Gestão de Operações II Teoria das Filas

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão de Operações II Teoria das Filas"

Transcrição

1 Gestão de Operações II Teoria das Filas Prof Marcio Cardoso Machado Filas O que é uma fila de espera? É um ou mais clientes esperando pelo atendimento O que são clientes? Pessoas (ex.: caixas de supermercado, exames laboratoriais, etc.) Objetos (ex.: máquinas precisando de manutenção, pedidos de venda esperando por transporte, ou itens de estoque esperando para serem usados)

2 Filas Por que se formam filas de espera: Uma fila se forma em função de um desequilíbrio temporário entre a demanda por serviço e a capacidade do sistema de fornecer o serviço, A demanda é variada, os clientes chegam em intervalos inconstantes, A taxa de fornecimento do serviço também varia. Exemplo Suponha que em um banco os clientes cheguem a uma taxa média de 15 por hora ao longo do dia e que o banco possa processar 20 clientes por hora. Porque uma fila de espera se formaria?

3 Resposta A taxa de chegada dos clientes varia ao longo do dia e o tempo necessário para atender o cliente também pode variar Por exemplo Durante uma hora, a partir do meio dia, podem chegar 30 clientes ao banco. Filas de Espera Filas de espera podem surgir até mesmo quando o tempo para atender a um cliente for constante. Exemplo Suponha que em uma linha de trem cada trem seja programado para chegar a uma estação a cada 15 minutos.

4 Filas de Espera Portanto, quando a capacidade é suficiente, o que determina os tamanhos das filas é a variabilidade das taxas de demanda e serviço O que é Teoria das Filas Ramo da probabilidade que estuda o fenômeno da formação de filas de espera na solicitação de serviços Uma ferramenta para estimar medidas de desempenho de um sistema a partir de propriedades mensuráveis das filas Consequentemente evitar desperdícios e gargalos

5 Para que a Teoria das Filas Fornecer modelos para o comportamento de sistemas que oferecem para demandas com taxas de demandas aleatórias Utilizadas para modelar sistemas onde: Clientes chegam para ser atendidos Esperam sua vez para serem atendidos São atendidos e vão embora Uso da Teoria das Filas de Espera Empresas prestadoras de serviço Parque de diversões, Banco Laboratório clínico Oficina de automóveis Empresas manufatureiras (materiais esperando para serem processados)

6 Situações de Filas Comuns Situação Chegadas na Fila Processo de Serviço Supermercado Compradores Checkout Cabine de pedágio Automóveis Cobrança Consultório Médico Pacientes Tratamento Sistema de Computadores Companhia Telefônica Programas a serem rodados Usuário Processamento Equipamentos de comutação Banco Cliente Transações no caixa Manutenção de Máquinas Máquinas com defeito Reparo de máquinas Porto Navios Carga e descarga Resultados possíveis Tempo de espera de um cliente Quanto tempo um cliente espera no banco Quanto tempo um pacote passa pelo roteador Acúmulo de clientes na fila Qual o tamanho médio da fila do banco Como a fila do roteador se comporta Tempo ocioso/ocupado dos servidores Quanto tempo o caixa fica livre Qual a utilização do roteador Taxa de Saída Quantos clientes são atendidos por hora Quantos pacotes são encaminhados por segundo

7 O Problema Estrutura dos problemas de filas de espera Cada situação específica terá características diferentes, contudo quatro elementos são comuns em todas as situações 1. Um input, ou população de clientes, que gera clientes potenciais. 2. Uma fila de espera de clientes. O Problema 3. O posto de serviço, consistindo em um pessoa (ou equipe), uma máquina (ou grupo de máquinas) ou ambos, necessários para executar o serviço para o cliente. 4. Uma regra de prioridade, que seleciona o próximo cliente a ser atendido pela instalação de serviço.

8 População de Clientes É a fonte de entrada do sistema de serviço. Fonte finita: quando o número potencial de novos cliente é consideravelmente afetado pelo número de clientes que já estão no sistema. Fonte infinita: quando o número de clientes no sistema não afeta a taxa na qual a população gera novos clientes População de Clientes Clientes pacientes e impacientes. Pacientes: aqueles que aguardam até serem atendidos. Impacientes: aqueles que não entram no sistema (recusam-se a entrar) ou deixam o sistema antes de ser atendido (desiste). Para efeito de de simplificação, no no contexto dessa disciplina, consideraremos todos os os clientes pacientes

9 Modelo de filas de espera População de Clientes Fila de Espera Instalação de Serviço Clientes atendidos Regra de Prioridade Elementos da Fila População de carros sujos Chegada Fila de Espera Posto de Serviço Lavadora Saída do sistema Entrada Saída Chegada ao Sistema Características da Chegada Tamanho da População Comportamento Distribuição Estatística stica Sistema Características da Fila de Espera Finita vs.. Infinita Disciplina Saída do Sistema Características do Serviço Projeto do Serviço Distribuição Estatística stica do Serviço

10 O Sistema de Serviço Número de Filas: as filas espera podem ser projetadas para ser uma fila única ou filas múltiplas. Fila única: Ex.: Guichê de companhia aérea. Fila múltipla Ex.: Oficina mecânica (fila para troca de pneu e fila para troca de escapamento) Projetos do Sistema de Serviço Consultório de Dentista Chegada Fila Posto de Serviço Saída depois do serviço Canal único, Sistema de fase simples Drive-through do McDonald s s com guichê duplo Chegada Fila Posto de Serviço Fase 1 Posto de Serviço Fase 2 Saída depois do serviço Canal único, Sistema multifases

11 Projetos do Sistema de Serviço Bancos e Correios Chegada Fila Posto de Serviço Canal 1 Posto de Serviço Canal 2 Saída depois do serviço Posto de Serviço Canal 3 Multicanal, Sistema de fase simples Projetos do Sistema de Serviço Serviço o de Atendimento ao Aluno Chegada Fila Fase 1 Posto de Serviço Canal 1 Fase 1 Posto de Serviço Canal 2 Fase 2 Posto de Serviço Canal 1 Fase 2 Posto de Serviço Canal 2 Saída depois do serviço Multicanal, Sistema multifases

12 Regras de Prioridade (Disciplina de Atendimento) Determina qual o próximo cliente será atendido. Exemplos: FCFS: o primeiro a chegar é o primeiro a ser atendido (regra mais comum). LCFS: o último a chegar é o primeiro a ser atendido Data de vencimento mais antiga. Menor tempo de processamento. Distribuição de Probabilidades As causas de variação nos problemas de fila advêm das chegadas aleatórias dos clientes a das variações nos tempos de serviço. Cada uma dessas causas pode ser descrita com uma distribuição de probabilidades.

