SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA DOS ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR

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1 SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA DOS ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR RELATÓRIO DO ESTUDO DADOS NACIONAIS 2010 Coordenadora executiva do estudo SSREU: Marta Reis Margarida Gaspar de Matos Marta Reis Lúcia Ramiro & Equipa 1

2 Data de publicação: Abril,

3 Equipa do projecto Coordenação da Equipa Coordenação Geral Margarida Gaspar de Matos Co-Coordenação Geral Celeste ões Co-Coordenação na FMH/UTL José Alves Diniz Coordenação FCT/SNR Celeste ões Coordenação Leonardo/CE Paula Lebre Coordenação Pepe/CE Paula Lebre Coordenação Executiva KIDSCREEN/CE Tania Gaspar Coordenação Executiva HBSC/OMS Inês Camacho, Gina Tomé, Mafalda Ferreira Coordenação Executiva Tempest/CE Tania Gaspar Coordenação Executiva Projecto Casa Pia Tania Gaspar Coordenação Executiva Saúde Sexual/Educação Sexual/VIH/Sida Marta Reis, Lúcia Ramiro Coordenação Executiva Consumo de Substâncias Mafalda Ferreira Coordenação Executiva Dice/CE Mafalda Ferreira Coordenação Executiva Riche Tania Gaspar, Gina Tomé Coordenação Executiva Youth Sexual Violence Marta Reis, Lúcia Ramiro Equipa (por ordem alfabética) Ana Lúcia Ferreira António Borges Carlos Ferreira Diana Frasquilho Emanuel Vital Isabel Baptista Jaqueline Cruz Lúcia Canha Marina Carvalho Nuno Loureiro Pedro Gamito Raul Oliveira Ricardo Machado Sandra Rebolo Susana Veloso Teresa Santos 3

4 Conselho Consultivo Nacional Álvaro Carvalho (HSFXavier) Américo Baptista (ULHT) Ana Tomás (IEC/UMinho) Anabela Pereira (UAveiro) Analiza Silva (FMH/UTL) Ângela Maia (EP/UMinho) António Palmeira (EF/ULHT) António Paula Brito (FMH/UTL) Carlos Ferreira (FMH/UTL) César Mexia de Almeida (Med. Dent/ULisboa) Cristina Ponte (FCSH/UNL) Daniel Sampaio (Fac. Med./ULisboa) Duarte Araújo (FMH/UTL; APF) Duarte Vilar (APF) Eduardo Salavisa (ESPN) Feliciano Veiga (FCUL) Graça Pereira (UMinho) Helena Alves (IPJ) Helena Fonseca (Fac. Med./ULisboa; HSM) Henrique Barros (Fac. Med./UPorto; CNLCSida) Henrique Pereira (FCSH/UBI) Isabel Correia (ISCTE) Isabel Leal (ISPA) Isabel Soares (IEP/UMinho) João Gomes-Pedro (Fac. Med./ULisboa; HSM) João Goulão (IDT) Joaquim Machado Caetano (FCM /UNL) Jorge Bonito (UÉvora) Jorge Mota (FADE/UPorto) Jorge Negreiros de Carvalho (FPCE/UPorto) José Carvalho Teixeira (ISPA) José Luis Pais Ribeiro (FPCE/UPorto) José Morgado (ISPA) Luis Gamito (HJM) Luis Sardinha (FMH/UTL e IDP) Luis Tavira (CMDT/IHMT/UNL) Luisa Barros (Fac. Psi./ULisboa) Luisa Lima (ISCTE) Madalena Marçal Grilo (UNICEF) Marcos Onofre (FMH/UTL) Maria Cristina Canavarro (FPCE/UCoimbra) Maria da Luz Duque (Casa Pia de Lisboa) Maria do Céu Machado (Alto Comissariado da Saúde) Maria do Rosário Pinheiro (FPCE/UCoimbra) Maria Paula Maia Santos (FADE/UPorto) Maria Xavier (UCatólica) Paulo Vitória (CNT) Saul de Jesus (UAlgarve) Sidónio Serpa (FMH/UTL) Sónia Seixas (ESE/IPSantarém) Telmo Baptista (Bastonário Ordem Psicólogos; FPCE/ULisboa) Teresa Paiva (Fac. Med/ULisboa) Virgílio do Rosário (CMDT/IHMT/UNL) Vítor da Fonseca (FMH/UTL) 4

5 Conselho Jurídico Nacional Eurico Reis (Juíz) César da Silveira (Advogado) Tiago Barra (Advogado) Ulisses de Sousa (Advogado) Adriana Baban (Roménia) Afonso Almeida (Timor) Alberto Trimboli (Argentina) Almir de Prette (Brasil) Ana Guerreiro (Itália) Ana Hardoy (Argentina) André Leiva (Chile) André Masson (Bélgica) Antony Morgan (Inglaterra) Bernard Range (Brasil) Candace Currie (Escócia) Cecilia Uribe (Bolívia) Cristina Miyasaki (Brasil) Daniel David (Roménia) Daniela Sacchi (Itália) Diana Battistutta (Austrália) Diana Galimberti (Argentina) Eduardo Grande (Argentina) Edwiges Mattos (Brasil) Electra Gonzalez (Chile) Eliane Falcone (Brasil) Elisa Newmann (Chile) Emmanuelle Godeau (França) Conselho Consultivo Internacional Enrique Berner (Argentina) Evelyn Eisenstein (Brasil) Francisco Rivera de los Santos (Espanha) Fredérique Petit (França) Isabel Massocolo (Angola) James Sallis (EUA) Jean Cottraux (França) Joan Batista-Foguet (Espanha) José Coura (Brasil) José Enrique Pons (Uruguai) José Livia (Peru) José Messias (Brasil) Juan de Mila (Uruguai) Leticia Sanchez (Argentina) Lina Kostarova Unkosvka (Macedónia) Luis Calmeiro (Escócia) Luísa Coelho (Angola) Marcela Pereira (Argentina) Marcelo Urra (Chile) Mari Carmen Moreno (Espanha) Marilyn Campos (Peru) Martine Bouvard (França) Michal Molcho (Irlanda) Mónica Borile (Argentina) Osvaldo Oliveira (Paraguai) Pernille Due (Dinamarca) Pilar Ramos Valverde (Espanha) Ramon Mendoza (Espanha) Reynaldo Murillo (Peru) Sandra Vasquez (Argentina) Saoirse Nic Gabhainn (Irlanda) Silvia Koller (Brasil) Silvia Raggi (Argentina) Susan Spence (Austrália) Suzane Lohr (Brasil) Tom Ter Bogt (Holanda) Virgínia Perez (Chile) Viviane Nahama (França) Wolfgang Heckmann (Alemanha) Yossi Harel (Israel) Zilda de Prette (Brasil) 5

6 Revisão Linguística Célia Alves (ESPAB, Sines) Lúcia Ramiro (ESPAB, Sines; FMH/UTL) Apoio logístico e outros: Bruno Moreira Filipa Soares Webpage e Multimedia EPROM Lda Ana Costa (design e imagem) Pedro Leitão (Line working, Lda) Ricardo Machado Responsável pelo projecto: Prof.ª Dr.ª Margarida Gaspar de Matos Co-Financiaram este sub-projecto: - Coordenação Nacional para a Infecção VIH/SIDA/Alto Comissariado da Saúde - Ministério da Saúde Parcerias (por ordem alfabética): - Centro de Malária & Doenças Tropicais Laboratório Associado do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa (CMDTla/IHMT/UNL) - Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa (FMH/UTL) - Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) - Instituto Português da Juventude (IPJ) - Ministério da Ciência e Tecnologia do Ensino Superior (MCTES)/FCT - Portal Sapo (PTC) 6

7 Prefácio No âmbito da 4ª edição do estudo colaborativo da OMS, Health Behaviour in School-aged Children, o Projecto realizou um estudo específico sobre a Saúde Sexual e Reprodutiva dos estudantes do Ensino Superior, de forma a obter uma compreensão mais profunda dos comportamentos dos jovens universitários portugueses. O universo de 3278 universitários, de idades entre os 18 e os 35 anos, em três grupos etários, responderam quanto aos conhecimentos, atitudes, conforto e competências face à sexualidade, contracepção e VIH/Sida. De salientar 70% de raparigas, o que poderá estar de acordo com o perfil demográfico das nossas universidades. Uma análise global revela que os jovens dos 18 aos 21 anos de idade têm mais competências, menos comportamentos de risco e mais comportamentos preventivos. Estes resultados são mais positivos neste grupo etário do que nos mais velhos o que poderá ser relacionado com o facto de que os mais novos tiveram educação sexual na escola. No entanto, referem que gostavam de ser mais esclarecidos quanto às Infecções Sexualmente Transmissíveis e ao VIH/Sida. A autonomia, a liberdade de escolha e uma educação adequada são fundamentais para a estruturação de atitudes, competências e comportamentos responsáveis nos relacionamentos, assim como a importância da comunicação e do envolvimento afectivo e amoroso na vivência da sexualidade. O estudo apresentado é rico em informação nestas idades que são habitualmente mais esquecidas no diagnóstico e na intervenção em saúde pública. Um modelo de educação/promoção de comportamentos preventivos e responsáveis deverá ser assegurado para além da adolescência, estendendo-se aos jovens adultos, através de Gabinetes de Esclarecimento mas também de inovação como mhealth (SMS nos telemóveis) e sites apropriados e apelativos. Mais uma vez a Saúde em todas as Políticas, como parceria entre Saúde e Educação. Maria do Céu Machado Alta Comissária da Saúde 7

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9 Índice Agradecimentos 11 Introdução 15 Apresentação do estudo 17 Metodologia 18 Análise e apresentação dos dados 19 Amostra nacional do estudo 20 Comportamentos Sexuais 23 Primeira relação sexual 25 Relacionamento amoroso / erótico-sexual 30 Contracepção relacionamento amoroso / erótico-sexual 37 Comportamentos e risco 42 Conhecimentos 51 Conhecimentos face aos Métodos Contraceptivos e ISTs 53 Conhecimentos face ao VIH/Sida 57 Atitudes 63 Atitudes face à sexualidade, aos métodos contraceptivos e ao preservativo 65 Atitudes face ao preservativo e teste do VIH 67 Atitudes perante sujeitos infectados com o VIH/Sida 70 Normas 73 Normas subjectivas (opinião dos outros) face ao preservativo e teste do VIH 75 Intenções 81 Intenções face ao preservativo e teste do VIH 83 Conforto 87 Grau de conforto face ao preservativo 89 Competências 91 Competências face ao preservativo 93 Educação Sexual 97 Modelo de Promoção do Comportamento Sexual Preventivo 107 Síntese 114 Contactos do Projecto 115 Brochura Saúde Sexual e Reprodutiva dos Estudantes Ensino Superior Anexo 1 Brochura Problemas Emergentes e Modelo Compreensivo sobre estudo Saúde Sexual e Reprodutiva dos Estudantes Ensino Superior Anexo 2 9

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11 AGRADECIMENTOS A Coordenação Nacional para a Infecção VIH/SIDA / Alto Comissariado da Saúde (Ministério da Saúde) financiou este estudo específico na área da saúde sexual e reprodutiva em estudantes universitários. Um agradecimento especial: A todas as Faculdades e Institutos Politécnicos Nacionais que participaram na recolha de dados e respectivos professores e alunos: Faculdades/Politécnicos da Região Norte Universidades Públicas: Universidade do Porto: Faculdade de Desporto Faculdade de Medicina Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro: Departamento de Engenharia Zootécnica Departamento de Genética e Biotecnologia Departamento de Medicina Veterinária Universidade do Minho: Escola de Psicologia Institutos Politécnicos: Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto Universidades Privadas: Universidade Fernando Pessoa (Unidade de Ponte de Lima) 11

12 Faculdades/Politécnicos da Região Centro Universidades Públicas: Universidade de Coimbra: Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade da Beira Interior: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Universidade de Aveiro: Departamento de Biologia Departamento de Ciências da Educação Departamento de Ciências da Saúde Institutos Politécnicos: Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Leiria Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Leiria Faculdades/Politécnicos de Lisboa e Vale do Tejo Universidades Públicas: Universidade Técnica de Lisboa: Faculdade de Motricidade Humana Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas Instituto Superior Técnico ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa Universidades Privadas: ULHT - Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias ERISA Escola Superior de Saúde Ribeiro Sanchez ESSCVP - Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha portuguesa 12

13 Faculdades/Politécnicos da Região do Alentejo Universidades Públicas: Universidade de Évora: Escola de Ciências Sociais Institutos Politécnicos: Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Beja Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Beja Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Beja Faculdades/Politécnicos da Região do Algarve Universidades Públicas: Universidade do Algarve: Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Institutos Politécnicos: Instituto Superior de Engenharia da Universidade do Algarve Universidades Privadas: ISMAT - Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes 13

14 Professores (por ordem alfabética): Alda Martins (FCHS/UAlgarve) Alexandra Esteves (ECAV/UTAD) Alexandra Sanfins (FMV/ULHT) Américo José Bessa Dias (ESE/IPPorto) Ana Allen Gomes (DCE/UAveiro) Ana Carreira (ISE/UAlgarve) Ana Luísa Vieira (ERISA) Ângela Maia (EP/UMinho) Daniel Rijo (FPCE/UCoimbra) Daniel Sampaio (Fac. Med./ULisboa) Divanildo Monteiro (ECAV/UTAD) Dulce Gomes (ESS/IPLeiria) Elisabete Ramos (Fac. Med. /UPorto) Elísio Pinto (ESS/IPLeiria) Eric Many (ESE/IPPorto) Fernando Humberto Serra (ISCSP/UTL) Gabriela Almeida (Univ. Fernando Pessoa) Henrique Barros (Fac. Med./UPorto; CNLCSida) Henrique Pereira (FCSH/UBI) Isabel Correia (ISCTE) Isabel Pinto Ribeiro (ERISA) Isabel Santos (DCE/UAveiro) Isabel Soares (IEP/UMinho) João Cruz (ESECS/IPLeiria) Jorge Bonito (UÉvora) Jorge Negreiros de Carvalho (FPCE/UPorto) Jorge Saraiva (Dep. Biologia/UAveiro) José Carlos Lopes (ESSUA) Laurentina Pedroso (Bastonária OMV; FMV/ULHT) Luís Miguel Tavares (ESTIG/IPBeja) Luís Murta (ESE/IPBeja) Luís Sérgio Vieira (FCHS/UAlgarve) Luísa Gonçalves (ESTG IPLeiria) Maria Cristina Canavarro (FPCE/UCoimbra) Maria do Céu Salvador (FPCE/UCoimbra) Maria dos Anjos Dixe (ESS/IPLeiria) Maria Lídia Palma (ERISA) Maria Paula Maia Santos (FADE/UPorto) Maria Rosário Pinheiro (FPCE/UCoimbra) Marília Cid (ECS_Dep. Ped. Educ./UÉvora) Marina Carvalho (ULHT/) Marta Aires de Sousa (ESSCVP) Nuno Loureiro (ESSE/IPBeja) Paula Carvalho (FCSH/UBI) Pedro Amores da Silva (ERISA) Pedro Gamito (FP/ULHT) Pedro Nobre (DCE/UAveiro) Rogério Ferrinho Ferreira (ESS/IPBeja) Rui Corredeira (FADE/UPorto) Rui Costa (ESSUA) Sandra Amado (ESS/IPLeiria) Saul de Jesus (UAlgarve) Sónia Mina (ESS/IPLeiria) Vânia Loureiro (ESSE/IPBeja) 14

15 INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO COMPORTAMENTOS CONHECIMENTOS ATITUDES NORMAS INTENÇÕES CONFORTO COMPETÊNCIAS EDUCAÇÃO SEXUAL MODELO SÍNTESE 15

