Festas Juninas Festas de São João

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1 Festas Juninas Festas de São João Origens, Tradições e História LÚCIA HELENA VITALLI RANGEL Patrocínio:

2 Copyright YOKI Alimentos S.A. EDIÇÃO, CAPA E FOTOGRAFIAS: Publishing Solutions IMPRESSÃO E ACABAMENTO: Ipsis Gráfica e Editora Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP,, Brasil) Rangel, Lúcia Helena Vitalli Festas juninas, festas de São João: origens, tradições e história / Lúcia Helena Vitalli Rangel. São Paulo: Publishing Solutions, Bibliografia. ISBN Festa de São João História 2. Festas juninas História. I. Título. Índice para catálogo sistemático: 1. Festas juninas : Costumes : História Todos os direitos desta edição são reservados à YOKI Alimentos S.A. Rua Paes Leme, 524 4º andar São Paulo, SP CEP Tel.: (11) Endereço na Internet: 4

3 Apresentação O balão vai subindo, vem caindo a garoa. O céu é tão lindo e a noite é tão boa. São João, São João, acende a fogueira no meu coração. Quem não cantou e se encantou com essa música de Carlos Braga e Alberto Ribeiro? Ou não colocou chapéu de palha e dançou a quadrilha com o balancê e o caminho da roça? Ou ainda resistiu às delícias dessa festa? Aliás, a culinária junina é um capítulo à parte. A canjiquinha e o munguzá no Nordeste, o curau e o bolo de fubá com ervadoce no Sudeste, o amendoim torradinho ou em suas variações, como a paçoquinha, o pé-de-moleque e o gibi. Além, é claro, da pipoca, sem dúvida uma unanimidade nacional. E o cheirinho dessa época... Festa junina sem quentão, quem já viu? No ar o cheirinho do cravo, da canela e do gengibre. O fato é que as festas juninas são comemoradas em todo o país e representam uma das mais ricas manifestações culturais brasileiras. No entanto, na mesma medida em que essas tradições culturais permanecem, apesar das profundas mudanças estruturais do Brasil que em pouco mais de meio século passou de eminentemente rural à condição de urbano, começam a se esgarçar na memória das novas gerações de brasileiros as origens desses festejos. As crianças continuam dançando a quadrilha no mês de junho, porém não conhecem mais a história da festa e de seus santos, o significado de seus rituais, as letras das músicas mais tradicionais. Este livro, patrocinado pela Yoki, empresa ligada às tradições brasileiras e, em 5

4 especial, a essa festa, uma vez que está envolvida na produção de ingredientes e quitutes juninos há mais de quarenta anos, é uma colaboração no sentido de manter vivo na memória nacional esse verdadeiro patrimônio cultural. Na decisão de publicálo pesou também o compromisso da empresa com as novas gerações, pois a idéia é que o livro possa servir de subsídio para a pesquisa escolar. Para desenvolver um trabalho com o nível de profundidade adequado, a Yoki contratou a antropóloga Lúcia Helena Vitalli Rangel, especialista no assunto, que foi auxiliada por Vivian Catenacci. O conteúdo dessa pesquisa é agora lançado em forma de livro. Festas Juninas, Festas de São João abrange aspectos variados das comemorações. Narra sua história, que remonta a períodos anteriores à era cristã, e o papel dos santos juninos nos festejos; fala das diversidades regionais, da representação do boi-bumbá no Norte à tradição caipira no Sudeste; explica as origens da quadrilha e das roupas usadas na festa. Contém também o roteiro do casamento caipira e da dança da quadrilha, reproduz as letras das músicas mais representativas e ensina a fazer os quitutes típicos de todas as regiões de nosso país. Esperamos que você, leitor, aprecie a nossa contribuição e tenha tanto prazer em ler este livro quanto nós, da Yoki, tivemos em editá-lo. Bom proveito! GABRIEL JOÃO CHERUBINI VICE-PRESIDENTE YOKI ALIMENTOS S.A. 6

