TRIBUNAL MARÍTIMO WM/MCP PROCESSO Nº /09 ACÓRDÃO

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1 TRIBUNAL MARÍTIMO WM/MCP PROCESSO Nº /09 ACÓRDÃO Moto aquática RAFAEL ELITE X Moto aquática D FORÇA. Abalroação entre motos aquáticas nas proximidades da ilha do Sol, canal de Marapendi, Barra da Tijuca, município do Rio de Janeiro, resultando ferimentos leves em ambos os condutores e danos em ambas as embarcações. Sem registro de poluição hídrica. Inobservância às regras para navegação segura por ambos os condutores. Imprudência, imperícia e negligência. Condenação. Vistos, relatados e discutidos os presentes Autos. Consta dos Autos que no dia 06 de setembro de 2008, por volta de 16h, a moto aquática D FORÇA, classificada para a atividade de esporte e recreio em área de navegação interior, medindo 3,22 metros de comprimento, navegava nas proximidades da ilha do Sol, canal de Marapendi, localizado na Barra da Tijuca, município do Rio de Janeiro, RJ, ocasião em que abalroou por bombordo a moto aquática RAFAEL ELITE, também classificada para a atividade de esporte e recreio em área de navegação interior, medindo 2,72 metros de comprimento. Consta que, as embarcações miúdas participavam de uma brincadeira, na qual, os seus condutores Luiz Victor Borges Fortes e Rafael Santana Bastos, juntamente com outros participantes realizavam manobras arriscadas com o intuito de lançar água uns sobre os outros (v. fl. 36/37, 61/62). O choque mecânico sob análise provocou danos materiais às embarcações miúdas envolvidas, bem como lesões corporais leves em seus condutores (cf. extrato da investigação policial- 16ª DP/RJ, fls. 14/20). Luiz Victor Borges Fortes, Arrais-amador (ARA), condutor da moto aquática D FORÇA (fls. 30/32) confirma ser o proprietário da referida embarcação, embora a mesma até aquele momento ainda não tivesse sido transferida para seu nome, pois era de um amigo, sendo que no final do mês de agosto de 2008, assumiu, financeiramente, a responsabilidade do bem. Confirmou que o acidente aconteceu no canal de Marapendi, em frente à ilha do Sol, por volta das 16h; não soube informar a velocidade empreendida no momento do acidente, ressaltando que o mesmo aconteceu após sua saída, estando parado e após uma guinada para esquerda, vindo a colidir com a outra embarcação em seguida; declarou ainda, que a distância da moto aquática RAFAEL ELITE quando a avistou pela primeira vez era de aproximadamente 1,5 metro de distância da sua embarcação, abalroandoa pela sua bochecha de bombordo próximo ao guidon de manobra. Acrescentou o depoente que avistou a outra embarcação por boreste. Que havia oito motos aquáticas nas 1/12

2 proximidades, sendo que a moto aquática RAFAEL ELITE estava mais atrás das demais embarcações. Afirma o depoente que o Sr. Rafael saiu de forma a não visualizá-lo, no sentido em que seguiu e da maneira que o mesmo manobrou a sua moto aquática, o depoente também não o visualizou, tendo o mesmo guinado instintivamente sua moto aquática, a fim de evitar a colisão não obtendo sucesso. O depoente não percebeu qualquer manobra feita pela RAFAEL ELITE, sendo tudo muito rápido e havendo pouco espaço para qualquer manobra. Não soube informar quanto tempo antes do abalroamento, a RAFAEL ELITE foi avistada. As condições de tempo eram boas, com vento favorável, mar calmo com boa visibilidade; perguntado se conhece o Regulamento Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar (RIPEAM-72)? Respondeu que sim, somente o básico. Na ocasião, o depoente se encontrava sozinho na embarcação, e que de sua parte nada pode ser feito, pois tudo foi muito rápido. Sua embarcação estava atendendo o motor e o leme perfeitamente; que após o impacto ambos os condutores foram lançados ao mar, tendo o depoente sofrido um impacto no peito e o Sr. Rafael no braço esquerdo; ambos condutores portavam coletes salva-vidas. As avarias ocasionadas