Rompendo os Limites dos Sistemas Tradicionais Aplicação de SOA no Ambiente da Automação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Rompendo os Limites dos Sistemas Tradicionais Aplicação de SOA no Ambiente da Automação"

Transcrição

1 Rompendo os Limites dos Sistemas Tradicionais Aplicação de SOA no Ambiente da Automação Carlos E. G. Paiola Engenheiro de Controle e Automação, M.Sc. Gerente Comercial - Aquarius Software Ricardo Caruso Vieira Engenheiro de Controle e Automação Gerente de Serviços Especiais - Aquarius Software 58 Introdução As empresas sofrem constantes mudanças. Elas têm sido, cada vez mais, impelidas a reduzir seus custos para manutenção da competitividade e para melhor atender aos requisitos de mercado. Esta realidade cria, inevitavelmente, a necessidade de novas formas de gestão do empreendimento. Independente do segmento industrial, cada empresa possui necessidades bastante específicas para serem preenchidas por seus sistemas e aplicativos. Se por um lado essa característica impede a adoção simples e imediata das novidades do setor de Tecnologia da Informação (TI), por outro ainda existem tantos pontos em comum que, cedo ou tarde, de forma pura ou adaptada, muitas das ferramentas e práticas utilizadas por TI são inseridas no ambiente industrial dentro do escopo da Tecnologia da Automação (TA). Este artigo objetiva apresentar uma proposta relevante originada no universo de TI, o conceito de SOA (Service Oriented Architecture), e discutir alguns detalhes de sua adaptação para o ambiente de TA. Essa discussão inclui o detalhamento do conceito, a apresentação de alguns métodos de implementação e a descrição de um exemplo importante de aplicação que se beneficia do conceito SOA: Smart Grid para a área de gestão de energia. SOA Arquitetura Orientada a Serviços Tradicionalmente, a arquitetura de software das empresas é composta por um conjunto de aplicativos dedicados a funções bastante específicas, desde o chão de fábrica até o ambiente corporativo. Todo o planejamento de desenvolvimento e manutenção tem como foco cada um desses aplicativos, de maneira individual, conduzindo a sistemas caros e inflexíveis. Nomeamos esse tipo de estrutura de Arquitetura Centrada em Aplicações. Nesse ambiente, cada aplicativo é construído com uma função bastante particular e com seu próprio conjunto de usuários, dados, objetivos e interfaces exclusivas. Desta forma, o sistema geral resultante é formado por ilhas de automação [Ref. 9]. O conceito de SOA tem por premissa eliminar essas ilhas de automação e criar sistemas de software como um conjunto de serviços que possam interagir entre si, coordenados por regras de negócio. Cada serviço consome ou fornece certa coleção de dados e consiste na implementação de uma determinada atividade, bem definida no contexto geral da empresa. As diferenças entre os dois modelos de arquitetura citados podem ser observadas na Tabela 1. Tabela 1 Comparação entre as arquiteturas Centrada em Aplicações e Orientada a Serviços [Ref. 9]. Característica Desenho e Implementação Sistema Resultante Arquitetura Centrada em Aplicações Orientada a funções Construída para durar Ciclos de desenvolvimento longos Ilhas de aplicação Fortemente acoplados Interações orientadas a objeto Arquitetura Orientada a Serviços Orientada à coordenação Construída para mudar Construída e implementada incrementalmente Soluções globais Fracamente acoplados Interações orientadas a mensagens semânticas Essa proposta de arquitetura tem ainda por objetivo seguir um conjunto de boas práticas que permitam criar um processo para facilitar a tarefa de encontrar, definir e gerenciar os serviços disponibilizados. [Ref. 7 e 8]. A arquitetura orientada a serviços também se insere em um processo de reorganização dos departamentos de tecnologia da informação das empresas, permitindo um melhor relacionamento entre as áreas que dão suporte tecnológico à empresa e as áreas responsáveis pelo negócio propriamente dito, graças a maior agilidade na implementação de novos serviços e reutilização dos ativos existentes [Ref. 10]. Esta tecnologia permite verdadeiramente a integração entre TA e TI. Alguns dos principais conceitos associados à estrutura do SOA são serviços, acoplamento flexível e interoperabilidade: Pode-se definir Serviço como um conjunto de funções ou abstrações de funcionalidades de um sistema, com uma interface bem definida. O Acoplamento Flexível é crucial para o funcionamento de um sistema distribuído. Esse conceito determina que diferentes partes e funcionalidades de um sistema sejam independentes umas das outras. Dessa maneira, alterações ou problemas em certas partes do sistema não trarão grandes consequências para o resto do sistema, trazendo grandes benefícios como escalabilidade, flexibilidade e tolerância a falhas. Uma das principais preocupações em um ambiente de computação distribuída, comum nas grandes soluções industriais, é a flexibilidade de comunicação entre diferentes sistemas, de modo que esses possam agir conjuntamente sem que haja conflitos na troca de informações entre eles. Essa comunicação é chamada de interopera-

