POR QUE FAZER O PROGRAMA EMPREENDEDOR RURAL NO CEARÁ?

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "POR QUE FAZER O PROGRAMA EMPREENDEDOR RURAL NO CEARÁ?"

Transcrição

1 POR QUE FAZER O PROGRAMA EMPREENDEDOR RURAL NO CEARÁ? 1

2 1. Necessidade de modernização das propriedades rurais; 2. Necessidades de novas lideranças; 3. Necessidade de visão empresarial; 4. Baixa auto-estima do produtor. O QUE É PRECISO PARA SER EMPREENDEDOR NO MEIO RURAL? 2

3 Habilidades para empreender 1. Identificar necessidades do mercado e transformá-las em oportunidades de negócios; 2. Saber quem pode contribuir para a atividade (pesquisa, assistência técnica, reivindicações e defesa, etc.); 3. Saber planejar a atividade; Habilidades para empreender 4. Conhecer o mercado (nacional, internacional, estoques, preços, etc.); 5. Conhecer a cadeia agroindustrial da atividade; 6. Buscar o auto conhecimento e saber relacionar-se com os outros. 3

4 Objetivo geral Desenvolver competências empreendedoras e preparar líderes para ações sociais, políticas e econômicas sustentáveis no agronegócio cearense. Objetivos Específicos Dotar o agronegócio cearense de empreendedores qualificados e líderes comprometidos com o desenvolvimento sócio-econômico do meio rural; Aumentar o poder político, econômico e social dos agricultores; Aumentar a qualidade de vida da população no meio rural; Contribuir para o aumento da renda líquida dos produtores rurais; 4

5 Estratégias Fortalecer parcerias institucionais existentes e buscar novas parcerias; Universalizar o acesso ao programa para todo o público rural que cumpra o pré-requisito; Fomentar o espírito de grupo nos empreendedores rurais, promovendo a formação de uma confraria de participantes; Estratégias Procurar elementos aglutinadores oportunidades de negócios, objetivos comuns, tecnologias, parcerias, associativismo,... para fortalecer a confraria dos participantes; Dar visibilidade ao programa por meio de ferramentas de comunicação; 5

6 Componentes do Programa Empreendedor Rural DESENVOLVIMENTO HUMANO GESTÃO DO CONHECIMENTO CRIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE PROJETOS Fases do Programa Empreendedor Rural Liderança Implantação e Integração dos participantes Fase III Fase II Gestão do conhecimento e Desenvolvimento Humano Fase I 6

7 Fase I O Eixo de Aprendizado da Fase I 01 Apresentação do programa 02 Desenvolvendo competências pessoais 03 Especificidades do setor agropecuário 06 Globalização e política agrícola 08 Estratégias de comercialização e financiamento da produção 09 Desenvolvendo competências interpessoais e grupais 13 Matemática financeira e análise de investimento Diagnóstico ou inventário Estudo de Mercado Engenharia do projeto Avaliações Implantação 04 Instituições da agropecuária 05 Planejamento estratégico e operacional 07 Cadeias agroindustriais 10 e 11 Gestão ambiental e matriz de estrutura lógica 12 Orçamento e fluxos de caixa 14 O empreendedor e o seu papel social 7

8 Forma de Operacionalização Fase I 13 módulos presenciais 4 módulos de 2 dias (16 horas) 9 módulos de 1 dia (8 horas) Encontros semanais Duração total do programa: 136 horas em 4 meses Pré Requisitos dos Participantes Fase I Ter o 2º grau completo Ter idade acima de 18 anos Ser Produtor ou Trabalhador Rural ou pertencer a suas famílias 8

9 PROGRAMA NO PARANÁ BOLETIM INFORMATIVO FAEP/SENAR-PR 9

10 CONCURSO MELHOR PROJETO EMPREENDEDOR RURAL ENCONTRO FINAL 10

11 PORTAL DO EMPREENDEDOR RURAL Pesquisa e resultados OBJETIVO DA PESQUISA: AVALIAR A EFICÁCIA DO PROGRAMA NA PROMOÇÃO DO EMPREENDEDORISMO O Programa é avaliado em três etapas Marco zero: antes do participante iniciar o programa No final do treinamento Após um ano do término do treinamento Esta pesquisa é o resultado da terceira etapa da avaliação após um ano da primeira turma, no segundo semestre de

12 Inovações introduzidas Novo método de distribuição Não introduziu inovações Outras inovações Novo método de venda Mudou de fornecedores de insumos e serviços Mudou de clientes / compradores Reorganizou a administração do negócio Novo tipo de produto/serviço Novo método de produção Após um ano Marco zero Atividade empreendedoras realizadas pelos participantes nos últimos 2 anos Mudou de atividade Criou uma marca para o produto Contratou ou aumentou os empregados fixos Divulgou o produto e serviço Obteve financiamento externo Contratou ou aumentou os empregados temporários Realizou contrato de venda produto/serviço Reunião de trabalho com os empregados Preparou projeto do negócio Recuperou o capital investido Comprou máquinas e equipamentos Efetuou registros legais do negócio Procurou assistência técnica externa Diversificou os produtos/serviços 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% Marco zero Após um ano 12

13 Expectativas empreendedoras nos próximos 5 anos Criar associação Contratar mão de obra Continuar estudando Sem expectativa Obter um emprego Melhorar a administração Continuar na atividade rural Aumentar a renda Participar de cursos Melhorar o capital natural Melhorar a tecnologia Investimento em benfeitorias Desenvolver negócio próprio Ampliar a produção Elaborar novos projetos Número de respostas Expectativa de novos investimentos Não fará projeto 19% Fará projeto 81% 13

14 Destaques do que aprendeu no PROGRAMA Calcular os riscos Exercer liderança Cuidar do ambiente Conhecer a legislação Calcular depreciação Analisar o mercado Buscar informação Relacionamento pessoal Participar de grupos Interagir com comunidade Organizar atividades Organizar finanças, calcular custos. Elaborar projetos Número de respostas Impacto das realizações Nenhum impacto Diminui mão-de-obra familiar Melhorou ambiente Recursos humanos melhor Melhorou aspecto financeiro Divulga tecnologias Participa das decisões Aumentou a produção Aumentou a renda Relacionamento melhor com a família Administração melhor Trabalho em grupo Exercer liderança Número de respostas 14

15 Participação em sindicatos de sua categoria Não se aplica Não sócio Sócio - não participa ativamente Sócio - participa ativamente 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% 50% Após um ano Marco zero Um bom líder faz com que homens comuns façam coisas incomuns. Peter Drucker 15

