Visão de conjunto do bem-estar da criança nos países ricos

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Visão de conjunto do bem-estar da criança nos países ricos"

Transcrição

1 UNICEF Centr de Estuds Inncenti Reprt Card 7 Pbreza infantil em perspectiva: Visã de cnjunt d bem-estar da criança ns países rics Avaliaçã abrangente da vida e d bem-estar das crianças e adlescentes ns países ecnmicamente desenvlvids Para tdas as crianças Saúde, Educaçã, Igualdade, Prtecçã

2 Esta publicaçã é a sétima da série Inncenti Reprt Cards, que visa acmpanhar e cmparar desempenh ds países da OCDE na garantia ds direits das suas crianças. Qualquer excert d Inncenti Reprt Card pde ser livremente reprduzid utilizand a seguinte referência: UNICEF, Pbreza infantil em perspectiva: Visã de cnjunt d bem-estar da criança ns países rics, Inncenti Reprt Card N 7, 2007 Centr de Estuds Inncenti da UNICEF, Flrença. Fund das Nações Unidas para a Infância, 2007 O text cmplet e dcuments de api pdem ser btids n síti d Centr de Estuds Inncenti da UNICEF. Agradece-se api d Cmité Alemã para a UNICEF na elabraçã d Reprt Card n. 7 e também a Cmité Suíç para a UNICEF pela sua cntribuiçã. O Centr de Estuds Inncenti da UNICEF, sedead em Flrença, Itália, fi criad em 1988 a fim de refrçar a capacidade de pesquisa d Fund das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e de apiar seu trabalh em prl das crianças de td mund. O Centr (ficialmente cnhecid cm Internatinal Child Develpment Centre Centr Internacinal para Desenvlviment da Criança) prmve pesquisas em áreas actuais e futuras d trabalh da UNICEF. Os seus bjectivs primrdiais sã a melhria da cmpreensã das questões relativas as direits da criança a nível internacinal e a prmçã de uma plena aplicaçã da Cnvençã das Nações Unidas sbre s Direits da Criança, tant ns países industrializads cm ns países em desenvlviment. As publicações d Centr sã cntributs para um debate glbal sbre questões relativas as direits da criança e incluem uma ampla diversidade de piniões. Pr esta razã, Centr pde prduzir publicações que nã reflictam necessariamente as plíticas u psicinament da UNICEF sbre alguns temas. As piniões expressas sã ds respectivs autres, nã reflectind necessariamente a plítica u a psiçã da UNICEF. Api Cmité Prtuguês para a UNICEF Centr de Estuds Inncenti da UNICEF (UNICEF Inncenti Research Centre) Piazza SS. Annunziata Flrença, Itália Tel: (+39) Fax: (+39) Endereç electrónic para pedid de publicações:

3 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N. 7 1 UNICEF Centr de Estuds Inncenti A verdadeira medida d estad de uma naçã está na frma cm cuida das suas crianças da sua saúde e prtecçã, da sua segurança material, da sua educaçã e scializaçã, e d md cm se sentem amadas, valrizadas e integradas nas famílias e sciedades nde nasceram.

4 2 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N. 7 BEM-ESTAR DA CRIANÇA NOS PAÍSES RICOS: QUADRO-RESUMO A tabela seguinte apresenta de frma resumida as cnclusões deste Reprt Card. Os países estã rdenads em funçã da sua psiçã média glbal quant às seis dimensões d bem-estar da criança que fram avaliadas 1. A cr azul clara indica um lugar n terç superir da tabela; azul médi reflecte um lugar n terç médi e azul-escur um lugar n terç inferir da tabela. Dimensã 1 Dimensã 2 Dimensã 3 Dimensã 4 Dimensã 5 Dimensã 6 Dimensões d bem-estar da criança Psiçã média (quant às 6 dimensões) Bem-estar material Saúde e segurança Bem-estar educativ Relações cm a família e s pares Cmprtaments e riscs Bem-estar subjectiv Países Baixs Suécia Dinamarca Finlândia Espanha Suíça Nruega Itália Irlanda Bélgica Alemanha Canadá Grécia Plónia República Checa França Prtugal Áustria Hungria EUA Rein Unid Países da OCDE cm dads insuficientes para inclusã n estud: Austrália, Islândia, Japã, Luxemburg, Méxic, Nva Zelândia, República da Eslváquia, Creia d Sul, Turquia. Este Reprt Card prprcina uma avaliaçã glbal das vidas e d bem-estar das crianças e jvens em 21 países industrializads. Tem pr finalidade fmentar acmpanhament, permitir a cmparaçã e estimular a discussã e desenvlviment de plíticas cm vista a melhrar as cndições de vida das crianças. O relatóri representa um prgress significativ relativamente a anterires títuls desta série que utilizaram a pbreza de rendiments cm padrã representativ d bem-estar geral da criança ns países da OCDE. Cncretamente, tenta aferir e cmparar bem-estar da criança em seis aspects u dimensões diferentes: bem-estar material, saúde e segurança, educaçã, relações cm a família e s seus pares, cmprtaments e riscs, e percepçã subjectiva de bem-estar ds jvens. N seu td, baseia-se em 40 indicadres relevantes para a vida e s direits das crianças (vide páginas 42 a 45). Embra frtemente dependente ds dads dispníveis, este estud é também rientad pr um cnceit de bem-estar infantil inspirad, pr sua vez, na Cnvençã das Nações

5 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N. 7 3 Unidas sbre s Direits da Criança (vide caixa na página 40). A definiçã de bem-estar infantil implícita neste relatóri crrespnderá ainda às piniões e à experiência de um públic diversificad. Cada capítul d relatóri cmeça pr enunciar de frma tã transparente quant pssível s métds através ds quais essas dimensões fram avaliadas. Principais cnclusões Os Países Baixs lideram a tabela d bem-estar geral da criança, psicinand-se ns dez primeirs lugares em tdas as seis dimensões d bem-estar infantil abrangidas pel presente relatóri. Os países eurpeus dminam a metade superir da tabela geral, send s quatr primeirs lugares cupads pr países d nrte da Eurpa. Tds s países têm debilidades que necessitam de ser reslvidas e nenhum país cupa terç superir da tabela em tdas as seis dimensões de bem-estar infantil (embra s Países Baixs e a Suécia estejam pert de cnseguir). O Rein Unid e s EUA situam-se n terç inferir da tabela em cinc das seis dimensões analisadas. Nenhuma dimensã d bem-estar representa pr si só de frma fidedigna bem-estar infantil n seu cnjunt e váris países da OCDE apresentam resultads muit díspares para diferentes dimensões d bem-estar infantil. Nã existe qualquer relaçã óbvia entre s níveis de bem-estar infantil e PIB per capita. A República Checa, pr exempl, atinge um resultad glbal mais psitiv d que diverss países muit mais rics, nmeadamente a França, a Áustria, s EUA e Rein Unid. Mediçã e plíticas Quais s benefícis da mediçã e cmparaçã d bem-estar infantil em diferentes países? A respsta está na máxima para melhrar alg, cmece pr medi-l. A própria decisã de medir ajuda a definir rientações e priridades, exigind um cert cnsens quant a que deverá ser medid ist é, quant a que cnstitui prgress. A lng praz, a mediçã serve de api às plíticas, mantend s esfrçs n rum cert para alcançar s bjectivs, estimuland uma atençã sustentada, alertand preccemente para s sucesss u insucesss, fmentand a defesa das crianças, refrçand a respnsabilizaçã e ajudand a afectar s recurss de um md mais eficaz. A nível internacinal, a mediçã e a cmparaçã frnecem indicações quant às debilidades e frças de cada país. Demnstram que é alcançável na prática e prprcinam, tant a gvern cm à sciedade civil, a infrmaçã necessária para argumentar e trabalhar em prl da realizaçã ds direits das crianças e da melhria das suas cndições de vida. Acima de tud, estas cmparações demnstram que certs níveis de bem-estar infantil nã sã inevitáveis, mas sim influenciáveis pelas plíticas; as grandes diferenças n bem-estar infantil bservadas a lng deste Reprt Card pdem assim ser interpretadas cm um guia ampl e realista para as ptenciais melhrias em tds s países da OCDE. Dad ptencial valr deste exercíci, fram feits tds s esfrçs para ultrapassar as limitações ds dads. Prém, é recnhecid neste estud que s dads dispníveis pdem ficar aquém d desejável e que existem evidentes lacunas. A expsiçã das crianças à vilência em casa, tant cm vítimas quant cm testemunhas 2, pr exempl, nã pôde ser incluída devid a prblemas de definiçã e avaliaçã transnacinal. A saúde mental e bem-estar emcinal das crianças pdem também estar sub-representads, embra tenham sid feitas tentativas para reflectir estas dimensões difíceis de medir (vide, pr exempl, s resultads de inquérits às percepções das crianças sbre as suas próprias vidas nas páginas 34 e 38). As diferenças de idade e de géner sã também insuficientemente abrdadas, reflectind de nv a escassez de dads desagregads e fact de a mairia das estatísticas dispníveis incidir sbre a vida das crianças mais velhas. Uma missã particularmente relevante é a d nível de participaçã das crianças de três e quatr ans na educaçã pré-esclar (sbre a qual, mais uma vez, nã existem dads internacinalmente cmparáveis). Recnhecend estas limitações, Reprt Card n. 7 cnvida n entant a debate e derruba barreiras a juntar melhr ds dads actualmente dispníveis, representand um imprtante pass n sentid de uma visã de cnjunt e multi-dimensinal da situaçã da infância na mairia ds países ecnmicamente desenvlvids d mund.

6 4 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N. 7 Dimensã 1 B E M - E S T A R M A T E R I A L Quadr 1.0 O bem-estar material das crianças, visã de cnjunt da OCDE Fram seleccinadas três cmpnentes para representar bem-estar material das crianças (vide caixa seguinte). O quadr 1.0 apresenta a média ds resultads de cada país nas três cmpnentes e está cncebid em escala de md a mstrar a distância de cada país para cima u para baix da média (fixada em 100) ds 21 países representads. Nta: Cada país fi clcad numa escala determinada pela pntuaçã média d grup n seu cnjunt. A unidade utilizada é desvi padrã (desvi médi da média). Para facilitar a interpretaçã, s resultads sã apresentads numa escala cm uma média de 100 e um desvi padrã de 10. Avaliaçã d bem-estar material O quadr à direita mstra cm fi cnstruíd índice de bem-estar infantil. A selecçã ds indicadres reflecte a dispnibilidade de dads internacinalmente cmparáveis. Para cada indicadr, fi atribuída as países uma pntuaçã que revela em que medida esse país se situa acima u abaix da média da OCDE. Quand se utilizu mais d que um indicadr, fez-se a média das pntuações. D mesm md, fi feita a média das pntuações das três cmpnentes a fim de bter a classificaçã geral de cada país em matéria de bem-estar material das crianças (vide caixa na página 5). Bem-estar material COMPONENTES pbreza de rendiments relativa agregads familiares sem empreg carência declarada INDICADORES percentagem de crianças a viver em lares cm rendiments equivalentes a mens de 50% da mediana nacinal percentagem de crianças em agregads familiares sem adults empregads percentagem de crianças que declaram insuficiência de meis na família percentagem de crianças que declaram escassez de recurss educativs percentagem de crianças que declaram ter mens de 10 livrs em casa Dimensã 1 Bem-estar material