13 Distribuição de Probabilidades Distribuição de chegada: Descritas por uma distribuição de Poisson, que especifica a probabilidade que n clientes cheguem em período de tempo T: ( ) n λt λt Pn = e para n= 0,1,2,... n! Onde P n = probabilidade de n chegadas em período de tempo T λ = número médio de chegadas de clientes por período e = 2,7183 Distribuição de Chegada Exemplo: A gerência está reprojetando o processo de atendimento ao cliente de uma grande loja de departamentos. É importante acomodar quatro clientes. Os clientes chegam ao balcão à taxa de dois clientes por hora. Qual a probabilidade de que quatro clientes cheguem durante uma hora?

14 Distribuição de Chegada Solução: Nesse caso, λ = a dois clientes por hora, T = uma hora e n = quatro clientes. A probabilidade de que quatro clientes cheguem a qualquer hora é: ( (1)) 4 2 2(1) 2 4 = e = P 4! 16 = e 24 0,090 ou 9,02% Distribuição de Chegada Exercícios: 1. O Corpo de Bombeiros de uma determinada cidade recebe, em média, 3 chamadas por dia. Qual a probabilidade de receber: a) 4 chamadas num dia? Resposta: 0,1680 ou 16,80% b) Nenhuma chamada em um dia? Resposta: 0,0498 ou 4,98% c) 20 chamadas em uma semana? Resposta: 0,0867 ou 8,67%

15 Distribuição de Chegada Exercícios: 2. Uma central telefônica tipo PABX recebe uma média de 5 chamadas por minuto. Qual a probabilidade deste PABX não receber nenhuma chamada durante um intervalo de 1 minuto? Resposta: 0,0067 ou 0,67% Distribuição de Chegada Ponto de decisão: O gerente do balcão de atendimento ao cliente pode usar essa informação para determinar os requisitos de espaço para área de balcão e área de espera. Há uma probabilidade relativamente pequena de que quatro clientes cheguem a qualquer hora. Consequentemente, a capacidade de assentos para dois ou três clientes seria mais adequada, a menos que o tempo para tender cada cliente seja longo. Justifica-se análise adicional dos tempos de atendimento.

16 Cálculo da Distribuição do Tempo de Atendimento Distribuição do tempo de atendimento: A distribuição exponencial descreve a probabilidade de que o tempo de atendimento ao cliente em uma instalação específica não seja maior que períodos de tempo T: P µ T ( t T) = 1 e Onde t = tempo de atendimento ao cliente T = Meta de tempo de atendimento µ = número médio de clientes que concluem o atendimento por período Cálculo da Distribuição do Tempo de Atendimento Exercício: 1. A administração de uma grande loja de departamentos. Precisa determinar se é necessário mais treinamento para o funcionário de atendimento aos clientes. O encarregado desse serviço pode atender uma média de três clientes por hora. Qual é a probabilidade de que um cliente precise menos de 20 minutos?

17 Cálculo da Distribuição do Tempo de Atendimento Probabilidade do tempo de atendimento: 3(0,333) ( 0,167) = 1 e = 1 0,61= 0, 63 Pt Ponto de Decisão: A probabilidade do atendimento ocorrer em menos de vinte minutos não é muito elevada, o que abre a possibilidade de os clientes poderem passar por atrasos. A administração deve considerar treinamento adicional para o funcionário. Cálculo da Distribuição do Tempo de Atendimento Exercício: 1. Considerando os dados do exercício anterior. Qual é a probabilidade de que um cliente precise menos de 10 minutos?

18 Cálculo da Distribuição do Tempo de Atendimento Probabilidade do tempo de atendimento: 3(0,167) ( 0,167) = 1 e = 1 0,61= 0, 39 Pt Ponto de Decisão: A probabilidade do atendimento ocorrer em menos de dez minutos é baixa. Distribuição do Tempo de Atendimento Exercícios: 1. No Serviço de Atendimento ao Aluno, o funcinário atende em média de 12 alunos por dia. Considerando um dia de 6 horas, determinar qual a probabilidade do atendimento : a) ocorrer em menos de 25 minutos? Resposta: 0,5654 ou 56,54% b) ocorrer em menos de 20 minutos Resposta: 0,4866 ou 48,66% c) ocorrer em menos de 15 minutos? Resposta: 0,3935 ou 39,35%

19 Utilização de Modelos de Fila de Espera para Análise de Operações Extensão da Fila (Quantidade de Clientes) Número de Clientes no sistema Tempo de Espera na Fila Tempo Total no Sistema Utilização das Instalações de Serviço Modelo de Canal Único M/M/1 Chegada Fila Posto de Serviço Saída depois do serviço

20 Modelo de Canal Único Hipóteses: A população de clientes é infinita e todos os clientes são pacientes O clientes chegam de acordo com uma distribuição de Poisson, apresentando uma média de chegada λ. A distribuição de atendimento é exponencial com uma taxa de serviço µ. Os cliente são atendidos em função de sua chegada FCFS. O comprimento da fila de espera é ilimitado. Modelo de Canal Único M/M/1

21 Modelo de Canal Único M/M/1 Modelo de Canal Único M/M/1

22 Exemplo A gerente de uma mercearia na afastada comunidade de Sunnyville está interessada em oferecer bom atendimento a todos os idosos. Em média 30 idosos por hora chegam ao caixa, de acordo com uma distribuição de Poisson, e são atendidos a uma taxa média de 35 clientes por hora, com tempos exponenciais. Encontre as seguintes características operacionais: Exemplo a. Probabilidade de zero cliente no sistema; b. Utilização média do funcionário do caixa; c. Número médio de clientes no sistema; d. Número médio de clientes na fila; e. Tempo médio gasto no sistema; f. Tempo médio de espera na fila.

23 Respostas do Exemplo a. 0,1429 ou 14,29% b. 0,8571 ou 85,71% c. 6 clientes d. 5,14 e. 0,2 h ou 12 min f. 0,1714 h ou 10,29 min Exercício A gerente de Sunnyville do exemplo anterior quer responder às seguintes perguntas: Que taxa de serviço seria necessária para que os clientes gastem em média apenas oito minutos do sistema? Para essa taxa de atendimento, qual é a probabilidade de haver mais de quatro clientes no sistema? Qual a taxa de atendimento necessária para que se tenha apenas uma chance de 10 por cento de haver mais de quatro clientes no sistema?