2 bilidade. Qualquer implementação atual deve levar em conta esse conceito. Existem diversas tecnologias que visam prover interoperabilidade em um sistema distribuído e que propõem um barramento que serve de interface entre os serviços e os consumidores de serviços, não existindo mais as comunicações ponto a ponto que diminuem a flexibilidade do sistema. Essas tecnologias disponibilizam recursos para localizar e coordenar serviços, bem como para mediar a comunicação entre os serviços e os consumidores. Como foi dito, SOA resume um estilo de arquitetura de software onde as funcionalidades implementadas pelas aplicações são disponibilizadas na forma de serviços e são freqüentemente conectados através de um barramento único que disponibiliza interfaces ou contratos, acessíveis através de Web Services ou outra forma de comunicação entre aplicações. Dentro desta realidade de computação distribuída, faz-se uso do princípio de requisição/ resposta (request/ reply) para estabelecer a comunicação entre os sistemas clientes e os sistemas que implementam os serviços. mensagem que é passada através do cliente e o retorno enviado pelo servidor. As aplicações interagem entre si utilizando um protocolo que define toda a estrutura desses serviços. Um protocolo muito popular é o SOAP (Simple Object Access Protocol) que, por meio de um arquivo WSDL (Web Service Definition Language), define uma maneira comum de conversação entre as aplicações e os serviços. Esses serviços são gerenciados e conectados normalmente por um ESB (Enterprise Service Bus) que disponibiliza interfaces por meio de WebServices. Um exemplo de transação realizada nesta estrutura seria: o cliente faz uma chamada de requisição passando seus parâmetros necessários, e o servidor faz a execução da tarefa retornando um arquivo XML (Extensible Markup Language) resultante [Ref. 1]. Figura 2 Representação do Barramento de Serviços [Ref. 2]. Figura 1 Representação da Arquitetura Orientada a Serviços [Ref. 5]. A implementação via Web Services é considerada uma das principais maneiras de atender aos requisitos da arquitetura orientada a serviços. É uma tecnologia recente no que diz respeito a padrões de desenvolvimento de softwares distribuídos, fazendo com que aplicações consigam compartilhar facilmente informações heterogêneas. Os Web Services são componentes de desenvolvimento de aplicativos baseados em códigos abertos, oferecendo sistemas e informações pela internet que rodam em qualquer dispositivo, de desktops a celulares, de forma dinâmica. Web Services tem como sua principal característica a interoperabilidade, possuindo a capacidade de integrar aplicações e programas distintos, inclusive quando estes são criados utilizando linguagem ou plataformas diferentes. A identificação dos Web Services geralmente é feita através de URLs (Uniform Resource Locator), normalmente como é feito numa página Web. O acesso é muito semelhante ao tradicional feito na Internet, diferenciando-se na O ESB [Fig. 2] é um componente lógico de arquitetura que fornece uma infra-estrutura de integração consistente com os princípios da SOA, atendendo aos requisitos de operação em ambiente distribuído e heterogêneo [Ref. 2]. Esse barramento deve permitir a substituição de uma implementação de serviço por outra, sem qualquer efeito para os clientes desse serviço. Isso requer que as interfaces de serviços sejam independentes do local e do protocolo de comunicação que está envolvido. SOA no Universo da Automação A maioria dos sistemas de grandes empresas são legados de antigas gerações de gerências, que viviam em um mundo onde os sistemas eram projetados com o único intuito de funcionar. Eles conseguiram, pois os sistemas realmente funcionam até hoje; porém cada parte do sistema se comunica diretamente uma com a outra, e à medida que o sistema cresce essa rede de comunicações torna-se um emaranhado confuso e ilegível, e a qualquer necessidade de mudança, todo o sistema deve ser modificado, tornando-se indisponível e trazendo grandes prejuízos. Se pensarmos nos aplicativos relacionados ao universo da automação, desde o controle do processo até o nível corporativo, podemos incluir diversos sistemas nesta lista: sistemas supervisórios SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition), sistemas de gerenciamento de energia EMS (Energy Management System), sistemas de histórico de processo PIMS (Plant Information Management System) 59

3 , sistemas de gestão da produção MES (Manufacturing Execution System), de gestão do empreendimento ERP (Enterprise Resource Planning), de planejamento APS (Advanced Planning & Scheduling), etc. A adoção de SOA possibilita que as funcionalidades de um sistema possam ser divididas em tarefas e abstraídas como serviços, que serão utilizados pelas aplicações do sistema. Esses diferentes serviços são entidades que podem se comunicar e podem ser combinadas para formar processos mais complexos, ou utilizadas em diversas tarefas através de uma interface comum, independentemente da plataforma de desenvolvimento das aplicações. Esse funcionamento acrescenta muito ao sistema em termos de interoperabilidade, reuso, flexibilidade e baixo acoplamento. É no SOA que está a modelagem global dos dados que estão distribuídos pelos diversos sistemas. No caso de um sistema de gestão de ativos, por exemplo, pode-se utilizar o modelo de um motor configurado e disponibilizado no barramento. Através deste modelo, o sistema pode contextualizar as informações deste motor e disponibilizá-las para cada sistema consumidor de dados. Um software SCADA, neste exemplo, pode disponibilizar os dados de monitoramento em tempo real, ao mesmo tempo que o MES forneceria os motivos de eventuais falhas ocorridas durante os últimos turnos. Para uma consulta das condições do motor pelo módulo de manutenção do ERP, bastaria acessar o conjunto de dados fornecidos sobre esse modelo. Com a modelagem e contextualização dos dados da empresa de maneira centralizada, é possível adicionar e modelar as regras de negócio da empresa em um único sistema responsável por orquestrar os processos do empreendimento. Neste cenário surge a aplicação da Gestão do Fluxo de Trabalho (Workflow Management), através da qual é possível realizar a análise e o controle da interação entre os processos, monitorando todas as informações relacionadas a cada passo da produção, a chamada orquestração do processo [Fig. 3]. Essa tecnologia é proveniente do universo de TI e representa mais um bom exemplo de convergência tecnológica, adaptada para atender às demandas da TA. cesso [Ref. 6]. Com este nível de automação dos processos e trabalhos envolvidos, pode-se atingir o nível de fluxo de trabalho contínuo, sem interrupções. O uso dessa tecnologia possibilita a execução das tarefas de uma maneira mais eficiente, integrando áreas e minimizando o problema da coordenação do trabalho entre os processos de um empreendimento industrial. Para tanto, essa tecnologia permite a troca multilateral de informações entre PLCs (Programmable Logic Controller), sistemas HMI/ SCADA, EMS, PIMS, MES, ERP, APS, etc. Algumas soluções de mercado possibilitam a utilização de uma plataforma única para atingir um ambiente de gerenciamento e configuração de produção centralizada criando uma espinha dorsal de envio de mensagens com modelos de equipamento de dados de toda a instalação e modelo de cada atividade envolvida [Ref. 3]. Essa plataforma tem a função de gerenciar e permitir a troca de dados entre diferentes serviços, responsáveis pelas mesmas funções originais de supervisão, histórico, relatórios gerenciais, alarmes/ eventos, cálculo de indicadores de desempenho do processo, etc. Essas soluções têm por objetivo consolidar e simplificar o sistema como um todo, diminuindo custos de operação, respondendo mais rapidamente às novas mudanças e facilitando o treinamento de operação/ manutenção. Dentre as características dessas soluções, podemos citar: Ambiente de Gerenciamento e Configuração Centralizado; Barramentos de Serviços em Tempo Real para dados e funcionalidades; Interface do Provedor de Serviço para Terceiros e Integração para Sistemas Legados; Dados Globais e Repositório de Serviços; Segurança Baseada em Tarefas; Serviços de Diagnóstico; etc. Figura 4 Interface gráfica de operação de processo industrial [Ref. 3]. Figura 3 Exemplo de etapas do processo e a orquestração das tarefas para produção. Workflow é definido pela WfMC (Workflow Management Coalition) como a automação total ou parcial de um processo de negócio, durante o qual documentos, informações e tarefas são passadas entre os participantes do pro- Essas soluções permitem, em geral, a interface com os sistemas SCADA originais, habilitando os usuários para operação do sistema em tempo real, de maneira integrada aos outros serviços do sistema. Exemplo desta funcionalidade pode ser visto na Figuras 4, onde é apresentada uma tela de operação de um processo industrial, com representação gráfica de elementos da planta e de alarmes do sistema. 60

