AVALIAÇÃO DO INDICADOR PONTUALIDADE DE ENTREGAS DE FORNECEDORES EM EMPRESA DO SEGMENTO ESPORTIVO

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1 ISSN AVALIAÇÃO DO INDICADOR PONTUALIDADE DE ENTREGAS DE FORNECEDORES EM EMPRESA DO SEGMENTO ESPORTIVO Priscila Pereira Suzart de Carvalho (Univerdade Federal da Bahia) Ricardo de Araujo Kalid (Univerdade Federal da Bahia) Anselmo Alves Bandeira (Universidade Federal da Bahia) Resumo O artigo aborda a qualidade de entrega de mercadorias no destino pelos fornecedores sob o contexto do indicador de desempenho Pontualidade de Entregas de Fornecedores (PEF). Discute-se a adoção do indicador como sendo inerente a atividade dde compras na sua contribuição operacional e a sua relevância para as tomadas de decisão. Com base na revisão bibliográfica da atividade de compras e avaliação de desempenho, focalizando o indicador PEF, e no estudo de caso, foi estimada e analisada a qualidade de entrega em duas famílias de matéria-prima em empresa do segmento esportivo. Em adição, foi feita uma comparação baseada em técnicas estáticas entre modelos para cálculo do indicador. Observou-se uma melhoria no resultado do indicador PEF de uma das famílias devido à implantação de controle dos fluxos. Palavras-chaves: Compra; Indicador de desempenho; Pontualidade de Entregas de Fornecedores; Matéria-prima

2 1. Introdução A capacidade das organizações em atender as demandas de seus clientes depende cada vez mais do preço, do prazo e da qualidade dos produtos e serviços de seus parceiros. Desta forma, cresce a necessidade de fornecedores bem qualificados e capazes de oferecer suportes às estratégias organizacionais (VIANA; ALENCAR, 2012). A qualificação de um fornecedor representa o reconhecimento do cumprimento das condições indispensáveis mínimas necessárias para o estabelecimento de relações comerciais. Ela está baseada na avaliação da sua capacidade em fornecer materiais e serviços em conformidade com as especificações técnicas requeridas, atendendo ainda aos requisitos governamentais vigentes e contratuais exigíveis (ABNT, 2000). A avaliação do nível de serviço prestado pelos fornecedores deveria ser feita por meio de indicadores de desempenho e assume um importante papel, uma vez que a competição não acontece entre empresas, mas entre cadeias de suprimentos. Assim, as contratantes tornam-se mais seletivas e passam a exigir muito mais de seus fornecedores. Segundo Bandeira (2009), medir é uma parte natural do processo de análise, controle, evolução e administração da organização. A ausência de medidas de desempenho induz a decisões imprecisas, devido ao desconhecimento de possíveis cenários e sua correlação com a estratégia organizacional. Portanto, o acompanhamento sistêmico e contínuo dos indicadores de desempenho obtidos faz-se necessário, uma vez que fornece subsídios à tomada de decisão inteligível, com menores margens de erro e maior acurácia. Este artigo tem o objetivo de apresentar um estudo de caso no segmento de materiais esportivos, no qual foram avaliados os serviços prestados pelos seus fornecedores no que se refere ao prazo de entrega. Para tanto, foi estimado e analisado o indicador de desempenho de Pontualidade de Entrega dos Fornecedores (PEF). A empresa possui uma ampla base de dados de fornecedores, mas ainda não possui uma metodologia estruturada que transforme esta base em inteligência operacional, ou seja, que auxilie na tomada de decisão. 2. Referencial teórico O planejamento logístico tem o propósito de alcançar a competência por meio da coordenação de quatro atividades-chave: nível de serviço, localização, transporte e estoque (BOWERSOX; CLOSS, 2001; BALLOU, 2005). Estas atividades ocorrerão em toda a cadeia de suprimentos e contribuem majoritariamente com o custo logístico total. Para a consecução da competência logística existem ainda as atividades de suporte: armazenagem, manuseio de materiais, compras, embalagem, cooperação com a produção e manutenção de informação. Nem todas as empresas possuem todas as atividades de suporte, mas elas podem ser tão críticas quanto às atividades-chave em algumas circunstâncias. A atividade de compras, por exemplo, ocupa uma posição importante dentro da competência logística nas indústrias de produção de material esportivo, uma vez que os suprimentos comprados representam entre 40 a 60% do valor de custo de seus produtos finais (BALLOU, 2005). Ela também impacta diretamente no nível de serviço ao cliente por ser o início do fluxo de mercadorias. 2.1 A atividade de compras Porter (1986) defende a importância estratégica da gestão de compras para o sucesso competitivo das organizações, uma vez que identifica esse elemento como parte integrante das forças críticas na criação e manutenção da competitividade da cadeia de suprimentos. 2

