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1 Maio 2015 INTERNATIONAL SUPPORT KIT OF OPPORTUNITIES

2 Contexto Económico do País Estrutura Setorial Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades Apoio à Internacionalização do Novo Banco Contactos

3 Ambiente de negócios e fatores chave Ambiente de negócios Facilidade de fazer negócios 127/189 (Doing Business 2015 ranking) Pemba Abertura de empresas 107/189 Proteção dos investidores minoritários Comércio transfronteiriço 94/ /189 Tete Nampula Nacala Liberdade Económica 128/178 (Economic Freedom 2014 ranking) Competitividade 133/144 (Global Competitiveness Index ranking) Beira Quelimane Requerimentos Básicos 133/144 Infraestruturas 128/144 Instituições 127/144 Potenciadores de Eficiência 131/144 Inovação e Sofisticação 120/144 Inhambane Cosec (Risk group) 6 Classificação de 1 (risco menor) a 7 (risco maior) Maputo Convenção Dupla Tributação com Portugal Standard & Poor s (Rating) (Classificação de AAA (menor risco) a D (risco maior, default)) Dívida longo prazo em moeda local Dívida longo prazo em moeda estrangeira Outlook Sim B B Estável Capital: Maputo Língua Oficial: i Português População (Milhões): 26.5 (2014) Área: mil km2 Tempo: GMT +2 Moeda: Metical (MZN) Tipo de Governo: República Unitária Religião: Maioritariamente cristã (católicos 24%), muçulmanos (18%). Fontes: FMI, Banco Mundial, COSEC, World Economic Forum, Global l Heritage. 03

4 Indicadores Macroeconómicos E 2016 E 2017 E PIB Preços correntes EUR mil milhões PIB taxa de crescimento real Percentagem Taxa de Inflação Percentagem Taxa de Câmbio EUR/MZN Balança Corrente Percentagem do PIB Saldo Orçamental Percentagem do PIB E Estimativa. nd n.d. Não disponível. Fontes: FMI, BAD, Bloomberg. 04

5 Integração Internacional SADC South African Development Community A SADC, organização regional de integração económica dos países da África Austral, compreende 300 milhões de consumidores no sul do continente africano. Moçambique é considerado uma porta de entrada para a região. CPLP Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa Constituída pelos seguintes países: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. O Senegal, a Namíbia Geórgia, o Japão, a Turquia e a Ilha Maurícia têm o estatuto de observador associado. Commonwealth of Nations Agrega um conjunto de 55 países, em todos os continentes, que, quase na totalidade, partilharam laços históricos com o Reino Unido. União Europeia As negociações de um APE entre a SADC e a foram finalizadas em Julho O grupo é constituído por África do sul, Botsuana, Lesoto, Moçambique, Namíbia e Suazilândia. Angola tem a possibilidade de integrar o grupo no futuro. O acordo precisa de ser ratificado para ser aplicável. A relação com a, segundo maior parceiro económico do país, tem-se regido pelo APE (Acordo de Parceria Económica) interino assinado em Junho de eeas.europa.eu Estados Unidos da América Moçambique participa no programa AGOA African Growth and Opportunity Act (iniciativa do governo federal norte-americano ao abrigo da qual os países africanos podem exportar, isentos de impostos, os seus produtos para o mercado dos Estados Unidos). agoa.gov EITI Moçambique tem o estatuto de país cumpridor dos princípios da EITI - Iniciativa de Transparência nas Indústrias Extractivas desde Outubro de 2012, 16º país a obter este estatuto a nível mundial.eiti.org Fontes: Comissão Europeia, CIA, NB. 05

6 Contexto Económico do País Estrutura Setorial Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades Apoio à Internacionalização do Novo Banco Contactos

7 Estrutura Setorial do PIB A agricultura ainda representa cerca de 30% do PIB de Moçambique embora a médio prazo se perspetive um importante reforço do peso da indústria extrativa. Repartição do PIB por setores (2012) 3% Indústria extrativa 3% Construção 4% Eletricidade e água 5% Administração, educação e saúde 10.0% Transportes e comunicações 32% Agricultura e pesca 12% Indústria transformadora 14% Serviços financeiros, imobiliários às empresas e outros 17% Comércio e turismo Fonte: OCDE, NB. 07

