Sistema Computacional para Previsão de Demanda em Pontos de Suprimento e Subestação da COELBA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sistema Computacional para Previsão de Demanda em Pontos de Suprimento e Subestação da COELBA"

Transcrição

1 1 Sisema Compuacional para Previsão de Demanda em Ponos de Suprimeno e Subesação da COELBA P M Ribeiro e D A Garrido, COELBA, R G M Velásquez, CELPE, D M Falcão e A P A da Silva, COPPE Resumo O conhecimeno prévio do comporameno fuuro da demanda por energia elérica nos horizones de curo, médio e longo prazos é de grande imporância para a operação e o planejameno de um sisema de disribuição O conhecimeno acerca da demanda fuura pode ser alcançado por meio de esudos de previsão, baseados em écnicas esaísicas e modelos de ineligência compuacional adequados aos diversos horizones empo e comporamenos de demanda analisados Nese conexo, a Companhia de Elericidade da Bahia vem desenvolvendo, em parceria com a Coordenação de Programas de Pós-Graduação de Engenharia Elérica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, um sisema compuacional para previsão de demanda máxima por ponos de suprimeno e barramenos de subesação O objeivo dese rabalho é apresenar as meodologias de previsão proposas, bem como o sisema compuacional Búzios, responsável pelo gerenciameno desas meodologias e dos dados de demanda máxima Palavras-chave previsão de demanda, economeria, redes neurais arificiais, séries emporais I INTRODUÇÃO O Operador Nacional do Sisema (ONS) é o órgão responsável pela definição das políicas de operação do Sisema Inerligado Nacional (SIN) e pelo planejameno da expansão da Rede Básica, composa pelos circuios de ransmissão com ensão superior a 30 kv Para exercer suas funções de forma adequada, o ONS necessia conhecer o comporameno fuuro da demanda por energia do SIN, em horizones de médio e curo prazos Eses horizones de empo foram agrupados pelo ONS em quaro grandes grupos, denominados: [1] Plano de Ampliações e Reforços (PAR); Previsão Anual; Previsão Quadrimesral; Previsão Mensal A previsão para o PAR busca capurar o comporameno da demanda no médio-prazo, em um horizone de quaro anos com discreização mensal Ese horizone de previsão em como objeivo subsidiar a realização de esudos de ampliação de reforços da Rede Básica, bem como a inclusão de novos circuios de ransmissão A previsão anual, que conempla um horizone de 16 meses, ambém visa aender aos esudos ligados ao planejameno elérico da operação de médio-prazo do ONS Já as previsões quadrimesral e mensal, por sua vez, possuem papel esraégico para o ONS na formulação de esraégias que norearão o planejameno da operação elérica do SIN O planejameno de longo prazo do SIN esá aualmene a cargo da Empresa de Pesquisa Energéica (EPE) Um dos objeivos da EPE é definir as necessidades fuuras de geração de energia elérica para o SIN As empresas de disribuição de energia elérica são responsáveis pelo envio periódico de previsões de demanda das cargas localizadas em sua área de concessão, nos horizones definidos pelo ONS e pela EPE Além deses esudos de previsão, as empresas de disribuição ambém realizam inernamene esudos similares, com o objeivo de subsidiar as decisões de operação e planejameno de seus sisemas de disribuição Observa-se, porano, que a diversidade de horizones de planejameno orna o processo de previsão de demanda uma arefa exremamene complexa Nese conexo, a Companhia de Elericidade do Esado da Bahia COELBA iniciou em maio de 004 o projeo Previsão de Médio e Longo Prazos das Demandas Máximas em Ponos de Suprimeno e Subesações em parceria com a Coordenação de Programas de Pós-Graduação de Engenharia Elérica da Universidade Federal do Rio de Janeiro COPPE/UFRJ, desenvolvido no âmbio do Programa de Pesquisa e Desenvolvimeno do Seor Elérico Brasileiro coordenado pela ANEEL Por meio dese projeo busca-se desenvolver uma ferramena compuacional que auxilie o processo de previsão de demanda de acordo com os horizones definidos aneriormene O objeivo dese arigo é apresenar as meodologias proposas para os horizones de previsão ciados aneriormene, bem como o sisema compuacional Búzios, desenvolvido para gerenciar esas meodologias e os dados hisóricos e previsos de demanda A fim de idenificar os modelos maemáicos mais adequados a cada horizone de previsão, foi realizada uma breve revisão bibliográfica, descria na seção II O sisema compuacional Búzios é descrio na seção III Os resulados obidos com a aplicação deses modelos maemáicos aos horizones de previsão esudados são descrios na seção IV e, ao final do relaório, são apresenadas as principais conclusões obidas durane o desenvolvimeno dese projeo

2 II REVISÃO BIBLIOGRÁFICA O problema de previsão de demanda por energia elérica em sido inensamene esudado nas úlimas décadas Em decorrência diso, enconra-se aualmene na lieraura uma gama variada de écnicas e procedimenos Assim, a escolha do méodo de previsão mais adequado para cada horizone de ineresse pode-se ornar uma arefa exremamene laboriosa A parir de uma revisão bibliográfica ligada às meodologias de previsão de demanda, que englobaram pesquisas na lieraura nacional e inernacional, foi idenificado que os horizones de previsão podem ser classificados em rês caegorias disinas: longo, médio e curo prazos [] Embora as froneiras enre essas caegorias não sejam maemaicamene definidas, considera-se, em geral, longo prazo para horizones superiores a cinco anos, médio prazo como horizones anuais e curo prazo como horizones mensais ou semanais A Previsão Decenal Conforme descrio aneriormene, a previsão decenal pode ser classificada no horizone de longo prazo, pois conempla as previsões de demanda para o horizone de dez anos, com discreização anual Em geral, são empregues os méodo de uso final (end-use mehods) e economérico para previsão de horizones de longo prazo O méodo do uso final esima direamene a demanda pelo uso exensivo de informações do uso e usuários finais, ais como equipamenos uilizados, uso e cosumes, idade dos consumidores e dimensões das edificações São baseados no princípio de que a demanda por energia é derivada da necessidade dos consumidores por iluminação, refrigeração, aquecimeno, ec Desa forma, os modelos do ipo uso final explicam a demanda como uma função do número e da capacidade dos equipamenos conecados à rede elérica Em princípio, esa abordagem pode ser basane precisa, conudo os dados disponíveis sobre o número de equipamenos conecados à rede e suas capacidades não são muio confiáveis, a não ser que levanamenos cusosos e rabalhosos sejam realizados Os méodos economéricos combinam a eoria econômica com écnicas esaísicas para o desenvolvimeno de méodos de previsão Neses méodos são esabelecidas as relações enre a demanda por energia (variáveis dependenes) e os faores influenciadores do consumo (variáveis independenes) Os modelos maemáicos empregues são, em geral, do ipo muliplicaivo, onde o valor da demanda em um deerminado período é modelado como o produo de variáveis correlacionadas (Produo Inerno Bruo, axas de crescimeno da indúsria, ec) Nesse ipo de modelo, a demanda oal do sisema será previsa levando-se em consideração um conjuno de variáveis explicaivas que apresenem uma significaiva correlação Sendo assim, a previsão de demanda no horizone de longo prazo será calculada com base em um modelo economérico muliplicaivo do ipo: [3] β1 β βm E( ) = α X 1 ( ) X ( ) L X m ( ) (1 ) Onde: E() valor da variável a ser previsa no insane X m () valores das variáveis explicaivas no insane β m coeficienes a deerminar pela análise de regressão Tomando o logarimo naural de ambos os ermos, obemos: ln[ E( )] = ln[ α] + β ln[ X ( )] + L + β ln[ X ( )] () 1 1 m Se considerarmos ln[e()] como variável a ser previsa e conhecidos os valores de X 1 (), X (),, X m (), a equação se orna linear nos coeficienes β 1, β,, β m Porano, uma esimaiva desses coeficienes poderá ser obida uilizandose um modelo de regressão linear múlipla Supondo que as variáveis presenes em () são variáveis econômicas, pode-se mosrar que o modelo assume uma elasicidade consane, ou seja, os valores fuuros de E() apresenam, em relação aos valores das variáveis explicaivas, o mesmo comporameno observado no passado Ese resulado pode ser facilmene demonsrado omando-se as derivadas parciais em relação a uma das variáveis explicaivas [3] Para X 1, por exemplo, em-se: E( ) / E( ) = β1 (3) X ( ) / X ( 1 1 ) Logo, a variação percenual de E() em relação à variação percenual de X 1 () é consane e igual a β 1 Observa-se, conudo, que a deerminação do conjuno de variáveis explicaivas é uma das possíveis dificuldades a serem enconradas no desenvolvimeno da meodologia de previsão Uma segunda dificuldade é a disponibilidade de dados previsos confiáveis para as variáveis escolhidas De modo a conornar esas dificuldades, durane o desenvolvimeno dese projeo opou-se pela uilização da variável econômica PIB do esado da Bahia como variável independene do modelo economérico, endo em visa a fore correlação da demanda por energia elérica com variáveis sócio-econômicas e a pouca disponibilidade de dados a respeio dos usos finais dos equipamenos eléricos Além disso, observou-se que o valor de E no insane é relacionado com o valor de E no insane anerior (-1), devido aos efeios inerciais Dese modo, o modelo economérico proposo para a Previsão Decenal é apresenado abaixo: ln[ E( )] = ln[ α] + λ ln[ E( 1) ] + β ln[ PIB( )] (4) B Previsão Quadrimesral A previsão quadrimesral pode ser classificada como horizone de curo prazo devido ao seu horizone mensal, com discreização semanal O problema de previsão de demanda para o horizone quadrimesral não em sido ão esudado quano o relaivo ao horizone diário/semanal, em base horária Na verdade, as ferramenas proposas para o horizone quadrimesral são basicamene as mesmas uilizadas para horizones de mais curo prazo, iso é, écnicas baseadas na abordagem do dia similar (similar day 1 m )

