O Vereador ODON OLIVEIRA DE SOUZA JÚNIOR apresenta nos termos regimentais e legais, Projeto de Lei de teor abaixo:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Vereador ODON OLIVEIRA DE SOUZA JÚNIOR apresenta nos termos regimentais e legais, Projeto de Lei de teor abaixo:"

Transcrição

1 O Vereador ODON OLIVEIRA DE SOUZA JÚNIOR apresenta nos termos regimentais e legais, Projeto de Lei de teor abaixo: PROJETO DE LEI Nº /2015, em 05 de Maio de Dispõe sobre o Procedimento de Notificação Compulsória de Violência Contra a Mulher atendida em serviços de urgência e emergência públicos e privados, bem como na rede básica de atendimento, no Município de Currais Novos, e dá outras providências. A Prefeitura Municipal de Currais Novos, Estado do Rio Grande do Norte, no uso de suas atribuições legais e, ainda, atendendo iniciativa preliminar do Poder Legislativo Municipal, Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e EU SANCIONO a seguinte Lei: Art. 1º - Fica criado o Procedimento de Notificação Compulsória de Violência Contra a Mulher atendida em Serviços de Urgência e Emergência, bem como na Rede Básica de atendimento, e o Sistema de Monitoramento da Violência contra a Mulher, no âmbito do Município de Currais Novos. Art. 2º - Os serviços de saúde, públicos e privados, que prestam atendimento de urgência e emergência, bem como a rede básica de atendimento, no âmbito do Município, serão obrigados a notificar em formulário oficial, todos os casos atendidos e diagnosticados de violência contra a mulher, tipificados como violência física, sexual ou doméstica. 1º - O formulário de notificação será elaborado pela Secretaria de Saúde do Município e aprovado pelo Conselho Municipal de Saúde. 2º - O preenchimento da Notificação Compulsória da Violência contra a Mulher será feito pelo(a) profissional de saúde que realizou o atendimento. 3º - Caso no formulário de primeiro atendimento o "Motivo de Atendimento" não seja violência e não tendo sido feito o diagnóstico de violência, qualquer profissional de saúde que detecte que a mulher atendida sofreu violência, deverá comunicar o fato ao profissional responsável pela condução do caso, solicitar a correção do "Motivo de Atendimento" no prontuário e o preenchimento da Notificação Compulsória da Violência contra a Mulher. Art. 3º - Para efeito desta Lei, considera-se:

2 I Violência física, a agressão física sofrida fora do âmbito doméstico; II violência sexual, o estupro ou abuso sexual, em âmbito doméstico ou público; III violência doméstica, a agressão praticada por pessoa da mesma família contra outra ou por pessoas que habitam o mesmo teto, ainda que não exista relação de parentesco. Art. 4º - Os dados de preenchimento obrigatório e que devem constar do formulário de Notificação Compulsória da Violência contra a Mulher são: I Dados de identificação pessoal, com Nome, Idade, Cor, Profissão, número de algum documento de identificação civil e endereço; II motivo de atendimento; III descrição detalhada dos sintomas e das lesões; IV diagnóstico; V conduta, incluindo tratamento ministrado e encaminhamento realizados. Parágrafo Único A Notificação Compulsória da Violência contra a Mulher deverá ser preenchida em duas vias, ficando uma em Arquivo Especial da Violência Contra a Mulher da instituição de saúde que prestou o atendimento e a outra será entregue à mulher por ocasião da alta. Art. 5º - A instituição de saúde deverá encaminhar bimestralmente, em um prazo de até 08 (oito) dias úteis após o fim do bimestre, ao Serviço de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde, boletim contendo os dados. I O número de casos atendidos de violência contra a mulher; II O tipo de violência verificada, relacionada a cada caso. Parágrafo Único Serão excluídos dos dados o nome da pessoa atendida ou qualquer outro dado que possibilite sua identificação. Os demais dados da Notificação Compulsória da Violência contra a Mulher deverão constar do boletim, inclusive o bairro onde a vítima reside. Art. 6º - A disponibilização de dados do Arquivo Especial da Violência Contra a Mulher, de cada serviço de saúde e o da Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde, deverão obedecer rigorosamente à confidencialidade dos dados, visando garantir a privacidade das mulheres, somente sendo disponibilizados para: I A pessoa que sofreu violência, ou seu representante legal, devidamente identificado, mediante solicitação pessoal por escrito;

3 II autoridades policiais e judiciárias, mediante solicitação oficial; III pesquisadores(as) que pretendem realizar investigações cujo Protocolo de Pesquisa esteja devidamente autorizado por um Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), conforme o disposto nas Normas de Ética em Pesquisa vigentes no Brasil, mediante solicitação, por escrito, de acesso aos dados e um documento no qual conste que sob nenhuma hipótese serão divulgados dados que permitam a identificação da pessoa violentada. Art. 7º - O Serviço de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde divulgará semestralmente as estatísticas relativas ao semestre anterior. Art. 8º - O não cumprimento do disposto na presente Lei, pelos serviços de saúde, implica em sanções de caráter administrativo aos responsáveis pelo serviço público e pecuniário às unidades de saúde privadas, conforme regulamentação a ser expedida pelo Executivo Municipal. Art. 9º - Fica a Secretaria Municipal de Saúde autorizada a criar o Sistema de Monitoramento da Violência Contra a Mulher, objetivando acompanhar a implantação, a implementação e avaliação das normas contidas na presente Lei, bem como sugerir procedimentos de combate à violência contra a mulher. Parágrafo Único A composição e normas de funcionamento do Sistema de Monitoramento de que trata o caput será precedido de aprovação pelo Conselho Municipal de Saúde. Art. 10º Para aplicação efetiva e eficaz dos dispositivos contidos na presente Lei, a Secretaria Municipal de Saúde fica autorizada a promover capacitação e treinamento para os profissionais de saúde, em todos os níveis, para acolher e assistir às mulheres vítimas da violência de forma humanizada e ética. Art. 11º A presente Lei será regulamentada pelo Executivo, no prazo de 90 (noventa) dias. Art. 12º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário., Palácio Vereador Humberto Gama, em 05 de Maio de Odon Oliveira de Souza Júnior Autor do Projeto

