Conhecendo a trajetória de emergência de novidades : agricultores familiares, recriações e transformações no meio rural do sul do Rio Grande do Sul

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1 Rvista Brasilira d Agrocologia ISSN: Conhcndo a trajtória d mrgência d novidads : agricultors familiars, rcriaçõs transformaçõs no mio rural do sul do Rio Grand do Sul Knowing th trajctory of th mrgnc of 'novltis': family farmrs, rcrations and transformations in rural aras of southrn Rio Grand do Sul MEDEIROS, Moniqu1; MARQUES, Flávia Charão2 1 MSc. Dsnvolvimnto Rural, EMATER-RS, Três Forquilhas/RS, Brasil, 2 Dr. Dsnvolvimnto Rural, Programa d Pós-Graduação m Dsnvolvimnto Rural (PGDR) Faculdad d Agronomia. Univrsidad Fdral do Rio Grand do Sul (UFRGS), Porto Algr/RS, Brasil, RESUMO: Adaptaçõs rarranjos m rlaçõs sociais d trabalho, d novas formaçõs d sntido d rinvnçõs d práticas técnicas constantmnt ocorrm no cotidiano dos agricultors familiars, o qu abr spaço nst cnário para a mrgência d novidads. Alicrçado nstas idias à luz da Prspctiva Orintada ao Ator, st artigo, qu s basia m uma psquisa d carátr qualitativo ralizada nos municípios d São Lournço do Sul Plotas, idntifica a mrgência d três novidads, qu podm sr vidnciadas pla constituição da Cooprativa Sul Ecológica; pla construção d novos mrcados, o institucional (mrnda scolar) o local (firas livrs); o stablcimnto da Agroindústria Figuira do Prado, analisa a trajtória d mrgência dssas novidads, indicando qu ssas novidads qu stão amplamnt rlacionadas com o compartilhamnto d conhcimntos, spcificidads locais, htrognidad dinamismo da ação social, parcm indicar uma altração do dsnvolvimnto no spaço rural na rgião sul do Rio Grand do Sul. PALAVRAS-CHAVE: mrgência d novidads; conhcimnto local; agricultura familiar; agricultura d bas cológica; sustntabilidad. ABSTRACT: Adjustmnts and rarrangmnts in social rlationships and work, nw configurations of maning and rinvntions of practics and tchniqus ar constantly taking plac in th daily livs of farmrs, which lavs room in this scnario for th mrgnc of 'nws'. Groundd in ths idas and in light of th Actor-Orintd Prspctiv, this articl, which is basd on a qualitativ rsarch study conductd in th municipalitis of São Lournço do Sul and Plotas, idntifis th mrgnc of thr 'nws', which can b vidncd by th constitution South of th Cooprativ Ecological, by building nw markts, institutional (school mals) and local (fairs) and th stablishmnt of th Agribusinss Figuira do Prado, and analyzs th history of mrgnc of ths 'nws', indicating that ths 'nws' that ar largly rlatd to th sharing of knowldg, local charactristics, htrognity and dynamism of social action, sm to indicat a chang of dvlopmnt in rural aras in th southrn rgion of Rio Grand do Sul. KEY WORDS: mrgnc of novltis; local knowldg; family farm; cological production; sustainability. Corrspondências para: Acito para publicação m 05/05/2012

2 Mdiros & Marqus Introdução Est artigo é construído sobr um rpnsar do papl dos agricultors familiars no dsnvolvimnto d projtos d dsnvolvimnto rural. Ess rpnsar passa plo ntndimnto d qu são rlvants suas iniciativas, muitas vzs, autônomas rsistnts, qu são las qu acabam por incidir dirtamnt na configuração do spaço social matrial, provocando adaptaçõs, rcriaçõs transformaçõs no rural. Tais transformaçõs rsultam m uma gama d práticas procssos prcbidos na htrognidad da agricultura dos dias atuais, ainda, nas mais variadas formas facs do dsnvolvimnto rural. Nst cnário, é qu são abrtos spaços condiçõs sociais técnicas favorávis ao procsso qu s comprnd como Produção d Novidads 1na agricultura. Est é um trmo-chav proposto a partir da ncssidad d particularizar ou vidnciar fnômnos inovadors m curso nos spaços rurais, qu pod sr ntndido como uma modificação ou uma qubra m rotinas xistnts, assim como, pod consistir m uma nova prática ou modo d fazr, prsumivlmnt com potncial para promovr mlhorias nas rotinas xistnts (PLOEG t al., 2004). Tndo claro qu o surgimnto d novidads é, na agricultura, um procsso localizado, dpndnt das condiçõs naturais dos rprtórios culturais associados, no qual a organização do trabalho stá nvolvida (PLOEG t al., 2004), st artigo procura contribuir com a rflxão gral sobr ncssárias transformaçõs nos procssos nvolvidos na agricultura, m spcial a familiar2, qu podm auxiliar na idntificação comprnsão dos divrsos aspctos nvolvidos no surgimnto d novidads sua rlação com o dsnvolvimnto rural. Essas rflxõs foram facilitadas à luz d alguns aports tóricos vinculados à Prspctiva Orintada ao Ator, dnominada POA3, ssncialmnt qualitativa, qu comprnd rlaçõs procssos qu nvolvm agricultors 52 familiars outros ators sociais rlacionados à produção cológica d alimntos nos Municípios d Plotas São Lournço do Sul, ambos localizados no sul do Estado do Rio Grand do Sul. Val salintar qu para a ralização dssa psquisa, ssncialmnt qualitativa, foram utilizadas frramntas tais como: obsrvação, diário d campo, ntrvistas smi-struturadas4, fotografias psquisa documntal. Acompanhando visitas técnicas programadas ou agndando visitas spcíficas, por algumas smanas ntr os mss d março junho d 2010, foi possívl convivr no dia a dia com as famílias obsrvar suas atividads cotidianas, como o trabalho nas firas livrs, os vntos rgionais da agricultura familiar, os ncontros runiõs ntr agricultors, as atividads nas lavouras na produção agroindustrial. O rcort mpírico a problmática qu dircionou o studo Na rgião sul do stado do Rio Grand do Sul, não difrnt d outros lugars do país, a agricultura familiar sofru svras transformaçõs produtivas tcnológicas com a chgada da modrnização ao spaço rural5, o qu influnciou a organização a vida comunitária. Principalmnt nas décadas d , quando os dbats qu qustionavam ssas dirtrizs modrnas stavam mais amadurcidos, a Comissão Pastoral da Trra (CPT) da Diocs d Plotas iniciou alguns trabalhos, qu s pod idntificar como contra a corrnt, incntivando a produção agrícola cológica ntr os agricultors familiars do município. A ncssidad d ampliar frontiras d contar com apoio, principalmnt técnico, fz com qu a CPT, poucos anos dpois, firmass um convênio com o Cntro d Apoio ao Pquno Agricultor (CAPA), uma organização não govrnamntal vinculada à Igrja Evangélica d Confissão Lutrana no Brasil (IECLB). Como o CAPA já dsnvolvia atividads nss âmbito no município d São Lournço do Sul, dsd 1982, as