3 3 approach) e na aplicação de méodos de regressão, méodos de previsão de séries emporais e méodos derivados das écnicas de ineligência arificial [4] (redes neurais [5], lógica fuzzy, sisemas especialisas, ec) São uilizadas ainda écnicas de decomposição da demanda por ipo de consumidor para eses horizones de curo prazo [6,7] As diversas meodologias exisenes podem ser agrupadas em rês grandes caegorias, de acordo com o número de séries emporais envolvidas na modelagem: univariadas, função de ransferência e mulivariadas As écnicas univariadas se baseiam exclusivamene na série hisórica de demanda Denre as diversas écnicas univariadas exisenes na lieraura, pode-se ciar a decomposição clássica, auomáica ou caixa prea e os modelos de Box & Jenkins Os méodos do ipo caixa prea são odos aqueles que podem ser direamene programados no compuador e que requerem inervenção humana mínima Eses méodos ambém podem ser visos como méodos de ajusameno de curvas com parâmeros seqüencialmene aualizados no empo Denre os méodos do ipo caixa prea desacam-se: modelos de regressão (simples e múlipla), modelos de Médias Móveis (MA), Ajusameno Sazonal do ipo Census II e X-11, além dos méodos de Amorecimeno Exponencial Na segunda caegoria enconram-se as meodologias nas quais a série de ineresse é explicada não só pelo seu hisórico, mas ambém por ouras séries emporais a ele correlacionadas (ex, séries de variáveis climaológicas) [8] Nesa caegoria esão os modelos de Função de Transferência (ex, Box & Jenkins), que envolvem mais de uma série emporal, com a ressalva de que a direção de causalidade é perfeiamene conhecida Finalmene, enquadram-se ainda nesa caegoria as meodologias que envolvem mais de uma série emporal sem qualquer imposição com relação à direção de causalidade As redes neurais arificiais são exemplos desa úlima classe [9] As redes neurais arificiais (RNAs) possuem a capacidade de enconrar relações de inerdependência, denro de um hisórico de dados, que não sejam expliciamene fornecidas ou mesmo conhecidas por um especialisa humano As RNAs êm incenivado vários pesquisadores a aplicá-las na arefa de previsão de carga devido a duas caracerísicas basane araivas: Ceros modelos neurais são ão versáeis que não requerem a escolha, a priori, da esruura do modelo Ao conrário das écnicas univariadas, onde é necessário selecionar enre um deerminado modelo (AR, MA ou ARMA, por exemplo), basa apresenar à RNA uma quanidade de dados represenaivos do problema em quesão e deixar que ela exraia conhecimeno para realizar previsões; As RNAs são mais oleranes a dados corrompidos do que a maioria dos modelos clássicos de previsão Vários arigos publicados na lieraura descrevem a aplicação de RNAs em problemas de previsão de carga A parir de uma análise deses arigos, fica claro que a maioria das aplicações de RNAs em previsão de carga esá orienada ao horizone diário/semanal [8,9] Enreano, alguns arigos êm mosrado que esa ecnologia ambém pode ser aplicada ao horizone quadrimesral [10-13] Conclui-se, porano, que a aplicação do méodo de RNAs é o méodo de previsão mais adequado ao horizone quadrimesral A previsão quadrimesral será implemenada por meio de um modelo de RNA popularmene conhecido como percepron de múliplas camadas (MLP) Um diagrama esquemáico do MLP é apresenado na Figura x 1 x x 3 x n y 1 y Figura 1 Diagrama esquemáico de um MLP Ese MLP apresena diversas camadas escondidas Enreano, conforme demonsrado pelo eorema da aproximação universal [16], um MLP com uma única camada escondida que conenha um número suficiene de neurônios em a capacidade de aproximar, com precisão arbirária, qualquer função conínua não-linear Diane disso, o modelo uilizado nese projeo apresenará apenas uma camada ocula Em ermos maemáicos, a saída do MLP com uma única camada escondida é dada por: c y k p x = y = = ϕ = f ( x,w) T [ x0 x1 xm ] [ y y y ] T 1 p m j= 0 w kj x n j = φ, x s i= 0 0 w pi = 1,k = 1,,,s c i,c 0 Onde: x veor conendo (m+1) enradas y veor conendo as n saídas = 1, p = 1,,,n s número de neurônios na camada inermediária c k saída do k-ésimo neurônio da camada inermediária ϕ() função de aivação dos neurônios da camada escondida φ() função de aivação dos neurônios da camada de saída w veor dos pesos sinápicos w kj e w pi e dos bias w k0 e w p0 Dada uma específica esruura de um MLP, o reinameno do mesmo consise na esimação do veor de parâmeros w, que uiliza um conjuno de reinameno D conendo r pares enrada-saída ( x i, y ),i = 1,,, r Exisem diversos i algorimos disponíveis na lieraura para esimação de al veor, conforme pode ser viso em [16-19] C Previsão Mensal Dado a semelhança de horizones das previsões mensal e quadrimesral, não foi verificada a necessidade de desenvolvimeno de um modelo maemáico específico para a previsão mensal Sendo assim, a previsão mensal será (5) y g

4 4 considerada como um subproduo da previsão quadrimesral, ou seja, o primeiro mês previso no horizone quadrimesral será equivalene ao resulado previsão mensal D Previsão para o PAR Após uma revisão bibliográfica realizada na lieraura nacional e inernacional, verificou-se que o méodo mais indicado para o horizone de previsão do PAR seria o Processo Auoregressivo Inegrado de Média-Móvel Sazonal (SARIMA) [1] Assim, foi desenvolvida uma meodologia de previsão baseada no modelo SARIMA, visando aender horizones de mais longo prazo Nesa meodologia, foram ajusados 1 modelos SARIMA para o cálculo da previsão relaiva aos meses do primeiro ano Para os anos seguines foi aplicado um processo recursivo, reuilizando os modelos previamene ajusados aé o final do horizone A meodologia acima descria foi implemenada e exausivamene esada com a finalidade de verificar sua eficácia para o horizone de previsão desejado Enreano, os resulados obidos mosraram que, para o padrão das séries hisóricas analisadas, a grande maioria dos modelos apresenou um comporameno divergene, indicando a necessidade de se buscar um modelo alernaivo Desa forma, foi proposa uma nova meodologia híbrida, que combina o modelo de RNAs adoado para o horizone quadrimesral com a modelagem esaísica de amorecimeno exponencial Nesa nova meodologia, o modelo de RNAs é uilizado para prever a demanda fuura no horizone quadrimesral, de aé see meses a frene Após ese período, aplica-se um modelo baseado em écnicas de amorecimeno exponencial simples ou de amorecimeno exponencial sazonal muliplicaivo de Hol-Winers, considerando o hisórico de demanda realizado acrescido da previsão obida pelo modelo de RNAs A Figura ilusra a escolha enre os dois méodos de amorecimeno exponencial Dados Medidos (Base Semanal) Modelo Quadrimesral Dados Medidos (Base Mensal) + Previsão Quadrimesral (see meses) Mais que 1 meses Menos que 1 meses Alisameno Hol-Winers Simples Figura Meodologia de Previsão para o PAR Os méodos esaísicos de amorecimeno exponencial são baseados na idéia de que observações passadas podem coner informações imporanes sobre um deerminado padrão de comporameno da série emporal em esudo Nese senido, os modelos de amorecimeno exponencial buscam deerminar um padrão de comporameno na série hisórica, a parir do pressuposo que valores exremos esão associados a evenos aleaórios que devem ser amorecidos Uma das principais vanagens deses méodos reside na simplicidade dos modelos, que requerem um conjuno reduzido de dados, quando comparado a ouros méodos esaísicos de previsão de séries emporais, como os modelos ARMA e as RNAs, por exemplo 1) Amorecimeno Exponencial Simples Maemaicamene, o modelo de amorecimeno exponencial simples é dado por: [1] Z = αz + 1 α Z (6) ( ) 1 Na equação acima, Z represena a série hisórica esudada, N o número de dados disponíveis, Z a série exponencialmene suavizada e α é a chamada consane de suavização, limiada ao inervalo [0,1] Obida a série suavizada Z, a previsão dos valores fuuros h passos à frene é dada pelo úlimo valor da série amorecida, ou seja: Z + h = Z, h > 0 (7) As expressões acima ilusram uma das principais vanagens do méodo de amorecimeno exponencial, sua simplicidade de implemenação Uma das suas principais desvanagens reside na escolha adequada da consane de suavização α Nese rabalho a deerminação desa consane será definida pelo mínimo erro quadráico S para previsões um passo à frene, dado por: N ( Z Z 1 ) S = (8) = ) Amorecimeno Exponencial Sazonal de Hol-Winers O méodo de amorecimeno exponencial de Hol-Winers busca modelar séries emporais que apresenem uma deerminada sazonalidade Exisem dois ipos de procedimeno, que variam de acordo com a modelagem adoada para a sazonalidade A forma mais usual aborda a modelagem muliplicaiva para a sazonalidade, a qual foi empregue nese rabalho De uma maneira geral, esa modelagem adoa rês equações com consanes de suavização diferenes, onde cada parcela represena um padrão de comporameno: nível, endência e sazonalidade Em ermos maemáicos, as equações de suavização são dadas por: [1] Z F = D Z + Z Z = A + F s T = C ( 1 ) D F, = s + 1,, N ( 1 A)( ( Z + T ), = s + 1,, N ( Z Z ) + ( 1 C) T, = s + 1,, N 1 s Na equação acima, Z represena a série hisórica (9)