4 JUSTIFICATIVA A violência contra a mulher a partir da última década passou a ser reconhecida como um problema de saúde pública por acarretar inúmeros agravos à saúde, incluindo mortes por homicídios, suicídios ou a grande presença de ações suicidas, além de doenças sexualmente transmissíveis, doenças cardiovasculares e dores crônicas. Na prevenção, a violência é fator impeditivo do planejamento familiar, da proteção ao HIV/Aids e da prevenção a riscos obstétricos, perdas fetais e baixo peso ao nascer. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) violência pode ser definida como o uso intencional da força física ou do poder, real ou em ameaça, contra si próprio, contra outra pessoa, ou contra um grupo ou uma comunidade, que resulte ou tenha possibilidade de resultar em lesão, morte, dano psicológico, deficiência de desenvolvimento ou privação, sendo parte da Classificação Internacional de Doenças CID, sob a denominação causas externas. É importante salientar o papel do profissional de saúde, pois a mulher fragilizada demais para buscar outros tipos de proteção, acaba procurando os serviços de saúde para o atendimento, [3]mesmo que por motivos não relacionados diretamente à violência sofrida, porém mostrando sinais desta. Nos serviços de saúde a mulher que sofre violência necessita de acolhimento e compreensão por parte dos profissionais de saúde, porém o que encontra muitas vezes é desconhecimento e até preconceito por parte destes profissionais, o que configura muitas vezes uma outra agressão. O profissional de saúde deve estar apto a ouvir, ver e acolher o sofrimento das vítimas, olhando além dos sintomas alegados pela paciente. É importante promover a atenção integral, compreendendo a criação de um processo de monitoramento que avalie regularmente o acesso e a qualidade do cuidado prestado nas instituições de saúde, visando identificar e prevenir a violência institucional, do próprio sistema de saúde e seus profissionais, assim como detectar o desenvolvimento rotineiro de cursos de capacitação dos profissionais de saúde para o atendimento das mulheres que sofrem violência, promovendo assim uma ação afirmativa em saúde. A identificação e a notificação de uma violência constituem um caminho de proteção à vitima, que se sente mais acolhida e pronta para expor seu sofrimento. Concomitante a isso, o conhecimento dos instrumentos necessários para o atendimento das vítimas de violência contra mulher propicia ao profissional de saúde segurança e habilidade na condução dos casos, possibilitando melhorias na rede de atendimento e na saúde pública como um todo. A notificação compulsória é, na realidade, um registro sistemático e organizado feito em formulário próprio, utilizado em casos de conhecimento, suspeita ou comprovação de violência contra a mulher. Não é necessário conhecer o agressor, mas é obrigatório o preenchimento deste documento por parte do profissional de saúde.

5 A notificação compulsória deve ser tratada com sigilo, não sendo divulgada a identidade da vítima. Os profissionais de saúde estão proibidos de divulgar estas informações, de acordo com o artigo 3º, sendo que a identificação da vitima só será possível em casos excepcionais, de risco a vitima ou a comunidade, com permissão da autoridade sanitária e com conhecimento prévio da vítima. Diante dessa exposição, estamos apresentando o Projeto de Lei com o objetivo de notificar os casos de violência contra a mulher na rede de saúde do município e buscar a partir das informações colhidas, uma atuação do poder público para diminuir os casos de violência contra a mulher., Palácio Vereador Humberto Gama, em 05 de Maio de Odon Oliveira de Souza Júnior Autor do Projeto

MACEIO CASA DE MÁRIO GUIMARÃES E DE TODOS OS MACEIOENSES

MACEIO CASA DE MÁRIO GUIMARÃES E DE TODOS OS MACEIOENSES PROJETO DE LEI N 6.400 Autor: Ver. Fátima Santiago CÂMARA MUNICIPAL DE, E DE TODOS OS ENSES Maceió, 24 de outubro de 2014 "Cria procedimento de Notificação de Violência contra a Mulher" O PRESIDENTE DA

Leia mais

LEI Nº 1.087, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2013.

LEI Nº 1.087, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2013. PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO ALEGRE MG Praça Nestor Daniel de Carvalho, 129 Centro São José do Alegre MG CEP: 37.510-000 Tel/Fax: (35) 3645-1222 CNPJ: 18.025.999/0001-99 LEI Nº 1.087, DE 10 DE DEZEMBRO

Leia mais

ESTADO DO PIAUÍ CÂMARA MUNICIPAL DE TERESINA GABINETE DA VEREADORA ROSÁRIO BEZERRA PT

ESTADO DO PIAUÍ CÂMARA MUNICIPAL DE TERESINA GABINETE DA VEREADORA ROSÁRIO BEZERRA PT PROJETO DE LEI Nº DE 16 DE MARÇO DE 2010 Proíbe o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco, e dá outras providências. O PREFEITO

Leia mais

ESTADO DE SERGIPE PODER EXECUTIVO Governo do Município de Tobias Barreto

ESTADO DE SERGIPE PODER EXECUTIVO Governo do Município de Tobias Barreto Poder Executivo Lei Ordinária Sancionada em 27/03/2008 Marly do Carmo Barreto Campos Prefeita Municipal LEI ORDINÁRIA nº 0849/2008 DE 27 de março de 2008 (do PLO 003/2008 autor: Poder Executivo) Institui

