Almeida, C. (1979) Programas para calculadora de bolso com aplicações em Hidrogeologia

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Almeida, C. (1979) Programas para calculadora de bolso com aplicações em Hidrogeologia"

Transcrição

1 Almeida, C. (1979) Programas para calculadora de bolso com aplicações em Hidrogeologia Bol. do Museu e Laboratório Mineralógico e Geológico da Fac. de Ciências de Lisboa, vol. 16(1), p

2 Programas para calculadora de bolso com aplicações em hidrogeologia POR C. ALMEIDA ( 1 ) ABSTRACT - Many problems related to hydrogeology that require a lot of time to be solved by normal calculators can now be easily solved by modern programmable pocket calculators. In this paper three programs are presented for the pocket calculator TI The program HIDROQ does calculations related to chemical analysis of ground-water such as: conversions; calculation of errors; calculation of several indexes; etc. - The program INTERP calculates the drawdown in a single point or in every node of a grid, selected by the operator, in an aquifer with several wells pumping at different discharges. The conditions for the application of the Theis formula must be valid. A subroutine solving the Theis formula can ben used for determining its values. - The program CEGEVAP calculates the evapotranspiration by the methods of Thornthwaite, Turc and Coutagne. INTRODUÇÃO O aparecimento, relativamente recente, de calculadoras de bolso programáveis veio permitir a resolução, de forma rápida e cómoda, de muitos problemas que, não justificando o recurso ao computador, implicam, no entanto, muitas horas de cálculo manual acompanhado, por vezes, de consultas de tabelas. Existe já alguma bibliografia sobre este tipo de máquinas mas respeita, quase sempre, a temas gerais, cabendo aos investigadores das diferentes especialidades a divulgação de programas referentes aos assuntos do seu domínio ( 2 ). ( 1 ) Assistente da Faculdade de Ciências. Centro de Geologia. Linha: Recursos Geológicos de Portugal. IMPRENSA PORTUGUESA -PORTO 101

3 É neste sentido que se apresentam três programas destinados para a máquina TI-59, que se julgam de interesse mais imediato. 1. PROGRAMA HIDROQ O programa HIDROQ efectua uma série de cálculos e conversões, essencialmente destinados ao preenchimento e verificação de boletins de análise de águas. Os cálculos que o programa efectua, são os seguintes: - bicarbonato (ppm), a partir da alcalinidade TAC; - Mg, a partir da dureza total e do Ca; - conversão em epm dos valores entrados em ppm; - cálculo de Na+K, a partir do balanço iónico, quando aqueles elementos não são analisados; - cálculo do erro ponderal (comparação entre o resíduo seco determinado e resíduo seco calculado); - cálculo do erro de balanço (só quando Na+K são dados); - ph de equilíbrio a 20ºC, pela fórmula de Langelier; - força iónica; - cálculo dos seguintes índices: rmg/rca; rcl/rhco3 rso4/rcl; ITB ou ITB(-); Kr e SAR; - cálculo das percentagens relativas de Cl+NO3, SO4, HCO3 e de Na+K, Ca e Mg destinadas ao preenchimento do diagrama de PIPER. Os resultados dos cálculos são impressos automaticamente com legenda identificadora, excepto as percentagens, que são impressas sem legenda. ( 2 ) Recentemente foram publicados dois artigos sobre programas aplicados à Hidrogeologia: WARNER, D. L., Yow, M. C. (1979) - Programmable Hand Calculator Programs for Pumping and Injection Wells. Ground Water. Vol. 17, nº 6, pp , Nov.Dez. PICKING, L. W. (1979) - Programming a pocket calculator for solving multiple well, variable pumping rate problems. Ground Water. Vol. 17, nº 2, pp. 2O5-2O7, Março-Abril. 102

4 SÍMBOLOS E FÓRMULAS USADAS ph de equilíbrio a 20ºC (Fórmula de Langelier) ph = 11,38 log (HCO 3 ) log (Ca); (HCO 3 ), expressa como alcalinidade TAC em ppm de CaCO 3 ; (Ca), expresso em ppm de CaO. Erro ponderal erp = Rs Rs' 100 Rs Rs = resíduo seco, a 110ºC (ppm); Rs (resíduo seco, calculado) = Σcatiões+Σaniões-1/2 HCO 3 (ppm); Erro de balanço ΣrCatiões ΣrAniões erb = 100 ( ΣrCatiões + ΣrAniões) / 2 Índice de troca de bases ITB ITB = rcl r( Na + K) rcl se rcl-r(na+k)>0 ITB(-) = rcl r( Na + K) r( SO + HCO + NO se rcl-r(na+k)<0 Índice Kr Kr = [rca.(rhco 3 ) 2 ] 1/3 Índice de absorção de sódio SAR Na SAR = [ ] 1/ 2 ( Ca + Mg) / 2 103

5 Força iónica 1 µ = 2000 ΣZ i. C i onde Z i = carga do ião i e C i a sua concentração em epm. INSTRUÇÕES DE UTILIZAÇÃO Começa-se por fazer a partição de memória adequada para o programa:b sequência 2 2nd OP 17, após o que o visor deve apresentar o número Feita a operação a calculadora pode receber o programa (2 cartões, 4 lados), após o que se devem seguir os seguintes passos: Procedimento Introduzir Premir Início do programa A Introdução dos dados Rs ppm R/S idem TH ppm de CaCO 3 R/S idem TAC ppm de CaCO 3 R/S idem SO 4 ppm R/S idem Cl ppm R/S idem NO 3 ppm R/S idem Na ppm R/S idem K ppm R/S idem Ca ppm R/S Todos os valores entrados são impressos automaticamente para verificação. Na sequência da entrada de TAC a calculadora imprime, também, o bicarbonato (ppm). Após a entrada dos dados, a máquina inicia os cálculos e imprime os resultados. Se o Na e K não tiverem sido analisados, introduzir 0, 0 nos respectivos lugares. São utilizados os vinte primeiros registos. 104

6 EXEMPLO 1 105

7 2. PROGRAMA INTERP O programa INTERP permite calcular os rebaixamentos verificados numa malha de piezómetros situados num campo de poços. Para que os cálculos sejam válidos, são exigidos os seguintes pressupostos: - que se verifiquem as condições de aplicação da fórmula de THEIS; - que os poços sejam totalmente penetrantes e captem todos do mesmo aquífero. O programa fundamenta-se na lei de sobreposição de rebaixamentos. De acordo com esta, o rebaixamento total provocado pela extracção em N poços é igual à soma dos rebaixamentos individuais, provocados por cada poço: Qi s = Σs i onde s i = W ( ui ) 4πT s i ; rebaixamento provocado pelo poço P i Q i ; caudal de extracção (ou de recarga) do poço P i W(u i ), função de THEIS u i = Sr 2 i 4Tt i r i ; distância do piezómetro ao poço P i T, transmissividade S, coeficiente de armazenamento t i ; tempo de extracção. O domínio a estudar, cujos limites são definidos pelo operador, é decomposto numa malha de quadrados de lado igual a X ( Y= X), valor este igualmente definido pelo operador (Fig. 1). O programa calcula os rebaixamentos verificados nos nós da malha assim constituída. Os poços, que se podem situar, ou não, dentro do domínio referido, são definidos pelas suas coordenadas rectangulares, tempo de extracção em relação ao momento a que se referem os cálculos, e caudal. É importante notar que nenhum poço se pode situar num dos nós da malha pois neste caso haveria uma distância nula o que originaria um disgnóstico de erro, motivado pela existência nos cálculos de um Ln 0 (Ln u com u = 0). 106