24 Respostas a. 37,5 cliente por hora; b. 0,328 ou 33%; c. µ = 47,62 clientes / h. Bibliografia KRAJEWSKI, L.J.; RITZMAN, L.P; MALHOTRA, M.K. Administração da Produção e Operações. Pearson Prentice Hall, São Paulo, 8ª Ed

Objetivos. Teoria de Filas. Teoria de Filas

Objetivos. Teoria de Filas. Teoria de Filas Objetivos Teoria de Filas Michel J. Anzanello, PhD anzanello@producao.ufrgs.br 2 Teoria de Filas Filas estão presentes em toda a parte; Exemplos evidentes de fila podem ser verificados em bancos, lanchonetes,

Leia mais

Avaliação de Desempenho de Sistemas

Avaliação de Desempenho de Sistemas Avaliação de Desempenho de Sistemas Modelo de Filas M/M/1 e M/M/m Prof. Othon Batista othonb@yahoo.com Modelo de Filas Nas aulas anteriores vimos a necessidade de se utilizar uma distribuição para representar

Leia mais

UDESC DCC TADS DISCIPLINA : PESQUISA OPERACIONAL QUINTA LISTA DE EXERCÍCIOS

UDESC DCC TADS DISCIPLINA : PESQUISA OPERACIONAL QUINTA LISTA DE EXERCÍCIOS UDESC DCC TADS DISCIPLINA : PESQUISA OPERACIONAL QUINTA LISTA DE EXERCÍCIOS 1.) Clientes chegam a uma barbearia, de um único barbeiro, com uma duração média entre chegadas de 20 minutos. O barbeiro gasta

Leia mais

Introdução a Teoria das Filas

Introdução a Teoria das Filas DISC. : PESQUISA OPERACIONAL II Introdução a Teoria das Filas Prof. Mestre José Eduardo Rossilho de Figueiredo Introdução a Teoria das Filas Introdução As Filas de todo dia. Como se forma uma Fila. Administrando

Leia mais

Exercícios de Filas de Espera Enunciados

Exercícios de Filas de Espera Enunciados Capítulo 8 Exercícios de Filas de Espera Enunciados Enunciados 124 Problema 1 Os autocarros de uma empresa chegam para limpeza à garagem central em grupos de cinco por. Os autocarros são atendidos em ordem

Leia mais

Modelos de Filas de Espera

Modelos de Filas de Espera Departamento de Informática Modelos de Filas de Espera Métodos Quantitativos LEI 2006/2007 Susana Nascimento (snt@di.fct.unl.pt) Advertência Autor João Moura Pires (jmp@di.fct.unl.pt) Este material pode

Leia mais

Uma introdução à Teoria das Filas

Uma introdução à Teoria das Filas Uma introdução à Teoria das Filas Introdução aos Processos Estocásticos 13/06/2012 Quem nunca pegou fila na vida? Figura: Experiência no bandejão Motivação As filas estão presentes em nosso cotidiano,

Leia mais

Simulação de Sistemas Teoria das Filas Estrutura do Sistema

Simulação de Sistemas Teoria das Filas Estrutura do Sistema Simulação de Sistemas Teoria das Filas 1 2 3 Estrutura do Sistema Capacidade do sistema Canais de Serviço 1 Chegada de Clientes de chegada (tempo entre chegadas) Fila de Clientes Tempo de atendimento 2...

Leia mais

A TEORIA DAS FILAS COMO FERRAMENTA DE APOIO PARA ANALISE DE UMA EMPRESA DE LAVA-RÁPIDO EM VOLTA REDONDA

A TEORIA DAS FILAS COMO FERRAMENTA DE APOIO PARA ANALISE DE UMA EMPRESA DE LAVA-RÁPIDO EM VOLTA REDONDA A TEORIA DAS FILAS COMO FERRAMENTA DE APOIO PARA ANALISE DE UMA EMPRESA DE LAVA-RÁPIDO EM VOLTA REDONDA Byanca Porto de Lima byanca_porto@yahoo.com.br UniFOA Bruna Marta de Brito do Rego Medeiros brunamartamedeiros@hotmail.com

Leia mais

TEORIA DAS FILAS 1.1 UMA INTRODUÇÃO À PESQUISA OPERACIONAL

TEORIA DAS FILAS 1.1 UMA INTRODUÇÃO À PESQUISA OPERACIONAL TEORIA DAS FILAS 1.1 UMA INTRODUÇÃO À PESQUISA OPERACIONAL A pesquisa operacional (PO) é uma ciência aplicada cujo objetivo é a melhoria da performance em organizações, ou seja, em sistemas produtivos

Leia mais

Uma introdução às técnicas de simulação de filas de espera para Directores Clínicos. Ismael Bernardo Ricardo Rosa Rui Assis

Uma introdução às técnicas de simulação de filas de espera para Directores Clínicos. Ismael Bernardo Ricardo Rosa Rui Assis Uma introdução às técnicas de simulação de filas de espera para Directores Clínicos Ismael Bernardo Ricardo Rosa Rui Assis 2005 Programa Projecção de dois casos de filas de espera (Bank e Supermarket)

Leia mais

INE 7002 LISTA DE EXERCÍCIOS MODELOS PROBABILÍSTICOS

INE 7002 LISTA DE EXERCÍCIOS MODELOS PROBABILÍSTICOS Lista de Exercícios - Modelos Probabilísticos 1 INE 7002 LISTA DE EXERCÍCIOS MODELOS PROBABILÍSTICOS 35) Em um sistema de transmissão de dados existe uma probabilidade igual a 0,05 de um dado ser transmitido

Leia mais

Gestão da Produção Variabilidade das operações Filas de espera

Gestão da Produção Variabilidade das operações Filas de espera Variabilidade das operações Filas de espera José Cruz Filipe IST / ISCTE / EGP JCFilipe Abril 26 Tópicos Variabilidade dos fluxos Teoria clássica das filas de espera Medidas de desempenho das filas de

Leia mais

PLANEJAMENTO DE CAPACIDADES E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

PLANEJAMENTO DE CAPACIDADES E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS PLANEJAMENTO DE CAPACIDADES E RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS Curso: Tecnologia em Redes de Computadores Prof.:Eduardo Araujo Site- http://professoreduardoaraujo.com INICIANDO O ESTUDO História: 1908 matemático

Leia mais

MODELOS PROBABILÍSTICOS MAIS COMUNS VARIÁVEIS ALEATÓRIAS DISCRETAS

MODELOS PROBABILÍSTICOS MAIS COMUNS VARIÁVEIS ALEATÓRIAS DISCRETAS MODELOS PROBABILÍSTICOS MAIS COMUNS VARIÁVEIS ALEATÓRIAS DISCRETAS Definições Variáveis Aleatórias Uma variável aleatória representa um valor numérico possível de um evento incerto. Variáveis aleatórias

Leia mais

- Universidade do Sul de Santa Catarina Unidade Acadêmica Tecnologia Pesquisa Operacional II. Prof o. Ricardo Villarroel Dávalos, Dr. Eng.

