SOFTGEST SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE E VENDAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SOFTGEST SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE E VENDAS"

Transcrição

1 1 INSTITUTO DE ESTUDOS SUPERIORES DA AMAZÔNIA CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO CARLOS NATALINO DA SILVA EDSON AUGUSTO BRABO FERNANDES SOFTGEST SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE E VENDAS BELÉM 2008

2 2 INSTITUTO DE ESTUDOS SUPERIORES DA AMAZÔNIA CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO CARLOS NATALINO DA SILVA EDSON AUGUSTO BRABO FERNANDES SOFTGEST SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE E VENDAS Monografia apresentada ao curso de Engenharia da Computação para a demonstração do aprendizado e aplicação da interdisciplinaridade no curso. Orientado por: Prof. Kleiber T. de Sousa BELÉM 2008 INSTITUTO DE ESTUDOS SUPERIORES DA AMAZÔNIA

3 3 CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO CARLOS NATALINO DA SILVA EDSON AUGUSTO BRABO FERNANDES SOFTGEST SISTEMA DE GESTÃO DE ESTOQUE E VENDAS Esta Monografia foi julgada adequada para o projeto interdisciplinar, e aprovada na sua forma final pelo Instituto de Estudos Superiores da Amazônia DATA: / / CONCEITO:, Orientador Prof. Kleiber Tenório de Sousa Instituto de Estudos Superiores da Amazônia IESAM Profª. Silvana Rossy Brito IESAM - Avaliador BELÉM 2008

4 4 Dedicamos este trabalho a todos àqueles que acreditam que a ousadia e o erro são caminhos para as grandes realizações. AGRADECIMENTOS

5 5 Aos professores colaboradores Edgar Modesto Amazonas Filho, por ter nos mostrado caminhos e soluções para diversas dúvidas durante a fase de criação da interface e estar sempre disponível a incentivar e a ajudar-nos no que mais foi preciso. Silvana Brito, pela grande contribuição no desenvolvimento da interface de comunicação RMI, nos relatórios, diagramas e ferramentas que simplificaram a criação da maior parte de nossa aplicação e do projeto como um todo. Ao nosso orientador Prof. Kleiber Tenório de Sousa, pela dedicação e ajuda no fornecimento de materiais e idéias, sempre nos mostrando a melhor forma possível de se fazer algo grande com coisas simples.

6 6 Sorte é a união da competência com a oportunidade, torne-se competente, novas oportunidades virão e você será uma pessoa com muita sorte (Autoria desconhecida).

7 7 RESUMO Um estabelecimento comercial de pequeno ou médio porte tem inúmeras complicações no fechamento do balanço feito periodicamente, conforme determinado pela gerência. Sempre que é feito o balanço, as quantidades de produtos em estoque diferem das quantidades que deveriam de fato estar em estocadas. Além disso, todas as vendas são realizadas usando blocos de notas comerciais inválidos pela Receita Federal, os produtos não têm preço definido com margem nas últimas compras, os vendedores têm problemas no momento das vendas, por terem que ter os preços das mercadorias todos em mente, o tempo para preencher uma nota à mão é longo e desgastante, os erros nos totais e subtotais são comuns, faltando ou sobrando dinheiro no caixa, qualquer tipo de cadastro, documento, pedido, recibo e etc, são feitos em papel, o que os torna difíceis de armazenar. Em suma, a gerência não tem controle adequado sobre estoque, vendas, financeiro e cadastros da empresa. Para solucionar estes problemas, foi proposto um software escrito em linguagem Java, na plataforma de desenvolvimento IDE Netbeans 6.1, com banco de dados MySQL e comunicação RMI, que faz o controle do fluxo de caixa, cadastros, estoque e vendas em uma empresa. Conta com interfaces para retaguarda, venda assistida e frente de caixa. Auxilia os vendedores e administradores, gerenciando a parte financeira e fornecendo dados para a tomada de decisões importantes. Palavras-chave: Software, Interface, Java, Netbeans, MySQL, RMI. GLOSSÁRIO

8 8 PME s: Pequenas e médias empresas. Projetos open source: Projetos desenvolvidos utilizando tecnologias livres e que também são livres para utilização. Framework: Estrutura de software definida na qual outro projeto de software pode ser organizado e desenvolvido.

9 9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ASPECTOS TEÓRICOS JAVA Um Pouco de História RMI HIBERNATE BANCO DE DADOS O SGBD MySQL METODOLOGIA VISÃO GERAL DO SISTEMA PROPOSTO ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO UML Estoque Venda assistida (Atendimento ao cliente) MÉTODO ADOTADO Projeto de Interface Análise do ambiente ANÁLISE DOS RESULTADOS TELAS DO SISTEMA AS TELAS DE CADASTRO DO SISTEMA A TELA DE VENDA ASSISTIDA DO SISTEMA TESTES DO SISTEMA INTEGRADO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS ANEXOS... 32

10 8 1 INTRODUÇÃO O controle eficiente de todas as atividades das empresas sempre foi um grande problema para sues gestores. Diante desta demanda, os softwares de gestão vieram tentar suprir estas necessidades tão imediatas das empresas, como por exemplo, geração automática de relatórios e estatísticas sobre as atividades de um determinado setor da empresa. Assim, surgiram os softwares denominados de ERP (Enterprise Resource Planning, ou Sistemas Integrados de Gestão Empresarial). Estes sistemas integram todos os dados e processos de uma determinada empresa em um único sistema, onde é centralizado todo o controle da empresa, por exemplo: finanças, recursos humanos, contabilidade, etc. Como as rotinas internas das empresas são muito variadas e distintas, as empresas desenvolvedoras de softwares começaram criar soluções customizadas para atender a setores específicos das empresas. Assim, surgiram os softwares de CRM (Customer Relationship Management, ou Gestão de Relacionamento com o Cliente), que são voltados, como o próprio nome diz, em gerenciar todo o ciclo de relacionamento das empresas com seus clientes, proporcionando à empresa gerar o histórico de atendimentos com os clientes, por exemplo. Nesta mesma linha, alguns softwares se especializaram no controle de todo o processo de compra e venda da empresa, facilitando o trabalho dos administradores no âmbito da gerência, e dos vendedores, no âmbito da execução da venda. De modo geral, estes sistemas aceleram o processo de vendas e de compra, além de eliminar uma série de problemas que podem ocorrer durante o processo de venda, como o erro de preços, dentre outros. O sistema apresentado neste trabalho é uma solução voltada para a eficientização de vendas e controle de estoque voltado para uma loja de materiais de construção. Evidentemente, a solução apresentada pode ser utilizada em quaisquer estabelecimentos comerciais com características similares. O sistema impactará principalmente na área de estoque e vendas das empresas. Na área de vendas o sistema possibilitará o aumento das vendas, mesmo mantendo o quadro de funcionários atual, resultando no aumento da produtividade dos mesmos, reduzindo custos e possíveis erros. A capacidade de vendas poderá, ainda, ser maximizada devido a um controle mais eficiente do estoque, facilitando projeções de vendas e renovação programada de estoque.

11 9 No desenvolvimento do software foram empregadas tecnologias gratuitas (Java e MySQL), com eficiência e disponibilidade elevadas, para que possa funcionar bem com hardwares de baixo custo, visando a utilização em estabelecimentos comerciais de pequeno e médio porte, tornando mais acessível esta tecnologia para pequenas e médias empresas. O software é composto de duas camadas principais: cliente e servidor. Os dois módulos trabalham em conjunto para oferecer eficiência e disponibilidade elevadas, além de alta confiabilidade das informações, garantido através da implementação de alguns aspectos presentes em sistemas distribuídos. Para garantir tais características, também foi elaborado o projeto de redes necessário para a implantação do sistema. 2 ASPECTOS TEÓRICOS 2.1 JAVA Java é uma tecnologia. É um mundo tão grande que ninguém se arrisca a dizer Eu sei Java. Basicamente constitui-se de uma linguagem de programação e um programa para execução chamado de Máquina Virtual Java, ou Java Virtual Machine, ou simplesmente JVM. Quando programa-se em Java usa-se a linguagem de programação Java e um ambiente de desenvolvimento Java para gerar um software que será executado em um ambiente de distribuição Java. Tudo isso é a tecnologia Java (PAMPLONA, 2008). Java é uma linguagem que não se prende a nenhuma arquitetura e a nenhuma empresa, é rápida e estável. Pode construir sistemas críticos, sistemas que precisam de velocidade e até sistemas utilizados em pesquisas espaciais, como a sonda Spirit enviada pela Nasa para Marte. Java tem uma infinidade de projetos open source, que podem ser utilizados por qualquer desenvolvedor. Um destes projetos é o Hibernate, que é utilizado neste trabalho para auxiliar as operações com bancos de dados. Ele é responsável pelo mapeamento objeto relacional entre as classes Java e as tabelas do banco de dados relacional Um Pouco de História