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL MONITORIA

REGULAMENTO INSTITUCIONAL MONITORIA UNIÃO DAS INSTITUIÇÕES DE SERVIÇOS, ENSINO E PESQUISA LTDA. REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE MONITORIA São Paulo 2010 CAPÍTULO l DOS OBJETIVOS Artigo 1º - As presentes normas têm por objetivo organizar e disciplinar

Leia mais

APRESENTAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 86, DE 21 DE JULHO DE 2011

APRESENTAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 86, DE 21 DE JULHO DE 2011 APRESENTAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 86, DE 21 DE JULHO DE 2011 Dispõe sobre a utilização do Selo da Lei de Incentivo ao Esporte, das Logomarcas do Ministério do Esporte, do Governo Federal e

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 118/2004-CEPE/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 118/2004-CEPE/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 118/2004-CEPE/UNICENTRO Aprova o Regulamento de Estágio Supervisionado de Graduação do Curso de Administração da UNICENTRO. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE, UNICENTRO: Faço

Leia mais

RESOLUÇÃO CEPE N. 0146/2007 Regulamenta procedimentos acadêmicos e administrativos para os Cursos de Graduação da Universidade Estadual de Londrina. RESOLUÇÃO CEPE Nº XXX/2011 Regulamenta procedimentos

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº., DE DE DE 2013.

PROJETO DE LEI Nº., DE DE DE 2013. PROJETO DE LEI Nº., DE DE DE 2013. Dispõe sobre a celebração de convênio entre o Estado de Goiás e associações, visando à implantação de sistema de videomonitoramento e segurança, para vigilância permanente

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1 CAPÍTULO I Da Definição e Finalidades. Artigo 1 - O Estágio Supervisionado constitui-se no desenvolvimento, pelo aluno, de atividades práticas, exercidas mediante

Leia mais

AGÊNCIA REGULADORA DE ÁGUAS ENERGIA E SANEAMENTO BÁSICO DO DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº. 07, DE 21 DE FEVEREIRO DE 2011.

AGÊNCIA REGULADORA DE ÁGUAS ENERGIA E SANEAMENTO BÁSICO DO DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº. 07, DE 21 DE FEVEREIRO DE 2011. AGÊNCIA REGULADORA DE ÁGUAS ENERGIA E SANEAMENTO BÁSICO DO DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº. 07, DE 21 DE FEVEREIRO DE 2011. Aprova o Regulamento do Estágio de Estudantes junto à Agência Reguladora de Águas,

Leia mais

SANDRA TEREZINHA SEBBEN, Prefeita Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul.

SANDRA TEREZINHA SEBBEN, Prefeita Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul. SANDRA TEREZINHA SEBBEN, Prefeita Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul. Faço saber que o Legislativo aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei: LEI MUNICIPAL N 1035.09,

Leia mais

Faculdade de Educação e Meio Ambiente FAEMA Instituto Superior de Educação ISE

Faculdade de Educação e Meio Ambiente FAEMA Instituto Superior de Educação ISE REGIMENTO INTERNO DA CLINICA-ESCOLA DE PSICOLOGIA DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO E MEIO AMBIENTE - Capítulo I Caracterização do Serviço Clínica-Escola de Psicologia Art. 1º - O SEPsi - Serviço Escola de Psicologia

Leia mais

V - Anexo V - solicitação de cancelamento ou atualização de habilitação.

V - Anexo V - solicitação de cancelamento ou atualização de habilitação. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 22, DE 20 DE JUNHO DE 2013 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições

Leia mais

Estado do Ceará CÂMARA MUNICIPAL DE MORRINHOS

Estado do Ceará CÂMARA MUNICIPAL DE MORRINHOS PROJETO DE LEI LEGISLATIVO Nº 06/2014 DE FEVEREIRO DE 2014. EMENTA: Dispõe sobre a criação do Programa de Incentivo ao Planejamento Familiar e a Saúde da Mulher, e fixa outras providências." 1 A Vereadora

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL EDITAL DO TESTE PÚBLICO DE SEGURANÇA

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL EDITAL DO TESTE PÚBLICO DE SEGURANÇA TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL EDITAL DO TESTE PÚBLICO DE SEGURANÇA A Comissão Reguladora comunica aos interessados que, conforme estabelecido na Resolução TSE nº 23.444, de 30 de abril de 2015, será realizado

Leia mais

INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL NORMAS COMPLEMENTARES DE ESTÁGIO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL

INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL NORMAS COMPLEMENTARES DE ESTÁGIO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL NORMAS COMPLEMENTARES DE ESTÁGIO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL Art. 1 o O Estágio regulamentado pela Lei N o 11.788, de

Leia mais

CRIA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - CIPA, NO ÂMBITO DO SERVIÇO AUTÔNOMO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTO - SAMAE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

CRIA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - CIPA, NO ÂMBITO DO SERVIÇO AUTÔNOMO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTO - SAMAE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 3155, DE 04 DE NOVEMBRO DE 2009. CRIA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - CIPA, NO ÂMBITO DO SERVIÇO AUTÔNOMO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTO - SAMAE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito do

Leia mais

ESTADO DE GOIÁS FLORES DE GOIÁS-GO. CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Lei Municipal n.º 08 de 16 de Setembro de 2003

ESTADO DE GOIÁS FLORES DE GOIÁS-GO. CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Lei Municipal n.º 08 de 16 de Setembro de 2003 EDITAL PARA ELEIÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO TUTELAR DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE 2016-2020 O DE, no uso de suas atribuições legais, torna público o presente Edital, que, nos termos da Lei

Leia mais

RESOLUÇÃO nº 188, de 03 de novembro de 2015.

