Conselho de Tecnologia ABIMAQ. GT Da Porta pra Dentro

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Conselho de Tecnologia ABIMAQ. GT Da Porta pra Dentro"

Transcrição

1 Conselho de Tecnologia ABIMAQ GT Da Porta pra Dentro 10/08/2015

2 Premissas para uma POLÍTICA INDUSTRIAL Permitir o crescimento contínuo e sustentado do investimento produtivo do país. Política macroeconômica favorável ao investimento. Uma política industrial voltada para a indústria do futuro.

3 Ações de Política Industrial voltada para a Indústria do Futuro Inovação e P&D : Criar o Programa BK Inteligente, identificando-o como setor estratégico, de modo a proporcionar condições para solucionar desafios sociais futuros (saúde, mobilidade, energia, mudança climática, sustentabilidade entre outros). Modernizar a infraestrutura institucional de apoio à indústria de transformação; Identificar fronteiras e atualização tecnológicas na cadeia de valor de BKs; Ampliar gastos em P&D e educação com foco em BK inteligentes; Elaborar propostas de política fiscal, tributária e creditícia que corroborem com a estratégia de BK Inteligente; Elaborar plano de desenvolvimento de fornecedores para BKs estratégicos; Fortalecer as empresas de engenharia nacional; Apoiar empresas nacionais de integração e automação; Transformar o setor de BK no Hub da Indústria de Transformação Elaborar propostas de política fiscal, tributária e creditícia que corroborem com a Estratégia de BK Inteligente.

4 Ações de Política Industrial voltada para a Competitividade Empresarial Modernização industrial Programa de Modernização do Parque Industrial Brasileiro MODERMAQ; Programa de Gestão Industrial.

5 Ações de POLÍTICA INDUSTRIAL voltada para a Competitividade Sistêmica Alavancar a Competitividade Geral do Brasil Reforma tributária; Reforma política; Reforma educacional; Aumentar o investimento na infraestrutura logística; Incentivos para atração de atividades chave das empresas (fiscais, tributários e de financiamento); Criar Programa de Modernização Industrial; Usar o poder de compra do Estado para alavancar a inovação no setor de BKs; Apoiar um amplo programa de conteúdo local em BK inteligentes; Financiamento competitivo para a indústria de BK; Atrair investimento estrangeiro direto em empresas de BK inteligentes; Incentivar a internacionalização de empresas de BK.

6 Ações de POLÍTICA INDUSTRIAL voltada para o Mercado Externo Desenvolvimento de Mercados Externos a partir do BMS Disseminar tecnologia brasileira nos mercados globais; Projeto setorial para promoção das exportações; Inteligência comercial; Criação de fundos de longo prazo para construção de network; Promover o apoio à internacionalização de empresas de BK; Ampliar a participação de bens manufaturados de média e alta tecnologia brasileiros no comércio internacional; Eliminação das distorções tarifárias no imposto de importação.

7 Programa de Modernização do Parque Industrial Brasileiro MODERMAQ

8 MODERMAQ 1. FUNDAMENTOS: Em função do baixo nível dos investimentos produtivos, ao longo das últimas décadas, o parque industrial brasileiro está subdimensionado em relação às necessidades do país e conta com máquinas e equipamentos com idade média muito elevada, o que contribui para piorar os indicadores de produtividade do Brasil em relação a outros países, desenvolvidos ou em desenvolvimento. Estima se que a produtividade brasileira por trabalhador ocupado seja da ordem de um quarto da produtividade dos Estados Unidos ou da Alemanha. Não por acaso os recursos produtivos disponíveis por trabalhador brasileiro são também mais de quatro vezes inferiores aos dos dois países citados. Este quadro é agravado, ainda mais, pela defasagem tecnológica decorrente da idade mais elevada do nosso parque industrial. Portanto, para o Brasil ter chances de sucesso, num processo de catch up, em relação aos países desenvolvidos e em forte desenvolvimento, é imperativo, além de aumentar os investimentos em infraestrutura, implementar um programa de incentivos à renovação do parque de máquinas e equipamentos da indústria brasileira, com garantia de sucateamento das máquinas antigas, e que conte com estímulo fiscal, tributário e de financiamento. 8

9 MODERMAQ 2. O Programa: O programa se propõe a incentivar, ao longo de oito anos, a substituição de máquinas e equipamentos com mais de 20 anos de vida, por máquinas e equipamentos novos, com garantia de sucateamento do equipamento antigo, através das seguintes medidas: 1. Concessão, por parte de certificador autorizado, de CCF Certificado de Crédito Fiscal na entrega da máquina ou equipamento com idade superior a 20 anos. 2. O valor do crédito fiscal será de 15% do preço líquido da máquina ou equipamento novo equivalente ao equipamento a ser sucateado. 3. O valor de face do CCF somente poderá ser abatido na compra de máquinas ou equipamentos efetuada do fabricante que forneceu o orçamento, pelo valor que nele constar. 4. As máquinas ou equipamentos adquiridos com o uso do CCF terão depreciação acelerada em 24 meses. 5. As máquinas ou equipamentos adquiridos com o CCF poderão ser financiados pelo BNDES, com 120% de cobertura do valor do bem adquirido. O adicional de 20% é destinado a financiar a remoção da máquina antiga e a nova instalação, com o ferramental necessário

10 MODERMAQ 3. GARANTIA DE SUCATEAMENTO Responsabilidades: Comprador: Entregar a máquina ou equipamento a um centro de reciclagem, autorizado e certificado. Certificador: Desmontar e encaminhar a máquina antiga para sucateamento. Emitir o CCF Certificado de Crédito Fiscal. 4. DIMENSIONAMENTO DO MODERMAQ O programa pretende substituir as máquinas e equipamentos com mais de 20 anos, portanto consideramos, para efeito de substituição, aquelas adquiridas antes de 1993; Dados sobre o consumo interno de máquinas e equipamentos, levantados pela ABIMAQ, mostram que o valor das máquinas, compradas no período , é equivalente, a preços de 2014, a R$ 600 bilhões dos quais R$ 90 bilhões foram importadas; Parte deste estoque já foi sucateado e a adesão ao programa deverá atingir cerca de 50% do restante, ao longo dos oito anos do programa. Estimamos, portanto, que o universo a ser atendido pelo MODERMAQ seja da ordem de R$ 300 bilhões. Considerando que o êxito da adesão ao programa depende, além dos incentivos concedidos, de um cenário de crescimento econômico, nossa previsão é que, em função do baixo desempenho do PIB previsto para 2015, haja uma adesão inicial menor no primeiro ano do programa ao redor de, no máximo, R$ 15 bilhões. Esperamos um aumento nesta adesão, ao longo do tempo, até atingir R$ 60 bilhões no último ano do programa.