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17 Introdução QUESTIONÁRIO DE SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS - (HBSC/SSREU) Apresentação do Estudo O HBSC/OMS (Health Behaviour in School-aged Children) é um estudo colaborativo da Organização Mundial de Saúde (www.hbsc.org) que pretende estudar os comportamentos de saúde em adolescentes em idade escolar e está inscrito numa rede internacional de investigação constituída por 44 países europeus, entre os quais Portugal, integrado desde 1996 e membro associado desde 1998 (Currie, Samdal, Boyce & Smith, 2001). Pretende-se alargar este estudo aos alunos do ensino superior português no que diz respeito ao tema da saúde sexual e reprodutiva. Objectivos do estudo Os objectivos deste estudo específico do HBSC/OMS visam uma compreensão aprofundada dos comportamentos sexuais dos estudantes portugueses do ensino superior, bem como estudar os conhecimentos, as atitudes, as normas, as intenções, o conforto e as competências face à sexualidade, contracepção e vírus de imunodeficiência humana (VIH). Pretende-se também compreender a importância da educação sexual para estes jovens. Instrumento Questionário O questionário internacional do HBSC/OMS é desenvolvido numa lógica de cooperação pelos investigadores dos países que integram a rede. O Questionário de Saúde Sexual e Reprodutiva dos Estudantes Universitários (HBSC/SSREU), utilizado neste estudo, resultou do protocolo internacional no que diz respeito às questões aplicáveis (atendendo às diferenças na população) a nível demográfico, bem como nas relacionadas com o comportamento sexual, atitudes e conhecimentos face ao VIH/SIDA. Para além dessas, acrescentaram-se outras, nomeadamente no que diz respeito aos conhecimentos e atitudes face à contracepção; as atitudes sexuais; as competências relativas ao preservativo e aos comportamentos de risco; e acrescentaram-se, também, questões sobre educação sexual. O HBSC/SSREU foi sujeito a um painel de especialistas e a pré-teste e teve a aprovação da Comissão de Ética do Hospital São João do Porto, da Comissão Nacional de Protecção de Dados e do Conselho Consultivo da Equipa. 17

18 Metodologia Amostra De modo a obter uma amostra representativa da população que frequenta o ensino superior em Portugal, efectuou-se uma selecção aleatória, estratificada por regiões do país, das universidades e institutos politécnicos, quer do ensino público quer do privado. Dos 144 institutos/universidades de Portugal continental procedeu-se à recolha de 5 instituições na região Norte, 4 instituições na região Centro, 5 na região de Lisboa e Vale do Tejo, 2 na região do Alentejo e 3 na do Algarve. A técnica de recolha da amostra foi a cluster sampling, considerando-se a turma o cluster. Assim, recolheram-se questionários em 124 turmas num total de 3278 alunos inscritos no ano lectivo de 2009/ Distribuição dos sujeitos por regiões Distribuição dos sujeitos por regiões 26,8% 24,4% 28% 13,4% 7,4% Norte Centro Lisboa e V. Tejo Alentejo Algarve - Distribuição dos sujeitos por ano de ensino Distribuição dos sujeitos por ano de ensino 38,3% 30,3% 22% 7,6% 1,8% 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano / 1º Mest. 5º ano / 2º Mest. 18

19 Procedimento Recolha dos dados Após a selecção das instituições de ensino superior, estas foram contactadas, através de correio electrónico, no sentido de confirmar a sua disponibilidade para colaborar no estudo. Após confirmação da participação, os coordenadores dos cursos/departamentos seleccionados agendavam a data de aplicação do questionário. A recolha de dados foi efectuada pela investigadora através de um questionário de auto-preenchimento que foi aplicado às turmas em sala de aula. Os grupos escolhidos para aplicação dos questionários podiam frequentar qualquer ano do ensino superior, uma vez que a população-alvo tinha entre 18 e 35 anos. A participação foi voluntária, confidencial e anónima e o preenchimento do questionário durou entre 60 e 90 minutos. Análise dos dados Os questionários foram digitalizados, traduzidos e interpretados através do programa Eyes and Hands Forms, versão 5. Estes dados foram, de seguida, transferidos para uma base de dados no programa Statistical Package for Social Sciences (SPSS, versão 18.0 para Windows) para efeitos de análise e tratamento estatístico. Seleccionaram-se apenas os inquiridos entre os 18 e os 35 anos. ANÁLISE E APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS Primeiramente fez-se estatística descritiva, nomeadamente frequências e percentagens para as variáveis nominais, e médias e desvios padrão para as variáveis contínuas. Seguidamente, efectuaram-se testes de Qui-quadrado (estudo da distribuição em variáveis nominais) com análise de residuais ajustados para identificação dos valores significativos. Os dados são apresentados do seguinte modo: 1) Gráficos e quadros com as percentagens de resposta a cada questão (em que a opção com a maior percentagem de resposta se encontra a negrito); 2) Quadros comparativos (em que os valores mais elevados com residuais ajustados iguais ou superiores a 1.9 em módulo são apresentados a negrito). 19

20 AMOSTRA NACIONAL DO ESTUDO Este capítulo apresenta a análise descritiva da amostra no que diz respeito ao género, idade, estado civil, nacionalidade, orientação sexual, religião, estatuto sócioeconómico e zona/área em que cresceu. Género A amostra é constituída por 3278 estudantes, sendo 30% do sexo masculino. Género (N= 3278) Masculino (N=993); 30,3% Feminino (N= 2285); 69,7% Idade A idade varia entre os 18 e os 35 anos. Idade (N= 3278) M DP Min. Máx. Idade 21,01 3, Estado Civil A maioria é solteira. Estado civil (N=3278) Solteiro (a) 95,5% Divorciado (a) 0,4% União de Facto 1,6% Casado (a) 2,6% Nº de jovens em cada categoria: Solteiro(a) N= 3131; Casado(a) N= 84; União de facto N= 51 e Divorciado(a) N=

21 Nacionalidade A maior parte dos alunos é de nacionalidade portuguesa. Nacionalidade (N=3278) Países Africanos- PALOP 0,6% Portuguesa 97,3% Brasileira 0,8% Países europeus 1,4% Nº de jovens em cada categoria: Portuguesa N= 3189; Países europeus N= 45; Brasileira N= 25 e P. Africanos - PALOP N= 19. Orientação sexual Quanto à orientação sexual dos inquiridos e considerando a amostra total, cerca de 96% referem ser (predominantemente) heterossexuais, 3% (predominantemente) homossexuais e 1% bissexual. Verificaram-se diferenças estatisticamente significativas quanto aos géneros, sendo que os estudantes indicam mais frequentemente serem bissexuais e homossexuais e as estudantes indicam mais frequentemente serem heterossexuais. Orientação sexual (N=2855) Bissexual 0,8% Homossexual 2,8% Heterossexual 96,4% Comparação entre géneros Orientação sexual (N=2855) a) Heterossexual (N= 2754) Bissexual (N= 22) Homossexual (N= 79) Homem 94,9% 1% 4% Mulher 97,2% 0,7% 2,2% a) (χ²= 8,96; g.l.= 2; p.05) 21

22 Religião A maioria dos jovens que participou neste estudo considera-se católico. Religião (N=3278) 71,9% 26,2% 1,3% 0,2% 0,2% 0,2% Católica Nenhuma Protestante Budismo Espiritual Ortodoxa Nº de jovens em cada categoria: Católica N= 2357; Nenhuma N= 860; Protestante N= 40; Budismo N= 7; Espiritual N=7; Ortodoxa N=7. Estatuto sócio-económico Considerando os rendimentos do agregado familiar dos inquiridos, constata-se que estes se encontram distribuídos maioritariamente pelos níveis médio-baixo e médio. Estatuto sócio-económico (N= 3278) Médio-alto 20% Médio 25% Alto 6% Baixo 16% Médio-baixo 33% Nota: Considerou-se nível baixo menor ou igual a 504 por pessoa, médio-baixo entre 505 e 839 por pessoa, médio 840 por pessoa, médio-alto entre 841 e 1343 por pessoa e alto maior ou igual a 1344 por pessoa, em conformidade com informação da EUROSTAT. Área/Zona habitacional em que cresceu Relativamente à área/zona onde cresceram, destaca-se a urbana. Zona habitacional em que cresceu (N= 3278) Rural 28% Suburbano 27% Urbano 45% Nº de jovens em cada categoria: Urbano N= 1460; Suburbano N= 901; Rural N=

23 COMPORTAMENTOS INTRODUÇÃO COMPORTAMENTOS CONHECIMENTOS ATITUDES NORMAS INTENÇÕES CONFORTO COMPETÊNCIAS EDUCAÇÃO SEXUAL MODELO SÍNTESE 23

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25 COMPORTAMENTOS SEXUAIS Relações sexuais Pelo quadro seguinte verifica-se que a maioria dos jovens adultos refere ter tido relações sexuais. Considerando as diferenças entre géneros, são os homens que mais frequentemente mencionam ter tido relações sexuais. Relações sexuais (N= 3278) 16,7% 83,3% Nº de jovens em cada categoria:, N= 2730;, N= 548. Comparação entre géneros Relações Sexuais (N= 3278) a) (N= 2730) (N= 548) Homem 88,6% 11,4% Mulher 81% 19% a) (χ²= 29,15; g.l.= 1; p.001) 25

26 Primeira Relação Sexual Idade da primeira relação sexual De entre os jovens que referiram já ter tido relações sexuais, a maioria afirma que iniciou a sua vida sexual a partir dos 16 anos. E são os homens que mais frequentemente afirmam ter iniciado mais novos (aos 11 ou menos, entre os 12 e os 13, e entre os 14 e os 15). Idade da primeira relação sexual (jovens que referem já ter tido relações sexuais) (N=2730) 16 anos ou mais 79,2% 11 anos ou menos 0,6% Entre 12 e 13 anos 3% Entre 14 e 15 anos 17,2% Nº de jovens em cada categoria: 11 anos ou menos, N= 16; Entre 12 e 13 anos, N= 83; Entre 14 e 15 anos, N= 470 e 16 anos ou mais, N= Comparação entre géneros Idade da primeira relação sexual (jovens que referem já ter tido relações sexuais, N=2730) 11 anos ou menos Entre 12 e 13 anos Entre 14 e 15 anos 16 anos ou mais Homem 1,6% 5,0% 21,4% 72% Mulher 0,1% 2,1% 15,2% 82,5% a) (χ²= 60,05; g.l.= 3; p.001) 26

27 Utilização de método contraceptivo na primeira relação sexual Quanto à utilização de um método contraceptivo na primeira relação sexual e tendo em conta apenas os jovens adultos que já iniciaram a sua vida sexual, a grande maioria refere ter utilizado. No entanto, 9,7% (n=265) mencionam não ter utilizado método contraceptivo na primeira relação sexual, sendo que 16% (n=141) são do sexo masculino e 6,7% (n=124) do feminino. Utilização de MC na 1ª relação sexual (jovens que referem já ter tido relações sexuais, N= 2730) Utilizaram MC 90,3% utilizaram MC 9,7% Nº de jovens em cada categoria: Utilizaram MC, N= 2465; utilizaram MC, N= 265. Comparação entre géneros Utilização de MC na 1ª relação sexual (apenas os jovens que já tiveram relações sexuais, N=2730) a) (N=2465) (N=265) Homem 84% 16% Mulher 93,3% 6,7% a) (χ²= 59,10; g.l.= 1; p.001) 27

28 Métodos contraceptivos escolhidos na primeira relação sexual (jovens que referem ter tido relações sexuais e que dizem ter usado contraceptivo) No que diz respeito ao método contraceptivo escolhido na primeira relação sexual, considerando unicamente os respondentes que já tiveram relações sexuais e usaram método na primeira relação sexual, o preservativo foi o eleito pela maior parte dos inquiridos; em segundo lugar, embora com uma representatividade bastante menor, destaca-se a pílula contraceptiva, sendo que os homens utilizaram mais frequentemente o preservativo e as mulheres a pílula. existiram diferenças significativas entre os géneros para o coito interrompido e a pílula do dia seguinte. Utilização de método contraceptivo na primeira relação sexual (apenas jovens que referem já ter tido relações sexuais e que dizem ter usado contraceptivo, N=2465) Preservativo (N=2362) 95,8% 4,2% Pílula (N=553) 22,4% 77,6% Coito interrompido (N=42) 1,7% 98,3% Pílula do dia seguinte (N=16) 0,6% 99,4% Comparação entre géneros Preservativo (N=2465) a) (N=2362) (N=103) Homem 97,8% 2,2% Mulher 95% 5% a) (χ²= 10,69; g.l.= 1; p.001) Pílula (N=2465) a) (N=553) (N=1912) Homem 11% 89% Mulher 27,3% 72,7% a) (χ²= 79,84; g.l.= 1; p.001) 28

29 Razões para a primeira relação sexual Quando inquiridos sobre as razões para a primeira relação sexual, os jovens que referiram já ter tido relações sexuais afirmam maioritariamente que foi uma decisão por consentimento mútuo, em especial as mulheres do ensino superior. Destaca-se, ainda, estarem muito apaixonados/as, novamente em particular para as mulheres. Os homens do ensino superior mais frequentemente tiveram a primeira relação sexual por acaso e tomaram eles próprios a iniciativa. existiram diferenças significativas entre os géneros para foi o parceiro que tomou a iniciativa e sentiu-se pressionado. Razões para a primeira relação sexual (apenas jovens que referem já ter tido relações sexuais, N=2730) Foi uma decisão por consentimento mútuo (N=2021) 74% Estavam muito apaixonados/as (N=839) 30,7% Foi por acaso (N=225) Foi o parceiro/a que tomou a iniciativa (N=181) Foi o próprio /a que tomou a iniciativa (N=137) Sentiu-se pressionado/a (N= 71) 8,2% 6,6% 5% 2,6% Comparação entre géneros Decisão por consentimento mútuo (N=2730) a) (N=2021) (N= 709) Homem 66,1% 33,9% Mulher 77,8% 22,2% a) (χ²= 42,08; g.l.= 1; p.001) Foi por acaso (N=2730) a) (N=225) (N=2505) Homem 14,7% 85,3% Mulher 5,2% 94,8% a) (χ²= 70,72; g.l.= 1; p.001) Estavam muito apaixonados (N=2730) a) (N=839) (N=1891) Homem 21% 79% Mulher 35,4% 64,6% a) (χ²= 57,51; g.l.= 1; p.001) Foi o próprio /a que tomou a iniciativa (N=2730) a) (N=181) (N=2549) Homem 10,1% 89,9% Mulher 2,6% 97,4% a) (χ²= 70,73; g.l.= 1; p.001) 29

30 Relacionamento amoroso / erótico-sexual Relacionamento amoroso actual Na amostra total, a maior parte dos respondentes refere ter um relacionamento amoroso actualmente, sendo que são as jovens quem mais frequentemente o afirma. Ter relacionamento amoroso (N= 3278) 39,4% 60,6% Nº de jovens em cada categoria:, N= 1988;, N= Comparação entre géneros Relacionamento amoroso (N=3278) a) (N=1988) (N=1290) Homem 56,5% 43,5% Mulher 62,5% 37,5% a) (χ²= 10,29; g.l.= 1; p.001) Duração relacionamento amoroso Cerca de 40% dos estudantes inquiridos têm um relacionamento amoroso há mais de dois anos. Verificam-se diferenças estatisticamente significativas entre géneros, sendo que os homens mais frequentemente têm um relacionamento amoroso há menos de um mês e entre um e seis meses, e as mulheres mais frequentemente têm um relacionamento amoroso há mais de dois anos. 5,8% Duração relacionamento amoroso (N= 2976) 20% 15,1% 19% 40,1% Menos de 1 mês Entre 1 e 6 meses Entre 6 meses e 1 ano Entre 1 e 2 anos Mais de 2 anos Nº de jovens em cada categoria: Menos de 1 mês, N= 173; Entre 1 e 6 meses, N= 596; Entre 6 meses e 1 ano, N= 448; Entre 1 e 2 anos, N= 565; Mais de 2 anos, N= Comparação entre géneros Duração relacionamento amoroso (N=2976) a) Menos de um mês Entre 1 e 6 meses Entre 6 meses a 1 ano Entre 1 e 2 anos Mais de 2 anos Homem 7,9% 24% 15,3% 18,2% 34,6% Mulher 4,9% 18,3% 14,9% 19,3% 42,5% a) (χ²= 29,51; g.l.= 4; p.001) 30

