O CONSUMO AMERICANO E O POSICIONAMENTO POLÍTICO BRASILEIRO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O CONSUMO AMERICANO E O POSICIONAMENTO POLÍTICO BRASILEIRO"

Transcrição

1 O CONSUMO AMERICANO E O POSICIONAMENTO POLÍTICO BRASILEIRO Trabalho apresentado ao módulo Realismo (1960) ou Novo Realismo, como requisito parcial para obtenção do título de especialista do curso de História da Arte Moderna e Contemporânea da Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP), sob orientação da profa. Ms. Caroline Schroeder. Gilaine Pagotto RESUMO O presente trabalho trata sobre algumas considerações acerca de conteúdos abordados em sala de aula sobre o Realismo dos anos 1960 (ou Novo Realismo). Pretende-se, contudo, apresentar um discurso sobre o tema em questão, sobretudo nos contextos americano e brasileiro. Por meio de uma explanação verbal e apresentação de algumas imagens, pretendo traçar relações entre algumas características da Arte Pop nesses contextos e alguns artistas inclusive paranaenses. Palavras-chave: Realismo Arte Pop. Estados Unidos. Consumo. Brasil. Ditadura. O Realismo de 1960 ou o Novo Realismo não caracteriza-se como uma representação mimética ou realista do real, é, antes, um compromisso moral com o real, com a consciência da realidade que é representada ; consciência moral (ou ética moral). Trás as centelhas do real, do cotidiano, e tenta trazer novamente a arte para a realidade, como Marcel Duchamp. Cada artista, então, trás sua própria noção da realidade e este não é um pintor, escultor etc., é um artista que vai trabalhar com as coisas que estão no mundo como matéria-prima, consolidando uma nova concepção de espaço/tempo e fusão entre linguagens; aproximação com o real contemporâneo. A imagem da televisão estava sempre muito presente naquela época (massmedia) a paisagem moderna, equipamentos domésticos, objetos de consumo e o tema da sexualidade era sempre muito presente, como O Grande Vidro, de Duchamp, que evidenciava, explorava a questão do desejo (que apesar de ter sido realizada em um tempo outro, ganhou notoriedade nessa época). Ironia, sarcasmo estavam muito presente no contexto artístico da época. A arte americana estava a retratar o consumismo abusivo explorando técnicas e meios mais acessíveis e populares com a intenção de atingir a massa. Enquanto isso, nos anos 1950/60 no Brasil, com a Ditadura, os artistas assumiram uma posição política

2 predominando, portanto, a temática social dos anos Ou seja, algumas peculiaridades dependem do contexto social e político de cada região e há um rompimento com a arte tradicional de até então. Muitos artistas desse contexto fazem referência à história da arte, utilizam cores industriais, exploram padrões de beleza, se apropriam de objetos da própria realidade, de meios midiáticos, trabalham com colagens, sobreposições, evidenciam a precariedade, tratam da repetição da reprodutibilidade, do vazio e assim por diante. Além do mais, de uma maneira geral, são artistas preocupados com a espacialidade da obra que não é mais nem o espaço moderno e nem naturalista; passa a ser um espaço de inserção onde a obra é todo o espaço e não apenas o objeto; de dentro para fora; dados da realidade fixados no trabalho artístico. Alguns artistas americanos destacados aqui nesse cenário pop são: - Jasper Johns (Figura 1): utiliza encáustica, lembrando a arte abstrata, mas com um tema muito banal, de fácil entendimento; se aproxima da ideia de readymades de Duchamp, porém sob reprodução e não como o objeto pronto; apresenta uma aparência popular; - George Segal (Figura 2): constrói uma ideia de situações banais da vida real; fala muito da vida solitária da vida moderna efeito bastante realista (bem parecido com o homem real, mas branco, de gesso). Tema: condição humana nos ambientes urbanos; - Tom Wesselmann (Figura 3): retrata o corpo feminino como objeto representante do erótico, da sexualidade; apropriação de imagens de mulheres em revistas; - Andy Warhol (Figura 4): trabalha repetidamente com as mesmas imagens. Tem um interesse de alcançar a massa, por isso temas do gosto popular e inserção de objetos de massa. A repetição era utilizada por ele não como uma representação, mas como uma afirmação do trauma humano, das quais pode causar um desconforto no espectador (ou uma experiência traumática). Expunha a indiferença que a sociedade lidava com a tragédia. Retratos da morte, de pessoas procuradas pela justiça. Também usava a imagem dele para seu próprio trabalho. Promoveu eventos multimídia. Era um voyeur. Com Marilyn (1967?), volta à representação do real com a apropriação de recursos que não são mais manuais, apropriação da cultura de massa, difusão da mídia, apropriação de dados da realidade (características das vanguardas dos anos 1960). 1 Durante a década de 1960, os artistas brasileiros aderiram apenas à formas e à técnica utilizada na pop art. Imprimiam sua personalidade e opinião crítica às obras, registrando sua insatisfação proporcionada pelo regime militar. Já a pop art americana criticava a alienação e a sociedade de massa, discutia o vazio e a repetição provocada pelas máquinas, utilizando-se de um humor negro. A Nova Figuração foi um movimento da década de 1960, que de forma indireta tratava a pop art, utilizando-se da iconografia urbana e o abuso de cores, uma inovação em relação ao construtivismo. Os artistas tentaram resgatar alguns conceitos da pop art americana, porém esbarraram na ditadura militar e na precariedade do sistema de artes no Brasil que não oferecia condições de pesquisa para os artistas. Sendo assim, eles se restringiam às questões sociais de política e à violência sexual e urbana. In:

3 Figura 1 Figura 2 Bronze pintado (1960) As dançarinas (1971) Figura 3 Figura 4 Banheira Nº 3 (1963) Marilyn (1976 -?) Tendo a Arte Pop, como parâmetro, o retrato de seu tempo como uma arte democrática e acessível, no Brasil as vanguardas e o espaço de inserção a espacialidade da obra de arte passam a criticar a circulação de obras artísticas e passa haver uma postura anti-institucional, uma preocupação com o espaço externo, de inserção, uma apropriação de objetos do real e uma fusão entre as linguagens. Destacam-se nesse contexto: Hélio Oiticica, com os Parangolés2 (Figura 5) e Cildo Meireles, com o Projeto cocacola, de 1970 (Figura 6), por exemplo. Oiticica explorando outros materiais que não a pintura propriamente dita, mas utilizando a cor em outros suportes, desvinculando a relação do objeto artístico e o museu; e Meireles, refletindo também sobre o espaço da obra de arte e colocando-a a disposição através da circulação no tempo e no espaço, fazendo com que o trabalho de arte vá além do objeto em si. Figura 5 Nildo da Mangueira, com Parangolé (1964) Figura 6 Projeto coca-cola (1970) 2 Esse trabalho estava presente na exposição Opinião 65 realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAN/RJ), composta por 17 artistas brasileiros e 13 estrangeiros. A exposição destaca-se como uma das principais exposições desse período. Para o crítico de arte Paulo Reis, a mostra representou o momento privilegiado no qual as discussões sobre a volta da figuração tomara corpo pela primeira vez e de forma variada. (REIS, 2006, p. 31). Além disso, a exposição abordava a manifestação dos artistas em relação ao golpe militar de 1964 (In: E, ainda de acordo com o texto, Oiticica foi um dos únicos artistas que conseguiu aproximar-se um pouco da pop art americana. Para REIS, o fato de se apropriar de um ícone (no caso gíria) da cultura de um povo utilizava também o significado da palavra.