11 Programa de Gestão Industrial

12 Programa de Gestão Industrial As empresas hoje devem ser capazes de sustentar uma vantagem competitiva em ambientes turbulentos, caracterizados por altos níveis de complexidade e dinamismo. A estratégia para enfrentar esta realidade, converge com os objetivos do método Aprender e Crescer, desenvolvido e aplicado com sucesso em empresas de bens de capital alemãs. O método tem como objetivo ampliar a Capacidade Dinâmica das organizações, que é a habilidade de integrar, construir, e reconfigurar competências internas e externas para conviver com ambientes de rápidas mudanças.

13 Programa de Gestão Industrial Passos do Aprender e Crescer: Desenvolvimento das competências dos indivíduos da organização e da capacidade que a organização tem de aprender e se desenvolver; Aprendizado desenvolvido por meio de projetos com objetivos definidos (processos, produtos, negócios), prazo, custo e qualidade associados aos objetivos da aprendizagem; Integração de empresas/equipes em uma sistemática estruturada e colaborativa de aprendizagem e ampliação de resultados técnico-operacionais.

14 METODOLOGIA DE TRABALHO 1. BUSCA DE EMPRESAS GESTÃO INDUSTRIAL 6. AVALIAÇÃO 2. CONTATO 5. IMPLANTAÇÃO DE AÇÕES 3. VISITA 4. DIAGNÓSTICO

15 Identificação e Definição de Empresas Desenvolver material de comunicação Folder, Hot Site, -marketing, Informaq, Abimaq Comunica, revistas especializadas, Câmaras Setoriais, Regionais. Contatar empresas Telemarketing ativo (empresas que participaram de projetos IPDMAQ, ABIMAQ Inova, cursos Enova, Atestados de Exclusividade, etc.), Gerência de Regionais e de Câmaras Setoriais. Visita às empresas interessadas Apresentação do programa individualmente para cada empresa. Pré - diagnóstico empresarial Aplicação de questionário específico de autodiagnóstico.

16 1. O Método (1/2) O método utiliza um enfoque baseado na aprendizagem, implementando soluções operacionais através de projetos. O enfoque integrado permite melhorar as capacidades inovadoras da empresa, assim como fidelizar e desenvolver as capacidades dos colaboradores.

17 1. O Método (2/2) Consequentemente, a implementação do método segue por quatro objetivos em paralelo: 1.As habilidades individuais dos empregados, especialmente as relacionadas a iniciar, planejar e implementar soluções na operação. 2.A qualificação do CEO / empreendedor, para gerenciar projetos delegando responsabilidades e melhorando processos. 3.Desenvolver as habilidades de trabalho em equipe e melhorar a coordenação interna na operação. 4.A implementação de novos métodos, procedimentos, processos e estruturas na organização, tornando ela mais flexível e adaptativa, ou seja, desenvolvendo capacidades dinâmicas.

18 2. Base do Método

19 2. Base do Método Ao longo do processo de crescimento, as empresas enfrentam quatro desafios: 1. Reconhecer oportunidades de crescimento. 2. Desenvolver e comunicar a estratégia do crescimento. 3. Capitalizar as oportunidades do crescimento, e 4. Gerenciar o crescimento. Da mesma forma, cada um dos desafios tem dois propulsores oito no total, os quais são o ponto de partida para superar os desafios.

20 Oito propulsores para promover as habilidades de crescimento das empresas Reconhecer oportunidades no ambiente de negócios Criação de novas oportunidades Desenvolver estratégia/objetivos de crescimento Motivar os colaboradores para o crescimento Desenvolver espírito empreendedor nos colaboradores Desenvolver conhecimento e competências Organizar o crescimento Assegurar recursos

21 baixa Habilidade da empresa alta 1. Reconhecer oportunidades no ambiente de negócios 3 Aqui somos bons, mas tem pouca relevância para nós Aqui somos bons, e tem alta relevância para nós 2. Criação de novas oportunidades 3. Desenvolver estratégia / objetivos de crescimento 2 4. Motivar os funcionários para o crescimento 1 0 Aqui não somos bons, mas também não tem relevância para nós Aqui não somos bons e temos que melhorar porque é altamente relevante baixa Relevância estratégica alta 5. Desenvolver o espírito empreendedor dos funcionários 6. Desenvolver conhecimentos e competências 7. Organizar o crescimento 8. Assegurar recursos

22 Os sete passos do Método O Método tem um duplo objetivo: Capitalizar as oportunidades de crescimento e Desenvolver as competências da equipe e de cada um dos seus integrantes. Ao longo do processo de aplicação, as empresas participam de reuniões de intercambio de experiências e melhores práticas aplicadas, constituindo uma forma de aprendizagem interorganizacional. A aplicação do modelo tem um caráter dinâmico e interativo. Existem Workshops e passos.

23 Os sete passos do Método 1. Analisar a capacidade de crescimento 7. Transferir e utilizar resultados 2. Iniciar o projeto 6. Avaliar Resultados 3. Delegar responsabilidades 5. Aprender e mudar 4. Esboçar processos de aprendizagem e mudança

24 O Facilitador acompanha o empresário e a equipe na definição e execução do projeto de crescimento Atividade Data Workshop 0: Reunião inicial do consórcio de empresas W 0 Avaliar o autodiagnostico com o empresário / equipe gestora, e definir objetivos estratégicos de crescimento, definir um projeto concreto, estimando as necessidades de aprendizagem. R1 Apoiar a criação da equipe do projeto, definir o contrato entre o empresário, a equipe de projeto e o Facilitador, formalizando e assegurando os recursos para o projeto. Desenvolver um pré-plano de atividades do projeto. Participar do workshop 1 do consórcio de empresas: apresentação e discussão dos projetos de crescimento de cada empresa. Definir e dividir as atividades e responsabilidades, assim como os fatores críticos de sucesso. Formular os objetivos de aprendizagem e começar a formação, acompanhar a equipe no desenvolvimento de soluções e na execução das atividades. R2 W 1 R3 R4 Participar do workshop 2 do consórcio de empresas: apresentação e discussão das soluções / melhorias / mudanças desenvolvidas, assim como dos resultados da aprendizagem. W 2 Implementar as ações aprovadas do projeto, continuar com a formação e aprendizagem dos integrantes da equipe e de outras pessoas envolvidas no projeto. Gerenciar as dificuldades inesperadas de implementação e mudança. Participar do workshop 3 do consórcio de empresas: apresentação e discussão dos avanços na implantação, resultados obtidos, e dificuldades encontradas e superadas. Avaliar os resultados obtidos considerando os objetivos de negócio, de mudança e aprendizagem definidos. Participar do workshop 4 do consórcio de empresas: transferência das experiências a outras empresas. R5 R6 R7 W 3 R8 W 4