16 O líder l do próximo milênio não n o será apenas aquele que aprendeu as liçõ ções de como fazer, com fileiras de procedimentos e ferramentas que se dissolvem nas estrondosas mudanças as à frente. O líder l de hoje e do futuro será focado em como ser - como desenvolver qualidade, caráter, mentalidade, valores, princípios pios e coragem. Frances Hesselbein HÁ UMA VISÃO DO DESENVOLVIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA QUE É TOTALMENTE URBANA E HOSTIL À ATIVIDADE RURAL, QUE PRECISA SER ENTENDIDA PELOS AGRICULTORES PARA QUE SUA AUTO-ESTIMA E SUA INSERÇÃO ECONÔMICA NA SOCIEDADE SEJA EFETIVA, PRODUTIVA E REALIZANTE. 16

17 OBRIGADO! ETAPA DE DIAGNÓSTICO Descrição dos quatro estoques de capitais que a empresa controla ou comanda: Capital natural; Capital físico; Capital financeiro; Capital humano; Capital social. 17

18 ETAPA DE ESTUDO DE MERCADO Composto de duas partes: mercado dos fatores e mercado dos produtos Mercado de fatores Disponibilidades, competição e fornecedores, preços, estacionalidade, qualidades, etc. Canais de comercialização dos fatores de produção Disponibilidade de fatores de produção Séries temporais de preços dos fatores Tendências de oferta local dos fatores Estacionalidade de preços dos fatores Preços esperados para cada fator ETAPA DE ESTUDO DE MERCADO Mercado de produtos Descrição genérica do produto e do mercado a ser atendido; Qual a necessidade específica será atendida com o produto e de qual grupo populacional; Canais de comercialização disponíveis; Qualidades alternativas do produto e classificações utilizadas; Séries temporais de quantidades produzidas e de preços recebidos; Tendências de produção e dos preços; 18

19 ETAPA DE ESTUDO DE MERCADO Mercado de produtos Estacionalidades de produção e preços; Preços esperados e exigências quanto a quantidades a serem entregues no tempo para abastecimento dos mercados. Nicho de mercado a ser atendido (necessidade do cliente) Qualidade exigida Volumes mínimos e máximos periódicos para comercialização Concorrência Mercados de produtos substitutos e complementares ETAPA DE ENGENHARIA DO PROJETO Descrição completa das tecnologias propostas; Cronograma de uso de cada insumo na produção; Cronograma de produção (com produtos das diferentes classes); Cronograma de gastos no processo produtivo; 19

20 ETAPA DE ENGENHARIA DO PROJETO Cronograma de entradas de recursos e receitas líquidas esperadas Descrição das tecnologias a serem adotadas com os respectivos índices Cronograma físico de atividades - qualidade, quantidade e valor dos insumos a serem utilizados das produções esperadas discriminadas segundo a qualidade - valor das produções; Orçamentos unitário e global do projeto ETAPA DE AVALIAÇÃO Avaliações econômicas Taxa Interna de Retorno ou a Taxa de Retorno de Fisher Valor presente líquido Tempo de recuperação do capital Avaliação financeira Fonte dos recursos e capacidade de pagamento da instituição 20

21 ETAPA DE AVALIAÇÃO Avaliação ambiental Uso de defensivos agrícolas e medicamentos veterinários Medidas de conservação dos recursos naturais Sustentabilidade da exploração no longo prazo e práticas rotacionais ETAPA DE AVALIAÇÃO Avaliações política e social Disposição versus exigência de mais trabalho pelos membros da família Dificuldades com dispositivos legais que poderão ocorrer com a implantação do projeto Possíveis reações de grupos de interesses locais contra a implantação do projeto 21

22 Apresentação do Programa Empreendedor Rural Contrato de convivência Apresentação dos participantes Estabelecimento do cronograma de trabalho (datas dos encontros) Apresentação do Programa Empreendedor Rural e das fases de um projeto Desenvolvendo Competências Pessoais A nossa personalidade A estrutura da personalidade como atuam os estados de ego As funções da personalidade como funcionam os estado de ego Comportamentos observáveis estados de ego - PAI ADULTO CRIANÇA Diagnóstico individual dos estados de ego O relacionamento tipos de transações Egograma Reconhecimento 22

23 Especificidades do Setor Agropecuário Estoques de capitais Sistema econômico valor agregado PIB Balanço de Pagamentos políticas macroeconômicas fiscais, monetárias, cambial, Competitividade nos mercados (Estruturas de mercado: concorrência pura, oligopólio e monopólio); Características da produção e do produto agropecuário; Instituições da Agropecuária Instituições de pesquisa, assistência técnica e extensão; Sistema associativista e sindical: Sindicatos, FAEC, CNA, FETRAECE, CONTAG, OCB, e as cooperativas singulares e centrais; O sistema S de formação profissional, universidades e escolas técnicas. Instituições da sociedade civil: CNBB, OAB, CNI, FIEC, etc 23

24 Instituições da Agropecuária Outras instituições públicas: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e suas vinculadas; Ministério do Desenvolvimento Agrário e o Incra; Ministério do Meio Ambiente e o Ibama; Secretaria do Desenvolvimento Agrário e suas vinculadas; Secretarias Municipais de Agricultura; Órgãos do sistema financeiro. Instituições governamentais e suas funções (câmara dos vereadores, câmara dos deputados, senador federal, presidência da república, poder judiciário, poder executivo, etc...). Planejamento estratégico e operacional A análise FOFA pontos fortes e fracos da empresa/instituição, As estratégias da empresa/instituição As metas para a empresa/instituição. Roteiro e componentes de um projeto de investimento de capital: Diagnóstico ou inventário, estudo de mercado, engenharia do projeto, avaliações das viabilidades do projeto: econômica, financeira, ambiental, política e social. 24

25 Globalização e política agrícola OMC, Mercosul, Alca, UE e outros blocos comerciais e a competição nos mercados internacionais; Barreiras tarifárias e não tarifárias, subsídios, etc. Vantagens comparativas e a liberalização do comércio internacional; As políticas de crédito rural, seguro, comercialização, pesquisa, armazenamento e transporte, etc. Cadeias agroindustriais Composição e estrutura das cadeias produtivas; Características dos agentes econômicos; Fluxos de produção, consumo e comércio; Formação de preços em mercados agropecuários; Monitoramento dos mercados e da comercialização; Análise competitiva da produção, processamento e transporte; 25

