Guia de Boas Práticas de Contratação de Soluções de TI JF

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1 Guia de Boas Práticas de Contratação de Soluções de TI JF

2 CJF Conselho da Ministro ARI PARGENDLER Presidente Ministro FELIX FISCHER Vice Presidente Ministro JOÃO OTÁVIO DE NORONHA Corregedor Geral da, Presidente da Turma Nacional de Uniformização dos Juizados Especiais Federais e Diretor do Centro de Estudos Judiciários Ministro TEORI ALBINO ZAVASCKI Ministro CASTRO MEIRA Desembargador Federal OLINDO HERCULANO DE MENEZES Desembargadora Federal MARIA HELENA CISNE Desembargador Federal ROBERTO HADDAD Desembargadora Federal MARGA BARTH TESSLER Desembargador Federal PAULO ROBERTO DE OLIVEIRA LIMA Membros efetivos Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA Ministro MASSAMI UYEDA Ministro HUMBERTO MARTINS Desembargador Federal JOSÉ AMILCAR DE QUEIROZ MACHADO Desembargador Federal RALDÊNIO BONIFÁCIO COSTA Desembargador Federal ANDRÉ NABARRETE NETO Desembargador Federal LUIZ CARLOS DE CASTRO LUGON Desembargador Federal ROGÉRIO DE MENESES FIALHO MOREIRA Membros suplentes Eva Maria Ferreira Barros Secretária Geral

3 Guia de Boas Práticas de Contratação de Soluções de TI JF V.0 Josie de Menezes Barros Cláudio Machado Pinto Ângela Merce Teixeira Neves Bóris Gerson Machado Marcelo Barreto de Arruda Walter Rodrigues Ferreira Brasília 0

4 Sumário APRESENTAÇÃO.6 PLANEJAMENTO INSTITUCIONAL..7 PLANEJAMENTO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO..0. Introdução..0. Funções do Planejamento de TI..0. A TI no Planejamento Institucional 4 MODELO DE CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÕES DE TI. 5 ATORES DO MCTI6 6 PLANEJAMENTO DA CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÕES DE TI.7 6. Descritivo do Processo.8 6. Descrição das Atividades. 6. PCTI P: Iniciação4 6.4 PCTI P: Análise de Viabilidade da Contratação PCTI P: Plano de Sustentação PCTI P4: Estratégia da Contratação PCTI P5: Análise de Riscos PCTI P6: Consolidar Informações77 7 SELEÇÃO DO FORNECEDOR DE SOLUÇÕES TI79 7. SFTI P: Realizar Licitação..8 8 GERENCIAMENTO DO CONTRATO DE SOLUÇÃO DE TI GCTI P: Iniciação9 8. GCTI P: Encaminhar Ordem de Serviço ou de Fornecimento GCTI P: Monitoramento da Execução GCTI P4: Transição Contratual GCTI P5: Encerramento do Contrato.6 9 ARTEFATOS..8 0 REFERÊNCIAS47 ANEXO I ARTEFATO: DOCUMENTO DE OFICIALIZAÇÃO DA DEMANDA.49 ANEXO II ARTEFATO: ANÁLISE DE VIABILIDADE DA CONTRATAÇÃO..5 ANEXO III ARTEFATO: PLANO DE SUSTENTAÇÃO..56 ANEXO IV ARTEFATO: ESTRATÉGIA DA CONTRATAÇÃO59

5 ANEXO V ARTEFATO: ANÁLISE DE RISCOS6 ANEXO VI ARTEFATO: TERMO DE REFERÊNCIA OU PROJETO BÁSICO66 ANEXO VII ARTEFATO: PLANO DE INSERÇÃO..77 ANEXO VIII ARTEFATO: TERMO DE CIÊNCIA8 ANEXO IX TERMO DE COMPROMISSO..8 ANEXO X ARTEFATO: ORDEM DE SERVIÇO OU DE FORN. DE BENS86 ANEXO XI ARTEFATO: TERMO DE RECEBIMENTO PROVISÓRIO.88 ANEXO XII ARTEFATO: TERMO DE RECEBIMENTO DEFINITIVO..89 ANEXO XIII ARTEFATO: SOLICITAÇÃO DE APLICAÇÃO DE PENALIDADE.90 ANEXO XIV ARTEFATO: RELATÓRIO DE EXECUÇÃO CONTRATUAL..9 ANEXO XV RESOLUÇÃO CJF.94 ANEXO XVI IN SLTI/PM n. 04/00..96

