PLANO ANUAL DE ESTÁGIOS CURRICULARES NÃO REMUNERADOS 2015/2016

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO ANUAL DE ESTÁGIOS CURRICULARES NÃO REMUNERADOS 2015/2016"

Transcrição

1 PLANO ANUAL DE ESTÁGIOS CURRICULARES NÃO REMUNERADOS 2015/ Introdução 2. Plano Anual de Estágios não Remunerados 3. Candidatura e seleção dos estagiários 4. Formalização dos estágios 5. Acompanhamento dos estagiários 6. Relatórios dos estágios 7. Apoio aos estagiários 1. Introdução Tendo presente as crescentes solicitações para a realização de estágios em múltiplas unidades e demais organismos da Marinha, e considerando o interesse de que se revestem estes estágios, numa dupla perspetiva, a Marinha disponibiliza às instituições de ensino/formação um conjunto de possibilidades de estágios curriculares constantes não remunerados designado por Plano Anual de Estágios Curriculares não Remunerados. Para além dos estágios constantes neste Plano, poderão ainda ser consideradas outras candidaturas, as quais serão analisadas, casuisticamente, nomeadamente: - estágios curriculares não remunerados relativos a outras áreas de formação que não as constantes no Plano Anual de Estágios Curriculares não Remunerados e estágios no âmbito do Programa Erasmus; - estágios profissionais extracurriculares que sejam objeto de comparticipação pública (Programa Leonardo da Vinci) ao abrigo do Decreto- Lei nº 66/2011, de 1 de junho, do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, nº 2 do art.º 1º;

2 - estágios, sem encargos para a Marinha, cuja realização seja obrigatória para o ingresso ou acesso a determinada carreira ou categoria, ao abrigo do Decreto-Lei nº 66/2011, de 1 de junho, do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, nº 2 do art.º 1º. 2. Plano Anual de Estágios Curriculares não Remunerados Para cada estágio, encontra-se mencionado o âmbito do estágio, os objetivos, o local, os ciclos de estudos ou de formação em que o estágio curricular se insere e/ou outros requisitos exigidos, respetiva duração, a entidade/organismo de acolhimento, a área/função de desenvolvimento do estágio, os requisitos de candidatura e os pontos de contato (POC) na Marinha, que se disponibilizarão a esclarecer quaisquer dúvidas para a realização do estágio no respetivo organismo da Marinha. Para outros esclarecimentos, poderá ser contactada a Direção de Formação (DF) - Repartição de Tecnologias de Formação, através da Professora Ana Paula Silva, Telefone / (Extensão /329609), 3. Candidatura e seleção dos estagiários a. As solicitações para a realização de estágios na Marinha devem ser dirigidas, através de uma carta de candidatura, ao Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, (através do endereço postal, Praça do Comércio, Lisboa, ou através do endereço eletrónico b As solicitações e candidaturas para estágios devem ser apresentadas pelas instituições de ensino/formação ou excecionalmente por indivíduos interessados na sua realização, desde que o pedido indique a identificação e contacto ( e telefone) do orientador de estágio da instituição; c Para efeitos de apoio à tomada de decisão, quanto à aceitação das candidaturas e no processo de seleção, os candidatos podem ser convocados para a realização de entrevistas;

3 d. A seleção de candidatos é efetuada por avaliação curricular, tomando-se em consideração as habilitações académicas e as classificações das disciplinas mais relevantes para o tipo de funções a desempenhar, a experiência anterior eventualmente existente e os resultados da entrevista mencionada em c.; e. A Marinha reserva-se o direito de restringir os quantitativos e áreas de candidaturas, bem como de não aceitar solicitações ou candidaturas de estágios a que não seja reconhecido interesse. 4. Formalização dos estágios a. Para cada estágio superiormente autorizado, a unidade ou organismo de acolhimento elabora com a instituição de ensino/formação uma declaração ou minuta de protocolo, que especifique, entre outros: - A identificação das partes (Unidade/organismo da Marinha; entidade de ensino/formação); - Finalidade e objetivos do estágio; - Obrigações das partes (entre outras obrigações, deve constar a obrigatoriedade de elaboração de um relatório final de estágio, referido em 6.); - Atividades a desenvolver durante o estágio; - Duração do estágio; - Outros elementos caracterizadores do estágio. b. No início do estágio, os estagiários devem assinar um Termo de Responsabilidade, no modelo em apêndice, o qual se constituirá em anexo ao documento mencionado em 4. a.

4 5. Acompanhamento dos estagiários a. Os estagiários serão acompanhados por um supervisor da instituição de ensino/formação do estágio e por um supervisor (tutor) da unidade/organismo da Marinha de acolhimento do estágio. A orientação técnica do estágio é da responsabilidade conjunta dos dois supervisores; b. O plano de estágio é acordado entre os supervisores antes do início do período de estágio, precedendo a assinatura do documento indicado em 4.; c. Serão realizadas reuniões periódicas entre os supervisores do estágio e os estagiários. Preferencialmente, estas reuniões terão lugar no início do estágio e a meio do período atribuído à sua execução. 6. Relatórios dos estágios Os estagiários devem apresentar um relatório escrito do estágio aos respetivos supervisores que inclui: a) a descrição dos objetivos do estágio, de acordo com o Plano de Curso do Estabelecimento de Ensino/Formação; b) a descrição do Plano de Estágio acordado; c) a prossecução ou não dos objetivos acordados, respetivos motivos e sugestões de alterações ou melhorias a introduzir no processo, bem como a descrição das atividades mencionadas no Ponto 2.1. do Questionário aos Estagiários ; d) o documento Questionário aos Estagiários preenchido; e) alguma questão do Questionário aos Estagiários que o estagiário deseje desenvolver, nomeadamente no que diz respeito aos Pontos 2., 3. e 5.; f) o documento Questionário ao Orientador do Estabelecimento de Ensino/Formação.