12 10 Foi desenvolvida na 1a metade da década de 90 nos laboratórios da Sun Microsystems com o objetivo de ser mais simples e eficiente do que suas predecessoras. O alvo inicial era a produção de software para produtos eletrônicos de consumo (fornos de microondas, agendas eletrônicas, etc.). Um dos requisitos para esse tipo de software é ter código compacto e de arquitetura neutra (PAMPLONA, 2008). A tecnologia Java começou a ser criada em 1991 com o nome de Green Project. O projeto era esperado como a próxima geração de software embarcado. Nele trabalhavam James Grosling, Mike Sheridan e Patrik Naughton. Em 1992 surge a linguagem Oak : a primeira máquina virtual implementada. Várias tentativas de negócio foram feitas para vender o Oak mas nenhuma com sucesso. Em 1994 surge a internet, a Sun vê uma nova possibilidade para o Green Project e cria uma linguagem para construir aplicativos Web baseada na Oak, a Java. Em 23 de maio de 1995 a linguagem Java é oficialmente lançada na SunWorld Expo 95 com a versão JDK 1.0 alpha. A Netscape aposta na idéia e inicia a implementação de interpretadores Java em seu navegador, possibilitando a criação de Java applets. A partir desta etapa o Java começa a crescer muito. De 1998 até hoje a tecnologia evoluiu muito possuindo um dos maiores repositórios de projetos livres do mundo, o java.net. Em 1999 surgiu a plataforma para desenvolvimento e distribuição corporativa batizado de Java 2 Enterprise Edition (J2EE) e a plataforma Java 2 Mobile Edition (J2ME) para dispositivos móveis, celulares, PDAs e outros aparelhos limitados (PAMPLONA, 2008). Atualmente Java é uma das linguagens mais usadas e serve para qualquer tipo de aplicação, entre elas: web, desktop, servidores, mainframes, jogos, aplicações móveis, chips de identificação, etc. 2.2 RMI RMI (Remote Method Invocation) é uma das abordagens da tecnologia Java para prover as funcionalidades de uma plataforma de objetos distribuídos. Esse sistema de objetos distribuídos faz parte do núcleo básico de Java desde a versão JDK 1.1, com sua API sendo especificada através do pacote java.rmi e seus subpacotes (RICARTE, 2008).

13 11 Através da utilização da arquitetura RMI, é possível que um objeto ativo em uma máquina virtual Java possa interagir com objetos de outras máquinas virtuais, independentemente da localização dessas máquinas. No desenvolvimento de uma aplicação cliente-servidor, usando Java RMI, como para qualquer plataforma de objetos distribuídos, é essencial que seja definida a interface de serviços que serão oferecidos pelo objeto servidor. Os serviços especificados pela interface RMI deverão ser implementados através de uma classe Java. Nessa implementação dos serviços é preciso indicar que os objetos dessa classe poderão ser acessados remotamente. Com a interface estabelecida e o serviço implementado, é possível criar as aplicações cliente e servidor RMI. A execução da aplicação cliente-servidor em RMI requer, além da execução da aplicação cliente e da execução da aplicação servidor, a execução do serviço de registro de RMI junto ao sistema operacional. Além do princípio básico de execução de aplicações RMI, a arquitetura RMI oferece facilidades para operação com código disponibilizado de forma distribuída e ativação dinâmica, além de outros serviços distribuídos. É interessante observar como padrões de programação distribuída, como a fábrica de objetos remotos e o padrão de callback, são trabalhados em aplicações RMI. 2.3 HIBERNATE Hibernate é um framework para o mapeamento objeto relacional escrito na linguagem Java, mas também disponível para a linguagem.net com o nome de NHibernate. Esta ferramenta facilita o mapeamento de atributos de uma base de dados relacional com o modelo de programação orientado a objetos, que é utilizado no Java. Sua principal funcionalidade é portar classes escritas em linguagem Java para tabelas no banco de dados. Além disso, pode ser facilmente portado de forma transparente à aplicação para os principais SGBD s do mercado.

14 12 Para efetuar consultas no banco de dados, podemos optar por utilizar a HQL (Hibernate Query Language). Um poderoso dialeto, muito parecido com SQL, mas totalmente orientada a objetos. Sendo assim, podemos utilizar os paradigmas de herança, polimorfismo e encapsulamento. De forma geral, para aplicações onde a lógica de negócio pertence à aplicação e não ao banco de dados, o Hibernate é uma poderosa ferramenta que permite abstrair toda a camada de banco de dados. 2.3 BANCO DE DADOS O SGBD MySQL É um sistema de gerenciamento de banco de dados extremamente rápido e versátil, que permite construir aplicações interativas e complexas, tornando-se extremamente amigável e fácil de usar (ALECRIM, 2006). Ele é um dos sistemas de gerenciamento de banco de dados mais populares que existe e, por ser otimizado para aplicações Web, é amplamente utilizado na internet. Outro fator que ajuda na popularidade do MySQL é sua disponibilidade para praticamente qualquer sistema operacional, como Linux, FreeBSD (e outros sistemas baseados em Unix), Windows e Mac OS X. Além disso, o MySQL é um software livre (sob licença GPL), o que significa que qualquer um pode estudá-lo ou alterá-lo conforme a necessidade. Entre as características técnicas do SGBD MySQL, estão: - Alta compatibilidade com linguagens como PHP, Java, Python, C#, Ruby e C/C++; - Baixa exigência de processamento (em comparação como outros SGBD); - Vários sistemas de armazenamento de dados (database engine), como MyISAM, MySQL Cluster, CSV, Merge, InnoDB, entre outros; - Recursos como transactions (transações), conectividade segura, indexação de campos de texto, replicação, etc;

15 Um pouco de história O MySQL surgiu na Suécia pelas mãos de três colegas: Allan Larsson, David Axmark e Michael Monty Widenius. Trabalhando com base de dados, eles sentiram a necessidade de fazer determinadas conexões entre tabelas e usaram o msql para isso. Porém, não demorou a perceberem que essa ferramenta não lhes atendia conforme o necessário e passaram a trabalhar em uma solução própria. Surgia então o MySQL, cuja primeira versão foi lançada no ano de 1996(ALECRIM, 2006). Um fato importante a ser destacado sobre o MySQL é que esse SGBD também possui uma licença comercial, isto é, paga. Neste caso, é possível obter suporte diferenciado dos desenvolvedores. 3 METODOLOGIA 3.1 VISÃO GERAL DO SISTEMA PROPOSTO Uma loja de Materiais de Construção de pequeno a médio porte, a Maurití Materiais de Construção, deseja um sistema de informação para melhorar o atendimento aos clientes. Em um primeiro instante, apenas os elementos envolvidos diretamente neste contexto serão alvo do sistema, como é possível notar pela descrição a seguir. A loja possui milhares de produtos, que estão subdivididos de acordo com suas categorias, subcategorias, fabricantes e fornecedores. Por exemplo, um tubo eletroduto pertence à subcategoria eletrodutos da categoria tubos, fabricados pela Tigre e distribuídos (fornecedores) pela São Paulo Ferragens LTDA. Os produtos são fornecidos por distribuidores, sendo que cada produto tem um distribuidor exclusivo, ou mais distribuidores. De um distribuidor deseja-se saber apenas a razão social, o nome de fantasia, endereço, CNPJ, inscrição estadual, telefone celular, principal ou outro, pessoa de contato e da pessoa de contato. O gerente da loja deseja manter essas informações, para usos posteriores. Cada produto possui apenas um fabricante. De um fabricante deseja-se saber apenas o código e o nome de fantasia.

16 14 Todos os produtos estão inscritos em uma categoria e também em uma subcategoria. Sobre esses aspectos deseja-se saber apenas o código, gerado automaticamente pelo sistema, e a descrição (nome). No momento da venda, a loja deseja saber algumas informações sobre os clientes, para poder efetuar as entregas e entrar em contato com o cliente caso haja algum imprevisto como atraso no prazo de entrega, algum produto que não esteja disponível em estoque até o prazo final de entrega ou o endereço informado não tenha sido encontrado. Ou apenas para guardar um cadastro que poderia ser usado em outra compra. Essas informações são: nome, data de cadastro, telefones celular e residencial, endereço completo, informações pessoais como: CPF, naturalidade, RG, estado civil, sexo, data de nascimento contato e . A devolução de produtos não é aceita, apenas a troca por outros em casos de defeitos de fabricação e insatisfação do cliente. O pagamento é realizado diretamente no caixa, no ato do pagamento o cliente deve informar a forma de pagamento desejada, o atendente informa o valor total, os descontos se existirem e finalizando a venda. 3.2 ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO Figura 1 EAP.