- Universidade do Sul de Santa Catarina Unidade Acadêmica Tecnologia Pesquisa Operacional II. Prof o. Ricardo Villarroel Dávalos, Dr. Eng. Unidade Acadêmica Tecnologia Prof o. Ricardo Villarroel Dávalos, Dr. Eng. Palhoça, Março de 2010 2 Sumário 1.0 TEORIA DAS FILAS... 3 1.1 UMA INTRODUÇÃO À PESQUISA OPERACIONAL... 3 1.2 ASPECTOS GERAIS DA

Leia mais

16.36: Engenharia de Sistemas de Comunicação. Aulas 17/18: Modelos de Retardo para Redes de Dados

16.36: Engenharia de Sistemas de Comunicação. Aulas 17/18: Modelos de Retardo para Redes de Dados 16.36: Engenharia de Sistemas de Comunicação Aulas 17/18: Modelos de Retardo para Redes de Dados Slide 1 Redes de Pacotes Comutados Mensagens dividas em Pacotes que são roteados ao seu destino PC PC PC

Leia mais

Teoria de Filas Aula 15

Teoria de Filas Aula 15 Teoria de Filas Aula 15 Aula de hoje Correção Prova Aula Passada Prova Little, medidas de interesse em filas Medidas de Desempenho em Filas K Utilização: fração de tempo que o servidor está ocupado Tempo

Leia mais

Teoria das filas. Clientes. Fila

Teoria das filas. Clientes. Fila Teoria das filas 1 - Elementos de uma fila: População Clientes Fila Servidores 1 3 Atendimento Características de uma fila:.1 Clientes e tamanho da população População infinita > Chegadas independentes

Leia mais

Módulo 12 Gerenciamento Financeiro para Serviços de TI

Módulo 12 Gerenciamento Financeiro para Serviços de TI Módulo 12 Gerenciamento Financeiro Módulo 12 Gerenciamento Financeiro para Serviços de TI Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a

Leia mais

Processos Estocásticos

Processos Estocásticos Processos Estocásticos Segunda Lista de Exercícios 01 de julho de 2013 1 Uma indústria fabrica peças, das quais 1 5 são defeituosas. Dois compradores, A e B, classificam os lotes de peças adquiridos em

Leia mais

MODELAGEM E SIMULAÇÃO

MODELAGEM E SIMULAÇÃO MODELAGEM E SIMULAÇÃO Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Terminologia Básica Utilizada em de Sistemas Terminologia Básica Uma série de termos

Leia mais

Modelos Estocásticos. Resolução de alguns exercícios da Colectânea de Exercícios 2005/06 PROCESSOS ESTOCÁSTICOS E FILAS DE ESPERA LEGI

Modelos Estocásticos. Resolução de alguns exercícios da Colectânea de Exercícios 2005/06 PROCESSOS ESTOCÁSTICOS E FILAS DE ESPERA LEGI Modelos Estocásticos Resolução de alguns exercícios da Colectânea de Exercícios 2005/06 LEGI Capítulo 7 PROCESSOS ESTOCÁSTICOS E FILAS DE ESPERA Nota: neste capítulo ilustram-se alguns dos conceitos de

Leia mais

Aplicação da Teoria das Filas à Operação de Transportes

Aplicação da Teoria das Filas à Operação de Transportes Aplicação da Teoria das Filas à Operação de Transportes Lâminas preparadas por: S. H. Demarchi Bibliografia: Setti, J.R (2002). Tecnologia de Transportes USP, São Carlos Fogliatti, M.C. e N.M.C. Mattos

Leia mais

Avaliação de Desempenho de Sistemas

Avaliação de Desempenho de Sistemas Avaliação de Desempenho de Sistemas Introdução a Avaliação de Desempenho de Sistemas Prof. Othon M. N. Batista othonb@yahoo.com Roteiro Definição de Sistema Exemplo de Sistema: Agência Bancária Questões

Leia mais

OTIMIZAÇÃO E BALANCEAMENTO DE UMA LINHA DE MONTAGEM DE CHASSIS DE VEÍCULOS UTILITÁRIOS

OTIMIZAÇÃO E BALANCEAMENTO DE UMA LINHA DE MONTAGEM DE CHASSIS DE VEÍCULOS UTILITÁRIOS OTIMIZAÇÃO E BALANCEAMENTO DE UMA LINHA DE MONTAGEM DE CHASSIS DE VEÍCULOS UTILITÁRIOS Leonardo Almeida Favaro (UCS ) lfavaro@agrale.com.br Carlos Alberto Costa (UCS ) cacosta@ucs.br Marcos Alexandre Luciano

Leia mais

Aula 5 Distribuição amostral da média

Aula 5 Distribuição amostral da média Aula 5 Distribuição amostral da média Nesta aula você irá aprofundar seus conhecimentos sobre a distribuição amostral da média amostral. Na aula anterior analisamos, por meio de alguns exemplos, o comportamento

Leia mais

Processos Estocásticos

Processos Estocásticos Processos Estocásticos Terceira Lista de Exercícios 22 de julho de 20 Seja X uma VA contínua com função densidade de probabilidade f dada por Calcule P ( < X < 2. f(x = 2 e x x R. A fdp dada tem o seguinte

Leia mais

APLICAÇÃO DA TEORIA DAS FILAS NO SISTEMA DE ATENDIMENTO DE UMA EMPRESA DO RAMO ALIMENTÍCIO

APLICAÇÃO DA TEORIA DAS FILAS NO SISTEMA DE ATENDIMENTO DE UMA EMPRESA DO RAMO ALIMENTÍCIO APLICAÇÃO DA TEORIA DAS FILAS NO SISTEMA DE ATENDIMENTO DE UMA EMPRESA DO RAMO ALIMENTÍCIO Ana Victoria da Costa Almeida (anavictoriaalmeida@yahoo.com.br / UEPA) Kelvin Cravo Custódio (kelvim_scb9@hotmail.com

Leia mais

Confederação Nacional da Indústria. - Manual de Sobrevivência na Crise -

Confederação Nacional da Indústria. - Manual de Sobrevivência na Crise - RECOMENDAÇÕES PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - Manual de Sobrevivência na Crise - Janeiro de 1998 RECOMENDAÇÕES PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS - Manual de Sobrevivência na Crise - As empresas, principalmente

Leia mais

Etapas para a preparação de um plano de negócios

Etapas para a preparação de um plano de negócios 1 Centro Ensino Superior do Amapá Curso de Administração Disciplina: EMPREENDEDORISMO Turma: 5 ADN Professor: NAZARÉ DA SILVA DIAS FERRÃO Aluno: O PLANO DE NEGÓCIO A necessidade de um plano de negócio

Leia mais

Fiorella Del Bianco. Tema: Estratégias para gerenciar filas de espera.

Fiorella Del Bianco. Tema: Estratégias para gerenciar filas de espera. Fiorella Del Bianco Tema: Estratégias para gerenciar filas de espera. Objetivo: Apresentar opções de estratégias para minimizar problemas gerados pelas esperas, como desconforto e insatisfação. Em termos

Leia mais

Processo de chegada: o Chegadas em grupo ocorrem segundo um processo Poisson com taxa. O tamanho do grupo é uma variável aleatória discreta

Processo de chegada: o Chegadas em grupo ocorrem segundo um processo Poisson com taxa. O tamanho do grupo é uma variável aleatória discreta Aula 5 Como gerar amostras de uma distribuição qualquer a partir de sua CDF e de um gerador de números aleatórios? Processo de chegada: o Chegadas em grupo ocorrem segundo um processo Poisson com taxa.