8 Fig. 1 Exemplo de malha de piezómetros definida pelas dimensões dos lados ( X, Y) e pelas coordenadas dos extremos do domínio (X 0, Y 0 e X m, Y m ). DISCRIÇÃO DO PROGRAMA Depois de introduzidos os dados, o programa começa por calcular o quadrado da distância entre o piezómetro p i e o poço P j r ij = (X i -X j ) 2 + (Y i -Y j ) 2 que é seguidamente introduzido no cálculo do argumento da função de THEIS: 2 Srij u ij = 4Tt j O valor dessa função, para cada u ij é calculado usando a conhecida aproximação: 2 3 k u u k-1 u W(u) = 0, ln u + u + + L + ( 1). + L 2.2! 3.3! k.k! k k-1 u por sucessivos acréscimos do termo geral ( 1). até que este seja inferior a k.k! um dado valor (no programa este valor é de ). 107

9 Calculado o valor de W(u ij ) determina-se o rebaixamento provocado pelo poço P j : s ij = Q j.w(u 4πT ij ) O programa executa a seguir os mesmos passos para todos os poços acumulando os rebaixamentos parciais e apresentando o resultado final N s =. i s ij j= 1 Passa, em seguida, a executar a mesma rotina para outro ponto da malha. Como variante do programa principal, pode-se calcular o rebaixamento produzido por N poços num só ponto, ou usar a subrorina que calcula a função de THEIS para determinar valores dessa função. OBSERVAÇÃO Muitas vezes os poços são bombeados a caudal variável ou suspendem a sua extracção antes do momento a que se referem os cálculos. O problema pode ser resolvido considerando, em cada caso, tantos poços quantas as variações de caudal. Assim, o rebaixamento provocado por um poço onde se verificaram N variações de caudal, será dado pela expressão: N 2 1 Sr s = ((Qi-Q i-1 ) W(u i )) com u i = 4πT 4T(t - t ) i= 1 Exemplo: Um poço começa a bombear a um caudal de 800 m 3 /dia. Passadas duas horas aumenta o caudal para 1500 m 3 /dia, interrompendo a extracção ao fim de duas horas de bombeamento com este caudal. Passada uma hora retoma a actividade com um caudal de 1000 m 3 /dia. Pretende-se conhecer o rebaixamento ao fim de sete horas contadas a partir do início da actividade. Neste caso temos quatro escalões: Q 1 =800 m 3 /dia; Q 2 =1500 m 3 /dia; Q 3 =0 m 3 /dia; Q 4 =1000 m 3 /dia e t 1 =2/24 dias; t 2 =4/24 dias; t 3 =5/24 dias; t = 7/24 dias i-1 108

10

11

12 Considerando Q 0 = 0 e t 0 = 0 temos: 1 s = 4π T (800.W(Sr2 /4T7/24)+700.W(Sr 2 /4T5/24) 1500.W(Sr 2 /4T3/24)+1000.W(Sr 2 /4T2/24)) INTRUÇÕES DE UTILIZAÇÃO Depois de introduzido o programa na calculadora (1 cartão, dois lados) deve-se seleccionar uma de três opções possíveis: cálculo de rebaixamentos numa malha, tecla A; cálculo de rebaixamentos num só ponto, tecla B; cálculo de valores de W(u), tecla C. A entrada de dados depende da opção escolhida. Estas operações devem obedecer à sequência seguinte: Procedimento Introduzir Premir Selecção do programa opção A A opção B B opção C C Entrada de dados: opção A e B T (m 2 /dia) R/S idem S R/S opção A X 0 (m) R/S idem Y 0 (m) R/S idem X (m) R/S idem X m (m) R/S idem Y m (m) R/S opção A e B N (número de poços) R/S opção A X j (m) R/S idem Y j (m) R/S opção B r j (m) R/S opção A e B t j (dias) R/S idem Q j (m 3 /dia) R/S opção C u R/S Observação: Podem-se usar outras unidades, desde que se mantenha a coerência do conjunto. Após a entrada do último dado inicia-se o cálculo saindo na impressora os resultados. 109

13 EXEMPLO 2 Pretende-se conhecer o rebaixamento produzido num piezómetro situado a 100 m de dis-ância do poço referido no exemplo anterior, ao fim de sete horas de bombeamento. A transmis-ividade do aquífero é de 500 m2/dia e o coeficiente de armazenamento= PROGRAMA CEGEVAP Este programa permite calcular a evapotranspiração potencial pelo método de THORNTHWAITE e a evapotranspiração real usando este método e, ainda, o de TURC e COUTAGNE. Oa dados a introduzir são os seguintes: temperaturas médias, mensais (T); precipitações mensais (P); reserva de água no solo, no início do ano (AS); capacidade de campo (CP); número máximo de horas de sol (N); número de dias do mês (d). FÓRMULAS USADAS Evapotranspiração potencial THORNTHWAITE EVP = K.ε, evapotranspiração potencial, mensal, corrigida; N.d 2 K =, factor de correcção; ε =. (10T/I) a, evapotranspiração potencial, diária, não corrigida (mm); 30 a = 6, I 3 7, I 2 +0,01792.I+0,49239; I = Σi, índice térmico, anual; i = (T/5) 1,514, índice térmico mensal. 110

14 Evapotranspiração real THORNTHWAITE Calculados os valores de EVP para os 12 meses do ano, o programa calcula a evapotranspiração real, anual (EVR). O cálculo é feito, mês a mês, através do balanço entre a precipitação, evapotranspiração potencial e reserva de água no solo, apresentando-se no final a EVR total, como resultado da acumulação das EVRs mensais. O processo seguido pode ser esquematizado no fluxograma seguinte: Evapotranspiração real TURC L = T p +0,005T p 3 EVR = ΣP ( ΣP i ) 0,9 + 2 L i 2 ΣPi Ti 1/2 T p = ΣP i Evapotranspiração real COUTAGNE EVR = P λp 2 λ = 1/(0,8+0,14T) P, precipitação, anual, em metros; T, temperatura média, anual. A fórmula é válida para valores de P dentro dos limites 1/8λ e 1/λ. Se esta condição não se verificar, a calculadora imprime uma legenda paropriada. 111

15 INTRUÇÕES DE UTILIZAÇÃO Depois de dar entrada do programa (1 cartão, 2 lados) devem-se introduzir, nos registos indicados, as seguintes constantes: R 29 : 6, ; R 30 : 7, ; R 31 :0,01792; R 32 : 0, Feita esta inicialização, a máquina encontra-se pronta para efectuar os cálculos. A entrada de dados deve fazer-se, segundo a sequência: Procedimento Introduzir Premir Introdução dos dados Reserva inicial Sto 34 idem Capacidade de campo Sto 35 Início do programa R/S Entrada de dados C idem T 1 a T 12 R/S, a seguir a cada entrada idem P 1 a P 12 R/S, a seguir a cada entrada Após aparecer a legenda N? Introduzir o número máximo de horas de sol do 1º mês e premir R/S. Segue-se a legenda d? Após a qual se introduz o número de dias do 1º mês, premindo R/S. Esta rotina repete-se 12 vezes, mês a mês, ordenadamente. Se se desejar conhecer alguns dos valores que entram nos cálculos, dão-se aqui os seus registos: Precipitação total, anual: R 26 ; T p : R 27 ; I: R 28 ; a : R 33 ; ΣT i :R 37 ;λ:r 38. EXEMPLO 3 Pretende-se conhecer a evapotranspiração real dada pelos métodos anteriormente citados, e referente a um determinado ano civil. Admite-se que, em Janeiro, a reserva de água no solo (AS) é igual à capacidade de campo (CP) e esta é de 150 mm. No quadro abaixo indicam-se os valores a introduzir: temperatura média mensal (T); precipitação (P); número de horas de sol (N); e número de dias do mês (d). Igualmente se indicam os valores de EVP (THORNTHWAITE) e de EVR calculados. 112