4 Subdesenvolvimento, de Waldemar Cordeiro (Figura 7), apresenta uma crítica e uma certa precariedade. Anna Maria Maiolino, com Glu Glu Glu (Figura 8), apresenta um desejo de representação do sujeito representado, uma metáfora política (próxima do fazer de Jasper Johns), pensa no suporte e os anexos sobre ele as sobreposições, um espaço de dentro para fora, de inserção. Outros notórios artistas brasileiros dessa época são: Marcello Nitsche (Figura 9), Claúdio Tozzi (Figura 10), Rubens Gerchman (Figura 11), Wesley Duke Lee (Figura 12), José Roberto Aguilar (Figura 13), entre outros. Figura 7 Susdesenvolvimento (1964) Figura 8 Figura 9 Glu Glu Glu (1967) Figura 11 Policiais identificados na chacina (1968) Mão (1967) Figura 12 Birgitta pensando (1966) Figura 10 Panela de pressão (1968) Figura 13 Série do futebol I (1966) No Paraná, especificamente, a Arte Pop carregava uma certa artesania ainda, bem diferente da Pop Art americana. Suzana Lobo, por exemplo, não lidava com a mesma técnica mercadológica, produzia com pintura, não técnicas gráficas, reproduzíveis ou midiáticas. João Ozório, por sua vez, passando a experimentar novas espacialidades da obra, intervenções pictóricas, uso de tecidos e textos, sob o ponto de vista matérico, textual e sócio-cultural buscando contato com o mundo que está em volta do trabalho e se apropriando de tecidos populares, com referência ao juízo de gosto da massa, como o kitsh,

5 cinema hollywoodiano, telenovelas etc.. Com os Objetos caipiras (por volta de 1970), faz uma crítica social com uma visão caipira da tecnologia, com um espírito de época pop e tropicalista, salienta a carga poética do precário (como uma crítica social ao subdesenvolvimento) e com um resultado estético que não é nem pintura, nem escultura, mas um objeto com inserção de cores e tridimensionalidade. No fim da década de 1960 e início dos 1970, iniciou com mais força a ideia de contracultura, da arte como mercadoria e como subversão das instituições, com os Encontros de Arte Moderna, Artur Barrio, João Moderno e outros artistas e da fusão de linguagens. Rettamozo, com Out-door / arte dor 3, ocupa o espaço urbano (um ponto público da cidade), se apropria da linguagem midiática fazendo uma fusão entre linguagem artística tradicional e linguagem publicitária, refletindo sobre a questão da autoria e da política, estimulando liberdade de expressão ao ocupar um espaço público numa época de repressão. REFERÊNCIAS Sites pesquisados Artistas brasileiros buscavam um processo de comunicação com o intuito de uma intervenção na realidade. Como observou Celso Favaretto, naquele momento eles respondiam a necessidades como articular a produção cultural em termos de inconformismo e desmistificação, vincular a experimentação de linguagem às possibilidades de uma arte participante [...]. O interesse político dos artistas pode ser percebido, por exemplo, no programa da exposição Nova Objetividade Brasileira, apresentada no MAM, em 1967, reunindo trabalhos de artistas do Rio de Janeiro e São Paulo, que definia como uma das prioridades do grupo a tomada de posição em relação aos problemas políticos, sociais e éticos. As sugestões que a Pop Art americana e o Noveau Réalisme francês traziam ao meio artístico brasileiro expandiam as pesquisas direcionadas para a criação das obras em outras dimensões além das estabelecidas pela estética tradicional. Daí o uso intensivo de colagens, das técnicas e cores derivadas do poster, da preocupação com a matéria, o suporte, a questão tridimensional. Para atingir da melhor forma possível o observador e integrá-lo como protagonista da obra, os artistas lançavam mão de um código de signos e imagens provenientes dos meios de comunicação, publicidade e design, que tinham disseminado os sinais gráficos, os caracteres tipográficos, as cores chapadas, logotipos, etc. [...]. O império do terror no governo Médici (1969/74), com censura acirrada, invasões a domicílios, assassinatos e desaparecimento de presos políticos, através da ação dos DOI-CODIS, visando a extinção de qualquer tipo de oposição ao governo militar, foi o principal causador da destruição das atividades da vanguarda nos anos 70. In:

O que é uma instalação?

O que é uma instalação? O que é uma instalação? A arte contemporânea vive, pulsa, voa, viaja e morre. Absorve e constrói o espaço à sua volta ao mesmo tempo que o desconstrói. A desconstrução de espaços, de conceitos e idéias

Leia mais

Conteúdos Bimestrais Sugeridos para a Área Artes Visuais 6º Ano

Conteúdos Bimestrais Sugeridos para a Área Artes Visuais 6º Ano Bimestrais Sugeridos para a Área Artes Visuais 6º Ano Compreendendo as Artes Visuais como área de conhecimento, que busca a formação de um sujeito atuante nos diferentes contextos da sociedade, pretendemos

Leia mais

PROFESSOR: EQUIPE DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA

PROFESSOR: EQUIPE DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA PROFESSOR: EQUIPE DE EDUCAÇÃO ARTÍSTICA BANCO DE QUESTÕES - EDUCAÇÃO ARTÍSTICA 3ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO - PARTE 1 =============================================================================================

Leia mais

como a arte se apropria do mundo?

como a arte se apropria do mundo? como a arte se apropria do mundo? Carlos Zilio, Massificação (João), 1966. Vinílica sobre madeira. 80 145 26 cm. Marilá Dardot, Entre nós, 2006. Instalação. Dimensões variáveis. Rosângela Rennó, Zé Lobato