Leia mais

Estudo de simulação para a minimização das filas em uma agência dos Correios do município de Viçosa

Estudo de simulação para a minimização das filas em uma agência dos Correios do município de Viçosa Estudo de simulação para a minimização das filas em uma agência dos Correios do município de Viçosa Maísa Nascimento Soares (UFV) maisansoares@gmail.com Tatiane Silva Cardoso Muglia (UFV) tatianemuglia@yahoo.com.br

Leia mais

TÍTULO: FILAS: UM ESTUDO NO SETOR SUPERMERCADISTA DE PARANAÍBA/MS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO

TÍTULO: FILAS: UM ESTUDO NO SETOR SUPERMERCADISTA DE PARANAÍBA/MS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: FILAS: UM ESTUDO NO SETOR SUPERMERCADISTA DE PARANAÍBA/MS CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS

Leia mais

Análise operacional do terminal público do porto do Rio Grande usando teoria de filas

Análise operacional do terminal público do porto do Rio Grande usando teoria de filas Análise operacional do terminal público do porto do Rio Grande usando teoria de filas Karina Pires Duarte 1, Milton Luiz Paiva de Lima 2 1 Mestranda do curso de Engenharia Oceânica- FURG, Rio Grande, RS

Leia mais

Introdução à Teoria das Filas

Introdução à Teoria das Filas Introdução à Teoria das Filas If the facts don't fit the theory, change the facts. --Albert Einstein Notação Processo de Chegada: Se os usuários chegam nos instantes t 1, t 2,..., t j, então as variáveis

Leia mais

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1.1 INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1.1 INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO 1.1 INTRODUÇÃO Em quase todas as nossas atividades diárias precisamos enfrentar filas para atender as nossas necessidades. Aguardamos em fila na padaria, nos bancos, quando trafegamos

Leia mais

Introdução a Avaliação de Desempenho

Introdução a Avaliação de Desempenho Introdução a Avaliação de Desempenho Avaliar é pronunciar-se sobre as características de um certo sistema. Dado um sistema real qualquer, uma avaliação deste sistema pode ser caracterizada por toda e qualquer

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção Curso de Engenharia de Produção Noções de Engenharia de Produção Histórico: - Um dos registros mais antigos de produção gerenciada data de cerca de 5.000 a.c.: monges sumérios já contabilizavam seus estoques,

Leia mais

Sistemas de Filas: Aula 1. Amedeo R. Odoni 10 de outubro de 2001

Sistemas de Filas: Aula 1. Amedeo R. Odoni 10 de outubro de 2001 Sistemas de Filas: Aula 1 Amedeo R. Odoni 10 de outubro de 2001 Tópicos em Teoria das Filas 9. Introdução a sistemas de filas; lei de Little, M/M/1 10. Filas Markovianas (processo de renovação) 11. Fila

Leia mais

SIMULAÇÃO DA OPERAÇÃO ALL-WEATHER PARA TERMINAIS DE GRANÉIS AGRÍCOLAS NO PORTO DE SANTOS

SIMULAÇÃO DA OPERAÇÃO ALL-WEATHER PARA TERMINAIS DE GRANÉIS AGRÍCOLAS NO PORTO DE SANTOS SIMULAÇÃO DA OPERAÇÃO ALL-WEATHER PARA TERMINAIS DE GRANÉIS AGRÍCOLAS NO PORTO DE SANTOS Rosangela de Almeida Correa rosangelaalmeida84@yahoo.com.br Thamires de Andrade Barros veve_s2@hotmail.com Naihara

Leia mais

Produtividade. Sem tempo a

Produtividade. Sem tempo a Produtividade Sem tempo a A NDREA MARQUES/ FOTONAUTA perder Contax investe em tecnologias Microsoft para facilitar o trabalho de seus operadores e garantir que eles atendam os clientes com mais agilidade

Leia mais

Exercícios Sugeridos Variáveis Aleatórias Discretas e Contínuas

Exercícios Sugeridos Variáveis Aleatórias Discretas e Contínuas Exercícios Sugeridos Variáveis Aleatórias Discretas e Contínuas 1. (Paulino e Branco, 2005) Num depósito estão armazenadas 500 embalagens de um produto, das quais 50 estão deterioradas. Inspeciona-se uma

Leia mais

Versão 1.0 09/Set/2013. www.wedocenter.com.br. WeDo Soluções para Contact Center Consultorias

Versão 1.0 09/Set/2013. www.wedocenter.com.br. WeDo Soluções para Contact Center Consultorias Verificação do Modelo de Erlang Ponto de Análise: Processo de chegada de contatos Operações de Contact Center Receptivo Por: Daniel Lima e Juliano Nascimento Versão 1.0 09/Set/2013 Ponto de Análise Processo

Leia mais

CAP5: Amostragem e Distribuição Amostral

CAP5: Amostragem e Distribuição Amostral CAP5: Amostragem e Distribuição Amostral O que é uma amostra? É um subconjunto de um universo (população). Ex: Amostra de sangue; amostra de pessoas, amostra de objetos, etc O que se espera de uma amostra?

Leia mais

PROBLEMAS DE CONGESTIONAMENTO: Teoria das Filas

PROBLEMAS DE CONGESTIONAMENTO: Teoria das Filas PROBLEMAS DE CONGESTIONAMENTO: Teoria das Filas CARACTERÍSTICA PRINCIPAL: presença de clientes solicitando serviços em um posto de serviço e que, eventualmente, devem esperar até que o posto esteja disponível

Leia mais

MÓDULO 2 PLANEJAMENTO LOGÍSTICO ASSOCIADO AO TRANSPORTE

MÓDULO 2 PLANEJAMENTO LOGÍSTICO ASSOCIADO AO TRANSPORTE MÓDULO 2 PLANEJAMENTO LOGÍSTICO ASSOCIADO AO TRANSPORTE 2.1 - Níveis de Planejamento O planejamento logístico tenta responder aos questionamentos de: O QUE? QUANDO? COMO? Nos níveis estratégico, tático

Leia mais

Aulas 17 & 18. Comutação Rápida a Pacote. Eytan Modiano MIT

Aulas 17 & 18. Comutação Rápida a Pacote. Eytan Modiano MIT Aulas 17 & 18 Comutação Rápida a Pacote Eytan Modiano MIT 1 Comutador a Pacote Etiqueta Um comutador a pacote consiste de uma máquina de roteamento (table lookup), um escalonador e uma máquina de comutação.

