográficas e audiovisuais e infra-estrutura de produção e exibição. Concede incentivos fiscais às pessoas físicas e jurídicas que adquirem os chamados Certificados de Investimento Audiovisual que são títulos representativos de cotas de participação em obras cinematográficas. A Lei do Audiovisual permite que o investimento seja até 100% dedutível do Imposto de Renda (limitado a 4% do IR devido, para pessoas jurídicas) e o desembolso pode ser deduzido como despesa operacional excluindo o valor investido no LALUR reduzindo a base de cálculo do próprio IR e do adicional do IR. Lei do Audiovisual - Art. 1º - Os contribuintes poderão deduzir do imposto de renda devido a quantias referentes aos investimentos feitos na produção de obras audiovisuais cinematográficas brasileiras de produção independente. A dedução se dá mediante a aquisição de cotas representativas de direitos de comercialização sobre as referidas obras, desde que estes investimentos sejam realizados no mercado de capitais, em ativos previstos em lei, e autorizados pela Comissão de Valores Mobiliários, e os projetos tenham sido previamente Apresentação da FUNDACINE pág. 26

27 aprovados pela Ancine, na forma do regulamento. (Redação dada pela Lei nº , de 2006). Lei do Audiovisual - Art. 1ºA - Até o ano-calendário de 2016, inclusive, os contribuintes poderão deduzir do imposto de renda devido as quantias referentes ao patrocínio à produção de obras cinematográficas brasileiras de produção independente, cujos projetos tenham sido previamente aprovados pela Ancine, do imposto de renda devido apurado (Incluído pela Lei nº , de 2006). Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e Atuação no RS Com o intuito de verificar a ação do FSA e a remessa oriunda de investimentos do Fundo para projetos no RS foi feito o levantamento do valor investido em cada Estado participante nos editais de 2009 e 2010, sendo que este último ainda não foi divulgado os resultados da linha de comercialização de obras audiovisuais. Usaram-se como base os relatórios de Gestão da ANCINE de 2010 referentes ao edital de 2009: Edital 2009 as linhas foram: Linha A - Produção Cinematográfica; Linha B - Produção Independente para TV; Linha C - Aquisição de Direitos de Distribuição; Linha D Comercialização. O Fundo movimentou no Edital de 2009 projetos no valor de mercado de R$ ,80 (quatrocentos e dezenove milhões, cento e vinte e sete mil e cinqüenta e cinco reais e oitenta centavos ). Desse montante foi empregado ao mercado audiovisual, o valor de R$ , 00 (oitenta e um milhões quatrocentos e noventa e nove mil e quinze reais. Ao Rio Grande do Sul, retornou em termos de contribuição do CONDECINE e fundo de fiscalização o valor de R$ ,10 (dois milhões quatrocentos e oitenta e três mil, novecentos e noventa e seis reais e dez centavos) divididos em 4 projetos nas linhas A e B. Em um percentual geral de 2,02 %. Editais e Programas FICTV/Mais Cultura Dramaturgia Seriada 2008 Programa Anima TV 2008 Roteiros Cinematográficos Curta-metragem do Gênero Ficção ou Documentário Longa-metragem de Baixo Orçamento 2009 Apresentação da FUNDACINE pág. 27

28 DocTV CPLP 2009 Curtas de Animação Ambiental 2009 XPTA. Lab Laborário de Experimentação e Pesquisa em Tecnologia Audiovisual 2009 Nós na Tela 2009 Prêmio SAV de Pesquisa em Cinema 2009 Etnodoc 2009 Curtas Crianças 2009 Longa Doc 2009 Programa de Restauro de Filmes Antigos 2009 Curta-metragem de Ficção ou Documentário 2010 Longa-metragem de Ficção ou Animação com Temática Infantil 2010 Longa-metragem de Ficção para Roteiristas Profissionais 2010 Roteirista Estreante 2010 Nossa Onda 2010 Prêmio Adicional de Renda 2009 Programa Ancine de Incentivo à Qualidade do Cinema Brasileiro 2009 Programa de Fomento Direiro à Co-produção Ancine Consórcio Audiovisual da Galícia 2009 Programa de Fomento à Co-produção Ancine IP-ICA (Portugal) 2009 Fundo Ibermédia Audiovisual 2010 Programa Ancine de Incentivo à Qualidade do Cinema Brasileiro 2010 Oi Futuro 2009 a 2012 Programa Petrobrás Cultural 2008/2009 e 2010 Eletrobrás 2010/ 2011/ 2012 Memorial do Esporte 2011 Apresentação da FUNDACINE pág. 28

APL AUDIOVISUAL. Rio Grande do Sul Porto Alegre e Região Metropolitana

APL AUDIOVISUAL. Rio Grande do Sul Porto Alegre e Região Metropolitana APL AUDIOVISUAL Rio Grande do Sul Porto Alegre e Região Metropolitana Articulação Setorial no RS até a conformação em APL Fundacine A Fundação Cinema RS - FUNDACINE, possui 15 anos de atuação, criada com

Leia mais

APL AUDIOVISUAL O APL AUDIOVISUAL

APL AUDIOVISUAL O APL AUDIOVISUAL O APL AUDIOVISUAL APL AUDIOVISUAL O APL Audiovisual busca o fortalecimento das empresas do setor na região, através de ações colaborativas e do compartilhamento de informações entre seus agentes, com uma

