Enterprise Services Integration Transformar Funcionalidades em Serviços

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Enterprise Services Integration Transformar Funcionalidades em Serviços"

Transcrição

1 Enterprise Services Integration Transformar Funcionalidades em Serviços A complexidade dos sistemas de informação para as organizações no sector da saúde representa um desafio global que se traduz no aumento exponencial de riscos e encargos. A arquitectura aplicacional neste sector é um tema que deve ser devidamente avaliado e planeado e para o qual existem actualmente soluções que permitem endereçá-lo sem disrupção do serviço operacional dos hospitais. Bruno Santiago Correia (Manager LCG) Enquadramento A rápida evolução dos modelos de negócio no sector da saúde em Portugal a par com a evolução verificada noutros sectores de actividade, exige da utilização das tecnologias de informação uma agilidade e eficácia em constante processo de melhoria. A utilização da informação é um factor crítico de sucesso para qualquer organização, quer do ponto de vista interno, quer na articulação com clientes, parceiros e fornecedores. No sector da saúde, verifica-se que o alinhamento estratégico com as evoluções do mercado, com as regulações da tutela e com a introdução de boas práticas por parte dos organismos competentes é cada vez mais uma preocupação prioritária. A complexidade e evolução das actividades clínicas e não-clínicas dos hospitais têm sido acompanhadas pelos fornecedores de tecnologia cujo mercado, para a área da saúde, é já bastante vasto com inúmeras soluções aplicacionais desenvolvidas para os mais variados fins. Não é invulgar encontrarem-se hospitais com uma arquitectura aplicacional composta por dezenas de aplicações diferentes, entre as que são de utilidade exclusivamente clínica, a aplicações de gestão de recursos financeiros, logísticos, de pessoal, aplicações dirigidas a áreas de investigação e as que funcionam como ferramentas de suporte à decisão, entre outras. O leque de aplicações é não só extenso em número mas também heterogéneo no que diz respeito à sua natureza, objectivo e suporte tecnológico. Os novos desígnios no sector da saúde, criam oportunidades de continuar a gerar novos sistemas e aplicações que contribuam cada vez mais para um aumento na qualidade do serviço prestado pelas instituições hospitalares. Esta amplitude de necessidades cria inúmeros projectos e iniciativas que, quer pelo seu carácter de urgência, quer pela sua aparente simplicidade ou especificidade, acabam por gerar iniciativas isoladas que resultam em silos de informação e funcionalidades estanques na arquitectura dos sistemas de informação de uma organização, dificultando a sua participação nos processos e actividades operacionais de carácter transversal. O isolamento da informação é gerador de uma complexidade na arquitectura aplicacional e dá origem a situações de redundância, inconsistência de dados, duplicação de esforço e à promoção do uso de papel associado aos processos, criando dificuldades ao nível da visão integrada dos mesmos, e consequentes obstáculos à actividade dos profissionais de saúde. Este desafio real direcciona os hospitais a planearem uma evolução para uma arquitectura de integração aplicacional que resolva estes constrangimentos e que garanta a introdução de novos sistemas com baixo impacto para a arquitectura existente e para a prestação continuada dos serviços. Uma arquitectura integrada e consolidada permitirá a resolução de problemas como a existência de erros, as duplicações de informação e a inconsistência dos dados. A integração aplicacional permite também que as trocas de informação dos processos sejam facilitadas e que a disponibilização de informação de gestão passe a ser uma tarefa mais abrangente, fiável e rápida. LGC

2 Situação Actual em Portugal Actualmente, e para enfrentarem estes desafios, os hospitais portugueses recorrem, por norma, a soluções únicas de HIS (Hospital Information System) com a perspectiva de ter uma plataforma centralizada que responda de forma adequada a todas as necessidades da gestão hospitalar. Clínica A Clínica B Esta noção de one size fits all!, isto é, uma solução única para todas as necessidades, é representada por algumas das soluções verticais de HIS que encontramos em utilização em Portugal de como são exemplo os sistemas SONHO, HOSIX ou SINUS. Outras s HIS Clínica C Porque esta abordagem de plataforma tecnológica única para responder aos desafios que nascem na e da complexidade de um hospital nunca é suficiente, estes são, ao longo do tempo, endereçados com outras aplicações e soluções que ao serem adquiridas e implementadas vão aumentando exponencialmente o grau de complexidade na gestão e manutenção da arquitectura aplicacional, replicando os problemas apontados anteriormente. As organizações hospitalares devem definir como objectivo, estabelecer um modelo de integração aplicacional que lhes permita prepararem-se para responder às constantes mudanças e solicitações de uma forma ágil e com impacto reduzido e controlado. Posteriormente deverão definir um plano de implementação do modelo adoptado. Esta realidade é evidente neste sector pois, em termos gerais, verifica-se uma falta de uniformização da informação e dos seus formatos, quer para as áreas clínicas quer para as administrativas e as dificuldades em extraír informação destes sistemas tornam-se óbvias e críticas. Em suma, verifica-se que a necessidade de um modelo universal de integração aplicacional é um problema comum aos hospitais, promovido pela diversidade dos sistemas de informação de suporte às actividades clínicas, administrativas, e outras, que conduz a uma maior verticalização dos produtos desenvolvidos pelos fornecedores. Neste contexto as instituições hospitalares vivem uma situação que as torna reféns da tecnologia e dos seus fornecedores, cuja capacidade de resposta raras vezes é a necessária para fazer face às mais diversas solicitações. As aplicações existentes facilmente constituem ambientes complexos e distintos, e criam dificuldades na obtenção de informação por parte dos processos da actividade hospitalar. O conjunto das integrações aplicacionais ponto-a-ponto, é complexo, vasto (basta um pequeno cálculo das combinações possíveis para se perceber a sua dimensão), e dificilmente reaproveitável em novas situações dada a sua especificidade. Esta complexidade tem indexada a si um enorme custo de manutenção, quer correctiva, quer evolutiva e custos globais de gestão da arquitectura no seu todo. Adicionalmente, este estado de coisas obriga à transferência manual de informação entre sistemas com todos os riscos que essa operação acarreta, em particular a probabilidade de erros, perda de informação, qualidade dúbia dos dados, segurança da informação, entre outros. Adm. X Em resumo esta situação caracteriza-se por: 1. Uma preocupante complexidade da gestão de aplicações, que aumenta exponencialmente sempre que é incluída uma nova aplicação na infra-estrutura tecnológica. 2. A redundância de informação provocada pela existência dos mesmos dados nos diferentes sistemas, que sendo uma realidade passa a criar problemas de inconsistência e duplicação de esforço. Imagine-se a alteração dos dados demográficos de um doente, em quantos sistemas terá de ser actualizada dentro de um hospital. E não ficou nenhum esquecido? E a morada ficou escrita da mesma forma em todos os sistemas? E não foram cometidos erros na introdução dos dados? 3. Erros na informação, conforme descreve o ponto anterior, porque a introdução manual da mesma informação em diferentes sistemas acarretam riscos de introdução incorrecta. 4. Com o aumento da complexidade da arquitectura aplicacional, aumenta também o esforço de inclusão e integração de novas aplicações exigindo um maior esforço e consequentemente um custo mais elevado. 5. Apesar dos avanços tecnológicos, o meio hospitalar é um dos sectores onde se verifica uma maior resistência ao abandono do papel. 6. Dependência de fornecedores externos, em particular do fornecedor da plataforma HIS e respectivo know-how tecnológico no qual assentam as principais actividades administrativas dos hospitais. 7. Dependência da disponibilidade da plataforma HIS que centraliza a maior parte das funcionalidades necessárias numa plataforma/infra-estrutura única. 8. Resistência à mudança dos profissionais de saúde, aquando da introdução de novos sistemas de informação de suporte à actividade ou alterações aos sistemas existentes. 9. Trade-off entre a abordagem Chave-na-mão (one size fits all) e a flexibilidade e agilidade dos sistemas. 10. Orientação à eficiência e qualidade que obriga a alterações ao nível organizacional altamente dependentes de uma plataforma de sistemas de informação que seja ágil, fiável e simples. 11. Reorganização da infra-estrutura através da integração aplicacional e abertura ao exterior, para circulação de dados dos utentes e prestação de contas à tutela. LGC Adm. Y

