Laboratório de fisiologia do exercício

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1 unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS CÂMPUS DE JABOTICABAL CÂMPUS DE JABOTICABAL Laboratório de fisiologia do exercício Antonio de Queiroz Neto Antonio Raphael Teixeira Neto Carla Braga Martins Cesar Andrey Galindo Orozco Eduardo V. V. Freitas Erica Cristina Bueno P. Guirro Fabiana Garcia Christovão Flora Helena de Freitas D Angelis Guilherme de Camargo Ferraz Isabel Cristina Boleli José Corrêa de Lacerda Neto Lina Maria Isabel Mataqueiro Antonio de Queiroz Neto

2 Fisiologia Muscular e Metabólica de Cavalos Atletas Testes de avaliação física na esteira rolante Antonio de Queiroz Neto FCAV/UNESP Câmpus de Jaboticabal

3 - Mais abundante - cerca de 40% do peso corporal - Altamente plástico - Adaptações estruturais - Adaptações bioquímicas

4 Sistema Muscular Fonte: Powers & Howley 2000

5 Sistema Muscular Fonte: Powers & Howley 2000

6 Sistema Muscular

7 Sistema Muscular

8 Sistema Muscular Actina

9 Cabeça Sistema Muscular Miosina Cabeça Pontes cruzadas) Haste

10 Sistema Muscular Contração muscular

11 Cabeça Sistema Muscular Contração muscular

12 Sistema Muscular Contração muscular (encurtamento do sarcômero)

13 Sistema Muscular FIBRAS MUSCULARES Tipo I oxidativas, mioglobina, vermelhas, pequenas, contração lenta, vascularizada Tipo II A glicolíticas/oxidativas, brancas, contração intermediária a rápida Tipo II X Tipo II X glicolíticas, grandes, pouco vascularizadas, contração rápida

14 Sistema Muscular/Bioenergética Tipo I Tipo IIA Tipo IIX (IIB) Velocidade de contração lenta rápida Muito rápida Desenvolvimento máximo de tensão baixa alta alta Atividade da miosina ATPase baixa alta alta Capacidade oxidativa alta alta a intermediária intermediária a baixa Conteúdo de lipídios alta intermediária baixa Capacidade glicolítica baixa alta alta Conteúdo de glicogênio intermediário alto alto Fibras musculares por unidade motora baixa alta alta Fatigabilidade baixa intermediária alta Fonte: Snow e Valberg (1994). In: Athletic horse.

15 Pergunta fundamental da bioenergética Como garantir a condição abaixo? Produção de ATP = Consumo de ATP

16 Fluxo energético no organismo Alimentação Carboidratos Lipídios Proteínas Substratos energéticos Vias metabólicas Consumo de ATP Produção de ATP Contração muscular

17 Substratos energéticos e moeda energética Carboidratos Lipídios Proteínas ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP ATP TRABALHO ÚTIL

18 Pi Hidrólise ATP ATP ADP H 2 O 7,3Kcal

19 BIOENERGÉTICA Vias metabólicas Fosfatos de alta energia Adenosina trifosfato ATP Doador universal de energia ATP + H 2 O ADP + P I + H + + ENERGIA ATPase

20 BIOENERGÉTICA Vias metabólicas Creatina fosfato Sistema ATP-CP Método mais simples CP + ADP ATP + C Creatina quinase

21 BIOENERGÉTICA Vias metabólicas Glicólise produção anaeróbia de ATP Sem envolvimento de O 2 Transfere energia de ligações de glicose para unir o P i ao ADP Glicogênio + 3 ADP Lactato + 2H ATP

22 BIOENERGÉTICA Vias metabólicas Glicólise produção anaeróbia de ATP Sem envolvimento de O 2 Transfere energia de ligações de glicose para unir o P i ao ADP Glicogênio + 3 ADP Lactato + 2H ATP

23 BIOENERGÉTICA Vias metabólicas Produção Aeróbia de ATP Presença de O 2 fosforilação oxidativa Ocorre no interior da mitocôndria Ciclo de Krebs e cadeia transportadora de elétrons (1) Glicose + 6 O ADP 6 CO H 2 O + 32 ATP (2) Palmitato + 23 O ADP 16 CO H 2 O +130 ATP