foram: em sua moto aquática apenas a carenagem da frente para o lado direito e, da outra embarcação na carenagem lateral e no guidon pelo lado esquerdo; prestou socorro ao condutor ferido após o acidente, transportando o acidentado em sua moto aquática, levando-o para a marina Coroa Boat, de lá o colocou em seu automóvel e o conduziu para o Hospital Barra D or, onde foi medicado; que não houve falta de vigilância ou cuidados para se prevenir o acidente, pois foi algo muito rápido devido à distância entre as embarcações e que as manobras realizadas, poderiam ter acontecido a qualquer pessoa; na opinião do depoente, ambos os condutores foram culpados, por terem manobrado simultaneamente. Apresentou o croqui do acidente conforme sua versão dos fatos. (v. fl. 33). Rafael Santana Bastos, (fls. 36/38), condutor da moto aquática RAFAEL ELITE declarou que estava brincando o depoente e o Sr. Thiago, cada um em sua moto aquática, no canal de Marapendi, quando logo em seguida, aproximou-se o Sr. Victor para participar da brincadeira, tendo este vindo em sua direção, foi quando o depoente olhou para BB, e foi atingido, sendo lançado ao mar, em seguida, desmaiando. Logo após, recuperandose do desmaio foi socorrido por pessoas que estavam próximas ao depoente, com suas motos aquáticas, tentaram colocá-lo em outra moto aquática, apoiado pelo próprio, que sentia fortes dores no braço esquerdo e que com suspeita de ter lesionado, o depoente foi conduzido ao deck da marina Coroa Boat, em seguida foi retirado o seu colete salva-vidas, tendo o depoente desmaiado novamente, recuperando-se a caminho do hospital Barra D or, levado pelo Sr. Victor. Declarou ser habilitado para conduzir embarcações desse tipo desde 11 de abril de 2008; que o acidente ocorreu no canal de Marapendi, na Barra da Tijuca, em frente à marina ilha do Sol, por volta das 17h; que anteriormente já conduzira aquele tipo de moto 2/12

3 aquática. Não se lembra qual a velocidade imposta no momento do acidente. Não soube informar em qual distância estava a moto aquática D FORÇA quando a avistou pela primeira vez, acrescentando que a outra embarcação foi avistada por seu BB. Que nada fez quando a avistou ou tentou realizar alguma manobra, pois não houve nenhuma ação, devido à proximidade. Não percebeu se houve alguma manobra pela moto aquática D FORÇA. Na ocasião, as condições atmosféricas do local do acidente eram de vento fraco, mar calmo com boa visibilidade. Conhece o Regulamento Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar (RIPEAM-72). Que o depoente se encontrava sozinho na condução da embarcação. Finalmente, declarou que, caso o depoente tivesse avistado o Sr. Victor com um pouco de antecedência, teria acelerado a sua moto aquática com intuito de evitar o abalroamento; que sua embarcação sofreu destruição do casco por BB na altura da tampa de combustível, também danificada, o cabo de direção, trava do acelerador, eixo central do guidon, as carenagens do guidon e os quatro calços do motor; confirmou a prestação de socorro por parte do Sr. Victor; negou ter havido falta de vigilância por parte do depoente e do Sr. Victor, para ambos evitarem o acidente, pois todos sabiam o que faziam. Na opinião do depoente, a causa do acidente foi a falta de atenção e desespero do Sr. Victor ao tentar executar a manobra, para evitar o acidente. Finalmente, declarou que a ida do depoente à Capitania, não foi de prejudicar o Sr. Victor, mas tão somente pedir para que a Capitania pudesse instruir outras pessoas fazendo com que se conscientizem que moto aquática é uma embarcação e que precisa ser bem conduzida, para evitar que ocorram acidentes futuros. Juntou croqui elaborado de acordo com as sua versão (v. fl. 39). Os Peritos, em Laudo de Exame Pericial, fls. 43/48, acompanhando de fotos informam a falta de habilitação por parte de Luiz Victor, por ocasião do acidente. Esta somente adquirida