3 Reduções pequenas de custo alcançadas na aquisição de materiais têm grande impacto nos lucros das empresas. Por isso, de acordo BALLOU (2005) e SENAPESCHI NETO (2008), esta atividade tem seus objetivos divididos em cinco blocos: Objetivos que revelam a contribuição estratégica de compras: identificar e explorar oportunidades na cadeia como um todo de forma a contribuir com o aumento da receita, com a gestão de ativos e com a redução de custos (comprar itens e serviços ao menor custo total de aquisição e garantir todos os demais objetivos ao menor custo operacional possível); Objetivos que revelam a contribuição operacional: garantir que os fornecedores assumem a responsabilidade de abastecer com qualidade, tempo e quantidades corretas, com resposta rápida e flexibilidade de mudança de especificação, de tempo e de quantidade, negociando os custos da operação; Objetivos relacionados à integração com outras funções: atuar em comunicação com as áreas de marketing, engenharia de produto, planejamento e controle da produção e gestão da qualidade; Habilidades requeridas pelos profissionais de compras: possuir competência para atuar no processo de compra com pleno poder de decisão, fazendo aquisição baseada na visão de médio e longo prazo do mercado e da empresa, participar do planejamento das necessidades e acompanhar e dar feedback das ações de melhoria ao fornecedor; Indicadores de desempenho utilizados: reunir dados relevantes para permitir indicar a capacidade de um sistema e quais os níveis de desempenho devem ser esperados. 2.2 Indicadores de desempenho O desempenho é a relação entre o nível efetivo de realização de um objetivo e o nível considerado, teoricamente, como padrão, obedecendo algum tipo de critério (BANDEIRA, 2009). As medidas fundamentam-se no direcionamento de esforços e de recursos no processo, a fim de aprimorar o desempenho operacional o mais próximo do nível máximo de atividades que agregam valor, em um determinado período de tempo e sob condições restritivas de operação (FARIA; COSTA, 2006). Medir o desempenho é pertinente ao aperfeiçoamento da organização (BOYER; PAGELL, 2005). Considerando-se a situação específica em que for aplicado, o indicador deve atender aos seguintes requisitos (PBQP, 1991): Seletividade: os indicadores devem estar relacionados a aspectos, etapas e resultados essenciais ou críticos do produto, serviço ou processo; Simplicidade: devem ser de fácil compreensão e aplicação, principalmente para aquelas pessoas diretamente envolvidas com a coleta, processamento e avaliação dos dados, utilizando relações percentuais simples, médias, medidas de variabilidade e números absolutos; Baixo custo: devem ser gerados a custo baixo, de modo que o custo para coleta, processamento e avaliação não deve ser superior ao benefício propiciado pela medida; Acessibilidade: os dados para o cálculo do indicador devem ser de fácil acesso; Representatividade: os indicadores devem ser escolhidos ou formulados de forma que possam representar satisfatoriamente o processo ou o produto a que se referem; Estabilidade: devem perdurar ao longo do tempo, com base em procedimentos rotineiros, incorporados às atividades da empresa ou departamento; 3

