CRITÉRIOS DE CREDENCIAMENTO DA SOLUÇÃO TECNOLÓGICA. Área de Operações Indiretas - AOI

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1 CRITÉRIOS DE CREDENCIAMENTO DA SOLUÇÃO TECNOLÓGICA Área de Operações Indiretas - AOI

2 CARTA AO FORNECEDOR Classificação: Documento público Caro fornecedor, Este documento elenca os CRITÉRIOS exigidos para o CREDENCIAMENTO DE SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS no produto BNDES Soluções Tecnológicas. Sugerimos que leia atentamente cada um dos critérios a seguir. Pois, caso algum deles não seja atendido, o credenciamento poderá ser negado. Lembramos que a análise do pedido de credenciamento será realizada pela equipe da Área de Operações Indiretas AOI/DESCO do BNDES. Agradecemos desde já pelo seu interesse, Equipe AOI/DESCO ii

3 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 1 CRITÉRIOS DE CREDENCIAMENTO DA SOLUÇÃO TECNOLÓGICA... 2 EQUIPE RESPONSÁVEL... 6 ANEXO 1 CONCEITO DE SOLUÇÃO TECNOLÓGICA... 7 ANEXO 2 DETALHAMENTO DOS SERVIÇOS PRESTADOS... 9 iii

4 INTRODUÇÃO Este documento elenca os CRITÉRIOS exigidos para o CREDENCIAMENTO DE SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS no produto BNDES Soluções Tecnológicas. Poderão solicitar o credenciamento de soluções tecnológicas: (i) As instituições devidamente credenciadas na figura de FORNECEDOR de soluções tecnológicas; (ii) As subunidades administrativas (tais como laboratórios e departamentos de pesquisa e outros), vinculadas a determinada ICT, desde que: A ICT em questão esteja devidamente credenciada como FORNECEDOR de soluções tecnológicas. Neste caso, a ICT será a responsável por submeter o pedido de credenciamento ao BNDES em nome das subunidades administrativas a ela vinculadas. 1

5 CRITÉRIOS DE CREDENCIAMENTO DA SOLUÇÃO TECNOLÓGICA Os critérios de credenciamento da solução tecnológica serão os seguintes: 1. A solução tecnológica que se deseja credenciar deverá obedecer ao conceito e aos requisitos apresentados pelo BNDES no Anexo 1 do presente documento; 2. Encaminhar ao BNDES o Formulário de Credenciamento da Solução Tecnológica devidamente preenchido, sendo que: (i) A relação completa das atividades e serviços a serem prestados durante o fornecimento da solução deverá ser detalhada ao BNDES, respeitando as exigências estabelecidas no Anexo 2 do presente documento. (ii) Será dada ao FORNECEDOR a opção de indicar alguma área; departamento ou outra subunidade administrativa para ser a responsável pelo fornecimento da solução tecnológica específica que se deseja credenciar. No caso das universidades (públicas ou privadas), esta divisão em subunidades administrativas é obrigatória 1. As subunidades administrativas deverão ser representadas por cada um dos diferentes departamentos de pesquisa, laboratórios e outras subunidades em que se divide a universidade. No caso dos demais fornecedores, a divisão em subunidades administrativas é opcional. Embora opcional, esta divisão é recomendável nos casos em que a instituição fornecedora esteja subdividida em estruturas (departamentos; áreas; laboratórios e outros) cujas atividades, competências técnicas e áreas do conhecimento a ela relacionadas difiram significativamente entre si. NOTA: caso um fornecedor deseje credenciar mais de uma solução tecnológica, ele deverá submeter ao BNDES um FORMULÁRIO para cada solução a ser credenciada. 3. Disponibilizar o Currículo Lattes de cada um dos membros do corpo técnico especializado. Considera-se técnico especializado o trabalhador próprio ou terceirizado que esteja diretamente envolvido no serviço de aplicação e adaptação (customização) da tecnologia às necessidades específicas do cliente final. Caso a solução tecnológica envolva a comercialização de software 1 A obrigatoriedade vale tanto para as subunidades que possuem CNPJ próprio, quanto para aquelas que não possuem CNPJ. 2

