SUMÁRIO. Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 1

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1 SUMÁRIO 1. INFORMAÇÕES GERAIS CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO LOCALIZAÇÃO DA ÁREA DO EMPREENDIMENTO OBJETIVOS DEFINIÇÕES E NORMAS CLASSIFICAÇÃO RESÍDUOS CLASSE A RESÍDUOS CLASSE B RESÍDUOS CLASSE C RESÍDUOS CLASSE D REFERENCIAL TEÓRICO VOLUME ESTIMADO CARACTERIZAÇÃO CONFORME A CLASSE ESTIMATIVA DE VOLUME DE RESÍDUOS GESTÃO NO CANTEIRO DE OBRAS ORGANIZAÇÃO DO CANTEIRO LIMPEZA TRIAGEM TREINAMENTO ACONDICIONAMENTO TEMPORÁRIO DISPOSITIVOS E ACESSÓRIOS FLUXO DOS RESÍDUOS AÇÃO, REMOÇÃO E DESTINAÇÃO DOS RESÍDUOS PLANO DE CONTINGÊNCIA REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 1

2 1. INFORMAÇÕES GERAIS DADOS DO CONTRATANTE RAZÃO SOCIAL Multiplan Greenfield VII Empreendimento Imobiliário Ltda CNPJ / ENDEREÇO Av das Américas, 4200, Bl. 02, Sala 501, Barra da Tijuca - RJ TELEFONE: (11) TIPO DE ATIVIDADE ENDEREÇO ÁREA CONSTRUÍDA DADOS DO EMPREENDIMENTO Shopping Center - Parkshopping Canoas Rua Dr. Sezefredo Azambuja Vieira, s/n.º, Canoas - RS ,04m² RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA ELABORAÇÃO DO PGRCC RAZÃO SOCIAL Ekosolo Engenharia e Consultoria Ambiental Ltda CNPJ / IDENTIFICAÇÃO Eng. Ambiental Alexandre Witt REGISTRO CREA: D TELEFONE: (51) RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA IMPLANTAÇÃO DO PGRCC RAZÃO SOCIAL Multiplan Greenfield VII Empreendimento Imobiliário Ltda CNPJ / IDENTIFICAÇÃO Eng. Anderson Marques Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 2

3 2. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO O empreendimento será implantado em uma área de ,61m², localizada na Av. Dr. Sezefredo Azambuja Vieira, Bairro Marechal Rondon, Canoas. Trata-se de um complexo urbano, compreendendo uma área total construída de ,18m². Deste total será edificado um shopping center com área construída de ,09m². A este agregam-se um edifício comercial composto por 10 pavimentos e 216 salas com área construída de ,71m², um hotel com 07 pavimentos e 204 quartos com área construída de 6.859,18m² e um apart-hotel composto por 07 pavimentos e 102 apartamentos perfazendo área construída de 6.894,19m². Quadro 01: Total de área construída - Shopping. SHOPPING CENTER DESCRIÇÃO ÁREA DESCRIÇÃO ÁREA Academia 2.141,92 m² Espaço Multiuso 797,28 m² Achados e Perdidos 13,70 m² Estacionamento ,74 m² Ambulatório 95,21 m² Financeiro 90,48 m² Área Técnica 1.981,38 m² Fraldário / Lactário 58,10 m² Arquivo 65,24 m² Galeria Técnica 1.514,08 m² Auditoria 34,62 m² Loja ,68 m² Banheiro 10,62 m² Hall ,88 m² Banheiro Família 50,62 m² Merchandising 22,62 m² Banheiro Feminino 588,81 m² Mezanino ,14 m² Banheiro Masculino 539,66 m² Operações 104,64 m² Banheiro PNE 57,14 m² Recepção 55,92 m² Base de Limpeza 171,26 m² Refeitório 144,30 m² Casa de Bombas 157,89 m² Reservatório Inferior 252,74 m² Casa de Máquinas 2.572,02 m² Reunião 85,24 m² Central de Segurança 68,72 m² SAC 36,92 m² Centro de Convenções 2.485,81 m² Sala de Preleção 85,63 m² Centro Ecumênico 117,86 m² Sala de Reunião 45,24 m² Cinema 3.042,99 m² Sala de Treinamento 141,16 m² Circulação 111,45 m² Sala Supervisão Estacionamento 53,56 m² Copa 18,00 m² Serviços Gerais 20,00 m² Correio 53,43 m² Superintendência 98,82 m² Depósito 108,52 m² Vestiário Feminino 118,48 m² Doca 508,88 m² Vestiário Masculino 138,92 m² Escada 1.946,76 m² TOTAL DE ÁREA CONSTRUÍDA ,09 m² Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 3

