Universidade de Brasília Centro de Excelência em Turismo

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1 Universidade de Brasília Centro de Excelência em Turismo Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília Campus Universitário Darcy Ribeiro, Gleba A Asa Norte, Brasília, DF Tel. (61) Fax: (61)

2 Regimento Interno do Centro de Excelência em Turismo CET Título I Preâmbulo Artigo 1º. Este Regimento regulamenta os aspectos de organização, funcionamento e de gestão do Centro de Excelência em Turismo CET. 1º As disposições deste Regimento Interno foram elaboradas e interpretadas à luz do Estatuto da Universidade de Brasília (UnB), das finalidades e dos princípios constantes nos Artigos 41 a 47, do Regimento Geral da Universidade de Brasília UnB. 2º O Centro de Excelência em Turismo é uma unidade administrativa vinculada à Reitoria da UnB, que desenvolve atividades de caráter cultural, artístico, científico, tecnológico e de prestação de serviços à comunidade, nas áreas de Turismo e afins. Título II Da denominação, Sede e Finalidade Artigo 2º. O Centro de Excelência em Turismo foi criado pelo Ato da Reitoria nº 154, de 19 de fevereiro de 1998, sob a designação de Centro de Excelência de Formação em Turismo, Hotelaria e Gastronomia, e alterado para Centro de Excelência em Turismo, pelo Ato da Reitoria de nº 146/98, de 09 de outubro de Artigo 3º. A sede do CET se localiza no Campus Universitário Darcy Ribeiro, Asa Norte, Gleba A. Artigo 4º. O CET tem como finalidades: I. atuar em ensino, pesquisa e extensão, como pólo de produção e difusão de saber em Turismo, Gastronomia e Hotelaria, articulado às demandas e características do mercado de trabalho, a fim de contribuir para o desenvolvimento do Turismo no Brasil; promover intercâmbio com as organizações e instituições congêneres, nacionais e internacionais, no ensino, pesquisa e extensão para a difusão e aplicação dos conhecimentos produzidos. Artigo 5º. Título III Da Estrutura Organizacional e Administração Capítulo 1 Da estrutura organizacional Compõem a estrutura organizacional do CET: I. Órgãos Consultivos e de Deliberação: a. Conselho Deliberativo CD b. Colegiado Acadêmico CA c. Colegiado Técnico-Administrativo CT 2

3 Órgãos de Direção e Assessoramento: a. Direção Geral DiG b. Assessoria Técnica AsT I Órgãos Acadêmicos: a. Coordenação Acadêmica CAc b. Coordenação do Curso de Mestrado Profissional CCM c. Colegiado do Mestrado Profissional CMP d. Comissão do Mestrado - CMe e. Coordenação de Cursos de Especialização CCE f. Comissão de Especialização - CEs g. Coordenação de Atividades de Extensão CAE h. Comissão de Extensão CEx Órgãos de Apoio Acadêmico: a. Laboratório de Pesquisas LPe b. Núcleo de Documentação e Informação NDIT c. Secretaria do Mestrado Profissional SMP d. Secretaria de Especialização e Extensão SEE V. Órgãos Técnicos: a. Coordenação Técnica e Administrativa CTA b. Coordenação de Administração e Finanças CAF c. Coordenação de Projetos de Turismo CPT d. Coordenação de Projetos de Hotelaria CPH e. Coordenação de Projetos de Gastronomia CPG Órgãos de Apoio Técnico e Administrativo: a. Setor de Orçamento e Finanças SOF b. Setor de Comunicação SCo c. Setor de Administração e Logística SAL 3