8 Estrutura setorial da economia (I) SISTEMA FINANCEIRO São atualmente dezoito as instituições financeiras que integram o sistema financeiro moçambicano, contudo, os três maiores bancos concentram mais de 75% dos ativos. O Banco Internacional de Moçambique (BIM), detidopelo grupo português BCP (67%) e pelo Tesouro moçambicano, mantém-se o maior banco do país, 87º maior banco africano, seguem-se, na lista dos maiores bancos moçambicanos, o Banco Comercial e de Investimentos (BCI), do grupo Caixa Geral de Depósitos (51%) e BPI (30%), e o Standard Bank (sul africano). O Novo Banco detêm 49% do capital do Moza Banco (a Moçambique Capitais, investidores moçambicanos, com 51%, mantém-se maioritária). O Moza Banco foi o primeiro banco a ligar-se diretamente à rede SIMO Sociedade Interbancária de Moçambique em Setembro de Os grupos portugueses Visabeira e Amorim (Gevisar S.G.P.S.) detêm uma participação de 36.4% na instituição no Banco Único. A banca portuguesa também está presente no Banco Terra através da Caixa Económica Montepio Geral. Em 2014, o Ecobank Transnational Incorporated (ETI), adquiriu uma participação de 96% no Banco ProCredit Mozambique. Os três maiores bancos fpram também os três mais rentáveis em Um estudo recente divulgado pela Associação Moçambicana de Bancos refere que os 18 bancos comerciais que operam atualmente no país obtiveram lucros de cerca de USD 168 milhões em 2013, num crescimento homólogo de cerca de 32%. A expansão da atividade bancária em Moçambique continua a ser uma prioridade do Banco de Moçambique,tendosubidoonúmerodedistritos com agências bancárias de 27 para 65, num total de 128 distritos, entre 2007 e Atualmente, encontram-se em funcionamento 541 balcões, estando autorizados 590. Maputo é a província com maior rede de serviços financeiros. Principais bancos a operar em Moçambique, 2013 Distribuição provincial das instituições financeiras, 2014 Banco Ativo total Província Nº (USD milhões) Maputo cidade 195 BIM Banco Internacional de Moçambique Maputo Província 52 Nampula 58 BCI Banco Comercial d e Investimentos Sofala 47 Standard Bank Tete 38 Barclays Bank Mozambique Gaza 33 Inhambane 31 Moza Bank Manica 25 Banco Único Zambézia 26 African Banking Corporation (Mozambique) Cabo Delgado 24 FNB First National Bank Moçambique Niassa 12 Fontes: FMI, Banco de Moçambique, KPMG. 08

9 l MOÇAMBIQUE Estrutura setorial da economia (II) Apenas cerca de 10% da área agrícola moçambicana (48 milhões de hectares) se encontra explorada. O país dispõe de grandes possibilidades em termos de irrigação. Grandes bacias hidrográficas permanecem largamente não exploradas (Zambeze, Save, Limpopo). Na base desta falta de aproveitamento está sobretudo a carência de infraestruturas: estradas, irrigação e armazenagem, áreas em que se vem intensificando o esforço de investimento. No contexto dos países da SADC, Moçambique surge como um dos países mais abundantes no fator terra o que, aliado aos baixos índices de mecanização e de utilização de modernas práticas agrícolas, permite a existência de um consenso generalizado sobre o enorme potencial que o setor encerra. Área agrícola não explorada, SADC (Mil km 2 ) AGRICULTURA (I) África do Sul Angola Moçambique Namíbia a r Madagáscar Botswana a Tanzânia a Zâmbia R.D. Congo o Zimbabué Lesoto o Malaw Suazilândia a Maurícia a i Fontes: FAO Statisticalti ti Yearbook 2013, NB. O desenvolvimento do setor agrícola e agro-industrial continua a ser um objetivo prioritário, na luta contra a pobreza e a dependência alimentar externa. O caráter prioritário do setor reflete o alinhamento com os objetivos do Programa Estratégico para o Desenvolvimento Agrário (PEDSA ) que preconiza o crescimento acumulado da agricultura em pelo menos 7% ao ano, a duplicação da produção, a intensificação do repovoamento pecuário, o aumento da capacidade de produção de aves e a boa gestão dos recursos naturais. 09