16 Jan. Fev. Mar. Abr. Maio Jun. Jul. Ago. Set. Out. Nov. Dez. Anual Temp. média , ,5 23,5 21, Precipit Nº máx. sol 9,7 11,8 11,5 13,2 13,8 14,8 14,1 13,2 12, ,3 9,3 Nº dias mês E.V.P. 23,0 22,9 37,0 48,3 79, ,3 129,4 98,2 69, E.V.R.: THORNTHWAITE 566,1 TURC 654,3 COUTAGNE 745,5 BIBLIOGRAFIA CUSTÓDIO, E. e LLAMAS, M. R. (1976) Hidrologia Subterránea, Tomo I, Ed. Omega, Barcelona. CASTANY, G. (1967) Traité Pratique des Eaux Souterraines, Dunod, Paris. 113

17 APÊNDICE I Listagem do programa HIDROQ LBL PRT CE = SUM = INV STO STO ENG INV STO FIX RTN SUM LBL RCL FIX = = STO / OP = SUM PRT SUM RTN RCL LBL R/S A = PRT FIX INV STO SUM FIX PRT R/S R/S SUM PRT PRT STO SUM R/S PRT = SUM STO = = = STO STO STO SUM CLR SUM R/S X T PRT SBR = SUM SUM CE STO SUM STO R/S SUM PRT SUM OP = STO RCL SUM SBR = RCL STO SUM SBR = CE R/S STO R/S STO PRT SUM SUM PRT SUM R/S OP

18 SBR RCL SBR RCL SBR RCL LBL RCL SBR SBR C IFF RCL C SBR SBR LBL CE D CE B RCL STF RCL RCL OP OP = RCL RCL RCL ( = SBR RCL SBR STO RCL RCL SBR SBR SUM CE RCL CE SBR ) CE OP RCL = OP STO SBR RCL RCL SBR RCL CE SBR OP RCL RCL RCL RCL EQ = B CLR OP SBR = CE SUM RCL SBR RCL SBR RCL RCL SBR = LBL OP CE STO D RCL SBR CE SBR RCL SBR CE RCL OP LOG OP OP RCL ( RCL RCL RCL 115

19 INV SBR RCL GE RCL ( = RCL ) SBR LOG RCL RCL = SBR RCL STO CE = STO X SBR ) CE SBR INV CE X Y = STO OP SBR OP CE RCL OP RCL RCL SBR RCL RCL SBR OP = RCL EE SBR SBR RCL RCL INV SBR SBR PRD CE RCL ( SBR SBR RCL CE CE RCL OP RCL OP OP RCL ) RCL = RCL FIX STO X OP RCL SBR /X CE SBR = RCL CE SBR RCL = RCL SBR RCL RCL RCL OP OP RCL RCL RCL RCL = RCL 116

20 = PRD ML PRD = /X PRD PRD O RCL = PRD FIX PRD PRT RCL PRD FIX PRD PRT ML RCL FIX RCL PRT RCL = FIX FIX PRT PRT CLR RCL INV STF RCL ADV R/S = RST PRT RCL RCL RCL RCL = /X

21 APÊNDICE II Listagem do programa INTERP LBL STO D CP C ( STF R/S RC* EE PRT / R/S STO PRT RCL E R/S X T LBL ) B X STO STF OP LBL LBL = X A STO ( RCL R/S RC* PRT CP XIT ( STO RCL = STO ) RCL STO X = ) π B' OP = R/S RCL /X = RC* X STO = PRD R/S = RCL PRT STO RCL = RCL SBR LBL SUM E = STO IXI STO LBL INV B' STO GE IFF R/S Y X PRT STO OP ST* SBR SBR R/S RCL SUM X PRT RC* LBL STO GE Y X X RCL R/S OP PRT OP STO B' RC* STO STO R/S RCL PRT IFF STO = E R/S LBL PRT LBL SUM

22 X T RCL RCL LNX GE = E' IFF RCL = OP STO RC* STO D RCL LBL E' = CP SUM RCL CP X T RCL RCL X T GE RCL A' GE RCL D' OP = STO SBR RCL LBL STO D' INV ENG STO FIX D RCL INV ENG PRT FIX IFF PRT A' LBL RCL A' INV PRT FIX RCL INV STF PRT INV STO STF CP R/S RCL RST 119

23 APÊNDICE III Listagem do programa CEGEVAP = RCL STO SUM STO RCL RCL STO EQ X STO RCL OP STO OP RCL STO SBR X RCL CP RCL INV RCL X T PRD LBL = STO STO R/S STO PRT ST* LBL STO Y X RCL RC* LBL X EQ ( RC* ( CE OP SBR ) = STO Y X RCL STO = Y X RCL STO ) SUM = CP ST* RCL RCL X T EQ LBL EQ X RC* OP OP SUM S8R Y X SBR RCL X RC* Y X STO SUM LBL 120

24 A RC* OP OP B A LBL SlN STO RCL = STO INV lnv GE ENG LBL lnv B FIX CP STO OP RC* SBR CLR RC* RC* = INV RCL GE OP SIN = SUM PRT OP SUM RCL R/S PRT RCL X T OP STO = INV RCL GE CLR EQ RCL STO OP OP LBL OP OP CLR RC* B R/S O RCL PRT PRT X SUM FIX = FIX PRT ADV PRT X T LBL ST* RCL C RCL ADV EQ RCL ( EQ OP CE 121

25 X OP = CP X T RCL ) INV GE E OP = X = /X GE E RCL RCL X /X RCL = / X OP /X OP RCL R/S = = RST FIX RCL PRT ADV LBL D RCL = FlX = PRT SBR LBL E lnv ENG = INV STO FIX RCL

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

CAPÍTULO 10 BALANÇO HÍDRICO SEGUNDO THORNTHWAITE E MATHER, 1955

CAPÍTULO 10 BALANÇO HÍDRICO SEGUNDO THORNTHWAITE E MATHER, 1955 CAPÍTULO 10 BALANÇO HÍDRICO SEGUNDO THORNTHWAITE E MATHER, 1955 1. Introdução A avaliação das condições de disponibilidade de água no espaço de solo ocupado pelas raízes das plantas fornece informações

Leia mais

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM VASSOURAS - RJ

CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM VASSOURAS - RJ CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM VASSOURAS - RJ Gisele dos Santos Alves (1); Célia Maria Paiva; Mônica Carneiro Alves Xavier (1) Aluna do curso de graduação em Meteorologia - UFRJ e-mail:

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS E CARACTERIZAÇÃO HIDRÁULICA DA FORMAÇÃO CARBONATADA DE VIANA DO ALENTEJO ALVITO

AVALIAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS E CARACTERIZAÇÃO HIDRÁULICA DA FORMAÇÃO CARBONATADA DE VIANA DO ALENTEJO ALVITO AVALIAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUBTERRÂNEOS E CARACTERIZAÇÃO HIDRÁULICA DA FORMAÇÃO CARBONATADA DE VIANA DO ALENTEJO ALVITO Irene Regina Ramos CANDEIAS (1) ; Mário Lourenço da SILVA (2) RESUMO A formação

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA BALANÇA ELECTRÓNICA MEDINES JA2

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA BALANÇA ELECTRÓNICA MEDINES JA2 MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA BALANÇA ELECTRÓNICA MEDINES JA2 FUNÇÕES PAG. 1. MODELO SEM IMPRESSORA Funções Operativas 2 Preço de produtos pesados 2 Soma de Preços Externos 2 Subtracção de Preços Externos 3

Leia mais

Actualização. Versão 5.1.36

Actualização. Versão 5.1.36 Actualização Versão 5.1.36 Julho 2009 2 JURINFOR Rua de Artilharia 1, Nº 79 3º Dtº - 1250-038 LISBOA PORTUGAL Introdução Este documento descreve as características principais adicionadas ao JURINFOR JuriGest.