26 Estratégias de comercialização e de financiamento da produção Níveis de mercado e margens dos agentes; Análise de preços (tendência, ciclo, sazonalidade); Pesquisa e dimensionamento de mercados; Alternativas de comercialização (venda antecipada, estocagem, hedge (BM&F), opções de venda, permuta produto/insumo, etc); Crédito rural e seguro agrícola. Desenvolvendo Competências Interpessoais e Grupais Posições de vida Formas de relacionamento Uso do tempo Jogos psicológicos e triângulo dramático Desqualificação e comportamentos não produtivos 26

27 Gestão ambiental e a Matriz da Estrutura Lógica Tecnologias e conservação dos recursos naturais: Uso dos solos, uso da água e poluentes e resíduos das tecnologias; Legislação ambiental Os fundamentos da Matriz da Estrutura Lógica: Utilização da Matriz da Estrutura Lógica na elaboração e análise de projetos. Orçamentação e fluxo de caixa Critérios para a formação de fluxos de caixa; Orçamentos parciais e geral da empresa/instituição; Cronograma de execução física-financeira; O fluxo de caixa da empresa/instituição; Aplicativos (softwares) para uso na agropecuária. 27

28 Matemática financeira e análise de investimento Juros e taxas de desconto temporal; Critérios para avaliação econômica de projetos: Valor Presente Líquido; Taxa Interna de Retorno; Relação Benefício/Custo e Período de Recuperação do Capital. O empreendedor e o seu papel social Análise do processo de liderança Características do líder Estilos de liderança e análise transacional Relação líder liderado Liderança eficaz. 28

29 Ações / Módulos Cronograma de capacitação e execução do Programa Empreendedor Rural PER AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV 31/7 a Capacitação dos Instrutores a a 12 Sensibilização das Instituições X X X X X X X Mobilização e seleção dos produtores X Ate 21 Módulo I - 8 horas 25 Modulo II II - 16 horas 03 e 04 Modulo III - 8 horas 16 Modulo IV 8 horas 23 Modulo V 8 horas 30 Modulo VI 8 horas 20 Modulo VII 8 horas 27 Modulo VIII 8 horas 04 Modulo IX 16 horas 12 e 13 Modulo X e XI 8 horas 08 Modulo XII 8 horas 15 Modulo XIII 16 horas 23 e 24 Modulo XIV 16 horas 13 e 14 Recebimento e envio dos projetos 25 TOTAL DE HORAS / MÊS TOTAL DE HORAS 136 Cronograma de capacitação e execução do Programa Empreendedor Rural PER AÇÕES / MÓDULOS AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV Sensibilização X X X X X X X Mobilização/seleção X Ate 21 Módulo I - 8 horas 25 Modulo II - 16 horas 03 e 04 Modulo III - 8 horas 16 Modulo IV 8 horas 23 Modulo V 8 horas 30 Modulo VI 8 horas 20 Modulo VII 8 horas 27 Modulo VIII 8 horas 04 Modulo IX 16 horas 12 e 13 Modulo X e XI 8 horas 08 Modulo XII 8 horas 15 Modulo XIII 16 horas 23 e 24 Modulo XIV 16 horas 13 e 14 Recebimento/envio projetos 25 TOTAL DE HORAS / MÊS TOTAL DE HORAS

CURITIBA, FEVEREIRO DE

CURITIBA, FEVEREIRO DE PLANO DE NEGÓCIO CURITIBA, FEVEREIRO DE 2004 2 PLANO DE NEGÓCIO Odilio Sepulcri 1. Introdução: Antes de implementar novas atividades ou alternativas econômicas no sistema de produção, seja para a sua mudança

Leia mais

Planejamento e Gestão do Negócio Agrícola. Aparecido Porto da Costa E-mail: aparecidoport@hotmail.com

Planejamento e Gestão do Negócio Agrícola. Aparecido Porto da Costa E-mail: aparecidoport@hotmail.com Planejamento e Gestão do Negócio Agrícola Aparecido Porto da Costa E-mail: aparecidoport@hotmail.com Introdução Organização Sistema aberto sucesso Ambiente 2 Conceitos Básicos Planejar Criar esquemas para

Leia mais

É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios

É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios MÃOS À OBRA!!! Prefeito e Prefeita, seguem sugestões de Programas e Ações a serem inseridos

Leia mais

PORTFÓLIO PARA CURSOS PENSA IN HOUSE

PORTFÓLIO PARA CURSOS PENSA IN HOUSE PORTFÓLIO PARA CURSOS PENSA IN HOUSE O PENSA, Centro de Conhecimento em Agronegócios é uma organização que integra os Departamentos de Economia e Administração da FEA-USP, São Paulo e Ribeirão Preto. Foi

Leia mais

PROGRAMA DE FOMENTO DE OPORTUNIDADES COMERCIAIS PARA PEQUENOS PRODUTORES RURAIS TERMO DE REFERÊNCIA

PROGRAMA DE FOMENTO DE OPORTUNIDADES COMERCIAIS PARA PEQUENOS PRODUTORES RURAIS TERMO DE REFERÊNCIA IICA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA BID BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO FLS FUNDAÇÃO LYNDOLPHO SILVA SEBRAE SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS PROGRAMA

Leia mais

Projeto do Fórum Paranaense de Economia Solidária que define a Política Estadual de Fomento à Economia Solidária no Paraná.

Projeto do Fórum Paranaense de Economia Solidária que define a Política Estadual de Fomento à Economia Solidária no Paraná. Projeto do Fórum Paranaense de Economia Solidária que define a Política Estadual de Fomento à Economia Solidária no Paraná. Artigo 1. Fica instituída a Política Estadual de Fomento à Economia Solidária

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 105-CEPE/UNICENTRO, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2009. ESTA RESOLUÇÃO ESTÁ REVOGADA PELA RESOLUÇÃO Nº 99/2011- GR/UNICENTRO. Aprova o Curso de Especialização em Cooperativismo e Desenvolvimento de

Leia mais

LEI Nº 7.055, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2007

LEI Nº 7.055, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2007 LEI Nº 7.055, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2007 Publicada no DOE(Pa) de 20.11.07. Dispõe sobre a Política Estadual para o Desenvolvimento e Expansão da Apicultura e dá outras providências. A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA

Leia mais

LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006.

LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006. LEI Nº 8.798 de 22 de fevereiro de 2006. Institui a Política Estadual de fomento à Economia Popular Solidária no Estado do Rio Grande do Norte e estabelece outras disposições. O PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA

Leia mais

ESTUDO DE VIABILIDADE

ESTUDO DE VIABILIDADE ESTUDO DE VIABILIDADE REDE LOCAL / ARRANJO PRODUTIVO LOCAL / CADEIA PRODUTIVA NOME: SIGLA: ESTADO: 1º Parte - Viabilidade Econômica e Ambiental Esta é a dimensão mais importante do estudo de viabilidade

Leia mais

Roteiro para elaboração do Relatório de Estágio Supervisionado do Curso de Bacharelado em Administração da AJES

Roteiro para elaboração do Relatório de Estágio Supervisionado do Curso de Bacharelado em Administração da AJES Roteiro para elaboração do Relatório de Estágio Supervisionado do da AJES A - APRESENTAÇÃO 1. A empresa 1.1. Aspectos Gerais 1.1.1. História da empresa (da fundação a atualidade) 1.1.2. Visão, Missão e

Leia mais

REGULAMENTO XIII PRÊMIO MÉRITO FITOSSANITÁRIO COOPERATIVAS 2009

REGULAMENTO XIII PRÊMIO MÉRITO FITOSSANITÁRIO COOPERATIVAS 2009 REGULAMENTO XIII PRÊMIO MÉRITO FITOSSANITÁRIO COOPERATIVAS 2009 1. Apresentação O Prêmio Mérito Fitossanitário é o reconhecimento ações de responsabilidade social e ambiental das indústrias de defensivos

Leia mais

PLANEJAMENTO DA PROPRIEDADE RURAL FAMILIAR Proposta de Treinamento Prático/ Teórica Roteiro para o instrutor

PLANEJAMENTO DA PROPRIEDADE RURAL FAMILIAR Proposta de Treinamento Prático/ Teórica Roteiro para o instrutor PLANEJAMENTO DA PROPRIEDADE RURAL FAMILIAR Proposta de Treinamento Prático/ Teórica Roteiro para o instrutor CURITIBA, SETEMBRO DE 2004 2 PLANEJAMENTO DA PROPRIEDADE RURAL Proposta de Treinamento Prático/

Leia mais

PREFEITURA DE PORTO VELHO

PREFEITURA DE PORTO VELHO LEI Nº. 1628, DE 27 DE OUTUBRO DE 2005. Institui a Política Municipal de fomento à Economia Popular e Solidária na Cidade de Porto Velho e estabelece outras disposições. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PORTO

Leia mais

Seminário: As Compras Institucionais a Serviço dos Agricultores Familiares. CSA, Bruxelas 23 de Abril de 2014.

Seminário: As Compras Institucionais a Serviço dos Agricultores Familiares. CSA, Bruxelas 23 de Abril de 2014. Seminário: As Compras Institucionais a Serviço dos Agricultores Familiares CSA, Bruxelas 23 de Abril de 2014. ESTRATÉGIA: SEGURANÇA E SOBERANIA ALIMENTAR X FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR Fortalecimento

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá - INCIT PLANO ANUAL DE TREINAMENTO

Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá - INCIT PLANO ANUAL DE TREINAMENTO Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de Itajubá - INCIT PLANO ANUAL DE TREINAMENTO Itajubá/MG Fevereiro de 2012 Plano Anual de 2 de 11 Revisão 01 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 1 OBJETIVO GERAL... 4 2

Leia mais

INSTRUMENTOS DE ENGENHARIA FINANCEIRA NA PAC PÓS 2013

INSTRUMENTOS DE ENGENHARIA FINANCEIRA NA PAC PÓS 2013 NA PAC PÓS 2013 Pedro M.S.Raposo Ribeiro SEMINÁRIO Lisboa, Auditório da CAP 26 Junho 2013 COM O APOIO DE: GÉNESE E OBJETIVOS DO ESTUDO 2 ENQUADRAMENTO O recurso à utilização de Instrumentos Financeiros

Leia mais

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico

Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher. Termo de Referência. Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico Programa Pernambuco: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Termo de Referência Assessoria à Supervisão Geral Assessor Técnico No âmbito do Programa Pernambuco Trabalho e Empreendedorismo da Mulher conveniado

Leia mais

EVITANDO NOVAS CRISES E CRIANDO A CAFEICULTURA DO FUTURO

EVITANDO NOVAS CRISES E CRIANDO A CAFEICULTURA DO FUTURO EVITANDO NOVAS CRISES E CRIANDO A CAFEICULTURA DO FUTURO A cafeicultura brasileira, vitimada por longo período de preços baixos, empreendeu um esforço imenso para tornar-se mais eficiente e ganhar competitividade.

Leia mais

PROGRAMAS E PROJETOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO

PROGRAMAS E PROJETOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO º PROGRAMAS E S PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECOTURISMO NO PÓLO DO CANTÃO Programa de utilização sustentável dos atrativos turísticos naturais Implementação do Plano de Manejo do Parque do Cantão Garantir

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI:

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI: Lei nº 7.084, de 02 de julho de 2001. Cria o Fundo de Desenvolvimento de Campos dos Goytacazes - FUNDECAM e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE

Leia mais

PERUINCUBA 2008 Semana del Emprendimiento y la Incubacion "De la Idea a la Realidad

PERUINCUBA 2008 Semana del Emprendimiento y la Incubacion De la Idea a la Realidad P rograma SEBRAE SP de Incubadoras de Empresas PERUINCUBA 2008 Semana del Emprendimiento y la Incubacion "De la Idea a la Realidad O que as MPE s representam para a economia brasileira? Número de Empresas...98

Leia mais

Linhas de Financiamento

Linhas de Financiamento A história do cooperativismo no País está relacionada ao crescimento da agricultura brasileira. E o Banco do Brasil, como principal responsável pelo impulso do nosso agronegócio, é também o banco do cooperativismo.

Leia mais

O Congresso Nacional decreta:

O Congresso Nacional decreta: Autoriza o Poder Executivo federal a instituir serviço social autônomo denominado Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural - ANATER e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta:

Leia mais

MANUAL DE GOVERNANÇA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO COMPETITIVO PARA A CADEIA DE VALOR DA INDÚSTRIA NACIONAL DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL

MANUAL DE GOVERNANÇA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO COMPETITIVO PARA A CADEIA DE VALOR DA INDÚSTRIA NACIONAL DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL 1 MANUAL DE GOVERNANÇA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO COMPETITIVO PARA A CADEIA DE VALOR DA INDÚSTRIA NACIONAL DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL OBJETIVOS DO MANUAL Elaborar Manual de Governança Específico para cada

Leia mais

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-ALVO: Os Cursos Técnicos são destinados a todos que estão cursando o 2º ano ou já completaram o Ensino Médio e que desejam aprender uma profissão, entrar no mercado de trabalho ou buscar uma melhor

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário -MDA- Secretaria da Agricultura Familiar -SAF- Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural -DATER-

Ministério do Desenvolvimento Agrário -MDA- Secretaria da Agricultura Familiar -SAF- Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural -DATER- Ministério do Desenvolvimento Agrário -MDA- Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural Secretaria da Agricultura Familiar -SAF- -DATER- Lei 12.188 Assistência Técnica e Extensão Rural para a

Leia mais

ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E METAS

ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E METAS ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E S 31 MATRIZ DE INDICADORES e S Indicador 1 - Visão Visão: Ser reconhecido como um dos 10 Regionais mais céleres e eficientes na prestação jurisdicional, sendo considerado

Leia mais

COOPERATIVISMO - ORGANIZAÇÃO SOCIAL COMO BASE DO DESNVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR Osvaldir Dalbello e Diane Franz EPAGRI, Paraná.