5 8. Apoio aos estagiários a. Aos estagiários serão proporcionadas condições técnicas adequadas à concretização dos objetivos dos estágios; b. Para além de facilidades de natureza administrativa inerentes à execução do próprio estágio, pese embora o facto de o estágio não ser remunerado, aos estagiários poder-lhes-á ser concedido o direito a uma refeição principal (almoço) nos dias de permanência, em trabalho, na unidade/organismo de acolhimento na Marinha. 9. Certificado de Frequência de Estágio No final do estágio, será emitido, caso solicitado, um Certificado de Frequência de Estágio, conforme modelo aprovado.

6 TERMO DE RESPONSABILIDADE... (Nome), portador do Bilhete de Identidade n..., emitido em..., por...,... (doravante designado por Declarante), declara por este meio que: Tendo a Marinha autorizado o Declarante,..., a realizar um estágio...na (no)...; Considerando que enquanto permanecer nas instalações da Marinha estará sujeito, bem como os seus bens, a riscos ou danos que possam ocorrer; Considerando que durante esse período terá acesso a diversas informações e documentos da Marinha; Considerando que, no âmbito das atividades de... tomará conhecimento de informação de natureza confidencial ou reservada. 1. O (A) Declarante assume a responsabilidade relativa a riscos, danos patrimoniais, pessoais, materiais e/ou lucros cessantes que lhe possam ocorrer nas instalações da Marinha, se resultarem da sua negligência ou dolo, ou de força maior, incluindo, mas sem a tal se limitar, ato, circunstância ou acontecimento que resulte de situações imprevistas, cujos efeitos se produzam independentemente da vontade da Marinha, tais como, mas não exclusivamente, guerra ou catástrofes naturais. 2. O (A) Declarante obriga-se a manter confidencialidade relativamente a todos os dados ou informações que lhe venham a ser disponibilizados ou aos quais tenha acesso no âmbito do estágio, e a não revelar a ninguém, sem prévio consentimento escrito da Marinha, quaisquer informações que não sejam do domínio público relacionadas com as suas atividades, planos, dados, operações, resultados de investigação, bem como as metodologias utilizadas, tratamento estatístico e outros aspetos ligados aos processos de investigação; 3. O (A) Declarante obriga-se a manter sigilo sobre todas as informações de natureza confidencial ou reservada que lhe sejam disponibilizadas ou a que tenha acesso; 4. O (A) Declarante cumprirá as normas e regulamentos relativos ao funcionamento da Marinha em geral, tendo pleno conhecimento que a Marinha poderá dar por terminada a autorização de permanência nas suas instalações, a todo o tempo, em caso de incumprimento. Lisboa, O (A) Declarante,

É celebrado o presente Protocolo de Cooperação para a realização de Estágio(s), nos termos das cláusulas seguintes : Cláusula 1ª (Âmbito e Objeto)

É celebrado o presente Protocolo de Cooperação para a realização de Estágio(s), nos termos das cláusulas seguintes : Cláusula 1ª (Âmbito e Objeto) MINUTA DE PROTOCOLO DE ESTÁGIO A Marinha, neste ato representada pelo (cargo da entidade), (posto e nome), por designação do Almirante Chefe do Estado-Maior da Armada, adiante designada por Entidade de

Leia mais

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA AO PROCEDIMENTO CONCURSAL

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA AO PROCEDIMENTO CONCURSAL FORMULÁRIO DE CANDIDATURA AO PROCEDIMENTO CONCURSAL CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO DO PROCESSO Código da publicitação do procedimento Código de candidato CARACTERIZAÇÃO DO POSTO DE TRABALHO Carreira Categoria

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO HAPINEZ CENTRO DE EXCELÊNCIA PARA A PSICOLOGIA. Pág.1/19

REGULAMENTO INTERNO DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO HAPINEZ CENTRO DE EXCELÊNCIA PARA A PSICOLOGIA. Pág.1/19 REGULAMENTO INTERNO DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO HAPINEZ CENTRO DE EXCELÊNCIA PARA A PSICOLOGIA Pág.1/19 Índice DISPOSIÇÕES GERAIS 3 1. Localização 3 2. Âmbito 3 3. Política e Estratégia de Actuação 3 4. Inscrições

Leia mais

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão)

Regulamento Interno. Artigo 1º (Missão) Regulamento Interno O presente regulamento aplica-se a todos os Cursos de formação concebidos, organizados e desenvolvidos pelo Nucaminho - Núcleo dos Camionistas do Minho, com o objetivo de promover o

Leia mais

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Oliveira de Azeméis

Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Oliveira de Azeméis Normas de Funcionamento do Banco Local de Voluntariado de Oliveira de Azeméis PREÂMBULO O voluntariado é definido como um conjunto de ações e interesses sociais e comunitários, realizadas de forma desinteressada

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Doutoramento (M/F)

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Doutoramento (M/F) AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Bolsa de Doutoramento (M/F) 1. IDENTIFICAÇÃO DAS BOLSAS A CONCURSO O Programa de Doutoramento NeurULisboa- Integrative Neuroscience, abre concurso para a atribuição de 6 Bolsas

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES AVISO Concurso interno de acesso geral para a categoria de especialista de informática de grau 2, nível 1 da carreira de especialista de informática,

Leia mais

Decreto-Lei n.º 478/99, de 9 de Novembro

Decreto-Lei n.º 478/99, de 9 de Novembro Decreto-Lei n.º 478/99, de 9 de Novembro Objecto... 2 Entidades competentes para a formação dos navegadores de recreio e para a realização dos respectivos exames... 2 Credenciação das entidades formadoras...