3 Conhcndo a trajtória d mrgência frontiras foram ampliadas ambos os municípios passaram a sr foco dos trabalhos. Esss trabalhos acabaram por favorcr a organização dos agricultors familiars locais m associaçõs, cooprativas msmo grupos d trabalho, o qu abriu portas para uma intgração ampliada a outras formas d comrcialização para sus produtos. Uma dssas formas foi através do Programa d Aquisição d Alimntos, implmntado plo govrno fdral m O mais rlvant é qu sta comrcialização acabou por constituir-s m um dos mais importants mrcados consumidors para a vnda da produção cológica das famílias coopradas. Dssa forma, m mio a rlaçõs procssos d ração adaptação, aprndizagm, busca por autonomia, consquntmnt, transformaçõs sociais, conômicas, culturais ambintais, sss agricultors cologistas stão, através d políticas públicas, ação d projtos d apoio técnico, principalmnt, intrcâmbio d conhcimnto, buscando mlhorias m suas condiçõs d vida, dssa forma, a cada dia, favorcndo a mrgência d distintas novidads, as quais são aqui nst trabalho comprndidas como três iniciativas qu stão sndo colocadas m prática por alguns agricultors familiars mdiadors sociais dos municípios d São Lournço do Sul Plotas. A primira iniciativa rfr-s a uma novidad organizacional qu stá s consolidando na rgião. Esta iniciativa s constitui na criação da Cooprativa Sul Ecológica, os principais motivos qu lvam a considrar a organização dos agricultors familiars m cooprativa como novidad são, m primiro lugar, o fato d qu a criação da cooprativa tm dflagrado uma nova dinâmica d rlacionamnto com a socidad local, nst caso, um contato mais dirto na comrcialização ntr agricultor consumidor; outro motivo s rfr ao fato d qu os ators sociais organizados nssa cooprativa têm ampliado procssos d aprndizagm coltiva, já qu a dinamização d vínculos rds sociais construídas aumntam possibilidads d trocas d um rlvant sabr-fazr, rompndo o isolamnto d muitos avanços m andamnto. A iniciativa dos agricultors m buscar vias para o acsso aos mrcados d cadia curta (como firas locais) institucional, s opondo à dpndência d mrcados oligopolizados /ou d cadia longa, foi considrada como uma sgunda novidad mrgnt a sr invstigada. Sgundo os ntrvistados, sta iniciativa tm ntr sus objtivos tornar as unidads produtivas mais autônomas m rlação aos rcursos xtrnos, também, insrir dinamicamnt a produção cológica d alimntos m mrcados m xpansão. A trcira iniciativa m qustão s insr na stratégia d industrialização da produção dos próprios agricultors familiars d bas cológica. Esta é rprsntada pla agroindústria familiar rural Figuira do Prado, qu s ocupa da laboração d sucos schimirs. A constituição dssa agroindústria stá associada, m grand mdida, ao dsjo dos agricultors d agrgar valor à sua produção agrícola a liminar intrmdiários na comrcialização d sus produtos. Embora distintas, as iniciativas podm sr intrrlacionadas a todo o momnto, já qu stão insridas m um msmo contxto fazm part d um procsso mais amplo d construção d spaços d manobra na luta constant por autonomia. A dinâmica trajtória d mrgência d novidads Uma novidad é, ssncialmnt, um potncial, uma xpctativa, assim como uma smnt. Esta é a mtáfora utilizada por Plog colaboradors já nas primiras páginas do livro 53

4 Mdiros & Marqus Sds of Transitions, d Esta figura auxilia a dstacar três aspctos ssnciais à novidad. Em primiro lugar, as novidads ncssitam d tmpo xatamnt como as smnts rqurm o cultivo para grminar, crscr, florscr produzir frutos. Elas sgum um dsdobramnto spcífico através do tmpo ants qu su rsultado final possa sr avaliado. Igualmnt, as novidads rqurm um tmpo para mostrar s as promssas nlas nvolvidas podm matrializar-s ralmnt. Em sgundo lugar, as smnts rqurm um spaço particular, ou, mais spcificamnt, um contxto particular d organização. É ncssário um solo bm prparado, uma distribuição uniform d água, uma condução apropriada do cultivo assim por diant. Traduzido para as novidads, isto implica qu uma mudança m rotinas xistnts, frquntmnt, implicará mudanças subsqunts. As primiras mlhorias stimulam um sgundo aprfiçoamnto. Isto é, uma novidad raramnt prmanc isolada; uma rsultará m um programa mais amplamnt rlacionado rforçará outras novidads. Em trciro lugar, a insgurança inrnt a las ncssita sr nfatizada. Exatamnt como as colhitas podm falhar, as novidads também podm. As novidads stão rlacionadas com xpctativas, ntrtanto, stá long d sr vidnt qu os vntuais rsultados sjam iguais às xpctativas iniciais. Uma novidad é dfinida como uma manira difrnt d pnsar, qu incorpora novas idias, artfatos /ou combinação d rcursos, d procdimntos tcnológicos d difrnts campos do conhcimnto, nvolvndo constlaçõs spcíficas d fators qu, prsumivlmnt, podm funcionar d manira mlhor como, por xmplo, um procsso d produção, uma rd, combinação d difrnts atividads, tc. (OOSTINDIE BROEKHUIZEN, 2008). As novidads, frquntmnt, não são 54 comprndidas totalmnt, pois são dsvios às rgras qu vão além das rgularidads xistnts, xplicadas acitas. Por ss motivo, uma novidad não pod sr facilmnt transportada d su contxto d mrgência para outros. Dsta manira, val rssaltar qu, mbora as novidads sjam procssos inovadors, las difrm fundamntalmnt das chamadas inovaçõs m su sntido normativo. Oostindi Brokhuizn (2008) nfatizam qu uma novidad stá associada ao conhcimnto local, por isso, é altamnt vinculada a um dtrminado contxto. Ao contrário, a inovação, qu tm sido utilizada para dsignar algo novo como xprssão do conhcimnto cintífico, é construída primiramnt m um mundo xtrno ao da produção, o conhcimnto incorporado aos artfatos /ou procssos intrínscos a la podm sr transpostos d um local para outro. O trmo-chav Emrgência d Novidads é drivado d uma rica tradição d studos ddicados à comprnsão das mudanças tcnológicas (PLOEG t al., 2004) amparados pla Prspctiva Multinívl6 (PMN) qu, d acordo com Gls Schot (2007), é um modlo multidimnsional d agência, qu assum qu os ators têm intrsss próprios, agm stratgicamnt, mas são limitados plo tmpo por distintos tipos d rgras (rgulamntadoras, normativas cognitivas), sjam las partilhadas ou não com os dmais ators. Essas açõs stratégias são dircionadas por um conhcimnto grado plo acúmulo d habilidads capacidads tcnológicas ao longo d situaçõs dinâmicas na linha do tmpo. Est conhcimnto, qu é dnominado por Blussi Pilloti (2000 apud OOSTINDIE BROEKHUIZEN, 2008), d contxtual, pod sr constituído por quatro importants procssos: a) socialização, pla qual há trocas d conhcimnto local ntr os indivíduos através d procssos d

5 Conhcndo a trajtória d mrgência compartilhamnto; b) xtrnalização, plo qual o conhcimnto local é transformado m conhcimnto cintífico, assim, pod s difundir globalmnt; c) rcombinação, procsso qu implica na rutilização dos vários tipos fonts do conhcimnto local cintífico, através d rds outras conxõs, para a criação d novos conhcimntos; d) intrnalização: procsso plo qual alguns aspctos do conhcimnto xtrno são absorvidos. Oostindi Brokhuizn (2008) xplicam qu a mrgência d novidads stá rlacionada à coprodução, a qual é ntndida como a rconxão da socidad, através do dsnvolvimnto da agricultura com a naturza, ou sja, da intração transformação rcíproca do social do natural. Dssa manira, nssa rconxão, ao msmo tmpo m qu são utilizados os rcursos naturais disponívis localmnt, sts são fortalcidos rcriados para novas utilizaçõs, ralimntando o sistma ciclicamnt (PLOEG, 2006; OOSTINDIE BROEKHUIZEN, 2008). A partir da anális d vários studos ddicados a invstigar procssos inovadors ndógnos m spaços rurais, os autors propõm um quadro analítico qu idntifica quatro distintas trajtórias na mrgência d novidads. A primira s rfr ao mlhoramnto dos rcursos, m qu a naturza é construída, rconstruída difrnciada dntro d um longo procsso histórico, do qual mrgm particularidads qu caractrizam o comportamnto dos rcursos nvolvidos. Concrtamnt, os rcursos são rsultado da coprodução, sndo moldados rmodlados por intrmédio da constant intração humanos naturza. A sgunda trajtória na mrgência d novidads diz rspito à sintonia fina ntr o agricultor uma xtnsa lista d fators d crscimnto7, continuamnt idntificados corrigidos. O qu stá implícito aqui é qu o fator d crscimnto mais limitant a uma dada atividad agrícola é também limitant d todo o procsso d dsnvolvimnto da agricultura naqula localidad. Portanto, a sintonia fina no ajust dss fator limitant, muitas vzs, é o qu propicia a mrgência d uma novidad. Trata-s d um procsso dinâmico, pois, uma vz qu o fator limitant original tnha sido corrigido, outro pod surgir m su lugar. Uma trcira trajtória na mrgência d novidads stá associada à transposição d frontiras, ou sja, a inclusão d novos domínios atividads por part dos agricultors como, por xmplo, a transformação comrcialização d alimntos, mdidas stratégias rlacionadas à protção da naturza, ntr outras. Implica na xpansão d suas açõs para além das unidads d produção, alcançando, assim, organizaçõs rds sociais bm mais complxas. O qu abr caminho para a quarta trajtória, qu s rfr ao rordnamnto do uso d rcursos, procsso qu pod sr considrado intrínsco à mrgência d novidads, no ntanto, não s rstring aos limits da unidad d produção, tampouco às atividads agrícolas m si msmas. Rordnar o uso dos rcursos significa, primiramnt, conctar lmntos d modo inovador. A sguir srão aprsntados discutidos alguns xmplos d trajtórias idntificadas como part d um procsso d mrgência d novidads, rlacionando uma séri d múltiplas htrogênas dinâmicas sociotécnicas, qu foram vidnciadas durant a psquisa m Plotas São Lournço do Sul. Aqulas, aqui analisadas, foram scolhidas m função d caractrísticas comuns, tais como: a contribuição na mlhoria do dsmpnho autonomia conômica dos agricultors familiars; a idntificação d uma procupação ambintal, nss sntido, a busca pla sustntabilidad, além da intração d conhcimntos prsnt nos procssos d 55