COOPERATIVISMO - ORGANIZAÇÃO SOCIAL COMO BASE DO DESNVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR Osvaldir Dalbello e Diane Franz EPAGRI, Paraná. COOPERATIVISMO - ORGANIZAÇÃO SOCIAL COMO BASE DO DESNVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR Osvaldir Dalbello e Diane Franz EPAGRI, Paraná. 1.Introdução A cooperação sempre existiu na história

Leia mais

FACÇÃO TECIDO PLANO. 1 - Introdução. 2- Mercado

FACÇÃO TECIDO PLANO. 1 - Introdução. 2- Mercado FACÇÃO TECIDO PLANO 1 - Introdução Nesta apresentação o empreendedor encontra indicações dos conhecimentos que aumentam e melhoram suas chances de sucesso, desde a identificação da oportunidade, riscos

Leia mais

1ºAgroMarketing O ALINHAMENTO DO PLANEJAMENTO DE MARKETING AO BUSINESS-PLAN DE EMPRESAS DO AGRONEGÓCIO. Mauricio Sampaio

1ºAgroMarketing O ALINHAMENTO DO PLANEJAMENTO DE MARKETING AO BUSINESS-PLAN DE EMPRESAS DO AGRONEGÓCIO. Mauricio Sampaio 1ºAgroMarketing O ALINHAMENTO DO PLANEJAMENTO DE MARKETING AO BUSINESS-PLAN DE EMPRESAS DO AGRONEGÓCIO Mauricio Sampaio Definições e Conceitos Visão Missão Administração Estratégica Planejamento Estratégico

Leia mais

INCUBADORA DE EMPRESAS I-DEIA EDITAL 01/2011 PROCEDIMENTOS PARA O PROCESSO SELETIVO

INCUBADORA DE EMPRESAS I-DEIA EDITAL 01/2011 PROCEDIMENTOS PARA O PROCESSO SELETIVO INCUBADORA DE EMPRESAS I-DEIA EDITAL 01/2011 PROCEDIMENTOS PARA O PROCESSO SELETIVO FEVEREIRO DE 2011 Telefones: (66) 3422 2461 / 6710 1 1. Apresentação da Incubadora de Empresas I-deia A Incubadora I-deia

Leia mais

A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE MOBILIDADE URBANA

A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE MOBILIDADE URBANA Seminário Internacional sobre Cidades Inteligentes, Cidades do Futuro Comissão de Desenvolvimento Urbano CDU Câmara dos Deputados A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE MOBILIDADE URBANA RENATO BOARETO Brasília 06

Leia mais

MÓDULO III Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM FINANÇAS III.1 GESTÃO DE ATIVIDADES FINANCEIRAS

MÓDULO III Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM FINANÇAS III.1 GESTÃO DE ATIVIDADES FINANCEIRAS MÓDULO III Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM FINANÇAS III.1 GESTÃO DE ATIVIDADES FINANCEIRAS Função: Gestão de Atividades Financeiras 1. Analisar índices e projeções financeiras.

Leia mais

Administração Estratégica

Administração Estratégica introdução Administração Estratégica 2. OPORTUNIDADES E AMEAÇAS DO AMBIENTE EXTERNO A administração estratégica envolve três níveis de análise: O Macroambiente da empresa. O Setor que a empresa opera.

Leia mais

EDITAL DO 1º CONCURSO DE IDEIAS E PROJETOS ECONOMIA VERDE

EDITAL DO 1º CONCURSO DE IDEIAS E PROJETOS ECONOMIA VERDE EDITAL DO 1º CONCURSO DE IDEIAS E PROJETOS ECONOMIA VERDE Sumário: 1. Apresentação 2. Finalidade do Prêmio 3. A quem se destina 4. Requisitos de elegibilidade para inscrição 5. Critérios de Avaliação 6.

Leia mais

MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR PDP

MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR PDP MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO DEPARTAMENTO DE MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS MANUAL OPERACIONAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO PRELIMINAR

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ALTOS ESTUDOS E AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA GRUPO DE ESTUDOS SOBRE A CAPACITAÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ALTOS ESTUDOS E AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA GRUPO DE ESTUDOS SOBRE A CAPACITAÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE CÂMARA DOS DEPUTADOS CONSELHO DE ALTOS ESTUDOS E AVALIAÇÃO TECNOLÓGICA GRUPO DE ESTUDOS SOBRE A CAPACITAÇÃO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE Brasília, 18 de maio de 2010. MPE? Conceituação Brasil REPRESENTATIVIDADE

Leia mais

LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR.

LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR. LEI N 21.156, DE 17 DE JANEIRO DE 2014. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR. (PUBLICAÇÃO - MINAS GERAIS DIÁRIO DO EXECUTIVO - 18/01/2014 PÁG. 2 e 03)

Leia mais

SÍNTESE JUINA. Meio Ambiente

SÍNTESE JUINA. Meio Ambiente SÍNTESE JUINA Aperfeiçoar mecanismos controle ambiental Meio Ambiente Instalação de viveiros de distribuição de mudas para o reflorestamento e matas ciliares Ampliar aceso aos programas de crédito de Capacitar

Leia mais

VALDINEY GOMES PAULINO

VALDINEY GOMES PAULINO AUTOR: VEREADOR VALDINEY GOMES PAULINO PROJETO DE LEI N 001/2010 Institui o Programa de Incentivo a Industrialização de Denise PIID, o Conselho Municipal de Desenvolvimento Industrial CMDI e o Fundo de

Leia mais

Lei Nº 1.268/2004 Uruaçu-Go., 27 de Fevereiro de 2004.