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Psicologia e Educação

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Psicologia e Educação UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Psicologia e Educação REGULAMENTO DO MESTRADO EM SUPERVISÃO PEDAGÓGICA (2º CICLO) Artigo 1.º Criação A Universidade da Beira Interior, através do Departamento

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO DE APOIO A PROJETOS DE INTERNACIONALIZAÇÃO EM CINEMA 2015. Enquadramento

REGULAMENTO DO CONCURSO DE APOIO A PROJETOS DE INTERNACIONALIZAÇÃO EM CINEMA 2015. Enquadramento REGULAMENTO DO CONCURSO DE APOIO A PROJETOS DE INTERNACIONALIZAÇÃO EM CINEMA 2015 Enquadramento A Fundação Calouste Gulbenkian (Fundação) concede, através do Programa Gulbenkian de Língua e Cultura Portuguesas

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU REGULAMENTO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU REGULAMENTO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DE VISEU REGULAMENTO DOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objeto e âmbito O presente regulamento

Leia mais

BOLSAS DE ESTUDO PARA APERFEIÇOAMENTO EM MÚSICA REGULAMENTO. DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º

BOLSAS DE ESTUDO PARA APERFEIÇOAMENTO EM MÚSICA REGULAMENTO. DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º BOLSAS DE ESTUDO PARA APERFEIÇOAMENTO EM MÚSICA REGULAMENTO DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º 1. Com o fim de estimular a valorização profissional e a especialização nos diversos domínios da Música, a Fundação

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO 3962-(2) Diário da República, 1.ª série N.º 147 31 de julho de 2012 MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO Portaria n.º 225-A/2012 de 31 de julho As importantes reformas que estão a ser implementadas na economia

Leia mais

Considerando ainda que as associações têm no desenvolvimento da freguesia um papel fundamental que a Junta de Freguesia fomenta e apoia;

Considerando ainda que as associações têm no desenvolvimento da freguesia um papel fundamental que a Junta de Freguesia fomenta e apoia; Considerando o quadro legal de atribuições e competências das autarquias locais consagrado na Lei 75/2013, de 12 de Setembro que em geral incumbe às autarquias a prossecução de interesses próprios, comuns

Leia mais

Regulamento de Estágio/Projeto do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial

Regulamento de Estágio/Projeto do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial Regulamento de Estágio/Projeto do Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão do Instituto Politécnico do Porto CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA E GESTÃO

Leia mais

Instituto Ciências da Saúde. da Universidade Católica Portuguesa PROGRAMA ERASMUS ESTÁGIO REGULAMENTO

Instituto Ciências da Saúde. da Universidade Católica Portuguesa PROGRAMA ERASMUS ESTÁGIO REGULAMENTO Instituto Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa PROGRAMA ERASMUS ESTÁGIO REGULAMENTO 1 CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º (Objeto) O presente regulamento rege a mobilidade internacional

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA EDITAL DE ABERTURA DE CONCURSO DE ACESSO MESTRADO EM ENGENHARIA E GESTÃO INDUSTRIAL.

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA EDITAL DE ABERTURA DE CONCURSO DE ACESSO MESTRADO EM ENGENHARIA E GESTÃO INDUSTRIAL. INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA EDITAL DE ABERTURA DE CONCURSO DE ACESSO MESTRADO EM ENGENHARIA E GESTÃO INDUSTRIAL Edição 2015-2017 Nos termos do Decreto -Lei n.º 42/2005, de pelo 22 de Fevereiro,

Leia mais

DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT

DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT Instituto Nacional de Emergência Médica, I.P. DOSSIER DE ACREDITAÇÃO PARA FORMAÇÃO EM TAT Maio de 2012 Departamento de Formação em Emergência Médica Rua Almirante Barroso, n.º 36, 4º Piso 1000-013 Lisboa

Leia mais

J U N T A D E F R E G U E S I A D E S I N E S

J U N T A D E F R E G U E S I A D E S I N E S J U N T A D E F R E G U E S I A D E S I N E S Regulamento de Apoios às Associações e Instituições com Carater Desportivo, Educacional, Recreativo Cultural e Social Artigo 1º Lei habilitante 1 - O presente

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO DE APOIO A PROJETOS DE CRIAÇÃO NAS ÁREAS DE CINEMA, DANÇA E TEATRO. Enquadramento

REGULAMENTO DO CONCURSO DE APOIO A PROJETOS DE CRIAÇÃO NAS ÁREAS DE CINEMA, DANÇA E TEATRO. Enquadramento REGULAMENTO DO CONCURSO DE APOIO A PROJETOS DE CRIAÇÃO NAS ÁREAS DE CINEMA, DANÇA E TEATRO 2016 Enquadramento A Fundação Calouste Gulbenkian concede, através do Programa de Língua e Cultura Portuguesas

Leia mais

«Sobre o local, data e horário» O local para apresentação de candidaturas situa-se na Rua do Campo, n. 162, Edifício Administração Pública, cave

«Sobre o local, data e horário» O local para apresentação de candidaturas situa-se na Rua do Campo, n. 162, Edifício Administração Pública, cave Concurso comum, de ingresso externo, os lugares vagos de técnico de 2.ª classe, 1.º escalão, da carreira de técnico, área de comunicação oral e escrita em língua chinesa Questões frequentes sobre a apresentação

Leia mais

Artigo 1.º Criação. Artigo 2.º Âmbito de aplicação. Artigo 3.º Objetivos do curso. Artigo 4º Regras sobre a admissão no ciclo de estudos

Artigo 1.º Criação. Artigo 2.º Âmbito de aplicação. Artigo 3.º Objetivos do curso. Artigo 4º Regras sobre a admissão no ciclo de estudos UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Ciências do Desporto REGULAMENTO DO MESTRADO EM CIÊNCIAS DO DESPORTO (2º CICLO) Artigo 1.º Criação A Universidade da Beira Interior, através do Departamento

Leia mais

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DO AUDITÓRIO DO COMITÉ OLIMPICO DE PORTUGAL

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DO AUDITÓRIO DO COMITÉ OLIMPICO DE PORTUGAL REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DO AUDITÓRIO DO COMITÉ OLIMPICO DE PORTUGAL Artigo 1.º Âmbito O presente Regulamento estabelece as normas gerais e condições de utilização do auditório do Comité Olímpico de Portugal,

Leia mais

Regulamento. 5. O Concurso 50/50, promovido pelo ACM, IP, lançado pela primeira vez em 2015, assume um carácter experimental.

