UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI MOACIR RIBEIRO BARRETO SOBRAL

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1 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI MOACIR RIBEIRO BARRETO SOBRAL HOSPITALIDADE E MÚSICA: O BAIÃO DE LUIZ GONZAGA E AS REPRESENTAÇÕES CULTURAIS DA COMENSALIDADE E DA MIGRAÇÃO NORDESTINA São Paulo

2 MOACIR RIBEIRO BARRETO SOBRAL HOSPITALIDADE E MÚSICA: O BAIÃO DE LUIZ GONZAGA E AS REPRESENTAÇÕES CULTURAIS DA COMENSALIDADE E DA MIGRAÇÃO NORDESTINA Dissertação de mestrado apresentada à Banca Examinadora, como exigência parcial para a obtenção do título de Mestre em Hospitalidade da Universidade Anhembi Morumbi, sob a orientação da Prof.ª Dra. Sênia Bastos. São Paulo

3 MOACIR RIBEIRO BARRETO SOBRAL HOSPITALIDADE E MÚSICA: O BAIÃO DE LUIZ GONZAGA E AS REPRESENTAÇÕES CULTURAIS DA COMENSALIDADE E DA MIGRAÇÃO NORDESTINA Dissertação de mestrado apresentada à Banca Examinadora, como exigência parcial para a obtenção do título de Mestre em Hospitalidade da Universidade Anhembi Morumbi, sob a orientação da Prof.ª Dra. Sênia Bastos. Aprovado em Profa. Dra. Sênia Bastos/UAM Profa. Dra. Yvone Avelino Dias/ PUC/SP Profa. Dra. Marielys Siqueira Bueno/UAM 3

4 A inspiração deste trabalho tem origem na dedicação de dois homens que fizeram da música nordestina um canto nacional: José Domingos de Moraes (Dominguinhos) e Luiz Gonzaga do Nascimento (Gonzagão). 4

5 AGRADECIMENTOS Agradeço a meus pais Maria Auxiliadora Ribeiro e Luiz Barreto Sobral, que sempre me incentivaram e ajudaram nessa caminhada do mestrado. Agradeço também a Deus e à Virgem Maria por me darem força nessa jornada de trabalho. À minha irmã Ana Luiza Sobral, pela ajuda e incentivo nas horas difíceis da minha vida pessoal e de pesquisa, meu muito obrigado. À Prof. Sênia Bastos, que me orientou na realização deste trabalho. Sua orientação e sua determinação foram fundamentais para conclusão da dissertação. À amiga de trabalho e professora Ursulina Santana, por ter me incentivado a escrever sobre a cultura do Nordeste e pelos conselhos e dicas incansáveis. Ao professor Denio Azevedo, agradeço também pelo incentivo de fazer o mestrado em Hospitalidade. Obrigado Chefe de Cozinha e professor Lúcio Mauro de Oliveira, pelo incentivo para ingressar na área acadêmica de gastronomia. Sou grato a todos os professores do Mestrado em Hospitalidade pelos ensinamentos ministrados e críticas construtivas para a dissertação. E ainda aos colegas de classe pelo convívio. À Marcella Sulis por ter me incentivado a cursar o mestrado em Hospitalidade e pela força no início do trabalho. Aos amigos que sempre estiveram do meu lado, me ajudando, em todos os aspectos, durante esses dois anos. Aos meus amigos de Aracaju/SE que moram comigo aqui em São Paulo. À Larissa Sandes pela dedicação e grande ajuda na dissertação. A todos os colaboradores do Museu do Baião em Recife/PE por terem cedido informações e fotos para minha pesquisa. Aos colaboradores da Universidade Anhembi Morumbi. À todos vocês, meu mais sincero e profundo muito obrigado! 5

6 Gostaria que lembrassem que sou filho de Januário e dona Santana. Gostaria que lembrassem muito de mim; que esse sanfoneiro amou muito seu povo, o sertão. Decantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes. Decantou os valentes os covardes e também o amor. Luiz Gonzaga 6