6 Mdiros & Marqus construção das caractrísticas antriors. Coprodução mlhoria dos rcursos: as rtroinovaçõs na agricultura familiar d bas cológica Nos municípios d São Lournço do Sul Plotas, os agricultors invntam maniras d viabilizar smaduras, plantios, frtilizaçõs d solo, métodos d colhita, ntr outros. O fato d os agricultors s ocuparm com a adaptação mlhoria d suas técnicas tidas como antigas, com isto, acumularm conhcimnto sobr formas d trabalho localizadas, contribui para a rconstrução d habilidads qu stavam m dsuso ou qu ram circunscritas ao âmbito doméstico individual. Sgundo Stuivr (2006), pod-s rconhcr no rsgat dss conhcimnto, nas suas ampliaçõs modificaçõs, transfrências para vizinhos mmbros d grupo d trabalho uma spéci d rtroinovação. A rtroinovação pod sr visualizada como ativo potncial transformador do futuro. Embora basada m rds locais, muda a dialética global-local plas novas formas d rlação qu stablc. Por xmplo, la dpnd d agricultors qu têm xpriências globais, mas qu sgum aplicando suas xpriências ancstrais. Esss agricultors são comprndidos como agnts chav por dsnvolvrm ativamnt concitos práticas rlvants qu stavam squcidos, rintgrando a agricultura ao dsnvolvimnto rural (STUIVER, 2006). Ess é o caso d muitos agricultors familiars qu participaram da psquisa, qu, nfrntando as advrsidads trazidas plo ritmo marcado plos avanços da agricultura modrna, dntr las a dificuldads conômicas, optam por rsgatar do passado adaptar ao prsnt divrsas formas técnicas produtivas poupadoras d capital nrgia, o qu ciclicamnt, abr caminhos para a 56 mrgência d novidads na agricultura (MEDEIROS, 2011). Frramntas para smadura d pqunas smnts, como as d hortaliças, são confccionadas por sts agricultors com matriais rutilizados, como uma manguira d borracha, pdaços d madira dscartados um simpls rcipint d mtal cortado adaptado (uma lata d smnts) (figura 1). Sistmas d irrigação são laborados com grands barris d plástico, ants dscartados, com os quais os agricultors fazm a captação da água das chuvas, qu é transportada através d manguiras d borracha por gravidad, tirando provito da difrnça d nívl ncontrada no trrno. Rstos d frutas hortaliças são incorporados ao solo com objtivo d não prdr frtilidad pla xportação d nutrints, tc. Ests são apnas alguns dos xmplos d práticas técnicas qu, com a finalidad d poupar capital nrgia, são dsnvolvidas plo rsgat d conhcimntos, incorporando criatividad, dsta forma, rtroinovando. Sndo a coprodução a aproximação intrligação mútua ntr socidad naturza, forjada através do dsnvolvimnto d técnicas mdiada pla aprndizagm, dstaca-s qu a mrgência da agricultura d bas cológica é marcada pla gração dos insumos dntro do próprio sistma. Essa forma d s praticar agricultura, orintada pla coprodução, busca por mlhoria d rcursos naturais sociais, concomitantmnt nívis mais quilibrados d sustntabilidad produtividad, supõ a intração d três sfras articuladas ntr si, porém, m constant procsso d adaptação rtroalimntação, são las: ambintal, conômica sociocultural (Figura 2). As articulaçõs ntr as sfras funcionam favorcndo o stablcimnto d uma intr-rlação ntr os propósitos mtas stablcidos por dntro das distintas dimnsõs

7 Conhcndo a trajtória d mrgência A B Figura1 : A - Frramnta utilizada na smadura d pqunas smnts d hortaliças; B Dtalh para a pça principal da frramnta. Comunidad quilombola Monjolo - São Lournço do Sul/RS Maio/2010. Font: acrvo da psquisa. do procsso m curso, o qu pod grar, m alguns pontos, lmntos d conflito ntr las. A dimnsão ambintal é aqui rprsntada movida plos intrsss dos ators locais a favor da consrvação do ambint, assim como contra a prda da capacidad produtiva do mio utilizado para fins agrícolas. É ssncial lvar m conta qu a agricultura familiar d bas cológica supõ também a mobilização d uma maior divrsidad social, oportunizando a abrtura d spaço para um maior protagonismo dos ators sociais locais na busca gração d altrnativas técnicas organizacionais com bas nas ncssidads, capacidads, potncialidads limitaçõs (COSTABEBER, 2001). As articulaçõs ntr as sfras funcionam favorcndo o stablcimnto d uma intrrlação ntr os propósitos mtas stablcidos por dntro das distintas dimnsõs do procsso m curso, o qu pod grar, m alguns pontos, lmntos d conflito ntr las. O qu rforça a idia d qu a agricultura d bas cológica incorpora caractrísticas d um projto htrogêno, constituído pla intr-rlação d distintas sfras conhcimntos divrsos. Dssa forma, rfrir-s à sfra ambintal sm ir ao ncontro da sociocultural, é invitávl, uma vz qu uma das propostas da agricultura d bas cológica é a rtomada d algumas valias culturais, como as técnicas passadas d gração a gração, ou msmo hábitos alimntars abandonados no príodo pós-modrnização. Como consquência, crsc a xpctativa d agricultors consumidors a rspito do aumnto da qualidad da saúd, m função da produção consumo d alimntos isntos d agroquímicos, assim como m rlação à mlhoria das condiçõs d trabalho mdiant a rdução ou liminação do uso d agrotóxicos no procsso produtivo. Considrando o invitávl imbricamnto das sfras, é possívl antvr possibilidads também d mlhorias sociais culturais mais amplas, intrvindo dsd o conjunto da comunidad até o da socidad. Com a ofrta dsts produtos no mrcado, o agricultor possibilita aos consumidors acssarm alimntos d maior qualidad biológica, 57

8 Mdiros & Marqus Figura 2: Rprsntação squmática da agricultura d bas cológica m mrgência como coprodução, abrangndo as sfras ambintal, conômica sociocultural. Font: Mdiros (2011, p. 69) não raro instigando-os a qustionar, qurr sabr mais sobr as práticas idologias qu xistm por trás da produção d sua comida. Ao s pnsar a qustão do consumo, comprnd-s qu o cotidiano do consumidor stá condicionado à socidad contmporâna vic-vrsa. Entr os consumidors, há difrnças no modo d consumir, sja quanto à manira d satisfazr suas ncssidads, sja quanto aos sus idais visõs d mundo. À socidad d consumo não stá atrlada somnt uma simpls rlação d ofrta procura, mas também suas 58 pculiaridads culturais hábitos locais. As práticas d consumo stão insridas nas socidads sob várias manifstaçõs. Mrcados difrnciados, produtos artsanais cológicos são altrnativas para o consumidor. Nssa prspctiva, ganha corpo o consumo do vrd, sja na forma d produtos, ou na forma d imagns, ambints ou spaços. Os alimntos cológicos ganham lugar difrnciado comçam a disputar spaços nas rds d mrcados, até a pouco tmpo, d domínio xclusivo da produção convncional. O consumidor d alimntos