Regulamento. 5. O Concurso 50/50, promovido pelo ACM, IP, lançado pela primeira vez em 2015, assume um carácter experimental. Regulamento PARTE I ENQUADRAMENTO GERAL Artigo 1º Âmbito 1. O Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (doravante ACM, I.P.) propõe a dinamização de um concurso de ideias, denominado Concurso 50/50, destinado

Leia mais

Regulamento de Atribuição de Apoios às Associações e Instituições com Caracter Desportivo, Educacional, Recreativo Cultural e Social

Regulamento de Atribuição de Apoios às Associações e Instituições com Caracter Desportivo, Educacional, Recreativo Cultural e Social Regulamento de Atribuição de Apoios às Associações e Instituições com Caracter Desportivo, Educacional, Recreativo Cultural e Social Artigo 1º Lei habilitante 1. O presente regulamento é elaborado ao abrigo

Leia mais

Município de Estarreja Aviso

Município de Estarreja Aviso Município de Estarreja Aviso Procedimento concursal comum para constituição de relação jurídica de emprego em contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado, para preenchimento de dez

Leia mais

ESTATUTO 10 de setembro de 2014

ESTATUTO 10 de setembro de 2014 ESTATUTO 10 de setembro de 2014 ESTRUTURA ORGÂNICA A Escola Artística e Profissional Árvore é um estabelecimento privado de ensino, propriedade da Escola das Virtudes Cooperativa de Ensino Polivalente

Leia mais

INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA EDITAL DE ABERTURA DE ACESSO A CURSOS DE MESTRADOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA.

INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA EDITAL DE ABERTURA DE ACESSO A CURSOS DE MESTRADOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA. INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA EDITAL DE ABERTURA DE ACESSO A CURSOS DE MESTRADOS DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE COIMBRA Edição 2014-2016 Nos termos do Decreto -Lei n.º 42/2005, de pelo 22 de

Leia mais

Projeto de Regulamento do Fundo Municipal de Emergência Social (FMES) de Nordeste

Projeto de Regulamento do Fundo Municipal de Emergência Social (FMES) de Nordeste Projeto de Regulamento do Fundo Municipal de Emergência Social (FMES) de Nordeste Tendo por base o n.º 8 do artigo 112.º e o artigo 241.º da Constituição da República Portuguesa, o Município de Nordeste

Leia mais

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO

GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO GUIA PRÁTICO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/10 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Subsídio de Desemprego Montante Único

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO-PILOTO DE INTEGRAÇÃO DOS ATRIBUTOS PROFISSIONAIS DA ORDEM DOS ENGENHEIROS TÉCNICOS NO SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ATRIBUTOS PROFISSIONAIS (SCAP) Entre:

Leia mais

Regulamento Acredita Portugal Realize o seu Sonho

Regulamento Acredita Portugal Realize o seu Sonho Regulamento Acredita Portugal Realize o seu Sonho REGULAMENTO DA 4ª EDIÇÃO DO CONCURSO "BES REALIZE O SEU SONHO" Capítulo I - Introdução e Objetivos 1.º(Introdução e Objetivos) O Concurso Realize o Seu

Leia mais

Referência E) - 1 Posto de Trabalho para a carreira e categoria de Técnico Superior (Planeamento Regional e Urbano); Referência F) - 1 Posto de

Referência E) - 1 Posto de Trabalho para a carreira e categoria de Técnico Superior (Planeamento Regional e Urbano); Referência F) - 1 Posto de A V I S O Procedimento concursal comum para constituição de relação jurídica de emprego público por tempo determinado contrato de trabalho em funções públicas por tempo determinado para ocupação de seis

Leia mais

Regulamento de Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente do Instituto Superior de Ciências Educativas de Felgueiras (RADPD_ISCE)

Regulamento de Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente do Instituto Superior de Ciências Educativas de Felgueiras (RADPD_ISCE) RADPD_ISCE 1 O Conselho Técnico-Científico, na sua reunião de 6 de maio de 2015, deliberou, por unanimidade, assumir que todos os regulamentos do ISCE de Felgueiras transitam para a nova instituição, deliberação

Leia mais

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Artigo 9.º Artigo 9.º Desemprego involuntário Desemprego involuntário 1 - O desemprego considera-se involuntário sempre que a cessação do

Leia mais

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.)

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) É atribuição do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) no sector da

Leia mais

S.R. DA SOLIDARIEDADE SOCIAL, S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 37/2015 de 31 de Março de 2015

S.R. DA SOLIDARIEDADE SOCIAL, S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 37/2015 de 31 de Março de 2015 S.R. DA SOLIDARIEDADE SOCIAL, S.R. DA SAÚDE Portaria n.º 37/2015 de 31 de Março de 2015 O Decreto Legislativo Regional n.º 16/2008/A, de 12 de junho, que procedeu à criação da Rede de cuidados continuados

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS

REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS REGULAMENTO DO CONCURSO PARA ARRENDAMENTO DE IMÓVEIS CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1.º Objeto O presente Regulamento estabelece as normas pelas quais o Instituto de Gestão Financeira da Segurança

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS ORGANIZAÇÃO

CONDIÇÕES GERAIS ORGANIZAÇÃO CONDIÇÕES GERAIS O presente programa/ catálogo é o documento informativo no qual se inserem as presentes condições gerais, dele fazendo parte integrante e que constituem, na ausência de documento autónomo

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FINANCIAMENTO DO INR, I.P. ÀS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FINANCIAMENTO DO INR, I.P. ÀS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS REGULAMENTO DO PROGRAMA DE FINANCIAMENTO DO INR, I.P. ÀS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS Preâmbulo Considerando a missão do INR, I.P., enquanto organismo público, de assegurar o planeamento, execução e

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 104/2015 de 15 de Julho de 2015

PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 104/2015 de 15 de Julho de 2015 PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 104/2015 de 15 de Julho de 2015 Considerando que um dos objetivos do Programa do XI Governo Regional assenta no fomento de medidas de apoio ao