7 RESUMO O cantor e compositor Luiz Gonzaga do Nascimento, considerado o Rei do Baião, divulgou pelo Brasil os forrós pé-de-serra, o xote, o xaxado e outros estilos musicais, cujas letras evidenciaram a pobreza, as dores e as injustiças presentes na sua região natal, ecoando as tristezas e os amores de um povo que ainda não tinha voz. A presente dissertação, de natureza qualitativa, apoiada na análise de conteúdo e nos estudos biográficos do cantor, objetiva identificar e analisar as letras das músicas cantadas por Luiz Gonzaga que contemplam representações da cultura nordestina, especialmente aquelas relativas à comensalidade e à migração. Apoiado na fundamentação da hospitalidade como acolhimento, da comensalidade como uma dimensão da hospitalidade e ciente da importância dos lugares onde se desenvolvem as práticas de hospitalidade - principalmente aqueles associados à festa, à religiosidade e ao comércio popular, especialmente as feiras e mercados - foram selecionadas e analisadas 47 músicas, do universo das 700 cantadas por Gonzaga. As letras dessas músicas contemplam representações da alimentação ou da questão migratória, ou seja, tratam questões essenciais à hospitalidade: a comensalidade e o acolhimento, partes da cultura e vida do povo nordestino. Palavras chave: Hospitalidade. Sociabilidade. Comensalidade. Alimentação. Luiz Gonzaga. 7

8 ABSTRACT Luiz Gonzaga do Nascimento was a Brazilian singer and composer, known as as the "king of baião" who promoted northeastern music throughout the country, such as forró pé-de-serra, xote, xaxado and other music styles. His lyrics were written in order to show the poverty, the issues as well as the injustices that existed in that region, echoing people s sorrows and love stories. This thesis has a qualitative approach based on content analysis and on biographical studies, it aims to identify and analyse Luiz Gonzaga s song lyrics which comtemplate Northeastern culture, especially what is related to migration, food consumption and sharing. Based on the definition of hospitality as the act of hosting and receiving people and on the concept of food consumption and sharing as a dimension of hospitality, considering how relevant the places where the hospitality is practiced and developed are, mainly the ones that are associated to celebrations, religiounsness, regional and popular trade, such as open air markets, 47 song lyrics among 700 sung by Luiz Gonzaga were analyzed. These lyrics comtemplate cultural representation of food and also migration matters, in other words, talk about essential topics for hospitality: food consumption and sharing, warm and welcoming reception, characteristics of people from Brazil s northeast region. Keywords: Hospitality. Sociability. Food consumption and sharing. Luiz Gonzaga. 8

9 LISTA DE FIGURAS Figura 1: Capa e contracapa do LP Óia eu aqui de novo Figura 2: Capa e contracapa do LP A triste partida Figura 3: Vinil de 78 RPM Respeita Januário Figura 4: Vinil de 78 RPM A volta da Asa Branca Figura 5: Vinil de 78 RPM Asa Branca Figura 6: Vinil de 78 RPM Pau de Arara Figura 7: Vinil 78 RPM Baião da Garoa Figura 8: Vinil 78 RPM Lá no meu pé de serra Figura 9: Vinil 78 RPM Paraíba Figura 10: Capa do LP Ô Veio Macho Figura 11: Capa e contracapa do LP Canaã Figura 12: Capa e contracapa do LP Eterno Cantador Figura 13: Capa e contracapa do LP Chá Cutuba Figura 14: Capa e contracapa do LP Quadrilhas e marchinhas Juninas Figura 15: Capa e contracapa do LP O Fole Roncou Figura 16: Capa e contracapa do LP Pisa no pilão Figura 17: Capa e contracapa do LP Sanfona do Povo Figura 18: Capa e contracapa do LP O Sanfoneiro do povo de Deus Figura 19: Capa e contracapa do Lp Aquilo Bom Figura 20: Capa e contracapa do LP São João do Araripe Figura 21: Vinil 78 RPM Baião Figura 22: Capa e contracapa do PL Sangue de Nordestino Figura 23: Capa e contracapa do LP O Homem da Terra