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO. Manual de Utilizador. Portal TRH

MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO. Manual de Utilizador. Portal TRH MINISTÉRIO DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO Manual de Utilizador Portal TRH Novembro de 2009 ÍNDICE 1. Introdução...2 2. Registo...4 3. Visualização e criação de operadores...8 4. Introdução

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM ITAPERUNA - RJ

CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM ITAPERUNA - RJ CLASSIFICAÇÃO E INDÍCIO DE MUDANÇA CLIMÁTICA EM ITAPERUNA - RJ Mônica Carneiro Alves Xavier (1); Célia Maria Paiva; Gisele dos Santos Alves (1) Aluna do curso de graduação em Meteorologia - UFRJ e-mail:

Leia mais

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+

DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+ CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA

Leia mais

TRABALHAR COM O ANALISADOR DE DADOS - EA-200

TRABALHAR COM O ANALISADOR DE DADOS - EA-200 CASIO Portugal TRABALHAR COM O ANALISADOR DE DADOS - EA-200 Para a família de máquinas FX-9860 e Analisador de Dados EA-200 O equipamento Para realizar experiência de laboratório necessitamos de: - Calculadora

Leia mais

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA

INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA 1. INTRODUÇÃO Para obter o grau de Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Uberlândia, o aluno deverá cursar as disciplinas Iniciação

Leia mais

Controladores Lógicos Programáveis 2

Controladores Lógicos Programáveis 2 Escola Superior de Tecnologia Instituto Politécnico de Castelo Branco Departamento de Informática Curso de Engenharia Informática Automação e Controlo Industrial Ano Lectivo de 2004/2005 Controladores

Leia mais

Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS

Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,8 21-Jul-00 Real 0,6493 Sem frete - PIS/COFINS

Leia mais

ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria

ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria Análise de Conjuntura Maio 2011 Indicador de Sentimento Económico Os indicadores de sentimento económico da União Europeia e da Área

Leia mais

XVII CONGRESSO BRASILEIRO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS

XVII CONGRESSO BRASILEIRO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS ESTUDOS HIDROGEOLÓGICOS NA REGIÃO DA SERRA DO ENGENHO E ARREDORES, SUDOESTE DO QUADRILÁTERO FERRÍFERO, CONGONHAS MG Viviane Cristina Vieira da Cunha; Breno Alexandre Pereira; Daniela Alcântara Machado,

Leia mais

SOFTWARE. Equipamentos de gestão para controlo de acessos

SOFTWARE. Equipamentos de gestão para controlo de acessos SOFTWARE Fácil utilização. Ambiente Windows XP Profissional. Controle individual dos operadores com diferentes níveis de acesso. Registo de todas as entradas, pagamentos, saídas e de anomalias. Informação

Leia mais

Neste momento a gestão dos automóveis, de grupos de automóveis e de manutenção não são consideradas relevantes para serem suportadas pelo sistema.

Neste momento a gestão dos automóveis, de grupos de automóveis e de manutenção não são consideradas relevantes para serem suportadas pelo sistema. Caso 1 Rent-a-car 1 Enunciado Pretende-se desenvolver um software de suporte a diversas actividades duma empresa de aluguer de automóveis. Este software deve permitir registar contratos de aluguer, entregas

Leia mais

PERGUNTA 2. Figura 2. Arade Alcantarilha Quarteira. 0m 5000m 10000m

PERGUNTA 2. Figura 2. Arade Alcantarilha Quarteira. 0m 5000m 10000m PERGUNTA 1 O aquífero de Escusa está localizado no pleno coração do Parque Natural da Serra de S. Mamede, na bacia hidrográfica do rio Tejo, tem uma extensão de cerca de 8 km 2 e é constituído por rochas

Leia mais

Regularização Hídrica em Aluviões- Estudo de Caso no Semi-árido do Nordeste do Brasil

Regularização Hídrica em Aluviões- Estudo de Caso no Semi-árido do Nordeste do Brasil Regularização Hídrica em Aluviões- Estudo de Caso no Semi-árido do Nordeste do Brasil Abelardo A. Montenegro Universidade Federal Rural de Pernambuco, Brasil E-mail: Monte@hotlink.com.br Suzana M. Montenegro

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE QUALIDADE DAS ÁGUAS DE ABASTECIMENTO - 2009

RELATÓRIO ANUAL DE QUALIDADE DAS ÁGUAS DE ABASTECIMENTO - 2009 RELATÓRIO ANUAL DE QUALIDADE DAS ÁGUAS DE ABASTECIMENTO - 2009 INTRODUÇÃO O objetivo deste relatório é apresentar os resultados, relativos ao ano de 2009, de qualidade das águas de abastecimento de Jurerê

Leia mais

Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo

Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado de São Paulo Safra 2015/2016 Mensal Acumulado Cana Campo (1) Cana Esteira (2) R$/Kg ATR R$/Kg ATR R$/Ton. R$/Ton. Abr/15 0,4909

Leia mais

Sistema GPB Gestão de Pombais

Sistema GPB Gestão de Pombais Sistema GPB Gestão de Pombais Manual Rápido (Versão 07.01) Janeiro de 2007 SITE : WWW.SISTEMAGP.COM EMAIL: GERAL@SISTEMAGP.COM Um produto POMOR Software de Gestão, Lda. Objectivo deste Manual Rápido Com

Leia mais

Usando o Excel ESTATÍSTICA. A Janela do Excel 2007. Barra de título. Barra de menus. Barra de ferramentas padrão e de formatação.

Usando o Excel ESTATÍSTICA. A Janela do Excel 2007. Barra de título. Barra de menus. Barra de ferramentas padrão e de formatação. Barra de deslocamento ESTATÍSTICA Barra de menus Barra de título Barra de ferramentas padrão e de formatação Barra de fórmulas Conjuntos e Células (Intervalos) Área de trabalho Separador de folhas Barra

Leia mais

Sistema de Monitoramento de Poços Tubulares

Sistema de Monitoramento de Poços Tubulares Sistema de Monitoramento de Poços Tubulares Pedro Antonio Roehe Reginato 1, Marcos Imério Leão 1, Fernando Pons da Silva 2, Carlos Alvin Heine 3 1 DHH/IPH/UFRGS (imerio@iph.ufrgs.br; pedro.reginato@ufrgs.br)

Leia mais

O SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL HOJE. Evandro Leite Vasconcelos Diretor de Energia e de Desenvolvimento de Negócios

O SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL HOJE. Evandro Leite Vasconcelos Diretor de Energia e de Desenvolvimento de Negócios 1 O SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL HOJE Evandro Leite Vasconcelos Diretor de Energia e de Desenvolvimento de Negócios ESTRUTURA SETORIAL CARACTERIZAÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO 3 PRINCIPAIS

Leia mais

ESTUDOS CLIMÁTICOS COMO SUBSÍDIO AO PLANEJAMENTO DO USO DA ÁGUA SUBTERRÂNEA. O EXEMPLO DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE SÃO PAULO, BRASIL

ESTUDOS CLIMÁTICOS COMO SUBSÍDIO AO PLANEJAMENTO DO USO DA ÁGUA SUBTERRÂNEA. O EXEMPLO DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE SÃO PAULO, BRASIL ESTUDOS CLIMÁTICOS COMO SUBSÍDIO AO PLANEJAMENTO DO USO DA ÁGUA SUBTERRÂNEA. O EXEMPLO DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE SÃO PAULO, BRASIL Hélio Nóbile Diniz * Paulo Ricardo Brum Pereira ** Uriel Duarte ***

Leia mais

ALTERAÇÕES GEOQUÍMICAS EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS IMPACTADAS POR VAZAMENTOS DE CO 2 PROVENIENTES DE SEQUESTRO GEOLÓGICO

ALTERAÇÕES GEOQUÍMICAS EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS IMPACTADAS POR VAZAMENTOS DE CO 2 PROVENIENTES DE SEQUESTRO GEOLÓGICO Universidade Federal de Santa Catarina Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental Núcleo Ressacada de Pesquisas em Meio Ambiente ALTERAÇÕES GEOQUÍMICAS EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS IMPACTADAS POR VAZAMENTOS

Leia mais

BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE Boletim Mensal Situação Monetária e Cambial Estudos Económicos Agosto 2015 Índice 1. Situação Monetária... 1 1.1. Base Monetária (BM)... 1 1.2. Massa Monetária (M3)... 1 1.2.1. Crédito à Economia... 2

Leia mais

EVOLUÇÃO DOS CAUDAIS EXTREMOS EM CURSOS DE ÁGUA DO INTERIOR CENTRO E NORTE DE PORTUGAL ADÉLIA NUNES

EVOLUÇÃO DOS CAUDAIS EXTREMOS EM CURSOS DE ÁGUA DO INTERIOR CENTRO E NORTE DE PORTUGAL ADÉLIA NUNES EVOLUÇÃO DOS CAUDAIS EXTREMOS EM CURSOS DE ÁGUA DO INTERIOR CENTRO E NORTE DE PORTUGAL ADÉLIA NUNES Departamento de Geografia Faculdade de Letras, Universidade de Coimbra, Largo da Porta Férrea 3004-530

Leia mais

RESOLUÇÃO CRH Nº 10 /09, DE 03 DE DEZEMBRO DE 2009.