17 UML Modelo de Casos de Uso A figura 2 mostra o diagrama de pacotes do sistema, subdividindo-o em dois subsistemas, a saber: Estoque: envolve toda a funcionalidade relacionada com o controle de estoque da loja, abrangendo os cadastros de usuários (atendentes), produtos, fabricantes, fornecedores, categorias, subcategorias e formas de pagamento. Venda Assistida: envolve a funcionalidade relacionada ao atendimento aos clientes da loja, incluindo venda assistida, frente de caixa, pagamentos, recebimentos e cadastro de clientes. Figura 2 Diagrama de Pacotes. Caso de uso Geral A figura 3 mostra o diagrama de casos de uso geral do sistema.

18 16 Figura 3 Casos de uso Geral do Sistema. Estoque cadastros. A figura 4 mostra o diagrama de casos de uso referente ao controle estoque e

19 17 Figura 4 Diagrama de Casos de Uso Gerenciar Cadastros. Os atores a atuar nesse sistema são o Ator Atendente, que representa o papel desempenhado pelos funcionários da loja, responsáveis tanto pelo cadastro de clientes, quanto pelo atendimento aos clientes loja e o Ator Gerente, que representa o papel desempenhado pelo gerente da loja, responsável pelos demais cadastros inclusive o de usuários do sistema. Venda assistida (Atendimento ao cliente) A figura 5 mostra o diagrama de casos de uso referente ao atendimento a cliente.

20 18 Figura 5 Diagrama de Casos de Uso Gerenciar Vendas. 3.5 MÉTODO ADOTADO Inicialmente foi feita uma pesquisa sobre quando, onde, quem e em que situações seria usado o software, foi o que nos forneceu a base para o desenvolvimento da interface gráfica com o usuário a partir da Especificação de Requisitos de Software Projeto de Interface Para se construir um projeto de interfaces precisamos conhecer alguns conceitos básicos de Interface, interação e usabilidade. 1. Interface e Interação. O termo interface é aplicado normalmente àquilo que interliga dois sistemas. Tradicionalmente, considera-se que uma interface homem-máquina é a parte de um

21 19 artefato que permite a um usuário controlar e avaliar o funcionamento deste artefato através de dispositivos sensíveis às suas ações e capazes de estimular sua percepção. No processo de interação usuário-sistema a interface é o combinado de software e hardware necessário para viabilizar e facilitar os processos de comunicação entre o usuário e a aplicação. A interface entre usuários e sistemas computacionais diferencia-se das interfaces de máquinas convencionais por exigir dos usuários um maior esforço cognitivo em atividades de interpretação e expressão das informações que o sistema processa [Norman, 1986]. Moran (ANO) propôs uma das definições mais estáveis de interface, dizendo que a interface de usuário deve ser entendida como sendo a parte de um sistema computacional com a qual uma pessoa entra em contato físico, perceptivo e conceitualmente [Moran, 1981]. Esta definição de Moran caracteriza uma perspectiva para a interface de usuário como tendo um componente físico, que o usuário percebe e manipula, e outro conceitual, que o usuário interpreta, processa e raciocina. Moran e outros denominam este componente de modelo conceitual do usuário. Vemos, pois, que a interface é tanto um meio para a interação usuáriosistema, quanto uma ferramenta que oferece os instrumentos para este processo comunicativo. Desta forma a interface é um sistema de comunicação. A interface possui componentes de software e hardware. Os componentes de hardware compreendem os dispositivos com os quais os usuários realizam as atividades motoras e perceptivas. Entre eles estão a tela, o teclado, o mouse e vários outros. O software da interface é a parte do sistema que implementa os processos computacionais necessários (a) para controle dos dispositivos de hardware, (b) para a construção dos dispositivos virtuais (os widgets) com os quais o usuário também pode interagir, (c) para a geração dos diversos símbolos e mensagens que representam as informações do sistema, e finalmente (d) para a interpretação dos comandos dos usuários. Outra característica de uma interface é a revelação das affordances do sistema. Affordance é um termo que se refere às propriedades percebidas e reais de um artefato, em particular as propriedades fundamentais que determinam como este artefato pode ser utilizado [Norman, 1988]. Segundo Norman, as affordances fornecem fortes pistas ou indicações quanto à operação de artefatos; e quando se tira proveito delas, o usuário sabe exatamente o que fazer só olhando para o

22 20 artefato. Por exemplo, a affordance de um botão é que o pressionemos, de um interruptor, que o comutemos, e assim por diante. A interação é um processo que engloba as ações do usuário sobre a interface de um sistema, e suas interpretações sobre as respostas reveladas por esta interface. Usabilidade A usabilidade de um sistema é um conceito que se refere à qualidade da interação de sistemas com os usuários e depende de vários aspectos. Alguns destes fatores são: facilidade de aprendizado do sistema: tempo e esforço necessários para que os usuários atinjam um determinado nível de desempenho; facilidade de uso: avalia o esforço físico e cognitivo do usuário durante o processo de interação, medindo a velocidade de e o número de erros cometidos durante a execução de uma determinada tarefa; satisfação do usuário: avalia se o usuário gosta e sente prazer em trabalhar com este sistema; flexibilidade: avalia a possibilidade de o usuário acrescentar e modificar as funções e o ambiente iniciais do sistema. Assim, este fator mede também a capacidade do usuário utilizar o sistema de maneira inteligente e criativa, realizando novas tarefas que não estavam previstas pelos desenvolvedores; produtividade: se o uso do sistema permite ao usuário ser mais produtivo do que seria se não o utilizasse. Além disso, é preciso também conhecer o Usuário a. Quem é o usuário? Os usuários são estabelecimentos comerciais de diversos segmentos, micro, pequenas e médias empresas e distribuidoras. b. Quais as expectativas do usuário?

23 21 O usuário deseja um aplicativo desktop com funções básicas de controle de estoque, financeiro, compras e vendas de sua empresa ou estabelecimento comercial de forma automatizada, com simples acesso e de fácil manuseio e manutenção. Esse aplicativo deve gerenciar de forma precisa todas as transações comerciais e financeiras de sua empresa, de forma prática e ágil, que o ajude a aumentar o faturamento, e o deixe sempre informado sobre as condições do estoque, dos pagamentos, das vendas e das demais atividades que sua empresa realize, sem tomar tempo, facilitando a interatividade entre clientes e funcionários. 2. Questões conhecidas O aplicativo deverá rodar (funcionar) em qualquer plataforma (Sistema Operacional), já que a linguagem usada no desenvolvimento é multiplataforma (Java). Necessidade de uma tela de login/senha com a finalidade de selecionar as permissões que cada usuário deverá ter. Necessidade de várias telas de cadastro que atenda todos os requisitos requeridos pelo usuário. Necessidade de telas que controlem a visualização e o gerenciamento do estoque, das vendas Análise do ambiente 3. Onde está localizada? Isso não tem influência direta na aplicação, pois tudo que precisamos para fazer funcionar o aplicativo pode ser instalado em qualquer local, salvo no caso de redes a longas distâncias, como interiores e cidades onde não haja infra-estrutura necessária à implantação dessa tecnologia. 4. O usuário está usando exclusivamente o sistema?

24 22 Mesmo sem implantar o sistema, podemos adiantar que nenhum sistema é totalmente independente e que realize todas as tarefas, então, certamente o usuário não utilizará exclusivamente o aplicativo. 5. Navegação e associação de controles com segurança de acesso. a. Inicialização: Nível 1(Gerente): Habilita todos os menus Nível 2(Atendente): Habilita os menus Venda, Arquivo, Ajuda e o submenu Clientes do menu Cadastros. Menu Arquivo : Navegação para Arquivo. Submenu Entrar como outro usuário : Navegação para Mudar de usuário. Submenu Sair : Navegação para Fazer logoff no sistema. Submenu Fechar : Navegação para Encerrar o sistema. Menu Cadastros : Navegação para Cadastros. Submenu Produtos : Navegação para Cadastro de produtos. Submenu Clientes : Navegação para Cadastro de clientes. Submenu Fabricantes : Navegação para Cadastro de fabricantes.