Leia mais

Anúncio. Assistente Técnico (1 posto) Ref.ª AT_DRH_2016

Anúncio. Assistente Técnico (1 posto) Ref.ª AT_DRH_2016 Anúncio Torna-se público que por Despacho da Vogal do Conselho de Administração, Dr.ª Lígia da Fonseca, de 31 de março de 2016, a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) procede à abertura de Procedimento

Leia mais

Deliberação 20141108.11 Aprovação do protocolo com a AMA

Deliberação 20141108.11 Aprovação do protocolo com a AMA Deliberação pública Deliberação 20141108.11 Aprovação do protocolo com a AMA Considerando que: a) Constituem, entre outras, atribuições da Câmara dos Solicitadores colaborar na administração da justiça,

Leia mais

INSTITUTO GEOGRÁFICO PORTUGUÊS

INSTITUTO GEOGRÁFICO PORTUGUÊS MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL INSTITUTO GEOGRÁFICO PORTUGUÊS CONDIÇÕES E DOCUMENTAÇÃO PARA REQUERER CONCESSÃO / RENOVAÇÃO DE ALVARÁ PARA O EXERCÍCIO

Leia mais

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO

GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO GUIA PRÁTICO PRESTAÇÕES DE DESEMPREGO - MONTANTE ÚNICO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/10 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Prestações de Desemprego Montante Único

Leia mais

Índice 1. Introdução... 2 2. Objetivo e Âmbito do Manual do Voluntariado... 2 3. Definições... 2 3.1. Voluntariado... 2 3.2. Voluntário... 3 4.

Índice 1. Introdução... 2 2. Objetivo e Âmbito do Manual do Voluntariado... 2 3. Definições... 2 3.1. Voluntariado... 2 3.2. Voluntário... 3 4. Manual do Índice 1. Introdução... 2 2. Objetivo e Âmbito do Manual do Voluntariado... 2 3. Definições... 2 3.1. Voluntariado... 2 3.2. Voluntário... 3 4. Ser Voluntário da Liga... 3 5. Reflexões prévias...

Leia mais

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS DO MUNICÍPIO DE BRAGA

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS DO MUNICÍPIO DE BRAGA REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS DO MUNICÍPIO DE BRAGA Preâmbulo O presente Regulamento pretende estabelecer regras sobre a atribuição de subsídios e outros apoios, tendo em consideração a efetiva prossecução

Leia mais

Município de Valpaços

Município de Valpaços Município de Valpaços Regulamento Municipal de Atribuição de Apoios às Freguesias Preâmbulo A Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro aprovou o regime jurídico das autarquias locais, o estatuto das entidades

Leia mais

Regulamento para a Concessão de Subsídios a Entidades e Organismos que Prossigam Fins de Interesse Público da Freguesia de Areeiro CAPÍTULO I

Regulamento para a Concessão de Subsídios a Entidades e Organismos que Prossigam Fins de Interesse Público da Freguesia de Areeiro CAPÍTULO I Regulamento para a Concessão de Subsídios a Entidades e Organismos que Prossigam Fins de Interesse Público da Freguesia de Areeiro CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Objecto O presente regulamento

Leia mais

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL. Portaria n.º 149-A/2014 de 24 de julho

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL. Portaria n.º 149-A/2014 de 24 de julho MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL Portaria n.º 149-A/2014 de 24 de julho O Governo considera prioritário a continuação da adoção de medidas ativas de emprego que incentivem a contratação

Leia mais

Programa de Formação para Profissionais

Programa de Formação para Profissionais Programa de Formação para Profissionais 1 O ACESSO À INFORMAÇÃO DE SAÚDE DIREITOS, PROCEDIMENTOS E GARANTIAS Sérgio Pratas smpratas@gmail.com Maio e Junho 2015 2 Programa: 1. O acesso à informação de saúde

Leia mais

Manual do Estagiário ESCS

Manual do Estagiário ESCS Manual do Estagiário ESCS ESCS 2015 ÍNDICE APRESENTAÇÃO. 3 INTRODUÇÃO...4 OS ESTÁGIOS NA ESCS....5 A ESCS RECOMENDA AINDA... 6 DIREITOS DO ESTAGIÁRIO.. 7 SUBSÍDIOS 7 DURAÇÃO DO ESTÁGIO....8 PROTOCOLO DE

Leia mais

CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE CUSTÓIAS REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO

CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE CUSTÓIAS REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO CENTRO SOCIAL E CULTURAL DE CUSTÓIAS REGULAMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE APOIO DOMICILIÁRIO CAPÍTULO I Artigo 1º 1.A resposta Social de Apoio Domiciliário, doravante designado por S.A.D., está situado nas

Leia mais

REGULAMENTO Prémio de Jornalismo na área da DOR 4ª Edição, 2014/2015

REGULAMENTO Prémio de Jornalismo na área da DOR 4ª Edição, 2014/2015 REGULAMENTO Prémio de Jornalismo na área da DOR 4ª Edição, 2014/2015 Preâmbulo De acordo com a International Association for the Study of Pain, a dor é uma experiência multidimensional desagradável, envolvendo

Leia mais

HOSPITAL DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PONTA DELGADA, E.P.E. Convenção n.º 15/2015 de 29 de Abril de 2015

HOSPITAL DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PONTA DELGADA, E.P.E. Convenção n.º 15/2015 de 29 de Abril de 2015 HOSPITAL DIVINO ESPÍRITO SANTO DE PONTA DELGADA, E.P.E. Convenção n.º 15/2015 de 29 de Abril de 2015 CONVENÇÃO PARA A PRESTAÇÃO DE CUIDADOS DE SAÚDE NA ÁREA DA PROCRIAÇÃO MEDICAMENTE ASSISTIDA Cláusula

Leia mais

PROCESSO DE ATIVAÇÃO VIA INTERNET 1. Na homepage de www.bancobic.pt clique em Ativação BancoBIC Net.