Leia mais

Administração da Produção I

Administração da Produção I Administração da Produção I Manutenção Manutenção Manutenção: Termo usado para abordar a forma pela qual organizações tentam evitar as falhas cuidando de suas instalações físicas. É uma parte importante

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais GERÊNCIA DO PROCESSADOR MACHADO/MAIA: CAPÍTULO 08 Prof. Pedro Luís Antonelli Anhanguera Educacional Gerenciamento do Processador A gerência do processador pode ser considerada a atividade

Leia mais

Auditoria e Segurança de Sistemas. Prof.: Mauricio Pitangueira Instituto Federal da Bahia

Auditoria e Segurança de Sistemas. Prof.: Mauricio Pitangueira Instituto Federal da Bahia Auditoria e Segurança de Sistemas Prof.: Mauricio Pitangueira Instituto Federal da Bahia 1 operação normal PAC INCIDENTE PCO Situação de Contingência PRD PLANO DE RETORNO operação normal PLANO DE CONTINUIDADE

Leia mais

SIGA Manual -1ª - Edição

SIGA Manual -1ª - Edição SIGA Manual -1ª - Edição ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 4 2. MÓDULO DE PROCESSOS 4 3. ACESSO AO SISTEMA 4 3.1 Acessando o Sistema 4 3.2 Primeiro Acesso 5 3.3 Login do Fornecedor 5 o Teclado Virtual 5 o Máquina Virtual

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. Luiz Fernando Pacheco Doile

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO. Luiz Fernando Pacheco Doile UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO Luiz Fernando Pacheco Doile TEORIA DE FILAS ANALISANDO O FLUXO DE ATENDIMENTO E O NÚMERO DE ATENDENTES

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA UTILIZAÇÃO DO SICC

PROCEDIMENTOS PARA UTILIZAÇÃO DO SICC PROCEDIMENTOS PARA UTILIZAÇÃO DO SICC Para ter acesso ao sistema, e realizar a abertura de chamados, o usuário deve efetuar o auto cadastramento, clicando no link Clique aqui! disponível na página inicial

Leia mais

Modelos, em escala reduzida, de pontes e barragens. Simuladores de voo (ou de condução), com os quais se treinam pilotos (ou condutores).

Modelos, em escala reduzida, de pontes e barragens. Simuladores de voo (ou de condução), com os quais se treinam pilotos (ou condutores). SIMULAÇÃO 1 Introdução Entende-se por simulação a imitação do funcionamento de um sistema real recorrendo a uma representação desse sistema. Com essa representação modelo, pretende-se realizar experimentações

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS 3

LISTA DE EXERCÍCIOS 3 DISCIPLINA: CÁLCULO DAS PROBABILIDADES E ESTATÍSTICA I PERÍODO: 2013.2 LISTA DE EXERCÍCIOS 3 1) Uma empresa fabricante de pastilhas para freio efetua um teste para controle de qualidade de seus produtos.

Leia mais

Índice Pagina venda de produtos...03 Desconto em Produtos (Venda)...03 Venda com Entrega...04 Venda Fiado (Promissória)...05 Transferência de

Índice Pagina venda de produtos...03 Desconto em Produtos (Venda)...03 Venda com Entrega...04 Venda Fiado (Promissória)...05 Transferência de Índice Pagina venda de produtos...03 Desconto em Produtos (Venda)...03 Venda com Entrega...04 Venda Fiado (Promissória)...05 Transferência de produtos para uma filial...05 Ajuste de preço de produto...05

Leia mais

COS767 - Modelagem e Análise Aula 2 - Simulação. Algoritmo para simular uma fila Medidas de interesse

COS767 - Modelagem e Análise Aula 2 - Simulação. Algoritmo para simular uma fila Medidas de interesse COS767 - Modelagem e Análise Aula 2 - Simulação Algoritmo para simular uma fila Medidas de interesse Simulação O que é uma simulação? realização da evolução de um sistema estocástico no tempo Como caracterizar

Leia mais

Introdução. Uso do disco Vantagens Desvantagens Baixo custo, facilidade de manutenção do software e do hardware, simetria e flexibilidade

Introdução. Uso do disco Vantagens Desvantagens Baixo custo, facilidade de manutenção do software e do hardware, simetria e flexibilidade Introdução É sabido que os processos rodam em processadores. Nos sistemas tradicionais existe somente um único processador, de forma que não há dúvida a respeito de como ele deve ser usado. Em um sistema

Leia mais

Análise de Sobrevivência Aplicada à Saúde

Análise de Sobrevivência Aplicada à Saúde Análise de Sobrevivência Aplicada à Saúde Prof. Lupércio França Bessegato Departamento de Estatística UFJF E-mail: lupercio.bessegato@ufjf.edu.br Site: www.ufjf.br/lupercio_bessegato Lupércio França Bessegato

Leia mais

Faculdade de Computação

Faculdade de Computação UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Faculdade de Computação Disciplina : Teoria da Computação Professora : Sandra Aparecida de Amo Lista de Exercícios n o 2 Exercícios sobre Modelos de Máquinas de Turing

Leia mais

GESTÃO DE CUSTOS LOGÍSTICO

GESTÃO DE CUSTOS LOGÍSTICO GESTÃO DE CUSTOS LOGÍSTICO CUSTOS LOGÍSTICOS O objetivo de apuração dos Custos Logísticos é o de estabelecer políticas que possibilitem às empresas, simultaneamente, uma redução nos custos e a melhoria

Leia mais

ANEXO C MANUAL DE POLÍTICA DE FORNECIMENTO PARA ATENDIMENTO ÀS LOJAS DA REDE PRÓPRIA

ANEXO C MANUAL DE POLÍTICA DE FORNECIMENTO PARA ATENDIMENTO ÀS LOJAS DA REDE PRÓPRIA ANEXO C MANUAL DE POLÍTICA DE FORNECIMENTO PARA ATENDIMENTO ÀS LOJAS DA REDE PRÓPRIA Prezados Senhores, Face à constante processo de melhoria contínua nos procedimentos da Rede de Valor Le Postiche, elaboramos

Leia mais

BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística Lista de Exercícios Suplementares 2 3 quadrimestre 2011

BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística Lista de Exercícios Suplementares 2 3 quadrimestre 2011 BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística Lista de Exercícios Suplementares outubro 011 BC0406 Introdução à Probabilidade e à Estatística Lista de Exercícios Suplementares 3 quadrimestre 011 Além

Leia mais

Gráfico de Controle por Atributos

Gráfico de Controle por Atributos Roteiro Gráfico de Controle por Atributos 1. Gráfico de np 2. Gráfico de p 3. Gráfico de C 4. Gráfico de u 5. Referências Gráficos de Controle por Atributos São usados em processos que: Produz itens defeituosos

Leia mais

Estes postos não permitem mais nenhuma adição de ordens novas, sendo, portanto assumidos como as restrições de capacidade para TODA a operação.