9 Conhcndo a trajtória d mrgência cológicos inclui m su podr d scolha, além da rlação qualidad/prço, os critérios ambintais sociais. Mdiant sua atitud individual, o consumidor pod sr considrado significativamnt rsponsávl plas mudanças nas matrizs nrgéticas tcnológicas do sistma d produção (BRANDENBURG t al., 2008). Val obsrvar qu, dssa forma, produção consumo ciclicamnt iniciam um procsso d rconstrução da ralidad social. Essa rconstrução, qu não s rstring somnt a fators como solo, água, fauna flora, ntr outros fators ambintais, abrang qustõs qu nvolvm aspctos sociais, culturais conômicos. O consumo d alimntos cológicos, ao msmo tmpo m qu rconstrói rlaçõs com o ambint natural promov a stratégia d sobrvivência d agricultors no spaço agrário, s aprsnta como altrnativa para a sgurança alimntar do consumidor rstablc formas solidárias d rlação ntr produtors consumidors (BRANDENBURG t al., 2008). Sndo assim, são impulsionadas constants rssignificaçõs nas formas d consumir d produzir alimntos, o qu coloca, gradativamnt, m xqu a lógica produtivista ainda vignt, ao msmo tmpo qu consolida mcanismos qu propiciam a adoção d princípios valors da sustntabilidad, muitas vzs plo rsgat d vlhas técnicas práticas, agora associadas a novos idais. Na sintonia fina: à procura do quilíbrio ntr as adulas do barril A agricultura, m spcial a familiar, conta com uma gama d situaçõs advrsas qu s aprsnta aos agricultors diariamnt. Nsss nfrntamntos d advrsidads conômicas, sociais técnicas, a produção d novidads pod ncontrar condiçõs para s ftivar. Em mio a uma séri d adaptaçõs procssos d ajusts (ou, d sintonia fina ) ntr os fators d crscimnto inrnts à produção agrícola, as novidads podm conquistar spaços. Val ritrar qu tais fators d crscimnto não são constants ao longo do tmpo, ls não só dpndm intrinscamnt da atuação dos agricultors, como variam d acordo com as suas açõs dcisõs (OOSTINDIE BROEKHUIZEN, 2008), além disso, são intgrants d uma rlação natural humana bm visívl na prática. A composição distribuição d nutrints m um solo, por xmplo, dpndrá d fators físicos spcíficos do solo d uma dtrminada lavoura, porém podrá sr mlhorado ou nriqucido com nutrints por mio da atuação do agricultor qu nl trabalhar. Outro xmplo qu pod sr aplicávl é o qu s rfr à disponibilidad d água para plantas m um dtrminado local ou cultivo, qu dpndrá d fators como clima, tipo d solo rlvo, fators aos quais ssas plantas stivrm sujitas, porém a disponibilidad d água podrá sr corrigida por mio d práticas técnicas d intrfrência humana, tais como irrigação, drnagm, cultivo d plantas m locais protgidos, dntr outras. Na agricultura smpr xistirá um fator natural /ou social limitando o rndimnto da produção o rndimnto agrícola dpndrá ssncialmnt do fator d crscimnto mais limitant. Para ntndr st argumnto, s pod tomar como inspiração a ilustração da Li dos Mínimos d Justus Von Libig (1855), lmbrada por Plog t al. (2004) Oostindi Brokhuizn (2008), m qu os fators d crscimnto são rprsntados como as adulas d um barril, cuja capacidad volumétrica dpnd da xtnsão da adula mais curta, indpndntmnt s há adulas bm mais longas. Por xmplo, o nívl d água d dntro dst barril rprsnta o nívl d rndimnto da produção agrícola, qu stará condicionado à adula mais curta, qu pod sr a quantidad d 59

10 Mdiros & Marqus nutrints disponívl no solo, a disponibilidad d água para as plantas (Figura 3), ou até msmo fators como mão d obra disponívl para o trabalho com a agricultura conhcimnto sobr práticas spcificas d cultivos agrícolas. No cotidiano d suas práticas agrícolas, os agricultors stão continuamnt à procura do quilíbrio ntr ssas adulas, ntr sss fators limitants. Através d ciclos complxos d cuidados, a obsrvação, intrprtação, rorganização, muitas vzs, inicialmnt xprimntais, as novidads são criadas, fazndo com qu as rotinas xistnts sjam altradas. Est é um procsso m curso: uma vz qu o fator limitant original for corrigido outro mrgirá como limit assim por diant (PLOEG t al., 2004). Figura 3: À procura do quilíbrio ntr as adulas do barril : xmplos d fators d crscimnto qu influnciam no procsso d rndimnto da produção agrícola. Font: figura adaptada d Oostindi Brokhuizn (2008, p.78). 60

11 Conhcndo a trajtória d mrgência Ao longo d muitos anos foram os agricultors qu buscaram ncontrar, m sguida, ajustar, mlhorar corrigir, os fators limitants (ou as adulas curtas ) qu influnciavam sua produção agrícola, porém, com o advnto da modrnização, a tcnociência8 passou a assumir st papl, provocando uma séri d transformaçõs. A tcnociência pod, ntão, mudar a configuração da naturza d modo muito mais intnso, possibilitando uma produção m maior quantidad, m intrvalos d tmpo cada vz mnors m locais ants impnsávis para a prática da agricultura. Dssa forma, a naturza passou a sr um limitant cada vz mais passívl d sr sobrpassado pla tcnociência, o qu fz com qu a agricultura s tornass uma atividad crscntmnt dsconctada das disponibilidads caractrísticas locais. Com o avanço dos idais modrnizants dssa dsconxão da agricultura com o spaço local, as novidads ficaram fadadas a dificuldads cada vz maiors m sua mrgência, já qu sua lógica é voltada aos procssos altamnt localizados, xtrmamnt dpndnts d cossistmas locais d rprtórios culturais spcíficos. Est carátr localizado das novidads implica qu uma novidad mrgnt m um lugar, m um dtrminado momnto, provavlmnt não irá aparcr m outro, pois xistm spcificidads nvolvidas m sua produção. As novidads são gralmnt construídas mbasadas por uma contxtualização do conhcimnto, ou sja, pla rlação xistnt ntr o conhcimnto local o técnico-cintífico. Ants qu las possam migrar d um local a outro, las dvm sr dsmbaladas d suas spcificidads locais, inclusiv do conhcimnto local no qual sua produção foi mbasada, para postriormnt srm rmbaladas por outros conhcimntos spcificidads d dtrminada ralidad local para ond la foi transportada. Nsss procssos d socialização, intrnalização rcombinação d novidads localidads, os conhcimntos qu s intr-rlacionam são bas lmntar nsta trajtória complxa (OOSTINDIE BROEKHUIZEN, 2008). Muito do sforço dos agricultors, os quais colaboraram com a psquisa m São Lournço do Sul Plotas m dsnvolvr a agricultura d bas cológica pod sr idntificado como tntativas d supração da dsconxão ntr agricultura localidad. Isso vm sndo fito, através do trabalho conjunto com xtnsionistas agnts d políticas públicas, o qu coloca m jogo a intração d sabrs, conhcimntos práticas, oriundos d divrsificadas fonts. Esss agricultors stão smpr m busca dssa mnor adula, d alguma manira limitant, sja dirtamnt no rndimnto d suas produçõs ou m suas mtas idais. Pod-s idntificar qu umas dssas adula curtas é o mpobrcimnto dos solos sobr os quais sss agricultors familiars ralizam sus cultivos cológicos. Ess procsso d prda d frtilidad qualidad física stá associado ao uso antrior, com monocultivos como o fumo o pêssgo. No sntido d suprarm ss fator limitant, os agricultors têm invstido m práticas como a rotação d cultivos, incorporação d compostos orgânicos húmus ao solo, assim como o plantio dos chamados adubos vrds, qu s constitum m spécis vgtais spcialmnt cultivadas para incorporação ao solo. Com o objtivo d rpor nutrints, os agricultors stimulam constantmnt o procsso d gêns do solo, através da ativação d sua biologia com uso intnsivo d matéria orgânica o cultivo d plantas rcupradoras do solo, como é o caso d alguns agricultors familiars ntrvistados, qu dsnvolvm práticas d compostagm, vrmicompostagm utilização d lguminosas para adubação vrd, dntr as quais a mais utilizada é o fijão guandu9. 61