3 Integração Aplicacional Existem mecanismos cuja utilização se correctamente planeada e executada, permitem ultrapassar estes desafios e reduzir a complexidade dos sistemas. A transformação das funcionalidades de cada aplicação em serviços transversais e acessíveis é a solução ideal para ultrapassar os desafios evidenciados atrás, o que se consegue através da criação de um Repositório Virtual de Serviços (RVS). Para isso são utilizados conceitos complementares como os que se descrevem de seguida. A integração aplicacional, conhecida como EAI (Enterprise lication Integration) permite garantir a total integração dos sistemas, entre si e com sistemas externos - portais com informação, transacções públicas, intranets, sistemas clínicos, entre outros diminuindo a redundância e o risco de inconsistências nas bases de dados dos sistemas. Permite também a publicação de todos os serviços disponíveis, de acordo com as regras de negócio estabelecidas. O EAI confere às organizações uma maior utilidade dos sistemas de informação que passam a responder de forma mais rápida e ágil, sendo um factor crítico para a mudança. A integração aplicacional permite: Reduzir custos Eliminar assimetrias de informação Garantir maior produtividade e maior acessibilidade Gerar uma fonte de conhecimento e suporte à decisão Assegurar a equidade no alinhamento estratégico Adicionalmente, os sistemas de informação estruturados numa arquitectura que garanta integridade e consistência dos dados permitem também, por um lado, a utilização de informação de gestão credível, atempada e auditável, e por outro a eliminação de papel e menor dependência de burocracia. Resumidamente, a implementação de uma arquitectura aplicacional integrada de acordo com as boas práticas de EAI, confere às organizações as seguintes vantagens: Manutenção da utilidade de aplicações antigas, conferindolhes flexibilidade Integração de novas aplicações com esforço reduzido Redução de custos futuros relativos a actualizações tecnológicas Aumento da produtividade na organização Eliminação da redundância ou inconsistência de dados Eliminação da granularidade dos dados e dos silos funcionais Envolvimento de utentes, parceiros e fornecedores nos processos Redução da dependência de fornecedores, tecnologias e sistemas Redução da utilização do papel e das actividades manuais de introdução/actualização da informação Monitorização da qualidade de serviço e das interacções entre sistemas, cujas trocas de informação constituem uma ferramenta de análise de relevo Um projecto de integração aplicacional não deve ser um projecto disruptivo, devendo sim, ser executado de forma faseada e criando condições para evoluir progressiva e planeadamente. Este tipo de projectos obriga a alguns cuidados pela sua natureza e dada a falta de metodologias standard para projectos de integração aplicacional (o que ainda hoje é uma realidade). Para além do ponto referido anteriormente, lidar com diferentes sistemas Legacy (sistemas proprietários específicos, considerados obsoletos mas ainda em utilização) pode ser uma tarefa muito complexa, com elevados níveis de esforço associado caso os sistemas sejam fechados. Também o carácter transversal destas iniciativas deve ser considerado à luz do risco inerente que terá que ser gerido uma vez que vai exigir uma ágil comunicação e coordenação entre diferentes unidades funcionais na organização. O planeamento cuidado e rigoroso é também um dos factores a ter em conta na implementação de um projecto de EAI. Todos estes desafios para serem colocados em prática devem contar com o envolvimento da gestão de topo da organização para garantir um alinhamento com a estratégia em curso. As principais dimensões a considerar para garantir o sucesso de um projecto de mudança como este são: A Organização e as Pessoas (responsabilidades, cultura, acompanhamento) Os Processos e as Regras (ciclo de vida dos activos, reengenharia e optimização) As Tecnologias e as Ferramentas (criação de padrões, middleware aplicacional) Através das práticas de EAI é criado um mecanismo de mediação das transações entre aplicações designado por ESB (Enterprise Service Bus) que permite a racionalização e normalização dos mecanismos de integração. O ESB é uma camada de abstracção que centraliza as diversas integrações numa perspectiva de consolidação e reutilização garantindo a mediação dos processos de integração, eliminando dependências ponto-a-ponto e assegurando as transformações associadas às trocas de informação. Esta componente assegura o carácter generalista e independente necessários a qualquer arquitectura de integração aplicacional. Em resumo, as principais funções de um ESB são: Virtualizar a localização e identidade dos sistemas participantes Converter os diferentes tipos de protocolos usados pelos sistemas participantes Transformar os formatos das mensagens em formatos universais Gerir a qualidade de serviço das várias interacções Distribuir a informação e os eventos entre os sistemas participantes LGC