em 21 de janeiro de 2009 (v. fl. 47); a falta de seguro obrigatório DPEM para a embarcação D FORÇA. Descrevem as avarias sofridas pelas embarcações envolvidas no acidente e confirmam as lesões corporais de natureza leves, sofridas por ambos os condutores. Apontam o fator operacional como contribuinte para o acidente, devido ao descumprimento da regras de navegação, à falha na vigilância por parte dos condutores das duas embarcações e ao excesso de velocidade. Atribuem como causa determinante do abalroamento, o descumprimento das regras de navegação, a falha na vigilância por parte dos condutores das duas embarcações e o excesso de velocidade. O Encarregado do Inquérito, em Relatório juntado às fls. 50/56, após descrever as diligências realizadas, características das embarcações, analisar e resumir resultado do exame pericial, depoimentos, sequência e consequências do acidente, concluiu que o fator 3/12

4 operacional contribuiu para o acidente. A negligência, imprudência e a imperícia de ambos os condutores que realizavam manobras perigosas no canal ocasionando ameaça às vidas alheias. Encerrou o Inquérito apontando como possíveis responsáveis pelos acidente e fato da navegação os condutores das moto aquáticas D FORÇA e RAFAEL ELITE, Sr. Luiz Victor Borges Fortes e Sr. Rafael Santana Bastos, respectivamente, por imperícia, imprudência e negligência na condução de suas embarcações, em área de navegação restrita, demonstrando autoconfiança, sem a precaução de vigilância adequada e por não manobrar de acordo com as regras de navegação, para evitar o acidente oferecendo perigo à segurança da navegação e à vida humana no mar. Notificações formalizadas, fls. 58 e 59, apresentou defesa prévia apenas Luiz Victor Borges Fortes, fls. 60/62, alegando em síntese que, o acidente foi causado pelo condutor da moto aquática RAFAEL ELITE, este inclusive, em seu depoimento, reconhece a sua responsabilidade na eclosão do evento. Ademais foi o defendente abalroado e não o abalroador. Juntados aos Autos do Inquérito, documentos de praxe, a destacar documentos das embarcações, Extrato da Investigação Policial (fls. 14/20). A D. Procuradoria Especial da Marinha, em consonância com as conclusões do Inquérito, em promoção de fls. 69/72 representou então, contra Luiz Victor Borges Fortes, na condição de condutor da moto aquática D FORÇA e contra Rafael Santana Bastos, na condição de condutor da moto aquática RAFAEL ELITE por entendê-los responsáveis pelo acidente e fato da navegação capitulados, respectivamente, nos artigos 14, alínea a (abalroação), e 15, alínea e (exposição a risco), ambos da Lei nº 2.180/1954, sustentando, textual (...) analisados os Autos, constata-se que os Representados infringiram as normas e procedimentos estabelecidos para uma navegação segura, o que contribuiu sobremaneira para a ocorrência do acidente da navegação, eis que Conforme apurado pelo Encarregado do Inquérito, em seu Relatório de fls. 50/56, o representado Luiz Victor Borges Fortes, na ocasião do abalroamento, conduzia a moto aquática D FORÇA desprovido de habilitação formal como aquaviário, ao arrepio das disposições previstas na alínea c, do item 0503, da NORMAM-02/DPC. Este o dispositivo em sua dicção literal: Composição da Categoria de Amadores Amador é todo aquele com habilitação certificada pelo Representante da Autoridade Marítima para Segurança do Tráfego Aquaviário (DPC) para operar embarcações de esporte e/ou recreio em caráter não profissional. c) Habilitação 4/12

