festa d o divino no ano de 1296, quando convidou, na então vila de Alenquer, o clero, a nobreza e o povo para assistirem à Missa de Pentecostes

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "festa d o divino no ano de 1296, quando convidou, na então vila de Alenquer, o clero, a nobreza e o povo para assistirem à Missa de Pentecostes"

Transcrição

1 festa d o divino A festa popular do Divino Espírito Santo, que celebra a descida do Espírito Santo sobre os discípulos de Jesus no dia de Pentecostes, foi instituída pela rainha Santa Isabel de Portugal, no ano de 1296, quando convidou, na então vila de Alenquer, o clero, a nobreza e o povo para assistirem à Missa de Pentecostes

2 A CORTE DO IMPERADOR A escolha do Imperador (que é uma criança ou um adolescente), recai sobre um parente do Festeiro, normalmente filho ou sobrinho. A sua corte é constituída por dois vassalos e quatro guardas de honra (também crianças ou adolescentes)

3 eentre os que estavam presentes na cerimónia, a rainha convidou o mais pobre para ocupar, sobre o dossel instalado na capela-mor, o lugar do rei. Ali, o pobre, antes de se sentar, ajoelhou-se e o bispo colocou-lhe sobre a cabeça a coroa real, enquanto o povo cantava Veni Creator Spiritus (Vinde Espírito Criador). Depois das solenidades, foi oferecido a todos um banquete no paço real, servido pela rainha e pelos nobres. No ano seguinte, com autorização do rei D. Diniz, mandaram-se fazer coroas iguais à coroa real e, no dia de Pentecostes, em todo o reino de Portugal fizeram-se cerimónias iguais à realizada em Alenquer. Estava assim instituída a Festa do Divino, espalhando-se por todo o país, instalando-se principalmente e com raízes profundas no arquipélago dos Açores desde o início do seu povoamento. Da celebração festiva faziam parte os imperadores e a sua corte formada por mordomos, vassalos, guarda real e bandeireiros. A pouco e pouco os impérios foram-se renovando, cada vez com mais arte e luxo. Era em frente desses impérios que se dava o chamado bodo, ou seja, a distribuição de alimentos aos pobres A Festa do Divino foi levada pelos primeiros colonizadores portugueses, e a devoção ao Divino Espírito Santo tornou-se numa das fortes tradições populares brasileiras no dia da festa. Esta era uma das partes essenciais da festa e acontecia após a missa. À tarde realizava-se a procissão. No século XVI o programa das festas foi ampliado, sendo introduzidas as cerimónias para o peditório e para a guarda da coroa. Foi nesta época que o simples peditório para o bodo passou a denominar-se folia. Também nesse século, a festa religiosa coleta, missa, bodo e procissão passou a ter partes profanas, como os bailes públicos, realizados no adro da igreja ou nas ruas. Com o avançar dos tempos começaram a surgir oposições e algumas restrições às festividades, por se estarem a tornar demasiado mundanas. A primeira proibição da festa do Divino, nos Açores, data de A razão dessa proibição: o povo, cuidando excessivamente dos luxos nessas festas, fazia com elas e nelas gastos que, em muitos dos casos, levavam os senhores da folia (festeiros) à ruína. O luxo e a ostentação nos jantares em honra do Divino e a riqueza do bodo resultou na proibição decretada por Dom Manuel que, mais tarde, em 1559, nas constituições do bispado insulano dizia, reforçando, em parte, a proibição anterior: Que se não fizessem impérios, imperadores e imperatrizes em muitas domingas porque gastavam em comidas e festas o que não têm; e em algumas partes fazem diversos imperadores, e o que é pior com diversas superstições se encomendam ao Espírito Santo. Mais adiante proíbe-se a figura da imperatriz: Que haja um só imperador!. Em 1774, o bispo dom Frei Valério do Sacramento, tentou terminar com as festas proibindo as folias e bailes, mas sem êxito, pois o povo opôs-se às suas ordens. Houve ainda outras tentativas idênticas por parte de alguns membros do clero, querendo evitar abusos mundanos, como os luxos, bailes e exibições cómicas, achando demasiado paganismo para um culto católico, mas todas sem resultado. Mais tarde, proibidos finalmente os bailes, tiveram início as representações ou autos. Em Portugal continental, com raras exceções, as festas do Divino Espírito Santo acabaram por desaparecer, há quem diga devido à secularização. Em Tomar ainda é realizada, mas é chamada, actualmente, de Festa dos Tabuleiros, e acontece somente

4 as procissões Sucedem-se, durante os dias da Festa, as Procissões pela cidade. Mas é a do Resplendor do Divino a mais importante sem dúvida. A caminhada dura uma hora e, pelo percurso, alguns crentes pedem aos homens do andor que lhes dêem uma rosa ou algumas pétalas, que vão junto ao Divino. o bando precatório Percorrendo as ruas da cidade, até ao porto e bairros de periferia, o Bando Precatório, as Bandeiras, Banda de Música de Santa Cecília e a Folia do Divino, pedem esmola, dinheiro para a ajuda da festa

5 Divino de 4 em 4 anos e já não é celebrada na data de Pentecostes. Nas ilhas açoreanas, ao contrário do Continente, de ano para ano incrementaram-se mais, onde as Irmandades do Divino Espírito Santo preservaram o Culto ao Espírito Santo, até aos dias de hoje. A Festa do Divino no Brasil A Festa do Divino chegou ao Brasil trazida pelos primeiros colonizadores portugueses, e a devoção ao Divino Espírito Santo tornou-se numa das fortes tradições populares brasileiras. Há descrições de Festas do Divino que aconteciam, ainda em alto mar, a bordo das naus que partiam em viagem para África, Índia e Brasil. O povo já levava o ceptro, coroa, manto, e tudo o que fosse necessário para a realização da mesma. Há um relato de um jesuíta, datado de 1561, cuja descrição é elucidativa: No Dia de Espírito Santo se fez muito solene festa em nossa nau, porque costumam, como honra de tal dia, eleger um Imperador na nau, ao qual servem todos os capitães e os demais por todo aquele dia. Estava a nau toda enfeitada, embandeirada, toldada de guardamessins muito frescos com um dossel de tafetá azul, onde o Imperador tinha a cadeira. À hora da véspera, vésperas de canto de órgão, porque na nossa nau havia quem o sabia fazer e bem, assim também, cumprindo meu ofício, tive de coroar o Imperador. O capitão dizia que aquilo se fazia para engrandecer a Festa do Espírito Santo e por devoção. E assim não havia por que recusar. Depois de dizer missa cantada, fiz prédica ao Imperador, empossado com toda a sua corte, a gente, ao que parece, ficou contente. Deu-se mesa franca a toda a nau, a qual estava vestida como na corte de sua majestade. Ou noutra, em que que o jesuíta Fúlvio de Gregori, em carta enviada para Roma, refere: Costumam os portugueses eleger um imperador pela festa de Pentecostes e assim aconteceu também nesta nau S. Francisco. Com efeito, elegeram um menino para imperador, na vigília de Pentecostes, no meio de grande aparato. Vestiram-no depois muito ricamente e puseram-lhe na cabeça a coroa imperial. Escolheram também fidalgos para seus criados e oficiais às ordens, de modo que o capitão foi nomeado mordomo da Durante esta época festiva, a cidade de paraty parece vestir-se de vermelho e enfeitar-se com a pomba branca, símbolo do Divino sua casa, outro fidalgo foi nomeado copeiro, enfim, cada um com o seu oficio, à disposição do imperador. Entraram nisto até os oficiais da nau, o mestre, o piloto, trajando todos a primor, fez-se um altar na proa da nau, por ali haver mais espaço, com belos panos e prataria. Levaram, então, o imperador à missa, ao som de música, tambores e festa e ali ficou sentado numa cadeira de veludo com almofadas, de coroa na cabeça e ceptro na mão, cercado pela respectiva corte, ouvindo-se entretanto as salvas de artilharia. Comeram depois os cortesãos do imperador e, por fim, serviram toda a gente ali embarcada, à volta de trezentas pessoas. No Brasil, esta festa ganha maior força exactamente nos séculos XVIII e XIX, ou seja, com a presença da Família Real portuguesa e posteriormente durante o Império. Actualmente, ao longo do litoral brasileiro podemos encontrar o culto ao Divino desde o Maranhão até ao Rio Grande do Sul, e no centro-oeste do país podendo citar-se o interior de São Paulo, Minas Gerais e Goiás entre outros. Em Alcântara (Maranhão), esta festa guarda características do Brasil dos tempos coloniais. Em Pirenópolis (Goiás), a festa tem como maior atracção a chamada Cavalhada, que representa as lutas entre cristãos e mouros durante a invasão árabe da Península Ibérica. É comum, como em todas as festas populares brasileiras, que se misture a devoção católica com folclore popular. É o caso de São Luiz do Paraitinga, a menos de duas horas para o interior de São Paulo, onde a festa não se descaracterizou. Como o município não se desenvolveu muito após o término do ciclo do café, época de prosperidade de São Luís, a tradição manteve-se, segundo o historiador Marcelo Toledo. Segundo ele, as danças, como a congada e o jongo, são elementos da cultura negra que foram incorporados à Festa do Divino, para atrair um número maior de fiéis. Na época do café, por exemplo, os negros representavam 30% da população da cidade. Encontra-se também a Festa do Divino entre os índios Karipuna no interior do Estado de Amapá, praticamente já na fronteira com a Guiana Francesa. A Festa dos Karipunas,