10 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS IPHAN Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional LP Disco de Vinil ou Longplay MPB Música Popular Brasileira RCA Gravadora de disco Sony Music RPM Rotação do vinil por minuto UNESCO Organizações das Nações Unidas para Educação e a Cultura 10

11 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 HOSPITALIDADE E ALIMENTAÇÃO Construção metodológica Comensalidade: uma dimensão da hospitalidade Alimentação sertaneja CAPÍTULO 2 LUIZ GONZAGA: O REI DO BAIÃO Vida de viajante A migração nordestina para o Sudeste do Brasil As letras sobre migração cantadas por Luiz Gonzaga CAPÍTULO 3 COMENSALIDADE E REPRESENTAÇÕES DO NORDESTINO NAS LETRAS DAS MÚSICAS CANTADAS POR LUIZ GONZAGA Comensalidade e alimentação nas letras das músicas cantadas por Gonzaga Representações do nordestino nas letras das músicas cantadas por Gonzaga CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS Fontes Artigos, dissertações, livros e teses

12 INTRODUÇÃO O cantor e compositor popular brasileiro Luiz [Lua] Gonzaga [Gonzagão] do Nascimento nasceu em Exu, município de Pernambuco, e recebeu o título de Rei do Baião de Humberto Teixeira no auge da sua carreira. Ele foi o primeiro músico a assumir sua origem nordestina: sempre trajado com chapéu de couro e acompanhado de sanfona, zabumba e triângulo. Gonzagão levava alegria às festas juninas e mostrava ao Brasil os forrós pé-de-serra e outros ritmos ainda desconhecidos por todo o país como o xote e o xaxado, cujas letras evidenciavam a pobreza, as dores e as injustiças presentes na sua região natal, ecoando as tristezas e os amores de um povo que ainda não tinha voz. Muitos consideravam, ainda no início de sua carreira, que Luiz Gonzaga tinha uma voz de "taboca rachada 1, mas isso não o impediu de popularizar a música nordestina na década de No começo de sua carreira o cantor apostou em sua divulgação por meio da participação em shows de calouros, inicialmente tocando valsas e tangos. Porém, em virtude da solicitação de alguns nordestinos para que apresentasse uma música que lhes tocasse o coração, que rememorasse as histórias vivenciadas no nordeste, o cantor retomou o estilo musical de sua infância. "Pé de Serra" e "Vira e mexe" conquistaram não somente os estudantes, mas a maior nota do programa de calouros de Ary Barroso. (DERYFUS, 2007). O gradativo reconhecimento resultou na gravação de alguns discos pela RCA Victor, todos instrumentais. A estreia de Gonzaga cantando suas próprias composições ocorreu em 1945, com o disco "Dança, Mariquinha", mas somente após sua parceria com Humberto Teixeira, resultaram os lançamentos de seus maiores sucessos, como "No Meu Pé de Serra" (1947), "Baião" (1949), "Asa Branca" (1947) e "Juazeiro" (1949). Muitas letras das composições por ele cantadas eram de sua própria lavra, da autoria de Humberto Teixeira, José de Souza Dantas, entre outros, ou resultado de parcerias com esses compositores. Depois da candidatura a deputado federal, Humberto Teixeira atenuou o ritmo das composições. É nessa atmosfera que entra em cena o compositor e médico José de Souza Dantas e, consequentemente, as obras Vem Morena, "Forró de Mané Vito", "Cintura Fina" e "A Volta da Asa Branca", todas da década de A taboca rachada, nesse sentido da frase, significa uma voz inadequada para cantar. 12