RESOLUÇÃO nº 188, de 03 de novembro de 2015. RESOLUÇÃO nº 188, de 03 de novembro de 2015. O Conselho Universitário CONSUNI, no uso de suas atribuições e em conformidade com Parecer nº 037, de 29 de outubro de 2015, R E S O L V E: Art. 1º Aprovar

Leia mais

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente Regulamento tem por finalidade estabelecer as normas relativas à elaboração, acompanhamento,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/ProEn/ProPPEC/2005

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/ProEn/ProPPEC/2005 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002/ProEn/ProPPEC/2005 REGULAMENTA A REALIZAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA, EXTENSÃO, TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO, DISSERTAÇÕES E TESES DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS COM SERES HUMANOS.

Leia mais

O CONSELHO DEL MERCADO COMUM DECIDE:

O CONSELHO DEL MERCADO COMUM DECIDE: MERCOSUUCMC/DEC N 37/04 PROJETOS DE ACORDOS CONTRA O TRÁFICO ILíCITO DE MIGRANTES ENTRE OS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL E A REPÚBLICA DA BOLíVIA E A REPÚBLICA DO CHILE TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção,

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS ESPECÍFICOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA DA FACULDADE FASIPE

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS ESPECÍFICOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA DA FACULDADE FASIPE REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS ESPECÍFICOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA DA FACULDADE FASIPE CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1.º O presente Regulamento dispõe sobre o Estágio Supervisionado

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA. Título I. Das Disposições Gerais. Capítulo I

REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA. Título I. Das Disposições Gerais. Capítulo I 1 REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA IMS/CAT/UFBA Título I Das Disposições Gerais Capítulo I Dos Objetivos e da Estruturação Geral do Serviço de Psicologia Art. 1º - O Serviço de Psicologia é parte

Leia mais

REGULAMENTO DE MONOGRAFIA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO

REGULAMENTO DE MONOGRAFIA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO REGULAMENTO DE MONOGRAFIA DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Institui o Regulamento de Monografia (Trabalho de Conclusão de Curso) do Curso de Direito da Celer Faculdades

Leia mais

Lei nº 8.111, de 08 de outubro de 2009.

Lei nº 8.111, de 08 de outubro de 2009. Lei nº 8.111, de 08 de outubro de 2009. Dispõe sobre a política municipal do idoso e dá outras providências A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI: CAPÍTULO I

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO CONJUNTA Nº 9-CEPE-CAD/UNICENTRO, DE 21 DE MAIO DE 2009. Aprova o Regulamento do Protocolo Geral da UNICENTRO. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE, UNICENTRO: Faço saber que o Conselho

Leia mais

BANCO DO BRASIL S.A. CESUP Licitações (SP) CREDENCIAMENTO 2011/0262 (7421) SL CREDENCIAMENTO Nº 2011/0262 (7421) SL

BANCO DO BRASIL S.A. CESUP Licitações (SP) CREDENCIAMENTO 2011/0262 (7421) SL CREDENCIAMENTO Nº 2011/0262 (7421) SL CREDENCIAMENTO Nº 2011/0262 (7421) SL OBJETO: Credenciamento de pessoa jurídica, inclusive empresa individual devidamente registrada no CREA ou CAU, cujo objeto social contemple atividades técnicas de

Leia mais

Portaria GM/MS n.º 263, de 5 de fevereiro de 2002.

Portaria GM/MS n.º 263, de 5 de fevereiro de 2002. Portaria GM/MS n.º 263, de 5 de fevereiro de 2002. O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições, considerando: a magnitude e a transcendência das hepatites virais, as quais configuram um grave

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA Regimento Interno do Núcleo de Prática Jurídica do Curso de Direito da Faculdade do Norte Pioneiro CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º O Núcleo de Prática

Leia mais

Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio FAN - CEUNSP SALTO. Campus V

Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio FAN - CEUNSP SALTO. Campus V Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio FAN - CEUNSP SALTO Campus V Regulamento Interno de Estágio Supervisionado e ou Trabalho Pedagógico Supervisionado FAN-CEUNSP-SALTO -Campus V O presente

Leia mais

REGIMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO

REGIMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO Res. CONSUN nº 49/03, 10/12/03 Art. 1 o O presente documento objetiva fornecer as orientações

Leia mais

PROJETO DE LEI 01-00453/2014 dos Vereadores Floriano Pesaro (PSDB), Andrea Matarazzo (PSDB), José Américo (PT) e Marta Costa (PSD)

PROJETO DE LEI 01-00453/2014 dos Vereadores Floriano Pesaro (PSDB), Andrea Matarazzo (PSDB), José Américo (PT) e Marta Costa (PSD) Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo PROJETO DE LEI 01-00453/2014 dos Vereadores Floriano Pesaro (PSDB), Andrea Matarazzo (PSDB), José Américo (PT) e Marta Costa (PSD) Autores

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR E DESENVOLVIMENTO FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR E DESENVOLVIMENTO FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENSINO SUPERIOR E DESENVOLVIMENTO FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DE CAMPINA GRANDE ESCOLA SUPERIOR DE AVIAÇÃO CIVIL COORDENAÇÃO DE TCC TRABALHO DE CONCLUSÃO

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA EM PSICOLOGIA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA EM PSICOLOGIA CLÍNICA ESCOLA PARA ATENDIMENTO PSICOLÓGICO (CEAP) CEAP O Núcleo de Prática em Psicologia - CEAP do Curso de Bacharelado em Psicologia da AJES Instituto Superior de Educação do Vale do Juruena, da entidade