6

7 com nove dias de duração, preserva vários símbolos da festa do Divino Espírito Santo, segundo Joi Cletison, Historiador e Director do Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC. No sul do Brasil esta tradição começou a ser praticada no século XVIII, com a chegada dos primeiros açoreanos que povoaram esta parte do país, em especial o Estado de Santa Catarina. A monarquia caiu com D. Pedro II, após a proclamação da República, mas o imperador da festa do Divino continua a organizar-se todos os anos por várias cidades brasileiras. O Divino em Paraty Declarada Património Histórico em 1937 e Monumento Nacional em 1966 pela Unesco, Paraty, que foi esquecida por mais de um século e redescoberta no final dos anos 30 do século passado, conservou nas suas ruas prédios de plantas regulares, com pequenos saguões, cuidadosos detalhes de madeira e beirais coloridos, onde a presença das águas, o porto e os seus piratas, e a maçonaria determinaram o desenho do seu Centro Histórico. O facto de ter ficado isolada geográfica e economicamente do resto do país no período de 1870 a 1950 fez com que se preservasse a sua arquitectura. Na realidade, é uma cidade que parece ter parado no tempo, à beira de àguas tranquilas parecendo querer embalá-la numa espécie de mágico adormecimento de contos de fadas. Em Paraty, a maior festa é sem dúvida a do Divino, tradição na cidade desde o século XVII, e uma verdadeira manifestação de fé e cultura da população local. Durante esta época festiva, a cidade parece vestir-se de vermelho e enfeitar-se com a pomba branca, símbolo do Divino. Nas ruas flutuam bandeirinhas brancas e vermelhas ao sabor da brisa, as janelas das casas são decoradas com vasos de flores e delas pendem toalhas ou colchas adamascadas vermelhas com a imagem da pomba branca. As igrejas são ornamentadas com f lores, panos e imagens que normalmente estão longe dos olhares públicos. A praça da Matriz é o palco principal das comemorações, que apresenta sempre uma intensa programação. A Bela Adormecida parece acordar do seu sono encantado e enfeitar-se para festejar, num cenário irreal e inesquecível... A festa começa a ser organizada um ano antes, envolvendo praticamente toda a comunidade. Quem coordena e administra toda esta organização é o chamado Festeiro, que é escolhido e anunciado no último dia em que termina a Festa do Divino. Ele tem, assim, um ano para administrar dezenas de voluntários para cada actividade, sejam elas religiosas ou profanas: como angariar dinheiro para que tudo possa funcionar; preocupar-se com a decoração da Igreja Matriz; na contratação da Folia e da banda de música; organizar a feitura do almoço; ou escolher e vestir o imperador e a sua corte. Actualmente, a escolha do Imperador (que é uma criança ou um adolescente), recai sobre um parente do Festeiro, normalmente filho ou sobrinho. A sua corte é constituída por dois vassalos e quatro guardas de honra (também crianças ou adolescentes). Este ciclo do Divino inicia-se no domingo de Páscoa com o levantamento do Mastro, que anuncia as celebrações para dali a 50 dias. Quarenta dias depois, elas têm início e são dez dias de grande devoção religiosa e alegria profana até ao Domingo de Pentecostes. A programação religiosa repete-se durante os dias de festa com missas, ladainhas, novenas e procissões. Todas as noites, após a celebração da novena, acontecem na praça da Matriz eventos populares como danças típicas, jogos, gincanas, leilões, rifas, quermesses, fogos de artifício e shows musicais. Acompanhados por Miriam Cutz, Relações Internacionais da TurisRio, chegámos a Paraty na sexta-feira de manhã, no último fim-de-semana antes dos dias mais importantes da festa. Depois de nos instalarmos na Pousada Porto Imperial, dirigimo-nos à casa do festeiro, que neste ano era uma Festeira, Sueli Magalhães. Os fiéis acotevelavam-se na porta de sua casa (num dos bairros novos de Paraty), alguns com bandeiras vermelhas, outros com pequenas pombas de madeira, outros ainda com velas. Todos para ali se encaminham para ver as Insígnias do Divino: a coroa, o ceptro e uma salva, tudo em prata lavrada portuguesa do século XVIII, feita especialmente para o imperador do Divino na opulenta época do ciclo do café e que, durante o ano, se encontram no Museu de Arte Sacra de Paraty. Estas preciosidades, ladeadas pelos candelabros também em prata antiga portuguesa e pelos cavaletes com as bandeiras do Divino, estão expostas em cima de uma mesa coberta por um pano vermelho adamascado num altar improvisado do

8 alvará de soltura O imperador, no alto do seu palanque liberta, simbolicamente, um preso, lendo um seu vassalo o "Alvará de Soltura". Até 1988 soltava-se realmente um preso a última ladainha Após uma aparatosa entrada do Imperador e da sua corte, seguem-se as crianças e raparigas adolescentes vestidas de branco, levando velas e incensórios

9 Divino Divino numa sala, que foi despida de tudo só para receber os objectos religiosos e transformar-se provisoriamente no Império da Casa do Festeiro. O chão está coberto por folhas de canela, como se fazia no Portugal do século XVIII. Explicam-nos que as folhas de canela, além de tradição, são muito cheirosas e, ao serem pisadas perfumam o ambiente, tomando o lugar do incenso. Ao lado, um altar com frutos da terra (banana, aipim, mandioca, tangerina) e peixe, ou não estivéssemos nós no Brasil, onde o sincretismo religioso impera. Os crentes, durante esse período, vêm visitar os símbolos do Divino pedindo graças ou agradecendo as mesmas. É gente do povo que se junta por ali, devotos fiéis que todos os anos acompanham estes rituais. Veêm-se crianças aprumadas para a ocasião que, seguramente, e de ano para ano, irão acompanhar todas as festividades, seguindo a tradição de seus pais e avós. Vem também gente de fora, brasileiros devotos do Espírito Santo, e alguns turistas curiosos (alguns um tanto desajustados do ambiente, como o caso de um americano, atestado de cerveja ou cachaça, e embrulhado numa bandeira do Brasil, arranhando algumas palavras de português, quem sabe aprendidas na véspera, e demonstrando a sua euforia, num espírito bem mais propício ao Carnaval que para a festa do Divino). Diuner Mello, pesquisador e historiador de Paraty, e uma referência sobre a História da sua cidade, estava presente lançando um livro Festa do Divino Espírito Santo em Paraty - Manual do Festeiro. Diuner é paratiense e desde sempre conviveu com a Festa do Divino aliás o seu pai foi Festeiro por 5 vezes, assim como outras tantas o seu avô. A festa sempre o fascinou pela sua imensa abrangência na vida de toda a comunidade, além de todos os aspectos religiosos, populares e culturais. Chamado de Garimpeiro da Memória, pela sua vida de dedicação à História de Paraty, Diuner resolveu escrever este livro, por achar que alguns dos festeiros encontram alguma dificuldade em saber os seus encargos e obrigações, deixando muitas das vezes de realizar actos tradicionais, e descurando por vezes a parte litúrgica e tradicional. Ao entardecer, depois de termos deambulado pelas ruelas de Paraty e feito um passeio de barco pelas ilhas, regressámos à casa do Festeiro para nos juntarmos às dezenas de pessoas que, portando bandeiras vermelhas com o símbolo do Divino Espírito Santo ou velas, preparados para sair em procissão percorrendo as ruas do centro histórico e os bairros da cidade nova, acompanhados pela banda de música e a Folia do Divino. A Folia é uma trupe de cantadores que levam de casa em casa a Bandeira da Promessa, pedindo donativos e recebendo pedidos ao Espírito Santo e agradecimento por graças alcançadas. Os instrumentos musicais dos componentes da Folia são a viola, o pandeiro e a caixa. O canto e os versos cabem ao mestre e ao contramestre, porém os outros participantes também podem entoar louvações. Há a crença de que, quando a Folia passa, o toque da caixa cura as doenças e traz a fartura. Há também a ideia de que as pessoas que recusem a visita da bandeira na sua casa ou que nada lhe ofereçam atrairão maus acontecimentos, assim como os foliões serão castigados se desviarem dinheiro do peditório. Pára-se em casas particulares, entra-se em lares de idosos e casas de saúde; as pessoas aparecem às janelas e nas portas para assistirem à passagem da procissão. Dirigimo-nos por fim até à Igreja Matriz, toda enfeitada de branco e vermelho, nas alfaias que alcatifam os altares e sacadas e nos demais elementos decorativos. É então rezada uma missa. No dia seguinte, após a alvorada anunciada com o repicar dos sinos, pelas 7 da manhã dá-se a distribuição da carne e das cestas básicas. Desde 2003, conforme nos informam, para além da refeição comunitária oferece-se a chamada cesta básica brasileira, com arroz, fubá, farinha, óleo e açucar. Estas cestas são entregues aos Vicentinos que, depois, fazem a distribuição pelos pobres e carenciados. Às 9 horas sai o Bando Precatório percorrendo as ruas da cidade, dirigindo-se até ao porto e bairros de periferia com as Bandeiras acompanhadas da Banda de Música de Santa Cecília, a Folia do Divino, e o Bando Precatório. Este Bando esmola dinheiro para a ajuda da festa. Muitas das pessoas que pedem esmola para o Divino fizeram a promessa de esmolar durante a festa. E, sempre que recebem algum dinheiro, agradecem dizendo: o Divino agradece. A caminhada é longa. O povo demonstra a sua fé. Até os mais idosos andam quilómetros, para lá e para cá. Ao meio- dia dá-se o grande almoço comunitário, onde comida e bebida é distribuída à população, exactamente como Dona Isabel fez há sete séculos atrás em Portugal. Em cada ano o menú do almoço pode sofrer pequenas va-