5 Apresentação à 3 a Edição Com o sucesso das edições ante-rio res, estamos apresentando a 3 a edição de Festas Juninas, Festas de São João Origens, Tradições e Histórias, totalizando exemplares publicados. O resultado da pesquisa elaborada por Lúcia Helena Vitalli Rangel mostra-se oportuna e atual. Os festejos juninos estão enraizados em nossas memórias, com suas melodias e aromas característicos. Esta edição apresenta nova diagramação e apresentação gráfica. Facilitar o acesso ao conteúdo da obra é nosso intuito. Buscamos uma aparência mais leve. No projeto gráfico note-se o destaque dado aos elementos ícones das festas juninas. Tudo para estimular a leitura desse material de pesquisa tão bem aceito, nas escolas e bibliotecas brasileiras. A Yoki participa dessas festas tão brasileiras, estimulando ações que dêem continuidade a essas vivências e também patrocinando eventos culturais que tenham como tema a Festa Junina. Nesta 3 a edição estamos acrescentando um capítulo de poesias juninas, onde publicamos as poesias vencedoras do Concurso de Poesia de Dois Córregos, cidade do interior de São Paulo. Não deixe de ler! O livro tem como objetivo ajudar na perpetuação dessa tradição cultural tão importante. Para isso pretende ser um subsídio à pesquisa do tema, principalmente às crianças em idade escolar. Em seu conteúdo encontramos, simpatias juninas, adivinhas, letras de músicas cantadas nas festas juninas, representação de casamento matuto e evolução da quadrilha caipira. E como não poderia deixar de faltar, as saborosas comidas típicas encontradas em qualquer festa junina. Convido você, leitor, a entrar neste mundo maravilhoso. GABRIEL JOÃO CHERUBINI VICE-PRESIDENTE YOKI ALIMENTOS S.A. 7

6 Sumário NOTA INTRODUTÓRIA 1 Origem das Festas Juninas A coleta e o cultivo Rituais de fertilidade O dia de São João na Sardenha 2 As Comemorações Juninas no Brasil As relações sociais e o compadrio São João em Caruaru e Campina Grande Na Região Norte No Sudeste 3 Santo Antônio, São João e São Pedro Santo Antônio: camarada e casamenteiro Simpatias, sortes e adivinhas para Santo Antônio A festa de Santo Antônio São João, a purificação pelo batismo Simpatias, sortes e adivinhas para São João A festa de São João São Pedro, fundador da Igreja Católica A festa de São Pedro

7 Casamento Caipira ou Matuto Sugestão para a representação do casamento caipira ou matuto 5 Danças Juninas Origem da quadrilha Trajes usados na dança Sugestão para a evolução da quadrilha caipira Fandango Bumba-meu-boi Lundu Cateretê 6 Jogos Juninos Jogos de terreiro Jogos de barracas 7 Músicas Juninas 8 O Mastro 9 Comidas e Bebidas Juninas Concurso de redações Concurso de Poesias Bibliografia 9

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9 Nota Introdutória Este livro é resultado de uma pesquisa realizada a pedido da Yoki, o que gerou uma troca fecunda entre universidade e empresa. O tema festas juninas proporciona um campo fértil de análise do significado desse período tão importante na cultura brasileira: sua origem, sua transformação na história européia e suas redefinições no contexto brasileiro, desde os tempos coloniais até a atualidade. A pesquisa, concebida por mim, foi realizada em conjunto com Vivian Catenacci, na ocasião minha aluna no curso de graduação em Ciências Sociais da PUC-SP. A prática da pesquisa representa um dos pilares fundamentais do conhecimento sobre a vida social. Aprender fazendo é muito importante na formação do aluno, não apenas porque a pesquisa a respeito da realidade social contribui para o conhecimento da vida de um povo e das questões sociais, políticas, econômicas e culturais que o configuram, mas também porque sua prática revela o prazer de conhecer. O ato de conhecer conduz ao descobrimento, à ampliação da capacidade de analisar, de sistematizar, de explicar. Conhecer, portanto, amplia os horizontes da consciência, da cidadania e da crítica. Tudo isso fornece bases consistentes para as instituições de ensino e, particularmente, para a universidade, centro de ensino, pesquisa e extensão. Outro aspecto importante a ressaltar é que a atividade de pesquisa enriquece de modo muito especial a relação pro- 11