5 Os amadores serão habilitados por meio da Carteira de Habilitação de Amador (CHA) e serão cadastrados no Sistema Informatizado de Cadastro do Pessoal Amador (SISAMA), nas seguintes categorias: Capitão-Amador - apto para conduzir embarcações entre portos nacionais e estrangeiros, sem limite de afastamento da costa. Mestre-Amador - apto para conduzir embarcações entre portos nacionais e estrangeiros nos limites da navegação costeira. interior. Arrais-Amador - apto para conduzir embarcações nos limites da navegação Motonauta - apto para conduzir moto aquática nos limites da navegação interior. Veleiro - apto para conduzir embarcações a vela sem propulsão a motor, nos limites da navegação interior (sem grifos no original). Ademais, sustenta o Órgão Acusador, cumpre registrar, que as embarcações do tipo moto aquática navegavam em canal estreito, caracterizado pelo movimento intenso de embarcações de esporte e recreio e de transporte de passageiros, de modo que tais particularidades impunham aos navegantes um dever de cautela redobrado quanto aos procedimentos de vigilância e à realização de manobras. Vale ressaltar, ainda, por oportuno, que os Representados imprimiam em suas embarcações velocidade que se mostrou incompatível às circunstâncias e condições predominantes no canal de Marapendi, aumentando substancialmente o risco da ocorrência do abalroamento, remanescendo dificultosa qualquer manobra para evitá-lo. Assim, evidencia-se que os Representados procederam em absoluta inobservância aos itens 1105, 1106 e 1107, da NORMAM-02/DPC, combinados, respectivamente, com as Regras nº 5, 6, alínea a, incisos II e III e nº 7, alínea a, do RIPEAM-72, em sua dicção expressa: Regra 5 Vigilância. Cada embarcação deverá manter, permanentemente, vigilâncias apropriadas, visual e auditiva, bem como por todos os meios apropriados às circunstâncias e condições predominantes, a fim de obter inteira apreciação da situação e do risco de abalroamento. Regra 6 - Velocidade de Segurança. Cada embarcação deverá navegar permanentemente a uma velocidade segura, de forma a lhe possibilitar a ação apropriada e eficaz para evitar abalroamento, bem como para ser parada a uma distância apropriada às circunstâncias e condições predominantes. Os seguintes fatores deverão estar entre aqueles a serem considerados ao determinar-se a velocidade de segurança: a) por todas as embarcações: 5/12

6 outras embarcações; II) a densidade de tráfego, inclusive as concentrações de pesqueiros ou quaisquer III) a capacidade de manobra da embarcação, com atenção especial quanto à sua distância de parada e às suas qualidades de giro nas condições predominantes; Regra 7 - Risco de Abalroamento. a) cada embarcação deverá utilizar todos os meios apropriados às circunstâncias e condições predominantes, a fim de determinar se existe risco de abalroamento. Em caso de dúvida, deve-se presumir que tal risco existe. Diante do exposto, esta Procuradoria promove pela responsabilização do Sr. Luiz Victor Borges Fortes e do Sr. Rafael Santana Bastos, porquanto agiram de modo imperito e imprudente ao realizarem manobras perigosas, com excesso de velocidade, em canal que impunha um dever de cautela redobrado, fatos estes que ensejaram o abalroamento, colocando em grave risco a segurança da navegação, a incolumidade das embarcações e a vida de pessoas que ali se faziam presentes. Acresça-se, ainda, o fato de o primeiro Representado não possuir, à época do acidente, habilitação formal para a condução regular da moto aquática. Diante do exposto, requer a procedência da presente representação com as suas condenações nas penas e custas processuais estabelecidas na Lei nº 2.180/54 com as alterações decorrentes da Lei nº 8.969/94. Finalmente, requer, por dever de ofício, ainda, seja oficiada a Diretoria de Portos e Costas para que tome ciência de possíveis violações aos artigos 16, inciso I, e 19, inciso III, do Decreto nº 2.596, de 18 de maio de 1998 (RLESTA) cometidas por Luiz Vitor Borges Fortes e da violação à Lei nº 8.374/91, visto que as embarcações sinistradas não possuíam o Seguro Obrigatório - DPEM (...). Recebida a representação (fl. 76), citados (fls. 81, 82) os Representados que não constam do Rol de Culpados deste Tribunal (fls. 105, 106), foram defendidos por I. Advogados