25 23 Submenu Fornecedores : Navegação para Cadastro de fornecedores. Submenu Categorias : Navegação para Cadastro de Categorias. Submenu SubCategorias : Navegação para Cadastro de subcategorias. Submenu Formas de Pagamento : Navegação para Cadastro de formas de pagamento. Submenu Funcionários : Menu Venda : Navegação para Cadastro de funcionários. Navegação para Vendas. Submenu Assistida : Navegação para Realizar venda assistida. Submenu Frente de Caixa : Navegação para Realizar venda frente de caixa. Menu Faturamento : Navegação para Faturamento. Submenu Fechar caixa : Navegação para Fechamento de caixa. Submenu Faturamento diário : Navegação para Faturamento diário. Submenu Faturamento periódico :

26 24 Navegação para Faturamento periódico. Submenu Faturamento mensal : Navegação para Faturamento Mensal. Menu Ferramentas : Navegação para Ferramentas. Submenu Consulta SQL : Navegação para Consulta SQL. Submenu Opções. Menu Ajuda : Navegação para Opções do sistema. Navegação para Ajuda do sistema. Submenu Sobre : Navegação para Informações sobre o sistema. Submenu Manual de uso. Navegação para Manual de uso do sistema. 6. Caso de uso Real. Caso de uso: Realizar Compra. O cliente chega ao balcão e solicita o produto que deseja adquirir. O cliente informa seus dados pessoais. O atendente abre a tela de Venda assistida clicando no submenu Assistida do menu Vendas.

27 25 O atendente verifica se o cliente já é cadastrado, se for, prossegue na venda, se não, pode ser feito um cadastro instantâneo, ou o atendente poderá usar o Cliente padrão. O atendente registra o(s) produto(s) que o cliente solicitou na tela de busca e armazenamento de produtos. O sistema informa o valor total da venda e o valor unitário de cada produto multiplicado pela quantidade. O atendente propõe as formas de pagamento. O atendente finaliza a venda. O sistema gera um n de operação, que será levado até o caixa. O cliente vai ao caixa, efetua o pagamento, recebe o produto e vai embora. 4 ANÁLISE DOS RESULTADOS Até o presente momento, temos acompanhado o desenvolvimento do projeto de acordo com as datas previstas no cronograma. As interfaces estão prontas, porém, inevitavelmente, faremos alguns ajustes ao decorrer das necessidades encontradas no desenvolvimento final, para que este se adéqüe a todos os requisitos dos nossos usuários. A comunicação RMI está em andamento, alguns testes já foram realizados e o mais breve possível estaremos fazendo testes juntamente com a interface e corrigindo possíveis erros. 4.1 TELAS DO SISTEMA A Figura apresenta a tela de Login e a interface Principal do sistema.

28 26 Figura 6 Tela de Login. As Figuras apresentam as telas da interface Principal com seus respectivos menus e submenus. Figura 7 Figura 8

29 27 Figura 9 Figura 10 Figura 11 Figura AS TELAS DE CADASTRO DO SISTEMA Exibiremos apenas algumas telas de cadastros referentes ao sistema, as demais estarão em anexo ao final do documento. Figura 13 Cadastro de Produtos.

30 28 Figura 14 Cadastro de Clientes. Figura 15 Cadastro de Funcionários.

31 A TELA DE VENDA ASSISTIDA DO SISTEMA Figura 16 Venda Assistida. 5 TESTES DO SISTEMA INTEGRADO Para testes do sistema integrado, faremos algumas seqüências que demonstram as atividades mais comuns entre os usuários do sistema. Serão realizados o login de um funcionário e de um administrador do sistema, um cadastro de fornecedor e exemplos das telas de venda. Todos os usuários do sistema terão que efetuar a identificação no sistema, para isto, é disponibilizada a tela de login (Figura 6). Nesta tela, o usuário poderá digitar seu login e sua senha. Caso o login não esteja correto, o sistema emitirá o aviso mostrado na figura a seguir. Caso o login esteja correto, mas a senha não, o sistema emitirá o aviso mostrado a seguir. Notemos que enquanto o login não é realizado, os menus do sistema são limitados, conforme podemos notar na figura a seguir. Quando login e senha estão corretos, o sistema emite um aviso e libera os menus correspondentes às permissões do usuário logado, conforme figuras a seguir. A partir de então, os usuários do sistema, de acordo com suas permissões, têm acesso às funcionalidades. A seguir, demonstraremos uma das funcionalidades de cadastro.

32 30 O cadastro de fornecedores é uma das atividades que será restrita a funcionários da administração, pois não há necessidade de vendedores cadastrarem fornecedores. Para cadastrar um fornecedor o usuário deve acessar o menu Cadastros e clicar em Fornecedores..., sendo que o mesmo também pode ser acessado através do atalho Ctrl+Shift+N. Após isto, o usuário terá acesso à tela mostrada a seguir. Desta forma, o usuário pode cadastrar um novo fornecedor preenchendo os dados e clicando em Salvar. É realizada uma checagem dos dados e se tudo estiver correto é feita uma requisição para salvar os dados. Quando recebemos a resposta, é exibida uma mensagem com os resultados do processo, conforme pode ser visto abaixo. Como podemos perceber, também informamos a ID que representa o cadastro no sistema. A partir deste número, o usuário pode acelerar alguns processos no sistema. 6 CONCLUSÃO Podemos dizer que no desenvolvimento desse projeto foram levadas em consideração as mudanças e as inovações tecnológicas que os softwares precisam sofrer parar que possam atender aos novos requisitos do mercado. Sendo assim, o uso de novas tecnologias nas áreas de desenvolvimento e modelagem foram cruciais para obtermos os resultados esperados e propostos no início das pesquisas, bem como a solução de problemas relacionados ao controle de estoque e vendas de setores comerciais, que foi o foco escolhido para ser trabalhado na nova arquitetura desenvolvida durante o projeto. Doravante, empresas de pequeno e médio porte têm mais uma alternativa, com tecnologia de ponta e bastante acessível, para a manipulação de suas atividades comerciais.

33 31 REFERÊNCIAS ALECRIM, Emerson, Banco de dados MySQL e PostgreSQL: O banco de dados MySQL. Disponível em: <http://www.infowester.com/postgremysql.php>. Acesso em: 12 abr BORGES, Roberto Cabral de Mello. Histórico e filosofia das interfaces. UFRGS Notas de Aula. DEITEL, H M. DEITEL, P J. Java: como programar. 4.ed. Porto Alegre: BOOKMAN, LIMA, Paulo Sérgio R. Interfaces homem-máquina Notas de Aula. Disponível em: < www2.uepa.br/paulolima >. Acesso em: 13 abr LIMA, Paulo Sérgio R. Projeto de Interfaces para Aplicações Web. UEPA/UFPA. Notas de Aula. PAMPLONA, Vitor Fernando. JavaFree.org: Tutorial Java: O que é Java? Disponível em: <http://www.javafree.org/content/view.jf?idcontent=84>. Acesso em: 23 jun RICARTE, Ivan Luiz Marques. Programação Orientada a Objetos: JavaRMI: Disponível em: <http://www.dca.fee.unicamp.br/cursos/poojava/objdist/javarmi.html>. Acesso em: 12 abr ROCHA, Helder da. Aplicações Distribuídas usando Enterprise JavaBeans - RMI Home. Disponível em: <http://java.sun.com/javase/technologies/core/basic/rmi/index.jsp>. Acesso em: 12 abr Hibernate. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/hibernate>. Acesso em: 23 set ROCHA, Heloísa V. da; BARANAUSKAS, Maria Cecília C. Design e avaliação de interfaces humano-computador. NIED-UNICAMP, 2003.

34 32 ANEXOS INTERFACES Figura 17 Cadastro de Fabricantes. Figura 18 Cadastro de Fornecedores.

35 33 Figura 19 Cadastro de Categorias. Figura 20 Cadastro de Subcategorias. Figura 21 Cadastro de Formas de Pagamento.

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Linguagem de Programação JAVA

Linguagem de Programação JAVA Linguagem de Programação JAVA Curso Técnico em Informática Modalida Integrado Instituto Federal do Sul de Minas, Câmpus Pouso Alegre Professora: Michelle Nery Agenda JAVA Histórico Aplicações Pós e Contras

Leia mais

BANCO DE DADOS II. AULA MySQL.