7 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N. 7 5 Bem-estar material das crianças Esta visã de cnjunt d bem-estar infantil analisa, em primeir lugar, bem-estar material. Fram cnsideradas três cmpnentes diferentes a pbreza de rendiments relativa, as crianças em agregads familiares sem adults empregads e as medições directas da carência. O quadr 1.0 (a lad) junta estas três cmpnentes para bter uma tabela glbal relativa a bem-estar material das crianças. Principais cnclusões As mais baixas taxas de pbreza de rendiments relativa (abaix ds 5%) fram btidas ns quatr países nórdics. Nve países n ttal tds da Eurpa d Nrte fizeram descer as taxas de pbreza infantil para mens de 10%. A pbreza infantil cntinua acima ds 15% em três países d Sul da Eurpa (Prtugal, Espanha, Itália) e em três países anglófns (EUA, Rein Unid e Irlanda). A República Checa psicina-se acima de váris ds países mais rics d mund, incluind a Alemanha, a Itália, Japã, s EUA e Rein Unid. A Irlanda, apesar d frte cresciment ecnómic ds ans 90 e ds esfrçs sustentads de cmbate à pbreza, está em 22. lugar entre 25 países. Pbreza de rendiments Dis númers anterires d Reprt Card fram dedicads à pbreza infantil de rendiments ns países da OCDE (vide Caixa 7). Os dads de muits países mstram reiteradamente que as crianças que crescem em situações de pbreza sã mais vulneráveis: cncretamente, é mais prvável que venham a sfrer de prblemas de saúde, dificuldades cgnitivas e cmprtamentais, insucess esclar e gravidez precce, que btenham mais baixas qualificações e tenham mens aspirações, que venham a auferir baixas remunerações e se vejam afectadas pel desempreg e dependentes da segurança scial. Este catálg ds males da pbreza crre risc de nã respeitar fact de que muitas crianças filhas de famílias cm baixs rendiments nã se inserem em qualquer uma destas categrias. Mas nã altera fact de que, em média, as crianças que crescem na pbreza sã Uma escala cmum susceptíveis de se encntrarem numa situaçã de clara e acentuada desvantagem. Em terms ideais, a pbreza infantil seria avaliada juntand dads relativs a uma série de aspects da pbreza, nmeadamente a pbreza relativa, a carência absluta e a prfundidade da pbreza (reveland nã apenas quants ficam abaix ds limiares de pbreza, mas também até que pnt e pr quant temp). N entant, a medida de pbreza aqui utilizada representa uma visã da pbreza mais abrangente d que a anterirmente dispnível. Pbreza de rendiments relativa A pbreza infantil pde ser medida A lng deste Reprt Card, a pntuaçã glbal de um país para cada dimensã d bem-estar infantil fi calculada fazend a média ds seus resultads nas três cmpnentes esclhidas para representar a dimensã em causa. Sempre que tenha sid utilizad mais d que um indicadr para calcular uma cmpnente, fi feita a média ds resultads ds indicadres. Assim se atribui uma igual pnderaçã às cmpnentes de cada dimensã, bem cm as indicadres de cada cmpnente. Uma igual pnderaçã é a abrdagem habitualmente utilizada na ausência de qualquer razã imprtante para atribuir diferentes pnderações e nã pretende implicar que se cnsidere que tds s elements utilizads tenham igual significad. Em tds s cass, as pntuações fram calculadas através d métd pntuações z i.e., utilizand uma escala cmum cujs limites superir e inferir sã definids pr tds s países d grup. A vantagem deste métd é que revela em que medida um país se situa acima u abaix da média d grup n seu cnjunt. A unidade de medida utilizada nesta escala é desvi padrã (desvi médi da média). Pr utras palavras, uma pntuaçã de +1.5 significa que a pntuaçã de um país é 1.5 vezes desvi médi da média. Para facilitar a interpretaçã, s resultads para cada dimensã sã apresentads numa escala cm uma média de 100 e um desvi padrã de 10. Dimensã 1 Bem-estar material

8 6 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N. 7 Quadr 1.1 Pbreza de rendiments relativa: Percentagem de crianças (0-17 ans) em agregads familiares cm um rendiment equivalente a mens de 50% da mediana. Quadr 1.2 Percentagem de agregads familiares em idade activa cm crianças e sem um adult empregad em sentid abslut falta de um determinad cnjunt mínim de bens e serviçs. Ou pde ser medida em sentid relativ situar-se abaix, numa medida superir a determinad grau, d nível médi de vida da sciedade cnsiderada. A Uniã Eurpeia apresentu a sua definiçã de pbreza em 1984: s pbres sã aqueles cujs recurss (materiais, culturais e sciais) sã tã limitads que s excluem d md de vida minimamente aceitável ns Estads Membrs nde vivem. Para efeits prátics e estatístics, essa definiçã tem em geral levad à fixaçã ds limiares nacinais de pbreza numa dada percentagem d rendiment median nacinal. O quadr 1.1 mstra a percentagem de crianças que crescem na pbreza relativa definida cm a vivência num agregad familiar cm um rendiment equivalente a mens de 50% da mediana nacinal para 24 países da OCDE 3. Os crítics alegam que a pbreza relativa nã é uma pbreza real, assinaland que muits ds que ficam abaix ds limiares de pbreza relativa gzam de um nível de vida superir a que alguma vez gzaram n passad u a nível de vida da mairia das crianças d mund de hje. Mas esta percepçã nã recnhece que actualmente, ns países da OCDE, a marca distintiva da pbreza é cntraste, diariamente sentid, entre as vidas ds pbres e as ds que s rdeiam. Prém, uma cmparaçã internacinal baseada num limiar de pbreza fixad em 50% d rendiment median nacinal frnece apenas uma imagem parcial, uma vez que nã reflecte as diferenças de riqueza nacinal. Demnstra, pr exempl, que a taxa de pbreza infantil ds EUA é superir à da Hungria, mas nã mstra que 50% d rendiment Dimensã 1 Bem-estar material

9 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N. 7 7 median (para um casal cm dis filhs) é de aprximadamente USD na Hungria e USD ns EUA. O fact de a percentagem de crianças que crescem em situaçã de pbreza ser mais baixa na República Checa d que na França, u na Plónia d que na Itália, nã significa que as crianças checas u placas tenham mais meis, mas sim que s seus países têm uma distribuiçã de rendiments mais unifrme. Pr utras palavras, Quadr 1.1 diz-ns muit sbre a desigualdade e a exclusã mas puc sbre a carência material absluta. Mesm dentr de cada país, a pbreza de rendiments relativa nã revela em que medida as famílias se situam abaix ds limiares de pbreza, nem pr quant temp. Para além diss, tdas estas medições da pbreza infantil se baseiam n rendiment d agregad familiar e pressupõem a existência de uma família funcinal na qual s recurss dispníveis sejam distribuíds cm uma razável equidade dand priridade as bens de primeira necessidade face as bens de lux. Uma criança que sfra de carências materiais prfundas em virtude d alclism u txicdependência de um ds pais, pr exempl, nã é cnsiderada pbre se rendiment da família fr superir a 50% da mediana nacinal. A pbreza relativa é pis um indicadr necessári, mas nã suficiente, d bem-estar material da criança, tend de ser cmplementad cm alguma mediçã da carência. Desempreg Váris estuds cnstataram que crescer num agregad familiar sem nenhum adult empregad está estreitamente assciad à carência, em particular se desempreg fr prlngad. A percentagem de crianças que crescem em famílias sem um adult empregad fi pr iss esclhida para segunda cmpnente a fim de prprcinar Ds anterires Reprt Cards O Reprt Card n. 1 (2000) e Reprt Card n. 6 (2005) abrdaram a questã da pbreza de rendiments das crianças ns países da OCDE. Eis algumas das suas principais cnclusões: Ns últims ans, a pbreza infantil aumentu em 17 ds 24 países da OCDE para s quais existem dads dispníveis. A Nruega é únic país da OCDE nde se pde cnsiderar que a pbreza infantil é muit baixa e cntinua a diminuir. Uma mair despesa pública em benefícis familiares e sciais está assciada a taxas de pbreza infantil mais baixas. Nenhum país da OCDE que afecte 10% u mais d PIB a prestações sciais tem uma taxa de pbreza infantil superir a 10%. Nenhum país que afecte mens de 5% d PIB a prestações sciais tem uma taxa de pbreza infantil inferir a 15%. As variações das plíticas públicas parecem justificar a mair parte das variações ds níveis de pbreza infantil entre s países da OCDE. Parece existir puca relaçã entre s níveis de empreg e s níveis de pbreza infantil. O que mais cntribui para as diferenças nas taxas de pbreza infantil ds países é a distribuiçã d empreg entre s váris tips de agregads familiares, a percentagem da ppulaçã trabalhadra cm baixa remuneraçã e nível de prestações d Estad a favr das pessas desempregadas e mal remuneradas. As variações entre países na percentagem de crianças que crescem n sei de famílias mnparentais nã explicam as taxas nacinais de pbreza. A Suécia, pr exempl, tem uma mair percentagem de crianças a viver em famílias mnparentais d que s EUA u Rein Unid, mas uma taxa de pbreza infantil muit mais baixa d que qualquer um destes países. Existe uma cnsiderável variaçã nas taxas de pbreza infantil mesm em países cm níveis glbalmente semelhantes de despesa pública. Uma meta realista para tds s países da OCDE seria a reduçã das taxas de pbreza infantil relativa para mens de 10%. Para s países que já alcançaram este bjectiv, próxim bjectiv pderia ser seguir exempl ds quatr países nórdics, reduzind as taxas de pbreza infantil para mens de 5%. Em muits países da OCDE, existe uma vincada tendência n sentid da diminuiçã d rendiment relativ das pessas cm mais baixa remuneraçã. Existe uma tendência para que qualquer aument da despesa scial ns países da OCDE seja afectad sbretud a pensões e cuidads de saúde, deixand puca margem para aument d investiment nas crianças. Dimensã 1 Bem-estar material

10 8 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N. 7 uma imagem mais cmpleta da pbreza material das crianças. O Quadr 1.2 mede claramente um aspect diferente da pbreza. Os EUA, pr exempl, subiram d últim lugar n Quadr 1.1 para quint lugar n Quadr 1.2, a pass que a Nruega desceu de 3. para 14. lugar. Estas mudanças pdem reflectir uma baixa remuneraçã ds adults empregads em alguns países e generss benefícis para s adults desempregads em utrs. Em qualquer cas, esta infrmaçã ajuda a retratar a pbreza infantil, mas cntinua a faltar alguma frma de mediçã mais directa das carências materiais das crianças. Carência Infelizmente, nã existem padrões internacinalmente cmparáveis para avaliar a carência material nem definições cnsensuais quant a significad de direit a um nível de vida adequad. Nã é pis pssível cmparar a percentagem de crianças que, em cada país, sfre de carências Quadr 1.3a Percentagem de crianças cm 11, 13 e 15 ans que declaram insuficiência de meis da família Pbreza Relativa Ns últims ans, a pbreza infantil relativa trnu-se um indicadr fundamental para s gverns de muits países da OCDE. Os esfrçs da Uniã Eurpeia para mnitrizar seu Prgrama para a Inclusã Scial, pr exempl, incluem a pbreza infantil relativa e a percentagem de crianças em famílias sem trabalh cm s únics indicadres especificamente relacinads cm as crianças (definind limiar de pbreza cm a percentagem de crianças que, em cada país, vive em agregads familiares cm um rendiment equivalente a mens de 60% da mediana para país em causa). Quase sempre, é utilizada a mediana nacinal cm base para cálcul da pbreza relativa. Mas, d pnt de vista da criança, pderia argumentar-se que utra entidade deveria servir cm base de cmparaçã a prvíncia, estad, a cidade u bairr. Será que a imagem da pbreza infantil mudaria radicalmente se a questã pbreza relativa a quê? fsse respndida sb estes diferentes ânguls? Existem pucs dads para respnder a esta questã, mas Reprt Card n. 1 utilizu dads dispníveis n an 2000 para sugerir algumas respstas. Assinalu, pr exempl, que a taxa de pbreza infantil n estad mais ric ds EUA, Nva Jersey, teria subid de 14 para 22% se a base de cmparaçã tivesse sid rendiment median de Nva Jersey e nã ds EUA n seu cnjunt. Na mesma base, a taxa de pbreza infantil d Arkansas teria descid de 26 para 14%. Alterações semelhantes teriam sem dúvida sid reveladas em utrs países nde rendiment médi d estad seja significativamente diferente d rendiment médi nacinal. A prvíncia mais pbre de Espanha, a Extremadura, pr exempl, teria vist a sua taxa de pbreza infantil reduzida para quase metade se limiar de pbreza tivesse sid redefinid desta frma. Em países cm a Austrália e Canadá, nde sã menres as variações de rendiment médi entre as regiões, as diferenças teriam sid mens prnunciadas. Dimensã 1 Bem-estar material