Leia mais

onde termina uma forma?

onde termina uma forma? onde termina uma forma? Qual o formato da forma? Marcello Nitsche, Bolha amarela, 1967-1968. Náilon, exaustor industrial e chapa galvanizada. 10 25 25 m aprox. É fácil pensarmos na forma de uma cadeira,

Leia mais

Paletas. Autorretratos Rembrandt Van Rijn

Paletas. Autorretratos Rembrandt Van Rijn Paletas Autorretratos Rembrandt Van Rijn Resumo A série Paletas traz nesse episódio Autorretratos, do artista Rembrandt Van Rijn (1606-1669), pintor holandês, um dos maiores representantes do estilo barroco:

Leia mais

PARANGOLEZINHO - Regina Ricci 2007

PARANGOLEZINHO - Regina Ricci 2007 PARANGOLEZINHO - Regina Ricci 2007 1 1 Proposta elaborada com base na obra de Hélio Oiticica, pintor, escultor, performático e artista multimídia que em suas diversas propostas incluiu o Parangolé para

Leia mais

O que é a crítica de arte?

O que é a crítica de arte? Sala de Aula O que é a crítica de arte? Use exemplos de artistas que contestaram o que é verdadeiramente arte para explicar o trabalho do crítico à turma por Maria José Spiteri AAA Divulgação Objetivos

Leia mais

O FIM DA ESTÉTICA DADAÍSMO E ARTE POP

O FIM DA ESTÉTICA DADAÍSMO E ARTE POP RESUMO O FIM DA ESTÉTICA DADAÍSMO E ARTE POP Susana de Castro Qual a relação entre arte e gosto popular? A obra de Danto nos mostra como a arte pop revolucionou a arte ao aproximar o objeto de arte dos

Leia mais

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL DISCIPLINA: ARTE PROFESSORA: Cristiana de Souza DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 8º ANO TURMA: A e B ALUNO (A): Nº: 01. RELAÇÃO DO CONTEÚDO RELAÇÃO DOCONTEÚDO

Leia mais

EXPERIMENTALISMO ARTÍSTICO E A DÉCADA DE 60 NO BRASIL: POR UM NOVO SENTIDO DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL

EXPERIMENTALISMO ARTÍSTICO E A DÉCADA DE 60 NO BRASIL: POR UM NOVO SENTIDO DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL EXPERIMENTALISMO ARTÍSTICO E A DÉCADA DE 60 NO BRASIL: POR UM NOVO SENTIDO DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL Izabella Maria da Silva Medeiros 1 ; Paulo Marcondes Ferreira Soares 2 1 Estudante do Curso de Psicologia

Leia mais

Plano de Patrocínio. PROJETO: Celso Coppio 40 Anos. Realização: PRONAC: 09 0722 PATROCINADORES:

Plano de Patrocínio. PROJETO: Celso Coppio 40 Anos. Realização: PRONAC: 09 0722 PATROCINADORES: Plano de Patrocínio PROJETO: Celso Coppio 40 Anos PRONAC: 09 0722 PATROCINADORES: Realização: o projeto Produzir um livro com os 40 anos de Celso Coppio com uma exposição em seu atelier. Celso Coppio,

Leia mais

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1 Fotografia e Escola Marcelo Valle 1 Desde 1839, ano do registro da invenção da fotografia na França, quase tudo vem sendo fotografado, não há atualmente quase nenhuma atividade humana que não passe, direta

Leia mais

VANGUARDA DISCIPLINA: ARTES PROFESSORA: ANA PRISCILA

VANGUARDA DISCIPLINA: ARTES PROFESSORA: ANA PRISCILA VANGUARDA DISCIPLINA: ARTES PROFESSORA: ANA PRISCILA Em seu sentido literal, vanguarda (vem do francês Avant Garde, guarda avante ) faz referência ao batalhão militar que precede as tropas em ataque durante

Leia mais

e-scrita ISSN 2177-6288

e-scrita ISSN 2177-6288 194 e-scrita ISSN 2177-6288 COMO LER IMAGENS? SANTAELLA, Lucia. Leitura de imagens. São Paulo. Melhoramentos. 2012. 184 p. (Coleção Como eu ensino). Rodrigo da Costa Araujo 1 Como ler imagens? Como elas

Leia mais

8. Feito isso volte a camada onde está a foto da fruta que teve apenas o fundo removido, e selecione a área vazia (o quariculado), crie uma nova

8. Feito isso volte a camada onde está a foto da fruta que teve apenas o fundo removido, e selecione a área vazia (o quariculado), crie uma nova Histórico Pop art (ou Arte pop) é um movimento artístico surgido no final da década de 1950 no Reino Unido e nos Estados Unidos. O nome desta escola estético-artística coube ao crítico britânico Lawrence

Leia mais

PALAVRAS-CHAVES: cultura pop, cultura popular, Pop Art, cultura de massa, indústria cultural.

PALAVRAS-CHAVES: cultura pop, cultura popular, Pop Art, cultura de massa, indústria cultural. A obra de Romero Britto na propaganda sob a influência do Pop Art Carlos Alberto Alves Lima 1 Sônia Maria Dias Andrade 2 Lucio Tadeu Santos Freire 3 Raquel Marques Carriço Ferreira 4 Universidade Federal

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO. Artes

CADERNO DE ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO. Artes COLÉGIO ARNALDO 2015 CADERNO DE ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO. Artes Aluno (a): 5º ano: Turma: Professor (a): Valor: 20 pontos Este trabalho deverá ser entregue IMPRETERIVELMENTE no dia da prova. Prezado(a)

Leia mais

ODILLA MESTRINER. Dois momentos / Um espaço. Sala Especial do 27 SARP - Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional-Contemporâneo

ODILLA MESTRINER. Dois momentos / Um espaço. Sala Especial do 27 SARP - Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional-Contemporâneo ODILLA MESTRINER Dois momentos / Um espaço Sala Especial do 27 SARP - Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional-Contemporâneo Série: Bonanol I, 1 999, acrílica sobre tela, 80 x TI cm. 08 Série: Bananal

Leia mais

Docente: Adriana Severino da Silva Ano: 2013

Docente: Adriana Severino da Silva Ano: 2013 Planejamento Anual de Arte- história da arte ENSINO MÉDIO Docente: Adriana Severino da Silva Ano: 2013 I. INTRODUÇÃO Ensinar história da arte no ensino médio significa fortalecer a experiência sensível

Leia mais

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL

DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL DISCIPLINA: ARTE PROFESSORA: Cristiana de Souza DATA: 18/12/2015 VALOR: 20,0 Pontos NOTA: TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SÉRIE: 6º ANO TURMA: ALUNO (A): RELAÇÃO DOCONTEÚDO PARA A RECUPERAÇÃO FINAL Nº: 01.