Leia mais

PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE CULTURA - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS"

PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE CULTURA - A SANTA MARIA QUE QUEREMOS Elaborar o projeto do Plano Municipal de Projeto do Plano Projeto realizado Cultura com ampla participação dos setores da sociedade Conferência Municipal de Cultura Conferência realizada PLANILHA DE OBJETIVOS

Leia mais

PLANO NACIONAL DE DANÇA

PLANO NACIONAL DE DANÇA PLANO NACIONAL DE DANÇA I APRESENTAÇÃO II - DIRETRIZES E AÇÕES II HISTÓRICO DO SETOR NO PAÍS III DIAGNOSE DE POTENCIAL E PONTOS CRÍTICOS DO SETOR IV DADOS DO SETOR PARA O SISTEMA DE INFORMAÇÕES E INDICADORES

Leia mais

EIXO I GESTÃO CULTURAL DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA

EIXO I GESTÃO CULTURAL DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA PLANO MUNICIPAL DE CULTURA DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ Comissão de Elaboração do Plano Municipal de Cultura: Anderson Beluzzo, Celso Peixoto, Dagma Castro, Elias Alcides Luciano, Guilhermina Stuker, João Alexandre

Leia mais

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011.

LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. LEI Nº 15.853 DE 11 DE OUTUBRO DE 2011. 1 Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Economia Solidária e o Fundo Municipal de Fomento à Economia Solidária e dá outras providências. O Prefeito Municipal

Leia mais

Indústria Audiovisual Como investir? 28/05/2013

Indústria Audiovisual Como investir? 28/05/2013 Indústria Audiovisual Como investir? 28/05/2013 Porque Investir? 20,3 x 4,9 x R$ 540 Milhões 8.340 Postos de Trabalho R$ 26.5 Milhões R$ 113 Milhões 32 filmes investidos e lançados pela RioFilme entre

Leia mais

POLÍTICA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO

POLÍTICA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO REITORIA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO POLÍTICA

Leia mais

Fundo Setorial do Audiovisual - FSA. Débora Ivanov Agosto/2014

Fundo Setorial do Audiovisual - FSA. Débora Ivanov Agosto/2014 Fundo Setorial do Audiovisual - FSA Débora Ivanov Agosto/2014 As chamadas - produção, comercialização e desenvolvimento - Chamadas SELETIVO Longas Produção Prodecine 1 Distribuidor Prodecine 2 FSA Produção

Leia mais

ECONOMIA DA CULTURA. Paula Porta Assessora especial do Ministro da Cultura e Coordenadora do Prodec MINISTÉRIO DA CULTURA

ECONOMIA DA CULTURA. Paula Porta Assessora especial do Ministro da Cultura e Coordenadora do Prodec MINISTÉRIO DA CULTURA MINISTÉRIO DA CULTURA ECONOMIA DA CULTURA UM SETOR ESTRATÉGICO PARA O PAÍS Paula Porta Assessora especial do Ministro da Cultura e Coordenadora do Prodec A produção, a circulação e o consumo de bens e

Leia mais

DECRETO Nº 55.461, DE 29 DE AGOSTO DE 2014

DECRETO Nº 55.461, DE 29 DE AGOSTO DE 2014 Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo DECRETO Nº 55.461, DE 29 DE AGOSTO DE 2014 Institui a Política Municipal de Estímulo à Inovação e ao Desenvolvimento de Startups na Cidade

Leia mais

PLANO ESTADUAL DA CULTURA. Matriz Situacional da Cultura

PLANO ESTADUAL DA CULTURA. Matriz Situacional da Cultura PLANO ESTADUAL DA CULTURA Matriz Situacional da Cultura Fórum de Planejamento Regional Cidade Sede: Aranranguá 29 e 30 de agosto de 2012 Priorização de Diretrizes e Ações Objetivo: Discussão da proposta

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.437, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2006. Mensagem de veto Altera a destinação de receitas decorrentes da Contribuição para o Desenvolvimento

Leia mais

Inscrições para as Mostras Competitivas: 20 de agosto a 21 de setembro de 2009 (data de postagem válida)

Inscrições para as Mostras Competitivas: 20 de agosto a 21 de setembro de 2009 (data de postagem válida) 8º SANTA MARIA VÍDEO E CINEMA 7º SMVC FESTIVAL DE CINEMA DE SANTA MARIA Santa Maria Rio Grande do Sul Brasil 23 a 28 de novembro de 2009 Inscrições para as Mostras Competitivas: 20 de agosto a 21 de setembro

Leia mais

MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR PDP

MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR PDP MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO DEPARTAMENTO DE MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR

Leia mais

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Proposta de ações para elaboração do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência Objetivo Geral: Contribuir para a implementação

Leia mais

a questão das leis de incentivo à cultura

a questão das leis de incentivo à cultura a questão das leis de incentivo à cultura 25/10/2004 Dia 25/10 - das 8h30 às 11h Tema: A questão das leis de incentivo à cultura Palestrante: Gilberto Gil Ministro da Cultura a questão das leis de incentivo

Leia mais

EIXO I - IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE CULTURA

EIXO I - IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE CULTURA III CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA APRESENTAÇÃO DOS 04 (QUATRO) EIXOS A SEREM DISCUTIDOS NA CONFERÊNCIA EIXO I - IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE CULTURA Foco Nacional: Impactos da Emenda Constitucional

Leia mais

PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA. I DEMOCRACINE Festival Internacional de Cinema de Porto Alegre REGULAMENTO GERAL

PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA. I DEMOCRACINE Festival Internacional de Cinema de Porto Alegre REGULAMENTO GERAL PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA I DEMOCRACINE Festival Internacional de Cinema de Porto Alegre REGULAMENTO GERAL CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO Art. 1º: O I Democracine Festival Internacional

Leia mais

LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006.

LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006. LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006. Institui a Política Estadual de fomento à Economia Popular Solidária no Estado do Rio Grande do Norte e estabelece outras disposições. O PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL Nº 1925, DE 23 DE MAIO DE 2005, Págs 54 e 56 LEI Nº 1367, DE 17 DE MAIO DE 2005. Regulamentada pelo Decreto nº 198/06 Cria o Fundo Municipal de Desenvolvimento da Economia Popular

Leia mais

Com relação aos Compromissos Nacionais

Com relação aos Compromissos Nacionais Plano de Ação México Com relação aos Compromissos Nacionais 1. Nos último anos, o Ministério da Cultura do Brasil (MinC) vem debatendo com especial ênfase o impacto econômico propiciado pela música na

Leia mais

ESTRUTURA ORGÂNICA CONSELHO DE REPRESENTANTES DIRETORIA PRESIDENTE CAMARAS TEMÁTICAS

ESTRUTURA ORGÂNICA CONSELHO DE REPRESENTANTES DIRETORIA PRESIDENTE CAMARAS TEMÁTICAS ESTRUTURA ORGÂNICA CONSELHO DE REPRESENTANTES DIRETORIA PRESIDENTE CONSELHOR CONSULTIVO CONSELHO FISCAL CAMARAS TEMÁTICAS COMÉRCIO VAREJISTA ALIMENTAÇÃO SAÚDE HABITAÇÃO SERVIÇOS TURISMO E HOSPITALIDADE

Leia mais

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei:

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei: www.leismunicipais.com.br LEI Nº 12.211, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA POPULAR EMPREENDEDORA E SOLIDÁRIA DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA

Leia mais

Área Industrial Dezembro/2013 nº 31. O BNDES e a economia da cultura

Área Industrial Dezembro/2013 nº 31. O BNDES e a economia da cultura Informe Setorial Área Industrial Dezembro/213 nº 31 2ª Edição Fevereiro/214 O BNDES e a economia da cultura O início da atuação do BNDES na economia da cultura remonta ao ano de 199, quando, com um enfoque

Leia mais

CULTURA OBJETIVOS E METAS

CULTURA OBJETIVOS E METAS CULTURA OBJETIVOS E METAS 1. Garantir a participação juvenil na elaboração das políticas públicas na área de cultura com a participação de mais entidades e partidos políticos, via projetos e via mobilização

Leia mais

Ministério da Cultura Estrutura Organizacional e Competências. Professor Francisco Carlos M. da Conceição

Ministério da Cultura Estrutura Organizacional e Competências. Professor Francisco Carlos M. da Conceição Ministério da Cultura Estrutura Organizacional e Competências Professor Francisco Carlos M. da Conceição DECRETO Nº 6.835, DE 30 DE ABRIL DE2009. Aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo

Leia mais

< > MODELO DE DESENVOLVIMENTO PARA O RS

< > MODELO DE DESENVOLVIMENTO PARA O RS MODELO DE DESENVOLVIMENTO PARA O RS POLÍTICA INDUSTRIAL DO RS Modelo de Desenvolvimento Industrial do Estado do RS Março de 2012. 2 Sumário MODELO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL DO ESTADO DO RS Destaques

Leia mais

PROJETO DE LEI N 3476/04 EMENDA DE PLENÁRIO N

PROJETO DE LEI N 3476/04 EMENDA DE PLENÁRIO N PROJETO DE LEI N 3476/04 Dispõe sobre incentivos à inovação. EMENDA DE PLENÁRIO N Acrescente-se ao PL os seguintes dispositivos, renumerando os atuais Capítulo VII como IX e os artigos 24 a 27 como 37

Leia mais

PLANO ESTADUAL DA CULTURA. Matriz Situacional da Cultura

PLANO ESTADUAL DA CULTURA. Matriz Situacional da Cultura PLANO ESTADUAL DA CULTURA Matriz Situacional da Cultura Fórum de Planejamento Regional Cidade Sede: Tubarão 27 e 28 de agosto de 2012 Priorização de Diretrizes e Ações Objetivo: Discussão da proposta de

Leia mais

DECRETO N 974, DE 8 DE NOVEMBRO DE 1993

DECRETO N 974, DE 8 DE NOVEMBRO DE 1993 DECRETO N 974, DE 8 DE NOVEMBRO DE 1993 Regulamenta a Lei n 8.685, de 20 de julho de 1993, que cria mecanismos de fomento à atividade audiovisual, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no

Leia mais

MINISTÉRIO DA CULTURA Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural - SID Telefone: 3316-2102 Fax: (61) 3316-2023

MINISTÉRIO DA CULTURA Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural - SID Telefone: 3316-2102 Fax: (61) 3316-2023 MINISTÉRIO DA CULTURA Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural - SID Telefone: 3316-2102 Fax: (61) 3316-2023 Nota Técnica nº /2009/SID/MinC Em, de abril de 2009 Ao Sr. Chefe de Gabinete CG/SE/MinC

Leia mais

Eixo I - Produção Simbólica e Diversidade Cultural

Eixo I - Produção Simbólica e Diversidade Cultural Consolidação das Propostas de Estratégias Âmbito Nacional Eixo I - Produção Simbólica e Diversidade Cultural 1.1. Regulamentar a relação entre a produção de conteúdo independente e o sistema de comunicação.