4 d. Setor de Informática SIn Capítulo 2 Da Administração Seção I Do Conselho Deliberativo Artigo 6º. O Conselho Deliberativo CD é o órgão máximo de caráter normativo e deliberativo e de instância de recurso em assuntos acadêmicos, técnicos e administrativos do CET. Artigo 7º. A administração do CET é de responsabilidade do Conselho Deliberativo e da Diretoria, como órgão Executivo. Artigo 8º. O Conselho Deliberativo CD é composto de 7 (sete) membros e terá a seguinte constituição: I. Diretor do CET, como Presidente; I Coordenador Acadêmico; Coordenador Técnico e Administrativo; Um representante dos professores do Curso de Mestrado Profissional; V. Um representante dos professores dos cursos de Especialização; V Um representante do corpo discente dos cursos regulares do CET; Um representante dos funcionários técnico-administrativos em exercício no CET. 1º - Cada integrante do CD a que se referem os incisos IV a VII será indicado pelos seus pares, juntamente com o seu suplente, o qual substituirá o titular em suas faltas e impedimentos, sucedendo-o, em caso de vacância, até o término de seu mandato. 2º - O mandato dos membros do CD será de dois anos, permitida uma recondução. 3º - Em caso de afastamento ou impedimento do Presidente do Conselho, o Coordenador Acadêmico é o seu substituto imediato. Artigo 9º. Compete ao Conselho Deliberativo (CD): I. Propor a implantação de políticas e analisar os programas e os projetos do CET, bem como os procedimentos de gestão de recursos humanos, orçamentários, financeiros e materiais. Analisar e acompanhar a implementação do Plano de Desenvolvimento Institucional do CET; 4

5 I Decidir sobre propostas de projetos, convênios e atividades de extensão apresentadas pela Direção do CET, bem como das respectivas prestações de contas; Emitir parecer sobre o Relatório Anual do CET, apresentado pela Direção; V. Apreciar, em grau de recurso, decisão do Diretor; V VI IX. Apreciar, em grau de recurso, as decisões do Colegiado Acadêmico e do Colegiado Técnico-administrativo; Decidir sobre a criação, modificação e extinção de cursos, coordenações e órgãos no CET; Decidir, após análise, sobre o plano geral de aplicação dos recursos do CET; Decidir sobre as indicações dos titulares de todas as unidades técnicas, administrativas e acadêmicas do CET, encaminhadas pelo Diretor; X. Indicar os representantes do CET junto aos órgãos superiores da UnB e órgãos e instituições internas e externas, bem como decidir sobre suas substituições. Artigo 10º. O Conselho Deliberativo reunir-se-á ordinariamente uma vez por mês e, extraordinariamente, quando convocado pelo Diretor ou pela maioria de seus integrantes. 1º A convocação do Conselho Deliberativo é feita pelo seu Presidente, por escrito, com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas, ou, excepcionalmente, pelo membro mais antigo do CD no CET. 2º A antecedência de 48 (quarenta e oito) horas pode ser abreviada e a convocação escrita pode ser dispensada por motivos excepcionais. Artigo 11º. Em conformidade com o Art. 49 e seguintes do Regimento Geral da UnB, o Conselho Deliberativo passa a deliberar, quando constatada a presença da maioria simples dos seus membros ou com o quorum que houver, em 2ª chamada, após 30 (trinta) minutos. Artigo 12º. Em situações de urgência ou de excepcionalidade, o Diretor pode tomar decisões de competência do Conselho que preside, ad referendum deste, submetendo sua decisão à apreciação do Conselho em reunião imediatamente posterior. Seção II Da Diretoria Artigo 13º. Em conformidade com o Art. 46 do Regimento Geral da UnB, o Diretor do CET é designado pelo Reitor, com aprovação do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão ou do Conselho de Administração da UnB. Artigo 14º. Com base no Art. 40 do Regimento Geral da UnB, o Diretor do CET tem as seguintes competências: I. Administrar e representar o CET em todas as instâncias; 5