Lei Nº 1.268/2004 Uruaçu-Go., 27 de Fevereiro de 2004. Lei Nº 1.268/2004 Uruaçu-Go., 27 de Fevereiro de 2004. Dispõe sobre a instituição do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável, e dá outras providências A Câmara Municipal de Uruaçu, Estado

Leia mais

Pequenos Negócios no Brasil. Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br

Pequenos Negócios no Brasil. Especialistas em pequenos negócios / 0800 570 0800 / sebrae.com.br Pequenos Negócios no Brasil Pequenos Negócios no Brasil Clique no título para acessar o conteúdo, ou navegue pela apresentação completa Categorias de pequenos negócios no Brasil Micro e pequenas empresas

Leia mais

INOVAÇÃO E TECNOLOGIA PARA APLs. Serviços Tecnológicos do CDT/UnB

INOVAÇÃO E TECNOLOGIA PARA APLs. Serviços Tecnológicos do CDT/UnB INOVAÇÃO E TECNOLOGIA PARA APLs Serviços Tecnológicos do CDT/UnB Brasília, 5 de dezembro de 2013 Centro de Excelência Missão do CDT Apoiar e promover o desenvolvimento tecnológico, a inovação e o empreendedorismo

Leia mais

Fluxo de Caixa O dia-a-dia das finanças em sua empresa!

Fluxo de Caixa O dia-a-dia das finanças em sua empresa! Fluxo de Caixa O dia-a-dia das finanças em sua empresa! É muito frequente, no ambiente do SEBRAE-SP, o empresário chegar com muitas dúvidas sobre as finanças da sua empresa. E finanças, como sabemos, é

Leia mais

Proposta de Curso de Turismo Rural Polo de Ecoturismo de São Paulo Sindicato Rural de SP / SENAR

Proposta de Curso de Turismo Rural Polo de Ecoturismo de São Paulo Sindicato Rural de SP / SENAR Proposta de Curso de Turismo Rural Polo de Ecoturismo de São Paulo Sindicato Rural de SP / SENAR Objetivo Ampliar o olhar sobre a propriedade rural, fornecendo ferramentas para identificar e implantar

Leia mais

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO TREINAMENTO EMPRESARIAL

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO TREINAMENTO EMPRESARIAL OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO TREINAMENTO EMPRESARIAL 2009 SEBRAE-DF Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser fotocopiada,

Leia mais

Acesse o Termo de Referência no endereço: www.ibam.org.br e clique em Seleção de Profissionais.

Acesse o Termo de Referência no endereço: www.ibam.org.br e clique em Seleção de Profissionais. Programa Pará: Trabalho e Empreendedorismo da Mulher Assessoria à Supervisão Geral No âmbito do Programa Pará Trabalho e Empreendedorismo da Mulher, conveniado com a Secretaria Especial de Políticas para

Leia mais

3 Administração de Materiais

3 Administração de Materiais 1 da Produção I Ementário do Curso de Introdução à administração da produção; estratégias para definição do sistema de produção; estratégias para o planejamento do arranjo físico; técnicas de organização,

Leia mais

Agricultura de Baixo Carbono e Desmatamento Evitado para Reduzir a Pobreza no Brasil BR-X1028. TERMOS DE REFERÊNCIA: Consultor de bioma (Amazônia)

Agricultura de Baixo Carbono e Desmatamento Evitado para Reduzir a Pobreza no Brasil BR-X1028. TERMOS DE REFERÊNCIA: Consultor de bioma (Amazônia) Agricultura de Baixo Carbono e Desmatamento Evitado para Reduzir a Pobreza no Brasil BR-X1028 TERMOS DE REFERÊNCIA: Consultor de bioma (Amazônia) I. APRESENTAÇÃO 1.1. O Brasil é o décimo oitavo maior emissor

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2013-2017 COOPERATIVISMO: QUEM MOVIMENTA SÃO AS PESSOAS

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2013-2017 COOPERATIVISMO: QUEM MOVIMENTA SÃO AS PESSOAS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2013-2017 COOPERATIVISMO: QUEM MOVIMENTA SÃO AS PESSOAS MENSAGEM DO PRESIDENTE O cooperativismo vive seu momento de maior evidência. O Ano Internacional das Cooperativas, instituído

Leia mais

1. O Contexto do SBTVD

1. O Contexto do SBTVD CT 020/06 Rio de Janeiro, 27 de janeiro de 2006 Excelentíssimo Senhor Ministro Hélio Costa MD Ministro de Estado das Comunicações Referência: Considerações sobre o Sistema Brasileiro de Televisão Digital

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIO. EMPRESA (inserir logo) SET/14

PLANO DE NEGÓCIO. EMPRESA (inserir logo) SET/14 PLANO DE NEGÓCIO EMPRESA (inserir logo) SET/14 Índice 1 INTRODUÇÃO-Sumário Executivo 04 1.1 Identificação da Empresa 04 1.1.1 Histórico da empresa 04 1.1.2 Definição do modelo de negócio 05 1.1.3 Constituição

Leia mais

P R O D E T U R C O N S U L T O R I A D E P R O J E T O S

P R O D E T U R C O N S U L T O R I A D E P R O J E T O S P R O D E T U R Agenda Apresentação Programas do BID PRODETUR Financiamento Projetos Casos de Sucesso Encerramento A P R E S E N T A Ç Ã O Consultoria de Projetos nasceu com o objetivo de ajudar as Prefeituras

Leia mais

MELHORES PRÁTICAS DA OCDE

MELHORES PRÁTICAS DA OCDE MELHORES PRÁTICAS DA OCDE PARA A TRANSPARÊNCIA ORÇAMENTÁRIA INTRODUÇÃO A relação entre a boa governança e melhores resultados econômicos e sociais é cada vez mais reconhecida. A transparência abertura

Leia mais

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ

PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ PROGRAMA BOM NEGÓCIO PARANÁ- APOIO AO EMPREENDEDORISMO AVALIAÇÃO DO NÚCLEO MARINGÁ AREA TEMÁTICA: TRABALHO LAIS SILVA SANTOS 1 CARLOS VINICIUS RODRIGUES 2 MARCELO FARID PEREIRA 3 NEUZA CORTE DE OLIVEIRA

Leia mais

VOLUME ASSUNTO PÁGINA VOLUME I

VOLUME ASSUNTO PÁGINA VOLUME I VOLUME I I - Critérios utilizados para a discriminação, na programação de trabalho, do código identificador de resultado primário previsto no art. 7o, 4o, desta Lei; 4 VOLUME I II - Recursos destinados

Leia mais

PLANO DE ENSINO 2009

PLANO DE ENSINO 2009 PLANO DE ENSINO 2009 Fundamental I ( ) Fundamental II ( ) Médio ( ) Médio Profissionalizante ( ) Profissionalizante ( ) Graduação ( X ) Pós-graduação ( ) I. Dados Identificadores Curso Tecnologia em Gestão

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Síntese do Projeto Pedagógico do curso Objetivos do curso Objetivo Geral O curso em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da ESADE,

Leia mais

O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada?