10 Estrutura setorial da economia (III) AGRICULTURA (II) De modo a aumentar a disponibilidade de alimentos, o Governo continuará a focar a sua atençãonoaumentodaprodução do setor familiar (cereais, legumes e tubérculos), na disponibilização de sementes de qualidade aos camponeses e na construção e reabilitação dos sistemas de rega. O PES 2014 prevê um crescimento de 7.1% na produção agrícola global, com maior contribuição das culturas de rendimento (hortícolas, cana de açúcar e tomate). De igual modo se prevê a reabilitação de mais de 8 mil hectares de regadio no baixo Limpopo (Chókwe), província de Gaza, e a construção de sistemas de regadio nas províncias de Gaza (Xai-Xai, 13 mil hectares), Sofala (Buzi e Nhamatanda, 150 hectares), Manica (190 hectares) e Zambézia (220 hectares). O objetivo é que, até ao final da década, a área de regadio, em Moçambique, tenha mais do que duplicado, atingindo os 60 mil hectares visando impulsionar, particularmente, a produção de arroz, em que tem sido muito relevante a cooperação chinesa, e de hortícolas. O país possui 15 grandes bacias hidrográficas, das quais 9 partilhadas com países vizinhos, com potencial para apoiar o aumento da produtividade e produção agrária. Mais de 80% da área total de terra cultivada é usada para a produção em sequeiro de culturas alimentares básicas, ocupando o milho, a mandioca e os feijões cerca de 60% da área total cultivada. A horticultura ocupa apenas 5% e as culturas de rendimento (cana de açúcar, algodão, chá, oleaginosas, tabaco) são produzidas em apenas 6%. Onde se pratica agricultura de sequeiro, o risco de perda de colheitas devido a condições climáticas desfavoráveis é muito elevado em algumas regiões: ultrapassa os 50% em toda a região a sul do Rio Save e pode chegar a 75% no interior i da Província de Gaza. O setor dos biocombústiveis continua, também, a ser estratégico para a redução da dependência petrolífera do país, área em que têm vindo a investir empresas estrangeiras, nomeadamente a Portucel em parceria com o International Finance Corporation (IFC), direito de uso e aproveitamento de 356 mil hectares nas províncias de Manica e da Zambézia. estando aser testadas várias espécies de eucalipto, tendo em vista o futuro desenvolvimento, 2025, de um projeto integrado de produção florestal, pasta e energia. Na campanha agrícola de 2014 são de destacar entre as culturas de rendimento: o caju, a cana do açucar, o algodão, os hortícolaseotomate,comtaxasdecrescimentoacimade10%.otabaco,oaçúcar,ocajueoalgodãosãoosprodutos tradicionais da exportação de Moçambique. Pela sua maior dimensão e presença na dieta alimentar são de referir, igualmente, as culturas de cereais (milho, sorgo e arroz), de leguminosas (feijão, amendoim) e de mandioca. De acordo com o CEPAGRI Centro para a Promoção da Agricultura, existem significativas oportunidades para a produção de cereais, de frutas, de flores e de hortaliças para o mercado local e para a exportação. O país tem potencial para a intensificação da exploração das culturas do arroz e da soja (muito relevante para o setor pecuário). Fontes: CPI Mozambique, PES 2014, INP, NB. 010