6 I Cumprir e fazer cumprir o Regimento Interno do CET e as disposições estatutárias e regimentais aplicáveis; Estabelecer contatos e representar o CET junto a instituições e órgãos externos à Universidade; Convocar e presidir o Conselho Deliberativo do CET; V. Exercer a supervisão geral das atividades administrativas e acadêmicas do CET, zelando pela ordem e pela eficiência dos trabalhos; V Articular com as Unidades Acadêmicas e demais instâncias da UnB em assuntos de interesse do CET; Cumprir e fazer cumprir as instruções e as determinações do Reitor e dos Conselhos Superiores; VI Propor ao Conselho Deliberativo o Plano de Desenvolvimento Institucional PDI, do CET; IX. Submeter, ao Conselho Deliberativo e ao Reitor, o relatório anual das atividades do CET; X. Submeter ao Conselho Deliberativo a indicação dos titulares de todas as unidades técnicas, administrativas e acadêmicas do CET; XI. X Indicar, ao Conselho Deliberativo, os representantes do CET em órgãos organismos internos e externos à UnB; Nomear os responsáveis pelos órgãos de apoio do CET. 1º Em caso de afastamento do Diretor do CET e do Coordenador Acadêmico, ao mesmo tempo, o seu substituto será o professor-membro mais antigo do Conselho Deliberativo. Seção III Do Colegiado Acadêmico Artigo 15º. O Colegiado Acadêmico é o órgão máximo de caráter consultivo e deliberativo para assuntos de natureza acadêmica. Artigo 16º. O Colegiado de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão é composto dos seguintes membros: I. Coordenador Acadêmico, como Presidente; I Coordenador do curso de Mestrado Profissional, que também será o seu Secretário Executivo e substituto natural; Coordenador Técnico e Administrativo; Coordenador dos cursos de Especialização; V. Coordenador de Atividades de Extensão; V Um representante dos professores; Um representante dos alunos; e 6

7 VI Um representante dos funcionários. Artigo 17º. Compete ao Colegiado Acadêmico: I. Propor e discutir cursos de pós-graduação e de extensão a serem implementados; I Propor sugestões de curto, médio e longo prazos visando a melhoria contínua da qualidade dos cursos; Apreciar, em grau de recurso, as decisões de caráter acadêmico emanadas do Colegiado do Mestrado Profissional e das Comissões do curso de Mestrado Profissional, de Especialização e de Extensão. Sugerir propostas e projetos, convênios e outras atividades. V. Indicar a composição da Comissão de Seleção dos candidatos ao Mestrado, assim como os elementos que configurem a sistemática e critérios de seleção; V Aprovar a lista de disciplinas a serem oferecidas aos alunos do curso de mestrado profissional em cada semestre, bem como os respectivos horários. Sugerir, analisar e aprovar alterações nos regulamentos dos cursos. Artigo 18º. O Colegiado Acadêmico reunir-se-á ordinariamente uma vez por mês e, extraordinariamente, quando convocado pelo seu Presidente. 1º A convocação do Colegiado Acadêmico é feita pelo seu Presidente, por escrito, com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas, ou, excepcionalmente, pelo membro mais antigo. 2º A antecedência de 48 (quarenta e oito) horas pode ser abreviada e a convocação escrita pode ser dispensada por motivos excepcionais. Seção IV Do Colegiado Técnico-administrativo Artigo 19º. O Colegiado Técnico-administrativo é o órgão máximo de caráter consultivo e deliberativo para assuntos de natureza técnica, administrativa e financeira. Artigo 20º. O Colegiado Técnico-administrativo é composto pelos seguintes membros: I. Coordenador Técnico e Administrativo, como Presidente; I Coordenador de Administração e Finanças, que também será o seu Secretário Executivo e substituto natural; Coordenador Acadêmico; Coordenador de Projetos de Turismo; 7