4 Arquitectura Orientada a Serviços (SOA) Resolvidos os problemas de inconsistência e redundância, o próximo desafio é o de transformar as funcionalidades das aplicações em serviços. Para isso existem as arquitecturas Service Oriented Architecture (SOA). Uma arquitectura SOA representa uma camada de abstracção entre os sistemas de informação e os seus clientes transformando funcionalidades descentralizadas e de difícil acesso em serviços centrais partilhados, sintacticamente claros e de fácil acesso. Uma arquitectura orientada a serviços confere a uma organização a Agilidade, Capacidade de Reutilização, Dinamismo e a consequente Redução de Custos necessárias para dar resposta aos constantes desafios de mudança e adaptação permitindo, ao mesmo tempo, capitalizar os investimentos anteriores em sistemas de informação. Com o SOA a capacidade de resposta aumenta, assim como o grau de autonomia relativamente ao desenvolvimento dos sistemas que dão suporte à actividade da organização. Estas transformações pressupõem uma nova abordagem, para que as organizações passem a estar orientadas ao processo e não à função. Nesse sentido é importante perceber que os processos críticos se estendem na cadeia de valor e para fora da organização o que obriga a uma maior agilidade e dinamismo. Enterprise Services Integration (EAI + SOA) Em síntese, os benefícios de um modelo de integração e disponibilização das funcionalidades dos sistemas de informação como serviços, são os seguintes: Mudança sem Disrupção: mudança faseada sem disrupção para um novo paradigma totalmente flexível num ambiente controlado e sem significativas dependências de terceiros; Escalabilidade Funcional: possibilidade de adicionar funcionalidades que não se encontrem implementadas no HIS central e de as tornar acessíveis independentemente da sua localização, tecnologia ou fornecedor; Centralização da Informação: Criação de um local único (por exemplo num Portal Intranet) de acesso a toda a informação e serviços; Ligação a entidades externas: maior facilidade de integração funcional com novas s de Saúde e Centros de Saúde promovendo os critérios de referenciação clínica na circulação de doentes. s Clínicas s Administ. Outras s Repositório Virtual de Serviços S S S S S S S S S S S S Sistemas de Informação HIS Integridade: garantia de integridade dos dados, com eliminação de redundância de repositórios de informação, eliminação de duplicação de esforço no registo dos dados e diminuição da probabilidade de ocorrência de erros; LGC

5 Metodologia Para implementação de um projecto desta complexidade a LCG obedece a uma metodologia muito rigorosa baseada num planeamento cuidado e uma atenção constante à gestão da mudança (incluindo uma gestão de riscos, altamente focada). Fase I : Levantamento Fase II : Roadmap Fase III : Acompanhamento Identificação do alinhamento estratégico da organização; Levantamento de Informação Organizacional e Tecnológica; Levantamento das necessidades de Informação e Principais Processos Origem da Informação Arquivo da Informação Casos de Duplicação Utilidade da Informação Integrações Existentes Necessidades Futuras Mapeamento Aplicações/Processos Mapeamento Utilizadores/Processos; Levantamento da Arquitectura Aplicacional Actual; Identificação dos Projectos em Curso; Identificação dos Requisitos de Integração e Riscos Associados. Entregáveis Listagem dos recursos tecnológicos existentes; Desenho da Arquitectura Aplicacional Actual; Identificação de Metas a atingir; Definição e Desenho da Visão Futura e Integrada; Recomendações Processuais e Tecnológicas; Definição e Análise de Impacto das Principais Iniciativas; Elaboração de um Plano de Acção onde se identificam esforços, prioridades, precedências e riscos; Entregáveis Desenho da Arquitectura Aplicacional Futura; Plano de Comunicação; Lista de Recomendações; Programa de Transformação. Definição de Requisitos para os Projectos e Iniciativas; Avaliação e Selecção de Soluções e Fornecedores; Acompanhamento de Implementação Gestão de Projecto e Gestão da Mudança; Definição e Gestão de Regras de Implementação; Gestão de Fornecedores e respectivos contratos. Entregáveis Solução de Integração Aplicacional; Próximos passos: Definição de KPIs sobre a plataforma de Integração; Criação de um scorecard de monitorização e avaliação de performance da integração aplicacional. Conclusão Esta nova arquitectura totalmente integrada e disponível, permitirá que sobre ela possam ser desenvolvidos e mantidos projectos transversais e estruturantes como são disso exemplo (i) um Processo Clínico Electrónico; (ii) um Sistema de Alarmística/ Notificação (por exemplo, para notificar um médico que um exame está pronto); um sistema de (iii) Prescrição e/ou Requisição Electrónica entre outras iniciativas cujos custos, e rapidez de implementação serão incomparavelmente inferiores. Definições EAI (Enterprise lication Integration): planeamento, metodologia e ferramentas destinadas à modernização, consolidação e coordenação de aplicações na empresa determinando o papel que cada uma dessas aplicações representa na arquitectura integrada. SOA (Service-Oriented Architecture): estrutura/plataforma base para suportar as comunicações entre serviços relacionados com sistemas de informação. O SOA define como as várias aplicações devem interagir por forma a partilhar serviços entre si. ESB (Enterprise Service Bus): infra-estrutura orientada a serviços web (web services) que suporta comunicações inteligentes entre componentes aplicacionais distintos. LGC

6 Conheça algumas das nossas soluções e serviços: Consultoria Suporte à decisão multicritério: Apoio ao Lançamento e Avaliação de Propostas do Concurso Público. Identificação de requisitos e elaboração de caderno de encargos. Processos de avaliação multicritério (elevada complexidade e objetivos conflituantes) e modelos de avaliação de requisitos. Análise e classificação de fornecedores e propostas. Apoio à tomada de decisão. Consultoria Operação: Desenho e reegenharia de processos. Desenho e implementação de sistemas de avaliação de desempenho operacional Métricas, Balanced Scorecard, Reporting. Optimização da Gestão das Operações - Planeamento logístico, sequenciamento de atividades, gestão de produção, armazéns e compras. Consultoria Modelo Integrado de Gestão de Capital Humano: Gestão de competências e modelos de avaliação de desempenho. Definição de sistemas de remuneração e incentivos. Monitorização de carreiras, planeamento de sucessões e captação e retenção de talentos. Gestão de assiduidades. Tecnologia Desenho, Implementação e Manutenção de soluções SAP: Apoio à contratação e acompanhamento de projectos SI. Programas de transformação e implementações SAP. Integração / interligação com outras aplicações e manutenção SAP. Modelos de manutenção aplicacional. LCG Pólo Tecnológico de Lisboa Edifício Empresarial EE3 Sala 218 Estrada do Paço do Lumiar, Lote Lisboa Tel: (+351) LGC

Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação

Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação A transcrição ou reprodução deste documento não é permitida sem a prévia autorização escrita do IGIF PRINCIPAIS MENSAGENS O IGIF, na vertente SI,