13 Ao longo de sua trajetória musical, Luiz Gonzaga acumulou mais de setecentas canções. Mesmo com uma carreira sólida com muitos prêmios em seu currículo (como o prêmio Shell de música popular conquistado em 1987), o Rei do Baião se afastou dos palcos por algumas vezes. Em seus vários anos de carreira jamais perdeu sua importância. Porém, em alguns momentos, modismos e novos estilos musicais o afastaram da atenção do público. Sua música sertaneja transpôs diversas barreiras e foi reconhecida e admirada pelo povo e pela mídia, até mesmo internacional. Luiz Gonzaga trouxe para si a missão de representar o povo nordestino, relatar em suas músicas suas alegrias e tristezas e contar para o Brasil as dificuldades climáticas vivenciadas pelo povo sertanejo. Tudo isso em forma de poesia. Oriundo do município de Exu, ele descobriu na paisagem do interior do nordeste brasileiro o material necessário para produzir suas canções. Falecido em 1989, o artista ainda tem sua obra viva nas exposições de numerosos artistas. Por ocasião do centenário de seu nascimento, em dezembro de 2012, vários eventos comemorativos homenagearam o compositor pernambucano. Um dos tributos de destaque é o Canto de todos os cantos, projeto arquitetado por Guilherme Toledo, que reúne músicos de várias regiões diferentes do Brasil para gravação de um DVD com 13 canções. Nesse sentido, destaca-se também o filme longa metragem, conduzido pelo diretor Breno Silveira, Gonzaga, de Pai para Filho, homenageando as trajetórias dos patriarcas da família: Gonzaga e Gonzaguinha. A banda Falamansa também presta sua homenagem definindo de maneira breve o cantor Luiz Gonzaga: Rei. No ano de celebração de seu centenário lançou, como tributo ao cantor, o disco As sanfonas do Rei, um resumo das preciosas assinaturas musicais de Gonzaga. A Falamansa tem viajado por diversas cidades brasileiras para realizar shows e divulgar algumas faixas dessa obra. Já no dia exato do centenário, 13 de dezembro de 2012, o museu 2 dedicado ao cantor, localizado em Caruaru Pernambuco promoveu apresentações de sanfoneiros da região. O local possui cerca de quatrocentas peças expostas e, nesse dia, lançou um painel e uma sala dedicada ao músico. Além dos eventos comemorativos, Luiz Gonzaga tem sido tema de encontros, seminários e estudos acadêmicos. A presente dissertação apoia-se, sobretudo, em Vida 2 Criado em 1999, o museu aborda a história de vida de Luiz Gonzaga. 13

14 do viajante: a saga de Luiz Gonzaga, da autora francesa Dominique Dreyfus (1996), originária de Poitiers, livre-docente em Letras e Literatura, formada na Sorbonne. Esse livro traz muitos detalhes da vida do Rei do Baião, pois, para compor a obra, a autora habitou durante dois meses a casa de Gonzaga, no Parque Asa Branca, em Exu. Ela realizou entrevistas com seus parentes e amigos e fundamentou a análise em documentos e fotos. Durante os meses de pesquisa, a autora ficou impactada com a tamanha hospitalidade recebida, e chega a destacar em sua escrita que em todos os cafés da manhã partilhados com Gonzaga, ele fez questão de servi-la. Também o livro de José Farias dos Santos (2004), intitulado Luiz Gonzaga: a música como expressão do nordeste, trata da vida do cantor, relacionando sua história com a difícil realidade vivida até os dias atuais pelos nordestinos e relata o cenário político brasileiro da década de 50, destacando Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e o período da ditadura militar. O autor enfatiza a relação da cultura e da sociedade brasileira com as canções de Luiz Gonzaga, servindo de apoio e estudo fundamental para esse trabalho. A terceira obra que se destaca para a formação deste estudo é O fole roncou! Uma história do forró, escrita por Carlos Marcelo e Rosualdo Rodrigues (2012). O livro descreve a importância de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira para o surgimento do baião, problematiza o papel desse ritmo na transformação da música popular brasileira e conclui que da mistura do baião com o xaxado, o coco, o arrasta-pé, o xote e outros ritmos nordestinos, nasce o forró. Apoiado em mais de oitenta entrevistas e documentos inéditos, a obra reconstrói a história do forró, sendo, da mesma forma, fundamental para amparar essa pesquisa. Parte-se do pressuposto que a música comporta representações culturais plurais, tais como modos de vida, atitudes e aspectos da vida cotidiana, tanto do próprio músico quanto dos sujeitos às quais se destina (BARROS, 2005). Não se desconhece, todavia, os interesses que motivam tais apropriações, mas que não será objeto de análise do presente estudo. 3 Os compositores das letras das músicas cantadas por Luiz Gonzaga absorvem e divulgam representações do cotidiano sertanejo e do migrante nordestino, reúnem usos e costumes, modos de falar, comer, beber, solidarizar-se e receber. O presente estudo 3 Para Roger Chartier as noções de representação, prática cultural e apropriação são essenciais para os estudos da perspectiva da história cultural para compreender as práticas que constroem o mundo como representação (BARROS, 2005). 14