PROCESSO DE ATIVAÇÃO VIA INTERNET 1. Na homepage de www.bancobic.pt clique em Ativação BancoBIC Net. BEM-VINDO AO BancoBIC NET. Através do BancoBIC Net pode aceder às suas contas no Banco BIC. Dispõe de um vasto leque de consultas e operações, sempre que quiser e em qualquer lugar, através da internet

Leia mais

REGULAMENTO ACADÉMICO. IV. Disposições específicas para mestrados REG-001/V00

REGULAMENTO ACADÉMICO. IV. Disposições específicas para mestrados REG-001/V00 IV. Disposições específicas para mestrados Artigo 1º Concessão do Grau O grau de mestre é conferido através da aprovação em todas as unidades curriculares que integram o plano de estudos do mestrado e

Leia mais

ARRENDAMENTO DO RESTAURANTE-BAR, NO RAMO DE ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO, SITO NA PISCINA MUNICIPAL, RUA DR. EDMUNDO CURVELO, EM ARRONCHES

ARRENDAMENTO DO RESTAURANTE-BAR, NO RAMO DE ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO, SITO NA PISCINA MUNICIPAL, RUA DR. EDMUNDO CURVELO, EM ARRONCHES 1 ARRENDAMENTO DO RESTAURANTE-BAR, NO RAMO DE ESTABELECIMENTO DE RESTAURAÇÃO, SITO NA PISCINA MUNICIPAL, RUA DR. EDMUNDO CURVELO, EM ARRONCHES CADERNO DE ENCARGOS Artigo 1.º Objeto A Câmara Municipal de

Leia mais

-------------- PREÂMBULO-------------------------------------------------------------------------- --------------O Município de Barcelos, legalmente,

-------------- PREÂMBULO-------------------------------------------------------------------------- --------------O Município de Barcelos, legalmente, -------------- PREÂMBULO-------------------------------------------------------------------------- --------------O Município de Barcelos, legalmente, tem vastas atribuições e competências, entre outras,

Leia mais

Programa de Bolsas Ibero-américa Santander Normas do Programa ISCTE-IUL 2016

Programa de Bolsas Ibero-américa Santander Normas do Programa ISCTE-IUL 2016 Programa de Bolsas Ibero-américa Santander Normas do Programa ISCTE-IUL 2016 Introdução O Banco Santander, através da sua divisão Santander Universidades, promove o Programa de Bolsas Ibero-américa, um

Leia mais

REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO

REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO A disciplina de Seminário/Estágio, do 3º ano da Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de

Leia mais

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior

Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior DESPACHO CONJUNTO Ministro de Estado, das Actividades Económicas e do Trabalho, Ministro de Estado e da Presidência e Ministra Ciência e Ensino Superior Considerando a Decisão da Comissão nº C (2004) 5735,

Leia mais

EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS DIRETORIA REGIONAL DO PIAUÍ PROCESSO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS DE NÍVEL MÉDIO-TÉCNICO NOTA Nº E-128/2015

EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS DIRETORIA REGIONAL DO PIAUÍ PROCESSO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS DE NÍVEL MÉDIO-TÉCNICO NOTA Nº E-128/2015 EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS DIRETORIA REGIONAL DO PIAUÍ PROCESSO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS DE NÍVEL MÉDIO-TÉCNICO NOTA Nº E-128/2015 A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, empresa

Leia mais

1 - Destinatários: Apenas serão financiados os estágios em que os jovens cumpram os seguintes requisitos:

1 - Destinatários: Apenas serão financiados os estágios em que os jovens cumpram os seguintes requisitos: Programa de Estágios Profissionais na Administração Local Aviso Nos termos do nº do art.º 6º do D.L. nº 66/204, de 06 de novembro, conjugado com o art.º 3º da Portaria 254/204, de 9 de dezembro, torna-se

Leia mais

REGULAMENTO DE CEDÊNCIA DE INSTALAÇÕES ESCOLARES

REGULAMENTO DE CEDÊNCIA DE INSTALAÇÕES ESCOLARES REGULAMENTO DE CEDÊNCIA DE INSTALAÇÕES ESCOLARES O Agrupamento de Escolas de Torrão dispõe de várias salas e outras estruturas de apoio integrado, que são utilizadas, nomeadamente para aulas e outras atividades

Leia mais

Ex. mo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Resende CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO DO PROCESSO CARACTERIZAÇÃO DO POSTO DE TRABALHO. Área de actividade:

Ex. mo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Resende CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO DO PROCESSO CARACTERIZAÇÃO DO POSTO DE TRABALHO. Área de actividade: Ex. mo Senhor Presidente da Câmara Municipal de Resende CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO DO PROCESSO Código da publicitação do procedimento: Código do candidato: CARACTERIZAÇÃO DO POSTO DE TRABALHO Carreira: Categoria:

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DO MUNICÍPIO DE VILA VELHA DE RÓDÃO

REGULAMENTO MUNICIPAL DO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DO MUNICÍPIO DE VILA VELHA DE RÓDÃO CÂMARA MUNICIPAL DE VILA VELHA DE RÓDÃO REGULAMENTO MUNICIPAL DO HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DO MUNICÍPIO DE VILA VELHA DE RÓDÃO Índice PREÂMBULO...3

Leia mais

DESPACHO/SP/42/2014. Artigo 17.º. Enquadramento jurídico

DESPACHO/SP/42/2014. Artigo 17.º. Enquadramento jurídico DESPACHO/SP/42/2014 Aprovo a seguinte alteração ao Regulamento do Mestrado em Fisioterapia na área de especialização de movimento humano, ministrado na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra

Leia mais

SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS Novo regime

SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS Novo regime SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS Novo regime Lisboa, 2014 www.bportugal.pt http://clientebancario.bportugal.pt SERVIÇOS MÍNIMOS BANCÁRIOS 3.ª reedição, janeiro de 2016 Banco de Portugal Av. Almirante Reis, 71