25 Projetos nas Empresas Embrapii Gestão Estratégica Estratégia Organizacional Estrutura Organizacional Indicadores de Desempenho Desenvolvimento de Produtos Processos de Produção Qualidade e Indicadores Gestão Ambiental e Energética Produto e Produção Finanças e Custos Gestão Financeira Indicadores Financeiros Gestão de Custos Indicadores de Custos Competitividade Engenharia de Exportação Plano de Internacionalização Consórcio de Exportação Processo de Exportação Comércio Exterior Capital Humano Gestão de RH Educação e Treinamento Indicadores de RH Avaliação de Mercados Política Mercadológica Análise de Desempenho Vendas e Marketing

26 Esse Programa é parte integrante do Projeto NAGI-ABIMAQ que tem como parceiro a UFSC, particularmente o Depto de Engª Mecânica e o Depto de Engª do Conhecimento. A UFSC, por sua vez, a partir de um convênio com a Wiesbaden Business School da University of Aplied Siences da Alemanha, dispõe da metodologia desenvolvida pelo Prof Dr Ing Klaus North Aprender e Crescer. O Projeto NAGI tem recursos já previstos no convênio para essa atividade. 26

27 Próxima Reunião 19/10/2015 OBRIGADO.

NAGI ABIMAQ IPDMAQ UFSC EMC - EGC

NAGI ABIMAQ IPDMAQ UFSC EMC - EGC NAGI ABIMAQ IPDMAQ UFSC EMC - EGC Brasília 28-05- 2014 RESULTADOS ALCANÇADOS 1. ELABORAÇÃO/APLICAÇÃO DIAGNÓSTICO ABIMAQ INOVAÇÃO 2. METODOLOGIA PARA GESTÃO DA INOVAÇÃO PARA INDÚSTRIAS DE BENS DE CAPITAL

Leia mais

NAGI. Gestão da Inovação. Núcleo de Apoio a. Orestes Alarcon - UFSC Anita Dedding IPDMAQ/ABIMAQ. Núcleo de Apoio a Gestão da Inovação NAGI/IPDMAQ

NAGI. Gestão da Inovação. Núcleo de Apoio a. Orestes Alarcon - UFSC Anita Dedding IPDMAQ/ABIMAQ. Núcleo de Apoio a Gestão da Inovação NAGI/IPDMAQ NAGI Núcleo de Apoio a Gestão da Inovação Orestes Alarcon - UFSC Anita Dedding IPDMAQ/ABIMAQ ANTECEDENTES PARCERIA ABIMAQ/IPDMAQ/UFSC OBJETIVOS CNPQ Capacitar empresas em Gestão da Inovação Realizar monitoramento

Leia mais

PLANOS DE PRODUÇÃO E ESTÍMULO À MODERNIZAÇÃO DE INDÚSTRIAS NACIONAIS

PLANOS DE PRODUÇÃO E ESTÍMULO À MODERNIZAÇÃO DE INDÚSTRIAS NACIONAIS PLANOS DE PRODUÇÃO E ESTÍMULO À MODERNIZAÇÃO DE INDÚSTRIAS NACIONAIS Unidade de Política Industrial Diretoria de Desenvolvimento Industrial BRASÍLIA, 28 DE OUTUBRO DE 2015 O Parque Industrial e sua modernização

Leia mais

Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá - INCIT PLANO ANUAL DE TREINAMENTO

Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá - INCIT PLANO ANUAL DE TREINAMENTO Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá - INCIT PLANO ANUAL DE TREINAMENTO Itajubá/MG Fevereiro de 2012 Plano Anual de 2 de 11 Revisão 01 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1 OBJETIVO GERAL... 4 2

Leia mais

Premissas conceituais e abordagem

Premissas conceituais e abordagem Premissas conceituais e abordagem EDUCAÇÃO CORPORATIVA: CONSTRUINDO A PONTE ENTRE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS (competências humanas) E ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIO (competências organizacionais) Instituto Sindipeças

Leia mais

Cidadania Global na HP

Cidadania Global na HP Cidadania Global na HP Mensagem abrangente Com o alcance global da HP, vem sua responsabilidade global. Levamos a sério nossa função como ativo econômico, intelectual e social para as Comunidades em que

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES. Inatel Competence Center. Business School. Gestão de TIC. Projeto Pedagógico de Curso de Extensão Curricular

INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES. Inatel Competence Center. Business School. Gestão de TIC. Projeto Pedagógico de Curso de Extensão Curricular INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Inatel Competence Center Business School Gestão de TIC Projeto Pedagógico de Curso de Extensão Curricular Pró diretoria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação;

Leia mais

Gestão em Sistemas de Saúde

Gestão em Sistemas de Saúde INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Inatel Competence Center Business School Gestão em Sistemas de Saúde Projeto Pedagógico de Curso de Extensão Curricular Aprovado no dia XX/XX/2013 Pró diretoria de

Leia mais

Gestão Estratégica de Negócios

Gestão Estratégica de Negócios INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Inatel Competence Center Business School Gestão Estratégica de Negócios Projeto Pedagógico de Curso de Extensão Curricular Santa Rita do Sapucaí MG Setembro de 2013

Leia mais

O FOCO NOS RESULTADOS

O FOCO NOS RESULTADOS O FOCO NOS RESULTADOS Uma análise aplicada ao Programa Operacional Regional do 2014- O FOCO NOS RESULTADOS Uma análise aplicada ao Programa Operacional Regional do 2014- Os programas operacionais para

Leia mais

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda.