Leia mais

Nova Lei da TV Paga estimula concorrência e liberdade de escolha Preços de pacotes devem cair e assinantes terão acesso a programação mais

Nova Lei da TV Paga estimula concorrência e liberdade de escolha Preços de pacotes devem cair e assinantes terão acesso a programação mais Nova Lei da TV Paga estimula concorrência e liberdade de escolha Preços de pacotes devem cair e assinantes terão acesso a programação mais diversificada A Lei 12.485/2011 destrava a concorrência no setor,

Leia mais

11. EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

11. EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 11. EDUCAÇÃO PROFISSIONAL A educação profissional no Brasil já assumiu diferentes funções no decorrer de toda a história educacional brasileira. Até a promulgação da atual LDBEN, a educação profissional

Leia mais

MULTIPLICAÇÃO DOS MECANISMOS

MULTIPLICAÇÃO DOS MECANISMOS À MULTIPLICAÇÃO DOS MECANISMOS UM TRAJETO DE DISCUSSÃO QUE CHEGA A SUA ETAPA DECISIVA Foram seis anos de debate com os setores artísticos, acúmulo interno e gestão do atual modelo de fomento à cultura.

Leia mais

Agenda de Ações Transversais Ano 0-2012 - APL AUDIOVISUAL no ambiente do APL antes de sua constituição - FINAL

Agenda de Ações Transversais Ano 0-2012 - APL AUDIOVISUAL no ambiente do APL antes de sua constituição - FINAL Graduação em Produção / e Vídeo Objetiva formação profissional tecnológica - (51) 3320-3569 / famecos@pucrs.br Contínua - Início do curso: Março de 2004 - Formar profissionais tecnicamente capacitados

Leia mais

CLIPPING. Indústria Audiovisual

CLIPPING. Indústria Audiovisual CLIPPING Indústria Audiovisual 27 de maio de 2013 27/5-19h30 Investimento em cinema é tema de seminário O Comitê de Entretenimento, Esportes e Cultura, dirigido porsteve Solot, e o Subcomitê de Propriedade

Leia mais

O Plano TI Maior. 17 de outubro de 2012 Hotel Bahia Othon Palace Salvador - BA

O Plano TI Maior. 17 de outubro de 2012 Hotel Bahia Othon Palace Salvador - BA O Plano TI Maior 17 de outubro de 2012 Hotel Bahia Othon Palace Salvador - BA Agenda Sobre a Assespro Sobre o Plano TI Maior Informações Oficiais Posicionamento da Assespro A Assespro A Assespro Nacional

Leia mais

Economia Criativa conceito

Economia Criativa conceito Economia Criativa conceito A Economia Criativa é um conceito ainda em desenvolvimento, que compreende a gestão da criatividade para gerar riquezas culturais, sociais e econômicas. Abrange os ciclos de

Leia mais

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria de Estado da Cultura Instituto Estadual de Cinema Iecine

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria de Estado da Cultura Instituto Estadual de Cinema Iecine Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria de Estado da Cultura Instituto Estadual de Cinema Iecine Mapeamento dos Produtores Audiovisuais do Rio Grande do Sul Audiovisual 2013 Porto Alegre 2013

Leia mais

EIXO1: PRODUÇÃO SIMBÓLICA E DIVERSIDADE CULTURAL

EIXO1: PRODUÇÃO SIMBÓLICA E DIVERSIDADE CULTURAL PROPOSTAS PRIORITÁRIAS EIXO1: PRODUÇÃO SIMBÓLICA E DIVERSIDADE CULTURAL SUB EIXO 1.1 - Produção de Arte e Bens Simbólicos - Implementar políticas de intercâmbio em nível regional, nacional e internacional,

Leia mais

DECRETO Nº 56.074, DE 9 DE AGOSTO DE 2010

DECRETO Nº 56.074, DE 9 DE AGOSTO DE 2010 DECRETO Nº 56.074, DE 9 DE AGOSTO DE 2010 Institui o Programa Paulista de Petróleo e Gás Natural, cria o Conselho Estadual de Petróleo e Gás Natural do Estado de São Paulo e dá providências correlatas

Leia mais

RESOLUÇÃO SEC Nº 201 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2008.

