Enterprise Services Integration Transformar Funcionalidades em Serviços

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1 Enterprise Services Integration Transformar Funcionalidades em Serviços A complexidade dos sistemas de informação para as organizações no sector da saúde representa um desafio global que se traduz no aumento exponencial de riscos e encargos. A arquitectura aplicacional neste sector é um tema que deve ser devidamente avaliado e planeado e para o qual existem actualmente soluções que permitem endereçá-lo sem disrupção do serviço operacional dos hospitais. Bruno Santiago Correia (Manager LCG) Enquadramento A rápida evolução dos modelos de negócio no sector da saúde em Portugal a par com a evolução verificada noutros sectores de actividade, exige da utilização das tecnologias de informação uma agilidade e eficácia em constante processo de melhoria. A utilização da informação é um factor crítico de sucesso para qualquer organização, quer do ponto de vista interno, quer na articulação com clientes, parceiros e fornecedores. No sector da saúde, verifica-se que o alinhamento estratégico com as evoluções do mercado, com as regulações da tutela e com a introdução de boas práticas por parte dos organismos competentes é cada vez mais uma preocupação prioritária. A complexidade e evolução das actividades clínicas e não-clínicas dos hospitais têm sido acompanhadas pelos fornecedores de tecnologia cujo mercado, para a área da saúde, é já bastante vasto com inúmeras soluções aplicacionais desenvolvidas para os mais variados fins. Não é invulgar encontrarem-se hospitais com uma arquitectura aplicacional composta por dezenas de aplicações diferentes, entre as que são de utilidade exclusivamente clínica, a aplicações de gestão de recursos financeiros, logísticos, de pessoal, aplicações dirigidas a áreas de investigação e as que funcionam como ferramentas de suporte à decisão, entre outras. O leque de aplicações é não só extenso em número mas também heterogéneo no que diz respeito à sua natureza, objectivo e suporte tecnológico. Os novos desígnios no sector da saúde, criam oportunidades de continuar a gerar novos sistemas e aplicações que contribuam cada vez mais para um aumento na qualidade do serviço prestado pelas instituições hospitalares. Esta amplitude de necessidades cria inúmeros projectos e iniciativas que, quer pelo seu carácter de urgência, quer pela sua aparente simplicidade ou especificidade, acabam por gerar iniciativas isoladas que resultam em silos de informação e funcionalidades estanques na arquitectura dos sistemas de informação de uma organização, dificultando a sua participação nos processos e actividades operacionais de carácter transversal. O isolamento da informação é gerador de uma complexidade na arquitectura aplicacional e dá origem a situações de redundância, inconsistência de dados, duplicação de esforço e à promoção do uso de papel associado aos processos, criando dificuldades ao nível da visão integrada dos mesmos, e consequentes obstáculos à actividade dos profissionais de saúde. Este desafio real direcciona os hospitais a planearem uma evolução para uma arquitectura de integração aplicacional que resolva estes constrangimentos e que garanta a introdução de novos sistemas com baixo impacto para a arquitectura existente e para a prestação continuada dos serviços. Uma arquitectura integrada e consolidada permitirá a resolução de problemas como a existência de erros, as duplicações de informação e a inconsistência dos dados. A integração aplicacional permite também que as trocas de informação dos processos sejam facilitadas e que a disponibilização de informação de gestão passe a ser uma tarefa mais abrangente, fiável e rápida. LGC