6 não embarcado, o técnico especializado será aquele responsável pelo serviço de adaptação do código fonte. Os currículos fornecidos deverão detalhar não apenas a formação acadêmica, mas também a experiência profissional (se houver) de cada um dos técnicos responsáveis pelo serviço de aplicação da tecnologia e customização da solução. 4. Para cada solução tecnológica a ser credenciada, deverá ser designado de um a dois membros do corpo técnico especializado para ser o Coordenador Técnico do processo de fornecimento desta solução a terceiros. Além de possuir as competências técnicas necessárias ao fornecimento da solução tecnológica em questão, o Coordenador Técnico deverá atender a um dos seguintes requisitos: (i) (ii) (iii) Ser associado ou sócio da instituição fornecedora (não aplicável às instituições integrantes da administração pública); ou Ser empregado com vínculo trabalhista (de acordo com as regras da Consolidação das Leis do Trabalho CLT), a ser comprovado mediante apresentação de cópia da Carteira de Trabalho e Previdência Social deste empregado; ou Ser funcionário de instituição pública não regida pela CLT, devendo apresentar declaração emitida por esta instituição que ateste a existência do vínculo de trabalho. 5. Caso a solução tecnológica que se deseja credenciar envolva a comercialização de um software não embarcado, este software deverá estar devidamente registrado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) ou, ao menos, já ter tido seu pedido de registro protocolado no INPI. O registro (ou protocolo) deve estar em nome do mesmo CNPJ que está sendo credenciado como fornecedor da solução tecnológica ou, então, em nome dos pesquisadores pertencentes à subunidade administrativa (quando houver). Ou seja, o responsável pelo fornecimento da solução tecnológica deverá ser detentor do direito de uso do programa de computador. 6. Como critério de nacionalização da solução tecnológica, a instituição fornecedora deverá comprovar que, no mínimo 50% do corpo técnico especializado e envolvido na aplicação/customização da solução é de residentes no país. Pelo menos um Coordenador Técnico deverá estar, necessariamente, incluído nestes 50%. A comprovação de residência darse-á mediante apresentação de: (i) contas de água, luz ou telefone fixo ou móvel, expedidas no prazo máximo de noventa dias; ou (ii) correspondência ou 3

7 documento expedido por órgãos oficiais das esferas Municipal, Estadual ou Federal, com data de emissão de no máximo noventa dias; ou (iii) correspondência de Instituição Bancária Pública ou Privada, ou ainda de administradora de todos os cartões de crédito, faturas de planos de saúde, de serviços de televisão a cabo, de luz elétrica, de gás canalizado ou, ainda, boletos de condomínio cuja identificação (nome e endereço do titular) esteja impressa na própria fatura ou correspondência. A data de expedição do comprovante de residência deverá ser de, no máximo, noventa dias antes da data de envio do pedido de credenciamento ao BNDES. Este critério não é aplicável aos fornecedores integrantes da administração pública. 7. Para que uma solução tecnológica tenha seu pedido de credenciamento aceito pelo BNDES, o fornecedor deverá demonstrar capacidade de fornecimento da solução. Este critério, que visa verificar a capacidade de sucesso no fornecimento de dada solução tecnológica a terceiros, será aferido através da análise de quatro dimensões, a saber: i. Capacidade do Fornecedor: neste quesito, é desejável que o fornecedor demonstre experiência no ramo, bem como uma infraestrutura operacional adequada para que a equipe possa implementar toda a customização necessária para a comercialização da solução tecnológica. ii. Competência do Corpo Técnico: neste quesito serão avaliadas a formação acadêmica, bem como a experiência profissional de cada um dos membros do corpo técnico especializado no mercado de desenvolvimento e/ou comercialização de soluções tecnológicas. iii. Complexidade Técnica da Solução Tecnológica: neste quesito será avaliada a complexidade técnica da tecnologia a ser aplicada, bem como as dificuldades referentes ao fornecimento da solução. iv. Prontidão Tecnológica e Comercial da Solução: o objetivo deste quesito consiste em analisar o estágio de maturidade tecnológica e comercial em que está a solução tecnológica que se deseja credenciar. ATENÇÃO: Não há necessidade de que nos documentos enviados ao BNDES conste a assinatura de próprio punho por parte do solicitante do credenciamento. No momento de submeter o pedido de credenciamento, o BNDES exigirá assinatura 4