31 Ter relações sexuais com actual (ou com o último) relacionamento amoroso A maioria dos inquiridos tem relações sexuais com o actual ou com o último relacionamento amoroso. Consideradas as diferenças entre géneros, são os homens quem mais frequentemente tem relações sexuais dentro do relacionamento actual. 16,4% Ter relações sexuais com relacionamento amoroso (N= 3006) Nº de jovens em cada categoria: N= 2512; N= ,6% Comparação entre géneros Relacionamento amoroso (N=3006) a) (N=2512) (N=494) Homem 85,9% 14,1% Mulher 82,6% 17,4% a) (χ²= 4,95; g.l.= 1; p.05) Ao fim de quanto tempo teve relações sexuais com o actual (ou com o último) relacionamento amoroso Em relação ao tempo que demorou até terem tido relações sexuais com o actual ou o último relacionamento amoroso, e considerando apenas os jovens que referiram ter tido relações sexuais, cerca de 24% indicam um mês, 19% indicam um a três meses, outros 19% indicam uma semana ou menos, e 14% seis meses a um ano. Quanto aos géneros, verificam-se diferenças estatisticamente significativas sendo que os homens mais frequentemente tiveram relações sexuais uma semana ou menos depois de iniciarem o relacionamento amoroso, e as mulheres mais frequentemente levaram três a seis meses, seis meses a um ano, e um a dois anos. Ao fim de quanto tempo teve relações sexuais com relacionamento amoroso (N= 2458) 18,8% 24,1% 18,9% 16,2% 13,6% 6,2% 2,3% 1 semana ou menos 1 mês 1 a 3 meses 3 a 6 meses 6 meses a 1 ano 1 a 2 anos Mais de 2 anos Nº de jovens em cada categoria: 1 semana ou menos, N= 461; 1 mês, N= 592; 1 a 3 meses, N= 465; 3 a 6 meses, N= 397; 6 meses a 1 ano, N= 334; 1 a 2 anos=152; Mais de 2 anos, N=57. Comparação entre géneros Ao fim de quanto tempo teve relações sexuais com o seu actual (ou com o último) relacionamento amoroso (apenas jovens que referem ter tido relações sexuais, N=2458) a) Uma semana ou menos Um mês Um a três meses Três a seis meses Seis meses a um ano Um a dois anos Mais de dois anos Homem 30,4% 26% 18% 11,4% 7,9% 4,5% 2% Mulher 13,5% 23,2% 19,4% 18,3% 16,2% 7% 2,5% a) (χ²= 130,30; g.l.= 6; p.001) 31

32 Razões para ter tido relações sexuais com o actual (ou com o último) relacionamento amoroso Relativamente às razões para ter tido relações sexuais com o actual ou com o último relacionamento amoroso, destaca-se ter sido uma decisão por consentimento mútuo. Considerados os géneros, as mulheres mais frequentemente apontam essa razão. No geral, cerca de 43% referem ainda que estavam muito apaixonados/as. Foram igualmente as mulheres quem mais frequentemente destacou esta razão. Constatam-se, também, diferenças entre géneros quanto a ter sido por acaso e ter sido o próprio(a) a ter tomado a iniciativa, sendo os homens quem mais as referem. Razões para ter tido relações sexuais com o actual (ou com o último) relacionamento amoroso (apenas jovens que referem já ter tido relações sexuais no relacionamento amoroso, N=2512) Foi uma decisão por consentimento mútuo (N=1906) 75,9% Estavam muito apaixonados/as (N=1071) 42,6% Foi por acaso (N=106) Foi o próprio /a que tomou a iniciativa (N=100) Foi o parceiro/a que tomou a iniciativa (N=98) 4,2% 5% 2,6% Comparação entre géneros Decisão por consentimento mútuo (N=2512) a) (N=1906) (N=606) Homem 68,7% 31,3% Mulher 79,1% 20,9% a) (χ²= 31,42; g.l.= 1; p.001) Estavam muito apaixonados (N=2512) a) (N=1071) (N=1441) Homem 34,9% 65,1% Mulher 46,1% 53,9% a) (χ²= 27,68; g.l.= 1; p.001) Foi por acaso (N=2512) a) (N=106) (N=2406) Homem 7,3% 92,7% Mulher 2,8% 97,2% a) (χ²= 27,03; g.l.= 1; p.001) Foi o próprio /a que tomou a iniciativa (N=2512) a) (N=100) (N=2412) Homem 7,5% 92,5% Mulher 2,4% 97,6% a) (χ²= 35,72; g.l.= 1; p.001) 32

33 Tipo de relacionamento amoroso (violento vs afectivo) A maioria dos jovens refere ter um relacionamento amoroso mais do tipo afectivo (i.e. não violento). As mulheres referem mais frequentemente ter um relacionamento amoroso mais do tipo afectivo. Considerando as diferenças para a duração de relacionamento, são os jovens com um relacionamento há menos de 6 meses que mencionam mais frequentemente ter um relacionamento mais do tipo violento. Tipo de relacionamento amoroso (N= 2874) Relacionamento "mais do tipo afectivo" (N=2836) 98,7% Relacionamento "mais do tipo violento" (N=38) 1,3% Comparação entre géneros Tipo de relacionamento (afectivo vs violento) (N=2874) a) Mais do tipo afectivo (N=2836) Mais do tipo violento (N=38) Homem 97,1% 2,9% Mulher 99,4% 0,6% a) (χ²= 23,68; g.l.= 1; p.001) Comparação na duração do relacionamento 1 Tipo de relacionamento (afectivo vs violento) (N=2837) a) Mais do tipo afectivo (N=2801) Mais do tipo violento (N=36) Relacionamento com menos de 6 meses 97,4% 2,6% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 99,8% 0,2% Relacionamento com mais de 1 ano 99% 1% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 14,35; g.l.= 2; p.001) 33

34 Grau de importância dos sentimentos e da comunicação no relacionamento amoroso (ex: abraços, beijos e carinhos) A maioria dos jovens refere que os sentimentos e a comunicação (ex: abraços, beijos e carinhos) são muito importantes num relacionamento amoroso. As mulheres dão mais importância aos sentimentos e comunicação na relação. Considerando as diferenças para a duração de relacionamento, são os jovens com um relacionamento há menos de 6 meses que atribuem menor importância aos sentimentos e comunicação. Grau de importância dos sentimentos e da comunicação no relacionamento (N= 2986) Muito importante (N=2963) 99,2% Pouco importante (N=23) 0,8% Comparação entre géneros Grau de importância dos sentimentos e da comunicação no relacionamento (N=2986) a) Muito importante (N=2963) Pouco importante (N=23) Homem 97,7% 2,5% Mulher 100% 0% a) (χ²= 47,95; g.l.= 1; p.001) Comparação na duração do relacionamento 1 Grau de importância dos sentimentos e da comunicação no relacionamento (N=2986) a) Muito importante (N=2836) Pouco importante (N=38) Relacionamento com menos de 6 meses 98,5% 1,5% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 99,8% 0,2% Relacionamento com mais de 1 ano 99,4% 0,6% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 6,74; g.l.= 2; p.001) 34

35 Grau de importância do prazer sexual no relacionamento (ex: carícias nos genitais, coito e orgasmo) A maioria dos jovens refere que as carícias dos genitais, o coito e o orgasmo são muito importantes para a obtenção do prazer sexual. Verificam-se diferenças estatisticamente significativas entre géneros, sendo que os homens dão mais importância às carícias dos genitais, coito e orgasmo para a obtenção do prazer sexual na relação. Considerando as diferenças para a duração de relacionamento, são os jovens com um relacionamento há mais de um ano que atribuem maior importância ao prazer sexual no relacionamento. Verificaram-se, também, diferenças estatísticamente significativas entre idades, sendo os mais novos que referem dar menos importância às carícias dos genitais, coito e orgasmo para a obtenção do prazer sexual na relação. Grau de importância do prazer sexual no relacionamento (N= 2674) Muito importante (N=2523) 94,4% Pouco importante (N=151) 5,6% Comparação entre géneros Grau de importância do prazer sexual no relacionamento (N=2674) a) Muito importante (N=2523) Pouco importante (N=151) Homem 96,8% 3,2% Mulher 93,2% 6,8% a) (χ²= 14,48; g.l.= 1; p.001) Comparação na duração do relacionamento 1 Grau de importância do prazer sexual no relacionamento (N=2629) a) Muito importante (N=2482) Pouco importante (N=148) Relacionamento com menos de 6 meses 91,3% 8,7% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 93,4% 6,6% Relacionamento com mais de 1 ano 95,9% 4,1% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 19,39; g.l.= 2; p.001) Comparação entre idades 2 Grau de importância do prazer sexual no relacionamento (N=2674) a) Muito importante (N=2482) Pouco importante (N=148) Entre 18 e 21 anos 92,4% 7,6% Entre 22 e 28 anos 98,5% 1,5% Entre 29 e 35 anos 98,2% 1,8% 2 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 39,77; g.l.= 2; p.001) 35

36 Grau de satisfação sexual no relacionamento A maioria dos jovens refere muita satisfação sexual. As mulheres mais frequentemente mencionam maior satisfação sexual. Considerando as diferenças para a duração de relacionamento, são os jovens com um relacionamento há mais de um ano que referem um grau satisfação sexual maior. Grau de satisfação sexual no relacionamento (N= 2497) Muita satisfação (N=2402) 96,2% Pouca satisfação (N=95) 3,8% Comparação entre géneros Grau de satisfação sexual no relacionamento (N=2497) a) Muita satisfação (N=2402) Pouca satisfação (N=95) Homem 95% 5% Mulher 96,7% 3,3% a) (χ²= 4,35; g.l.= 1; p.001) Comparação na duração do relacionamento 1 Grau de satisfação sexual no relacionamento (N=2460) a) Muita satisfação (N=2366) Pouca satisfação (N=94) Relacionamento com menos de 6 meses 92,1% 7,9% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 96,1% 3,9% Relacionamento com mais de 1 ano 97,5% 2,5% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 31,41; g.l.= 2; p.001) 36

37 Contracepção no relacionamento amoroso / erótico-sexual Utilização de métodos contraceptivos nos últimos doze meses Quanto à utilização de métodos contraceptivos nas actividades sexuais nos últimos doze meses, a maioria afirma ter usado sempre, em particular as jovens do ensino superior. Os homens mais frequentemente nunca usaram, usaram raramente, às vezes ou na maioria das vezes. Sempre 73,3% Usar MC nos últimos 12 meses (N=2600) Nunca 3% Raramente 3% Às vezes 5,9% Na maioria das vezes 14,7% Nº de jovens em cada categoria: Sempre, N= 1905; Maioria das vezes, N=383; Às vezes, N=154; Raramente, N=79; Nunca, N= 79. Comparação entre géneros Utilização de métodos contraceptivos nos últimos doze meses (jovens que referem já ter tido relações sexuais, N=2600) a) Nunca Raramente Às vezes Na maioria das vezes Sempre Homem 4,1% 5,7% 9,1% 18,3% 62,8% Mulher 2,5% 1,8% 4,5% 13,1% 78,1% a) (χ²= 81,36; g.l.= 4; p.001) Utilização de preservativo nos últimos doze meses Relativamente ao uso específico do preservativo nas relações sexuais nos últimos doze meses, apenas 33% referem ter usado sempre e 15% indica mesmo nunca ter usado. existiram diferenças significativas entre os géneros para a utilização de preservativo nos últimos doze meses. Usar preservativo nos últimos 12 meses (N=2584) Sempre 32,6% Nunca 14,6% Raramente 12,9% Na maioria das vezes 22,2% Às vezes 17,8% Nº de jovens em cada categoria: Sempre, N= 842; Maioria das vezes, N=573; Às vezes, N=459; Raramente, N=334; Nunca, N=

38 Utilização de método contraceptivo (uso habitual) Considerando o grupo de jovens que já teve relações sexuais, a maioria usa habitualmente a pílula contraceptiva e o preservativo. Analisadas as diferenças entre géneros, constata-se que são as jovens do ensino superior quem refere mais frequentemente usar a pílula contraceptiva e os jovens quem mais refere usar o preservativo. No que diz respeito ao grupo que usa a pílula do dia seguinte, são eles quem mais a refere. existem diferenças significativas entre os géneros para o coito interrompido e o anel vaginal. Utilização de método contraceptivo (apenas jovens que referem já ter tido relações sexuais, N=2730) Pílula (N=1923) Preservativo (N=1884) 70,4% 69% Coito interrompido (N=228) 8,4% Anel vaginal (N=41) Pílula do dia seguinte (N=36) 5% 2,6% Comparação entre géneros Pílula (N=2730) a) (N=1923) (N=807) Homem 60,3% 39,7% Mulher 75,2% 24,8% a) (χ²= 63,60; g.l.= 1; p.001) Preservativo (N=2730) a) (N=1884) (N=846) Homem 71,7% 28,3% Mulher 67,7% 32,3% a) (χ²= 4,41; g.l.= 1; p.05) Pílula do dia seguinte (N=2730) a) (N=36) (N=2694) Homem 2,4% 97,6% Mulher 0,8% 99,2% a) (χ²= 11,38; g.l.= 1; p.001) 38

39 Onde é que obteve informação sobre os MC que costuma utilizar Quando inquiridos acerca do local onde obtiveram informação sobre os métodos contraceptivos que costumam utilizar, a maioria aponta os técnicos de saúde, folhetos/livros e amigos, sendo que as mulheres mais frequentemente referem os técnicos de saúde e a mãe, ao passo que os homens mais frequentemente referem a comunicação social (mass média), a internet, os professores, o pai e as associações. se verificaram diferenças estatisticamente significativas entre os géneros para os amigos nem para os folhetos/livros. Informação sobre os MC que costuma utilizar (apenas jovens que referem já ter tido relações sexuais, N=2730) Técnicos de saúde (N=1609) Folhetos/Livros (N=1443) Técnicos de saúde (N=1609) Folhetos/Livros (N=1443) 52,9% 58,9% Amigos (N=1425) Amigos (N=1425) 52,2% Comunicação social (mass média) (N=1139) Comunicação social (mass média) (N=1139) 41,7% Mãe (N=1099) Internet (N=1042) Professores (N=1008) Mãe (N=1099) Internet (N=1042) Professores (N=1008) 40,3% 38,2% 36,9% Pai (N=518) Pai (N=518) 19% Associações (N=169) Associações (N=169) 6,2% Comparação entre géneros Técnicos de saúde (N=2730) a) (N=1609) (N=1121) Homem 36% 64% Mulher 69,8% 30,2% a) (χ²= 281,76; g.l.= 1; p.001) Comunicação Social (mass média) (N=2730) a) (N=1139) (N=1591) Homem 50,1% 49,9% Mulher 37,7% 62,3% a) (χ²= 37,61; g.l.= 1; p.001) 39

40 Mãe (N=2730) a) (N=1099) (N=1631) Homem 35,3% 64,7% Mulher 42,6% 57,4% a) (χ²= 13,05; g.l.= 1; p.001) Internet (N=2730) a) (N=1042) (N=1688) Homem 43,1% 56,9% Mulher 35,8% 64,2% a) (χ²= 13,21; g.l.= 1; p.001) Professores (N=2730) a) (N=1008) (N=1722) Homem 42,4% 57,6% Mulher 34,3% 65,7% a) (χ²= 16,64; g.l.= 1; p.001) Pai (N=2730) a) (N=518) (N=2212) Homem 31,6% 68,4% Mulher 13% 87% a) (χ²= 134,45; g.l.= 1; p.001) Associações (N=2730) a) (N=169) (N=2561) Homem 7,7% 92,3% Mulher 5,5% 94,5% a) (χ²= 5,28; g.l.= 1; p.05) 40

41 Onde adquire os métodos contraceptivos que costuma utilizar A maioria dos jovens inquiridos adquire os métodos contraceptivos que utiliza na farmácia. Em relação a este local não se constataram diferenças estatisticamente significativas entre os géneros. No entanto, os homens adquirem-nos mais frequentemente no supermercado e as mulheres no planeamento familiar, centro de saúde e médico de família. Onde adquire os MC que costuma utilizar (apenas jovens que referem já ter tido relações sexuais, N=2730) Farmácia (N=1913) 70,1% Supermercado (N=761) Planeamento familiar (N=639) Centro de saúde (N=518) 5% 27,9% 23,4% Médico família (N=258) 2,6% Comparação entre géneros Supermercado (N=2730) a) (N=761) (N=1969) Homem 38,8% 61,3% Mulher 22,7% 77,3% a) (χ²= 76,38; g.l.= 1; p.001) Planeamento familiar (N=2730) a) (N=639) (N=2091) Homem 11% 89% Mulher 29,3% 70,7% a) (χ²= 111,09; g.l.= 1; p.001) Centro de saúde (N=2730) a) (N=518) (N=2212) Homem 14,7% 85,3% Mulher 21% 79% a) (χ²= 15,73; g.l.= 1; p.001) Médico de família (N=2730) a) (N=258) (N=2472) Homem 4,3% 95,7% Mulher 11,9% 88,1% a) (χ²= 39,97; g.l.= 1; p.001) 41