RESOLUÇÃO CRH Nº 10 /09, DE 03 DE DEZEMBRO DE 2009. RESOLUÇÃO CRH Nº 10 /09, DE 03 DE DEZEMBRO DE 2009. Dispõe sobre a obrigatoriedade de realização de Análises Físico-químicas e Bacteriológicas com parâmetros físico-químicos e bacteriológicos específicos,

Leia mais

DETERMINAÇÃO DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO THORNTHWAITE NA BACIA EXPERIMENTAL DO RIACHO GAMELEIRA PE

DETERMINAÇÃO DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO THORNTHWAITE NA BACIA EXPERIMENTAL DO RIACHO GAMELEIRA PE ANÁLISE DOS DADOS DE TEMPERATURA PARA DETERMINAÇÃO DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO POTENCIAL ATRAVÉS DO METODO DE THORNTHWAITE NA BACIA EXPERIMENTAL DO RIACHO GAMELEIRA PE Ana Lígia Chaves Silva José Roberto Gonçalves

Leia mais

Painel: Manejo da Paisagem para a Produção de Água: Conceitos e Aplicações

Painel: Manejo da Paisagem para a Produção de Água: Conceitos e Aplicações UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL LABORATÓRIO DE HIDROLOGIA FLORESTAL Painel: Manejo da Paisagem para a Produção de Água: Conceitos e Aplicações

Leia mais

Escola Superior Agrária de Coimbra PLANO DE MONITORIZAÇÃO DA ÁGUA DO BAIXO VOUGA LAGUNAR

Escola Superior Agrária de Coimbra PLANO DE MONITORIZAÇÃO DA ÁGUA DO BAIXO VOUGA LAGUNAR Escola Superior Agrária de Coimbra PLANO DE MONITORIZAÇÃO DA ÁGUA DO BAIXO VOUGA LAGUNAR COMPONENTE QUANTIDADE DE ÁGUA RELATÓRIO FINAL -Abril-28 RELATÓRIO FINAL - Monitorização da Água do Baixo Vouga

Leia mais

1 - Imprimir documentos na rede da escola.

1 - Imprimir documentos na rede da escola. 1 - Imprimir documentos na rede da escola. 1.1 - Entrar no sistema interno da escola (escopal.edu) Inserir o seu Nome de Utilizador Inserir a sua Palavra - passe Seleccionar ESCOPAL 1.2 Instalar a impressora

Leia mais

TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12

TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12 JANEIRO 2,8451 2,7133 2,4903 2,3303 2,1669 1,9859 1,7813 1,6288 1,4527 1,3148 1,1940 1,0684 FEVEREIRO 2,8351 2,6895 2,4758 2,3201 2,1544 1,9676 1,7705 1,6166 1,4412 1,3048 1,1840 1,0584 MARÇO 2,8251 2,6562

Leia mais

Portal Web de Apoio às Filiadas

Portal Web de Apoio às Filiadas Portal Web de Apoio às Filiadas Manual de Utilizador Externo Titularidade: FCMP Data: 2014-02-03 Versão: 1 1 1. Introdução 3 2. Descrição das Funcionalidades 4 2.1. Entrada no sistema e credenciação de

Leia mais

Associação de Ensino Superior da Amazônia - AESA Faculdade de Ciências Humanas, Exatas e Letras de Rondônia - FARO

Associação de Ensino Superior da Amazônia - AESA Faculdade de Ciências Humanas, Exatas e Letras de Rondônia - FARO Coordenação de Pesquisa e Extensão. Título do Projeto de pesquisa/ Iniciação Cientifica. Coordenador do projeto: Curso de: Instruções para Preenchimento do Formulário. PESQUISA Caracterização e Objetivos:

Leia mais

Gestão de bases de dados e listas

Gestão de bases de dados e listas Gestão de bases de dados e listas Uma das tarefas mais comuns em que são utilizadas folhas de cálculo é a gestão de listas (listas de números de telefone, listas de clientes, listas de tarefas, listas

Leia mais

DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA EM LAGOA FACULTATIVA DE ESGOTO: CARACTERIZAÇÃO DA ETA

DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA EM LAGOA FACULTATIVA DE ESGOTO: CARACTERIZAÇÃO DA ETA 1 DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA EM LAGOA FACULTATIVA DE ESGOTO: CARACTERIZAÇÃO DA ETA Susane Campos Mota ANGELIM Escola de Engenharia Civil, UFG. Aluna do curso de Mestrado em

Leia mais

Tarefa Orientada 18 Tabelas dinâmicas

Tarefa Orientada 18 Tabelas dinâmicas Tarefa Orientada 18 Tabelas dinâmicas Análise de dados através de tabelas dinâmicas. Conceitos teóricos As Tabelas Dinâmicas são tabelas interactivas que resumem elevadas quantidades de dados, usando estrutura

Leia mais

Guia passo a passo para o preenchimento do formulário de candidatura. Junho 2008

Guia passo a passo para o preenchimento do formulário de candidatura. Junho 2008 Guia passo a passo para o preenchimento do formulário de candidatura Junho 2008 ÍNDICE 1. Instruções gerais... 2 2. Parceria... 4 3. Grupos de tarefas... 8 4. Indicadores... 13 5. Preenchimento das outras

Leia mais

Folha de cálculo. Excel. Agrupamento de Escolas de Amares

Folha de cálculo. Excel. Agrupamento de Escolas de Amares Folha de cálculo Excel Agrupamento de Escolas de Amares Índice 1. Funcionalidades básicas... 3 1.1. Iniciar o Excel... 3 1.2. Criar um livro novo... 3 1.3. Abrir um livro existente... 3 1.4. Inserir uma

Leia mais

SOFTWARE POÇOS TUBULARES VERSÃO 2.0 - UM PROGRAMA VOLTADO PARA MONITORAMENTO. Nelson Roberto Pinheiro Lima 1

SOFTWARE POÇOS TUBULARES VERSÃO 2.0 - UM PROGRAMA VOLTADO PARA MONITORAMENTO. Nelson Roberto Pinheiro Lima 1 SOFTWARE POÇOS TUBULARES VERSÃO 2.0 - UM PROGRAMA VOLTADO PARA MONITORAMENTO. Nelson Roberto Pinheiro Lima 1 Resumo - O software Poços Tubulares na sua versão 1.0 teve como principal objetivo o cadastramento

Leia mais

BALANÇO HÍDRICO COMO FERRAMENTA AO PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO PARA A CIDADE DE PALMAS TO

BALANÇO HÍDRICO COMO FERRAMENTA AO PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO PARA A CIDADE DE PALMAS TO BALANÇO HÍDRICO COMO FERRAMENTA AO PLANEJAMENTO AGROPECUÁRIO PARA A CIDADE DE PALMAS TO ERLAN SILVA DE SOUSA 1, ROBERTA ARAÚJO E SILVA 2, GIRLENE FIGUEIREDO MACIEL 3, RONES GOMES NUNES 4, FRANK WYLHA LIMA