4 Rastreabilidade: os dados e informações utilizados devem ser adequadamente documentados, bem como formulários e memórias de cálculo, inclusive o registro do pessoal envolvido; Abordagem experimental: é recomendável desenvolver, inicialmente, os indicadores considerados necessários e testá-los. Caso não se mostrem realmente importantes ao longo do tempo, devem ser alterados. Os indicadores de desempenho de compras podem ser divididos em duas famílias: de performance de fornecedores e de performance da atividade de compras (SENAPESCHI NETO, 2008). Na primeira família, podem ser: Pontualidade de entregas; Número de lotes rejeitados; Tempo de desenvolvimento dos fornecedores para material específico; Curva de preços praticados em determinado período versus determinados índices de mercado. Para a segunda família, podem ser: Indicadores de condições de mercado e performance de preços; Indicadores de gestão de estoque e custo do capital investido; Eficiência operacional da área de compras; Indicadores de impacto nas metas organizacionais. 2.3 Indicador de desempenho Pontualidade de Entregas de Fornecedores (PEF) O indicador PEF tem por objetivo mensurar a qualidade dos prazos de entregas. Este também é conhecido por Índice de Pontualidade do Fornecedor (IPF), Índice de Desempenho de Entrega (IDE) ou ainda Índice de Performance de Entrega (IPE). Ele pode ser calculado de diferentes formas e está diretamente relacionado ao atendimento da necessidade da empresa. Abaixo são apresentadas quatro modelos para calcular o indicador PEF: a) Calculado tomando como base as datas previstas e efetivas das entregas dos materiais (GRUPO MAHLE BRASIL, 2006). Quando ocorrer antecipação programada e acordada bem como atraso cuja responsabilidade não possa ser creditada ao fornecedor, não deverá ser ponderado como demérito. Em adição, para parceiros estrangeiros haverá consideração quanto à data de embarque. O cálculo do indicador é construído em duas etapas: na primeira é conferida uma Pontuação (Quadro 1) para cada dia referente a data de entrega do material. O dia é apresentado por: (1) Quadro 1 Pontuação conferida ao dia Dia 0 a >25 Pontuação Fonte: Adaptado de Grupo MAHLE Brasil (2006). A segunda etapa consiste no cálculo do indicador por meio da média aritmética da Pontuação. b) Determinado pela quantidade de lotes recebidos dentro do prazo, assim como na quantidade estabelecida (BRASCABOS, 2010). Os fornecedores não são demeritados caso a (2) 4

5 responsabilidade pela antecipação ou atraso seja da empresa ou de transportadoras contratadas. É obtido de acordo com: c) Realizado conforme Equação 4, que corresponde ao número total de entregas subtraído pelo número de entregas com atraso dividido pelo número total de entregas no período (ALPINO INDÚSTRIA METALÚRGICA LTDA, 2011). d) Construído em três etapas: na primeira é atribuído um Peso (Quadro 2) para cada atraso referente à data de entrega no destino. O atraso (Equação 5) é determinado utilizando duas informações, a data acordada de entrega com o fornecedor na emissão do pedido e a data de recebimento da mercadoria na fábrica (TOTVS Manufatura (Datasul), 2012). (5) Ressaltando que se classifica como atraso tanto as entregas antecipadas não acordadas quanto as que chegaram após data estipulada no acordo. Quadro 2 Pesos atribuídos aos atrasos Atraso (X) (Dias) Peso X X < -10 0,5-10 X < -5 0,7-5 X < 0 0,9 X = X < 0 0,9 10 X < 5 0,7 20 X < 10 0,5 30 X < 20 0,2 X > 30 0 Fonte: Adaptado de TOTVS Manufatura (Datasul) (2012). A segunda etapa consiste no cálculo do Índice de Movimento. Calcula-se primeiro, o Índice de Quantidade que consiste no percentual de quantidade recebida sobre quantidade mensurada (Equação 6). Se este for maior que 100, o Índice de Movimento assumirá Peso x 100 (Equação 7). Caso contrário, Peso x Índice de Quantidade (Equação 8). Salientando que o Peso foi determinado na etapa anterior. (3) (4) (6) (7) (8) 5