11 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N. 7 9 Quadr 1.3b Percentagem de crianças cm 15 ans que declaram pssuir mens de seis artigs educativs materiais n sentid de insuficiência de bens essenciais cm alimentaçã, vestuári e habitaçã adequads. Mais uma vez, cada gvern pde dispr de indicadres que reflictam este tip de carências a nível nacinal mas, na ausência de definições e dads transnacinais, fram seleccinads três indicadres que, cnsiderads em cnjunt, pdem frnecer uma razável rientaçã (Quadrs 1.3a, 1.3b e 1.3c). O Quadr 1.3a utiliza a Escala ds Bens Familiares, desenvlvida cm parte d inquérit sbre s Cmprtaments de Saúde das Crianças em Idade Esclar, um estud transnacinal clabrativ da OMS (vide caixa na página 17). Este estud clcu quatr perguntas a amstras representativas de crianças cm 11, 13 e 15 ans de idade em 35 países. As perguntas fram: A tua família pssui um carr, carrinha u camiã? Tens um quart só para ti? Ds países mais rics d mund, é em Itália que a alteraçã da base de cmparaçã prduz s resultads mais cntrastantes. Em 2000, limiares de pbreza de base nacinal revelaram uma taxa de pbreza infantil quatr vezes mais alta n Centr-Sul d que na Lmbardia, a pass que limiares de pbreza a nível reginal nã mstraram quase nenhuma diferença entre as duas regiões. Pr utras palavras, seria pssível que uma família residente na Sicília u na Calábria se situasse abaix d limiar nacinal de pbreza, nã send a sua situaçã pir d que a da mairia ds restantes sicilians u calabreses (a taxa de pbreza infantil relativa da Sicília e da Calábria desceu para mens de metade, de 45 para 19%, quand fi utilizada a mediana da regiã em vez da mediana nacinal). Há que ter em cnta cntext de cmparaçã da própria criança e seria útil dispr de mais dads sbre as diferenças n bem-estar infantil dentr ds países, bem cm entre países. Mas a plítica é definida a nível nacinal e, para quase tds s efeits prátics, faz sentid estabelecer s limiares de pbreza em relaçã às medianas nacinais. Tal cm se cnclui n Reprt Card n. 1: Num mund em que s media nacinais e internacinais estã a alargar a sciedade nde as pessas sentem que vivem unificand expectativas e hmgeneizand cnceit de md de vida minimamente aceitável é prvável que a naçã cntinue a ser a base de cmparaçã mais utilizada. As crianças d Arkansas, da Sicília u da Extremadura vêem s mesms prgramas de televisã que s seus cntemprânes de New Hampshire, Emilia Rmagna u Madrid. O que ns leva à perturbadra ideia de que s mesms prgramas e anúncis publicitáris estã hje também a ser vists pelas crianças de Lags, Delhi e Cidade d Méxic. Em teria, existem tantas razões para alargar a unidade básica de cmparaçã cm para a restringir. Dimensã 1 Bem-estar material

12 1 0 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N. 7 Quadr 1.3c Percentagem de crianças cm 15 ans que declaram ter mens de 10 livrs em casa Quadr1.3 Tabela integrada de carência material das crianças (cmbina s Quadrs 1.3a, 1.3b e 1.3c) Ns últims 12 meses, quantas vezes viajaste de férias cm a tua família? Quants cmputadres pssui a tua família? Os resultads fram apurads e clcads numa escala de md a bter um grau máxim de meis de 8 pnts, send a insuficiência de meis da família definida cm um resultad de 0 a 3 pnts. O Quadr 1.3a mstra a percentagem de crianças que, em cada país, indicam uma insuficiência de meis da família assim definida. A Escala de Bens Familiares tem pnts fracs. As variações n númer de veículs na psse da família, pr exempl, pdem indicar níveis de urbanizaçã u a qualidade ds sistemas de transprtes públics. O númer de férias gzadas pde reflectir tradições, cm as férias regularmente gzadas cm familiares. A nã partilha d quart de drmir pde também reflectir diferentes tradições culturais, tamanh médi da família u diferenças entre áreas urbanas e rurais 4. Talvez mair prblema d Quadr 1.3a, para efeits d presente Reprt Card, seja fact de ele ns dizer puc acerca ds mais graves tips de carência. Prém, a Escala de Bens Familiares tem a vantagem de se basear em definições tangíveis que crrespndem a nções amplamente defendidas de bem-estar material. Para s presentes bjectivs, Quadr 1.3a também prprcina uma visã que é claramente diferente da imagem de pbreza relativa retratada n Quadr 1.1. Pde ver-se imediatamente, pr exempl, que a Hungria, a República Checa e a Plónia, tdas clcadas n mei da tabela quand medidas em terms de pbreza de rendiments relativa, caem para s últims lugares quand rdenadas pr referência à Escala de Dimensã 1 Bem-estar material

13 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N Bens Familiares. A invés, s EUA e Rein Unid sbem ds últims lugares para s primeirs dez. Recurss culturais e educativs Outr imprtante md de lhar para bem-estar material das crianças cnsiste em perguntar se, ns terms da Cnvençã sbre s Direits da Criança, as circunstâncias da criança permitem prmver desenvlviment da persnalidade da criança, ds seus talents e aptidões mentais e físicas na medida das suas ptencialidades. A este respeit, muits cmentadres têm defendid que a insuficiência de recurss educativs e culturais deveria ser cnsiderada a par da insuficiência de rendiments, e que s recurss educativs d agregad familiar, em particular, desempenham um papel crucial ns resultads esclares das crianças. Partind da mesma fnte, Quadr 1.3c mstra a percentagem de crianças que declaram ter mens de 10 livrs em casa um indicadr que sugere a carência de recurss culturais. Cmbinads tal cm n Quadr 1.3, estes tês indicadres demnstram que as crianças parecem estar prfundamente privadas de recurss educativs e culturais em alguns ds países ecnmicamente mais desenvlvids d mund. Cnclusã Os dads dispníveis nã permitem apreender tdas as cmplexidades d fenómen da pbreza infantil, nã cnseguind, pr exempl, esclarecer questões imprtantes cm a da prfundidade e duraçã da pbreza infantil u a d grau em que as crianças sã afectadas pelas frmas mais extremas de carência. Claramente, é necessári cmpreender melhr as ligações entre a insuficiência de rendiments e a carência material. Em particular, é precis saber mais sbre as ligações entre a pbreza de rendiments, as carências e tip de exclusã scial que inibe desenvlviment d ptencial e aumenta risc de perpetuar a pbreza de uma geraçã para a seguinte. Apesar destas necessárias reservas, pde dizer-se que s indicadres utilizads e cmbinads n quadr-resum deste capítul (Quadr 1.0) representam uma significativa melhria face às medições apenas da insuficiência de rendiments e que prprcinam a melhr perspectiva cmparativa actualmente dispnível d bem-estar material das crianças nas ecnmias desenvlvidas d mund. As dificuldades de cálcul da carência cultural e educativa sã evidentes, mas as tabelas 1.3b e 1.3c frnecem alguma infrmaçã sbre este aspect da pbreza infantil. Ambas utilizam dads d Prgrama para a Avaliaçã Internacinal ds Estudantes (vide caixa na página 17) que, entre muitas utras questões, perguntu a grups representativs de crianças de 15 ans em 41 países se tinham em casa s it artigs educativs seguintes: Uma secretária para estudar Um lcal tranquil para trabalhar Um cmputadr para fazer s trabalhs de casa Sftware didáctic Ligaçã à Internet Uma calculadra Um dicinári Manuais esclares O Quadr 1.3b mstra a percentagem ds que declaram dispr de mens de seis destes recurss. Dads Cnclusões cmparáveis de inquérits prvenientes de uma ampla diversidade de fntes, abrangend tants países da OCDE quant pssível, fram cngregadas e analisadas n presente relatóri. Uma descriçã cmpleta das fntes de infrmaçã e metdlgias (incluind análises de sensibilidade) está dispnível n dcument de referência mencinad na página 13. Tds s dads bruts utilizads neste relatóri estã enunciads nas páginas 42 a 45. Em tds s cass, s cnjunts de dads utilizads sã s mais recentes que estã dispníveis e referem-se em geral a períd (vide páginas 46 a 47 para as datas a que se refere cada cnjunt de dads). Infelizmente, nã estã dispníveis dads cmparáveis sbre váris países da OCDE cm a Turquia e Méxic. Alguns países nã membrs da OCDE fram incluíds numa lista separada em algumas das tabelas utilizadas neste Reprt Card. Fram seleccinads cm base na dispnibilidade de dads (e na esperança de que venham a demnstrar a ptencial utilidade desta abrdagem para muits países de recurss médis actualmente nã membrs da OCDE). Dimensã 1 Bem-estar material

14 1 2 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N. 7 Dimensã 2 S A Ú D E E S E G U R A N Ç A Quadr 2.0 A saúde e segurança infantil, visã de cnjunt da OCDE O quadr classificativ em matéria de saúde e segurança infantil mstra desempenh de cada país relativamente à média ds países da OCDE em análise. A pntuaçã glbal de cada país representa a média ds seus resultads nas três cmpnentes esclhidas para representar a saúde e segurança das crianças saúde infantil, serviçs preventivs de saúde e segurança infantil (vide caixa seguinte). O quadr está cncebid em escala a fim de mstrar a distância de cada país para cima u para baix da média de 100 da OCDE. Avaliaçã da saúde e segurança infantil O quadr à direita mstra cm fi cnstruíd índice de saúde e segurança infantil. A selecçã ds indicadres reflecte a dispnibilidade de dads internacinalmente cmparáveis. Para cada indicadr, s países receberam uma pntuaçã que revela em que medida país em causa se situa acima u abaix da média ds países da OCDE cnsiderads. Sempre que tenha sid utilizad mais d que um indicadr, fi feita a média das pntuações. D mesm md, fi feita a média das pntuações das três cmpnentes a fim de bter a classificaçã geral de cada país em matéria de saúde e segurança infantil (vide caixa na página 5). Saúde e Segurança COMPONENTES saúde ds 0 a 1 an serviçs preventivs de saúde segurança INDICADORES númer de crianças que mrrem antes de um an de idade pr 1000 nasciments percentagem de crianças cm baix pes à nascença (< 2500g) percentagem de crianças ds 12 as 23 meses vacinadas cntra saramp, a plimielite e a difteria, tétan e tsse cnvulsa (vacina tríplice) mrtes devidas a acidentes e feriments pr crianças ds 0 as 19 ans Dimensã 2 Saúde e segurança