12 Mdiros & Marqus Muito do conhcimnto ncssário para a promoção d mudanças nas práticas lvadas a cabo plos agricultors circula ntr ls durant ncontros, runiõs, firas ou outros momntos d convívio. Alguns dsts vntos são promovidos plo CAPA pla Cooprativa Sul Ecológica. Durant a psquisa a campo, foi possívl acompanhar a rlação dos agricultors familiars com os mdiadors sociais, dsd ncontros com nfoqu no acsso a políticas públicas planjamnto d atividads futuras, até ncontros mais técnicos, quando o objtivo ra a assistência técnica acrca d dtrminadas práticas rlacionados a cultivos. Através dsss acompanhamntos, foi possívl vidnciar qu sss ncontros são spaços ricos para trocas d informaçõs técnicas ntr os agricultors qu, muitas vzs, s ncontram distants fisicamnt ntr si. O intrcâmbio d idias, já tstado m uma dada localidad, pod srvir d bas ou inspiração para práticas inovadoras m outra. Foi dssa forma qu um dos agricultors d Plotas, procupado com o bom dsnvolvimnto das plantas do su cultivo d tomats cológicos, adaptou m sua propridad o uso do cultivo protgido10. Ao utilizar ssa técnica, controlou a tmpratura incidnt, rduziu a aplicação d água vrificou qu foi mnor a incidência d danos causados por instos. Voltando à figura do barril, pod-s dizr qu o agricultor pôd dscobrir suprar algumas das mnors adulas do barril. Transposição d frontiras nos procssos d dsnvolvimnto rural: uma ncssidad A inclusão d novos domínios atividads associadas à unidad d produção agrícola, como a transformação comrcialização d alimntos, as mdidas stratégias rlacionadas à protção ambintal, ao dsnvolvimnto do agroturismo11, ntr outras, implicam m transposição d 62 frontiras. No contxto vinculado ao dsnvolvimnto rural, pod-s comparar a transposição d frontiras a uma imrsão no dsconhcido. Novas xpriências são traduzidas m novos conhcimntos, qu por sua vz inspiram novas práticas. Nsta dinâmica, novas técnicas novas rds têm d sr dsnvolvidas, para isso, novos conhcimntos são ncssários. Isto s aplica não só à criação d novas atividads novas rds qu agrgam rnda oportunidads d mprgo no rural, como também à construção d novas rspostas à volução das ncssidads xpctativas da socidad, m gral na rconfiguração dos rcursos rurais (OOSTINDIE BROEKHUIZEN, 2008). Com bas na rconfiguração constant d rcursos sociais naturais laboradas plos agricultors, procssos d dsnvolvimnto rural constituídos por aprndizagm partilha d conhcimntos podm fazr mrgir novidads, qu rtro-alimntam o procsso, podndo vir a rsultar m outras. Assumindo-s, dsta forma, qu as novidads carrgam m si conhcimnto são constituídas m dinâmicas d aprndizagm, para qu xistam rlaçõs prmannts qu contribuam para o fluxo d conhcimntos, é important qu os agricultors stndam suas açõs rlaçõs sociotécnicas para fora da unidad d produção, fazndo assim com qu as frontiras sjam transpostas (MEDEIROS, 2011). Essas formas d transposição d frontiras são constantmnt criadas, rcriadas adaptadas no dcorrr das vidas dsss agricultors. A lucidação dst fato pod sr fita através da anális da iniciativa d criação da Cooprativa Sul Ecológica por agricultors familiars da zona sul do Rio Grand do Sul. A iniciativa dsss agricultors na busca por um dispositivo coltivo como stratégia pod sr ntndida como a ftivação da agência12, ralizada através das rlaçõs sociais stablcidas, ultrapassando a capacidad

13 Conhcndo a trajtória d mrgência individual por rqurr organização compromissos coltivos. Os agricultors cooprados s apóiam sobr práticas d ajuda mútua, principalmnt com rlação à troca d conhcimntos práticas rlacionados ao dsnvolvimnto d novas formas d trabalho com a agricultura. Esss dispositivos stão fundados no princípio d rciprocidad, ou sja, princípios d rlaçõs struturadas m função do intrss da totalidad do grupo. Organizados m cooprativa os agricultors tomam iniciativas, assumm uma postura d proposição ou d gstão não apnas d rivindicação dssa manira vêm ngociando rconhcimntos apoios por part d outras organizaçõs não govrnamntais também do stor público (SABOURIN, 2006). Dntro da dinâmica organizacional da cooprativa, os agricultors stão organizados m grupos, formados, m gral, por proximidad d moradias. Esta forma d arranjo acabou por facilitar ncontros mnsais com os grupos, impulsionados plo CAPA, ond são ralizados dias d campo, oficinas, palstras divrsas atividads rlacionadas às práticas da agricultura cológica. É important dstacar qu st spaço técnico é também um ambint rplto d troca d práticas conhcimntos, não somnt ntr técnicos agricultors, como ntr os próprios agricultors. Nss spaço os agricultors qu participam d uma dtrminada organização s comunicam com outros agricultors d outras organizaçõs, o qu favorc o stablcimnto d vínculos intr-organizacionais, consquntmnt, possibilita a construção d rds capazs d suprar as frontiras das unidads individuais d produção agrícola. Essas construçõs d rds ntr os agricultors d São Lournço do Sul Plotas, também são facilitadas plo fato dsss agricultors possuírm vínculos com mais d uma organização, qu nvolvm difrnts ators sociais. Dssa manira, sss agricultors vêm consguindo transpor as frontiras d suas unidads d produção stablcr rlaçõs sociotécnicas ntr si com difrnts ators, d manira a facilitar su acsso a mlhors condiçõs d vida no spaço rural. Aqui, stão dstacadas algumas dssas rlaçõs dos agricultors: com o CAPA, como já mncionado; com algumas cooprativas associaçõs, como a Cooprativa Mista dos Pqunos Agricultors da Rgião Sul (COOPAR), a UNAIC, a Associação Rgional d Produtors Agrocologistas da Rgião Sul (ARPA-SUL), a Cooprativa dos pscadors profissionais artsanais Lagoa Viva, a Rd d Coopração Solidária, a Rd Ecovida d Crtificação Solidária;, ainda, com o Programa d Aquisição d Alimntos (PAA)13. Crtamnt as rlaçõs sociotécnicas dsnvolvidas por sts agricultors vão além das listadas, porém procurou-s vidnciar stas, pois foram as rlaçõs qu tivram maior proximidad com a psquisa, já qu, durant as atividads acompanhadas como runiõs d grupo, firas livrs firas xpositivas, foi possívl visualizar qu os agricultors, principalmnt dssas organizaçõs, s ajudavam mutuamnt, dsd a organização do spaço a sr utilizado até o pnsar m altrnativas conjuntas d acsso a políticas públicas m gral. Essa dinâmica qu amplia horizonts, pla transposição das frontiras individuais, tm sido rsponsávl pla visualização d oportunidads stratégicas por part dsss agricultors. Um dos mlhors xmplos obsrvados é o da comrcialização d sus produtos dntro do PAA. Est Programa adquir alimntos das ntidads participants sm a ncssidad d licitação, por prços d rfrência stablcidos com bas m uma média daquls praticados nos mrcados rgionais. Os alimntos adquiridos plo programa são dstinados à população atndida por programas sociais locais, situação qu dmanda uma 63