4 Outro exemplo interessante é apresentado nas Figuras 5 e 6, onde pode-se observar o sistema elétrico e seus diversos circuitos, enquanto administra-se as informações de manutenção corretiva e preventiva dos equipamentos envolvidos (transformadores, seccionadoras, disjuntores, etc.). Na Figura 6, nota-se que é possível, por exemplo, armazenar e demonstrar procedimentos e conhecimentos específicos através do sistema, de modo a auxiliar os usuários em suas tarefas. Figura 5 Gerenciamento de manutenção relacionado a sistema elétrico [Ref. 3]. Figura 6 Detalhes sobre procedimento de manutenção [Ref. 3]. Exemplo de Aplicação: Smart Grid Dentro do contexto de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, a tecnologia de Smart Grid consiste numa rede de fornecimento mais inteligente que a convencional, possibilitando melhor resposta à demanda de energia, gestão inteligente de falhas, melhor integração das formas de energia renováveis e do armazenamento de energia, análise em tempo real do consumo, entre outros benefícios aos envolvidos. De maneira geral, uma rede inteligente faz uso de tecnologias da informação para melhorar a forma como a eletricidade passa de usinas de energia para os consumidores. Em segundo lugar, ela permite que os consumidores possam interagir com a grade. Em terceiro lugar, que integra tecnologias novas e melhoradas para a exploração da rede. O Smart Grid é um sistema de energia elétrica automático que monitora e controla as atividades da rede, garantindo o fluxo bidirecional de electricidade e de informações entre usinas, consumidores e todos os pontos entre eles. O que torna esta grade inteligente é a capacidade de medir, monitorar e, em alguns casos, controlar automaticamente como o sistema funciona ou se comporta em um determinado conjunto de condições. Na sua forma mais básica, a implementação de uma rede mais inteligente é a adição de inteligência para todas as áreas do sistema de energia elétrica para otimizar o uso da eletricidade [Ref. 4]. De maneira geral, as concessionárias de energia elétrica possuem diversos sistemas especialistas, cada qual com uma funcionalidade bem clara e definida. Exemplos destes sistemas são: SCADA sistemas supervisórios que permitem a operação e o controle remoto do sistema elétrico. É geralmente utilizado em Centros de Operação Centrais ou Regionais. Possui funcionalidades como: telas de operação para visualização da rede e comando remoto de elementos do sistema (disjuntores, seccionadoras, etc.), telas de alarmes e eventos (visualização de SOE, por exemplo), geração de relatórios de operação e de manobras do sistema, etc. GIS (Geographic Information System) sistema dedicado a capturar, armazenar, analisar e demonstrar informações referenciadas geograficamente. OMS (Outage Management System) sistema utilizado para controlar o serviço de equipes de campo, gerenciando o posicionamento e a disponibilidade destas equipes. Em geral, estes sistemas auxiliam o administrador a otimizar cada recursos e seus respectivos deslocamentos. Quando se utiliza uma estrutura orientada a serviços, sistemas originalmente isolados como os citados acima, tornam-se serviços fornecedores/ consumidores de dados do sistema e, através do emprego da tecnologia de Web Services, por exemplo, pode-se disponibilizar de maneira fácil e intuitiva estes serviços e suas respectivas funcionalidades para os usuários de interesse. Na Figura 7, é dado um exemplo bastante geral de Smart Grid e seus componentes de hardware e software. Uma grade inteligente permite aos fornecedores e distribuidores de energia benefícios como [Ref. 4]: Transmissão mais eficiente da eletricidade; Recuperação mais rápida da rede após os distúrbios de alimentação; Redução dos custos de operações e gestão de serviços públicos, e mesmo dos consumidores, através da integração de análises preditivas, auto-diagnóstico, e de tecnologias de auto-reparo; Redução de picos de demanda, o que também auxilia na redução das taxas de eletricidade; Maior integração da geração e da rede de distribuição; Maior segurança. 61

5 62 Figura 7 Exemplo de Smart Grid e seus componentes de software e hardware. Uma grade inteligente permite aos consumidores de energia consultar seu consumo em tempo real, sem ter de esperar a conta ao final do mês. Isso possibilita um controle maior sobre a utilização da energia em residências e escritórios, trazendo a possibilidade de planejar um escalonamento de carga e de utilização de equipamentos, além de permitir a estimativa da conta de energia que deverá ser paga ao final do mês [Fig. 8 e 9]. Um Smart Grid também poderia permitir, por exemplo, que um pequeno fornecedor de energia (eólica, solar ou outro tipo de geração local) pudesse adicionar sua energia no sistema e vender a eletricidade excedente para a rede nacional. Figura 8 Smart Grid: exemplo de visualização de dados sobre consumo e demanda. Figura 9 Smart Grid: exemplo de visualização de dados sobre consumo [Fonte: ilink Systems]. Conclusão O ambiente de automação tem utilizado cada vez mais as tecnologias e os conceitos provenientes do universo de TI. Sem dúvida, softwares de TA e soluções de TI caminham para a mesma direção. Algumas soluções são adequadas aos dois ambientes desde seu surgimento. Em praticamente todas as demais, nota-se que o tempo entre o surgimento de uma nova tecnologia em TI e sua adaptação ao mundo de TA tem sido reduzido rapidamente. Como visto, SOA é um modelo conceitual de arquitetura, ou seja, não é uma ferramenta de desenvolvimento, ou um produto de software que se compra. SOA é um paradigma, um estilo de desenvolvimento largamente utilizado para sistemas distribuídos de grande porte. Portanto, a forma como o SOA é implementado depende apenas do gerenciamento de TI da empresa ou de um projeto, que vai determinar a infra-estrutura e a arquitetura que melhor se adaptarão às suas necessidades de negócios. Vale ressaltar que SOA não é simplesmente uma questão de implantação de novas tecnologias e interfaces de serviços para construção de aplicações existentes; em geral, pode ser exigida a reformulação de todo o conjunto de aplicativos da empresa. Isso requer uma enorme mudança na operação do sistema e exige que a implementação da nova arquitetura seja muito bem justificada e largamente planejada. Como foi visto, a utilização de SOA pode facilitar e tornar efetiva a criação de sistemas complexos, tais como a aplicação de Smart Grid em elétrica, Cadeia de Fornecimento (Supply Chain), Gerenciamento de Ativos Industriais (Asset Management), entre outros sistemas. Quando devidamente implementado, SOA traz benefícios aos seus usuários ao possibilitar a representação de um sistema através de serviços, que podem ser utilizados por aplicações diferentes através de interfaces bem definidas, legíveis do ponto de vista dos negócios e independente da plataforma de desenvolvimento das aplicações. Afinal, interoperabilidade, reuso, flexibilidade e baixo acoplamento são características valiosas em qualquer ambiente. Referências [1] MESA International, IBM Corporation e Capgemini. SOA in Manufacturing Guidebook - White Paper 27. Maio, [2] IBM Corporation. Patterns: Implementing an SOA Using an Enterprise Service Bus. Julho, [3] GE Intelligent Platforms. Proficy SOA. Página visitada em 23 de fevereiro de [http://www.ge-ip.com/pt/products/2808/] [4] SmartGrid.gov. Smart Grid Basics and Benefits. Página visitada em 20 de fevereiro de [http://www.smartgrid.gov] [5] Eduardo Vieira. SOA Eu realmente preciso disso? Página visitada em 25 de fevereiro de [http://evieira.wordpress.com/category/arquitetura/] [6] Workflow Management Coalition. Página visitada em 20 de maio de [http://www.wfmc.org] [7] SOA Working Group of The Open Group. Definition of SOA. Página visitada em 26 de maio de [http://opengroup.org/projects/soa/ doc.tpl?gdid=10632] [8] OASIS. Reference Model for Service Oriented Architecture 1.0. Página visitada em 26 de maio de [http://www.oasis-open.org/committees/download.php/19679/soa-rm-cs.pdf] [9] Boris Lublinsky, IBM Corporation. Defining SOA as an architectural style. Página visitada em 26 de maio de [http://www.ibm.com/ developerworks/library/ar-soastyle/] [10] Chris Harding, The Open Group. Achieving Business Agility through Model-Driven SOA. Página visitada em 26 de maio de [http://