6 Por fim, é presumido o indicador de Pontualidade de Entrega dos Fornecedores (Equação 9) por meio da média aritmética dos Índices de Movimento e classificado de acordo ao Quadro 3 apresentado abaixo. Quadro 3 Classificação do indicador de Pontualidade de Entrega dos Fornecedores Índice de Pontualidade (Y) Classificação Y 70 Deficiente 86 Y < 70 Sofrível 93 Y < 86 Regular 96 Y < 93 Bom 100 Y < 96 Ótimo Fonte: Adaptado de TOTVS Manufatura (Datasul) (2012). Para este trabalho foram selecionados os modelos de cálculo do indicador PEF dos subitens a e d. A escolha destes foi fundamentada no fato de ambos terem como base de cálculo as datas de entrega e recebimento da mercadoria. 3. Estudo de caso O estudo foi realizado em uma empresa de grande porte e que possui fábricas localizadas no Brasil e no Paraguai. É uma empresa nacional que atua no segmento de fabricação de artigos esportivos, caracterizada por um contínuo processo de evolução tecnológico e modernização de seus produtos. A motivação da escolha desta empresa foi a constatação de que a atividade de compras ainda apresenta características dos sistemas de manufatura em massa do início do século XX, atua no processo recebendo requisições e emitindo pedidos, que impactam no planejamento logístico, podendo ser implantado melhorias sem adicional de custo. Para tanto, foi analisado o indicador de desempenho Pontualidade de Entrega de Fornecedores referentes a duas famílias de matéria-prima utilizadas na produção em um dos tipos de materiais esportivos: laminados e adesivos, comparando os períodos de janeiro de 2011 a junho de 2012 e julho de 2012 a outubro de 2012 e também dois modelos de cálculo do indicador apresentado no item 2.3 sob numeração a e d. Os objetivos são: comparar os dois modelos baseados em amostras usando técnicas estatísticas e determinar a qualidade de entrega no destino (fábrica) em relação a um período pré-determinado com base nos movimentos de recebimento e quantidade entregue. 3.1 Obtenção e análise dos dados Os dados foram obtidos por intermédio do Sistema Integrado de Gestão Empresarial (SIGE) da Totvs Manufatura (Datasul) (2012), o qual integra todos os elementos e processos da organização em estudo. O indicador PEF teve sua construção baseada no relatório Pontualidade de fornecedores, no qual foram extraídas as entradas para o seu desenvolvimento nos dois modelos abordados que foram: quantidade solicitada, quantidade entregue, data de entrega acordada e data do recebimento. Vale ressaltar que os pedidos que poderiam ser considerados como antecipações foram descartados, uma vez que não se tinha a informação se este foi acordado com a empresa. Foram estudadas duas amostras independentes, X 1,..., X n e Y 1,..., Y n de duas populações P 1 e P 2, respectivamente, comparando as médias e verificando se elas poderiam ser consideradas iguais ou não. Por serem populações normais, preliminarmente, foram testadas se as variâncias de P 1 e P 2 são iguais. Para caracterização dos dados obtidos, estes foram divididos em dois grupos (1 e 2), como forma de facilitar as análises. O Grupo 1 representa as amostras do indicador PEF (9) 6

7 calculadas de acordo aos modelos apresentados no item 2.3 numeração a e d para o período de janeiro de 2011 a junho de 2013, enquanto o Grupo 2 reproduz para o intervalo de julho de 2012 a outubro de A população P 1 refere-se às amostras do modelo numeração d e P 2, a. 3.2 Comparação de variância de duas populações Segundo Bussab & Morettin (2010), considerando uma amostra X 1,..., X n de uma população com distribuição normal com média e variância, respectivamente, e uma amostra Y 1,..., Y n de uma população com distribuição normal e que estas são independentes e que a fonte de incerteza predominante é a devido ao desvio-padrão, testa-se: Na estatística F, a razão de variância (Equação 10) é um valor de variável aleatória com distribuição F. Esta importante distribuição contínua depende de dois parâmetros chamados graus de liberdade do numerador e do denominador. Rejeitaremos a hipótese nula se: (10) Onde: n N : tamanho da amostra referente ao numerador; n D : tamanho da amostra referente ao denominador. Para as amostras analisadas obtiveram-se os seguintes resultados (Quadro 4): Quadro 4 Igualdade de variâncias para Grupo 1 e 2 Grupo Família N F Resultado 1 Adesivo n = 100 m = 100 1,22 ]0; 0,66[ U ]1,52; + [ Aceita 1 Laminado n = 22 m = 22 22,24 ]0; 0,70[ U ]1,43; + [ Rejeita 2 Adesivo n = 122 m = 122 4,72 ]0; 0,42[ U ]2,40; + [ Rejeita 2 Laminado n = 10 m = 10 7,38 ]0; 0,25[ U ]4,03; + [ Rejeita Fonte: Dados da pesquisa. Sendo a análise da hipótese da igualdade de variâncias crucial para o uso na comparação de duas médias e de posse dos resultados acima, será necessária a realização do teste t tanto para populações com variâncias desconhecidas e iguais como desiguais. 3.3 Comparação de médias de duas populações com variâncias desconhecidas e iguais Supondo que, ao testar a hipótese de igualdade de variâncias não seja rejeitada, porém a variância comum é desconhecida (MAGALHÃES; LIMA, 2008). Considerando uma amostra X 1,..., X n de uma população com distribuição normal e desconhecida e uma 7