5 5 esudada, N o número de dados disponíveis, s o período da sazonalidade modelada, F, Z, e T represenam as esimaivas da componene sazonal, do nível e da endência, respecivamene, e A, C e D são as respecivas consanes de amorecimeno associadas com cada umas das rês componenes modeladas, limiadas no inervalo [0,1] Os valores iniciais das equações de recorrência apresenadas em (9) são dados por: Z F = s, = 1,,s s Z 1 Z = Z s k = 1 T = 0, = s k = 1 s k k, = s (10) A previsão dos valores fuuros h passos à frene é dada por: Y+ h = ( Z + ht ) F + h s,h = 1,,s Y+ h = ( Z + ht ) F + h s,h = s + 1,,s (11) M Y = Z + ht F,h = ( n 1)s + 1,, + h ( ) ns + h ns Nas expressões acima, n represena o número de múliplos do período de sazonalidade conidos no horizone de previsão De maneira análoga ao modelo de amorecimeno exponencial simples, a simplicidade das equações do méodo de amorecimeno de Hol-Winers ilusram que a principal vanagem desa meodologia é sua facilidade de implemenação Da mesma forma, uma das suas principais desvanagens dese procedimeno reside na escolha adequada das consanes de suavização A, C e D Ainda manendo analogia ao modelo de amorecimeno exponencial simples, serão adoadas as consanes que proporcionarem o menor o erro quadráico S para previsões um passo à frene, dado por: N 1 S = ( Z + 1 Z + 1 ) (1) Z + k = s+ 1 = ( Z + ht ) F,h = 1 + h s E Previsão Anual Dado a semelhança de horizones das previsões anual e para o PAR, não foi verificada a necessidade de desenvolvimeno de um modelo maemáico específico para a previsão anual Sendo assim, a previsão anual será considerada como um subproduo da previsão para o PAR, ou seja, o primeiro ano previso para o PAR será equivalene ao resulado previsão anual III SISTEMA COMPUTACIONAL BÚZIOS Conforme descrio aneriormene, cada horizone de previsão possui um modelo maemáico específico A formulação deses modelos é por vezes demasiadamene complexa e sua uilização pelos analisas de mercado se ornaria uma arefa de difícil execução Denro do escopo dese projeo foi previso o desenvolvimeno de uma ferramena compuacional que auxilie os analisas de mercado no processo de previsão da demanda para os horizones decenal, PAR e quadrimesral Nese senido, foi concebido o sisema compuacional Búzios, doado de diversas funcionalidades que ornam o processo de previsão de carga mais amigável Uma desas funcionalidades é a uilização de relaórios gráficos, que descrevem o comporameno do demanda por energia de forma gráfica, auxiliando a análise dos resulados Iso proporciona um melhor enendimeno do seu comporameno hisórico e possibilia avaliar, de forma simples e direa, os resulados fornecidos pelo sisema A Figura 3 descreve, de forma ilusraiva, a represenação esquemáica do sisema compuacional Búzios e suas principais funcionalidades Módulo de Hisóricos Banco de Dados (MS Access) Previsão Decenal Módulo de Avaliação Conrole de Execução e Ineração com ousuário Previsão para o PAR Figura 3 Esruura do Sisema Compuacional Búzios Módulo de Saída Visualização de Dados e Resulados Previsão Quadrimesral Banco de Dados: armazena as informações uilizadas pelo sisema Búzios, ais como dados hisóricos, séries sinéicas de demanda criadas pelo usuário e esudos de previsão; Módulo de Hisóricos: gerencia os dados hisóricos de demanda armazenados no banco de dados; Conrole da Execução e Ineração com o Usuário: módulo cenral do sisema, conrola o processo de previsão e a ineração enre o usuário e o sisema Búzios; Módulo de Previsão: armazena os algorimos de previsão específicos de cada horizone; Módulo de Avaliação: calcula as esaísicas de erro e inervalos de confiança relacionados com os esudos de previsão realizados; Módulo de Saída: fornece relaórios por meio do sisema Búzios ou em planilhas Excel; Visualização de Dados e Resulados: apresena os resulados em forma gráfica, auxiliando na inerpreação das séries de demanda e nos esudos de previsão Os diversos módulos do sisema Búzios são acessados pelo usuário por meio de uma inerface gráfica desenvolvida em ambiene Windows A Figura 4 ilusra esa inerface, dividida em rês áreas funcionais para o seu melhor enendimeno

6 6 Área de Conrole Área de Trabalho Figura 4 Tela Principal do Sisema Búzios A área de mensagens é responsável pela comunicação da inerface gráfica com o usuário É nesa área que são disponibilizadas as informações a respeio da execução do sisema Búzios durane os esudos de previsão A área de rabalho é responsável pela apresenação das séries hisóricas e sinéicas de demanda máxima de cada subesação ou pono de suprimeno, em forma de abela ou de gráfico A Figura 5 ilusra a área de rabalho do sisema Búzios Figura 5 Área de Trabalho do Sisema Búzios Área de Mensagens Na figura acima enconra-se o comporameno hisórico de um barrameno de subesação ípico da COELBA, junamene com sua previsão de demanda fuura Os dados de demanda máxima disponibilizados nas abelas abaixo do gráfico podem ser alerados pelo usuário por meio das séries sinéicas A descrição das séries sinéicas é enconrada mais adiane no exo Por meio da área de rabalho é possível ainda analisar as esaísicas de erro do modelo de previsão, avaliando-se a qualidade dos resulados apresenados Um exemplo das esaísicas de erro disponibilizadas pelo sisema Búzios pode ser visualizada na Figura 5 Uma oura funcionalidade da área de rabalho do sisema Búzios é a possibilidade de se idenificar a localização geográfica de cada barrameno de subesação ou pono de suprimeno, conforme ilusra a Figura 6 Figura 6 Visualização Geográfica de uma Subesação Esa ferramena possibilia ao usuário idenificar quais variáveis sócio-econômicas são predominanes em uma deerminada região geográfica, o que poderá auxiliar a análise dos resulados dos esudos de previsão A seleção dos hisóricos de demanda máxima a serem uilizados pelos modelos de previsão, bem como a sua localização geográfica, é realizada por meio da área de conrole Por meio da área de conrole o usuário poderá: Selecionar séries hisóricas para visualização; Selecionar ou criar séries sinéicas; Selecionar séries hisóricas ou sinéicas para realizar previsão; Visualizar subesações ou ponos de suprimeno no mapa geográfico As séries sinéicas represenam cópias das séries hisóricas de demanda máxima de cada subesação e pono de suprimeno da rede de disribuição da COELBA Esas séries sinéicas podem ser livremene manipuladas pelo usuário, com o inuio de eliminar ponos espúrios que inerfiram no processo de previsão Com iso garane-se a inegridade da série hisórica de demanda armazenada no banco de dados do sisema A edição dos dados da série sinéica pode ser realizada direamene no sisema Búzios ou por meio do programa Excel A ransferência de dados enre o sisema Búzios e o programa Excel é realizado pelo Módulo de Comunicação O Módulo de Comunicação é composo por um painel dividido em rês abas, onde são inseridos os dados que serão enviados para as respecivas planilhas elerônicas do programa Excel, conforme a Figura 7 Figura 7 Módulo de Comunicação com o Excel O Módulo de Comunicação esabelece uma ransferência conínua de dados com o Excel Desa forma, qualquer

7 7 modificação das séries sinéicas no Excel é imediaamene refleida para o sisema Búzios Iso possibilia a uilização de oda a gama de ferramenas disponibilizada pelo sisema Excel ao usuário do sisema Búzios que pode, por exemplo, realizar ransformações que melhorem o processo de previsão, como o logarimo naural da série ou a reirada de sua endência de crescimeno, e eliminar possíveis ponos espúrios da série hisórica IV RESULTADOS OBTIDOS A fim de demonsrar a eficácia dos modelos de previsão proposos para os horizones decenal (longo prazo) e quadrimesral (curo prazo), aplicou-se eses modelos a um pono de suprimeno represenaivo da rede de disribuição da COELBA Os resulados obidos são descrios nas seções a seguir A Previsão Decenal O modelo de previsão decenal uiliza um modelo economérico de regressão múlipla, ajusado de acordo com os dados hisóricos de demanda máxima anual, observados no período compreendido enre 1987 e 003 Foram uilizadas como variáveis explicaivas a axa de crescimeno do PIB do esado da Bahia e a demanda máxima observada do ano anerior Para esar a validade dese modelo, foi realizado um esudo de previsão para os anos compreendidos no horizone de 004 a 013 Os valores de demanda previsos pelo sisema Búzios foram comparados com valores observados nos anos de 004 e 005, o que possibiliou o cálculo de esaísicas de erro que auxiliaram na avaliação do modelo Eses valores previsos foram comparados ainda com os resulados obidos pelo méodo de amorecimeno exponencial, uilizado aualmene na COELBA por meio do sofware Forecas Pro for Windows (FPW) O méodo de amorecimeno exponencial uiliza como variáveis explicaivas apenas a endência e a sazonalidade da série hisórica Os resulados obidos para um pono de suprimeno da COELBA são descrios no gráfico e na abela a seguir Esaísicas Búzios FPW erro máximo absoluo 5,36% 0,18% erro mínimo absoluo 3,89% 14,17% erro médio absoluo 4,6% 17,17% erro médio quadráico 1,93 303,91 Nos dois casos esudados pode-se observar o modelo economérico uilizado pelo sisema Búzios incorreu em erros de previsão inferiores ao do modelo de amorecimeno exponencial uilizado pelo sisema FPW Embora a série hisórica do pono de suprimeno analisada apresenasse uma endência de queda ao longo dos anos, o sisema compuacional Búzios foi capaz de capar a mudança de comporameno dos úlimos anos do período, projeando uma endência de reomada no crescimeno da demanda máxima Esa mesma caracerísica não pode ser observada no sisema FPW, onde o comporameno passado da demanda foi decisivo para a projeção fuura B Previsão Quadrimesral O modelo de previsão quadrimesral uiliza um modelo de redes neurais arificiais, ajusado de acordo com os dados hisóricos de demanda máxima mensal observados no período de junho de 00 a maio de 005 Para esar a validade dese modelo, foi realizado um esudo de previsão para o horizone de junho a seembro de 005, período onde a demanda de energia era conhecida Os valores previsos pelo sisema Búzios foram comparados com os valores observados, o que possibiliou o cálculo de esaísicas de erro Eses valores previsos foram comparados ainda com os resulados obidos pelo méodo de amorecimeno exponencial, aualmene uilizado pela COELBA para ese horizone por meio do sisema compuacional Forecas Pro for Windows (FPW) Os resulados obidos para um pono de suprimeno da COELBA são descrios no gráfico e na abela a seguir: jan/04 fev/04 mar/04 abr/04 mai/04 jun/04 jul/04 ago/04 se/04 ou/04 nov/04 dez/04 jan/05 fev/05 mar/05 abr/05 mai/05 jun/05 jul/05 ago/05 se/05 Demanda Máxima Previsão Búzios Previsão FPW Figura 9 Projeção de Demanda para o Horizone Quadrimesral Demanda Máxima Previsão Búzios Previsão FPW Figura 8 Projeção de Demanda para o Horizone Decenal Tabela I Esaísica de Erro da Previsão Decenal Tabela II Esaísica de Erro da Previsão Quadrimesral Esaísicas Búzios FPW erro máximo absoluo 1,3%,7% erro mínimo absoluo 0,30% 0,9% erro médio absoluo 0,84% 1,7% erro médio quadráico 0,87 3,5 Os modelos de amorecimeno exponencial em geral