RESOLUÇÃO SEC Nº 201 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2008. RESOLUÇÃO SEC Nº 201 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2008. RESTABELECE O RECEBIMENTO DE PROJETOS CULTURAIS CUJA REALIZAÇÃO ESTEJA PREVISTA PARA O PERIODO COMPREENDIDO ENTRE JANEIRO E ABRIL DE 2009, E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

Lei Complementar LEI COMPLEMENTAR Nº 1049, DE 19 DE JUNHO DE 2008

Lei Complementar LEI COMPLEMENTAR Nº 1049, DE 19 DE JUNHO DE 2008 DOE 20/06/2008, Seção I, Pág. 1/3 Lei Complementar LEI COMPLEMENTAR Nº 1049, DE 19 DE JUNHO DE 2008 Dispõe sobre medidas de incentivo à inovação tecnológica, à pesquisa científica e tecnológica, ao desenvolvimento

Leia mais

Política de Eficiência Energética

Política de Eficiência Energética Política de Eficiência Energética março 2010 Política de Eficiência Energética Política de Eficiência Energética 5 I. O público-alvo O Público-alvo ao qual se destina esta Política de Eficiência Energética

Leia mais

Indicador(es) Órgão(s) 26 - Ministério da Educação

Indicador(es) Órgão(s) 26 - Ministério da Educação Programa úmero de Ações 13 1060 Brasil Alfabetizado e Educação de Jovens e Adultos Objetivo Indicador(es) Garantir acesso e permanência de jovens e adultos a programas educacionais que visam atender as

Leia mais

RENÚNCIA FISCAL DO IMPOSTO DE RENDA

RENÚNCIA FISCAL DO IMPOSTO DE RENDA DICAS PARA UTILIZAÇÃO DE RENÚNCIA FISCAL DO IMPOSTO DE RENDA Oportunidades e Legislação Parceria ÍNDICE EDITORIAL Uma oportunidade de contribuir com a transformação social 1. O QUE É RENÚNCIA FISCAL 1.1

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

Seminário FSA CHAMADAS 2013/14

Seminário FSA CHAMADAS 2013/14 Seminário FSA CHAMADAS 2013/14 REGULAMENTO GERAL DO PRODAV NOÇÕES SOBRE O REGULAMENTO GERAL DO PRODAV O PRODAV é um programa de ação governamental organizado com base nos recursos do Fundo Setorial do

Leia mais

Que acontece quando se solta uma mola comprimida, quando se liberta um pássaro, quando se abrem as comportas de uma represa? Veremos...

Que acontece quando se solta uma mola comprimida, quando se liberta um pássaro, quando se abrem as comportas de uma represa? Veremos... Que acontece quando se solta uma mola comprimida, quando se liberta um pássaro, quando se abrem as comportas de uma represa? Veremos... Gilberto Gil file:///c:/documents and Settings/normapaula/Meus documentos/norma

Leia mais

CONCURSO N 10/2013 CURTA NAS TELAS 41ª Edição Processo Administrativo 001.016116.13.5 REGULAMENTO

CONCURSO N 10/2013 CURTA NAS TELAS 41ª Edição Processo Administrativo 001.016116.13.5 REGULAMENTO CONCURSO N 10/2013 CURTA NAS TELAS 41ª Edição Processo Administrativo 001.016116.13.5 REGULAMENTO A torna público que estará recebendo dos interessados em participar deste Concurso filmes de curta-metragem,

Leia mais

ANEXO DAS PRIORIDADES E METAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

ANEXO DAS PRIORIDADES E METAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PREFEITURA MUNICIPAL DE JOAO PESSOA Secretaria Municipal de Planejamento EXERCÍCIO: 202 ANEXO DAS PRIORIDADES E METAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ÓRGÃO: Projeto/Atividade Objetivo Denominação da Meta Unid.

Leia mais

Histórico e Antecedentes

Histórico e Antecedentes Histórico e Antecedentes PORTO DIGITAL. PARQUE TECNOLÓGICO TIC E EC. RECIFE PE SÃO PAULO CIDADE DA INOVAÇÃO / 10ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia / 21 de outubro de 2013 1. Uma visão geral do Porto

Leia mais

PROPOSTAS PRIORITÁRIAS

PROPOSTAS PRIORITÁRIAS PROPOSTAS PRIORITÁRIAS EIXO1: PRODUÇÃO SIMBÓLICA E DIVERSIDADE CULTURAL SUB EIXO: 1.1 - Produção de Arte e Bens Simbólicos 1 - Implementar políticas de intercâmbio em nível regional, nacional e internacional

Leia mais

Acesso Público. Programa de apoio a iniciativas culturais, educativas e sociais da REDE MINAS

Acesso Público. Programa de apoio a iniciativas culturais, educativas e sociais da REDE MINAS Acesso Público Programa de apoio a iniciativas culturais, educativas e sociais da REDE MINAS Sumário Definição e objetivos 4 Comitê 5 Política de aprovação 7 Premissas para seleção 8 Critérios de avaliação

Leia mais

Código de Ética LLTECH

Código de Ética LLTECH Código de Ética LLTECH Quem somos A LLTECH é uma empresa que oferece soluções inovadoras para automação e otimização de processos industriais, fornecendo toda a parte de serviços e produtos para automação

Leia mais

Política de Eficiência Energética das empresas Eletrobras

Política de Eficiência Energética das empresas Eletrobras Política de Eficiência Energética das empresas Eletrobras dezembro 2012 Política de Eficiência Energética das empresas Eletrobras Política de Eficiência Energética das empresas Eletrobras 5 I. O público-alvo

Leia mais

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E COMUNICAÇÃO (Tecnologia, Inclusão Digital e Comunicação)

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E COMUNICAÇÃO (Tecnologia, Inclusão Digital e Comunicação) DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E COMUNICAÇÃO (Tecnologia, Inclusão Digital e Comunicação) OBJETIVOS E METAS 1. Garantir a inclusão digital, instalando computadores nas escolas públicas de ensino fundamental

Leia mais

Ano Internacional da Agricultura Familiar 16 de outubro Dia Mundial da Alimentação A FAO está na Internet, visite nosso site: www.fao.org.