42 Comportamentos e risco Ter relações sexuais com outra pessoa durante o relacionamento amoroso A grande maioria da amostra afirma não ter tido relações sexuais com outra pessoa durante o relacionamento amoroso. Consideradas as diferenças entre o género e a idade, são os homens e os jovens com idades entre os 22 e 28 anos quem mais referem ter tido. Ter relações com outra pessoa durante o relacionamento amoroso (N=2666) 7,7% 92,3% Nº de jovens em cada categoria:, N= 206;, N= Comparação entre géneros Ter relações sexuais com outra pessoa durante o relacionamento amoroso (N=2666) a) (N=206) (N=2460) Homem 16,6% 83,4% Mulher 3,6% 96,4% a) (χ²= 136,73; g.l.= 1; p.001) Comparação entre idades 1 Ter relações sexuais com outra pessoa durante o relacionamento amoroso (N=2666) a) (N=206) (N=2460) Entre 18 e 21 anos 6,3% 93,7% Entre 22 e 28 anos 10,5% 89,5% Entre 29 e 35 anos 11,9% 88,1% 1 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 16,26; g.l.= 2; p.001) 42

43 Parceiros sexuais ocasionais Sessenta e sete por cento afirmam nunca ter tido um parceiro sexual ocasional, sendo que dos que tiveram, os homens são quem mais o refere, independentemente da frequência. Consideradas as diferenças entre a duração de relacionamento e a idade, são os jovens que têm relacionamentos há menos de 6 meses e os com idades entre os 22 e 28 anos que mencionam mais frequentemente ter parceiros sexuais ocasionais. Parceiros sexuais ocasionais (apenas jovens que já tiveram relações sexuais, N= 2669) 67% 14,3% 6,7% 5% 3,9% 1,5% 1,5% 1- Nunca aconteceu Muito frequente Nº de jovens em cada categoria: 1 - Nunca aconteceu, N= 1789; 2, N= 383; 3, N= 179; 4, N= 133; 5, N= 105; 6, N= 39; 7 Muito frequente, N= 41. Comparação entre géneros Parceiros sexuais ocasionais (apenas jovens que referem ter tido relações sexuais, N=2669) a) Nunca aconteceu Muito frequente Homem 42,6% 16,7% 12,8% 11,5% 8,4% 3,2% 4,7% Mulher 78,3% 13,3% 3,9% 2% 1,9% 0,7% 0,1% a) (χ²= 459,63; g.l.= 6; p.001) Comparação na duração do relacionamento 1 Parceiros sexuais ocasionais (apenas jovens que referem ter tido relações sexuais, N=2628) a) (N=855) (N=1773) Relacionamento com menos de 6 meses 51,1% 48,9% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 35,6% 64,4% Relacionamento com mais de 1 ano 25,4% 74,6% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 130,14; g.l.= 2; p.001) Comparação entre idades 2 Parceiros sexuais ocasionais (apenas jovens que referem ter tido relações sexuais, N=2669) a) (N=880) (N=1789) Entre 18 e 21 anos 29,3% 70,3% Entre 22 e 28 anos 41,3% 58,7% Entre 29 e 35 anos 34,2% 65,8% 2 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 34,58; g.l.= 2; p.001) 43

44 Parceiros sexuais ocasionais no último mês Considerando apenas o grupo que referiu já ter tido, quer relações sexuais, quer parceiros sexuais ocasionais, 81% afirmam que tiveram apenas um parceiro sexual ocasional no último mês. Quanto à comparação entre géneros, verifica-se que são os homens quem mais frequentemente teve entre dois e três, e mais de três parceiros sexuais ocasionais no último mês, e as mulheres quem mais frequentemente teve um. Nº de parceiros sexuais no último mês (apenas quem teve relações sexuais e referiu ter tido parceiros sexuais Entre 2 a 3 16,2% ocasionais, N=582) Mais de 3 2,9% Um 80,9% Nº de jovens em cada categoria: Um,N= 471; Entre 2 a 3, N= 94; Mais de 3 N= 17. Comparação entre géneros Parceiros sexuais no último mês (jovens que referem já ter tido relações sexuais e ter tido parceiros sexuais ocasionais, N= 582) a) 1 Entre 2 a 3 Mais de 3 Homem 73,7% 21,6% 4,8% Mulher 92,45 7,6% 0% a) (χ²= 33,51; g.l.= 2; p.001) Parceiros sexuais ocasionais no último ano Aumentando-se o intervalo temporal para o último ano, e tendo em conta apenas os respondentes que tiveram relações sexuais e referiram ter tido parceiros sexuais ocasionais, 40% tiveram um parceiro, 37% entre dois e três, e 24% mais de três parceiros sexuais ocasionais, em especial as mulheres com um, e entre dois e três, e os homens com mais de três. Nº de parceiros sexuais no último ano (apenas quem teve relações sexuais e referiu ter tido parceiros sexuais Mais de 3 23,5 Entre 2 a 3 36,7% ocasionais, N=722) Nº de jovens em cada categoria: Um,N= 287; Entre 2 a 3, N= 265; Mais de 3 N= 170. Comparação entre géneros Um 39,8% Parceiros sexuais no último mês (jovens que referem já ter tido relações sexuais e ter tido parceiros sexuais ocasionais, N= 722) a) 1 Entre 2 a 3 Mais de 3 Homem 30,7% 36,1% 33,3% Mulher 52,9% 37,6% 9,5% a) (χ²= 63,60; g.l.= 2; p.001) 44

45 Relações sexuais associadas ao consumo de álcool Em relação à frequência com que tiveram relações sexuais porque tinham bebido álcool demais, cerca de 35% da amostra afirma já ter acontecido pelo menos uma vez, em particular os homens. Consideradas as diferenças entre a duração de relacionamento e a idade, são os jovens que têm relacionamentos há menos de 6 meses e os com idades entre os 22 e 28 anos que mencionam mais frequentemente ter tido relações sexuais associadas ao álcool. Relações Sexuais associadas ao consumo de álcool (apenas jovens que já tiveram relações sexuais, N= 2658) 64,5% 17,6% 7,4% 5,2% 3% 1,2% 1% 1- Nunca aconteceu Muito frequente Nº de jovens em cada categoria: 1 - Nunca aconteceu, N= 1715; 2, N= 468; 3, N= 198; 4, N= 139; 5, N= 81; 6, N= 31; 7 Muito frequente, N= 26. Comparação entre géneros Relações sexuais associadas ao consumo de álcool (apenas jovens que referem ter tido relações sexuais, N=2658) a) Nunca aconteceu Muito frequente Homem 46,9% 21,2% 11,2% 10,2% 5,6% 2,4% 2,5% Mulher 72,7% 16% 5,7% 2,9% 1,9% 0,6% 0,3% a) (χ²= 220,80; g.l.= 6; p.001) Comparação na duração do relacionamento 1 Relações sexuais associadas ao consumo de álcool (apenas jovens que referem ter tido relações sexuais, N=2618) a) (N=923) (N=1695) Relacionamento com menos de 6 meses 42,2% 57,8% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 38,1% 61,9% Relacionamento com mais de 1 ano 32,3% 67,7% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 19,77; g.l.= 2; p.001) Comparação entre idades 2 Relações sexuais associadas ao consumo de álcool (apenas jovens que referem ter tido relações sexuais, N=2658) a) (N=943) (N=1715) Entre 18 e 21 anos 31,6% 68,4% Entre 22 e 28 anos 43,8% 56,2% Entre 29 e 35 anos 39,8% 60,2% 2 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 35,84; g.l.= 2; p.001) 45

46 Utilização de método contraceptivo quando teve relações sexuais porque tinha consumido álcool Inquiriu-se os jovens que afirmaram já ter tido relações sexuais porque tinham consumido álcool acerca da utilização de método contraceptivo nessa situação e 34% refere não ter usado contraceptivo em todas as ocasiões, em especial os homens. Usar MC quando teve RS porque tinha consumido álcool (N= 928) Nunca 6,3% Raramente 4,5% Às vezes 7,1% Sempre 66,3% Na maioria das vezes 15,8% Nº de jovens em cada categoria: Sempre, N=615; Maioria das vezes, N=147; Às vezes, N= 66; Raramente, N= 42; Nunca, N=58. Comparação entre géneros Utilização de MC quando teve relações sexuais porque tinha consumido álcool (jovens que referem já ter tido relações sexuais, N=928) a) Nunca Raramente Às vezes Na maioria das vezes Sempre Homem 7,9% 5,9% 9,7% 21,4% 51,1% Mulher 4,7% 1,7% 4,7% 10,7% 76,5% a) (χ²= 47,93; g.l.= 4; p.001) Utilização de preservativo quando teve relações sexuais porque tinha consumido álcool No que concerne à utilização de preservativo quando teve relações sexuais porque tinha consumido álcool, 55% dos jovens referem não tê-lo feito sempre. Verificam-se diferenças estatisticamente significativas entre géneros, sendo as alunas que mais frequentemente referem não ter usado preservativo nunca. Usar preservativo quando teve RS porque tinha consumido álcool (N= 925) Sempre 44,9% Nunca 12,2% Raramente 9,2% Às vezes 13,3% Na maioria das vezes 20,4% Nº de jovens em cada categoria: Sempre, N=415; Maioria das vezes, N=189; Às vezes, N= 123; Raramente, N= 85; Nunca, N=113. Comparação entre géneros Utilização de preservativo quando teve relações sexuais porque tinha consumido álcool (jovens que referem já ter tido relações sexuais, N=925) a) Nunca Raramente Às vezes Na maioria das vezes Sempre Homem 9,3% 7,5% 15,2% 21,9% 46,2% Mulher 14,9% 10,8% 11,6% 19% 43,7% a) (χ²= 12,19; g.l.= 4; p.05) 46

47 Relações sexuais associadas ao consumo de substâncias psicoactivas A grande maioria da população inquirida nunca teve relações sexuais porque tinha tomado alguma substância psicoactiva. Consideradas as diferenças entre géneros, as mulheres mais frequentemente referem que nunca aconteceu e os homens mais frequentemente referem que aconteceu, independentemente da frequência. Relativamente às diferenças de idade, são os jovens do grupo mais velho (com idades entre os 29 e os 35 anos) que mencionam mais frequentemente ter tido relações sexuais associadas às drogas. Relações Sexuais associadas ao consumo de substâncias psicoactivas (apenas jovens que já tiveram relações sexuais, N= 2565) 94,3% 3% 0,6% 1,1% 0,5% 0,4% 0,2% 1- Nunca aconteceu Muito frequente Nº de jovens em cada categoria: 1 - Nunca aconteceu, N= 2419; 2, N= 76; 3, N= 16; 4, N= 28; 5, N= 12; 6, N= 9; 7 Muito frequente, N= 5. Comparação entre géneros Relações sexuais associadas ao consumo de substâncias psicoactivas (apenas jovens que referem ter tido relações sexuais, N=2565) a) Nunca aconteceu Muito frequente Homem 89,3% 5,4% 1,1% 1,7% 1,2% 0,7% 0,6% Mulher 96,7% 1,8% 0,4% 0,8% 0,1% 0,2% 0% a) (χ²= 65,64; g.l.= 6; p.001) Comparação entre idades 1 Relações sexuais associadas ao consumo de substâncias psicoactivas (apenas jovens que referem ter tido relações sexuais, N=2565) a) (N=146) (N=2419) Entre 18 e 21 anos 4,7% 95,3% Entre 22 e 28 anos 7% 93% Entre 29 e 35 anos 12,4% 87,6% 1 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 15,11; g.l.= 2; p.001) 47

48 Utilização de método contraceptivo quando teve relações sexuais porque tinha consumido alguma substância psicoactiva Considerados apenas os jovens que referiram ter tido relações sexuais porque tinham consumido alguma substância psicoactiva, verifica-se que 40% não utilizaram na maioria das vezes um método contraceptivo. Quanto à comparação entre géneros, salientam-se os homens que usaram mais frequentemente um método contraceptivo na maioria das vezes e as mulheres que mais frequentemente usaram sempre. Usar MC quando teve RS porque tinha consumido substâncias psicoactivas (N= 144) Nunca 4,9% Raramente 4,9% Sempre 59,7% Às vezes 15,3% Na maioria das vezes 15,3% Nº de jovens em cada categoria: Sempre, N=86; Maioria das vezes, N=22; Às vezes, N= 22; Raramente, N= 7; Nunca, N=7. Comparação entre géneros Utilização de MC quando teve relações sexuais porque tinha consumido substâncias psicoactivas (jovens que referem já ter tido relações sexuais, N=144) a) Nunca Raramente Às vezes Na maioria das vezes Sempre Homem 5,8% 2,3% 17,4% 20,9% 53,5% Mulher 3,4% 8,6% 12,1% 6,9% 69% a) (χ²= 9,73; g.l.= 4; p.05) Utilização de preservativo quando teve relações sexuais porque tinha consumido alguma substância psicoactiva Apenas 38% usaram sempre preservativo quando tiveram relações sexuais porque tinham consumido alguma substância psicoactiva. existem diferenças significativas entre os géneros para a utilização do preservativo quando tiveram relações sexuais porque tinham consumido substâncias psicoactivas. Usar preservativo quando teve RS porque tinha consumido substâncias psicoactivas (N= 144) Sempre 37,5% Nunca 15,3% Raramente 11,8% Na maioria das vezes 17,4% Às vezes 18,1% Nº de jovens em cada categoria: Sempre, N=54; Maioria das vezes, N=25; Às vezes, N= 26; Raramente, N= 17; Nunca, N=22. 48

49 Ter uma infecção sexualmente transmissível Em relação a alguma vez ter contraído uma infecção sexualmente transmissível e tendo em conta apenas os estudantes que já tiveram relações sexuais, a maioria afirma nunca ter tido. se constatam diferenças entre géneros. Consideradas as diferenças de idade, são os mais novos (com idades entre os 18 e os 21 anos) que mencionam mais frequentemente não ter tido uma infecção sexualmente transmissível. 96,7% Ter uma IST (apenas para jovens que tiveram RS, N=2647) Nº de jovens em cada categoria: N= 87; N= ,3% Comparação entre idades 1 Ter uma infecção sexualmente transmissível (N=2647) a) (N=87) (N=2560) Entre 18 e 21 anos 2,6% 97,4% Entre 22 e 28 anos 3,8% 96,2% Entre 29 e 35 anos 10,1% 89,9% 1 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 39,77; g.l.= 2; p.001) Ter realizado uma interrupção voluntária de gravidez (IVG) Dos jovens que já tiveram relações sexuais, 3,2% referem já ter efectuado (o próprio ou a parceira) uma interrupção voluntária de gravidez. se constataram diferenças estatisticamente significativas quanto ao género. Consideradas as diferenças de idade, são os mais novos (com idades entre os 18 e os 21 anos) que mencionam mais frequentemente não ter efectuado uma interrupção voluntária de gravidez. 96,8% IVG (jovens que mencionam ter tido relações sexuais, N= 2553) 3,2% Nº de jovens em cada categoria: N= 81; N= Comparação entre idades 1 Interrupção voluntária da gravidez (N=2553) a) (N=81) (N=2472) Entre 18 e 21 anos 1,7% 98,3% Entre 22 e 28 anos 5,9% 94,1% Entre 29 e 35 anos 7,7% 92,3% 1 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 39,77; g.l.= 2; p.001) 49