8 8 apresenam melhores ajuses com dados que possuam endência e sazonalidade bem definidas Conudo, observase que o comporameno hisórico do pono de suprimeno varia significaivamene ao longo do empo, sem apresenar uma sazonalidade foremene deerminada Nesas siuações os modelos baseados em redes neurais apresenam melhores resulados, pois são capazes de rabalhar melhor com as não-linearidades presenes no comporameno da demanda Iso é comprovado pelos resulados observados para a previsão quadrimesral do pono de suprimeno V CONCLUSÕES Ese arigo apresenou os principais resulados obidos pela COELBA, em parceria com a COPPE/UFRJ, durane o desenvolvimeno do projeo Previsão de Médio e Longo Prazos das Demandas Máximas em Ponos de Suprimeno e Subesações A COELBA busca, por meio dese projeo, desenvolver uma ferramena compuacional que auxilie no processo de previsão de carga de acordo com os horizones definidos pelo ONS, pela EPE e por seus deparamenos inernos de operação e planejameno do sisema de disribuição Ao longo dese rabalho foram apresenadas as meodologias de previsão de demanda máxima proposas para os horizones quadrimesral, mensal, PAR, anual e decenal A grande diversidade de meodologias proposas e o volume de dados necessários para se realizar os esudos de previsão ornou necessário o desenvolvimeno de uma ferramena compuacional capaz de gerenciar esas informações Foi descrio nese arigo o sisema compuacional Búzios, desenvolvido no âmbio dese projeo com o objeivo de aender a esas necessidades Ao inegrar os dados hisóricos e previso de demanda máxima, junamene com as meodologias de previsão em um único sisema compuacional, será possível reduzir de forma significaiva o empo necessário para a realização dos esudos de previsão de demanda máxima O sisema compuacional Búzios ainda não foi oalmene incorporado aos esudos de previsão da COELBA, devido a necessidade de realização de alguns ajuses na ferramena compuacional Como a maioria de seus modelos uiliza dados em base semanal, foi necessário ajusar a base de dados exisene aualmene mensal para que o projeo piloo se orne operacional Além disso, houve alerações nas meodologias nos horizones de previsão de alguns esudos que demandaram adapações no sisema inicialmene concebido Por exemplo, pode-se ciar o PAR do ONS, que eve seu horizone de esudo ampliando de 4 para 5 anos Por ais moivos, o sisema compuacional Búzios ainda não foi oalmene incorporado aos processos de previsão da COELBA As adapações necessárias vêm sendo desenvolvidas, com o inuio de que o sisema eseja adequado à realidade da empresa e que possa ser uilizado em seus esudos de previsão de demanda A COELBA espera que, com o desenvolvimeno e aperfeiçoameno dese projeo, os resulados obidos em seus esudos de previsão de demanda sejam aprimorados, elevando a qualidade das informações enviadas para os órgãos responsáveis pelo planejameno e operação dos sisemas de poência do SIN VI REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] ONS, Procedimenos de Rede Módulo 5 Consolidação da Previsão de Carga, wwwonsorgbr, 00 [] D W Bunn, E D Farmer, Comparaive Models for Elecrical Load Forecasing, John Wiley & Sons, 1985 [3] H G Soll, Leas-Cos Elecric Uiliy Planning, John Wiley & Sons, New York, 1989 [4] O A S, Carpineiro, A P A Silva, A Hierarchical Self-Organizing Map Model in Shor-Term Load Forecasing, Journal of Inelligen and Roboic Sysems (Kluwer Academic Publishers), Vol 31, No 1, pp , maio/001 [5] A P A SILVA, L S MOULIN, Confidence Inervals for Neural Nework Based Shor-Term Load Forecasing, IEEE Transacions on Power Sysems, Vol 15, No 4, pp , novembro/000 [6] A A Girgis, L Lee, E B Makram, Opimal Forecasing of Weekly Load and Temperaure of a Subsaion, Elecric Power Sysems Research, Vol 18, pp , 1990 [7] M A Laughon, N J Terjeson, Medium and Long-Term Energy Demand Forecasing, he Case for a Knowledge-Based Approach, Proc 1s Symposium on Exper Sysems Applicaion o Power Sysems, Sockholm-Helsinki, pp 7~10-7~17, 1988 [8] E H Baraka, S A Al-Rashed, Analysis of he Impac of Dynamic Evens on Fuure Power Requiremens, Elecric Power Sysems Research, Vol 37, pp , 1996 [9] M Gavrilas, I Ciuea, C Tanasa, Medium-Term Load Forecasing wih Arificial Neural Nework Models, Proc 16h Inernaional Conference and Exhibiion on Elecriciy Disribuion (CIRED), Vol 6, Paper 68, 5 pages, Amserdam/Neherlands, 001 [10] M S Kandil, M H El-Maghraby, H El-Dosouky, A Proposed Mehodology for Medium-Range Maximum Demand Anicipaion and Applicaion, Elecric Power Sysems Research, Vol 4, pp 9-35, 1981 [11] D C Park, M A El-Sharkawi, R J Marks II, L E Alas, M J Damborg, Elecric Load Forecasing Using an Arificial Neural Nework, IEEE Transacions on Power Sysems, Vol 6, pp , 1991 [1] E H Baraka, Modeling of Nonsaionary Time-Series Daa, Par I, Daa wih Regular Periodic Trends, Elecrical Power and Energy Sysems, Vol 3, pp 57-6, 001 [13] E H Baraka, Modeling of Nonsaionary Time-Series Daa, Par II, Dynamic Periodic Trends, Elecrical Power and Energy Sysems, Vol 3, pp 63-68, 001 [14] E Doveh, P Feigin, L Greig, L Hyams, Experience wih FNN for Medium Term Power Demand Predicions, IEEE Transacions on Power Sysems, Vol 14, pp , 1999 [15] T N Goh, S S Choi, S B Chen, Forecasing of Elecriciy Demand by End-Use Characerisics, Elecric Power Sysems Research, Vol 6, pp , 1983 [16] S Haykin, Redes Neurais, Princípios e Práica, ª Edição, Ediora Bookman, Poro Alegre / RS, 001 [17] C M Bishop, Neural Neworks for Paern Recogniion, Oxford Universiy Press, New York, 1995 [18] D J C Mackay, Bayesian Mehods for Adapive Models, PhD disseraion, California Insiue of Technology, Pasadena / California / USA, 199 [19] V Cherkassky, F Mulier, Learning from Daa - Conceps, Theory and Mehods, John Wiley & Sons, New York / USA, 1998 [0] C M Bishop, Curvaure-Driven Smoohing: A Learning Algorihm for Feedforward Neworks, IEEE Transacions on Neural Neworks, v4, n5, , 1993 [1] P A Morein, C M C Toloi, Análise de Séries Temporais, 1ª Edição, São Paulo, SP, Brasil, Ediora Edgard Blücher, 004

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico 146 CAPÍULO 9 Inrodução ao Conrole Discreo 9.1 Inrodução Os sisemas de conrole esudados aé ese pono envolvem conroladores analógicos, que produzem sinais de conrole conínuos no empo a parir de sinais da

Leia mais

Valor do Trabalho Realizado 16.