Leia mais

Regulamento Municipal para a Concessão de Apoios ao Associativismo. Preâmbulo

Regulamento Municipal para a Concessão de Apoios ao Associativismo. Preâmbulo MUNICIPIO DE ARCOS DE VALDEVEZ Regulamento Dr. Francisco Rodrigues de Araújo, Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez: Faz público que a Assembleia Municipal de Arcos de Valdevez, na sua sessão

Leia mais

Proposta de decreto-lei que altera o DL n.º 132/2012, de 27 de junho

Proposta de decreto-lei que altera o DL n.º 132/2012, de 27 de junho Proposta de decreto-lei que altera o DL n.º 132/2012, de 27 de junho (PREÂMBULO) Artigo 1.º Objeto O presente diploma procede à alteração do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho. Artigo 2.º Alterações

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Executivo nº 197/08 de 16 de Setembro Considerando a necessidade do estabelecimento de disposições relativas ao estatuto das entidades inspectoras das redes e ramais de

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO FINANCEIRO ÀS INSTITUIÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS

PROGRAMA DE APOIO FINANCEIRO ÀS INSTITUIÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA DE APOIO FINANCEIRO ÀS INSTITUIÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS 1/13 FORMULÁRIO DE CANDIDATURA ( nº SM ) Exmº Sr. Presidente da Câmara Municipal de Sintra Solicito que seja apreciado o pedido de candidatura

Leia mais

REGULAMENTO DE CEDÊNCIA E UTILIZAÇÃO DA VIATURA DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DO COMITÉ OLIMPICO DE PORTUGAL CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DE CEDÊNCIA E UTILIZAÇÃO DA VIATURA DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DO COMITÉ OLIMPICO DE PORTUGAL CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DE CEDÊNCIA E UTILIZAÇÃO DA VIATURA DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS DO COMITÉ OLIMPICO DE PORTUGAL CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objeto 1. O Presente Regulamento estabelece as condições

Leia mais

REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ISVOUGA

REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ISVOUGA REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ISVOUGA PG.02.05/A Página 1 de 13 O Estatuto de Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Politécnico (ECPDP), na redação do Decreto Lei n.º

Leia mais

SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência PARTE C. Terça-feira, 27 de maio de 2014 Número 101

SUPLEMENTO II SÉRIE ÍNDICE. Ministério da Educação e Ciência PARTE C. Terça-feira, 27 de maio de 2014 Número 101 II SÉRIE Terça-feira, 27 de maio de 2014 Número 101 ÍNDICE SUPLEMENTO PARTE C Ministério da Educação e Ciência Direção-Geral da Administração Escolar: Aviso n.º 6472-A/2014: Abertura do concurso externo

Leia mais

Processo de declaração de conformidade de software PEM-H

Processo de declaração de conformidade de software PEM-H Processo de declaração de conformidade de software PEM-H Março, 2014 Versão 3,0 Os direitos de autor deste trabalho pertencem à SPMS e a informação nele contida é confidencial. Este trabalho não pode ser

Leia mais

EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS DIRETORIA REGIONAL DO TOCANTINS PROCESSO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS DE NÍVEL SUPERIOR NOTA E-006/2015

EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS DIRETORIA REGIONAL DO TOCANTINS PROCESSO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS DE NÍVEL SUPERIOR NOTA E-006/2015 EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS DIRETORIA REGIONAL DO TOCANTINS PROCESSO PARA SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS DE NÍVEL SUPERIOR NOTA E-006/2015 A EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS, empresa

Leia mais

PROGRAMA DE APOIO A ANIMAIS PERTENCENTES A FAMÍLIAS CARENCIADAS

PROGRAMA DE APOIO A ANIMAIS PERTENCENTES A FAMÍLIAS CARENCIADAS 1/5 PROGRAMA DE APOIO A ANIMAIS PERTENCENTES A FAMÍLIAS CARENCIADAS FORMULÁRIO DE CANDIDATURA (nº SM) Exmo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Sintra 1. Identificação (nome completo), Masculino Feminino

Leia mais

(*) Campos de preenchimento obrigatório.

(*) Campos de preenchimento obrigatório. ANEXO II - ELEMENTOS RELATIVOS AOS REPRESENTANTES AUTORIZADOS, nos termos do artigo 19.º do Regulamento (UE) n.º 920/2010, alterado pelo Regulamento (UE) 1193/2011, de 18 de novembro (*) Campos de preenchimento

Leia mais

Projeto do Regulamento Orgânico da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Projeto do Regulamento Orgânico da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Projeto do Regulamento Orgânico da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa CAPÍTULO I Disposições gerais Art.º 1.º Habilitação O Regulamento Orgânico da FCUL assenta nos preceitos da legislação

Leia mais

AVISO BOLSA DE GESTÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA (BGCT)

AVISO BOLSA DE GESTÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA (BGCT) AVISO BOLSA DE GESTÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA (BGCT) O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, I.P./IPMA abre concurso, no prazo de 10 (dez) dias úteis a contar da data de publicação deste anúncio,

Leia mais

Município de Leiria Câmara Municipal

Município de Leiria Câmara Municipal Divisão Jurídica e Administrativa (DIJA) DELIBERAÇÃO DA REUNIÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE 19 DE ABRIL DE 2016 Serviço responsável pela execução da deliberação Divisão de Desenvolvimento Social Epígrafe 9.2.