6 APRESENTAÇÃO O objetivo deste Guia de Boas Práticas é ser um instrumento de trabalho voltado ao Planejamento das Contratações de Soluções de Tecnologia da Informação MCTI JF. Trata se de implantar um novo modelo de contratação, elaborado de forma técnica, com artefatos, fases e atores bem definidos, apto a possibilitar o alcance dos resultados esperados pelos gestores e pela sociedade. É certo afirmar que as despesas com as contratações de informática não são mais, apenas, problemas da área de TI. Os gestores públicos, dirigentes máximos dos órgãos são, cada vez mais, chamados a pensar e a realizar efetivamente a Governança da Tecnologia da Informação. Da mesma forma, o dono do negócio (área demandante) e a área administrativa devem se unir ao setor de informática para, juntos, buscarem melhores soluções. As contratações de soluções de TI, consolidadas neste GUIA DE BOAS PRÁTICAS, amparam se em um forte tripé composto pelo Planejamento Estratégico, Planejamento Operacional e Trabalho em Equipe. O presente Guia se traduz em uma adaptação do trabalho realizado pelo Ministério do Planejamento às necessidades e especificidades da. Implantado desde 008 no âmbito do Poder Executivo Federal, o modelo que se propõe aproveita a vasta experiência de órgãos mais maduros na matéria de governança de Tecnologia da Informação e possibilita o alcance dos resultados desejados pelos gestores da Justiça Federal de forma mais segura e célere. Adotar a Instrução Normativa n. 04/00 SLTI/MP e o Guia de Boas Práticas significa perseguir os princípios da eficiência, efetividade e economicidade e demonstra o propósito de assegurar a integração, a padronização e o aprimoramento dos procedimentos de contratação de solução de TI realizados no âmbito da.

7 PLANEJAMENTO INSTITUCIONAL DUÇÃO Planejar é uma das funções essenciais da Administração Pública. Mais do que uma boa prática, o Planejamento é um dever jurídico atribuído ao Poder Público pelo caput do art. 7 da Constituição Federal, o qual, com redação dada pela EC n. 9/998, consagra o princípio da eficiência: Art. 7. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, (). Fábio Konder Comparato muito bem observa que a legitimidade do Estado passou a ser a capacidade de realizar certos objetivos predeterminados (Apud ARAGÃO, 006). Desse modo, a Administração moderna é obrigada a assegurar com rapidez, transparência e economicidade as atividades que lhes são afetas, melhor realizando o interesse público ao obter a maior realização prática possível das finalidades do ordenamento jurídico, com os menores ônus possíveis tanto para os cofres públicos quanto para os direitos fundamentais do cidadão (IDEM). Quem não planeja também incorre em inobservância ao disposto nos arts. 6º, I, 7º e 0, 7º do Decreto-Lei n. 00 de 5 de fevereiro de 967 DL 00/67, e ofende, portanto, o princípio da legalidade: Art. 6º. As atividades da Administração Federal obedecerão aos seguintes princípios fundamentais : I - Planejamento. (). Neste contexto, o planejamento dos órgãos públicos deve ser elaborado com o objetivo de promover o interesse público, utilizando os recursos para beneficiar a sociedade de forma transparente, sustentável e efetiva. Os instrumentos para a realização de tais propósitos têm seu esboço já pontuado no mencionado art. 7 do Decreto-Lei n. 00/967, verbis: A ação governamental obedecerá a planejamento que vise a promover o desenvolvimento econômico-social do País e a segurança nacional, norteando-se segundo planos e programas elaborados, na forma do Título III, e compreenderá a elaboração e atualização dos seguintes instrumentos básicos: a) plano geral de governo; b) programas gerais, setoriais e regionais, de duração plurianual; c) orçamento-programa anual; d) programação financeira de desembolso. Outrossim, a Constituição Federal ao disciplinar as finanças públicas e orçamento traz como instrumentos de planejamento dos órgãos da Administração Pública, quais sejam: o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias, e os orçamentos anuais (art. 65). Dentre eles, o principal instrumento é o Plano Plurianual PPA. O Plano Plurianual é regulamentado pelo 7