50 Gravidez Indesejada Quanto ao tema da gravidez indesejada, 4,2% de mulheres e 4% de homens confirmam-no. Acresce que 6% de homens afirmam não saber. Consideradas as diferenças de idade, são os mais novos (com idades entre os 18 e os 21 anos) que mencionam mais frequentemente não ter engravidado sem desejar. Ter engravidado sem desejar (sexo feminino, N= 1807) Ter engravidado parceira sem desejar (sexo masc., N=823) 4,2% Sei 6% 4% 95,8% 90% Nº de jovens em cada categoria: N= 76; N= Nº de jovens em cada categoria: N= 33; sei, N= 49; N= 741) Comparação entre idades 1 Engravidar sem desejar (sexo feminino, N=1807) a) (N=76) (N=1731) Entre 18 e 21 anos 1,8% 98,2% Entre 22 e 28 anos 9% 91% Entre 29 e 35 anos 16,2% 83,8% 1 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 39,77; g.l.= 2; p.001) Comparação entre idades 1 Engravidar sem desejar (sexo masculino, N=823) a) (N=33) Sei (N=49) (N=741) Entre 18 e 21 anos 2,2% 5,3% 92,4% Entre 22 e 28 anos 5,6% 7% 87,3% Entre 29 e 35 anos 12,2% 6,1% 81,6% 1 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 39,77; g.l.= 2; p.001) 50

51 CONHECIMENTOS INTRODUÇÃO COMPORTAMENTOS CONHECIMENTOS ATITUDES NORMAS INTENÇÕES CONFORTO COMPETÊNCIAS EDUCAÇÃO SEXUAL MODELO SÍNTESE 51

52 52

53 CONHECIMENTOS Conhecimentos face aos Métodos Contraceptivos e ISTs Inquiriu-se os jovens acerca dos métodos contraceptivos, designadamente a pílula, o adesivo contraceptivo e o anel vaginal, e relativamente a conhecimentos que implicam comportamentos seguros ou de risco, nomeadamente em relação ao atraso/esquecimento da toma da pílula e ao que pode reduzir o efeito da mesma. No que diz respeito às questões da pílula, a maioria escolheu a alínea mais correcta, sendo que são as mulheres quem o faz mais frequentemente e os homens quem afirma não saber com maior frequência. Porém, relativamente ao adesivo contraceptivo e ao anel vaginal, a maioria dos jovens escolheu a alínea errada, sendo que são os homens quem o faz mais frequentemente. Questionou-se, igualmente, acerca do modo de prevenção das infecções sexualmente transmissíveis e a quase totalidade da amostra reconheceu o preservativo como o único método, sendo que as mulheres o fizeram com maior frequência e os homens responderam não sei ou erradamente mais frequentemente. A função principal da pílula (N=3253) a) Inibir a ovulação (N=1620, opção correcta) 49,8% b) Impedir a implantação do óvulo (N=925) 28,4% c) Regular a ovulação (N=520) 16% d) Destruir os espermatezóides (N=41) 1,3% e) sei (N=147) 4,5% Comparação entre géneros A função principal da pílula (N=3253) a) a) (certa) b) c) d) e) Homem 44,6% 32,4% 13,8% 1,1% 8% Mulher 52% 26,7% 16,9% 1,3% 3% a) (χ²= 58,30; g.l.= 4; p.001) 53

54 O que fazer quando se esquece de tomar a pílula (N=3247) a) Se for num prazo de 12 horas, pode-se tomar sem colocar em causa a contracepção (N=1620, opção correcta) 49,9% b) Deve-se tomar imediatamente e utilizar outro método contraceptivo (ex: preservativo com espermicida) (N=1110) 34,2% c) se pode tomar e é aconselhável utilizar outro método contraceptivo (ex: preservativo com espermicida) (N=179) 5,5% d) sei (N=338) 10,4% Comparação entre géneros O que fazer quando se esquece de tomar a pílula (N=3247) a) a) (certa) b) c) d) Homem 41,8% 25,6% 9,6% 23% Mulher 53,4% 37,9% 3,7% 5% a) (χ²= 303,80; g.l.= 3; p.001) A função principal do adesivo contraceptivo e do anel vaginal (N=3245) a) Impedir a ovulação (N=846, opção correcta) 26,1% b) Inibir a entrada dos espermatezóides (N=986) 30,4% c) Impedir a implantação do óvulo (N=663) 20,4% d) sei (N=750) 23,1% Comparação entre géneros A função principal do adesivo contraceptivo e do anel vaginal (N=3245) a) a) (certa) b) c) d) Homem 18,4% 36,9% 16,5% 28,2% Mulher 29,4% 27,5% 22,1% 20,9% a) (χ²= 78,02; g.l.= 3; p.001) Como se utiliza o adesivo contraceptivo (N=3262) a) Coloca-se um adesivo todos os dias durante 21 dias consecutivos, fazendose uma pausa de 7 dias (N=216) 6,6% b) Coloca-se um adesivo durante 3 semanas consecutivas, seguindo-se uma de descanso (N=436) 13,4% c) Coloca-se um adesivo por semana, durante 3 semanas consecutivas, seguindo-se uma de descanso (N=425, opção correcta)) 13% d) sei (N=2185) 67% Comparação entre géneros Como se utiliza o adesivo contraceptivo (N=3262) a) a) b) c) (certa) d) Homem 4,9% 7,4% 7,4% 80,4% Mulher 7,4% 16% 15,5% 61,2% a) (χ²= 117,03; g.l.= 3; p.001) 54

55 Como se utiliza o anel vaginal (N=3249) a) Coloca-se um anel todos os dias durante 21 dias consecutivos, fazendo-se uma pausa de 7 dias (N=173) b) Coloca-se um anel durante 3 semanas consecutivas, seguindo-se uma de descanso (N=635, opção correcta) c) Colocam-se 3 anéis, um por semana, durante 3 semanas consecutivas, seguindo-se uma de descanso (N=83) 5,3% 19,5% 2,6% d) sei (N=2358) 72,6% Comparação entre géneros Como se utiliza o anel vaginal (N=3249) a) a) b) (certa) c) d) Homem 3,9% 12,4% 3% 80,7% Mulher 6% 22,6% 2,4% 69% a) (χ²= 55,66; g.l.= 3; p.001) O que acontece se tiver diarreia ou vómitos e utiliza o adesivo contraceptivo ou o anel vaginal como MC (N=3243) a) A eficácia anticoncepcional pode ficar reduzida se tiver vómitos ou diarreia forte dentro de 4 horas (N=138) b) A eficácia anticoncepcional pode ficar reduzida se tiver vómitos ou diarreia forte dentro de 8 horas (N=71) c) A eficácia anticoncepcional não é colocada em causa (N=873, opção correcta) 4,3% 2,2% 26,9% d) sei (N=2161) 66,6% Comparação entre géneros O que acontece se tiver diarreia ou vómitos e utiliza o adesivo contraceptivo ou o anel vaginal como MC (N=3243) a) a) b) c) (certa) d) Homem 3,9% 2% 20,8% 73,3% Mulher 4,4% 2,3% 29,6% 63,7% a) (χ²= 30,12; g.l.= 3; p.001) 55

56 O que pode reduzir o efeito da pílula (N=3260) a) Álcool e/ou drogas (N=179) 5,5% b) Determinados medicamentos, tais como calmantes, ansiolíticos ou antibióticos (N=745) 22,9% c) Ambas as alíneas anteriores (N=1930, opção certa) 59,2% d) sei (N=406) 12,5% Comparação entre géneros O que pode reduzir o efeito da pílula (N=3260) a) a) b) c) (certa) d) Homem 8,6% 15,1% 56% 20,3% Mulher 4,1% 26,2% 60,6% 9% a) (χ²= 135,84; g.l.= 3; p.001) Qual das seguintes afirmações é verdadeira para prevenir as ISTs (N=3233) a) Urinar depois de ter relações sexuais (N=29) 0,9% b) O dispositivo intra-uterino (DIU) impede as ISTs (N=11) 0,3% c) O preservativo é o melhor método de prevenção de ISTs (N=2957, opção certa) 91,5% d) Observar sinais de ISTs antes de ter relações sexuais (N=117) 3,6% d) sei (N=119) 3,7% Comparação entre géneros Qual das seguintes afirmações é verdadeira para prevenir as ISTs (N=3233) a) a) b) c) (certa) d) e) Homem 0,9% 0,7% 87,3% 4,5% 6,5% Mulher 0,9% 0,2% 93,3% 3,2% 2,4% a) (χ²= 42,37; g.l.= 4; p.001) 56

57 Conhecimentos face ao VIH/Sida (I) A maioria revela um nível de conhecimentos alto em relação aos meios de transmissão do VIH/Sida, uma vez que responde acertadamente a todas as questões que se referem efectivamente a meios de transmissão. Refira-se que o grau de certeza baixa relativamente ao não se poder ficar infectado com o VIH/Sida por usar utensílios para comer ou beber (pratos, talheres, copos) já usados por outra pessoa; e relativamente à possibilidade de ficar infectado com uma transfusão de sangue num hospital em Portugal, a maioria responde afirmativamente (apesar de a resposta estar incorrecta). As mulheres que frequentam o ensino superior revelam melhores conhecimentos de todos os meios de transmissão do VIH/Sida e os homens referem mais frequentemente que não sabem. existiram diferenças significativas entre os géneros para a questão Uma pessoa pode ficar infectada com o VIH/Sida com uma transfusão de sangue, num hospital, em Portugal. sei a) Uma pessoa pode ficar infectada com o VIH/Sida se usar uma agulha e/ou seringa já utilizada por outra pessoa? (N=3264) b) Se alguém infectado com o VIH/Sida tossir ou espirrar perto de outras pessoas, estas poderão ficar também infectadas? (N=3253) c) Se uma mulher infectada com o VIH/Sida estiver grávida, o seu bebé pode ficar infectado? (N=3256) d) Uma pessoa pode ficar infectada com o VIH/Sida por abraçar alguém que está infectado? (N=3254) e) Tomar a pílula pode proteger uma mulher de ser infectada pelo VIH/Sida? (N=3255) f) Uma pessoa pode ficar infectada pelo VIH/Sida se tiver relações sexuais sem utilizar preservativo, mesmo que seja só uma vez? (N=3257) g) Uma pessoa pode parecer muito saudável e estar infectada com o VIH/Sida? (N=3249) h) Uma pessoa pode ficar infectada com o VIH/Sida por usar utensílios para comer ou beber (pratos, talheres, copos) já usados por outra pessoa? (N=3246) i) Uma pessoa pode ficar infectada com o VIH/Sida com uma transfusão de sangue, num hospital, em Portugal? (N=3249) Nota: A negrito as respostas correctas. 98,7% 0,7% 0,6% 4,3% 90,5% 5,2% 93,7% 2,9% 3,4% 2,4% 96,9% 0,7% 1,4% 96,8% 1,8% 98,5% 0,9% 0,6% 97,3% 1% 1,7% 12,5% 78,6% 8,9% 59,3% 31,1% 9,6% 57

58 Comparação entre géneros Uma pessoa pode ficar infectada com o VIH/Sida se usar uma agulha e/ou seringa já utilizada por outra pessoa (N=3264) a) (N=3222) (N=23) Sei (N=19) Homem 97,9% 0,8% 1,3% Mulher 99,1% 0,7% 0,3% a) (χ²= 13,55; g.l.= 2; p.001) Se alguém infectado com o VIH/Sida tossir ou espirrar perto de outras pessoas, estas poderão ficar também infectadas (N=3253) a) (N=139) (N=2945) Sei (N=169) Homem 6,5% 86,5% 6,9% Mulher 3,3% 92,3% 4,4% a) (χ²= 27,42; g.l.= 2; p.001) Se uma mulher infectada com o VIH/Sida estiver grávida, o seu bebé pode ficar infectado (N=3256) a) (N=3050) (N=94) Sei (N=112) Homem 89,3% 4,4% 6,3% Mulher 95,6% 2,2% 2,2% a) (χ²= 47,62; g.l.= 2; p.001) Uma pessoa pode ficar infectada com o VIH/Sida por abraçar alguém que está infectado (N=3254) a) (N=79) (N=3152) Sei (N=23) Homem 3% 95,2% 1,8% Mulher 2,2% 97,6% 0,2% a) (χ²= 27,49; g.l.= 2; p.001) Tomar a pílula pode proteger uma mulher de ser infectada pelo VIH/Sida (N=3255) a) (N=46) (N=3151) Sei (N=58) Homem 1,6% 95% 3,4% Mulher 1,3% 97,6% 1,1% a) (χ²= 20,86; g.l.= 2; p.001) Uma pessoa pode ficar infectada pelo VIH/Sida se tiver relações sexuais sem utilizar preservativo, mesmo que seja só uma vez (N=3257) a) (N=3208) (N=29) Sei (N=20) Homem 97,1% 1,4% 1,4% Mulher 99,1% 0,7% 0,3% a) (χ²= 19,92; g.l.= 2; p.001) 58

59 Uma pessoa pode parecer muito saudável e estar infectada com o VIH/Sida (N=3249) a) (N=3160) (N=34) Sei (N=55) Homem 95,7% 1,2% 3,1% Mulher 97,9% 1% 1,1% a) (χ²= 16,35; g.l.= 2; p.001) Uma pessoa pode ficar infectada com o VIH/Sida por usar utensílios para comer ou beber (pratos, talheres, copos) já usados por outra pessoa (N=3246) a) (N=405) (N=2551) Sei (N=290) Homem 16,7% 72,8% 10,5% Mulher 10,7% 81,1% 8,2% a) (χ²= 29,66; g.l.= 2; p.001) Conhecimentos face ao VIH/Sida (II) De seguida, inquiriu-se os jovens estudantes do ensino superior sobre as vias de transmissão do VIH e a maioria identificou o sangue, as seringas e o esperma (todas as vias presentes). Analisadas as diferenças entre géneros, verificou-se que as mulheres mais frequentemente reconhecem como via de transmissão o sangue, as seringas e o esperma, e mais frequentemente reconhecem como não sendo via de transmissão as picadas de mosquito, as casas de banho, os beijos e os abraços. Os homens mais frequentemente afirmam não saber. existiram diferenças significativas entre os géneros para as seguintes vias de transmissão: lágrimas, urina e piscinas. Vias de transmissão do VIH (N=3270) a) Saliva 11,1% 88,9% b) Sangue 96,6% 3,4% c) Lágrimas 1,3% 98,7% d) Urina 6,9% 93,1% e) Picadas de mosquito 20,6% 79,4% f) Casas de banho 10,5% 89,5% g) Piscinas 1,7% 98,3% h) Seringas 94,4% 5,6% i) Esperma 86,8% 13,2% j) Beijos 2,8% 97,2% K) Abraços 0,2% 99,8% l) sei 1,3% 98,7% 59

60 Comparação entre géneros Vias de transmissão do VIH Saliva (N=3270) a) (N=364) (N=2906) Homem 13% 87% Mulher 10,3% 89,7% a) (χ²= 5,18; g.l.= 1; p.050) Vias de transmissão do VIH - Sangue (N=3270) a) (N=3158) (N=112) Homem 95,5% 4,5% Mulher 97,1% 2,9% a) (χ²= 5,39; g.l.= 1; p.050) Vias de transmissão do VIH Picadas de mosquito (N=3270) a) (N=673) (N=2597) Homem 23,5% 76,5% Mulher 19,3% 80,7% a) (χ²= 7,58; g.l.= 1; p.010) Vias de transmissão do VIH Casas de banho (N=3270) a) (N=344) (N=2926) Homem 12,8% 87,2% Mulher 9,5% 90,5% a) (χ²= 8,04; g.l.= 1; p.010) Vias de transmissão do VIH - Seringas (N=3270) a) (N=3087) (N=183) Homem 92% 8% Mulher 95,4% 4,6% a) (χ²= 15,27; g.l.= 1; p.001) 60

61 Vias de transmissão do VIH Esperma (N=3270) a) (N=2839) (N=431) Homem 79,6% 20,4% Mulher 90% 10% a) (χ²= 64,74; g.l.= 1; p.000) Vias de transmissão do VIH - Beijos (N=3270) a) (N=93) (N=3177) Homem 4,2% 95,8% Mulher 2,2% 97,8% a) (χ²= 10,05; g.l.= 1; p.010) Vias de transmissão do VIH - Abraços (N=3270) a) (N=8) (N=3262) Homem 0,8% 99,2% Mulher 0% 100% a) (χ²= 18,47; g.l.= 1; p.001) Vias de transmissão do VIH Sei (N=3270) a) (N=41) (N=3229) Homem 2,9% 97,1% Mulher 0,5% 99,5% a) (χ²= 32,19; g.l.= 1; p.001) 61