Leia mais

Sérgio Gomes Saúde 24

Sérgio Gomes Saúde 24 Conferência As TIC e a Saúde no Portugal de 2009 25 de Novembro de 2009 Auditório do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa Sérgio Gomes Saúde 24 Patrocínio: Patrocinadores Globais Centro de Atendimento

Leia mais

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas

Conceito. As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas Conceito As empresas como ecossistemas de relações dinâmicas PÁG 02 Actualmente, face à crescente necessidade de integração dos processos de negócio, as empresas enfrentam o desafio de inovar e expandir

Leia mais

Websphere ESB Caminho para Adopção

Websphere ESB Caminho para Adopção Websphere ESB Caminho para Adopção Websphere ESB: Que desafios para o Negócio? Adaptar rapidamente os meus processos Fusão de organizações Internacionalização Deslocalização Mudança no negócio Novas regras

Leia mais

Premier. Quando os últimos são os Primeiros

Premier. Quando os últimos são os Primeiros Premier Quando os últimos são os Primeiros Fundada em 1997 Especializada no desenvolvimento de soluções informáticas de apoio à Gestão e consultoria em Tecnologias de Informação. C3im tem como principais

Leia mais

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial

Qpoint Rumo à Excelência Empresarial 2 PRIMAVERA BSS Qpoint Rumo à Excelência Empresarial Numa era em que a competitividade entre as organizações é decisiva para o sucesso empresarial, a aposta na qualidade e na melhoria contínua da performance

Leia mais

ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho

ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho ITIL v3 melhora Gestão de Serviço de TI no CHVNG/Espinho Sumário País Portugal Sector Saúde Perfil do Cliente O Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho envolve

Leia mais

AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE

AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE AS TIC E A SAÚDE NO PORTUGAL DE HOJE 18 MARÇO 2015 Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa PATROCINDADORES Apoio Patrocinadores Globais APDSI SIG / Plataforma de Gestão de MCDT (Glintt) Evolução nos modelos

Leia mais

Processo Clínico. O próximo passo

Processo Clínico. O próximo passo Processo Clínico Electrónico: O próximo passo Sumário 1. Saúde: Uma Realidade Complexa 2. Implementação de SI na Saúde 2.1. Uma estratégia conjunta 2.2. Benefícios, constrangimentos e, desafios 3. Processo

Leia mais

Hospital Distrital de Águeda Sub Região de Saúde de Aveiro

Hospital Distrital de Águeda Sub Região de Saúde de Aveiro Início do contrato: Maio 2004 Duração: Coordenador: Parceiros: 32 meses Hospital Infante D. Pedro Universidade de Aveiro Hospital Distrital de Águeda Sub Região de Saúde de Aveiro SUMÁRIO EXECUTIVO Relatório

Leia mais

SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais

SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais Derechos Quem Somos O Serviço de Utilização Comum dos Hospitais é uma associação privada sem fins lucrativos, organizada e posicionada para a oferta integrada de Serviços Partilhados para o sector da Saúde.

Leia mais

Apresentação da Solução. Divisão Área Saúde. Solução: Gestão de Camas

Apresentação da Solução. Divisão Área Saúde. Solução: Gestão de Camas Apresentação da Solução Solução: Gestão de Camas Unidade de negócio da C3im: a) Consultoria e desenvolvimento de de Projectos b) Unidade de Desenvolvimento Área da Saúde Rua dos Arneiros, 82-A, 1500-060

Leia mais

Arquitectura Global de Interoperabilidade PNAGIA Proximidade, Diversidade e Eficiência da Oferta de Serviços ao Cidadão

Arquitectura Global de Interoperabilidade PNAGIA Proximidade, Diversidade e Eficiência da Oferta de Serviços ao Cidadão MTTI/CNTI 2015 Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação Centro Nacional das Tecnologias de Informação Arquitectura Global de Interoperabilidade PNAGIA Proximidade, Diversidade e Eficiência

Leia mais

Uma plataforma estratégica

Uma plataforma estratégica Publicado: Fevereiro 2007 Autor: Rui Loureiro Sénior Partner Implementar o Help Desk Quando simplesmente pensamos em implementar um Help Desk, isso pode significar uma solução fácil de realizar ou algo

Leia mais

ILM e as Arquitecturas Empresariais por Pedro Sousa

ILM e as Arquitecturas Empresariais por Pedro Sousa ILM e as Arquitecturas Empresariais por Pedro Sousa Neste artigo clarifica-se os objectivos do ILM (Information Life Cycle Management) e mostra-se como estes estão dependentes da realização e manutenção

Leia mais

HP ajuda empresas a aumentar a eficiência da gestão de informação

HP ajuda empresas a aumentar a eficiência da gestão de informação HP ajuda empresas a aumentar a eficiência da gestão de informação Estudo indica que 70 por cento das empresas têm lacunas na abordagem holística à gestão de informação crítica para o seu negócio Lisboa,

Leia mais

O GRUPO AITEC. Breve Apresentação

O GRUPO AITEC. Breve Apresentação O GRUPO AITEC Breve Apresentação Missão Antecipar tendências, identificando, criando e desenvolvendo empresas e ofertas criadoras de valor no mercado mundial das Tecnologias de Informação e Comunicação

Leia mais

Dynamic Data Center. A infra-estrutura de suporte às SOA. Francisco Miller Guerra Senior Product Manager Fujitsu Siemens Computers

Dynamic Data Center. A infra-estrutura de suporte às SOA. Francisco Miller Guerra Senior Product Manager Fujitsu Siemens Computers Dynamic Data Center A infra-estrutura de suporte às SOA Francisco Miller Guerra Senior Product Manager Fujitsu Siemens Computers As necessidades do negócio pressionam continuamente as infra-estruturas

Leia mais

Apresentação de Solução

Apresentação de Solução Apresentação de Solução Solução: Gestão de Altas Hospitalares Unidade de negócio da C3im: a) Consultoria e desenvolvimento de de Projectos b) Unidade de Desenvolvimento Área da Saúde Rua dos Arneiros,

Leia mais

SI Sistema de Informação Anexo 4

SI Sistema de Informação Anexo 4 onselho oordenador omo implementar? No actual quadro da dministração Pública torna-se necessário avaliar o desempenho dos serviços, o que implica, para os gestores públicos, desenvolver (os seus) sistemas

Leia mais

A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial.