8 Decreto n..89, d e 9 de outubro de 998, o qual estabelece que o projeto de lei do PPA deve conter as diretrizes, objetivos e metas da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. Ele determina as medidas, gastos e objetivos a serem seguidos pela APF ao longo de um período de quatro anos. Ou seja, o planejamento de cada ano (orçamento anual) não pode contrariar as determinações do PPA. Com isto, torna-se obrigatório para toda Administração o planejamento de suas ações, alinhadas ao seu orçamento. É um desafio possível unir as determinações do PPA ao planejamento estratégico institucional - PEI. No âmbito da, o PEI foi aprovado pela Resolução n. 096, de 0 de dezembro de 009, consistindo tal documento na consolidação dos planejamentos estratégicos do Conselho e da de primeiro e segundo graus. Conforme ensina Rezende (REZENDE 00): O planejamento estratégico é um processo de determinação dos principais objetivos de uma organização (ou de uma unidade da organização), das políticas e estratégias que a governarão, do uso e disponibilização dos recursos para a realização desses objetivos, sendo composto por premissas, planejamento propriamente dito, implementação e revisão. O desdobramento do Planejamento Estratégico da contempla o Planejamento Estratégico da Tecnologia da Informação PET, aprovado pela Resolução n. 0, de de abril de 00, e o Plano Diretor da Tecnologia da Informação - PDTI, ora em fase de elaboração, que orientam as estratégias de TI e suas ações visando a otimizar os resultados por meio do uso eficaz dos recursos, e desta forma contribuir efetivamente para a execução do Planejamento Estratégico da na direção do pleno cumprimento da Missão da, qual seja, Garantir à sociedade uma prestação jurisdicional, acessível, rápida e efetiva e o alcance da Visão que almeja Consolidar-se, perante a sociedade, como modelo de efetividade, transparência e segurança jurídica. O Planejamento Estratégico e o Plano Diretor da Tecnologia da Informação são instrumentos de macroplanejamento. O PETI ganha relevo em todas as instituições modernas pois o desenvolvimento de sistemas informacionais evoluiu a tal ponto desde a década de 960 que substituiu a centralidade nos dados estritamente operacionais pela preocupação no desenvolvimento de sistemas que agreguem informações estrategicamente relevantes para a tomada de decisão (Cf. FAYET 004). Desse modo, se os sistemas evoluíram para acompanhar as crescentes necessidades da área fim da instituição, também o processo de contratação destas soluções de TI carece de uma fase consistente de amadurecimento e deve obrigatoriamente estar alinhadas ao PETI e ao PDTI, com metodologia própria, atores, artefatos e processo de trabalho definidos e normatizados. O Conselho da, observando as orientações contidas na Instrução Normativa SLTI/MP n 04, de 9 de maio de 008, do Ministério do Planejamento, que dispõe sobre o processo de contratação de soluções de tecnologia da informação pela Administração Pública, elaborou o presente documento tendo como finalidade orientar o processo de aquisições, de forma sistemática, padronizada da, procurando obter maior eficiência nas contratações, retorno sobre os investimentos. 8