15 tendo por temática central a hospitalidade apoiada na análise de conteúdo, objetiva identificar e analisar aquelas canções que tratam da migração e da comensalidade. Apoiado nas biografias de Luiz Gonzaga (DREYFUS, 1996; SANTOS, 2004; RODRIGUES, 2012), constata-se que ele recebia bem e valorizava as suas raízes, apreciava os costumes culinários de sua terra, observava os comportamentos sociais de seu povo e era porta-voz do nordestino. Responsável pela origem do Forró, ritmo que possibilitou o contato do Brasil com os hábitos e costumes do sertão, ajudou em sua inserção no circuito musical brasileiro (DREYFUS, 1996). O gosto pela comida e sua valorização pontuaram sua vida e sua obra; os pratos da culinária popular nordestina encontram-se presentes em suas composições e/ou nas letras que interpretou. Camargo (2004) tem destaque como o principal teórico da hospitalidade, dada sua ênfase ao acolhimento e à reciprocidade. Ele aborda a hospitalidade como conjunto de leis não inscritas: Conjunto de leis não escritas, que regulam o ritual social, cuja observância não se limita aos usos e costumes das sociedades ditas arcaicas ou primitivas (CAMARGO, 2004, p. 17). Já Cruz (2002), considera a hospitalidade um fenômeno sociocultural que, segundo a sua natureza, pode ser também entendida como o ato de receber o indivíduo por questões próprias, sem interesse de reciprocidade, ou ainda como uma atividade profissional em que se oculta o interesse nesse acolhimento: A hospitalidade é um fenômeno, que não se restringe à oferta, ao visitante, de abrigo e alimento, mas sim ao ato de acolher (CRUZ, 2002, p. 38). Destaca-se a questão essencial do acolhimento nas práticas de hospitalidade, essencial para abordagens da questão migratória nordestina, e importante aspecto biográfico de Gonzaga e dos compositores das músicas por ele cantadas. A abordagem da comensalidade apoia-se em Boutaud (2011) que pontua a importância do alimento nesse contexto. O autor afirma que a prática do comer juntos reveste-se de significado ritual, produzindo satisfação ao se compartilhar a refeição. Na presente dissertação, enfatiza-se a comesalidade e a alimentação nordestina nos lugares de manifestações culturais como festividades, colheitas, religiosidades, feiras livres, entre outros. Segundo Bueno (2006), as festas são espaços privilegiados, que fortalecem as relações socioculturais, onde se destacam os valores regionais e nacionais de um povo. As festas populares ocupam um lugar privilegiado na cultura brasileira. Seu forte apelo aos sentidos atrai e envolve tanto a 15