8 amostra Y 1,..., Y n de uma população com distribuição normal e desconhecida, a hipótese para se testar as médias é: Como e, são dois estimadores não-viesados de, pode-se combiná-los para obter um estimador comum (Equação 11) que também é um estimador não-viesado de. Onde: n: número de amostras da população P 1 ; m: número de amostras da população P 2. A seguir calcula-se a estatística que terá uma distribuição t de Student (Equação 12): Rejeita-se H 0 se. 3.4 Comparação de médias de duas populações com variâncias desconhecidas e desiguais Quando a hipótese de igualdade de variâncias for rejeitada (BUSSAB; MORETTIN, 2010), a hipótese para se testar as médias é: (11) (12) Deve-se usar a estatística (Equação 13) abaixo: O número de graus de liberdade para t é calculado de acordo a Equação 14, uma vez que se aproxima de uma distribuição t de Student: Rejeita-se H 0 se. 4. Resultados 4.1 Comparação entre os modelos de cálculo do indicador de desempenho Pontualidade de entrega de Fornecedores O confronto entre os modelos selecionados para cálculo do indicador, numerações a e d do subitem 2.3, foi realizado utilizando-se testes estatísticos de comparação de duas populações para verificar se existe diferença entre as médias de um e outro, visto que os dados seguiram uma distribuição normal. Os Quadros 5, 6, 7 e 8 apresentam os resultados dos testes, com um nível de significância de 0,05. Para o grupo 1, período de janeiro de 2011 a junho de 2012, família adesivos, o resultado mostrou que não há evidências para aceitar a hipótese de que as médias dos (13) (14) 8

9 modelos para cálculo do indicador PEF são iguais (Quadro 5). Ainda no grupo 1, mas para a família laminados (Quadro 6), observa-se também que a hipótese de igualdade não foi aceita. Pode-se concluir que as quantidades recebidas, neste período, tanto para adesivos quanto para laminados, divergiram da prevista o que fez com que o PEF segundo modelo de numeração d tivesse uma redução, uma vez que este fator é levado em consideração no cálculo do indicador. Quadro 5 Resumo dos resultados das hipóteses do grupo 1 família adesivos. Código Hipótese Resultado Modelos selecionados para cálculo do indicador PEF possuem médias iguais Modelos selecionados para cálculo do indicador PEF possuem médias diferentes Fonte: dados da pesquisa. 4,21 ]1,64;+ [ Rejeita Aceita Quadro 6 Resumo dos resultados das hipóteses do grupo 1 família laminados. Código Hipótese Resultado Modelos selecionados para cálculo do Rejeita indicador PEF possuem médias iguais ]- ;-1,98[ U 10,27 Modelos selecionados para cálculo do ]1,98;+ [ Aceita indicador PEF possuem médias diferentes Fonte: dados da pesquisa. Para o grupo 2, período de julho a outubro de 2012, a hipótese de que os modelos para cálculo do indicador para a família adesivos e laminados possuem médias iguais foi rejeitada (Quadro 7 e 8). Observa-se que na família adesivos, neste período, não houve diferenças entre quantidade entregues e previstas. Com isso, constata-se que a os pesos dados na etapa 1 para os dias em atraso de ambos os modelos levam rejeição da hipótese Já na família de laminados, as divergências entre as quantidades foram consideráveis. Quadro 7 Resumo dos resultados das hipóteses do grupo 2 família adesivos. Código Hipótese Resultado Modelos selecionados para cálculo do indicador PEF possuem médias iguais ]- ;-2,04[ U 5,10 Modelos selecionados para cálculo do ]2,04;+ [ indicador PEF possuem médias diferentes Fonte: dados da pesquisa. Quadro 8 Resumo dos resultados das hipóteses do grupo 2 família laminados. Rejeita Aceita Código Hipótese Resultado Modelos selecionados para cálculo do indicador PEF possuem médias iguais Modelos selecionados para cálculo do indicador PEF possuem médias diferentes Fonte: dados da pesquisa. 4.2 Avaliação da qualidade de entrega no destino 7,96 ]- ;-2,20[ U ]2,20;+ [ Rejeita Aceita 9