9 PLANEJAMENTO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. INTRODUÇÃO Como vimos no capítulo anterior, para garantir a completude do Planejamento Estratégico Institucional é necessária a construção do Planejamento de TI do Órgão. Segundo Rezende (REZENDE 00), o planejamento estratégico das organizações privadas e públicas deve ser complementado pelo planejamento de sistemas de informação, conhecimentos e informática. O Planejamento de TI pode ser entendido como um processo gerencial administrativo, de identificação e organização de pessoal, aplicações e ferramentas baseadas em tecnologia da informação (recursos de TI), necessários para apoiar a instituição na execução de seu plano de negócios e no cumprimento de seus objetivos institucionais. Para isso, a área de TI deve possuir estratégias que promovam ações estruturantes para suportar as metas e objetivos definidos no Planejamento Estratégico do Órgão. É necessária, portanto, a elaboração de um documento estratégico relacionado a TI, de forma a estabelecer diretrizes e metas que orientem a construção do Planejamento de TI do Órgão. A Resolução n. 88 de de dezembro de 009, organizou o planejamento, a coordenação, a organização, a operação, o controle e a supervisão dos recursos de informação e informática dos órgãos e entidades da sob a forma do Sistema de Tecnologia da Informação da SIJUS. Segundo a mesma Resolução, compete ao SIJUS garantir a governança da Tecnologia da Informação TI no âmbito do Conselho e da de primeiro e segundo graus, sob os aspectos da legalidade, legitimidade, eficiência, eficácia, economicidade, celeridade, uniformidade, compatibilidade e interoperabilidade, bem como outros aspectos correlatos com a gestão de TI.. Para isso, é necessária a elaboração de um documento balizador das diretrizes estratégicas e metas de aprimoramento institucional dos órgãos que compõem o SIJUS, visando orientar o aprimoramento da governança de Tecnologia da Informação destes. A este documento denominamos de Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI. Logo, cabe ao CJF, como Órgão Central do SIJUS, conduzir o processo de elaboração do PETI, construído em conjunto com os demais Órgãos integrantes do sistema.. FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO DE TI O planejamento de TI serve para declarar os objetivos e iniciativas estratégicas da área de TI, alinhando as soluções de tecnologia da informação com as metas da organização. Constitui-se, ainda, em importante complemento ao planejamento estratégico institucional, compreendendo diretrizes e ações transversais, isto é, que suportam objetivos de negócio de todas as áreas da instituição, bem como objetivos estruturais e regimentais dos Órgãos da. No planejamento de TI, deve-se identificar as oportunidades de soluções de TI para aprimorar os negócios da organização, definir planos de ação de curto, médio e longo prazo e identificar as arquiteturas de dados e de infraestrutura que melhor atendam às suas 9

10 necessidades, determinando com qualidade o que e quanto se precisa adquirir e fazer, e para quê. Estes itens permitirão à Administração obter propostas mais vantajosas, eliminando desperdícios, evitando fraudes e reduzindo gastos para a.. PLANO DIRETOR DE TI O Planejamento de TI deve ser materializado em um documento escrito, publicado e divulgado no âmbito da organização, abrangendo ambientes interno e externo, relativamente à área de TI. Este documento deve ser elaborado com participação das diversas subunidades da área de TI. Nele devem estar definidos indicadores de desempenho, em conformidade com os objetivos estratégicos da área de TI, abrangendo orçamento e estratégias de aquisição e de terceirização, relativamente à TI. Ele define, com base nos objetivos da organização, ou seja, com base no seu plano estratégico, que recursos serão necessários contratar (plano de investimentos). O documento deve ser acompanhado e avaliado periodicamente. A IN 04/00 em seu art., inciso XXII e a Resolução n. 88/009, art. º, inciso II definem o Plano Diretor de Tecnologia da Informação PDTI, como Instrumento de Planejamento de TI a ser utilizado no âmbito da APF e da. Ainda segundo a IN 04/00, um PDTI é um instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão dos recursos e processos de Tecnologia da Informação que visa atender às necessidades tecnológicas e de informação de um órgão ou entidade para um determinado período. É conveniente que do planejamento estratégico da organização retirem-se as informações necessárias ao planejamento de TI, pois estes são altamente interdependentes (IN 04/00, art. 4º). Com isto, e tendo como referência um PETI, elabora-se o PDTI considerando-se as estratégias de negócios que serão suportadas no período definido no Planejamento Estratégico Institucional e descrevendo a forma como a TI suportará tais estratégias em um nível macro. Assim sendo, é necessária a identificação das necessidades de informação do Órgão e da forma como estas informações se relacionam com as estratégias definidas no Planejamento Estratégico do Órgão. É necessário também que o PDTI contenha todo o planejamento de investimentos, de contratação de bens e serviços, bem como de quantitativo e capacitação de pessoal relacionado a TI. Por isso, é importante que na elaboração do PDTI tenhamos a participação das diversas áreas do Órgão. Assim, a existência de um Comitê Estratégico de TI, formado por representantes destas diversas áreas, e com poder para decidir sobre os investimentos relacionados à Tecnologia da Informação, é fundamental. Outro importante papel deste comitê é prover o alinhamento das ações de TI às necessidades de negócio do Órgão, definindo, então, as respectivas prioridades de investimento. Evidencia-se, desta forma, a forte vinculação entre o Planejamento de TI e as contratações relacionadas à Tecnologia da Informação, pois estas representam um dos principais Atos Administrativos relacionados à área de TI dos Órgãos, seja por sua função estratégica, freqüência ou complexidade. Assim sendo, todas..as contratações deverão ser precedidas de planejamento elaborado em harmonia com o PDTI, alinhado ao planejamento estratégico do órgão ou entidade. (IN 04/00, art. 4 ). Logo, o PDTI é artefato norteador do MCTI-JF. A Figura representa o contexto de elaboração do Planejamento de TI no âmbito da. 0