62 62

63 ATITUDES INTRODUÇÃO COMPORTAMENTOS CONHECIMENTOS ATITUDES NORMAS INTENÇÕES CONFORTO COMPETÊNCIAS EDUCAÇÃO SEXUAL MODELO SÍNTESE 63

64 64

65 ATITUDES Atitudes face à sexualidade, aos métodos contraceptivos e ao preservativo Produziram-se afirmações com as quais os estudantes tinham que concordar ou discordar, demonstrando desse modo uma atitude positiva ou negativa, respectivamente. Avaliou-se as atitudes sexuais, as atitudes face à contracepção e as atitudes face ao uso do preservativo. Os respondentes concordaram com todas as afirmações, expressando uma atitude muito positiva em relação a todas as afirmações, à excepção da que identificava o orgasmo como a melhor experiência da vida, com a qual o grau de concordância foi menor. Relativamente às diferenças entre géneros, as mulheres mais frequentemente revelaram uma atitude mais positiva em relação à contracepção e ao preservativo e os homens mais frequentemente revelaram uma atitude mais positiva em relação ao sexo. a) A contracepção faz parte de uma sexualidade responsável. (N=3262) b) O orgasmo é a melhor experiência do mundo. (N=3247) c) O sexo é uma parte muito importante da vida. (N=3254) d) É fácil usar os métodos contraceptivos que reduzem as possibilidades de vir a ter uma IST. (N=3238) e) sinto que seja insulto sugerir ao meu parceiro sexual o uso do preservativo para evitar uma IST. (N=3230) f) Sinto-me melhor comigo próprio(a) quando uso métodos contraceptivos. (N=3237) Discordo concordo nem discordo Concordo 0,8% 1,6% 97,6% 7,9% 34,1% 58,1% 3,7% 16,2% 80,1% 2,9% 8,6% 88,5% 2,1% 6,3% 91,5% 3,7% 22,2% 74,1% Comparação entre géneros A contracepção faz parte de uma sexualidade responsável (N=3262) a) Discordo concordo nem discordo Concordo Homem 1,3% 3,5% 95,2% Mulher 0,6% 0,7% 98,7% a) (χ²= 37,95; g.l.= 2; p.001) 65

66 O orgasmo é a melhor experiência do mundo (N=3247) a) Discordo concordo nem discordo Concordo Homem 7,9% 22,2% 69,9% Mulher 7,8% 39,2% 52,9% a) (χ²= 92,30; g.l.= 2; p.001) O sexo é uma parte muito importante da vida (N=3254) a) Discordo concordo nem discordo Concordo Homem 2,5% 10,2% 87,2% Mulher 4,3% 18,8% 76,9% a) (χ²= 45,81; g.l.= 2; p.001) É fácil usar os métodos contraceptivos que reduzem as possibilidades de vir a ter uma IST (N=3238) a) Discordo concordo nem discordo Concordo Homem 3,7% 10,4% 85,9% Mulher 2,6% 7,8% 89,6% a) (χ²= 9,21; g.l.= 2; p.010) sinto que seja insulto sugerir ao meu parceiro sexual o uso do preservativo para evitar uma IST (N=3230) a) Discordo concordo nem discordo Concordo Homem 3,5% 12,4% 84,1% Mulher 1,6% 3,7% 94,8% a) (χ²= 103,40; g.l.= 2; p.001) Sinto-me melhor comigo próprio(a) quando uso métodos contraceptivos (N=3237) a) Discordo concordo nem discordo Concordo Homem 7,2% 28,3% 64,4% Mulher 2,2% 19,5% 78,2% a) (χ²= 87,52; g.l.= 2; p.001) 66

67 Atitudes face ao preservativo e teste do VIH Questionaram-se os jovens sobre atitudes face ao preservativo e ao teste do VIH no próximo mês, designadamente convencer o parceiro a praticar somente sexo seguro, comprar, ter e utilizar sempre preservativos, fazer e pedir ao parceiro para fazer o teste do VIH, demonstrando desse modo uma atitude preventiva ou não. A maioria dos jovens expressou uma atitude muito preventiva em relação a praticar somente sexo seguro, ter e utilizar sempre preservativos. Relativamente há compra de preservativos, fazer e pedir ao parceiro para fazer o teste do VIH o grau de aceitação foi menor. Muito mau Nem mau nem bom Muito bom a) Persuadir o parceiro a praticar somente sexo seguro no próximo mês. (N=3192) b) Utilizar preservativos sempre que se tem relações sexuais no próximo mês. (N=3165) c) Ter sempre preservativos consigo no próximo mês. (N=3190) d) Fazer análise ao sangue (teste VIH) no próximo mês. (N=3194) e) Comprar preservativos no próximo mês. (N=3183) f) Pedir ao parceiro para fazer análise ao sangue (teste VIH) no próximo mês. (N=3161) 7% 28,4% 64,6% 10,7% 25,8% 63,5% 9,4% 39,2% 51,4% 19,2% 39,2% 41,7% 12,9% 46,7% 40,4% 22,1% 42,9% 35% Relativamente às diferenças entre géneros, as mulheres mais frequentemente revelaram uma atitude mais preventiva no sentido de convencer o parceiro a ter somente sexo seguro; e os homens mais frequentemente revelaram uma atitude preventiva em relação a comprar e ter sempre preservativos e uma atitude pouco preventiva em relação ao fazer e pedir ao parceiro para fazer o teste do VIH. existiram diferenças entre os géneros para a questão utilizar preservativos sempre que se tem relações sexuais. Comparação entre géneros Persuadir o parceiro a praticar somente sexo seguro no próximo mês (N=3192) a) Muito mau Nem mau nem bom Muito bom Homem 9,3% 34,6% 56,1% Mulher 6% 25,7% 68,3% a) (χ²= 45,04; g.l.= 2; p.001) 67

68 Ter sempre preservativos consigo no próximo mês (N=3190) a) Muito mau Nem mau nem bom Muito bom Homem 8,2% 28,7% 63,1% Mulher 9,9% 43,8% 46,3% a) (χ²= 78,25; g.l.= 2; p.001) Comprar preservativos no próximo mês (N=3183) a) Muito mau Nem mau nem bom Muito bom Homem 14% 43,1% 42,9% Mulher 12% 48,3% 39,3% a) (χ²= 7,25; g.l.= 2; p.050) Fazer análise ao sangue (teste VIH) no próximo mês (N=3194) a) Muito mau Nem mau nem bom Muito bom Homem 23,9% 40,4% 35,7% Mulher 17,1% 38,6% 44,3% a) (χ²= 28,70; g.l.= 2; p.001) Pedir ao parceiro para fazer análise ao sangue (teste VIH) no próximo mês (N=3161) a) Muito mau Nem mau nem bom Muito bom Homem 27,7% 46,5% 25,8% Mulher 19,7% 41,3% 38,9% a) (χ²= 56,18; g.l.= 2; p.001) Quanto às diferenças na duração do relacionamento, quem tem um relacionamento há menos de 6 meses afirma com maior frequência que seria muito bom persuadir o parceiro a praticar somente sexo seguro, e ter e utilizar sempre preservativos. Quem tem um relacionamento há mais de um ano refere com maior frequência que seria muito bom fazer o teste do VIH no próximo mês. Comparação na duração do relacionamento 1 Persuadir o parceiro a praticar somente sexo seguro no próximo mês (N=2900) a) Muito mau Nem mau nem bom Muito bom Relacionamento com menos de 6 meses 5,6% 25,2% 69,2% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 6,5% 27,1% 66,4% Relacionamento com mais de 1 ano 7,8% 31,4% 60,8% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 17,56; g.l.= 4; p.001) 68

69 Utilizar preservativos sempre que se tem relações sexuais no próximo mês (N=2881) a) Muito Nem mau nem mau bom Muito bom Relacionamento com menos de 6 meses 7,2% 20,1% 72,7% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 7,3% 26,2% 66,5% Relacionamento com mais de 1 ano 14,3% 29% 56,7% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 68,58; g.l.= 4; p.001) Ter sempre preservativos consigo no próximo mês (N=2895) a) Muito mau Nem mau nem bom Muito bom Relacionamento com menos de 6 meses 6,9% 38,1% 55% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 6,3% 36,9% 56,8% Relacionamento com mais de 1 ano 11,6% 38,6% 49,8% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 22,71; g.l.= 4; p.001) Fazer análise ao sangue (teste VIH) no próximo mês (N=2901) a) Muito mau Nem mau nem bom Muito bom Relacionamento com menos de 6 meses 19,9% 38,4% 41,8% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 18,4% 45,8% 35,8% Relacionamento com mais de 1 ano 18,3% 38% 43,7% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 11,47; g.l.= 4; p.050) No que se refere às diferenças entre idades, são os jovens mais novos que referem com maior frequência que seria muito bom persuadir o parceiro a praticar somente sexo seguro, e ter e utilizar sempre preservativos. Os jovens mais velhos apresentam uma atitude negativa face a estes potenciais comportamentos protectores. Comparação entre idades 2 Persuadir o parceiro a praticar somente sexo seguro no próximo mês (N=3192) a) Muito mau Nem mau nem bom Muito bom Entre 18 e 21 anos 5,3% 26,8% 67,8% Entre 22 e 28 anos 10,2% 31,6% 58,1% Entre 29 e 35 anos 16,4% 36,2% 47,4% 2 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 57,33; g.l.= 4; p.001) Utilizar preservativos sempre que se tem relações sexuais no próximo mês (N=3165) a) Muito mau Nem mau nem bom Muito bom Entre 18 e 21 anos 9,3% 23,8% 66,9% Entre 22 e 28 anos 13,2% 29,4% 57,5% Entre 29 e 35 anos 20% 40,9% 39,1% 2 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 55,17; g.l.= 4; p.001) Nota: Os cálculos apresentados na brochura II (em anexo) sobre estas atitudes apresentam valores diferentes devido a se ter seleccionado apenas o grupo de jovens que teve relações sexuais (N=2730). 69

70 Atitudes perante sujeitos infectados com o VIH/Sida Quando questionados sobre atitudes perante sujeitos infectados com o VIH/Sida, a grande maioria expressa uma atitude de aceitação, uma vez que a percentagem de respostas situa-se acima dos 90% relativamente a todas as afirmações, nomeadamente concordando que deve ser permitido aos jovens infectados com o VIH frequentar a escola, que eram capazes de assistir a uma aula ao lado de um colega infectado com o VIH, e que visitariam um amigo(a) que estivesse infectado com o VIH; e discordando que deixariam de ser amigos duma pessoa que estivesse infectada com o VIH e que as pessoas infectadas com o VIH deveriam viver à parte do resto da população. Quanto aos géneros, verifica-se que os homens mais frequentemente não têm a certeza, e as mulheres mais frequentemente expressam uma atitude tolerante perante os sujeitos infectados com o VIH/Sida. a) Eu deixaria de ser amigo duma pessoa que estivesse infectada com o VIH. (N=3266) b) Deve ser permitido aos jovens infectados com o VIH frequentar a escola. (N=3263) c) Eu era capaz de assistir a uma aula ao lado de um colega infectado com o VIH. (N=3259) d) Eu visitaria um amigo(a) que estivesse infectado(a) com o VIH. (N=3262) e) As pessoas infectadas com o VIH deveriam viver à parte do resto da população. (N=3265) Concordo tenho a certeza Discordo 1% 6,4% 92,6% 92,4% 4,8% 2,7% 90,8% 6,5% 2,7% 96,5% 2,7% 0,8% 1,3% 1,7% 97% Comparação entre géneros Eu deixaria de ser amigo duma pessoa que estivesse infectada com o VIH (N=3266) a) Concordo tenho a certeza Discordo Homem 2% 9,3% 88,6% Mulher 0,6% 5,1% 94,3% a) (χ²= 35,35; g.l.= 2; p.001) Deve ser permitido aos jovens infectados com o VIH frequentar a escola (N=3263) a) Concordo tenho a certeza Discordo Homem 87,2% 8,8% 4,1% Mulher 94,7% 3,2% 2,1% a) (χ²= 58,21; g.l.= 2; p.001) 70

71 Eu era capaz de assistir a uma aula ao lado de um colega infectado com o VIH (N=3259) a) Concordo tenho a certeza Discordo Homem 87% 10% 3% Mulher 92,3% 5% 2,7% a) (χ²= 28,11; g.l.= 2; p.001) Eu visitaria um amigo(a) que estivesse infectado(a) com o VIH (N=3262) a) Concordo tenho a certeza Discordo Homem 95% 4,2% 0,8% Mulher 97,2% 2,1% 0,7% a) (χ²= 11,18; g.l.= 2; p.010) As pessoas infectadas com o VIH deveriam viver à parte do resto da população (N=3265) a) Concordo tenho a certeza Discordo Homem 1,2% 3,5% 95,3% Mulher 1,4% 0,9% 97,8% a) (χ²= 28,09; g.l.= 2; p.001) 71

72 72

73 NORMAS INTRODUÇÃO COMPORTAMENTOS CONHECIMENTOS ATITUDES NORMAS INTENÇÕES CONFORTO COMPETÊNCIAS EDUCAÇÃO SEXUAL MODELO SÍNTESE 73

74 74

75 Normas Normas subjectivas (opinião dos outros) face ao preservativo e teste do VIH Questionaram-se os jovens sobre normas subjectivas, ou seja, se a opinião das pessoas importantes na vida de cada jovem pode interferir na tomada de decisão face ao preservativo e ao teste do VIH no próximo mês, designadamente se a maior parte das pessoas considera importante convencer o parceiro a praticar somente sexo seguro, comprar, ter e utilizar sempre preservativos, e fazer e pedir ao parceiro para fazer o teste do VIH, demonstrando desse modo a influência positiva ou não das pessoas que rodeiam os jovens. A maioria dos jovens expressou ter uma influência positiva em relação ao convencer o parceiro a praticar somente sexo seguro, ter e usar sempre preservativos; e verificou-se uma influência menor no comprar preservativos, e fazer e pedir ao parceiro para fazer o teste do VIH. A maior parte das pessoas, que são importantes para mim, pensam que devia: Completamente falso Nem falso nem verdade Completamente verdade a) Utilizar preservativos sempre que se tem relações sexuais no próximo mês. (N=3151) b) Praticar somente sexo seguro no próximo mês. (N=3181) c) Ter sempre preservativos consigo no próximo mês. (N=3161) d) Comprar preservativos no próximo mês. (N=3168) e) Fazer análise ao sangue (teste VIH) no próximo mês. (N=3179) f) Pedir ao parceiro para fazer análise ao sangue (teste VIH) no próximo mês. (N=3148) 12,6% 30,4% 57% 17,9% 33,7% 48,4% 16,5% 39,4% 44% 21% 44,2% 34,8% 36% 41,6% 22,4% 32,5% 44,4% 23,1% 75

76 Relativamente às diferenças entre géneros, as mulheres mais frequentemente revelaram uma influência positiva, por parte das pessoas que consideram importantes na sua vida, no sentido de terem somente sexo seguro e pedirem ao parceiro para fazer o teste do VIH; e os homens mais frequentemente revelaram uma opinião positiva por parte das outras pessoas em relação a comprar e ter sempre preservativos. existiram diferenças entre os géneros para a questão utilizar preservativos sempre que se tem relações sexuais e fazer o teste do VIH. Comparação entre géneros Praticar somente sexo seguro no próximo mês (N=3181) a) Completemente falso Nem falso nem verdade Completamente verdade Homem 16,5% 37,8% 45,8% Mulher 18,5% 32% 49,6% a) (χ²= 10,29; g.l.= 2; p.010) Ter sempre preservativos consigo no próximo mês (N=3161) a) Completemente falso Nem falso nem verdade Completamente verdade Homem 10,9% 35,3% 53,8% Mulher 19% 41,2% 39,8% a) (χ²= 62,24; g.l.= 2; p.001) Comprar preservativos no próximo mês (N=3168) a) Completemente falso Nem falso nem verdade Completamente verdade Homem 17,6% 44% 38,4% Mulher 22,5% 44,3% 33,2% a) (χ²= 12,61; g.l.= 2; p.010) Pedir parceiro para fazer análise ao sangue (teste VIH) no próximo mês (N=3148) a) Completemente falso Nem falso nem verdade Completamente verdade Homem 31,8% 47,5% 20,7% Mulher 32,8% 43,1% 24,1% a) (χ²= 6,61; g.l.= 2; p.050) 76