Valor do Trabalho Realizado 16. Anonio Vicorino Avila Anonio Edésio Jungles Planejameno e Conrole de Obras 16.2 Definições. 16.1 Objeivo. Valor do Trabalho Realizado 16. Parindo do conceio de Curva S, foi desenvolvida pelo Deparameno

Leia mais

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL 1. Inrodução O presene documeno visa apresenar dealhes da meodologia uilizada nos desenvolvimenos de previsão de demanda aeroporuária no Brasil

Leia mais

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16 Equações Simulâneas Aula 16 Gujarai, 011 Capíulos 18 a 0 Wooldridge, 011 Capíulo 16 Inrodução Durane boa pare do desenvolvimeno dos coneúdos desa disciplina, nós nos preocupamos apenas com modelos de regressão

Leia mais

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA TÓPICOS AVANÇADOS MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 55 5 Avaliação Econômica de Projeos de Invesimeno Nas próximas seções serão apresenados os principais

Leia mais

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA

Capítulo 5: Introdução às Séries Temporais e aos Modelos ARIMA 0 Capíulo 5: Inrodução às Séries emporais e aos odelos ARIA Nese capíulo faremos uma inrodução às séries emporais. O nosso objeivo aqui é puramene operacional e esaremos mais preocupados com as definições

Leia mais

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração.

OBJETIVOS. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: Explicar a diferença entre regressão espúria e cointegração. Ao final desse grupo de slides os alunos deverão ser capazes de: OBJETIVOS Explicar a diferença enre regressão espúria e coinegração. Jusificar, por meio de ese de hipóeses, se um conjuno de séries emporais

Leia mais

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de ouubro

Leia mais

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS

TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS ARTIGO: TOMADA DE DECISÃO EM FUTUROS AGROPECUÁRIOS COM MODELOS DE PREVISÃO DE SÉRIES TEMPORAIS REVISTA: RAE-elerônica Revisa de Adminisração de Empresas FGV EASP/SP, v. 3, n. 1, Ar. 9, jan./jun. 2004 1

Leia mais

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste

Modelos Econométricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Eletricidade: Setor Residencial no Nordeste 1 Modelos Economéricos para a Projeção de Longo Prazo da Demanda de Elericidade: Seor Residencial no Nordese M. L. Siqueira, H.H. Cordeiro Jr, H.R. Souza e F.S. Ramos UFPE e P. G. Rocha CHESF Resumo Ese

Leia mais

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS STC/ 08 17 à 22 de ouubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil SESSÃO TÉCNICA ESPECIAL CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA (STC) OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE

Leia mais

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 Paulo J. Körbes 2 Marcelo Marins Paganoi 3 RESUMO O objeivo dese esudo foi verificar se exise influência de evenos de vencimeno de conraos de opções sobre

Leia mais

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo 1 VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA Anônio Carlos de Araújo CPF: 003.261.865-49 Cenro de Pesquisas do Cacau CEPLAC/CEPEC Faculdade de Tecnologia

Leia mais

FERRAMENTA PARA MAXIMIZAÇÃO DE CARGA NA FASE FLUENTE DE RECOMPOSIÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS. Eduardo Martins Viana

FERRAMENTA PARA MAXIMIZAÇÃO DE CARGA NA FASE FLUENTE DE RECOMPOSIÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS. Eduardo Martins Viana FERRAMENTA PARA MAXIMIZAÇÃO DE CARGA NA FASE FLUENTE DE RECOMPOSIÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS Eduardo Marins Viana DISSERTAÇÃO SUBMETIDA AO CORPO DOCENTE DA COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA

Leia mais

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 IV SEMEAD METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 RESUMO Uma das ferramenas de gesão do risco de mercado

Leia mais

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI Sumário Inrodução 5 Gerador de funções 6 Caracerísicas de geradores de funções 6 Tipos de sinal fornecidos 6 Faixa de freqüência 7 Tensão máxima de pico a pico na saída 7 Impedância de saída 7 Disposiivos

Leia mais

Palavras-chave: Análise de Séries Temporais; HIV; AIDS; HUJBB.

Palavras-chave: Análise de Séries Temporais; HIV; AIDS; HUJBB. Análise de Séries Temporais de Pacienes com HIV/AIDS Inernados no Hospial Universiário João de Barros Barreo (HUJBB), da Região Meropoliana de Belém, Esado do Pará Gilzibene Marques da Silva ¹ Adrilayne

Leia mais

4 Cenários de estresse

4 Cenários de estresse 4 Cenários de esresse Os cenários de esresse são simulações para avaliar a adequação de capial ao limie de Basiléia numa deerminada daa. Sua finalidade é medir a capacidade de o PR das insiuições bancárias

Leia mais

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB Revisa Fafibe On Line n.3 ago. 007 ISSN 808-6993 www.fafibe.br/revisaonline Faculdades Inegradas Fafibe Bebedouro SP Influência de Variáveis Meeorológicas sobre a Incidência de Meningie em Campina Grande

Leia mais

PREVISÃO E FILTRAGEM DE DADOS DA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO EM ESTAÇÕES COLETORAS

PREVISÃO E FILTRAGEM DE DADOS DA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO EM ESTAÇÕES COLETORAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE Cenro de Engenharia Elérica e Informáica Deparameno de Sisemas e Compuação PREVISÃO E FILTRAGEM DE DADOS DA PRODUÇÃO DE PETRÓLEO EM ESTAÇÕES COLETORAS Bruno Coiinho

Leia mais

UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS

UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS VIEIRA, Douglas Tadeu. TCC, Ciências Econômicas, Fecilcam, vieira.douglas@gmail.com PONTILI,

Leia mais

APLICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO POPULACIONAL BRASILEIRO

APLICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO POPULACIONAL BRASILEIRO ALICAÇÃO DE MODELAGEM NO CRESCIMENTO OULACIONAL BRASILEIRO Adriano Luís Simonao (Faculdades Inegradas FAFIBE) Kenia Crisina Gallo (G- Faculdade de Ciências e Tecnologia de Birigüi/S) Resumo: Ese rabalho

Leia mais

MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS

MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS MARCOS VELOSO CZERNORUCKI REPRESENTAÇÃO DE TRANSFORMADORES EM ESTUDOS DE TRANSITÓRIOS ELETROMAGNÉTICOS Disseração apresenada à Escola Poliécnica da Universidade de São Paulo para obenção do íulo de Mesre

Leia mais

Modelo ARX para Previsão do Consumo de Energia Elétrica: Aplicação para o Caso Residencial no Brasil

Modelo ARX para Previsão do Consumo de Energia Elétrica: Aplicação para o Caso Residencial no Brasil Modelo ARX para Previsão do Consumo de Energia Elérica: Aplicação para o Caso Residencial no Brasil Resumo Ese rabalho propõe a aplicação do modelo ARX para projear o consumo residencial de energia elérica

Leia mais

O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 1970-2001

O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 1970-2001 O IMPACTO DOS INVESTIMENTOS NO ESTADO DO CEARÁ NO PERÍODO DE 970-200 Ricardo Candéa Sá Barreo * Ahmad Saeed Khan ** SINOPSE Ese rabalho em como objeivo analisar o impaco dos invesimenos na economia cearense

Leia mais

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens Esudo comparaivo de processo produivo com eseira alimenadora em uma indúsria de embalagens Ana Paula Aparecida Barboza (IMIH) anapbarboza@yahoo.com.br Leicia Neves de Almeida Gomes (IMIH) leyneves@homail.com

Leia mais

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS Naal/RN COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DO ETANOL BRASILEIRO: DETERMINAÇÃO DE VARIÁVEIS CAUSAIS André Assis de Salles Escola Poliécnica - Universidade Federal do Rio de Janeiro Cenro de Tecnologia Bloco F sala

Leia mais

EQUIVALENTES DINÂMICOS PARA ESTUDOS DE HARMÔNICOS USANDO ANÁLISE MODAL. Franklin Clement Véliz Sergio Luis Varricchio Sergio Gomes Jr.

EQUIVALENTES DINÂMICOS PARA ESTUDOS DE HARMÔNICOS USANDO ANÁLISE MODAL. Franklin Clement Véliz Sergio Luis Varricchio Sergio Gomes Jr. SP-2 X SEPOPE 2 a 25 de maio de 2006 a 2 s o 25 h 2006 X SIPÓSIO DE ESPECIAISTAS E PANEJAENTO DA OPERAÇÃO E EXPANSÃO EÉTRICA X SYPOSIU OF SPECIAISTS IN EECTRIC OPERATIONA AND EXPANSION PANNING FORIANÓPOIS

Leia mais

2 Conceitos de transmissão de dados

2 Conceitos de transmissão de dados 2 Conceios de ransmissão de dados 2 Conceios de ransmissão de dados 1/23 2.2.1 Fones de aenuação e disorção de sinal 2.2.1 Fones de aenuação e disorção do sinal (coninuação) 2/23 Imperfeições do canal

Leia mais

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney).