14 Mdiros & Marqus complxa articulação ntr os ators nvolvidos, pois, já na aprsntação d propostas d projtos por part das organizaçõs locais, é ncssário o ajust ntr os alimntos qu srão produzidos os qu são dmandados plos programas sociais, nvolvndo dsd o planjamnto da produção até a ntrga sistmática dos produtos aos bnficiados. Esta xigência compulsória da articulação coltiva compõ uma difrnça significativa m rlação aos dmais programas dstinados à agricultura familiar (PINHEIRO, 2010). A participação dos agricultors ligados a Sul Ecológica no PAA abriu spaço para qu ls ampliassm intr-rlaçõs com outras formas d organizaçõs d distintos agricultors. Em 2003, organizaçõs rgionais, qu stavam oprando através do Programa Fom Zro14, formaram a Rd d Coopração Comrcialização Solidária, organizada a partir do projto Sgurança Alimntar: Alimntando a Cidadania, implmntado pla Prfitura Municipal d Plotas, com o objtivo d organizar mlhorar o procsso d compra d alimntos da prfitura, runindo as dmandas das difrnts scrtarias por alimntos, potncializar a compra dos produtos da agricultura familiar. Após srm adquiridos conjuntamnt, os produtos das divrsas organizaçõs ram dstinados para os difrnts programas assistnciais das scrtarias (FROÉS t al., 2008). A Rd atualmnt é composta por divrsas organizaçõs, tais como a COOPAR, composta por agricultors familiars quilombolas, grupos informais, dos quais fazm part produtors d hortaliças assistidos pla Emprsa d Assistência Técnica Extnsão Rural (EMATER); UNAIC, intgrada por agricultors familiars, assntados da rforma agrária quilombolas; Lagoa Viva, formada por pscadors; COOPAL, constituída por agricultors familiars, a Sul Ecológica, qu abrang agricultors familiars assntados da 64 rforma agrária, grupos informais d produtors d lit do município d Plotas associados da ARPA-SUL. Essa comunicação ntr as organizaçõs abr possibilidads para margns d manobra qu prmitm algumas ngociaçõs, d acordo com spcificidads limitaçõs locais, por xmplo, m rlação à sazonalidad da produção. Prmitm ainda, tr incluídos nos projtos os produtos locais, qu m outras vias d comrcialização não triam acitação (SCHMITT GUIMARÃES, 2008). Grand part dsts alimntos são obtidos m sistmas d produção d bas cológica, dsta forma os agricultors têm s bnficiado pla proposta d difrnciação d prços dntro do PAA, pla qual os produtos cológicos ou orgânicos 15 rcbm um adicional d 30% m rlação aos dmais. Rordnando o uso d rcursos: os agricultors suas conxõs A mrgência d novidads na agricultura também pod s rfrir a um ativo rordnamnto da utilização dos rcursos. A busca por autonomia qu prmia as lógicas da agricultura familiar tm como objtivo matrializa-s na criação no dsnvolvimnto d uma bas d rcursos autogrida, nvolvndo tanto rcursos sociais como naturais (conhcimnto, força d trabalho, trra, gado, canais d irrigação, strco, cultivos, tc.) (PLOEG, 2009). Muitas das iniciativas dsnvolvidas plos agricultors qu acabam por rsultar m um rordnamnto no uso d rcursos são ralizadas por mio do stablcimnto d conxõs, às vzs inspradas, ntr lmntos ants afastados ntr si (MEDEIROS, 2011). Nst sntido, dstacam-s quatro conxõs vidnciadas a partir da anális d algumas dinâmicas sociotécnicas lvadas a cabo plos ators sociais rlacionados à mrgência da agricultura d bas cológica m São Lournço do

15 Conhcndo a trajtória d mrgência Sul Plotas. A primira conxão s rfr à intrrlação stablcida ntr as organizaçõs dos agricultors familiars as organizaçõs não govrnamntais d apoio técnico organizacional. A sgunda conxão s rfr à ligação dirta ntr a produção d bas cológica os consumidors (moradors d áras urbanas). Uma trcira conxão qu pod sr prcbida é a rlação ntr a produção d bas cológica a mrnda scolar m scolas públicas da rgião. A crtificação da produção o sistma d acrditação ralizado plos próprios agricultors s colocam como uma quarta conxão a sr vidnciada. Dsd mados dos anos 1990, alguns agricultors dos municípios d São Lournço do Sul Plotas, por intrmédio da CPT do CAPA, comçaram a buscar altrnativas cológicas d produção d alimntos qu fossm oportunas ao dsnvolvimnto d suas unidads agrícolas. Analisando-s o objtivo inicial da iniciativa, pods idntificar qu os projtos d apoio técnico qu s iniciavam constituíram-s como bas do rordnamnto d rcursos qu s sguiu. Isto porqu tais projtos mobilizaram procssos d aprndizagm qu pusram lado a lado conhcimntos locais técnico-cintíficos facilitaram o aprimoramnto dos mcanismos d organização dos agricultors. As altrnativas tcnológicas qu foram sndo dsnvolvidas, sgundo os ntrvistados documntos analisados, ram basadas m princípios da agricultura d bas cológica, promovndo o rsgat dos conhcimntos locais, como o acompanhamnto das fass da lua para ralização d práticas como plantio colhita ou a utilização d rsíduos orgânicos para frtilização do solo. Inúmras práticas técnicas foram sndo dsnvolvidas sistmatizadas, promovndo o rordnamnto d rcursos divrsos, com isto, mudando a forma d fazr agricultura, mas, sobrtudo, transformando a rlação ntr as organizaçõs d agricultors pré-xistnts as ONGs prsnts no local. O dsnvolvimnto da agricultura d bas cológica na rgião, squncialmnt, grou a ampliação do volum d produção, fato qu acabou por atingir um limit na comrcialização, ou sja, os canais d scoamnto da produção s tornaram insuficints. Sndo assim, agricultors mdiadors prcbram qu ra ncssário viabilizar a ampliação do mrcado, uma vz qu, aparntmnt, havia dmanda para tais alimntos. Est procsso parc tr sido o incntivo para a ampliação consolidação d divrsas formas d organização social. Assim, o objtivo d runir as produçõs para atndr ( criar) novos mrcados foi fundamntal para a fundação da Cooprativa Sul Ecológica, mas também para o stablcimnto d rds d rlaçõs ntr outras organizaçõs d agricultors, além das govrnamntais não govrnamntais. Organizados, os agricultors conquistaram os spaços das firas livrs m locais d grand circulação nas sds dos municípios, postriormnt, criaram um slo, uma marca qu passou a caractrizar sus produtos. O slo da Sul Ecológica stampado nas mbalagns dos produtos fz com qu os consumidors passassm a idntificar sss produtos, atribuindo-lhs maior valor por sua qualidad crdibilidad. Isto rmt à sgunda conxão fundamntal para o rordnamnto no uso dos rcursos, qu s rfr às ligaçõs stablcidas ntr a agricultura d bas cológica o consumo urbano. Essa conxão traz, por xmplo, mudanças no uso d rcursos naturais ou matriais, como é o caso d alguns cultivos, ants circunscritos ao autoconsumo nas zonas rurais, qu passam a constituir produtos comrcializávis, uma vz qu o consumidor passa a rconhcr su valor como alimnto, plas caractrísticas nutricionais qu contém, ou como rtomada d hábitos alimntars prdidos, tornando os rprtórios culturais outra vz importants no ato d consumir. Também, 65

16 Mdiros & Marqus cultivars d milho, fijõs, arroz, frutas nativas, qu não tivram vz nos procssos d produção homognizadors da modrnização industrialização, passam a ocupar, não só maiors áras d cultivo, mas também as msas dos consumidors. Com os spaços para a troca d informaçõs aprndizagm ampliados, agricultors os dmais ators nvolvidos passaram a stablcr a trcira conxão m dstaqu, qu s rfr a rlacionar agricultura familiar o forncimnto d mrnda scolar. O procsso s inicia quando os agricultors mdiadors prcbram qu havia a possibilidad da produção d bas cológica abastcr a dmanda d mrnda scolar d uma scola da rd pública stadual m São Lournço do Sul. Dssa forma, ntr os anos d , o govrno stadual ralizou uma xpriência, nvolvndo a compra d produtos cológicos para forncimnto da mrnda. Esta conxão grou, vm grando, uma séri d transformaçõs no uso dos rcursos, como é caso do stablcimnto consolidação d agroindústrias familiars, qu passam a procssar alimntos (sucos, bolos, biscoitos, docs, lit) spcialmnt para atndr a dmanda da mrnda scolar. Dssa forma, pod-s comprndr qu por mio dssas conxõs, há também mudanças organizacionais institucionais rlacionadas, ou sja, não s trata apnas d rdircionar a produção d alimntos cológicos d um mrcado a outro, trata-s da insrção m procssos mais amplos qu, mbora prcocmnt, pod-s comçar a vislumbrar como contribuiçõs à mudança no rgim da agricultura convncional. Com rlação a isto, pod-s mncionar algumas transformaçõs qu comçam a ficar vidnts, por xmplo, o fato d qu as primiras iniciativas d produção comrcialização d produtos orgânicos no país foram stablcidas por cooprativas d consumidors m mados do 66 ano d 1978, aproximando consumidors produtors. Os agricultors cologistas, apoiados por ONGs, iniciaram ssa nova manira d ncarar a comrcialização. Nssa época, produtors consumidors stavam m contato dirto, via firas livrs ntrgas d cstas m domicílio, o qu proporcionava confiança ao procsso. Estava criada a rd d crdibilidad d produção comrcialização dos alimntos cológicos, nvolvndo produtors, consumidors mdiadors sociais, profissionais das ciências naturais agrárias, qu avalizavam o sistma saudávl d produção d alimntos (FONSECA, 2000). Diant da ampliação dos mrcados d comrcialização dos produtos orgânicos houv a ncssidad d rgulamntação d sua produção comrcialização, o qu, consquntmnt, lvou ao distanciamnto ntr agricultor consumidor. Nos primiros passos dss procsso, no Brasil, a normatização ra stablcida plas próprias organizaçõs d agricultors, ONGs até msmo cooprativas d consumidors. Porém, no início d 1991, a Comunidad Econômica Européia (CEE) rgulamntou o comércio d produtos orgânicos no âmbito dos sus paíss afiliados. Sgundo ssa rgulamntação, a importação d produtos orgânicos d paíss não prtncnts à CEE só sria prmitida caso xistissm, nsss últimos, rgulamntaçõs normativas quivalnts (FONSECA, 2000). A partir d stmbro d 1994, o Ministério da Agricultura runiu-s com rprsntants d ntidads ligadas à produção ao consumo d alimntos orgânicos com o propósito d criar normas para a produção orgânica m todo o trritório nacional, abrindo maiors possibilidads d xportação. A discussão continuou nos anos sguints, m 2007, runindo dntro da catgoria d orgânicos as difrnts vrtnts qu nglobam a produção d bas cológica, a