O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada? O que é associação sem fins lucrativos? Como constituir e como é tributada? Parecer: I - Conceitos e objetivos: Associação Sem Fins Lucrativos: Associação é uma entidade de direito privado, dotada de personalidade

Leia mais

Realidade hoje. Ascensão Social. Cerca de 31 milhões de brasileiros subiram de classe social entre os anos de 2003 e 2008.

Realidade hoje. Ascensão Social. Cerca de 31 milhões de brasileiros subiram de classe social entre os anos de 2003 e 2008. Realidade hoje Ascensão Social Cerca de 31 milhões de brasileiros subiram de classe social entre os anos de 2003 e 2008. Entre eles, 19,4 milhões deixaram a classe E, que traça a linha da pobreza no país,

Leia mais

MANUAL DE INTEGRAÇÃO - DIRETORIA Edição 1 Balneário Camboriú, novembro de 2014.

MANUAL DE INTEGRAÇÃO - DIRETORIA Edição 1 Balneário Camboriú, novembro de 2014. MANUAL DE INTEGRAÇÃO - DIRETORIA Edição 1 Balneário Camboriú, novembro de 2014. OBJETIVO O presente manual se destina a orientar a diretoria da ACIBALC, quanto à administração de suas pastas, o gerenciamento

Leia mais

Informações e orientações para organização do processo decisório

Informações e orientações para organização do processo decisório Informações e orientações para organização do processo decisório Prof. Pedro Paulo H. Wilhelm, Dr. Eng. Prod (Dep. Economia) WILHELM@FURB.BR Prof. Maurício C. Lopes, Msc. Eng. Prod. (Dep. Computação) MCLOPES@FURB.BR

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DO APL CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESPÍRITO SANTO 2010/2014

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DO APL CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESPÍRITO SANTO 2010/2014 PLANO DE DESENVOLVIMENTO DO APL CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESPÍRITO SANTO 2010/2014 RESUMO 1. APRESENTAÇÃO Com a missão de promover ações para o fortalecimento do segmento da construção civil no Espírito Santo,

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2015

PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 PROJETO DE LEI Nº, DE 2015 (Do Sr. Evair de Melo) Institui a Política Nacional de Incentivo à Produção de Café de Qualidade. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política Nacional

Leia mais

CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR

CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR CUSTO DE PRODUÇÃO DE GRÃOS EM LONDRINA-PR Foi realizado no dia 12 de julho de 2012 em Londrina (PR), o painel de custos de produção de grãos. A pesquisa faz parte do Projeto Campo Futuro da Confederação

Leia mais

Acompanhando o mercado jurídico moderno e inovando nos focos setorial e multidisciplinar

Acompanhando o mercado jurídico moderno e inovando nos focos setorial e multidisciplinar Acompanhando o mercado jurídico moderno e inovando nos focos setorial e multidisciplinar 1 Porque Insper Direito Cursos de Curta e Média Duração A dinâmica do mundo corporativo atual exige profissionais

Leia mais

LEI Nº 191 DE 04 DE MARÇO DE 1998 CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

LEI Nº 191 DE 04 DE MARÇO DE 1998 CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS LEI Nº 191 DE 04 DE MARÇO DE 1998 Dispõe sobre as políticas agrícola e agrária do Estado e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA, no uso de suas atribuições legais, faço saber que a

Leia mais

BANCO DA AMAZÔNIA. Seminário FNO-ITINERANTE 2012. São Gabriel da Cachoeira (AM). 24/04/2012

BANCO DA AMAZÔNIA. Seminário FNO-ITINERANTE 2012. São Gabriel da Cachoeira (AM). 24/04/2012 BANCO DA AMAZÔNIA Seminário FNO-ITINERANTE 2012 São Gabriel da Cachoeira (AM). 24/04/2012 Município de São Gabriel da Cachoeira - AM Principais Destaques. Considerado um ponto estratégico pelo país e,

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DO MAPA

GESTÃO ESTRATÉGICA DO MAPA GESTÃO ESTRATÉGICA DO MAPA Apresentação Geral Brasília, Setembro de 2006 1 AGENDA ORIGEM E OBJETIVOS DA GESTÃO ESTRATÉGICA NO MAPA PARTICIPANTES DO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO FASES E CRONOGRAMA DO PROJETO

Leia mais

Roteiro do Plano de Negócio

Roteiro do Plano de Negócio Roteiro do Plano de Negócio 1. Componentes do Plano de Negócios a) Resumo Executivo b) A organização Visão estratégica/modelo de negócio c) Análise de mercado d) Planejamento de marketing - produto ou

Leia mais

MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil

MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil MPE INDICADORES Pequenos Negócios no Brasil Categorias de pequenos negócios no Brasil MPE Indicadores MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL (MEI) Receita bruta anual de até R$ 60 mil MICROEMPRESA Receita bruta

Leia mais

Plano de Desenvolvimento integrado do arranjo produtivo local da madeira de Porto União da Vitória

Plano de Desenvolvimento integrado do arranjo produtivo local da madeira de Porto União da Vitória Plano de Desenvolvimento integrado do arranjo produtivo local da madeira de Porto União da Vitória ETAPAS DE EXECUÇÃO Validação do Plano de Desenvolvimento pelo Comitê Gestor do APL e empresas participantes

Leia mais

Gestão dos Pequenos Negócios

Gestão dos Pequenos Negócios Gestão dos Pequenos Negócios x Rangel Miranda Gerente Regional do Sebrae Porto Velho, RO, 20 de outubro de 2015 A Conjuntura Atual Queda na produção industrial Desemprego Alta dos juros Restrição ao crédito

Leia mais

DESAFIOS. (Autor desconhecido)

DESAFIOS. (Autor desconhecido) QUEM É O EMPREENDEDOR? POR QUE SER EMPRESÁRIO? DEFINIÇÕES DE EMPREENDEDORISMO O empreendedor é motivado pela autorealização, desejo de assumir responsabilidades e independência. Considera irresistível

Leia mais

Conversando sobre a REALIDADE. Propostas Educação. Ano 1 - nº 3 - Nov/15

Conversando sobre a REALIDADE. Propostas Educação. Ano 1 - nº 3 - Nov/15 Conversando sobre a REALIDADE social do BRASIL Propostas Educação Ano 1 - nº 3 - Nov/15 Partido da Social Democracia Brasileira Presidente: Senador Aécio Neves Instituto Teotônio Vilela Presidente: José