constituídos (fls. 85, 99). A defesa de Luiz Victor Borges Fortes (fls. 91 a 98) rebate a tese acusatória, sustentando textual (...) a presente representação está amparada no Relatório da perícia elaborada pelo Encarregado do Inquérito que, data vênia, não retrata seus termos; Afirma o Relatório, apesar das diligências terem sido realizadas cinco meses após o acidente, que os peritos constataram, com base em informações colhidas, que as duas motos aquáticas se abalroaram por estarem fazendo manobras arriscadas, sob risco iminente de choques e possíveis feridos. Tal afirmativa não representa a verdade, uma vez que as informações que constam do Relatório, são os depoimentos dos envolvidos. 6/12

7 Que não conduziu embarcação deste ou outro tipo antes; que não sabe informar qual a velocidade imposta no momento do acidente; que o acidente aconteceu logo após sua saída. O 2 Representado envolvido: que estava brincando com o Sr. Thiago, cada um em sua moto aquática, no canal de Marapendi. Como se verifica, ao contrário do que afirma o Relatório, e em consequência a representação, o ilustre representante da Procuradoria Especial da Marinha, afirma ipsis litteris : Segundo se extrai dos Autos, as embarcações miúdas participaram de uma brincadeira na qual, os Representados, juntamente com outros participantes, realizavam manobras arriscadas com o intuito de lançar água uns sobre os outros. (v.fl. 62). Como vê Exa., é o próprio 2 Representado envolvido, que nega estivesse o requerente participando da brincadeira de jogar água uns sobre os outros principalmente porque: a) o requerente nunca tinha pilotado uma moto aquática ou qualquer outro tipo de embarcação, não tendo capacidade de realizar manobras que tais: b) o requerente iria fazer um test-drive, pois a moto aquática ainda não lhe pertencia, razão porque seu cuidado era redobrado; c) que o acidente ocorreu logo após sua saída, não podendo, portanto, estar em velocidade, muito menos a necessária para fazer uma cortina de água sobre os outros: d) que a moto aquática RAFAEL ELITE, esta sim, vinha em alta velocidade, para poder dar um banho de água no Thiago; Atente Exa., que o 2 Representado envolvido era um piloto experimentado, sendo dele, portanto, a maior responsabilidade pelo acidente, pois dirigia em alta velocidade praticando manobras arriscadas, devendo ter maior atenção em seu entorno; Vale lembrar que ele próprio é quem alega que estava brincando com o Thiago e que não sabe a que distância estava quando avistou a moto aquática do requerente, não tendo tempo de desviar; É preciso considerar ainda que o requerente não fez, nem nunca fará este ou qualquer outro tipo de brincadeira na direção de uma embarcação, tendo o cuidado de obedecer rigidamente as regras do RIPEAM-72; Que o requerente posteriormente ao acidente, comprou a moto aquática acidentada, pelo fato mesmo, fez um acordo com o 2 representado envolvido para cobertura de prejuízos e obteve diplomação como Arrais-amador. Pelo exposto, requer a V. Exa., seja absolvido uma vez que não agiu com imperícia, imprudência ou negligência ou, caso não seja este o entendimento de V. Exa., que 7/12

8 seja julgado com a indulgência prevista para situações não comprovadas e infratores primários. Juntou cópia do contrato social da W. Falleiro Organização Contábil Ltda., da qual o ora defendente é sócio. A defesa de Rafael Santana Bastos (fls. 83 a 84), sustenta em favor do ora segundo Representado, textual (...) Entende a defesa com base nos melhores entendimentos jurisprudenciais e doutrinários que, nenhuma razão assiste a Autora, haja vista que o Representado não é responsável pelo acidente e fato da navegação capitulados nos artigos 14, alínea a e 15, alínea e ambos da Lei nº 2.180/54, conforme restará demonstrado. Conforme se depreende a representação, o Douto Procurador, assevera que a moto aquática do segundo Representado