AUTOMAÇÃO SUPERVISÃO E CONTROLE E A APLICAÇÃO DA ARQUITETURA ORIENTADA A SERVIÇOS SOA.

AUTOMAÇÃO SUPERVISÃO E CONTROLE E A APLICAÇÃO DA ARQUITETURA ORIENTADA A SERVIÇOS SOA. AUTOMAÇÃO SUPERVISÃO E CONTROLE E A APLICAÇÃO DA ARQUITETURA ORIENTADA A SERVIÇOS SOA. Uma significativa parcela dos sistemas de automação de grandes empresas são legados de tecnologias de gerações anteriores,

Leia mais

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Ricardo Caruso Vieira Aquarius Software 1. Introdução Há mais de duas décadas, a indústria investe intensamente em sistemas ERP (Enterprise Resource

Leia mais

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy

Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Integração de Sistemas Industriais com a Suíte GE Proficy Ricardo Caruso Vieira Aquarius Software Revista Cadware Ed.22 versão online 1. Introdução Há mais de duas décadas, a indústria investe intensamente

Leia mais

Service Oriented Architecture (SOA)

Service Oriented Architecture (SOA) São Paulo, 2011 Universidade Paulista (UNIP) Service Oriented Architecture (SOA) Prof. MSc. Vladimir Camelo vladimir.professor@gmail.com 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com 1 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com

Leia mais

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição 15 2 Conceitos relativos a Web services e sua composição A necessidade de flexibilidade na arquitetura das aplicações levou ao modelo orientado a objetos, onde os processos de negócios podem ser representados

Leia mais

acoplamento Exprime o grau de conexão entre os módulos; os módulos de um software devemapresentar um baixo coeficiente de acoplamento.

acoplamento Exprime o grau de conexão entre os módulos; os módulos de um software devemapresentar um baixo coeficiente de acoplamento. SOA Arquitetura Orientada a Serviços Conceitos e Aplicações Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com/ http://edilms.eti.br Gestão de TI Conceitode SOA SOA - Service OrientedArchitecture (Arquitetura

Leia mais

Arquitetura de Software: Uma Central para Gestão da execução de serviços

Arquitetura de Software: Uma Central para Gestão da execução de serviços Arquitetura de Software: Uma Central para Gestão da execução de serviços ADILSON FERREIRA DA SILVA Centro Paula Souza São Paulo Brasil afs.software@gmail.com Prof.a. Dr.a. MARILIA MACORIN DE AZEVEDO Centro

Leia mais

Fase 1: Engenharia de Produto

Fase 1: Engenharia de Produto Fase 1: Engenharia de Produto Disciplina: Análise de Requisitos DURAÇÃO: 44 h O objetivo principal da disciplina é realizar uma análise das necessidades e produzir um escopo do produto. Representará os

Leia mais

INFRAESTRUTURA PARA INOVAÇÃO BPM e SOA

INFRAESTRUTURA PARA INOVAÇÃO BPM e SOA INFRAESTRUTURA PARA INOVAÇÃO BPM e SOA Palestrante: Eduardo José Ribeiro de Castro, MSc. eduardo@quaddract.com.br 25/08/2009 1 Objetivo Geral APL Brasília Capital Digital Desenvolver entre as empresas

Leia mais

SOA: Service-oriented architecture

SOA: Service-oriented architecture SOA: Service-oriented architecture Roteiro Breve História O que é Arquitetura de Software? O que é SOA? Serviços Infraestrutura Composição Sua empresa está preparada para SOA? Breve História Uma empresa

Leia mais

Obtendo Qualidade com SOA

Obtendo Qualidade com SOA Obtendo Qualidade com SOA Daniel Garcia Gerente de Prática BPM/SOA daniel.garcia@kaizen.com.br 11 de Novembro de 2009 Copyright 2009 Kaizen Consultoria e Serviços. All rights reserved Agenda Sobre a Kaizen

Leia mais

esip- Sistema Integrado de Processo

esip- Sistema Integrado de Processo esip- Sistema Integrado de Processo Geração Distribuição Transmissão www.ecilenergia.com.br Integração dos dispositivos da SE na rede do esip Criação de uma Base de Dados Unificada Otimização no Deslocamento

Leia mais

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações 1 Introdução A Organização é a forma pela qual nós coordenamos nossos recursos de todos os tipos para realizar o trabalho que nos propusemos a fazer. A estrutura de nossas organizações manteve-se basicamente

Leia mais

EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE MES

EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE MES MAXMES EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE MES White Paper Maxmes # 01 07/2009 MAXMES www.maxmes.com.br 1.0 Introdução A AMR Research conceituou o MES em 1990 como um sistema de informação que residia entre a automação

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 13 Web Services Web Services

Leia mais

Sistemas Supervisórios

Sistemas Supervisórios Sistemas Supervisórios Prof a. Michelle Mendes Santos michelle@cpdee.ufmg.br Sistemas Supervisórios Objetivos: Apresentação e posicionamento da utilização de sistemas supervisórios em plantas industriais;

Leia mais

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com. Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.br 08/2014 Agenda Introdução Conceitos Web Service Por que utilizar

Leia mais

Arquiteturas Orientadas a Serviços ESB. Enterprise Service Bus. Prof. Ricardo J. Rabelo DAS5316 Integração de Sistemas Corporativos