Estes postos não permitem mais nenhuma adição de ordens novas, sendo, portanto assumidos como as restrições de capacidade para TODA a operação. Fascículo 8 Planejamento e controle da capacidade Prover a capacidade produtiva para satisfazer a demanda atual e futura é uma responsabilidade fundamental da atividade de administração da produção. Um

Leia mais

Análise e Projeto de Sistemas

Análise e Projeto de Sistemas Análise e Projeto de Sistemas Gerenciamento de Projetos Conteúdo: Introdução Aula: I Prof.: Eude Lacerda E-mail: eude.lacerda@ifnmg.edu.br Apresentação Introdução ao gerenciamento de projetos de software

Leia mais

Trabalho Computacional

Trabalho Computacional Universidade Federal do Espírito Santo Departamento de Informática Profª Claudia Boeres Teoria dos Grafos - 2014/2 Trabalho Computacional 1. Objetivo Estudo e implementação de algoritmos para resolução

Leia mais

Administração. Introdução. Atividades Industriais 5/9/2012. Gestão de Operações e Qualidade I. Profa: Ma. Patricia Brecht Innarelli

Administração. Introdução. Atividades Industriais 5/9/2012. Gestão de Operações e Qualidade I. Profa: Ma. Patricia Brecht Innarelli Administração Profa: Ma. Patricia Brecht Innarelli Gestão de Operações e Qualidade I Introdução Está relacionada às atividades de produção de bens físicos ou a produção/prestação de serviços. De acordo

Leia mais

CAPÍTULO 5 - Exercícios

CAPÍTULO 5 - Exercícios CAPÍTULO 5 - Exercícios Distibuições de variáveis aleatórias discretas: Binomial 1. Se 20% dos parafusos produzidos por uma máquina são defeituosos, determinar a probabilidade de, entre 4 parafusos escolhidos

Leia mais

Sistema de Gerenciamento da Manutenção SGM Cia. Vale do Rio Doce CVRD

Sistema de Gerenciamento da Manutenção SGM Cia. Vale do Rio Doce CVRD Sistema de Gerenciamento da Manutenção SGM Cia. Vale do Rio Doce CVRD VISÃO DA MANUTENÇÃO DA CVRD Ser considerada referência pelos resultados da gestão de manutenção, reconhecida pela excelência de suas

Leia mais

6. Resultados obtidos

6. Resultados obtidos 6. Resultados obtidos 6.1 O Balanced corecard final Utilizando a metodologia descrita no capítulo 5, foi desenvolvido o Balanced corecard da Calçados yrabel Ltda. Para facilitar o entendimento deste trabalho,

Leia mais

Distribuições de Probabilidade Distribuição Poisson

Distribuições de Probabilidade Distribuição Poisson PROBABILIDADES Distribuições de Probabilidade Distribuição Poisson BERTOLO PRELIMINARES Quando aplicamos a Estatística na resolução de situações-problema, verificamos que muitas delas apresentam as mesmas

Leia mais

Orientamos a todos sobre a importância da leitura de nossos termos de uso localizado no link www.canaldapeca.com.br/termos-e-condicoes.

Orientamos a todos sobre a importância da leitura de nossos termos de uso localizado no link www.canaldapeca.com.br/termos-e-condicoes. Este manual tem como objetivo, apoiar o varejista em sua decisão de ampliar suas vendas de forma simples e segura e guiar seus passos dentro do Canal da Peça sempre que você precisar. Orientamos a todos

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FACULDADE PITÁGORAS DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos carlos@oficinadapesquisa.com.br www.oficinadapesquisa.com.br Objetivos desta unidade: Ao final desta

Leia mais

FROTA - SISTEMA DE CONTROLE DE ATIVOS FERROVIÁRIOS

FROTA - SISTEMA DE CONTROLE DE ATIVOS FERROVIÁRIOS FROTA - SISTEMA DE CONTROLE DE ATIVOS FERROVIÁRIOS Márcio José Camargo Rosalia Naomi Oyakawa 20ª SEMANA DE TECNOLOGIA METROFERROVIÁRIA PRÊMIO TECNOLOGIA E DESENVOLVIMENTO METROFERROVIÁRIOS Categoria 3

Leia mais

Conceitos Básicos em Análise de Sobrevivência Aula Estatística Aplicada

Conceitos Básicos em Análise de Sobrevivência Aula Estatística Aplicada Conceitos Básicos em Análise de Sobrevivência Aula Estatística Aplicada Prof. José Carlos Fogo Departamento de Estatística - UFSCar Outubro de 2014 Prof. José Carlos Fogo (DEs - UFSCar) Material Didático

Leia mais

Por que aparecem as filas? Não é eficiente, nem racional, que cada um disponha de todos os recursos individualmente. Por exemplo:

Por que aparecem as filas? Não é eficiente, nem racional, que cada um disponha de todos os recursos individualmente. Por exemplo: Por que aparecem as filas? Não é eficiente, nem racional, que cada um disponha de todos os recursos individualmente. Por exemplo: que cada pessoa disponha do uso exclusivo de uma rua para se movimentar;

Leia mais

PROCEDIMENTO DO CLIENTE

PROCEDIMENTO DO CLIENTE PROCEDIMENTO DO CLIENTE Título: Manual da Loja Virtual. Objetivo: Como anunciar produtos e acompanhar as vendas. Onde: Empresa Quem: Cliente Quando: Início Através deste manual, veremos como anunciar e

Leia mais

2. MODELOS DE FILAS E ESTOQUES COM CHEGADAS E ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS

2. MODELOS DE FILAS E ESTOQUES COM CHEGADAS E ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS 2. MODELOS DE FILAS E ESTOQUES COM CHEGADAS E ATENDIMENTOS INDIVIDUAIS Uma forma simples de mostrar fisicamente o problema de acúmulos em um sistema (engenheiros, arquitetos e outros técnicos envolvidos

Leia mais

Título da apresentação Curso Gestão de Projetos II (Verdana, cor branca) Curso de Desenvolvimento de Servidores - CDS

Título da apresentação Curso Gestão de Projetos II (Verdana, cor branca) Curso de Desenvolvimento de Servidores - CDS Título da apresentação Curso Gestão de Projetos II (Verdana, cor branca) Curso de Desenvolvimento de Servidores - CDS Prof. Instrutor Elton Siqueira (a) (Arial Moura preto) CURSO DE GESTÃO DE PROJETOS

Leia mais

Espaço para expansão fiscal e PIB um pouco melhor no Brasil. Taxa de câmbio volta a superar 2,30 reais por dólar

Espaço para expansão fiscal e PIB um pouco melhor no Brasil. Taxa de câmbio volta a superar 2,30 reais por dólar Espaço para expansão fiscal e PIB um pouco melhor no Brasil Publicamos nesta semana nossa revisão mensal de cenários (acesse aqui). No Brasil, entendemos que o espaço para expansão adicional da política

Leia mais

ELEMENTOS DA TEORIA DAS FILAS

ELEMENTOS DA TEORIA DAS FILAS ELEMENTOS DA TEORIA DAS FILAS OSWALDO FADIGAS TORRES "As teorias podem ser descritas em têrmos simples, ainda que se refiram a fenômenos que não pareçam sê-lo." - J. D. WILLIAMS Com êste artigo, exposição