2 Situação Actual em Portugal Actualmente, e para enfrentarem estes desafios, os hospitais portugueses recorrem, por norma, a soluções únicas de HIS (Hospital Information System) com a perspectiva de ter uma plataforma centralizada que responda de forma adequada a todas as necessidades da gestão hospitalar. Clínica A Clínica B Esta noção de one size fits all!, isto é, uma solução única para todas as necessidades, é representada por algumas das soluções verticais de HIS que encontramos em utilização em Portugal de como são exemplo os sistemas SONHO, HOSIX ou SINUS. Outras s HIS Clínica C Porque esta abordagem de plataforma tecnológica única para responder aos desafios que nascem na e da complexidade de um hospital nunca é suficiente, estes são, ao longo do tempo, endereçados com outras aplicações e soluções que ao serem adquiridas e implementadas vão aumentando exponencialmente o grau de complexidade na gestão e manutenção da arquitectura aplicacional, replicando os problemas apontados anteriormente. As organizações hospitalares devem definir como objectivo, estabelecer um modelo de integração aplicacional que lhes permita prepararem-se para responder às constantes mudanças e solicitações de uma forma ágil e com impacto reduzido e controlado. Posteriormente deverão definir um plano de implementação do modelo adoptado. Esta realidade é evidente neste sector pois, em termos gerais, verifica-se uma falta de uniformização da informação e dos seus formatos, quer para as áreas clínicas quer para as administrativas e as dificuldades em extraír informação destes sistemas tornam-se óbvias e críticas. Em suma, verifica-se que a necessidade de um modelo universal de integração aplicacional é um problema comum aos hospitais, promovido pela diversidade dos sistemas de informação de suporte às actividades clínicas, administrativas, e outras, que conduz a uma maior verticalização dos produtos desenvolvidos pelos fornecedores. Neste contexto as instituições hospitalares vivem uma situação que as torna reféns da tecnologia e dos seus fornecedores, cuja capacidade de resposta raras vezes é a necessária para fazer face às mais diversas solicitações. As aplicações existentes facilmente constituem ambientes complexos e distintos, e criam dificuldades na obtenção de informação por parte dos processos da actividade hospitalar. O conjunto das integrações aplicacionais ponto-a-ponto, é complexo, vasto (basta um pequeno cálculo das combinações possíveis para se perceber a sua dimensão), e dificilmente reaproveitável em novas situações dada a sua especificidade. Esta complexidade tem indexada a si um enorme custo de manutenção, quer correctiva, quer evolutiva e custos globais de gestão da arquitectura no seu todo. Adicionalmente, este estado de coisas obriga à transferência manual de informação entre sistemas com todos os riscos que essa operação acarreta, em particular a probabilidade de erros, perda de informação, qualidade dúbia dos dados, segurança da informação, entre outros. Adm. X Em resumo esta situação caracteriza-se por: 1. Uma preocupante complexidade da gestão de aplicações, que aumenta exponencialmente sempre que é incluída uma nova aplicação na infra-estrutura tecnológica. 2. A redundância de informação provocada pela existência dos mesmos dados nos diferentes sistemas, que sendo uma realidade passa a criar problemas de inconsistência e duplicação de esforço. Imagine-se a alteração dos dados demográficos de um doente, em quantos sistemas terá de ser actualizada dentro de um hospital. E não ficou nenhum esquecido? E a morada ficou escrita da mesma forma em todos os sistemas? E não foram cometidos erros na introdução dos dados? 3. Erros na informação, conforme descreve o ponto anterior, porque a introdução manual da mesma informação em diferentes sistemas acarretam riscos de introdução incorrecta. 4. Com o aumento da complexidade da arquitectura aplicacional, aumenta também o esforço de inclusão e integração de novas aplicações exigindo um maior esforço e consequentemente um custo mais elevado. 5. Apesar dos avanços tecnológicos, o meio hospitalar é um dos sectores onde se verifica uma maior resistência ao abandono do papel. 6. Dependência de fornecedores externos, em particular do fornecedor da plataforma HIS e respectivo know-how tecnológico no qual assentam as principais actividades administrativas dos hospitais. 7. Dependência da disponibilidade da plataforma HIS que centraliza a maior parte das funcionalidades necessárias numa plataforma/infra-estrutura única. 8. Resistência à mudança dos profissionais de saúde, aquando da introdução de novos sistemas de informação de suporte à actividade ou alterações aos sistemas existentes. 9. Trade-off entre a abordagem Chave-na-mão (one size fits all) e a flexibilidade e agilidade dos sistemas. 10. Orientação à eficiência e qualidade que obriga a alterações ao nível organizacional altamente dependentes de uma plataforma de sistemas de informação que seja ágil, fiável e simples. 11. Reorganização da infra-estrutura através da integração aplicacional e abertura ao exterior, para circulação de dados dos utentes e prestação de contas à tutela. LGC Adm. Y