BANCO DE DADOS II. AULA MySQL. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM COLÉGIO AGRÍCOLA DE FREDERICO WESTPHALEN BANCO DE DADOS II BANCO DE DADOS II AULA MySQL. DISCIPLINA: Banco de Dados II PROF.: ROMULO VANZIN Data: 27/06/2014 Banco

Leia mais

Sistema de Automação Comercial de Pedidos

Sistema de Automação Comercial de Pedidos Termo de Abertura Sistema de Automação Comercial de Pedidos Cabana - Versão 1.0 Iteração 1.0- Release 1.0 Versão do Documento: 1.5 Histórico de Revisão Data Versão do Documento Descrição Autor 18/03/2011

Leia mais

Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning

Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning Manual do Usuário Características e recursos básicos Enterprise Resource Planning www.pwi.com.br 1 Volpe Enterprise Resource Planning Este manual não pode, em parte ou no seu todo, ser copiado, fotocopiado,

Leia mais

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CAMPUS SANTA MARIA. PostgreSQL ou MySQL. Quando utilizar um desses SGBDs.

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CAMPUS SANTA MARIA. PostgreSQL ou MySQL. Quando utilizar um desses SGBDs. UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CAMPUS SANTA MARIA PostgreSQL ou MySQL Quando utilizar um desses SGBDs por Anderson Davi da Cunha Naidon, Daniel Flores Bastos, Gleizer Bierhalz

Leia mais

SISTEMA GERENCIAL TRATORPLAN

SISTEMA GERENCIAL TRATORPLAN SISTEMA GERENCIAL TRATORPLAN SIGET Fabrício Pereira Santana¹, Jaime William Dias¹, ², Ricardo de Melo Germano¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil fabricioblack@gmail.com germano@unipar.br

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

Programação de Computadores - I. Profª Beatriz Profº Israel

Programação de Computadores - I. Profª Beatriz Profº Israel Programação de Computadores - I Profª Beatriz Profº Israel A linguagem JAVA A linguagem Java O inicio: A Sun Microsystems, em 1991, deu inicio ao Green Project chefiado por James Gosling. Projeto que apostava

Leia mais

SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA)

SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA) SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DE FLUXO DE CAIXA DO SETOR DE APOIO FINANCEIRO (ULBRA GUAÍBA) Alessandra Lubbe 1 Alexandre Evangelista 2 Jeandro Perceval 3 José Ramiro Pereira 4 Luiz Gustavo Mahlmann 5 RESUMO

Leia mais

ShoeSystem 1.0 Sistema para loja de calçados

ShoeSystem 1.0 Sistema para loja de calçados Artigo apresentado ao UNIS, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1 ShoeSystem 1.0 Sistema para loja de calçados André Luis dos Reis Revair,

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS.

Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS. Estudo comparativo entre tecnologias Java: Applet e JWS. Clara Aben-Athar B. Fernandes¹, Carlos Alberto P. Araújo¹ 1 Centro Universitário Luterano de Santarém Comunidade Evangélica Luterana (CEULS/ULBRA)

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA COMPUTAÇÃO MÓVEL CONTROLE DE GASTOS PARA ORÇAMENTO DOMÉSTICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA COMPUTAÇÃO MÓVEL CONTROLE DE GASTOS PARA ORÇAMENTO DOMÉSTICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA COMPUTAÇÃO MÓVEL CONTROLE DE GASTOS PARA ORÇAMENTO DOMÉSTICO Fred Paulino Ferreira, Leonardo Couto, Renato Maia, Luiz G. Montanha Departamento

Leia mais

Sistema de Ordens de Serviço HDA Soluções em Informática

Sistema de Ordens de Serviço HDA Soluções em Informática UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO Curso Superior de Graduação em ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Sistema de Ordens de Serviço HDA Soluções em Informática Por AUGUSTO CARRICONDE

Leia mais

Governador Cid Ferreira Gomes. Vice Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho. Secretária da Educação Maria Izolda Cela de Arruda Coelho

Governador Cid Ferreira Gomes. Vice Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho. Secretária da Educação Maria Izolda Cela de Arruda Coelho Governador Cid Ferreira Gomes Vice Governador Domingos Gomes de Aguiar Filho Secretária da Educação Maria Izolda Cela de Arruda Coelho Secretário Adjunto Maurício Holanda Maia Secretário Executivo Antônio

Leia mais

Documento de Visão. Versão 2.5 Projeto SysTrack - Grupo 01

Documento de Visão. Versão 2.5 Projeto SysTrack - Grupo 01 Documento de Visão Versão 2.5 Projeto SysTrack - Grupo 01 Junho de 2011 Histórico de revisão: DATA VERSÃO DESCRIÇÃO AUTORES 19/02/2011 1.0 Versão inicial. João Ricardo, Diogo Henrique. 24/02/2011 2.0 Modificação

Leia mais

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas Linguagem de Programação JAVA Professora Michelle Nery Nomeclaturas Conteúdo Programático Nomeclaturas JDK JRE JEE JSE JME JVM Toolkits Swing AWT/SWT JDBC EJB JNI JSP Conteúdo Programático Nomenclatures

Leia mais

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO

LEI DE ACESSO A INFORMAÇÃO DIREITO DO CIDADÃO DESCRIÇÃO DO SIGAI O SIGAI (Sistema Integrado de Gestão do Acesso à Informação) é uma solução de software que foi desenvolvida para automatizar os processos administrativos e operacionais visando a atender

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ESTRELA TÉCNICO EM INFORMÁTICA SISTEMA DE LOCADORA. Rodrigo Luiz da Rosa

ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ESTRELA TÉCNICO EM INFORMÁTICA SISTEMA DE LOCADORA. Rodrigo Luiz da Rosa ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ESTRELA TÉCNICO EM INFORMÁTICA SISTEMA DE LOCADORA Rodrigo Luiz da Rosa Estrela 2012 EIXO TECNOLÓGICO: Informação e Comunicação TÍTULO: SISTEMA DE LOCADORA AUTOR:

Leia mais

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa ACESSE Informações corporativas a partir de qualquer ponto de Internet baseado na configuração

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 5 Servidores de Aplicação

Leia mais

MAGREGISTER 1.0: GERADOR DE INTERFACES DE COLETAS DE DADOS PARA PDA S. Acadêmico: Gilson Chequeto Orientador: Adilson Vahldick

MAGREGISTER 1.0: GERADOR DE INTERFACES DE COLETAS DE DADOS PARA PDA S. Acadêmico: Gilson Chequeto Orientador: Adilson Vahldick MAGREGISTER 1.0: GERADOR DE INTERFACES DE COLETAS DE DADOS PARA PDA S Acadêmico: Gilson Chequeto Orientador: Adilson Vahldick Roteiro Introdução Objetivos do trabalho Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

Lógica de Programação

Lógica de Programação Lógica de Programação Unidade 4 Ambiente de desenvolvimento Java QI ESCOLAS E FACULDADES Curso Técnico em Informática SUMÁRIO A LINGUAGEM JAVA... 3 JVM, JRE, JDK... 3 BYTECODE... 3 PREPARANDO O AMBIENTE

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

ANDERSON CELECINO BRITO DE SOUZA CASSIANO MACHADO INÁCIO JACKSON BRUTKOWSKI VIEIRA DA COSTA LOJA VIRTUAL

ANDERSON CELECINO BRITO DE SOUZA CASSIANO MACHADO INÁCIO JACKSON BRUTKOWSKI VIEIRA DA COSTA LOJA VIRTUAL ANDERSON CELECINO BRITO DE SOUZA CASSIANO MACHADO INÁCIO JACKSON BRUTKOWSKI VIEIRA DA COSTA LOJA VIRTUAL CURITIBA 2004 ANDERSON CELECINO BRITO DE SOUZA CASSIANO MACHADO INÁCIO JACKSON BRUTKOWSKI VIEIRA

Leia mais

Automação do Processo de Instalação de Softwares

Automação do Processo de Instalação de Softwares Automação do Processo de Instalação de Softwares Aislan Nogueira Diogo Avelino João Rafael Azevedo Milene Moreira Companhia Siderúrgica Nacional - CSN RESUMO Este artigo tem como finalidade apresentar

Leia mais

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Informação no contexto administrativo Graduação em Redes de Computadores Prof. Rodrigo W. Fonseca SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA PELOTAS >SistemasdeInformação SENAC FACULDADEDETECNOLOGIA

Leia mais

QUESTINAMENTOS AO EDITAL DE CONCORRÊNCIA 01/2013

QUESTINAMENTOS AO EDITAL DE CONCORRÊNCIA 01/2013 QUESTINAMENTOS AO EDITAL DE CONCORRÊNCIA 01/2013 Prezados Senhores da comissão de licitação da UENF, seguem alguns questionamentos acerca do edital de concorrência 01/2013 para esclarecimentos: 1. ANEXO