15 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N Saúde e segurança infantil À luz de quase tds s padrões de aferiçã existentes, a grande mairia das crianças nascidas nas sciedades desenvlvidas de hje gza de níveis sem precedentes de saúde e segurança. Nã estã lnge s temps em que, nas cidades da Eurpa, se esperava que uma criança em cada cinc mrresse antes d seu quint aniversári; actualmente risc é inferir a uma em cada cem. A mrte de crianças mais velhas é ainda mens cmum; mens de um em cada jvens mrre antes ds 19 ans de idade em resultad de acidente, hmicídi, suicídi u vilência, que representa um nível de segurança nunca antes atingid. Cntud, a saúde e segurança cntinuam a ser uma precupaçã essencial de tdas as famílias e uma dimensã básica d bem-estar infantil. Pde também argumentar-se que s níveis de saúde e segurança alcançads em determinad país sã um indicadr d cmprmiss geral da sciedade para cm as suas crianças. A saúde e a segurança sã aqui avaliadas através de três cmpnentes relativamente às quais existem dads internacinalmente cmparáveis: saúde infantil à nascença, taxas de imunizaçã das crianças ds 12 as 23 meses e mrtes prvcadas pr acidentes e feriments entre s jvens ds 0 as 19 ans. O Quadr a lad (2.0) junta estas três cmpnentes numa tabela geral da saúde e segurança infantil em 25 países da OCDE. A metade superir da tabela é cupada pr países eurpeus, estand quatr países nórdics e s Países Baixs ns cinc primeirs lugares. A República Checa fica acima de países mais rics cm a Alemanha, Japã, Rein Unid, Canadá e s EUA. Sbrevivência e saúde ds bebés A primeira cmpnente d índice, a saúde das crianças à nascença, fi avaliada pr dis indicadres distints: a taxa de mrtalidade infantil (númer de mrtes antes de um an de idade pr 1000 nads vivs) e a incidência d baix pes à nascença (percentagem de bebés que nascem pesand mens de 2500g). A taxa de mrtalidade infantil (TMI) é um indicadr padrã da saúde das crianças 5 e reflecte uma dispsiçã fundamental da Cnvençã sbre s Direits da Criança que apela a tds s países para que garantam à criança gz d melhr estad de saúde pssível, nmeadamente fazend baixar a mrtalidade ds bebés e das crianças. N mund em desenvlviment, em particular, a TMI reflecte em que medida s direits das crianças sã respeitads em áreas tã fundamentais cm a alimentaçã adequada, a água ptável e saneament básic, bem cm a dispnibilidade e utilizaçã de serviçs preventivs de saúde. Ns países da OCDE, pde alegar-se que a mrtalidade infantil está agra reduzida a níveis tã baixs que a TMI já nã cnstitui um indicadr reveladr. Mas cm demnstra Quadr 2.1a, ainda existem diferenças substanciais entre s países da OCDE cm a TMI a ir de 3 pr 1000 nasciments na Islândia e n Japã a mais de 6 pr 1000 na Hungria, Plónia e EUA. Significativa em si mesma, a taxa de mrtalidade infantil pde também ser interpretada cm um indicadr d md cm cada país cumpre ideal de prteger cada gravidez, incluind gravidezes nas suas ppulações marginalizadas, e de tmar tdas as medidas de precauçã e prevençã ds exames pré-natais regulares à prnta dispnibilizaçã de serviçs bstétrics de emergência que permitiram reduzir tã drasticamente as taxas de mrtalidade infantil ns últims 80 ans. Uma sciedade que cnseguiu reduzir númer de mrtes de bebés para mens de 5 pr cada 1000 nads vivs é claramente uma sciedade que tem a capacidade e dever de assegurar utras cmpnentes fundamentais da saúde infantil. Antecedentes d Reprt Card n. 7 Este Reprt Card é cmplementad pr um dcument de api Cmparing Child Well-Being in OECD Cuntries: Cncepts and Methds, Dcument de Trabalh d Centr Inncenti N , Jnathan Bradshaw, Petra Helscher e Dminic Richardsn, Centr de Estuds Inncenti da UNICEF, Flrença, O dcument, que enuncia em mair detalhe s métds e as fntes utilizadas neste relatóri, está dispnível n síti d Centr Inncenti ( Dimensã 2 Saúde e segurança

16 1 4 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N. 7 Quadr 2.1a Taxa de mrtalidade infantil (mrtes antes ds 12 meses de idade pr 1000 nads vivs) Quadr 2.1b Taxa de baix pes à nascença (% de nasciments cm mens de 2500g) O segund ds dis indicadres esclhids para representar a saúde na primeira infância é a prevalência d baix pes à nascença (Quadr 2.1b). Este é um parâmetr cnsagrad para medir risc acrescid para a vida e para a saúde ns primeirs dias e semanas de vida, mas tem também sid assciad a um mair risc para desenvlviment cgnitiv e físic a lng da infância 6. Pde também ser reveladr de utrs aspects, dad que se sabe que baix pes à nascença está assciad a estad de saúde e à cndiçã sóci-ecnómica da mãe. As mães cujas dietas fram pbres durante a adlescência e a gravidez, u que fumaram u beberam álcl enquant grávidas, têm significativamente mais prbabilidades de ter bebés cm baix pes. Assim, este indicadr reflecte também bem-estar das mães factr crucial para praticamente tds s aspects d bem-estar infantil. Imunizaçã A segunda cmpnente seleccinada para avaliar a saúde da criança é a taxa nacinal de imunizaçã, que reflecte nã apenas nível de prtecçã cntra as denças evitáveis através da vacinaçã, mas também a cbertura ds serviçs preventivs de saúde para crianças 7. Os níveis de imunizaçã servem ainda para avaliar empenh nacinal na prestaçã de cuidads primáris de saúde a tdas as crianças (artig 24. da Cnvençã sbre s Direits da Criança). O Quadr 2.2 rdena 25 países da OCDE em funçã da percentagem de crianças entre s 12 e s 23 meses de idade que fram imunizadas cntra saramp, a plimielite, e a difteria, tsse cnvulsa e tétan (vacina tríplice). N cnjunt, demnstra alts níveis de cbertura, nã tend nenhum país ficad abaix de uma taxa média de 80%. Mas, n cas da imunizaçã, a fasquia tem seguramente de ser clcada a um nível muit alt. A vacinaçã é barata, eficaz, segura e cnfere prtecçã cntra várias das denças mais cmuns e graves da Dimensã 2 Saúde e segurança

17 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N Quadr 2.2 Percentagem de crianças entre s 12 e s 23 meses imunizadas cntra as principais denças evitáveis através da vacinaçã infância (ficar aquém de alts níveis de imunizaçã pde significar que a imunidade de grup para certas denças nã será alcançada e que muitas mais crianças serã vítimas de dença). Pr utr lad, as taxas de imunizaçã pdem assumir um significad mais abrangente, na medida em que as pequenas diferenças registadas pdem ser indicativas ds esfrçs feits pr cada país para alcançar s que têm ficad de fra e prprcinar a tdas as crianças, em particular as ds grups marginalizads, serviçs preventivs de saúde básica. Se estivessem dispníveis dads adequads, a percentagem de crianças amamentadas até as seis meses de idade teria também sid incluída neste retrat da saúde da criança n primeir an de vida. Para além das suas vantagens nutritivas e imunlógicas sem paralel ns primeirs meses, aleitament matern tem também vind a ser assciad a benefícis a lng praz, da melhria d desenvlviment cgnitiv à reduçã d risc de denças cardíacas. A percentagem de crianças amamentadas em cada país pde também ser interpretada cm um indicadr da medida em que s resultads das pesquisas actuais na área da saúde sã psts à dispsiçã d grande públic e seguids pr ele. Infelizmente, prblemas de definiçã e falta de dads para a mairia ds países da OCDE levaram à exclusã deste indicadr (embra seja cnveniente assinalar que dads dispníveis sbre aleitament matern pel mens parcial as seis meses de idade demnstram variações invulgarmente amplas em tda a OCDE de um máxim de 80% na Nruega a um mínim de puc mais de 10% na Bélgica). Segurança A terceira e última cmpnente utilizada para avaliar a saúde e segurança infantil é a taxa de mrtes de crianças e jvens devid a acidente, hmicídi, suicídi e vilência. Embra cngregue riscs de tips muit diferentes, esta cmpnente frnece rientações aprximadas sbre s níveis gerais de segurança ds jvens n país. Partind da base de dads sbre mrtalidade da Organizaçã Mundial de Saúde, Quadr 2.3 rdena 25 países da OCDE em funçã d númer anual de mrtes devidas a essas causas pr cada pessas n grup etári ds 0 as 19 ans. Uma vez que as mrtes nestas idades sã felizmente raras, as variações anuais aleatórias fram suavizadas pela média das estatísticas ds últims três ans para s quais existem dads dispníveis. Pde ver-se que quatr países Suécia, Rein Unid, Países Baixs e Itália reduziram a incidência das mrtes prvcadas pr acidentes e feriments à taxa ntavelmente baixa de 10 pr Tds s restantes países da OCDE, except dis, registam taxas inferires a 20 pr Estes númers representam um prgress rápid e ntável; ns últims 30 ans, as mrtes de crianças pr feriments ns países da OCDE desceram cerca de 50% 8. Cntud, alguns países atingiram claramente Dimensã 2 Saúde e segurança

18 1 6 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N. 7 níveis mais alts de segurança infantil d que utrs e as diferenças sã significativas. Se tds s países da OCDE tivessem a mesma taxa de mrte infantil pr feriments da Suécia, pr exempl, pderiam ser evitadas cerca de mrtes de crianças pr an. Cm tantas vezes acntece, a prbabilidade de uma criança se ferir u mrrer está assciada à pbreza, às famílias mnparentais, à puca instruçã das mães, à baixa idade da mãe aquand d part, a cndições deficientes de habitaçã, a fracs laçs familiares e à txicdependência u alclism ds pais 9. Omissões Neste retrat da saúde e segurança infantil existem algumas missões imprtantes. Em particular, um indicadr direct da saúde mental e emcinal das crianças teria sid um valis element adicinal. Fram cnsideradas as taxas nacinais de suicídi ds adlescentes, mas a pesquisa sugere que suicídi deve ser vist mais cm um acnteciment Quadr 2.3 Mrtes devidas a acidentes e feriments pr pessas menres de 19 ans (média ds últims três ans dispníveis) rar relacinad cm as circunstâncias cncretas de cada jvem d que cm um indicadr da saúde mental geral ds jvens de um país. O estud teria também beneficiad cm um indicadr d nível de abuss e negligência de crianças em cada país. A inexistência de definições e metdlgias de pesquisa cmuns, assciada a cntradições entre s países na actual classificaçã e declaraçã ds abuss de crianças, excluíram pr enquant esta pssibilidade. O Reprt Card n. 5 (Setembr de 2003) deu cnta de que um pequen grup de países da OCDE Espanha, Grécia, Itália, Irlanda e Nruega têm as mais baixas taxas de mrte de crianças pr maus-trats. Uma vez mais, s factres de risc mais estreita e reiteradamente assciads as abuss e negligência de crianças sã a pbreza, stress e a txicdependência e alclism ds pais. N ttal, aprximadamente 3500 crianças (cm mens de 15 ans de idade) mrrem tds s ans ns países da OCDE vítimas de maus-trats, abuss físics e negligência. Os acidentes de viaçã, afgaments, quedas, incêndis e envenenaments fazem subir este númer para mais de mrtes de crianças pr an 10. Estes númers pdem nã ser muit elevads em relaçã às ppulações ttais de jvens ns países da OCDE. Mas, tal cm sublinhad n Reprt Card n. 2 em 2001, têm de ser lids à luz da angústia e dr inimagináveis das famílias afectadas, e d fact de númer de mrtes representar apenas a pnta de um iceberg de traumas e deficiências. Dimensã 2 Saúde e segurança