4 Quadro 02: Caracterização e total de área construída - Edifício Comercial. EDIFÍCIO COMERCIAL PAVIMENTO SALAS PAVIMENTO SALAS DESCRIÇÃO ÁREA Térreo Área Técnica 1.660,03 m² Circulação 2.047,55 m² Escada 458,08 m² Lobby 814,27 m² Sala Comercial ,79 m² TOTAL DE PAVIMENTOS 10 TOTAL DE SALAS 216 TOTAL DE ÁREA CONSTRUÍDA ,71 m² Quadro 03: Caracterização e total de área construída - Hotel. HOTEL PAVIMENTO QUARTOS DESCRIÇÃO ÁREA DESCRIÇÃO ÁREA Térreo - Achados e Perdidos 17,46 m² Banheiro Masculino 23,74 m² Administração 23,18 m² Banheiro PNE 8,36 m² Almoxarifado 17,46 m² Circulação 1.188,35 m² Apoio Recepção 17,46 m² Escada 233,66 m² Área Privativa Hotel 4.615,32 m² Lobby 251,79 m² Área Técnica 143,63 m² Malas 17,46 m² Arquivo 17,46 m² Recepção 46,83 m² Banheiro Feminino 23,58 m² Sala de Reunião 213,42 m² TOTAL DE PAVIMENTOS 07 TOTAL DE QUARTOS 204 TOTAL DE ÁREA CONSTRUÍDA 6.859,18m² Quadro 04: Caracterização e total de área construída - Apart-Hotel. (APT OS ): apartamentos. APART-HOTEL PAVIMENTO APT OS DESCRIÇÃO ÁREA DESCRIÇÃO ÁREA Térreo - Achados e Perdidos 17,46 m² Banheiro Masculino 23,74 m² Administração 23,18 m² Banheiro PNE 8,36 m² Almoxarifado 17,46 m² Circulação 1.188,35 m² Apoio Recepção 17,46 m² Escada 233,66 m² Área Privativa 4.650,33 m² Lobby 251,79 m² Área Técnica 143,63 m² Malas 17,46 m² Arquivo 17,46 m² Recepção 46,83 m² Banheiro Feminino 23,58 m² Sala de Reunião 213,42 m² TOTAL DE PAVIMENTOS 07 TOTAL DE APT OS 102 TOTAL DE ÁREA CONSTRUÍDA 6.894,19m² Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 4

5 2.1 LOCALIZAÇÃO DA ÁREA DO EMPREENDIMENTO N Localização da área N Figura 01: Localização da área no Município de Canoas. Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 5

6 3. OBJETIVOS A Construção Civil é reconhecida como uma das mais importantes atividades para o desenvolvimento econômico e social, e, por outro lado, comporta-se ainda como grande geradora de impactos ambientais, quer seja pelo consumo de recursos naturais, pela modificação da paisagem ou pela geração de resíduos. Desta forma tornam-se de extrema relevância ações que visem à redução dos resíduos sólidos diretamente na fonte geradora. O plano de gestão de resíduos da construção civil tem por objetivos: Estabelecer diretrizes, critérios e procedimentos, disciplinando as ações necessárias de forma a minimizar os impactos ambientais; Reduzir o desperdício e o volume de resíduo gerado; Reciclar os resíduos, transformando-os em matéria-prima para a produção de novos produtos; Estimar a quantidade e os tipos de resíduos que deverão ser gerados no decorrer da implantação do empreendimento. Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 6

7 4. DEFINIÇÕES E NORMAS Os resíduos da construção civil são provenientes de demolições e construções de obras, resultantes da preparação e da escavação de terrenos, tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto em geral, solos, rochas, metais, resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros, argamassa, gesso, telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações, fiação elétrica, etc. comumente chamados de entulho de obra ou caliça. Como base legal para gestão dos resíduos, citamos: ABNT.NBR 10004/ Resíduos Sólidos - Classificação. ABNT.NBR 15112/ Resíduos da construção civil e resíduos volumosos. Áreas de transbordo e triagem. Diretrizes para projeto, implantação e operação; ABNT.NBR 15114/ Resíduos da construção civil e resíduos volumosos. Áreas de reciclagem. Diretrizes para projeto, implantação e operação; ABNT.NBR 12235/ Armazenamento de resíduos sólidos perigosos: procedimento; ABNT.NBR 11174/ Armazenamento de resíduos classes II - não inertes e classe III - inertes. Resolução CONAMA Nº 275/ Estabelece o código de cores para os diferentes tipos de resíduos, a ser adotado na identificação de coletores e transportadores, bem como nas campanhas informativas para a coleta seletiva; Resolução CONAMA Nº 307/ Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil; Resolução CONAMA Nº 348/ Altera a resolução CONAMA nº 307 de 05 de julho de 2002, incluindo o amianto na classe de resíduos perigosos; Resolução CONAMA Nº 431/2011 Altera o art. 3º da Resolução N.º 307/ Portaria 034/2009 (FEPAM) - Aprova o Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR). Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 7