10 O RESPLENDOR O resplendor, com o símbolo do Divino Espírito Santo, percorre a cidade no Domingo de Pentecostes, numa procissão liderada pelo Imperador e os seus vassalos

11 O Divino pede esmolas Mas não é por carecer, Pede para experimentar Quem seu devoto quer ser. Meu Divino Espírito Santo Divino celestial Vós na terra sois pombinha No céu pessoa real riações, mas inclui quase sempre carne ensopada com batata, frango assado, arroz com farofa de feijão, cerveja e refrigerantes. Neste almoço comunitário chegam a ser servidas 5 mil refeições, preparadas por um equipa de 60 mulheres que recebem a visita do padre na imensa cozinha do colégio público, que ali se dirige para benzer os alimentos e rezar algumas preces. Este banquete consome cerca de 120 kg de feijão e farinha, 120 kg de arroz, 100 kg de batatas, 40 kg de tomate, 100 kg de cebola, 20kg de sal, 100 kg de massa, 20 kg de alho, além de 5 bois e mais de 200 frangos. Depois do almoço, dirigimo-nos com a Festeira para o seu cabeleireiro onde, numa pequena sala afastada do bulício da festa, ela e os seus ajudantes mais próximos contam o dinheiro arrecadado pelo Bando Precatório. Ao final da tarde sai da casa do Festeiro uma nova procissão pelas ruas da cidade até à Matriz onde é realizada uma missa por volta das 19h30. Aqui, espera-se a chegada do imperador e da sua corte,composta por uma guarda de honra e por um séquito de vassalos, que transportam as insígnias do Divino. O imperador (um adolescente de 16 anos, sobrinho da Festeira) e a sua corte chegam vestidos a rigor. O imperador do Divino, trajado com botas pretas de cano alto, calças brancas justas, camisa com peitilho rendado, chapéu de dois bicos, luvas brancas de cetim e espada (mais tarde, depois da coroação, ser-lhe-á colocado um imenso manto com 3 metros de comprimento, de veludo cor de vinho, bordado com lantejoulas e pedrarias douradas, uma pele de arminho (uma cópia do manto de D. Pedro I do Brasil) e uma sobrecapa. É seguido pelos seus vassalos, que trazem nas mãos os símbolos do Divino, até então expostos na casa do Festeiro a coroa, o ceptro, e a bandeira do Divino, e pela sua guarda de honra (vestida com cópias das fardas da Milícia de Paraty do século XVIII). Depois de uma aparatosa entrada, seguem-se as crianças e raparigas adolescentes vestidas de branco, transportando velas e incensórios, precedendo o sacerdote. A Corte e os Festeiros dirigem-se então para os seus assentos na capela- -mor, ao lado do altar onde é celebrada a última ladainha encerrando a novena e rezada uma missa. Findos os actos religiosos tem então início a cerimónia da coroação do Imperador do Divino. O imperador, ao centro, ajoelha-se no degrau superior do altar, tendo ao seu lado um vassalo e dois guardas de honra, postados nos degraus inferiores. O Festeiro, acompanhado pelo Mestre de Cerimónias, coloca então sobre os ombros do imperador a imensa capa. Em seguida é-lhe entregue o ceptro e colocada na cabeça a enorme coroa de prata. Cá fora os sinos começam a repicar, e são dadas salvas de morteiros, lançados foguetes e o povo aplaude com entusiasmo. A coroa é entregue a um dos vassalos, que a carrega durante todas as procissões, enquanto o imperador mantém consigo o ceptro. Encerrada a cerimónia, o imperador e a sua corte descem solenemente os degraus e atravessam a igreja até à porta. Aqui, já na parte de fora, o mestre de cerimónias arma o quadro, que os guardas de honra seguram e onde o imperador e os vassalos se deslocarão a partir de agora em qualquer das saídas. O quadro é uma armação com quatro varas finas e roliças pintadas de vermelho, aproximadamente com 2,30 m de comprimento, e atadas umas às outras pelas pontas por uma fita encarnada. O seu significado perdeu-se no tempo,mas aparece em quase todas as festas do Divino do Brasil e dos Açores. Dirigem-se então para o Império, um palanque colocado na praça onde, sentado no seu trono, o imperador recebe homenagens populares e assiste à apresentação das danças típicas da região. Entre estas tradições folclóricas destacam- -se as das Fitas, dos Arcos, da Jardineira e dos Velhos, todas elas trazidas pelos portugueses no tempo colonial, e algumas relacionadas com a Primavera e o tempo das colheitas (há historiadores que remontam estes ritos aos cultos pagãos). Também são apresentadas danças de inf luência negra e indígena dos índios da região, como a congada ou marrapaiá. Pelas ruelas e esquinas dos sobrados surgem mascarados, como o Boi, o Cavalinho, a Peneirinha e a Miota (originária do Minho, em Portugal, ainda hoje em voga para brincar ou assustar as crianças). Aqui, em Paraty o passado e o presente, a realidade e a fantasia, misturam-se como em nenhum outro lugar. Após a missa da coroação do imperador, vamos visitar e conhecer Sua Alteza Real e Imperial Dom João Henrique Maria Gabriel Gonzaga de Orleães e Bragança, trineto do Imperador D. Pedro II do Brasil. O seu refúgio preferido é o seu sobrado, aqui em Paraty, onde é carinhosamente tratado por D. Joãozinho.

12 Divino D. Joãozinho negoceia imóveis no Rio de Janeiro, onde tem uma casa. Mas o que gosta mesmo é de fotografia e surf. Seu pai, D. João, também está em Paraty, mas passa a maior parte do tempo na sua casa da Andaluzia, em Espanha. É tarde, e vamos finalmente jantar no Refúgio, um dos restaurantes mais famosos de Paraty, instalado junto ao porto, onde já se encontrava Fáfá de Belém que, mais tarde, iria actuar num show organizado pelas festas. Não foi fácil chegar até lá. Na lua cheia, e principalmente no Inverno Austral e no mês de Maio durante três noites as águas entram de mansinho, cidade adentro, transformando-se em verdadeiros canais que chegam até à igreja da Matriz. Paraty toma então ares de uma Veneza tropical, colonial, encantadora, com os sobrados e a luz dos lampiões reflectindo nas águas a sua beleza serena. No ar flutua um aroma inebriante de uma flor chamada Dama da Noite. Cenário irreal e inesquecível... enquanto ao longe se ouve a animação da festa que entra madrugada adentro, com muita música e dança, entre shows musicais, apresentação de danças folclóricas e uma feira que se estende repleta de barracas servindo bebidas e comidas típicas. Às 6 da manhã do dia seguinte, os sinos das igrejas repicam para a grande alvorada e os foguetes estalam no ar, acordando toda a cidade para o grande dia. É o último dia da Festa, Domingo e o dia de Pentecostes. Às 9 horas dá-se uma procissão saída da casa do Festeiro, encabeçada pelo Imperador, os seus Vassalos e Guarda de Honra, transportando pelas ruas da cidade um andor e um resplendor com o símbolo do Divino Espírito Santo. A caminhada dura uma hora e, pelo percurso, alguns crentes pedem aos homens do andor que lhes dêem uma rosa ou algumas pétalas que vão dispostas junto ao Divino acreditam que o seu chá, feito das pétala, cura doenças. Mais alguma tradição ligada à Rainha Santa e o seu Milagre das Rosas? Quem sabe! Na Igreja Matriz é celebrada a Missa comemorativa do Dia de Pentecostes, presidida pelo bispo da região. Durante a cerimónia, jovens recebem o Sacramento da Confirmação. No final da missa, já cá fora, distribui-se pelo povo pequenos sacos com sal, com um significado simbólico: o sal da Terra, que preserva os alimentos e que se deve guardar em casa, pois traz fartura e boa sorte. São também distribuidas medalhinhas benzidas com a pomba do Divino. Foram oferecidas cerca de 5 mil. São uma ténue lembrança do passado, do tempo em que o imperador mandava cunhar moedas de ouro, prata ou chumbo, dependendo das suas posses, e as distribuía pelo povo. Às 12h00, o imperador, no alto do seu palanque, liberta, simbolicamente, um preso. Até ao ano de 1988, soltava- -se um preso que estivesse realmente preso. Alguém que tivesse cometido uma infração pequena, algum preso bebum, que se tenha excedido na bebida na noite anterior, como nos conta Diuner Mello. Hoje, são libertadas pessoas que se oferecem, muitas vezes como pagamento de alguma promessa. Diuner lembra um homem que fez uma promessa de ser preso para ser depois libertado na festa do Divino. Teria que aparecer na hora da festa e ser solto. Mas fez questão de ir para a cadeia na noite anterior, dormir lá para ser solto no dia seguinte, por ser uma promessa, pois tinha recebido uma graça do Espírito Santo e tinha que pagar o compromisso que assumiu. As pessoas curiosas acotevelavam-se para ver o preso chegar ao palanque do imperador. Uma senhora de idade, entusiasmada, de máquina em punho, ansiosa para ver o preso aparecer, agitava-se e procurava um melhor lugar. Alguém de fora pergunta: Mas é preso de verdade? Não, aqui já nem há cadeia responde alguém de Paraty há uma Delegacia! Passe por lá e vê a polícia descansada a jogar cartas. Finalmente chegou a tão esperada personagem escoltada pela guarda do imperador. Tinha um aspecto entre o surfista desgrenhado e o arrumador de carros. É este o preso!? exclama um homem ao meu lado. Estava hoje de manhã guardando o meu carro ali perto da praça! (não nos enganámos na radiografia do homem). Sem dúvida estamos no Brasil! E aí está a graça. Um dos vassalos do imperador desenrola um pergaminho e lê o Alvará de soltura: Sua Alteza Imperial, o Imperador da festa do Divino Espírito Santo da Cidade de Paraty, considerando o tradicional costume cristão de se libertar um preso por ocasião das festividades de Pentecostes, faz saber aos que esta carta virem e dela tiverem conhecimento, atendendo às súplicas, razões e justificações apresentadas pelo cidadão aqui presente, preso nesta cadeia pública, conceder liberdade plena ao referido, passando o mesmo a gozar e usufruir de todos os privilégios de cidadão comum, podendo o mesmo, de imediato, regressar ao seio de sua família e a seu trabalho, livre de toda a pena e culpa que lhe eram imputadas. Dado e passado no Império da Festa do Glorioso Divino Espírito