Leia mais

Especialização em Negócios e Finanças

Especialização em Negócios e Finanças Especialização em Negócios e Finanças Apresentação CAMPUS IGUATEMI Inscrições em Breve Nova Turma -->Turma02 *Alunos matriculados após o início das aulas poderão cursar as disciplinas já realizadas, em

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL DECRETO Nº 309, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2005. Aprova o Regimento Interno e o Organograma da Secretaria Municipal do Trabalho e Cooperativismo e dá outras providências. O PREFEITO DE PALMAS no uso das atribuições

Leia mais

Compra e Venda da Produção da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar

Compra e Venda da Produção da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar Compra e Venda da Produção da Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar Hilda Lorena Freitas Agente PNAE/REBRAE Cecane/UNB A partir da Lei n. 11.947/2009 Art. 14. Do total dos recursos financeiros

Leia mais

Coordenadoria de Controle Interno

Coordenadoria de Controle Interno Plano Anual de Auditoria Exercício de 2014* *Elaborado em consonância com os dispositivos da Resolução TRESC n. 7.265, de 12 de dezembro de 2001 e da Resolução CNJ n. 171, 1º de março de 2013. I - Unidade

Leia mais

A Inteligência Empresarial

A Inteligência Empresarial A Inteligência Empresarial A produtividade do Conhecimento deve ser, portanto, a preocupação central dos administradores do século XXI. Conhecimento, inovação e empreendedorismo formam, assim, um tripé

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável nas Terras

Desenvolvimento Sustentável nas Terras Seminário Internacional Promovendo o Desenvolvimento Sustentável nas Terras Secas Africanas 2/11/2011 1 Desenvolvimento Sustentável Individuais Autonomia Atendimento das necessidades sociais da gerações

Leia mais

Agenda Estratégica da Palma de Óleo

Agenda Estratégica da Palma de Óleo 1. ESTATÍSTICAS Versão 20-09-2011 Levantamento de área plantada e safras 1. Definir metodologias, sistema de governança, gestão do trabalho, valores de orçamento, cronograma de trabalho, implantação e

Leia mais

EDITAL Seleção para apoio a implantação de projetos que contribuam com o Desenvolvimento Territorial

EDITAL Seleção para apoio a implantação de projetos que contribuam com o Desenvolvimento Territorial FUNDO MULTILATERAL DE INVESTIMENTOS PROGRAMA REGIONAL DE FORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO LOCAL COM INCLUSÃO SOCIAL- ConectaDEL EDITAL Seleção para apoio a implantação de projetos que contribuam

Leia mais

Introdução. Gerência de Projetos de Software. Sumário. Sistemas de Informação para Processos Produtivos

Introdução. Gerência de Projetos de Software. Sumário. Sistemas de Informação para Processos Produtivos Sumário Sistemas de Informação para Processos Produtivos 1. Gerência de 2. Agentes principais e seus papéis 3. Ciclo de vida do gerenciamento de projetos M. Sc. Luiz Alberto lasf.bel@gmail.com Módulo 6

Leia mais

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1 Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial e à sua agenda de trabalho expressa nos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial 1. Considerando que a promoção da igualdade

Leia mais

Gestão escolar: Escolas enfrentarão cenário de competitividade cada vez maior

Gestão escolar: Escolas enfrentarão cenário de competitividade cada vez maior Gestão escolar: Escolas enfrentarão cenário de competitividade cada vez maior G estão escolar: não há diretor de qualquer instituição de ensino que não esteja às voltas com esta questão, hoje. Um cenário

Leia mais

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

COMPONENTES DA ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIO

COMPONENTES DA ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIO COMPONENTES DA ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIO No Modelo de Plano de Negócio, disponível no seu ambiente do Concurso você terá um passo a passo para elaborar o seu Plano, bem como todo o conteúdo necessário

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MATÉRIAS TRABALHO

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MATÉRIAS TRABALHO TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MATÉRIAS TRABALHO Orientador Empresarial Microempreendedor Individual-Formalização-Setor de Serviços-Crescimento SETOR DE SERVIÇOS É CAMPEÃO EM

Leia mais

GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CICLO PROFISSIONAL 9º BIMESTRE PESQUISA OPERACIONAL I 80 horas Modelagem de Problemas; Noções de otimização; Introdução a Programação Linear;

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 32, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2009. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 32, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2009. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS (Texto compilado) AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 32, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2009. Estabelece a Política de Capacitação e Desenvolvimento dos Servidores da Agência Nacional de Aviação

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS ESTADO DO AMAZONAS Gabinete do Vereador ELIAS EMANUEL

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS ESTADO DO AMAZONAS Gabinete do Vereador ELIAS EMANUEL PROJETO LEI Nº. 044/2015. Institui a criação da Política Municipal de Captação, Armazenamento e Aproveitamento da Água da Chuva no Município de Manaus, e dá outras providências. Art. 1º Fica instituída

Leia mais

Dispõe sobre a Política Estadual de Agricultura Irrigada e dá outras providências.

Dispõe sobre a Política Estadual de Agricultura Irrigada e dá outras providências. Lei nº 18995 DE 03/09/2015 Norma Estadual - Goiás Publicado no DOE em 08 set 2015 Dispõe sobre a Política Estadual de Agricultura Irrigada e dá outras providências. A Assembleia Legislativa do Estado de

Leia mais

Gestão Empresarial para Logística, com duração de 220 horas.

Gestão Empresarial para Logística, com duração de 220 horas. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO O presente curso é composto de quatro módulos, a saber: MÓDULO I MÓDULO II MÓDULO III MÓDULO IV Gestão de Pessoas para Logística, com duração de 220 horas. Gestão Empresarial

Leia mais

Economia Criativa conceito

Economia Criativa conceito Economia Criativa conceito A Economia Criativa é um conceito ainda em desenvolvimento, que compreende a gestão da criatividade para gerar riquezas culturais, sociais e econômicas. Abrange os ciclos de

Leia mais

Universidade do Grande Rio Prof. José de Souza Herdy ESCOLA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - ECT

Universidade do Grande Rio Prof. José de Souza Herdy ESCOLA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - ECT Universidade do Grande Rio Prof. José de Souza Herdy ESCOLA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - ECT PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL (EXTRATO) Duque de Caxias 2016 Objetivos do Curso

Leia mais

Instrumentos de ação: Sistema de Produto-Serviço

Instrumentos de ação: Sistema de Produto-Serviço Instrumentos de ação: Sistema de Produto-Serviço ou Product-Service System (PSS) ÁUREA RAPÔSO Doutoranda em Engenharia Industrial (PEI/UFBA) Professora e Pesquisadora do IFAL Campus Maceió Bolsista CAPES

Leia mais