Leia mais

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias - ARTE Ensino Médio, 3ª Série POP ART / CARACTERÍSTICAS E MANIFESTAÇÕES

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias - ARTE Ensino Médio, 3ª Série POP ART / CARACTERÍSTICAS E MANIFESTAÇÕES Linguagens, Códigos e suas Tecnologias - ARTE Ensino Médio, 3ª Série POP ART / CARACTERÍSTICAS E MANIFESTAÇÕES ONDE E QUANDO? A partir do fim dos anos 50, simultaneamente, nos Estados Unidos e na Inglaterra.

Leia mais

Unidade IV. Ciência - O homem na construção do conhecimento. APRENDER A APRENDER LÍNGUA PORTUGUESA APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA

Unidade IV. Ciência - O homem na construção do conhecimento. APRENDER A APRENDER LÍNGUA PORTUGUESA APRENDER A APRENDER DINÂMICA LOCAL INTERATIVA A A Unidade IV Ciência - O homem na construção do conhecimento. 2 A A Aula 39.2 Conteúdos: Anúncio publicitário: A construção de um anúncio publicitário. 3 A A Habilidades: Relacionar linguagem verbal

Leia mais

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESTÉTICA DO CARTAZ DE GUERRA NA EUROPA 1914-1918

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESTÉTICA DO CARTAZ DE GUERRA NA EUROPA 1914-1918 ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESTÉTICA DO CARTAZ DE GUERRA NA EUROPA 1914-1918 Prof. Dr. Vanessa Bortulucce A proposta desta comunicação é realizar uma reflexão acerca dos elementos que constituem a estética

Leia mais

Daniel Senise Fernando Cocchiarale

Daniel Senise Fernando Cocchiarale Texto publicado no catálogo da exposição do artista na XX Bienal de São Paulo, em 1989 Fundada na necessidade essencial de marcar sua diferença em relação à representação naturalista, elaborada pelo Renascimento,

Leia mais

H11 - RECONHECER A LINGUAGEM CORPORAL COMO MEIO DE INTERAÇÃO SOCIAL, CONSIDERANDO OS LIMITES DE DESEMPENHO E AS ALTERNATIVAS DE ADAPTAÇÃO PARA

H11 - RECONHECER A LINGUAGEM CORPORAL COMO MEIO DE INTERAÇÃO SOCIAL, CONSIDERANDO OS LIMITES DE DESEMPENHO E AS ALTERNATIVAS DE ADAPTAÇÃO PARA H11 - RECONHECER A LINGUAGEM CORPORAL COMO MEIO DE INTERAÇÃO SOCIAL, CONSIDERANDO OS LIMITES DE DESEMPENHO E AS ALTERNATIVAS DE ADAPTAÇÃO PARA DIFERENTES INDIVÍDUOS. 01.(JAT) Hoje, tem-se preocupado cada

Leia mais

Vanguardas Históricas I

Vanguardas Históricas I Vanguardas Históricas I As transformações do início do século XX e as vanguardas históricas Os avanços da ciência realizados a partir do século XIX mudaram a percepção da realidade e conduziram, no campo

Leia mais

DISCIPLINA DE ARTE CONTEÚDOS:

DISCIPLINA DE ARTE CONTEÚDOS: DISCIPLINA DE ARTE OBJETIVOS: 6 ano Construir, expressar-se e comunicar-se em artes plásticas e visuais, articulando percepção, memória, imaginação, sensibilidade e reflexão. Desenvolver relação de autoconfiança

Leia mais

O ESPORTE NO ÂMBITO DO NOVO REALISMO 1

O ESPORTE NO ÂMBITO DO NOVO REALISMO 1 Anpuh Rio de Janeiro Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro APERJ Praia de Botafogo, 480 2º andar - Rio de Janeiro RJ CEP 22250-040 Tel.: (21) 9317-5380 O ESPORTE NO ÂMBITO DO NOVO REALISMO 1 Victor

Leia mais

1. Pateo do Collegio conhecia não conhecia não responderam 16 18 0. 1. Pateo do Collegio gostei não gostei não responderam 33 0 1

1. Pateo do Collegio conhecia não conhecia não responderam 16 18 0. 1. Pateo do Collegio gostei não gostei não responderam 33 0 1 1. Pateo do Collegio conhecia conhecia 16 18 0 1. Pateo do Collegio gostei gostei 33 0 1 Pateo do Collegio 3% Pateo do Collegio gostei 0% conhecia 53% conhecia 47% gostei 97% Por quê? Aprendi mais sobre

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - CURSO DE FORMAÇÃO EM SHIATSU Por Márcia Gregato

UMA EXPERIÊNCIA DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - CURSO DE FORMAÇÃO EM SHIATSU Por Márcia Gregato UMA EXPERIÊNCIA DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - CURSO DE FORMAÇÃO EM SHIATSU Por Márcia Gregato Introdução Visando possibilitar uma visão global do processo de aprendizagem

Leia mais

CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS Currículo nº 2

CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS Currículo nº 2 CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS Turno: VESPERTINO Currículo nº 2 Reconhecido pelo Decreto nº. 3595, de 14.10.08, D.O.E. nº 7.827 de 14.10.08, e complementação do reconhecimento pelo Decreto nº.

Leia mais

ARTE POP, INDÚSTRIA CULTURAL E PUBLICIDADE: Um estudo iniciante sobre a sedução

ARTE POP, INDÚSTRIA CULTURAL E PUBLICIDADE: Um estudo iniciante sobre a sedução ARTE POP, INDÚSTRIA CULTURAL E PUBLICIDADE: Um estudo iniciante sobre a sedução Jéssica Rezende Corrêa de Sá jrezende.sa@gmail.com Juliane Maria Romanini Socorro juliane.romanini@gmail.com Rita de Cássia

Leia mais

Prova Escrita de História da Cultura e das Artes

Prova Escrita de História da Cultura e das Artes EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Prova Escrita de História da Cultura e das Artes 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova 724/1.ª Fase 15 Páginas Duração da Prova:

Leia mais

ARTES PLÁSTICAS (BACHARELADO)

ARTES PLÁSTICAS (BACHARELADO) assinatura do(a) candidato(a) Admissão por Transferência Facultativa 2. a Transferência Facultativa/2010 ARTES PLÁSTICAS (BACHARELADO) Segunda Etapa Prova Dissertativa LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