19 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N PISA e HBSC Duas das fntes amplamente utilizadas neste Reprt Card sã Prgrama para a Avaliaçã Internacinal ds Estudantes (PISA) da OCDE e inquérit sbre Cmprtaments de Saúde das Crianças em Idade Esclar (HBSC), um estud trans-nacinal clabrativ da OMS de PISA Iniciad em 2000, PISA realiza-se a cada três ans cm bjectiv de avaliar cnheciment e s cnheciments prátics ds jvens em países ecnmicamente desenvlvids.* As quatr principais áreas de avaliaçã sã as seguintes: Literacia a nível da leitura, matemática e ciência Práticas de estud e aprendizagem Recurss e estrutura familiar (incluind as perspectivas ds própris estudantes sbre a sua vida esclar e s seus clegas) Organizaçã das esclas e ambientes esclares. Dads relativs a 2000 fram reclhids para 43 países, incluind tds s países referids neste estud. Na sua segunda rnda (2003), PISA reclheu dads sbre 41 países. O PISA 2003 também incluiu uma nva avaliaçã das aptidões para reslver prblemas. Os dads sã reclhids a partir de amstras representativas a nível nacinal da ppulaçã esclar cm cerca de 15 ans de idade (que marca fim da esclaridade brigatória na mairia ds países). As esclas sã seleccinadas cnsante a sua dimensã cm uma amstra aleatória de 35 aluns pr cada escla esclhida. As amstras ttais sã em geral de 4000 a aluns pr país. HBSC 2001 Há mais de 20 ans que inquérit sbre Cmprtaments de Saúde das Crianças em Idade Esclar (HBSC), um estud trans-nacinal clabrativ da OMS, tem vind a infrmar e influenciar as plíticas de saúde e a prmçã da saúde mediante a reclha de infrmaçã sbre questões cm recurss e estrutura familiar, interacçã entre pares, cmprtaments de risc, saúde subjectiva, saúde sexual, actividade física, e hábits alimentares e de cuidad pessal. O últim estud HBSC fi realizad em 2001 e incluiu 21 países da OCDE n seu ttal de 35 Estads (Austrália, Nva Zelândia, Japã e Islândia nã participaram). Em cada país participante, HBSC utiliza técnicas de inquérit de grup (cluster) para seleccinar 1500 jvens de cada uma de três idades 11, 13 e 15 ans. Sã seguids prcediments análgs para garantir a cmparabilidade ds métds de inquérit e das técnicas de prcessament de dads. Técnics qualificads estã presentes na sala de aula para a realizaçã de tds s questináris. Os dads d HBSC cntribuíram para várias dimensões deste estud, nmeadamente bem-estar material das crianças e s relacinaments, cmprtaments e bem-estar subjectiv da criança. Para garantir a cmparabilidade, s sistemas de reclha de dads empregam prcediments padrnizads de traduçã e avaliaçã, tend sid fixada uma janela de reclha para assegurar que s dads sã reclhids em mments cmparáveis d an esclar. Quand as taxas de respsta sã baixas, s administradres d PISA trabalham em cnjunt cm as esclas e s gestres nacinais d prject a fim de rganizar sessões de seguiment. Durante cada rnda d PISA, s supervisres internacinais mnitrizam s centrs nacinais e visitam pel mens 25% das esclas seleccinadas em cada país para assegurar a qualidade e unifrmidade ds prcediments de reclha de dads. Os dads d PISA cntribuíram para várias dimensões d presente relatóri, incluind bem-estar material, bem-estar educativ, bem-estar subjectiv e s relacinaments das crianças. *Os resultads d PISA de 2006 nã ficaram dispníveis a temp de serem incluíds neste relatóri. Fntes: Adams, R. & Wu, M. (eds.) (2002) PISA 2000 Technical Reprt. Paris, OCDE. Currie, C., et al (eds.) (2004) Yung Peple s Health in Cntext. Health Behaviur in Schl-age Children Study (HBSC): Internatinal Reprt frm the 2001/2002 Study. Gabinete Reginal para a Eurpa da OMS. HBSC (2005) Síti ds Cmprtaments de Saúde das Crianças em Idade Esclar ( Nvembr de OCDE (2004) Learning fr Tmrrw s Wrld: First Results frm PISA Paris, OCDE. Dimensã 2 Saúde e segurança

20 1 8 I N N O C E N T I R E P O R T C A R D N. 7 Dimensã 3 B E M - E S T A R E D U C A T I V O Quadr 3.0 O bem-estar educativ das crianças, visã de cnjunt da OCDE O quadr classificativ seguinte tenta mstrar desempenh de cada país em terms de bem-estar educativ das crianças relativamente à média ds países da OCDE em análise. As pntuações atribuídas representam a média ds resultads nas três cmpnentes seleccinadas para representar bem-estar educativ das crianças (vide caixa abaix). O quadr está cncebid em escala a fim de mstrar a distância de cada país para cima u para baix da média de 100 da OCDE. Avaliaçã d bem-estar educativ O quadr a lad mstra cm fi avaliad bem-estar educativ das crianças. A selecçã ds indicadres reflecte a dispnibilidade de dads internacinalmente cmparáveis. COMPONENTES desempenh esclar as 15 ans de idade INDICADORES desempenh médi da literacia a nível da leitura desempenh médi da literacia a nível da matemática desempenh médi da literacia a nível das ciências Para cada indicadr, s países receberam uma pntuaçã que revela em que medida país em causa se situa acima u abaix da média ds países cnsiderads. Sempre que tenha sid utilizad mais d que um indicadr, fi feita a média das pntuações. D mesm md, fi feita a média das pntuações das três cmpnentes a fim de bter a classificaçã geral de cada país em terms de bem-estar educativ das crianças (vide caixa na página 5). Bem-estar educativ para além d básic transiçã para empreg percentagem de jvens ds 15 as 19 ans que prsseguem a esclaridade percentagem de jvens ds 15 as 19 ans fra d sistema de ensin, de acções de frmaçã u d mercad de empreg percentagem de crianças de 15 ans cm expectativa de um empreg de baixa qualificaçã Dimensã 3 Bem-estar educativ

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO Um prject eurpeu em clabraçã cm a EHFA Eurpean Health and Fitness Assciatin, cm sede em Bruxelas Regist ds Prfissinais Intrduçã Estams numa fase em que a Tutela

Leia mais

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização CIRCULAR Data: 2007/10/10 Númer d Prcess: DSDC/DEPEB/2007 Assunt: GESTÃO DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 Para: Inspecçã-Geral de Educaçã Direcções Reginais de Educaçã

Leia mais

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000 ISO 9001:2008 alterações à versã de 2000 Já passaram quase it ans desde que a versã da ISO 9001 d an 2000 fi publicada, que cnduziu à necessidade de uma grande mudança para muitas rganizações, incluind

Leia mais

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa Manual Cm intrduzir emplyeeship na empresa Índice Intrduçã Pass 1 - Cnheça as vantagens d emplyeeship para a empresa Pass 2 - Saiba que é a cultura emplyeeship Pass 3 - Aprenda a ter "bns" empregads Pass

Leia mais

Promover a obtenção de AIM (Autorização de Introdução no Mercado) no estrangeiro de medicamentos criados e desenvolvidos em Portugal.

Promover a obtenção de AIM (Autorização de Introdução no Mercado) no estrangeiro de medicamentos criados e desenvolvidos em Portugal. SIUPI SISTEMA DE INCENTIVOS À UTILIZAÇÃO DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL FICHA DE MEDIDA Apia prjects que visem estimular investiment em factres dinâmics de cmpetitividade, assciads à invaçã tecnlógica, a design

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 Tend presente a Missã da Federaçã Prtuguesa de Autism: Defesa incndicinal ds direits das pessas cm Perturbações d Espectr d Autism e suas famílias u representantes. Representaçã

Leia mais

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO 1. PREÂMBULO... 1 2. NATUREZA E OBJECTIVOS... 1 3. MODO DE FUNCIONAMENTO... 2 3.1 REGIME DE ECLUSIVIDADE... 2 3.2 OCORRÊNCIAS... 2 3.3

Leia mais

Unidade 7: Sínteses de evidências para políticas

Unidade 7: Sínteses de evidências para políticas Unidade 7: Sínteses de evidências para plíticas Objetiv da Unidade Desenvlver um entendiment cmum d que é uma síntese de evidências para plíticas, que inclui e cm pde ser usada 3 O que é uma síntese de

Leia mais

QUEDAS EM CRIANÇAS E JOVENS: UM ESTUDO RETROSPETIVO (2000-2013) Reedição, revista e adaptada

QUEDAS EM CRIANÇAS E JOVENS: UM ESTUDO RETROSPETIVO (2000-2013) Reedição, revista e adaptada Reediçã, revista e adaptada RELATÓRIO FINAL Nvembr de 04 I Enquadrament e bjetivs Na Eurpa tds s ans mrrem 500 crianças e jvens entre s 0 e s 9 ans na sequência de uma queda. Apesar de nã ser a mair causa

Leia mais

Estratégias de Conservação da Biodiversidade

Estratégias de Conservação da Biodiversidade Estratégias de Cnservaçã da Bidiversidade Estratégia Glbal De entre tds esses prcesss internacinais desenvlvids será de destacar decrrid após a Cnferência de Estclm, de 1972, que daria lugar à criaçã d

Leia mais

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões:

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões: Pessal, vislumbr recurss na prva de cnheciments específics de Gestã Scial para as seguintes questões: Questã 01 Questã 11 Questã 45 Questã 51 Questã 56 Vejams as questões e arguments: LEGISLAÇÃO - GESTÃO

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS Questã n 1 Cnheciments Específics O text dissertativ deve cmtemplar e desenvlver s aspects apresentads abaix. O papel d PPA é de instrument de planejament de médi/lng praz que visa à cntinuidade ds bjetivs

Leia mais

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2 EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL REGULAMENTO ESPECÍFICO: EQUIPAMENTOS PARA A COESÃO LOCAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO N.º 2 Ns terms d regulament específic Equipaments para a Cesã Lcal,

Leia mais

ANEXO CONDIÇÕES OU RESTRIÇÕES RESPEITANTES À UTILIZAÇÃO SEGURA E EFICAZ DO MEDICAMENTO A SEREM IMPLEMENTADAS PELOS ESTADOS-MEMBROS

ANEXO CONDIÇÕES OU RESTRIÇÕES RESPEITANTES À UTILIZAÇÃO SEGURA E EFICAZ DO MEDICAMENTO A SEREM IMPLEMENTADAS PELOS ESTADOS-MEMBROS ANEXO CONDIÇÕES OU RESTRIÇÕES RESPEITANTES À UTILIZAÇÃO SEGURA E EFICAZ DO MEDICAMENTO A SEREM IMPLEMENTADAS PELOS ESTADOS-MEMBROS 1 Os Estads-Membrs devem garantir que tdas as cndições u restrições relativas

Leia mais

Prova Escrita e Prova Oral de Inglês

Prova Escrita e Prova Oral de Inglês AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AURÉLIA DE SOUSA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Prva Escrita e Prva Oral de Inglês 11.º An de esclaridade DECRETO-LEI n.º 139/2012, de 5 de julh Prva (n.º367) 1.ªe 2.ª Fase 6