3 Integração Aplicacional Existem mecanismos cuja utilização se correctamente planeada e executada, permitem ultrapassar estes desafios e reduzir a complexidade dos sistemas. A transformação das funcionalidades de cada aplicação em serviços transversais e acessíveis é a solução ideal para ultrapassar os desafios evidenciados atrás, o que se consegue através da criação de um Repositório Virtual de Serviços (RVS). Para isso são utilizados conceitos complementares como os que se descrevem de seguida. A integração aplicacional, conhecida como EAI (Enterprise lication Integration) permite garantir a total integração dos sistemas, entre si e com sistemas externos - portais com informação, transacções públicas, intranets, sistemas clínicos, entre outros diminuindo a redundância e o risco de inconsistências nas bases de dados dos sistemas. Permite também a publicação de todos os serviços disponíveis, de acordo com as regras de negócio estabelecidas. O EAI confere às organizações uma maior utilidade dos sistemas de informação que passam a responder de forma mais rápida e ágil, sendo um factor crítico para a mudança. A integração aplicacional permite: Reduzir custos Eliminar assimetrias de informação Garantir maior produtividade e maior acessibilidade Gerar uma fonte de conhecimento e suporte à decisão Assegurar a equidade no alinhamento estratégico Adicionalmente, os sistemas de informação estruturados numa arquitectura que garanta integridade e consistência dos dados permitem também, por um lado, a utilização de informação de gestão credível, atempada e auditável, e por outro a eliminação de papel e menor dependência de burocracia. Resumidamente, a implementação de uma arquitectura aplicacional integrada de acordo com as boas práticas de EAI, confere às organizações as seguintes vantagens: Manutenção da utilidade de aplicações antigas, conferindolhes flexibilidade Integração de novas aplicações com esforço reduzido Redução de custos futuros relativos a actualizações tecnológicas Aumento da produtividade na organização Eliminação da redundância ou inconsistência de dados Eliminação da granularidade dos dados e dos silos funcionais Envolvimento de utentes, parceiros e fornecedores nos processos Redução da dependência de fornecedores, tecnologias e sistemas Redução da utilização do papel e das actividades manuais de introdução/actualização da informação Monitorização da qualidade de serviço e das interacções entre sistemas, cujas trocas de informação constituem uma ferramenta de análise de relevo Um projecto de integração aplicacional não deve ser um projecto disruptivo, devendo sim, ser executado de forma faseada e criando condições para evoluir progressiva e planeadamente. Este tipo de projectos obriga a alguns cuidados pela sua natureza e dada a falta de metodologias standard para projectos de integração aplicacional (o que ainda hoje é uma realidade). Para além do ponto referido anteriormente, lidar com diferentes sistemas Legacy (sistemas proprietários específicos, considerados obsoletos mas ainda em utilização) pode ser uma tarefa muito complexa, com elevados níveis de esforço associado caso os sistemas sejam fechados. Também o carácter transversal destas iniciativas deve ser considerado à luz do risco inerente que terá que ser gerido uma vez que vai exigir uma ágil comunicação e coordenação entre diferentes unidades funcionais na organização. O planeamento cuidado e rigoroso é também um dos factores a ter em conta na implementação de um projecto de EAI. Todos estes desafios para serem colocados em prática devem contar com o envolvimento da gestão de topo da organização para garantir