8 eletrônica do solicitante, que deverá confirmar a veracidade das informações prestadas ao BNDES antes de confirmar o envio da documentação. Durante a análise do pleito de credenciamento, a equipe de análise poderá solicitar outras informações, caso julgue necessário. Ao credenciar a solução tecnológica, o BNDES verifica tão somente o cumprimento dos critérios estabelecidos no presente documento. Sendo assim, o seu credenciamento não gera ao BNDES qualquer responsabilidade por problemas relacionados à qualidade e/ou ao desempenho técnico operacional da solução em questão. Caso uma solução tecnológica credenciada passe mais de 2 (dois) anos sem ser comercializada através do financiamento do BNDES Soluções Tecnológicas, o fornecedor deverá informar ao BNDES se deseja ou não manter a sua solução no cadastro. O não cumprimento deste procedimento poderá implicar no descredenciamento da solução tecnológica e o conseqüente impedimento à realização de novas operações de comercialização desta solução. 5

9 EQUIPE RESPONSÁVEL Classificação: Documento público A análise do pedido de credenciamento será realizada pela equipe da Área de Operações Indiretas (AOI/DESCO) do BNDES. Em caso de restarem dúvidas acerca dos critérios de credenciamento, ou se a sua instituição tiver quaisquer comentários ou sugestões a respeito desse material, favor entrar em contato diretamente com a equipe responsável através do seguinte endereço eletrônico: Atenciosamente, Edson Luiz Moret de Carvalho Chefe de Departamento Luciana Moore Surliuga Analista Raphael Filipe Silva de Azeredo Analista 6

10 ANEXO 1 CONCEITO DE SOLUÇÃO TECNOLÓGICA Entende-se por solução tecnológica o serviço de aplicação de uma tecnologia orientada a satisfazer as necessidades de criação/modificação/melhoria de produto ou processo das empresas e demais instituições, e que atenda aos seguintes requisitos: 1. A tecnologia a ser fornecida deve estar disponível para aplicação imediata, ou seja, pronta para ser aplicada no mercado e gerar a solução tecnológica a que se propõe. Para que a tecnologia seja considerada disponível para aplicação imediata, as etapas de pesquisa, bem como algumas etapas de seu desenvolvimento devem, necessariamente, já ter sido cumpridas. São elas: (i) Pesquisa básica: esta etapa envolve o desenvolvimento de conceitos e princípios e a construção do arcabouço teórico necessário ao desenvolvimento da tecnologia. Nesta etapa são gerados conhecimentos acerca de determinados fenômenos, sem que se considere uma aplicação particular. (ii) Pesquisa aplicada: embora nesta etapa a tecnologia ainda não necessite possuir uma aplicação ou uso específico, a pesquisa é dirigida a um objetivo ou propósito prático. Nesta etapa ocorre a chamada prova de conceito, ou seja, são realizadas as demonstrações práticas dos conceitos e princípios que foram desenvolvidos na etapa de pesquisa básica, comprovando que aqueles conceitos de fato funcionam. As demonstrações dos princípios são realizadas em ambientes que replicam apenas parte das condições reais de aplicação da solução tecnológica. Note-se também, que os módulos ou sistemas que fazem parte da solução tecnológica já tiveram suas funcionalidades comprovadas, ainda que não tenham sido plenamente integrados. As demonstrações dos princípios são realizadas em escala laboratorial (até 1/10 da escala real de aplicação). (iii) Desenvolvimento experimental: nesta etapa, são atestadas a viabilidade e funcionalidade da tecnologia e os trabalhos realizados têm como objetivo criar novos (ou implementar melhorias em) produtos, processos, serviços, materiais e sistemas. No caso da criação ou melhoria em produtos, a funcionalidade da tecnologia é atestada através da construção de protótipos de desenvolvimento experimental. Nesta etapa, embora a tecnologia ainda possa ser aplicada em escala laboratorial, os ambientes devem replicar condições mais próximas às condições reais de operação da tecnologia do que aquelas verificadas na etapa de pesquisa aplicada. Além disto, os módulos ou sistemas que fazem parte da solução tecnológica devem ter tido suas funcionalidades comprovadas, bem como, terem sido integrados. É importante ressaltar que, nesta etapa, a tecnologia já necessita possuir ao menos uma aplicação ou uso específico. Sendo assim, nada impede que, futuramente, sejam vislumbradas 7