Leia mais

Condições de participação

Condições de participação Condições de participação A RedEmprendia tem origem num novo perfil universitário, o das universidades empreendedoras, que visam dar um incentivo à inovação e à cultura empreendedora tanto nas suas academias

Leia mais

CONTRATO PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PARA A ATIVIDADE DO XADREZ NAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR 1 CEB ANO LETIVO 2012-2013

CONTRATO PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PARA A ATIVIDADE DO XADREZ NAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR 1 CEB ANO LETIVO 2012-2013 CONTRATO PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PARA A ATIVIDADE DO XADREZ NAS ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR 1 CEB ANO LETIVO 2012-2013 Agrupamento de Escolas de Aveiro, pessoa coletiva de direito público,

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM ENFERMAGEM

REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM ENFERMAGEM 01 APROVADO POR: CONSELHO TÉCNICO-CIENTÍFICO 16 03 2012 Data: 16/03/2012 REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM ENFERMAGEM REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO EM ENFERMAGEM Artigo 1º (Natureza e âmbito de aplicação)

Leia mais

Projeto de REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS. Nota Justificativa

Projeto de REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS. Nota Justificativa Projeto de REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS Nota Justificativa A Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, aprovou o regime jurídico das autarquias locais, o estatuto das entidades

Leia mais

Regulamento do. Programa de Estágios Curriculares. no Ministério dos Negócios Estrangeiros

Regulamento do. Programa de Estágios Curriculares. no Ministério dos Negócios Estrangeiros Regulamento do Programa de Estágios Curriculares no Ministério dos Negócios Estrangeiros Preâmbulo Na sequência do acordo tripartido celebrado entre o Governo e os parceiros sociais em junho de 2008 e

Leia mais

MANUAL DE CERTIFICAÇÃO DOS LENÇOS DE NAMORADOS DO MINHO

MANUAL DE CERTIFICAÇÃO DOS LENÇOS DE NAMORADOS DO MINHO MANUAL DE CERTIFICAÇÃO DOS LENÇOS DE ADERE-MINHO Edição 1, Revisão 0, de 18 de Dezembro de 2012 Elaborado por: Verificado por: Aprovado por: [Lisa Ramos]/[Técnica de Qualidade] [Teresa Costa]/[Directora

Leia mais

Normas Regulamentares dos Mestrados Versão: 03 Data: 13/03/2013

Normas Regulamentares dos Mestrados Versão: 03 Data: 13/03/2013 Normas Regulamentares dos Mestrados Versão: 03 Data: 13/03/2013 RG PR12 04 Elaborado: Verificado: Aprovado: Conselho Técnico Científico do IPB GPGQ Conselho Técnico Científico do IPB Pág. 1 de 16 Instituto

Leia mais

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com Prime Soluções Empresariais SEDE: Rua de Entrecampos, 28, 1749-076 Lisboa Nº de Pessoa Colectiva 502 M 757 - N' de Matricula 08537 C.R.C.L Capital Social de EUR.; 30 000 000. I/ -I- CONTRATO DE PRESTAÇÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE MEDICINA DENTÁRIA CONCURSO PÚBLICO N.º 3.09 CADERNO DE ENCARGOS

UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE MEDICINA DENTÁRIA CONCURSO PÚBLICO N.º 3.09 CADERNO DE ENCARGOS UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE MEDICINA DENTÁRIA CONCURSO PÚBLICO N.º 3.09 CADERNO DE ENCARGOS (Conforme art.42º do Decreto Leinº18/2008 de 29 de Janeiro de 2008) Cláusula 1.ª Objecto 1. O presente

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER EM VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE PASSAGEIROS

REGULAMENTO MUNICIPAL DE TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER EM VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE PASSAGEIROS REGULAMENTO MUNICIPAL DE TRANSPORTE PÚBLICO DE ALUGUER EM VEÍCULOS AUTOMÓVEIS LIGEIROS DE PASSAGEIROS Nota Justificativa A Lei n.º 18/97, de 11 de Junho, concedeu ao Governo autorização para legislar no

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS. Portaria Nº 57/1999 de 22 de Julho

S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS. Portaria Nº 57/1999 de 22 de Julho S.R. DA EDUCAÇÃO E ASSUNTOS SOCIAIS Portaria Nº 57/1999 de 22 de Julho Os hospitais são organizações de grande complexidade organizativa que exigem dos profissionais ligados à gestão especial competência

Leia mais

REGULAMENTO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DO MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR

REGULAMENTO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DO MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR REGULAMENTO DOS CAMPOS DE FÉRIAS DO MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR MUNICÍPIO DE REGULAMENTO DOS CAMPOS DE FÉRIAS ORGANIZADOS PELO MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR PREÂMBULO A organização de campos

Leia mais

MUNICÍPIO DE MONTEMOR-O-VELHO. Nota Justificativa

MUNICÍPIO DE MONTEMOR-O-VELHO. Nota Justificativa Nota Justificativa A Constituição da República Portuguesa define no n.º 2 do artigo 73.º que O Estado promove a democratização da Educação e as demais condições para que a Educação, realizada através da

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Entre: EDP Inovação, S.A., com sede na Praça Marquês de Pombal, nº 12, em Lisboa, pessoa colectiva e matrícula na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa número 507

Leia mais

53/G/2014. Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais FORMULÁRIO DE CANDIDATURA AO PROCEDIMENTO CONCURSAL. Ref.

53/G/2014. Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais FORMULÁRIO DE CANDIDATURA AO PROCEDIMENTO CONCURSAL. Ref. Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais FORMULÁRIO DE CANDIDATURA AO PROCEDIMENTO CONCURSAL CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO DO PROCESSO Código da publicitação do procedimento Código de candidato Ref.

Leia mais

REQUERIMENTO DE CANDIDATURA. II Programa Regional de Apoio à Comunicação Social Privada PROMEDIA II

REQUERIMENTO DE CANDIDATURA. II Programa Regional de Apoio à Comunicação Social Privada PROMEDIA II REQUERIMENTO DE CANDIDATURA II Programa Regional de Apoio à Comunicação Social Privada PROMEDIA II Exmo. Sr. Secretário Regional da Presidência 1 : ( 2 ) ( 3 ) vem, para efeitos do disposto no Decreto

Leia mais

Freguesia de Requião

Freguesia de Requião Freguesia de Requião Regulamento e Tabela de Taxas e Licenças Ano de 2014 Em conformidade com o disposto nas alíneas d) e f), nº 1 do artigo 9º, conjugada com a alínea h) do nº 1 do artigo 16º, da Lei

Leia mais