11 Figura - Contexto de Elaboração do Planejamento de TI

12 4 MODELO DE CONTRATAÇÃO DE SOLUÇÕES DE TI Com o objetivo de atender às disposições contidas no art. 6º, I, do Decreto-Lei n. 00 de 5 de fevereiro de 967, e à necessidade de fazer cumprir o princípio constitucional da eficiência, a Administração deve implantar processos de planejamento de seus atos administrativos. Para isso, são utilizados os instrumentos de Planejamento vistos nos capítulos anteriores. Um dos principais, mais complexos e mais frequentemente utilizados atos administrativos é a contratação. Contratar é o ato de celebrar contrato, acordo de vontades que tem por fim criar, modificar ou extinguir um direito, sob determinadas condições. O contrato é, portanto, o documento em que se registra esse acordo ou convenção. O ato da Administração Pública de contratar bens e serviços com a iniciativa privada está elencado no Decreto Lei n. 00/67. Tal Decreto, em seu art. 0, 7º, afirma que: para melhor desincumbir-se das tarefas de planejamento, coordenação, supervisão e controle e com o objetivo de impedir o crescimento desmesurado da máquina administrativa, a Administração procurará desobrigar-se da realização material de tarefas executivas, recorrendo, sempre que possível, à execução indireta, mediante contrato, desde que exista, na área, iniciativa privada suficientemente desenvolvida e capacitada a desempenhar os encargos de execução. Assim sendo, contratar é necessário e planejar este complexo e importante ato administrativo é imperativo para atender ao interesse público, minimizando assim a possibilidade de desperdício de recursos públicos, utilizando-os de forma mais efetiva. Para as contratações relacionadas à Tecnologia da Informação foi desenvolvido o Modelo de Contratação de Soluções de Tecnologia da Informação MCTI, baseado nas fases e processos descritos na IN 04/00. A IN 04/00, em seu art. 8º, estabelece que as contratações de Soluções de Tecnologia da Informação deverão seguir três fases. São elas: PCTI Planejamento da Contratação de Soluções de TI; SFTI Seleção do Fornecedor de Soluções de TI; e GCTI Gerenciamento do Contrato de Solução TI. Para cada fase, foram desenhados processos e atividades, e elaborados artefatos, que serão descritos mais adiante. O MCTI possui processos e 67 atividades. Além disso, o Modelo produz artefatos e prevê a participação de 4 atores. Os processos, atividades, artefatos e atores do Modelo encontram-se distribuídos nas suas três fases, conforme especificado na Tabela. A Figura representa o Modelo de Contratação de Soluções de TI. Fases Processos Atividades Artefatos Atores PCTI SFTI 7 4 GCTI Tabela : Distribuição dos Processos, Atividades, Artefatos e Atores do MCTI

13 Figura : Modelo de Contratação de Soluções de TI Para descrever o MCTI, foi utilizado um modelo simples, didático e de fácil interpretação por parte do leitor: a BPMN (acrônimo do inglês Business Process Modeling Notation ), em português Notação para Modelagem de Processos de Negócio ). A figura apresenta uma breve descrição dos componentes básicos da BPMN utilizados nos diagramas deste Guia. Figura : Breve descrição dos elementos básicos da notação BPMN Com o intuito de padronizar a identificação dos procedimentos (processos e atividades), foram utilizadas siglas no seguinte formato: a inicial de cada uma das fases (PCTI, SFTI e GCTI conforme descritas anteriormente) seguidas pela letra P e por um indicador numérico. A seguir, detalhamos os atores, processos, atividades e artefatos que fazem parte de cada uma das fases do MCTI.