10 fessor/aluno. Produzir em conjunto é estimulante para ambos porque ensinar e aprender são dimensões do mesmo ato, cuja base pode estar assentada na reciprocidade. Sendo assim, este livro tem caráter didático e constitui um convite à pesquisa. Agradeço à Yoki a oportunidade de realizar um trabalho prazeroso e importante e a Vivian a saudável prática da partilha. LÚCIA HELENA VITALLI RANGEL 12

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13 1 Origem das Festas Juninas O calendário das festas católicas é marcado por diversas comemorações de dias de santos. Seu ciclo mais importante se inicia com o nascimento de Jesus Cristo e se encerra com sua paixão e morte. Na tradição brasileira, as maiores festas são Natal, Páscoa e São João. As comemorações de cunho religioso foram apropriadas de tal forma pelo povo brasileiro que ele transformou o Carnaval ritual de folia que marca o início da Quaresma, período que vai da quarta-feira de Cinzas ao domingo de Páscoa em uma das maiores expressões festivas do Brasil no decorrer do século XX. Do mesmo modo, as comemorações de São João (24 de junho) fazem parte de um ciclo festivo que passou a ser conhecido como festas juninas e homenageia, além desse, outros santos reverenciados em junho: Santo Antônio (dia 13) e São Pedro e São Paulo (dia 29). Se pesquisarmos a origem dessas festividades, perceberemos que elas remontam a um tempo muito antigo, anterior ao surgimento da era cristã. De acordo com o livro O ramo de ouro, de sir James George Frazer, o mês de junho, tempo do solstício de verão (no dia 21 ou 22 de junho o Sol, ao meio-dia, atinge seu ponto mais alto no céu; esse é o dia mais longo e a noite mais curta do ano) no Hemisfério Norte, era a época do ano em que diversos povos celtas, bretões, bascos, sardenhos, egípcios, persas, sírios, sumérios faziam rituais de invocação de fertilidade para estimular o crescimento da vegetação, promover a fartura nas colheitas e trazer chuvas. 15

14 16 Na verdade, os rituais de fertilidade associados ao cultivo das plantas, incluindo todo o ciclo agrícola a preparação do terreno, o plantio e a colheita, sempre foram praticados pelas mais diversas sociedades e culturas em todos os tempos. Das tradições estudadas por Frazer destacam-se os ritos celebrados nas terras do Mediterrâneo oriental (Egito, Síria, Grécia, Babilônia) com o objetivo de regular as estações do ano, especialmente a passagem da primavera para o verão, que sela a superação do inverno. A Coleta e o Cultivo O ciclo anual da natureza prevê a morte e o ressurgimento da vegetação. Todos os anos as plantas passam por um processo de transformação: no outono, as folhas mudam de cor, tornando-se amareladas e murchas; no inverno, elas caem e deixam a planta sem folhas até que chega a primavera. O sol então começa a brilhar com mais intensidade e a vegetação renasce, brota e floresce para oferecer as sementes do novo ciclo, cujos frutos estarão maduros no verão. No Hemisfério Norte, as quatro estações do ano estão demarcadas nitidamente; na região equatorial e nas tropicais do Hemisfério Sul, o movimento cíclico alterna os períodos de chuva e de estiagem, mas ainda assim o ciclo vegetativo pode ser observado da mesma maneira alteração na coloração e perda das folhas, seca e renascimento. O que ocorre com a natureza é algo semelhante à saga de Tamuz e Adônis, que submergem do mundo subterrâneo e retornam todos os anos para viver com suas amadas Istar e Afrodite e com elas fertilizar a vida. As lendas de Tamuz e Adônis Na literatura religiosa da Babilônia, Tamuz surge como o jovem esposo ou amante de Istar, a grande deusa-mãe, a personificação das energias reprodutivas da