Leia mais

Ciência da Computação / Sistemas de Informação Sistemas Multimídia Prof. Marcelo Nogueira Parte - 02 Versão 2008/1.0

Ciência da Computação / Sistemas de Informação Sistemas Multimídia Prof. Marcelo Nogueira Parte - 02 Versão 2008/1.0 O que é Multimídia UNIP Tatuapé - SP Ciência da Computação / Sistemas de Informação Sistemas Multimídia Prof. Marcelo Nogueira Parte - 02 Versão 2008/1.0 Objetivos deste texto (1) Por multimídia entenderemos

Leia mais

PERSONAGENS: CLEMÊNCIA

PERSONAGENS: CLEMÊNCIA PERSONAGENS: CLEMÊNCIA (a viúva de Alberto, mãe de Mariquinha e Júlia) MARIQUINHA (a filha que ama Felício, mas tem dois outros pretendentes interessados em seu dote) JÚLIA (a irmã de Mariquinha de 10

Leia mais

CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS

CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS CURSO DE LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS Turno: VESPERTINO Autorizado pela Resolução UNIV. nº 25, de16 de setembro de 2002. Para completar o currículo pleno do curso superior de graduação em Licenciatura

Leia mais

RESENHA. SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005.

RESENHA. SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005. 1 RESENHA Mónica Santos Pereira Defreitas 1 SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005. O livro de Lúcia Santaella, Por que as comunicações e as artes estão

Leia mais

Do Expressionismo Abstracto NY àpop Art

Do Expressionismo Abstracto NY àpop Art Do Expressionismo Abstracto NY àpop Art Expressionismo abstracto NY Informalismo europeu Grupo CoBrA Escultura Giacometti~Brancusi Nouveau Réalisme Pop Art Hiper Realismo Expressionismo abstracto nova-iorquino

Leia mais

JAKOBSON, DUCHAMP E O ENSINO DE ARTE

JAKOBSON, DUCHAMP E O ENSINO DE ARTE JAKOBSON, DUCHAMP E O ENSINO DE ARTE Terezinha Losada Resumo: A obra Fonte de Marcel Duchamp é normalmente apontada pela crítica de arte como a síntese e a expressão mais radical da ruptura com a tradição

Leia mais

Biblioteca Escolar. Quem é quem? Nome: N.º: Ano/Turma: N.º Grupo:

Biblioteca Escolar. Quem é quem? Nome: N.º: Ano/Turma: N.º Grupo: Quem é quem? Um investigador deve ter um conhecimento sólido não apenas das obras, mas também dos artistas. Lê as frases e identifica o pintor a quem se referem. 1. Foi ordenado cavaleiro da Ordem de Santiago.

Leia mais

Infinitas são as coisas que consideramos boas, um amor correspondido, uma honesta riqueza, um quitute refinado. Umberto Eco em A História da Beleza

Infinitas são as coisas que consideramos boas, um amor correspondido, uma honesta riqueza, um quitute refinado. Umberto Eco em A História da Beleza Belo junto com gracioso, bonito ou sublime, maravilhoso, soberbo _ é um adjetivo que usamos frequentemente para indicar algo que nos agrada. Nesse sentido, aquilo que é belo é bom e, de fato em diversas

Leia mais

Presença das artes visuais na educação infantil: idéias e práticas correntes

Presença das artes visuais na educação infantil: idéias e práticas correntes Capítulo 15 - Artes Visuais Introdução As Artes Visuais expressam, comunicam e atribuem sentido a sensações, sentimentos, pensamentos e realidade por meio da organização de linhas, formas, pontos, tanto

Leia mais

CONTEÚDO E HABILIDADES ARTES REVISÃO. Aula 6.1 Conteúdo: Revisão da Unidade II

CONTEÚDO E HABILIDADES ARTES REVISÃO. Aula 6.1 Conteúdo: Revisão da Unidade II Aula 6.1 Conteúdo: Revisão da Unidade II 1 Habilidades: Revisar os Conteúdos da Unidade II para realizar avaliação II. 2 Revisão 1 Barroco: expressão, do português homônimo, tem o sentido pérola imperfeita,

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE MANDAGUARI Secretaria Municipal de Assistência Social

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE MANDAGUARI Secretaria Municipal de Assistência Social PRÊMIO GESTOR PÚBLICO PARANÁ PGP/PR DADOS CADASTRAIS Ano/Edição: 2015 Município: Mandaguari - PR Função de Governo: III - Assistência Social CNPJ: 76285345-0001/09 Endereço: Avenida Amazonas, 500 - Centro

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES Silvia Eula Muñoz¹ RESUMO Neste artigo pretendo compartilhar os diversos estudos e pesquisas que realizei com orientação do Prof. Me. Erion

Leia mais

CULTURA POPULAR E IDENTIDADE REGIONAL: A CONTRIBUIÇÃO DO SITE JORNALÍSTICO CULTURA PLURAL NOS CAMPOS GERAIS

CULTURA POPULAR E IDENTIDADE REGIONAL: A CONTRIBUIÇÃO DO SITE JORNALÍSTICO CULTURA PLURAL NOS CAMPOS GERAIS 110. ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) (X ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA CULTURA POPULAR E IDENTIDADE

Leia mais

Aptidão. Artes Visuais

Aptidão. Artes Visuais Aptidão Artes Visuais 1. INTRODUÇÃO O curso de Artes Visuais/Habilitação em Artes Plásticas tem como objetivo o desenvolvimento do conhecimento sensível por meio da percepção e da sensibilização estética.

Leia mais

Professora Orientadora: Patricia Fernades de Paiva Marcotti Turma: 7ª série A Disciplina: Artes

Professora Orientadora: Patricia Fernades de Paiva Marcotti Turma: 7ª série A Disciplina: Artes ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR LÉO KOHLER ENSINO FUNDAMENTAL II MOSTRA CULTURAL E CIENTÍFICA: LÉO KOHLER 50 ANOS CONSTRUINDO HISTÓRIA PROJETO: A Arte da Decoupage Professora Orientadora: Patricia Fernades de

Leia mais

MULHER VIP DESEJO E FETICHE : REPRESENTAÇÕES ICÔNICAS

MULHER VIP DESEJO E FETICHE : REPRESENTAÇÕES ICÔNICAS MULHER VIP DESEJO E FETICHE : REPRESENTAÇÕES ICÔNICAS Camila Machado de Souza (IC Voluntária - UNICENTRO) Drª Níncia Cecília Ribas Borges Teixeira (Orientadora) ninciaborgesteixeira@yahoo.com.br Universidade