Leia mais

vgf Violin Gerenciador de Franquias

vgf Violin Gerenciador de Franquias vgf Violin Gerenciador de Franquias Violin Gerenciador de Franquias vgf Violin Gerenciador de Franquias Visão Geral Bem-vindo ao Violin Gerenciador de Franquias, uma poderosa aplicação vertical que dá

Leia mais

Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP com foco nas tecnologias de software livre / código aberto

Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP com foco nas tecnologias de software livre / código aberto UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina CTC Centro Tecnológico INE Departamento de Informática e Estatística INE5631 Projetos I Prof. Renato Cislaghi Resumo de TCC Desenvolvimento de um sistema ERP

Leia mais

4 Desenvolvimento da ferramenta

4 Desenvolvimento da ferramenta direcionados por comportamento 38 4 Desenvolvimento da ferramenta Visando facilitar a tarefa de documentar requisitos funcionais e de gerar testes automáticos em uma única ferramenta para proporcionar

Leia mais

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente 1. Quais os componentes de um sistema cliente-servidor? Clientes e servidores 2. Na visão do hardware, defina o que é cliente e o que é servidor: Clientes. Qualquer computador conectado ao sistema via

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA JNC MOBILE 2.0. Anderson Buon Berto Gilberto Torrezan Filho. Florianópolis - SC 2005/1

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA JNC MOBILE 2.0. Anderson Buon Berto Gilberto Torrezan Filho. Florianópolis - SC 2005/1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA JNC MOBILE 2.0 Anderson Buon Berto Gilberto Torrezan Filho Florianópolis - SC 2005/1 1 Sumário 1 Introdução 3 2 Denição do Problema 3 3 Trabalhos Correlatos 4 4 Solução

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÃO. ASP Consultoria e Desenvolvimento de Softwares Ltda. SISTEMA DE GESTÃO COMERCIAL. Manual de Operação do SIMPLES 1

MANUAL DE OPERAÇÃO. ASP Consultoria e Desenvolvimento de Softwares Ltda. SISTEMA DE GESTÃO COMERCIAL. Manual de Operação do SIMPLES 1 Manual de Operação do SIMPLES 1 MANUAL DE OPERAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO COMERCIAL ASP Consultoria e Desenvolvimento de Softwares Ltda. Manual de Operação do SIMPLES 2 A Empresa A ASP Desenvolvimento de Softwares

Leia mais

Gerenciador Financeiro CITi. Gerenciador Financeiro CITi

Gerenciador Financeiro CITi. Gerenciador Financeiro CITi (Sistema de Gerenciamento Financeiro) Especificação dos Requisitos do Software Gerenciador Financeiro CITi Versão 1.0 Autores: Bruno Medeiros de Oliveira Igor Rafael Medeiros Pedro Araújo de Melo Tiago

Leia mais

Busca Certa Combustíveis

Busca Certa Combustíveis UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Busca Certa Combustíveis por Luma Melo Borges Documento de conclusão da disciplina de Trabalho

Leia mais

Índice 1. APRESENTAÇÃO... 1 2. CADASTRO DA EMPRESA... 8 3. CONTROLE DE PERMISSÕES... 14 4. CONFIGURAÇÕES DA EMPRESA... 19 5. CND...

Índice 1. APRESENTAÇÃO... 1 2. CADASTRO DA EMPRESA... 8 3. CONTROLE DE PERMISSÕES... 14 4. CONFIGURAÇÕES DA EMPRESA... 19 5. CND... Sage CND Índice 1. APRESENTAÇÃO... 1 1.1. Primeiro Acesso... 2 1.2. Conhecendo a Plataforma Sage... 4 1.2.1. Seleção de Empresa de Trabalho... 4 1.2.2. Sair do sistema/minhas Configurações... 5 1.2.3.

Leia mais

SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE. Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl

SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE. Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl SISTEMA DE WORKFLOW PARA MODELAGEM E EXECUÇÃO DE PROCESSOS DE SOFTWARE Aluno: Roberto Reinert Orientador: Everaldo A. Grahl Roteiro de apresentação Introdução Objetivos Fundamentação Teórica Workflow Processo

Leia mais

Manual do Teclado de Satisfação Local Versão 1.4.1

Manual do Teclado de Satisfação Local Versão 1.4.1 Manual do Teclado de Satisfação Local Versão 1.4.1 26 de agosto de 2015 Departamento de Engenharia de Produto (DENP) SEAT Sistemas Eletrônicos de Atendimento 1. Introdução O Teclado de Satisfação é uma

Leia mais

Versão <1.0> Documento de Requisitos. Documento de Requisitos. Equipe:

Versão <1.0> Documento de Requisitos. Documento de Requisitos. Equipe: Versão Documento de Requisitos Documento de Requisitos Equipe: Bruno Harada (bhhc) Edilson Augusto Junior (easj) José Ivson Soares da Silva (jiss) Pedro Rodolfo da Silva Gonçalves (prsg) Raphael

Leia mais

Volpe Enterprise Resource Planning

Volpe Enterprise Resource Planning Volpe Enterprise Resource Planning Este manual não pode, em parte ou no seu todo, ser copiado, fotocopiado, reproduzido, traduzido ou reduzido a qualquer mídia eletrônica ou máquina de leitura, sem a expressa

Leia mais

Manual do Teclado de Satisfação Local Versão 1.2.2

Manual do Teclado de Satisfação Local Versão 1.2.2 Manual do Teclado de Satisfação Local Versão 1.2.2 18 de fevereiro de 2015 Departamento de Engenharia de Produto (DENP) SEAT Sistemas Eletrônicos de Atendimento 1. Introdução O Teclado de Satisfação é

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO TECNÓLOGO EM ANALISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO TECNÓLOGO EM ANALISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO TECNÓLOGO EM ANALISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS Sistema de Controle de Viaturas por Pablo Wasculewsky de Matos Orientador: Prof. Me. André Vinicius

Leia mais

Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Universidade Estadual do Oeste do Paraná Universidade Estadual do Oeste do Paraná Estudo de Requisitos de um software para uma loja de lentes de contato Bruno Eduardo Soares Leonardo Zanotto Baggio Maykon Valério da Silva Cascavel, 10 de Junho

Leia mais

Processo de garantia da qualidade baseado no modelo MPS.BR. Acadêmico: Anildo Loos Orientador: Everaldo Artur Grahl

Processo de garantia da qualidade baseado no modelo MPS.BR. Acadêmico: Anildo Loos Orientador: Everaldo Artur Grahl Processo de garantia da qualidade baseado no modelo MPS.BR Acadêmico: Anildo Loos Orientador: Everaldo Artur Grahl Roteiro introdução objetivos do trabalho fundamentação teórica desenvolvimento da ferramenta

Leia mais

CNEC FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI

CNEC FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI CNEC FACULDADE CENECISTA DE CAPIVARI TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO SICOCC Grupo: Flávio T. M. de Toledo Márcio P. Quagliato Mateus P. Quagliato RA: 2003D025 RA: 2003D021 RA: 2003D022 Profº: Vitor Brandi

Leia mais

Manual do Usuário. Vixen PDV

Manual do Usuário. Vixen PDV 1 Manual do Usuário Vixen PDV 2 Índice 1. INTRODUÇÃO 3 2. ENTRANDO NO SISTEMA 4 2.1 TELA LOGIN 4 2.2 CARGA DE TABELAS LOCAIS 4 3. MENU INICIAL 5 4. BARRA DE STATUS 6 5. ABRINDO O CAIXA 6 6. VENDA 7 6.1

Leia mais

Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo

Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo FARMAINFOR Modernização da Farmácia do Hospital Mater Day Documento de Requisitos Versão 2.0 Histórico de Revisão

Leia mais

Ferramenta de apoio a gerência de configuração de software. Aluno: Rodrigo Furlaneto Orientador: Everaldo Artur Grahl

Ferramenta de apoio a gerência de configuração de software. Aluno: Rodrigo Furlaneto Orientador: Everaldo Artur Grahl Ferramenta de apoio a gerência de configuração de software Aluno: Rodrigo Furlaneto Orientador: Everaldo Artur Grahl Roteiro de apresentação Introdução Objetivos Fundamentação Teórica Gerência de Configuração

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CERVA TOISS. por

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CERVA TOISS. por UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS CENTRO POLITÉCNICO CURSO DE TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS CERVA TOISS por Daniel Teixeira Braga Trabalho de Conclusão de curso II Prof. Marcos Echevarria

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB PARA VISUALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS CLIMATOLÓGICOS DO CPTEC/INPE

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB PARA VISUALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS CLIMATOLÓGICOS DO CPTEC/INPE DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE WEB PARA VISUALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DOS DADOS CLIMATOLÓGICOS DO CPTEC/INPE Luciana Maria de Castro Mira¹, Bianca Antunes de S. R. Alves 2, Ana Paula Tavares 3, Luíz Henrique

Leia mais

Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas O conteúdo deste documento tem como objetivos geral introduzir conceitos mínimos sobre sistemas operacionais e máquinas virtuais para posteriormente utilizar

Leia mais

MANUAL ESCOLA FLEX. Revisado em 09/07/2008. Sistema Flex www.sistemaflex.com

MANUAL ESCOLA FLEX. Revisado em 09/07/2008. Sistema Flex www.sistemaflex.com MANUAL ESCOLA FLEX Revisado em 09/07/2008 Sistema Flex www.sistemaflex.com Índice Manual Escola Flex Índice... 2 Tela de Abertura (Splash Screen)... 3 Login... 4 Seleção de Empresas... 5 Tela Principal...