13 Santo da Cidade de Paraty,no Estado do Rio de Janeiro. Sua Alteza Imperial. Estou livre! exclama o preso com pouco entusiasmo para o meio da multidão que assistia em baixo do palanque. São soltados mais foguetes. Aliás, os foguetes são uma constante na festa, e utilizados nos mais diversos actos, como nas procissões, no repicar dos sinos, ladainhas, actos litúrgicos, leilão das prendas e, principalmente, na grande queima de fogos, que acontece no encerramento dos festejos. João Carlos é o fogueteiro da festa há 12 anos. Diz-me que este ano já deitou 200 caixas de foguetes. Também é nesta altura que tira do bolso um saquinho de plástico atado com uma fita vermelha do Divino, contendo o sal do Divino e me oferece. Acabei também por receber uma pequena graça do Divino. Mais tarde, o imperador distribui doces às crianças na casa do Festeiro. Estes doces são de figo cristalizado, abóbora, batata doce, cocada, doce de leite, bananada e rebuçados, entre outros. Ao entardecer dá-se a adoração e procissão solene de encerramento da Festa, levando em triunfo o Resplendor do Divino. Um dos últimos momentos da festa, cerimónia que conta com a presença do Imperador, da Corte e dos Foliões do Divino, é quando é anunciado o festeiro do próximo ano, e a sua investidura feita pelos foliões. Para o ano será Edinho, filho do Miragaia! O seu primeiro acto é descer ou, na tradicional expressão paratiense, arriar o mastro, fincado junto à Praça da Matriz. O actual mastro é feito de eucalipto e tem aproximadamente 12 metros. Uma grande queima de fogos de artifício põe um ponto final nas comemorações da Festa do Divino Espírito Santo de Paraty. E assim, passando os séculos, com um imenso Atlântico de permeio, Açores e Paraty unem-se para celebrar o mesmo culto implantado pela Rainha Santa Isabel numa festa de devoção do povo, uma expressão de fé e religiosidade, esperando que chegue a Páscoa do ano seguinte, para que o ciclo se reinicie. Como chegar: A TAP têm voos diários para o Rio de Janeiro. Paraty fica a 248 quilómetros do Rio. Deve seguir até Barra Mansa pela Dutra (BR 116) e descer até Angra dos Reis, seguindo então a BR 101 até Paraty. Também pode optar por um aero-táxi.

Levantando o Mastro CD 02. Bom Jesus da Cana Verde. Divino Espírito Santo Dobrado. Areia areia

Levantando o Mastro CD 02. Bom Jesus da Cana Verde. Divino Espírito Santo Dobrado. Areia areia CD 02 Bom Jesus da Cana Verde [ai bom Jesus da Cana Verde é nosso pai, é nosso Deus (bis)] ai graças a Deus para sempre que tornamos a voltar ai com o mesmo Pombo Divino da glória celestial ai Meu Divino

Leia mais

Arte e Arquitetura Sacra

Arte e Arquitetura Sacra Arte e Arquitetura Sacra A história da Festa do Divino, considerada uma das festas de caráter popular mais antigas do Brasil, tem a sua origem nas festas religiosas da Europa, mais especificamente na tradição

Leia mais

Os participantes da Congada cantam e dançam, homenageando de forma especial, São Benedito. E é uma festa que cumpre também um papel auxiliar no

Os participantes da Congada cantam e dançam, homenageando de forma especial, São Benedito. E é uma festa que cumpre também um papel auxiliar no Congada Congada É um misto de tradições cristãs, pagãs e africanas, onde os participantes, cantando e dançando numa mistura religiosa e profana tão típicas deste país homenageiam de forma especial São

Leia mais

13 Festa do Divino Espírito Santo em São Paulo promove intercâmbio cultural e religioso com São Luís do Maranhão

13 Festa do Divino Espírito Santo em São Paulo promove intercâmbio cultural e religioso com São Luís do Maranhão 13 Festa do Divino Espírito Santo em São Paulo promove intercâmbio cultural e religioso com São Luís do Maranhão Festa popular, que acontece de 12 a 29 de maio de 2012 no Espaço Cachuera!, apresenta tradição

Leia mais

DATAS COMEMORATIVAS. FESTAS JUNINAS 12 de junho Santo Antônio 24 de junho São João 29 de junho São Pedro

DATAS COMEMORATIVAS. FESTAS JUNINAS 12 de junho Santo Antônio 24 de junho São João 29 de junho São Pedro FESTAS JUNINAS 12 de junho Santo Antônio 24 de junho São João 29 de junho São Pedro As festas juninas fazem parte da tradição católica, mas em muitos lugares essas festas perderam essa característica.

Leia mais

ROMARIA DA FESTA DAS ROSAS E DOS CESTOS VOTIVOS PARTE II

ROMARIA DA FESTA DAS ROSAS E DOS CESTOS VOTIVOS PARTE II ROMARIA DA FESTA DAS ROSAS E DOS CESTOS VOTIVOS PARTE II Em 1622 Frei Bartolomeu religioso da Ordem dos Beneditinos, funda em Vila Franca, perto de Viana do Castelo, a Confraria de Nossa Senhora do Rosário.

Leia mais

24 junho a.c 1545-1563 1584 1627 1641 1769 1808 1950. Acontecimento 1641 Ano da proibição do uso de fogueiras e fogos de artifício.

24 junho a.c 1545-1563 1584 1627 1641 1769 1808 1950. Acontecimento 1641 Ano da proibição do uso de fogueiras e fogos de artifício. Salvador da Bahia Leitura: atividades RESPOSTAS Pula a fogueira, João! 1. 24 junho a.c 1545-1563 1584 1627 1641 1769 1808 1950 Data Acontecimento 1641 Ano da proibição do uso de fogueiras e fogos de artifício.

Leia mais

Vivendo a Liturgia Ano A

Vivendo a Liturgia Ano A Vivendo a Liturgia Junho/2011 Vivendo a Liturgia Ano A SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR (05/06/11) A cor litúrgica continua sendo a branca. Pode-se preparar um mural com uma das frases: Ide a anunciai

Leia mais

197º Festa do Divino Espírito Santo 2015 Imperador: João Geraldo Costa Pina

197º Festa do Divino Espírito Santo 2015 Imperador: João Geraldo Costa Pina 197º Festa do Divino Espírito Santo 2015 Imperador: João Geraldo Costa Pina Programação: 05 de abril - Domingo de Páscoa 12h - Saída da Coroa e tocata com a Banda Phôenix na frente da Matriz 20h - Missa

Leia mais

Time Code. Sugestão (conexões externas)

Time Code. Sugestão (conexões externas) Número da fita: 0047 Título: Entrevista com Geraldo Abel Mídia: Mini DV Time Code in out 00 20 00 06 11 S. Abel e esposa sentados, rodeados pelos instrumentos da folia e pela bandeira. S. Abel mostra passo

Leia mais

SUGESTÃO DE ATIVIDADES PARA O GRUPO DE ORAÇÃO PARA CRIANÇAS

SUGESTÃO DE ATIVIDADES PARA O GRUPO DE ORAÇÃO PARA CRIANÇAS MOBILIZAÇÃO NACIONAL DE ORAÇÃO MÊS OUTUBRO 2014 SUGESTÃO DE ATIVIDADES PARA O GRUPO DE ORAÇÃO PARA CRIANÇAS TEMA: Nossa Senhora e Dia das Crianças RESPONSÁVEL: Roberta Resende Barbosa REFLEXÃO PARA OS

Leia mais

O primeiro Natal começou a ser celebrado nas vésperas do nascimento de Jesus, quando, segundo a Bíblia, os anjos anunciaram a Sua chegada.