77 Quanto às diferenças na duração do relacionamento, quem tem um relacionamento há menos de 6 meses afirma com maior frequência que as outras pessoas consideram importante praticar somente sexo seguro, comprar e utilizar sempre preservativos. Quem tem um relacionamento há mais de um ano refere com maior frequência que as outras pessoas consideram importante fazer o teste do VIH no próximo mês. Comparação na duração do relacionamento 1 Utilizar preservativos sempre que se tem relações sexuais no próximo mês (N=2866) a) Completamente falso Nem falso nem verdade Completamente verdade Relacionamento com menos de 6 meses 7,4% 29,3% 63,3% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 12,6% 28,4% 58,9% Relacionamento com mais de 1 ano 16% 32,3% 51,7% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 44,90; g.l.= 4; p.001) Praticar somente sexo seguro no próximo mês (N=2887) a) Completamente falso Nem falso nem verdade Completamente verdade Relacionamento com menos de 6 meses 13,3% 33,6% 53,2% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 15,1% 34,2% 50,7% Relacionamento com mais de 1 ano 21,9% 33,8% 44,2% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 34,18; g.l.= 4; p.001) Ter sempre preservativos consigo no próximo mês (N=2870) a) Completamente falso Nem falso nem verdade Completament e verdade Relacionamento com menos de 6 meses 11,4% 41,9% 46,7% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 12,8% 39,9% 47,2% Relacionamento com mais de 1 ano 20% 37,9% 42,1% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 32,60; g.l.= 4; p.001) Comprar preservativos no próximo mês (N=2877) a) Completamente falso Nem falso nem verdade Completamente verdade Relacionamento com menos de 6 meses 16,5% 45,1% 38,3% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 19,2% 45,1% 35,7% Relacionamento com mais de 1 ano 24,1% 42,7% 33,3% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 19,75; g.l.= 4; p.001) 77

78 Fazer análise ao sangue (teste VIH) no próximo mês (N=2888) a) Completamente falso Nem falso nem verdade Completamente verdade Relacionamento com menos de 6 meses 35,8% 42,7% 21,5% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 32% 49,3% 18,7% Relacionamento com mais de 1 ano 36,9% 39,8% 23,3% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 13,42; g.l.= 4; p.010) No que se refere às diferenças entre idades, são os jovens mais novos que referem com maior frequência que as outras pessoas consideram importante praticar somente sexo seguro, comprar, ter e utilizar sempre preservativos. Os jovens mais velhos mencionam com maior frequência que as outras pessoas consideram importante fazer o teste do VIH. Comparação entre idades 2 Utilizar preservativos sempre que se tem relações sexuais no próximo mês (N=3151) a) Completamente falso Nem falso nem verdade Completamente verdade Entre 18 e 21 anos 10,6% 28,4% 61,1% Entre 22 e 28 anos 15% 35,4% 49,6% Entre 29 e 35 anos 36% 35,1% 28,9% 2 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 100,72; g.l.= 4; p.001) Praticar somente sexo seguro no próximo mês (N=3181) a) Completamente falso Nem falso nem verdade Completamente verdade Entre 18 e 21 anos 15,3% 32,9% 51,7% Entre 22 e 28 anos 22,8% 35,9% 41,3% Entre 29 e 35 anos 32,7% 34,5% 32,7% 2 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 54,13; g.l.= 4; p.001) Ter sempre preservativos consigo no próximo mês (N=2870) a) Completamente falso Nem falso nem verdade Completamente verdade Entre 18 e 21 anos 15,1% 40,1% 44,8% Entre 22 e 28 anos 17,8% 38,5% 43,6% Entre 29 e 35 anos 36% 32,5% 31,6% 2 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 35,86; g.l.= 4; p.001) 78

79 Comprar preservativos no próximo mês (N=3168) a) Completamente falso Nem falso nem verdade Completamente verdade Entre 18 e 21 anos 19,3% 44,2% 36,4% Entre 22 e 28 anos 23,7% 45,1% 31,2% Entre 29 e 35 anos 34,5% 38,1% 27,4% 2 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 23,31; g.l.= 4; p.001) Fazer análise ao sangue (teste VIH) no próximo mês (N=3179) a) Completamente falso Nem falso nem verdade Completamente verdade Entre 18 e 21 anos 34,9% 43,5% 21,6% Entre 22 e 28 anos 37% 37,7% 25,3% Entre 29 e 35 anos 50% 32,5% 17,5% 2 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 19,13; g.l.= 4; p.001) 79

80 80

81 INTENÇÕES INTRODUÇÃO COMPORTAMENTOS CONHECIMENTOS ATITUDES NORMAS INTENÇÕES CONFORTO COMPETÊNCIAS EDUCAÇÃO SEXUAL MODELO SÍNTESE 81

82 82

83 Intenções Intenções face ao preservativo e teste do VIH Questionaram-se os jovens sobre intenções face ao preservativo e ao teste do VIH no próximo mês, designadamente se tencionam convencer o parceiro a praticar somente sexo seguro, comprar, ter e utilizar sempre preservativos, fazer e pedir ao parceiro para fazer o teste do VIH, demonstrando desse modo ter vontade ou não de ter um comportamento sexual preventivo. A maioria dos jovens expressou tencionar convencer o parceiro a praticar somente sexo seguro e usar sempre preservativos; e considerou pouco provável fazer e pedir ao parceiro para fazer o teste do VIH. Cerca de 35% e 46% dos respondentes mencionou tencionar comprar e ter sempre preservativos, respectivamente. Pouco provável Nem pouco nem muito provável Muito provável a) Tencionar persuadir o parceiro a praticar somente sexo seguro no próximo mês. (N=3180) b) Tencionar utilizar preservativos sempre que se tem relações sexuais no próximo mês. (N=3173) c) Tencionar ter sempre preservativos consigo no próximo mês. (N=3178) d) Tencionar comprar preservativos no próximo mês. (N=3190) e) Tencionar pedir ao parceiro para fazer a análise ao sangue (teste VIH) no próximo mês. (N=3159) f) Tencionar fazer a análise ao sangue (teste VIH) no próximo mês. (N=3191) 10,9% 21,8% 67,3% 16,6% 18,8% 64,6% 24,3% 29,8% 45,8% 34,1% 30,4% 35,4% 50,7% 32,9% 16,4% 53,1% 30,7% 16,2% 83

84 Relativamente às diferenças entre géneros, as mulheres mais frequentemente tencionam persuadir o parceiro a ter somente sexo seguro e utilizar sempre preservativos, e menos frequentemente tencionam fazer o teste do VIH. Os homens mais frequentemente tencionam comprar e ter sempre preservativos. Comparação entre géneros Tencionar persuadir o parceiro a praticar somente sexo seguro no próximo mês (N=3180) a) Pouco provável Nem pouco nem muito provável Muito provável Homem 14,2% 27% 58,8% Mulher 9,4% 19,5% 71,1% a) (χ²= 46,67; g.l.= 2; p.001) Tencionar utilizar preservativos sempre que se tem relações sexuais no próximo mês (N=3173) a) Pouco provável Nem pouco nem muito provável Muito provável Homem 15,7% 23,4% 60,9% Mulher 17% 16,8% 66,3% a) (χ²= 19,20; g.l.= 2; p.001) Tencionar ter sempre preservativos consigo no próximo mês (N=3178) a) Pouco provável Nem pouco nem muito provável Muito provável Homem 14,8% 26,6% 58,6% Mulher 28,5% 31,3% 40,2% a) (χ²= 106,39; g.l.= 2; p.001) Tencionar comprar preservativos no próximo mês (N=3190) a) Pouco provável Nem pouco nem muito provável Muito provável Homem 26,7% 31,5% 41,8% Mulher 37,4% 30% 32,6% a) (χ²= 39,40; g.l.= 2; p.001) Tencionar fazer análise ao sangue (teste VIH) no próximo mês (N=3191) a) Pouco provável Nem pouco nem muito provável Muito provável Homem 49,9% 33,6% 16,5% Mulher 54,4% 29,5% 16,1% a) (χ²= 6,46; g.l.= 2; p.050) 84

85 Quanto às diferenças na duração do relacionamento, quem tem um relacinamento há menos de 6 meses tenciona mais frequentemente persuadir o parceiro a praticar somente sexo seguro, ter e utilizar sempre preservativos. Quem tem um relacionamento há mais de um ano refere mais frequentemente não tencionar comprar preservativos. Comparação na duração do relacionamento 1 Tencionar persuadir o parceiro a praticar somente sexo seguro no próximo mês (N=2889) a) Pouco provável Nem pouco nem muito provável Muito provável Relacionamento com menos de 6 meses 9% 20,3% 70,7% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 10% 19,5% 70,5% Relacionamento com mais de 1 ano 12,6% 23,8% 63,6% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 16,63; g.l.= 4; p.001) Tencionar utilizar preservativos sempre que se tem relações sexuais no próximo mês (N=2886) a) Pouco provável Nem pouco nem muito provável Muito provável Relacionamento com menos de 6 meses 8,9% 16,8% 74,3% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 14,5% 16,6% 69,9% Relacionamento com mais de 1 ano 22,4% 20,4% 57,2% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 87,32; g.l.= 4; p.001) Tencionar ter sempre preservativos consigo no próximo mês (N=2889) a) Pouco provável Nem pouco nem muito provável Muito provável Relacionamento com menos de 6 meses 17,8% 31,9% 50,3% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 18,3% 31,9% 49,8% Relacionamento com mais de 1 ano 27,4% 27,7% 45% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 34,04; g.l.= 4; p.001) Tencionar comprar preservativos no próximo mês (N=2899) a) Pouco provável Nem pouco nem muito provável Muito provável Relacionamento com menos de 6 meses 27,3% 36,3% 36,4% Relacionamento entre 6 meses e 1 ano 29,3% 32,7% 38,1% Relacionamento com mais de 1 ano 36,4% 26,8% 36,8% 1 (Três grupos: grupo1= rel. com menos de 6 meses; grupo2= rel. entre 6 meses e 1 ano e grupo3= rel. com mais de um ano.) a) (χ²= 31,96; g.l.= 4; p.001) 85

86 No que se refere às diferenças entre idades, são os jovens mais novos que referem com maior frequência que tencionam persuadir o parceiro a praticar somente sexo seguro e utilizar sempre preservativos. Os jovens entre os 22 e 28 anos mencionam com maior frequência que tencionam fazer e pedir ao parceiro o teste do VIH. Comparação entre idades 2 Tencionar persuadir o parceiro a praticar somente sexo seguro no próximo mês (N=3180) a) Pouco provável Nem pouco nem muito provável Muito provável Entre 18 e 21 anos 8,9% 20,2% 70,9% Entre 22 e 28 anos 14,7% 24,6% 60,6% Entre 29 e 35 anos 23,7% 32,5% 43,9% 2 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 67,07; g.l.= 4; p.001) Tencionar utilizar preservativos sempre que se tem relações sexuais no próximo mês (N=3173) a) Pouco provável Nem pouco nem muito provável Muito provável Entre 18 e 21 anos 13,6% 17,7% 68,7% Entre 22 e 28 anos 21,8% 20,4% 57,7% Entre 29 e 35 anos 37,9% 28,4% 33,6% 2 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 94,63; g.l.= 4; p.001) Tencionar pedir ao parceiro para fazer análise ao sangue (teste VIH) no próximo mês (N=3159) a) Pouco provável Nem pouco nem muito provável Muito provável Entre 18 e 21 anos 51% 33,8% 15,2% Entre 22 e 28 anos 48,9% 31% 20,1% Entre 29 e 35 anos 58,3% 29,6% 12,2% 2 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 13,44; g.l.= 4; p.010) Tencionar fazer análise ao sangue (teste VIH) no próximo mês (N=3191) a) Pouco provável Nem pouco nem muito provável Muito provável Entre 18 e 21 anos 53,3% 31,6% 15,1% Entre 22 e 28 anos 51,3% 29,2% 19,5% Entre 29 e 35 anos 60,9% 25,2% 13,9% 2 (Três grupos: grupo1= Dos 18 aos 21 anos; grupo2= Entre os 22 e 28 anos e grupo3= Dos 29 e os 35 anos.) a) (χ²= 11,40; g.l.= 4; p.050) 86

87 CONFORTO INTRODUÇÃO COMPORTAMENTOS CONHECIMENTOS ATITUDES NORMAS INTENÇÕES CONFORTO COMPETÊNCIAS EDUCAÇÃO SEXUAL MODELO SÍNTESE 87

88 88

89 CONFORTO Grau de conforto A maior parte dos jovens revela um grau de conforto positivo em relação a comprar preservativos numa loja, trazê-los consigo ou adquiri-los no centro de saúde. Verificam-se diferenças entre géneros, nomeadamente os homens revelam maior grau de conforto em relação a comprar preservativos numa loja ou a trazê-los consigo e as mulheres mais frequentemente discordam que trazer um preservativo consigo significa que estão a planear ter relações sexuais. a) Seria desconfortável comprar preservativos numa loja. (N=3196) b) Seria desconfortável trazer consigo preservativos. (N=3188) c) Trazer um preservativo consigo significa que está a planear ter relações sexuais. (N=3188) d) Seria desconfortável adquirir preservativos no centro de saúde. (N=3189) Discordo concordo nem discordo Concordo 60,6% 23,4% 16,1% 70,5% 19,5% 9,9% 63,2% 24,3% 12,4% 66,9% 20,3% 12,8% Comparação entre géneros Seria desconfortável comprar preservativos numa loja (N=3196) a) Discordo concordo nem discordo Concordo Homem 67,6% 21,6% 10,8% Mulher 57,6% 24,2% 18,3% a) (χ²= 36,39; g.l.= 2; p.001) Seria desconfortável trazer consigo preservativos (N=3188) a) Discordo concordo nem discordo Concordo Homem 73,9% 19,2% 6,9% Mulher 69,1% 19,7% 11,2% a) (χ²= 14,90; g.l.= 2; p.001) 89

90 Trazer um preservativo consigo significa que está a planear ter relações sexuais (N=3188) a) Discordo concordo nem discordo Concordo Homem 57,4% 26,8% 15,7% Mulher 65,7% 23,3% 11% a) (χ²= 22,65; g.l.= 2; p.001) Seria desconfortável adquirir preservativos no centro de saúde (N=3189) a) Discordo concordo nem discordo Concordo Homem 65% 23,3% 11,7% Mulher 67,7% 19,1% 13,3% a) (χ²= 7,79; g.l.= 2; p.050) 90

91 COMPETÊNCIAS INTRODUÇÃO COMPORTAMENTOS CONHECIMENTOS ATITUDES NORMAS INTENÇÕES CONFORTO COMPETÊNCIAS EDUCAÇÃO SEXUAL MODELO SÍNTESE 91