Leia mais

ARTES AVALIAÇÃO. Aula 3.2 - AVALIAÇÃO

ARTES AVALIAÇÃO. Aula 3.2 - AVALIAÇÃO Aula 3.2-2 1. A Anunciação é uma das obras mais conhecidas de Leonardo da Vinci. Feita por volta do ano de 1472, ela retrata uma das cenas bíblicas mais famosas de todos os tempos. Escreva nas linhas abaixo

Leia mais

A Refiguração do Banal

A Refiguração do Banal A Refiguração do Banal As pinturas de Pedro Meyer são talvez um caso, senão único, raro do que identificaríamos hoje como uma pintura figurativa. Essa palavra surge aqui de propósito: indica que elas não

Leia mais

artigos . Luís Edegar de Oliveira Costa Professor da Faculdade de Artes Visuais da UFG

artigos . Luís Edegar de Oliveira Costa Professor da Faculdade de Artes Visuais da UFG artigos PAULO FOGAÇA nas Artes Plásticas em Goiás: Indícios de Contextualização. Luís Edegar de Oliveira Costa Professor da Faculdade de Artes Visuais da UFG A aparição da arte moderna em Goiás, sua formulação

Leia mais

ARTE E ARTESANATO: Implicações Conceituais e

ARTE E ARTESANATO: Implicações Conceituais e ARTE E ARTESANATO ARTE E ARTESANATO: Implicações Conceituais e Possibilidades S Pedagógicas Conceitos e Funções da Arte O que define o valor da Arte de uma época é o conceito de Arte que é subjacente a

Leia mais

V FESTIVAL DE INVERNO DE OURO BRANCO

V FESTIVAL DE INVERNO DE OURO BRANCO OFICINAS V FESTIVAL DE INVERNO DE OURO BRANCO Informação: As inscrições para as oficinas poderão ser feitas no anexo I da Prefeitura, a partir do dia 19/07 de 08:00 às 1100 e de 13:00 às 17:00 TEATRO DE

Leia mais

Estética, Filosofia, Cultura e outras Linguagens. Felipe Szyszka Karasek

Estética, Filosofia, Cultura e outras Linguagens. Felipe Szyszka Karasek Estética, Filosofia, Cultura e outras Linguagens Felipe Szyszka Karasek Arte x obras de arte. Como distinguir obras de arte de outras coisas que não são arte? Para estar em um terreno artístico é necessário

Leia mais

Quem Foi Pablo Picasso?

Quem Foi Pablo Picasso? FICHA Nº3 Pablo PICASSO Quem Foi Pablo Picasso? Você está para conhecer como surgiram os desenhos, pinturas e esculturas de Picasso. Quem foi esse homem? Picasso era um homem baixinho, gordo e muito inteligente.

Leia mais

ARTES 9 ANO PROF.ª GABRIELA DACIO PROF.ª ARLENE CALIRI ENSINO FUNDAMENTAL

ARTES 9 ANO PROF.ª GABRIELA DACIO PROF.ª ARLENE CALIRI ENSINO FUNDAMENTAL ARTES 9 ANO PROF.ª ARLENE CALIRI ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª GABRIELA DACIO CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade I Tecnologia - Corpo, movimento e linguagem na era da informação. 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES Aula

Leia mais

O QUE FOI A POESIA MARGINAL

O QUE FOI A POESIA MARGINAL O QUE FOI A POESIA MARGINAL A poesia marginal ou a geração Mimeógrafo surgiu na década de 70 no Brasil, de forma a representar o movimento sociocultural que atingiu as artes e principalmente a literatura.

Leia mais

A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70

A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70 A CULTURA NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO NA DÉCADA DE 70 JUNIOR, Carlos de Faria 1 FERNANDES, Priscila Mendonça 2 Palavras-Chave: Indústria Cultural. Regime Militar. Telenovelas. Introdução O projeto consiste

Leia mais

Arquivo Público do Estado de São Paulo

Arquivo Público do Estado de São Paulo Arquivo Público do Estado de São Paulo Oficina: O(s) Uso(s) de documentos de arquivo na sala de aula Ditadura Militar e Anistia (1964 a 1985). Anos de Chumbo no Brasil. Ieda Maria Galvão dos Santos 2º

Leia mais

A TATUAGEM NO SUBMUNDO DO CRIME: UMA LINGUAGEM CODIFICADA

A TATUAGEM NO SUBMUNDO DO CRIME: UMA LINGUAGEM CODIFICADA A TATUAGEM NO SUBMUNDO DO CRIME: UMA LINGUAGEM CODIFICADA Thiago Leonardo Ribeiro (Bolsista PIBIC-FA / PG-CLCA-UENP/CJ) Vera Maria Ramos Pinto (CLCA-UENP/CJ) Grupo de Pesquisa Leitura e Ensino Introdução

Leia mais

Contexto do Dadaísmo

Contexto do Dadaísmo O Movimento Dadá Contexto do Dadaísmo O Movimento Dadá O movimento Dadá ou Dadaísmo foi uma vanguarda moderna iniciada em Zurique, em 1916, no chamado Cabaret Voltaire, por um grupo de escritores e artistas

Leia mais

O Professor Mediador

O Professor Mediador O Professor Mediador Milene Chiovatto Escrever sobre o papel mediador do professor é isolar um dentre tantos aspectos que envolvem o ato de ensinar. Por esse motivo, optei por apontar uma série de questões

Leia mais

Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda

Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda Autor Lourdes Maria Puls Introdução As imagens são utilizadas como meio de comunicação e expressão cultural

Leia mais

A representação geométrica na relação entre matemática e arte: um estudo nas obras de pintores catarinenses

A representação geométrica na relação entre matemática e arte: um estudo nas obras de pintores catarinenses A representação geométrica na relação entre matemática e arte: um estudo nas obras de pintores catarinenses Hellen da Silva Zago 1 Orientadora: Profª. Drª. Claudia Regina Flores RESUMO O presente artigo

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC FIGUEIREDO, Anelice Maria Banhara - SME / Chapecó/SC anelicefigueiredo@gmail.com LORENZET, Simone Vergínia - SME

Leia mais

ANEXO III NORMAS COMPLEMENTARES DA ESCOLA DE BELAS ARTES, ESCOLA DE MEDICINA VETERINÁRIA E ESCOLA DE MÚSICA ESCOLA DE BELAS ARTES