15 natureza. [...] Tamuz morria anualmente [...] e todos os anos sua amante divina viajava, em busca dele, para a terra de onde não há retorno, para a mansão das trevas, onde o pó se acumula na porta e no ferrolho. Durante sua ausência, a paixão do amor deixava de atuar: homens e animais esqueciam de reproduzir-se, toda a vida ficava ameaçada de extinção. Tão intimamente ligadas à deusa estavam as funções sexuais de todo o reino animal que, sem a sua presença, elas não podiam ser realizadas. [...] A inflexível rainha das regiões infernais, Alatu ou Eresh- Kigal, permitia, não sem relutância, que Istar fosse aspergida com a água da vida e partisse, provavelmente em companhia do amante Tamuz, para o mundo superior e que, com esse retorno, toda a natureza revivesse. que confiou a Perséfone, rainha dos infernos. Mas, quando Perséfone abriu a arca e viu a beleza da criança, recusou-se a devolvê-la a Afrodite [...]. A disputa entre as deusas do amor e da morte foi resolvida por Zeus, que determinou que Adônis devia viver parte do ano com Perséfone no mundo inferior, e com Afrodite, no mundo superior ou na terra, durante a outra parte. [...] a luta entre Afrodite e Perséfone pela posse de Adônis reflete claramente a luta entre Istar e Alatu na terra dos mortos, ao passo que a decisão de Zeus de que Adônis devia passar parte do ano no mundo inferior e parte do ano no mundo superior é apenas uma versão grega do desaparecimento e reaparecimento anual de Tamuz. (Frazer, 1978, p. 123) Refletida no espelho da mitologia grega a divindade oriental, Adônis surge como um belo jovem, amado de Afrodite. Em sua infância, a deusa o ocultou numa arca, Com o tempo os homens, além de desfrutar o ciclo da natureza coletando seus frutos, passaram a domesticar animais e a cultivar plantas para sua alimentação. O cultivo de raízes e legumes, juntamente com 17

16 18 a caça, a pesca e a coleta, representa o conjunto das atividades produtivas que tornaram possível a adaptação da espécie humana em todas as regiões do planeta, mas foi a produção de grãos e a domesticação de animais que ampliaram essa capacidade adaptativa. Imitando o ciclo anual da natureza, o homem descobriu as sementes que podia guardar a cada colheita e replantar no ano seguinte, quando seriam fertilizadas pela incidência solar e irrigadas pelas chuvas. As sementes dos grãos germinam e crescem. O homem colhe, debulha, seca e tritura os grãos para que eles se tornem seu alimento. Rituais de Fertilidade Com o cultivo da terra pelo homem, surgiram os rituais de invocação de fertilidade para ajudar o crescimento das plantas e proporcionar uma boa colheita. Na Grécia, por exemplo, Adônis era considerado o espírito dos cereais. Entre os rituais mais expressivos que o homenageavam estão os jardins de Adônis: na primavera, durante oito dias, as mulheres plantavam em vasos ou cestos sementes de trigo, cevada, alface, funcho e vários tipos de flores. Com o calor do sol, as plantas cresciam rapidamente e, como não tinham raízes, murchavam ao final dos oito dias, quando então os pequenos jardins eram levados, juntamente com as imagens de Adônis morto, para ser lançados ao mar ou em outras águas. Os rituais de fertilidade perduraram através dos tempos. Na era cristã, mesmo que fossem considerados pagãos, não era mais possível acabar com eles. Segundo Frazer, é por esse motivo que a Igreja Católica, em vez de condená-los, os adapta às comemorações do dia de São João, que teria nascido em 24 de junho, dia do solstício. O Dia de São João na Sardenha Conta Frazer que, no início do século XX, na Sardenha, os jardins de Adônis ainda eram