Arquiteturas Orientadas a Serviços ESB. Enterprise Service Bus. Prof. Ricardo J. Rabelo DAS5316 Integração de Sistemas Corporativos ESB Enterprise Service Bus Prof. Ricardo J. Rabelo DAS5316 Integração de Sistemas Corporativos Resumo Introdução Definição Problemas atuais e Vantagens Evolução do ESB ESB versus EAI, MOM, Workfow, SOA

Leia mais

Padrões Abertos, Componentização e SOA A chave para a evolução e criação de uma nova geração de sistemas de gestão comercial

Padrões Abertos, Componentização e SOA A chave para a evolução e criação de uma nova geração de sistemas de gestão comercial Padrões Abertos, Componentização e SOA A chave para a evolução e criação de uma nova geração de sistemas de gestão comercial Sindo V. Dias Antônio C. Mosca Rogério A. Rondini Agenda Cenário do Setor de

Leia mais

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Artigos Técnicos Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Marcelo Salvador, Diretor de Negócios da Elipse Software Ltda. Já faz algum tempo que ouvimos falar do controle e supervisão

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA em Gestão da Tecnologia da Informação

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA em Gestão da Tecnologia da Informação FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA em Gestão da Tecnologia da Informação 1 Ruironaldi dos Santos Cruz ARTIGO ARQUITETURA ORIENTADA A SERVIÇO SOA SERVICE

Leia mais

PIMS & MES Process Information Management Systems & Manufacturing Execution Systems

PIMS & MES Process Information Management Systems & Manufacturing Execution Systems PIMS & MES Process Information Management Systems & Manufacturing Execution Systems Prof. Ricardo J. Rabelo UFSC Universidade Federal de Santa Catarina DAS Departamento de Automação e Sistemas SUMÁRIO

Leia mais

O que são sistemas supervisórios?

O que são sistemas supervisórios? O que são sistemas supervisórios? Ana Paula Gonçalves da Silva, Marcelo Salvador ana-paula@elipse.com.br, marcelo@elipse.com.br RT 025.04 Criado: 10/09/2004 Atualizado: 20/12/2005 Palavras-chave: sistemas

Leia mais

PROCESSOS DE NEGÓCIOS: UMA VISÃO GERAL

PROCESSOS DE NEGÓCIOS: UMA VISÃO GERAL Universidade Federal de Santa Maria Sistemas de Informação ELC1093 Modelagem de Processos de Negócio PROCESSOS DE NEGÓCIOS: UMA VISÃO GERAL Profa. Lisandra Manzoni Fontoura Objetivos da Aula: Processos

Leia mais

Abstraindo as Camadas de SOA & Aplicações Compostas

Abstraindo as Camadas de SOA & Aplicações Compostas Abstraindo as Camadas de SOA & Aplicações Compostas Serviço Service Requisitante Consumer Service Serviço Provider Provedor consumidores processos business e processes negócios Coreografia process choreography

Leia mais

Alinhando a infra-estrutura de aplicações com os negócios através de Application Delivery orientado a serviços

Alinhando a infra-estrutura de aplicações com os negócios através de Application Delivery orientado a serviços Alinhando a infra-estrutura de aplicações com os negócios através de Application Delivery orientado a serviços Visão Geral Desafio Solução Uma implementação SOA (Service Oriented Architecture) bem-sucedida

Leia mais

Usando Service Design Thinking para criar SOA Corporativo

Usando Service Design Thinking para criar SOA Corporativo Usando Service Design Thinking para criar SOA Corporativo Hilton Menezes 2013 Introdução Uma área de Tecnologia da Informação - TI ágil pode contribuir significativamente para que o negócio possa fazer

Leia mais

3 Serviços na Web (Web services)

3 Serviços na Web (Web services) 3 Serviços na Web (Web services) 3.1. Visão Geral Com base na definição do Word Wide Web Consortium (W3C), web services são aplicações autocontidas, que possuem interface baseadas em XML e que descrevem

Leia mais

Gerência da Informação nos Processos de Automação Industrial

Gerência da Informação nos Processos de Automação Industrial Gerência da Informação nos Processos de Automação Industrial Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Redes Industriais Professor Affonso Alessandro J. de Souza / Affonso Guedes Objetivos Discorrer

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

Tecnologia da Informação: Otimizando Produtividade e Manutenção Industrial

Tecnologia da Informação: Otimizando Produtividade e Manutenção Industrial Tecnologia da Informação: Otimizando Produtividade e Manutenção Industrial Por Christian Vieira, engenheiro de aplicações para a América Latina da GE Fanuc Intelligent Platforms, unidade da GE Enterprise

Leia mais

Construa seu ambiente escalável de armazenamento sobre uma base dinâmica da família IBM Storwize

Construa seu ambiente escalável de armazenamento sobre uma base dinâmica da família IBM Storwize IBM Systems and Technology Junho de 2013 Construa seu ambiente escalável de armazenamento sobre uma base dinâmica da família IBM Storwize A família IBM Storwize auxilia na entrega do que você precisa de

Leia mais

Web Services. (Introdução)

Web Services. (Introdução) Web Services (Introdução) Agenda Introdução SOA (Service Oriented Architecture) Web Services Arquitetura XML SOAP WSDL UDDI Conclusão Introdução Comunicação distribuída Estratégias que permitem a comunicação

Leia mais

Arquitetura Orientada a Serviço

Arquitetura Orientada a Serviço Arquitetura Orientada a Fabio Perez Marzullo IEEE Body of Knowledge on Services Computing Sponsored by Technical Committee on Services Computing, IEEE Computer Society 1 SOA e Web Services SOA é um modelo

Leia mais

IBM Software. Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Agosto de 2011

IBM Software. Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Agosto de 2011 IBM Software Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Agosto de 2011 2 Otimize seus ambientes de SOA, B2B e nuvem com WebSphere DataPower Destaques Amplie os serviços de negócios

Leia mais

Integração Orientada a Serviços

Integração Orientada a Serviços Integração Orientada a Serviços Porto Alegre, Agosto de 2006 Agenda Sobre a e-core SOA O que é? Web Services x SOA Principal Motivação - Integração SOI ESB BPEL JBI ServiceMix Solução Proposta A Empresa

Leia mais

BPM e SOA. Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo@gmail.com) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

BPM e SOA. Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo@gmail.com) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas BPM e SOA Grinaldo Lopes de Oliveira (grinaldo@gmail.com) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Como funcionam as organizações? O que ébpm Business Process Management (BPM)

Leia mais

PIMS Process Information Management System

PIMS Process Information Management System INTRODUÇÃO O setor industrial vem sofrendo constantes pressões para alcançar a excelência operacional, objetivando garantir sua competitividade. Algumas das principais pressões observadas são: redução

Leia mais

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos Web Services Integração de aplicações na Web Integração de Aplicações na Web Interoperação entre ambientes heterogêneos desafios diversidade de componentes: EJB, CORBA, DCOM... diversidade de linguagens:

Leia mais

artigo SUPPLY CHAIN Ricardo Caruso Vieira (rcaruso@aquarius.com.br), Departamento de Serviços Especiais da Aquarius Software Ltda.

artigo SUPPLY CHAIN Ricardo Caruso Vieira (rcaruso@aquarius.com.br), Departamento de Serviços Especiais da Aquarius Software Ltda. O PAPEL DA AUTOMAÇÃO NA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Ricardo Caruso Vieira (rcaruso@aquarius.com.br), Departamento de Serviços Especiais da Aquarius Software Ltda. INTRODUÇÃO Peter Drucker, um dos pensadores

Leia mais

as cinco principais batalhas do monitoramento e como você pode vencê-las

as cinco principais batalhas do monitoramento e como você pode vencê-las DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Setembro de 2012 as cinco principais batalhas do monitoramento e como você pode vencê-las agility made possible sumário resumo executivo 3 efetivo do servidor: 3 difícil e piorando

Leia mais

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações Universidade de São Paulo Escola Politécnica Programa de Educação Continuada em Engenharia PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto O Produto Internet e suas Aplicações Tecnologias de Informação

Leia mais

Adicionando valor na produção

Adicionando valor na produção Adicionando valor na produção Em um mercado global altamente competitivo e em constantes transformações, a otimização do resultado dos processos de produção é fundamental. Pressões ambientais e de custo,

Leia mais

BUSINESS PROCESS MANAGEMENT NA INDÚSTRIA

BUSINESS PROCESS MANAGEMENT NA INDÚSTRIA GE Intelligent Platforms BUSINESS PROCESS MANAGEMENT NA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO Quando olhamos para qualquer indústria em qualquer segmento industrial, seja química, alimentos, bebidas, produtos de consumo,

Leia mais

Modelo de Controle de Acesso para uma Arquitetura Orientada a Serviços Visando a Integração de Aplicações de Comando e Controle

Modelo de Controle de Acesso para uma Arquitetura Orientada a Serviços Visando a Integração de Aplicações de Comando e Controle Modelo de Controle de Acesso para uma Arquitetura Orientada a Serviços Visando a Integração de Aplicações de Comando e Controle Márcio Araújo Varchavsky, Eduardo Martins Guerra, Clóvis Torres Fernandes

Leia mais

GE Intelligent Platforms. Automação em alta performance Soluções para um mundo conectado

GE Intelligent Platforms. Automação em alta performance Soluções para um mundo conectado GE Intelligent Platforms Automação em alta performance Soluções para um mundo conectado Na vanguarda da evolução da automação industrial. Acreditamos que o futuro da automação industrial seguirá o mesmo

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES Rigoleta Dutra Mediano Dias 1, Lívia Aparecida de Oliveira Souza 2 1, 2 CASNAV, MARINHA DO BRASIL, MINISTÉRIO DA DEFESA, BRASIL Resumo: Este

Leia mais

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 5 INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos

Leia mais

Sistemas de Automação

Sistemas de Automação Sistemas de Automação Introdução Walter Fetter Lages w.fetter@ieee.org Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Elétrica Programa de Pós-Graduação em Engenharia

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 14 SOA e ESB Service-Oriented

Leia mais

Curso Desmistificando SOA Arquitetura Orientada a Serviços

Curso Desmistificando SOA Arquitetura Orientada a Serviços Curso Desmistificando SOA Arquitetura Orientada a Serviços Service-oriented architecture (SOA), ou em português arquitetura orientada a serviços é uma visão conceitual de negócios onde as funcionalidades,ou

Leia mais

Definição de Padrões. Padrões Arquiteturais. Padrões Arquiteturais. Arquiteturas de Referência. Da arquitetura a implementação. Elementos de um Padrão

Definição de Padrões. Padrões Arquiteturais. Padrões Arquiteturais. Arquiteturas de Referência. Da arquitetura a implementação. Elementos de um Padrão DCC / ICEx / UFMG Definição de Padrões Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo Um padrão é uma descrição do problema e a essência da sua solução Documenta boas soluções para problemas recorrentes

Leia mais

Projeto Demoiselle. Para perguntas e respostas, utilizem a lista de discussões de usuários da comunidade: demoiselle-users@lists.sourceforge.

Projeto Demoiselle. Para perguntas e respostas, utilizem a lista de discussões de usuários da comunidade: demoiselle-users@lists.sourceforge. Projeto Demoiselle Para perguntas e respostas, utilizem a lista de discussões de usuários da comunidade: demoiselle-users@lists.sourceforge.net Palestrantes: Antônio Carlos Tiboni Luciana Campos Mota 20/07/2009

Leia mais

WORKFLOW. Mapeamento de Processos de Negócio 26/11/2009. Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

WORKFLOW. Mapeamento de Processos de Negócio 26/11/2009. Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS WORKFLOW Mapeamento de Processos de Negócio Tadeu Cruz, Prof. M.Sc. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS É proibido a reprodução total ou parcial de qualquer forma ou por qualquer meio sem a expressa autorização

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

Sistemas de controle para processos de bateladas

Sistemas de controle para processos de bateladas Sistemas de controle para processos de bateladas Por Alan Liberalesso* Há algum tempo os processos de batelada deixaram de ser um mistério nas indústrias e no ambiente de automação. O cenário atual nos

Leia mais

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia P ORTFÓ FÓLIO Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia versão 1.1 ÍNDICE 1. A EMPRESA... 3 2. BI (BUSINESS INTELLIGENCE)... 5 3. DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS... 6 3.1. PRODUTOS

Leia mais

IBM Software IBM Business Process Manager Simples e Poderoso

IBM Software IBM Business Process Manager Simples e Poderoso IBM Software IBM Business Process Manager Simples e Poderoso Uma única plataforma BPM que oferece total visibilidade e gerenciamento de seus processos de negócios 2 IBM Business Process Manager Simples

Leia mais

Trabalho de Sistemas Distribuídos

Trabalho de Sistemas Distribuídos Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Petrópolis 2015, v-1.0 Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Trabalho sobre sistemas distribuídos e suas tecnologias. Universidade

Leia mais

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes

Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes EN-3610 Gerenciamento e Interoperabilidade de Redes Gerenciamento baseado na Web Prof. João Henrique Kleinschmidt Gerenciamento baseado na Web Web browser Acesso ubíquo Interface Web vs Gerenciamento baseado

Leia mais

Projeto de Monitoração e Melhoria Contínua com Six-Sigma, IoT e Big Data

Projeto de Monitoração e Melhoria Contínua com Six-Sigma, IoT e Big Data Projeto de Monitoração e Melhoria Contínua com Six-Sigma, IoT e Big Data Contexto As pressões do mercado por excelência em qualidade e baixo custo obrigam as empresas a adotarem sistemas de produção automatizados

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid)