O primeiro Natal começou a ser celebrado nas vésperas do nascimento de Jesus, quando, segundo a Bíblia, os anjos anunciaram a Sua chegada. O primeiro Natal começou a ser celebrado nas vésperas do nascimento de Jesus, quando, segundo a Bíblia, os anjos anunciaram a Sua chegada. Nessa altura o imperador Augusto, determinou o recenseamento de

Leia mais

Amone Inacia Alves Graduada em História - UESB Especialista em Ciência Política - IBPEX Mestre em Sociologia das Organizações - UFPR

Amone Inacia Alves Graduada em História - UESB Especialista em Ciência Política - IBPEX Mestre em Sociologia das Organizações - UFPR Folclore Mede-se a inteligência de um povo pela sua capacidade de não só ser gente. Nascemos gente ao acaso, ao natural e transformamos em povo na busca perfeita pelas formas, curvas e cores. São as cores

Leia mais

PORTUGAL. 1º. DIA -Lisboa. 2º. Dia - Sintra, Cascais e Estoril

PORTUGAL. 1º. DIA -Lisboa. 2º. Dia - Sintra, Cascais e Estoril PORTUGAL 1º. DIA -Lisboa Saída do Hotel para visita da cidade de Lisboa. Visitaremos o centro da cidade como Praça do Rossio, Avenida da Liberdade, Praça do Marquês de Pombal, Parque Eduardo VII. Colina

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE IPUIUNA MG

PREFEITURA MUNICIPAL DE IPUIUNA MG IPAC/MG INVENTÁRIO DE PROTEÇÃO DO ACERVO CULTURAL Ipuiuna Minas Gerais Brasil BENS IMATERIAIS Celebrações Código: BI-01 1. Município: Ipuiuna. 2. Distrito/Povoado: Sede. 3. Designação: Festa de São Benedito

Leia mais

Rituais de festa em uma morte anunciada. anos. Filha de Maria Dias da Silva, mãe solteira, lavadeira, vendedora de lenha, entre outros serviços

Rituais de festa em uma morte anunciada. anos. Filha de Maria Dias da Silva, mãe solteira, lavadeira, vendedora de lenha, entre outros serviços Rituais de festa em uma morte anunciada Profª Drª Temis Gomes Parente Universidade Federal do Tocantins Campus de Porto Nacional - TO. Email: temis.parente@uol.com.br No dia 29 de maio de 2004, em Natividade-

Leia mais

FORMULARIO DE QUALIFICAÇÃO DE EVENTOS TURÌSTICOS 2014

FORMULARIO DE QUALIFICAÇÃO DE EVENTOS TURÌSTICOS 2014 FORMULARIO DE QUALIFICAÇÃO DE EVENTOS TURÌSTICOS 2014 Município : Araçaí... Categoria... Tipo... Nome do Evento.: Festa de São Sebastião... Sigla... Local do Evento: Ginásio Poliesportivo Mineirinhos...Sigla...

Leia mais

Dia de Nossa Senhora da Conceição - 8 de dezembro

Dia de Nossa Senhora da Conceição - 8 de dezembro Dia de Nossa Senhora da Conceição - O Dia da Imaculada Conceição de Nossa Senhora,, é celebrado com especial devoção pelas paróquias e comunidades de fé da Arquidiocese de Belo Horizonte. O Santuário Arquidiocesano

Leia mais

Este testemunho é muito importante para os Jovens.

Este testemunho é muito importante para os Jovens. Este testemunho é muito importante para os Jovens. Eu sempre digo que me converti na 1ª viagem missionária que fiz, porque eu tinha 14 anos e fui com os meus pais. E nós não tínhamos opção, como é o pai

Leia mais

RIF Ensaio Fotográfico

RIF Ensaio Fotográfico RIF Ensaio Fotográfico Salve Jorge! Devoção popular em vermelho e branco... Em reza e samba Diego Dionísio 1 1 Graduado em Comunicação Social. Técnico de inventário do Patrimônio Imaterial na América Latina

Leia mais

Vivendo a Liturgia - ano A / outubro 2011

Vivendo a Liturgia - ano A / outubro 2011 Vivendo a Liturgia - ano A / outubro 2011 27ºDOMINGO DO TEMPO COMUM (02/10/11) Parábola dos Vinhateiros Poderia ser feito um mural específico para esta celebração com uma das frases: Construir a Igreja

Leia mais

Caderno Imagens e Sugestões Comerciantes

Caderno Imagens e Sugestões Comerciantes Caderno Imagens e Sugestões Comerciantes Nas imagens superiores temos os exemplos de como colocar panejamentos pelo interior dos painéis de vidro das montras. São colocados tecidos de cor vermelha, amarelo

Leia mais

PORTUGAL PROGRAMA I Co-financiamento Co-financiamento www.rdtours.com

PORTUGAL PROGRAMA I Co-financiamento Co-financiamento www.rdtours.com Co-financiamento DIA 1 - LISBOA Chegada ao Aeroporto de Lisboa e translado para o hotel. Tempo livre para os primeiros contatos com esta maravilhosa Capital Europeia, conhecida pela sua luminosidade única

Leia mais

Corpus Christi e suas manutenções para a festividade litúrgica

Corpus Christi e suas manutenções para a festividade litúrgica Corpus Christi e suas manutenções para a festividade litúrgica Juliane Shizuko Milena Balbi Thélio Bonesio Gonçalves INTRODUÇÃO Considerando a representatividade que a tradicional procissão de Corpus Christi

Leia mais

Fiéis celebram o Dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida 12 de outubro

Fiéis celebram o Dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida 12 de outubro Fiéis celebram o Dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida O Dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida será celebrado com missa presidida pelo bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte, dom

Leia mais

Como chegar Gestão Estatísticas Festas Populares. Geografia História Pontos Turísticos Tradição Util Pública. Dia da Carpição

Como chegar Gestão Estatísticas Festas Populares. Geografia História Pontos Turísticos Tradição Util Pública. Dia da Carpição Como chegar Gestão Estatísticas Festas Populares Geografia História Pontos Turísticos Tradição Util Pública Dia da Carpição O Dia da Carpição, que acontece no mês de agosto no Distrito de São Francisco

Leia mais

Por isso, redescobrir a Eucaristia na plenitude é redescobrir o CRISTO. Hoje queremos agradecer este grande dom, que Cristo nos deu.

Por isso, redescobrir a Eucaristia na plenitude é redescobrir o CRISTO. Hoje queremos agradecer este grande dom, que Cristo nos deu. O Pão da Vida Na solenidade de Corpus Christi, queremos recordar que os atos redentores de Cristo, que culminam na sua morte e ressurreição, atualizam-se na Eucaristia, celebrada pelo Povo de Deus e presidida

Leia mais

Trabalho apresentado no VI Congresso Internacional sobre as Festas do Divino Espírito Santo Winnipeg/Canadá 11 a 15 de junho 2014

Trabalho apresentado no VI Congresso Internacional sobre as Festas do Divino Espírito Santo Winnipeg/Canadá 11 a 15 de junho 2014 Trabalho apresentado no VI Congresso Internacional sobre as Festas do Divino Espírito Santo Winnipeg/Canadá 11 a 15 de junho 2014 A DEVOÇÃO AO DIVINO ESPÍRITO SANTO, EM PELOTAS, RS, BRASIL REGINA LUCIA

Leia mais

A Festa do Divino Espírito Santo de Lagoinha: devoção, manifestação e

A Festa do Divino Espírito Santo de Lagoinha: devoção, manifestação e A Festa do Divino Espírito Santo de Lagoinha: devoção, manifestação e comunicação Francisco Diogo de Carvalho 1 Introdução Para entender como a Festa do Divino de Lagoinha se mantém como forma de resistência

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO LITERÁRIO CONTOS DE SÃO JOÃO MARCOS

REGULAMENTO CONCURSO LITERÁRIO CONTOS DE SÃO JOÃO MARCOS REGULAMENTO CONCURSO LITERÁRIO CONTOS DE SÃO JOÃO MARCOS Com o objetivo de incentivar a produção literária fluminense o Parque Arqueológico e Ambiental de São João Marcos, em Parceria com a Editora Cidade

Leia mais

Viagem a Dornes e Sertã

Viagem a Dornes e Sertã Viagem a Dornes e Sertã (19 e 20 de Março de 2011) Por: RuckFules 1 No fim de semana, aproveitando os belos dias de Sol com que a chegada da Primavera nos presenteou, decidi dar uma volta pelo interior,

Leia mais

SOLENE CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA

SOLENE CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA SOLENE CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA Antes da Solene celebração, entregar a lembrança do centenário No Final terá um momento de envio onde cada pessoa reassumirá a missão. O sinal deste momento será a colocação

Leia mais

Israel Operadora. Autoridade no Turismo Religioso. Peregrinações Religiosas no Brasil

Israel Operadora. Autoridade no Turismo Religioso. Peregrinações Religiosas no Brasil Israel Operadora Autoridade no Turismo Religioso Peregrinações Religiosas no Brasil Nossa Especialidade A Israel Operadora, empresa do Grupo Skill Supertravel é especializada em turismo religioso. Com

Leia mais

Uma Procissão em Comunhão a Nossa Senhora

Uma Procissão em Comunhão a Nossa Senhora Uma Procissão em Comunhão a Nossa Senhora Os Paroquianos de Canidelo, na noite de 29.05.2015 presentearam Nossa Senhora e Nossa Mãe Maria Santíssima, com uma bela e sublime procissão. Foram quatro procissões

Leia mais

TEMPO DO NATAL I. ATÉ À SOLENIDADE DA EPIFANIA HINOS. Vésperas

TEMPO DO NATAL I. ATÉ À SOLENIDADE DA EPIFANIA HINOS. Vésperas I. ATÉ À SOLENIDADE DA EPIFANIA No Ofício dominical e ferial, desde as Vésperas I do Natal do Senhor até às Vésperas I da Epifania do Senhor, a não ser que haja hinos próprios: HINOS Vésperas Oh admirável

Leia mais

Jonas, o Missionário Improvável

Jonas, o Missionário Improvável Jonas, o Missionário Improvável Este mês é o mês que dedicamos às missões aqui na nossa igreja. Eu costumo dizer que as missões são o bater do coração de Deus. Se este é um assunto que é importante para

Leia mais

Procissão dos Pendões - Elvas, S. Mateus Síntese dos dados de inventário e fotografias

Procissão dos Pendões - Elvas, S. Mateus Síntese dos dados de inventário e fotografias Procissão dos Pendões - Elvas, S. Mateus Síntese dos dados de inventário e fotografias Memória Imaterial/IELT www.memoriamedia.net 2014 Procissão dos Pendões, Elvas Resumo Procissão dos Pendões, Elvas

Leia mais

Sala: 4 anos (2) Educadora: Luísa Almeida

Sala: 4 anos (2) Educadora: Luísa Almeida Sala: 4 anos (2) Educadora: Luísa Almeida SETEMBRO Regresso à escola/adaptação Facilitar a adaptação/readaptação ao jardim de infância Negociar e elaborar a lista de regras de convivência Diálogo sobre

Leia mais

JORNAL DO MESTIPEN 2º PERÍODO Janeiro / Fevereiro / Março ANO LECTIVO 2015-2016

JORNAL DO MESTIPEN 2º PERÍODO Janeiro / Fevereiro / Março ANO LECTIVO 2015-2016 JORNAL DO MESTIPEN 2º PERÍODO Janeiro / Fevereiro / Março ANO LECTIVO 2015-2016 APRENDEMOS COMUNICAMOS Iniciámos o 2º período, e na primeira semana lembrámos o DIA MUNDIAL DA PAZ, e o seu significado.