Leia mais

Sistema de Automação Comercial de Pedidos- Versão 1.1

Sistema de Automação Comercial de Pedidos- Versão 1.1 Termo de Abertura Sistema de Automação Comercial de Pedidos- Versão 1.1 Iteração 1.0- Release 1.0 Versão do Documento: 1.1 Histórico de Revisão Data Versão do Documento Descrição Autor 18/03/2011 1.0 Versão

Leia mais

Manual de Instalação, Administração e Uso do Sistema Elétric

Manual de Instalação, Administração e Uso do Sistema Elétric Manual de Instalação, Administração e Uso do Sistema Elétric Versão 1.0 Autores Bruna Cirqueira Mariane Dantas Milton Alves Robson Prioli Nova Odessa, 10 de Setembro de 2013 Sumário Apoio 1. Licença deste

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

Tecnologia Java. Daniel Destro do Carmo Softech Network Informática daniel@danieldestro.com.br

Tecnologia Java. Daniel Destro do Carmo Softech Network Informática daniel@danieldestro.com.br Tecnologia Java Daniel Destro do Carmo Softech Network Informática daniel@danieldestro.com.br Origem da Tecnologia Java Projeto inicial: Oak (liderado por James Gosling) Lançada em 1995 (Java) Tecnologia

Leia mais

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2009

CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2009 CURSO DESENVOLVEDOR JAVA Edição 2009 O curso foi especialmente planejado para os profissionais que desejam trabalhar com desenvolvimento de sistemas seguindo o paradigma Orientado a Objetos e com o uso

Leia mais

FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C#

FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C# FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C# Camila Sanches Navarro 1,2, Wyllian Fressatti 2 ¹Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil sanchesnavarro@gmail.com wyllian@unipar.br Resumo. Este artigo

Leia mais

Sistema Datachk. Documento de Requisitos. Versão <1.2> Z u s a m m e n a r b e i t I d e i a s C o l a b o r a t i v a s

Sistema Datachk. Documento de Requisitos. Versão <1.2> Z u s a m m e n a r b e i t I d e i a s C o l a b o r a t i v a s Documento de Requisitos Versão Z u s a m m e n a r b e i t I d e i a s C o l a b o r a t i v a s 2010 2 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autores 27/04/2010 1.0 Criação da primeira versão

Leia mais

2. Principais documentos relativos ao levantamento de dados do sistema

2. Principais documentos relativos ao levantamento de dados do sistema 1. Prefácio O sistema informatizado Folha de Pagamento Doméstica (GFD), vem sendo desenvolvido visando atender inicialmente a Organização Contábil Santa Rita Ltda., mas posteriormente, poderá favorecer

Leia mais

SOFTWARE PARA ADMINISTRAÇÃO DE SALÕES DE BELEZA. O seu salão já está utilizando os recursos que o sistema TEODORA oferece?

SOFTWARE PARA ADMINISTRAÇÃO DE SALÕES DE BELEZA. O seu salão já está utilizando os recursos que o sistema TEODORA oferece? SOFTWARE PARA ADMINISTRAÇÃO DE SALÕES DE BELEZA O seu salão já está utilizando os recursos que o sistema TEODORA oferece? Não? Então conheça o sistema que é a maior inovação tecnológica voltada para o

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. - INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1

Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1 Instituto Federal do Sertão-PE Design de Interfaces e Usabilidade - Tópico 1 Prof. Felipe Correia Conteúdo Por que estudar Design de Interfaces e Usabilidade?! Conceitos básicos sobre Design! Primeira

Leia mais

Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP

Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Departamento de Ciências da Computação e Estatística Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP André

Leia mais

A abordagem da Engenharia Semiótica para o desenvolvimento de software centrado no usuário

A abordagem da Engenharia Semiótica para o desenvolvimento de software centrado no usuário A abordagem da Engenharia Semiótica para o desenvolvimento de software centrado no usuário Jair Cavalcanti Leite Departamento de Informática e Matemática Aplicada Universidade Federal do Rio Grande do

Leia mais

Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo

Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo Maximus Software Soluções Tecnológicas Ltda. A empresa que desenvolve o seu Produto ao Máximo FARMAINFOR Modernização da Farmácia do Hospital Mater Day Documento de Requisitos Versão 1.1 Histórico de Revisão

Leia mais

Manual de Instalação do Servidor Orion Phoenix Versão 1.0 - Novembro/2010

Manual de Instalação do Servidor Orion Phoenix Versão 1.0 - Novembro/2010 Manual de Instalação do Servidor Orion Phoenix Versão 1.0 - Novembro/2010 Manual de Instalação do Sistema Orion Phoenix 1.0 - Novembro/2010 Página 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...3 2. VISÃO GERAL...3 3. PROCEDIMENTOS

Leia mais

Processo de Engenharia de Software II

Processo de Engenharia de Software II UNIOESTE - Universidade Estadual do Oeste do Paraná CCET Centro de ciências Exatas e Tecnológicas Colegiado de Ciência da Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Processo de Engenharia

Leia mais

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia

Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia P ORTFÓ FÓLIO Apresentação do Portfólio da ITWV Soluções Inteligentes em Tecnologia versão 1.1 ÍNDICE 1. A EMPRESA... 3 2. BI (BUSINESS INTELLIGENCE)... 5 3. DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS... 6 3.1. PRODUTOS

Leia mais

Sistematic Tecnologia e Sistemas de Informação LTDA

Sistematic Tecnologia e Sistemas de Informação LTDA Manual do Usuário SisCommercePDV NFC-e Sistematic Tecnologia e Sistemas de Informação LTDA MANUAL DO USUÁRIO SisCommercePDV Emissor de Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) *Manual em desenvolvimento

Leia mais

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8

INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ÍNDICE INTRODUÇÃO 2 ACESSO AO SIGTECWEB 3 TEMPO DE CONEXÃO 5 NAVEGAÇÃO 7 BARRA DE AÇÕES 7 COMPORTAMENTO DOS BOTÕES 7 FILTROS PARA PESQUISA 8 ACESSO ÀS FERRAMENTAS 9 FUNÇÕES 12 MENSAGENS 14 CAMPOS OBRIGATÓRIOS

Leia mais

MANUAL PARA USO DO SISTEMA GCO Gerenciador Clínico Odontológico

MANUAL PARA USO DO SISTEMA GCO Gerenciador Clínico Odontológico MANUAL PARA USO DO SISTEMA GCO Gerenciador Clínico Odontológico O GCO é um sistema de controle de clínicas odontológicas, onde dentistas terão acesso a agendas, fichas de pacientes, controle de estoque,

Leia mais

Java & OpenJDK. Thiago S. Gonzaga. Sun Campus Ambassador thiago.gonzaga@sun.com

Java & OpenJDK. Thiago S. Gonzaga. Sun Campus Ambassador thiago.gonzaga@sun.com Java & OpenJDK Thiago S. Gonzaga Sun Campus Ambassador thiago.gonzaga@sun.com Tópicos Sobre a Sun Microsystems Algumas tecnologias da Sun Linguagem de Programação Ciclo de Desenvolvimento O que é Java?