11 Estrutura setorial da economia (IV) RECURSOS PESQUEIROS Moçambique é um país com grandes potencialidades pesqueiras, derivadas da sua localização costeira, com uma extensão de litoral de km e uma Zona Económica Exclusiva (ZEE) de 586 mil km2 de superfície oceânica, possuindo grande diversidade de recursos de pesca. A Pesca industrial e semi-industrial constituem os sub-setores envolvidos em atividades pesqueiras comerciais cuja produção é essencialmente para o mercado externo. Contudo, é importante notar que a estratégia de desenvolvimento, do sub-setor setor da Pesca Artesanal e da Aquacultura, tem como objetivo aumentar a produção nestes subsetores e criar mecanismos de acrescentar valor a esses produtos de forma a que tenham acesso ao mercado internacional, bem como melhorar o abastecimento a nível do mercado interno, contribuindo para a segurança alimentar e nutricional das populações e melhoria das condições de vida. O potencial estimado de recursos pesqueiros é cerca de 300 mil toneladas, sendo cerca de 270 mil toneladas no mar e 30 mil toneladas em águas interiores. O PES 2014 prevê ser atingido, em 2014, um volume global de 220 mil toneladas estando projetado um crescimento de 4.8% na pesca comercial. Os recursos principais da pesca comercial, camarão e kapenta, já atingiram o seu nível máximo de exploração. É, na área da pesca de crustáceos de profundidade d (gamba, lagostim, lagosta e caranguejo) que existe margem para aumentar a produção, assim se disponha dos meios apropriados. Moçambique possui condições climáticas favoráveis e disponibilidade de áreas para o exercício da aquacultura. Em termos de recursos e potencialidade de desenvolvimento da aquacultura marinha, a costa de Moçambique subdivide-sese em: Região Norte (favorável à cultura de bivalves, com condições também adequadas para a cultura de camarão), Região Centro Norte (favorável à cultura de camarão, da tainha e de caranguejo de mangal) e Região Sul (favorável à cultura de camarão e de caranguejo). Zonas específicas, como a Baía de Inhambane e algumas zonas da Baía de Maputo, apresentam condições favoráveis à cultura de bivalves. Existe, também, potencialidade para a cultura de algas marinhas na região norte do país (Cabo Delgado e Norte de Nampula) e na região sul, em Inhambane. O PES 2014 prevê um forte aumento da produção em aquacultura, 40.3%, impulsionada pelo Programa de Massificação de Aquacultura que prevê construir 238 tanques piscícolas e reabilitar 35. Fontes: CPI Mozambique, PES 2012, INP, NB. 011

12 Estrutura setorial da economia (V) RECURSOS MINERAIS E ENERGÉTICOS (I) O setor da energia e recursos naturais desempenha e continuará a desempenhar um papel determinante para o futuro da economia moçambicana. O desenvolvimento de grandes empreendimentos de produção de energia hidroelétrica, a prospeção e exploração de hidrocarbonetos (gás natural e petróleo), a exploração de carvão (Tete), de areias pesadas Moma e Monapo (Nampula) e Chibuto (Gaza) e de outros metais, minérios industriais e pedras preciosas e semipreciosas, serão elementos estruturantes da evolução do país nas próximas décadas. Os últimos anos têm sido marcados pelo anúncio de sucessivas descobertas de gás natural, de grande dimensão, no offshore de Moçambique. As estimativas atuais fixam as reservas de gás descobertas, na Bacia do Rovuma, num valor próximo dos 190 triliões de pés cúbicos. Estão previstos investimentos, na ordem dos 50 mil milhões de dólares, para que a fase de produção e consequente exportação de gás natural, a ter início, previsivelmente, no final da presente década, se torne uma realidade. Segundo as últimas estimativas do relatório da Agência Internacional de Energia (EIA), Moçambique deverá receber USD 115 mil milhões em receitas da exploração dos recursos naturais do país entre 2020 e De acordo com o Instituto Nacional de Petróleo existem 11 concessões activas em Moçambique, destacando-se a Área 1 e a Área 4 a que correspondem mais de 95% do volume de reservas de gás provadas, 190 mil milhões de pés cúbicos. As reservas encontradascolocam Moçambique entre os dez países com maiores reservas de gás natural a nível mundial. A norte-americana Anadarko Petroleum é a empresa operadora da Área 1 com uma participação de 26.5% (os restantes parceiros são a Mitsui&Co do Japão, 20%, a Bharat Petroleum, a ONGC Videsh e a Videocon Industries, todas da Índia, 10% cada, a estatal moçambicana Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, 15%, e a PTT, da Tailândia, 8.5%). Na área de exploração offshore, Área 4, a italiana ENI é a empresa operadora (50%), são ainda parceiros a portuguesa Galp Energia (10%), a sul-coreana Kogas (10%), a chinesa China National Petroleum Corporation (CNPC) e a Empresa Fontes: CPI Mozambique, KPMG, INP, NB. 12