8 5. CLASSIFICAÇÃO 5.1 RESÍDUOS CLASSE A São resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados, tais como os oriundos de: De pavimentação e de outras obras de infra-estrutura, demolição, reformas e reparos de pavimentação, inclusive solos provenientes de terraplanagem; De construção, demolição, reformas e reparos de edificações como componentes cerâmicos (tijolos, blocos, telhas, placas de revestimento, etc.), argamassa e concreto; De processo de fabricação e/ou demolição de peças pré-moldadas e concreto (blocos, tubos, meios-fios, etc.) produzidos no canteiro de obras. 5.2 RESÍDUOS CLASSE B São os resíduos recicláveis para outras destinações, tais como: plásticos, papel/papelão, metais, vidros, madeiras, gesso e outros. 5.3 RESÍDUOS CLASSE C São os resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem ou recuperação. 5.4 RESÍDUOS CLASSE D São os produtos perigosos resultantes do processo de construção ou demolição tais como: tintas, solventes, óleos, produtos químicos em geral e aqueles oriundos de reformas e reparos de clínicas radiológicas, instalações industriais e outros. Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 8

9 6. REFERENCIAL TEÓRICO A quantidade e característica do material que vai gerar entulho é diretamente dependente do tipo de processo construtivo, podendo ainda variar em virtude da tecnologia e materiais empregados (PINTO, 1999). Contudo, pode-se ter estimativa dos resíduos a serem gerados, conforme a fase evolutiva da obra em questão. 6.1 VOLUME ESTIMADO A caracterização do resíduo visa estimar o peso de resíduos a serem produzidos para a implantação do empreendimento. Segundo PICCHI (1993), a massa do entulho em construções genéricas, em média, situa-se ao redor de 0,10m³/m², representando em massa cerca de 150 kg/m² construído, aproximadamente. Este resultado foi ratificado por PINTO (1989). Em outros estudos, observam-se sensíveis discrepâncias acerca da geração de resíduos. Veja-se por exemplo o quadro abaixo, onde foram estudadas obras na cidade de São Paulo, objetivando a determinação da geração de resíduos em diferentes situações: TIPO DE OBRA ETAPAS EMPRESA A EMPRESA B EMPRESA C EMPRESA D EMPRESA E 1 edifício padrão médio Da fundação à limpeza final 2 edifícios padrão alto Da estrutura à pintura externa 1 edifício padrão alto Do projeto ao inicio da pintura 5 edifícios padrão médio Da fundação à limpeza final 34 residências padrão alto Da estrutura à pintura externa ÁREA CONSTRUÍDA (m²) TIPOS DE RESÍDUOS PAPEL (m³) PLÁSTICO (m³) MADEIRA (m³) BLOCOS E ARGAMASSA (m³) TOTAL m³ TOTAL m³ / m² 0,08 0,07 0,09 0,02 0,06 Quadro 01: Geração de resíduos em diferentes situações Fonte: COSTA, M. LÍVIA (2007). Silva (2007) apresenta resultados similares aos obtidos por PICCHI (1993) quando afirma que as obras de construção civil apresentam índice médio de geração de resíduos na ordem de 0,10 t/m², conforme tabela abaixo: Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 9