Ano Internacional da Agricultura Familiar 16 de outubro Dia Mundial da Alimentação A FAO está na Internet, visite nosso site: www.fao.org. FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION OF THE UNITED NATIONS ORGANISATION DES NATIONS UNIES POUR L ALIMENTATION ET L AGRICULTURE ORGANIZACION DE LAS NACIONES UNIDAS PARA LA AGRICULTURA Y LA ALIMENTACION ORGANIZAÇÃO

Leia mais

O Terceiro Setor no Brasil: representatividade econômica, perspectivas e desafios da atualidade Adriana Barbosa

O Terceiro Setor no Brasil: representatividade econômica, perspectivas e desafios da atualidade Adriana Barbosa O Terceiro Setor no Brasil: representatividade econômica, perspectivas e desafios da atualidade Adriana Barbosa Para início de conversa... Agradecimento inicial Sobre conhecer melhor PMI: referência e

Leia mais

PREFEITURA DE PORTO VELHO

PREFEITURA DE PORTO VELHO LEI Nº. 1628, DE 27 DE OUTUBRO DE 2005. Institui a Política Municipal de fomento à Economia Popular e Solidária na Cidade de Porto Velho e estabelece outras disposições. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PORTO

Leia mais

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA DIRETORIA DE COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO COMITÊ DE ENTIDADES PÚBLICAS NO COMBATE À FOME E PELA VIDA

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA DIRETORIA DE COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO COMITÊ DE ENTIDADES PÚBLICAS NO COMBATE À FOME E PELA VIDA Z:\COEP\AMELIA\Pesquisa IPEA\Pesquisa Ipea.doc 1 IpeA INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA DIRETORIA DE COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO COEP COMITÊ DE ENTIDADES PÚBLICAS NO COMBATE À FOME E PELA VIDA

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA Email Institucional Programa Orçamentário Objetivo Objetivo Detalhado Justificativa Instrumento Transferência Tipo Proponente Identificador Proponente seitectur@sol.sc.gov.br 640 Promoção do Turismo Catarinense

Leia mais

EDITAL/ INFORMAÇÕES ÓRGÃO FINANCIADOR DATA LIMITE DE ENVIO QUEM PODE PROPOR

EDITAL/ INFORMAÇÕES ÓRGÃO FINANCIADOR DATA LIMITE DE ENVIO QUEM PODE PROPOR MINC O Edital Mais Cultura Microprojetos Rio São Francisco foi publicado no Diário Oficial da União, nesta quinta-feira, 10 de novembro. O Programa integra o conjunto de ações desenvolvidas pela Fundação

Leia mais

Gestão como estratégia na formação de grupos artísticos

Gestão como estratégia na formação de grupos artísticos Gestão como estratégia na formação de grupos artísticos Aldo Valentim IA UNICAMP UNICAMP Mestrando em Artes Programa de Pós Graduação em Artes Consultor em Gestão Cultural Resumo: O presente artigo discorrerá

Leia mais

PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ

PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ PRODUTO 1 METODOLOGIA Plano Local de Habitação de Interesse Social PLHIS Município de Teresópolis - RJ Setembro/2010 APRESENTAÇÃO Este documento denominado Metodologia é o primeiro produto apresentado

Leia mais

Programa Petrobras Cultural 2007/2008 Projetos Contemplados

Programa Petrobras Cultural 2007/2008 Projetos Contemplados Programa Petrobras Cultural 2007/2008 Projetos Contemplados CURTA-SE VIII Festival Ibero-Americano de Curtas-Metragens de Sergipe Protocolo: 4 Proponente: Centro de Estudos Casa Curta-SE Estado do Proponente:

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE FOMENTO (SFO)

SUPERINTENDÊNCIA DE FOMENTO (SFO) SUPERINTENDÊNCIA DE FOMENTO (SFO) A Superintendência de Fomento é o setor responsável na ANCINE pela análise, aprovação e acompanhamento dos projetos audiovisuais que pretendem utilizar recursos oriundos

Leia mais

Participação da União em Projetos de Infra-estrutura Turística no Âmbito do PRODETUR SUL

Participação da União em Projetos de Infra-estrutura Turística no Âmbito do PRODETUR SUL Programa 0410 Turismo: a Indústria do Novo Milênio Objetivo Aumentar o fluxo, a taxa de permanência e o gasto de turistas no País. Público Alvo Turistas brasileiros e estrangeiros Ações Orçamentárias Indicador(es)

Leia mais

ANEXO (Portaria Interministerial MCT/MDIC nº 291, de 07.05.2008)

ANEXO (Portaria Interministerial MCT/MDIC nº 291, de 07.05.2008) ANEXO (Portaria Interministerial MCT/MDIC nº 291, de 07.05.2008) ROTEIRO PARA APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS DE PROJETO LEI Nº 11.484/2007 CAPÍTULO II PATVD I INTRODUÇÃO O presente roteiro orienta a elaboração

Leia mais

RELATÓRIO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS E INTERMUNICIPAIS