Leia mais

Usando o Excel ESTATÍSTICA. Funções

Usando o Excel ESTATÍSTICA. Funções Funções Podemos usar no Excel fórmulas ou funções. Anteriormente já vimos algumas fórmulas. Vamos agora ver o exemplo de algumas funções que podem ser úteis para o trabalho de Excel. Para começar podemos

Leia mais

VARIAÇÃO CLIMÁTICA EM GILBUÉS-PI, BRASIL EM ATUAÇÃO AO ARMAZENAMENTO DE ÁGUA PLUVIAIS

VARIAÇÃO CLIMÁTICA EM GILBUÉS-PI, BRASIL EM ATUAÇÃO AO ARMAZENAMENTO DE ÁGUA PLUVIAIS VARIAÇÃO CLIMÁTICA EM GILBUÉS-PI, BRASIL EM ATUAÇÃO AO ARMAZENAMENTO DE ÁGUA PLUVIAIS Raimundo Mainar de Medeiros 1, Paulo Roberto Megna Francisco 2, Roseane Cristina Silva Oliveira 3, Manoel Francisco

Leia mais

Guia de Instalação, Programação e Funcionamento. Conteúdo. Bem-vindo! Programador Fácil de Programar (STPi)

Guia de Instalação, Programação e Funcionamento. Conteúdo. Bem-vindo! Programador Fácil de Programar (STPi) Bem-vindo Programador Fácil de Programar (STPi) Guia de Instalação, Programação e Funcionamento Obrigado por ter adquirido o programador Rain Bird fácil de programar Nas páginas seguintes, vai encontrar

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA EXECUÇÃO FINANCEIRA CONTRATO 07/2013 EXERCÍCIO 2013 jan/13 fev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 ago/13 set/13 out/13 nov/13 dez/13 Número da Nota Fiscal emitida - - - - - - 92 99 110 121/133-157 - - Depósitos realizados

Leia mais

INDÍCE. Editar o Cabeçalho 3. Programar PLU's 4 Tirar listagem de PLU's 4 Acesso a PLU's já programados 4

INDÍCE. Editar o Cabeçalho 3. Programar PLU's 4 Tirar listagem de PLU's 4 Acesso a PLU's já programados 4 INDÍCE FUNÇÃO PAG. Editar o Cabeçalho 3 Programar PLU's 4 Tirar listagem de PLU's 4 Acesso a PLU's já programados 4 Apagar um PLU da memória 5 Limpar todos os PLU's da memória 5 Tirar o talão 5 Memorizar

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO FREQÜENCÍMETRO DIGITAL FC-2500

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO FREQÜENCÍMETRO DIGITAL FC-2500 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO FREQÜENCÍMETRO DIGITAL FC-2500 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE 1. Introdução...01 2. Regras de segurança...01 3.

Leia mais

SUBSIDÊNCIA DE TERRENOS POR EXTRACÇÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA: APLICAÇÃO AO CASO DE ESTUDO DA ZONA INDUSTRIAL DE VIALONGA

SUBSIDÊNCIA DE TERRENOS POR EXTRACÇÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA: APLICAÇÃO AO CASO DE ESTUDO DA ZONA INDUSTRIAL DE VIALONGA SUBSIDÊNCIA DE TERRENOS POR EXTRACÇÃO DE ÁGUA SUBTERRÂNEA: APLICAÇÃO AO CASO DE ESTUDO DA ZONA INDUSTRIAL DE VIALONGA João Paulo LOBO FERREIRA Núcleo de Águas Subterrâneas, LNEC Luís OLIVEIRA Núcleo de

Leia mais

COMPORTAMENTO DOS ÍNDICES DO ESTADO TRÓFICO DE CARLSON (IET) E MODIFICADO (IET M ) NO RESERVATÓRIO DA UHE LUÍS EDUARDO MAGALHÃES, TOCANTINS BRASIL.

COMPORTAMENTO DOS ÍNDICES DO ESTADO TRÓFICO DE CARLSON (IET) E MODIFICADO (IET M ) NO RESERVATÓRIO DA UHE LUÍS EDUARDO MAGALHÃES, TOCANTINS BRASIL. COMPORTAMENTO DOS ÍNDICES DO ESTADO TRÓFICO DE CARLSON (IET) E MODIFICADO (IET M ) NO RESERVATÓRIO DA UHE LUÍS EDUARDO MAGALHÃES, TOCANTINS BRASIL. Liliana Pena Naval* Doutorada pela Universidad Complutense

Leia mais

Novo Formato TMENU. Instruções

Novo Formato TMENU. Instruções Novo Formato TMENU Instruções Após validação de utilizador e password é exibido o MENU referente às bases de dados disponíveis para acesso: Identificação Civil, Registo Automóvel, Pessoas Colectivas, Registo

Leia mais

Nome do Condomínio. Demonstrativo Financeiro

Nome do Condomínio. Demonstrativo Financeiro Mês: Janeiro 1.5 - Mês: Fevereiro 1.5 - Mês: Março 1.5 - Mês: Abril 1.5 - Mês: Maio 1.5 - Mês: Junho 1.5 - Mês: Julho 1.5 - Mês: Agosto 1.5 - Mês: Setembro 1.5 - Mês: Outubro 1.5 - Mês: Novembro 1.5 -

Leia mais

Comparação entre Variáveis Meteorológicas das Cidades de Fortaleza (CE) e Patos (PB)

Comparação entre Variáveis Meteorológicas das Cidades de Fortaleza (CE) e Patos (PB) Comparação entre Variáveis Meteorológicas das Cidades de Fortaleza (CE) e Patos (PB) F. D. A. Lima 1, C. H. C. da Silva 2, J. R. Bezerra³, I. J. M. Moura 4, D. F. dos Santos 4, F. G. M. Pinheiro 5, C.

Leia mais

Os elementos básicos do Word

Os elementos básicos do Word Os elementos básicos do Word 1 Barra de Menus: Permite aceder aos diferentes menus. Barra de ferramentas-padrão As ferramentas de acesso a Ficheiros: Ficheiro novo, Abertura de um documento existente e

Leia mais

Safra 2016/2017. Safra 2015/2016

Safra 2016/2017. Safra 2015/2016 Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado do Paraná Safra 2016/2017 Mar/16 0,6048 0,6048 0,6048 66,04 73,77 Abr 0,6232 0,6232 0,5927 64,72 72,29 Mai 0,5585 0,5878 0,5868

Leia mais

EVOLUÇÃO SALARIAL. Categoria: Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo INPC-IBGE. março de 2014

EVOLUÇÃO SALARIAL. Categoria: Federação dos Trabalhadores da Saúde do Estado de São Paulo INPC-IBGE. março de 2014 EVOLUÇÃO SALARIAL Categoria: Material de suporte para categorias em data base Deflatores: ICV-DIEESE INPC-IBGE março de 2014 Este trabalho contém o estudo sobre o comportamento dos salários desde 01-março-2013

Leia mais

VESOFTWARE - DESENVOLIMENTO DE SISTEMAS E WEBSITES Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 www.vesoftware.com.