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney). 4. Mercado de Opções O mercado de opções é um mercado no qual o iular (comprador) de uma opção em o direio de exercer a mesma, mas não a obrigação, mediane o pagameno de um prêmio ao lançador da opção

Leia mais

Uma avaliação da poupança em conta corrente do governo

Uma avaliação da poupança em conta corrente do governo Uma avaliação da poupança em cona correne do governo Manoel Carlos de Casro Pires * Inrodução O insrumeno de políica fiscal em vários ojeivos e não é surpreendene que, ao se deerminar uma mea de superávi

Leia mais

Relações de troca, sazonalidade e margens de comercialização de carne de frango na Região Metropolitana de Belém no período 1997-2004

Relações de troca, sazonalidade e margens de comercialização de carne de frango na Região Metropolitana de Belém no período 1997-2004 RELAÇÕES DE TROCA, SAZONALIDADE E MARGENS DE COMERCIALIZAÇÃO DE CARNE DE FRANGO NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM NO PERÍODO 1997-2004 MARCOS ANTÔNIO SOUZA DOS SANTOS; FABRÍCIO KHOURY REBELLO; MARIA LÚCIA

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez Universidade Federal de Peloas UFPEL Deparameno de Economia - DECON Economia Ecológica Professor Rodrigo Nobre Fernandez Capíulo 6 Conabilidade Ambienal Nacional Peloas, 2010 6.1 Inrodução O lado moneário

Leia mais

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Programa de Mestrado Profissional em Economia. Bruno Russi

Insper Instituto de Ensino e Pesquisa Programa de Mestrado Profissional em Economia. Bruno Russi Insper Insiuo de Ensino e Pesquisa Programa de Mesrado Profissional em Economia Bruno Russi ANÁLISE DA ALOCAÇÃO ESTRATÉGICA DE LONGO PRAZO EM ATIVOS BRASILEIROS São Paulo 200 Bruno Russi Análise da alocação

Leia mais

POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL

POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL POSSIBILIDADE DE OBTER LUCROS COM ARBITRAGEM NO MERCADO DE CÂMBIO NO BRASIL FRANCISCO CARLOS CUNHA CASSUCE; CARLOS ANDRÉ DA SILVA MÜLLER; ANTÔNIO CARVALHO CAMPOS; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA

Leia mais

ISSN 1518-3548. Trabalhos para Discussão

ISSN 1518-3548. Trabalhos para Discussão ISSN 1518-3548 Trabalhos para Discussão Diferenças e Semelhanças enre Países da América Laina: Uma Análise de Markov Swiching para os Ciclos Econômicos de Brasil e Argenina Arnildo da Silva Correa Ouubro/2003

Leia mais

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro Análise do preço e produção de peróleo sobre a lucraividade das empresas perolíferas Luciano Jorge de Carvalho Junior Rosemarie Bröker Bone Eduardo Ponual Ribeiro Universidade Federal do Rio de Janeiro

Leia mais

Equações Diferenciais Ordinárias Lineares

Equações Diferenciais Ordinárias Lineares Equações Diferenciais Ordinárias Lineares 67 Noções gerais Equações diferenciais são equações que envolvem uma função incógnia e suas derivadas, além de variáveis independenes Aravés de equações diferenciais

Leia mais

Guia de Recursos e Atividades

Guia de Recursos e Atividades Guia de Recursos e Aividades girls worldwide say World Associaion of Girl Guides and Girl Scous Associaion mondiale des Guides e des Eclaireuses Asociación Mundial de las Guías Scous Unir as Forças conra

Leia mais

AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS

AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS AÇÕES DO MERCADO FINACEIRO: UM ESTUDO VIA MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS Caroline Poli Espanhol; Célia Mendes Carvalho Lopes Engenharia de Produção, Escola de Engenharia, Universidade Presbieriana Mackenzie

Leia mais

PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE

PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE PREÇOS DE PRODUTO E INSUMO NO MERCADO DE LEITE: UM TESTE DE CAUSALIDADE Luiz Carlos Takao Yamaguchi Pesquisador Embrapa Gado de Leie e Professor Adjuno da Faculdade de Economia do Insiuo Vianna Júnior.

Leia mais

Modelos de séries temporais aplicados a índices de preços hospitalares do Hospital da Universidade Federal de Santa Catarina

Modelos de séries temporais aplicados a índices de preços hospitalares do Hospital da Universidade Federal de Santa Catarina Modelos de séries emporais aplicados a índices de preços hospialares do Hospial da Universidade Federal de Sana Caarina Marcelo Angelo Cirillo Thelma Sáfadi Resumo O princípio básico da adminisração de

Leia mais

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Tarefa 5 Introdução aos Modelos Ocultos Markov

Instituto de Tecnologia de Massachusetts Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Tarefa 5 Introdução aos Modelos Ocultos Markov Insiuo de Tecnologia de Massachuses Deparameno de Engenharia Elérica e Ciência da Compuação 6.345 Reconhecimeno Auomáico da Voz Primavera, 23 Publicado: 7/3/3 Devolução: 9/3/3 Tarefa 5 Inrodução aos Modelos

Leia mais

ALBINO MILESKI JUNIOR ANÁLISE DE MÉTODOS DE PREVISÃO DE DEMANDA BASEADOS EM SÉRIES TEMPORAIS EM UMA EMPRESA DO SETOR DE PERFUMES E COSMÉTICOS

ALBINO MILESKI JUNIOR ANÁLISE DE MÉTODOS DE PREVISÃO DE DEMANDA BASEADOS EM SÉRIES TEMPORAIS EM UMA EMPRESA DO SETOR DE PERFUMES E COSMÉTICOS ALBINO MILESKI JUNIOR ANÁLISE DE MÉTODOS DE PREVISÃO DE DEMANDA BASEADOS EM SÉRIES TEMPORAIS EM UMA EMPRESA DO SETOR DE PERFUMES E COSMÉTICOS Disseração apresenada ao Programa de Pós- Graduação em Engenharia

Leia mais

Função definida por várias sentenças

Função definida por várias sentenças Ese caderno didáico em por objeivo o esudo de função definida por várias senenças. Nese maerial você erá disponível: Uma siuação que descreve várias senenças maemáicas que compõem a função. Diversas aividades

Leia mais

MODELOS DE PREVISÃO PARA ÍNDICES CRIMINAIS EM TRÊS CIDADES DO SUL DE MINAS GERAIS JOSIANE MAGALHÃES TEIXEIRA

MODELOS DE PREVISÃO PARA ÍNDICES CRIMINAIS EM TRÊS CIDADES DO SUL DE MINAS GERAIS JOSIANE MAGALHÃES TEIXEIRA MODELOS DE PREVISÃO PARA ÍNDICES CRIMINAIS EM TRÊS CIDADES DO SUL DE MINAS GERAIS JOSIANE MAGALHÃES TEIXEIRA 006 JOSIANE MAGALHÃES TEIXEIRA MODELOS DE PREVISÃO PARA ÍNDICES CRIMINAIS EM TRÊS CIDADES DO

Leia mais

ESTIMAÇÃO DE ESTADO EM SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA: PROGRAMA PARA ANÁLISE E ATUALIZAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE CONJUNTO DE MEDIDAS

ESTIMAÇÃO DE ESTADO EM SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA: PROGRAMA PARA ANÁLISE E ATUALIZAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE CONJUNTO DE MEDIDAS ESTIMAÇÃO DE ESTADO EM SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA: PROGRAMA PARA ANÁLISE E ATUALIZAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS QUALITATIVAS DE CONJUNTO DE MEDIDAS EDUARDO MARMO MOREIRA Disseração de Mesrado apresenada

Leia mais

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios! Principais diferenças! Como uilizar! Vanagens e desvanagens Francisco Cavalcane (francisco@fcavalcane.com.br) Sócio-Direor

Leia mais

APLICAÇÃO DE SÉRIES TEMPORAIS NA PREVISÃO DA MÉDIA MENSAL DA TAXA DE CÂMBIO DO REAL PARA O DÓLAR COMERCIAL DE COMPRA USANDO O MODELO DE HOLT

APLICAÇÃO DE SÉRIES TEMPORAIS NA PREVISÃO DA MÉDIA MENSAL DA TAXA DE CÂMBIO DO REAL PARA O DÓLAR COMERCIAL DE COMPRA USANDO O MODELO DE HOLT XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de ouubro

Leia mais

Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica

Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica Taxa de Juros e Desempenho da Agriculura Uma Análise Macroeconômica Humbero Francisco Silva Spolador Geraldo San Ana de Camargo Barros Resumo: Ese rabalho em como obeivo mensurar os efeios das axas de

Leia mais

SIMULAÇÃO DA OPERAÇÃO HIDRÁULICA DE RESERVATÓRIOS

SIMULAÇÃO DA OPERAÇÃO HIDRÁULICA DE RESERVATÓRIOS SIMULAÇÃO DA OPERAÇÃO HIDRÁULICA DE RESERVATÓRIOS Anasácio Sebasian Arce Encina 1, João Eduardo Gonçalves Lopes 2, Marcelo Auguso Cicogna 2, Secundino Soares Filho 2 e Thyago Carvalho Marques 2 RESUMO

Leia mais

METAS INFLACIONÁRIAS NO BRASIL: UM ESTUDO EMPÍRICO USANDO MODELOS AUTO-REGRESSIVOS VETORIAIS (VAR)

METAS INFLACIONÁRIAS NO BRASIL: UM ESTUDO EMPÍRICO USANDO MODELOS AUTO-REGRESSIVOS VETORIAIS (VAR) METAS INFLACIONÁRIAS NO BRASIL: UM ESTUDO EMPÍRICO USANDO MODELOS AUTO-REGRESSIVOS VETORIAIS (VAR) Edilean Kleber da Silva Douorando em Economia Aplicada pela UFRGS Rua Duque de Caxias, 1515, apo. 402.

Leia mais

Boom nas vendas de autoveículos via crédito farto, preços baixos e confiança em alta: o caso de um ciclo?