Leia mais

PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008

PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008 PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008 INTRODUÇÃO Prject educativ dcument que cnsagra a rientaçã educativa da escla, elabrad e aprvad pels órgãs de administraçã e gestã, n qual se explicitam s princípis,

Leia mais

METAS DE COMPREENSÃO:

METAS DE COMPREENSÃO: 1. TÓPICO GERADOR: Vivend n sécul XXI e pensand n futur. 2. METAS DE COMPREENSÃO: Essa atividade deverá ter cm meta que s aluns cmpreendam: cm se cnstrói saber científic; cm as áreas d saber estã inter-relacinadas

Leia mais

PRINCIPAIS FACTOS E NÚMEROS SOBRE NUTRIÇÃO 1

PRINCIPAIS FACTOS E NÚMEROS SOBRE NUTRIÇÃO 1 Junts pelas crianças PRINCIPAIS FACTOS E NÚMEROS SOBRE NUTRIÇÃO 1 O impact ds atrass de cresciment: Glbalmente, pert de uma em cada quatr crianças menres de 5 ans (165 milhões u 26 pr cent em 2011) sfrem

Leia mais

Escla Superir Agrária de Cimbra Prcessament Geral de Aliments LEAL 2009/2010 Aqueciment Óhmic Brenda Mel, nº 20803030 Inês Ricard, nº 20090157 Nádia Faria, nº 20803060 O que é? Prcess nde a crrente eléctrica

Leia mais

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso Universidade Federal d Ceará Campus de Sbral Curs de Engenharia da Cmputaçã Regulament para realizaçã d Trabalh de Cnclusã de Curs Intrduçã Este dcument estabelece as regras básicas para funcinament das

Leia mais

DE LÉS-A-LÉS, PELA CIDADANIA GLOBAL COM A EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO

DE LÉS-A-LÉS, PELA CIDADANIA GLOBAL COM A EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE LÉS-A-LÉS, PELA CIDADANIA GLOBAL COM A EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO 1. INTRODUÇÃO, OU COMO SURGE A ED O cnceit de Educaçã para Desenvlviment surge n cntext ds prcesss de desclnizaçã d pós-guerra

Leia mais

OBJECTIVO. Ligação segura às redes públicas de telecomunicações, sob o ponto de vista dos clientes e dos operadores;

OBJECTIVO. Ligação segura às redes públicas de telecomunicações, sob o ponto de vista dos clientes e dos operadores; Prcediments de Avaliaçã das ITED ANACOM, 1ª ediçã Julh 2004 OBJECTIVO De acrd cm dispst n nº 1, d artº 22º, d Decret Lei nº 59/2000, de 19 de Abril (adiante designad cm DL59), a cnfrmidade da instalaçã

Leia mais

INDICE DE PREÇOS TURISTICO. Desenvolvido no quadro do Programa Comum de Estatística CPLP com o apoio técnico do INE de Portugal

INDICE DE PREÇOS TURISTICO. Desenvolvido no quadro do Programa Comum de Estatística CPLP com o apoio técnico do INE de Portugal INDICE DE PREÇOS TURISTICO Desenvlvid n quadr d Prgrama Cmum de Estatística CPLP cm api técnic d INE de Prtugal Estrutura da Apresentaçã INTRODUÇÃO. METODOLOGIA. FORMA DE CÁLCULO. PROCESSO DE TRATAMENTO.

Leia mais

3. DESTINATÁRIOS DA ACÇÃO 4. EFEITOS A PRODUZIR: MUDANÇA DE PRÁTICAS, PROCEDIMENTOS OU MATERIAIS DIDÁCTICOS

3. DESTINATÁRIOS DA ACÇÃO 4. EFEITOS A PRODUZIR: MUDANÇA DE PRÁTICAS, PROCEDIMENTOS OU MATERIAIS DIDÁCTICOS CONSELHO CIENTÍFICO PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS An 2-B Frmulári de preenchiment brigatóri,

Leia mais

Posição CELPA Associação da Indústria Papeleira

Posição CELPA Associação da Indústria Papeleira R. Marquês Sá da Bandeira, 74, 2º 1069-076 Lisba, Prtugal Tel. +351 217-611-510 Fax. +351 217-611-529 E-mail. celpa@celpa.pt http://www.celpa.pt Psiçã CELPA Assciaçã da Indústria Papeleira Para: De: Estatut:

Leia mais

REGULAMENTO DA CAMPANHA DO DIA MUNDIAL DE COMBATE A PÓLIO 2015 1

REGULAMENTO DA CAMPANHA DO DIA MUNDIAL DE COMBATE A PÓLIO 2015 1 REGULAMENTO DA CAMPANHA DO DIA MUNDIAL DE COMBATE A PÓLIO 2015 1 DISPOSIÇÕES GERAIS A campanha d Dia Mundial de Cmbate à Plimielite (também cnhecida cm paralisia infantil), celebrad n dia 24 de utubr,

Leia mais

ANA, Aeroportos de Portugal, S.A. Plano de Acções de Gestão e Redução de Ruído para o Aeroporto de Lisboa Resumo Não-Técnico

ANA, Aeroportos de Portugal, S.A. Plano de Acções de Gestão e Redução de Ruído para o Aeroporto de Lisboa Resumo Não-Técnico ANA, Aerprts de Prtugal, S.A. Plan de Acções de Gestã e Reduçã de Ruíd para Aerprt de Lisba Resum Nã-Técnic Janeir 2014 Aerprt de lisba Plan de Ações de Gestã e Reduçã de Ruíd 2013-2018 Cnteúd CONTEÚDO...

Leia mais

GESTÃO DE LABORATÓRIOS

GESTÃO DE LABORATÓRIOS Seminári Luanda, 26,27,28,29 e 30 de Mai de 2014 - Htel **** Guia Prática GESTÃO DE LABORATÓRIOS Finanças Assegure uma gestã eficaz de tdas as áreas 40 hras de Frmaçã Especializada Cnceits ecnómic-financeirs

Leia mais

BASES PROGRAMA GESTORES DA INOVAÇÄO EM CABO VERDE

BASES PROGRAMA GESTORES DA INOVAÇÄO EM CABO VERDE BASES PROGRAMA GESTORES DA INOVAÇÄO EM CABO VERDE Prject Rede de Unidades de Prmçä da Invaçä para desenvlviment da terceira missä das Universidades e a cperaçä institucinal através da Invaçän Aberta, prgrama

Leia mais

Orientações e Recomendações Orientações relativas à informação periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de notação de risco

Orientações e Recomendações Orientações relativas à informação periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de notação de risco Orientações e Recmendações Orientações relativas à infrmaçã periódica a apresentar à ESMA pelas Agências de ntaçã de risc 23/06/15 ESMA/2015/609 Índice 1 Âmbit de aplicaçã... 3 2 Definições... 3 3 Objetiv

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2014

PLANO DE ACTIVIDADES 2014 PLANO DE ACTIVIDADES 2014 Índice 1. Missã, Visã e Valres 2. Enquadrament 3. Prjects e Actividades 4. Cnslidaçā Interna 4.1. Aspects Gerais da Organizaçā e Funcinament da AJU 4.2. Recurss Humans 4.3. Frmaçā

Leia mais

1. Conceituação Percentual de crianças imunizadas com vacinas específicas, em determinado espaço geográfico, no ano considerado.

1. Conceituação Percentual de crianças imunizadas com vacinas específicas, em determinado espaço geográfico, no ano considerado. INDICADOR: F.13 COBERTURA VACINAL 1. Cnceituaçã Percentual de crianças imunizadas cm vacinas específicas, em determinad espaç gegráfic, n an cnsiderad. 2. Interpretaçã Estima nível de prteçã da ppulaçã

Leia mais

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS

DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS DIRETRIZES E CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS Prjets n Bima Amazônia A Critéris Orientadres B C D E F Cndicinantes Mínims para Prjets Mdalidades de Aplicaçã ds Recurss Restriçã de Us ds Recurss Critéris

Leia mais

Urbanidade, sustentabilidade, saúde - uma relação evidente e persistente

Urbanidade, sustentabilidade, saúde - uma relação evidente e persistente - uma relaçã evidente e persistente Os Lugares e a Saúde Uma abrdagem da Gegrafia às variações em saúde na Área Metrplitana de Lisba Helena Ngueira Faculdade de Letras da Universidade de Cimbra Lisba,

Leia mais

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000 GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisã: 000 A Mercur S.A., empresa estabelecida desde 1924, se precupa em cnduzir as suas relações de acrd cm padrões étics e cmerciais, através d cumpriment da legislaçã

Leia mais

Brasil: campeão no desenvolvimento humano da ONU?

Brasil: campeão no desenvolvimento humano da ONU? Brasil: campeã n desenvlviment human da ONU? Júli César de Oliveira Dutr em Ecnmia pel Curs de Pós- -Graduaçã em Ecnmia da UFRGS, Prfessr Adjunt d Curs de Graduaçã em Ecnmia da UFRGS. Resum Este artig

Leia mais

Versão 1.1.1.3. Descrição do produto, 2009. www.graycell.pt

Versão 1.1.1.3. Descrição do produto, 2009. www.graycell.pt Versã 1.1.1.3 Descriçã d prdut, 2009 www.graycell.pt 1 ENQUADRAMENTO A platafrma ask-it! é uma aplicaçã web-based que permite criar inquérits dinâmics e efectuar a sua dispnibilizaçã n-line. A facilidade

Leia mais

SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA ATUAL

SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA ATUAL INFORME EPIDEMIOLÓGICO Nº 05/2015 SEMANA EPIDEMIOLÓGICA 50 (13 A 19/12/2015) MONITORAMENTO DOS CASOS DE MICROCEFALIAS NO BRASIL Este infrme d COES Micrcefalias visa dcumentar e divulgar infrmações atualizadas

Leia mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS Sã Paul 2013 1 1 INTRODUÇÃO Este Manual tem a finalidade de servir à nrmalizaçã da elabraçã de Trabalhs de Cnclusã de Curs TCC pr mei de artigs científics,

Leia mais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais Nvas Salvaguardas Ambientais e Sciais Discussões Técnicas de Gvern ESS10 Acess a Infrmaçã e engajament de stakehlders 15 de utubr, 2014 Objetivs da ESS10 (1/2) Delinear uma abrdagem sistemática para engajament

Leia mais

A SUPERINFLAÇÃO BRASILEIRA EM 1989: NOTAS E COMENTÁRIOS

A SUPERINFLAÇÃO BRASILEIRA EM 1989: NOTAS E COMENTÁRIOS A SUPERINFLAÇÃ BRASILEIRA EM 1989: NTAS E MENTÁRIS Gentil Crazza* "A inflaçã é uma frma de distribuir s ganhs e as perdas através das frças impessais d mercad." Charles Kindieberger Intrduçã A ecnmia e

Leia mais

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social Anex 03 Recmendaçã nº 3: estatut padrã, estatut fundamental e cntrat scial 1. Resum 01 Atualmente, Estatut da Crpraçã da Internet para a atribuiçã de nmes e númers (ICANN) tem um mecanism únic para alterações.