10 TIPO DE OBRA INSUMOS (t) ÍNDICE DE GERAÇÃO DE RCC RESÍDUOS (t) ÁREA (m²) PERDAS (%) ÍNDICE DE GERAÇÃO (t/m²) Comercial 259,17 21,19 222,50 8,18% 0,095 Industrial 187,18 16,23 161,50 8,67% 0,101 Residencial 304,69 23,31 239,00 7,65% 0,098 Índices médios 8,17% 0,098 Quadro 02: Índice de geração de RCC Fonte: SILVA, A. F. F. (2007). 6.2 CARACTERIZAÇÃO CONFORME A CLASSE (RESOLUÇÃO CONAMA 307/2002) Acompanhando execução de obra e aplicação de Plano de Gerenciamento de Resíduos em prédio residencial na cidade de Belo Horizonte (MG), com área construída de ,79 m², NETO (2007), aponta os seguintes indicadores para a geração de resíduos conforme sua classificação: CLASSE A CLASSE B CLASSE C CLASSE D TOTAL INDICADOR m³/m² 0,0758 0,0099 0,0004 0,0030 0,0891 INDICADOR t/m² 0,0909 0,0119 0,0005 0,0036 0,1069 PERCENTIL % 85,1 11,1 0,4 3,4 100 Quadro 03: Indicadores para geração de resíduos Fonte: Neto, A.G.C (2007). Observou o autor a geração de grande volume de resíduos Classe A, representados principalmente por argamassas, tijolos cerâmicos e concreto. Em situação análoga MAURO, E.L (2009) apresenta dados quantitativos similares para duas obras e para deposição clandestina de resíduos no Município de Gurupi (TO), a seguir: CLASSE TIPOS DE RESÍDUOS OBRA 1 OBRA 2 CLANDESTINO A B C Concreto e argamassa 32,3 % 38,6 % 38,1 % Produtos Cerâmicos 35,0 % 27,9 % 33,9 % Solo, areia e pedras 21,2 % 24,5 % 10,4 % Madeira 3,9 % 2,4 % 4,6 % Papel 2,4 % 1,2 % 2,5 % Metais 3,5 % 2,5 % 1,4 % Vidro 0,1 % 0,1 % 2,4 % Plástico 0,5 % 0,5 % 1,4 % Gesso 1,1 % 2,0 % 2,5 % Fibrocimento 0,0 % 0,4 % 1,5 % VOLUME % 82,4 % 12,3% 4,0% D Tinta 0,0 % 0,0 % 1,3 % 1,3 % Quadro 04: Deposição de resíduos Fonte: Mauro, E.L (2009). Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 10

11 6.3 ESTIMATIVA DO VOLUME DE RESÍDUOS Remoção de Material Vegetal (árvores e raízes) A limpeza do terreno compreenderá os serviços de capina, roçado, supressão arbórea e destocamento, de forma a deixar o terreno livre, inclusive de raízes. Não existem edificações passíveis de demolição e de geração de resíduos. Conforme o laudo de cobertura vegetal (CERES PAISAGISMO E MEIO AMBIENTE, 2013), ocorrem na área 441 indivíduos da espécie Eucalyptus sp. por hectare, os quais possuem uso madeirável. Se considerarmos a área total do empreendimento deverão ser suprimidas exemplares de Eucalyptus sp. Este material vegetal deverá ser alvo de comercialização não sendo necessária sua disposição em locais destinados a resíduos. No entanto, a remoção do sistema radicular dos espécimes será necessária para regularização do terreno e início das obras. Diversos autores calculam que o volume de raízes de um espécime arbóreo, que embora possam variar conforme a espécie, condições de solo, clima e localização, situa-se entre 10 a 25% do volume de madeira aproveitável. Assim, considerando os espécimes em questão (Eucalyptus sp.). Considerando a média dos DAPs e das alturas (CERES PAISAGISMO E MEIO AMBIENTE, 2013), estima-se a produção de um volume de 145,81m³ de madeira (toras), os quais deverão representar um volume de raízes em média de 25,5m³, que deverão ser removidas e dispostas adequadamente ou ter seu valor energético aproveitado através da limpeza prévia para remoção de excesso de solos, secção e consumo em empresas licenciadas para a queima dos mesmos. Portanto, considerando que não há risco de contaminações, sugere-se que as raízes removidas sejam armazenadas temporariamente em local determinado pela construtora até sua destinação final, ou ainda, se houver consentimento do órgão ambiental e local apropriado, poderão as mesmas serem dispostas em valas profundas na área do empreendimento Terraplenagem Os serviços de terraplenagem serão necessários haja vista à condição de localização do empreendimento, onde as cotas variam de 17 a 29m. Desta forma, cortes e aterros serão necessários para nivelamento da área, os quais devem ser definidos com exatidão no projeto de terraplenagem da área. O reafeiçoamento da gleba para a cota de projeto prevista implicará na remoção de ,50m³ de solo, os quais deverão ser destinados conforme a legislação específica Aspectos Construtivos A estimativa de geração de resíduos de obras civis está intimamente ligada com o método construtivo a ser empregado e o gerenciamento racional dos materiais empregados, podendo ainda variar conforme a fase evolutiva da obra em questão. Sob este ponto de Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 11