Leia mais

RESOLUÇÃO CD 28/2009. O CONSELHO DEPARTAMENTAL DA FACULDADE TRÊS DE MAIO - SETREM, no uso de suas atribuições legais e regimentais, considerando:

RESOLUÇÃO CD 28/2009. O CONSELHO DEPARTAMENTAL DA FACULDADE TRÊS DE MAIO - SETREM, no uso de suas atribuições legais e regimentais, considerando: RESOLUÇÃO CD 28/2009 - DEFINE O REGIMENTO INTERNO DO SERVIÇO CLÍNICA-ESCOLA DE PSICOLOGIA DA FACULDADE TRÊS DE MAIO - SERCEPS, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O CONSELHO DEPARTAMENTAL DA FACULDADE TRÊS DE MAIO

Leia mais

Paulo Dinarte Tavares Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão RESOLUÇÃO Nº 12/2008

Paulo Dinarte Tavares Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão RESOLUÇÃO Nº 12/2008 RESOLUÇÃO Nº 12/2008 Regulamenta o Trabalho de Curso para conclusão do Curso de Direito. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da Faculdade Campo Real, no uso de suas atribuições e, CONSIDERANDO a

Leia mais

Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO

Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO Certificação Profissional FEBRABAN REGULAMENTO Janeiro de 2014 Versão 1.3 1. INTRODUÇÃO O presente Regulamento é fundamental para reger as operações-chave do programa de Certificação Profissional FEBRABAN.

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PORTO VELHO

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PORTO VELHO LEI COMPLEMENTAR Nº 451,DE 09 DE ABRIL DE 22. Dispõe sobre a reestruturação da Secretaria Municipal de Assistência Social - SEMAS e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PORTO VELHO, no uso

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR CONSELHO UNIVERSITÁRIO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR CONSELHO UNIVERSITÁRIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 006/2014 EMENTA: Aprova Normas da Política de

Leia mais

O QUE É A NR 35? E-Book

O QUE É A NR 35? E-Book Nós da DPS Consultoria e Assessoria em Segurança do Trabalho, queremos inicialmente manifestar nossa satisfação pelo seu interesse em nosso E-book. Nossa meta é proporcionar a você um material para auxiliar

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 001, DE 06 DE JANEIRO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 001, DE 06 DE JANEIRO DE 2014 RESOLUÇÃO Nº 001, DE 06 DE JANEIRO DE 2014 Dispõe sobre a certificação de conclusão do ensino médio e sobre a declaração parcial de proficiência, com base no Exame Nacional do Ensino Médio ENEM, a serem

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 51/2014

PROJETO DE LEI N.º 51/2014 PROJETO DE LEI N.º 51/2014 CRIA O ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO PROVISÓRIO PARA O FUNCIONAMENTO E A INSTALAÇÃO DE ATIVIDADES ECONÔMICAS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS Rui Valdir Otto Brizolara, Prefeito Municipal

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE XINGUARA, Estado do Pará, faz saber que a câmara Municipal aprovou e ele sanciona a seguinte lei.

O PREFEITO MUNICIPAL DE XINGUARA, Estado do Pará, faz saber que a câmara Municipal aprovou e ele sanciona a seguinte lei. DO DO PARÁ LEI Nº 877/13 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2013. Institui a Política Municipal de Saneamento Básico, e o Plano de Saneamento Básico (PMSB) do Município de Xinguara-Pa e dá outras providências. O PREFEITO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 018/TCE-RO-2006

INSTRUÇÃO NORMATIVA N 018/TCE-RO-2006 INSTRUÇÃO NORMATIVA N 018/TCE-RO-2006 Disciplina a elaboração, guarda e remessa ao Tribunal de Contas do Estado de dados e informações, por meio eletrônico e documental, com vistas ao controle da gestão

Leia mais

FAMAR FUNDAÇÃO DE APOIO A FACULDADE DE MEDICINA DE MARÍLIA

FAMAR FUNDAÇÃO DE APOIO A FACULDADE DE MEDICINA DE MARÍLIA EDITAL DE ABERTURA DE PROCESSO SELETIVO Nº 004/2014 TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO De acordo com o disposto no Regulamento de Processo Seletivo, devidamente registrado no 1º OFICIAL DE REGISTRO CIVIL

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 05/2014 RESOLVE

RESOLUÇÃO Nº 05/2014 RESOLVE RESOLUÇÃO Nº 05/2014 Aprova o Regimento dos Cursos de Pós- Graduação da Faculdade Palotina O DIRETOR GERAL da Faculdade Palotina, no uso de suas atribuições legais e regimentais e com a aprovação do Processo

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA FACULDADE BRASILEIRA - MULTIVIX

MANUAL DE PROCEDIMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA FACULDADE BRASILEIRA - MULTIVIX MANUAL DE PROCEDIMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DA FACULDADE BRASILEIRA - MULTIVIX VITÓRIA 2013 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 INTRODUÇÃO... 3 3 OBJETIVOS... 4 2.1 OBJETIVO GERAL... 4 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS...