RELATÓRIO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS E INTERMUNICIPAIS RELATÓRIO DAS CONFERÊNCIAS MUNICIPAIS E INTERMUNICIPAIS 1 I - FICHA DE QUALIFICAÇÃO DO ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELO EVENTO: 1. ESTADO: Minas Gerais 2. MUNICÍPIO: Governador Valadares 3. ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELO

Leia mais

DINAMIZAR O TURISMO E SERVIÇOS SUPERIORES GERADORES DE EMPREGO E RENDA

DINAMIZAR O TURISMO E SERVIÇOS SUPERIORES GERADORES DE EMPREGO E RENDA DIRETRIZ ESTRATÉGICA DINAMIZAR O TURISMO E SERVIÇOS SUPERIORES GERADORES DE EMPREGO E RENDA O segmento do turismo vem se constituindo na Bahia uma importante atividade na geração de ocupação e renda, especialmente

Leia mais

FORMAÇÃO PLENA. Desde a criação do primeiro Programa de NA PÓS-GRADUAÇÃO

FORMAÇÃO PLENA. Desde a criação do primeiro Programa de NA PÓS-GRADUAÇÃO FORMAÇÃO PLENA NA PÓS-GRADUAÇÃO Desde a criação do primeiro Programa de Pós- Sricto Sensu, em Fitotecnia, em 1975, a UFLA ocupou-se de pautar as suas ações em fundamentos morais sólidos e em valores que

Leia mais

Contexto. Educação para o mundo do trabalho. Por Mozart Neves Ramos - Todos Pela Educação em 01/03/2013

Contexto. Educação para o mundo do trabalho. Por Mozart Neves Ramos - Todos Pela Educação em 01/03/2013 META NACIONAL 11 - Educação Profissional- Triplicar as matrículas da Educação Profissional Técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% da expansão no segmento público. Contexto

Leia mais

Inovação e Empreendedorismo na Economia Criativa

Inovação e Empreendedorismo na Economia Criativa Instituto de Economia - UFRJ Inovação e Empreendedorismo na Economia Criativa Ary V. Barradas Email: ary@ie.ufrj.br Empreendedorismo o empreendedor é aquele que destrói a ordem econômica existente pela

Leia mais

Estudo de Caso 2 O CASO HIME. Introdução

Estudo de Caso 2 O CASO HIME. Introdução Estudo de Caso 2 O CASO HIME Introdução Empresa de Tecnologia Localizada no Rio de Janeiro, A Hime Informática se destaca pelo enorme sucesso obtido pelo o Hime System, o primeiro software do mercado a

Leia mais

Apresentação da Superintendência de Registro - SRE

Apresentação da Superintendência de Registro - SRE Apresentação da Superintendência de Registro - SRE Seminário SIAESP Agosto de 2013 andre.marques@ancine.gov.br Principais Atribuições Promover o registro e a classificação de agentes econômicos e obras

Leia mais

PROJETO TÉCNICO. Associação ou federação comunitária Ponto de cultura

PROJETO TÉCNICO. Associação ou federação comunitária Ponto de cultura ANEXO IV CINE MAIS CULTURA BAHIA PROJETO TÉCNICO I. Identificação da Iniciativa 1. Nome da Proponente: 2. Esta ação é inscrita por: [Indique somente 1 (uma) alternativa] Organização da Sociedade Civil

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES PROJETO DE LEI N o, DE DE DE 2010 Dispõe sobre a Política Nacional de Economia Solidária, cria o Sistema Nacional de Economia Solidária e o Fundo Nacional de Economia Solidária, e dá outras providências.

Leia mais

ACORDO DE CO-PRODUÇÃO AUDIOVISUAL ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DO CANADÁ

ACORDO DE CO-PRODUÇÃO AUDIOVISUAL ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DO CANADÁ CANADÁ / CANADA Acordo de Co-Produção Brasil - Canadá - 27/01/1995 Decreto Nº 2.976 de 01/03/1999 Audiovisual Co-Production Agreement (English) Accord de Coproduction Audiovisuelle (Français) Arquivos

Leia mais

PRINCIPAIS LINHAS DE FINANCIAMENTO E FOMENTO PARA INOVAÇÃO

PRINCIPAIS LINHAS DE FINANCIAMENTO E FOMENTO PARA INOVAÇÃO PRINCIPAIS LINHAS DE FINANCIAMENTO E FOMENTO PARA INOVAÇÃO inovação. Dentre esses se destacam as formas especiais de financiamento a projetos inovadores através de Editais e linhas de fomento. Nesse sentido

Leia mais

44º FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO De 26 de agosto a 03 de setembro de 2016 REGULAMENTO GERAL

44º FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO De 26 de agosto a 03 de setembro de 2016 REGULAMENTO GERAL 44º FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO De 26 de agosto a 03 de setembro de 2016 I Da Organização REGULAMENTO GERAL Art. 1º: O 44º Festival de Cinema de Gramado será realizado na cidade de Gramado, Estado do

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ALTOS ESTUDOS E AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA GRUPO DE ESTUDOS SOBRE A CAPACITAÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ALTOS ESTUDOS E AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA GRUPO DE ESTUDOS SOBRE A CAPACITAÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ALTOS ESTUDOS E AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA GRUPO DE ESTUDOS SOBRE A CAPACITAÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE Brasília, 18 de maio de 2010. MPE? Conceituação Brasil REPRESENTATIVIDADE

Leia mais

Projeto Básico Ambiental (PBA) UHE Teles Pires

Projeto Básico Ambiental (PBA) UHE Teles Pires UHE Teles Pires P.38 - Programa de Apoio à Revitalização e Incremento da Atividade de Turismo Equipe Responsável pela Elaboração do Programa Responsável Registro Cadastro Técnico Profissional Federal IBAMA

Leia mais

Regulamento 30º Top de Marketing ADVB/RS

Regulamento 30º Top de Marketing ADVB/RS Regulamento 30º Top de Marketing ADVB/RS REGULAMENTO 30 TOP DE MARKETING ADVB/RS 1. Da Instituição 1.1. Fica instituído, pela Diretoria da ADVB/RS, o 30º TOP DE MARKETING ADVB-RS. 2. Dos Objetivos: 2.1.