17 Conhcndo a trajtória d mrgência lgislação qu rg a crtificação foi stablcida pla Li Fdral rgulada por cinco Instruçõs Normativas. A partir da Li Fdral, foi criado o Sistma Brasiliro d Avaliação d Conformidad Orgânica (SISORG). Dl fazm part dois tipos d Organismos d Avaliação da Conformidad Orgânica (OAC): a) as Crtificadoras Comrciais, chamadas d trcira part, por não intgrarm os agricultors trabalharm por sistma d auditagm; b) os Organismos Participativos d Avaliação d Conformidad (OPACs), qu, assim como as crtificadoras, prcisam tr crdnciamnto a sr fito plo Ministério da Agricultura Pcuária Abastcimnto (MAPA), mas têm o sistma d acrditação fito por grupos compostos d agricultors outros ators intrssados, como consumidors, técnicos organizaçõs sociais (PINHEIRO, 2010). Embora ainda haja uma séri d conflitos contradiçõs rlacionadas às qustõs da crtificação, o prcurso das transformaçõs já dixa antvr mudanças no rgim, mbora não stja muito claro o qu ainda stá por vir. D qualqur manira, para os agricultors organizados na Cooprativa Sul Ecológica, a importância da crtificação stá também rlacionada ao fato d qu podm rcbr valors adicionais nos produtos dstinados ao mrcado institucional, para além dos possívis ganhos conômicos, é ncssário sublinhar qu o fato d havr uma nova institucionalidad qu rconhc a crtificação participativa ou solidária é um avanço important, lmbrando qu na agricultura cológica o objtivo é buscar uma dinâmica d dsnvolvimnto m qu o agricultor tnha garantido su spaço d rprsntação política rprodução social, bm como autonomia na gstão, tomada d dcisõs scolhas tcnológicas. Basada nstas mudanças é qu s pod dlinar uma quarta conxão, qu lva a procssos d rordnamnto no uso d rcursos. Os agricultors foram avançando com a produção d bas cológica angariando crdibilidad pssoal, inclusiv pla utilização do slo da cooprativa. Com a xpriência adquirida rsolvram ddicars ralizar a crtificação ls msmos, conctando-s ntão ao sistma d crtificação ainda mrgnt. A opção foi por crtificar a produção através d Organismos Participativos d Avaliação d Conformidad ao invés da contratação d mprsas d crtificação por auditagm. A scolha, m part, s dv aos altos prços praticados plas mprsas crtificadoras, mas também à inconformidad com a mtodologia d trabalho, já qu a crdibilidad concdida aos produtos d bas cológica por pssoas struturas alhias à comunidad não criam um procsso d autonomia da família agricultora ou da comunidad (MEIRELES, 2003). A partir do conhcimnto comprnsão do funcionamnto dos OPACs, os agricultors familiars dos municípios analisados stablcram uma rlação com a Rd Ecovida d Agrocologia17, cujo objtivo nfoca a construção d um procsso distinto d crtificação dnominado participativo m rd, o qual contrapõ o modlo mais comum ralizado plas dmais crtificadoras, o modlo d auditoria por inspção xtrna. É important rssaltar, qu d manira simultâna ao stablcimnto dstas conxõs, ocorr a todo instant o rordnamnto do uso dos rcursos também (ou principalmnt) dntro d cada unidad d produção dos agricultors familiars, cuja complxidad dinâmica prmit afirmar qu são muitas as conxõs construídas plos agricultors outros ators. Considraçõs finais A trajtória d mrgência das novidads aqui comprndidas como a criação da Agroindústria 67

18 Mdiros & Marqus Familiar Figuira do Prado da Cooprativa Sul Ecológica, ou o acsso a mrcados d cadia curta institucional, stá rlacionada ao dscobrimnto d novos rlvants rcursos para a transformação dos sistmas d produção convncionais m outros, cuja bas é cológica. Também, é prcptívl o dsnvolvimnto d uma sintonia fina no uso d tais rcursos, bm como o rordnamnto d muitos dls plo stablcimnto d conxõs ntr lmntos ants ignorados ou afastados ntr si. A vidência mpírica das novidads também mostrou qu há procssos inovadors associados ao stablcimnto d vínculos, fundamntalmnt gradors d rds fluxos d conhcimnto, informação aprndizagm, lmntos sts qu promovm a transposição das frontiras das unidads d produção da ação individual dos agricultors, assim como d outros ators nvolvidos, como divrsos tipos d mdiadors sociais, dntr ls as lidranças locais os agnts públicos. A ração criativa por part dos agricultors familiars cria não só transformaçõs técnicas qu ampliam o acrvo tcnológico da agricultura d bas cológica, mas também criam spaços d manobra qu lvam à gração d novidads, spcialmnt aqulas rlacionadas à organização da produção sua insrção ao mrcado. Exmplo disto é a idntificação da construção d dispositivos coltivos plos agricultors d São Lournço do Sul Plotas. Não s pod ignorar, porém, qu tm havido algumas mudanças institucionais capazs d rtroalimntar as transformaçõs das próprias organizaçõs nvolvidas ou a ampliar a participação d outras, como idntificado no caso do CAPA d prfituras d distintos municípios, qu passaram também a compor, d alguma forma, o projto da agricultura d bas cológica. Dssa forma, é ncssário rfltir criar mios para qu sss agricultors possam tr cada vz mais a possibilidad d ir além no nfrntamnto 68 das advrsidads qu lhs aparcm. Confirma-s ntão a ncssidad d criar novas formas novos spaços d articulação d conhcimntos (técnicocintíficos locais), no sntido d criar ambints favorávis à mrgência d novidads, sm nglignciar qu las stão fortmnt rlacionadas ao contxto local ond mrgm, qu su isolamnto é altamnt prjudicial à sua consolidação. Notas 1 Originalmnt, m inglês, dnominado Novlty Production. 2 Nsta visão rlacionada à agricultura familiar comprnd-s o papl prpondrant da família como strutura fundamntal d organização da rprodução social através da formulação d stratégia (conscints ou não) familiars individuais qu rmtm dirtamnt à transmissão do patrimônio matrial cultural (a hrança) à transmissão da xploração agrícola (a sucssão) (CARNEIRO, 1999). Dsta forma, a utilização do trmo agricultura familiar, com o significado abrangência qu lh tm sido atribuído nos últimos anos, no Brasil, assum ars não somnt d rtomada d práticas agrícolas, como também d novidad rnovação (WANDERLEY, 2001). 3 A POA assum qu os difrnts padrõs mrgnts d dsnvolvimnto são, m part, criação dos próprios ators sociais, isso sugr qu as análiss sjam mais cntradas nos próprios ators sociais mnos nas forças xtrnas (LONG, 2007). A prspctiva considra qu as variaçõs culturais as difrnças organizacionais são rsultados das distintas formas qu os ators rspondm às situaçõs problmáticas intraçõs com outros ators (LONG PLOEG, 1994). Ainda, rssalta-s qu, msmo considrando os limits colocados plas struturas, ssas não são abordadas d modo dtrminista (MARQUES, 2008).