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira DIRETRIZES PARA ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DOS CURSOS DE GESTÃO 1 Sumári I. O Estági em Gestã...3 II. O Estági curricular...4 III. Acmpanhament e avaliaçã...5 IV. Mdels de Plan de Atividades e de Relatóri...5

Leia mais

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017

Florianópolis, 25 de janeiro de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 Flrianóplis, 25 de janeir de 2016 EDITAL PARA CANDIDATURA À SEDE DO 6º ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA CIVIL 2017 1) Cnsiderações Gerais: A Federaçã Nacinal ds Estudantes de Engenharia Civil

Leia mais

Capítulo VII Projetos de eficiência energética em iluminação pública Por Luciano Haas Rosito*

Capítulo VII Projetos de eficiência energética em iluminação pública Por Luciano Haas Rosito* 20 Api O Setr Elétric / Julh de 2009 Desenvlviment da Iluminaçã Pública n Brasil Capítul VII Prjets de eficiência energética em iluminaçã pública Pr Lucian Haas Rsit* Neste capítul abrdarems s prjets de

Leia mais

Latha Soorya Jessica Kiarashi Eric Hollander

Latha Soorya Jessica Kiarashi Eric Hollander Intervenções Psicfarmaclógicas para Cmprtaments Repetitivs ns Transtrns d Espectr Autista Psychfarmaclgic Interventins fr Repetitive Behavirs in Autism Spectrum Disrders Child and Adlescent Psychiatric

Leia mais

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006 1 GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Dads da rganizaçã Data de elabraçã da ficha: Fev 2008 Nme: GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Endereç: Av. Brigadeir Faria Lima, 2.413 1º andar

Leia mais

9º ANO CURRÍCULOS LÍNGUA PORTUGUESA. Domínios: Leitura / Escrita / Comunicação oral / Funcionamento da língua. Conteúdos estruturantes

9º ANO CURRÍCULOS LÍNGUA PORTUGUESA. Domínios: Leitura / Escrita / Comunicação oral / Funcionamento da língua. Conteúdos estruturantes 9º ANO CURRÍCULOS LÍNGUA PORTUGUESA Dmínis: Leitura / Escrita / Cmunicaçã ral / Funcinament da língua Cnteúds estruturantes Tiplgias textuais Funcinament da língua Text dramátic Aut da Barca d Infern de

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO II PROJETO BÁSICO: JORNADA AGIR 1. Históric da Jrnada AGIR Ns ambientes crprativs atuais, a adçã de um mdel de gestã integrada é uma decisã estratégica n api às tmadas

Leia mais

SOGILUB.NET MANUAL DO UTILIZADOR

SOGILUB.NET MANUAL DO UTILIZADOR SOGILUB.NET MANUAL DO UTILIZADOR Índice Intrduçã... 3 Aspect Gráfic... 4 Regist na aplicaçã... 5 Recuperaçã de Códigs de Acess... 6 Área Reservada... 8 Entrar na Área Reservada... 8 Editar Perfil... 9

Leia mais

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO:

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5.1 INTRODUÇÃO A rganizaçã da manutençã era cnceituada, até há puc temp, cm planejament e administraçã ds recurss para a adequaçã à carga de trabalh esperada.

Leia mais

V S M 9 4 VALUES SURVEY MODULE 1994 QUESTIONNAIRE. Versão em Português. Portuguese Version

V S M 9 4 VALUES SURVEY MODULE 1994 QUESTIONNAIRE. Versão em Português. Portuguese Version V S M 9 VALUES SURVEY MODULE 99 QUESTIONNAIRE Versã em Prtuguês Prtuguese Versin Cpyright IRIC Tilburg University, P.O. Bx 90 NL-000 LE Tilburg, The Netherlands tel. +--6686, fax +--6699 Pribida a cópia

Leia mais

Consulta Serviços de conceção e desenvolvimento criativo, produção e montagem do Fórum PORTUGAL SOU EU

Consulta Serviços de conceção e desenvolvimento criativo, produção e montagem do Fórum PORTUGAL SOU EU Cnsulta Serviçs de cnceçã e desenvlviment criativ, prduçã e mntagem d Fórum PORTUGAL SOU EU Julh 2014 Cnteúd 1. Intrduçã... 2 2. Enquadrament... 2 3. Públic-Alv... 2 4. Objetivs da Cnsulta... 3 5. Cndições

Leia mais

PRINCIPAIS REQUISITOS: Regra final sobre Programas de Verificação do Fornecedor Estrangeiro Em resumo

PRINCIPAIS REQUISITOS: Regra final sobre Programas de Verificação do Fornecedor Estrangeiro Em resumo O FDA ferece esta traduçã cm um serviç para um grande públic internacinal. Esperams que vcê a ache útil. Embra a agência tenha tentad bter uma traduçã mais fiel pssível à versã em inglês, recnhecems que

Leia mais

Resumo Executivo - Funcionalidades 1 INTRODUÇÃO

Resumo Executivo - Funcionalidades 1 INTRODUÇÃO 1 INTRODUÇÃO A crescente cmplexidade ds prjets, a quantidade de infrmaçã que lhes está assciada e aument d númer de intervenientes n prcess cnstrutiv, transfrmaram a indústria da cnstruçã numa indústria

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO SEMESTRAL DE GEOGRAFIA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO SEMESTRAL DE GEOGRAFIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO SEMESTRAL DE GEOGRAFIA Nme: Nº 8ºAn Data: / / 2015 Prfessres: Fabiana, Mayra e Olga. Nta: (valr: 1,0 para cada bimestre) 4º bimestre / 2º semestre A - Intrduçã Neste semestre, sua

Leia mais

PROGRAMA FORMAR / 2009 Modalidade Apoio Formativo Plurianual

PROGRAMA FORMAR / 2009 Modalidade Apoio Formativo Plurianual PROGRAMA FORMAR / 2009 Mdalidade Api Frmativ Plurianual INSCRIÇÕES - GUIA DE PROCEDIMENTOS De acrd cm a Prtaria nº 1229/2006, de 15 de Nvembr, Institut Prtuguês da Juventude (IPJ) cntinua a prmver a frmaçã

Leia mais

Copyright 1999-2006 GrupoPIE Portugal, S.A. Manual Utilizador

Copyright 1999-2006 GrupoPIE Portugal, S.A. Manual Utilizador Reprts Relatóris à sua Medida Reprts Cpyright 1999-2006 GrupPIE Prtugal, S.A. Reprts 1. WinREST Reprts...5 1.1. Licença...6 1.2. Linguagem...7 1.3. Lgin...7 1.4. Página Web...8 2. Empresas...9 2.1. Cm

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado FERNANDO JORDÃO - PMDB/RJ Brasília, 21 de março de 2011.

CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado FERNANDO JORDÃO - PMDB/RJ Brasília, 21 de março de 2011. Gabinete d Deputad FERNANDO JORDÃO - PMDB/RJ Brasília, 21 de març de 2011. Quand ingressei cm Requeriment slicitand a presença de Vssas Senhrias na Cmissã, estava assustad, cm, aliás, tda a ppulaçã, cm

Leia mais

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play Prgrama Agra Nós Vluntariad Jvem Namrar cm Fair Play INTRODUÇÃO A vilência na intimidade nã se circunscreve às relações cnjugais, estand presente quer nas relações de namr, quer nas relações juvenis casinais.

Leia mais

PRÊMIO INOVAÇÃO PGQP 2014

PRÊMIO INOVAÇÃO PGQP 2014 QUALIDADE RS PGQP PROGRAMA GAÚCHO DA QUALIDADE E PRODUTIVIDADE PRÊMIO INOVAÇÃO PGQP 2014 GUIA PARA CANDIDATURA SUMÁRIO 1. O PRÊMIO INOVAÇÃO PGQP... 3 1.1 Benefícis... 3 2. PREMIAÇÃO... 3 2.1 Diretrizes

Leia mais

Formação Pedagógica Inicial de Formadores

Formação Pedagógica Inicial de Formadores www. escla-apel.cm Frmaçã Pedagógica Inicial de Frmadres DESIGNAÇÃO DO CURSO Frmaçã Pedagógica Inicial de Frmadres OBJECTIVOS GERAIS DO CURSO Cnsciencializar-se das cmpetências e d perfil de um frmadr;

Leia mais

CONTROLE INTERNO NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA: Um Estudo de Caso

CONTROLE INTERNO NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA: Um Estudo de Caso CONTROLE INTERNO NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA: Um Estud de Cas Camila Gmes da Silva 1, Vilma da Silva Sant 2, Paul César Ribeir Quintairs 3, Edsn Aparecida de Araúj Querid Oliveira 4 1 Pós-graduada em

Leia mais

Regulamento da Feira de Ciência

Regulamento da Feira de Ciência Regulament da Feira de Ciência A Feira A Feira de Ciência é um é um prject rganizad pel Núcle de Física d Institut Superir Técnic (NFIST). Esta actividade cnsiste em desenvlver um prject científic pr um

Leia mais

Guide to Comenius Individual Pupil Mobility

Guide to Comenius Individual Pupil Mobility Guide t Cmenius Individual Pupil Mbility 1 2 Guia 2012 da Mbilidade Individual de Aluns COMENIUS 3 4 Guia da Mbilidade Individual de Aluns COMENIUS Índice/Estrutura da apresentaçã em linha ds dcuments

Leia mais

Resultado do Inquérito On-line aos Participantes dos Workshops Realizados pela Direção-Geral das Artes. Avaliação da Utilidade dos Workshops

Resultado do Inquérito On-line aos Participantes dos Workshops Realizados pela Direção-Geral das Artes. Avaliação da Utilidade dos Workshops Resultad d Inquérit On-line as Participantes ds Wrkshps Realizads pela Direçã-Geral das Artes Avaliaçã da Utilidade ds Wrkshps Títul: Resultad d Inquérit On-line as Participantes ds Wrkshps realizads pela

Leia mais

Dados sobre investimento da FAPESP revelam articulação entre geração do conhecimento e sua aplicação

Dados sobre investimento da FAPESP revelam articulação entre geração do conhecimento e sua aplicação POLÍTICA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA Dads sbre investiment da FAPESP revelam articulaçã entre geraçã d cnheciment e sua aplicaçã A ESP investiu, n an 2000, R$ 550,7 milhões fment à atividade científica e

Leia mais

Cinco Passos para Proteger Nossas Crianças. O que é o Abuso Sexual Infantil? Base para Os Cinco Passos

Cinco Passos para Proteger Nossas Crianças. O que é o Abuso Sexual Infantil? Base para Os Cinco Passos Cinc Passs para Prteger Nssas Crianças 1º Pass: Infrme-se sbre s Fats 2º Pass: Reduza Oprtunidades 3º Pass: Cnverse sbre Assunt 4º Pass: Recnheça s Sinais 5º Pass: Reaja de Frma Respnsável Cinc Passs para

Leia mais

Boletim Técnico. CAGED Portaria 1129/2014 MTE. Procedimento para Implementação. Procedimento para Utilização

Boletim Técnico. CAGED Portaria 1129/2014 MTE. Procedimento para Implementação. Procedimento para Utilização Bletim Técnic CAGED Prtaria 1129/2014 MTE Prdut : TOTVS 11 Flha de Pagament (MFP) Chamad : TPRQRW Data da criaçã : 26/08/2014 Data da revisã : 12/11/2014 País : Brasil Bancs de Dads : Prgress, Oracle e

Leia mais

T12 Resolução de problemas operacionais numa Companhia Aérea

T12 Resolução de problemas operacionais numa Companhia Aérea T12 Resluçã de prblemas peracinais numa Cmpanhia Aérea Objectiv Criar um Sistema Multi-Agente (SMA) que permita mnitrizar e reslver s prblemas relacinads cm s aviões, tripulações e passageirs de uma cmpanhia

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO ANTECEDENTES CRIMINAIS

MANUAL DO USUÁRIO ANTECEDENTES CRIMINAIS SISTEMA DE INFORMAÇÃO E GESTÃO INTEGRADA POLICIAL Elabrad: Equipe SAG Revisad: Aprvad: Data: 11/09/2008 Data: 10/10/2008 Data: A autenticaçã d dcument cnsta n arquiv primári da Qualidade Referencia: Help_Online_Antecedentes_Criminais.dc

Leia mais

Guia Prático do Estágio. Seu Estágio em 5 Passos

Guia Prático do Estágio. Seu Estágio em 5 Passos Guia Prátic d Estági Seu Estági em 5 Passs O que é Estági? A atividade de estági é um fatr significativ na frmaçã d prfissinal, pr prprcinar a interaçã d alun cm a realidade da prfissã e a cmplementaçã

Leia mais

A lei Maria Da Penha e a violência contra a mulher. No município de Ilhéus, Bahia.