24 TESTES, EM ESTEIRA ROLANTE, DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DE CAVALOS

25

26

27 Variáveis para a avaliação do desempenho -Comportamentais -Morfológicas -Fisiológicas -Bioquímicas

28 Ergoespirometria Fisiológicas

29 Fisiológicas Freqüência Cardíaca (bpm) Velocidade(m/s)

30 Fisiológicas Freqüência Cardíaca Deep Down ( FC máx 16/09/09 ) FC (bpm) VVelocidade e a( dkm/h e ( ) m s -1 ) Tempo ( min ) aquecimento fase incremental

31 Bioquímicas Determinação do limiar anaeróbio pela lactacidemia (limiar de lactato - OBLA) Velocidade em concentração fixa de lactato V lac2,5 ; V lac3 ; V lac4 Limiar anaeróbico individual (LAI) Ponto de lactato mínimo (Lacmin) Método da máxima fase estável do lactato (MAFEL)

32 Bioquímicas Lactato - Concentrações fixas de lactato (V4 - Vlac4), V Lactacidemia (mmol/l) V 2 V Velocidade (m/s)

33 Bioquímicas Lactato - Concentrações fixas de lactato (V4 - Vlac4), V2

34 Bioquímicas Lactato Destreinados (Y=0,989e 0,2864x ) R 2 =0, meses de treinamento (Y=0,876e 0,2547x ) R 2 =0, Lactato (mmol/l) Velocidade (m/s) Representação gráfica referente a V LAC4 nos grupos experimentais destreinado (D), após 3 meses de treinamento (T 3 ). Observar as respectivas equações exponenciais.

35 Bioquímicas Lactato - Concentrações fixas de lactato (V4 - Vlac4), V2 Considerações: Bom para se avaliar o progresso do treinamento Limitações: Não pode ser usado como sinônimo de Limiar de Lactato (OBLA) Não pode ser usado como parâmetro para definição de intensidade de treinamento

36 Bioquímicas Lactato - Limiar anaeróbico individual (LAI) Lactacidemia 10,0 lactato (mmol/l) 8,0 6,0 4,0 2,0 Olhômetro 0, watts

37 Bioquímicas Lactato - Limiar anaeróbico individual (LAI) Lactacidemia (mmol/l) 12 Figura representativa do cálculo do 10 Limiar Anaeróbio Individual (LAI). Pode-se ver a reta (a) paralela ao a 8 eixo das ordenadas criada a partir da lactacidemia mais alta em 6 b exercício, a reta (b) que parte do ponto de intersecção entre (a) e a 4 curva de recuperação, e o LAI. 2 Nota-se que se a curva de LAI recuperação não atingir valores 0 menores que a última lactacidemia obtida em exercício, fica impossível a criação da reta (a). Tempo (minutos) Aquecimento Incremental Desaquecimento

38 Bioquímicas Lactato - Limiar anaeróbico individual (LAI) Lactacidemia (mmol/l) LAI Método do DMAX Aquecimento Incremental Desaquecimento

39 Bioquímicas Lactato - Limiar anaeróbico individual (LAI) Lactacidemia (mmol/l) LAI Método da interseção das retas Aquecimento Incremental Desaquecimento

40 Bioquímicas Lactato - Ponto de lactato mínimo (Lacmin) Lactato (mmol/l) P<C P>C P>C P=C Hiperlactacidemia sprint Intensidade

41 Bioquímicas Lactato - Ponto de lactato mínimo (VLacmin) Vantagem: Facilidade de se determinar o ponto de inflexão (OBLA) Pergunta: Será que a Vlacmin é dependente do protocolo?

42 Bioquímicas Lactato - Máxima fase estável do lactato (MAFEL) Lactacidemia (mmol/l) 2,5 2,0 V = V MFEL V > V MFEL 1,5 1,0 0,5 Intensidade (velocidade e inclinação) constantes 0, Tempo (min)

43 Bioquímicas Lactato - Máxima fase estável do lactato (MAFEL) Vantagems: - Método mais fidedigno para determinação do Limiar de Lactato - Padrão ouro Desvantagens: - Execução trabalhosa e demorada - Impossível de ser executado no dia-a-dia

44 Bioquímicas Glicose A * * Blood lactate (mmol/l) * T 0 (n = 12 ) T 9 0 (n = 1 0 ) * 4 2 Plasma Glucose (mmol/l) 0 7,0 6,5 6,0 5,5 5,0 4,5 4,0 B 3,5 0,0 4,0 6,0 8,0 10,0 15,0 20,0 30,0 (m in.) speed (m.s -1 ) w arm -up exercise Steps of IET s cool-dow n