Leia mais

DOCUMENTO DE REQUISITOS

DOCUMENTO DE REQUISITOS 1/38 DOCUMENTO DE REQUISITOS GED Gerenciamento Eletrônico de Documentos Versão 1.1 Identificação do Projeto CLIENTE: NOME DO CLIENTE TIPO DO SISTEMA OU PROJETO Participantes Função Email Abilio Patrocinador

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO - VISÃO DE EMPRESAS. Todos os direitos reservados à Softbox

MANUAL DE UTILIZAÇÃO - VISÃO DE EMPRESAS. Todos os direitos reservados à Softbox MANUAL DE UTILIZAÇÃO - VISÃO DE EMPRESAS 2012 Todos os direitos reservados à Softbox 1101001112211110000212451 Seja bem vindo! Você está recebendo o MANUAL DE UTILIZAÇÃO VISÃO DE EMPRESAS. Este manual

Leia mais

MAPEAMENTO OBJETO RELACIONAL: UM ESTUDO DE CASO

MAPEAMENTO OBJETO RELACIONAL: UM ESTUDO DE CASO MAPEAMENTO OBJETO RELACIONAL: UM ESTUDO DE CASO UTILIZANDO O HIBERNATE Rafael Laurino GUERRA, Dra. Luciana Aparecida Martinez ZAINA Faculdade de Tecnologia de Indaiatuba FATEC-ID 1 RESUMO Este artigo apresenta

Leia mais

Violin Tours Management

Violin Tours Management vtm Violin Tours Management Violin Tours Management tm vviolin Tours Management Visão Geral Bem-vindo ao Violin Tours Management, uma aplicação completa para que você automatize canais de relacionamento,

Leia mais

DMS Documento de Modelagem de Sistema. Versão: 1.4

DMS Documento de Modelagem de Sistema. Versão: 1.4 DMS Documento de Modelagem de Sistema Versão: 1.4 VERANEIO Gibson Macedo Denis Carvalho Matheus Pedro Ingrid Cavalcanti Rafael Ribeiro Tabela de Revisões Versão Principais Autores da Versão Data de Término

Leia mais

Ricardo Roberto de Lima UNIPÊ 2008.1 APS-I. Históricos e Modelagem Orientada a Objetos

Ricardo Roberto de Lima UNIPÊ 2008.1 APS-I. Históricos e Modelagem Orientada a Objetos Históricos e Modelagem Orientada a Objetos Histórico Diversas metodologias e métodos surgiram para apoiar OO. Evolução a partir de linguagens C++ e SmallTalk. Anos 80 Anos 80-90: diversidade de autores.

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

Roteiro 2 Conceitos Gerais

Roteiro 2 Conceitos Gerais Roteiro 2 Conceitos Gerais Objetivos: UC Projeto de Banco de Dados Explorar conceitos gerais de bancos de dados; o Arquitetura de bancos de dados: esquemas, categorias de modelos de dados, linguagens e

Leia mais

CRM GESTÃO DOS SERVIÇOS AOS CLIENTES

CRM GESTÃO DOS SERVIÇOS AOS CLIENTES Página 1 de 6 Este sistema automatiza todos os contatos com os clientes, ajuda as companhias a criar e manter um bom relacionamento com seus clientes armazenando e inter-relacionando atendimentos com informações

Leia mais

3 Um Framework Orientado a Aspectos para Monitoramento e Análise de Processos de Negócio

3 Um Framework Orientado a Aspectos para Monitoramento e Análise de Processos de Negócio 32 3 Um Framework Orientado a Aspectos para Monitoramento e Análise de Processos de Negócio Este capítulo apresenta o framework orientado a aspectos para monitoramento e análise de processos de negócio

Leia mais

1 Atualização... ERP 8.8.2

1 Atualização... ERP 8.8.2 DEAK SISTEMAS 2 MANUAL - Deak Frente de Caixa 8.8.2 Sumário I 1 - Introdução 4 II 2 - Instalação 4 1 Atualização... ERP 8.8.2 8 III 3 - Configurações 9 1 3.1... - Cadastros de Bancos 10 2 3.2... - Cadastro

Leia mais

SuperStore Sistema para Automação de Óticas

SuperStore Sistema para Automação de Óticas SuperStore Sistema para Automação de Óticas MANUAL DO USUÁRIO (Administrador) Contato: (34) 9974-7848 http://www.superstoreudi.com.br superstoreudi@superstoreudi.com.br SUMÁRIO 1 ACESSANDO O SISTEMA PELA

Leia mais

Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos. Plano de Testes. Versão <1.1> DeltaInfo. Soluções para web Soluções para o mundo

Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos. Plano de Testes. Versão <1.1> DeltaInfo. Soluções para web Soluções para o mundo Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos Plano de Testes Versão DeltaInfo Soluções para web Soluções para o mundo DeltaInfo 2 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autores

Leia mais

SISTEMA DE GERENCIAMENTO PARA EMPRESAS DE SUPRIMENTOS DE INFORMÁTICA

SISTEMA DE GERENCIAMENTO PARA EMPRESAS DE SUPRIMENTOS DE INFORMÁTICA Resumo SISTEMA DE GERENCIAMENTO PARA EMPRESAS DE SUPRIMENTOS DE INFORMÁTICA Felipe Marques Limonta 1 limonta8@gmail.com Rafael Lucas Monteiro 2 rafaelmonteiro100@hotmail.com Carlos Alberto Lucas 3 profcarloslucas@gmail.com

Leia mais

Guia do Usuário. versão 1.2. GiuSoft Tecnologia - www.giusoft.com.br

Guia do Usuário. versão 1.2. GiuSoft Tecnologia - www.giusoft.com.br Guia do Usuário versão 1.2 GiuSoft Tecnologia - www.giusoft.com.br Sumário Introdução 2 O que é o Alitem? 3 Portal de aplicativos na Internet 3 Site de relacionamentos 3 Infra-estrutura de desenvolvimento

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA SECRETARIA MUNICIPAL DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS CONCURSO PÚBLICO PARA ANALISTA DE SUPORTE 08 DE NOVEMBRO DE 2009... (NOME COMPLETO EM LETRA DE FORMA) INSTRUÇÕES

Leia mais

UMA ABORDAGEM COMPARATIVA ENTRE AS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO JAVA E C#

UMA ABORDAGEM COMPARATIVA ENTRE AS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO JAVA E C# UMA ABORDAGEM COMPARATIVA ENTRE AS LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO JAVA E C# Robson Bartelli¹, Wyllian Fressatti¹. ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil robson_lpbartelli@yahoo.com.br,wyllian@unipar.br

Leia mais

FERRAMENTA WEB PARA MODELAGEM LÓGICA EM PROJETOS DE BANCOS DE DADOS RELACIONAIS

FERRAMENTA WEB PARA MODELAGEM LÓGICA EM PROJETOS DE BANCOS DE DADOS RELACIONAIS FERRAMENTA WEB PARA MODELAGEM LÓGICA EM PROJETOS DE BANCOS DE DADOS RELACIONAIS PAULO ALBERTO BUGMANN ORIENTADOR: ALEXANDER ROBERTO VALDAMERI Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

Ferramenta de Apoio aos Testes de Software de Emissão Fiscal PAF-ECF

Ferramenta de Apoio aos Testes de Software de Emissão Fiscal PAF-ECF Ferramenta de Apoio aos Testes de Software de Emissão Fiscal PAF-ECF Alan Barbosa da Silva, Edmundo Sérgio Spoto UFG - INF, 74.001-090, Brasil alanbarbosa.gyn@gmail.com e dinospoto@gmail.com PALAVRAS-CHAVE:

Leia mais

Manual de Usuário. Gestion Libre de Parc Informatique (Gestão Livre de Parque de Informática) Versão 1.1 NRC

Manual de Usuário. Gestion Libre de Parc Informatique (Gestão Livre de Parque de Informática) Versão 1.1 NRC Manual de Usuário Gestion Libre de Parc Informatique (Gestão Livre de Parque de Informática) Versão 1.1 NRC Manual do Usuário GLPI 1. Introdução 3 2. Acessando o GLPI 4 3. Entendendo o processo de atendimento

Leia mais

CEP 2 100 99010-640 0 (XX) 54 3316 4500 0 (XX)

CEP 2 100 99010-640 0 (XX) 54 3316 4500 0 (XX) ANEXO 2 INFORMAÇÕES GERAIS VISTORIA 1. É obrigatória a visita ao hospital, para que a empresa faça uma vistoria prévia das condições, instalações, capacidade dos equipamentos, migração do software e da

Leia mais

ANEXO 9 DO PROJETO BÁSICO DA FERRAMENTA DE MONITORAMENTO, SEGURANÇA E AUDITORIA DE BANCO DE DADOS

ANEXO 9 DO PROJETO BÁSICO DA FERRAMENTA DE MONITORAMENTO, SEGURANÇA E AUDITORIA DE BANCO DE DADOS ANEXO 9 DO PROJETO BÁSICO DA FERRAMENTA DE MONITORAMENTO, SEGURANÇA E AUDITORIA DE BANCO DE DADOS Sumário 1. Finalidade... 2 2. Justificativa para contratação... 2 3. Premissas para fornecimento e operação

Leia mais