Leia mais

Variabilidade do processo

Variabilidade do processo Variabilidade do processo Em todo processo é natural encontrar certa quantidade de variabilidade. Processo sob controle estatístico: variabilidade natural por causas aleatórias Processo fora de controle:

Leia mais

5.1 Modelo de uma rede óptica com conversores de comprimento de onda

5.1 Modelo de uma rede óptica com conversores de comprimento de onda 5 Trabalho Realizado Na seção 2.3, estabeleceu-se que uma das alternativas sub-ótimas de alocação de conversores de comprimento de onda em redes parciais é fazer uso de simulações para gerar estatísticas

Leia mais

Sistemas Operativos. Sumário. Escalonador da CPU. ! Filas Multinível. ! Filas Multinível com Feedback. ! Escalonamento em multiprocessadores

Sistemas Operativos. Sumário. Escalonador da CPU. ! Filas Multinível. ! Filas Multinível com Feedback. ! Escalonamento em multiprocessadores Escalonador da CPU Sumário! Filas Multinível! Filas Multinível com Feedback! Escalonamento em multiprocessadores! Escalonamento em tempo real! Avaliação de algoritmos 2 1 Filas Multinível! Os processos

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT CURSO DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PLANEJAMENTO DE PROCESSOS ASSISTIDO POR COMPUTADOR CAPP (COMPUTER AIDED PROCESS

Leia mais

Artigo publicado. na edição 18. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. setembro e outobro de 2011

Artigo publicado. na edição 18. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. setembro e outobro de 2011 Artigo publicado na edição 18 Assine a revista através do nosso site setembro e outobro de 2011 www.revistamundologistica.com.br :: artigo Cálculo do estoque de segurança as suas diferentes abordagens

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE MOCOCA. Av. Dr. Américo Pereira Lima, S/Nº Jardim Lavínia Mococa/SP CEP 13736-260 (19) 3656-5559

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE MOCOCA. Av. Dr. Américo Pereira Lima, S/Nº Jardim Lavínia Mococa/SP CEP 13736-260 (19) 3656-5559 FACULDADE DE TECNOLOGIA DE MOCOCA Curso: Informática Informática Gestão de Negócios. Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária. Professor(a): Darlan Marcelo Delgado. Lista de Exercícios:. Conteúdo

Leia mais

Assunto: Softwares reconhecimento, mensuração, avaliação e evidenciação.

Assunto: Softwares reconhecimento, mensuração, avaliação e evidenciação. Nota Técnica n 010/2011/GECON Vitória, 28 de dezembro de 2011. Assunto: Softwares reconhecimento, mensuração, avaliação e evidenciação. Prezados (as) Senhores (as), A presente Nota Técnica foi desenvolvida

Leia mais

Estratégias operacionais para serviços de alimentação

Estratégias operacionais para serviços de alimentação Estratégias operacionais para serviços de alimentação 5.1. Dimensionamento da capacidade. 5.2. Decisão sobre localização. 5.3. Decisão sobre os processos operacionais. 5.4. Definição dos fornecedores.

Leia mais

Correção Voluntária Urgente de Campo do Dispositivo Médico dos Ventiladores Puritan Bennett 840 Perguntas e Respostas. Número da Peça do Software

Correção Voluntária Urgente de Campo do Dispositivo Médico dos Ventiladores Puritan Bennett 840 Perguntas e Respostas. Número da Peça do Software Correção Voluntária Urgente de Campo do Dispositivo Médico dos Ventiladores Puritan Bennett 840 Perguntas e Respostas P1: Por que esta ação corretiva de campo foi iniciada? R1: A Covidien está conduzindo

Leia mais

Trabalho resgatado da época do Sinac. Título: Desenvolvimento de Recursos Humanos para a Comercialização Hortigranjeiro Autor: Equipe do CDRH

Trabalho resgatado da época do Sinac. Título: Desenvolvimento de Recursos Humanos para a Comercialização Hortigranjeiro Autor: Equipe do CDRH Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Companhia Nacional de Abastecimento Conab Diretoria de Gestões de Estoques Diges Superintendência de Programas Institucionais e Sociais de Abastecimento

Leia mais

Revisão da Literatura Tema 2. Mestranda: Arléte Kelm Wiesner

Revisão da Literatura Tema 2. Mestranda: Arléte Kelm Wiesner Revisão da Literatura Tema 2 Mestranda: Arléte Kelm Wiesner Sistema Termo utilizado em muitas situações Prado (2014) afirma que: Sistema é uma agregação de objetos que têm alguma interação ou interdependência.

Leia mais

CONSIDERE ESTRATÉGIAS DE AQUISIÇÃO DE SELOS MECÂNICOS QUE SEJAM MUTUAMENTE BENÉFICAS. por Heinz P. Bloch

CONSIDERE ESTRATÉGIAS DE AQUISIÇÃO DE SELOS MECÂNICOS QUE SEJAM MUTUAMENTE BENÉFICAS. por Heinz P. Bloch CONSIDERE ESTRATÉGIAS DE AQUISIÇÃO DE SELOS MECÂNICOS QUE SEJAM MUTUAMENTE BENÉFICAS por Heinz P. Bloch Para TECÉM - tecem.com.br 05/10/2013 Parcerias com um único fornecedor de selo mecânico nem sempre

Leia mais

A TEORIA DAS FILAS COMO FERRAMENTA DE APOIO PARA ÁREA DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO.

A TEORIA DAS FILAS COMO FERRAMENTA DE APOIO PARA ÁREA DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO. A TEORIA DAS FILAS COMO FERRAMENTA DE APOIO PARA ÁREA DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO. José Carlos A. Cordeiro Valesca A. Corrêa Julio M. Filho cordeiro21jcac@gmail.com valesca.correa@unitau.com.br eng.juliomalva@gmail.com

Leia mais

Sistemas de Informação Aula 2

Sistemas de Informação Aula 2 Sistemas de Informação Aula 2 Prof. M.Sc. Diego Fernandes Emiliano Silva diego.femiliano@gmail.com Leitura p/ aula 3 Sugestão: Para preparação anterior ler capítulo 3 do Laudon e Laudon Posterior a aula,

Leia mais

Nome do Processo: Recebimento de produtos em consignação

Nome do Processo: Recebimento de produtos em consignação Desenvolvimento BM-1401 Recebimento de produtos em consignação Versão 5 Release 28 Autor Jaciara Silva Processo: Compras Nome do Processo: Recebimento de produtos em consignação Acesso Compras\Movimentações

Leia mais

UNIVERSIDADE DOS AÇORES Cursos de Sociologia e de Serviço Social Estatística I 1º Semestre 2006/2007

UNIVERSIDADE DOS AÇORES Cursos de Sociologia e de Serviço Social Estatística I 1º Semestre 2006/2007 UNIVERSIDADE DOS AÇORES Cursos de Sociologia e de Serviço Social Estatística I 1º Semestre 2006/2007 Ficha de Exercícios nº 5 Distribuições Importantes 1. A probabilidade de os doentes de uma determinada

Leia mais