um alinhamento com a estratégia em curso. As principais dimensões a considerar para garantir o sucesso de um projecto de mudança como este são: A Organização e as Pessoas (responsabilidades, cultura, acompanhamento) Os Processos e as Regras (ciclo de vida dos activos, reengenharia e optimização) As Tecnologias e as Ferramentas (criação de padrões, middleware aplicacional) Através das práticas de EAI é criado um mecanismo de mediação das transações entre aplicações designado por ESB (Enterprise Service Bus) que permite a racionalização e normalização dos mecanismos de integração. O ESB é uma camada de abstracção que centraliza as diversas integrações numa perspectiva de consolidação e reutilização garantindo a mediação dos processos de integração, eliminando dependências ponto-a-ponto e assegurando as transformações associadas às trocas de informação. Esta componente assegura o carácter generalista e independente necessários a qualquer arquitectura de integração aplicacional. Em resumo, as principais funções de um ESB são: Virtualizar a localização e identidade dos sistemas participantes Converter os diferentes tipos de protocolos usados pelos sistemas participantes Transformar os formatos das mensagens em formatos universais Gerir a qualidade de serviço das várias interacções Distribuir a informação e os eventos entre os sistemas participantes LGC

4 Arquitectura Orientada a Serviços (SOA) Resolvidos os problemas de inconsistência e redundância, o próximo desafio é o de transformar as funcionalidades das aplicações em serviços. Para isso existem as arquitecturas Service Oriented Architecture (SOA). Uma arquitectura SOA representa uma camada de abstracção entre os sistemas de informação e os seus clientes transformando funcionalidades descentralizadas e de difícil acesso em serviços centrais partilhados, sintacticamente claros e de fácil acesso. Uma arquitectura orientada a serviços confere a uma organização a Agilidade, Capacidade de Reutilização, Dinamismo e a consequente Redução de Custos necessárias para dar resposta aos constantes desafios de mudança e adaptação permitindo, ao mesmo tempo, capitalizar os investimentos anteriores em sistemas de informação. Com o SOA a capacidade de resposta aumenta, assim como o grau de autonomia relativamente ao desenvolvimento dos sistemas que dão suporte à actividade da organização. Estas transformações pressupõem uma nova abordagem, para que as organizações passem a estar orientadas ao processo e não à função. Nesse sentido é importante perceber que os processos críticos se estendem na cadeia de valor e para fora da organização o que obriga a uma maior agilidade e dinamismo. Enterprise Services Integration (EAI + SOA) Em síntese, os benefícios de um modelo de integração e disponibilização das funcionalidades dos sistemas de informação como serviços, são os seguintes: Mudança sem Disrupção: mudança faseada sem disrupção para um novo paradigma totalmente flexível num ambiente controlado e sem significativas dependências de terceiros; Escalabilidade Funcional: possibilidade de adicionar funcionalidades que não se encontrem implementadas no HIS central e de as tornar acessíveis independentemente da sua localização, tecnologia ou fornecedor; Centralização da Informação: Criação de um local único (por exemplo num Portal Intranet) de acesso a toda a informação e serviços; Ligação a entidades externas: maior facilidade de integração funcional com novas s de Saúde e Centros de Saúde promovendo os critérios de referenciação clínica na circulação de doentes. s Clínicas s Administ. Outras s Repositório Virtual de Serviços S S S S S S S S S S S S Sistemas de Informação HIS Integridade: garantia de integridade dos dados, com eliminação de redundância de repositórios de informação, eliminação de duplicação de esforço no registo dos dados e diminuição da probabilidade de ocorrência de erros; LGC