ANEXO III NORMAS COMPLEMENTARES DA ESCOLA DE BELAS ARTES, ESCOLA DE MEDICINA VETERINÁRIA E ESCOLA DE MÚSICA ESCOLA DE BELAS ARTES ANEXO III NORMAS COMPLEMENTARES DA ESCOLA DE BELAS ARTES, ESCOLA DE MEDICINA VETERINÁRIA E ESCOLA DE MÚSICA ESCOLA DE BELAS ARTES Normas Complementares, relativas aos temas e as especificações das Provas

Leia mais

Manoel Pastana na Amazônia do início do século XX

Manoel Pastana na Amazônia do início do século XX Manoel Pastana na Amazônia do início do século XX Maryclea Carmona Maués Neves 1 Quando, onde e quem No início do século XX, a região Amazônica ainda vivia um relativo isolamento do restante do país, reflexo

Leia mais

Passagens e Procedências

Passagens e Procedências Pop Art: Passagens e Procedências capítulo 4 Analisar o período histórico que antecede a um movimento artístico é entender suas vertentes, suas influências e principalmente o porquê de sua temática. O

Leia mais

Como ponto de partida para esse trabalho, considerem o texto a seguir. [ ] Mas a fotografia é arte? Claro que é! Pois o fotógrafo não se limita a

Como ponto de partida para esse trabalho, considerem o texto a seguir. [ ] Mas a fotografia é arte? Claro que é! Pois o fotógrafo não se limita a A arte da fotografia Ao longo do tempo, novas formas de arte foram surgindo. Os antigos não conheceram o cinema e a fotografia, por exemplo, que hoje são manifestações artísticas importantes. A proposta

Leia mais

História da Fotografia em Goiás. Prof. Ms. Déborah Rodrigues Borges

História da Fotografia em Goiás. Prof. Ms. Déborah Rodrigues Borges História da Fotografia em Goiás Prof. Ms. Déborah Rodrigues Borges Poucas referências bibliográficas; Fotógrafos pioneiros: registros de profissionais na cidade de Goiás no final do século XIX. Predominância

Leia mais

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E COMUNICAÇÃO (Tecnologia, Inclusão Digital e Comunicação)

DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E COMUNICAÇÃO (Tecnologia, Inclusão Digital e Comunicação) DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E COMUNICAÇÃO (Tecnologia, Inclusão Digital e Comunicação) OBJETIVOS E METAS 1. Garantir a inclusão digital, instalando computadores nas escolas públicas de ensino fundamental

Leia mais

Centro Educacional Juscelino Kubitschek

Centro Educacional Juscelino Kubitschek Centro Educacional Juscelino Kubitschek ALUNO: N.º: DATA: / / ENSINO: Fundamental II 8ª série) DISCIPLINA: Artes PROFESSOR (A): Equipe de Artes TURMA: TURNO: Roteiro e Lista de estudo para recuperação

Leia mais

Tchaikovsky romântico sem solução

Tchaikovsky romântico sem solução Tchaikovsky romântico sem solução Resumo Uma pérola do romantismo na música, Tchaikovsky nos é apresentado aqui juntamente com as grandes peças teatrais que o tornaram imortal. Com uma melodia sensível,

Leia mais

ARTE CIRCENSE E A EDUCAÇÃO

ARTE CIRCENSE E A EDUCAÇÃO ARTE CIRCENSE E A EDUCAÇÃO Magali Deckert Arndt 1 Noemi Boer 2 Marjorie Dariane da Silva Machado³ Ingrid Mello 4 INTRODUÇÃO O teatro é uma das mais antigas manifestações culturais do homem e o tem acompanhado

Leia mais

HABILIDADES CONTEÚDO METODOLOGIA/ESTRATÉGIA HORA/ AULA

HABILIDADES CONTEÚDO METODOLOGIA/ESTRATÉGIA HORA/ AULA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA ENSINO MÉDIO ÁREA CURRICULAR: CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS DISCIPLINA: FILOSOFIA SÉRIE 1.ª CH 68 ANO 2012 COMPETÊNCIAS: Contextualizar

Leia mais

09/03/2015 DIFERENTES LINGUAGENS. O que é a linguagem? Profa. Ms. Paula Ciol

09/03/2015 DIFERENTES LINGUAGENS. O que é a linguagem? Profa. Ms. Paula Ciol DIFERENTES LINGUAGENS A linguagem é o instrumento com que o homem pensa e sente, forma estados de alma, aspirações e ações, o instrumento com que influencia e é influenciado. L. Hjelmslev Profa. Ms. Paula

Leia mais

Revisitando polêmicas da História da Arte em Belo Horizonte nos salões municipais de belas artes de 1964 a 1968

Revisitando polêmicas da História da Arte em Belo Horizonte nos salões municipais de belas artes de 1964 a 1968 Revisitando polêmicas da História da Arte em Belo Horizonte nos salões municipais de belas artes de 1964 a 1968 Nelyane Gonçalves Santos 1 Os Salões Municipais de Belas Artes da Prefeitura de Belo Horizonte

Leia mais

Curso: Estudos Diversificados 1 História da Arte Visual - Turma: 04 Professora: Dária Aluno: Wagner Kimura n USP: 6891465

Curso: Estudos Diversificados 1 História da Arte Visual - Turma: 04 Professora: Dária Aluno: Wagner Kimura n USP: 6891465 Curso: Estudos Diversificados 1 História da Arte Visual - Turma: 04 Professora: Dária Aluno: Wagner Kimura n USP: 6891465 Uma análise pessoal sobre obras abstracionistas Obras em observadas: Obra 1 Namorados

Leia mais

Ementário do curso de Design de Moda Grade 2007/1

Ementário do curso de Design de Moda Grade 2007/1 1 1 ACESSÓRIOS Fase: 5ª Carga Horária: 30h/a Créditos: 02 Pesquisa e planejamento. Conceituação. Concepção de produtos de moda voltada para o mercado de acessórios. 2 ATIVIDADES COMPLRES Fase: -x- Carga

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME. Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados

EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME. Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados EDUCAÇÃO INFANTIL GRUPO 3 PROGRAMAÇÃO DE CONTEÚDOS 2º. VOLUME Programação de conteúdos/conhecimentos privilegiados Unidade 4 O mundo secreto das tocas e dos ninhos Unidade 5 Luz, sombra e ação! Unidade

Leia mais

Questão 1: SignWriting é:

Questão 1: SignWriting é: Questão 1: SignWriting é: a) um método criado na Comunicação Total para o ensino de surdos. b) um sistema de escrita visual direta de sinais. c) um conjunto de sinais dados para gestos icônicos. d) nome

Leia mais

Além da diversão e arte, o pão: o mercado de trabalho da cultura na Região Metropolitana de Belo Horizonte

Além da diversão e arte, o pão: o mercado de trabalho da cultura na Região Metropolitana de Belo Horizonte Data de elaboração da ficha: Jul 2007 Fundação João Pinheiro Dados da organização Nome: Fundação João Pinheiro (FJP) Endereço: Alameda das Acácias 70, São Luiz Cep: 31.275-150 Belo Horizonte, MG Site:

Leia mais

TEATRO DE MARIONETES DE PAUL KLEE E A PRODUÇÃO DE BONECOS.