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

Eficiência operacional no setor público. Dez recomendações para cortar custos

Eficiência operacional no setor público. Dez recomendações para cortar custos Eficiência operacional no setor público Dez recomendações para cortar custos 2 de 8 Introdução Com grandes cortes no orçamento e uma pressão reguladora cada vez maior, o setor público agora precisa aumentar

Leia mais

Integração ERP/WMS e vantagens com a adoção de software livre

Integração ERP/WMS e vantagens com a adoção de software livre Integração ERP/WMS e vantagens com a adoção de software livre Filipi Damasceno Vianna (PUCRS) filipi@em.pucrs.br Resumo Este trabalho visa mostrar a importância da integração entre sistemas de ERP 1 e

Leia mais

SMARTPLANT ENTERPRISE FOR OWNER OPERATORS

SMARTPLANT ENTERPRISE FOR OWNER OPERATORS SMARTPLANT ENTERPRISE FOR OWNER OPERATORS ALAVANCANDO A BASE DE PROJETOS DE ENGENHARIA DURANTE TODO O CICLO DE VIDA DA PLANTA BUSINESS CASE OWNER OPERATORS se deparam, atualmente, com uma incrível demanda

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil José Monteiro Lysandro Junior Light Serviços de Eletricidade S/A jose.monteiro@light.com.br

Leia mais

Destaques Aproveite o insight de negócios ao enriquecer as mensagens de forma dinâmica com dados de aplicativos, bancos de dados e arquivos.

Destaques Aproveite o insight de negócios ao enriquecer as mensagens de forma dinâmica com dados de aplicativos, bancos de dados e arquivos. Melhore a agilidade de negócios com o Message Broker Melhore a flexibilidade e conectividade enquanto controla os custos e aumenta a satisfação do cliente Destaques Aproveite o insight de negócios ao enriquecer

Leia mais

Relatório. Elevação de Produção em Escalabilidade. Conteúdo:

Relatório. Elevação de Produção em Escalabilidade. Conteúdo: Relatório Elevação de Produção em Escalabilidade Autor: Phil Couling, Diretor de Marketing de Produto, Supervisory HMI, Invensys Operations Management Conteúdo: 1. Introdução 2. O Desafio 3. Escalabilidade

Leia mais

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte IBM Global Technology Services Manutenção e suporte técnico Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte Uma abordagem inovadora em suporte técnico 2 Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável

Leia mais

Infra estrutura da Tecnologia da Informação

Infra estrutura da Tecnologia da Informação Infra estrutura da Tecnologia da Informação Capítulo 3 Adaptado do material de apoio ao Livro Sistemas de Informação Gerenciais, 7ª ed., de K. Laudon e J. Laudon, Prentice Hall, 2005 CEA460 Gestão da Informação

Leia mais

11/20/10. Resoluções: Teste de Áudio. Não suporto esses malucos de TI. Só inventam despesas. Não acredito que teremos que pagar por mais softwares.

11/20/10. Resoluções: Teste de Áudio. Não suporto esses malucos de TI. Só inventam despesas. Não acredito que teremos que pagar por mais softwares. Não suporto esses malucos de TI. Só inventam despesas. Não acredito que teremos que pagar por mais softwares. Teste de Áudio Quero adaptar os softs que já temos e você não sabe como faz e diz que não é

Leia mais

Workflow como Proposta de. Workflow. O Gerenciamento de Processos. Prof. Roquemar Baldam roquemar@pep.ufrj.br

Workflow como Proposta de. Workflow. O Gerenciamento de Processos. Prof. Roquemar Baldam roquemar@pep.ufrj.br Workflow como Proposta de Automação Flexível O Gerenciamento de Processos Planejamento do BPM Diretrizes e Especificações Seleção de processo críticos Alinhamento de processos à estratégia www.iconenet.com.br

Leia mais

SOA-1: Fundamentos da Arquitetura Orientada a Serviços. Douglas Charcon System Engineer

SOA-1: Fundamentos da Arquitetura Orientada a Serviços. Douglas Charcon System Engineer SOA-1: Fundamentos da Arquitetura Orientada a Serviços Douglas Charcon System Engineer Agenda Direcionadores de Negócios Arquitetura Orientada a Serviços Enterprise Service Bus Enhanced SOA Resumo 2 Busca

Leia mais

IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding

IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding Unindo a estratégia às operações com sucesso Visão Geral O Scorecarding oferece uma abordagem comprovada para comunicar a estratégia de negócios por toda a

Leia mais

Modelos e Arquiteturas de Sistemas Computacionais

Modelos e Arquiteturas de Sistemas Computacionais Modelos e Arquiteturas de Sistemas Computacionais Prof. Ricardo J. Rabelo UFSC Universidade Federal de Santa Catarina DAS Departamento de Automação e Sistemas SUMÁRIO Importância da definição da Arquitetura

Leia mais

Serviços Web: Introdução

Serviços Web: Introdução Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

Controle Supervisório e Aquisição de Dados (SCADA) Sistema de Execução da Manufatura MES Sistemas a Eventos Discretos (SED

Controle Supervisório e Aquisição de Dados (SCADA) Sistema de Execução da Manufatura MES Sistemas a Eventos Discretos (SED Controle Supervisório e Aquisição de Dados (SCADA) Sistema de Execução da Manufatura MES Sistemas a Eventos Discretos (SED Yuri Kaszubowski Lopes Roberto Silvio Ubertino Rosso Jr. UDESC 24 de Abril de

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Prof. Adriano Avelar Site: www.adrianoavelar.com Email: eam.avelar@gmail.com Mecanismos de Comunicação Protocolos de Aplicação Mecanismos de comunicação

Leia mais

Porque adotar SOA. (Service Oriented Architecture) SOA. Por Ricardo de Castro Barbosa. Publicado Setembro/2008. 1 Portal BPM - www.portalbpm.com.

Porque adotar SOA. (Service Oriented Architecture) SOA. Por Ricardo de Castro Barbosa. Publicado Setembro/2008. 1 Portal BPM - www.portalbpm.com. SOA Porque adotar SOA (Service Oriented Architecture) Por Ricardo de Castro Barbosa Publicado Setembro/2008 Ricardo de Castro Barbosa é sócio da SOA- Savoir Faire (www.soa-savoirfaire.com.br) empresa dedicada

Leia mais

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes Microsoft.NET Lirisnei Gomes de Sousa lirisnei@hotmail.com Jair C Leite jair@dimap.ufrn.br Desenvolvimento Baseado em Componentes Resolução de problemas específicos, mas que podem ser re-utilizados em

Leia mais

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP Cleber de F. Ferreira¹, Roberto Dias Mota¹. ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil cleberferreirasi@hotmail.com, motaroberto@hotmail.com Resumo.