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Lei n.º 55/2012 de 6 de setembro. CAPÍTULO I Disposições gerais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Lei n.º 55/2012 de 6 de setembro. CAPÍTULO I Disposições gerais Lei n.º 55/2012, de 6 de setembro - Lei do cinema e das atividades cinematográficas e audiovisuais ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 55/2012 de 6 de setembro Estabelece os princípios de ação do Estado no

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

Perguntas freqüentes FAQ

Perguntas freqüentes FAQ Perguntas freqüentes FAQ CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP/FSA PRODAV 01/2008 PRODUÇÃO PARA TELEVISÃO 1) Como faço para enviar meu projeto? O primeiro passo para inscrever um projeto em qualquer uma das seleções

Leia mais

COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 522, DE 2014

COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 522, DE 2014 COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 522, DE 2014 Redação do vencido, para o turno suplementar, do Substitutivo do Senado ao Projeto de Lei da Câmara nº 90, de 2013 (nº 757, de 2011, na Casa de origem). A Comissão

Leia mais

Secretária de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal

Secretária de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal Secretária de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal Subsecretaria de Pequenas Empresas A Subsecretaria é uma unidade orgânica subordinada ao Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico e

Leia mais

Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia

Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia Visão Atual e 2021 3º CB APL 29 de novembro de 2007. Brasília - DF 1 CONTEXTO Fórum de Competitividade de Biotecnologia: Política de Desenvolvimento da

Leia mais

Anima Mundi 2016 24º Festival Internacional de Animação do Brasil Rio de Janeiro 25 a 30 de Outubro São Paulo 02 a 06 de Novembro

Anima Mundi 2016 24º Festival Internacional de Animação do Brasil Rio de Janeiro 25 a 30 de Outubro São Paulo 02 a 06 de Novembro Anima Mundi 2016 24º Festival Internacional de Animação do Brasil Rio de Janeiro 25 a 30 de Outubro São Paulo 02 a 06 de Novembro REGULAMENTO 1. PRAZOS 08/06 Data limite para finalizar a ficha de inscrição

Leia mais

Fomento a Projetos Culturais na Área do Livro e da Leitura

Fomento a Projetos Culturais na Área do Livro e da Leitura Programa 0168 LIVRO ABERTO Objetivo Estimular o hábito da leitura, facilitando o acesso às bibliotecas públicas e propiciar a difusão do conhecimento científico, acadêmico e literário. Indicador(es) Taxa

Leia mais

2012 RELATÓRIO DE ATIVIDADES

2012 RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2012 RELATÓRIO DE ATIVIDADES Instituto Lojas Renner Instituto Lojas Renner Inserção de mulheres no mercado de trabalho, desenvolvimento da comunidade e formação de jovens fazem parte da história do Instituto.

Leia mais

ANEXO I. PROJETO DE LONGA DURAÇÃO

ANEXO I. PROJETO DE LONGA DURAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL FARROUPILHA REITORIA ANEXO I. PROJETO DE LONGA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do Projeto: Políticas públicas: a cultura como fator de desenvolvimento econômico

Leia mais

Reunião do Fórum das Entidades Empresariais de Santa Maria

Reunião do Fórum das Entidades Empresariais de Santa Maria Reunião do Fórum das Entidades Empresariais de Santa Maria Santa Maria, 15 de Outubro de 2012 Pauta: 1) Contexto da Economia Criativa no Brasil de acordo com o Plano da Secretaria da Economia Criativa

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO CONSULTOR

TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO CONSULTOR TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO CONSULTOR NOME DO PROJETO: PROJETO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL INTEGRADO E SUSTENTÁVEL PDRIS Nº ACORDO EMPRÉSTIMO: 8185-0/BR NÃO OBJEÇÃO - (TERMO DE REFERÊNCIA) Nº DO TDR:

Leia mais

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008.

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008. MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008. Aprova as Diretrizes Gerais do Sistema Brasileiro de Tecnologia - SIBRATEC.

Leia mais

INCUBADORA DE EMPRESAS I-DEIA EDITAL 01/2011 PROCEDIMENTOS PARA O PROCESSO SELETIVO

INCUBADORA DE EMPRESAS I-DEIA EDITAL 01/2011 PROCEDIMENTOS PARA O PROCESSO SELETIVO INCUBADORA DE EMPRESAS I-DEIA EDITAL 01/2011 PROCEDIMENTOS PARA O PROCESSO SELETIVO FEVEREIRO DE 2011 Telefones: (66) 3422 2461 / 6710 1 1. Apresentação da Incubadora de Empresas I-deia A Incubadora I-deia

Leia mais