12 vista, o empreendimento objeto deste estudo apresenta tecnologias e métodos consagrados para edificações civis. Em assim sendo, efetuou-se cálculo estimativo do montante de resíduos a serem gerados para o contexto de todas as edificações, sem reaproveitamento dos materiais, apresentado na tabela a seguir: Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 12

13 QUADRO 05: ESTIMATIVA DE GERAÇÃO DE RESÍDUOS Área total construída: ,18 m² RESÍDUOS GERADOS UN VOLUME MÍNIMO ESTIMADO (m³) VOLUME MÁXIMO ESTIMADO (m³) Argamassa, concreto, tijolos m³ 117,8 196,3 A IIB Azulejos, pisos, mármores, granitos m³ 75,2 125,3 A IIB Solo, areia, pedras m³ 250,6 417,6 A IIB CLASSE Resolução CONAMA NBR DESTINO / REAPROVEITAMENTO Reutilização como sub-base de passeios, contrapisos. Destinação: Aterro de Inertes. Reutilização como sub-base de passeios, contrapisos. Destinação: Aterro de Inertes. Reutilização como sub-base de passeios, contrapisos. Destinação: Aterro de Inertes. Solos de terraplanagem m³ ,50 A IIB Aterro de inertes. Resíduos de raízes m³ 14,6 36,5 B IIA Aterro de Inertes. Borrachas e espumas de vedação m³ 23,5 39,2 B IIB Aterro de Inertes Papéis, papelão m³ 47,0 78,3 B IIB Fios (conduites PVC, cobre) m³ 11,7 19,6 B IIB Embalagens metálicas m³ 23,5 39,2 B IIB Embalagens plásticas m³ 47,0 78,3 B IIB Reutilização na obra. Enviados à reciclagem Reutilização na obra. Enviados à reciclagem Reutilização na obra. Enviados à reciclagem Reutilização na obra. Enviados à reciclagem Artefatos de PVC, PEAD, PBD m³ 23,5 39,2 B IIB Enviados à reciclagem Isopor m³ 4,7 7,8 B IIB Enviados à reciclagem Metais (alumínio, aço, ferro) m³ 23,5 39,2 B IIB Enviados à reciclagem Vidros m³ 35,2 58,7 B IIB Enviados à reciclagem Madeiras m³ 146,8 244,7 B IIB Reutilizado em outras obras Serragem m³ 47,0 78,3 B IIB Compostagem. Uso nos passeios. Gesso m³ 15,7 26,1 B IIA Reciclagem Tecidos, EPIs m³ 35,2 58,7 D I Aterro Industrial Embalagens metálicas contaminadas Embalagens plásticas contaminadas m³ 14,1 23,5 D I Aterro Industrial m³ 70,5 117,5 D I Aterro Industrial Rolo de lã, pincéis, espumas m³ 7,0 11,7 D I Aterro Industrial Tintas, solventes, vernizes m³ 0,7 1,2 D I Aterro Industrial Combustível, óleos, graxas m³ 0,7 1,2 D I Aterro Industrial Materiais têxteis contaminados m³ 35,2 58,7 D I Aterro Industrial Telhas em fibrocimento (s/ amianto) m³ 56,4 94,0 A IIB Aterro de Inertes Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 13