Leia mais

Formação de GAPRT. Grupo de Acólitos da Paróquia de Rio Tinto

Formação de GAPRT. Grupo de Acólitos da Paróquia de Rio Tinto Formação de Acólitos GAPRT Grupo de Acólitos CORES LITÚRGICAS BRANCO VERMELHO VERDE ROXO ROSA AZUL BRANCO n n n n Tempo Pascal e Natal. Festas e memórias do Senhor (excepto no Domingo de Ramos e a Exaltação

Leia mais

O Dia de Reis. Em alguns países, especialmente nos países hispânicos, é tradição dar as prendas (de Natal) às crianças neste dia.

O Dia de Reis. Em alguns países, especialmente nos países hispânicos, é tradição dar as prendas (de Natal) às crianças neste dia. O Dia de Reis O Dia de Reis celebra-se a 6 de Janeiro. Assinala a data em que os três Reis Magos (Gaspar, Belchior - ou Melchior - e Baltasar) foram visitar a dar oferendas ao Menino Jesus. Deram-lhe ouro,

Leia mais

CATOLICISMO POPULAR NUMA COMUNIDADE NEGRA RURAL NO SERTÃO NORTE MINEIRO.

CATOLICISMO POPULAR NUMA COMUNIDADE NEGRA RURAL NO SERTÃO NORTE MINEIRO. CATOLICISMO POPULAR NUMA COMUNIDADE NEGRA RURAL NO SERTÃO NORTE MINEIRO. Resumo Francy Eide Nunes Leal Esse trabalho tem como objetivo apresentar a discussão sobre catolicismo popular no Brasil e promover

Leia mais

Unidade 01- Estamos apenas começando Deus criou, eu cuidarei

Unidade 01- Estamos apenas começando Deus criou, eu cuidarei Olhando as peças Histórias de Deus:Gênesis-Apocalipse 3 a 6 anos Unidade 01- Estamos apenas começando Deus criou, eu cuidarei O velho testamento está cheio de histórias que Deus nos deu, espantosas e verdadeiras.

Leia mais

Da Espanha à Flórida, em busca de Apalache

Da Espanha à Flórida, em busca de Apalache CAPÍTULO I Da Espanha à Flórida, em busca de Apalache Aos dezessete dias do mês de junho de 1527 partiu do porto de San Lúcar de Barrameda 1 o governador Pánfilo de Narváez, 2 com poder e mandato de Vossa

Leia mais

Estudar as heranças formativas que caracterizam a grande maioria das festas brasileiras;

Estudar as heranças formativas que caracterizam a grande maioria das festas brasileiras; Objetivos Estudar as heranças formativas que caracterizam a grande maioria das festas brasileiras; Estruturar o profissional de eventos para compreender os mecanismos formadores da identidade festiva do

Leia mais

Consagração do Concelho à Imaculada Conceição (20 Junho 1945) Cota CMPV/0052 - Actas da Câmara

Consagração do Concelho à Imaculada Conceição (20 Junho 1945) Cota CMPV/0052 - Actas da Câmara Consagração do Concelho à Imaculada Conceição (20 Junho 1945) Cota CMPV/0052 - Actas da Câmara NEWSLETTER: Dando continuidade à nossa nova rubrica on-line: Páginas de História com Estórias, passamos a

Leia mais

O PLANO CONTRA LÁZARO

O PLANO CONTRA LÁZARO João 12 Nesta Lição Estudará... Jesus em Betânia O Plano Contra Lázaro Jesus Entra em Jerusalém Alguns Gregos Vão Ver Jesus Anuncia a Sua Morte Os Judeus Não Crêem As Palavras de Jesus Como Juiz JESUS

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES Idosos PLANO ANUAL DE ATIVIDADES CENTRO DE DIA E CONVIVIO 2014-2015

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES Idosos PLANO ANUAL DE ATIVIDADES CENTRO DE DIA E CONVIVIO 2014-2015 PLANO ANUAL DE ATIVIDADES CENTRO DE DIA E CONVIVIO 2014-2015 Setembro (08-seg) C.S.P.C Dia da Alfabetização - Ação de informação. Desenvolvimento das capacidades cognitivas (motricidade fina). 90% dos

Leia mais

COMUNIDADE DO TAQUARAL

COMUNIDADE DO TAQUARAL COMUNIDADE DO TAQUARAL Histórico Taquaral, localizada na região da morraria era uma sesmaria, que originou aos primeiros tempos da fundação da então Vila Maria do Paraguai. É um povoado antigo e tradicional,

Leia mais

Cerimonial religioso Texto: Kathia Pompeu Ilustração: Ricardo Rocha

Cerimonial religioso Texto: Kathia Pompeu Ilustração: Ricardo Rocha 182 Cerimonial religioso Texto: Kathia Pompeu Ilustração: Ricardo Rocha PASSO A PASSO DO CORTEJO Rico em tradições e costumes, o casamento atravessa os séculos alimentando o sonho romântico de casais apaixonados.

Leia mais

FORMAÇÃO DOS CATEQUISTAS ESQUEMA DO ANO LITÚRGICO

FORMAÇÃO DOS CATEQUISTAS ESQUEMA DO ANO LITÚRGICO CEP 12.209621 FORMAÇÃO DOS CATEQUISTAS ESQUEMA DO ANO LITÚRGICO O ano litúrgico, o que é? Qual a diferença do ano civil para o ano litúrgico? A importância do ano litúrgico na vida do cristão. É o tempo

Leia mais

Caridade quaresmal. Oração Pai-nosso S. João Bosco Rogai por nós. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Bom dia a todos!

Caridade quaresmal. Oração Pai-nosso S. João Bosco Rogai por nós. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Bom dia a todos! 2ª feira, 09 de março: Dar esmola Bom dia! Há gestos que nesta altura a quaresma, ganham uma dimensão ainda maior. Enchem-nos. Um dia, uma mulher vestida de trapos velhos percorria as ruas de uma aldeia

Leia mais

Natal é palavra eletrizante. Natal é palavra de doce harmonia para nosso coração. Quantas belas lembranças evocam à nossa mente!

Natal é palavra eletrizante. Natal é palavra de doce harmonia para nosso coração. Quantas belas lembranças evocam à nossa mente! Círculo de Casais - Dirigentes: Abel e Lourdinha Passos Paróquia são Francisco Xavier Niterói RJ 19/12/03 Comentarista: Chegou o Natal! Natal é palavra eletrizante. Natal é palavra de doce harmonia para

Leia mais

OS MEMBROS DA MINHA FAMÍLIA

OS MEMBROS DA MINHA FAMÍLIA NOME OS MEMBROS DA MINHA FAMÍLIA ESTABELEÇO RELAÇÕES DE PARENTESCO : avós, pais, irmãos, tios, sobrinhos Quem pertence à nossa família? Observa as seguintes imagens. Como podes observar, nas imagens estão

Leia mais

NOVENA COM AS CRIANÇAS NOSSA SENHORA APARECIDA 2015

NOVENA COM AS CRIANÇAS NOSSA SENHORA APARECIDA 2015 1 2 COM MARIA, EM JESUS, CHEGAMOS À GLÓRIA! 5º Dia (Dia 07/10 Quarta-feira) CRIANÇA: BELEZA DA TERNURA DIVINA! Na festa de Maria, unidos neste Santuário, damos graças a Deus, por meio de Maria, pela vida

Leia mais

CELEBRAÇÃO DA FESTA DA PALAVRA

CELEBRAÇÃO DA FESTA DA PALAVRA PARÓQUIA DE SANTA MARIA DE BORBA CELEBRAÇÃO DA FESTA DA PALAVRA Feliz o homem que ama a Palavra do Senhor e Nela medita dia e noite (Sl 1, 1-2) 4º ANO da CATEQUESE 17 de Janeiro de 09 ENTRADA PROCESSIONAL

Leia mais

DEDICATÓRIA. Dedico esta obra a todos os leitores de Uma. Incrível História Euro-Americana no período em

DEDICATÓRIA. Dedico esta obra a todos os leitores de Uma. Incrível História Euro-Americana no período em DEDICATÓRIA Dedico esta obra a todos os leitores de Uma Incrível História Euro-Americana no período em que esta foi postada no blog Dexaketo, tornando-a o folhetim mais lido na história do blog até meados

Leia mais

DIÁRIO Ano 1 n 01 Cachoeiro de Itapemirim e Região Sul. DIÁRIO Ano 1 n 259 Cachoeiro de Itapemirim e Região Sul SUPLEMENTO ESPECIAL

DIÁRIO Ano 1 n 01 Cachoeiro de Itapemirim e Região Sul. DIÁRIO Ano 1 n 259 Cachoeiro de Itapemirim e Região Sul SUPLEMENTO ESPECIAL SEXTA-FEIRA, 01/04/2011 DIÁRIO Ano 1 n 01 Cachoeiro de Itapemirim e Região Sul www.aquies.com.br»» @folhadocaparao»» facebook.com/grupofolhadocaparao QUARTA-FEIRA, 15/02/2012 DIÁRIO Ano 1 n 259 Cachoeiro

Leia mais

Explicação da Missa MISSA

Explicação da Missa MISSA Explicação da Missa Reunidos todos os catequizandos na Igreja, num primeiro momento mostram-se os objetos da missa, ensinam-se os gestos e explicam-se os ritos. Em seguida celebra-se a missa sem interrupção.