5 Metodologia Para implementação de um projecto desta complexidade a LCG obedece a uma metodologia muito rigorosa baseada num planeamento cuidado e uma atenção constante à gestão da mudança (incluindo uma gestão de riscos, altamente focada). Fase I : Levantamento Fase II : Roadmap Fase III : Acompanhamento Identificação do alinhamento estratégico da organização; Levantamento de Informação Organizacional e Tecnológica; Levantamento das necessidades de Informação e Principais Processos Origem da Informação Arquivo da Informação Casos de Duplicação Utilidade da Informação Integrações Existentes Necessidades Futuras Mapeamento Aplicações/Processos Mapeamento Utilizadores/Processos; Levantamento da Arquitectura Aplicacional Actual; Identificação dos Projectos em Curso; Identificação dos Requisitos de Integração e Riscos Associados. Entregáveis Listagem dos recursos tecnológicos existentes; Desenho da Arquitectura Aplicacional Actual; Identificação de Metas a atingir; Definição e Desenho da Visão Futura e Integrada; Recomendações Processuais e Tecnológicas; Definição e Análise de Impacto das Principais Iniciativas; Elaboração de um Plano de Acção onde se identificam esforços, prioridades, precedências e riscos; Entregáveis Desenho da Arquitectura Aplicacional Futura; Plano de Comunicação; Lista de Recomendações; Programa de Transformação. Definição de Requisitos para os Projectos e Iniciativas; Avaliação e Selecção de Soluções e Fornecedores; Acompanhamento de Implementação Gestão de Projecto e Gestão da Mudança; Definição e Gestão de Regras de Implementação; Gestão de Fornecedores e respectivos contratos. Entregáveis Solução de Integração Aplicacional; Próximos passos: Definição de KPIs sobre a plataforma de Integração; Criação de um scorecard de monitorização e avaliação de performance da integração aplicacional. Conclusão Esta nova arquitectura totalmente integrada e disponível, permitirá que sobre ela possam ser desenvolvidos e mantidos projectos transversais e estruturantes como são disso exemplo (i) um Processo Clínico Electrónico; (ii) um Sistema de Alarmística/ Notificação (por exemplo, para notificar um médico que um exame está pronto); um sistema de (iii) Prescrição e/ou Requisição Electrónica entre outras iniciativas cujos custos, e rapidez de implementação serão incomparavelmente inferiores. Definições EAI (Enterprise lication Integration): planeamento, metodologia e ferramentas destinadas à modernização, consolidação e coordenação de aplicações na empresa determinando o papel que cada uma dessas aplicações representa na arquitectura integrada. SOA (Service-Oriented Architecture): estrutura/plataforma base para suportar as comunicações entre serviços relacionados com sistemas de informação. O SOA define como as várias aplicações devem interagir por forma a partilhar serviços entre si. ESB (Enterprise Service Bus): infra-estrutura orientada a serviços web (web services) que suporta comunicações inteligentes entre componentes aplicacionais distintos. LGC

6 Conheça algumas das nossas soluções e serviços: Consultoria Suporte à decisão multicritério: Apoio ao Lançamento e Avaliação de Propostas do Concurso Público. Identificação de requisitos e elaboração de caderno de encargos. Processos de avaliação multicritério (elevada complexidade e objetivos conflituantes) e modelos de avaliação de requisitos. Análise e classificação de fornecedores e propostas. Apoio à tomada de decisão. Consultoria Operação: Desenho e reegenharia de processos. Desenho e implementação de sistemas de avaliação de desempenho operacional Métricas, Balanced Scorecard, Reporting. Optimização da Gestão das Operações - Planeamento logístico, sequenciamento de atividades, gestão de produção, armazéns e compras. Consultoria Modelo Integrado de Gestão de Capital Humano: Gestão de competências e modelos de avaliação de desempenho. Definição de sistemas de remuneração e incentivos. Monitorização de carreiras, planeamento de sucessões e captação e retenção de talentos. Gestão de assiduidades. Tecnologia Desenho, Implementação e Manutenção de soluções SAP: Apoio à contratação e acompanhamento de projectos SI. Programas de transformação e implementações SAP. Integração / interligação com outras aplicações e manutenção SAP. Modelos de manutenção aplicacional. LCG Pólo Tecnológico de Lisboa Edifício Empresarial EE3 Sala 218 Estrada do Paço do Lumiar, Lote Lisboa Tel: (+351) LGC

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