13 Estrutura setorial da economia (VI) Nacional de Hidrocarbonetos de Moçambique (10%). Moçambique poderá vir a tornar-se, em 2020, no segundo maior exportador de gás natural da África Subsariana, apenas atrás tá da Nigéria. i A Petronas da Malásia encontra-se, igualmente, a desenvolver trabalhos e estudos geológicos e sísmicos de exploração de gás natural e petróleo em Moçambique, Áreas 3 e 6. Nas Áreas 2 e 5, o operador principal, a norueguesa Statoil, anunciou o abandono da exploração em Junho do corrente ano. RECURSOS MINERAIS E ENERGÉTICOS (II) Atualmente, os únicos campos de gás em produção no país situam-se na província de Inhambane, Pande e Temane, (jazigos de gás on shore próximos de Vilanculos - Província de Inhambane) de onde é exportado pela sul-africana Sasol, por gasoduto, para a África do Sul. A exploração de Temane iniciou-se em Janeiro de 2004 e a de Pande em As reservas prováveis dos jazigos de Temane e Pande permitem assegurar 35 anos de fornecimento de gás. O gás natural, que está a ser extraído nas localidades de Pande e Temane, chega a Ressano Garcia através de um gasoduto com mais de 800 quilómetros de extensão, seguindo depois para a África do Sul. É na Ásia (China, Índia e Japão) que se encontram os principais clientes potencias do Gás de Moçambique, contudo, o país não se encontra isolado em termos globais, outros países se perfilam (Austrália, EUA, Qatar) com a sua capacidade exportadora atual e projetos em desenvolvimento, como futuros fornecedores de uma procura que se estima crescente e que justificou o crescimento do share do LNG, nas exportações globais de gás natural, de 27.8% para 31.4% entre 2008 e 2013, devendo alcançar 40% até Neste contexto a clarificação do enquadramento legal das atividades, como a recente aprovação das regimes específicos de tributação e de benefícios fiscais da atividade mineira e das operações petrolíferas, vem permitira definição do quadro em que se movem os principais agentes investidores, agilizando o respetivo processo de decisão. Moçambique também é considerado um dos países com maior potencial, a nível mundial, para a produção e exportação de carvão (metalúrgico e energético) podendo d beneficiar i da grande procura existentenomercadointernacional,particularmentepelachina,obrasil,aíndia,ojapãoeacoreiado Sul. Fontes: CPI Mozambique, INP, NB. 13