16 comunidade quanto os visitantes e admiradores. Nas festas, por todo o Brasil, o jogo de cores, os ritmos, as toadas, os bailados e as comidas se multiplicam e encantam os que dela participam, criando um envolvimento que, de certa forma, dilui barreiras e fronteiras entre sagrado e profano, rico e pobre, brancos e mulatos (BUENO, 2006, p. 3). Já os lugares de hospitalidade abordados na dissertação, onde ocorre a manifestação da comensalidade, é abordado por Baptista (2008), que explica o lugar como aquele aberto aos outros, disposto a receber e acolher. Nesse lugar, regras são adotadas e marcam a recepção e o acolhimento, segundo o autor. Os lugares de hospitalidade são lugares de urbanidade, de cortesia cívica, de responsabilidade e de bondade. São lugares nossos que convidam à entrada do outro numa oferta de acolhimento, refúgio, alimento, ajuda ou conforto. [...]. O local de residência, a paisagem envolvente, as cores, os sons e os cheiros da rua ou do bairro, as narrativas da nossa gente, as tradições e os hábitos da nossa comunidade, funcionam como nutrientes preciosos do caldo de humanidade que fecunda a singularidade subjectiva e faz a identidade dos lugares (BAPTISTA, 2008, p. 2). Apoiado na fundamentação da hospitalidade desenvolvida por Baptista (2008), por Camargo (2004), por Bueno (2006) e por Cruz (2002) e de comensalidade por Boutaud (2011), aporta-se a compreensão da comensalidade como uma dimensão da hospitalidade. Cabe destacar a importância dos lugares onde se desenvolvem as práticas de hospitalidade, especialmente aqueles associados à festa, à religiosidade, ao comércio popular, especialmente feiras e mercados. Ao que se refere à letra de música como fonte para o estudo da hospitalidade destaca-se o estudo pioneiro de Santos (2006) com o tema São Paulo dá Samba, que teve por objetivo analisar como a hospitalidade era percebida no processo de urbanização da cidade de São Paulo a partir letras das músicas do cantor e compositor Adoniram Barbosa, relativas ao período 1930 a Fundamentado na análise de conteúdo (BAUER, 2002), foram selecionadas 47 letras cantadas ou compostas por Gonzaga, em um universo de mais de setecentas canções. Procurou-se destacar músicas que possuem aderência à proposta de trabalho, selecionando canções que abordam a comensalidade e a migração nordestina. A comensalidade é tratada também como um fator social, visto que a organização da alimentação na vida cotidiana não se restringe aos aspectos biológico e 16

17 ecológico. O tema também pode ser abordado como parte do simbólico e do normativo, associando-se ao aspecto cultural, auxiliando o estabelecimento de laços sociais e familiares (BOUTAUD, 2011). Ao abordar a sociabilidade, essa interação que se estabelece entre os indivíduos no meio social, ressalta-se a importância das trocas para a unidade do grupo, a existência de normas e da etiqueta que, além de interferir na sociabilidade, também o acarretam na hospitalidade e na comensalidade. Ainda segundo Boutaud (2011) a comensalidade é uma das formas mais conhecidas de hospitalidade. Presente em todas as culturas, seu foco principal e seu fundamento, é o ato da alimentação, que contempla além do ato de comer junto os alimentos que lhe são associados, comporta também a colheita e a sua preparação. A família nordestina constitui temática recorrente nas músicas cantadas por Luiz Gonzaga, sempre associada ao trabalho nas roças, à participação nas feiras livres onde vendem a colheita e compram mantimentos, às refeições no dia a dia ou nas festividades, ao mutirão para a construção de uma casa de barro e de taipa, entre outros. Para Camargo (2004) a hospitalidade entre familiares ou entre amigos é, sobretudo, festiva e constitui fator de promoção da solidariedade mútua, de vínculos e da partilha da comida. A alimentação nordestina faz-se presente na sociabilidade. Muitos itens que compõem a mesa nordestina podem ser encontrados em lugares como as feiras de rua, popularizadas nas letras de Gonzaga, por exemplo, na Feira de Caruaru. É possível perceber algumas peculiaridades dessa alimentação: as influências portuguesa, indígena e africana nessa cozinha, a simplicidade de seus pratos, um padrão específico de etiqueta, ou a forte personalidade do sertanejo - a ponto de recusar a influência de hábitos alimentares de regiões próximas. A fundamentação da alimentação nordestina encontra-se nas obras de Luiz Câmara Cascudo (2004), Gilberto Freyre (2002; 2009) e em Raul Lody (2005, 2007, 2008, 2010), cujos livros abordam a alimentação no Brasil e no Nordeste. Foi realizada uma pesquisa exploratória 4 no estado de Pernambuco, mais especificamente nas cidades de Recife, Caruaru e Bezerros, com o objetivo de conhecer dois museus sobre a vida e obra de Luiz Gonzaga: o Museu Fonográfico de Luiz Gonzaga e o Museu do Forró; bem como o de conhecer a alimentação disponível nos bares e restaurantes das cidades visitadas. 4 A viagem foi realizada em Março de