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Resumo Com a globalização e os avanços tecnológicos, as empresas estão operando num ambiente altamente competitivo e dinâmico. As organizações que quiserem

Leia mais

Capítulo 3. Focalizando o novo negócio

Capítulo 3. Focalizando o novo negócio O QUE É UMA EMPRESA? De acordo com Santos (1982), a empresa é comumente definida pelos economistas como uma unidade básica do sistema econômico, cuja principal função é produzir bens e serviços. Os objetivos

Leia mais

Conservação de Água e Energia Elétrica 14 de outubro de 2014

Conservação de Água e Energia Elétrica 14 de outubro de 2014 Conservação de Água e Energia Elétrica 14 de outubro de 2014 Instituto Sindipeças de Educação Corporativa Instituto Sindipeças de Educação Corporativa Outubro 2014 Instituto Sindipeças de Educação Corporativa

Leia mais

sustentável Crescimento

sustentável Crescimento sustentável Crescimento A população urbana aumenta de forma significativa, e gestores têm o desafio de buscar soluções criativas e inovadoras para financiar a infraestrutura necessária a esse contingente

Leia mais

Plano BrasilMaior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer.

Plano BrasilMaior 2011/2014. Inovar para competir. Competir para crescer. Plano BrasilMaior 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Foco e Prioridades Contexto Dimensões do Plano Brasil Maior Estrutura de Governança Principais Medidas Objetivos Estratégicos e

Leia mais

A GESTÃO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NA INCUBADORA TÉCNOLÓGICA UNIVAP

A GESTÃO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NA INCUBADORA TÉCNOLÓGICA UNIVAP A GESTÃO E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO NA INCUBADORA TÉCNOLÓGICA UNIVAP Feitosa, R. 1, Santos, J. 2, Lourenção, P. 3 123 Curso de Administração de Empresas, Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas. Univap

Leia mais

Acrescido o Anexo Único pelo Decreto n 1.349/15, efeitos a partir de 26.08.15. ANEXO ÚNICO

Acrescido o Anexo Único pelo Decreto n 1.349/15, efeitos a partir de 26.08.15. ANEXO ÚNICO Decreto nº 2.489/06 Acrescido o Anexo Único pelo Decreto n 1.349/15, efeitos a partir de 26.08.15. ANEXO ÚNICO I - CRITÉRIOS PARA DEFINIÇÃO DO BENEFÍCIO O benefício fiscal será definido em função do enquadramento

Leia mais

Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica

Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica Painel: A CADEIA PRODUTIVA - desenvolvimento da indústria do petróleo e gás no Brasil e o desenvolvimento da indústria de equipamentos e ferramentas

Leia mais

A Universidade Corporativa: reflexão sobre a motivação, benefícios e implicações do conceito

A Universidade Corporativa: reflexão sobre a motivação, benefícios e implicações do conceito A Universidade : reflexão sobre a motivação, benefícios e implicações do conceito Miguel Rombert Trigo, Luis Borges Gouveia mtrigo@ufp.pt, lmbg@ufp.pt ProjEstQ, CEREM Universidade Fernando Pessoa Universidade

Leia mais

O que é? Porque foi criado? Quais sãos os objetivos? O que terá de novo?

O que é? Porque foi criado? Quais sãos os objetivos? O que terá de novo? BRDE INOVA O que é? Porque foi criado? Quais sãos os objetivos? O que terá de novo? Contextualização Primeiro Agente Financeiro do País credenciado junto ao BNDES Primeiro Agente Financeiro do País credenciado

Leia mais

Edital PROEX/IFRS nº 021/2015. Seleção de tutores para atuarem no curso Bota pra fazer crie seu negócio de alto impacto

Edital PROEX/IFRS nº 021/2015. Seleção de tutores para atuarem no curso Bota pra fazer crie seu negócio de alto impacto Edital PROEX/IFRS nº 021/2015 Seleção de tutores para atuarem no curso Bota pra fazer crie seu negócio de alto impacto A Pró-reitora de Extensão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do

Leia mais

1 POR QUE EMPRESA JÚNIOR?

1 POR QUE EMPRESA JÚNIOR? Título: SOLUÇÃO ESTATÍSTICA JÚNIOR- PRIMEIRA DO GÊNERO NO RJ Autores:Regina Serrão Lanzillotti - lanzillotti@uol.com.br Aline Moraes da Silva alineuerj@zipmail.com.br Anna Paula Leite de Mattos anna.mattos@zipmail.com.br

Leia mais

Inovação aberta na indústria de software: Avaliação do perfil de inovação de empresas

Inovação aberta na indústria de software: Avaliação do perfil de inovação de empresas : Avaliação do perfil de inovação de empresas Prof. Paulo Henrique S. Bermejo, Dr. Prof. André Luiz Zambalde, Dr. Adriano Olímpio Tonelli, MSc. Pamela A. Santos Priscila Rosa LabGTI Laboratório de Governança

Leia mais

Atuação Tribanco. Presente em todos Estados Brasileiros; Presente em 60% dos Municípios Brasileiros; Quantidade de Clientes Varejo: 36.

Atuação Tribanco. Presente em todos Estados Brasileiros; Presente em 60% dos Municípios Brasileiros; Quantidade de Clientes Varejo: 36. Atuação Tribanco. Presente em todos Estados Brasileiros; Presente em 60% dos Municípios Brasileiros; Quantidade de Clientes Varejo: 36.079 Soluções para promover o desenvolvimento sustentável de seus clientes;

Leia mais

Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia

Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia Iniciativa Nacional de Inovação em Biotecnologia Visão Atual e 2021 3º CB APL 29 de novembro de 2007. Brasília - DF 1 CONTEXTO Fórum de Competitividade de Biotecnologia: Política de Desenvolvimento da

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES. Inatel Competence Center. Business School. Gestão de Projetos

INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES. Inatel Competence Center. Business School. Gestão de Projetos INSTITUTO NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES Inatel Competence Center Business School Gestão de Projetos Projeto Pedagógico de Curso de Extensão Curricular Aprovado no dia 15/05/2013 Pró diretoria de Desenvolvimento

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação?

PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação? PÓS-GRADUAÇÃO CAIRU O QUE VOCÊ PRECISA SABER: Por que fazer uma pós-graduação? O mercado do trabalho está cada vez mais exigente. Hoje em dia, um certificado de pós-graduação é imprescindível para garantia

Leia mais

PBM. Agenda Setorial Bens de Capital

PBM. Agenda Setorial Bens de Capital PBM Agenda Setorial Bens de Capital São Paulo, 16 de janeiro de 2013 Objetivos Objetivos: Aumentar o Consumo Aparente de BK, com Redução Simultânea do Coeficiente de Importação Aumentar as Exportações

Leia mais

A importância dos. RECURSOS HUMANOS na empresa moderna

A importância dos. RECURSOS HUMANOS na empresa moderna A importância dos RECURSOS HUMANOS na empresa moderna Organizações: cenário atual Empresas vêm passando por impactos revolucionários: Dimensão globalizada Aumento da competitividade Mudanças constantes

Leia mais

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas

10 Minutos. sobre práticas de gestão de projetos. Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas 10 Minutos sobre práticas de gestão de projetos Capacidade de executar projetos é essencial para a sobrevivência das empresas Destaques Os CEOs de setores que enfrentam mudanças bruscas exigem inovação

Leia mais

Contributo do CENTRO 2020 para a COMPETITIVIDADE e INTERNACIONALIZAÇÃO das PME. Ana Abrunhosa - Presidente CCDRC

Contributo do CENTRO 2020 para a COMPETITIVIDADE e INTERNACIONALIZAÇÃO das PME. Ana Abrunhosa - Presidente CCDRC Contributo do CENTRO 2020 para a COMPETITIVIDADE e INTERNACIONALIZAÇÃO das PME Ana Abrunhosa - Presidente CCDRC O PO Regional Centro 2014-2020 por EIXOS 9,79% 2,48% Eixo 9 Reforçar a rede urbana Eixo 8

Leia mais

Inovar para Sustentar o Crescimento

Inovar para Sustentar o Crescimento Café & Debate Escola Nacional de Administração Pública ENAP Inovar para Sustentar o Crescimento Glauco Depto. de Sociologia USP Brasília, 19 de abril de 2007 2007 China: volta ao patamar natural? Data

Leia mais

Introdução. Gerência de Projetos de Software. Sumário. Sistemas de Informação para Processos Produtivos

Introdução. Gerência de Projetos de Software. Sumário. Sistemas de Informação para Processos Produtivos Sumário Sistemas de Informação para Processos Produtivos 1. Gerência de 2. Agentes principais e seus papéis 3. Ciclo de vida do gerenciamento de projetos M. Sc. Luiz Alberto lasf.bel@gmail.com Módulo 6

Leia mais

A gestão da prática do voluntariado como responsabilidade social, no contexto da estratégia organizacional. Fundação ArcelorMittal

A gestão da prática do voluntariado como responsabilidade social, no contexto da estratégia organizacional. Fundação ArcelorMittal A gestão da prática do voluntariado como responsabilidade social, no contexto da estratégia organizacional Fundação ArcelorMittal ArcelorMittal Maior produtora de aço do mundo com mais de 222.000 empregados

Leia mais

Edital PROEX/IFRS nº 17/2016. Seleção de tutores para atuarem no curso Bota pra fazer - crie seu negócio de alto impacto

Edital PROEX/IFRS nº 17/2016. Seleção de tutores para atuarem no curso Bota pra fazer - crie seu negócio de alto impacto Edital PROEX/IFRS nº 17/2016 Seleção de tutores para atuarem no curso Bota pra fazer - crie seu negócio de alto impacto O Pró-reitor de Extensão Substituto do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Leia mais

As Organizações e a Teoria Organizacional

As Organizações e a Teoria Organizacional Página 1 de 6 As Organizações e a Teoria Organizacional Autora: Sara Fichman Raskin Este texto é totalmente baseado no primeiro capítulo do livro Organizational theory: text and cases, do autor Jones Gareth,

Leia mais

SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO

SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO SGI SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO Qual o significado de ISO? ISO International Organization for Standardization, é uma organização não governamental com sede em Genebra, na Suíça, que foi criada em 1946

Leia mais

Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores de Petróleo e Gás/BNDES

Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores de Petróleo e Gás/BNDES Oportunidades e Desafios da Agenda de Competitividade para Construção de uma Política Industrial na Área de Petróleo: Propostas para um Novo Ciclo de Desenvolvimento Industrial Carlos Soligo Camerini Desenvolvimento

Leia mais

INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO.

INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO. INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE X ENSINO MÉDIO: INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR EM ADMINITRAÇÃO, INFORMÁTICA E EDUCAÇÃO. Grupo PET Administração Universidade Federal de Lavras UFLA Resumo Os jovens formam o conjunto

Leia mais

4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH

4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH 4. BANCO DE COMPETÊNCIAS PROPOSTA DE UMA FERRAMENTA DE APOIO À DECISÃO DE CAPACITAÇÃO DE RH 1. INTRODUÇÃO Gilson da Silva Cardoso Antonio Carlos Francisco Luciano Scandelari O mundo está experimentando

Leia mais

Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters. Resposta à nova ambição económica

Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters. Resposta à nova ambição económica Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters Novo Modelo para o Ecossistema Polos e Clusters Resposta à nova ambição económica Resposta à nova ambição económica 02-07-2012 Novo Modelo para o Ecossistema

Leia mais

NOVABOARD. Portfolio de Palestras e Treinamentos - 2013. Estratégia Gestão Carreira RH Liderança Pessoas

NOVABOARD. Portfolio de Palestras e Treinamentos - 2013. Estratégia Gestão Carreira RH Liderança Pessoas Portfolio de Palestras e Treinamentos - 2013 Estratégia Gestão Carreira RH Liderança Pessoas Descritivo Palestras e mini CV atualizado 06Abr2013 Pg 1 Arthur Lavieri Liderança e Carreira por quem vive as

Leia mais

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008.

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008. MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008. Aprova as Diretrizes Gerais do Sistema Brasileiro de Tecnologia - SIBRATEC.

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA

TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA TERMO DE REFERÊNCIA Nº XXXX CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA Contrato por Produto - Nacional Número e Título do Projeto: BRA/09/004 Fortalecimento da CAIXA no seu processo de internacionalização

Leia mais

PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO ATRAVÉS DO SETOR PRIVADO O GRUPO BID

PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO ATRAVÉS DO SETOR PRIVADO O GRUPO BID PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO ATRAVÉS DO SETOR PRIVADO O GRUPO BID SOBRE O BID CONTATE-NOS Vice-Presidência para o Setor Privado e Operações sem Garantia Soberana Banco Interamericano de Desenvolvimento

Leia mais

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação FINEP 2012-2014: investir mais e melhor em Inovação Agenda O Desafio da Inovação A FINEP Instrumentos de Apoio (Reembolsável, Não Reembolsável, Fundos) Números

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

MANUAL DO INCUBADO PPV. Programa Pronto para Viver

MANUAL DO INCUBADO PPV. Programa Pronto para Viver MANUAL DO INCUBADO PPV Programa Pronto para Viver SUMÁRIO 1. CONTEXTUAIS... 2 2. EQUIPE TÉCNICA DA AGENDE... 2 3. PLANEJAMENTO ESTRETÉGICO... 3 3.1 Planejamento Estratégico - Gestão... 3 3.2 Planejamento