Leia mais

Service Oriented Architecture SOA

Service Oriented Architecture SOA Service Oriented Architecture SOA Arquitetura orientada aos serviços Definição: Arquitetura de sistemas distribuídos em que a funcionalidade é disponibilizada sob a forma de serviços (bem definidos e independentes)

Leia mais

Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor

Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Desenvolvimento de Sistemas Cliente Servidor Prof. Esp. MBA Heuber G. F. Lima Aula 1 Ciclo de Vida Clássico Aonde estamos? Page 2 Análise O que fizemos

Leia mais

COMO APLICAR AS NOVAS TECNOLOGIAS DE INTERFACE E INTEGRAÇÃO DENTRO DO AMBIENTE DE AUTOMAÇÃO 1

COMO APLICAR AS NOVAS TECNOLOGIAS DE INTERFACE E INTEGRAÇÃO DENTRO DO AMBIENTE DE AUTOMAÇÃO 1 COMO APLICAR AS NOVAS TECNOLOGIAS DE INTERFACE E INTEGRAÇÃO DENTRO DO AMBIENTE DE AUTOMAÇÃO 1 Wilson Laizo Filho 2 Antônio César de Araújo Freitas 3 Ludmila Rodrigues Fernandes 4 Eduardo do Carmo Silva

Leia mais

Arquiteturas SOA, WOA, e REST

Arquiteturas SOA, WOA, e REST Arquiteturas SOA, WOA, e REST Aplicação de Software Social Fred Figueiredo Luiz Borges Pedro Pires Arquiteturas SOA, WOA e REST Desenvolvimento de aplicações orientadas ao fornecimento de serviços que

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

Estruturação da Arquitetura Estadual de Sistemas de Informação por Meio da Orientação a Serviços

Estruturação da Arquitetura Estadual de Sistemas de Informação por Meio da Orientação a Serviços Estruturação da Arquitetura Estadual de Sistemas de Informação por Meio da Orientação a Serviços Relato de Experiência da ATI-PE WCGE 2010 20/07/2010 1 Introdução 2 Sobre a ATI Agência Estadual de Tecnologia

Leia mais

Gerenciamento unificado para milhares de ativos por toda a vida útil

Gerenciamento unificado para milhares de ativos por toda a vida útil Gerenciamento unificado milhares de ativos por toda a vida útil O Endpoint Manager da IBM, construído com tecnologia BigFix, oferece gerenciamento mais rápido e inteligente Destaques Gerencie milhares

Leia mais

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Identificar as principais características de uma Aplicação Internet Rica.

Leia mais

Dados x Informações. Os Sistemas de Informação podem ser:

Dados x Informações. Os Sistemas de Informação podem ser: CONCEITOS INICIAIS O tratamento da informação precisa ser visto como um recurso da empresa. Deve ser planejado, administrado e controlado de forma eficaz, desenvolvendo aplicações com base nos processos,

Leia mais

Automação de Locais Distantes

Automação de Locais Distantes Automação de Locais Distantes Adaptação do texto Improving Automation at Remote Sites da GE Fanuc/ Water por Peter Sowmy e Márcia Campos, Gerentes de Contas da. Nova tecnologia reduz custos no tratamento

Leia mais

Desenvolvimento e Administração de Sistemas de Informação Paulo Motta

Desenvolvimento e Administração de Sistemas de Informação Paulo Motta Desenvolvimento e Administração de Sistemas de Informação Paulo Motta prmottajr@acm.org Administração da Informação Quem pode acessar, alterar, inserir e apagar? Qual a consistência dos dados? Quão críticos

Leia mais

Sumário. TI Industrial Mercado Empresas Perfil do profissional Disciplinas Conclusão

Sumário. TI Industrial Mercado Empresas Perfil do profissional Disciplinas Conclusão Prof. Ricardo Lüders (DAINF/CPGEI) Prof. Flávio Neves Jr (DAELN/CPGEI) Sumário TI Industrial Mercado Empresas Perfil do profissional Disciplinas Conclusão Vídeo: STUXNET http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=dbmlkomu3au

Leia mais

Aula 02 Conceitos básicos elipse. INFORMÁTICA INDUSTRIAL II ENG1023 Profª. Letícia Chaves Fonseca leticia.chavesfonseca@gmail.com

Aula 02 Conceitos básicos elipse. INFORMÁTICA INDUSTRIAL II ENG1023 Profª. Letícia Chaves Fonseca leticia.chavesfonseca@gmail.com Aula 02 Conceitos básicos elipse INFORMÁTICA INDUSTRIAL II ENG1023 Profª. Letícia Chaves Fonseca leticia.chavesfonseca@gmail.com 1. Introdução O Elipse E3 trabalha totalmente orientado para a operação

Leia mais

Antonio Gomes de Araujo Laboratório de Eletrônica Industrial, Escola SENAI Anchieta São Paulo

Antonio Gomes de Araujo Laboratório de Eletrônica Industrial, Escola SENAI Anchieta São Paulo Antonio Gomes de Araujo Laboratório de Eletrônica Industrial, Escola SENAI Anchieta São Paulo Toshi-ichi Tachibana Departamento de Engenharia Naval e Oceânica, Escola Politécnica da Universidade São Paulo

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Sistemas de Informação Sistemas de Apoio às Operações Sistemas

Leia mais

Aplicação de arquitetura orientada a serviços na modelagem de um sistema de monitoramento de ovinos e bovinos confinados

Aplicação de arquitetura orientada a serviços na modelagem de um sistema de monitoramento de ovinos e bovinos confinados Aplicação de arquitetura orientada a serviços na modelagem de um sistema de monitoramento de ovinos e bovinos confinados Juciara Nepomuceno de Souza, Kleber Padovani de Souza, Leonardo Souza Silva 1 Universidade

Leia mais

Sistema de Supervisão de Rede Óptica

Sistema de Supervisão de Rede Óptica WORKSHOP sobre TELECOMUNICAÇÕES DO RIO MADEIRA Soluções para LT de Longa Distância Sistema de Supervisão de Rede Óptica Paulo José Pereira Curado Gerente de Tecnologia de Rede Óptica 17/03/2010 Sumário

Leia mais

Desenvolvendo uma Arquitetura de Componentes Orientada a Serviço SCA

Desenvolvendo uma Arquitetura de Componentes Orientada a Serviço SCA Desenvolvendo uma Arquitetura de Componentes Orientada a Serviço SCA RESUMO Ricardo Della Libera Marzochi A introdução ao Service Component Architecture (SCA) diz respeito ao estudo dos principais fundamentos

Leia mais

Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Engenharia de Produção e Sistemas Sistemas de Informação (SIN)

Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Engenharia de Produção e Sistemas Sistemas de Informação (SIN) Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Engenharia de Produção e Sistemas Sistemas de Informação (SIN) SISTEMAS COM ERP Profº Adalberto J. Tavares Vieira ERP

Leia mais