17 plantados na festa do solstício de verão, que lá tem o nome de festa de São João: No final de março ou 1 o de abril, um jovem da aldeia se apresenta a uma moça, pede-lhe para ser a sua comare (comadre ou namorada) e oferece-se para ser o seu compare. O convite é considerado como honra pela família da moça e aceito com satisfação. No fim de maio, a moça faz um vaso com a casca de um sobreiro, enche-o de terra e nele semeia um punhado de trigo e cevada. Como o vaso é colocado ao sol e regado com freqüência, os grãos brotam com rapidez e, na véspera do solstício (véspera de São João, 23 de junho), já está bem desenvolvido. [...] No dia de São João, o rapaz e a moça, vestidos com suas melhores roupas, acompanhados por uma grande comitiva e precedidos de crianças que correm e brincam, vão em procissão até uma igreja da aldeia. Ali quebram o vaso, lançando-o contra a porta do templo. Sentam-se em seguida em círculo na grama e comem ovos e verduras ao som da música de flautas. O vinho é misturado numa taça servida a todos, que dela vão bebendo, passando-a adiante. Em seguida dão-se as mãos e cantam Namorados de São João (Compare e comare di San Giovanni) várias vezes, enquanto as flautas tocam durante todo o tempo. Quando se cansam de cantar, levantam-se e dançam alegremente em círculo até a noite. (Frazer, 1978, p. 133) Outro aspecto que aproxima a festa de São João às de Adônis e Tamuz é o costume de tomar banhos no mar, em rios, nascentes ou no sereno na noite da véspera. Também perdura, desde os tempos antigos, o costume de acender fogueiras e tochas, que devem livrar as plantas e colheitas dos espíritos maus que podem impedir a fertilidade. 19

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19 2 As Comemorações Juninas no Brasil Na Europa, os festejos do solstício de verão foram adaptados à cultura local, de modo que em Portugal foi incluída a festa de Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua, em 13 de junho. A tradição cristã completou o ciclo com os festejos de São Pedro e São Paulo, ambos apóstolos da maior importância, homenageados em 29 de junho. Quando os portugueses iniciaram o empreendimento colonial no Brasil, a partir de 1500, as festas de São João eram ainda o centro das comemorações de junho. Alguns cronistas contam que os jesuítas acendiam fogueiras e tochas em junho, provocando grande atração sobre os indígenas. Mesmo que no Brasil essa época marcasse o início do inverno, ela coincidia com a realização dos rituais mais importantes para os povos que aqui viviam, referentes à preparação dos novos plantios e às colheitas. O período que vai de junho a setembro é a época da seca em muitas regiões do Brasil, quando os rios estão baixos e o solo pronto para enfrentar o plantio. Derruba-se a mata, queimam-se as ramagens para limpar o terreno, que é adubado com as cinzas, e a seguir começa o plantio. É a técnica da oivara, tão difundida entre os povos do continente americano. Nessa época os roçados velhos, do ano anterior, ainda estão em pleno vigor, repletos de mandioca, cará, inhame, batata-doce, banana, abóbora, abacaxi, e a colheita de milho, feijão e amendoim ainda se encontra em período de consumo. 21

20 22 Esse é um tempo bom para pescar e caçar. Uma série ritual, que dura todo o período, inclui um conjunto muito variado de festas que congregam as comunidades indígenas em danças, cantos, rezas e muita fartura de comida. Deve-se agradecer a abundância, reforçar os laços de parentesco (as festas são uma ótima ocasião para alianças matrimoniais), reverenciar as divindades aliadas e rezar forte para que os espíritos malignos não impeçam a fertilidade. O ato de atear fogo para limpar o mato, além de fertilizar o solo, serve principalmente para afastar esses espíritos malignos. Houve, portanto, certa coincidência entre o propósito católico de atrair os índios ao convívio missionário catequético e as práticas rituais indígenas, simbolizadas pelas fogueiras de São João. Talvez seja por causa disso que os festejos juninos tenham tomado as proporções e a importância que adquiriram no calendário das festas brasileiras. As Relações Sociais e o Compadrio Outro fato que ajuda a compreender a importância desses festejos está relacionado com a forma de sociabilidade que foi característica da sociedade brasileira. Desde o período colonial até meados do século XX, a maioria da população de todas as regiões do Brasil vivia no campo (até 1950, 70% da população brasileira vivia na zona rural; hoje, mais de 70% vive nas cidades). Fossem colonos e agregados das fazendas agrícolas ou vaqueiros em grandes fazendas de gado, fossem pescadores nas regiões litorâneas ou seringueiros na Amazônia, fossem sitiantes por esse Brasil afora, os brasileiros viviam integrados em grupos familiares, entendendo-se como família o conjunto de pais e filhos, tios e primos, avós e sogros. As relações familiares eram complementadas pela instituição do compadrio, que servia para integrar outras pessoas à família, estreitando assim os laços entre vizinhos e entre patrões e empregados. Até