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO ESPM. Rua Joaquim Távora, 1240 Vila Mariana São Paulo - SP. Informações

MANUAL DO CANDIDATO ESPM. Rua Joaquim Távora, 1240 Vila Mariana São Paulo - SP. Informações MANUAL DO CANDIDATO ESPM Rua Joaquim Távora, 1240 Vila Mariana São Paulo - SP Informações Central de Candidatos: (11) 5081-8200 (opção1) Segunda a sexta 9h às 21h Sábado 9h às 13h candidato@espm.br www.espm.br

Leia mais

Relatório de Boas Práticas

Relatório de Boas Práticas Relatório de Boas Práticas Nome da empresa: WEG EQUIPAMENTOS ELETRICOS S/A CNPJ: 07.175.725/0010-50 Responsável pela prática: Natalino Petry Cargo / Função: Chefe da seção QPOP E-Mail: natalinop@weg.net

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO 30.1. O comércio e a indústria, inclusive as empresas transnacionais,

Leia mais

O USO DA INFORMAÇÃO DE CUSTOS NA BUSCA PELA EXCELÊNCIA DA GESTÃO PÚBLICA

O USO DA INFORMAÇÃO DE CUSTOS NA BUSCA PELA EXCELÊNCIA DA GESTÃO PÚBLICA Painel 18 SISTEMA DE CUSTOS DO GOVERNO FEDERAL: novas perspectivas para o aumento da eficiência na gestão dos recursos públicos. O USO DA INFORMAÇÃO DE CUSTOS NA BUSCA PELA EXCELÊNCIA DA GESTÃO PÚBLICA

Leia mais

A influência da Tecnologia da Informação e Telecomunicação na Contabilidade - A Era do Contador Digital

A influência da Tecnologia da Informação e Telecomunicação na Contabilidade - A Era do Contador Digital A influência da Tecnologia da Informação e Telecomunicação na Contabilidade - A Era do Contador Digital Núcleo Interdisciplinar de Estudos Independentes Brayan Christian B. de Oliveira Abril 2012 Introdução

Leia mais

XIX Workshop Anprotec

XIX Workshop Anprotec XIX Workshop Anprotec $ustentabilidade dos Parques Tecnológicos: Sustentabilidade financeira e competitividade do território 24 e 25 de outubro de 2011 Porto Alegre/RS 1. Categoria de Parque Tecnológico

Leia mais

PrimeGlobal PGBR. Uma excelente alternativa em serviços de auditoria, consultoria e Impostos. Diferença PrimeGlobal

PrimeGlobal PGBR. Uma excelente alternativa em serviços de auditoria, consultoria e Impostos. Diferença PrimeGlobal PrimeGlobal PGBR Uma excelente alternativa em serviços de auditoria, consultoria e Impostos Somos uma empresa de auditoria, consultoria e impostos, criada á partir da junção de importantes empresas nacionais,

Leia mais

Leslier Soares Corrêa Estácio de Sá / Facitec Abril/Maio 2015

Leslier Soares Corrêa Estácio de Sá / Facitec Abril/Maio 2015 Leslier Soares Corrêa Estácio de Sá / Facitec Abril/Maio 2015 O Gerenciamento de Integração do Projeto envolve os processos necessários para assegurar que os diversos elementos do projeto serão coordenados

Leia mais

APRESENTAÇÃO COMERCIAL PALESTRANTE. Especialista em Vendas, Inovação e Liderança.

APRESENTAÇÃO COMERCIAL PALESTRANTE. Especialista em Vendas, Inovação e Liderança. APRESENTAÇÃO COMERCIAL PALESTRANTE Especialista em Vendas, Inovação e Liderança. Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Paraíba, com MBA em Marketing & Vendas pelo INPG Business

Leia mais

O Brasil no século XXI. Desafios Estratégicos para o Brasil em 2022

O Brasil no século XXI. Desafios Estratégicos para o Brasil em 2022 O Brasil no século XXI Desafios Estratégicos para o Brasil em 2022 Construir o Brasil do século XXI Reduzir as Vulnerabilidades Externas; Enfrentar as desigualdades; Realizar as potencialidades; Construir

Leia mais

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO Profa. Leonor Cordeiro Brandão Relembrando Vimos alguns conceitos importantes: O que são dados; O que é informação; Quando uma informação se transforma em conhecimento;

Leia mais

Aprender a crescer os 7 passos. Prof. Dr. Klaus North - Hochschule RheinMain, Wiesbaden -

Aprender a crescer os 7 passos. Prof. Dr. Klaus North - Hochschule RheinMain, Wiesbaden - Aprender a crescer os 7 passos Prof. Dr. Klaus North - Hochschule RheinMain, Wiesbaden - O processo de consultoria de 7. Transferir e usar resultados 1. Analisar a capacidade de 2. Iniciar 6. Avaliação

Leia mais

DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM UMA (HIPOTÉTICA) INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR GERSON SEABRA LUIZ FERNANDO MEDEIROS VERA ALONSO

DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM UMA (HIPOTÉTICA) INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR GERSON SEABRA LUIZ FERNANDO MEDEIROS VERA ALONSO DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL E PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM UMA (HIPOTÉTICA) INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR GERSON SEABRA LUIZ FERNANDO MEDEIROS VERA ALONSO MARCIA COSTA ERNESTO MICELI JANAINA S. ITABORAÍ EDVALDO

Leia mais

TÍTULO: CONTABILIDADE AMBIENTAL E COMUNICAÇÃO: OS TERMOS UTILIZADOS PELA CONTABILIDADE AMBIENTAL

TÍTULO: CONTABILIDADE AMBIENTAL E COMUNICAÇÃO: OS TERMOS UTILIZADOS PELA CONTABILIDADE AMBIENTAL TÍTULO: CONTABILIDADE AMBIENTAL E COMUNICAÇÃO: OS TERMOS UTILIZADOS PELA CONTABILIDADE AMBIENTAL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: CIÊNCIAS CONTÁBEIS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015]

Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015] Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015] Introdução As Organizações da Aliança Global Wycliffe desejam expressar a unidade e a diversidade do Corpo

Leia mais

SEMINÁRIO MAXIMIZAÇÃO DO POTENCIAL DA DIRETIVA SERVIÇOS

SEMINÁRIO MAXIMIZAÇÃO DO POTENCIAL DA DIRETIVA SERVIÇOS SEMINÁRIO MAXIMIZAÇÃO DO POTENCIAL DA DIRETIVA SERVIÇOS Eliminação de Barreiras à livre Prestação de Serviços Confederação do Comércio e Serviços de Portugal Esquema 1. PORTUGAL- UMA ESPECIALIZAÇÃO COM