8 V. Coordenador de Projetos de Hotelaria; V Coordenador de Projetos de Gastronomia; Coordenador de Extensão; Artigo 21º. Compete ao Colegiado Técnico-administrativo: I. Sugerir propostas e projetos, convênios e outras atividades; I Acompanhar a implementação do Plano de Desenvolvimento Institucional do CET; Discutir sobre propostas de projetos, convênios e atividades de extensão apresentadas pela Direção do CET, bem como as respectivas prestações de contas; Discutir sobre a criação, modificação e extinção de coordenações e órgãos no CET; V. Discutir e encaminhar sugestões ao Conselho Deliberativo sobre o plano geral de aplicação dos recursos do CET; Artigo 22º. O Colegiado Técnico-administrativo reunir-se-á ordinariamente de quinze em quinze dias e, extraordinariamente, quando convocado pelo seu Presidente. 1º A convocação do Colegiado Técnico-administrativo é feita pelo seu Presidente, por escrito, com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas, ou, excepcionalmente, pelo membro mais antigo. 2º A antecedência de 48 (quarenta e oito) horas pode ser abreviada e a convocação escrita pode ser dispensada por motivos excepcionais. Seção V Da Assessoria Técnica Artigo 23º. Compete à Assessoria Técnica: I. Apoiar ao Diretor na captação, implementação e avaliação de propostas, projetos e recursos internos à UnB; I Assistir ao Diretor em assuntos de natureza técnica, acadêmica e administrativa; Auxiliar o Diretor na identificação, acompanhamento e execução de convênios e intercâmbios com outras instituições públicas e/ou privadas; Apoiar o Diretor na formulação, acompanhamento e avaliação de novos projetos e ações internas do CET; V. Assistir o Diretor na supervisão e coordenação das atividades dos demais órgãos do CET; Exercer outras atribuições que lhe forem conferidas ou delegadas pelo Diretor do CET. Seção VI Dos Órgãos Acadêmicos 8

9 Artigo 24º. Compete à Coordenação Acadêmica: I. Coordenar os programas de ensino pesquisa e extensão do CET; I Analisar e sugerir alterações nos regulamentos de cursos; Analisar e sugerir currículos de professores e pesquisadores para o CET; Supervisionar o desenvolvimento dos cursos; V. Estimular a criação e acompanhar as atividades dos Grupos de Pesquisa junto ao CNPq; V Estabelecer as diretrizes e prioridades para a aquisição e atualização do acervo bibliográfico do CET; Assegurar o alinhamento das atividades das Coordenações com as atividades da Coordenação Técnica e Administrativa visando a efetiva promoção do ensino, da pesquisa e da extensão. Artigo 25º. Compete à Coordenação do Curso de Mestrado Profissional: I. Convocar e coordenar as reuniões do Colegiado do Mestrado; I Implementar encaminhamentos definidos pelo Colegiado do Mestrado Profissional; Desenvolver articulações político-institucionais em consonância com o Colegiado visando o aperfeiçoamento permanente do curso e suas linhas de pesquisa; Coordenar os processos de divulgação do Edital de Seleção do Mestrado; V. Adotar providências visando a implementação de medidas que assegurem a qualidade dos serviços de apoio ao Mestrado e suas linhas de pesquisas. Artigo 26º. Compete ao Colegiado do Mestrado Profissional: I. Propor e discutir novos cursos a serem implementados; I Sugerir propostas e projetos, convênios e outras atividades; Indicar a composição da Comissão de Seleção dos candidatos ao Mestrado, assim como os elementos que configurem a sistemática e critérios de seleção; Estabelecer a lista de disciplinas a serem oferecidas aos alunos do curso em cada semestre, bem como os respectivos horários; V. Propor e discutir novos cursos e disciplinas a serem implementados; Sugerir e analisar alterações nos regulamentos dos cursos. Artigo 27º. Compete à Comissão de Mestrado: I. Analisar processos acadêmicos sobre aproveitamento de estudos, pedido de prorrogação de prazo e outras situações e encaminhá-los ao Coordenador Acadêmico para as providências cabíveis; Acompanhar o andamento dos processos nas respectivas instâncias. Artigo 28º. Compete à Coordenação de Curso de Especialização: 9