21 mesmo os escravos podiam ser apadrinhados pelos senhores de terra. Havia duas formas principais de tornarse compadre e comadre, padrinho e madrinha: uma era, e ainda é, pelo batismo; a outra, por meio da fogueira. Nas festas de São João, os homens, principalmente, formavam duplas de compadres de fogueira: ficavam um de cada lado da fogueira e deveriam pular as brasas dando-se as mãos em sentido cruzado. Era comum recitarem versos como estes: São João dormiu, São Pedro acordô, vamo sê cumpadre que São João mandô. (Nordeste sertanejo) Ou: São João disse, São Pedro confirmou, que nosso Senhor Jesus Cristo mandou a gente ser compadre nesta vida e na outra também. (Amazônia cabocla) Os laços de compadrio eram muito importantes, pois os padrinhos podiam substituir os pais na ausência ou na morte destes, os compadres integravam grupos de cooperação no trabalho agrícola e os afilhados eram devedores de obrigações aos padrinhos. A instituição beneficiava os patrões, que tinham um séquito de compadres e afilhados leais tanto nas relações de trabalho como nas campanhas políticas, quando se beneficiavam do voto de cabresto. O compadrio ainda vigora em muitas localidades, mas o processo de urbanização que hoje atinge todas as regiões do país enfraquece essa instituição e promove diversas mudanças nas formas de sociabilidade. Atualmente, os favores (doações, pagamentos, promessas) têm sido mais importantes nas eleições do que a lealdade advinda dos laços de compadrio. 23

22 24 São João em Caruaru e Campina Grande Hoje as festas juninas possuem cor local. De acordo com a região do país, variam os tipos de dança, indumentária e comida. A tônica é a fogueira, o foguetório, o milho, a pinga, o mastro e as rezas dos santos. No Nordeste sertanejo, o São João é comemorado nos sítios, nas paróquias, nos arraiais, nas casas e nas cidades. A importância dessa festa pode ser avaliada pelo número de nordestinos e turistas que escolhem essa época do ano para sair de férias e participar dos festejos juninos. As cidades de Caruaru, em Pernambuco, e Campina Grande, na Paraíba, são as que mais atraem gente curiosa em conhecer as maiores festas de São João do mundo. Caruaru criou uma cidade cenográfica, a Vila do Forró, que é a réplica de uma cidade típica do sertão, com casas coloridas de arquitetura simples habitadas pela rainha do milho, pela rezadeira, pela rendeira, pela parteira. Ali há também correio, posto bancário, delegacia, igreja, restaurantes, teatro de mamulengo. Atores encenam nas ruas o cotidiano dos habitantes da região. O maior cuscuz do mundo, segundo o Livro Guinness de Recordes, é feito lá, numa cuscuzeira que mede 3,3 metros de altura e 1,5 metro de diâmetro e comporta 700 quilos de massa. Uma das grandes atrações da festa é o desfile junino na véspera de São João de mais de vinte carros alegóricos, carroças ornamentadas com cortejo de bacamarteiros, bandas de pífaros, quadrilhas, casamentos matutos e grupos folclóricos. Campina Grande construiu um Forródromo que recebe todos os anos milhões de pessoas. Elas se divertem assistindo a apresentações do tradicional forró pé-deserra, de quadrilhas, cantores, bandas e desfiles de jegues, participam de jogos e brincadeiras e deleitam-se com as comidas típicas vendidas nas barracas.