Leia mais

Medidas de lançamento, agosto de 2011

Medidas de lançamento, agosto de 2011 Brasil Maior Medidas de lançamento, agosto de 2011 ANÁLISE O plano BRASIL MAIOR é a terceira versão de política industrial dos governos do PT. É importante reconhecer o esforço destes três últimos governos

Leia mais

O desafio da Inovação na Indústria de Bens de Capital: a importância das parcerias entre empresas e universidades. Piracicaba, 21 de março de 2013

O desafio da Inovação na Indústria de Bens de Capital: a importância das parcerias entre empresas e universidades. Piracicaba, 21 de março de 2013 O desafio da Inovação na Indústria de Bens de Capital: a importância das parcerias entre empresas e universidades Piracicaba, 21 de março de 2013 A ABIMAQ Uma das principais associações industriais do

Leia mais

Capacitação de Recursos Humanos em Pesquisa e Desenvolvimento para o Setor de Tecnologia da Informação (CT-Info)

Capacitação de Recursos Humanos em Pesquisa e Desenvolvimento para o Setor de Tecnologia da Informação (CT-Info) Programa 0465 Sociedade da Informação Objetivo Universalizar o acesso e a inclusão de todos os brasileiros na sociedade da informação Justificativa Público Alvo Produtores e usuários do conhecimento, empresas

Leia mais

Noções de Planejamento Estratégico e Gestão Estratégica

Noções de Planejamento Estratégico e Gestão Estratégica Noções de Planejamento Estratégico e Gestão Estratégica Utilizando como ponto de partida os artigos Idéias de Sucesso: Utilizando o Balanced Scorecard escrito por Luis Augusto German, A difícil tarefa

Leia mais

Política de Responsabilidade Corporativa

Política de Responsabilidade Corporativa Política de Responsabilidade Corporativa Índice 1. Introdução...04 2. Área de aplicação...04 3. Compromissos e princípios de atuação...04 3.1. Excelência no serviço...05 3.2. Compromisso com os resultados...05

Leia mais

I WORKSHOP DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UESC:

I WORKSHOP DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UESC: Boletim 03/2011 I WORKSHOP DE PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UESC: http://www.uesc.br/nucleos/nit/index.php?item=conteudo_projetos.php Visite nosso blog: / Editais / FAPESB Edital 022/2010 Apoio a Pesquisa

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

Plano de Negócios 2011-2015

Plano de Negócios 2011-2015 PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS Companhia Aberta FATO RELEVANTE Plano de Negócios 2011-2015 Rio de Janeiro, 22 de julho de 2011 Petróleo Brasileiro S.A. Petrobras comunica que seu Conselho de Administração

Leia mais

OECD SME and Entrepreneurship Outlook - 2005 Edition. Perspectivas da OCDE sobre as PME e as iniciativas empresariais Edição 2005

OECD SME and Entrepreneurship Outlook - 2005 Edition. Perspectivas da OCDE sobre as PME e as iniciativas empresariais Edição 2005 OECD SME and Entrepreneurship Outlook - 2005 Edition Summary in Portuguese Perspectivas da OCDE sobre as PME e as iniciativas empresariais Edição 2005 Sumário em Português Desde a última edição das Perspectivas

Leia mais

1º Congresso Alianças Sociais Responsabilidade Social Corporativa em prol da Sustentabilidade

1º Congresso Alianças Sociais Responsabilidade Social Corporativa em prol da Sustentabilidade 1º Congresso Alianças Sociais Responsabilidade Social Corporativa em prol da Sustentabilidade Curitiba 30 de outubro de 2012 Agenda Sustentabilidade: Várias Visões do Empresariado Desenvolvimento sustentável;

Leia mais

CRESCIMENTO E EMPREGO: PRÓXIMOS PASSOS

CRESCIMENTO E EMPREGO: PRÓXIMOS PASSOS CRESCIMENTO E EMPREGO: PRÓXIMOS PASSOS Apresentação de J.M. Durão Barroso, Presidente da Comissão Europeia, ao Conselho Europeu informal de 30 de janeiro de 2012 Quebrar os «círculos viciosos» que afetam

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR PDP

MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR PDP MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO DEPARTAMENTO DE MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR

Leia mais

FAÇA AGORA SUA FORMAÇÃO EM COACHING COM CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL A MAIOR ESCOLA DE COACHING DE MINAS.

FAÇA AGORA SUA FORMAÇÃO EM COACHING COM CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL A MAIOR ESCOLA DE COACHING DE MINAS. FAÇA AGORA SUA FORMAÇÃO EM COACHING COM CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL A MAIOR ESCOLA DE COACHING DE MINAS. IWRCOACHING É uma empresa jovem e dinâmica que continua crescendo e se expandindo a cada dia, com

Leia mais

Título da Apresentação

Título da Apresentação Título da Apresentação FINEP Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil 1º WORKSHOP PLATAFORMAS TECNOLÓGICAS FPSO Automação e Instrumentação

Leia mais

TÍTULO: CAPITAL INTELECTUAL E GESTÃO DO CONHECIMENTO: OS DESAFIOS DOS GESTORES DE RECURSOS HUMANOS DIANTE DOS NOVOS CONTEXTOS DE GERENCIAMENTO

TÍTULO: CAPITAL INTELECTUAL E GESTÃO DO CONHECIMENTO: OS DESAFIOS DOS GESTORES DE RECURSOS HUMANOS DIANTE DOS NOVOS CONTEXTOS DE GERENCIAMENTO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: CAPITAL INTELECTUAL E GESTÃO DO CONHECIMENTO: OS DESAFIOS DOS GESTORES DE RECURSOS HUMANOS DIANTE

Leia mais

Etapas para a preparação de um plano de negócios

Etapas para a preparação de um plano de negócios 1 Centro Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Disciplina: EMPREENDEDORISMO Turma: 5 ADN Professor: NAZARÉ DA SILVA DIAS FERRÃO Aluno: O PLANO DE NEGÓCIO A necessidade de um plano de negócio

Leia mais

Os Caminhos das Inovações na Sociedade Contemporânea. Ronaldo Mota

Os Caminhos das Inovações na Sociedade Contemporânea. Ronaldo Mota FÓRUM GEduc -2011: Os Caminhos das Inovações na Sociedade Contemporânea Ronaldo Mota (Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação/MCT) IX Congresso Brasileiro de Gestão Educacional & I Congresso

Leia mais

DECRETO Nº 55.461, DE 29 DE AGOSTO DE 2014

DECRETO Nº 55.461, DE 29 DE AGOSTO DE 2014 Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo DECRETO Nº 55.461, DE 29 DE AGOSTO DE 2014 Institui a Política Municipal de Estímulo à Inovação e ao Desenvolvimento de Startups na Cidade

Leia mais

Título da Apresentação

Título da Apresentação Título da Apresentação Financiadora de Estudos e Projetos Agência Brasileira de Inovação Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil 1º Workshop Platec Barcos de Apoio Offshore - Equipamentos de Propulsão,

Leia mais

A educação do seu jeito!