A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial. POWERING BUSINESS QUEM SOMOS A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial. Desde 1987 que desenvolvemos um trabalho

Leia mais

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010

ARTIGO: SOLUÇÕES PARA O SECTOR AUTARQUIAS in IGOV Maio 2010 CÂMARA MUNICIPAL DE SANTARÉM - R EVOLUÇÃO ADMINISTRATIVA A Autarquia de Santarém, em parceria com a PT Prime, desenvolveu um sistema de soluções integradas e inter-operantes que lhe possibilitaram operacionalizar

Leia mais

Realidade Empresarial,Globalização da Informação e Segurança

Realidade Empresarial,Globalização da Informação e Segurança Culture OnLine, 5-7.6 Realidade Empresarial,Globalização da Informação e Segurança Peering down the Wormhole Dr. Susan Hazan Filomena Pedroso Realidade Empresarial em Portugal Incerteza nos mercados recomenda

Leia mais

Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos

Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos 27 LEADERSHIP AGENDA a inovação na gestão do relacionamento compensa Câmara Municipal de Cascais é uma boa prática no relacionamento com os cidadãos A participação activa dos cidadãos é vital para a promoção

Leia mais

NOTIFICAÇÃO DE NEGÓCIO

NOTIFICAÇÃO DE NEGÓCIO NOTIFICAÇÃO DE NEGÓCIO O Microsoft Business Solutions for Supply Chain Management Navision Business Notification ajudao a gerir a sua empresa mais facilmente e eficazmente. Pode identificar qualquer problema

Leia mais

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal SAÚDEGLOBAL AON Portugal Breve Apresentação do Negócio DADOS DE CARACTERIZAÇÃO Designação Comercial Saúdeglobal N.º Colaboradores N.º de Estabelecimentos Dispersão Geográfica Nacional Facturação em 2010

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft

SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft A solução MB DOX oferece uma vantagem competitiva às empresas, com a redução do custo de operação, e dá um impulso à factura

Leia mais

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE Objectivos gerais do módulo No final do módulo, deverá estar apto a: Definir o conceito de Help Desk; Identificar os diferentes tipos de Help Desk; Diagnosticar

Leia mais

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA Introdução Nesta edição do Catálogo de Serviços apresentamos os vários tipos de serviços que compõe a actual oferta da Primavera na área dos serviços de consultoria.

Leia mais

hospi tais um novo modelo de gestão hospitalar Adalberto Campos Fernandes 2011 2012 PORTUGAL TEM EMENDA? Augusto Brázio

hospi tais um novo modelo de gestão hospitalar Adalberto Campos Fernandes 2011 2012 PORTUGAL TEM EMENDA? Augusto Brázio hospi tais 2011 2012 PORTUGAL TEM EMENDA? um novo modelo de gestão hospitalar A reflexão sobre um novo modelo de gestão hospitalar não pode deixar de ter em conta a enorme complexidade do sistema em que

Leia mais

Gestão da Qualidade. Identificação e Quantificação de Indicadores de Desempenho nos SGQ. 09-12-2009 11:12 Natacha Pereira & Sibila Costa 1

Gestão da Qualidade. Identificação e Quantificação de Indicadores de Desempenho nos SGQ. 09-12-2009 11:12 Natacha Pereira & Sibila Costa 1 Gestão da Qualidade Identificação e Quantificação de Indicadores de Desempenho nos SGQ 09-12-2009 11:12 Natacha Pereira & Sibila Costa 1 Indicador de Desempenho definição Um Indicador de Desempenho é uma

Leia mais

Em início de nova fase, forumb2b.com alarga a oferta

Em início de nova fase, forumb2b.com alarga a oferta Em início de nova fase, alarga a oferta Com o objectivo de ajudar as empresas a controlar e reduzir custos relacionados com transacções de bens e serviços, o adicionou à sua oferta um conjunto de aplicações

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DO LIVRO

ORGANIZAÇÃO DO LIVRO Prefácio A performance dos serviços públicos constitui um tema que interessa a todos os cidadãos em qualquer país. A eficiência, a quantidade e a qualidade dos bens e serviços produzidos pelos organismos

Leia mais

Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt

Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt Desktop Virtual Paulo César Especialista de Soluções da ATM informática paulo.cesar@atminformatica.pt Tendo em conta que a Virtualização será um dos principais alvos de investimento para o ano 2009 (dados

Leia mais

O controlo de gestão nas unidades de saúde: o Balanced Scorecard

O controlo de gestão nas unidades de saúde: o Balanced Scorecard O controlo de gestão nas unidades de saúde: o Balanced Scorecard P o r C a r l o s M a n u e l S o u s a R i b e i r o O Balanced Scorecard apresenta-se como alternativa viável aos tradicionais sistemas

Leia mais

Sem o recurso às tecnologias disponibilizadas pela Microsoft, a solução criada seria difícil de obter num tão curto espaço de tempo.

Sem o recurso às tecnologias disponibilizadas pela Microsoft, a solução criada seria difícil de obter num tão curto espaço de tempo. Caso de Sucesso Microsoft Finsolutia cria solução completa de suporte ao negócio com.net Framework 3.5 Sumário País: Portugal Indústria: Banking&Finance Perfil do Cliente A Finsolutia é uma joint venture

Leia mais

Documento de apresentação Software de Gestão e Avaliação da Formação

Documento de apresentação Software de Gestão e Avaliação da Formação Documento de apresentação Software de Gestão e Avaliação da Janeiro-2010 Para a boa gestão de pessoas, as empresas devem elevar o RH à posição de poder e primazia na organização e garantir que o pessoal

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

A Gestão de Competências na Modernização da Administração Pública

A Gestão de Competências na Modernização da Administração Pública A Gestão de Competências na Modernização da Administração Pública 4º Congresso Nacional da Administração Pública 2 e 3 Novembro de 2006 José Alberto Brioso Pedro Santos Administração Pública Contexto Perspectiva

Leia mais

Business Intelligence & Performance Management

Business Intelligence & Performance Management Como medir a evolução do meu negócio? Tenho informação para esta decisão? A medição da performance é uma dimensão fundamental para qualquer actividade de gestão. Recorrentemente, qualquer gestor vê-se

Leia mais

Os Serviços Partilhados do SUCH

Os Serviços Partilhados do SUCH Os Serviços Partilhados do SUCH ONI e-powered: 1ª Conferência sobre Soluções Integradas para o Sector Público 8 de Abril de 2008 Serviço de Utilização Comum dos Hospitais 7 áreas de negócio Todas operando

Leia mais

O SECTOR A SOLUÇÃO Y.make Num mundo cada vez mais exigente, cada vez mais rápido e cada vez mais competitivo, o papel dos sistemas de informação deixa de ser de obrigação para passar a ser de prioridade.