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO E PRÁTICA PROFISSIONAL DA ÁREA DE NEGÓCIOS: CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS

REGULAMENTO DE ESTÁGIO E PRÁTICA PROFISSIONAL DA ÁREA DE NEGÓCIOS: CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS REGULAMENTO DE ESTÁGIO E PRÁTICA PROFISSIONAL DA ÁREA DE NEGÓCIOS: CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS São Paulo 2015 1- APRESENTAÇÃO Este manual tem por finalidade orientar os alunos dos Cursos

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA PBPREV PARAÍBA PREVIDÊNCIA EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES DO 2º PROCESSO SELETIVO DO PROGRAMA DE ESTÁGIO DA PBPREV

GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA PBPREV PARAÍBA PREVIDÊNCIA EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES DO 2º PROCESSO SELETIVO DO PROGRAMA DE ESTÁGIO DA PBPREV GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA PBPREV PARAÍBA PREVIDÊNCIA EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES DO 2º PROCESSO SELETIVO DO PROGRAMA DE ESTÁGIO DA PBPREV O PRESIDENTE DA PBPREV PARAÍBA PREVIDÊNCIA, tendo em vista

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Artigo 1º - As Atividades Complementares constituem ações a serem desenvolvidas ao longo do curso, criando

Leia mais

E. Cartão de Estacionamento em Vagas de Deficientes Decreto

E. Cartão de Estacionamento em Vagas de Deficientes Decreto 1 E. Cartão de Estacionamento em Vagas de Deficientes Decreto Municipal nº 36.073, de 09 de maio de 1996, disciplinado pela Portaria DSV/SMT nº 14, de 02/04/2002. O Cartão DeFis-DSV é uma autorização especial

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 20/2007 Título I Casa da Cidadania Capítulo I Da Casa da Cidadania Título II Dos Programas Parlamentares Capítulo I Câmara Debate

RESOLUÇÃO Nº 20/2007 Título I Casa da Cidadania Capítulo I Da Casa da Cidadania Título II Dos Programas Parlamentares Capítulo I Câmara Debate RESOLUÇÃO Nº 20/2007 Dispõe sobre a criação, no âmbito da Câmara Municipal, da Casa da Cidadania, dos Programas Parlamentares, estabelece normas gerais de funcionamento, da Revista da Câmara Municipal

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 398, DE 2003

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 398, DE 2003 COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 398, DE 2003 Dispõe sobre a vedação de toda e qualquer forma de discriminação em relação aos portadores do vírus HIV e aos atingidos

Leia mais

UNIÃO DINÂMICA DE FACULDADES CATARATAS Centro Universitário Dinâmica das Cataratas

UNIÃO DINÂMICA DE FACULDADES CATARATAS Centro Universitário Dinâmica das Cataratas REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO CAPÍTULO I CARACTERIZAÇÃO E OBJETIVOS Art. 1º Art. 2º Art. 3º Art. 4º Estágio Supervisionado em Administração (ESA), é a disciplina

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PROVIMENTO N. 2/2014/CM

ESTADO DE MATO GROSSO PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PROVIMENTO N. 2/2014/CM PROVIMENTO N. 2/2014/CM Atualiza a política de gratificação por encargo de curso ministrado/desenvolvido pelos magistrados e servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso que atuarem como instrutores

Leia mais

EDITAL DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA EXERCÍCIO 2015.2

EDITAL DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA EXERCÍCIO 2015.2 EDITAL DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE MONITORIA EXERCÍCIO 2015.2 A Direção Geral da Faculdade de Ciências Humanas ESUDA abre inscrições para os professores desta instituição de ensino, interessados em participar

Leia mais

REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE SÃO LOURENÇO

REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE SÃO LOURENÇO REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE DE SÃO LOURENÇO SÃO LOURENÇO/2014 CAPÍTULO l DOS OBJETIVOS Artigo 1º - As presentes normas têm por objetivo organizar e disciplinar a monitoria,

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ- BREVES FACULDADE DE LETRAS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ- BREVES FACULDADE DE LETRAS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ- BREVES FACULDADE DE LETRAS REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS/PORTUGUÊS INTRODUÇÃO

Leia mais

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL. Texto atualizado apenas para consulta.

CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL. Texto atualizado apenas para consulta. 1 Texto atualizado apenas para consulta. LEI Nº 3.984, DE 28 DE MAIO DE 2007 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Cria o Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal Brasília

Leia mais

CAPÍTULO I - DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I - DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE ARTHUR THOMAS CAPÍTULO I - DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º. O presente Regulamento estabelece as políticas básicas

Leia mais

ANEXO REGULAMENTO INTERNO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE FISIOTERAPIA DA FACULDADE DE APUCARANA - FAP

ANEXO REGULAMENTO INTERNO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE FISIOTERAPIA DA FACULDADE DE APUCARANA - FAP ANEXO REGULAMENTO INTERNO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE FISIOTERAPIA DA FACULDADE DE APUCARANA - FAP RESOLUÇÃO Nº 03, DE 27 DE JULHO DE 2004. Baixa o Regulamento do Trabalho de Conclusão do Curso

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM nº 1.957/10

RESOLUÇÃO CFM nº 1.957/10 RESOLUÇÃO CFM nº 1.957/10 A Resolução CFM nº 1.358/92, após 18 anos de vigência, recebeu modificações relativas à reprodução assistida, o que gerou a presente resolução, que a substitui in totum. O CONSELHO

Leia mais

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES FAR

REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES FAR ` REGIMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES FAR Rio Verde, Goiás 2010/2 Regimento do Núcleo de Prática Jurídica da FACULDADE ALMEIDA RODRIGUES - FAR A Administração Geral da

Leia mais

Prefeitura Municipal de Campo Grande MS Secretaria Municipal de Saúde - SESAU PROGRAMA DE AUTOMONITORAMENTO GLICÊMICO

Prefeitura Municipal de Campo Grande MS Secretaria Municipal de Saúde - SESAU PROGRAMA DE AUTOMONITORAMENTO GLICÊMICO Prefeitura Municipal de Campo Grande MS Secretaria Municipal de Saúde - SESAU PROGRAMA DE AUTOMONITORAMENTO GLICÊMICO Protocolo de dispensação de insumos para pacientes com Diabetes Mellitus insulinodependentes

Leia mais

Contabilidade e Assessoria Empresarial Ltda. NOVAS OBRIGAÇÕES PARA O SETOR IMOBILIÁRIO