14 5 ATORES DO MCTI Segundo BOOCH, RUMBAUGH, e JACOBSON (005), um ator representa um conjunto coerente de papéis que os usuários do processo desempenham quando de sua execução. Tipicamente, um ator representa um papel que uma entidade desempenha durante a execução do processo. Neste contexto, um papel é visto como um conjunto de atribuições, funções e/ou responsabilidades que um ator possui. No MCTI-JF os atores são pessoas, áreas do Conselho e dos órgãos da de primeiro e segundo graus e da instituição eventualmente contratada, elencadas na IN 04/00. É importante ressaltar que devemos entender atores como papéis e não como pessoas, pois, no MCTI, uma pessoa pode desempenhar mais de um papel no Processo de Contratação. Por outro lado, pode haver casos especialmente na fase de Planejamento da Contratação em que um mesmo papel seja desempenhado por mais de uma pessoa. O MCT-JF prevê a participação de 6 atores, cujas descrições seguem-se abaixo. 5.. ÁREA REQUISITANTE DA SOLUÇÃO Definição: Unidade do órgão que demande a contratação de uma Solução de Tecnologia da Informação. Fase Participante: PCTI Atividade Participante: PCTI-P: Iniciação Artefatos: Documento de Oficialização da Demanda (DOD) Referências: IN 04/00, artigo, inciso I; artigo 9. Observação: As fases, processos ou atividades que contam com a participação do Integrante Requisitante ou do Fiscal Requisitante do Contrato pressupõem a participação da Área Requisitante da Solução. 5.. ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Definição: Unidade do órgão responsável por gerir a Tecnologia da Informação. Fase Participante: PCTI, SFTI. Atividade Participante: PCTI-P: Iniciação SFTI-P: Revisar tecnicamente; SFTI-P: Realizar Licitação. Artefatos: Documento de Oficialização da Demanda (DOD); 4

15 Termo de Referência ou Projeto Básico. Referências: IN 04/00, artigo, inciso II; artigo. Ver ator: Integrante Técnico e Fiscal Técnico do Contrato. Observação: As fases, processos ou atividades que contam com a participação do Integrante Técnico ou do Fiscal Técnico do Contrato pressupõem a participação da Área de Tecnologia da Informação; No âmbito da, por forma da Resolução 88 - CJF, de de dezembro de 009, art. 8, todas as aquisições de equipamentos, redes de comunicação de dados, softwares e demais soluções de TI e o desenvolvimento de softwares para toda a Justiça Federal deverão ser submetidas à apreciação do SIJUS, Comitê Gestor do Sistema, para emissão de parecer quanto a conformidade do projeto aos padrões, normas e diretrizes estabelecidos, em especial com o PDTI-JUS. 5.. AUTORIDADE MÁXIMA DA ÁREA ADMINISTRATIVA Definição: Autoridade competente no órgão para autorizar e aprovar os procedimentos licitatórios para a contratação de serviços e aquisição de bens, bem como para celebrar contratos e autorizar os respectivos pagamentos. Poderá ser a autoridade que, por meio de delegação formalmente estabelecida, realize tais atribuições. Fase Participante: PCTI, SFTI e GCTI. Observação: À autoridade caberá a avaliação, a qualquer tempo, do processo de contratação, sobretudo nas hipóteses em que a Equipe de Planejamento da Contratação, durante as diversas fases do PCTI, diagnosticar a inviabilidade da aquisição da solução, ou sua incompatibilidade com o Planejamento Orçamentário do órgão. A Equipe de Planejamento, neste contexto, terá o dever de informar à autoridade qualquer impossibilidade de prosseguimento do procedimento licitatório e, ao ser cientificada, deverá a autoridade realizar o respectivo arquivamento do feito, sua adequação a novas diretrizes ou mesmo determinar o reinício da fase de planejamento da contratação EQUIPE DE PLANEJAMENTO DA CONTRATAÇÃO Definição: Equipe formada por servidores das áreas envolvidas no planejamento da contratação, composta por: Integrante Técnico Integrante Administrativo Integrante Requisitante. Atividade Participante: PCTI-P: Iniciação; PCTI-P: Análise de Viabilidade da Contratação; 5