14 7. GESTÃO NO CANTEIRO DE OBRAS A questão do gerenciamento de resíduos está intimamente associada ao problema do desperdício de materiais e mão-de-obra na execução dos empreendimentos. A preocupação expressa, inclusive na Resolução CONAMA Nº 307, com a não-geração dos resíduos deverá estar presente na implantação e consolidação do programa de gestão de resíduos. Em relação à não-geração, há importantes contribuições propiciadas por projetos e sistemas construtivos racionalizados, bem como também por práticas de gestão da qualidade já consolidadas. A gestão e organização dos canteiros de obra são fundamentais para a não geração de resíduos, tendo como conseqüência um ambiente limpo e aprazível tanto aos funcionários quanto a possíveis visitantes do empreendimento. 7.1 ORGANIZAÇÃO DO CANTEIRO Há uma profunda correlação entre os fluxos e os estoques de materiais em canteiro e o evento da geração de resíduos. Por conta disso é importante observar a correta estocagem dos diversos materiais, obedecendo a critérios básicos de: Classificação; Freqüência de utilização; Empilhamento máximo; Alinhamento das pilhas; Distanciamento do solo; Separação, isolamento ou envolvimento por ripas, papelão, isopor etc. (no caso de louças, vidros e outros materiais delicados, passíveis de riscos, trincas e quebras pela simples fricção); Preservação da limpeza e proteção contra a umidade do local (objetivando principalmente a conservação dos ensacados). A boa organização dos espaços para estocagem dos materiais facilita a verificação, o controle dos estoques, otimiza a utilização dos insumos e faz com que sejam evitados sistemáticos desperdícios na utilização e na aquisição dos materiais para substituição, evitando também assim de que materiais permanecem espalhados pela obra e, posteriormente, sendo descartados como resíduos. A prática de circular pela obra sistematicamente, visando localizar possíveis sobras de materiais (sacos de argamassa contendo apenas parte do conteúdo inicial, alguns blocos que não foram utilizados, recortes de conduítes com medida suficiente para reutilização, etc.), para resgatá-los de forma classificada e novamente disponibilizá-los até que se esgotem pode gerar economia substancial. Isso permite reduzir a quantidade de resíduos gerados e otimizar o uso da mão-de-obra, uma vez que não há a necessidade de transportar resíduos para o acondicionamento. A redução da geração de resíduos também implica redução dos custos de transporte externo e destinação final. Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 14

15 7.2 LIMPEZA As tarefas de limpeza da obra estão ligadas ao momento da geração dos resíduos, à realização simultânea da coleta e triagem e à varrição dos ambientes. A limpeza preferencialmente deve ser executada pelo próprio operário que gerar o resíduo. Há a necessidade de dispor com agilidade os resíduos nos locais indicados para acondicionamento, evitando comprometimento da limpeza e da organização da obra, decorrentes da dispersão dos resíduos. Quanto maior for a freqüência e menor a área-objeto da limpeza, melhor será o resultado final, com redução do desperdício de materiais e ferramentas de trabalho, melhoria da segurança na obra e aumento da produtividade dos operários. 7.3 TRIAGEM A triagem dos resíduos deve ser feita na obra, nos pavimentos, por classificação e posteriormente ser remetido para onde será efetuado o seu armazenamento, aguardando sua destinação final. Ao fim de um dia de trabalho ou ao término de um serviço específico a triagem deverá ser realizada preferencialmente por quem realizou o serviço, com o intuito de assegurar a qualidade do resíduo (sem contaminações) potencializando sua reutilização ou reciclagem. Tal prática contribuirá para a manutenção da limpeza da obra, evitando materiais e ferramentas espalhadas pelo canteiro o que gera contaminação entre os resíduos, desorganização, aumento de possibilidades de acidentes do trabalho além de acréscimo de desperdício de materiais e ferramentas. Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 15

16 8. TREINAMENTO O treinamento dos operários se destina a: Identificar os resíduos; Manuseio; Acondicionamento e Destinação; Uso de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual). O treinamento deve ser prático, devendo o operário receber todas as informações sobre a forma de classificar os resíduos, bem como a identificação dos mesmos. O mesmo deverá ser realizado nos canteiros de obra visando: O levantamento de informações junto às equipes, identificando a quantidade de funcionários e equipes, arranjo físico do canteiro de obras (distribuição de espaços, atividades, fluxo de resíduos e materiais e equipamentos de transporte disponíveis), resíduos predominantes, empresa contratada para efetuar a remoção dos resíduos, locais de destinação dos resíduos utilizados pela obra/coletor; A preparação e apresentação de proposta para aquisição e distribuição de dispositivos de coleta e sinalização do canteiro de obras, considerando as observações feitas por mestres e encarregados; A definição dos responsáveis pela coleta dos resíduos nos locais de acondicionamento inicial e transferência para armazenamento final; A qualificação dos coletores; A verificação das possibilidades de reciclagem e aproveitamento dos resíduos, notadamente os de alvenaria, concreto e cerâmicos; A prévia caracterização dos resíduos que poderão ser gerados durante a obra com base em memoriais descritivos, orçamentos e projetos. Nesta fase deve-se cumprir o papel fundamental de levantar informações sobre os fornecedores de insumos e serviços com possibilidade de identificar providências para reduzir ao máximo o volume de resíduos (caso das embalagens) e desenvolver soluções compromissadas de destinação dos resíduos preferencialmente preestabelecidos nos respectivos contratos. Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 16