18 O Museu Fonográfico de Luiz Gonzaga, situado na cidade de Recife, contempla em seu acervo todos os discos: 78 RPM e LP gravados por Gonzaga e as respectivas capas. As capas comportam imagens do Nordeste, como paisagens rurais, lugares de alimentação, a vida do sertanejo e do retirante, entre outras representações importantes da trajetória de Luiz Gonzaga; parte delas encontra-se inserida na dissertação. O Museu do Forró, localizado em Caruaru, guarda um acervo original de fotografias, documentos, instrumentos musicais, roupas e mobiliário pessoal. Gonzaga foi também um retirante que saiu da sua terra natal, em busca de melhores condições de vida, migrando para o Sudeste do Brasil. Para analisar a migração nordestina foi utilizada a dissertação da Sandra Maria Andrade Nunes (2006), O Nordestino no comércio e no turismo da cidade de São Paulo, que retrata a migração do nordestino para tal cidade. Com o mesmo propósito, os livros Os Sampauleiros (ESTRELA, 2003), que trata as causas e motivos da migração nordestina, o processo de migração e a chegada a São Paulo, e Um Nordeste em São Paulo, de Paulo Fontes (2008), que discorre sobre a vida e o dia de um nordestino retirante em São Paulo foram utilizados como fontes de investigação e elucidação. A presente dissertação se divide em três capítulos. O primeiro descreve a metodologia da pesquisa, de abordagem qualitativa, apoiada na análise de conteúdo, e que fundamenta a seleção e análise das composições cantadas por Gonzaga. As letras apresentam manifestações socioculturais do Nordeste, tratam da alimentação sertaneja, da comensalidade e comportam ou representam manifestações de hospitalidade. O segundo capítulo centra-se na vida e obra de Luiz Gonzaga, tanto sua vida pessoal quanto profissional, para entender suas influências e marcas deixadas pelo artista. Aborda também a migração nordestina para região Sudeste do Brasil, detalhando as causas e os motivos da migração, a viagem do retirante nordestino, as dificuldades enfrentadas para adaptar-se nas grandes capitais onde desembarcaram. Neste capítulo, são analisadas 13 letras de músicas que abordam a temática da migração, que expressam a tristeza e a angústia do nordestino retirante ao deixar a sua terra natal, procurando melhores condições de vida para si e para sua família. O terceiro e último capítulo deste estudo concentra-se na análise de 34 letras com questões relacionadas à hospitalidade. Destacam a vida em família, os momentos de religiosidade e contemplam representações da cultura do Nordeste por meio de músicas como, por exemplo, Gibão de Couro (1958), Morte do Vaqueiro (1963) e Frei Damião (1974). O capítulo se centra também na análise das canções que 18

19 contemplam aspectos associados à comensalidade, à vida familiar na roça, ao cultivo e à produção de alimentos, aos processos culinários na preparação de pratos típicos da região; nesse sentido, ressaltam-se as músicas Frutos da terra (1982), Feijão com covê (1946) e Baião de Dois (1977). 19