92 92

93 COMPETÊNCIAS Competências face ao Preservativo Percepção da dificuldade Avaliou-se o grau de dificuldade em relação a apoiar o parceiro sexual se ele começasse a falar em usar preservativo, utilizar preservativo sempre que se tem relações sexuais ocasionais, falar sobre sexo seguro numa situação não sexual, recusar ter relações sexuais com alguém que se conheceu recentemente se ele não quiser usar preservativo, comprar preservativos e utilizar preservativo com o parceiro estando sob a influência de drogas ou álcool. A maioria dos inquiridos considerou que era fácil. Os homens mais frequentemente consideraram que era fácil comprar preservativos; e as mulheres mais frequentemente consideraram que era fácil apoiar o parceiro sexual se ele começasse a falar em usar preservativo, falar sobre sexo seguro numa situação não sexual, a utilizar preservativo sempre que se tem relações sexuais ocasionais e a recusar ter relações sexuais, com alguém que se conheceu recentemente se ele não quiser usar preservativo. existiram diferenças significativas entre os géneros para a seguinte questão: até que ponto seria difícil para si utilizar preservativo com o seu parceiro se estivesse sob a influência de drogas ou álcool. Percepção da dificuldade a) Até que ponto seria difícil dar apoio ao seu parceiro sexual se ele começasse a falar acerca do uso de preservativo para reduzir o risco de contrair diferentes ISTs. (N=3205) b) Até que ponto seria difícil para si utilizar preservativo, todas as vezes que tem encontros sexuais ocasionais. (N=3175) c) Até que ponto seria difícil para si falar de sexo seguro com o seu parceiro numa situação não sexual, como por exemplo, enquanto conduz. (N=3219) d) Até que ponto consegue recusar ter relações sexuais com alguém que conheceu recentemente, se ela se recusasse a usar preservativo. (N=3177) e) Até que ponto é difícil para si comprar preservativos. (N=3234) f) Até que ponto seria difícil para si utilizar preservativo com o seu parceiro se estivesse sob a influência de drogas ou álcool. (N=3148)* *A opção f) não foi incluida no modelo sobre comportamentos sexuais saudáveis. Díficil Nem fácil nem difícil Fácil 2,8% 15,4% 81,8% 5,1% 19,8% 75,1% 5,6% 21,7% 72,8% 10,9% 21,2% 67,9% 12,1% 29% 58,9% 16,6% 32,9% 50,5% 93

94 Comparação entre géneros Até que ponto seria difícil dar apoio ao seu parceiro sexual se ele começasse a falar acerca do uso de preservativo para reduzir o risco de contrair diferentes ISTs (N=3205) a) Difícil Nem fácil nem difícil Fácil Homem 3,1% 21,5% 75,4% Mulher 2,7% 12,8% 84,5% a) (χ²= 40,37; g.l.= 2; p.001) Até que ponto seria difícil para si utilizar preservativo, todas as vezes que tem encontros sexuais ocasionais (N=3175) a) Difícil Nem fácil nem difícil Fácil Homem 6,7% 22,6% 70,6% Mulher 4,4% 18,6% 77% a) (χ²= 16,47; g.l.= 2; p.001) Até que ponto seria difícil para si falar de sexo seguro com o seu parceiro numa situação não sexual, como por exemplo, enquanto conduz (N=3219) a) Difícil Nem fácil nem difícil Fácil Homem 6,1% 25,2% 67,8% Mulher 5,3% 19,7% 75% a) (χ²= 18,48; g.l.= 2; p.001) Até que ponto consegue recusar ter relações sexuais com alguém que conheceu recentemente, se ela se recusasse a usar preservativo (N=3177) a) Difícil Nem fácil nem difícil Fácil Homem 18,2% 32,2% 49,5% Mulher 7,7% 16,5% 75,8% a) (χ²= 214,17; g.l.= 2; p.001) Até que ponto é difícil para si comprar preservativos (N=3234) a) Difícil Nem fácil nem difícil Fácil Homem 6% 22,7% 71,2% Mulher 14,7% 31,7% 53,6% a) (χ²= 97,05; g.l.= 2; p.001) 94

95 Percepção de eficácia Avaliou-se o grau de eficácia em relação a conversar e convencer o parceiro a praticar somente sexo seguro, ter a certeza que vai utilizar o preservativo, recusar ter relações sexuais desprotegidas, fazer planos com antecedência para ter a certeza que têm sempre preservativos com eles (elas) de cada vez que têm relações sexuais e persuadir o parceiro para fazer o teste do VIH. A maioria dos inquiridos considerou que era eficaz, em especial as mulheres. existiram diferenças significativas entre os géneros para a seguinte questão: com que eficácia consegue fazer planos com antecedência para ter a certeza que tem sempre preservativos consigo de cada vez que tem relações sexuais. Percepção de eficácia a) Com que eficácia consegue convencer o seu parceiro a praticar somente sexo seguro. (N=3165) b) Com que eficácia consegue dizer ao seu parceiro que pretende somente praticar sexo seguro. (N=3174) c) Com que eficácia pode ter a certeza que vai utilizar preservativo. (N=3159) d) Com que eficácia consegue recusar ter relações sexuais desprotegidas. (N=3180) e) Com que eficácia consegue fazer planos com antecedência para ter a certeza que tem sempre preservativos consigo de cada vez que tem relações sexuais. (N=3146)* f) Com que eficácia consegue persuadir o seu parceiro a fazer o teste do VIH. (N=3184) *A opção e) não foi incluida no modelo sobre comportamentos sexuais saudáveis. Ineficaz Nem eficaz nem ineficaz Eficaz 5,3% 18,4% 76,3% 5,4% 18,4% 76,2% 4,1% 22,7% 73,2% 14,1% 21,5% 64,4% 12,5% 33,2% 54,4% 12,4% 33,3% 54,3% Comparação entre géneros Com que eficácia consegue convencer o seu parceiro a praticar somente sexo seguro (N=3165) a) Ineficaz Nem eficaz nem ineficaz Eficaz Homem 6,6% 25,3% 68,2% Mulher 4,8% 15,4% 79,8% a) (χ²= 51,38; g.l.= 2; p.001) Com que eficácia consegue dizer ao seu parceiro que pretende somente praticar sexo seguro (N=3174) a) Ineficaz Nem eficaz nem ineficaz Eficaz Homem 7% 28% 65,1% Mulher 4,7% 14,2% 81,1% a) (χ²= 98,15; g.l.= 2; p.001) 95

96 Com que eficácia pode ter a certeza que vai utilizar preservativo (N= 3159) a) Ineficaz Nem eficaz nem ineficaz Eficaz Homem 4,6% 26% 69,4% Mulher 3,9% 21,3% 74,8% a) (χ²= 9,94; g.l.= 2; p.010) Com que eficácia consegue recusar ter relações sexuais desprotegidas (N=3180) a) Ineficaz Nem eficaz nem ineficaz Eficaz Homem 18,1% 30,4% 51,4% Mulher 12,4% 17,6% 70,1% a) (χ²= 103,67; g.l.= 2; p.001) Com que eficácia consegue persuadir o seu parceiro a fazer o teste do VIH (N=3184) a) Ineficaz Nem eficaz nem ineficaz Eficaz Homem 13,7% 41,5% 44,8% Mulher 11,8% 29,8% 58,4% a) (χ²= 52,87; g.l.= 2; p.001) 96

97 EDUCAÇÃO SEXUAL INTRODUÇÃO COMPORTAMENTOS CONHECIMENTOS ATITUDES NORMAS INTENÇÕES CONFORTO COMPETÊNCIAS EDUCAÇÃO SEXUAL MODELO SÍNTESE 97

98 98

99 EDUCAÇÃO SEXUAL Importância da educação sexual na saúde dos indivíduos Questionou-se os jovens acerca da importância que atribuem à educação sexual na saúde dos indivíduos e a maioria considerou que é muito importante. Considerando as diferenças entre géneros, são as mulheres quem mais frequentemente a considera desse modo. Importância da ES na saúde dos indivíduos, N= 3216 Razoavelment e importante 5,4% Muito importante 93,8% Nada importante 0,7% Nº de jovens em cada categoria: Muito importante,n= 3018; Razoavelmente importante, N= 174; Nada importante N= 24. Comparação entre géneros Importância da educação sexual na saúde dos indivíduos (N=3216) a) Nada importante Razoavelmente importante Muito importante Homem 1,5% 9,1% 89,4% Mulher 0,4% 3,8% 95,7% a) (χ²= 47,24; g.l.= 2; p.001) Importância da educação sexual nas escolas Quanto à importância da educação sexual nas escolas, a grande maioria considera-a muito importante, em particular as mulheres. Razoavelmente importante 6,4% ES nas escolas N= 3205 Muito importante 91,9% Nada importante 1,7% Nº de jovens em cada categoria: Muito importante,n= 2945; Razoavelmente importante, N= 205; Nada importante N= 55. Comparação entre géneros Importância da educação sexual nas escolas (N=3205) a) Nada importante Razoavelmente importante Muito importante Homem 3,2% 9,8% 86,9% Mulher 1,1% 4,9% 94% a) (χ²= 47,31; g.l.= 2; p.001) 99

100 Aptidão dos professores para abordar sexualidade com os alunos Quarenta por cento dos inquiridos consideram os professores razoavelmente aptos para abordar a sexualidade com os alunos. No entanto, 34% consideram-nos pouco / nada aptos. existem diferenças estatisticamente significativas entre os géneros para a aptidão dos professores para falarem sobre sexualidade com os alunos. Aptidão dos professores para abordar sexualidade com os alunos N=3191 Nada aptos 34,2% Mto aptos 25,5% Razoavelmente aptos 40,3% Nº de jovens em cada categoria: Muito aptos,n= 814; Razoavelmente aptos, N= 1287; Nada aptos N= A educação sexual deve ser abordada nas escolas A grande maioria afirma que a educação sexual deve ser abordada nas escolas, em particular através de acções/conferências por agentes externos, na disciplina de Ciências Naturais/Biologia e nas áreas curriculares não disciplinares (Formação Cívica /Área de Projecto e Estudo Acompanhado). Verificaram-se diferenças entre géneros: as mulheres mais frequentemente concordam que a educação sexual deve ser abordada nas escolas. ES deve ser abordada nas escolas (N= 3213) 4% 96% Disciplinas em que deve ser abordada a educação sexual (N=3278) Acções/conferências por agentes externos (N=3086) C. Naturais/ Biologia (N=3086) Form. Cívica/Ár. Proj./Est. Acomp. (N=3086) 57,1% 56,7% 64,6% Nº de jovens em cada categoria:,n= 3086; N= 127. Comparação entre géneros A educação sexual deve ser abordada nas escolas (N=3213) a) (N=3086) (N=127) Homem 94,1% 5,9% Mulher 96,9% 3,1% a) (χ²= 14,34; g.l.= 1; p.001) 100

101 Teve educação sexual na escola (nos últimos anos) A maioria dos inquiridos usufruiu, nos últimos anos, de educação sexual na escola que frequentou em disciplinas como Ciências Naturais/Biologia. Teve ES na escola nos últimos anos (N= 3210) Disciplinas que abordaram a educação sexual (N=1803) 43,8% (N= 1407) 56,2% (N=1803) C. Naturais/ Biologia (N=3086) Acções/conferências por agentes externos (N=3086) 43,8% 67,1% Form. Cívica/Ár. Proj./Est. Acomp. (N=3086) 33,8% Sentiu que ficou esclarecido com os temas que foram abordados em educação sexual A maioria dos inquiridos afirma ter ficado muito esclarecido. existiram diferenças estatisticamente signifivas entre os géneros. Pouco esclarecido (N= 130) 7,3% Razoavelmente esclarecido (N= 604) 33,7% Muito esclarecido (N=1056) 59% Ficou esclarecido com os temasque foram abordados em ES (N= 1790) 101

102 Quem deve ser responsável pela educação sexual nos jovens Em relação a quem deve ser responsável pela educação sexual nos jovens, a maior parte concorda que são os pais, os técnicos de saúde e a escola. Relativamente à responsabilidade da comunicação social (mass média), as opiniões dividem-se: cerca de 56% concordam e 30% não têm a certeza. Quanto às diferenças entre géneros, os homens mais frequentemente revelam não concordar nem discordar e as mulheres mais frequentemente concordam com a responsabilidade dos pais, técnicos de saúde e escola. Discordo concordo nem discordo Concordo a) Pais/Família (N=3196) 0,7% 4,5% 94,8% b) Técnicos de saúde (N=3125) 0,6% 5,2% 94,2% c) Escola (N=3139) 1,5% 7,3% 91,1% d) Comunicação social (mass média) (N=2970) 14,1% 29,8% 56,1% Comparação entre géneros Pais/Família (N=3196) a) Concordo concordo nem discordo Discordo Homem 93,6% 6% 0,4% Mulher 95,3% 3,9% 0,8% a) (χ²= 8,34; g.l.= 2; p.050) Técnicos de saúde (N=3125) a) Concordo concordo nem discordo Discordo Homem 89,6% 9,4% 1,1% Mulher 96,1% 3,4% 0,5% a) (χ²= 51,33; g.l.= 2; p.001) Escola (N=3139) a) Concordo concordo nem discordo Discordo Homem 88,3% 9,5% 2,2% Mulher 92,4% 6,4% 1,2% a) (χ²= 14,24; g.l.= 2; p.001) Nota: Os cálculos apresentados na brochura II (em anexo) sobre quem deve ser responsável pela educação sexual dos jovens, apresentam valores diferentes devido à recodificação dicotómica das opções de resposra. 102

103 Onde tem obtido mais informação sobre sexualidade Quanto às fontes de conhecimento da sexualidade, destacam-se os amigos, a internet, a comunicação social e o centro de saúde. As mulheres mais frequentemente obtêm informação no centro de saúde, enquanto os homens mais frequentemente a obtêm na internet ou através dos irmãos. existem diferenças estatisticamente significativas entre os géneros para os amigos, comunicação social (mass média), namorado (a), pais e professores. Onde tem obtido mais informação sobre sexualidade (N=3204) a) Amigos (N=2113) 65,9% b) Internet (N=1560) 48,7% c) Comunicação Social (mass média) (N=1497) 46,7% d) Centro de Saúde (N=1304) 40,7% e) Namorado (a) (N=1250) 39% f) Pais (N=1248) 39% g)professores (N=872) 27,2% h) Irmãos (N=315) 9,8% Comparação entre géneros Internet (N=3204) a) (N=1560) (N=1644) Homem 53,7% 46,3% Mulher 46,6% 53,4% a) (χ²= 13,48; g.l.= 1; p.001) Centro de saúde (N=3204) a) (N=1304) (N=1900) Homem 24,7% 75,3% Mulher 47,5% 52,5% a) (χ²= 144,76; g.l.= 1; p.001) Irmãos (N=3204) a) (N=315) (N=2889) Homem 11,8% 88,2% Mulher 9% 91% a) (χ²= 6,08; g.l.= 1; p.050) 103

104 Sente-se devidamente informado em relação a todas as questões relacionadas com a sexualidade A maioria sente-se devidamente informada sobre todos os temas relacionados com a sexualidade, em especial os homens. Sente-se informado sobre todos os temas relacionados com a sexualidade (N= 3216) 31% 69% Nº de jovens em cada categoria:,n= 2219;, N= 997. Comparação entre géneros Informação sobre todos os temas (N=3216) a) (N=2219) (N=997) Homem 76,5% 23,5% Mulher 65,8% 34,2% a) (χ²= 35,73; g.l.= 1; p.001) Assuntos que gostaria de ver esclarecidos: Considerando apenas os jovens que afirmaram não se sentir informados, a maioria selecciona infecções sexualmente transmissíveis/sida, contracepção e sexo seguro, e segurança pessoal como os temas que desejaria ver esclarecidos, e puberdade como o menos relevante. Verificaram-se diferenças entre géneros, as mulheres mais frequentemente identificam as infecções sexualmente transmissíveis e a segurança pessoal, e os homens a puberdade. existem diferenças estatisticamente significativas entre os géneros para a contracepção e sexo seguro, prazer e orgasmo, comunicação acerca do relacionamento amoroso, gravidez e parentalidade na adolescência, masturbação, atracção/amor e intimidade, imagem corporal, homossexualidade, sonhos molhados e reprodução e nascimento. Assuntos que gostaria de ver esclarecidos (apenas sujeitos que mencionaram não se sentir esclarecidos, N=997) ISTs e Sida (N=598) 60% Contracepção e sexo seguro (N=457) Segurança pessoal (prevenção do abuso sexual) (N=347) Prazer e orgasmo (N=261) Comunicação acerca do relacionamento amoroso (N=181) Gravidez e parentalidade na adolescência (N=181) Masturbação (N=176) Atracção, amor e intimidade (N=130) Imagem corporal (N=103) Homossexualidade (N=91) Sonhos molhados (N=86) Reprodução e nascimento Puberdade (N=37) 34,8% 26,2% 18,2% 18,2% 17,7% 13% 10,3% 9,1% 8,6% 8,5% 3,7% 45,8% 104

Aventura. S o c i a l. Saúde Sexual e Reprodutiva Estudantes do Ensino Superior Dados Nacionais 2010

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