17 9. ACONDICIONAMENTO TEMPORÁRIO O acondicionamento denominado temporário divide-se em duas etapas: o inicial, sendo este efetuado diretamente no local de geração e o final, sendo este último realizado no pátio de obras, o qual deverá aguardar transporte para destinação (aterro, reciclagem, etc.). 9.1 DISPOSITIVOS E ACESSÓRIOS Dependendo da finalidade, os seguintes dispositivos poderão ser utilizados na maioria dos casos para o manejo interno dos resíduos, conforme descrição abaixo: Bombonas Recipiente plástico, com capacidade para 50 litros, normalmente produzido para conter substâncias líquidas. Depois de corretamente lavado e extraída sua parte superior, pode ser utilizado como dispositivo para coleta. Acessórios utilizados: sacos de ráfia; sacos de lixo simples (quando forem dispostos resíduos orgânicos ou outros passíveis de coleta pública); adesivos de sinalização. Bags Saco de ráfia reforçado, dotado de 04 alças e com capacidade para armazenamento em torno de 01 m 3. Acessórios utilizados: suporte de madeira ou metálico; plaquetas para fixação dos adesivos de sinalização e adesivos de sinalização. Baias Geralmente construída em madeira, com dimensões diversas, adapta-se às necessidades de armazenamento do resíduo e ao espaço disponível em obra. Acessórios utilizados: adesivos de sinalização; plaquetas para fixação dos adesivos de sinalização (em alguns casos). Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 17

18 Caçambas estacionárias Recipiente metálico com capacidade volumétrica de 3,4 e 5 m 3. Acessórios utilizados: recomendável o uso de dispositivo de cobertura para seu transporte. Os coletores serão sinalizados conforme a Resolução CONAMA Nº 275/2001. Além das cores, serão identificados com uma inscrição indicando o tipo de resíduo ali contido para facilitar a segregação, em especial quando se tratar de resíduos perigosos. No caso de uso de caçambas para contenção dos resíduos, as mesmas serão sinalizadas por placas, indicando inclusive a natureza do resíduo previsto. As áreas administrativas serão dotadas de recipientes de coleta seletiva; Quando da utilização de recipientes exclusivos destinados ao acondicionamento de determinado tipo de resíduo, não poderá ocorrer mistura. Os mesmos deverão ser identificados corretamente, segundo o material que neles será depositado. Todos os funcionários da obra deverão ter conhecimento sobre o significado da sinalização e suas características. PAPEL PLÁSTICO VIDRO METAIS MADEIRA RESÍDUOS PERIGOSOS RESÍDUO HOSPITALAR ORGÂNICO RADIOATIVO NÃO RECICLÁVEL Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 18

19 9.2 FLUXO DOS RESÍDUOS Devem ser estabelecidas condições específicas para acondicionamento inicial, transporte interno e acondicionamento final de cada resíduo identificado e coletado. Acondicionamento Inicial: Deverá acontecer o mais próximo possível dos locais de geração dos resíduos, dispondo-os de forma compatível com seu volume e preservando a boa organização dos espaços nos diversos setores da obra. Em alguns casos, os resíduos deverão ser coletados e levados diretamente para os locais de acondicionamento final. TIPOS DE RESÍDUO Blocos de concreto, blocos cerâmicos, argamassas, outros componentes cerâmicos, concreto, tijolos e assemelhados. Madeira Plásticos (sacaria de embalagens, aparas de tubulações etc.) Metal (ferro, aço, fiação revestida, arame etc.) Serragem Gesso de revestimento, placas acartonadas e artefatos Solos Telas de fachada e de proteção EPS (Poliestireno expandido) isopor Resíduos perigosos presentes em embalagens plásticas e de metal, instrumentos de aplicação como broxas, pincéis, trinchas e outros materiais auxiliares como panos, trapos, estopas etc. Restos de uniforme, botas, panos e trapos sem contaminação por produtos químicos. Quadro 07: Acondicionamento inicial. ACONDICIONAMENTO INICIAL Em pilhas formadas próximas aos locais de geração, nos respectivos pavimentos. Em bombonas sinalizadas e revestidas internamente por saco de ráfia (pequenas peças) ou em pilhas formadas nas proximidades da própria bombona e dos dispositivos para transporte vertical (grandes peças). Em bombonas sinalizadas e revestidas internamente por saco de ráfia. Em bombonas sinalizadas e revestidas internamente por saco de ráfia ou em fardos. Em sacos de ráfia próximos aos locais de geração. Em pilhas formadas próximas aos locais de geração dos resíduos, nos respectivos pavimentos. Eventualmente em pilhas e, preferencialmente, para imediata remoção (carregamento dos caminhões ou caçambas estacionárias logo após a remoção dos resíduos de seu local de origem). Recolher após o uso e dispor em local adequado. Quando em pequenos pedaços, colocar em sacos de ráfia. Em placas, formar fardos. Manuseio com os cuidados observados pelo fabricante do insumo na ficha de segurança da embalagem ou do elemento contaminante do instrumento de trabalho. Imediato transporte pelo usuário para o local de acondicionamento final. Disposição nos bags para outros resíduos. Logística de Movimentação de Resíduos: Deve ser atribuição específica dos operários que se encarregarem da coleta dos resíduos nos pavimentos. Eles ficam com a responsabilidade de trocar os sacos de ráfia com resíduos contidos nas bombonas por sacos vazios, e, em seguida, de transportar os sacos de ráfia com os resíduos até os locais de acondicionamento final. O transporte interno pode utilizar os meios convencionais e disponíveis: transporte horizontal (carrinhos, giricas, transporte manual) ou transporte vertical (elevador de carga, grua, condutor de entulho). As rotinas de coleta dos resíduos nos pavimentos devem estar ajustadas à disponibilidade dos equipamentos para transporte vertical (grua e elevador de carga, por exemplo). O ideal é que, no planejamento da implantação do canteiro, haja preocupação específica com a movimentação dos resíduos para minimizar as possibilidades de formação de gargalos. Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 19