20 CAPÍTULO 1 HOSPITALIDADE E ALIMENTAÇÃO 1.1 Construção metodológica A alimentação, a(s) cultura(s) nordestina(s) e a migração são temáticas recorrentes nas letras das músicas cantadas por Luiz Gonzaga ao longo de sua carreira. A análise dessas composições proposta neste estudo evidencia tais temáticas fundamentada no aporte teórico da hospitalidade. Gonzaga cantou o sertão nordestino, deu destaque à religião e às crenças populares ali presentes, problematizou valores sociais, descreveu as feiras, mercados, bares e a alimentação cotidiana. Sua música também se ocupou de pessoas comuns, tais como repentistas, cronistas, vaqueiros, cangaceiros e as mulheres guerreiras do sertão, bem como de algumas personalidades da região, como seu ídolo Virgulino Ferreira, vulgo Lampião. Ao longo de sua trajetória Gonzaga gravou 248 músicas em 78 RPM, 38 músicas em 45 simples, 72 músicas em 45 duplos, 696 músicas em LPs 12 polegadas e 16 LPs de 10 polegadas, totalizando músicas sem regravação (OLIVEIRA, 1991). Tais gravações foram realizadas em três gravadoras: a RCA, onde gravou a maioria de seus sucessos, a Odeon e a Copacabana. É autor de 53 composições; interpretou sozinho 329 músicas e 243 com parceiros. O procedimento metodológico pautou-se primeiramente em uma observação do conjunto de composições cantadas por Luiz Gonzaga e se seguiu de uma seleção das letras que se relacionam à alimentação, à(s) cultura(s) nordestina e à sua biografia. As letras foram analisadas por trechos, e foram identificadas em cada estrofe ou verso as manifestações socioculturais relativas ao Nordeste. O corpus é uma seleção de materiais, determinada de antemão pela analista, com (inevitável) arbitrariedade, e com a qual ele irá trabalhar (Barthes, 1967, p.96). Barthes, ao analisar textos, imagens música e outros materiais como significantes da vida social, estende a noção de corpus de um texto para qualquer outro material. Em seu opúsculo sobre os princípios da semiótica ele reduz as considerações sobre seleção a poucas páginas. A seleção parece menos importante que a análise, mas não pode ser separada dela (BAUER, 2002, p. 44). O corpus documental da presente dissertação, portanto, é constituído por 47 letras, cujas temáticas principais relacionam-se à biografia do cantor, nesse caso, a 20

21 questão migratória e à comensalidade nordestina. A eleição dessas temáticas fundamenta-se no aporte teórico da hospitalidade, o que será explicitado adiante, pois, como salienta Bauer (2002), relatar o processo da seleção dos documentos é tão importante quanto a sua análise. As letras das músicas selecionadas foram retiradas de um site especializado sobre a vida e a música de Luiz Gonzaga, do pesquisador Paulo Vanderley 5. [...] a pesquisa qualitativa pode ser considerada como sendo uma estratégia de pesquisa independente, sem qualquer conexão funcional com o levantamento ou com outra pesquisa quantitativa independente. A pesquisa qualitativa é vista como um empreendimento autônomo de pesquisa, no contexto de um programa de pesquisa com uma série de diferentes projetos [...]. (BAUER, 2002, p. 27). De abordagem qualitativa, a metodologia adotada apoia-se na análise de conteúdo. Segundo Bauer (2002) a análise de conteúdo embasa a interpretação do texto tanto qualitativa quanto quantitativa e espera compreender o pensamento do sujeito através da escrita do seu texto. O autor sugere que todas as análises sejam categorizadas, para que se faça necessária a criação de categorias que levem em consideração o objeto de pesquisa. [...] a qualidade de uma análise de conteúdo depende de suas categorias. A categorização gera classes que reúnem um grupo de elementos da unidade de registro. As classes são batizadas a partir da correspondência entre a significação, a lógica do senso comum e a orientação teórica do pesquisador. [...] ainda indica a possibilidade de uma categorização com categorias priori, sugeridas pelo referencial teórico e com categorias a posteriori, elaboradas após a análise do material (OLIVEIRA, ENS, ANDRADE, 2003, p. 10). A seleção das letras foi, dessa forma, amparada na pesquisa bibliográfica sobre hospitalidade, comensalidade e migração como já dito anteriormente. A análise das letras pautou-se no aspecto biográfico do cantor. Pelo fato de Gonzaga ser um migrante, várias músicas abordam essa temática: cantam a vida de seu povo, o que faziam, o que comiam, o que festejavam e por que sofriam. Previamente à análise das canções foram estabelecidas duas categorias, construídas a partir do aporte teórico reunido na dissertação: migração e comensalidade. A categoria migração comporta a tristeza e a angústia do nordestino retirante ao deixar a sua terra natal à procura de melhores condições de vida para si e para sua família. Compreendida como dimensão da hospitalidade, a categoria comensalidade contempla o ato de comer junto, 5 O site de Paulo Vanderley é considerado o maior museu virtual sobre Luiz Gonzaga no Brasil. 21

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