11 aplicações distintas daquela inicialmente imaginada pelo desenvolvedor da tecnologia. Uma vez cumpridas as três fases acima descritas, considera-se, então, que a tecnologia se encontra disponível para aplicação imediata. 2. Envolver algum nível de adequação (customização) às características do produto ou processo do comprador da solução tecnológica. Em outras palavras, a aplicação de uma mesma tecnologia para clientes finais diferentes gerará uma solução tecnológica adaptada às necessidades específicas de cada cliente. Caso a solução tecnológica envolva a comercialização de software não embarcado, será considerada customização a adaptação do código fonte. Serviços que envolvam apenas parametrização de softwares não serão considerados solução tecnológica. 3. Que a instituição compradora seja capaz de operar a tecnologia que lhe foi fornecida. Isto significa especificamente que, uma vez fornecida a solução tecnológica, a instituição compradora deverá possuir autonomia sobre a fabricação do seu produto ou sobre a operacionalização de seu processo de produção. ATENÇÃO: não serão credenciadas soluções tecnológicas em softwares de gestão que tenham como objetivo criar ou implantar melhorias nas seguintes áreas: Financeira; Comercial; Administrativa; Recursos Humanos; Marketing e Jurídica. Esta lista está sujeita a atualizações sempre que o BNDES julgar necessário. 8

12 ANEXO 2 DETALHAMENTO DOS SERVIÇOS PRESTADOS No Formulário de Credenciamento da Solução Tecnológica, deverão ser fornecidas ao BNDES informações detalhadas acerca dos itens (atividades e serviços) que serão necessários ao fornecimento da solução tecnológica. Por exemplo, o serviço de customização da tecnologia prestado por mão de obra especializada; a realização de testes e ensaios; serviço de treinamento a ser concedido para o usuário final da tecnologia; dentre outros itens. A DESCRIÇÃO detalhada destes serviços e atividades é obrigatória. Serão solicitadas apenas as informações referentes aos serviços e atividades que podem ser financiados no âmbito do BNDES Soluções Tecnológicas. Serviços ou atividades que não estejam especificados no Formulário, não serão considerados financiáveis. Devem ser informadas, ainda, as estimativas dos valores que serão cobrados do comprador da solução tecnológica por cada uma das atividades ou serviços que serão prestados. Note-se que o BNDES não está solicitando informações sobre os custos do fornecedor, mas sim sobre os preços finais que este fornecedor irá cobrar de seu cliente final. Os seguintes itens relacionados ao fornecimento da solução tecnológica serão considerados financiáveis: A) Serviço Prestado por Mão de Obra Especializada Serviço prestado por mão de obra especializada (própria ou terceirizada), referente à aplicação e adaptação/customização da tecnologia às necessidades específicas do cliente final. Para soluções envolvendo a comercialização de software não embarcado, considera-se customização a adaptação do código fonte. B) Serviços Tecnológicos Os serviços tecnológicos, também conhecidos como serviços de Tecnologia Industrial Básica (TIB) são aqueles que, uma vez fornecidos, não geram modificação no produto ou no processo da empresa contratante do serviço. Subdividem-se em: - Testes e ensaios; - Certificações; - Serviços de prototipagem; 9