10 O Quadro 9 apresenta a classificação da avaliação do indicador de Pontualidade de Entrega de Fornecedores segundo modelo da numeração d do subitem 2.3. A caracterização do resultado pode ser: deficiente, sofrível, regular, bom e ótimo. De acordo com os dados do Quadro 9, houve um melhora da entrega pelos fornecedores de adesivos comparando os dois grupos: janeiro de 2011 a junho de 2012 e julho de 2012 a outubro de Esse resultado indica que o recebimento do produto, de acordo a data e a quantidade acordada, reflete a importância de criar elos na cadeia de suprimentos. Observa-se que este progresso está relacionado com o procedimento desenvolvido de direitos e deveres da empresa estudo com o fornecedor e vice-versa. O indicador PEF referido a família laminados não aconteceu mudança significante. Os dois períodos estudados mantiveram-se classificados como deficiente, refletindo a divergência na cadeia quanto à importância de entregas dentro do prazo. Ressaltando que para este grupo de matéria-prima, não foi desenvolvido um trabalho de parceria. Quadro 9 Avaliação do indicador de Pontualidade de Entrega de Fornecedores Grupo Família PEF Classificação 1 Adesivos 71 Sofrível 2 Adesivos 84 Sofrível 1 Laminados 58 Deficiente 2 Laminados 59 Deficiente Fonte: dados da pesquisa. 5. Conclusão O sucesso de uma indústria depende da maneira como ela gerencia seus fluxos de materiais e de informações ao longo da cadeia logística. Isto impõe a necessidade de um alto nível de integração e coordenação entre os processos logísticos de empresas de uma mesma cadeia de suprimentos. Para isso, é recomendado avaliar o desempenho por meio de indicadores. Os indicadores de desempenho devem ser uma importante atividade no processo decisório empresarial. Eles são utilizados para informar a empresa sobre os vetores de sucesso atual e futuro. Nesse sentido, a pesquisa mostrou que o indicador de Pontualidade de Entrega de fornecedores pode ser calculado por diversos modelos. A escolha de qual utilizar está diretamente relacionada ao atendimento das necessidades da empresa e de quais parâmetros ela deseja avaliar no indicador. Comparando-se dois modelos de cálculo do indicador PEF, sendo que um utiliza como entrada data de entrega prevista e observada e outro, além destas, a quantidade de entrega prevista e observada, foi encontrada uma diferença que tem relação com os pesos atribuídos aos dias em atraso e as quantidades que de fato foram entregues. Os resultados também apontaram que houve uma melhora na performance dos fornecedores da família adesivo, à medida que foi desenvolvido uma parceria entre empresafornecedor por meio de um procedimento de direitos e deveres dentro desta cadeia. Isto revela a contribuição operacional da atividade de compras. A entrega, comparando os períodos de janeiro de 2012 a junho de 2012 e julho de 2012 a outubro de 2012 houve um aumento. Já a família laminado, que não sofreu alteração em seu processo de compra, não apresentou progresso. Referências ALPINO INDÚSTRIA METALÚRGICA LTDA. Manual de Qualidade de Fornecedores: requisitos específicos ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Sistemas de gestão da qualidade requisitos: NBR ISO Rio de Janeiro,

11 BALLOU, R.H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos Logística Empresarial. 5.ed. Porto Alegre: Bookman, BANDEIRA, A.A. Indicadores de desempenho: Instrumentos à Produtividade Organizacional. Rio de Janeiro: Qualitymark, BOWERSOX, D.J.; CLOSS, D.J. Logística empresarial: o processo de integração da cadeia de suprimento. São Paulo: Atlas, BOYER, K.K.; PAGELL, M. Measurement issues in empirical research: improving measures of operations strategy and advanced maunfacturing technology. Journal of Operations Management. Cambridge, BRASCABOS. Manual de qualidade do fornecedor BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística básica. São Paulo: Saraiva, FARIA, A.C.; COSTA, M.F.G. Gestão de custos logísticos: custeio baseado em atividades, balanced scorecard e valor econômico agregado. São Paulo: Atlas, Grupo MAHLE Brasil. Desenvolvimento e Monitoramento de Fornecedores MAGALHÃES, M.N.; LIMA, A.C.P. Noções de Probabilidade e Estatística. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, PORTER, M. E. Estratégia competitiva: técnica para análise de indústria e concorrência. Rio de Janeiro: Campus, PBQP. Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade. Informativo PBQP. Rio de Janeiro, RJ : Qualitymark, 1991 SENAPESCHI NETO, A. Gestão estratégica de compras em uma empresa do segmento de material escolar: estudo de caso longitudinal. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção). São Carlos: Universidade Federal de São Carlos, SILVA, E.L.; MENEZES, E.M. Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação. 3. ed. Florianopólis: Laboratório de Ensino a Distância da UFSC, TOTVS MANUFATURA (Datasul). Software VIANA, J.C.;ALENCAR, L.H. Metodologias para seleção de fornecedores: uma revisão da literatura. Prod. [online]

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