Boom nas vendas de autoveículos via crédito farto, preços baixos e confiança em alta: o caso de um ciclo? Boom nas vendas de auoveículos via crédio faro, preços baixos e confiança em ala: o caso de um ciclo? Fábio Auguso Reis Gomes * Fabio Maciel Ramos ** RESUMO - A proposa dese rabalho é conribuir para o

Leia mais

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS

Prof. Luiz Marcelo Chiesse da Silva DIODOS DODOS 1.JUÇÃO Os crisais semiconduores, ano do ipo como do ipo, não são bons conduores, mas ao ransferirmos energia a um deses ipos de crisal, uma pequena correne elérica aparece. A finalidade práica não

Leia mais

HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000

HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000 HIPÓTESE DE CONVERGÊNCIA: UMA ANÁLISE PARA A AMÉRICA LATINA E O LESTE ASIÁTICO ENTRE 1960 E 2000 Geovana Lorena Berussi (UnB) Lízia de Figueiredo (UFMG) Julho 2010 RESUMO Nesse arigo, invesigamos qual

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO EM ECONOMIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO EM ECONOMIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA MESTRADO EM ECONOMIA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO ANÁLISE DO DESEMPENHO DA BALANÇA COMERCIAL BRASILEIRA ESTIMAÇÕES DAS ELASTICIDADES DAS FUNÇÕES DA

Leia mais

Escola Secundária Dom Manuel Martins

Escola Secundária Dom Manuel Martins Escola Secundária Dom Manuel Marins Seúbal Prof. Carlos Cunha 1ª Ficha de Avaliação FÍSICO QUÍMICA A ANO LECTIVO 2006 / 2007 ANO II N. º NOME: TURMA: C CLASSIFICAÇÃO Grisson e a sua equipa são chamados

Leia mais

ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS

ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS 2 ANÁLISE DE ESTRUTURAS VIA ANSYS A Análise de esruuras provavelmene é a aplicação mais comum do méodo dos elemenos finios. O ermo esruura não só diz respeio as esruuras de engenharia civil como pones

Leia mais

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião Porcenagem As quaro primeiras noções que devem ser assimiladas a respeio do assuno são: I. Que porcenagem é fração e fração é a pare sobre o odo. II. Que o símbolo % indica que o denominador desa fração

Leia mais

Análise econômica dos benefícios advindos do uso de cartões de crédito e débito. Outubro de 2012

Análise econômica dos benefícios advindos do uso de cartões de crédito e débito. Outubro de 2012 1 Análise econômica dos benefícios advindos do uso de carões de crédio e débio Ouubro de 2012 Inrodução 2 Premissas do Esudo: Maior uso de carões aumena a formalização da economia; e Maior uso de carões

Leia mais

Multicointegração e políticas fiscais: uma avaliação de sustentabilidade fiscal para América Latina

Multicointegração e políticas fiscais: uma avaliação de sustentabilidade fiscal para América Latina IPES Texo para Discussão Publicação do Insiuo de Pesquisas Econômicas e Sociais Mulicoinegração e políicas fiscais: uma avaliação de susenabilidade fiscal para América Laina Luís Anônio Sleimann Berussi

Leia mais

3 O impacto de choques externos sobre a inflação e o produto dos países em desenvolvimento: o grau de abertura comercial importa?

3 O impacto de choques externos sobre a inflação e o produto dos países em desenvolvimento: o grau de abertura comercial importa? 3 O impaco de choques exernos sobre a inflação e o produo dos países em desenvolvimeno: o grau de aberura comercial impora? 3.1.Inrodução Todas as economias esão sujeias a choques exernos. Enreano, a presença

Leia mais

CONTRATO N.º 026/2.015

CONTRATO N.º 026/2.015 CLÁUSULA PRIMEIRA - DAS PARTES CONTRATO N.º 026/2.015 Insrumeno paricular de conrao que enre si fazem: de um lado, como conraane, a PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO QUENTE, e de ouro, como conraado, e a empresa

Leia mais

ESTUDO DE MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS PARA A DEMANDA DE PRODUÇÃO DE CIMENTO

ESTUDO DE MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS PARA A DEMANDA DE PRODUÇÃO DE CIMENTO ESTUDO DE MODELOS DE SÉRIES TEMPORAIS PARA A DEMANDA DE PRODUÇÃO DE CIMENTO Nagila Raquel Marins Gomes; Célia Mendes Carvalho Lopes Engenharia de Produção, Escola de Engenharia, Universidade Presbieriana

Leia mais

ESTIMATIVA DOS PARÂMETROS DO MODELO IPH II PARA ALGUMAS BACIAS URBA- NAS BRASILEIRAS

ESTIMATIVA DOS PARÂMETROS DO MODELO IPH II PARA ALGUMAS BACIAS URBA- NAS BRASILEIRAS ESTIMATIVA DOS PARÂMETROS DO MODELO IPH II PARA ALGUMAS BACIAS URBA- NAS BRASILEIRAS Andréa Germano CPRM - Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais Rua Banco da Província, 15 PORTO ALEGRE - RS Carlos

Leia mais

EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL RESUMO

EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL RESUMO 78 EVOLUÇÃO DO CRÉDITO PESSOAL E HABITACIONAL NO BRASIL: UMA ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DOS FATORES MACROECONÔMICOS NO PERÍODO PÓS-REAL Pâmela Amado Trisão¹ Kelmara Mendes Vieira² Paulo Sergio Cerea³ Reisoli

Leia mais

PRECIFICAÇÃO DE CONTRATO DE ENERGIA ELÉTRICA MODELO DE PROGRAMAÇÃO DINÂMICA ESTOCÁSTICA

PRECIFICAÇÃO DE CONTRATO DE ENERGIA ELÉTRICA MODELO DE PROGRAMAÇÃO DINÂMICA ESTOCÁSTICA PRECIFICAÇÃO DE CONTRATO DE ENERGIA ELÉTRICA MODELO DE PROGRAMAÇÃO DINÂMICA ESTOCÁSTICA Leicia Takahashi DE/ FEM/ UNICAMP Caia Posal: 6122 CEP: 13.083-970 Campinas - SP leicia@fem.unicamp.br Paulo B. Correia

Leia mais

Competências profissionais relevantes à qualidade no atendimento bancário*

Competências profissionais relevantes à qualidade no atendimento bancário* Compeências profissionais relevanes à qualidade no aendimeno bancário* Hugo Pena Brandão** Tomás de Aquino Guimarães*** Jairo Eduardo Borges-Andrade**** S UMÁRIO: 1. Inrodução; 2. Gesão baseada nas compeências:

Leia mais

RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS

RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS RISCO DE PERDA ADICIONAL, TEORIA DOS VALORES EXTREMOS E GESTÃO DO RISCO: APLICAÇÃO AO MERCADO FINANCEIRO PORTUGUÊS João Dionísio Moneiro * ; Pedro Marques Silva ** Deparameno de Gesão e Economia, Universidade

Leia mais

Figura 1 Carga de um circuito RC série

Figura 1 Carga de um circuito RC série ASSOIAÇÃO EDUAIONAL DOM BOSO FAULDADE DE ENGENHAIA DE ESENDE ENGENHAIA ELÉTIA ELETÔNIA Disciplina: Laboraório de ircuios Eléricos orrene onínua 1. Objeivo Sempre que um capacior é carregado ou descarregado

Leia mais

Artigos. Abordagem intertemporal da conta corrente: Nelson da Silva Joaquim Pinto de Andrade. introduzindo câmbio e juros no modelo básico*

Artigos. Abordagem intertemporal da conta corrente: Nelson da Silva Joaquim Pinto de Andrade. introduzindo câmbio e juros no modelo básico* Arigos Abordagem ineremporal da cona correne: inroduzindo câmbio e juros no modelo básico* Nelson da Silva Joaquim Pino de Andrade Resumo O modelo padrão da abordagem ineremporal da cona correne assume

Leia mais

CONSUMO DE BENS DURÁVEIS E POUPANÇA EM UMA NOVA TRAJETÓRIA DE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO RESUMO

CONSUMO DE BENS DURÁVEIS E POUPANÇA EM UMA NOVA TRAJETÓRIA DE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO RESUMO CONSUMO DE BENS DURÁVEIS E POUPANÇA EM UMA NOVA TRAJETÓRIA DE COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR BRASILEIRO VIVIANE SEDA BITTENCOURT (IBRE/FGV) E ANDREI GOMES SIMONASSI (CAEN/UFC) RESUMO O rabalho avalia a dinâmica

Leia mais

Aula 1. Atividades. Para as questões dessa aula, podem ser úteis as seguintes relações:

Aula 1. Atividades. Para as questões dessa aula, podem ser úteis as seguintes relações: Aula 1 Para as quesões dessa aula, podem ser úeis as seguines relações: 1. E c = P = d = m. v E m V E P = m. g. h cos = sen = g = Aividades Z = V caeo adjacene hipoenusa caeo oposo hipoenusa caeo oposo

Leia mais

Dados do Plano. Resultado da Avaliação Atuarial. Data da Avaliação: 31/12/2010

Dados do Plano. Resultado da Avaliação Atuarial. Data da Avaliação: 31/12/2010 AVALIAÇÃO ATUARIAL Daa da Avaliação: 3/2/200 Dados do Plano Nome do Plano: CEEEPREV CNPB: 20.020.04-56 Parocinadoras: Companhia Esadual de Geração e Transmissão de Energia Elérica CEEE-GT Companhia Esadual

Leia mais

ANÁLISE DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE UMA USINA TERMELÉTRICA USANDO MODELAGEM ESTOCÁSTICA E TEORIA DE OPÇÕES REAIS. Livia Galdino Mendes

ANÁLISE DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE UMA USINA TERMELÉTRICA USANDO MODELAGEM ESTOCÁSTICA E TEORIA DE OPÇÕES REAIS. Livia Galdino Mendes ANÁLISE DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE UMA USINA TERMELÉTRICA USANDO MODELAGEM ESTOCÁSTICA E TEORIA DE OPÇÕES REAIS Livia Galdino Mendes PROJETO SUBMETIDO AO CORPO DOCENTE DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

Leia mais

ANÁLISE DE METODOLOGIAS DE PREVISÃO DE VAZÕES EM TEMPO REAL ESTUDO DE CASOS: BACIAS DO RIO DOCE (MG) E DO RIO URUGUAI (RS)

ANÁLISE DE METODOLOGIAS DE PREVISÃO DE VAZÕES EM TEMPO REAL ESTUDO DE CASOS: BACIAS DO RIO DOCE (MG) E DO RIO URUGUAI (RS) ANÁLISE DE METODOLOGIAS DE PREVISÃO DE VAZÕES EM TEMPO REAL ESTUDO DE CASOS: BACIAS DO RIO DOCE (MG) E DO RIO URUGUAI (RS) Adriano Rolim da Paz 1, Eduardo de Oliveira Bueno 1, Carlos Eduardo Morelli Tucci