foi abalroada pela moto aquática do primeiro Representado. Dos fatos narrados, bem como das provas anexas aos Autos não se verifica em momento algum que o segundo Representado fora culpado pelo acidente, pois se encontrava parado no momento em que foi atingido pela embarcação do primeiro Representado. Outrossim, a lesão corporal ocorreu somente no segundo Representado, fato que fora assumido pelo primeiro Representado, conforme demonstrado das Assentadas extraídas dos Autos do Processo , que tramitou no IX Juizado Especial Criminal da Barra da Tijuca, onde o primeiro Representado pagou ao segundo Representado o valor de R$ 2.000,00, a título de danos materiais sofridos pela vítima em razão do referido acidente. Nota-se que, diante do que restou consignado na Ata de Audiência expedida pelo IX Juizado Criminal da Barra da Tijuca, consubstanciada está a culpa exclusiva do primeiro Representado, ou seja, ele sim, agiu com imprudência, causando o acidente, já que o segundo Representado, consoante aos laudos, estava parado no momento na colisão, restando a alta velocidade da moto aquática ao primeiro Representado. E não é só, o primeiro Representado, conforme prova dos Autos e ratificação do Douto Procurador, conduzia a moto aquática sem habilitação, ao contrário do segundo Representado, o que deixa ainda mais consubstanciada sua conduta imprudente. Ante ao exposto, contestando todos os pedidos da representação, o segundo Representado pede e espera que a presente seja julgada improcedente, protestando pela produção de provas documental e testemunhal, notadamente depoimento pessoal das autoras, sob pena de confissão (...). Juntou cópia da Audiência Preliminar realizada perante o Juiz do IX Juizado Especial Criminal- Comarca da Capital- Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, quando foi firmada a composição civil entre Luiz Victor Borges Fortes (Autor do fato) e Rafael Santana Bastos (vítima) por danos materiais sofridos pela vítima, no valor de R$ 8/12

9 2.000,00 (dois mil reais), implicando tal acordo em renúncia ao de representação bem como de reclamação na esfera civil. Aberta a Instrução, nenhuma outra prova foi produzida. Em Alegações Finais, a Procuradoria Especial da Marinha (PEM) em manifestação de fl. 101, reitera sua exordial de fls. em face dos ora Representados, ressaltando que não existe decisão judicial reconhecendo culpa exclusiva de um dos Representados envolvidos no evento em lide, de modo que deve prevalecer a independência de instâncias (criminal e administrativa). 104, ressalta: Enquanto a defesa de Luiz Victor Borges Fortes, em manifestação de fls. 103 a (...) a) Que o primeiro Representado nunca tinha pilotado uma moto aquática e estava iniciando um aprendizado; b) Que por ser neófito não poderia fazer qualquer tipo de manobra arriscada muito menos tentar fazer cortina de água, em meio às manobras de diversos participantes experientes e em alta velocidade; c) Que o requerente não conhecia os demais participantes não podendo ser incluído na brincadeira; d) Que por estar no canal de Marapendi, teve que passar próximo aos que manobravam, mas o fazia em baixa velocidade. Que, todavia, por não possuir habilitação para dirigir moto aquática, concordou em reparar os danos materiais sofridos pelo dono da moto aquática que o abalroou. Ao contrário do que afirma o segundo Representado, o requerente não assumiu a culpa pelo acidente, fato este reconhecido inclusive no despacho do Advogado Geral da União, de fls. 91. Pelo exposto, uma vez que não poderia participar das brincadeiras por total inexperiência requer a V. Exa., seja absolvido uma vez que não agiu com imperícia, imprudência ou negligência ou, caso não seja este o entendimento de V. Exa., que seja julgado com a indulgência prevista para fatos não comprovados e infratores primários. Isto posto, assim decidimos: Como se pode depreender do relatado, trata-se este de mais um daqueles eventos envolvendo motos aquáticas, no caso em espécie, a moto aquática D FORÇA, conduzida por Luiz Victor Borges Fortes, 1º representado, na ocasião sem a devida habilitação formal (v. fl. 47) e a moto aquática RAFAEL ELITE, conduzida pelo Sr. Rafael Santana Bastos, 2º representado, este habilitado na categoria de Arrais-amador, embarcações estas destinadas ao lazer, mas, quando nas mãos de condutores imprudentes e imperitos, realizando manobras 9/12