20 Equipamentos como o condutor de entulho, por exemplo, podem propiciar melhores resultados, agilizando o transporte interno de resíduos de alvenaria, concreto e cerâmicos. As recomendações para transporte interno de cada tipo de resíduo estão no quadro abaixo, do qual foram excluídos alguns resíduos que precisam de acondicionamento final imediatamente após a coleta. Acondicionamento no Centro de Estocagem Temporária (CET): Na definição do tamanho, quantidade, localização e do tipo de dispositivo a ser utilizado para o acondicionamento final dos resíduos deve ser considerado este conjunto de fatores: volume e características físicas dos resíduos, facilitação para a coleta, controle da utilização dos dispositivos (especialmente quando dispostos fora do canteiro), segurança para os usuários e preservação da qualidade dos resíduos nas condições necessárias para a destinação. No decorrer da execução da obra as soluções para o acondicionamento final poderão variar. Mas para o êxito da gestão dos resíduos basta respeitar o conjunto de fatores mencionado. TIPOS DE RESÍDUO Blocos de concreto, blocos cerâmicos, argamassas, outros componentes cerâmicos, concreto, tijolos e assemelhados. Madeira Plásticos (sacaria de embalagens, aparas de tubulações etc.) Metal (ferro, aço, fiação revestida, arame etc.) Serragem Gesso de revestimento, placas acartonadas e artefatos Solos Telas de fachada e de proteção EPS (Poliestireno expandido) isopor Resíduos perigosos ou contaminados presentes em embalagens plásticas e de metal, instrumentos de aplicação como broxas, pincéis, trinchas e outros materiais auxiliares como panos, trapos, estopas, óleos, solventes, etc. Restos de uniforme, botas, panos e trapos sem contaminação por produtos químicos. Quadro 08: Acondicionamento final. ACONDICIONAMENTO Em caçambas estacionárias ou baias. Em baias sinalizadas, podendo ser utilizadas caçambas estacionárias. Em bags, baias ou tambores sinalizados. Em baias, tambores ou caçambas sinalizados. Baias, bags ou tambores para acúmulo dos sacos contendo o resíduo. Em caçambas estacionárias ou tambores, respeitando condição de segregação em relação aos resíduos de alvenaria e concreto. Em caçambas estacionárias ou em pilhas, preferencialmente separados dos resíduos de alvenaria e concreto. Dispor em local de fácil acesso e solicitar imediatamente a retirada ao destinatário. Bags para acúmulo dos sacos contendo o resíduo ou fardos. Em baias ou tambores devidamente sinalizados e para uso restrito das pessoas que, durante suas tarefas, manuseiam estes resíduos. Os locais devem ser cobertos e fechados, preferencialmente com piso impermeável Em bags ou tambores para outros resíduos. Projeto de Gestão de Resíduos Sólidos da Construção Civil - Shopping Center 20

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