10 I. Planejar as atividades dos cursos de especialização; I Formalizar os projetos político pedagógicos dos cursos e acompanhar sua tramitação junto ao DPP, até a sua aprovação; Realizar reuniões com as Coordenações de Cursos, tendo em vista o desenvolvimento dos cursos, o levantamento de alternativas de soluções para as fragilidades detectadas e as possibilidades de apoio; Elaborar justificativas sobre situações especiais para o Decanato de Pesquisa e Pós-graduação DPP. Artigo 29º. Compete à Comissão de Especialização: I. Analisar processos acadêmicos sobre aproveitamento de estudos, pedido de prorrogação de prazo e outras situações e encaminhá-los ao Coordenador Acadêmico para as providências cabíveis; Acompanhar o andamento dos processos nas respectivas instâncias. Artigo 30º. Compete à Coordenação da Extensão: I. Assessorar a Direção e os órgãos do CET em assuntos que envolvam cursos de extensão, eventos e afins; I Planejar, promover, coordenar, acompanhar e supervisionar os cursos, as atividades e eventos de extensão desenvolvidos no âmbito do CET; Planejar e propor o calendário acadêmico dos cursos de extensão; Assegurar o desenvolvimento dos programas e projetos de extensão propostos pelos demais órgãos do CET; V. Elaborar pareceres, quando necessário, sobre o andamento dos cursos de extensão e eventos oferecidos pelo CET; Acompanhar a execução de cursos de extensão e eventos em Turismo e afins. Artigo 31º. Compete à Comissão de Extensão: I. Propor e discutir novos cursos a serem implementados; Sugerir propostas e projetos, convênios e outras atividades. Seção VII Dos órgãos de Apoio Acadêmico Artigo 32º. Compete ao Laboratório de Pesquisas: I. Realizar estudos e pesquisas sobre o desenvolvimento do turismo e área afins; I Estabelecer parcerias de cooperação técnica e científica com universidades e entidades públicas e privadas; Propor cursos de pós-graduação lato sensu e cursos de extensão relacionados às pesquisas desenvolvidas; Participar da concepção, planejamento e execução de cursos e projetos sugeridos pelas outras áreas do CET. 10

11 Artigo 33º. Compete ao Núcleo de Documentação e Informação I. Manter o acervo em condições de ser pesquisado; I Guardar, preservar e divulgar a produção bibliográfica acadêmica dos cursos oferecidos pelo CET; Avaliar os serviços prestados, por meio de elaboração de relatórios, estatísticas e gráficos; Gerenciar os parâmetros e a adequação do Sistema de Automação PERGAMUM ao NDIT; V. Coletar, tratar, armazenar, recuperar, disseminar e disponibilizar informações especializadas em turismo e áreas correlatas; V VI Acompanhar o processo de aquisição de materiais bibliográficos; Criar e manter intercâmbio com instituições congêneres, mediante convênios e acordos; Oferecer suporte informacional necessário ao ensino, pesquisa e extensão. Artigo 34º. Compete às Secretarias do Mestrado Profissional e de Especialização e Extensão: I. Apoiar os Cursos de Pós-Graduação e atividades de extensão; I Manter e articular contatos junto a outros órgãos da Universidade acerca da legislação vigente e da tramitação de processos acadêmicos; Organizar e administrar os serviços de registro e controle acadêmico; Manter em dia os assentamentos relativos ao pessoal docente e discente; V. Informar e processar todos os requerimentos de alunos matriculados e de candidatos à matrícula; V VI IX. Efetuar as inscrições dos respectivos candidatos e matrícula dos selecionados; Prestar apoio e assistência aos Coordenadores e professores dos Cursos; Acompanhar a freqüência dos docentes; Agendar e facilitar o atendimento ao aluno em relação ao professor e o Coordenador para solução dos problemas diários; Seção VIII Dos órgãos Técnicos Artigo 35º. Compete à Coordenação Técnica e Administrativa: I. Coordenar as atividades de captação e negociação de programas e projetos do CET; I Sugerir alterações nos processos e procedimentos operacionais para assegurar a articulação e o alinhamento das atividades das Coordenações; Coordenar, supervisionar e acompanhar a execução dos projetos e programas do CET; 11