VESOFTWARE - DESENVOLIMENTO DE SISTEMAS E WEBSITES Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 www.vesoftware.com. Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 www.vesoftware.com.br 1-15 INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior,

Leia mais

NTERAÇÃO ENTRE ATENDIMENTOS VOLMET, OCORRÊNCIAS DE TROVOADAS E NEVOEIRO NO AERÓDROMO INTERNACIONAL DE SÃO PAULO

NTERAÇÃO ENTRE ATENDIMENTOS VOLMET, OCORRÊNCIAS DE TROVOADAS E NEVOEIRO NO AERÓDROMO INTERNACIONAL DE SÃO PAULO XVII Congresso Brasileiro de Meteorologia, Gramado-RS,212 INTERAÇÃO ENTRE ATENDIMENTOS VOLMET, OCORRÊNCIAS DE TROVOADAS E NEVOEIRO NO AERÓDROMO INTERNACIONAL DE SÃO PAULO -GUARULHOS-29 A 211 Luís Carlos

Leia mais

Mapas. Visualização de informação geográfica; Consulta e edição (mediante permissões) de informação geográfica;

Mapas. Visualização de informação geográfica; Consulta e edição (mediante permissões) de informação geográfica; Mapas Destinado especialmente aos Utilizadores do GEOPORTAL, nele são descritas e explicadas as diferentes funcionalidades existentes no FrontOffice (GEOPORTAL). O GEOPORTAL é baseado em tecnologia Web,

Leia mais

Atividade 1.- A água (Maria Manuel da Silva Nascimento e

Atividade 1.- A água (Maria Manuel da Silva Nascimento e Atividade 1.- A água (Maria Manuel da Silva Nascimento e aluna Patricia) Adaptação da SEQUÊNCIA DIDÁCTCA 2 do livro "Tratamento da Informação para o Ensino Fundamental e Médio" de Irene Mauricio Cazorla

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA E ÁGUA SUBTERRÂNEA NO SETOR NORDESTE DA CIDADE DE BELÉM/PA - UM ESTUDO DE CASO.

RELAÇÃO ENTRE PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA E ÁGUA SUBTERRÂNEA NO SETOR NORDESTE DA CIDADE DE BELÉM/PA - UM ESTUDO DE CASO. RELAÇÃO ENTRE PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA E ÁGUA SUBTERRÂNEA NO SETOR NORDESTE DA CIDADE DE BELÉM/PA - UM ESTUDO DE CASO. Márcia Cristina da Silva Moraes Concluinte do Curso de Meteorologia UFPA Milton

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

COMPUTAÇÃO E PROGRAMAÇÃO

COMPUTAÇÃO E PROGRAMAÇÃO COMPUTAÇÃO E PROGRAMAÇÃO 1º Semestre 2010/2011 MEMec, LEAN Ficha da Aula Prática 3: Entrada/saída de dados. Scripts e funções. Estruturas de selecção. Sumário das tarefas e objectivos da aula: 1. Utilizar

Leia mais

Insuficiência Renal Crónica. Sistema de Informação de gestão dos fluxos de doentes com Insuficiência Renal Crónica

Insuficiência Renal Crónica. Sistema de Informação de gestão dos fluxos de doentes com Insuficiência Renal Crónica Ministério da Saúde Direcção-Geral da Saúde Circular Normativa Assunto: Insuficiência Renal Crónica. Sistema de Informação de gestão dos fluxos de doentes com Insuficiência Renal Crónica Nº: 4/DSPCS DATA:

Leia mais

AUTARQUIA DO ENSINO SUPERIOR DE GARANHUNS PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS - PROUPE NOME DO AUTOR TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA

AUTARQUIA DO ENSINO SUPERIOR DE GARANHUNS PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS - PROUPE NOME DO AUTOR TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA AUTARQUIA DO ENSINO SUPERIOR DE GARANHUNS PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS - PROUPE NOME DO AUTOR TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA GARANHUNS Ano ii NOME COMPLETO DO AUTOR TÍTULO DO PROJETO DE PESQUISA Projeto

Leia mais

Metodologia Científica PROJETO DE PESQUISA

Metodologia Científica PROJETO DE PESQUISA Metodologia Científica PROJETO DE PESQUISA Curso: Especialização em Redes Convergentes e Tecnologia de Voz sobre Ip Disciplina:Metodologia Científica Profa. : Kátia Lopes Silva FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS

Leia mais

PLANEJAMENTO DA MANUFATURA

PLANEJAMENTO DA MANUFATURA 58 FUNDIÇÃO e SERVIÇOS NOV. 2012 PLANEJAMENTO DA MANUFATURA Otimizando o planejamento de fundidos em uma linha de montagem de motores (II) O texto dá continuidade à análise do uso da simulação na otimização

Leia mais

DATAS E CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES

DATAS E CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES NORMAS DE ENVIO DE TRABALHOS AO XVI CONGRESSO BRASILEIRO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS E XVII ENCONTRO NACIONAL DE PERFURADORES DE POÇOS São Luís - MA, 31 de agosto a 03 de setembro de 2010 DATAS E CONSIDERAÇÕES

Leia mais

RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DA UNIDADE HIDRELÉTRICA DE ERNERGIA UHE-SÃO JOSÉ

RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DA UNIDADE HIDRELÉTRICA DE ERNERGIA UHE-SÃO JOSÉ RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS DA UNIDADE HIDRELÉTRICA DE ERNERGIA UHE-SÃO JOSÉ Triunfo, 11 de fevereiro de 2011 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. RELAÇÃO DOS POÇOS DE MONITORAMENTO... 3

Leia mais

Aplicações de Escritório Electrónico

Aplicações de Escritório Electrónico Universidade de Aveiro Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda Curso de Especialização Tecnológica em Práticas Administrativas e Tradução Aplicações de Escritório Electrónico Folha de trabalho

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO TIMER MODELO TI-12

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO TIMER MODELO TI-12 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO TIMER MODELO TI-12 revisão novembro de 2008 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do multímetro ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. ESPECIFICAÇÕES...

Leia mais

Garmin Swim Manual de Início Rápido

Garmin Swim Manual de Início Rápido Garmin Swim Manual de Início Rápido Setembro 2012 190-01453-54_0B Impresso em Taiwan Introdução AVISO Consulte sempre o seu médico antes de iniciar ou alterar o seu programa de exercícios. Consulte no

Leia mais

Sistemas Operacionais e Introdução à Programação. Vetores e matrizes

Sistemas Operacionais e Introdução à Programação. Vetores e matrizes Sistemas Operacionais e Introdução à Programação Vetores e matrizes 1 Matrizes Cada elemento de uma matriz é referenciado indicando-se sua posição dentro da matriz. Na Matemática, matrizes são arranjos

Leia mais

MONITORAMENTO DOS POÇOS COM DATALOGGER NO CARIRI, CEARÁ, BRASIL DATALOGGER WELLS MONITORING IN CARIRI, CEARÁ, BRAZIL

MONITORAMENTO DOS POÇOS COM DATALOGGER NO CARIRI, CEARÁ, BRASIL DATALOGGER WELLS MONITORING IN CARIRI, CEARÁ, BRAZIL MONITORAMENTO DOS POÇOS COM DATALOGGER NO CARIRI, CEARÁ, BRASIL Zulene Almada Teixeira 1 *; Sônia Maria de Vasconcelos Silva 2 ; Davi Martins Pereira 3 ; Robson de Araújo Lima 4 ; Resumo O monitoramento

Leia mais

ESTIMATIVA DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO POTENCIAL ATRAVÉS DOS MÉTODOS DE THORNTHWAITE, PENMAN MODIFICADO E TANQUE CLASSE A NO MEIO-OESTE CATARINENSE

ESTIMATIVA DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO POTENCIAL ATRAVÉS DOS MÉTODOS DE THORNTHWAITE, PENMAN MODIFICADO E TANQUE CLASSE A NO MEIO-OESTE CATARINENSE ESTIMATIVA DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO POTENCIAL ATRAVÉS DOS MÉTODOS DE THORNTHWAITE, PENMAN MODIFICADO E TANQUE CLASSE A NO MEIO-OESTE CATARINENSE Elfride Anrain Lindner 1 ; Angelo Mendes Massignam 2 ; Daniela

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO HOSPITAL DOUTOR MANOEL CONSTÂNCIO INSTALAÇÕES TÉCNICAS. Mestrado em Manutenção Técnica de Edifícios

RELATÓRIO DE ESTÁGIO HOSPITAL DOUTOR MANOEL CONSTÂNCIO INSTALAÇÕES TÉCNICAS. Mestrado em Manutenção Técnica de Edifícios RELATÓRIO DE ESTÁGIO INSTALAÇÕES TÉCNICAS HOSPITAL DOUTOR MANOEL CONSTÂNCIO Mestrado em Manutenção Técnica de Edifícios Fernando Jorge Albino Varela de Oliveira Abrantes Dezembro 2014 ÍNDICE Objectivos