A lei Maria Da Penha e a violência contra a mulher. No município de Ilhéus, Bahia. XXVII Cngres de la Asciación Latinamericana de Scilgía. VIII Jrnadas de Scilgía. Asciación Latinamericana de Scilgía, Buens Aires, 2009. A lei Maria Da Penha e a vilência cntra a mulher. N municípi de

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA REQUISITOS TECNICOS O Prgrama de Api as Actres Nã Estatais publica uma slicitaçã para prestaçã

Leia mais

Processo/Instruções de Pagamento para Aplicação no Programa de Sustentabilidade de Pequenas Empresas

Processo/Instruções de Pagamento para Aplicação no Programa de Sustentabilidade de Pequenas Empresas Prcess/Instruções de Pagament para Aplicaçã n Prgrama de Sustentabilidade de Pequenas Empresas Requisits de Elegibilidade 1. A empresa deve estar lcalizada em znas de cnstruçã activa na Alum Rck Avenue

Leia mais

PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013.

PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013. PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013. ATUALIZA DIRETRIZES PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO ALFABETIZAÇÃO PARA ESTUDANTES DAS TURMAS DO 2º, 3º e 4º ANOS E 4ª SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL, COM DOIS ANOS

Leia mais

Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Vox Mercado Pesquisa e Projetos Ltda. Dados da organização

Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Vox Mercado Pesquisa e Projetos Ltda. Dados da organização Data de elabraçã da ficha: Jun 2007 Prefeitura Municipal de Bel Hriznte Vx Mercad Pesquisa e Prjets Ltda. Dads da rganizaçã Nme: Prefeitura Municipal de Bel Hriznte Endereç: Av. Afns Pena, 1212 - Cep.

Leia mais

Manual de Procedimentos

Manual de Procedimentos Manual de Prcediments Prcediments para Submissã de Prjets de MDL à Cmissã Interministerial de Mudança Glbal d Clima Secretaria Executiva Cmissã Interministerial de Mudança Glbal d Clima Prcediments para

Leia mais

Primeira Intervenção (Oradores)

Primeira Intervenção (Oradores) Oeiras, Ambiente e Mei Urban - Relatóri da Sessã Cm bjectiv de trnar prcess de revisã d PDM Oeiras numa prtunidade de definir um cnjunt de estratégias e linhas de acçã sólidas e eficazes na cncretizaçã,

Leia mais

DÚVIDAS SOBRE OS BENEFÍCIOS ATRIBUÍDOS AOS ANTIGOS COMBATENTES?

DÚVIDAS SOBRE OS BENEFÍCIOS ATRIBUÍDOS AOS ANTIGOS COMBATENTES? DÚVIDAS SOBRE OS BENEFÍCIOS ATRIBUÍDOS AOS ANTIGOS COMBATENTES? ÂMBITO PESSOAL O regime jurídic d serviç militar prestad em cndições especiais de dificuldade u perig, aprvad pela Lei n.º 9/2002, de 11

Leia mais

RESULTADOS SONAE SIERRA DE 2007

RESULTADOS SONAE SIERRA DE 2007 COMUNICADO SONAE - SGPS, S. A. Sede: Lugar d Espid, Via Nrte, Maia Capital scial: 2.000.000.000,00 Matriculada na Cnservatória d Regist Cmercial da Maia sb númer únic de matrícula e identificaçã fiscal

Leia mais

CAPÍTULO IV. Valores, Crenças, Missão, Visão.e Política da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira

CAPÍTULO IV. Valores, Crenças, Missão, Visão.e Política da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira CAPÍTULO IV Valres, Crenças, Missã, Visã.e Plítica da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira Há alguns ans, quand tínhams ótims atletas, perdíams a Cpa d Mund de futebl, as Olimpíadas, errand em cisas básicas.

Leia mais

5 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS

5 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS 5 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS 5.1 PROMOVER A SAÚDE NO CICLO DE VIDA, EM AMBIENTES E CONTEXTOS ESPECÍFICOS A saúde ds indivídus é uma resultante da interaçã de fatres de rdem genética cm s percurss individuais,

Leia mais

WORKSHOPS SOBRE AS POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO / CONCENTRAÇÃO NO SECTOR AUXILIAR NAVAL

WORKSHOPS SOBRE AS POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO / CONCENTRAÇÃO NO SECTOR AUXILIAR NAVAL WORKSHOPS SOBRE AS POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO / CONCENTRAÇÃO NO SECTOR AUXILIAR NAVAL ÍNDICE I. Apresentaçã e bjectivs d wrkshp II. III. Resultads ds inquérits Ambiente cmpetitiv Negóci Suprte Prcesss

Leia mais

3 Aplicações dos Modelos de Análise de Crédito

3 Aplicações dos Modelos de Análise de Crédito 3 Aplicações ds Mdels de Análise de Crédit Pdem ser citads cm principais estuds realizads para previsã de inslvência de pessas jurídicas: Estud de Tamari O estud fi realizad n final da década de 50 e fi

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO EVENTOS

MANUAL DO USUÁRIO EVENTOS SISTEMA DE INFORMAÇÃO E GESTÃO INTEGRADA POLICIAL Elabrad: Equipe SAG Revisad: Data: 17-09-2008 Data: Aprvad: Data: A autenticaçã d dcument cnsta n arquiv primári da Qualidade Referencia: Help_Online_Events.dc

Leia mais

Design Patterns ABSTRACT FACTORY EMERSON BARROS DE MENESES

Design Patterns ABSTRACT FACTORY EMERSON BARROS DE MENESES Design Patterns ABSTRACT FACTORY EMERSON BARROS DE MENESES 1 Breve Históric Sbre Design Patterns A rigem ds Design Patterns (Padrões de Desenh u ainda Padrões de Prjet) vem d trabalh de um arquitet chamad

Leia mais

Plano de curso Planejamento e Controle da Manutenção de Máquinas e Equipamentos

Plano de curso Planejamento e Controle da Manutenção de Máquinas e Equipamentos PLANO DE CURSO MSOBRPCMME PAG1 Plan de curs Planejament e Cntrle da Manutençã de Máquinas e Equipaments Justificativa d curs Nã é fácil encntrar uma definiçã cmpleta para Gestã da manutençã de máquinas

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA CONTÁBIL

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA CONTÁBIL CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA CONTÁBIL Cntratante: O CONSELHO REGIONAL DE SERVIÇO SOCIAL - 12º REGIÃO, pessa jurídica de direit públic cnstituída sb a frma de autarquia fiscalizadra,

Leia mais

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde Anex V Sftware de Registr Eletrônic em Saúde Implantaçã em 2 (duas) Unidades de Saúde Índice 1 INTRODUÇÃO... 3 2 ESTRATÉGIAS E PROCEDIMENTOS DE IMPLANTAÇÃO... 3 4 INFRAESTRUTURA NAS UNIDADES DE SAÚDE -

Leia mais

ORGANIZAÇÕES DE ECONOMIA SOCIAL: O QUE AS DISTINGUE E COMO PODEM SER SUSTENTÁVEIS 1. Américo M. S. Carvalho Mendes

ORGANIZAÇÕES DE ECONOMIA SOCIAL: O QUE AS DISTINGUE E COMO PODEM SER SUSTENTÁVEIS 1. Américo M. S. Carvalho Mendes ORGANIZAÇÕES DE ECONOMIA SOCIAL: O QUE AS DISTINGUE E COMO PODEM SER SUSTENTÁVEIS 1 Améric M. S. Carvalh Mendes Área Transversal de Ecnmia Scial Universidade Católica Prtuguesa - Prt 1. SECTOR DA ECONOMIA

Leia mais

Programa provisório -

Programa provisório - Prgrama prvisóri - 1 INTRODUÇÃO O trnei Águeda Basket - Pásca decrrerá ns dias 3 (sexta-feira santa) e 4 (sábad) de abril de 2015 n Pavilhã Multiuss d Ginási Clube de Águeda. É direcinad as escalões Sub-14

Leia mais

CURSO DE INICIAÇÃO. Programa do Curso

CURSO DE INICIAÇÃO. Programa do Curso CURSO DE INICIAÇÃO Duraçã: 16 hras - 2 Dias Frmadr: Belinda Lureir u Sandra Gril u Daniel Seelw Prgrama d Curs - Filsfia e Cultura RE/MAX - Métds e Técnicas de Angariaçã - Métds e Técnicas de Psicinament

Leia mais

Poder e escola: Uma analise acerca das relações entre professor e aluno.

Poder e escola: Uma analise acerca das relações entre professor e aluno. Pder e escla: Uma analise acerca das relações entre prfessr e alun. Marcs Paul A. Rdrigues 1 Andersn Silva Nunes 2 Intrduçã: O presente trabalh expõe s tips de pder exercid pels prfessres sbre s aluns,

Leia mais

Introdução: marco normativo internacional e nacional

Introdução: marco normativo internacional e nacional Cidade d Panamá, 21 de abril de 2014 A Assciaçã para a Prevençã da Trtura vem pr mei desta, em respsta a fíci n. 122/2014/CAO-DH enviad pel Centr de Api Operacinal das Prmtrias de Justiça de Defesa ds

Leia mais

Plano de Recuperação - Inglês

Plano de Recuperação - Inglês Escla: 9º 2005/2006 Prf. I- APOIO PEDAGÓGICO ACRESCIDO Plan de Recuperaçã - Inglês Existência de dis níveis diferenciads: Nível I aluns cm graves deficiências de base. N.º Nme Nível II aluns cm algumas

Leia mais

ÍNDICE. 1. Introdução... 3. 2. Objectivos... 3. 3. Metodologia... 4. 3.1 Estudo de Painel... 4. 3.2. Definição e selecção da amostra...

ÍNDICE. 1. Introdução... 3. 2. Objectivos... 3. 3. Metodologia... 4. 3.1 Estudo de Painel... 4. 3.2. Definição e selecção da amostra... BARÓMETRO * * * * Observatóri de Luta Cntra a Pbreza na Cidade de Lisba REAPN Rede Eurpeia Anti-Pbreza / Prtugal Núcle Distrital de Lisba Rua Seir Pereira Gmes, n.º 7 Apartament 311 1600-196 Lisba Tel:

Leia mais

Internet: um novo espaço de socialização política.

Internet: um novo espaço de socialização política. XXVII Cngres de la Asciación Latinamericana de Scilgía. VIII Jrnadas de Scilgía de la Universidad de Buens Aires. Asciación Latinamericana de Scilgía, Buens Aires, 2009. Internet: um nv espaç de scializaçã

Leia mais

ALTOS DIRIGENTES VISEU (PORTUGAL), - 2/3 2013 2-3 DEZEMBRO

ALTOS DIRIGENTES VISEU (PORTUGAL), - 2/3 2013 2-3 DEZEMBRO Encntr de Alt Dirigentes - Viseu 2/3 Dez 2013 Cm Invar para Ser Mais Cmpetitiv ENCONTRO de ALTOS DIRIGENTES VISEU (PORTUGAL), 2-3 DEZEMBRO 2013 Apresentaçã Crprativa Cnfidencial Cnclusões finais Página

Leia mais