Contabilidade e Assessoria Empresarial Ltda. NOVAS OBRIGAÇÕES PARA O SETOR IMOBILIÁRIO NOVAS OBRIGAÇÕES PARA O SETOR IMOBILIÁRIO De acordo com a recente Resolução 14, de 23/10/06, do Conselho de Controle de Atividades Financeiras - COAF, a partir de 25/12/06, as pessoas jurídicas que exerçam

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA/FUNDAÇÃO UNITINS/GRE/N 007/2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA/FUNDAÇÃO UNITINS/GRE/N 007/2012. INSTRUÇÃO NORMATIVA/FUNDAÇÃO UNITINS/GRE/N 007/2012. Normatiza, no âmbito da Pró- Reitoria de Graduação, o Programa de Monitoria da Unitins e dá outras providências. O REITOR DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA 09. O diretor Geral das Faculdades SPEI, no uso de suas atribuições regimentais artigo 17 inciso XV, ouvido o Conselho Acadêmico,

INSTRUÇÃO NORMATIVA 09. O diretor Geral das Faculdades SPEI, no uso de suas atribuições regimentais artigo 17 inciso XV, ouvido o Conselho Acadêmico, INSTRUÇÃO NORMATIVA 09 O diretor Geral das Faculdades SPEI, no uso de suas atribuições regimentais artigo 17 inciso XV, ouvido o Conselho Acadêmico, RESOLVE: Instituir o Programa de Monitoria Acadêmica

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO INSTITUCIONAL DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPITULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Este Regulamento define as orientações básicas, comuns a todos os cursos da Faculdade Católica do Tocantins

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N 66, DE 12 DE MAIO DE 2005.

INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N 66, DE 12 DE MAIO DE 2005. INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N 66, DE 12 DE MAIO DE 2005. O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 24,

Leia mais

EDITAL - Nº 01/PCG-2015. CENTRO DE ATIVIDADES DANILO MATOS AREOSA Manaus/AM Idiomas

EDITAL - Nº 01/PCG-2015. CENTRO DE ATIVIDADES DANILO MATOS AREOSA Manaus/AM Idiomas PROGRAMA DE COMPROMETIMENTO E GRATUIDADE PCG SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO SESC/Amazonas EDITAL - Nº 01/PCG-2015 CENTRO DE ATIVIDADES DANILO MATOS AREOSA Manaus/AM Idiomas O Serviço Social do Comércio/SESC,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 004/2004 CONSEPE

RESOLUÇÃO Nº 004/2004 CONSEPE RESOLUÇÃO Nº 004/2004 CONSEPE Dispõe sobre a criação e o Regulamento do Comitê de Ética em Experimentação Animal, da UDESC CETEA/UDESC. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 8.672, DE 8 DE JULHO DE 2005

RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 8.672, DE 8 DE JULHO DE 2005 RIO GRANDE DO NORTE LEI Nº 8.672, DE 8 DE JULHO DE 2005 Dispõe sobre o controle da produção, comércio, uso, armazenamento, transporte interno e o destino final de embalagens e resíduos de agrotóxicos,

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ - UECE Centro de Ciências da Saúde - CCS Curso de Nutrição Coordenação de Estágio Curricular Obrigatório

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ - UECE Centro de Ciências da Saúde - CCS Curso de Nutrição Coordenação de Estágio Curricular Obrigatório UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ - UECE Centro de Ciências da Saúde - CCS Curso de Nutrição Coordenação de Estágio Curricular Obrigatório Manual de Estágio Curricular Obrigatório Área: Saúde Pública Fortaleza

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA Minuta Lei Municipalização Ensino Fundamental 2009 Estabelece critérios para a municipalização do Ensino Fundamental da rede pública do Estado e a movimentação de servidores e estabelece outras providências.

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO FACULDADE BATISTA DO RIO DE JANEIRO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO FACULDADE BATISTA DO RIO DE JANEIRO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO FACULDADE BATISTA DO RIO DE JANEIRO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - Este REGULAMENTO rege as normas e disciplina, nos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 10/15 COPLAD

RESOLUÇÃO Nº 10/15 COPLAD RESOLUÇÃO Nº 10/15 COPLAD Estabelece o Regimento e o Organograma da Unidade de Auditoria Interna da Universidade Federal do Paraná. O CONSELHO DE PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO, da Universidade Federal do

Leia mais

CAT COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DE TRABALHO

CAT COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DE TRABALHO Nome: CAT COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DE TRABALHO Data da ocorrência: / / Tipo de CAT: ( ) Inicial ( ) Reabertura ( ) Comunicação de óbito Tipo: ( ) Típico ( ) Doença ( ) Trajeto I - IDENTIFICAÇÃO DO SERVIDOR

Leia mais

Fundação Presidente Antônio Carlos - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés

Fundação Presidente Antônio Carlos - FUPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos de Aimorés Regulamento do Programa de Monitoria para os cursos de Graduação A Monitoria é uma atividade Acadêmica dos cursos de Graduação que visa dar oportunidade de aprofundamento vertical de estudos em alguma

Leia mais

[CÓDIGO DE ÉTICA] Interinvest

[CÓDIGO DE ÉTICA] Interinvest [CÓDIGO DE ÉTICA] Este documento determina as práticas, padrões éticos e regras a serem seguidos pelos colaboradores, fornecedores e a todos aqueles que, direta ou indiretamente, se relacionem com a Interinvest.

Leia mais

PORTARIA Nº 22, DE 1º DE ABRIL DE 2008.