Leia mais

FERRAMENTAS? a alterar, em muitas organizações, um. instrumento tão abrangente como um orçamento

FERRAMENTAS? a alterar, em muitas organizações, um. instrumento tão abrangente como um orçamento O QUE É IMPRESCINDÍVEL NUMA SOLUÇÃO DE ORÇAMENTAÇÃO E PREVISÃO? Flexibilidade para acomodar mudanças rápidas; Usabilidade; Capacidade de integração com as aplicações a montante e a jusante; Garantir acesso

Leia mais

foram previstas inicia-se um círculo vicioso em que é feito um pedido aos informáticos, esse pedido entra na «linha de montagem» das queries, e num

foram previstas inicia-se um círculo vicioso em que é feito um pedido aos informáticos, esse pedido entra na «linha de montagem» das queries, e num PREFÁCIO Actualmente estamos confrontados com um mundo fascinante em que todos os dias surgem novidades no universo das novas tecnologias da informação, mas em que velhos problemas no que concerne à falta

Leia mais

Strategic IT Manager +351 21 793 29 89. Gestão de Custos, Orçamentos e KPIs em IT. Como planificar, controlar e rentabilizar os investimentos

Strategic IT Manager +351 21 793 29 89. Gestão de Custos, Orçamentos e KPIs em IT. Como planificar, controlar e rentabilizar os investimentos www.iirangola.com MASTERCLASS IT Gestão de Custos, Orçamentos e KPIs em IT Strategic IT Manager Como planificar, controlar e rentabilizar os investimentos Variáveis no desenho do orçamento: objectivos,

Leia mais

Business Process Management. A Gestão Colaborativa dos Processos e da sua Performance em QPR

Business Process Management. A Gestão Colaborativa dos Processos e da sua Performance em QPR Business Process Management A Gestão Colaborativa dos Processos e da sua Performance em QPR Quais são os desafios típicos das empresas na Gestão de Processos? > Criar e manter a informação associada aos

Leia mais

A Importância de gerir ficheiros nas Organizações

A Importância de gerir ficheiros nas Organizações A Importância de gerir ficheiros nas Organizações Transferência de Ficheiros: Porquê? É um suporte acessível para transferência de informação entre aplicações e entre sistemas heterogéneos Possibilita

Leia mais

Service Oriented Architectures

Service Oriented Architectures Service Oriented Architectures Uma abordagem evolutiva Manager, IT Middleware Vodafone Portugal Mario.saraiva@vodafone.com Agenda 1. O desafio da Integração O princípio do Middleware, ActiveWorks e Middleware

Leia mais

A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde

A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde Joaquina Matos Vilamoura, 23 Maio 2009 Quem Somos O que Somos? Visão Missão Ser referência como entidade de Serviços Partilhados na área da Saúde,

Leia mais

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema

Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Plataforma de Gestão de Actualizações de Software Descrição do Problema Pedro Miguel Barros Morgado Índice Introdução... 3 Ponto.C... 4 Descrição do Problema... 5 Bibliografia... 7 2 Introdução No mundo

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União Europeia no domínio da

Leia mais

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A partir de meados do século xx a actividade de planeamento passou a estar intimamente relacionada com o modelo racional. Uma das propostas que distinguia este do anterior paradigma era a integração

Leia mais

ENQUADRAMENTO DO IGFIJ NA JUSTIÇA PORTUGUESA

ENQUADRAMENTO DO IGFIJ NA JUSTIÇA PORTUGUESA 1 Boas Práticas DESMATERIALIZAÇÃO PROCESSOS NA JUSTIÇA Instituto de Gestão Financeira e Infra-Estruturas da Justiça, I.P. 2 Boas Práticas GRAÇA NAMORA Coordenadora Gabinete Sistemas de Informação 29.10.2010

Leia mais

Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - acosta@utad.pt

Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - acosta@utad.pt Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Virtualização e Consolidação de Centro de Dados O Caso da UTAD António Costa - acosta@utad.pt Agenda A UTAD Virtualização Uma definição Introdução e abrangência

Leia mais

Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental

Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental Relatório e Parecer da Comissão de Execução Orçamental Auditoria do Tribunal de Contas à Direcção Geral do Tesouro no âmbito da Contabilidade do Tesouro de 2000 (Relatório n.º 18/2002 2ª Secção) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Características de Serviços Partilhados

Características de Serviços Partilhados Características de Serviços Partilhados Os Serviços Partilhados caracterizam-se pela prestação de funções de suporte a várias organizações, por uma organização vocacionada para estes serviços. Ministério

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE -

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE - PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO CUIDADOS PALIATIVOS - REGIÃO DE SAÚDE DO NORTE - Considerando que o aumento da sobrevida e o inerente acréscimo de doenças crónicas e progressivas, bem como, as alterações na rede

Leia mais

Balanced Scorecard e a

Balanced Scorecard e a Sessões de Trabalho Balanced Scorecard e a Execução Estratégica Programa de 3 dias de Treino Inscrições até 31/Março = 375 + IVA Inscrições até 11/Abril = 750 + IVA Local: Armazém SYV (em Lisboa, na Junqueira)

Leia mais

Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal

Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal É hoje apresentada publicamente a primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde a funcionar em Portugal.

Leia mais

A Gestão de Configurações suporte dos Sistemas de Informação

A Gestão de Configurações suporte dos Sistemas de Informação A Gestão de Configurações suporte dos Sistemas de Informação O funcionamento dos sistemas e tecnologias de informação e comunicação têm nas organizações um papel cada vez mais crítico na medida em que

Leia mais

6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes

6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes Códigos de Conduta e Ética 6 de Maio de 2009 Anabela Lagorse Pontes Códigos de Conduta e de Ética ETICA COMPROMISSO CONDUTA EMPRESAS PROFISSIONAL PRINCÍPIOS INDEPENDÊNCIA DEVERES CLIENTES EXIGÊNCIAS PÚBLICO

Leia mais

Plataforma integrada para testes em arquitecturas orientadas a serviços

Plataforma integrada para testes em arquitecturas orientadas a serviços Plataforma integrada para testes em arquitecturas orientadas a serviços Índice Introdução... 2 A solução... 2 Plataforma Integrada (principais características)... 4 Eliminar limitações à execução de testes

Leia mais

no domínio dos em Saúde Vilamoura, 23 Maio 2009 SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais

no domínio dos em Saúde Vilamoura, 23 Maio 2009 SUCH Serviço de Utilização Comum dos Hospitais A experiência no domínio dos Serviços Partilhados em Saúde Joaquina Matos Vilamoura, 23 Maio 2009 Quem Somos O que Somos? Visão Missão Ser referência como entidade de Serviços Partilhados na área da Saúde,