16 PCTI-P: Plano de Sustentação; PCTI-P4: Análise de Riscos; PCTI-P5: Estratégia da Contratação; PCTI-P6: Consolidar Informações; SFTI-P: Revisar Tecnicamente; SFTI-P: Realizar Licitação. Artefatos: Documento de Oficialização da Demanda (DOD); Termo de Referência ou Projeto Básico; Análise de Riscos; Estratégia da Contratação; Termo de Referência ou Projeto Básico. Referências: IN 04/00, artigo, inciso III; artigo 9,, inciso III Ver ator: Integrante Técnico e Integrante Administrativo, Integrante Requisitante, Fiscal Técnico do Contrato; Fiscal Administrativo do Contrato, Fiscal Requisitante do Contrato INTEGRANTE REQUISITANTE Definição: Servidor representante da Área Requisitante da Solução, indicado pela autoridade competente dessa área, com capacidade técnica relacionada à área do negócio em que a mesma atua. É parte integrante da Equipe de Planejamento da Contratação. Fase Participante: PCTI. Atividade Participante: PCTI-P: Análise da Viabilidade da Contratação; PCTI-P: Plano de Sustentação; PCTI-P4: Análise de Riscos; PCTI-P5: Estratégia da Contratação; PCTI-P6: Consolidar Informações. Artefatos: Documento de Oficialização da Demanda (DOD); Plano de Sustentação; Análise de Riscos; Estratégia da Contratação; Termo de Referência ou Projeto Básico. Referências: IN 04/00, artigo, inciso III; alínea c. Ver: Equipe de Planejamento da Contratação; Área Requisitante da Solução; Fiscal Requisitante do Contrato. 6

17 5.6. INTEGRANTE TÉCNICO Definição: Servidor representante da Área de Tecnologia da Informação, indicado pela autoridade competente dessa área, com conhecimento técnico relacionado a Solução. É parte integrante da Equipe de Planejamento da Contratação. Fases de que participa: PCTI, SFTI. Processos de que participa: PCTI-P: Análise de Viabilidade da Contratação; PCTI-P: Plano de Sustentação; PCTI-P4: Análise de Riscos; PCTI-P5: Estratégia da Contratação; PCTI-P6: Consolidar Informações; SFTI-P: Revisar Tecnicamente; SFTI-P: Realizar Licitação. Artefatos: Análise de Viabilidade da Contratação; Plano de Sustentação; Análise de Riscos; Estratégia da Contratação; Termo de Referência ou Projeto Básico. Referências: IN 04/00, art. º, inciso III, alínea a. Ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação; Ver ator: Área de Tecnologia da Informação; Ver ator: Fiscal Técnico do Contrato INTEGRANTE ADMINISTRATIVO Definição: Servidor representante da Área Administrativa, indicado pela autoridade competente dessa área. É parte integrante da Equipe de Planejamento da Contratação. Fase de que participa: PCTI. Processos de que participa: PCTI-P: Análise de Viabilidade da Contratação; PCTI-P: Plano de Sustentação; PCTI-P4: Análise de Riscos; PCTI-P5: Estratégia da Contratação; 7

18 PCTI-P6: Consolidar Informações. Artefatos: Análise de Viabilidade da Contratação; Plano de Sustentação; Análise de Riscos; Estratégia da Contratação; Termo de Referência ou Projeto Básico. Referências: IN 04/00, art. º, inciso III, alínea b; Ver ator: Equipe de Planejamento da Contratação; Ver ator: Área Administrativa; Ver ator: Fiscal Administrativo do Contrato COMITÊ GESTOR DE TI Definição: O Comitê Gestor de Tecnologia da Informação da, criado pela Resolução n. 88 CJF, de de dezembro de 009 tem suas atribuições descritas no art. deste normativo. Veja-se: Art. º Fica instituído o Comitê Gestor do Sistema de Tecnologia da Informação da, ao qual, a partir da orientação estabelecida pelo Conselho da, compete: I elaborar e manter o Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação da PETI-JUS, em conformidade com o planejamento estratégico da ; II elaborar e manter o Plano Diretor de Tecnologia da Informação da Justiça Federal PDTI-JUS, em conformidade com o PETI-JUS e com o planejamento estratégico da, visando ao alinhamento dos investimentos na área com os objetivos do Sistema; III estabelecer as políticas de segurança de TI, compreendendo, no mínimo, a disponibilidade, a integridade, a confiabilidade, a autenticidade e o sigilo das informações; IV estabelecer as políticas de auditoria na área; V definir padrões metodológicos para o desenvolvimento de softwares, gestão de projetos e governança de TI dentre outros; VI garantir a adoção de soluções nacionais de infraestrutura e de software; VII garantir a compatibilidade, a conectividade e a interoperabilidade dos equipamentos e softwares integrantes do Sistema; VIII promover a integração de informações entre o Sistema e instituições que atuem em áreas de interesse da ; 8