PORTARIA Nº 22, DE 1º DE ABRIL DE 2008. Sistema Integrado de Normas Jurídicas do Distrito Federal PORTARIA Nº 22, DE 1º DE ABRIL DE 2008. Estabelece normas complementares necessárias à aplicação da Lei nº 3.914, de 05 de dezembro de 2006, regulamentada

Leia mais

EDUCAÇÃO COM QUALIDADE CONTRIBUI PARA UMA SOCIEDADE MELHOR

EDUCAÇÃO COM QUALIDADE CONTRIBUI PARA UMA SOCIEDADE MELHOR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA EXECUTIVA Subsecretaria de Assuntos Administrativos M E C EDUCAÇÃO COM QUALIDADE CONTRIBUI PARA UMA SOCIEDADE MELHOR BOLETIM DE SERVIÇO Nº 30/2012 SUPLEMENTO EDITADO,

Leia mais

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CME Nº 02/2011 Dispõe sobre o processo de avaliação, recuperação, promoção, colegiado de classe e recursos de ato avaliativo para o Ensino

Leia mais

Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado de Prática Jurídica e do Núcleo de Prática Jurídica

Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado de Prática Jurídica e do Núcleo de Prática Jurídica Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado de Prática Jurídica e do Núcleo de Prática Jurídica TÍTULO I DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DE PRÁTICA JURÍDICA CAPÍTULO I - DOS PRINCÍPIOS Art. 1º.

Leia mais

PORTARIA CVS 05 de 05 de fevereiro de 2010

PORTARIA CVS 05 de 05 de fevereiro de 2010 PORTARIA CVS 05 de 05 de fevereiro de 2010 Atualização do fluxo de notificações em farmacovigilância para os Detentores de Registro de Medicamentos no Estado de São Paulo e dá providências correlatas;

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO ARCON-PA Concessão de Gratuidade

MINUTA DE RESOLUÇÃO ARCON-PA Concessão de Gratuidade MINUTA DE RESOLUÇÃO ARCON-PA Concessão de Gratuidade Estabelece procedimentos complementares necessários ao cumprimento das normas do Artigo Nº. 249, VI, a, da Constituição do Estado do Pará. O DIRETOR

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL CONSELHO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE RESOLUÇÃO CONSUN Nº 009/2012

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL CONSELHO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE RESOLUÇÃO CONSUN Nº 009/2012 UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL CONSELHO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE RESOLUÇÃO CONSUN Nº 009/2012 Regulamenta o Programa de Monitoria da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. Alterada pela

Leia mais

EDITAL PROPPEX N 17/2015

EDITAL PROPPEX N 17/2015 EDITAL PROPPEX N 17/2015 ESTABELECE CRITÉRIOS DE SELEÇÃO ÀS VAGAS PARA O CURSO DE EXTENSÃO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL INTEGRANTE DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL/LICENCIATURA

Leia mais

Ato de Reconhecimento (R) ou Autorização (A)

Ato de Reconhecimento (R) ou Autorização (A) EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PERMANENTE DO ANO DE 2013 E MATRÍCULA DOS CANDIDATOS NELE CLASSIFICADOS PARA OS CURSOS DE BACHARELADO, LICENCIATURA E DE TECNOLOGIA A DISTÂNCIA De ordem do Exmo. Sr. João Paulo

Leia mais

Resolução nº. 01/15 SÚMULA: ALTERA O REGULAMENTO DAS A.A.C. DO CURSO DE DIREITO. - CONSIDERANDO o art. 68 do Regimento desta Instituição;

Resolução nº. 01/15 SÚMULA: ALTERA O REGULAMENTO DAS A.A.C. DO CURSO DE DIREITO. - CONSIDERANDO o art. 68 do Regimento desta Instituição; Resolução nº. 01/15 SÚMULA: ALTERA O REGULAMENTO DAS A.A.C. DO CURSO DE DIREITO - CONSIDERANDO o art. 68 do Regimento desta Instituição; - CONSIDERANDO necessidade de normatizar o Regulamento das A.A.C

Leia mais

Instrução Normativa nº 1, de 30 de dezembro de 2010 (Pág. 46) Estabelece procedimentos relativos à certificação de entidades beneficentes de

Instrução Normativa nº 1, de 30 de dezembro de 2010 (Pág. 46) Estabelece procedimentos relativos à certificação de entidades beneficentes de Instrução Normativa nº 1, de 30 de dezembro de 2010 (Pág. 46) Estabelece procedimentos relativos à certificação de entidades beneficentes de assistência social, no âmbito do Ministério do Desenvolvimento

Leia mais

Eleição e competências das Comissões de Ética Médica - Resolução: 1657 de 19/12/2002

Eleição e competências das Comissões de Ética Médica - Resolução: 1657 de 19/12/2002 Eleição e competências das Comissões de Ética Médica - Resolução: 1657 de 19/12/2002 Ementa: Estabelece normas de organização, funcionamento e eleição, competências das Comissões de Ética Médica dos estabelecimentos

Leia mais

. REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LETRAS LICENCIATURA - DA USJT DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

. REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LETRAS LICENCIATURA - DA USJT DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES . REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LETRAS LICENCIATURA - DA USJT DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES O Curso de Letras - Licenciatura - objetiva a formação pedagógica, ao contemplar uma visão

Leia mais

EMENTA: Dispõe sobre a Política Municipal de Atenção ao Idoso e da outras providências.

EMENTA: Dispõe sobre a Política Municipal de Atenção ao Idoso e da outras providências. LEI Nº 2.066/2012. EMENTA: Dispõe sobre a Política Municipal de Atenção ao Idoso e da outras providências. A MESA DIRETORA DA CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE, ESTADO DE PERNAMBUCO,

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTOS DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTOS DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTOS DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1 ANEXO II REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Artigo 1º - As Atividades Complementares

Leia mais