23 Na Região Norte No Sudeste Na Amazônia cabocla, a tradição de homenagear os santos possui um calendário que tem início em junho, com Santo Antônio, e termina em dezembro, com São Benedito. Cada comunidade homenageia seus santos preferidos e padroeiros, com destaque para os santos juninos. São festas de arraial que começam no décimo dia depois das novenas e nas quais estão presentes as fogueiras, o foguetório, o mastro, banhos, muita comida e folia. No eixo Belém/Parintins/Manaus, desde os tempos coloniais, a criação do boi, introduzida pelos portugueses, deu lugar a manifestações culturais que lhe são típicas: o boi-bumbá, dançado em diversas ocasiões, transformou-se atualmente em grande espetáculo, cujo ápice é a disputa entre os grupos Caprichoso e Garantido no Bumbódromo de Parintins, nos dias 28, 29 e 30 de junho. A tradição caipira, especialmente a do Sudeste do Brasil, caracteriza-se pelas festas realizadas em terreiros rurais, onde não faltam os elementos típicos dos três santos de junho. Mas elas também se espalharam pelas cidades e hoje as festas juninas acontecem, principalmente, em escolas, clubes e bairros. Como em outras partes do Brasil, o calendário das festas paulistas destaca os rodeios e as festas de peão boiadeiro como eventos ou espetáculos mais importantes, que se realizam de março a dezembro. As festas juninas, com maior ou menor destaque, ainda são realizadas em todas as regiões do Brasil e representam uma das manifestações culturais brasileiras mais expressivas. 25

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25 3 Santo Antônio, São João e São Pedro Santo Antônio: Camarada e Casamenteiro Festejado no dia 13 de junho, Santo Antônio é um dos santos de maior devoção popular tanto no Brasil como em Portugal. Fernando de Bulhões nasceu em Lisboa em 15 de agosto de 1195 e faleceu em Pádua, na Itália, em 13 de junho de Recebeu o nome de Antônio ao passar, em 1220, da Ordem de Santo Agostinho para a Ordem de São Francisco e é conhecido como Santo Antônio de Lisboa ou Santo Antônio de Pádua. Santo Antônio era admirado por seus dotes de ótimo orador, pois quando pregava a palavra de Deus ela era entendida até mesmo por estrangeiros. É por assim dizer o santo dos milagres, como afirmou o padre Antônio Vieira em um sermão de 1663 realizado no Maranhão: Se vos adoece o filho, Santo Antônio; se vos foge um escravo, Santo Antônio; se requereis o despacho, Santo Antônio; se aguardais a sentença, Santo Antônio; se perdeis a menor miudeza de vossa casa, Santo Antônio; e, talvez se quereis os bens alheios, Santo Antônio. É o santo familiar e protetor dos varejistas em geral, por isso é comum encontrar sua figura em estabelecimentos comerciais. É também o padroeiro das povoações e dos soldados, pois enfrentou em vida aventuras guerreiras como soldado português. Sua figura aparece com destaque em episódios da História do Brasil: teria desempenhado o papel de heróico defensor da integridade do solo brasileiro, 27