Leia mais

Gestão Documental na Administração Pública

Gestão Documental na Administração Pública Gestão Documental na Administração Pública 6 de dezembro de 2012 Auditório da Torre do Tombo Patrocínio Gold Patrocinadores Globais APDSI Patrocínio Prata Polícia Judiciária: Gestão de Documentos, Processos,

Leia mais

5.7.6 Internet/Intranet 176 5.7.7 Gestão logística 177 CAPÍTULO 6. DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE WORKFLOW 181 6.1 Métodos de Desenvolvimento 181

5.7.6 Internet/Intranet 176 5.7.7 Gestão logística 177 CAPÍTULO 6. DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE WORKFLOW 181 6.1 Métodos de Desenvolvimento 181 SUMÁRIO SUMÁRIO PREFÁCIO AGRADECIMENTOS VII XI XIII INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1. ORGANIZAR WORKFLOWS 1 1.1 Ontologia da gestão de workflows 1.2 Trabalho 1 1 1.3 Processos de Negócio 3 1.4 Distribuir e Aceitar

Leia mais

B U S I N E S S I M P R O V E M E N T

B U S I N E S S I M P R O V E M E N T BUSINESS IMPROVEMENT A I N D E V E QUEM É A Indeve é uma empresa especializada em Business Improvement, composta por consultores com uma vasta experiência e com um grande conhecimento do mundo empresarial

Leia mais

OGFI 2015 Group Project BAI07 Primeiro Relatório

OGFI 2015 Group Project BAI07 Primeiro Relatório Primeiro Relatório 62473 Pedro Vasconcelos 63563 Francisco Ferreira 73440 Filipe Correia 74211 Carolina Ferreirinha 82665 Nkusu Quivuna Sumário Este documento é o primeiro relatório de um projeto de análise

Leia mais

Os Sistemas de Informação Regionais das Cidades e Regiões Digitais na vertente Infraestrutural

Os Sistemas de Informação Regionais das Cidades e Regiões Digitais na vertente Infraestrutural Os Sistemas de Informação Regionais das na vertente Infraestrutural 1, 2 1 Instituto Politécnico de Tomar Tomar, Portugal 2 Centre of Human Language Tecnnology and Bioinformatics Universidade da Beira

Leia mais

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000 ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica

Leia mais

Formação Gestão de Armazéns. Formação. Gestão de Armazéns. Página1. Logisformação Andreia Campos. Empresa acreditada por:

Formação Gestão de Armazéns. Formação. Gestão de Armazéns. Página1. Logisformação Andreia Campos. Empresa acreditada por: Página1 Formação Gestão de Armazéns Empresa acreditada por: Página2 A Logisformação A Logisformação é o resultado de 20 anos de experiência da Logistema Consultores de Logística S.A. no apoio ao desenvolvimento

Leia mais

Centro de Saúde da Figueira da Foz

Centro de Saúde da Figueira da Foz Centro de Saúde da Figueira da Foz PT Prime e HIS implementam Solução integrada de Processo Clínico Electrónico, Gestão de Atendimento, Portal e Mobilidade. a experiência da utilização do sistema VITA

Leia mais

Relatório de Análise de Processos e Fluxos de Informação

Relatório de Análise de Processos e Fluxos de Informação Início do contrato: Maio 2004 Duração: Coordenador: Parceiros: 32 meses Hospital Infante D. Pedro Universidade de Aveiro (Responsável por este Documento) Hospital Distrital de Águeda Sub Região de Saúde

Leia mais

Escolha o tipo de entidade: Clínicas Consultórios Hospitais Privados Ordens e Misericórdias

Escolha o tipo de entidade: Clínicas Consultórios Hospitais Privados Ordens e Misericórdias Escolha o tipo de entidade: Clínicas Consultórios Hospitais Privados Ordens e Misericórdias ICare-EHR (ASP) ou Application Service Provider, é uma subscrição de Serviço online não necess ICare-EHR (Clássico)

Leia mais

Reengenharia de Processos

Reengenharia de Processos Reengenharia de Processos 1 Enquadramento 2 Metodologia 3 Templates 1 Enquadramento 2 Metodologia 3 Templates Transformação da Administração Pública É necessário transformar a Administração Pública de

Leia mais

Implementação do conceito. Balcão Único na Administração Pública. Janeiro de 2008

Implementação do conceito. Balcão Único na Administração Pública. Janeiro de 2008 Implementação do conceito Balcão Único na Administração Pública Janeiro de 2008 Janeiro 2008 1 Índice 1. Enquadramento e Objectivos...3 1.1. Enquadramento...3 1.2. Objectivos...7 2. Conceitos...7 3. Recomendações

Leia mais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais conteúdos: Programa de formação avançada centrado nas competências e necessidades dos profissionais. PÁGINA 2 Cinco motivos para prefirir a INOVE RH como o seu parceiro, numa ligação baseada na igualdade

Leia mais

Identificação da empresa. Missão

Identificação da empresa. Missão Identificação da empresa SPMS - Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, EPE, pessoa coletiva de direito público de natureza empresarial, titular do número único de matrícula e de pessoa coletiva 509

Leia mais

Jornadas dos Assistentes Técnicos de Saúde do CHP. Competências/ apetências e exigências no âmbito do assistente técnico no CHP

Jornadas dos Assistentes Técnicos de Saúde do CHP. Competências/ apetências e exigências no âmbito do assistente técnico no CHP Jornadas dos Assistentes Técnicos de Saúde do CHP Competências/ apetências e exigências no âmbito do assistente técnico no CHP Fui atrás de definições Competência: conhecimento aprofundado e reconhecido

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves Sistema Integrado de Gestão Evento IDC PME 24.set.2008 Carlos Neves Agradecimentos Carlos Neves - 24.Set.08 2 Sumário 1. Oportunidades e desafios para as PME 2. Os projectos SI/TI e a Mudança 3. Perspectivas

Leia mais

Maturidade da Impressão e Gestão Documental nas Organizações Nacionais

Maturidade da Impressão e Gestão Documental nas Organizações Nacionais Maturidade da Impressão e Gestão Documental nas Organizações Nacionais 1. Tendências na impressão e gestão documental 2. Modelo de maturidade da impressão e gestão documental 3. Q&A 2 Uma nova plataforma

Leia mais

PONTDOC. Sistema de Gestão Documental. Dossier de Produto 02.01.2009 DP10.02. www.pontual.pt UGD 1 de 13

PONTDOC. Sistema de Gestão Documental. Dossier de Produto 02.01.2009 DP10.02. www.pontual.pt UGD 1 de 13 PONTDOC Sistema de Gestão Documental Dossier de Produto DP10.02 02.01.2009 www.pontual.pt UGD 1 de 13 PONTDoc Sistema de Gestão Documental A Pontual A Pontual é uma empresa de capitais 100% nacionais,

Leia mais

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News

28 PME Líder CRITÉRIOS. Bloomberg News 28 PME Líder CRITÉRIOS Bloomberg News CRITÉ RIOS COMO CHEGAR A PME LÍDER Atingir o Estatuto PME Líder é a ambição de muitas empresas. É este o primeiro passo para chegar a PME Excelência. Saiba o que precisa

Leia mais

Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP. Otimize a Gestão do Seu Negócio!

Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP. Otimize a Gestão do Seu Negócio! Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP Otimize a Gestão do Seu Negócio! Universo da Solução de Gestão SENDYS ERP SENDYS - Copyright 2007 SENDYS é uma marca proprietária da Readsystem, Lda. 2 Universo

Leia mais

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade

IDENTIFICAÇÃO. Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09. Sistema de Gestão da Qualidade IDENTIFICAÇÃO Titulo: Sistema de Gestão da Qualidade CMSeixal MANUAL DE GESTÃO V09 Código: CMSeixalSGQ_2600204_ManualGestaoV09 Destinatários: Trabalhadores, Munícipes e Utentes da CMSeixal Campo de aplicação:

Leia mais

Como alinhar os RH em outsourcing com a estratégia empresarial e garantir a criação de valor na relação com o cliente Pedro F. Pinto - IBM Portugal

Como alinhar os RH em outsourcing com a estratégia empresarial e garantir a criação de valor na relação com o cliente Pedro F. Pinto - IBM Portugal Como alinhar os RH em outsourcing com a estratégia empresarial e garantir a criação de valor na relação com o cliente Pedro F. Pinto - IBM Portugal A no Mundo Fundada em 1911 Presente em mais de 170 países

Leia mais

A gestão de processos de negócio: conceitos e ferramentas BPM

A gestão de processos de negócio: conceitos e ferramentas BPM FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DO PORTO A gestão de processos de negócio: conceitos e ferramentas BPM Trabalho realizado por: Ana Luisa Veiga Filipa Ramalho Doutora Maria Manuela Pinto GSI 2007 AGENDA:

Leia mais

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO CONSIDERANDO QUE: PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO A simplificação administrativa e a administração electrónica são hoje reconhecidas como instrumentos fundamentais para a melhoria da competitividade e da

Leia mais

[ Empowering Business, Architecting IT. ]

[ Empowering Business, Architecting IT. ] SOA coloca TI da Rede Ipiranga em linha com os negócios Setembro/2012 Sumário Matéria publicada na Information Week... 4 Artigo Case Ipiranga... 7 SOA coloca TI da Rede Ipiranga em linha com os negócios

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

Caso de Sucesso Vinho do Porto Taylor s Port. Taylor s Port: Da vinha ao vinho com SAP

Caso de Sucesso Vinho do Porto Taylor s Port. Taylor s Port: Da vinha ao vinho com SAP Taylor s Port: Da vinha ao vinho com SAP The Fladgate Partnership Taylor s Port Sector Produção vinícola Produtos Vinho do Porto Web www.taylor.pt/pt Soluções e serviços SAP SAP Business Suite A Taylor

Leia mais

O e-gov em Portugal. Fórum Vale do Minho Digital Melgaço 30 de Setembro de 2008

O e-gov em Portugal. Fórum Vale do Minho Digital Melgaço 30 de Setembro de 2008 O e-gov em Portugal Fórum Vale do Minho Digital Melgaço 30 de Setembro de 2008 O Plano Tecnológico é uma estratégia de mudança da base competitiva através do conhecimento, tecnologia e inovação 2 Conhecimento

Leia mais

Copyright mypartner HealthCare Software Solutions 2007. v1.0. 13 de Dezembro de 2007 Hotel Tivoli - Coimbra

Copyright mypartner HealthCare Software Solutions 2007. v1.0. 13 de Dezembro de 2007 Hotel Tivoli - Coimbra Copyright mypartner HealthCare Software Solutions 2007 v1.0 1 13 de Dezembro de 2007 Hotel Tivoli - Coimbra Agenda Simplificação Hospitalar. Para uma Saúde melhor. Agenda Soluções de gestão empresarial

Leia mais

Service Oriented Architecture (SOA)

Service Oriented Architecture (SOA) São Paulo, 2011 Universidade Paulista (UNIP) Service Oriented Architecture (SOA) Prof. MSc. Vladimir Camelo vladimir.professor@gmail.com 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com 1 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com

Leia mais

Um projeto em rede na Administração Pública. 2015 espap Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I.P. Direitos reservados.

Um projeto em rede na Administração Pública. 2015 espap Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I.P. Direitos reservados. Um projeto em rede na Administração Pública 2015 espap Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública, I.P. Direitos reservados. 1 Missão Assegurar a obtenção de ganhos de eficácia e eficiência,

Leia mais

MEDI T FINANCE CONTABILIDADE CONSULTORIA

MEDI T FINANCE CONTABILIDADE CONSULTORIA AMedi T Finance é a mais recente aposta do Grupo Medi T. É uma organização multidisciplinar que presta serviços profissionais nasáreas da Assessoria Financeira, Contabilidade, Auditoria e Consultoria.

Leia mais

Nagios XI Soluções de Monitorização

Nagios XI Soluções de Monitorização Nagios XI Soluções de Monitorização O Nagios é uma solução líder de mercado na área da monitorização e alarmística, desenvolvido pela software house Norte Americana com o mesmo nome. O Nagios XI é uma

Leia mais

PÚBLICA, PRIVADA OU HÍBRIDA: QUAL É A MELHOR CLOUD PARA AS SUAS APLICAÇÕES?

PÚBLICA, PRIVADA OU HÍBRIDA: QUAL É A MELHOR CLOUD PARA AS SUAS APLICAÇÕES? PÚBLICA, PRIVADA OU HÍBRIDA: QUAL É A MELHOR CLOUD PARA AS SUAS APLICAÇÕES? As ofertas de cloud pública proliferaram e a cloud privada popularizou-se. Agora, é uma questão de como aproveitar o potencial

Leia mais

Executive breakfast Planeamento, Controlo e Gestão de Recursos Públicos. 24 de Fevereiro de 2015

Executive breakfast Planeamento, Controlo e Gestão de Recursos Públicos. 24 de Fevereiro de 2015 Executive breakfast Planeamento, Controlo e Gestão de Recursos Públicos 24 de Fevereiro de 2015 1 Agenda 08:00-8:30 Recepção 08:30-8:45 Abertura Margarida Bajanca, Partner Deloitte 08:45-9:30 Melhores

Leia mais