10 radicais e perigosas, e mais, em área movimentada quer por banhistas, quer por embarcações, como o canal de Marapendi, localizado na Barra da Tijuca, RJ, tornam-se armas perigosas, e assim expondo a risco não somente a vida dos seus próprios condutores, como o mais grave, as vidas de terceiros. No presente caso, felizmente, não temos perdas de vidas a lamentar, mas tão somente danos às embarcações e ferimentos leves em ambos os envolvidos, o Sr. Rafael Santana Bastos e Luiz Victor Borges Fortes (cf. extrato da Investigação Policial- 16ª DP/RJ, fls. 14/20). Vale destacar não haver nos Autos quaisquer indícios de defeito na governabilidade das motos aquáticas que pudesse ter contribuído direta ou indiretamente para o acidente, este, frise-se, exclusivamente, resultado das condutas imprudentes, imperitas e negligentes dos seus condutores e proprietários. No caso em lide, as provas, notadamente as declarações dos Representados demonstram, como concluíram os peritos que o fator operacional contribuiu para o acidente, devido ao descumprimento às regras de navegação, como a falha na vigilância por parte dos condutores das duas embarcações e o excesso de velocidade, por consequência o erro de manobra e, esta a causa determinante para o acidente. Neste diapasão, o Sr. Encarregado encerrou o Inquérito apontando como possíveis responsáveis os Srs. Luiz Victor Borges Fortes e Rafael Santana Bastos, por imprudência, imperícia e negligência de ambos na condução de suas respectivas motos aquáticas, em área de navegação restrita, demonstrando autoconfiança, sem a precaução de vigilância adequada e por não terem manobrado de acordo com as regras de navegação, para evitar o acidente. Assim agindo colocaram em perigo a segurança da navegação e a vida humana no mar. Neste mesmo sentido, representou a D. Procuradoria Especial da Marinha contra os então indiciados, acrescentando a PEM que por ocasião do acidente o Sr. Luiz Victor Borges Fortes conduzia a moto aquática D FORÇA desprovido de habilitação formal como aquaviário, no caso, na categoria de Arrais-amador, portanto, ao arrepio das disposições previstas na alínea e do item 0503, da NORMAM-02/DPC. Finalmente, sustenta a PEM que os Representados procederam em absoluta inobservância os itens 1105 (Vigilância), 1106 (Velocidade de Segurança), alínea a, incisos II e III e 1107 (Risco de Abalroamento) alínea a, da já citada NORMAM 02/DPC, combinados, respectivamente, com as Regras 6 - alínea a, incisos II e III e 7-alínea a, todas do RIPEAM-72. Os Representados, como comum em casos de abalroação refutam a tese acusatória, atribuindo cada um a responsabilidade ao outro, sem, contudo, se preocuparem em produzir provas neste sentido. 10/12

11 Assim, considerando que as provas constantes dos Autos a demonstrar ter os Representados, flagrantemente, transgredido as normas inerentes à segurança da navegação, vidas e das suas próprias embarcações. Considerando, a peça acusatória de fls. 69/72, acima transcrita, está fundamentada exclusivamente nas provas constantes dos Autos, e que as defesas não deram conta de desconstituí-las, como as declarações dos próprios Representados às fls. 30 a 32 e 36 a 38 dos presentes Autos, e acima transcritas, verdadeiras confissões de culpa, quando os Representados afirmam que estavam realizando manobras arriscadas com o intuito de lançar água uns sobre os outros, como ainda, o Laudo de Exame