Leia mais

SISTEMA AQUÍFERO: CESAREDA (O24)

SISTEMA AQUÍFERO: CESAREDA (O24) SISTEMA AQUÍFERO: CESAREDA (O24) Figura O24.1 Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero Cesareda Sistema Aquífero: Cesareda (O24) 348 Identificação Unidade Hidrogeológica: Orla Ocidental Bacia

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

Valor médio de avaliação bancária aumentou ligeiramente

Valor médio de avaliação bancária aumentou ligeiramente 26 de junho de 2014 Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação Maio de 2014 Valor médio de avaliação bancária aumentou ligeiramente O valor médio de avaliação bancária 1 do total do País foi de 995 euros/m

Leia mais

RECALL SMITHS LISTA DOS PRODUTOS ENVOLVIDOS, IMPORTADOS AO BRASIL PELA CIRÚRGICA FERNANDES, COM INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS VENDIDOS E EM ESTOQUE

RECALL SMITHS LISTA DOS PRODUTOS ENVOLVIDOS, IMPORTADOS AO BRASIL PELA CIRÚRGICA FERNANDES, COM INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS VENDIDOS E EM ESTOQUE DOCUMENTO 2 LISTA DOS PRODUTOS ENVOLVIDOS, IMPORTADOS AO BRASIL PELA CIRÚRGICA FERNANDES, COM INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS VENDIDOS E EM ESTOQUE 100.105.025 644425 10 10 fev/05 fev/10 9660 10/10/2005 13/10/2005

Leia mais

MONITORAMENTO HIDROLÓGICO

MONITORAMENTO HIDROLÓGICO MONITORAMENTO HIDROLÓGICO 2012 Boletim n o 18 18/05/2012 Boletim de acompanhamento - 2012 1. Figura 1: Mapa de estações estratégicas 2. Comportamento das Estações monitoradas De acordo com as tabelas I

Leia mais

VESOFTWARE - DESENVOLIMENTO DE SISTEMAS E WEBSITES Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 1-13

VESOFTWARE - DESENVOLIMENTO DE SISTEMAS E WEBSITES Fone: (11) 4036-6980 VIVO(11)9607-5649 TIM(11)7013-8480 1-13 1-13 INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

MONITORAMENTO HIDROLÓGICO EM ATENDIMENTO AO CONVÊNIO CASAN BACIA DA LAGOA DO PERI

MONITORAMENTO HIDROLÓGICO EM ATENDIMENTO AO CONVÊNIO CASAN BACIA DA LAGOA DO PERI RELATÓRIO MENSAL DE ATIVIDADES MONITORAMENTO HIDROLÓGICO EM ATENDIMENTO AO CONVÊNIO CASAN BACIA DA LAGOA DO PERI ABRIL/2006 CONVÊNIO 09.02.06.00.100.925/2000 CASAN Companhia Catarinense de Águas e Saneamento

Leia mais

Algoritmos: Lógica para desenvolvimento de programação de computadores. Autor: José Augusto Manzano. Capítulo 1 Abordagem Contextual

Algoritmos: Lógica para desenvolvimento de programação de computadores. Autor: José Augusto Manzano. Capítulo 1 Abordagem Contextual Algoritmos: Lógica para desenvolvimento de programação de computadores Autor: José Augusto Manzano Capítulo 1 Abordagem Contextual 1.1. Definições Básicas Raciocínio lógico depende de vários fatores para

Leia mais

Instruções de Desactivação e Reinstalação do Winavenças

Instruções de Desactivação e Reinstalação do Winavenças Instruções de Desactivação e Reinstalação do Winavenças O Winavenças é activado no computador onde é instalado. Podendo ser activado em vários computadores conforme o numero de chaves adquiridas. Caso

Leia mais

ANÁLISE DE AMBIENTE. E neste contexto, podemos dividir a análise ambiental em dois níveis distintos: Ambiente Externo.

ANÁLISE DE AMBIENTE. E neste contexto, podemos dividir a análise ambiental em dois níveis distintos: Ambiente Externo. Gestão de Estoques ANÁLISE DE AMBIENTE Pode-se dizer que as empresas são sistemas abertos, pois estão em permanente intercâmbio com o seu ambiente, ao mesmo tempo em que devem buscar incessantemente o

Leia mais

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC

PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PESQUISA DE ENDIVIDAMENTO E INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR - PEIC PORTO ALEGRE - RS JANEIRO/2014 SUMÁRIO Histórico da PEIC... 3 Tabela 1 - Nível de endividamento... 4 Tabela 2 - Tipo de dívida... 5 Tabela

Leia mais

Disponibilização de Informação sobre Recursos Hídricos via INTERNET

Disponibilização de Informação sobre Recursos Hídricos via INTERNET Disponibilização de Informação sobre Recursos Hídricos via INTERNET INTRODUÇÃO O Ministério do Ambiente, através do Instituto da Água (INAG) e Direcções Regionais do Ambiente (DRA) dispõe actualmente de

Leia mais

O primeiro CHILLER nacional para área médico hospitalar

O primeiro CHILLER nacional para área médico hospitalar O primeiro CHILLER nacional para área médico hospitalar A América Latina escolheu a REFRISAT Seu processo pede a REFRISAT faz. Desde sua fundação em 1976, a REFRISAT é reconhecida principalmente por sua

Leia mais

EXCEL TABELAS DINÂMICAS

EXCEL TABELAS DINÂMICAS Informática II Gestão Comercial e da Produção EXCEL TABELAS DINÂMICAS (TÓPICOS ABORDADOS NAS AULAS DE INFORMÁTICA II) Curso de Gestão Comercial e da Produção Ano Lectivo 2002/2003 Por: Cristina Wanzeller

Leia mais

Álvaro Gomes. Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores. 2004/2005 Gestão de Energia Eléctrica 1

Álvaro Gomes. Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores. 2004/2005 Gestão de Energia Eléctrica 1 Álvaro Gomes Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores 2004/2005 Gestão de Energia Eléctrica 1 Conjunto de regras, opções tarifárias, horários e preços que regem a facturação dos fornecimentos

Leia mais

PHC Consolidação CS. A execução da consolidação contabilística de grupos de empresas

PHC Consolidação CS. A execução da consolidação contabilística de grupos de empresas Descritivo PHC Consolidação CS PHC PHC Consolidação CS A execução da consolidação contabilística de grupos de empresas A consolidação contabilística no que respeita à integração de contas e respectivos

Leia mais

ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria

ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria Análise de Conjuntura Abril 2012 Indicador de Sentimento Económico Após uma melhoria em Janeiro e Fevereiro, o indicador de sentimento

Leia mais

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULDADE DE INFORMÁTICA CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO REGULAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Aprovado na 22ª reunião do Conselho de Unidade (CONSUN) da Faculdade de Informática realizada dia 30 de

Leia mais

Notas Técnicas DataCAD

Notas Técnicas DataCAD MULTI-LAYOUT (DC Pleno V.11) PLOTAGEM EM MÚLTIPLAS ESCALAS, NA MESMA PRANCHA (Válido para as Versões Plenas do DataCAD a partir da V. 11) Atualizado em: 04/12/2004 Com a habilidade Multi-Layout, situada

Leia mais

Tarefa 18: Criar Tabelas Dinâmicas a partir de Listas de Excel

Tarefa 18: Criar Tabelas Dinâmicas a partir de Listas de Excel Tarefa 18: Criar Tabelas Dinâmicas a partir de 1. Alguns conceitos sobre Tabelas Dinâmicas Com tabelas dinâmicas podemos criar dinâmica e imediatamente resumos de uma lista Excel ou de uma base de dados

Leia mais