12 Acompanhar e analisar as prestações de contas dos programas e projetos do CET, junto ao Setor de Orçamento e Finanças; V. Assegurar o alinhamento das atividades das Coordenações com as atividades da Coordenação Acadêmica, visando a efetiva promoção do ensino, da pesquisa e da extensão. Artigo 36º. Compete à Coordenação de Administração e Finanças: I. Coordenar e supervisionar as atividades desenvolvidas pelos Setores de Orçamento e Finanças, de Comunicação, de administração e logística, de informática e do Núcleo de Documentação e Informação; I Apoiar o Diretor e demais órgãos CET quanto à operacionalização das atividades administrativas e financeiras; Proporcionar ou providenciar junto aos órgãos pertinentes da Universidade as melhorias físicas no ambiente de trabalho; Supervisionar e acompanhar o processo de aquisição de acervo. Artigo 37º. Compete às Coordenações de Projetos de Turismo, de Hotelaria e de Gastronomia I. Captar, elaborar, coordenar e acompanhar projetos em Turismo, Gastronomia e Hotelaria; I Identificar parcerias com instituições públicas e privadas para financiamento e execução de projetos relacionados ao turismo, Gastronomia e Hotelaria; Mapear o mercado para identificação de demandas; Subsidiar as demais áreas do CET quanto à elaboração e execução de projetos; V. Propor cursos de especialização e de extensão relacionados ao Turismo, Gastronomia e Hotelaria; V VI Implementar Observatórios para o Turismo Sustentável em municípios e regiões prioritárias, com vistas ao monitoramento da atividade turística e incentivo à gestão participativa para o desenvolvimento do turismo sustentável. Contribuir para a pesquisa e a produção de conhecimento na área de turismo; Prestar apoio ao Diretor em assuntos que envolvam projetos e pesquisas em Turismo, Gastronomia e Hotelaria; Seção IX Dos Órgãos de Apoio Técnico e Administrativo Artigo 38º. Compete ao Setor de Orçamento e Finanças: I. Apoiar o Diretor e demais órgãos quanto à execução financeira; Planejar, elaborar e executar o orçamento estratégico financeiro do CET, em conformidade com as normas dos Órgãos Superiores da UnB; 12

13 I Elaborar os relatórios financeiros do CET; Participar das negociações de contratos e convênios do CET com instituições públicas e privadas; V. Realizar a prestação de contas de contratos e convênios de todas as movimentações financeiras do CET. Artigo 39º. Compete ao Setor de Comunicação: I. Desenvolver campanhas, projetos e atividades de marketing e comunicação, visando à difusão dos projetos, atividades, cursos e demais eventos do CET; I Formular e executar planos de mídia de divulgação; Realizar pesquisas sobre a demanda e oferta nas áreas de atuação do CET; Atualizar e aprimorar a página eletrônica do CET; V. Prover a mídia e o público em geral de informações sobre o CET. Artigo 40º. Compete ao Setor de Administração e Logística I. Dar suporte às demais áreas e setores do Centro para atender às demandas por serviços gerais e administrativos; I Manter atualizado os registros e informações sobre os funcionários do CET; Acompanhar a tramitação de processos contratuais e de requisições de compras, serviços e pagamentos do Centro junto aos outros órgãos da Universidade; Apoiar as demais áreas na realização de eventos no que se refere à preparação e manutenção do espaço físico e à contratação dos serviços demandados sob a supervisão do setor interessado; V. Zelar pelo patrimônio material do Centro; Proporcionar ou providenciar junto aos órgãos pertinentes da Universidade as melhorias físicas no ambiente de trabalho. Artigo 41º. Compete ao Setor de Informática I. Oferecer serviços de informática de forma normatizada; I Prestar suporte de informática necessário às atividades de ensino, pesquisa e extensão; Viabilizar o acesso a redes de intercâmbio com instituições congêneres, mediante convênios e acordos; Desenvolver e implementar sistemas e aplicativos de interesse do CET; V. Promover a manutenção dos equipamentos de informática do CET. 13

14 Título IV Das Disposições Finais Artigo 42º. Este regimento poderá ser emendado ou reformado mediante proposta do Diretor Geral e do Conselho, com posterior aprovação do Conselho Superior da Universidade Artigo 43º. O Regimento Interno do CET entrará em vigor no ato de sua aprovação pelas instâncias superiores da Universidade de Brasília. Parágrado único. Os casos omissos neste Regimento Interno serão resolvidos pelo Conselho Deliberativo do CET. 14

15 Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília Campus Universitário Darcy Ribeiro, Gleba A Asa Norte, Brasília, DF Tel. (61) Fax: (61)

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