Pericial de fls. 43 a 48, a contrariar, as alegações das defesas de não haver nos Autos provas de sua culpabilidade no evento. Por tudo isto,e por tudo o mais que dos Autos constam, acolhemos na íntegra, os termos da representação de fls. 69 a 72, para responsabilizar os ora representados Luiz Victor Borges Fortes e Rafael Santana Bastos, que com as suas ações imprudentes, imperitas e negligentes contribuíram sobremaneira para a eclosão do acidente da navegação em apreço quando, no intuito de se divertirem com suas manobras radicais, expuseram a risco a incolumidade e segurança das embarcações e de pessoas, como de fato expôs quando terminaram abalroando-se, provocando ferimentos leves nos Representados, felizmente sem graves consequências, como ainda, danos em ambas as embarcações. Finalmente, deve-se oficiar à Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, agente local da Autoridade Marítima, comunicando as infrações ao RLESTA em seus artigos: 16-inciso I (falta de registro da embarcação), cometidas pelo Sr. Luiz Victor Borges Fortes, na condição de proprietário da moto aquática D FORÇA, e, artigos 19 (descumprimento à Lei nº 8.374/91 e NORMAM-03 em seu Capítulo 2, Seção 1, item 0205) (motos aquáticas sem seguro obrigatório DPEM), e 24 (não comunicação do acidente à Autoridade Marítima, em tempo hábil) estas cometidas por ambos os representados Luiz Victor Borges Fortes e Rafael Santana Bastos, na condição de proprietários das embarcações envolvidas D FORÇA e RAFAEL ELITE no acidente em apreço, valendo destacar que deixamos de apontar a infração ao artigo 11 do mesmo RLESTA (conduzir embarcação sem a devida habilitação) por parte do Sr. Luiz Victor Borges Fortes, eis que, tal infração foi levada em consideração para a sua condenação. Assim, ACORDAM os Juízes do Tribunal Marítimo, por unanimidade: a) quanto à natureza e extensão do acidente da navegação: abalroação entre motos aquáticas nas proximidades da ilha do Sol, canal de Marapendi, Barra da Tijuca, município do Rio de Janeiro, resultando ferimentos leves em ambos os condutores e danos em ambas as 11/12

12 embarcações. Sem registro de poluição hídrica; b) quanto à causa determinante: inobservância às regras para navegação segura por ambos os condutores. Imprudência, imperícia e negligência; e c) decisão: julgar procedente os termos da representação da Douta Procuradoria Especial da Marinha (PEM) em sua promoção de fls. 69/72, considerando o acidente da navegação previsto no artigo 14, letra a, da Lei nº 2.180/54 e suas consequências, como decorrente de imprudência, imperícia e negligência de Luiz Victor Borges Fortes e de Rafael Santana Bastos, condenando cada um à pena de multa de R$ 1.000,00 (mil reais), prevista no artigo 121, inciso VII, da mesma Lei nº 2.180/54, com redação alterada pela Lei nº 8.969/94. Custas na forma da lei. Oficiar à Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, agente da Autoridade Marítima, comunicando as infrações ao RLESTA em seu artigo: 16, inciso I (falta de registro da embarcação), cometida pelo Sr. Luiz Victor Borges Fortes, na condição de proprietário da moto aquática D FORÇA ; e, artigos 19 (descumprimento à Lei nº 8.374/91 e NORMAM-03 em seu Capítulo 2, Seção I, item 0205) (motos aquáticas sem seguro obrigatório DPEM) e 24 (não comunicação do acidente à Autoridade Marítima, em tempo hábil) estas cometidas por ambos os representados, Luiz Victor Borges Fortes e Rafael Santana Bastos, na condição de proprietários das embarcações envolvidas D FORÇA e RAFAEL ELITE no acidente objeto do presente processo. Publique-se. Comunique-se. Registre-se. Rio de Janeiro, RJ, em 02 de fevereiro de MARIA CRISTINA DE OLIVEIRA PADILHA Juíza-Relatora LUIZ AUGUSTO CORREIA Vice-Almirante (RM1) Juiz-Presidente DINÉIA DA SILVA Diretora da Divisão Judiciária AUTENTICADO DIGITALMENTE 12/12

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