TEATRO DE MARIONETES DE PAUL KLEE E A PRODUÇÃO DE BONECOS. TEATRO DE MARIONETES DE PAUL KLEE E A PRODUÇÃO DE BONECOS. Amanda Cristina de Sousa amandita_badiana@hotmail.com E.M. Freitas Azevedo Comunicação Relato de Experiência Resumo: O presente relato trata da

Leia mais

São Paulo, 27 de agosto de 2010.

São Paulo, 27 de agosto de 2010. São Paulo, 27 de agosto de 2010. Os Artistas Visuais: ilustradores, pintores, escultores, cartunistas e fotógrafos, em comum acordo, através das associações e dos sindicatos que os representam, manifestam,

Leia mais

SPOT SEX&TERNURE 1. Marcela REIS 2 Ketura TOLENTINO 3 Jael da COSTA 4 Raqueline BARBOSA 5 Liliana RODRIGUES 6 Faculdade Boas Novas, Manaus AM

SPOT SEX&TERNURE 1. Marcela REIS 2 Ketura TOLENTINO 3 Jael da COSTA 4 Raqueline BARBOSA 5 Liliana RODRIGUES 6 Faculdade Boas Novas, Manaus AM 1 SPOT SEX&TERNURE 1 Marcela REIS 2 Ketura TOLENTINO 3 Jael da COSTA 4 Raqueline BARBOSA 5 Liliana RODRIGUES 6 Faculdade Boas Novas, Manaus AM RESUMO O sistema mercadológico atual configura constantemente

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS TEXTO DE APOIO

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS TEXTO DE APOIO AULA 2.2 - A SIGNIFICAÇÃO NA ARTE TEXTO DE APOIO 1. A especificidade da informação estética Teixeira Coelho Netto, ao discutir a informação estética, comparando-a à semântica, levanta aspectos muito interessantes.

Leia mais

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Patricia Andretta 1 Ana Maria P. Liblik 2 Resumo O presente projeto de pesquisa terá como objetivo compreender

Leia mais

Ana Carolina de Lima Santos (UERJ/EDU) Caroline da Silva Albuquerque (UERJ/EDU) Eixo temático 6: São tantos conteúdos... Resumo

Ana Carolina de Lima Santos (UERJ/EDU) Caroline da Silva Albuquerque (UERJ/EDU) Eixo temático 6: São tantos conteúdos... Resumo 1 A Pesquisa no Processo de Formação de Professores - Relatório da vivência no projeto A leitura no aperfeiçoamento do ensino: uma proposta de pesquisa participante Ana Carolina de Lima Santos (UERJ/EDU)

Leia mais

O CHÃO DA PALAVRA: CINEMA E LITERATURA NO BRASIL: A CULTURA CINEMATOGRÁFICA E LITERÁRIA BRASILEIRAS SOB O OLHAR DE JOSÉ CARLOS AVELLAR

O CHÃO DA PALAVRA: CINEMA E LITERATURA NO BRASIL: A CULTURA CINEMATOGRÁFICA E LITERÁRIA BRASILEIRAS SOB O OLHAR DE JOSÉ CARLOS AVELLAR O CHÃO DA PALAVRA: CINEMA E LITERATURA NO BRASIL: A CULTURA CINEMATOGRÁFICA E LITERÁRIA BRASILEIRAS SOB O OLHAR DE JOSÉ CARLOS AVELLAR Matheus Oliveira Knychala Biasi* Universidade Federal de Uberlândia

Leia mais

Pedagogia. O olhar sensível. Profa. Ms. Maria Inês Breccio. Ensino de Artes: fundamentos e práticas

Pedagogia. O olhar sensível. Profa. Ms. Maria Inês Breccio. Ensino de Artes: fundamentos e práticas Pedagogia Profa. Ms. Maria Inês Breccio Ensino de Artes: fundamentos e práticas Olá, sintam-se abraçados! O olhar sensível (...) a arte é social nos dois sentidos: depende da ação de fatores do meio, que

Leia mais

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS DA CRIANÇA Professor(a), no tema anterior, A criança de seis anos no ensino fundamental, falamos sobre quem são e como são essas crianças que ingressam

Leia mais

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO

ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL RESUMO CAMILA SONALY QUEIROZ TITO¹ MAÍSE RODRIGUES LÚCIO² O presente artigo tem por objetivo levar educadores da Educação Infantil a repensar sobre as concepções e metodologias

Leia mais

ANÁLISE DO DISCURSO AULA 01: CARACTERIZAÇÃO INICIAL DA ANÁLISE DO DISCURSO TÓPICO 01: O QUE É A ANÁLISE DO DISCURSO MULTIMÍDIA Ligue o som do seu computador! OBS.: Alguns recursos de multimídia utilizados

Leia mais

Movimentos culturais. Contemporaneidade

Movimentos culturais. Contemporaneidade Movimentos culturais Contemporaneidade Nenhum outro acontecimento desde a Guerra da Secessão de 1861-65 provocou tamanha divisão na opinião pública norte-americana como o envolvimento dos Estados Unidos

Leia mais

REVISÃO PARA PROVA. Surrealismo; Cinema e Vídeo-Arte; Minimalismo. Professora: Caroline Bonilha Componente Curricular: Artes

REVISÃO PARA PROVA. Surrealismo; Cinema e Vídeo-Arte; Minimalismo. Professora: Caroline Bonilha Componente Curricular: Artes REVISÃO PARA PROVA Surrealismo; Cinema e Vídeo-Arte; Minimalismo Professora: Caroline Bonilha Componente Curricular: Artes O SURREALISMO foi o movimento artístico moderno da representação do irracional

Leia mais

DOCÊNCIA DA ARTE: IMAGENS E CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS

DOCÊNCIA DA ARTE: IMAGENS E CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS DOCÊNCIA DA ARTE: IMAGENS E CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS SIGNIFICATIVAS Fabiola Franciele Knecht 1 Viviane Esther Lorenz 2 Henrique Fernando Schmidt 3 Resumo: A prática desenvolvida, em um diálogo entre

Leia mais