13 - Serviços tecnológicos relacionados a software, como por exemplo: serviços de instalação, integração, certificação ou parametrização de programas de computador. C) Licenciamento da tecnologia Pagamento de royalties referentes ao licenciamento da tecnologia que será aplicada para gerar a solução tecnológica. O pagamento será realizado pelo comprador da solução tecnológica (licenciado), ao fornecedor (licenciante). NOTA: o BNDES financiará apenas o valor fixo a ser pago a título de royalties. Tal valor é estabelecido previamente em termos absolutos não dependendo das vendas ou lucro realizados. Valores variáveis de royalties (cobrados em função das vendas ou do lucro obtido pelo licenciado, por exemplo) ou taxas de renovação do licenciamento negociadas periodicamente entre as partes não serão financiados pelo BNDES. D) Desenho industrial Serviços com foco na elaboração/modificação do caráter ornamental ou dos padrões gráficos relacionados à solução tecnológica. E) Modificações de layout para melhoria do processo organizacional Serviços de modificação da posição relativa dos departamentos, seções; equipamentos ou quaisquer outros itens que integrem os processos de uma organização. F) Treinamento e capacitação Serviços de treinamento/capacitação para o usuário final da tecnologia. G) Materiais e insumos Este item se refere aos materiais e insumos necessários à implementação da solução. Não serão financiados valores relacionados ao fornecimento de máquinas, equipamentos, peças e componentes 2. 2 Caso a solução tecnológica envolva o fornecimento de máquina ou equipamento, estes poderão ser comercializados através do BNDES Finame, produto do BNDES que financia a aquisição de máquinas e equipamentos. Para maiores informações, favor consultar o site institucional do BNDES: 10

14 H) Outros itens - Gastos com viagens realizadas pelo fornecedor para comparecer à instituição compradora da solução tecnológica; - Pagamento de taxas administrativas necessárias à viabilização da comercialização de soluções tecnológicas, aos órgãos vinculados à ICT (NIT ou Fundação de Apoio); - Assessoria jurídica para celebração de contrato de fornecimento de tecnologia; - Serviços prestados pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) ou, relativos a contratos de licença e/ou transferência de tecnologia; e - Locação/utilização de espaços provisórios (e.g., instalações e laboratórios). Atenção: Toda solução tecnológica deverá envolver, obrigatoriamente, o serviço prestado por mão de obra especializada (item A). Portanto, os itens B ao H, acima elencados, não poderão ser financiados isoladamente, mas apenas quando vierem acompanhados do item A. Sobre o item A: No caso de soluções tecnológicas envolvendo softwares não embarcados, o valor deste item não deve ser inferior a 70% (setenta por cento) do valor total dos itens financiáveis. Para demais soluções, o valor informado não deve ser inferior a 40% (quarenta por cento). O serviço prestado por Mão de Obra Especializada Terceirizada (item A.2) não poderá exceder 30% do total do item A. O total dos Outros itens deve corresponder a, no máximo, 10% do valor total financiado pelo BNDES, limitado ao valor de R$ ,00 (cento e cinquenta mil reais). Já o subitem Pagamento de taxas aos órgãos vinculados à ICT deve ser de, no máximo, 5% do valor total financiado pelo BNDES, limitado ao valor de R$ ,00 (setenta e cinco mil reais). 11

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