26 como explicam os cronistas que relatam a libertação de Pernambuco dos holandeses, assim como os que falam da defesa da colônia do Sacramento, ao Sul, e do Rio de Janeiro com relação aos franceses, atribuindo a vitória à proteção deste santo. Sua influência é marcante entre o povo brasileiro. Seus devotos, em geral, não têm em casa uma imagem grande do santo e preferem levar no bolso uma pequena para se proteger. É a ele que as moças ansiosas pedem um noivo. A prática de colocar o santo de cabeça para baixo no sereno, amarrada num esteio, ou de jogá-lo no fundo do poço até que o pedido seja atendido, por exemplo, é bastante comum entre os devotos. Dos santos juninos, somente Santo Antônio é feito de madeira. Em geral, é esculpido em nó de pinho, daí terem surgido os versos: Os devotos mais exagerados só confiam seu pedido à imagem do Santo Antônio das igrejas franciscanas, procuradas especialmente nas terças-feiras e de modo particular no dia 13 de junho. Todos são devotos desse santo camarada. Os cantadores se apegam muito a Santo Antônio para tentar vencer os desafios, pois o consideram o mais fiel e o maior intercessor; os vaqueiros pedem proteção contra o estouro da boiada e os pescadores acreditam que no dia 13 de junho as redes se enchem de peixes. Basta lançá-las dizendo: No dia 13 de junho é pô a rede e tirá: os peixes stão na fiúza de Santo Antônio falá. 28 Meu querido Santo Antônio feito de nó de pinho, com vós arranjo o que quero, porque peço com jeitinho. Em homenagem a Santo Antônio, geralmente realizam-se duas espécies de rezas e festas: os responsos, quando ele é invocado para achar objetos perdidos, e a

27 trezena, cerimônia que se prolonga com cânticos, foguetório e comes e bebes de 1 o a 13 de junho de cada ano. Simpatias, Sortes e Adivinhas para Santo Antônio estar sendo usados pela primeira vez, senão nada de a simpatia funcionar! A seguir, algumas simpatias feitas para Santo Antônio: O relacionamento entre os devotos e os santos juninos, principalmente Santo Antônio e São João, é quase familiar: cheio de intimidades, chega a ser, por vezes, irreverente, debochado e quase obsceno. Esse caráter fica bastante evidente quando se entra em contato com as simpatias, sortes, adivinhas e acalantos feitos a esses santos: Confessei-me a Santo Antônio, confessei que estava amando. Ele deu-me por penitência que fosse continuando. Os objetos utilizados nas simpatias e adivinhações devem ser virgens, ou seja, Em certas zonas paulistas, como na Serrana e na Mantiqueira, Santo Antônio recebe um vintém para achar os animais perdidos nas matas e uma pequena moeda de cobre para o porco voltar ao chiqueiro. Moças solteiras, desejosas de se casar, em várias regiões do Brasil, colocam-no de cabeça para baixo atrás da porta ou dentro do poço ou enterram-no até o pescoço. Fazem o pedido e, enquanto não são atendidas, lá fica a imagem de cabeça para baixo. E elas pedem: Meu Santo Antônio querido, meu santo de carne e osso, se tu não me dás marido, não tiro você do poço. 29

28 30 Meu querido Santo Antônio, feito de nó de pinho, me arranje um casamento com um moço bonitinho (ou bonzinho). Santo Antônio, casamenteiro, não deixe a (dizer o nome) ficar solteira. Santo Antônio, me case já, enquanto sou moça e viva. O milho colhido tarde não dá palha nem espiga. Minha avó tem lá em casa um Santo Antônio velhinho. Em os moços não me querendo dou pancadas no santinho. Santo Antônio, Santo Antônio, abaixai-me esta barriga, que não sei que tem dentro, se é rapaz ou rapariga. Santo Antônio pequenino, mansador de burro brabo, vem amansar minha sogra, que é levada do diabo. Para arrumar namorado ou marido, basta amarrar uma fita vermelha e outra branca no braço da imagem de Santo Antônio, fazendo a ele o pedido. Rezar um Pai-Nosso e uma Salve-Rainha. Pendurar a imagem de cabeça para baixo sob a cama. Ela só deve ser desvirada quando a pessoa alcançar o pedido. Para sonhar com o noivo, basta colocar três rosas vermelhas debaixo do travesseiro na véspera de Santo Antônio. A moça quer saber com quem vai se casar? Então, no dia de Santo Antônio, em cada refeição que fizer, deve deixar um pouco de comida no prato. No final do dia, ela precisa rezar para Nossa Senhora e pedir

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