19 Conhcndo a trajtória d mrgência 4 Ao todo, no dsnvolvimnto da psquisa, foram ntrvistados vint um agricultors familiars sis mdiadors sociais. 5 O qu s convncionou chamar d modrnização do spaço rural ou modrnização da agricultura rfr-s a um complxo procsso d transformaçõs nos spaços agrícola rural do mundo dsncadado a partir da década d 50, no Brasil spcialmnt a partir d mados da década d 60 qu corrspondia, ftivamnt, a intgração da agricultura ao procsso d acumulação d capital (ALMEIDA, 2009). 6 Para uma discussão mais dtalhada, ond são xpostos lmntos tórico-concituais sobr a Prspctiva Multinívl (PMN), consultar Marqus (2008). 7 Como fators d crscimnto para agricultura ntnd-s o conjunto d caractrísticas dtrminants d limitaçõs potncialidads d procssos d produção agrícola. São xmplos: inclusão d nutrints na composição do solo, a capacidad d absorção dsss nutrints plas raízs das plantas, a disponibilidad d água no solo ao longo do tmpo, ntr outros (OOSTINDIE BROEKHUIZEN, 2008). 8 Concito utilizado na comunidad intrdisciplinar d studos d ciência tcnologia para dsignar o contxto social tcnológico da ciência. D acordo com Latour (1987), a tcnociência dsnvolv-s pla progrssiva construção d fatos cintíficos cuja vrdad ou adquação é dada como crta para os qu as utilizam como ponto d partida para outros studos, mas cuja naturza problmática pod smpr sr rssaltada quando xaminadas m suas origns. Est trmo "tcnociência" foi criado plo filósofo blga Gilbrt Hottois m fins dos anos 1970 é bm usual nos txtos do filófoso francês Bruno Latour. 9 O fijão guandu ou Guandu, como é popularmnt conhcido, tm s dstacado com rlação às mlhorias na frtilidad dos solos brasiliros, sndo uma das plantas d maior uso como adubação vrd. A planta possui um sistma radicular profundo ramificado, qu aumnta sua rsistência ao strss hídrico possibilita o rompimnto d camadas adnsadas d solos. 10 O uso do plástico na agricultura tm sido popularmnt chamado d plasticultura, podndo sr utilizado na construção d stufas ou casas d vgtação, no sombramnto d cultivos na instalação d qubra-vntos. Há ainda tlas chamadas anti-instos, films plásticos para cobrtura do solo, mbalagns rcipints divrsos, dntr vários outros. O cultivo protgido, propriamnt dito, tm como objtivo condicionar um ou mais fators ambintais na produção d plantas, proporcionando o aumnto do control do agricultor sobr tais fators. 11 O agroturismo trata-s d uma das difrnts modalidads d turismo dsnvolvida no spaço rural, é praticada por famílias d agricultors dispostos a compartilhar sus modos d vida, muitas vzs, suas casas com visitants vindos, m gral, d áras urbanas. 12 A noção d agência atribui ao ator (individual ou grupo social) a capacidad d procssar a xpriência social traçar caminhos altrnativos para o nfrntamnto das situaçõs problmáticas, sob divrsificadas formas d corção. Não sndo somnt o simpls rsultado da poss d crtas habilidads cognitivas, podrs prsuasivos formas d carisma, a noção d agência rqur a organização d capacidads a stratégica gração/manipulação da rd d rlaçõs sociais (LONG PLOEG, 1994). 13 Trata-s d uma política pública proposta plo govrno fdral para stndr o mrcado institucional até à agricultura familiar, maiors dtalhamntos do programa srão aprsntados no capítulo sguint. 14 O Programa Fom Zro é uma stratégia impulsionada plo govrno fdral para assgurar o dirito à alimntação às pssoas com dificuldads d acsso aos alimntos. Tal 69

20 Mdiros & Marqus stratégia s insr na promoção da sgurança alimntar nutricional, consist m um conjunto d mais d 30 programas complmntars implmntados plo ou com o apoio do Govrno Fdral, dntr ls o PAA. (PROGRAMA FOME ZERO, 2010). 15 Alimntos orgânicos são produtos d origm vgtal ou animal, produzidos sm a utilização d agrotóxicos ou qualqur outro tipo d produto químico cujas práticas culturais buscam stablcr o quilíbrio cológico do sistma agrícola. 16 No artigo 2º da li aprsnta-s como crtificação orgânica o ato plo qual um organismo d avaliação da conformidad crdnciado dá garantia por scrito d qu uma produção ou um procsso claramnt idntificado foi mtodicamnt avaliado stá m conformidad com as normas d produção orgânica vignts (BRASIL, 2007). 17 Essa Rd abrang os stados d Paraná, Santa Catarina Rio Grand do Sul é formada por núclos rgionais. São atualmnt 21 núclos qu rúnm m torno d 170 municípios. Dntr sts núclos, dstacam-s pla participação atuação, na rgião sul do Rio Grand do Sul, os d Plotas São Lournço do Sul. O trabalho da Rd rún aproximadamnt 200 grupos d agricultors, 20 ONGs 10 cooprativas d consumidors. Dntr ss númro d ONGs cooprativas vinculados, s ncontram, rspctivamnt, o CAPA a Sul Ecológica. Para uma maior discussão consultar Mdats Fonsca (2005). Rfrências Bibliográficas ALMEIDA, J. A construção social d uma nova agricultura: tcnologia agrícola movimntos sociais no sul do Brasil. 2 d. Porto Algr: Ed. da UFRGS, p. (1 d. m 1998). BRASIL. Li d nº 6.323, d 27 d dzmbro d Dispõ sobr a agricultura orgânica dá outras providências. Diário Oficial [da] R 70 pública Fdrativa do Brasil, Podr Excutivo, Brasília, DF, CARNEIRO M. J. Agricultors familiars pluriatividad: tipologias políticas. In: COSTA, L. F. C.; BRUNO, R.; MOREIRA, R. J. (Orgs). Mundo rural tmpo prsnt. Rio d Janiro: Mauad, 1999, p FONSECA, M. F. A. C. A construção social do mrcado d alimntos orgânicos: stratégias dos difrnts ators sociais da rd d produção comrcialização d frutas, lgums vrduras in natura do stado do Rio d Janiro. Rio d Janiro: UFRJ/ICHS/ CPDA, (Dissrtação d mstrado m Sociologia na ára d Dsnvolvimnto, Agricultura Socidad). 289 p. FROÉS, J. C., DOS SANTOS, F. J. RECH, C. M. Alimntando a cidadania: a força da socidad civil junto a políticas públicas. Rlato sobr a Rd d Coopração Comrcialização Solidária. Plotas: CAPA, p. LATOUR, B., Scinc in Action, Cambridg, Harvard Univrsity Prss, LONG, N. Sociología dl dsarrollo: una prspctiva cntrada n l actor. México: Cntro d Invstigacions y Estudios Supriors n Antropología Social, El Colgio d San Luis p. LONG, N. PLOEG, J. D. van dr. Htrognity, actor and structur: towards a rconstitution of th concpt of structur. In: BOOTH, D. Rthinking social dvlopmnt thory, rsarch and practic. England, Longman Scintific & Tchnical, 1994, p MARQUES, F. C. O Nicho Novidad: nuanças d uma possívl radicalização inovadora na agricultura. In: Colóquio sobr Agricultura Familiar, Porto Algr: PGDR/UFRGS, Disponívl m: < oc>. Acsso m: 30 d novmbro d MEDAETS J. P. FONSECA M. F. d A.C. Produção orgânica: rgulamntação nacional intrnacional. NEAD Estudos 8. Brasília, MEDEIROS, M. Divrsidad d sabrs m situaçõs d intrfac: a mrgência da agricultura d bas cológica ntr agricultors familiars no sul do Rio Grand do Sul Dissrtação (Mstrado) Programa d PósGraduação m Dsnvolvimnto Rural, Univrsidad Fdral do Rio Grand do Sul,

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