19 IX priorizar o uso e os investimentos em softwares públicos e preferencialmente de código aberto, garantindo compatibilidade, conectividade e interoperabilidade com os softwares existentes; X manter um repositório nacional de soluções de TI, visando ao compartilhamento e à reutilização; XI promover a economicidade, uniformidade, compatibilidade e interoperabilidade mediante a adoção de procedimentos comuns entre os órgãos integrantes do Sistema, para aquisição e instalação de hardwares e redes de comunicação de dados, desenvolvimento e instalação de softwares e quaisquer outras ações de TI; XII estabelecer uma política de investimentos em relação aos hardwares, redes de comunicação de dados e softwares, observada a segurança da informação, uniformidade, compatibilidade e interoperabilidade em toda a ; XIII criar, fomentar, unificar e administrar a rede de comunicação de dados da em nível nacional; XIV estabelecer políticas e procedimentos para a terceirização de serviços da área, garantindo ao Sistema o pleno domínio da inteligência das regras de negócio do Conselho e da de primeiro e segundo graus; XV uniformizar, em conjunto com as demais áreas sistêmicas, os procedimentos, as rotinas e o controle informatizados das atividades da Justiça Federal, bem como os procedimentos e rotinas para o desenvolvimento e a manutenção dos sistemas informatizados no âmbito do Conselho e da Justiça Federal de primeiro e segundo graus; XVI estabelecer padrões e avaliá-los continuamente para que haja infraestrutura adequada e uniforme nas instalações de TI; XVII emitir parecer técnico na área quando demandado por autoridade competente; XVIII estabelecer diretrizes para a organização e evolução da TI no âmbito do Sistema; XIX demandar ações de capacitação dos servidores para desenvolver as competências necessárias para a operacionalização e gestão dos serviços de TI; XX definir a estrutura mínima necessária de infraestrutura e de pessoal com base em indicadores referentes no mínimo ao porte do órgão, às demandas e ao grau de informatização. Como oportunamente mencionamos, o art. 8 desta Resolução estabelece que todas as aquisições de equipamentos, redes de comunicação de dados, softwares e demais soluções de TI e o desenvolvimento de softwares para toda a deverão ser submetidas à apreciação do SIJUS, Comitê Gestor do Sistema, para emissão de parecer quanto a conformidade do projeto aos padrões, normas e diretrizes estabelecidos, em especial com o PDTI-JUS. Fase Participante: PCTI Atividade Participante: PCTI-P: Iniciação 9

20 Artefatos: Documento de Oficialização da Demanda (DOD) Observação: Área responsável por analisar a compatibilidade do projeto ao PETI e ao PDTI ÁREA ADMINISTRATIVA Definição: Órgão, área ou setor de uma Entidade da Administração Pública contratante responsável pela execução dos atos administrativos elencados no MCTI. Fases de que participa: PCTI, SFTI. Processos de que participa: PCTI-P: Iniciação; SFTI-P4: Assinar Contrato; SFTI-P6: Nomear Gestor e Fiscais. Artefatos: Documento de Oficialização da Demanda; Contrato. Referências: IN 04/00, art. 9º, ; IN 04/00, art. 4, ; Ver ator: Integrante Administrativo; Ver ator: Fiscal Administrativo do Contrato. Observação: As fases, processos ou atividades que contam com a participação do Integrante Administrativo ou do Fiscal Administrativo do Contrato pressupõem a participação da Área Administrativa ÁREA DE LICITAÇÕES Definição: Órgão, área ou setor de uma Entidade da Administração Pública contratante responsável pelas atividades envolvidas no processo licitatório. Fase de que participa: SFTI. Processo de que participa: SFTI-P: Realizar Licitação. Artefatos: Termo de Referência ou Projeto Básico; Contrato. Referências: IN 04/00, art. ; IN 04/00, art.. 0

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