45 Bioquímicas Nossas últimas pesquisas -A Vlacmin corresponde ao Limiar de Lactato? -A Vlacmin é dependente do protocolo utilizado? -A cinética da glicose nos permite a obtenção de uma Vglicmin? -A Vglicmin corresponderia ao Limiar de Lactato

46 Bioquímicas Protocolos estabelecendo-se a duração e incremento de velocidade de cada fase. Programas P1* P2* P3* P4 P5 Número de animais Incremento de velocidades (m.s -1 ) Duração da etapa (min) ,5 0,5 0, , ,5 5 Duração total do incremental (min) *Grupo em que se variou a duração da etapa (Grupo duração) Grupo em que se variou o incremento de velocidade (Grupo incremento)

47 Bioquímicas Determinação da Máxima Fase Estável de Lactato (MAFEL) Animal Sessão Vel(m/s -1 ) Basal 10 min 15 min 20 min 25 min 30 min Desaq V MAFEL(m/s-1) 1 6,00 0,36 1,27 1,66 2,14 3,31 2, ,50 0,40 0,86 1,22 1,46 1,92 2,50 1,59 5,20 3 5,00 0,65 0,62 0,76 0,87 1,08 1,13 0,98 4 5,20 0,48 0,58 0,64 0,76 0,98 1,31 1,15 1 5,50 0,31 1,08 1,10 1,23 1,59 2,24 1, ,00 0,43 1,00 1,02 1,15 1,33 1,65 1,05 5,40 3 5,20 0,44 0,72 0,93 1,03 1,20 1,23 0,96 4 5,40 0,35 0,89 0,92 1,11 1,21 1,37 1,08 1 5,50 0,29 0,97 0,88 1,06 1,29 2,47 1,52 2 5,00 0,29 0,49 0,53 0,59 0,78 0,73 0, ,20 0,40 0,52 0,93 0,79 0,77 0,82 0,76 5,40 4 5,30 0,45 0,49 0,52 0,61 0,7 0,63 0,76 5 5,40 0,54 0,46 0,46 0,48 0,54 0,59 0,52 1 6,00 0,51 1,06 1,35 2,17 3,18 3,77 3, ,50 0,43 0,95 1,15 1,32 1,93 2,10 1,74 3 5,20 0,57 0,85 1,22 1,22 1,25 1,46 1,35 5,30 4 5,30 0,37 0,62 0,69 0,78 1,06 1,24 1,09 1 4,00 0,48 0,32 0,32 0,30 0,28 0,31 0, ,50 0,51 0,43 0,37 0,37 0,41 0,47 0,60 3 5,00 0,55 0,94 1,13 1,10 1,14 1,10 5,50 4 5,50 0,30 1,00 0,76 1,01 1,64 1,88 1,31 1 6,00 0,41 0,95 1,25 1,46 1,87 2,30 1, ,50 0,38 0,71 0,79 0,91 1,09 1,26 0,97 5,70 3 5,70 0,51 0,79 0,77 0,98 1,31 1,38 1,13 1 5,50 0,35 0,70 0,73 0,82 1,07 1,25 0, ,00 0,37 1,06 1,30 1,54 2,15 2,59 1,66 5,70 3 5,70 0,32 0,90 0,94 1,10 1,26 1,36 0,90 1 5,50 0,43 0,55 0,70 0,74 0,78 1,42 0, ,00 0,28 1,01 1,42 1,80 2,35 3,30 2,26 3 5,70 0,75 0,88 1,19 1,60 2,08 2,24 1,65 5,60 4 5,60 0,47 0,74 0,90 1,11 1,27 1,54 1,19 Média 0,43 0,79 0,92 1,08 1,38 1,60 1,26 5,48 DP 0,11 0,23 0,32 0,45 0,71 0,83 0,61 0,18 Vel - Velocidade Desaq - Desaquecimento 5,48 + 0,18 m.s -1

48 Inclinação (%) Bioquímicas - Ponto de lactato mínimo (Lacmin) Lactato (mmol/l) Tempo (min) ,5 5 5,5 6 6, Velocidade (m.s -1 ) Inclinação (%)

49 Inclinação (%) Bioquímicas - Ponto de lactato mínimo (Lacmin) y= 1,508x 2-16,98x + 48,88 R 2 = 0,976 Lactato (mmol/l) Lactato (mmol/l) Tempo (min) 2 1 PMO (ponto mínimo observado) 0 4,0 4,5 5,0 5,5 6,0 6,5 Velocidade m.s -1 PMC (ponto mínimo calculado)

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