14 Estrutura setorial da economia (VII) RECURSOS MINERAIS E ENERGÉTICOS (III) Fontes: CPI Mozambique, INP, NB. A maioria dos recursos de Moçambique de carvão estão localizadas na província de Tete, estando também referenciado nas províncias de Manica e Niassa. Grandes empresas internacionais como a brasileira Vale (Moatize) estão a operar em Moçambique. O ano de 2014 tem-se caracterizado pela dupla circunstância de se manterem os indesejados estrangulamentos ao nível do escoamento da produção em paralelo com a quebra dos preços nos mercados internacionais (entre 2011 e 2014, o preço médio da tonelada de carvão no mercado internacional, Coking Coal Queensland, caiu de USD 270 para USD 118), o que levou à venda pela Rio Tinto de ativos em Moçambique à empresa estatal t indiana Intenational ti Coal Ventures Pi Private Limitedit registando it elevados prejuízos. Moçambique poderá ter reservas superiores a 23 mil milhões de toneladas de carvão mineral cuja exploração deverá tornar o País, a médio prazo, no maior exportador de carvão do continente africano. A melhoria das infraestruturas rodoviárias e ferro-portuárias, para o escoamento do carvão, é um fator fundamental para que os projetos de prospeção, p sobretudo na província de Tete, possam ser viabilizados. Algumas empresas estão a realizar estudos de viabilidade técnico-económica, ou mesmo iniciar a fase de exploração e transformação de metais básicos como o ferro, o cobre, o níquel e o zinco, e também a exploração de grafite (Cabo Delgado), fosfatos-fertilizantes (Nampula) e ouro (Manica). A irlandesa Kenmare Resources tem investido na extração de ilmenite (minério preliminar do titânio), zircão e rútilo Preço médio da tonelada de carvão no mercado internacional, Coking Coal Queensland, (Novembro)

15 Estrutura setorial da economia (VIII) Os grandes projetos na indústria extrativa, a energia, os transportes e o imobiliário têm suportado o aumento da procura do mercado da construção em Moçambique. O crescimento económico do país requer investimentos nas respetivas infraestruturas, desenvolvidas em torno dos três principais corredores logísticos (Maputo, Beira e Nacala) que servem, não apenas as exportações de carvão, mas também o desenvolvimento dos outros setores da economia nacional e a ligação aos países do hinterland. Moçambique, através das suas infraestruturas rodoviárias e ferroviárias possibilita o acesso ao mar dos países vizinhos sem costa (Zâmbia, Malawi, Zimbabué, Suazilândia, R.D. Congo, Botswana) sendo estas também indispensáveis ao desenvolvimento do interior do país. CONSTRUÇÃO E INFRAESTRUTURAS (I) A linha férrea do Sena duplicou a sua capacidade para 6.5 milhões de toneladas por ano em 2013, embora ainda seja insuficiente para atender à procura. A empresa estatal Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), pretende prosseguir obras de expansão no sentido de permitir uma capacidade de transporte na Linha do Sena de 20 milhões de toneladas ano até Em paralelo, a remodelação do terminal de carvão do porto da Beira, inaugurada em Junho de 2012, para operar 6 milhões de toneladas por ano vem oferecer um sistema moderno de receção e descarregamento de vagões, armazenamento e carga de navios. Igualmente importante será a prevista recuperação da linha de Machipanda, permitindo a ligação da Beira ao Zimbabué e possivelmente a um ramal ferroviário a ser construído para ligação a Moatize. Fontes: CPI Mozambique, EDM, PES 2014, INP, NB. A subsidiária moçambicana do grupo brasileiro Vale está a financiar a construção de uma linha de caminho- de- ferro entre Moatize e Nacala, com passagem pelo Malawi. Também se prevê a construção de um corredor logístico que inclui a construção de um terminal portuário na baía de Nacala que, contrariamente à linha concebida pela Vale transitaria sempre por território Moçambicano. Também se prevê o desenvolvimento docorredor ferro-portuários Tete-Macuse (Quelimane) e do corredor ferroviário Mutarra-Mutuali, ligando a Linha do Sena com o corredor de Nacala. Este investimento é particularmente necessário onde há potencial de recursos minerais e agrícolas, para potenciar os investimentos efetuados e o respetivo impacto sobre o tecido económico e social. 15