Leia mais

3 Processos Estocásticos e Aplicações em Projetos na Indústria Siderúrgica

3 Processos Estocásticos e Aplicações em Projetos na Indústria Siderúrgica 3 Processos Esocásicos e Aplicações em Projeos na Indúsria Siderúrgica 3.1 Inrodução As decisões de invesimeno ano em ações e derivaivos financeiros, como em projeos corporaivos, são afeadas por incerezas

Leia mais

Série Textos para Discussão

Série Textos para Discussão Universidade Federal do Rio de J a neiro Insiuo de Economia Teses de Racionalidade para Loerias no Brasil TD. 010/2004 Marcelo Resende Marcos A. M. Lima Série Texos para Discussão Teses de Racionalidade

Leia mais

Composição Ótima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo

Composição Ótima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo Composição Óima da Dívida Pública Federal: Definição de uma Referência de Longo Prazo Brasília 2011 MINISTRO DA FAZENDA Guido Manega SECRETÁRIO-EXECUTIVO Nelson Henrique Barbosa Filho SECRETÁRIO DO TESOURO

Leia mais

Modelos de Previsão. 1. Introdução. 2. Séries Temporais. Modelagem e Simulação - Modelos de Previsão

Modelos de Previsão. 1. Introdução. 2. Séries Temporais. Modelagem e Simulação - Modelos de Previsão Modelos de Previsão Inrodução Em omada de decisão é basane comum raar problemas cujas decisões a serem omadas são funções de faos fuuros Assim, os dados descrevendo a siuação de decisão precisam ser represenaivos

Leia mais

Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produtividade no Brasil

Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produtividade no Brasil Pessoal Ocupado, Horas Trabalhadas, Jornada de Trabalho e Produividade no Brasil Fernando de Holanda Barbosa Filho Samuel de Abreu Pessôa Resumo Esse arigo consrói uma série de horas rabalhadas para a

Leia mais

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO RICARDO SÁVIO DENADAI HÁ HYSTERESIS NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO? UM TESTE ALTERNATIVO SÃO PAULO 2007 Livros Gráis hp://www.livrosgrais.com.br

Leia mais

CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias **

CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias ** CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias ** Resumo O inuio é invesigar como e em que grau um choque de produividade ocorrido

Leia mais

Susan Schommer Risco de Crédito 1 RISCO DE CRÉDITO

Susan Schommer Risco de Crédito 1 RISCO DE CRÉDITO Susan Schommer Risco de Crédio 1 RISCO DE CRÉDITO Definição: Risco de crédio é o risco de defaul ou de reduções no valor de mercado causada por rocas na qualidade do crédio do emissor ou conrapare. Modelagem:

Leia mais

Análise quantitativa da volatilidade entre os índices Dow Jones, IBovespa e S&P 500

Análise quantitativa da volatilidade entre os índices Dow Jones, IBovespa e S&P 500 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Ciências Econômicas Programa de Pós-Graduação em Economia Análise quaniaiva da volailidade enre os índices Dow Jones, IBovespa e S&P 500 Daniel Cosa

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1 O argumento da inconsistência dinâmica apóia-se na idéia de que os agentes conhecem o incentivo

1 INTRODUÇÃO. 1 O argumento da inconsistência dinâmica apóia-se na idéia de que os agentes conhecem o incentivo 0 INTRODUÇÃO A queda do sisema de Breom Woods e, poseriormene, a ausência de uma relação esreia enre moeda e renda, dada pela insabilidade da velocidade de circulação da moeda, inciou o desenvolvimeno

Leia mais

POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR

POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR POLÍTICA MONETÁRIA E MUDANÇAS MACROECONÔMICAS NO BRASIL: UMA ABORDAGEM MS-VAR Osvaldo Cândido da Silva Filho Bacharel em Economia pela UFPB Mesre em Economia pela UFPB Douorando em Economia pelo PPGE UFRGS

Leia mais

Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016. Professor: Rubens Penha Cysne

Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016. Professor: Rubens Penha Cysne Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Geulio Vargas (EPGE/FGV) Macroeconomia I / 2016 Professor: Rubens Penha Cysne Lisa de Exercícios 4 - Gerações Superposas Obs: Na ausência de de nição de

Leia mais

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO

COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO COMISSÃO DE INTEGRAÇÃO ENERGÉTICA REGIONAL COMITÊ NACIONAL BRASILEIRO V CIERTEC - SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE GESTÃO DE PERDAS, EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA E PROTEÇÃO DA RECEITA NO SETOR ELÉTRICO Área

Leia mais

Área de Interesse: Área 3 Macroeconomia, Economia Monetária e Finanças

Área de Interesse: Área 3 Macroeconomia, Economia Monetária e Finanças Área de Ineresse: Área 3 Macroeconomia, Economia Moneária e Finanças Tíulo: NOVO CONSENSO MACROECONÔMICO E REGRAS DE CONDUTA: O PAPEL DA ROTATIVIDADE DOS DIRETORES DO COMITÊ DE POLÍTICA MONETÁRIA NO BRASIL

Leia mais

Estrutura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil*

Estrutura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil* REVISTA DO BNDES, RIO DE JANEIRO, V. 15, N. 30, P. 303-345, DEZ. 2008 303 Esruura a Termo da Taxa de Juros e Dinâmica Macroeconômica no Brasil* SAMER SHOUSHA** RESUMO Exise uma relação muio próxima enre

Leia mais

MATEMATICA Vestibular UFU 2ª Fase 17 de Janeiro de 2011

MATEMATICA Vestibular UFU 2ª Fase 17 de Janeiro de 2011 Vesibular UFU ª Fase 17 de Janeiro de 011 PRIMEIRA QUESTÃO A realidade mosra que as favelas já fazem pare do cenário urbano de muias cidades brasileiras. Suponha que se deseja realizar uma esimaiva quano

Leia mais

RONALDO NITO YAMAMOTO MODELO DE PREVISÃO DE DEMANDA EM UMA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA UTILIZANDO UM MÉTODO QUANTITATIVO

RONALDO NITO YAMAMOTO MODELO DE PREVISÃO DE DEMANDA EM UMA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA UTILIZANDO UM MÉTODO QUANTITATIVO RONALDO NITO YAMAMOTO MODELO DE PREVISÃO DE DEMANDA EM UMA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA UTILIZANDO UM MÉTODO QUANTITATIVO Trabalho de Formaura apresenado à Escola Poliécnica da Universidade de São Paulo para

Leia mais

PREVISÃO DE DEMANDA: UMA APLICAÇÃO DOS MODELOS BOX- JENKINS NA ÁREA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA DE COMPUTADORES PESSOAIS

PREVISÃO DE DEMANDA: UMA APLICAÇÃO DOS MODELOS BOX- JENKINS NA ÁREA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA DE COMPUTADORES PESSOAIS PREVISÃO DE DEMANDA: UMA APLICAÇÃO DOS MODELOS BOX- JENKINS NA ÁREA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA DE COMPUTADORES PESSOAIS Liane Werner Deparameno de Esaísica, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rua Beno

Leia mais

Faculdade de Engenharia São Paulo FESP Física Básica 1 (BF1) - Professores: João Arruda e Henriette Righi

Faculdade de Engenharia São Paulo FESP Física Básica 1 (BF1) - Professores: João Arruda e Henriette Righi Faculdade de Engenharia São Paulo FESP Física Básica 1 (BF1) - Professores: João Arruda e Henriee Righi LISTA DE EXERCÍCIOS # 1 Aenção: Aualize seu adobe, ou subsiua os quadrados por negaivo!!! 1) Deermine

Leia mais

ANÁLISE ESTRUTURAL DA SÉRIE DE PREÇOS DO SUÍNO NO ESTADO DO PARANÁ, 1994 A 2007

ANÁLISE ESTRUTURAL DA SÉRIE DE PREÇOS DO SUÍNO NO ESTADO DO PARANÁ, 1994 A 2007 ANÁLISE ESTRUTURAL DA SÉRIE DE PREÇOS DO SUÍNO NO ESTADO DO PARANÁ, 994 A 7 ALAN FIGUEIREDO DE ARÊDES; MATHEUS WEMERSON GOMES PEREIRA; MAURINHO LUIZ DOS SANTOS; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA VIÇOSA -

Leia mais

12 Integral Indefinida

12 Integral Indefinida Inegral Indefinida Em muios problemas, a derivada de uma função é conhecida e o objeivo é enconrar a própria função. Por eemplo, se a aa de crescimeno de uma deerminada população é conhecida, pode-se desejar

Leia mais

CAPITULO 01 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS. Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES

CAPITULO 01 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS. Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES CAPITULO 1 DEFINIÇÕES E PARÂMETROS DE CIRCUITOS Prof. SILVIO LOBO RODRIGUES 1.1 INTRODUÇÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA FENG Desinase o primeiro capíulo

Leia mais

O Custo de Bem-Estar da Inflação: Cálculo Tentativo

O Custo de Bem-Estar da Inflação: Cálculo Tentativo O Cuso de Bem-Esar da Inflação: Cálculo Tenaivo com o Uso de um Modelo de Equilíbrio Geral José W. Rossi Resumo O cuso de bem-esar da inflação em sido calculado usando-se basicamene dois ipos de abordagem:

Leia mais

UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA.

UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA. UMA ANÁLISE ECONOMÉTRICA DOS COMPONENTES QUE AFETAM O INVESTIMENTO PRIVADO NO BRASIL, FAZENDO-SE APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA Área: ECONOMIA COELHO JUNIOR, Juarez da Silva PONTILI, Rosangela Maria

Leia mais