Leia mais

Desenvolver as capacidades musicais e teatrais. Estimular as relações de pertença a um grupo.

Desenvolver as capacidades musicais e teatrais. Estimular as relações de pertença a um grupo. Promover uma tradição natalícia. Janeiro 6 Sexta-feira Dia de Reis Desenvolver as capacidades musicais e teatrais. Estimular as relações de pertença a um grupo. Fazer uma coroa de Rei com material reciclado

Leia mais

A Cidade Bela cidade colonial,considerada Patrimônio Histórico Nacional, preserva até hoje os seus inúmeros encantos naturais e arquitetônico..

A Cidade Bela cidade colonial,considerada Patrimônio Histórico Nacional, preserva até hoje os seus inúmeros encantos naturais e arquitetônico.. A Cidade Bela cidade colonial,considerada Patrimônio Histórico Nacional, preserva até hoje os seus inúmeros encantos naturais e arquitetônico.. Passear pelo Centro Histórico de Paraty é entrar em outra

Leia mais

O NATAL NA FILATELIA

O NATAL NA FILATELIA O NATAL NA FILATELIA A Palavra Natal é um adjectivo que deriva do Latim natale. Esta palavra tem dois significados, conforme a frase onde a mesma estiver inserida. Como adjectivo Natal, significa o local

Leia mais

Amares Caniçada Júnias - Régua Pinhão Foz Côa - Amarante

Amares Caniçada Júnias - Régua Pinhão Foz Côa - Amarante Amares Caniçada Júnias - Régua Pinhão Foz Côa - Amarante INTRODUÇÃO Algumas maravilhas de Portugal! Uma viagem ao interior de Portugal. A sua genuinidade, as suas tradições. Uma viagem por duas regiões

Leia mais

Festas em honra da Nossa Senhora da Piedade Póvoa de Sta. Iria. Procissão fluvial nocturna - Barcos Avieiros benzidos no Tejo

Festas em honra da Nossa Senhora da Piedade Póvoa de Sta. Iria. Procissão fluvial nocturna - Barcos Avieiros benzidos no Tejo FOLHA INFORMATIVA Nº 23-2010 Festas em honra da Nossa Senhora da Piedade Póvoa de Sta. Iria Procissão fluvial nocturna - Barcos Avieiros benzidos no Tejo No dia 4 de Setembro de 2010, às 22 horas, realizou-se

Leia mais

ECBR PROFESSORA PRISCILA BARROS

ECBR PROFESSORA PRISCILA BARROS CANTATA DE NATAL 2015 ECBR PROFESSORA PRISCILA BARROS 1. O PRIMEIRO NATAL AH UM ANJO PROCLAMOU O PRIMEIRO NATAL A UNS POBRES PASTORES DA VILA EM BELÉM LÁ NOS CAMPOS A GUARDAR OS REBANHOS DO MAL NUMA NOITE

Leia mais

Mosteiro dos Jerónimos

Mosteiro dos Jerónimos Mosteiro dos Jerónimos Guia de visita dos 6 aos 12 anos Serviço Educativo do Mosteiro dos Jerónimos/ Torre de Belém Bem-vindo ao Mosteiro dos Jerónimos A tua visita de estudo começa logo no Exterior do

Leia mais

Caridade quaresmal. Oração Avé Maria. Anjinho da Guarda. S. João Bosco Rogai por nós. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Bom dia a todos!

Caridade quaresmal. Oração Avé Maria. Anjinho da Guarda. S. João Bosco Rogai por nós. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Bom dia a todos! 2ª feira, 09 de março: Dar esmola Esta semana iremos tentar aprender a dar. A dar aos que mais precisam. E vamos ver que Dar é BRU TAL!!!! Um dia, uma mulher vestida de trapos velhos percorria as ruas

Leia mais

Exame unificado de acesso (Línguas e Matemática) às 4 Instituições do Ensino Superior (2017)

Exame unificado de acesso (Línguas e Matemática) às 4 Instituições do Ensino Superior (2017) Exame unificado de acesso (Línguas e Matemática) às 4 Instituições do Ensino Superior (2017) Português B 澳 門 四 高 校 聯 合 入 學 考 試 ( 語 言 科 及 數 學 科 )2017 Exame unificado de acesso (Línguas e Matemática) às

Leia mais

Plano de Actividades de Animação e Educação Alimentar

Plano de Actividades de Animação e Educação Alimentar Plano de Actividades de Animação e Educação Alimentar ANO 2013/2014 referenciar datas comemorativas que possam suportar referências de valores à aprendizagem das crianças promover dinâmicas que visem a

Leia mais

Descobrindo a Estrada Real. Caminho Velho

Descobrindo a Estrada Real. Caminho Velho Detalhado R$ Descobrindo a Estrada Real Caminho Velho 6 dias / 5 noites de Jipe Belo Horizonte / Ouro Preto / Tiradentes / Paraty Os passeios vão ser realizados em diferentes datas Apoio: Estrada Real

Leia mais

Leitor 2 Este é o dia que o Senhor fez para nós! SL 118

Leitor 2 Este é o dia que o Senhor fez para nós! SL 118 Acolhida Jubilar Recepção de todas as famílias. Acolher com cantos de boas-vindas. Abertura Jubilar Material a ser usado: Coreografia com as cores do Centenário: vermelho, laranja e verde estas cores simbolizam

Leia mais

O Pequeno Mundo de Maria Lúcia

O Pequeno Mundo de Maria Lúcia Eric Ponty O Pequeno Mundo de Maria Lúcia Pinturas de Fernando Campos [2005] Virtual Book s Numa noite de outubro a pequena Maria Lúcia viu o azul do céu escuro da tarde um homem andando de bicicleta.

Leia mais

LC 19_1-10 OS ENCONTROS DE JESUS ZAQUEU O HOMEM QUE QUERIA VER JESUS

LC 19_1-10 OS ENCONTROS DE JESUS ZAQUEU O HOMEM QUE QUERIA VER JESUS 1 LC 19_1-10 OS ENCONTROS DE JESUS ZAQUEU O HOMEM QUE QUERIA VER JESUS Lc 19 1 Jesus entrou em Jericó e estava atravessando a cidade. 2 Morava ali um homem rico, chamado Zaqueu, que era chefe dos cobradores

Leia mais

Alvalade prepara-se para comemorar 500 anos do foral Manuelino

Alvalade prepara-se para comemorar 500 anos do foral Manuelino NOTA DE IMPRENSA Alvalade prepara-se para comemorar 500 anos do foral Manuelino Vila de Alvalade regressa a 1510 A vila de Alvalade prepara-se para comemorar os 500 anos do foral Manuelino e para regressar

Leia mais

AS RELAÇÕES ENTRE O TEATRO E O PODER NAS MINAS OITOCENTISTAS.

AS RELAÇÕES ENTRE O TEATRO E O PODER NAS MINAS OITOCENTISTAS. AS RELAÇÕES ENTRE O TEATRO E O PODER NAS MINAS OITOCENTISTAS. Luciano Borges Muniz 1 Flávio Marcus da Silva 2 Resumo Este artigo é parte dos resultados obtidos por pesquisas desenvolvidas a cerca das relações

Leia mais

87 Aniversário das Festas do Divino Espirito Santo

87 Aniversário das Festas do Divino Espirito Santo 87 Aniversário das Festas do Divino Espirito Santo Dia 20 a 28 de Julho 2014 A Direcção do Artesia D.E.S. 2014 Presidente - Paulo e Andreia Menezes Vice-Presidente - Joey e Leslie Martins Secretario -

Leia mais

Expressão Cultural selecionada: Rezadeiras

Expressão Cultural selecionada: Rezadeiras Município: Ipaporanga Estado: CE Mobilizador Cultural: Cyria Mayrellys Lima Expressão Cultural selecionada: Rezadeiras Prática desenvolvida na Europa, durante da Idade Média, estritamente dentro do modelo

Leia mais

Caminho, verdade e vida: Definições de Jesus; Marcas em seus discípulos (Jo.14:1-11)

Caminho, verdade e vida: Definições de Jesus; Marcas em seus discípulos (Jo.14:1-11) Caminho, verdade e vida: Definições de Jesus; Marcas em seus discípulos (Jo.14:1-11) Mensagem 1 A metáfora do Caminho Introdução: A impressão que tenho é que Jesus escreveu isto para os nossos dias. Embora