16 Estrutura setorial da economia (IX) Na área da energia, a construção de uma ligação elétrica entre o centro, Tete, e o sul de Moçambique, projeto a decorrer até 2016, será determinante para aumentar a cobertura elétrica do país e a fiabilidade do fornecimento. De um modo geral, as infraestruturas de transporte rodoviárias, ferroviárias, portuárias, aeroportuárias e energéticas necessitarão de ser melhoradas para responder ao crescimento económico do país. Estima-se que Moçambique possua MW de potencial energético, o que corresponde a uma produção média anual de GWh. A maioria do potencial está localizado no Rio Zambeze. De entre as localizações já estudadas destaca-se o potencial hidroelétrico de Cahora Bassa, Mphanda Nkuwa, Boroma e Lupata. Até à data, o único potencial desenvolvido é a central hidroelétrica de Cahora Bassa (2 075 MW), a montante de Mphanda Nkuwa. CONSTRUÇÃO E INFRAESTRUTURAS (II) Em Moçambique há também um grande potencial de investimento na área da habitação, estimando-se se um déficit de 2.5 milhões de fogos e respetivas infraestruturas de água, saneamento, energia e acessibilidade. A região de Maputo, de Pemba e Tete, têm sido alvo de especial interesse por parte dos investidores no mercado imobiliário. O Governo moçambicano pretende, também, o envolvimento de investidores privados na área das energias renováveis, de forma a aumentar o número de pessoas com acesso à eletricidade no país. O Governo aprovou, o em Maio 2011, a estratégia de desenvolvimento de energias renováveis eis para os próximos quinze anos. Fontes: CPI Mozambique, PES 2011, INP, NB. O Plano de Desenvolvimento de infraestruturas da SADC, Plano Mestre Regional para as Infraestruturas, num valor global de aproximadamente USD 500 mil milhões, destina-se à melhoria dos sistemas it de transportes, t de comunicações, de geração e distribuição de energia, de abastecimento de água, e de equipamentos turísticos em toda a região. O plano deverá ser implementado em três fases de cinco anos, abrangendo o período Este Plano pretende já refletir odesafioque, ao nível das infraestruturas, a recém criada Área Tripartida de Comércio Livre (T-FTA) abrangendo a SADC, a COMESA (Mercado Comum da África oriental e Austral) e a EAC (Comunidade da África Oriental) lança aos estados da região. Fonte: EDM. Projecto CESUL Linha HVDC 800 kv (Linha de 1274 Km projeto Cesul que liga diretamente a subestação de Cataxa (Tete) e a subestação de Maputo) Linha HVDC 400 kv (Linha de 1353 Km projeto CESUL que liga as subestações de Cataxa, Matambo, Inchope, Vilanculos, Chibuto, Moamba e Maputo) Linha já existente de ligação entre a HCB e a África do Sul 16

17 Estrutura setorial da economia (X) A produção industrial tem crescido a uma taxa média anual acima dos 5% no decurso dos dois últimos anos, prevendo-se que atinja os 5.6% em Os setores que manifestam maior potencial de crescimento são o dos cimentos, o mobiliário, o das indústrias alimentares e bebidas e também o da fabricação de produtos metálicos, máquinas e equipamentos. Depoisdaagriculturaedocomércioeturismoaindústria transformadora é a principal componente do Pib Moçambicano, 12%. A perspetiva de desenvolvimento dos grandes projetos, com potencial de arrastamento sobre a economia do país, constitui uma oportunidade para a criação de uma base industrial nacional, suscetível de fornecer as novas procuras que inevitavelmente se gerarão e que de outra forma seriam inevitavelmente canalizadas para a importação. O consumo deverá crescer acima de 10% até ao final da década. INDÚSTRIA A indústria alimentar e de bebidas, mantém uma forte dinâmica, estima-se um crescimento da produção próximo dos 10% em 2014, com particular destaque para a produção de óleo, transformação de cereais, produção de produtos de pastelaria e de alimentos para animais e de bebidas. A indústria metalúrgica de base, é a que maior peso tem ao nível da índustria transformadora, acima de 60% (neste subsetor inclui-se a maior empresa a operar em Moçambique: Mozal (fábrica de alumínio) e a Capital Star Steel no subsetor do ferro e aço que se instalou na Zona Franca de Beloluane (Maputo). Simbólica, pela demonstração de capacidade representada, foi a conclusão na Machava (Matola), da primeira fábrica de automóveis de Moçambique, projeto conjunto de Moçambique e da China, numa fase inicial prevê-se a produção de 30 mil Matchedjes, designação adotada para os veículos. Foram criadas zonas francas em que as empresas podem beneficiar de isenções fiscais especiais (rendimentos, IVA, direitos aduaneiros): A Zona Económica Especial - ZEE de Nacala, a Zona Económica Especial - ZEE de Manga-Mungassa (Beira), a Zona Económica Especial - ZEE de Mocuba (Zambézia) e a Zona Franca Industrial de Beloluane (Maputo). No âmbito das suas atribuições e competências, o GAZEDA - Gabinete das Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado, pode garantir o acesso aos mencionados incentivos. Fontes: CPI Mozambique, PES 2014,, INP,, NB. 17