A educação do seu jeito! EMPRESA A Aulaflex é uma empresa especializada em projetos de EAD, com ênfase na criação de conteúdos sob demanda e a customização de ambientes virtuais de aprendizagem (LMS). Através da aplicação de uma

Leia mais

Marco Legal da Inovação. Igor Cortez - CNI

Marco Legal da Inovação. Igor Cortez - CNI Marco Legal da Inovação Igor Cortez - CNI Australia Austria Belgica Canada Dinamarca Finlândia França Alemanha Irlanda Itália Japão Coreia do Sul Holanda Nova Zelândia Espanha Suécia Suíca Reino Unido

Leia mais

Together We Create Value

Together We Create Value Together We Create Value APRESENTAÇÃO DA MUNDISERVIÇOS LISBOA 2015 A história da MundiServiços carateriza-se por um percurso de inovação e de investimento na excelência dos seus serviços, assim como por

Leia mais

APÊNDICE 9 NOVO FORMATO DA OLIMPÍADA DO CONHECIMENTO

APÊNDICE 9 NOVO FORMATO DA OLIMPÍADA DO CONHECIMENTO APÊNDICE 9 NOVO FORMATO DA OLIMPÍADA DO CONHECIMENTO Sabendo-se da velocidade das mudanças no cenário atual, principalmente no modo de vida e expectativa dos jovens, matéria-prima para desenvolvimento

Leia mais

11. ESTIMATIVA DE VALOR DO PORTFÓLIO DE OPORTU- NIDADES DE INVESTIMENTO NO RN - QUANTIFICAÇÃO IN- DICATIVA 2016-2035

11. ESTIMATIVA DE VALOR DO PORTFÓLIO DE OPORTU- NIDADES DE INVESTIMENTO NO RN - QUANTIFICAÇÃO IN- DICATIVA 2016-2035 11. ESTIMATIVA DE VALOR DO PORTFÓLIO DE OPORTU- NIDADES DE INVESTIMENTO NO RN - QUANTIFICAÇÃO IN- DICATIVA 2016-2035 217 218 A partir da escolha do melhor cenário Um Pacto pelo Mais RN o Mais RN definiu

Leia mais

3 - O ambiente das organizações

3 - O ambiente das organizações Objetivos de aprendizagem 3 - O ambiente das organizações Após estudar este capítulo, você deverá estar capacitado para: Definir o ambiente das empresas e suas características principais. Descrever o ambiente

Leia mais

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2014-2020

COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 2014-2020 COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DA 2014-2020 18-11-2015 INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL, IP-RAM MISSÃO Promover o desenvolvimento, a competitividade e a modernização das empresas

Leia mais

FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA

FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA A NECESSIDADE DE CONSULTORIA NAS EMPRESAS RECIFE DEZ/2014 ALEXSANDRA SOARES DA SILVA A NECESSIDADE DE CONSULTORIA NAS EMPRESAS Artigo científico apresentado em

Leia mais

Inovação Tecnológica

Inovação Tecnológica Inovação Tecnológica Cliente AAA Ltda. Mensagem: O empresário que necessita de uma tecnologia tem duas opções: ele pode ou desenvolvê-la, ou adquiri-la. Agenda Introdução Arcabouço Legal Conceitos Incentivos

Leia mais

Concurso: Recursos Humanos Aula 03 LEONARDO FERREIRA SENADO FEDERAL ADMINISTRADOR

Concurso: Recursos Humanos Aula 03 LEONARDO FERREIRA SENADO FEDERAL ADMINISTRADOR Concurso: SENADO FEDERAL ADMINISTRADOR Recursos Humanos Aula 03 LEONARDO FERREIRA Conteúdo Programático! Recursos Humanos Senado Federal! Recrutamento e Seleção. Avaliação Desempenho. Treinamento e Desenvolvimento.

Leia mais

SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008

SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 SERÁ ENCAMINHADO AO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO O NOVO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS, COM INÍCIO PREVISTO PARA 2008 CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MATERIAIS PROJETO PEDAGÓGICO I OBJETIVOS

Leia mais

A decisão de fazer um projeto Universidade-Empresa: uma simples decisão de comprar ou fazer?

A decisão de fazer um projeto Universidade-Empresa: uma simples decisão de comprar ou fazer? A decisão de fazer um projeto Universidade-Empresa: uma simples decisão de comprar ou fazer? José Luiz Moreira de Carvalho (UFSCar) pjlmc@iris.ufscar.br José Carlos de Toledo (UFSCar) toledo@power.ufscar.br

Leia mais

Planejamento Estratégico do Setor de Florestas Plantadas -2012

Planejamento Estratégico do Setor de Florestas Plantadas -2012 CONTEXTO O setor de florestas plantadas no Brasil éum dos mais competitivos a nível mundial e vem desempenhando um importante papel no cenário socioeconômico do País, contribuindo com a produção de bens

Leia mais

Promotores AEDIN - Associação de Empresas do distrito Industrial de Santa Cruz. FACULDADE MACHADO DE ASSIS CELERA CONSULTORIA E TREINAMENTO LTDA

Promotores AEDIN - Associação de Empresas do distrito Industrial de Santa Cruz. FACULDADE MACHADO DE ASSIS CELERA CONSULTORIA E TREINAMENTO LTDA UNIVERSIDADE COOPERATIVA Promotores AEDIN - Associação de Empresas do distrito Industrial de Santa Cruz. FACULDADE MACHADO DE ASSIS CELERA CONSULTORIA E TREINAMENTO LTDA Educação Empresarial - Treinamento

Leia mais

www.idsingular.com.br

www.idsingular.com.br Business and Executive Coach ID Coach Seu mundo do tamanho do seu conhecimento Tel. 31 3681 6117 ID COACH No que diz respeito ao desempenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo.

Leia mais