Leia mais

mundo. A gente não é contra branco. Somos aliados, queremos um mundo melhor para todo mundo. A gente está sentindo muito aqui.

mundo. A gente não é contra branco. Somos aliados, queremos um mundo melhor para todo mundo. A gente está sentindo muito aqui. Em 22 de maio de 2014 eu, Rebeca Campos Ferreira, Perita em Antropologia do Ministério Público Federal, estive na Penitenciária de Médio Porte Pandinha, em Porto Velho RO, com os indígenas Gilson Tenharim,

Leia mais

Cantinhos de fé. arquitetura decoração texto: Paula Ignacio. Ambientações do arquiteto João Mansur

Cantinhos de fé. arquitetura decoração texto: Paula Ignacio. Ambientações do arquiteto João Mansur casa arquitetura decoração texto: Paula Ignacio Fotos: Beto Riginik/Divulgação Ambientações do arquiteto João Mansur Cantinhos de fé De santinhos católicos a anjos, velas, flores, sinos e outros símbolos,

Leia mais

Festas, Feiras e Romarias

Festas, Feiras e Romarias Festas, Feiras e Romarias Feira de Velharias Feira de Velharias de Olhos de Água Data: 1.º domingo de cada mês Local: Junto ao Mercado Municipal de Olhos de Água Contato: Junta de Freguesia de Albufeira

Leia mais

4 o ano Ensino Fundamental Data: / / Atividades Extraclasse Integradas Nome: COMEMORANDO...

4 o ano Ensino Fundamental Data: / / Atividades Extraclasse Integradas Nome: COMEMORANDO... 4 o ano Ensino Fundamental Data: / / Atividades Extraclasse Integradas Nome: _ Você gosta da Páscoa? Por quê? Para você, o que significa essa comemoração? Leia este texto e conheça um pouco mais sobre

Leia mais

PROGRAMA PEDAGÓGICO 2015 / 2016. www.escolaequestreaveiro.com 234 912 108 969 428 670 quintapedagogica@grupomayaseco.com

PROGRAMA PEDAGÓGICO 2015 / 2016. www.escolaequestreaveiro.com 234 912 108 969 428 670 quintapedagogica@grupomayaseco.com PROGRAMA PEDAGÓGICO 2015 / 2016 www.escolaequestreaveiro.com 234 912 108 969 428 670 quintapedagogica@grupomayaseco.com A QUINTA PEDAGÓGICA de AVEIRO, situa-se a 4km do centro de AVEIRO, o que permite

Leia mais

MISSÃO PAÍS. Manual da Missão País

MISSÃO PAÍS. Manual da Missão País MISSÃO PAÍS Manual da Missão País Introdução Nos dias de hoje, quando ouvimos falar de missão, pensamos logo em acções de voluntariado em países subdesenvolvidos onde é preciso todo o tipo de ajuda para

Leia mais

Check List dos Noivos. Parte 1: As pessoas envolvidas

Check List dos Noivos. Parte 1: As pessoas envolvidas Parte 1: As pessoas envolvidas A noiva: Pai da noiva: Mãe da noiva: e-mail: O noivo: Pai do noivo: Mãe do noivo: e-mail: Padrinhos da noiva: Madrinhas da noiva: Padrinhos do noivo: Madrinhas do noivo:

Leia mais

Grupo Gay da Bahia. Regras Básicas para a realização de uma Parada do Orgulho Gay.

Grupo Gay da Bahia. Regras Básicas para a realização de uma Parada do Orgulho Gay. Grupo Gay da Bahia Rua Frei Vicente, 24 _ Pelourinho 40010025 Salvador, Bahia, Fones (71) 3322 2552 99894748 Regras Básicas para a realização de uma Parada do Orgulho Gay. 01 A presença de Gays [ de alguma

Leia mais

CD EU QUERO DEUS. 01- EU QUERO DEUS (Irmã Carol) 02- SIM, SIM, NÃO, NÃO (Irmã Carol)

CD EU QUERO DEUS. 01- EU QUERO DEUS (Irmã Carol) 02- SIM, SIM, NÃO, NÃO (Irmã Carol) CD EU QUERO DEUS 01- EU QUERO DEUS (Irmã Carol) EU QUERO DEUS \ EU QUERO DEUS SEM DEUS EU NÃO SOU NADA EU QUERO DEUS Deus sem mim é Deus \ Sem Deus eu nada sou Eu não posso viver sem Deus \ Viver longe

Leia mais

A PÁSCOA, O COELHO E OS OVOS DE CHOCOLATES

A PÁSCOA, O COELHO E OS OVOS DE CHOCOLATES A PÁSCOA, O COELHO E OS OVOS DE CHOCOLATES O sincretismo A Páscoa, é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. É a data mais importante da religião cristã. A Páscoa e seus símbolos tem

Leia mais

SERVIÇO DE PÚBLICOS E DESENVOLVIMENTO CULTURAL DIRECÇÃO DA CULTURA DA SCML

SERVIÇO DE PÚBLICOS E DESENVOLVIMENTO CULTURAL DIRECÇÃO DA CULTURA DA SCML SERVIÇO DE PÚBLICOS E DESENVOLVIMENTO CULTURAL DIRECÇÃO DA CULTURA DA SCML Largo Trindade Coelho 1200-470 Lisboa Tel. 213 235 233/824/065 www.scml.pt/ www.museu-saoroque.com info@museu-saoroque.com Transportes

Leia mais

'De acordo com sua palavra'

'De acordo com sua palavra' SESSÃO 2 'De acordo com sua palavra' Ambiente Sobre uma pequena mesa, lugar a Bíblia, abriu para a passagem do Evangelho leia nesta sessão. Também coloca na mesa uma pequena estátua ou uma imagem de Maria

Leia mais

O Canto Litúrgico. Como escolher os cantos para nossas celebrações?

O Canto Litúrgico. Como escolher os cantos para nossas celebrações? O Canto Litúrgico Como escolher os cantos para nossas celebrações? O que é Liturgia? Liturgia é antes de tudo "serviço do povo", essa experiência é fruto de uma vivencia fraterna, ou seja, é o culto, é

Leia mais

Festa da Avé Maria 31 de Maio de 2009

Festa da Avé Maria   31 de Maio de 2009 Festa da Avé Maria 31 de Maio de 2009 Cântico Inicial Eu era pequeno, nem me lembro Só lembro que à noite, ao pé da cama Juntava as mãozinhas e rezava apressado Mas rezava como alguém que ama Nas Ave -

Leia mais

A primeira razão pela qual Jesus chamou os discípulos foi para que estivessem consigo para que tivesses comunhão com Ele.

A primeira razão pela qual Jesus chamou os discípulos foi para que estivessem consigo para que tivesses comunhão com Ele. 1 Marcos 3:13 «E (Jesus) subiu ao Monte e chamou para si os que ele quis; e vieram a ele. E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, e para que tivessem o poder de curar as enfermidades

Leia mais

Casamento. Curiosidades, Tradições e Superstições

Casamento. Curiosidades, Tradições e Superstições Casamento Curiosidades, Tradições e Superstições Nesta publicação estaremos mostrando as origens do casamento cristão. Note que o casamento cristão tem suas origens no paganismo. Basta ler e comprovar.

Leia mais

YEMANJA 01 MÃE DÁGUÁ RAIMHA DAS ONDAS SEREIA DO MAR MÃE DÁGUA SEU CANTO É BONITO QUANDO FAZ LUAR..(.BIS)

YEMANJA 01 MÃE DÁGUÁ RAIMHA DAS ONDAS SEREIA DO MAR MÃE DÁGUA SEU CANTO É BONITO QUANDO FAZ LUAR..(.BIS) YEMANJA 01 MÃE DÁGUÁ RAIMHA DAS ONDAS SEREIA DO MAR MÃE DÁGUA SEU CANTO É BONITO QUANDO FAZ LUAR..(.BIS) YEMANJA, YEMANJA...(BIS) RAINHA DAS ONDAS SEREIA DO MAR...BIS É BONITO O CANTO DE YEMANJA SEMPRE

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca Programa transmitido em 26 de fevereiro

Leia mais

Celebração Comunitária do SACRAMENTO DO BAPTISMO

Celebração Comunitária do SACRAMENTO DO BAPTISMO Celebração Comunitária do SACRAMENTO DO BAPTISMO O Baptismo, porta da vida e do reino, é o primeiro sacramento da nova lei, que Cristo propôs a todos para terem a vida eterna, e, em seguida, confiou à

Leia mais

SOLENIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS PADROEIRO DA DIOCESE DE UNIÃO DA VITÓRIA (01/07/11)

SOLENIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS PADROEIRO DA DIOCESE DE UNIÃO DA VITÓRIA (01/07/11) Vivendo a Liturgia Julho/2011 SOLENIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS PADROEIRO DA DIOCESE DE UNIÃO DA VITÓRIA (01/07/11) É Importante lembrar que o Sagrado Coração de Jesus é o Padroeiro de nossa Diocese,

Leia mais

DATAS COMEMORATIVAS. CHEGADA DOS PORTUGUESES AO BRASIL 22 de abril

DATAS COMEMORATIVAS. CHEGADA DOS PORTUGUESES AO BRASIL 22 de abril CHEGADA DOS PORTUGUESES AO BRASIL 22 de abril Descobrimento do Brasil. Pintura de Aurélio de Figueiredo. Em 1500, há mais de 500 anos, Pedro Álvares Cabral e cerca de 1.500 outros portugueses chegaram

Leia mais