18 Estrutura setorial da economia (XI) Apesar do peso ainda diminuto no PIB do país, cerca de 3.2% (7.6% se considerarmos os efeitos indiretos), o setor do turismo tem vindo a recuperar o seu potencial, quer pela atração de investimentos que têm reforçado a capacidade de alojamento e a qualidade do produto oferecido, quer pela melhoria das infraestruturas de comunicações e transporte. As expectativas do WTTC World Travel and Tourism Council preconizam uma taxa média de crescimento anual de aproximadamente 6% nos próximos dez anos. A maioria dos turistas que se deslocam a Moçambique é proveniente da África do Sul. O Malawi, o Zimbabué, a Suazilândia, Portugal, a Alemanha, o Reino Unido e os Estados Unidos da América são os principais mercados emissores para Moçambique. A expansão da indústria mineira irá continuar a contribuir para um forte crescimento do segmento de turismo de negócios nos próximos anos. Também a redução da tensão político-militar registada nas regiões centro e norte de Moçambique no úlitmo ano deverá contribuir para a retoma deste setor. TURISMO O Governo declarou, em Julho 2011, quatro Zonas de Interesse Turístico, locais que apresentam condições naturais e culturais para a exploração do turismo: Pemba e Baía de Pemba (província de Cabo Delgado), áreas dos distritos do Lago e Lichinga (província de Niassa), concelho da Ilha de Moçambique e áreas do distrito de Mossuril Matibane e Ilhas Crusse e Jamali (província de Nampula), e Inhassoro(província de Inhambane).. Moçambique, através do desenvolvimento de projetos em locais específicos, pretende transformar estas províncias em importantes polos de desenvolvimento de turismo de alta qualidade. Os mercados de nicho estratégicos para Moçambique, segundo o Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Turismo em Moçambique são: i) Pesca de alto mar e mergulho; ii) Caça, observação de pássaros e ecoturismo; iii) Cruzeiros ; iv) Luxo (ilhas tropicais); v) Cultural., O Inatur Instituto Nacional do Turismo é o responsável pela promoção do desenvolvimento do setor do turismo, a classificação dos estabelecimentos turísticos, o desenvolvimento das zonas de interesse turístico, o desenvolvimento de estudos e programas de desenvolvimento e a promoção das atividades turísticas Lago Lichinga Ilha de Moçambique Inhassoro Pemba e Costa Leste até Murrébué Baia de Pemba Mossuril Fontes: Inatur, PES 2014 WTTC, NB. 18

19 Contexto Económico do País Estrutura Setorial Comércio Internacional, Bilateral com Portugal e Oportunidades Apoio à Internacionalização do Novo Banco Contactos

20 Comércio Internacional - Parceiros Importações de Moçambique por país, 2013 Exportações de Moçambique por país, 2013 Ranking País 2013 Share TCMA Share Ranking País (EUR Milhões) (%) (%) (EUR Milhões) (%) (%) TCMA África do Sul Holanda Emiratos Árabes Unidos África do Sul China Índia Singapura EUA Bahrein China Portugal Portugal Holanda Suiça Índia Zimbabwe Kuwait Espanha Reino Unido Tanzânia Fonte: UN Comtrade, DESA/UNSD. 20

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